Tuesday, November 08, 2016

Judeus cabalistas são seu próprio deus



por Henry Makow Ph.D.

Semana passada eu registrei que os soviéticos arrasaram milhares de igrejas mas pouparam sinagogas.

Se os comunistas consideravam a religião "o ópio das massas", por qual motivo eles não incluíram o Judaísmo? Cristãos e Judeus adoram o mesmo deus? Há uma afinidade entre Comunismo e Judaísmo? Talvez a elite Judaica tenha um deus diferente...

Um leitor, "George," conheceu a herdeira de uma rica oligarquia bancária "não os Rothschilds, embora sua família tenha vivido em um palácio vizinho aos Rothschilds."

"Leah era uma de minhas alunas na Universidade de Geneva (Suíça) onde eu estava estudando psicologia.  Ela era uma loira atraente de olhos azuis. ...Como ela estava ostentando uma Estrela de David, eu perguntei se ela era uma crente.  Ela respondeu "sim e não" e acrescentou que ela acreditava num deus dos Judeus que estava servindo os judeus em vez de ser servido por eles.  Eu imediatamente perguntei se ela estava falando de um egregore ... Sua única resposta foi "sim", no que rompeu a conversa.  Nunca mais nós mencionamos o assunto."

De acordo com a Wikipedia, "egregore" é um conceito oculto representando uma "forma de pensamento" ou uma "vontade coletiva", uma entidade psíquica autônoma fictícia, influenciando os pensamentos de um grupo de pessoas.  O relacionamento simbiótico entre um egregore e seu grupo foi comparado aos conceitos mais recentes, não ocultos, da corporação (como uma entidade legal) e o meme."

George especula que a elite de Judeus criou o deus judeu como seu "egregore", ou seja, um instrumento de sua vontade coletiva; seu desejo para vencer os pagãos e dominar tudo.

"Poderia ser possível que os antigos sacerdotes levitas encontrassem uma forma de criar uma entidade sobrenatural da mente coletiva da tribo de Judá? Uma entidade nascida de uma mente coletiva que os levitas estavam moldando num auto-isolacionismo e segregacionismo, também chamado como etnocentrismo? ...Uma entidade desenhada para ajudar o "povo escolhido" a destruir as nações "alienígenas" e abastecer-se de recompensas materiais? Uma entidade resultando de magia negra dos sacerdotes levitas que, como os primeiros ateus doutrinados, vinham negando o Deus universal de Moisés porque não quiseram submeter-se a um "Senhor e Mestre", mas em vez disso tornarem-se "Senhores e Mestres" através de seu deus escravo "egregório"?"

Esse "egregore" é Lúcifer, e os Judeus da elite fizeram-no o mestre meme da Nova Ordem Mundial.  Os Judeus da elite são a "Internacional Comunista e Capitalista", as endogâmicas oligarquias bancárias Judaico-Alemães que, de acordo com Christian Rakovsky, incluem os Rothschilds, Warburgs, Schiffs e muitos outros.

Eles, além disso, se casaram com as corruptas elites gentias da Europa e América, muitos dos quais pensam ser Judeus.

O DEPRAVADO ESPÍRITO DE NOSSO TEMPO

Na medida em que o egregore Judaico está também por trás da Nova Ordem Mundial, somente os "crentes" são humanos; tudo o mais é um animal a ser explorado e/ou abatido.

Nicholas Lysson, em seu brilhante ensaio sobre o Holocausto Ucraniano, fornece exemplo desse "nós versus eles" pensando no Talmud e no Antigo Testamento.  Por exemplo: Isaias 60:12 (" . . . Porque a nação ou o reino que recusar servir-te [Israel] perecerá, e sua terra será devastada" ); Isaías 61:5-6 (". . . virão estrangeiros apascentar vosso gado miúdo, gente de fora vos servirá de lavradores e vinhateiros. . . : Vós vos alimentareis com as riquezas das nações. . .")

Lysson prossegue:

"A hostilidade etnocêntrica dos Judeus – consistentemente comentada sobre os povos que os encontraram pelo milênio – pode ser traçada no fim das contas até as origens do Judaísmo apresentada na Torah, por exemplo em Gênesis 9:25 ("Maldito seja Canaã, disse ele; que ele seja o último dos escravos de seus irmãos!"); Êxodo 17:14-16 e 34:12-13 ; Números 24:8 ("Deus os retirou do Egito, e lhes deu o vigor do búfalo. Devora os povos inimigos; quebra-lhes os ossos e criva-os de flechas"), 25:6-13 (em que Deus elogia Finéas por sua iniciativa em lançar um dardo no ventre de um Judeu e uma Gentia casados), 31:7-19 e 33:50-56; e Deuteronômio 2:33-35 ("[sobre a ordem de Deus] Tomamos-lhe então todas as suas cidades, que votamos ao interdito, com os homens, as mulheres e as crianças, sem deixar escapar ninguém."), 3:4-7, 7:1-5 ("tu deverás . . . destruí-los totalmente"), 7:14-26 ("teu olho deverá não ter qualquer piedade"), 20:10-17 ("tu não deverás salvar nada que respire") e 25:19."

"ANTI SEMITISMO"

Não precisa ser um gênio para reconhecer que esse "egregore" é a causa do anti-semitismo.  Líderes Judeus usam o anti-semitismo para manipular os Judeus que são ensinados que são ultrajados sem qualquer razão.  As reais razões para o anti-semitismo são ocultas.  Como Nicholas Lysson aponta, as passagens mais destrutivas do Talmud são amaciadas ou não traduzidas.  Informação a respeito do sistema "Arendar" é suprimida.  Esse sistema causou o massacre de quase 250 mil Judeus pelo Cossaco Ucraniano Bohdan Khmelnytsky em 1648-1654:

"Os Judeus na época dos massacres estavam servindo à Polonesa szlachta (nobreza) e o clero Católico Romano em seus latifúndios ucranianos como arrendatários – coletores de impostos, cobrador de rendas, licenciados de monopólios feudais (isto é, banqueiros, fresagem, depositários e destilação e venda de álcool) e como acoitadores anticristãos que até coletavam dízimos nas portas dos camponeses, igrejas ortodoxas gregas e taxas para abrir aquelas portas para casamentos, batismos e funerais.  Eles tinham poderes de vida e morte sobre a população local (a forma típica de execução sendo o empalamento), e nenhuma lei acima deles a qual essa população tinha recurso... os arrendatários emprestavam propriedades por termos de somente dois ou três anos e tinham todo incentivo para arrancar os camponeses sem misericórdia, sem respeito a conseqüências de longo-prazo."

Os Judeus ainda contam que esses pogroms eram devido a ódio gratuito.  Assim, a dinâmica egregore é perpetuada na medida em que os Judeus normais apóiam as políticas Sionistas.  Por exemplo, eles militam pela guerra contra o Irã, não obstante as desastrosas conseqüências para a humanidade.

Nicholas Lysson assinala que as lideranças Judaicas provocaram ativamente o anti-semitismo visto ser ele indispensável para a coesão e sobrevivência Judaicas.  Estariam eles dizendo que, sem seu "egregore", em outras palavras, sua agenda predatória, os Judeus não teriam qualquer raison d'être comum? Obviamente esse segredo é mantido desde os recrutas, como na Franco-maçonaria que Rakowsky disse ser planejada para realizar "o triunfo do Comunismo".

O EGREGORE COMUNISTA

O maior assassinato em massa na história não foi o holocausto Judaico, mas o Holodomor Ucraniano.  Sob a própria estimativa de Stalin, dez milhões de Ucranianos morreram, a maioria dos quais nas mãos dos bolchevistas Judeus.

O relato de Lysson sugere que essa guerra foi o resultado de uma contenda de vários séculos em que Judeus falharam em aceitar sua humanidade comum com os não-Judeus.  Ela continua a ser o registro mais mortal do século XX, obscurecido pelas perdas Judaicas, como se somente Judeus fossem humanos.

O Holodomor teve lugar porque os Bolcheviques confiscaram todos os grãos.  Lysson escreve: "Um quarto da população rural, homens, mulheres e crianças, caíram mortos ou morreram em um grande alcance do território com cerca de quarenta milhões de habitantes, como um vasto Belsen. O restante, em vários estágios de debilitação, não teve qualquer força para enterrar suas famílias ou vizinhos, [como em Belsen] bem-alimentados esquadrões de polícia ou oficiais do partido supervisionavam as vítimas.”

O extermínio de Kulaks Ucranianos foi dirigido do Kremlin, onde a liderança Bolchevique vivia em apartamentos de família e mantinham uma atmosfera fraternal coberta pelo idealismo coletivista, em outras palavras, seu egregore.  Isso é como o historiador Simon Sebag Montefiore, o descendente de uma família Judaica da elite britânica, descreve a cena durante o Holomodor.  Obviamente, ele não menciona que a maioria dos principais atores era composta por Judeus.

"O Partido era quase um negócio de família.  Os completes clãs eram membros da lideranças…  Essa fraternidade cruel vivia em um incessante frenesi de excitação e atividade, dirigida por adrenalina e convicção.  Estimando-se como Deus no primeiro dia, eles estavam criando um novo mundo em um frenesi de calor vermelho... " (Stalin: “The Court of the Red Tsar”, p. 40, 45)

CONCLUSÃO

Os soviéticos não destruíram as sinagogas porque o Comunismo foi uma expressão do Judaico "egregore".  Cristãos e Judeus aparentemente não adoram o mesmo deus.  O Deus Cristão representado por Jesus é amor universal e fraternidade.  O deus Judeu foi suplantado pelo egregore cabalístico que "serve" os Judeus da elite.  Ele representa sua compulsão sociopática brutal pela dominação do mundo.  O mesmo egregore – o desejo de suplantar Deus – anima a Nova Ordem Mundial.

O Comunista Judeu ou não-Judeu médio era um tolo idealista.  Marxismo, igualdade etc. eram apenas uma janela alinhada a ocultar a real agenda: a destruição de raça, religião, família e nação; a acumulação de todas as riquezas e a escravidão da espécie humana.  Os métodos mudaram, mas a agenda não.

O Sionista médio é também um tolo idealista.  Como muitos percebem, "a Terra Natal dos Judeus" era simplesmente um passo rumo ao governo mundial, "uma ocorrência num plano de longo alcance" para usar as palavras de Louis Marshall.  O objetivo desse plano é escravizar mentalmente a humanidade se não fisicamente.  Sionistas Cristãos são os mais tolos de todos.

O mesmo idealismo sucedâneo infunde o movimento governo mundial, que é cheio de pios oportunistas que venderam sua herança por um assunto num banquete globalista.


Em muitos casos, a acusação de "anti-semitismo" e "ódio" são tentativas desviadas para proibir a oposição à Tirania.  Não vamos nos infantilizar.  Nós estamos testemunhando um mal diabólico, crueldade, depravação, assim como esperteza.  Judeus e não-Judeus devem juntar as mãos para banir Lúcifer e declarar que o único Deus é Deus, Ele é Moral e nós O servimos.

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