Monday, March 03, 2014

Cabala – Como o sexo se tornou nossa religião


A sociedade teve a mente lavada para acreditar que o intercurso sexual foi o meio de se reconectar com Deus.  Desta forma, a humanidade foi introduzida em um culto satânico.

Sexo, amor e "relacionamentos" se tornaram a religião substituta da sociedade moderna.

A mensagem implícita – Sexo é o Caminho para Deus – tem estado em nossa fonte cultural desde os anos 60.

Filmes retrataram intercurso sexual em termos místicos, corpos perfeitos unindos-se ao acompanhamento de anjos cantando.

A indústria fonográfica cabalista impulsionou o tema que amor romântico e sexo nos conectam a Deus.  Tome, por exemplo, Kathy’s Song (1965) de Paul Simon:

"Assim você vê que eu tive dúvida / Tudo que alguma vez sustentei como verdadeiro / Eu sou o único da espécie sem crença / a única verdade que eu conheço é você."

Isso foi seguido por sua exegese erudite: o homem está "alienado" e sozinho no universo.  A vida não tem qualquer significado intrínseco, de modo que nós temos que construir um.  O homem supera sua separação de Deus através do intercurso sexual, que é místico em natureza.  Em outras palavras, o homem se torna Um com Deus pela copulação.

Pouco sabíamos que a mistificação do sexo é pura Cabala.  A Cabala, a "religião" da elite oculta, é Satanismo.

POR QUE SATÂNICA?

Pra início de conversa, somente o Judeu Cabalista e seus discípulos são separados de Deus.  Eles estão separados em virtude de sua rebelião Luciferiana, baseada em um desejo de ser Deus.  Eles convenceram a humanidade a integrar sua rebelião e sentir-se "alienado."  Eu suspeito que a maioria das disfunções origina-se em sua unidade fundamental que é a essência do "modernismo."  Ao invés da realidade, nós vivemos em um solipismo (ou seja, realidade auto-criada) Judaico-Maçônico.  Note que Deus não é parte disso.  Deus é uma palavra impura.

Graças ao seu controle da mídia, os cabalistas convenceram a humanidade de que a união sexual restaura unidade com o Divino.  Isso é Cabala.

Em "Sigmund Freud & the Jewish Mystical Tradition" (1958), o professor Judeu de psicologia David Bakan escreve que:

"A alma, de acordo com o Zohar, [isto é, Cabala] há uma insaciável nostalgia a estar unida com sua fonte em Deus.  Essa união é caracteristicamente discutida na metáfora do sexo.  Grosso modo, a união do macho e da fêmea é tomado como a forma ideal de existência.  Assim, relações sexuais humanas tornam-se veículos simbólicos de atos Divinos, e a criatividade Divina é compreendida como de um caráter profundamente erótico em si mesmo." (p.273)

De acordo com a Cabala, Deus tem um lado feminino, chamado o Shekinah.

Da mesma forma que o homem procura unidade com Deus através do sexo, assim Deus supostamente procura união com Sua natureza feminina.  Em outras palavras, o homem tanto imita e ajuda Deus tendo relação sexual.

Tudo isso é sem sentido.  Até fontes Judaicas desmerecem a Cabala como uma fraude.

Todavia, essa fraude, junto com o Talmud, define o Judaísmo.

Cabalismo é a Bíblia de um culto do sexo.  Divide Deus em figura de Pai e Mãe e acrescenta figuras de filho e filha. Apesar das implicações incestuosas da Cabala, em toda parte sexo entre filho e filha está sendo impedido por "Satã", que, a propósito, é o deus dos gentios.

"O dever do Judeu pio é restaurar através de suas orações e atos religiosos a unidade divina perfeita, na forma de união sexual entre entidades macho e fêmea. .." As orações realmente representam essa sedução. (Israel Shahak, Jewish History, Jewish Religion, The Weight of 3000 Years, pp. 33-34.)

Eis algumas razões pelas quais a Cabala é satânica.

Primeiro, nega nossa conexão a Deus em virtude Dele falar conosco através do Divino espírito (alma).

A Cabala prega que Deus é sem forma e incompreensível.  O ponto complete da religião é adorer (obedecer) Deus.  Como pode você obedecer algo "sem forma" e "incompreensível"? Naturalmente, o Satanista convencerá o descuidado que Deus é incompreensível.

Segundo, tornando o ato sexual um meio de alcançar Deus, os cabalistas formam um falso deus.  De acordo com o Cabalista, intercurso sexual é equivalente à união mística.  Orgasmo é revelação.

Em verdade, unidade com Deus é atingida pela graça, adoração, devoção, altruísmo e disciplina espiritual, não pela copulação.  Mas assim como os homossexuais usam o excesso sexual para compensar a perda de saudável intimidade entre um homem e mulher, heterossexuais usam-no para compensar a perda de Deus.  Naturalmente, os cabalistas querem que nós imitemos os homossexuais.

Terceiro, o "deus" da Cabala combina bem e mal.  De certo modo, o bem virá de fazer o mal.  Novamente, isso é sem sentido.  Deus é Moral.  Ele é a perfeição. "Seja perfeito assim como o Pai Celestial é perfeito." (Mt. 5, 48)  Deus fala ao homem através de nossas idéias espirituais tais como Verdade, Beleza, Justiça e Amor.

Assim, a Cabala é tipicamente Satânica: fazendo o mal aparecer o bem, mentira aparecer verdade, doença aparecer saúde, e vice-versa.

Finalmente, Bakan escreve: "Nunca na tradição Judaica o ascetismo sexual era um valor religioso." (272)  Isso apenas desqualifica o Judaísmo como uma religião.  Todas as verdadeiras religiões requerem uma renúncia de desejo carnal.

Distante do ascético, o Talmud e a Cabala são degenerados, abrindo a porta para a pederastia e o incest.  A Cabala também sustenta que o homem seja bissexual, o que explica a promoção do homossexualismo e da androginia.  Qualquer coisa para derrubar a ordem natural e cuspir no olho de Deus.

Os cabalistas usaram Sigmund Freud, um Cabalista, para convencer o mundo que a moderação sexual conduz a neuroses e doença.

Em uma palavra à B'nai Brith em seu 70º aniversário, Freud enfatizou sua Judeidade.  Ele disse que integrou a loja Judaico-Maçônica por causa de "muitas forças sombrias emocionais" que tornaram "Judeus e o Judaísmo irresistível."  Ele foi atraído à "clara falta de consciência de nossa identidade particular: a intimidade que vem da mesma estrutura física." (Bakan, p. 305)

A maioria dos Judeus mal escutaram a respeito do Talmud e da Cabala, não se incomodam em ler ou entendê-las.  Eles não sabem que o Judaísmo é um culto satânico mascarado de uma religião.  O mesmo se aplica aos idiotas conhecidos como Cristãos Sionistas.

DEUSAS

Desta forma, a Cabala é a razão pela qual a vagina é o Santo Graal e jovens mulheres são idealizadas como deusas.

Esse culto sexo pagão é vendido pela mídia controlada pelos cabalistas.

Somos adultos? Aparentemente não.  "Adultos" agora designam pornografia, violência e sub-desenvolvimento.  Nós somos seus goyim (gado) apesar de tudo.

A elevação de jovens mulheres ao status de deusas é mais do que sexual.  Hollywood as retrata como guerreiras e gênios.  Em "Zero Dark Thirty," Jessica Chastain obtém crédito por capturer e matar Osama Bin Laden. Até lésbicas pensavam que o filme era "propaganda."  Porém, os produtores cabalistas pensam que retratando uma falsidade como verdade é suficiente para fazê-la verdadeira.  Como George Orwell observou, quando alguém é depravado (doente), o doente se torna um novo normal.

O foco fêmeo é também refletido na obsessão com "relacionamentos", encorajando mais adoração à mulher e dependência. "Relacionamentos" são uma preocupação feminina.  Nenhum desses meios os cabalistas maldizem às mulheres.  Eles estão promovendo-os para feminizar e desestabilizar a sociedade, e porque eles podem controlá-las.

CONCLUSÃO

Seres humanos são animais estranhos.  Se eles são hipnotizados para acreditar que o intercurso sexual seja místico, eles o experimentarão.  Mas, no fim das contas, eles perceberão que era só paixão tola e novidade.  Sexo, nas palavras de Andy Warhol, é "o maior nada no mundo".

Todavia, a sociedade foi totalmente sexualizada.  Trinta por cento de todo tráfico da internet é pornografia.  Apesar dos 50 anos de feminismo, ou por causa disso, as mulheres definem seus valores em termos de apelo sexual, assim como fazem os homossexuais.

A sociedade está saturada com sexo que degrada todos os relacionamentos, inclusive com crianças, aos mais baixo denominador comum.


A cultura popular crescentemente é dedicada à morte, destruição, pornografia e ao culto.  Nós raramente vemos uma visão positiva e edificante.  Por causa da antiga era Cabalista (Maçônica), ódio Judaico, Deus e a humanidade, depravação e fantasia oculta sempre passará como cultura.  "Progresso" e "mudança social" sempre promoverão a desintegração social.

Friday, January 17, 2014

Francisco almoça com líderes da comunidade judaica

Um grupo de líderes comunitários judeus e rabinos argentinos foi recebido esta quinta-feira, 16 de janeiro, pelo papa Francisco, no Vaticano. A audiência durou mais que duas horas e meia e incluiu um almoço kasher.
“É transcendental para a comunidade judaica e para o mundo inteiro: 70 anos depois do assassinato dos judeus europeus nas câmaras de gás, hoje almoçamos comida casher com o papa”, exultou Julio Schlosser, presidente da DAIA – Delegación de Asociaciones Israelitas Argentinas, entidade política que congrega a comunidade judaica argentina.
Durante a audiência, não foram abordados temas da política argentina, mas o diálogo inter-religioso e a viagem do papa a Israel, em maio próximo.
Ao final, todos cantaram, em hebraico, o salmo 133: “Hine mah tov uMah-Nayim shevet achim gam yachad” ["Como é bom e agradável viverem irmãos juntos em harmonia"].
“Francisco é uma pessoa surpreendente, maravilhosa e com critérios abertos. Ele está muito entusiasmado com sua viagem a Israel”, afirmou Schlosser à Agencia Judía de Noticias. O presidente da DAIA agradeceu ao Congresso Judaico Latino-Americano e a seu diretor-executivo, Claudio Epelman, que organizaram o encontro, juntamente com o rabino Abraham Skorka, reitor do Seminário Rabínico da América Latina e amigo de longa data de Jorge Bergoglio.
A delegação incluiu, além de Skorka, Epelman e Schlosser, o subsecretário de Direitos Humanos do governo portenho e presidente do Museu do Holocausto de Buenos Aires, Claudio Avruj; o 1º vice-presidente da DAIA, Waldo Wolff; o tesoureiro do CJL, Javier Mutal; o vice-presidente da Associação Internacional de Juristas Judeus, Marcos Grabivker; o presidente da Confraternidad Judeo Cristiana, Boris Kalnicki; o presidente da FACCMA- Federación Argentina de Centros Comunitarios Macabeos, Javier Veinberg; o presidente de la Asamblea Rabínica, Marcelo Polakoff; os rabinos Isaac Sacca, Ariel Stofenmacher, Raúl Feler e Raúl Bergman, que trabalham pelo diálogo inter-religioso na Argentina, e os jovens Ariel Isaak e Ariel Seidler, que ocupam cargos no CJL.
Fonte: FISESP

Saturday, January 04, 2014

A maçonaria por Gustavo Barroso

 
As Forças Ocultas
I – A maçonaria
Gustavo Barroso

Demos o primeiro lugar, entre essas forças ocultas, à maçonaria por ser a mais antiga, tanto no mundo como no Brasil. Não esqueçamos seu relevante papel ao tempo de Dom Pedro I, o grão mestre Guatimozin, nem sua ação, às vezes visível, em todos os grandes acontecimentos da nossa história. As ligações entre a maçonaria e o judaísmo têm sido provadas à saciedade inúmeras vezes por grande número de autores. Seus símbolos, passes, palavras, títulos são todos judaicos. Seus grandes orientadores, judeus. Ela é internacional como o judaísmo, o capitalismo e o comunismo. É um Grande Oriente e não um Grande Ocidente...

Por uma circular constante do “Boletim do Grande Oriente do Brasil” de junho de 1935, o Soberano Grão Mestre declara que, em tese, “a maçonaria não faz política de partidos; é instituição que está acima dos partidos”. Essa circular declarava-se simpática à Aliança Nacional Libertadora. Outra condenava o Integralismo. Entretanto, um parecer do Sr. Artur Murat do Pilar, membro do Sacro Colégio e chanceler da Ordem do Grande Oriente do Brasil, opinou a 23 de Setembro de 1935 que não havia razão para a maçonaria condenar o Integralismo como subversivo, porquanto lealmente reconhecia que no manifesto Integralista, “apreciado no seu conjunto, não há uma declaração positiva que autorize a segurança da citada afirmação”.

Há nesse parecer trechos que merecem ser citados: “A comissão também não pode aceitar a extensão que se quer dar aos bons costumes exigidos pela maçonaria para a iniciação de qualquer profano, ligando-os estreitamente à noção de ordem pública. Sua pátria restringe-se à vida doméstica e à atividade do maçon...”.

Vê-se pela própria declaração por escrito da maçonaria, oficialmente, que ela não admite a ideia de pátria no maçon. Com a sua vida secreta, destrói a pátria, pois que a do maçon é a sua atividade maçônica. O Integralismo vive e age às claras. O Integralismo constrói uma pátria. É impossível, pois, qualquer aliança ou ligação entre ele e a maçonaria. A ausência de pátria implica no internacionalismo, que é eminentemente judaico e se exprime na forma capitalista e na forma comunista, quer no âmbito público, quer no âmbito maçônico. O Integralismo, sendo contra qualquer internacionalismo que dissolva as pátrias é contrário à maçonaria.

Além disso, é forçoso convir que ninguém se reúne secretamente, com cuidados de toda a sorte, para fazer coisa boa. O que é bom se faz em público, claramente. Muito maçon há que ainda não percebeu a verdade do que existe oculto por trás das primeiras camadas que são as únicas que lhe deixam ver. Um dia rasgar-se-á o véu do templo e recuará horrorizado.

A maçonaria contraria hoje o sentido, o espírito do século XX com o ridículo romantismo do seu ritual secreto. Isso não seduz mais as mentes da mocidade. Ela quer luz, amplidão, as grandes massas em formatura, as esquadrilhas de aviação rosnando no azul, as florestas de braços verdes que se erguem e abaixam, os gritos bárbaros que ecoam no espaço ensolado, a força duma nação moça ostentando-se à luz do dia.

Nenhum moço quer mais saber de templos ou cavernas forradas de negro ou de vermelho, de tíbias cruzadas e de caveiras, de esqueletos no fundo de alcovas ou de bodes pretos satânicos, de embuçados e de punhais, de testamentos filosóficos e de juramentos terríveis.

O século XX é um século arejado, de janelas abertas e sem teia de aranhas.

A maçonaria brasileira, segundo o capítulo XIII da “Constituição”, inserta no “Código Maçônico”, mantêm representantes junto às Potências Maçônicas Estrangeiras e delas recebe representantes. É, pois, um Estado secreto em ligação, pelo menos diplomática, com outros Estados que a si mesmos se denominam potências. Se si abrir o “Regulamento Geral”, também inserto no aludido código, veremos pelo capítulo I que a maçonaria tem quatro poderes: legislativo, judiciário, litúrgico e executivo. Um Estado no Estado.

A afirmação de que a maçonaria não é política, não se mete na política, não procede. Seus próprios documentos a desmentem e provam que é eminentemente política. Leiamo-los: “Convent du Grand-Orient”, 1929, pág. 48: “Quando um maçon é recebido numa loja, presta juramento: si é deputado, é responsável perante seus eleitores, mas também o é perante nós”. Idem, 1888, págs. 529-530: “Organizamos no seio dos parlamentos verdadeiros sindicatos de maçons”. Idem, 1923, pág. 365: “Os parlamentares maçons, que são de certo modo emanação da ordem, devem, durante o mandato, continuar tributários dela... Sua grande obrigação é jamais esquecer os princípios maçônicos que permitiram sua carreira política e nunca deixar de prestar contas às suas lojas”. Idem, 1922, pág. 362: “Deve se sentir a maçonaria em toda a parte; não se deve descobri-la em parte alguma”.

Que é isso senão política e política não em prol dos interesses nacionais, porém dos interesses maçônicos?

A falecida “A Manhã”, no seu número de 14 de Novembro, salvo engano, publicou com estrondo a notícia da “deflagração de formidável combate ao fascismo brasileiro” pelos militares-maçons de Curitiba. Ora, o mais curioso foi terem alguns oficiais do exército assinado um telegrama notório a esse respeito, destinado ao deputado Plínio Tourinho, sem que o sr. Ministro da Guerra houvesse tomado a menor providência contra eles.

O general João Gomes declarou em documento público que vestir uma camisa verde era “vilipendio” e prendeu o coronel Newton Braga, porque com essa camisa fez uma conferência pública sobre a viagem do “Jahú”. Entretanto, s. ex. não proíbe seus oficiais de usarem secretamente o avental e as faixas da maçonaria. No Integralismo, tudo é público, até o juramento que o Chefe suspendeu para os militares. Na maçonaria, tudo é secreto, inclusive o “testamento filosófico” e o juramento. Maiores razões teria o sr. ministro, se fosse justo, de impedir a entrada de seus comandados numa associação de caráter secreto e suspeito, do que num partido político que age às claras.

Além disso, o Integralismo é todo brasileiro, não tem a menor ligação com instituições ou organizações de fora do país enquanto que a maçonaria, apesar de suas negativas, é internacional, como o comunismo, o judaísmo, estando unida aos Grandes Orientes do oco do mundo... Tanto assim que um fascista ou um nazista, vindo ao Rio, nada tem com o Integralismo e nem serão incluídos nos seus quadros; mas um maçon inglês ou chinês será recebido em qualquer loja “brasileira” e desde que “se regularize” funcionará nela, com o mesmo direito que os brasileiros.

Dizem os ignorantes que a maçonaria nada mais vale, e os cegos que ela não passa duma simples instituição de caridade. Instituição de caridade secreta, não é? Em verdade, a maçonaria é, simplesmente, como diz um amigo meu, a “fábrica de judeus artificiais”.

A maçonaria ajuda seus membros a arranjarem empregos, fama e fortuna. O que uns obtêm duramente, pelo seu esforço constante e mérito próprio, os maçons conseguem à custa do auxílio mútuo dos “irmãos”, em detrimento dos que não são “irmãos”, dos “profanos”. Como de há muito, segundo estudos e documentos conhecidíssimos, a maçonaria esteja sob o domínio do judaísmo internacional, o maçon não passa, às vezes, sem se aperceber, dum escravo dos judeus.

O judeu-judeu, o legítimo, age fora dos países, para comprá-los, escravizá-los, o maçon-judeu artificial age dentro de cada pátria, vendendo-a, auxiliando o trabalho da escravização. Isso dá lugar a inúmeros crimes que se ocultam sob o biombo das três palavras mágicas: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

A própria maçonaria se encarrega de desmenti-las. Peado pelos seus juramentos de obediência cega e pelo segredo, o maçon é o ente menos livre deste mundo. Escalonados em graus hierárquicos, não há a menor igualdade entre eles na escala do mando, dos conhecimentos, das honrarias e dos segredos. A sua fraternidade é falsa, porque existe somente entre si, entre os irmãos, não alcançando os profanos. Toda fraternidade que não seja sem limites, universal, não é fraternidade, passa a ser “coterie” e produz efeitos contrários aos da verdadeira fraternidade.

Pelo covenant de setembro de 1934, do Grande Oriente de França, como resultado do parecer sobre a tese A – “Estudos das doutrinas fascistas e dos meios de combatê-las”, a maçonaria resolveu bater-se pela “dissolução das organizações armadas”. Vimos o que fez nesse sentido no Brasil e estamos vendo o que está fazendo em França. Maçonaria e fascismo são inimigos natos.

Pela maçonaria, o judaísmo controla em vários países a distribuição de empregos públicos, de modo a influir na marcha da administração. Sua influência nos exércitos pode ser medida por aquele doloroso e vergonhoso ”affaire des fiches”, que fez com que, em pleno parlamento, o deputado Syveton, destinado a ser morto pela maçonaria, esbofeteasse o ministro da guerra, general André.

Como as influências judaicas, diretamente ou indiretamente, governam o mundo, agindo melhor naqueles que não acreditam nelas e julgam essa história de judaísmo invenção louca de Hitler ou conto “á dormir debout”, aí temos a diferença de tratamento pelo ministro da Guerra a oficiais maçons e integralistas: aqueles podem continuar a prestar seu juramento secreto e a vestir o avental da acácia, porque o fazem ocultamente; estes não devem jurar em público, nem vestir a camisa verde na rua, à luz do sol ou em recintos em que todos podem entrar.

Escondido, com senhas, contrassenhas, palavras de passe, linguagem figurada e sinais ocultos de reconhecimento, o militar não sofre vilipendio, embora se transforme num “judeu artificial”. Às claras, erguendo o braço, bradando anauê, ostentando a camisa verde e pregando a defesa da pátria com suas instituições e tradições, sim, estará vilipendiado.

Em verdade, vivemos numa época de tanta confusão que, para muitos, um avental vale mais do que uma camisa...

(Gustavo Barroso. Espírito do Século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936, 290 páginas; transcrito das páginas. 63 até 72.)

FONTE: http://maconariaestudoscriticos.blogspot.com.br/2010/06/maconaria.html

Friday, December 06, 2013

Cérebros de homens e mulheres têm 'conexões diferentes'


Críticos dizem que diferenças anatômicas podem não ser suficientes para explicar diferenças entre sexos
Um estudo conduzido por cientistas americanos apontou que os cérebros de homens e mulheres estão conectados de maneira diferente, o que poderia explicar por que um sexo desempenha determinadas tarefas melhor do que o outro.
Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia realizaram tomografias de cérebros de aproximadamente mil homens, mulheres, meninos e meninas e constataram diferenças marcantes entre eles.
Já nas mulheres, mais conexões se cruzam da esquerda para a direita.Os cérebros dos homens, por exemplo, estão conectados de frente para trás, com poucas conexões entre os dois hemisférios.
Essas diferenças podem explicar por que os homens, em geral, tendem a ter maior facilidade para aprender ou fazer uma única tarefa, como andar de bicicleta e se localizar, enquanto que as mulheres são mais aptas a realizar múltiplas tarefas, afirmaram os pesquisadores.

O estudo foi divulgado na publicação científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Complexo
Os mesmos voluntários foram submetidos a realizar uma série de testes cognitivos, e os resultados aparentam embasar essa teoria.
As mulheres obtiveram maior pontuação em atenção, memória facial e de palavras e cognição social. Já os homens tiveram melhor desempenho em velocidade do processamento espacial e sensório-motor.
O pesquisador Ruben Gur, que integrou o grupo responsável pelo estudo, afirmou: "É surpreendente como os cérebros das mulheres e dos homens podem ser complementares".
"Os mapas detalhados do cérebro não só nos ajudarão a melhor entender as diferenças entre como os homens e as mulheres pensam, mas também nos dará maior compreensão sobre as origens dos transtornos neurológicos, que normalmente têm estreita ligação com o sexo."
Mas especialistas argumentam que pode não ser tão simples e dizem que é um "salto muito grande" tentar explicar variações de comportamento entre os sexos a partir de diferenças anatômicas. Além disso, dizem eles, as conexões cerebrais não permanecem fixas.
"Sabemos que não existe algo como 'conexão permanente' quando se trata do cérebro. As conexões podem mudar durante a vida, em resposta à experiência e ao aprendizado", diz a professora Heidi Johansen-Berg, especialista britânica em neurociência da Universidade de Oxford.
Segundo ela, o cérebro é um órgão muito complexo para que seja possível fazer generalizações abrangentes.
"Com frequência, abordagens matemáticas sofisticadas são usadas para analisar e descrever estas redes cerebrais. Estes métodos podem ser úteis para identificar diferenças entre grupos, mas é complicado interpretar estas diferenças em termos biológicos", diz.

Wednesday, October 16, 2013

Papa Francisco é Rotariano Honorário do maçônico RC Buenos Aires


Diretamente de Evanston, sede do Rotary International, o presidente 1996/97, argentino Luis Vicente Giay, nos relata que o Papa Francisco é rotariano honorário do Rotary Club de Buenos Aires desde 1999. A notícia muito nos honra e demonstra mais uma vez o quão o Rotary International respeita e reconhece todos os credos, seus seguidores e líderes, como detentores de ocupações dignas e úteis à sociedade, assim como os líderes e seguidores da religião Católica Apostólica Romana.

Aliás, trata-se de um equívoco crasso dizer que Rotary é uma organização laica. Não, Rotary não é laico, nossa organização pura e simplesmente acolhe, respeita e reconhece todos os credos, acreditando na existência de Deus, nosso ser superior, que a tudo rege.

Nosso fundador Paul P. Harris, deixa claro seu posicionamento pessoal, ao demonstrar através de citações e pensamentos ser um monoteísca, ou seja, “aquela pessoa que segue e acredita em um só Deus”.

Rotary International alegra-se e rejubila-se por ter em suas fileiras um companheiro tão especial quanto o novo timoneiro da barca de Pedro: Sua Santidade o Papa Francisco.

Fonte: http://www.rotary4500.org.br/html/modules.php?name=News&file=article&sid=574

Sunday, July 14, 2013

Judeus etíopes se preparam para migrar para Israel


Numa tarde recente no norte da Etiópia, 200 rostos ansiosos acompanhavam uma lista de chamada pausadamente recitada por um homem de terno, numa sinagoga de chão de terra, teto de zinco e bandeiras de Israel nas paredes improvisadas.

Metade saiu de lá satisfeita. Acabavam de ser selecionados para uma entrevista com o governo israelense, parte do longo processo para fazer "aliyah", a imigração para o Estado judeu.

Para os demais, restou esperar mais, uma rotina que muitos já seguem há tempos. "Felizmente, Deus me deu o dom da tolerância", diz Muluken Azeze, 55, um ex-professor que há 20 anos espera para fazer a viagem.

Moradores da cidade de Gonder, todos são parte da mítica "tribo perdida de Judá", descendentes de judeus que se desgarraram há 3.000 anos da Terra Prometida.

Segundo a lenda, são de uma linhagem que remonta ao rei judeu Salomão e à rainha etíope Sabá.

Menelik, filho deles, teria migrado para a Etiópia para criar uma nova Jerusalém, liderando o povo judeu e levando como amuleto a Arca dos Dez Mandamentos.

Menos fantástica e com maior base histórica, a teoria mais aceita é que os judeus chegaram à região há 2.500 anos, vindos do Egito, seguindo o curso do rio Nilo até uma de suas nascentes, no Lago Tana, perto de Gonder.

Seus ancestrais teriam fugido após a destruição do Primeiro Templo de Jerusalém pelos babilônios, em 587 A.C.

Seja como for, os "falash", como são conhecidos, formaram durante séculos uma comunidade virtualmente isolada num país majoritariamente cristão e com expressiva minoria muçulmana.

Tinham uma forma primitiva de seguir sua religião. Desconheciam o Talmud, por exemplo, um dos documentos sagrados do judaísmo, nem tinham rabinos. Também praticavam sacrifícios de animais, algo que já havia caído em desuso em outras comunidades judaicas.

No século 20, após o estabelecimento de Israel, a comunidade, que chegou a ter 100 mil pessoas, foi "redescoberta" e incentivada a imigrar, como ocorreu com judeus de todo o mundo.

Mas foi nos anos 80 que começaram enormes operações com nomes como Moisés, Josué e Salomão, para resgatar judeus da fome e das guerras etíopes. Cerca de 30 mil foram levados por avião para Jerusalém, uma das maiores operações de remoção da história. Outros 70 mil migraram por conta própria.

CRISTÃOS

O assunto parecia encerrado, mas voltou à tona em 2010. O foco passou a ser uma comunidade de cerca de 7.000 pessoas conhecidas como "falash mura". Nada de novo, não fosse um ponto: eles nem judeus são.

Com a ajuda de um forte lobby nacionalista em Israel e apoio de judeus endinheirados nos EUA, conseguiram convencer o governo de que seus antepassados foram forçados a se converter para o cristianismo por missionários ocidentais no século 19.

A tese é polêmica e provoca reação no país. "Cada onda de etíopes que chega tem laços mais tênues com o judaísmo", diz Stephen Kaplan, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém que estuda o tema.

Nos últimos três anos, os "falash mura" vêm sendo levados para Israel em voos de carreira ou charters, ao ritmo de 50 a 100 pessoas por mês.

Em Gonder, os últimos serão "resgatados" até o final do mês que vem.

A tarefa é coordenada por Asher Seyum, 43, etíope que escapou aos 12 anos da guerra cruzando a pé para o Sudão junto da família, no início dos anos 80.

De lá, migrou para Israel, entrou para o serviço diplomático e retornou a seu país de origem 29 anos depois, com mulher e dois filhos pequenos, para encerrar o último capítulo do que vê como uma missão de três milênios: a reunião do povo judaico.

"Estamos encerrando um capítulo histórico. Imagine o que isso significa para mim, um ex-refugiado", diz.

Formalmente seu título é diretor da Agência Judaica de Israel. Mas a função é bem maior do que o título burocrático sugere: é ele o portador de boas notícias para os que vão e o encarregado de novamente pedir paciência aos que ainda ficam.

Muitos jamais mudarão para Israel. Não convenceram o governo de que descendem de judeus, já que o processo, baseado sobretudo em entrevistas e na história oral, tem alguma subjetividade.

Outra dificuldade é preparar pessoas que vêm de vilarejos de um dos países mais pobres do mundo (173º no ranking de desenvolvimento humano da ONU) e vão para um dos mais industrializados (16º nessa mesma lista).

Enquanto esperam, os "falash" recebem assistência médica numa clínica do governo e uma cota de 25 kg a 80 kg de farinha por mês, base do injera, pão borrachudo que é o arroz-feijão do país.

PRECONCEITO

Muitos dizem que a migração será uma realização espiritual, um reencontro com antepassados, mas poucos escondem que há interesses materiais. "Minha irmã já foi para lá e me disse que a vida é melhor", diz Abe Tesfaw, 29, que vive de bicos em Gonder.

São otimistas mesmo com a inevitável dificuldade de adaptação e o preconceito que muitas vezes sofrem. Ao chegarem a Israel, os etíopes passam de 12 a 18 meses em centros de adaptação.

Quando saem, teoricamente estão preparados para conseguir sobreviver de forma autônoma. Mas têm taxa de desemprego de quase 20% (o triplo da média do país) e poder aquisitivo um terço menor do que não etíopes.

"O Estado faz um esforço grande para integrar os etíopes, e há uma série de casos individuais de sucesso. Mas como comunidade eles ficam abaixo da média do país", diz o professor Kaplan.

Mesmo ainda aprendendo a serem judeus, muitos parecem genuinamente interessados na nova fé. Ao final do evento na sinagoga de Gonder, o grupo --homens de quipás coloridos de crochê, mulheres de longos vestidos brancos-- acompanhou com fervor um culto. A maioria é habitué do local. "Rezo todos os dias, como manda o Velho Testamento", diz Tesfaw.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/07/1310913-judeus-etiopes-se-preparam-para-migrar-para-israel.shtml
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