Sunday, June 28, 2015

O Plano Judaico para o Genocídio Branco


Nunca um povo abraçou seu legado politico e cultural com uma tal complacência como os estúpidos habitantes da Europa, América do Norte e Austrália.

Não lhe dirijo ressentimento aos imigrantes que estão apenas tentando melhorar, como nossos ancestrais o fizeram.

Dirijo sua ira aos nossos líderes politicos e culturais que, como agentes dos bancos centrais, são colonizadores e traidores.

Esse artigo é uma tradução de um artigo italiano de 2014, postado originalmente em Identità.

(Editado por henrymakow.com)

As causas da imigração em massa ainda são astutamente escondidas pelo sistema, e retratadas como inevitáveis pela propaganda multicultural. ... O que eles querem apresentar como um fenômeno inevitável e espontâneo é, em verdade, um deliberado plano de longo prazo para destruir a identidade do continente.

PAN EUROPA

Um dos principais iniciadores do processo de integração européia foi o homem que forjou o plano de genocídio dos povos da Europa.  A elite o considera o fundador da União Européia.  Seu nome é Richard Coudenhove Kalergi.  Seu pai era um diplomata austríaco chamado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com conexões à família Bizantina dos Kallergis) e sua mãe a Japonesa Mitsu Aoyama...

Em 1922, ele fundou o movimento "Pan-Europeu" em Viena, que almejava criar uma Nova Ordem Mundial baseada numa federação de nações liderada pelos Estados Unidos.  A integração européia seria o primeiro passdo na criação de um governo mundial.  Entre os primeiros apoiadores, incluíam-se os políticos tchecos Tomáš Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg, que investiu os primeiros 60.000 marcos.  O chanceler austríaco Ignaz Seipel e o presidente seguinte da Áustria, Karl Renner, tomaram para si a responsabilidade de liderar o movimento "Pan-Europeu".  Posteriormente, políticos franceses, tais como Léon Blum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc vieram a integrá-lo.

Com a ascensão do Fascismo na Europa, o projeto foi colocado em espera, mas depois da Segunda Guerra Mundial, graças ao apoio de Winston Churchill, e Loja Judaico-Maçônica B'nai B'rith e os maiores jornais como o New York Times, o plano foi aceito pelo Governo dos Estados Unidos.  A CIA posteriormente responsabilizou-se pela finalização do projeto.

A ESSÊNCIA DO PLANO KALERGI

Em seu livro «Praktischer Idealismus», Kalergi indica que os residentes do futuro "Estados Unidos da Europa" não serão os povos do Antigo Continente, mas produtos de miscigenação.  Ele claramente declara que os povos da Europa deveriam se misturar com os Asiáticos e raças escuras, assim criando um rebanho multinacional com nenhuma qualidade e facilmente controlado pela elite dirigente.

Kalergi elimina nacionalidade e auto-determinação usando movimentos separatistas étnicos e imigração em massa.  No intuito de a Europa vir a ser controlada por uma elite, ele quer transformar o povo numa geração misturada de negros, brancos e asiáticos.  Quem é essa elite, porém? Kalergi particularmente nos ilumina a respeito disso:

O homem do futuro será miscigenado.  As raças e classes de hoje gradualmente desaparecerão devido à eliminação do espaço, tempo e preconceito.  A raça eurasiana-negróide do futuro, similar em aparência aos antigos egípcios, substituirá a diversidade dos povos e a diversidade dos indivíduos.  Em vez de destruir o Judaísmo Europeu, a Europa, contrariamente a sua vontade, refinou e educou esse povo, dirigindo-os ao seu status futuro como uma nação condutora através desse processo evolucionário artificial.  Não é surpreendente que o povo que escapou da prisão do gueto se tornou a nobreza espiritual da Europa. Assim, o cuidado compassivo dado pela Europa criou uma nova geração de aristocratas.  Isso aconteceu quando a aristocracia feudal européia estraçalhou-se por causa da emancipação dos Judeus [devido às ações tomadas pela Revolução Francesa]

Embora nenhum livro escolar menciona Kalergi, suas idéias são os princípios reitores da União Européia.  A crença que os povos da Europa deveriam ser misturados com Africanos e Asiáticos para destruir nossa identidade e criar uma única raça mestiça, é a base de todas as políticas públicas que se dirijam a proteger minorias.  Não por razões humanitárias, mas por causa das diretivas lançadas pelo regime cruel que maquina o maior genocídio na história.

O Prêmio Europeu Coudenhove-Kalergi é outorgado a cada dois anos a europeus que tenham se distinguido em promover esse plano criminoso.  Entre aqueles premiados estão Angela Merkel e Herman Van Rompuy.

A incitação ao genocídio, é também a base de constantes apelos das Nações Unidas, que nos cobra aceitarmos milhões de imigrantes dirigindo-se às baixas taxas de natalidade da União Européia.  De acordo com um relatório publicado em Janeiro de 2000 na Análise de «divisão populacional» das Nações Unidas em Nova Iorque, sob o título "Substituição pela imigração: uma solução para a população declinante e envelhecedora", a Europa necessitará de 159.000.000 de imigrantes até 2015.

É de se maravilhar como pode haver uma estimativa de imigração com uma tal precisão se não houvesse um plano premeditado.  É certo que a baixa taxa de natalidade poderia facilmente ser revertida com medidas apropriadas para apoiar as famílias.  É igualmente claro que a contribuição de genes estranhos não protege nossa herança genética, mas que possibilita seu desaparecimento.  O único propósito dessas medidas é adulterar completamente nosso povo, torná-los um grupo de pessoas sem coesão nacional, histórica e cultural.

Em resumo, as políticas do plano Kalergi foram e ainda são a base das políticas de governo oficiais dirigidas ao genocídio dos povos da Europa, através da imigração em massa.  G. Brock Chisholm, ex-diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS) disse: "O que os povos em todos os lugares têm a fazer é limitar suas taxas de natalidade e promover casamentos mistos (entre diferentes raças), isso tem como propósito criar uma única raça em um mundo que será dirigido por uma autoridade central."

CONCLUSÃO

Se olharmos ao nosso redor, o plano Kalergi parece estar plenamente realizado.  Testemunhamos a fusão da Europa com o Terceiro Mundo.  O flagelo dos casamentos inter-raciais produz a cada ano milhares de jovens miscigenados: "Os filhos de Kalergi”.  Sob as pressões dúbias de desinformação e estupefação humanitária, promovida pela mídia, os Europeus estão sendo ensinados a renunciarem a sua origem, a renunciarem sua identidade nacional, racial e cultural.

Os servos da globalização estão tentando nos convencer que negar nossa identidade é um ato progressista e humanitário, que "racismo" é errado.  É necessário, mais do que nunca, contabilizar as mentiras do sistema, despertar o espírito revolucionário nos europeus.  Todos devem ver essa verdade, que a integração européia resulta em genocídio.  Nós não temos outra opção, a alternativa é suicídio nacional.

Fonte: http://henrymakow.com/2015/06/The-Illuminati-Jewish-Plan-for-European-Genocide%20.html

Sunday, June 14, 2015

Brasil colide-se com a Realidade da Raça

por Mike Konrad

Quando eu penso no Brasil, o que vem à mente inicialmente é a Aquarela do Brasil, um absolutamente glorioso samba escrito por Ary Barroso, em 1939, que se tornou internacional quando Walt Disney realizou um desenho empolgante em 1942 usando a música como pano de fundo.  A animação implora por representação, e acha-se difícil acreditar que ela pudesse ter sido feita décadas antes dos gráficos de computadores.  A música é hipnótica e sedutora, como o próprio Brasil.  Porém, a imagem é enganadora, como muito no Brasil.

Em 2012, o Brasil sobrepujou a Grã-Bretanha em produtividade econômica para se tornar a sexta maior economia no mundo.  Porém, com cinco vezes mais gente que a Grã-Bretanha, essa realização não é tão impressionante como parecia nas manchetes.  Em verdade, a Grã-Bretanha tem uma vantagem de renda per capita de 5 pra 1.

O Brasil é glorificado pelo seu uso de metanol, com uma redução proporcionada de combustíveis fósseis.  O que é ignorado é que o Brasil tem ¼ do número dos carros dos EUA, com um clima equatorial que pode encorajar produção de cana-de-açúcar como nenhum outro.  Seu sucesso é suspeito, e não é exportável para fora do Brasil.

O Brasil ainda é enaltecido como o líder das nações BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), e como a casa de força da economia do future, mas há um segredo escuro para o Brasil, algo que a mídia raramente fala, mas quando discursado resfriará o otimismo dos defensores do Brasil.

O Brasil é atualmente dois países.  O muito branco Sul europeu, e o norte muito africano.  A dicotomia não poderia ser mais clara; porém a própria história do Brasil e o politicamente correto conspiraram para ocultá-la.  Em vez disso, ao mundo é oferecida uma falsa pretensão para a melodia da Aquarela do Brasil.

A Aquarela do Brasil retratou o Brasil como uma gloriosamente dissimulada mulata.

Na década de 30, era chocante encontrar qualquer povo ocidental desejando retratar-se por meios de uma mulher de cor, mas isso foi o que o Brasil exatamente fez, décadas antes do resto do Ocidente abraçar o multiculturalismo. O intelectual do Brasil, Gilberto Freyre, louvava "as raízes raciais do Brasil e a harmonia social."

Nascido e uma família de privilégios, Gilberto Freyre converteu-se ao protestantismo e foi educado nos EUA.  Quando ele retornou ao Brasil, Freyre escreveu uma série de livros que o tornaram famoso em seu júbilo das raízes africanas do Brasil.

Na década de 30, Freyre introduziu a controversa [sic] teoria da “democracia racial brasileira”, a qual argumentava que a mistura racial (que era encarada com desprezo no Brasil) era enriquecedora para a cultura.

Nos EUA, Freyre poderia ter sido linchado por isso.  No Brasil, lhe foi dada uma cadeira de sociologia na Universidade do Brasil.  Oficialmente, suas idéias foram angariadas como política social.

Considere que Freyre estava defendendo mistura racial durante uma era quando o mundo sustentava em com respeito o Übermenschen Ariano de Hitler.  Isso não era uma mera teoria para Freyre.  Ele abraçaria novamente o catolicismo de sua juventude desde seu sincretismo com o panteão de deuses afro-brasileiros do Candomblé.  Até o homem forte do populismo do Brasil, Getúlio Vargas, entrou em ação e encorajou a celebração da diversidade racial do Brasil.

O samba, anteriormente suprimido pelas autoridades, agora era exaltado.  Posteriormente veio a celebração da bossa nova, melhor exemplificada como o Orfeu Negro, o filme favorite da mãe de Obama.  Tanto o samba quanto a bossa nova se tornariam mundialmente famosos, mas somente quando feito por broncos.  O mais africano tropicalismo, embora impressionante, não fez o mesmo sucesso.

Oitenta anos depois, o Brasil é simultaneamente respeitoso e assustador.  Suas indústrias são de classe mundial.  O Brasil é agora um participante na aviação e produção de armas.  São Paulo tem uma área de metrô de 20 milhões, e é famoso por sua abundância de arranha céus com heliportos.

Nenhuma cidade brasileira está aproveitando a atual explosão econômica mais do que São Paulo, onde executivos voam baixo em helicópteros vestindo ternos de $10,000. - The Guardian, 2008

Parece futurista, até se perceber que o rico usa o helicóptero não somente para evitar engarrafamentos, mas para evitar dirigir pra casa através de favelas, favelas que são pesadamente afro-brasileiras.  A democracia racial do Brasil somente funcionou no papel.  Ninguém realmente acreditava nela.  A dicotomia entre negros e brancos ainda está aí.

Apesar das melhoras, os negros brasileiros ainda ganham menos da metade que os brancos, de acordo com o DIEESE, uma instituição federal de pesquisa para sindicatos trabalhistas brasileiros.

Por trás de todo exagero do sucesso do Brasil colocam-se as pesadamente afro-brasileiras “favelas”, redutos onde as gangues locais atacam e expulsam a polícia.  A favela de Manguinhos no Rio era tão violenta que foi apelidada de “Faixa de Gaza”.

Essas favelas são erguidas pelos pobres em qualquer espaço livre disponível na cidade, próximo à prosperidade branca – e sim, eles são similares às vizinhanças Silwan Árabes de Jerusalém, próximos às bem cuidadas áreas Judaicas.  Analogias à Faixa de Gaza podem não estar distantes.

O governo brasileiro limpou um punhado de favelas para a Copa do Mundo de 2014, mas a maioria das favelas persiste; e sim, elas ainda são horrendamente violentas.  O divisor racial, embora oculto, define o Brasil.

Porém, enquanto brancos são somente 48% da população do Brasil, na região do Sudeste eles são uma clara maioria.

A região Sul [vermelho] é 79% branca, uma proporção levemente maior do que a média norte-americana.  O estado de São Paulo [verde] – adjacente ao Sul e a casa de máquinas industrial do Brasil – é 63% branca.  O estado do Rio de Janeiro [azul] é 54% branco, que é pouco acima da média nacional.  Misturado com portugueses estão um número pesado de alemães, vários de italianos, juntamente com ucranianos, holandeses, espanhóis e mesmo alguns confederados, entre outros.

Alguns desses brancos estão rejeitando a visão de Freyre.  Inspirando-se em uma história do passado de rebeliões separatistas brasileiras, grupos como “O Sul é o Meu País” estão defendendo uma secessão do Sul.  Em 2010, com a descoberta de campos de petróleo fora do Rio de Janeiro, o separatismo elevou-se novamente.

O Brasil pode falar de democracia racial, mas isso não é uma realidade.  Ações afirmativas foram recentemente introduzidas no Brasil; e isso não se revela bom para os brancos mais ricos.

Em um sistema comparável àquele nos EUA, os brancos ricos tendem a obter os pontos mais altos [em livres universidades federais] enquanto os outros 5 milhões de estudantes ocupam-se em universidades pagas.  Hoje, o governo está tentando mudar as coisas. – The Atlantic

Agora que a economia do Brasil está entrando em colapso, de acordo com o Zero Hedge, opções de governo podem ser limitadas.  Aquelas já podem desenvolver fissuras raciais.  O separatismo é pequeno agora, mas a agonia econômica pode ampliar as diferenças, e tornar as coisas mais agudas à frente.

De quem é a culpa? Quem sabe? Claramente o passado do Brasil foi feio.  Escravos negros trabalhavam até a morte em plantações de açúcar, onde a expectativa de vida era somente uns poucos anos.  Brasil foi o último país a proibir a escravidão na América do Sul em 1888.  Muito embora o Brasil nunca tenha editado leis Jim Crow, antigos preconceitos dificilmente morrem.

Não fosse pelas diferenças de língua, o Sul do Brasil poderia facilmente juntar-se à Argentina, uma nação que até recentemente orgulhava-se em sua ancestralidade européia.  Até mais irônico, o Sul do Brasil era originalmente parte das concessões espanholas, e não fosse pela guerra, teria permanecido com a Espanha, e posteriormente Argentina.  O segredo oculto da América do Sul é que a Argentina, Chile, Uruguai, e o Sul do Brasil são muito Europeus.  Os espanhóis até têm um nome para essa região: o Cone Sul.

"Negros não existem na Argentina, o Brasil tem esse problema"  - Presidente Argentino, Carlos Menem, 1996

Brasil é um estudo de caso.  Por um momento foi celebrado como exemplo que diversas raças poderiam prosperar harmoniosamente e pacificamente.  Sua prosperidade – que somente emergiu entre os brancos – está hoje se rompendo, e se se romper, o Sul do Brasil pode se separar, deixando um Brasil nordestino tão africano etnicamente africano e tão pobre quanto vários países na própria África, enquanto o Sul do Brasil pode acabar tão branco quanto próspero quanto áreas da Europa.  Os europeus do Sul começaram a migrar para a Argentina e Brasil depois que começou a crise econômica européia.

Tão amável quanto o sonho multicultural foi – e ainda é – ele pode provar-se ainda um fantasma.  Uma coisa é assimilar um irlandês, alemão ou italiano numa cultura inglesa ou latina, e outra coisa assimilar na generalidade milhões de negros ou árabes muçulmanos.  Eu espero que eu esteja errado, mas eu não posso encontrar nenhuma evidência contrária de larga escala, com exceção de indivíduos notáveis que não podem ser representativos.

O mundo pode ter aceito que enquanto todos os homens são criados iguais, nem sempre são criados compatíveis.  Eu não estou satisfeito com isso.

Monday, February 02, 2015

Empresas implantam chips nos funcionários para interagir com sistemas

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A maioria de nós já se acostumou a usar crachás, cartões ou senhas para entrar no prédio do escritório, pagar o ônibus ou fazer compras. Mas um edifício comercial em Estocolmo, na Suécia, quer que seus funcionários façam essas coisas usando um chip instalado sob a pele.

Elicio da Costa, que tem escritório nesse edifício, já abre a porta da frente aproximando sua mão do leitor de chip na parede. Lá dentro, ele faz o mesmo gesto para entrar nas salas do escritório e até acionar a máquina de fotocópia.

Ele é um dos que instalaram o pequeno chip de pequeno RFID (identificador de radiofrequência) na mão. Outras 700 pessoas que trabalham no edifício serão convidadas a fazer o mesmo. O objetivo é que, no futuro, o chip sirva para logar em computadores e até realizar pagamentos com o mero toque da mão.

O projeto é organizado por um grupo cibernético sueco, e os chips são implantados por tatuadores.

O jornalista de tecnologia da BBC Rory Cellan-Jones resolveu pôr a ideia à prova e instalou um chip em sua mão. Ele conta que a experiência lhe rendeu uma dor semelhante à de uma injeção, mas rápida.

Potencial

Hannes Sjoblad, que está levando a cabo o projeto no edifício sueco, incluiu até seu cartão de visitas em seu chip subcutâneo.

"Já interagimos o tempo todo com a tecnologia", ele disse. "Hoje é meio confuso – precisamos de senhas e códigos. Não seria mais fácil se usássemos apenas o toque das mãos? É bastante intuitivo."

Mas, ao testar o chip, Cellan-Jones descobriu que ele não é tão intuitivo assim. Para fazer a máquina de fotocópias funcionar, ele teve de contorcer sua mão. E muitos colegas de Sjoblad têm dúvidas quanto a aderir à novidade.

"De forma nenhuma", disse um jovem funcionário, questionado se tinha planos de implantar um chip na mão. Outra funcionária vê potencial na tecnologia, mas acha que não faz muito sentido usá-la apenas para abrir portas e ligar equipamentos.

Mas Hannes Sjoblad acha que o objetivo, no fundo, é maior que isso: preparar as pessoas para quando empresas e governos decidirem impor chips à população.

"Queremos entender essa tecnologia antes que eles venham e digam que todos devemos ganhar um chip – a Receita Federal, o Google ou o Facebook", defende.

Sunday, January 11, 2015

"Sinto muito, eu não sou Charlie", diz Jean-Marie Le Pen

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"Não vou brigar para defender o espírito da Charlie, que é um espírito anarco-trotskista", afirmou o fundador da Frente Nacional

"Eu não sou Charlie", declarou neste sábado o dirigente histórico do partido francês de extrema-direita Frente Nacional, Jean-Marie Le Pen, que destacou, no entanto, lamentar a morte de doze compatriotas no atentado contra a revista Charlie Hebdo.

Em seu site, Le Pen denunciou a manifestação prevista para domingo em homenagem às vítimas, afirmando que o movimento "foi orquestrado pelos meios de comunicação".

"A maneira como tudo isso está sendo orquestrado me recorda as manifestações do mesmo tipo que foram organizadas com a cumplicidade da mídia, como, por exemplo, no caso Carpentras, quando a Frente Nacional foi acusada de ter violado uma sepultura num cemitério judeu, apesar de ser inocente", afirmou.

Le Pen se referia à profanação de um cemitério judeu no sul de Paris em 1990, caso que abalou a França.

"E hoje é 'Todos somos Charlie, Eu sou Charlie'. Pois bem, sinto muito, eu não sou Charlie", enfatizou.

"Lamento a morte de doze compatriotas franceses, dos quais não quero nem saber a orientação política, apesar de conhecer perfeitamente", acrescentando, insinuando que eram "inimigos da FN e que pediam sua dissolução há muito tempo".

"Não vou brigar para defender o espírito da Charlie, que é um espírito anarco-trotskista", afirmou o fundador da Frente Nacional, cuja filha, Marine Le Pen, preside atualmente o partido.

A FN não foi convidada pelos organizadores da manifestação de domingo.

Charlie Hebdo demitiu cartunista por anti-semitismo em 2009

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Após pedido do editor, o cartunista Sine teria se recusado a pedir desculpas por ter associado judeus ao sucesso financeiro

O cartunista Maurice Sinet, que assina sob o pseudônimo Sine, foi demitido da revista satírica Charlie Hebdo em 2009, por incitação ao ódio racial. Ele enfrenta acusações sobre uma coluna que causou mal estar entre os intelectuais parisienses, culminando na sua demissão da revista.

O problema surgiu depois de rumores que o filho do ex-presidente francês, Sarkozy, planejava se converter ao judaísmo. Sine, em sua coluna, publicou: "Este pequeno rapaz vai ter sucesso na vida".  Um comentarista político rebateu a coluna e acusou o chargista de publicar uma ligação preconceituosa sobre judeus e sucesso social. Quando o editor da revista pediu que Sine apresentasse desculpas sobre o comentário, ele se recusou, resultando em sua demissão. Na época, parte da esquerda libertária defendeu Sine, alegando o direito à liberdade de expressão.

Sine respondeu processo judicial sobre seus comentários. O filho do ex-presidente, à época, negou a conversão ao judaísmo.

Friday, January 09, 2015

Wikileaks: EUA armaram Estado Islâmico e se recusaram a ajudar Síria no combate ao grupo

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Presidente Bashar al-Assad tentou se aproximar de Washington em 2010, mas governo Obama continuou armando seus opositores e grupos islâmicos

Os Estados Unidos se recusaram a ajudar o governo da Síria a combater grupos radicais islâmicos como a Al-Qaeda e o ISIS (Exército Islâmico do Iraque e da Síria, que recentemente mudou de nome para Estado Islâmico). Além disso, segundo revelações feitas pelo site Wikileaks, o governo norte-americano armou grupos como o ISIS. Os quase 3 mil documentos sobre essa questão foram vazados pelo site dirigido por Julian Assange na última sexta-feira (08/08).

Em 18 de fevereiro de 2010, o chefe da inteligência síria, general Ali Mamlouk, apareceu de surpresa em uma reunião entre diplomatas norte-americanos e Faisal a-Miqad, vice-ministro das relações exteriores da Síria. A visita de Mamlouk foi uma decisão pessoal de Bashar al-Assad, presidente sírio, em mostrar empenho no combate ao terrorismo e aos grupos radicais islâmicos no Oriente Médio, assinala o documento.

Neste encontro com Daniel Benjamin, coordenador das ações de contra-terrorismo dos EUA, “o general Mamlouk enfatizou a ligação entre a melhoria das relações EUA-Síria e a cooperação nas áreas de inteligência e segurança”, afirmam os diplomatas norte-americanos em telegrama destinado à CIA, ao Departamento de Estado e às embaixadas dos EUA em Líbano, Jordânia, Arábia Saudita e Inglaterra.

Para Miqad e Mamlouk, essa estratégia passava por três pontos: com o apoio dos EUA, a Síria deveria ter maior papel na região, a política seria um aspecto fundamental para ações de cooperação contra o terrorismo e a população síria deveria ser convencida dessa estratégia com a suspensão dos embargos econômicos contra o país. Para Imad Mustapha, embaixador sírio em Washington, “os EUA deveriam retirar a Síria da lista negra”. Nas palavras de George W. Bush, o país fazia parte do “eixo do mal”, junto com Coreia do Norte e Afeganistão.

Apesar da discordância entre EUA e Síria quanto ao apoio de Assad a grupos como Hezbollah e Hamas, os dois países concordavam quanto à necessidade de interromper o fluxo de guerrilheiros estrangeiros para o Iraque e impedir a proliferação de grupos radicais, como a Al-Qaeda, o ISIS e o Junjalat, uma facção palestina com a mesma orientação política. Para Benjamin, as armas chegavam ao Iraque e ao Líbano contrabandeadas pelo território sírio.

Mamlouk reforçou a “experiência síria em combater grupos terorristas”. “Nós não ficamos na teoria, tomamos atitudes práticas”, foram as palavras do chefe de inteligência de Assad. Segundo o general, o governo sírio não mata ou ataca imediatamente esses grupos. “Primeiro, nós nos infiltramos nessas organizações e entendemos o funcionamento delas”. De acordo com Damasco, “essa complexa estratégia impediu centenas de terroristas de entrarem no Iraque”.

Guerra do Iraque e surgimento do Estado Islâmico

No entanto, apesar de afirmarem cooperar com a Síria para combater o terrorismo, os EUA também trabalharam para armar os opositores sírios e isso causaria um problema maior na região: a criação do atual Estado Islâmico. Segundo documentos obtidos pelo jornal britânico Guardian, grande parte do armamento utilizado pelo ISIS (antigo nome do Estado Islâmico) veio de grupos armados pelos EUA e cooptados por Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Califado Islâmico, que hoje controla territórios na Síria e no Iraque.

Saddam al-Jammal, líder do Exército de Libertação da Síria, outro grupo anti-Assad, também jurou lealdade ao Estado Islâmico desde novembro de 2013. Para garantir tal apoio, o ISIS mudou a sua estratégia de controle: dava autonomia a essas autoridades locais em vez de controlar diretamente a governança das cidades. Como resultado, o ISIS se expandiu e conseguiu lutar em cinco frentes: contra o governo e os opositores sírios, contra o governo iraquiano, contra o Exército libanês e milícias curdas.

O armamento começou a ser enviado para os opositores sírios em setembro de 2013. Na época, analistas davam o ISIS como terminado e a alegação para fortalecer esses grupos era a de que o governo Assad havia usado armas químicas. Para enviar as armas, o governo Obama usou bases clandestinas na Jordânia e na Turquia. Aliados dos EUA na região, como Arábia Saudita e Catar, também forneceram ajuda financeira e militar.

Ironicamente, os EUA sabem inclusive a real identidade do líder do Califado. Durante um ataque à cidade iraquiana de Falluja em 2004, os norte-americanos prenderam alguns dos militantes pelos quais procuravam. Entre eles, estava um homem de 30 e poucos anos e pouco importante na organização: Ibrahim Awad Ibrahim al-Badry. 10 anos depois, ele se tornaria líder da mais radical insurgência islâmica contra o Ocidente, segundo informações de um oficial do Pentágono.

Thursday, January 08, 2015

EUA: judeus foram pagos para se passar por vítima do Holocausto

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Cerca de 5,5 mil judeus receberam de forma fraudulenta US$ 42 milhões nos Estados Unidos pagos pela Alemanha, fazendo-se passar por vítimas do Holocausto, informou nesta terça-feira a promotoria de Nova York. Dezessete pessoas, responsáveis pela armação do golpe, foram acusadas de usar um fundo destinado a ajudar vítimas da perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial, informou em um comunicado a promotoria.

Os supostos golpistas, em maioria de origem russa, aprovaram "mais de 5,5 mil candidaturas fraudulentas, que resultaram no pagamento a candidatos que não se qualificavam para os programas", acrescentou. "Se há uma instituição que se poderia supor imune à ganância e à fraude criminal é a Claims Conference, que ajuda diariamente milhares de pobres e idosos vítimas da perseguição nazista", disse o promotor do distrito sul de Nova York, Preet Bharara.

Um dos fundos fraudados entregava em um pagamento único US$ 3,6 mil a judeus que supostamente haviam sido evacuados de suas cidades de origem por causa da perseguição nazista. "Muitos dos que receberam os fundos fraudulentos haviam nascido depois da Segunda Guerra Mundial e pelo menos um deles sequer era judeu", indica a nota.

Após receber os cheques, os beneficiários pagavam uma comissão aos que organizavam a fraude. Um total de 4.957 pessoas receberam indenizações fraudulentas entre 2000 e 2009 de US$ 18 milhões. Em outro golpe, eram entregues mensalmente US$ 411 "aos que viveram em guetos durante 18 meses ou mais ou durante seis meses em campos de concentração ou de trabalho".

Mediante documentos e testemunhos falsos, 658 pessoas que fingiam ter sido vítimas da perseguição reivindicaram assim um total de US$ 24,5 milhões pagos pelos contribuintes da Alemanha. Onze dos suspeitos foram detidos nesta terça-feira e contra todos os eles pesam acusações por fraude passíveis de até 20 anos de prisão e uma multa de US$ 250 mil, informou a promotoria.
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