Friday, July 12, 2019

O mito do colesterol alto

Do livro “O Mito do Colesterol” (Jonny Bowden, Stephen Sinatra, Martins Fontes, São Paulo: 2016)

Acreditamos que estranhas misturas de informações equivocadas, estudos cientificamente questionáveis, ganância corporativa e propaganda enganosa conspiraram para criar um dos mitos mais indestrutíveis e nocivos da história médica: aquele segundo o qual o colesterol é a causa das doenças cardíacas.

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A verdadeira tragédia é que, ao voltar toda a nossa atenção para o colesterol, praticamente ignoramos as verdadeiras causas das doenças cardíacas: a inflamação, a oxidação, o açúcar e o estresse.

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mais da metade das pessoas hospitalizadas por ataque cardíaco têm níveis perfeitamente normais de colesterol, e cerca de metade das pessoas com altos níveis de colesterol têm corações normais e saudáveis.

Muitas das diretrizes dietéticas gerais aceitas e promovidas pelo governo e por grandes organizações de saúde, como a American Heart Association [Associação Norte-Americana do Coração], estão direta ou indiretamente relacionadas com a fobia do colesterol. Essas diretrizes padrão nos advertem a restringir a quantidade de colesterol que ingerimos, apesar do fato de que, para pelo menos 95% da população, o colesterol na alimentação praticamente não exerce nenhum efeito sobre o colesterol no sangue.

Essas diretrizes nos advertem sobre os perigos das gorduras saturadas, apesar de a relação entre gordura saturada na alimentação e  doenças cardíacas nunca ter sido convincentemente demonstrada e a pesquisa mostrar que a substituição da gordura saturada por carboidrato na alimentação na verdade aumenta o risco de doenças do coração.

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E há um número cada vez maior de estudos e relatos médicos demonstrando que os verdadeiros responsáveis pelos danos nas artérias são a oxidação e a inflamação, e que o colesterol é, nessa história toda, pouco mais que um tipo de lipídio inocente ao qual se vinham imputando todas as culpas. A oxidação e a inflamação, ao lado do açúcar e do estresse (retomaremos a abordagem desse tema nos capítulos 4 e 8), eram, sem sombra de dúvida, os maiores responsáveis pelo envelhecimento do corpo. Parecia-me, na época – e hoje parece muito mais –, que esses eram os vilões em que devíamos nos concentrar, e não em uma molécula bastante inocente que é profundamente essencial à saúde humana.

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Descobri que a vida não pode seguir existindo sem o colesterol, uma matéria-prima básica criada pelo fígado, pelo cérebro e por quase todas as células do corpo.

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O cérebro é particularmente rico em colesterol e responde por cerca de um quarto do que dele temos em nosso corpo. A adiposa bainha de mielina que reveste cada célula e fibra dos nervos é formada por mais ou menos um quinto de colesterol. Não surpreende que se tenha encontrado uma conexão entre o colesterol produzido naturalmente e as funções mentais. Os níveis mais baixos são associados a um fraco desempenho cognitivo.

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A maior parte do colesterol do corpo é produzida no fígado, e o restante é absorvido de nossa alimentação. O colesterol é a matéria-prima básica que seu corpo usa para produzir vitamina D; hormônios sexuais, como os estrógenos, a progesterona e a testosterona; e os ácidos biliares necessários à digestão.

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Nem todas as partículas de LDL são iguais. O LDL-A é uma molécula flutuante e esponjosa que não faz nenhum mal, desde que não seja prejudicada pela oxidação (um processo causado pelos radicais livres que permite que o colesterol forme placas). O LDL-B é uma molécula pequena, dura e densa que provoca o surgimento da aterosclerose.

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As gorduras saturadas aumentam o colesterol, mas aumentam muito mais o colesterol HDL geral e a parte boa do colesterol LDL (LDL-A) do que a parte ruim do colesterol LDL (LDL-B). Não há evidências que confirmem uma relação direta entre as gorduras saturadas e as doenças cardíacas.

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O colesterol desempenha um papel relativamente menor nas doenças cardíacas e não é um bom previsor de infartos. Mais da metade das pessoas hospitalizadas por infartos apresenta níveis de colesterol perfeitamente normais.

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É uma história formada por bandidos e mocinhos, por inovadores e conservadores, todos eles engajados em uma batalha que, infelizmente, tem pouco a ver com salvar vidas (ainda que tenha sido essa a sua origem). Envolve quantidades colossais de dinheiro, políticas de publicação, a sociologia da crença (por que as ideias equivocadas continuam a sobreviver mesmo depois da extinção de seu prazo de validade) e o corporativismo entre os conselhos consultivos governamentais e as indústrias que eles supostamente fiscalizam.

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Tudo podia resumir-se a uma questão de imagem e relações públicas: os magnatas do setor agropecuário eram vistos como camelôs de alimentos pouco saudáveis, com “altos índices de gorduras” e “entupidores de artérias”, enquanto os cerealistas eram retratados como os “bons moços” que estavam do lado da ciência, da saúde, da granola e do bem-estar dos norte-americanos. Ricos em carboidratos e com baixo teor de gorduras, os cereais tornaram-se o novo alimento saudável, enquanto as carnes ricas em gorduras foram consideradas um veneno propagado por pecuaristas gananciosos, indiferentes à saúde dos norte-americanos.

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Contudo, os óleos vegetais foram (e são!) agressivamente anunciados como a alternativa saudável às gorduras saturadas, ainda que, em sua maioria, esses óleos sejam altamente processados, favoreçam inflamações e sejam potencialmente danosos quando reutilizados várias vezes, o que constitui  um procedimento padrão em muitos restaurantes.

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A essa altura, porém, as gorduras – e, por extensão, o colesterol – haviam se tornado o novo bicho-papão da dieta norte-americana, só defendidas pelos que haviam apostado alto nelas (por exemplo, as indústrias de laticínios e carne), e os produtos com baixo teor de gorduras haviam se transformado na nova religião das massas.

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Ao contrário da má reputação do colesterol, sem ele nosso corpo simplesmente não pode funcionar. Ele está presente em cada célula e é tão fundamental que, na verdade, a maior parte do colesterol em nosso corpo é produzida por ele mesmo, especificamente pelo fígado, que produz essa substância gordurosa e cerosa precisamente porque ela é essencial para a saúde de nossas células.

O colesterol que você consome tem um efeito mínimo sobre os seus níveis sanguíneos de colesterol, razão pela qual a advertência de consumi-lo menos na dieta e a grande visibilidade gráfica dada à quantidade de colesterol nas informações nutricionais contidas nos alimentos não remetem a nada tão importante quanto somos levados a crer. Se você consumir menos colesterol, seu fígado produzirá mais para compensar a diminuição. Se você o consumir mais, o fígado produzirá menos. O colesterol é básica e copiosamente fabricado no fígado, mas em outras partes do corpo também é produzido em pequenas quantidades. Para todos os efeitos, a “central manufatureira” é o fígado, e é aí que se encontra a resposta ao vaivém “consuma mais/fabrique menos – coma menos/fabrique mais”. O Estudo Cardiológico de Framingham descobriu que a quantidade de colesterol consumida por dia pelas pessoas que desenvolviam doenças cardíacas e pelas que não as desenvolviam praticamente não alterava em nada seu estado de saúde.

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Como já dissemos aqui, o colesterol é a matéria-prima básica que seu corpo transforma em vitamina D, em hormônios sexuais, como o estrógeno, a progesterona e a testosterona e nos ácidos biliares necessários à digestão.

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As empresas farmacêuticas adoram quando os conselhos consultivos – que geralmente estão em conluio com médicos que têm ligações financeiras com a indústria farmacêutica – recomendam que devemos manter níveis cada vez mais baixos de colesterol LDL, pois isso significa um mercado cada vez maior para os medicamentos que baixam o colesterol.

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E agora preste muita atenção: o LDL só se torna um problema para o corpo quando se oxida. Somente o LDL oxidado adere às paredes arteriais, contribuindo para a formação de placas e causando mais inflamação e danos. O LDL não oxidado é muito mais inofensivo. Na verdade, é a oxidação que desencadeia o processo que vai culminar na aterosclerose.

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O fato é que o açúcar é muitíssimo mais prejudicial para o coração do que as gorduras ou o colesterol, mas isso nunca impediu que a indústria alimentícia continuasse aferrada a sua “crença” de que as gorduras e o colesterol devem ser o objeto central de nossas preocupações.

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As gorduras saturadas são muito estáveis. São sólidas – quando expostas a altas temperaturas, não passam por “mutações” nem sofrem “danos” tão facilmente quanto suas primas mais delicadas, as gorduras insaturadas. Esse é um dos motivos pelos quais a banha de porco (com sua alta concentração de ácidos graxos saturados) é, na verdade, uma melhor opção para fazer frituras do que os óleos vegetais processados, mais baratos, que aos poucos a substituíram, a partir do momento em que os restaurantes começaram a tentar se mostrar mais conscientizados sobre a alimentação saudável.

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Quando você os utiliza e reutiliza para fritar, como praticamente todos os restaurantes fazem, eles levam à formação de todos os tipos de compostos nocivos, o que inclui os carcinógenos. Comparados com as gorduras saturadas, os ácidos graxos insaturados dos óleos vegetais são muito mais passíveis de causar lesões, quando submetidos a altas temperaturas, além de mais suscetíveis à oxidação e à produção de radicais livres. Esses óleos vegetais transformam-se em todo tipo de moléculas mutantes sob o estresse de altas temperaturas e de sua reutilização.

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O cérebro depende totalmente do colesterol para seu funcionamento ideal. Embora o cérebro represente apenas cerca de 2% do peso total do corpo, ele contém 25% do colesterol do corpo inteiro. O colesterol é uma parte vital das membranas das células do cérebro e desempenha um papel crucial na transmissão dos neurotransmissores. Sem o colesterol, as células do cérebro não conseguem “conversar” efetivamente entre si, a comunicação celular é prejudicada, e a cognição e a memória são afetadas de modo significativo, geralmente nada positivo!

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Aviso aos pais: agora que vocês entendem esse ponto, o fato de alguns grupos estarem no momento defendendo o uso de estatinas para crianças, cujo cérebro só chega ao pleno desenvolvimento quando a pessoa completa 25 anos, deveria ser tão apavorante para vocês quanto é para nós.

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A grande maioria dos médicos nos Estados Unidos não recebe absolutamente nenhuma formação em nutrição; e os que a recebem são expostos apenas a uma introdução superficial e extremamente rudimentar sobre o assunto. Associe a isso a parcialidade pelos medicamentos patenteados embutida nas faculdades de medicina, e fica fácil ver por que não costuma ocorrer aos médicos pensar em substâncias naturais como ferramentas legítimas que podem ajudar a manter as pessoas saudáveis.

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Quando o governo determinou que as gorduras trans fossem incluídas nas informações nutricionais no rótulo dos alimentos, lobistas do grande setor de alimentos entraram em ação de imediato. Eles de algum modo conseguiram criar uma saída que permite aos fabricantes usar gorduras trans, ao mesmo tempo que nas embalagens afirmam, dentro da legalidade, que o produto “não contém gorduras trans”! É assim que funciona.

Os fabricantes podem informar que o alimento “não contém gorduras trans” desde que haja menos de meio grama delas por porção. Parece razoável, até você se lembrar de como os gigantes do setor de alimentos são espertos e impiedosos. Ao atribuir às “porções” tamanhos ridiculamente pequenos e ao manter as gorduras trans logo abaixo do meio grama por “porção”, eles podem em termos técnicos estar em conformidade com as normas do governo. Mas o resultado é que, se cada “porção” artificialmente pequena contiver, digamos, 0,4 g de gorduras trans, você poderá facilmente consumir um grama ou dois dessas gorduras ao comer não mais do que o que a maioria das pessoas consideraria uma porção “normal”. Faça isso algumas vezes por dia e, antes que você perceba, já terá aumentado seu risco de doença cardíaca por uma boa quantidade de pontos percentuais.

O que fazer? Simples. Ignore o aviso de “sem gorduras trans!” na frente da embalagem e leia, sim, a lista de ingredientes. Não importa o que o rótulo diga, se a lista de ingredientes contiver óleo hidrogenado ou óleo parcialmente hidrogenado, o produto tem gorduras trans. Ponto-final."

Tuesday, May 28, 2019

Os idiotas úteis entre nós

Muita gente não percebe que são idiotas úteis.

Manipulados pela mídia e sistema educacional cabalista, inconscientemente idiotas úteis avançam uma agenda socialmente destrutiva.

Comunistas referiam-se a seus acólitos idealistas desse jeito.

Mike Stone identifica alguns deles.
por Mike Stone

Você acredita que raça é uma “construção social”, que as pessoas são todas iguais por todo o mundo, ou que Israel é nosso maior aliado?

Você é um católico que freqüenta a Missa Nova e acredita que Francisco seja um papa legítimo? Você é um protestante que é inconsciente que todas as denominações protestantes são religiões fabricadas pelo homem que têm suas raízes em Martinho Lutero, um padre do início dos anos de 1500, que foi enganado pelos Judeus de seu tempo para criar um racha na Igreja Católica?

Você é um branco que se sente culpado pelos "crimes" de seus ancestrais, um negro que acredita que a sociedade americana pratica "racismo sistemático", ou uma pessoa de qualquer raça que votou em Hillary Clinton?

Se você respondeu Sim a qualquer das questões acima, então congratulações.  Você é um Idiota Útil.

Um idiota útil é alguém que acredita que eles estejam apoiando uma agenda política específica, quando na verdade, eles estão apoiando seu exato oposto.  O termo foi primeiramente cunhado por Vladimir Lenin para descrever esquerdistas e democratas que pensavam que estavam trabalhando por uma sociedade utópica, quando na realidade estavam inconscientemente apoiando o Comunismo.  Sob o Comunismo, mais de 100 milhões de pessoas foram exterminadas no século XX.  Centenas de milhões foram estupradas, torturadas, escravizadas e espancadas.  Apostadores e idiotas úteis ajudaram-se no trabalho sujo.

Hoje, esses mesmos comunistas ateus tomaram controle complete do Partido Democrata.  Eles controlam Hollywood, a mídia corporativa inteira, e aproximadamente toda escola e universidade no país.  Eles financiam a Planned Parenthood, Black Lives Matter, e toda organização subversiva no mundo.

O que isso significa pra você?  Significa que se você apoiar o Partido Democrata, a Planned Parenthood, Black Lives Matter, a falsificada Igreja Católica (pós-Vaticano II), Protestantismo, Hollywood e a indústria do entretenimento, a mídia corporativa, ou o Estado de Israel, então você apóia o Comunismo, pura e simplesmente.

E, por extensão lógica, se você também apóia o ateísmo, racismo, intolerância, perseguição religiosa, assassinato, tortura, a erradicação da família, a remoção de Deus da sociedade e a substituição de Deus pelo Estado, a destruição do Cristianismo e a Constituição, o fim da livre empresa, a opressão das mulheres, o genocídio dos nascituros, e a remoção da sociedade de tudo que é nobre e bom no interior dos Estados Unidos e do mundo.

Significa que todos os Republicanos são santos? Claro que não.  Corrupção corre à solta no interior do Partido Republicano.  Porém, geralmente, a vasta maioria dos Republicanos em serviço apoiam o Cristianismo, a Constituição, a família, a livre empresa, compaixão pelo pobre, conjuntamente à vida, liberdade e a perseguição da felicidade.  Isso é particularmente verdadeiro no Estado e no nível local.  Novamente, não é todo Republicano, mas a maioria.

Não espere aprender quaisquer desses fatos a partir de seu jornal diário, notícias da TV ou aulas na escola.  A mídia e o sistema educacional de nosso país estão preenchidos por progressistas comunistas e idiotas úteis.  Se você pensar estar aprendendo a verdade a respeito da história Americana daquilo que você vê na televisão ou o que você escuta de seus professores na escola, então você não é diferente de uma criança que acredita em Papai Noel.

Agora a questão que surge é o que você está indo fazer com seu conhecimento recém-encontrado? Você está indo enterrar sua cabeça na areia como avestruz e faz de conta que tudo eu disse não seja verdade? Se você é um covarde, então eu suponho que você possa fazer isso.  Mas se esse é o caso, então você é pior que um idiota útil.  Você é um escravo que está em desserviço da liberdade.

Você está indo realmente educar-se e agir de acordo? Se essa é sua escolha, então eu lhe aplaudo.  Você tem tanto coragem quanto uma mente aberta.  Não há vergonha em ter sido enganado pela Esquerda.  Antes que a Internet viesse, informação verdadeira era difícil de vir à tona e teria de ser procurada em livrarias empoeiradas.  Hoje, não há desculpa para não estar desperto.  Você tem esse site e outros para aprender.  Embarque num curso de auto-educação hoje.

Qualquer que seja a escolha que você faça, seja expandir ou educar sua mente ou permanecer um idiota útil, terá enormes conseqüências, não apenas para sua vida, mas para o mundo inteiro.  Por favor, escolha sabiamente.

Em Defesa de Macho e Fêmea

"A liberação contemporânea da mulher dirige-se rumo a um decréscimo na diferenciação sexual, ao perímetro que está rumando à androginia e aos valores unissexuais, implica um desejo de morte social e cultural e o fim da civilização que a endossa.  O registro científico e histórico demonstra que todos os caminhos de organismos unicelulares até seres humanos, progresso na evolução foi estimulado pelo aumento na diferenciação sexual."  Amaury de Riencourt, Sex and Power in History, (1974)

por Henry Makow Ph.D.


Em 1997, a taxa de natalidade canadense caiu a seu ponto mais baixo na história: 1.6 filhos por mulher.  Esse número, que representa quantos filhos uma mulher tem em sua vida, representa um declínio de 60% desde 1960 quando a taxa era de 3,9 filhos.  A taxa de natalidade declinou 15% somente nos últimos cinco anos [1992-1997].

A declinante taxa de natalidade é espelhada pela decrescente taxa de casamentos e taxa ascendente de divórcio.  A taxa de casamento de 2008 (440 por 100,000) é menor agora do que em 1931 durante a Grande Depressão, e no ponto mais baixo da história.  É menor cerca de 50% desde 1970.  A taxa de divórcio em 2008 era cinco vezes o nível de 1950.

Essas estatísticas revelam um rápido colapso nas relações macho-fêmea que está minando a sociedade e causando incontáveis misérias pessoais.  Milhões de jovens estão confusos a respeito de sua identidade sexual.  A causa é o feminismo, que ensina aos jovens que papéis sexuais são meramente o produto de condicionamento social e opressivos por definição.

Essa influência era prevalente em 65 estudantes do sexo feminino em 1999-2000 na Universidade de Winnipeg.  Desses, especialmente mulheres de 18 a 19 anos viam o divórcio, não o casamento, como o marco na vida da mulher.  Elas acreditavam que rompimento marital fosse inevitável e assumiam que elas teriam de se apoiar em si próprias e em suas crias.

Por exemplo, elas aplaudiam Stella Kowalski por deixar Stanley no filme “A Streetcar Named Desire”.  Até então, elas viam Stella, uma dona de casa grávida, como um "capacho", não obstante o fato que ela estivesse obviamente mais feliz e apaixonada.

Essas atitudes refletem a orientação feminista prevalecente na sociedade, especialmente no governo, na mídia e no sistema educacional.  Por mais de três décadas, feministas tem ensinado jovens a fazer da carreira sua prioridade.  Elas estão as ensinando a ver os homens como predadores violentos, e a rejeitar os papéis tradicionais conjuntamente à divisão de gênero.

Quantos mais traidores e subversivos doutrinariam jovens inocentes com essas idéias auto-destrutivas e tóxicas?

MACHO E FÊMEA

Em “The Flight from Woman” (1964), Dr. Karl Stern, um eminente psiquiatra, definiu a diferença entre o masculino e o feminino.

As idéias do Dr. Stern representam uma variação do velho adágio, "O homem faz a casa; a mulher faz o lar."  Elas são úteis para entender o ataque feminista sobre papéis sexuais tradicionais.

Dr. Stern diz que a essência da masculinidade é "poder" ou maestria sobre o ambiente físico.  Homens são empreendedores, reparadores, protetores e provedores.  Homens são forçados a usar a razão e ciência para submeter o mundo físico.

A essência da feminilidade, diz o Dr. Stern, é "amor": dá-lo e recebê-lo.  Ao contrário dos homens, mulheres não se sustentam para além da criação e não se relacionam por idéias abstratas.  Elas são parte da criação, em harmonização com as pessoas, emoção, intuição e o que o Dr. Stern chama de "conhecimento poético".

Ao contrário dos homens, mulheres não fazem; elas são.  Elas não saem do mundo físico; elas vão ao reino espiritual.  Seu poder é sua beleza, sabedoria, graça e amor.  Essas qualidades as fortalecem para seu papel como cultivadoras e fazedoras de “lares”.

Casamento envolve uma união de "amor" e "poder".  Mulheres dão seu poder mundial a um homem em confiança, em troca de amor e segurança.  Homens não abusam de seu poder porque eles precisam do amor da mulher.  Assim, mulheres têm uma grande porção de poder, baseado em amor.  Por outro lado, homens não podem amor mulheres que competem com eles por poder mundial.

No passado, mulheres faziam os homens se sentirem poderosos.  Homens então dedicavam seu poder ao serviço de mulheres (e crianças).  A busca masculina por dominação e dinheiro é bastante vazia em si mesma  Mulheres forneceram um propósito mais elevado.  Homens fizeram o modo de vida.  Mulheres fizeram o modo de vida digno.

EMPREENDEDORISMO

Mulheres foram selecionadas pela natureza para uma tarefa bem mais importante do que qualquer homens façam.  Ela gera vida.  Ela cria família, a única coisa vivente que nos sucede quando morremos; nosso vínculo à eternidade.  Não podemos aspirar a nenhuma realização mais nobre do que uma família saudável.

Colocando sua família em primeiro lugar, uma mulher é o núcleo de uma família bem sucedida.  Ela inicia o circuito do amor, que inspira um homem a tomar as responsabilidades pela família.  Ela cria o ambiente, que restaura o homem e nutre e molda a próxima geração.

"Igualdade" somente faz sentido como um casamento desses dois diferentes tipos de poder.  Para formar uniões duráveis, mulheres deveriam ceder aos homens o estilo de dominação.  Um homem fará seu melhor por uma mulher que respeita sua masculinidade.  Homens e mulheres foram pensados para se especializarem em diferentes áreas da psique.  No casamento, nós fomos pensados para encontrar complementação psíquica.

Feminismo ensinou as mulheres a buscarem para si o estilo masculino de dominação e a competir por isso com os homens. Dr. Stern as descreve como "mulheres fálicas".  Mas à medida que elas ganham poder fálico, tais mulheres estão perdendo a fonte de seu poder exclusivamente feminino.  Como podem elas amar alguém com quem competem?

Ensinar mulheres a buscar estilo de dominação masculino é o mesmo que injetar-lhes testosterona.  Pegar esse poder dos homens e dá-lo às mulheres é emascular os homens.  Em resumo, poder = pênis.  Nos relacionamentos, somente um é necessário.  Identidade sexual é minada, se não dissolvida quando mulheres invadem o mundo masculino, e quando homens são questionados a preencher o vácuo deixado por mulheres.

Mas isso é exatamente o que as feministas radicais querem.  Elas buscam remover gênero completamente incorporando o poder masculino e feminino numa pessoa.  Assim, mulheres são encorajadas a ser mais parecidas com homens e vice versa.

Sua visão andrógina da sociedade está provando ser uma fórmula para o suicídio sexual e social.  Atrações opostas, mesmas rejeições.  Andróginos não necessitam de quem quer que seja.  E eles não reproduzem, exceto com um tubo de ensaio.

Saturday, June 02, 2018

Fatos insanos a respeito da cultura de pandemônio sexual na Alemanha de Weimar

 Adaptado de Lea Rose Emery

A República de Weimar, também conhecida como Alemanha entreguerras, durou de 1919 a 1933, e foi grosso modo um pandemônio sexual.  Em termos de liberação sexual e decadência religiosa, não houve nada mais escancarado do que a explosão sexual da Berlim da década de 20.  Assim, o que estava realmente acontecendo? Você provavelmente deparou-se com a República de Weimar imortalizada em filmes como “Cabaré”, mas essas histórias de vida reais da decadência de Weimar são muito melhores.  Em “Inferno”, eles fazem os movimentos de dança de Liza parecer claramente comportada.

A liberação sexual e ousados movimentos progressistas de arte como o cinema expressionista, Dada, e Bauhaus explodiram na Alemanha do pós-guerra, apesar de os termos restritivos do Tratado de Versalhes terem criado numerosos problemas políticos e sociais.  Como o escritor Mel Gordon pontua, essa Renascença cultural abastecida de drogas e sexo nasceu da profunda ansiedade instilada pela Primeira Guerra Mundial: “Sexo apenas não era o bastante, diz, o Francês teria curtido, como uma boa refeição ou música.  Era particularmente sexo que estava sempre misturado como tudo o mais, como perigo, poder ou morte.”

A reação conservadora ao novo progressismo sexual e artístico, cuja culpa fora depositada nos Judeus, acasalava-se com inflação obscena e efervescência social, criando o perfeito coquetel no qual misturou-se o Nazismo, para assim terminar no caos da República de Weimar.

Mas enquanto foi bom, tudo estava acontecendo na República de Weimar, uma orgia torvelinhante da vida moderna.  Era momento de bissexualidade e travestismo, basicamente um pandemônio sexual não-binário.  E o sexo na Alemanha de Weimar estava por toda a parte.  Homossexualismo, nudez, prostitutas e orgias eram fáceis de conseguir, assim como drogas e álcool.  Pense em festas regadas a cocaína no Cabaré e você começará a imaginar.  Acrescente no topo disso a tendência crescente do Nazismo e você terá os requisitos de um botão de pressão para uma bonança de falta de disciplina obscena e libidinosa.

Assim, dê uma olhada nesses relatos de vida real do que estava ocorrendo na República de Weimar — você nunca irá olhar para os alemães da mesma forma novamente.

A Erótico-mania Omnissexual da Berlim de Weimar era turbinada por uma mania de cocaína

O uso recreativo da cocaína começou a desenvolver-se ao redor da Alemanha na aurora da Primeira Guerra Mundial.  Como Carl Ludwig Scheilch escreveu em seu ensaio "Cocainismo" em 1921, "Na mania frenética que dominou toda nossa cultura moderna antes da guerra havia um desejo extático pela intensificação."  Essa necessidade era satisfeita pela cocaína.  Assim que o violento fervor da guerra se acalmou, o alemão precisou de estímulo, movendo-se aos nightclubs de Berlim, onde o uso da cocaína explodiu: "... o uso ilícito da cocaína se tornou uma característica notória da vida noturna de Weimar."

A cocaína estava por quase toda parte na Berlim de Weimar, até o ponto que o poeta Carl Zucherson liricamente a salpicava no ar que ele respirava: "O ar era sempre fresco e temperado.  Não era necessário dormir muito e a gente nunca ficava cansado.”  Um livro sobre Berlim daquele tempo, “Crianças da Noite.  Imagens da Vida Bandida” continha uma seção chamada “Figuras Noturnas da Cidade," em que está escrito o seguinte:

"Os vendedores de salsicha não vendem somente seus petiscos de salsicha, mas oferecem a seus clientes inesperados prazeres proibidos.  Por um lado ele também fez um próspero comércio de varejo de cocaína, o pó branco venenoso, e nessa conexão sua clientela poderia muito bem ser mais abrangente e leal.  Não se tem idéia do quão rapidamente o vício em cocaína se arraigou na Alemanha; amplo grupos populacionais arruinaram-se desesperançosos nesses domínios.  Pode-se estimar que trinta por cento de todas as prostitutas, apostadores e pederastas são usuários de cocaína, e igualmente em outras ocupações, em particular artistas a cocaína encontrou seus escravos leais."

A nevasca constante de Berlim foi auxiliada por E. Merck, o produtor mundial principal de cocaína farmacêutica, situado na Alemanha.  Cafés serviam cocaína aos clientes, que a aspiravam abertamente nas mesas.  Era possível também comprar ópio, haxixe, maconha e até mesmo cola para cheirar.  Como Barbara Ulrich demonstra em seu livro, “As Garotas Quentes da Berlim de Weimar”, o uso de cocaína chegou de mão em mão com o hedonismo e a experiência sexual.  Conforme um escritor contemporâneo registrou, "diz-se que a cocaína aumenta a libido, a potência e a inclinação para todas as atividades sexuais" e poderia "estimular a latente tendência homossexual numa mulher e torná-la lésbica por um tempo". Assim, o lesbianismo e a atividade bissexual ou sexo grupal eram abastecidos pela cocaína.

O uso impregnado da cocaína na República alimentou a era da "erótico-mania... cabarés, clubes de sadomasoquismo, bordéis ... e o status como a Meca para fetiches podólatras fora de controle..." e "depravação excessiva."  Em Berlim, "... a atmosfera da cidade parecia transportar seus habitantes para um estado de frenesi sexual quase permanente." Sexo grupal entre pessoas de todos os gêneros, sexos, tendências e orientações eram abastecidos pela cocaína, álcool e outras drogas na "... incessante orgia que era a Berlim de Weimar."

A boemia e liberdade do Cabaré, um livre-mercado andrógino e pansexual

Cabarés eram o centro da vida noturna cultural na Berlim de Weimar, uma espiral de álcool, drogas, sexo, moda e arte performista.  O iniciante dramaturgo Bertol Brecht uma vez foi ao palco de um cabaré de Berlim para apresentar a “Balada do Soldado Morto”, uma balada satírica obscura na qual o exército alemão trazia à tona os corpos dos soldados e os enviavam de volta ao front, que era provavelmente uma droga depressora e desorientadora para as pessoas expelirem carreiras e fornicassem na entrevista.

Além dos cabarés, Berlim tinha centenas de bares, que eram altamente especializados fornecedores de héteros, gays, lésbicas, travestis homens e travestis mulheres, e expansivos pansexuais ocasionais.  Um provocativo performista andrógino certa vez respondeu a uma consulta a uma convidada estimada a respeito de seu gênero, “Eu sou o sexo que você deseja que eu seja, Madame.”

Em seu jubiloso bacanal dos arredores, berlinenses era possível encontrar também um show especial chamado “Noites Belas”, um absurdo coquetel de noite na ópera e passeio sórdido a um clube de striptease.  Conforme descrito por Tony Perrottet na publicação da Universidade de Drexel “A Alta Sociedade", “muitos outros cabarés eram simplesmente clubes de strip ou desfiles exibicionistas conhecidos eufemisticamente como ‘Noites Belas’, onde clientes depravados sentavam com binóculos muito embora a uma distância de somente 15 pés.”

A história da diversão do sexo oral por detrás dos bastidores

Marlene Dietrich merece duas manchas nessa lista, que faz sentido, dado que uma vez foi descrita como "talvez a mais ocupada e apaixonada bissexual na teatral Berlim".  Que honra! Obviamente, muitos americanos conhecem a atriz alemã pelos papéis em filmes clássicos como o “O Expresso de Shanghai”, “A Marca da Maldade”, “O Diabo Feito Mulher”, e “A Vênus Loira”, mas antes que ela desembarcasse em Hollywood, Dietrich era uma controversa bomba atômica sexual da cena alemã.

Os flertes de Dietrich por trás de bastidores na cena teatral selvagem da Berlim de Weimar eram particularmente fascinantes. Ela era conhecida pelo seu apetite sexual predador, que se manifestava em tudo de uma tal forma selvagem, incluindo um banquete vaginal improvisado parcialmente público com a colega atriz Edith Edwards.  O ator alemão registrado (e insano) Klaus Kinski, que namorou Edwards por muitos anos depois que a República de Weimar entrou em colapso (e era 27 anos mais jovem do que ela), relata o seguinte conto em sua auto-biografia: "Marlene rasgou as roupas de baixo de Edith nos bastidores de um teatro de Berlim e, usando somente sua boca, levou Edith ao orgasmo".

Anita Berber, sacerdotisa da depravação, que ingeria substâncias químicas tóxicas para suas práticas

Quando alguém escreve um livro chamado “Os Sete Vícios e Cinco Profissões de Anita Berber”: A Sacerdotisa da Depravação da Berlim de Weimar, você toma conhecimento que o assunto era tão licencioso quanto se sucederia.  Uma dançarina profissional, Berber também foi chamada de uma “mulher totalmente pervertida”, a “Condessa do Pecado”, “a encarnação viva do pecado”, e “uma encarnação do perverso".  Há gente no mundo que poderia matar alguém por um título como a Sacerdotisa da Depravação, que suplica pelo questionamento, como ela o mereceu?

Berber era uma hedonista extravagante, engajava-se em drogas e álcool com devassidão.  Um de seus favoritos 'coquetéis' era clorofórmio e éter misturado numa tigela, que ela mexeria com pétalas de rosa branca.  Isso indubitavelmente a deixava torta, e provavelmente também havia matado um punhado de células de seu cérebro.  Ela também gostava de cocaína, morfina e ópio.

Acima e além de sua propensão por químicas letais embebidas para ficar excitada, Berber era mais conhecida por suas conquistas sexuais. Havia rumores que ela interessava-se por dominação e sadomasoquismo, e era famosa por romper fronteiras sexuais e de gênero em performances burlescas nuas e andróginas.  Assim como o seu uso de drogas, Berber era aberta em seu bissexualismo libidinoso, que freqüentemente expunha um complete desrespeito pelas esferas pública e privada.  Tome, por exemplo, esse relato:

"À medida que os pequenos flertes noturnos viravam sussurros sugestivos e apalpação, Anita erguia-se e executava um apaixonado tango com Mia, uma atraente ruiva e a parceira de uma notória lésbica chamada Ellen.  Enquanto o público agregava-se ao redor das dançarinas embriagadas, Anita metodicamente empalmava os bicos do seio da voluptuosa garota até quase o colapso de uma rendição orgásmica.  Ellen corria para apoiar sua instável amante e mandava Anita se sentar.  A atmosfera crepitava com tensão e provocação sexual."

Talvez Berber seja mais sucintamente resumida pelos contemporâneos que a descreveram como “o espírito mais fora do comum que eu já encontrei no bizarro submundo da sexualidade humana.”

Cortar o ganso, a mais sadística diversão sexual da República de Weimar

Cortar o ganso é mais sexy do que parece.  Talvez.  Seu interesse se reside em provavelmente amar ou detestar Marquês de Sade.  Se você é um desviado sexualmente multitarefas e saboreia a oportunidade de misturar sodomia, bestialidade e uns outros atos imundos fora do menu de imundície ao mesmo tempo, cortar o ganso é apropriado a seu tubo de esgoto.

Em sua memória, “Os Europeus”, o jornalista italiano Luigi Barzini descreve esse não-usual ato sexual oferecido na República de Weimar:

"Eu vi cafetões oferecendo algo a alguém: garotinhos, garotinhas, jovens roubstos, mulheres libidinosas, animais.  A história chega aos contornos de que um ganso macho cujo pescoço é cortado no apropriado momento do êxtase, o que daria o mais delicioso frisson de todos – na medida em que se permite curtir sodomia, bestialidade, homossexualismo, necrofilia e sadismo num só ato.  A gastronomia, também, na medida em que se poderia comer o ganso mais tarde."

Você poderia comer o ganso mais tarde.  Aquelas palavras deveriam assombrar seus sonhos.  Embora para ser justo, é provavelmente uma morte menos agonizante do que o foie gras.

A moda era uma ferramenta agressiva para afirmar sexualidade e gênero na Berlim gay

Se você já viu um filme expressionista alemão, sabe que a moda de Weimar era algo incrível.  Era ruidosa, gótica, sexual, macabra, enfeitada, pungente e ousada.  Imagine desenhistas alemães se apropriando da estética francesa e você está na proximidade.  Apesar disso, a moda apresentava tanto forma quanto função na República de Weimar, e em muitos casos, sua função era tornar os padrões de sexualidade e gênero ousados e agressivos.

Nos cabarés de Berlim, homens e mulheres usavam roupas para expressar atitudes não-binárias rumo ao gênero, revelando uma fluidez que era assustadoramente progressista para o início do século XX.  A apropriação de vestimenta tradicional unissex era um padrão social para muitos na República de Weimar.  Conforme Katie Sutton escreve em “A Mulher Masculina na Alemanha de Weimar", “... no interior da emergente subcultura homossexual feminina, modas masculinas tomavam os significados que resistiam às codificações e tendências dominantes."

Robert Beachy, autor de Berlim Gay, afirmava finalmente da sexualmente liberada cultura gay da Berlim entreguerras durante uma entrevista com NPR.  Claire Waldoff, Beachy declarou:

"... ela era na realidade uma lésbica.  Ela vivia com sua parceira.  Nem todas suas amigas eram gays ou lésbicas, assim ela se socializava com vários outros entretenedores, mas sua sexualidade era algo que nunca foi oculta.  E provavelmente a maioria das pessoas entendia que ela realmente amava mulheres e estava com uma mulher.  Assim, penso eu, isso era o bastante de parte de sua identidade."

A moda era também usada pelas mulheres para fazerem declarações sobre liberação econômica e sexual.  De acordo com Katharina von Ankum, autora de “Mulheres em Metropolis: Gênero e Modernidade na Cultura de Weimar”, para muitas mulheres, "[m]oda prometia liberação sexual, mobilidade sexual e gratificação narcisista fora dos confinamentos das políticas de identidade tradicionais."

E então havia Anita Berber, outrora bebedora de clorofórmio e éter absorvida em pétalas de rosa, que promoveu a sexualidade e moda até o ponto que você pudesse fazer uma curta caminhada com a bunda de fora tendo orgias no transporte público:

"A moda vanguardista era a bonita dançarina ruiva e a estrela do cinema mudo Anita Berber, que vagava com seu rosto polvilhado com um repulsivo branco e um vívido batom vermelho, completamente nua debaixo de um casaco de pele de marta, exceto por uma corrente de ouro em volta de seu tornozelo e um filhote de chimpanzé em seu ombro.  Uma vez moderadas garotas alemãs começaram a copiar seu estilo, e até prostitutas acharam difícil prosseguir com os padrões de sensualidade exposta."

Fluidez de gênero era um ótimo divertimento e orgias com travestis eram um paraíso não convencional

Trocas de papéis de gênero eram algo imenso durante a República de Weimar.  Travestismo era uma atividade popular, até entre heterossexuais, e freqüentemente vinha de mão em mão com exploração de gênero e sexualidade não-binários num ambiente seguro.  O escritor austríaco Stefan Zweig (que, tenha em mente, era crítico de toda essa liberação sexual), descreveu a perversão desta forma:

"Berlim transformou-se na Babel do mundo.  Alemães trouxeram à perversão todo seu sistema de veemência e amor.  Garotos caracterizados com cinturas artificiais desfilavam na Kurfürstendamm … Mesmo Roma [antiga] não conheceu orgias como a Berlim da subcultura travesti, onde centenas de homens em roupas de mulheres e mulheres em roupas de homens dançavam sob os benevolentes olhos da polícia.  No meio do colapso geral dos valores, um tipo de insanidade estabeleceu-se precisamente naqueles círculos de classe média que tiveram até aqui sido abalados em sua ordem.  Jovens mulheres orgulhosamente gabavam-se serem pervertidas, ao ponto que serem suspeitas de virgindade aos dezesseis fosse considerado uma desgraça em toda escola em Berlim."

Tudo provavelmente abastecido por quantidades insanas de cocaína e álcool, pois quem está pronto a se travestir em 1924?

Famosa demonesa libidinosa, Marlene Dietrich, roubou a adolescência de Greta Garbo e quebrou seu coração

Embora uma vez se pensou que a lenda das telas de cinema suecas, Greta Garbo, e a notória demonesa de Hollywood Marlene Dietrich não fossem particularmente bem familiares, a escritora Diana McLellan alega ter provas reveladoras que essas duas deusas das telas foram verdadeiramente amantes no início de suas carreiras.

Em 1925, na idade dos 19, Garbo, que estava vivendo em Berlim, apareceu na Joyless Street ao lado de Dietrich, que tinha 23.  Dietrich negou consistentemente ter estado no filme, e na medida em que nenhum impresso completo disso sobreviveu, ficou difícil provar seu erro.  McLellan estudou extensivamente a cena sobrevivente para ver a performance de Garbo.  Durante o processo, e utilizando diversas fotos antigas como meio de verificação, é quase certo que ela e Dietrich aparecem em várias cenas-chave na Joyless Street.

De acordo com a pesquisa de McLellan, Garbo e Dietrich tiveram um tórrido romance no local de filmagem.  A jovem impressionável Garbo caiu de joelhos por Dietrich, que não tinha qualquer interesse em um relacionamento duradouro.  O romance foi incendiário, mas rápido, e deixou ambas atrizes amarguradas com a vida.  Dietrich, posteriormente, confidenciou ao amigo e escritor Sam Taylor que Garbo foi uma não-inteligente "garota escandinava" que vestia roupas íntimas imundas.

"Garbo," McLellan explica que ela "se sentiu traída por um monstro que falava de seus segredos, debochava de suas raízes e desprezava-a em seu sexo.  Ela ficou ferida, constrangida e traumatizada."

Prostituição era desregulada, amplamente difundida e pesadamente politizada

Conforme Laurie Marhoefer da Universidade de Siracusa escreveu em "Degeneração, Liberdade Sexual e Política na República de Weimar, 1918-1933,"houve um movimento para desregulamentar a prostituição na Alemanha entreguerras que resultou numa nova lei.  Em 1927, o Reichstag aprovou uma lei que tornou perfeitamente legal para mulheres vender sexo na Alemanha sem supervisão policial."

A depender de seu interesse, você podia obter prostitutas entregues numa limousine com champagne ou escolher uma pessoa detonada na rua.  Apesar disso, conforme Jill Suzanne Smith do Bowdoin College explica, a prostituição na República de Weimar não foi simplesmente um nível capitalista de reforço dos valores patriarcais de acordo com o qual heterossexuais iam atrás de mulheres para compra.

"A historiadora Julia Roos, por exemplo, demonstra em seus arquivos que a participação ativa de prostitutas no debate público sobre a reforma da prostituição criou um ‘contra-discurso’ que “contradisse a difusão de estereótipos das prostitutas como apáticas e ‘degeneradas’.”  Realmente, Roos argumenta que uma análise da prostituição é central para uma investigação das drásticas mudanças em papéis de gênero que tomaram lugar durante a República de Weimar... Em vez de ler a prostituição simplesmente como um indicador do entrincheiramento das estruturas patriarcais, pode também ser lido para expor fendas naquelas completas estruturas."

Como Stephen Lemons escreve para o Salon, conforme a inflação tornava o papel moeda essencialmente sem valor, as mulheres tomavam as ruas em rebanhos procurando por clientes precisamente para que elas pudessem comer e manter um telhado sobre suas cabeças.  Algumas até moviam-se em grupos com as filhas.

Como é tornado abundantemente claro em “Sexo e a República de Weimar: Emancipação Homossexual Alemã e a Ascensão do Nazismo”, havia uma plenitude de prostitutos masculinos em Berlim de todas as posições do espectro sexual.  Com cuidado com o retrocesso conservador contra o hedonismo de Weimar, havia um mito popular na Alemanha que os prostitutos masculinos eram em sua maioria homens héteros que se permitiam ser usados como gays para que pudessem roubá-los.  Se somente os gays pudessem ser parados, aqueles voluntariosos prostitutos héteros poderiam ser convertidos em bons e produtivos alemães.

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