Wednesday, September 04, 2019

A Psicologia do Homoerotismo

Por Paul Cameron, PhD.

Dr Paul Cameron é presidente do Family Research Institute em Colorado Springs

Embora muitos gostariam de pensar de outra forma, a existência plena de nossa sociedade depende de cada indivíduo contribuindo para sua sobrevivência e seu bem estar.  Ninguém – exceto o velho, o doente, o aleijado – nunca esteve isento de levar uma vida produtiva.  Em sociedades primitivas, o bom homem caçou para o sustento da tribo inteira e a boa mulher pariu e criou filhos para assegurar a sobrevivência de sua espécie.  Na cultura moderna, os papéis mudaram em caminhos superficiais, mas até recentemente permaneciam essencialmente os mesmos.  Bons cidadãos levam vidas produtivas e trazem crianças ao interior do mundo para repovoar a comunidade com virtude.

Aqueles que não aceitaram essas responsabilidades – que evitaram trabalho ou falharam em aceitar o "doce jugo" do casamento e da paternidade – eram considerados suspeitos e mesmo cruéis, dependendo de suas capacidades e do grau ao qual eles desprezaram os papéis da sociedade.  Vagabundos e inúteis nada mais eram do que dois exemplos daqueles que evitaram seus deveres para criar uma contribuição positiva para a economia da comunidade.  Ladrões e fraudadores eram piores porque eles ativamente saqueavam aqueles que eram honestos e diligentes.  Libertinos e homoeróticos eram sexualmente egoístas e irresponsáveis, não somente porque eles eram auto-indulgentes, mas também porque viam sexualidade enquanto divorciada das responsabilidades da paternidade.

Não obstante as injunções bíblicas, homoeróticos eram considerados improdutivos e, portanto, hostis ao bem-estar e mesmo à sobrevivência da comunidade.  Em acréscimo, eles eram considerados perigosos, porque rapinavam os jovens e pervertiam-nos das vidas normais, saudáveis e produtivas.  Em sua preocupação egoísta com o prazer genital, eles procuram se rebelar contra a ordem natural da vida humana – a responsabilidade mútua de alguém para todas aquelas formas de base do contrato social.  Qualquer um que opte por não participar deste contrato por razões outras que não enfermidade ou deficiência é "teimoso", "sem valor", "imoral".  Necessita-se somente examinar os grandes contos heróicos mundiais – desde a Ilíada até a Eneida até os Evangelhos para ver a virtude dos homens e mulheres retratadas em termos de sua disposição para serem produtivos e altruístas, enquanto opostos ao egocêntrico e destrutivo.

Agora que muitos em nossa sociedade deixaram de lado essas antigas normas, nós vemos os velhos avisos se tornando verdade.  Homoeróticos são agora mais do que improdutivos “vadios sexuais”.  Eles estão recrutando outros, formando comunidades, começando a ridicularizar e minar as antigas crenças de lealdade à família, pátria e Deus.  Eles redefiniram "bem" e "mal" e vêem com desprezo a idéia que trabalho honesto e sexo no interior do casamento são atos comunais necessários à sobrevivência humana.  Teoria tradicional sócio-psiquiátrica argumenta que pessoas produtivas gozarão da vida, se sentirão bem consigo mesmas, conseguirão o respeito de amigos e colegas de trabalho, e se sentirão conectadas com suas famílias e sociedade.  Os improdutivos também terão personalidades forjadas pelo seu caráter e experiência, em outras palavras, suas inúteis ou contraproducentes atividades e escolhas de vida.  Deles se esperam sentirem-se insatisfeitos com a vida e consigo mesmos, serem atormentados com desdém social e procurarem excessivas distrações (através de divertimentos, correndo riscos, drogas, sexo).


Dos rebeldes espera-se que tenham "problemas de ajustamento" porque eles não seguem a prescrição da sociedade.  Eles se sentirão nervosos com as chances com sua família e sociedade, mesmo enquanto culpem-nos pelos seus problemas.  Rebeldes, tais como bandidos e gays, tenderão a se “sentirem confortáveis” somente na companhia de seus pares.  Embora eles possam obter satisfação com suas subculturas, seus estilos de vida impedem total participação em coisas que "realmente contam" psicologicamente (p.e., paternidade, honra social).  Em reação, teoria tradicional sustenta que rebeldes zombarão daqueles que são produtivos, mesmo que eles invejem e deles se ressintam.  Junto à preocupação dos gays com sexo, psiquiatras tradicionalistas catalogaram uma mais alta incidência de características de personalidade sugerindo perturbação psicológica e uma inabilidade a interagir bem sucedidamente com outros.  Dr. Edmond Bergler, que tratou de mais de mil homossexuais, concluiu que gays tenderam a: provocar ataques contra si mesmos e então contabilizar esses "ataques" como injustiças que eles sofreram.

• revelar malícia defensiva em direção a outros,
• exibir uma atitude petulante com vistas a encobrir depressão e culpa,
• revelar extremo narcisismo e arrogância,
• recusar padrões de conhecimento aceito em matérias não-sexuais, na suposição que o correto de cortar as extremidades morais é devido aos homossexuais como compensação pelo seu "sofrimento," e
• "ser geralmente não confiável, além de ter uma natureza mais ou menos psicopática.

Dr. Irving Bieber, que atuou em um dos maiores e mais intensivos estudos psiquiátricos de homossexuais, caracterizou os gays como "coléricos, pessoas amargas com baixo sentimento de responsabilidade." E o Dr. Charles Socarides enfatizou a similaridade da natureza obsessiva-compulsiva dos atos de sexo homossexual a uma droga".


De forma oposta a visão tradicional, o moderno igualitarismo enfatiza a equivalente importância de todos não obstante sua aceitação de ser produtivo (apesar de tudo, nós dividimos uma ‘humanidade em comum’).  Essa ideologia não enxerga qualquer ‘ligação’ entre produtividade econômica e social e bem-estar psicológico: aqueles que escolhem viver no bem-estar estão "melhores assim" e têm a mesma mistura de características de personalidade que aqueles que escolhem trabalhar.  Os casados são sexualmente e psiquiatricamente indistintos daqueles que "vivem juntos." E homossexuais são psiquiatricamente e socialmente indistinguíveis de heterossexuais.

Teoria igualitária psicossocial sustenta que se a sociedade compelisse seus membros a aceitar todos "pelo que eles escolhem ser ou fazer", todos (incluindo homoeróticos) viriam a se sentir bem a respeito de si mesmos.  Nessa ‘irmandade da humanidade’, a tarefa de criar suficiente riqueza material e cultivar uma suficiência de crianças bem socializadas fluiria ‘naturalmente’ para o espírito geral da cooperação, decência, e aceitação que prevaleceria.


A Questão Psicológica

Os homoeróticos são perturbados hoje porque a sociedade irracionalmente os discriminam ou são eles mais freqüentemente patológicos e angustiados devido a uma modelada psicologia por suas escolhas e experiência?

Várias linhas de evidência sugerem que os problemas de personalidade dos gays não são uma conseqüência da rejeição da sociedade, mas ‘parte e parcela’ de viver a vida homoerótica.  Além disso, discriminação contra aqueles que têm inclinações homoeróticas, como discriminação contra os saudáveis que se recusam a trabalhar, é tanto necessária para o maior bem da sociedade quanto para o próprio indivíduo.  De fato, tal discriminação é uma tentativa de prevenir as pessoas tentadas pelo homossexualismo de sofrerem as patologias que ele induz.

A Socialização Reversa do Homossexualismo

Se tornar um homossexual envolve uma tremenda quantia de socialização reversa.  Quase toda criança é ensinada a evitar fezes.  Treinamento de pinico explicitamente ensina alguém a considerar as fezes como ‘sujas,’ nojentas e insalubres.  Apesar disso, a maioria dos homossexuais no fim das contas descobre-se atolando-se em fezes.  Pesquisas antigas sugerem o seguinte típico seqüencial da atividade gay.  A idade média para gays quando suas genitálias são primeiramente manipuladas por outro macho é 13.  Em cerca de dois anos depois o ânus é finalmente usado para o sexo apesar do problema biológico; e em outro ano ou dois o ânus é arrasado como ‘brinquedo sexual.’

Pela idade dos 21, a maioria dos gays "trilharam um longo caminho." Eles aprenderam a procurar e curtir atividades que lhes causariam náuseas enquanto crianças.  Alguns continuam em "estímulos maiores" como sadomasoquismo, fisting (onde o punho é enfiado no reto), ou comer fezes ou beber urina.  Medicamente falando, não importa se você persegue tal atividade por "brincadeira" ou ingere dejetos porque sua salada não foi lavada – expor-se a fazes não é saudável.  Psicologicamente, para desfazer o treinamento higiênico da infância na busca de prazer sexual adulto literalmente "rejeita-se todas as regras superiores."

Devido à biologicamente e psicologicamente natureza insalubre de uma tal atividade, não é surpresa que a pessoa mais jovem "feche-se" numa identidade gay, o mais perturbado ele esteja apto a ser.  Remafedi apresentou dois estudos de "juventude gay." Um estudo de  1987 de 29 jovens levaram-nos a concluir que a "total experiência de adquirir uma identidade homossexual ou bissexual em uma idade mais precoce torna o indivíduo em risco de disfunção.  Essa conclusão é fortemente apoiada pelos dados.” Seu estudo de 1991 de 137 jovens gays e bissexuais entre 14 a 21 reforçaram seu achado anterior: “Para cada atraso anual em assumir-se bissexual ou homossexual, as bizarrices de uma tentativa de suicídio reduziram-se em 80%. Esses achados sustentam um relacionamento inverso entre problemas psicossociais, anteriormente observados, e a idade de adquirir uma identidade homossexual.”

Divisão social

Pelos últimos 50 anos, 5 estudos compararam substanciais números de homossexuais e heterossexuais – todos geraram resultados sugerindo maior divisão social pelos gays. Na análise de Kinsey, detentos em geral (excluindo aqueles encarcerados por crimes sexuais) eram mais do que 4 vezes mais aptos a ter extensiva experiência homossexual do que esse grupo de controle. Saghir & Robins compararam 146 gays com 78 heterossexuais e reportaram menor estabilidade (mais amantes, mais promiscuidade) e mais criminalidade entre homossexuais. Bell & Weinberg contrastou 979 gays com 477 heterossexuais e descobriu mais instabilidade (psiquiátrica, marital) e mais criminalidade entre gays.  Cameron & Ross questionaram aleatoriamente 2,251 entrevistados e relataram que heterossexuais evidenciaram maior coesão social (números e tipos de relacionamentos íntimos), menor comportamento auto-destrutivo (fumar, usar drogas, tentar suicídios), e menores situações de risco (hábitos de direção, assassinatos deliberados).


A maior comparação de gays e héteros em um amplo limite de tópicos e baseado em uma amostra aleatória envolveu 4,340 adultos em 5 áreas metropolitanas dos EUA. Comparando aqueles de ambos sexos que reivindicaram ser bissexuais ou homossexuais versus aqueles de ambos os sexos que reclamaram ser exclusivamente heterossexuais:


Homossexualismo estava vinculado a mais fraca saúde

– homossexuais eram duas vezes mais aptos a reportar terem tido uma doença sexualmente transmissível (DST); e mais de duas vezes mais aptos a terem tido pelo menos duas delas;

– homossexuais eram cerca de 5 vezes mais aptos de terem tentado deliberadamente infectar uma outra pessoa com uma DST;

– homossexuais eram cerca de três vezes mais aptos a reportar uma multa de trânsito ou acidente de trânsito nos últimos 5 anos;

– homossexuais eram 3 vezes mais prováveis de terem tentado suicídio, 4 vezes mais aptos a terem tentado matar alguém, e quase duas vezes mais prováveis de terem sido envolvidos em uma luta física no último ano;

– homossexuais eram cerca de 5 vezes mais aptos de terem se engajado em tortura relacionada ao sexo (sadomasoquismo, escravidão); e

– homossexuais eram cerca de 4 vezes mais prováveis de terem que reportar ser vítimas de estupro.


Homossexualismo estava associado com criminalidade

– homossexuais eram cerca de duas vezes mais prováveis de terem sido presos por um crime não-sexual e quase 8 vezes mais aptos a terem sido presos por um crime sexual;

– homossexuais eram cerca de duas vezes mais aptos a terem sido condenados por um crime sexual e quase duas vezes mais prováveis de terem sido encarcerados por um crime;

– homossexuais eram quase três vezes mais prováveis de admitirem ter feito uma ligação obscena; e

– homossexuais eram quase 50% mais aptos a reivindicar que eles tinham recentemente roubado lojas, trapaceado em seu imposto de renda, ou não ter sido capturado por um crime.


Homossexualismo resultou em laços humanos mais frágeis


– somente metade dos muito homossexuais tinham se casado e, se casados, eram muito menos aptos a terem filhos;

– homossexuais mantinham fidelidade, em média, menos de um ano no interior de seus mais longos relacionamentos (heterossexuais mantinham em média entre 5 a 10 anos de fidelidade); e

– se casados, homossexuais eram cerca de 3 vezes mais prováveis de trapacearem seus esposos.


Esses resultados fazem eco ao mais amplo comparativo estudo de pares gays e héteros, que reportaram que o limite médio de tempo juntos era em media de 3 anos para pares gays e lésbicas contra 10 anos para heterossexuais casados. Adicionalmente, “trapacear” era inevitável: “todos os pares [gays] com um relacionamento durando mais do que cinco anos têm incorporados em si alguma provisão para atividade sexual externa.”


A Importância da Coesão Social

Enquanto socialização reversa explica uma significante porção de patologias exibidas pelos homossexuais, sua comparativa ausência de coesão social é um dado importante também.  Uma pesquisa nacional de 5,182 adultos analisou gênero, idade, e tipos de pessoas eleitas como sendo intimamente relacionadas ao entrevistado.  Comparados aos heterossexuais, homossexuais exibiam menores “conexidade relacional” àqueles dos sexo oposto ou em diferentes gerações.  Setenta por cento (70%) dos íntimos relatados por homossexuais eram seus parceiros sexuais comparados a 47% dos heterossexuais. E enquanto 35% dos íntimos heterossexuais eram mais de 20 anos mais velhos ou mais jovens que o entrevistado, metade dos muitos íntimos homossexuais eram.

Homossexuais mais estreitamente concentraram suas afeições e interesses naqueles de sua própria idade e sexo; eles tendiam a ser, como adolescentes, orientados por coleguismo.  De forma geral, 38% dos íntimos de heterossexuais eram parentes de sangue entre gerações (p.e., pais, avós, filhos, netos etc.). Somente 17% dos íntimos homossexuais recaem nas mesmas categories.  Por contraste, 47% dos íntimos homossexuais eram amigos sem parentesco ou vizinhos, comparados a somente 27% dos íntimos heterossexuais.


O povo tem que aprender a cuidar a respeito daqueles que são diferentes de si mesmos.  Homossexuais falham em apresentar o tipo de conexidade entre sexos, gerações, e classes sociais que conduz à harmonia social.  Se nós estamos tão focados em “pessoas como nós,” devemos ajudar a dividir a sociedade em grupos de competição em vez de uma fábrica de misturas e interesses conexos.

Aceitação social faz diferença?

• Exposição fecal: Na década de 40, Kinsey relatou que cerca de dois terços dos gays tinham se engajado em contato ânus-pênis e 59% dos gays e 18% das lésbicas tinham participado em atividade oral/anal (onde a língua é posta no ânus). San Francisco descriminalizou e então aceitou o homossexualismo.  Quando o Instituto Kinsey fez uma pesquisa ali em 1970, 96% dos gays admitiram contato ânus-pênis e 89% dos gays e 25% das lésbicas atividade oral/anal.  Elevar os comedimentos sobre atividade homosexual parece ter aumentado a exposição ao perigo biológico entre aqueles com desejos homossexuais.

• Promiscuidade: Na década de 40, 7% dos gays e 63% das lésbicas disseram que não tinham nunca tido uma ‘aventura de uma noite,’ enquanto 42% dos gays e 7% das lésbicas disseram que “mais da metade de seus parceiros tinham sido ‘uma aventura de uma noite’. Nos anos 70, somente 1% dos gays e 38% das lésbicas disseram que nunca tinham tido uma ‘aventura de uma noite,’ e 70% dos gays e 29% das lésbicas reportaram que tinham tido sexo somente uma vez com mais de metade de seus parceiros!

Aceitação não necessariamente faz os homossexuais viverem melhor: 35% dos gays (versus. 11% dos homens heterossexuais) e 37% de lésbicas (versus 24% de mulheres heterossexuais) tinham seriamente considerado ou tentado o suicídio.  Dos homossexuais que tinham tentado suicídio, a razão mais freqüente – que computava cerca de 47% de todas as tentativas – era desacordos com um amante.  Além disso, embora esses “gays liberados reportaram muito mais longevidade com parceiros do que os homossexuais entrevistados na década de 40 (uma média de 250 a mais comparados com uma média de 20), duas vezes tanto homossexuais quanto heterossexuais (15.6% v. 8.4%) relataram terem “freqüentemente” se sentido “muito sozinhos” no mês passado.

Esse padrão de “liberação e aceitação” conduzindo a maiores excessos teve eco nos resultados de uma pesquisa de 1991 pelo San Francisco Department of Public Health sobre o risco sexual de jovens gays. Como o Los Angeles Times reportou, cada geração seguinte “está comportando-se mais perigosamente do que a anterior.”

Nossa cultura ainda tem que aceitar totalmente o homossexualismo.  A limitada evidência disponível sugere que onde aceitação social e legal tem sido implementada, os problemas associados com homossexualismo têm crescido mais do que se dissipado.  Cortar os laços de comedimento sexual não “livram” o homosexual de viver a vida em sua integridade, mas particularmente aumenta suas chances de miséria e isolamento pessoal.

Transitório

O estilo de vida gay é visivelmente transitório. Homossexuais estão muito cientes que enquanto seus desejos sexuais continuarão, poucos estarão sexualmente interessados neles depois de seu 30º aniversário.  Boa saúde é freqüentemente interrompida por episódios de alcoolismo e DSTs – e porque seu tempo de vida é tão curto (a idade média de morte para gays e lésbicas é na faixa dos 40 enquanto para casados heterossexuais na de 70), associa-se freqüentemente à morte. Diferentemente, as relativamente permanentes satisfações e conexões de casamento e paternidade associadas com homossexualismo são fugazes.

É sem surpresa que metade dos gays expressaram pesar a respeito de sua homossexualidade ou que esse número multiplicado por quatro aconselharia adolescentes que estavam apenas começando em atividade homossexual a parar em vez de continuar.

A “vida gay” é curta, solitária, e cheia de trapaça, insegurança, doença e perigo.  Embora mantido cativo pelo vício sexual em lugar de tijolos e barras, homossexuais exibem muito dos mesmos traços psicológicos daqueles presos em campos de morte.  As patologias dos homossexuais adaptam-se à visão tradicional sócio-psiquiátrica: Felicidade e bem-estar são conseguidas através de produtividade social e sexual, não “liberdade sexual.”

A morte da comunidade moral

Patrick J Buchanan

“Os opositores (do casamento do mesmo sexo) não tem qualquer justificativa, senão ignorância, opinião errada e preconceito.”

Assim escreve Richard Cohen em sua coluna celebratória a respeito do papel do Governador Andrew Cuomo em legalizar o casamento gay no estado de Nova Iorque.

Agora, dado que nenhuma nação em 20 séculos de Cristandade legalizou o casamento homossexual, e, nesse século, a maioria de todos os 31 estados onde foi votado a rejeitou, Cohen está quase dizendo que, desde o tempo de Cristo, a história do Ocidente foi uma interminável Era de Escuridão dominada por ignorantes morais e invejosos.

Pois a crença que o homossexualismo é antinatural e imoral, e que o casamento do mesmo sexo é um absurdo Orwelliano foi sempre parte do código moral do Cristianismo.  General George Washington ordenou que homossexuais ativos fossem expulsos de seu exército.  Thomas Jefferson equiparou o homossexualismo com estupro. Só em 2003 a Suprema Corte declara os atos homossexuais como um direito protegido.

Qual é a base moral do argumento que o homossexualismo seja normal, natural e saudável? Em anos recentes, ele foi associado com altos níveis de AIDS e doenças intestinais, e através dos óbitos nos jornais gays, morte prematura.  Onde está a sociedade de sucesso quando o casamento homossexual era normal?

Não até que os tumultos de Stonewall em um bar gay em Greenwich Village em 1969 fossem o acontecimento amplamente realizado por ninguém mais que os Mattachines de Frank Kameny, de modo que o homossexualismo merecesse ser tratado como uma expressão natural e normal de amor.

Ainda, Cohen não é sem um propósito quando usa o termo “preconceito”.

Como Albert Einstein observou, “senso comum é a coleção de preconceitos adquiridos pela idade de 18.” Aos 14, a maioria dos garotos aprendeu no playground que há algo desordenado a respeito de garotos sexualmente atraídos por outros garotos.

Daí a necessidade das universidades politicamente corretas purgarem tais idéias das mentes jovens e doutriná-las nas novas verdades da modernidade.

Mas somos realmente mais sábios que nossos ancestrais? Como Edmund Burke escreveu sobre os pensadores de seu tempo:

“Muitos de nossos homens de especulação, em vez de detonar preconceitos gerais, empregam sua sagacidade para descobrir a sabedoria latente que neles prevalece.  Se eles encontram o que procuram e quase nunca falham, pensam que seja mais sábio continuar com o preconceito, com a razão envolvida, do que lançar pra fora a película do preconceito, e permitir nada mais que a razão nua.”

Grandes mentes descobriram uma vez o mérito nos “preconceitos”, ou herdaram sabedoria, de alguém, como um incentivo ao comportamento virtuoso. Novamente  Burke:

“Preconceito é de pronta aplicação em uma emergência.  Ele engaja previamente a mente em um curso firme de sabedoria e virtude, e não permite o homem hesitar no momento da decisão, cético e não-resoluto.”

Em nossa nova sociedade, da qual tradicionalistas estão se afastando, muitas idéias dominantes são originadas em uma ideologia que está em guerra com os “preconceitos gerais” de Burke.

Muitos deles acham que o homossexualismo seja natural e normal.  Que aborto é um direito da mulher.  Que todas as relações sexuais voluntárias são moralmente iguais.  Que mulheres e homens são iguais, e se as primeiras não fossem igualmente representadas no ápice das instituições acadêmicas, militares e da vida política, isso pode somente ser o resultado de discriminação odiosa que a lei deve corrigir.  Que todas as raças, religiões e grupos étnicos são iguais e todos devem ter recompenses iguais.

Uma vez que uma nação tenha como sinônimo a liberdade, a nova América a cultua no altar da igualdade.

Escrevendo sobre a mesma página do Washington Post page como Cohen, um dia antes, Greg Sargent exultou a lei Cuomo como “uma gigantesca vitória … pela igualdade … uma derrota maior para aqueles auto-descritos como ‘conservadores’ que odeiam o governo exceto quando ele está impingindo uma forma de discriminação legalizada que comporta-se com seus preconceitos.”

Sargent também tem um ponto.  Mas por trás dos “preconceitos” dos conservadores a respeito da superioridade moral do casamento tradicional estão 2 mil anos de história e direito. Qual é a base intelectual e moral da percepção de Sargent?

Ele declara que a “maioria dos americanos não está disposta a atribuir status abaixo da média aos relacionamentos íntimos de gays e lésbicas.”

Certamente, essa é a verdade da legislatura de Albany.

Mas por que então Barack Obama parece tão hesitante a abraçar o casamento gay?

Em 2012, viremos a descobrir quem está certo politicamente, quando o assunto continuar em votação nos estados campos da batalha.  Mas é verdade moral ser manifestado em uma urna de votos? Não teremos qualquer compasso moral superior do que o domínio da maioria?

“Um novo tipo de América está emergindo no início do século XXI”, disse o Arcebispo Charles Chaput de Denver semana passada, “e é provável ser muito menos amigável à fé religiosa do que qualquer coisa no passado da nação”.

Ele acrescentou, sutilmente, “se os serviços sociais católicos devessem ser forçados a modificar suas crenças católicas sobre o casamento, a família, a justiça social, a sexualidade (e) o aborto”, eles deveriam terminar tais serviços.

Predição: Nós estamos entrando em uma era onde as comunidades se apartarão uma da outra e a desobediência civil em fundamentos morais se tornará tão comum como foi nos dias da segregação.

O MITO DA "HOMOSSEXUALIDADE ANIMAL"


POR LUIZ SÉRGIO SOLIMEO

Em seu esforço para apresentar a homossexualidade como normal, o movimento homossexual1 virou sua atenção para a ciência para provar três maiores premissas:
1.    Homossexualidade é genética ou inata;
2.    Homossexualidade é irreversível;
3.    Posto que animais se engajam em comportamento sexual do mesmo sexo, a homossexualidade é natural.
Entusiasticamente sabedora de sua inabilidade em provar a primeira das duas premissas,2 o movimento homossexual firma suas esperanças em uma terceira, a "homossexualidade animal".3

ANIMAIS FAZEM, ASSIM É NATURAL, CORRETO?

O argumento por trás da teoria da "homossexualidade animal" pode ser resumida como se segue:
-          Comportamento Homossexual é observável em animais.
-          Comportamento animal é determinado pelos seus instintos.
-          A natureza requer que animais sigam seus instintos.
-          Portanto, a homossexualidade está de acordo com a natureza animal.
-          Posto que o homem também é animal, a homossexualidade deve também estar de acordo com a natureza humana.
Essa linha de raciocínio é insustentável.  Se aparentemente os atos "homossexuais" entre animais estão de acordo com a natureza animal, então a matança paterna da prole e devora entre espécies estão de acordo com a natureza animal.  Induzir o homem ao interior da equação complica as coisas mais adiante.  Nós estamos para concluir que o filicídio e o canibalismo estão de acordo com a natureza humana?

Em oposição a essa linha de raciocínio, esse artigo sustenta que:
1. Não há "instinto homossexual" em animais,
2. A ciência é pobre em "ler" motivações humanas e sentimentos no interior do comportamento animal, e
3. Comportamento irracional animal não é parâmetro para determinar o que é comportamento moralmente aceitável para homem racional.
NÃO HÁ "INSTINTO HOMOSSEXUAL" EM ANIMAIS

Qualquer pessoa empregada na mais elementar observação animal é forçada a concluir que "homossexualidade" animal, "filicídio" e "canibalismo" são exceções ao comportamento normal animal.  Conseqüentemente, eles não podem ser chamados de instintos animais.  Essas observáveis exceções ao comportamento normal animal resultam de fatores além de seus instintos.

• Confrontando estímulo e Instintos Animais Confusos

Para explicar esse comportamento anormal, a primeira observação deve ser o fato que os instintos animais não são restritos pelo determinismo absoluto das leis físicas governando o mundo mineral.  Em graus variantes, todos seres viventes podem se adaptar às circunstâncias.  Eles respondem a estímulos internos ou externos.

Segundo, cognição animal é puramente sensorial, limitada ao som, odor, tato, gusto e imagem.  Assim, aos animais falta a precisão e clareza da percepção intelectual humana.  Portanto, os animais freqüentemente confundem uma sensação com outra ou um objeto com outro.

Terceiro, instintos de um animal dirigem-se rumo ao seu fim e estão de acordo com sua natureza.  Porém, o impulso espontâneo pode sofrer modificações conforme cumpra seu curso.  Outras imagens sensoriais, percepções ou lembranças podem agir como novo estímulo afetando o comportamento animal.  De mais a mais, o conflito entre dois ou mais instintos pode algumas vezes modificar o impulso original.

No homem, quando duas reações instintivas se confrontam, o intelecto determina o melhor curso a seguir, e a vontade então retém um instinto sob controle enquanto encoraja o outro.  Com animais faltam esse intelecto e vontade, quando dois impulsos instintivos se confrontam, o mais favorecido pelas circunstâncias em prevalência.4

Em tempos, esses estímulos internos ou externos afetando impulsos instintivos de um animal, resultam em casos de "filicídio", "canibalismo" e "homossexualidade animal"

• "Filicídio" e "Canibalismo" Animal

Sarah Hartwell explica que gatos matam sua cria depois de receber "sinais misturados" de seus instintos:

A maioria dos gatos fêmea podem alternar entre o "modo brincar" e o "modo caçar" com vistas a não danificar sua prole.  Em gatos isso essa troca por "modo caçar" pode ser incompleta e, quando eles se tornam altamente estimulados pela brincadeira, o instinto de "caça" vem com força e eles podem matar os gatinhos.  O instinto de caçar é tão forte, e tão duro para trocá-los quando a presa está presente, que o desmembramento e até comer o gatinho pode se suceder.


Compare o tamanho, som e atividade de gatinhos com tamanho, som e atividade da presa.  Ambos são pequenos, tem vozes berrantes e movem-se com movimentos rápidos e instáveis.  Tudo isso desperta o comportamento de caça.  No gato, o comportamento maternal sempre exceed o comportamento de caça e ela banqueteia os gatinhos exatamente da mesma forma que ele banquetearia a pequena presa. Seus instintos são confusos.5

A respeito do canibalismo animal, a Revista Iran Nature and Wildlife registra:

O canibalismo é mais comum entre vertebrados mais baixos e invertebrados, freqüentemente devido a um animal predatório errando uma de sua própria espécie como presa.  Mas também ocorre entre pássaros e mamíferos, especialmente quando a comida é escassa.6

• Animais Carecem de Meios pra Expressar suas Situações Afetivas

Em estimular e confrontar instintos, porém, nós devemos acrescentar um outro fator: expressando suas situações afetivas, um animal é radicalmente inferior a um homem.

Posto que aos animais carece a razão, seus meios de expressar suas situações afetivas (medo, prazer, dor, desejo etc.) são limitados.  Aos animais carece a riqueza de recursos na disposição humana para expressar seus sentimentos.  Os homens podem adaptar seu modo de falar, escrever, observar, gesticular em caminhos enormes.  Os animais não.  Conseqüentemente, os animais freqüentemente expressam suas situações afetivas ambiguamente.  Eles "copiam" assim o falar, as manifestações do instinto de reprodução para manifestar os instintos de dominação, agressividade, medo, sociabilidade e por aí vai. 

• Explicando Aparentemente Comportamento "Homossexual" Animal

Bonobos são um típico exemplo dessa "cópia".  Esses primatas da família chimpanzé se engajam em comportamento aparentemente sexual para expressar aceitação e outras situações afetivas.  Assim, Frans B. M. de Waal, que gastou centenas de horas observando e filmando bonobos, afirma:

Há duas razões para acreditar que atividade sexual seja a resposta dos bonobos a evitar conflito.

Primeiro, qualquer coisa, não somente comida, que estimula o interesse de mais do que um bonobo em um tempo tende a resultar em contato sexual.  Se dois bonobos aproximam-se de um caixa de papelão atirada no interior de sua área, eles brevemente montarão um no outro antes de brincar com a caixa.  Tais situações conduzem a disputas na maioria das outras espécies.  Mas os bonobos são totalmente tolerantes, talvez porque eles usam o sexo para desviar a atenção e para difundir tensão.

Segundo, o sexo bonobo freqüentemente ocorre em contextos agressivos totalmente sem ligação com a comida.  Um macho desconfiado poderia seguir um outro longe da fêmea, depois o que os dois machos se reúnem e se engajam em fricção escrotal.  Ou depois que uma fêmea golpeia uma jovem, a mãe da segunda pode empurrar o agressor, uma ação que é imediatamente seguida por fricção escrotal entre os dois adultos.7

Como bonobos, outros animais montarão em outros do mesmo sexo e se engajarão em aparentemente comportamento "homossexual", embora sua motivação possa diferir.  Cachorros, por exemplo, habitualmente fazem isso para expressar dominação.  Cesar Ades, etólogo e professor de psicologia na Universidade de São Paulo, Brasil, explica que "Quando dois machos se emparceiram, o que está presente é uma demonstração de poder, não de sexo."8

Jacque Lynn Schultz, Diretor de Projetos Especiais de Ciências Animais da ASPCA, explica mais adiante:

Usualmente, um cachorro macho não esterilizado montará em um outro cachorro macho como uma exibição de dominação social – em outras palavras, como um caminho de permitir o outro cachorro saber quem é o chefe.  Embora não seja freqüente, um cachorro fêmea poderia montar pela mesma razão.9

Cachorros montarão também em um outro por causa da veemência de sua puramente reação química ao cheiro de um cio fêmeo:

Não surpreendentemente, o cheiro de um cachorro fêmea no cio pode instigar um frenesi de comportamentos de montar.  Até outras fêmeas que não estão no cio montarão naquelas que estão. Machos montarão em machos que tenham estado somente com estro fêmea se eles ainda reproduzem seu odor…. E machos que capturam o vento do odor de estro pode montar na primeira coisa (ou pessoa azarada) que eles se envolvam em contato.10

Outros animais se engajam em aparentemente comportamento "homossexual" porque eles falham em identificar o outro sexo propriamente.  Nas espécies mais baixas no reino animal, a mais tênue e difícil em detectar são as diferenças entre os sexos, conduzindo a mais freqüente confusão.

• Animais "Homossexuais" Não Existem

Em 1996, o cientista homossexual Simon LeVay admitiu a evidência assinalada a atos isolados, não a homossexualidade:

Embora o comportamento homossexual seja mais comum no reino animal, parece ser muito incomum que animais em particular tenham uma predisposição permanente em se engajar em tal comportamento à exclusão de atividades heterossexuais.  Assim, uma orientação homossexual, se alguém pode falar de tal coisa nos animais, parece ser uma raridade.11

A despeito das aparências "homossexuais" de algum comportamento animal, esse comportamento não deriva de um instinto "homossexual" que é parte da natureza animal.  Dr. Antonio Pardo, Professor de Bioética na Universidade de Navarra, Espanha, explica:

Propriamente falando, a homossexualidade não existe entre animais…. Por razões de sobrevivência, o instinto reprodutivo entre animais é sempre dirigida rumo a um indivíduo do sexo oposto.  Portanto, um animal nunca pode ser homossexual com tal.  Todavia, a interação de outros instintos (particularmente a dominação) pode resultar em comportamento que parece ser equacionado com uma "homossexualidade animal". Tudo isso significa que o comportamento sexual animal abrange aspectos além daqueles da reprodução.12

É NÃO CIENTÍFICO "LER" MOTIVAÇÃO E SENTIMENTO HUMANOS NO COMPORTAMENTO ANIMAL

Como muitos ativistas dos direitos dos animais freqüentemente "lêem" motivação e sentimento humano dentro do comportamento animal.  Enquanto isso, aproximação antropopático aproveita cidadania completa nos reinos da arte, literatura e mitologia que faz pela pobre ciência.  Dr. Charles Socarides do National Association for Research and Therapy of Homosexuality (NARTH) observa:

O termo homossexualidade deveria ser limitado a espécies humanas, porque em animais o investigador pode certificar-se somente de comportamento motor.  Tão logo ele interprete a motivação animal, ele está aplicando psicodinâmica humana -- uma arriscada, se não apressada aproximação científica.13

O etologista Cesar Ades explica a diferença entre relações sexuais humana e animal:

Seres humanos têm sexo de uma forma, enquanto animais tem de outra.

Sexo humano é uma questão de preferência onde alguém escolhe a pessoa mais atrativa para ter prazer.  Isso não é verdadeiro com animais.  Para eles, isso é uma questão de acasalar-se e reprodução.  Não há prazer físico ou psicológico….O cheiro é decisivo: quando uma fêmea está no cio, ela emite um odor, conhecido como feromônio.  O odor atrai a atenção do macho, e faz com que ele queira acasalar-se.  Esse é o intercurso sexual entre animais.  É a lei da natureza.14

Até o biológo Bruce Bagemihl, cujo livro Exuberância Biológica: Homossexualidade animal e Diversidade Natural foi citado pela Associação Psicológica Americana e a Associação Psiquiátrica Americana em seu resumo amici curiae em Lawrence v. Texas e é angariado como prova que a homossexualidade é natural entre animais, é cuidadoso a incluir em uma advertência:

Qualquer descrição de homossexualidade e animais transgêneros é também necessariamente uma descrição de interpretações humanas a esses fenômenos.…Nós estamos no escuro a respeito da experiência interna dos participantes animais: como resultado, os preconceitos e limitações do observador humano –tanto na reunião como na interpretação de dados- vêm a frente nessa situação.….Com pessoas nós podemos falar diretamente a indivíduos (ou ler descrições escritas)….Com animais em contraste, nós podemos freqüentemente diretamente observar seus comportamentos sexuais (e associados), mas somente podemos inferir ou interpretar seus significados e motivações."15

A interpretação do Dr. Bagemihl, porém, por toda o seu livro de 750 páginas favorece sem vergonha a teoria da "homossexualidade animal". Suas páginas são preenchidas com descrições de atos animais que teriam uma conotação homossexual em seres humanos.  Dr. Bagemihl não prova, porém, que esses atos tenham o mesmo significado para animais.  Ele simplesmente lhes dá uma interpretação homossexual.  Não surpreendentemente, esse livro foi publicado pela Stonewall Inn Editions, "uma impressão da St. Martin's Press dedicada aos livros de interesse de gays e lésbicas."

COMPORTAMENTO IRRACIONAL ANIMAL NÃO É PLANO PARA o HOMEM RACIONAL

Alguns pesquisadores estudando comportamento "homossexual" animal extrapolam do reino da ciência ao interior daquele da filosofia e moralidade. A razão desses estudiosos da premissa que se animais fazem isso, está de acordo com sua natureza e assim é bom para eles.  Se é natural e bom para animais, eles continuam, é também natural e moralmente bom para o homem.  Porém, a definição da natureza humana pertence não ao reino da zoologia ou biologia, mas da filosofia, e a determinação do que seja moralmente bom para o homem pertence à ética.

Dra. Marlene Zuk, professora de biologia na Universidade da Califórnia em Riverside, por exemplo, declara:

Sexualidade é um termo muito mais largo do que as pessoas querem pensar.  Você tem essa idéia que o reino animal é estrito, católico romano antiquado, que eles têm sexo para procriar. … Repressão sexual significa mais do que fazer bebês.  Por que nós estamos surpresos? Pessoas são animais.16

Simon LeVay se entrete com a esperança que o entendimento da "homossexualidade" animal ajudará mudanças nos costumes sociais e crenças religiosas a respeito da homossexualidade.  Ele declara que: parece possível que o estudo do comportamento sexual em animais, especialmente em primatas não-humanos, contribuirá para a liberalização das atitudes religiosas rumo a atividade homossexual e outras formas de sexo não-procriativo.  Especificamente, esses estudos desafiam um particular senso do dogma que o comportamento homossexual seja "contra a natureza": a noção que é única àquelas criaturas que, experimentando a fruta da árvore do conhecimento, tem somente se tornado moralmente culpável.17

Outros pesquisadores sentem-se compelidos a apontar a impropriedade de transpor comportamento animal ao homem.  Embora muito favorável à interpretação homossexual do comportamento animal, Paul L. Vasey, da Universidade de Lethbridge no Canadá, todavia previne:

Para algumas pessoas, o que os animais fazem é um parâmetro do que é e não é natural.  Eles fazem um salto em dizer se isso é natural, isso é moralmente e eticamente desejável.  Infaticídio é freqüente no reino animal.  Para se aventurar em dizer que é desejável não faz nenhum sentido.  Nós não deveríamos estar usando animais para esculpir políticas morais e sociais para as espécies de sociedades humanas que nós queremos viver.  Animais não tomam cuidado com os idosos.  Eu não penso particularmente que deveria ser uma plataforma para fechar casas de assistência.18

O reino animal não é lugar para o homem procurar um padrão para moralidade humana.  Esse padrão, com o bioeticista Bruto Maria Bruti registra, deve ser procurado no próprio homem:

É um erro freqüente para as pessoas contrastar comportamento humano e animal, como se os dois fossem homogêneos. …. As leis governando o comportamento humano são de uma natureza diferente e elas deveriam ser procuradas onde Deus as inscreveu, em outras palavras, na natureza humana.19

O fato que o homem tenha um corpo e uma vida sensitiva em comum com animais não significa que ele seja estritamente um animal.  Nem significa que ele seja metade animal.  Um homem racionalmente impregna a totalidade de sua natureza de forma que suas sensações, instintos e impulsos não sejam puramente animais, mas tenham aquele selo de racionalidade que os caracteriza como humano.

Assim, o homem é caracterizado não pelo que ele tem em comum com os animais, mas pelo que o diferencia deles.  Essa diferenciação é fundamental, não acidental.  O homem é um animal racional.  A racionalidade do homem é o que faz a natureza humana única e fundamentalmente distinta da natureza animal.20

Considerar o homem estritamente como um animal é negar sua racionalidade e, portanto, seu livre arbítrio.  Da mesma forma, considerar animais como se eles fossem humanos é atribuir-lhes uma não existente racionalidade.

DA CIÈNCIA PARA A MITOLOGIA

A pesquisa de Exuberância Biológica do Dr. Bagemihl revela seu fundamental descontentamento com a ciência e o entusiasmo pela mitologia aborígene:

A ciência Ocidental tem muito a aprender sobre as culturas aborígines a respeito dos sistemas de gênero e sexualidade …21

Para a ciência Ocidental, homossexualidade (tanto animal quanto humana) é um comportamento anômalo e não esperado sobre tudo o que requer algum tipo de "explicação" ou "causa" ou "raciocínio." Em contraste, para muitas culturas indígenas ao redor do mundo, a homossexualidade e transgênero são uma rotina e ocorrência esperada tanto nos mundo humano quanto animal …22

A maioria das tribos nativas americanas formalmente reconhecem –e honram- homossexualidade e transgenêro humanos na função da pessoa de 'dois-espíritos' (algumas vezes conhecido formalmente como berdache). Os 'dois-espíritos' é um homem ou mulher sagrado que mistura categorias de gênero para vestir roupas de sexos opostos ou de ambos…. E freqüentemente se engajando nas mesmas –relações sexuais. … Em muitas culturas nativas americanas, certos animais são também simbolicamente associados com duas-energias, freqüentemente na forma de mitos da criação e lendas de origem relacionados ao primeiro ou "supernatural" dois-espíritos….Uma história da criação Zuni relata como as primeiras criaturas dois espíritos que eram nem macho nem fêmea, ainda que ambos ao mesmo tempo fossem as doze descendências de um par irmão-irmã mítico.  Algumas dessas criaturas eram humanas, mas uma era um morcego e outra um velho veado.

Dr. Bagemihl aplica esse mito andrógino, tão espalhado no movimento homossexual hodierno, ao reino animal com a ajuda de mitologia indígena e aborígene.  Ele convida o Ocidente a adotar "um novo paradigma:"

No fim das contas, a síntese de visões científicas representadas pela Exuberância Biológica nos traz um círculo fechado pra trás do caminho de olhar para o mundo que esteja de acordo com algumas das mais antigas concepções indígenas de variabilidade de gênero sexual animal (e humana). Essa perspectiva dissolve oposições binárias….Exuberância Biológica é…uma visão de mundo que é uma só vez primitiva e futurística, em que gênero é caleidoscópico, sexualidades são múltiplas e as categorias de macho e fêmea são fluídas e transmutáveis.

CONCLUSÃO

Em conclusão, o movimento homossexual tenta estabelecer que a homossexualidade esteja de acordo com a natureza humana, provando sua teoria da "homossexualidade animal", baseada mais em crenças mitológicas e errôneas doutrinas filosóficas do que em ciência.
__________________

1. A expressão movimento homossexual é usada para designar uma vasta rede organizações, grupos de pressão, intelectuais e ativistas que aspiram impor mudanças nas leis, costumes, moralidade e mentalidade, de forma que a homossexualidade não seja somente tolerada mas também aceita como sendo boa e normal.  Portanto, ativistas homossexuais pressionam a sociedade para legalizar tanto a prática e as manifestações públicas de homossexualidade, tais como "casamento," do mesmo sexo enquanto com crueldade atacam aqueles que defendem a moral tradicional.
2. Para um breve resumo da evidência desvendando o "está nos genes" e a irreversibilidade das teorias de orientação homosexual, veja o boletim de propaganda "Not Genetic! Not Irreversible! Not Natural!"
3. Cf. Simon LeVay, Queer Science: The Use and Abuse of Research into Homosexuality (Cambridge, Mass.: MIT Press, 1996). Bruce Bagemihl, Biological Exuberance: Homossexualidade animal and Natural Diversity (New York: St. Martin's Press, 1999).
4. Cf. Régis Jolivet, Traité de Philosophie, (Lyon-Paris: Emmanuel Vitte, Éditeur, 1950), Vol. 2, pp. 306-396.
5. Sarah Hartwell, Cats that kill kittens, at http://www.messybeast.com/kill_kit.htm (Our emphasis.)
6. "Cannibalism in Animals."(Our emphasis.)82-88,www.songweaver.com/info/bonobos.html. (Our emphasis.)
7. Frans B. M. de Waal, "Bonobo Sex and Society," Scientific American, Mar. 1995, pp.
8. "Cachorro Gay?" Focinhos Online, www2.uol.com.br/focinhos/petsnodiva/index.shtml.
9. Jacque Lynn Schultz, "Getting Over the Hump," ASPCA Animal Watch, Summer 2002, www.petfinder.org/journalindex.cgi?path=/public/
animalbehavior/dogs/1.2.36.txt&template.
(Our emphasis.)
10. Ibid. (Our emphasis.)
11. LeVay, p. 207.
12. Antonio Pardo, "Aspectos médicos de la homosexualidad," Nuestro Tiempo, Jul.-Aug. 1995, pp. 82-89.
13. "Exploding the Myth of Constitutional Homosexuality," National Association for Research and Therapy of Homosexuality, www.leaderu.com/orgs/narth/exploding.html. (Our emphasis.)
14. "Cachorro Gay?"
15. Bagemihl, p. 2. (Our emphasis.)
16. Dinitia Smith, "Love That Dare Not Squeak Its Name," The New York Times, Feb. 7, 2004. (Our emphasis.)
17. LeVay, p. 209.
18. Quoted by Dinitia Smith, "Love That Dare Not Squeak Its Name."
19. Bruto Maria Bruti, Domande e risposte sul problema dell'omosessualità, www.paginecattoliche.it/domande_omosessualita.htm. (Our emphasis.)
20. "O homem é corretamente definido como um animal racional; animal refere-se ao gênero próximo; racional refere-se à diferenciação específica." Joannes di Napoli, Manuale Philosophiae (Turin, Italy: Marietti Editori, 1961), Vol. II, p. 165.
21. Bagemihl, p. 5.
22. Ibid., p. 215.

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