Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Friday, December 13, 2013
Friday, December 06, 2013
Cérebros de homens e mulheres têm 'conexões diferentes'
Críticos dizem que diferenças anatômicas podem não ser suficientes para explicar diferenças entre sexos
Um estudo conduzido por cientistas americanos apontou que os cérebros de homens e mulheres estão conectados de maneira diferente, o que poderia explicar por que um sexo desempenha determinadas tarefas melhor do que o outro.
Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia realizaram tomografias de cérebros de aproximadamente mil homens, mulheres, meninos e meninas e constataram diferenças marcantes entre eles.
Já nas mulheres, mais conexões se cruzam da esquerda para a direita.Os cérebros dos homens, por exemplo, estão conectados de frente para trás, com poucas conexões entre os dois hemisférios.
Essas diferenças podem explicar por que os homens, em geral, tendem a ter maior facilidade para aprender ou fazer uma única tarefa, como andar de bicicleta e se localizar, enquanto que as mulheres são mais aptas a realizar múltiplas tarefas, afirmaram os pesquisadores.
O estudo foi divulgado na publicação científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Complexo
Os mesmos voluntários foram submetidos a realizar uma série de testes cognitivos, e os resultados aparentam embasar essa teoria.
As mulheres obtiveram maior pontuação em atenção, memória facial e de palavras e cognição social. Já os homens tiveram melhor desempenho em velocidade do processamento espacial e sensório-motor.
O pesquisador Ruben Gur, que integrou o grupo responsável pelo estudo, afirmou: "É surpreendente como os cérebros das mulheres e dos homens podem ser complementares".
"Os mapas detalhados do cérebro não só nos ajudarão a melhor entender as diferenças entre como os homens e as mulheres pensam, mas também nos dará maior compreensão sobre as origens dos transtornos neurológicos, que normalmente têm estreita ligação com o sexo."
Mas especialistas argumentam que pode não ser tão simples e dizem que é um "salto muito grande" tentar explicar variações de comportamento entre os sexos a partir de diferenças anatômicas. Além disso, dizem eles, as conexões cerebrais não permanecem fixas.
"Sabemos que não existe algo como 'conexão permanente' quando se trata do cérebro. As conexões podem mudar durante a vida, em resposta à experiência e ao aprendizado", diz a professora Heidi Johansen-Berg, especialista britânica em neurociência da Universidade de Oxford.
Segundo ela, o cérebro é um órgão muito complexo para que seja possível fazer generalizações abrangentes.
"Com frequência, abordagens matemáticas sofisticadas são usadas para analisar e descrever estas redes cerebrais. Estes métodos podem ser úteis para identificar diferenças entre grupos, mas é complicado interpretar estas diferenças em termos biológicos", diz.
Wednesday, October 16, 2013
Papa Francisco é Rotariano Honorário do maçônico RC Buenos Aires
Diretamente de Evanston, sede do Rotary International, o presidente 1996/97, argentino Luis Vicente Giay, nos relata que o Papa Francisco é rotariano honorário do Rotary Club de Buenos Aires desde 1999. A notícia muito nos honra e demonstra mais uma vez o quão o Rotary International respeita e reconhece todos os credos, seus seguidores e líderes, como detentores de ocupações dignas e úteis à sociedade, assim como os líderes e seguidores da religião Católica Apostólica Romana.
Aliás, trata-se de um equívoco crasso dizer que Rotary é uma organização laica. Não, Rotary não é laico, nossa organização pura e simplesmente acolhe, respeita e reconhece todos os credos, acreditando na existência de Deus, nosso ser superior, que a tudo rege.
Nosso fundador Paul P. Harris, deixa claro seu posicionamento pessoal, ao demonstrar através de citações e pensamentos ser um monoteísca, ou seja, “aquela pessoa que segue e acredita em um só Deus”.
Rotary International alegra-se e rejubila-se por ter em suas fileiras um companheiro tão especial quanto o novo timoneiro da barca de Pedro: Sua Santidade o Papa Francisco.
Fonte: http://www.rotary4500.org.br/html/modules.php?name=News&file=article&sid=574
Sunday, July 14, 2013
Judeus etíopes se preparam para migrar para Israel
Numa tarde recente no norte da Etiópia, 200 rostos ansiosos acompanhavam uma lista de chamada pausadamente recitada por um homem de terno, numa sinagoga de chão de terra, teto de zinco e bandeiras de Israel nas paredes improvisadas.
Metade saiu de lá satisfeita. Acabavam de ser selecionados para uma entrevista com o governo israelense, parte do longo processo para fazer "aliyah", a imigração para o Estado judeu.
Para os demais, restou esperar mais, uma rotina que muitos já seguem há tempos. "Felizmente, Deus me deu o dom da tolerância", diz Muluken Azeze, 55, um ex-professor que há 20 anos espera para fazer a viagem.
Moradores da cidade de Gonder, todos são parte da mítica "tribo perdida de Judá", descendentes de judeus que se desgarraram há 3.000 anos da Terra Prometida.
Segundo a lenda, são de uma linhagem que remonta ao rei judeu Salomão e à rainha etíope Sabá.
Menelik, filho deles, teria migrado para a Etiópia para criar uma nova Jerusalém, liderando o povo judeu e levando como amuleto a Arca dos Dez Mandamentos.
Menos fantástica e com maior base histórica, a teoria mais aceita é que os judeus chegaram à região há 2.500 anos, vindos do Egito, seguindo o curso do rio Nilo até uma de suas nascentes, no Lago Tana, perto de Gonder.
Seus ancestrais teriam fugido após a destruição do Primeiro Templo de Jerusalém pelos babilônios, em 587 A.C.
Seja como for, os "falash", como são conhecidos, formaram durante séculos uma comunidade virtualmente isolada num país majoritariamente cristão e com expressiva minoria muçulmana.
Tinham uma forma primitiva de seguir sua religião. Desconheciam o Talmud, por exemplo, um dos documentos sagrados do judaísmo, nem tinham rabinos. Também praticavam sacrifícios de animais, algo que já havia caído em desuso em outras comunidades judaicas.
No século 20, após o estabelecimento de Israel, a comunidade, que chegou a ter 100 mil pessoas, foi "redescoberta" e incentivada a imigrar, como ocorreu com judeus de todo o mundo.
Mas foi nos anos 80 que começaram enormes operações com nomes como Moisés, Josué e Salomão, para resgatar judeus da fome e das guerras etíopes. Cerca de 30 mil foram levados por avião para Jerusalém, uma das maiores operações de remoção da história. Outros 70 mil migraram por conta própria.
CRISTÃOS
O assunto parecia encerrado, mas voltou à tona em 2010. O foco passou a ser uma comunidade de cerca de 7.000 pessoas conhecidas como "falash mura". Nada de novo, não fosse um ponto: eles nem judeus são.
Com a ajuda de um forte lobby nacionalista em Israel e apoio de judeus endinheirados nos EUA, conseguiram convencer o governo de que seus antepassados foram forçados a se converter para o cristianismo por missionários ocidentais no século 19.
A tese é polêmica e provoca reação no país. "Cada onda de etíopes que chega tem laços mais tênues com o judaísmo", diz Stephen Kaplan, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém que estuda o tema.
Nos últimos três anos, os "falash mura" vêm sendo levados para Israel em voos de carreira ou charters, ao ritmo de 50 a 100 pessoas por mês.
Em Gonder, os últimos serão "resgatados" até o final do mês que vem.
A tarefa é coordenada por Asher Seyum, 43, etíope que escapou aos 12 anos da guerra cruzando a pé para o Sudão junto da família, no início dos anos 80.
De lá, migrou para Israel, entrou para o serviço diplomático e retornou a seu país de origem 29 anos depois, com mulher e dois filhos pequenos, para encerrar o último capítulo do que vê como uma missão de três milênios: a reunião do povo judaico.
"Estamos encerrando um capítulo histórico. Imagine o que isso significa para mim, um ex-refugiado", diz.
Formalmente seu título é diretor da Agência Judaica de Israel. Mas a função é bem maior do que o título burocrático sugere: é ele o portador de boas notícias para os que vão e o encarregado de novamente pedir paciência aos que ainda ficam.
Muitos jamais mudarão para Israel. Não convenceram o governo de que descendem de judeus, já que o processo, baseado sobretudo em entrevistas e na história oral, tem alguma subjetividade.
Outra dificuldade é preparar pessoas que vêm de vilarejos de um dos países mais pobres do mundo (173º no ranking de desenvolvimento humano da ONU) e vão para um dos mais industrializados (16º nessa mesma lista).
Enquanto esperam, os "falash" recebem assistência médica numa clínica do governo e uma cota de 25 kg a 80 kg de farinha por mês, base do injera, pão borrachudo que é o arroz-feijão do país.
PRECONCEITO
Muitos dizem que a migração será uma realização espiritual, um reencontro com antepassados, mas poucos escondem que há interesses materiais. "Minha irmã já foi para lá e me disse que a vida é melhor", diz Abe Tesfaw, 29, que vive de bicos em Gonder.
São otimistas mesmo com a inevitável dificuldade de adaptação e o preconceito que muitas vezes sofrem. Ao chegarem a Israel, os etíopes passam de 12 a 18 meses em centros de adaptação.
Quando saem, teoricamente estão preparados para conseguir sobreviver de forma autônoma. Mas têm taxa de desemprego de quase 20% (o triplo da média do país) e poder aquisitivo um terço menor do que não etíopes.
"O Estado faz um esforço grande para integrar os etíopes, e há uma série de casos individuais de sucesso. Mas como comunidade eles ficam abaixo da média do país", diz o professor Kaplan.
Mesmo ainda aprendendo a serem judeus, muitos parecem genuinamente interessados na nova fé. Ao final do evento na sinagoga de Gonder, o grupo --homens de quipás coloridos de crochê, mulheres de longos vestidos brancos-- acompanhou com fervor um culto. A maioria é habitué do local. "Rezo todos os dias, como manda o Velho Testamento", diz Tesfaw.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/07/1310913-judeus-etiopes-se-preparam-para-migrar-para-israel.shtml
Sunday, June 30, 2013
Cristeros- Resistência Armada contra a Tirania Judaico-Maçônica
Estiveram o assassinato de padres e a destruição de igrejas confinadas à Rússia Judaico-Maçônica (Bolchevique)? Não.
Na década de 20,
centenas de padres foram torturados e assassinados no México quando o
Presidente Franco-maçom Plutarco Elias Calles ordenou a supressão da Igreja
Católica. "Pela Glória Maior" um
filme soberbo liberados ano passado, hoje disponível em Netflix, documenta o
levante dos Cristeros, onde milhares de Cristãos pegaram em armas contra o
Governo do México e forçaram-no a ceder.
A rebelião, de 1926-1929, demandou 57.000 soldados do governo e 30.000 “insurgentes”
Cristeros, a maior parte civis.
Nunca ouviu falar
dessa rebelião? Nem os Mexicanos. Os Franco-maçons que defendem a liberdade e a
tolerância (para sua própria ruína), não querem que você saiba a respeito da
resistência armada a sua tirania. De
acordo com o historiador Ruben Quezada, "Ainda na década de 80 era difícil
encontrar um único livro que mencionava algo substancial a respeito da Cristiada.
Se era mencionada, se dava usualmente
não mais que uma única sentença na biografia do Presidente Calles. Os sistemas escolares não incluíram a Cristiada
como parte de sua história de forma que as gerações futuras perdessem logo
qualquer conhecimento dela... Há mais
liberdade da imprensa hoje, e um grande volume de histórias não contadas a
respeito da Cristiada – testemunhos e imagens que eram ilegais imprimir ou
publicar por muitos anos – finalmente estão emergindo. Há literalmente milhares de testemunhos vindo
à lume revelando uma história inspiradora que ficou escondida por décadas sob
uma sombra escura de medo e negação."
Cristãos americanos
estão enfrentando perseguição do governo Judaico-Maçônico de Barack Obama. Eles podem obter inspiração dessa história que
define a verdadeira natureza oculta da tirania que escraviza a humanidade.
--- --- ---
O Levante Católico no México no Século
XX
por Olivier Lelibre
Em 1924, Plutarco Elias Calles se tornou Presidente. Pela sua descendência de Judeus Espanhóis, um
Maçom de grau 33, "a Igreja é a única causa de todas as desgraças do
México." Para ele, também, ela
tinha que desaparecer. [Ele era um
instrumento dos banqueiros cabalistas, mestres da economia Mexicana em 1914: Rockefeller
(indústria de borracha), Goblentz (indústria têxtil), Guggenheim (jazidas),
Hearst (apelido Hirsch) que possuía 3 milhões acres, e o banco Kuhn-Loeb, que
financiou Lênin.]
Em 1926, o presidente e sua camarilha lançaram uma nova
ofensiva que desejavam fosse definitiva: "Agora deve haver uma revolução
psicológica", declarou Calles. "Nós
devemos penetrar e nos apoderarmos das mentes das crianças e da juventude
porque eles devem pertencer à revolução."
As escolas católicas foram fechadas, as congregações
expulsas, os sindicatos Cristãos proibidos, numerosas igrejas confiscadas e
profanadas (transformadas em estábulos ou refeitórios) ou destruídas. A presença na escola pública se tornou
obrigatória, o ateísmo era oficialmente ensinado, e as insígnias religiosas
(medalhas, crucifixos, estátuas e quadros) foram proibidos mesmo em casa. Deus era caçado até na
linguagem! O uso de tais expressões como “Adeus”,
"Se Deus quiser", ou "Deus proíba" era sujeita a multa.
Para terminar, os padres eram "registrados": alguns
estados (México é uma república federal) exigiam que eles jurassem não para
converter, outros tentavam mandá-los se casar se quisessem para continuar sua
função! Monsenhor Carvana, o Núncio Apostólico, protestou. Em 12 de Maio de 1926 ele foi
expulso. Por todo o país, figures públicas católicas eram
assassinadas, garotas saindo da igreja eram raptadas, aprisionadas e estupradas.
Monsenhor Curley, o Arcebispo de Baltimore, expressou sua indignação: "Calles
persegue a igreja porque sabe que tem a aprovação de Roma. Nosso governo armou os assassinos de
Calles. Nossa amizade encorajou-o em sua empresa abominável: destruir
a idéia de Deus nas mentes e corações de milhões de Mexicanos."
Em 28 de Maio, Calles recebeu a medalha de mérito Maçônica
das mãos do Grão-Mestre do rito Escocês no México. Em 12 de Julho, o seguinte comunicado
apareceu na imprensa: "Maçonaria internacional aceita responsabilidade por
tudo que está acontecendo no México, e está preparando-se para mobilizar todas
as suas forças para a aplicação metódica, integral do programa para esse país."
Em 26 de Julho, um lojista idoso foi friamente capturado por
dois policiais em trajes civis. Seu crime?
Em sua loja ele havia colocado um sinal com
o comentário Viva Cristo Rey! Vida Longa ao Cristo Rei! Os Mexicanos reagiam pacificamente à perseguição: eles
boicotavam empresas estatais (aquisição de tabaco e o tráfego na Estrada de
ferro reduziu-se por 74%, e em apenas algumas semanas, o banco nacional sofreu
uma perda de 7 milhões de pesos), e eles também circulavam uma petição de
protesto assinada por 2 milhões (dentre uma população de 15 milhões).
Mas os Cristãos tem algo ainda melhor do que isso, eles têm
orações, e o país foi entrecruzado por gigantescas procissões penitenciais:
10,000, 15,000 fiéis, descalços, coroados com espinhos, imploravam a Deus pelo
seu país. Os poderes não podiam tolerar
isso, e suas pesadas metralhadoras dispersavam as procissões, e os primeiros
mártires caíam, cantando.
O LEVANTE
Em Janeiro de 1927, o México Católico elevou: 20.000 combatentes
(30.000 pelo fim do ano, e 50.000 em 1929); poucas armas (e uns poucos rifles e
carabinas, mas principalmente machadinhas e às vezes simplesmente paus), poucos
cavalos, mas todas as pessoas os apoiando, oferecendo seu dinheiro e
necessidades. Um camponês Cristero relatava
como eles começavam com canções e orações em seus lábios: "Nós éramos
1.000, depois 5.000, e então mais! Todos
começaram como se fosse para a colheita.... Nós pretendíamos firmemente morrer,
irados ou não, mas morrer para Cristo."
Contra eles havia 100 colunas móveis de 1.000 homens cada, verdadeiras
"colunas infernais" financiadas pelos EUA (carros blindados leves, tratores
de artilharia, aeronaves de combate...). Os primeiros conflitos foram massacres
sangrentos. Um oficial de Calles escreveu:
"Eles estão mais para peregrinos do que soldados. Isso não é uma campanha militar, é uma reunião
de caça!" O próprio presidente predisse: "Serão aniquilados em menos
de dois meses."
Mas quando um romeiro pega em armas, se torna um cruzado! Os Cristeros eram capazes de se equiparem a
partir do adversário, beneficiando-se de sua covardia ou corrupção. Os "federais" estavam mais para
saqueadores, bêbados com tequila e maconha, do que para soldados dignos do
nome. Em 15 de Março de 1927, eles foram
derrotados em San Julian; em Puerto Obristo, caíram 600 mortos. Em Novembro, o adido militar dos EUA começou
a se preocupar com o sucesso dos "fanáticos", 40% dos quais estavam
agora equipados com excelentes Mausers recuperadas do inimigo. Como
era possível?
O MISTÉRIO DA INIQÜIDADE
O ano de 1928 foi terrível: as colunas infernais haviam
recebido a ordem de deportar a população rural para "campos de concentração"
onde a fome e a epidemia dizimava-os. Na
mínima demonstração de resistência, os federados os massacrariam. Colheitas e rebanhos eram desapropriados,
pasto queimado, e aldeias destruídas pelos milhares. Apesar de sua política de terra queimada, os
Cristeros ficaram firmes como os Macabeus contemporâneos.
Em 1929, o governo renunciou a sua política de governar o
campo. Três-quartos do inabitável México
estavam nas mãos das tropas de Cristo Rei, a vitória estava no alcance,
especialmente como o desperdício no México era lutar uns contra os outros, e
nos EUA, Hoover, que não era um Maçom, foi eleito! Então eles aprenderam que as
negociações secretas entre o governo Mexicano e o Vaticano resultaram em um
acordo. Em 21 de Junho, o episcopado Mexicano
(exceto um de seus membros, Sua Excelência Jose de Jesus Manriquez y Zarate) assinou
uma "resolução" sobre o conflito com o poder governante em bases "negociadas"
por um Jesuíta norte-americano, Padre Walsh. O acordo contemplaria: (1) imediato e
incondicional cessar-fogo; (2) o reinício do culto público iniciando no dia
seguinte (22 de Junho).
Isso era tudo.
Restauraram-nos até a mesma situação que prevalecia em 1926 com todas as
leis anti-Católicas então em efeito, incluindo o registro dos padres! No texto,
os Cristeros são chamados de fanáticos dirigidos por uns padres de segunda
classe; sua revolta era um erro, uma imprudência, mesmo um pecado: eles devem renunciar
suas armas sob pena de excomunhão...
TRAIÇÃO DO VATICANO
Enrique Gorostieta Velarde, comandante-chefe dos Cristeros, dirigiu-se
a suas tropas com voz enlutada:
"Sua Santidade o Papa, pelo intermediário do mais
excelente Núncio Apostólico, decidiu, por razões as quais são desconhecidas por
nós, mas que, como Católicos, aceitamos, que o culto público será reiniciado
amanhã sem que a lei seja alterada… Esse arranjo… conseguido com nosso esforço
que é o mais nobre e mais santo sob nossa bandeira, no momento em que a Igreja
declarou que ela renunciará ao que ela obteve...Conseqüentemente, a Guarda
Nacional assume a responsabilidade pelo conflito....Quanto a nós como homens,
nós temos uma satisfação que ninguém pode tirar de nós: a Guarda Nacional não
desaparece derrotada pelos seus inimigos, mas abandonada por aqueles que eram
para ser os primeiros a receber o fruto de nossos sacrifícios e abnegação! Salve,
Cristo! Aqueles que
para o Senhor estão se humilhando, ao exílio, e talvez, a uma morte inglória...
com o mais fervente amor saudamos o Senhor, e uma vez mais proclamamos que o
Senhor é o Rei de nosso país."
Seis mil Cristeros obedeceram e foram imediatamente
massacrados. Em 3 dias,
eles haviam perdido 5.000 homens em combate! O episcopado Mexicano decretou a excomunhão dos
padres Cristeros, mas aqueles que não haviam sido mortos durante a guerra (180)
já haviam sido martirizados... Tudo foi perdido.
O novo presidente, o advogado maçom Fortes Gil, regozijou-se.
No banquete do solstício de verão, ele
reconheceu seu assombro com a capitulação incondicional de um exército
vitorioso, e sua intenção para continuar a luta: "A luta não começou
ontem. A luta é eterna. A luta começou 20 séculos atrás." Realmente, mas a novidade era que o Vaticano não
estava no lado correto.
A Franco-maçonaria, condenada por todos os papas desde o
século XVIII (Clemente XII, em 1738) até o fim do século XIX (em 1892, Leão
XIII igualou a Franco-maçonaria ao Satanismo), infiltrou-se na Igreja nos altos
postos da hierarquia: Não foram G. della Chiesa (o futuro Bento XV) e A. Ratti
(o futuro Pio XI) os "recomendados" do Cardeal Rampolla? Em 1926, não
foi Pio XI que condenou a Ação Franceça em concordância com os desejos da
seita? Em 1928, não foi o Padre Vallet expulso da Espanha e seu trabalho
suprimido por uma hierarquia que preferiu favorecer a Opus Dei?
Quando, de 1934
a 1937, uma nova Cristiada foi lançada, Pio XI deixou o
episcopado Mericano excomungar os Cristeros e então esperou até que eles fossem
todos mortos antes de ousar escrever (em sua Carta ao Episcopado Mexicano,
1937):
“Quando o poder se eleva contra a justiça e a verdade... não
se pode ver como alguém condenaria os cidadãos que unidos para defender a nação
e a si mesmos – mesmo pelo uso das armas – contra aqueles que, por meios do
poder do Estado, planeja sua desgraça.”
No mesmo ano, na Divini
Redemptoris, ele culpava o Comunismo pelas atrocidades perpetradas contra
os Cristãos no México... mas não mencionava a Franco-maçonaria.
Calles era um peão Comunista como Fidel Castro posteriormente foi, ao mesmo tempo ele servia os banqueiros cabalistas em Wall Street. Eram idênticos.
Calles era um peão Comunista como Fidel Castro posteriormente foi, ao mesmo tempo ele servia os banqueiros cabalistas em Wall Street. Eram idênticos.
"Sob Calles, o México se tornou o primeiro país no
mundo a reconhecer a União Soviética, e a embaixada Soviética que foi
estabelecida na Cidade do México progredia para ser a uma das maiores no mundo
e um centro-chave para a subversão, espionagem e terrorismo do NKVD/KGB por
todas as Américas. Porém, ainda antes de
Calles chegar ao poder em 1924, o novo regime Comunista em Moscou começou a
exercitar sua influência no México. O
ditador Soviético Lênin enviou ao México o agente do Komintern Mikhail Borodin,
em 1919, para coordenar um crescente movimento Comunista-Socialista que era
pesadamente condimentado com elementos estrangeiros, a maioria dos quais
intelectuais Americanos e Europeus.”
Tuesday, April 16, 2013
Polícia israelense prende feministas no Muro das Lamentações
Mulheres usavam talits de oração com franjas, disse porta-voz da polícia.
Judeu ortodoxo que tentou atear fogo a um livro também foi detido.
A polícia israelense prendeu cinco feministas religiosas judias que rezaram no Muro das Lamentações de Jerusalém com peças reservadas aos homens.
"Mais de 200 mulheres rezaram esta manhã no Kotel (Muro das Lamentações). Cinco usavam talits de oração com franjas, algo proibido pelo Tribunal Supremo, e foram detidas", declarou a porta-voz da polícia, Luba Samri.
Um haredi ('os que temem a Deus'), ou seja um judeu ultraortodoxo, que tentou atear fogo a um dos livros de oração das mulheres, também foi detido.Feministas judias da associação "Mulheres do Muro" desafiam os ortodoxos e rezam no Muro das Lamentações, o local mais sagrado do judaísmo, último vestígio do segundo Templo destruído pelos romanos no ano 70 da era cristã.
Elas querem acesso a todos ao Muro das Lamentações, incluindo aos seguidores das correntes liberal e conservadora do judaísmo.
Judeu ortodoxo que tentou atear fogo a um livro também foi detido.
A polícia israelense prendeu cinco feministas religiosas judias que rezaram no Muro das Lamentações de Jerusalém com peças reservadas aos homens.
"Mais de 200 mulheres rezaram esta manhã no Kotel (Muro das Lamentações). Cinco usavam talits de oração com franjas, algo proibido pelo Tribunal Supremo, e foram detidas", declarou a porta-voz da polícia, Luba Samri.
Um haredi ('os que temem a Deus'), ou seja um judeu ultraortodoxo, que tentou atear fogo a um dos livros de oração das mulheres, também foi detido.Feministas judias da associação "Mulheres do Muro" desafiam os ortodoxos e rezam no Muro das Lamentações, o local mais sagrado do judaísmo, último vestígio do segundo Templo destruído pelos romanos no ano 70 da era cristã.
Elas querem acesso a todos ao Muro das Lamentações, incluindo aos seguidores das correntes liberal e conservadora do judaísmo.
Saturday, April 13, 2013
Judeu não quer contato com as pestilentas
Janer Cristaldo
Quando me mudei para Higienópolis – Hidischienópolis, para alguns – certos costumes e rituais do bairro me soaram bastante estranhos. Aos sábados, quando chovia, senhores e senhoras elegantes se cobrem com capinhas vagabundas de plástico, dessas que se compra a cinco reais nas bancas de revista. Casais nunca se dão as mãos. Em um determinado dia do ano, homens engravatados e bem postos não usam sapatos, apenas tênis.
Aos poucos, comecei a descobrir as firulas da ortodoxia judaica. Usam capas no sábado, porque no sábado um judeu não pode portar um guarda-chuva. A rigor, não pode nem apertar um botão de elevador. O que faz com que apartamentos de primeiro andar sejam muito valorizados. Há inclusive no bairro um prédio com um elevador casher: aos sábados, ele pára em todos os andares sem que nenhum botão precise ser acionado.
Em 2006, escrevi sobre o assunto, o que rendeu longa polêmica. O artigo era abrangente e se reportava aos preceitos do santo homem Maimônides. Através de um porta-voz, tive a suprema honra de ser respondido pelos rabinos do Colel Iavne:
"Atacar os judeus se utilizando da sua religião, costumes, vestimentas e retirando do contexto afirmações bíblicas não é novidade. O recurso foi usado infinitas vezes por anti-semitas ao longo da história da jornada judaica neste planeta. Janer Cristaldo, ao repetir o ato em seu artigo publicado no Mídia Sem Máscara, e intitulado, "Sobre Maimônides" sequer foi original. De todo modo, merece uma resposta, o que fazemos a seguir. Este artigo foi escrito com a colaboração inestimável das seguintes pessoas: Rav. Avraham Zajac, André Cardon, Sérgio Kalmus, Marcella Becker e sob consulta e aconselhamento de rabinos do Colel Iavne".
A bem da verdade, eu não atacava os judeus. Apenas falava de seus hábitos e transcrevia alguns preceitos de Maimônides, de seu livro Os 613 Mandamentos. (Ou você pensava que eram apenas dez?). Preceitos que aliás nem são do bom rabino, mas da Torá. Me atenho agora a apenas um dos itens da polêmica, a impureza das mulheres.
Escreviam então meus contestadores: “O articulista critica os judeus por não apertarem botões aos sábados, e por andarem de capas de chuva “vagabundas”, ao invés de guarda-chuvas. Se sente incomodado por eles não darem mãos a mulheres em público e por andarem de tênis no dia mais santo judaico, o Dia do Perdão, o Yom Kipur”. (...) “Agora são apontados e menosprezados por usarem ‘capas de chuva vagabundas’ e ‘tênis em lugar de sapato’”.
Ora, em momento algum critiquei os judeus por não apertarem botões nem declarei sentir-me incomodado por não darem as mãos às suas mulheres. Em momento algum menosprezei alguém por usar capas de chuva ou tênis. Tênis é calçado que uso quase diariamente. Como cidadão do Ocidente, apenas manifestei minha estranheza em relação a tais comportamentos (por exemplo, usar tênis com terno e gravata), e nada mais que isso. Considerei-os obsoletos, e não me parece que considerar obsoletas determinadas práticas possa constituir anti-semitismo. Continuavam meus interlocutores:
“Um homem, mesmo tendo 100% de certeza de que uma mulher não está menstruada e ainda que seja sua esposa; mesmo assim, pelas leis mais estritas judaicas, não pode cumprimentá-la em público. E porque? (sic!) Por questão de recato. Para preservar carinhos e troca de afagos para os momentos íntimos e particulares com a sua amada”.
De minha parte, não vejo nenhuma falta ao recato em dar a mão a uma mulher. Assim fosse, todos os cristãos deste país seriam despudorados irremediáveis. Meus interlocutores parecem não ter lido a Torá. Lá está, em Levítico 15:19-24:
“E mulher, quando tiver fluxo, e o fluxo da sua carne for de cor sangüínea, sete dias ficará separada na sua impureza; e todo aquele que tocar nela será impuro até a tarde. E tudo sobre o que se deitar na sua impureza será impuro, e tudo sobre o que ela se sentar será impuro. E todo que tocar no seu leito, lavará suas vestes, se banhará em água e será impuro até a tarde. E quem tocar sobre o leito ou sobre o objeto em que ela está sentada, tocando neles, será impuro até a tarde. E se um homem deitar com ela, a sua impureza passará sobre ele, e ficará impuro sete dias; e toda cama em que ele se deitar, se fará impura”. Ora, para mim, cidadão ocidental e vivendo neste século, soa muito estranho considerar impura uma mulher em seus dias de menstruação.
Uma colega da Folha de São Paulo, que morava no bairro, por bom tempo dedicou-se a fazer terrorismo com os rabinos. Esbarrava neles e se desculpava: “Desculpe, foi sem querer. É que estou nervosa, estou menstruadíssima”. O coitado do rabino se esfregava desesperado, como se quisesse exorcizar a lepra.
Está rolando nas redes sociais uma curiosa foto de um judeu ortodoxo em um avião, encapsulado dentro de uma capa de plástico, publicada pelo Huffington Post. Há relatos de que a companhia aérea El Al tem notado um aumento no número de judeus ultra-ortodoxos que pedem para trocar de lugar nos vôos, para evitar ficar sentado ao lado das pestilentas. Uma mulher já processou a companhia aérea por tê-la deslocado a parte traseira de um avião, depois que ultra-ortodoxos se recusaram a sentar-se ao lado dela.
Internautas foram rápidos em apontar que a explicação pode não ser totalmente correta. "Isso não tem nada a ver com as mulheres," – escreveu um usuário. "Ele é um Cohen," descendente dos sacerdotes sagrados do templo e não estão autorizados a entrar ou voar sobre um cemitério, que os torna impuros”.
O cemitério, no caso, estaria situado em Holon, área metropolitana de Tel-Aviv. Em 2001, a El Al Airlines decidiu não permitir que judeus ultra-ortodoxos se revistam hermeticamente em sacos de plástico quando voando sobre o cemitério de Holon, a fim de evitar a impureza ritual. Segundo a empresa, considerações de segurança de vôo não permitem passageiros a bordo cobertos por sacos plásticos fechados.
Dados os precedentes, tendo a crer que Cohen queria mesmo era evitar o contato com as pestilentas.
Quando me mudei para Higienópolis – Hidischienópolis, para alguns – certos costumes e rituais do bairro me soaram bastante estranhos. Aos sábados, quando chovia, senhores e senhoras elegantes se cobrem com capinhas vagabundas de plástico, dessas que se compra a cinco reais nas bancas de revista. Casais nunca se dão as mãos. Em um determinado dia do ano, homens engravatados e bem postos não usam sapatos, apenas tênis.
Aos poucos, comecei a descobrir as firulas da ortodoxia judaica. Usam capas no sábado, porque no sábado um judeu não pode portar um guarda-chuva. A rigor, não pode nem apertar um botão de elevador. O que faz com que apartamentos de primeiro andar sejam muito valorizados. Há inclusive no bairro um prédio com um elevador casher: aos sábados, ele pára em todos os andares sem que nenhum botão precise ser acionado.
Em 2006, escrevi sobre o assunto, o que rendeu longa polêmica. O artigo era abrangente e se reportava aos preceitos do santo homem Maimônides. Através de um porta-voz, tive a suprema honra de ser respondido pelos rabinos do Colel Iavne:
"Atacar os judeus se utilizando da sua religião, costumes, vestimentas e retirando do contexto afirmações bíblicas não é novidade. O recurso foi usado infinitas vezes por anti-semitas ao longo da história da jornada judaica neste planeta. Janer Cristaldo, ao repetir o ato em seu artigo publicado no Mídia Sem Máscara, e intitulado, "Sobre Maimônides" sequer foi original. De todo modo, merece uma resposta, o que fazemos a seguir. Este artigo foi escrito com a colaboração inestimável das seguintes pessoas: Rav. Avraham Zajac, André Cardon, Sérgio Kalmus, Marcella Becker e sob consulta e aconselhamento de rabinos do Colel Iavne".
A bem da verdade, eu não atacava os judeus. Apenas falava de seus hábitos e transcrevia alguns preceitos de Maimônides, de seu livro Os 613 Mandamentos. (Ou você pensava que eram apenas dez?). Preceitos que aliás nem são do bom rabino, mas da Torá. Me atenho agora a apenas um dos itens da polêmica, a impureza das mulheres.
Escreviam então meus contestadores: “O articulista critica os judeus por não apertarem botões aos sábados, e por andarem de capas de chuva “vagabundas”, ao invés de guarda-chuvas. Se sente incomodado por eles não darem mãos a mulheres em público e por andarem de tênis no dia mais santo judaico, o Dia do Perdão, o Yom Kipur”. (...) “Agora são apontados e menosprezados por usarem ‘capas de chuva vagabundas’ e ‘tênis em lugar de sapato’”.
Ora, em momento algum critiquei os judeus por não apertarem botões nem declarei sentir-me incomodado por não darem as mãos às suas mulheres. Em momento algum menosprezei alguém por usar capas de chuva ou tênis. Tênis é calçado que uso quase diariamente. Como cidadão do Ocidente, apenas manifestei minha estranheza em relação a tais comportamentos (por exemplo, usar tênis com terno e gravata), e nada mais que isso. Considerei-os obsoletos, e não me parece que considerar obsoletas determinadas práticas possa constituir anti-semitismo. Continuavam meus interlocutores:
“Um homem, mesmo tendo 100% de certeza de que uma mulher não está menstruada e ainda que seja sua esposa; mesmo assim, pelas leis mais estritas judaicas, não pode cumprimentá-la em público. E porque? (sic!) Por questão de recato. Para preservar carinhos e troca de afagos para os momentos íntimos e particulares com a sua amada”.
De minha parte, não vejo nenhuma falta ao recato em dar a mão a uma mulher. Assim fosse, todos os cristãos deste país seriam despudorados irremediáveis. Meus interlocutores parecem não ter lido a Torá. Lá está, em Levítico 15:19-24:
“E mulher, quando tiver fluxo, e o fluxo da sua carne for de cor sangüínea, sete dias ficará separada na sua impureza; e todo aquele que tocar nela será impuro até a tarde. E tudo sobre o que se deitar na sua impureza será impuro, e tudo sobre o que ela se sentar será impuro. E todo que tocar no seu leito, lavará suas vestes, se banhará em água e será impuro até a tarde. E quem tocar sobre o leito ou sobre o objeto em que ela está sentada, tocando neles, será impuro até a tarde. E se um homem deitar com ela, a sua impureza passará sobre ele, e ficará impuro sete dias; e toda cama em que ele se deitar, se fará impura”. Ora, para mim, cidadão ocidental e vivendo neste século, soa muito estranho considerar impura uma mulher em seus dias de menstruação.
Uma colega da Folha de São Paulo, que morava no bairro, por bom tempo dedicou-se a fazer terrorismo com os rabinos. Esbarrava neles e se desculpava: “Desculpe, foi sem querer. É que estou nervosa, estou menstruadíssima”. O coitado do rabino se esfregava desesperado, como se quisesse exorcizar a lepra.
Está rolando nas redes sociais uma curiosa foto de um judeu ortodoxo em um avião, encapsulado dentro de uma capa de plástico, publicada pelo Huffington Post. Há relatos de que a companhia aérea El Al tem notado um aumento no número de judeus ultra-ortodoxos que pedem para trocar de lugar nos vôos, para evitar ficar sentado ao lado das pestilentas. Uma mulher já processou a companhia aérea por tê-la deslocado a parte traseira de um avião, depois que ultra-ortodoxos se recusaram a sentar-se ao lado dela.
Internautas foram rápidos em apontar que a explicação pode não ser totalmente correta. "Isso não tem nada a ver com as mulheres," – escreveu um usuário. "Ele é um Cohen," descendente dos sacerdotes sagrados do templo e não estão autorizados a entrar ou voar sobre um cemitério, que os torna impuros”.
O cemitério, no caso, estaria situado em Holon, área metropolitana de Tel-Aviv. Em 2001, a El Al Airlines decidiu não permitir que judeus ultra-ortodoxos se revistam hermeticamente em sacos de plástico quando voando sobre o cemitério de Holon, a fim de evitar a impureza ritual. Segundo a empresa, considerações de segurança de vôo não permitem passageiros a bordo cobertos por sacos plásticos fechados.
Dados os precedentes, tendo a crer que Cohen queria mesmo era evitar o contato com as pestilentas.
Subscribe to:
Posts (Atom)





