Sunday, July 12, 2015

Cabalistas transferem evolução humana para os computadores

Humanos se tornarão deuses criando vida inteligente na forma de um supercomputador.  Máquinas "parecerão ter seu próprio livre arbítrio" e até "experiências espirituais".  A agenda oculta é substituir os homens no geral.

por David Livingstone
(Resumido por henrymakow.com)

Apesar da máxima do Google "Não seja mal", a companhia alinhou-se com os grandes projetos do imperialismo Americano, que é um fantoche para a NOM Judaico-Maçônica.  Seu diretor executivo, Eric Schmidt esteve presente na infame conferência Bilderberg em 2008, 2010, 2011 e 2013. Schmidt também tem uma associação registrada na Comissão Trilateral.

Bem mais preocupante, porém, é o plano totalitário do Google para criar uma Nova Ordem Mundial sob um computador superconsciente vinculado a Deus.  Enquanto isso possa parecer ficção científica, os executivos do Google foram avançando a causa de "singularidade tecnológica", e o advento da inteligência super-humana, conhecida como "trans-humanismo".

Essas ambições ilusórias têm sua origem no Grupo de Cibernética financiado pela CIA, inspirado pelas Conferências Macy dos anos 40 e 50.  Eles eram herdeiros dos cientistas loucos da Escola de Frankfurt, um grupo de neo-freudianos que criaram os fundamentos da cultura popular americana. Começando com a contracultura dos anos 60, encorajaram a ascensão do "computador pessoal", que desenvolveu-se para o programa MK-Ultra da CIA para a proliferação do LSD.

Seria através da ajuda de poderosas drogas psicodélicas que os trans-humanistas seriam ajudados no desenvolvimento de uma ilusória maravilha com esse cenário completamente improvável de um computador consciente.

Henry Makow fornece um relato revelador de seu encontro com o envelhecido evangelista do MK-Ultra, Timothy Leary, morto em 1990. Makow relata que:

Infelizmente, Leary foi colocado nos benefícios do que foi então chamado de 'super-estrada da informação'.  Pioneiro do LSD, sua mesa de jantar era estufada com garrafas de álcool.

Ele me contou que sua "visão de Deus" foi retratada na última parte do livro de William Gibson "Neuromancer."

No fim do mundo, todas as informações armazenadas em todos os computadores ascenderão ao Cyber-espaço e se unificarão", disse ele.  "Isso é Deus".

Essas aspirações são conseqüências da Cabala, de acordo com a qual o homem está desenvolvendo-se para se tornar Deus sem, na prática, melhorar a moralidade.  Desde sua origem com Isaac Luria no século XVI, a idéia tem agora se desenvolvido de forma que humanos se tornarão deuses criando inteligência na forma de um supercomputador.

TRANS-HUMANISMO

O uso do termo "trans-humano" remonta ao padre Jesuíta, filósofo e paleontologista Pierre Teilhard de Chardin., o "Darwin Católico", que, através de sua colocação, esse homem criaria a Noosfera, uma consciência suprema, é freqüentemente lembrada como o santo patrono da internet...

Porém, humanos teriam que mesclar sua inteligência coletiva numa supermente através de tecnologia de computador, como um necessário primeiro passo na evolução coletiva do universo.  Teilhard foi impenitente a respeito da base eugênica dessa teoria:

Até aqui nós certamente permitimos nossa espécie desenvolver-se aleatoriamente, e nós emprestamos tão pouca meditação na questão de que fatores médicos e morais devem substituir as forças brutas da seleção natural que deveríamos suprimi-las.  No curso dos séculos vindouros é indispensável que uma forma de Eugenia nobremente humana, num padrão digno de nossas personalidades, devesse ser descoberta e desenvolvida.  A Eugenia aplicada a indivíduos conduz à Eugenia aplicada à sociedade.[1]

O primeiro uso do termo "singularidade" nesse contexto foi pelo matemático John von Neumann, um dos líderes do Grupo Cybernetics, de acordo com Jeffrey Steinberg, em “From Cybernetics to Littleton”.

Para John von Neumann e Norbert Wiener, o centro do projeto do Grupo Cybernetics foi o desenvolvimento dos computadores, e o prospecto de combinar computadores de alta velocidade com suposta Inteligência Artificial, para literalmente "programar" a espécie humana.  Sublinhando todos esses esforços estava a inabalável, embora absurda convicção, mais avidamente apresentada por von Neumann, que não havia nada sagrado a respeito da mente humana, e que o cérebro humano era uma máquina, cujo funcionamento poderia ser replicado e, finalmente, sobrepujado por computadores...

Sobre as décadas que se sucederam, esse campo continuou a atrair pensadores influentes, tais como Hans Moravec e Raymond Kurzweil.  A coalescência de um movimento trans-humanista identificável começou nas últimas décadas do século XX.

Em 1966, FM-2030 (anteriormente F.M. Esfandiary), um futurista que ensinava "novos conceitos do Homem" na New School em Nova Iorque, começou a identificar pessoas que adotavam tecnologias, estilos de vida e visões de mundo com transições à "pós-humanidade" como "trans-humana".

Essas idéias foram glamourizadas em Hollywood, tais como a verão de 2001 de Kubrik: Uma Odisséia no Espaço por Arthur C. Clarke, a série “O Exterminador”, Blade Runner baseado no autor influenciado pelo LSD Philip K. Dick's de “Androids Dream of Electric Sheep”.  Dick foi também inspirado por Teilhard de Chardin. ...

Outros filmes seguindo os padrões trans-humanistas foram o clássico anime O Fantasma na Concha, Matrix, a refilmagem de Robocop, e mais recentemente “Her” com Joachin Phoenix, e Transcendência, estrelando Johnny Depp.

Ray Kurzweil, hoje um diretor de engenharia do Google, citou o uso do termo "singularidade" de Neumann em um prefácio ao clássico de von Neumann “O Computador e o Cérebro”.  Kurzweil recebeu a Medalha Nacional de Tecnologia e Inovação em 1999, a mais elevada honra em tecnologia da América, do Presidente Clinton numa cerimônia na Casa Branca.

E em 2002 ele foi introduzido no Hall da Fama dos inventores nacionais, estabelecido pelo Escritório Norte-Americano de Patentes.  Ele recebeu dezenove doutorados honoríficos, e honras de três presidentes norte-americanos.  Kurzweil foi descrito como um "gênio impaciente" pelo The Wall Street Journal e "a última máquina pensante" pela Forbes.

PBS incluiu Kurzweil como um dos 16 "revolucionários que fizeram a América" junto a outros inventores dos últimos dois séculos.  A Inc. magazine classificou como 8º entre os "mais fascinantes" empresários nos Estados Unidos e chamou-o de "herdeiro legítimo de Edison".

Kurzweil é autor de sete livros, cinco dos quais foram bestsellers nacionais.  A Era das Máquinas Espirituais, a respeito da inteligência artificial e o futuro curso da humanidade, foi traduzida em nove línguas e foi o 1º livro best-selling na Amazon em ciência.

Kurzweil acredita que a evolução fornece evidência que humanos criarão um dia máquinas mais inteligentes do que elas são. Kurzweil profetiza que as máquinas "parecerão ter seu próprio livre arbítrio" e até "experiências espirituais".

O livro de Kurzweil “A Singularidade está Próxima”, que foi um bestseller no New York Times, diz que isso levará a uma singularidade tecnológica no ano de 2045, um ponto onde o progresso é tão rápido que supera a habilidade humana para compreendê-lo.  Uma vez que a “Singularidade” tenha sido atingida, Kurzweil prediz que a inteligência da máquina será infinitamente mais poderosa do que toda inteligência humana combinada.  Subseqüentemente, diz Kurzweil, a inteligência irradiará exteriormente desde o planeta até que sature o universo.

A posição de Kurzweil como um futurista e um trans-humanista conduziu ao seu envolvimento em várias organizações com temas de singularidade.  Kurzweil está, ainda, entre os fundadores da Cúpula Singularidade, a conferência anual do Instituto de Singularidade para Inteligência Artificial, em 2006 na Universidade de Stanford. O SIAI foi fundado para "ajudar a humanidade a preparar-se para o momento quando a inteligência da máquina exceder a inteligência humana."

Sunday, July 05, 2015

Fraude? Blog revela o segredo feio do Judaísmo

Logo depois que esse blog apareceu na Quinta-Feira, o “Times of Israel” o derrubou.  Eles disseram que foi escrito por um impostor.  O verdadeiro Josh Bornstein, um advogado Australiano, disse que ele não o escreveu. "Eu deploro racismo," disse Bornstein. "Eu tenho lutado contra o racismo desde que eu tinha 4 anos de idade."

Realmente, isso é provavelmente falso.  O artigo é verdadeiramente muito extremo.  Todavia, certamente reflete o coração das crenças de muitos Judeus Sionistas.  O falso "Josh Bornstein" está correto que, baseado no Talmud, o Judaísmo é uma religião de ódio.  Ele ensina que não-Judeus são animais destinados a servir os Judeus.

"O amor de Josh Bornstein pelo Talmud é irônico na medida em que o verdadeiro Josh Bornstein é o Presidente da uma organização que combate abuso sexual de crianças na comunidade Judaica.  O Talmud promove o incesto e a pedofilia.

Os Judeus cabalistas estão tentando convencer os goyim que o Islam é a religião do ódio.  É chamado "Dividir e conquistar".  Na realidade, o Judaísmo como definido pela Cabala e Talmud é responsável por muitas das desgraças da humanidade. (O banco central mundial é propriedade dos cabalistas) O Judaísmo é um culto satânico mascarado como uma religião.  Os primeiros Judeus, enquanto humanidade, foram induzidos a esse culto à guisa do "humanismo secular".  Essa é a chave para entender o mundo.

por "Josh Bornstein"
(resumido por henrymakow.com)

Recentemente, eu comecei a estudar intensivamente o Talmud, o que se provou uma experiência espiritualmente bastante iluminadora.  O Talmud tem muito a nos ensinar sobre Deus, Judeus, Israel e a vida cotidiana.

"É um pilar central para entendermos tudo a respeito do Judaísmo, mais do que a Bíblia", nas palavras do Rabbi Adin Steinsaltz, um dos estudiosos Talmúdicos mais conhecidos no mundo.  "O Talmud não é um dom divino dado aos povos.  O povo Judeu o criou.  Mas, por outro lado, ele criou o povo Judeu.  De tantas maneiras, nós somos Judeus talmúdicos, acreditando nele ou não."

Todos Judeus praticantes são Judeus talmúdicos, já que o Talmud é o coração do Judaísmo.  O Talmud é a rocha que forma a base do Judaísmo e da Lei Judaica.  Nós podemos ver a influência do Talmud por todo Israel de hoje, desde os calendários de Israel até seus códigos legais.  Nas palavras de Herman Wouk: "O Talmud é até hoje o sangue que circulação no coração da religião Judaica.  Não importam leis, costumes ou cerimônias que observamos – sejamos nós Ortodoxos, Conservadores, Reformistas ou simplesmente espasmódicos sentimentalistas – nós seguimos o Talmud.  É nossa lei comum... Novamente, o Talmud é o fundamento de todas as crenças Judaicas.  Quão importante é o Talmud?  Tão importante, na realidade, que Israel está hoje baseando muito de seu sistema legal no Talmud."

1) Sob a lei talmúdica, Israel na prática tem o direito a MUITO mais poder do que tem atualmente;

2) O Talmud torna muito claro que todas as terras pertencem aos Judeus, e que os Judeus podem desapropriar qualquer terra que assim desejarem.  Schulchan Aruch, Choszen Hamiszpat 348: "Todas as propriedades de outras nações pertencem à nação Judaica, que, conseqüentemente, lhe é conferida o poder de desapropriá-las sem quaisquer escrúpulos."  Isso é diretamente do Talmud.  Por que, então, aos "Palestinos" deveria ser conferida qualquer terra? Por que deveriam até mesmo serem permitidos existir?

3) Nas palavras do principal Rabino de Israel, Ovadia Yosef, "Goyim nasceram somente para nos servir.  Sem isso, eles não têm qualquer lugar no mundo; somente para servir o Povo de Israel." Da mesma forma, Rabbi Ya'acov Perin declarou publicamente: "Um milhão de Árabes não são dignos da unha de um Judeu" Chocante? Não deveria ser.  Essa é a lei talmúdica. O Talmud torna claro que a vida de um não-Judeu não tem qualquer valor, e que os gentios existem somente para servir os Judeus.

Sanhedrin 59a: "Assassinar um Goyim é como matar um animal selvagem." Abodah Zara 26b: "Até o melhor dos Gentios deveria ser morto." Baba Necia 114, 6: "Os Judeus são seres humanos, mas as nações do mundo não são, mas bestas." Midrasch Talpioth, p. 225-L: "Jeová criou o não-Judeu em forma humana, de forma que o Judeu não tivesse que servir-se por bestas.  O não-Judeu é, conseqüentemente, um animal em forma humana, e condenado a servir o Judeu dia e noite."

4. O Talmud diz (Coschen hamischpat 425 Hagah 425. 5): "É a lei de não matar qualquer um que nega a Torah. Os Cristãos pertencem aos negadores da Torah." Sob a lei talmúdica, os Judeus são permitidos – e, na realidade, encorajados – a matar Cristãos, Muçulmanos e qualquer um que negue a Torah.

Os "Palestinos" bem que poderiam realizar um outro Holocausto contra o povo Judeu se nós não os exterminarmos primeiro. Os Nazistas mataram bem sucedidamente seis milhões de Judeus.  Os "Palestinos" poderiam matar até mais – a menos que nós o matemos primeiro.  Vamos realmente nos sentar e simplesmente esperar os sub-humanos "Palestinos" realizar um novo, até mesmo mais mortal Holocausto contra o povo Judeu?  É esse um risco que você quer ter? Se não, então é hora de exterminar os "Palestinos" de uma vez e por todas, e da maneira mais brutal e violenta possível.

5. "Palestinos" merecem nada mais do que uma morte lenta, dolorosa e agonizante.  Nenhum "Palestino" pode ser deixado vivo.  Nós precisamos exterminar completamente os "Palestinos".  Então, uma vez que nós tenhamos exterminado todo "Palestino", precisamos trazê-los à tona nas suas sepulturas e queimar seus ossos.  Israel precisa focar toda sua energia para assegurar que os "Palestinos" sejam completa e absolutamente removidos da face da Terra.  "Palestino" bom é "Palestino" morto.

Eu sinto náuseas de ouvir os "Palestinos" queixarem-se de "opressão" e "genocídio," muito embora Israel nunca tenha chegado perto de dar a essas baratas árabes o real genocídio que eles abundantemente merecem.  Esses hipócritas apoiadores de terroristas "Palestinos" PRECISAM sofrer um genocídio real, e se a violência contra os "Palestinos" sempre se tornar viral em Israel (e eu sei da vontade), eu mesmo não hesitarei em me mudar para Israel, integrar as IDF, pegar uma AR-15 até a mesquita mais próxima, especialmente num feriado Muçulmanos como o Ramadan.  Eu adoraria nada mais do que saborear os berros dos "Palestinos", conforme eu invada seus lugares "seguros" e os dilacero com avançada artilharia Israelense.

Não importa o que eu tenha sido questionado quantos "Palestinos" Israel matou, eu sei a resposta instantaneamente: não próximo do suficiente.  Até que não houver um único "Palestino" deixado respirando, essa resposta permanecerá a mesma.  "Palestinos" são uma praga sobre a civilização Israelense, e são uma praga que precisa ser exterminada.  Meus amigos, a época para matar "Palestinos" já passou há tempos.  Pegue sua arma agora e vamos destruir essa escumalha "Palestina".  Os "Palestinos" são parasitas e porcos.  É tempo de levar os porcos ao abatedouro.  Morte a todos os "Palestinos" e qualquer um que se coloca no caminho dos Judeus.

Wednesday, July 01, 2015

Judeus cabalistas são seu próprio deus



por Henry Makow Ph.D.

Semana passada eu registrei que os soviéticos arrasaram milhares de igrejas mas pouparam sinagogas.

Se os comunistas consideravam a religião "o ópio das massas", por qual motivo eles não incluíram o Judaísmo? Cristãos e Judeus adoram o mesmo deus? Há uma afinidade entre Comunismo e Judaísmo? Talvez a elite Judaica tenha um deus diferente...

Um leitor, "George," conheceu a herdeira de uma rica oligarquia bancária "não os Rothschilds, embora sua família tenha vivido em um palácio vizinho aos Rothschilds."

"Leah era uma de minhas alunas na Universidade de Geneva (Suíça) onde eu estava estudando psicologia.  Ela era uma loira atraente de olhos azuis. ...Como ela estava ostentando uma Estrela de David, eu perguntei se ela era uma crente.  Ela respondeu "sim e não" e acrescentou que ela acreditava num deus dos Judeus que estava servindo os judeus em vez de ser servido por eles.  Eu imediatamente perguntei se ela estava falando de um egregore ... Sua única resposta foi "sim", no que rompeu a conversa.  Nunca mais nós mencionamos o assunto."

De acordo com a Wikipedia, "egregore" é um conceito oculto representando uma "forma de pensamento" ou uma "vontade coletiva", uma entidade psíquica autônoma fictícia, influenciando os pensamentos de um grupo de pessoas.  O relacionamento simbiótico entre um egregore e seu grupo foi comparado aos conceitos mais recentes, não ocultos, da corporação (como uma entidade legal) e o meme."

George especula que a elite de Judeus criou o deus judeu como seu "egregore", ou seja, um instrumento de sua vontade coletiva; seu desejo para vencer os pagãos e dominar tudo.

"Poderia ser possível que os antigos sacerdotes levitas encontrassem uma forma de criar uma entidade sobrenatural da mente coletiva da tribo de Judá? Uma entidade nascida de uma mente coletiva que os levitas estavam moldando num auto-isolacionismo e segregacionismo, também chamado como etnocentrismo? ...Uma entidade desenhada para ajudar o "povo escolhido" a destruir as nações "alienígenas" e abastecer-se de recompensas materiais? Uma entidade resultando de magia negra dos sacerdotes levitas que, como os primeiros ateus doutrinados, vinham negando o Deus universal de Moisés porque não quiseram submeter-se a um "Senhor e Mestre", mas em vez disso tornarem-se "Senhores e Mestres" através de seu deus escravo "egregório"?"

Esse "egregore" é Lúcifer, e os Judeus da elite fizeram-no o mestre meme da Nova Ordem Mundial.  Os Judeus da elite são a "Internacional Comunista e Capitalista", as endogâmicas oligarquias bancárias Judaico-Alemães que, de acordo com Christian Rakovsky, incluem os Rothschilds, Warburgs, Schiffs e muitos outros.

Eles, além disso, se casaram com as corruptas elites gentias da Europa e América, muitos dos quais pensam ser Judeus.

O DEPRAVADO ESPÍRITO DE NOSSO TEMPO

Na medida em que o egregore Judaico está também por trás da Nova Ordem Mundial, somente os "crentes" são humanos; tudo o mais é um animal a ser explorado e/ou abatido.

Nicholas Lysson, em seu brilhante ensaio sobre o Holocausto Ucraniano, fornece exemplo desse "nós versus eles" pensando no Talmud e no Antigo Testamento.  Por exemplo: Isaias 60:12 (" . . . Porque a nação ou o reino que recusar servir-te [Israel] perecerá, e sua terra será devastada" ); Isaías 61:5-6 (". . . virão estrangeiros apascentar vosso gado miúdo, gente de fora vos servirá de lavradores e vinhateiros. . . : Vós vos alimentareis com as riquezas das nações. . .")

Lysson prossegue:

"A hostilidade etnocêntrica dos Judeus – consistentemente comentada sobre os povos que os encontraram pelo milênio – pode ser traçada no fim das contas até as origens do Judaísmo apresentada na Torah, por exemplo em Gênesis 9:25 ("Maldito seja Canaã, disse ele; que ele seja o último dos escravos de seus irmãos!"); Êxodo 17:14-16 e 34:12-13 ; Números 24:8 ("Deus os retirou do Egito, e lhes deu o vigor do búfalo. Devora os povos inimigos; quebra-lhes os ossos e criva-os de flechas"), 25:6-13 (em que Deus elogia Finéas por sua iniciativa em lançar um dardo no ventre de um Judeu e uma Gentia casados), 31:7-19 e 33:50-56; e Deuteronômio 2:33-35 ("[sobre a ordem de Deus] Tomamos-lhe então todas as suas cidades, que votamos ao interdito, com os homens, as mulheres e as crianças, sem deixar escapar ninguém."), 3:4-7, 7:1-5 ("tu deverás . . . destruí-los totalmente"), 7:14-26 ("teu olho deverá não ter qualquer piedade"), 20:10-17 ("tu não deverás salvar nada que respire") e 25:19."

"ANTI SEMITISMO"

Não precisa ser um gênio para reconhecer que esse "egregore" é a causa do anti-semitismo.  Líderes Judeus usam o anti-semitismo para manipular os Judeus que são ensinados que são ultrajados sem qualquer razão.  As reais razões para o anti-semitismo são ocultas.  Como Nicholas Lysson aponta, as passagens mais destrutivas do Talmud são amaciadas ou não traduzidas.  Informação a respeito do sistema "Arendar" é suprimida.  Esse sistema causou o massacre de quase 250 mil Judeus pelo Cossaco Ucraniano Bohdan Khmelnytsky em 1648-1654:

"Os Judeus na época dos massacres estavam servindo à Polonesa szlachta (nobreza) e o clero Católico Romano em seus latifúndios ucranianos como arrendatários – coletores de impostos, cobrador de rendas, licenciados de monopólios feudais (isto é, banqueiros, fresagem, depositários e destilação e venda de álcool) e como acoitadores anticristãos que até coletavam dízimos nas portas dos camponeses, igrejas ortodoxas gregas e taxas para abrir aquelas portas para casamentos, batismos e funerais.  Eles tinham poderes de vida e morte sobre a população local (a forma típica de execução sendo o empalamento), e nenhuma lei acima deles a qual essa população tinha recurso... os arrendatários emprestavam propriedades por termos de somente dois ou três anos e tinham todo incentivo para arrancar os camponeses sem misericórdia, sem respeito a conseqüências de longo-prazo."

Os Judeus ainda contam que esses pogroms eram devido a ódio gratuito.  Assim, a dinâmica egregore é perpetuada na medida em que os Judeus normais apóiam as políticas Sionistas.  Por exemplo, eles militam pela guerra contra o Irã, não obstante as desastrosas conseqüências para a humanidade.

Nicholas Lysson assinala que as lideranças Judaicas provocaram ativamente o anti-semitismo visto ser ele indispensável para a coesão e sobrevivência Judaicas.  Estariam eles dizendo que, sem seu "egregore", em outras palavras, sua agenda predatória, os Judeus não teriam qualquer raison d'être comum? Obviamente esse segredo é mantido desde os recrutas, como na Franco-maçonaria que Rakowsky disse ser planejada para realizar "o triunfo do Comunismo".

O EGREGORE COMUNISTA

O maior assassinato em massa na história não foi o holocausto Judaico, mas o Holodomor Ucraniano.  Sob a própria estimativa de Stalin, dez milhões de Ucranianos morreram, a maioria dos quais nas mãos dos bolchevistas Judeus.

O relato de Lysson sugere que essa guerra foi o resultado de uma contenda de vários séculos em que Judeus falharam em aceitar sua humanidade comum com os não-Judeus.  Ela continua a ser o registro mais mortal do século XX, obscurecido pelas perdas Judaicas, como se somente Judeus fossem humanos.

O Holodomor teve lugar porque os Bolcheviques confiscaram todos os grãos.  Lysson escreve: "Um quarto da população rural, homens, mulheres e crianças, caíram mortos ou morreram em um grande alcance do território com cerca de quarenta milhões de habitantes, como um vasto Belsen. O restante, em vários estágios de debilitação, não teve qualquer força para enterrar suas famílias ou vizinhos, [como em Belsen] bem-alimentados esquadrões de polícia ou oficiais do partido supervisionavam as vítimas.”

O extermínio de Kulaks Ucranianos foi dirigido do Kremlin, onde a liderança Bolchevique vivia em apartamentos de família e mantinham uma atmosfera fraternal coberta pelo idealismo coletivista, em outras palavras, seu egregore.  Isso é como o historiador Simon Sebag Montefiore, o descendente de uma família Judaica da elite britânica, descreve a cena durante o Holomodor.  Obviamente, ele não menciona que a maioria dos principais atores era composta por Judeus.

"O Partido era quase um negócio de família.  Os completes clãs eram membros da lideranças…  Essa fraternidade cruel vivia em um incessante frenesi de excitação e atividade, dirigida por adrenalina e convicção.  Estimando-se como Deus no primeiro dia, eles estavam criando um novo mundo em um frenesi de calor vermelho... " (Stalin: “The Court of the Red Tsar”, p. 40, 45)

CONCLUSÃO

Os soviéticos não destruíram as sinagogas porque o Comunismo foi uma expressão do Judaico "egregore".  Cristãos e Judeus aparentemente não adoram o mesmo deus.  O Deus Cristão representado por Jesus é amor universal e fraternidade.  O deus Judeu foi suplantado pelo egregore cabalístico que "serve" os Judeus da elite.  Ele representa sua compulsão sociopática brutal pela dominação do mundo.  O mesmo egregore – o desejo de suplantar Deus – anima a Nova Ordem Mundial.

O Comunista Judeu ou não-Judeu médio era um tolo idealista.  Marxismo, igualdade etc. eram apenas uma janela alinhada a ocultar a real agenda: a destruição de raça, religião, família e nação; a acumulação de todas as riquezas e a escravidão da espécie humana.  Os métodos mudaram, mas a agenda não.

O Sionista médio é também um tolo idealista.  Como muitos percebem, "a Terra Natal dos Judeus" era simplesmente um passo rumo ao governo mundial, "uma ocorrência num plano de longo alcance" para usar as palavras de Louis Marshall.  O objetivo desse plano é escravizar mentalmente a humanidade se não fisicamente.  Sionistas Cristãos são os mais tolos de todos.

O mesmo idealismo sucedâneo infunde o movimento governo mundial, que é cheio de pios oportunistas que venderam sua herança por um assunto num banquete globalista.

Em muitos casos, a acusação de "anti-semitismo" e "ódio" são tentativas desviadas para proibir a oposição à Tirania.  Não vamos nos infatilizar.  Nós estamos testemunhando um mal diabólico, crueldade, depravação, assim como esperteza.  Judeus e não-Judeus devem juntar as mãos para banir Lúcifer e declarer que o único Deus é Deus, Ele é Moral e nós O servimos.


Sunday, June 28, 2015

O Plano Judaico para o Genocídio Branco


Nunca um povo abraçou seu legado politico e cultural com uma tal complacência como os estúpidos habitantes da Europa, América do Norte e Austrália.

Não lhe dirijo ressentimento aos imigrantes que estão apenas tentando melhorar, como nossos ancestrais o fizeram.

Dirijo sua ira aos nossos líderes politicos e culturais que, como agentes dos bancos centrais, são colonizadores e traidores.

Esse artigo é uma tradução de um artigo italiano de 2014, postado originalmente em Identità.

(Editado por henrymakow.com)

As causas da imigração em massa ainda são astutamente escondidas pelo sistema, e retratadas como inevitáveis pela propaganda multicultural. ... O que eles querem apresentar como um fenômeno inevitável e espontâneo é, em verdade, um deliberado plano de longo prazo para destruir a identidade do continente.

PAN EUROPA

Um dos principais iniciadores do processo de integração européia foi o homem que forjou o plano de genocídio dos povos da Europa.  A elite o considera o fundador da União Européia.  Seu nome é Richard Coudenhove Kalergi.  Seu pai era um diplomata austríaco chamado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com conexões à família Bizantina dos Kallergis) e sua mãe a Japonesa Mitsu Aoyama...

Em 1922, ele fundou o movimento "Pan-Europeu" em Viena, que almejava criar uma Nova Ordem Mundial baseada numa federação de nações liderada pelos Estados Unidos.  A integração européia seria o primeiro passdo na criação de um governo mundial.  Entre os primeiros apoiadores, incluíam-se os políticos tchecos Tomáš Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg, que investiu os primeiros 60.000 marcos.  O chanceler austríaco Ignaz Seipel e o presidente seguinte da Áustria, Karl Renner, tomaram para si a responsabilidade de liderar o movimento "Pan-Europeu".  Posteriormente, políticos franceses, tais como Léon Blum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc vieram a integrá-lo.

Com a ascensão do Fascismo na Europa, o projeto foi colocado em espera, mas depois da Segunda Guerra Mundial, graças ao apoio de Winston Churchill, e Loja Judaico-Maçônica B'nai B'rith e os maiores jornais como o New York Times, o plano foi aceito pelo Governo dos Estados Unidos.  A CIA posteriormente responsabilizou-se pela finalização do projeto.

A ESSÊNCIA DO PLANO KALERGI

Em seu livro «Praktischer Idealismus», Kalergi indica que os residentes do futuro "Estados Unidos da Europa" não serão os povos do Antigo Continente, mas produtos de miscigenação.  Ele claramente declara que os povos da Europa deveriam se misturar com os Asiáticos e raças escuras, assim criando um rebanho multinacional com nenhuma qualidade e facilmente controlado pela elite dirigente.

Kalergi elimina nacionalidade e auto-determinação usando movimentos separatistas étnicos e imigração em massa.  No intuito de a Europa vir a ser controlada por uma elite, ele quer transformar o povo numa geração misturada de negros, brancos e asiáticos.  Quem é essa elite, porém? Kalergi particularmente nos ilumina a respeito disso:

O homem do futuro será miscigenado.  As raças e classes de hoje gradualmente desaparecerão devido à eliminação do espaço, tempo e preconceito.  A raça eurasiana-negróide do futuro, similar em aparência aos antigos egípcios, substituirá a diversidade dos povos e a diversidade dos indivíduos.  Em vez de destruir o Judaísmo Europeu, a Europa, contrariamente a sua vontade, refinou e educou esse povo, dirigindo-os ao seu status futuro como uma nação condutora através desse processo evolucionário artificial.  Não é surpreendente que o povo que escapou da prisão do gueto se tornou a nobreza espiritual da Europa. Assim, o cuidado compassivo dado pela Europa criou uma nova geração de aristocratas.  Isso aconteceu quando a aristocracia feudal européia estraçalhou-se por causa da emancipação dos Judeus [devido às ações tomadas pela Revolução Francesa]

Embora nenhum livro escolar menciona Kalergi, suas idéias são os princípios reitores da União Européia.  A crença que os povos da Europa deveriam ser misturados com Africanos e Asiáticos para destruir nossa identidade e criar uma única raça mestiça, é a base de todas as políticas públicas que se dirijam a proteger minorias.  Não por razões humanitárias, mas por causa das diretivas lançadas pelo regime cruel que maquina o maior genocídio na história.

O Prêmio Europeu Coudenhove-Kalergi é outorgado a cada dois anos a europeus que tenham se distinguido em promover esse plano criminoso.  Entre aqueles premiados estão Angela Merkel e Herman Van Rompuy.

A incitação ao genocídio, é também a base de constantes apelos das Nações Unidas, que nos cobra aceitarmos milhões de imigrantes dirigindo-se às baixas taxas de natalidade da União Européia.  De acordo com um relatório publicado em Janeiro de 2000 na Análise de «divisão populacional» das Nações Unidas em Nova Iorque, sob o título "Substituição pela imigração: uma solução para a população declinante e envelhecedora", a Europa necessitará de 159.000.000 de imigrantes até 2015.

É de se maravilhar como pode haver uma estimativa de imigração com uma tal precisão se não houvesse um plano premeditado.  É certo que a baixa taxa de natalidade poderia facilmente ser revertida com medidas apropriadas para apoiar as famílias.  É igualmente claro que a contribuição de genes estranhos não protege nossa herança genética, mas que possibilita seu desaparecimento.  O único propósito dessas medidas é adulterar completamente nosso povo, torná-los um grupo de pessoas sem coesão nacional, histórica e cultural.

Em resumo, as políticas do plano Kalergi foram e ainda são a base das políticas de governo oficiais dirigidas ao genocídio dos povos da Europa, através da imigração em massa.  G. Brock Chisholm, ex-diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS) disse: "O que os povos em todos os lugares têm a fazer é limitar suas taxas de natalidade e promover casamentos mistos (entre diferentes raças), isso tem como propósito criar uma única raça em um mundo que será dirigido por uma autoridade central."

CONCLUSÃO

Se olharmos ao nosso redor, o plano Kalergi parece estar plenamente realizado.  Testemunhamos a fusão da Europa com o Terceiro Mundo.  O flagelo dos casamentos inter-raciais produz a cada ano milhares de jovens miscigenados: "Os filhos de Kalergi”.  Sob as pressões dúbias de desinformação e estupefação humanitária, promovida pela mídia, os Europeus estão sendo ensinados a renunciarem a sua origem, a renunciarem sua identidade nacional, racial e cultural.

Os servos da globalização estão tentando nos convencer que negar nossa identidade é um ato progressista e humanitário, que "racismo" é errado.  É necessário, mais do que nunca, contabilizar as mentiras do sistema, despertar o espírito revolucionário nos europeus.  Todos devem ver essa verdade, que a integração européia resulta em genocídio.  Nós não temos outra opção, a alternativa é suicídio nacional.

Fonte: http://henrymakow.com/2015/06/The-Illuminati-Jewish-Plan-for-European-Genocide%20.html

Sunday, June 14, 2015

Brasil colide-se com a Realidade da Raça

por Mike Konrad

Quando eu penso no Brasil, o que vem à mente inicialmente é a Aquarela do Brasil, um absolutamente glorioso samba escrito por Ary Barroso, em 1939, que se tornou internacional quando Walt Disney realizou um desenho empolgante em 1942 usando a música como pano de fundo.  A animação implora por representação, e acha-se difícil acreditar que ela pudesse ter sido feita décadas antes dos gráficos de computadores.  A música é hipnótica e sedutora, como o próprio Brasil.  Porém, a imagem é enganadora, como muito no Brasil.

Em 2012, o Brasil sobrepujou a Grã-Bretanha em produtividade econômica para se tornar a sexta maior economia no mundo.  Porém, com cinco vezes mais gente que a Grã-Bretanha, essa realização não é tão impressionante como parecia nas manchetes.  Em verdade, a Grã-Bretanha tem uma vantagem de renda per capita de 5 pra 1.

O Brasil é glorificado pelo seu uso de metanol, com uma redução proporcionada de combustíveis fósseis.  O que é ignorado é que o Brasil tem ¼ do número dos carros dos EUA, com um clima equatorial que pode encorajar produção de cana-de-açúcar como nenhum outro.  Seu sucesso é suspeito, e não é exportável para fora do Brasil.

O Brasil ainda é enaltecido como o líder das nações BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), e como a casa de força da economia do future, mas há um segredo escuro para o Brasil, algo que a mídia raramente fala, mas quando discursado resfriará o otimismo dos defensores do Brasil.

O Brasil é atualmente dois países.  O muito branco Sul europeu, e o norte muito africano.  A dicotomia não poderia ser mais clara; porém a própria história do Brasil e o politicamente correto conspiraram para ocultá-la.  Em vez disso, ao mundo é oferecida uma falsa pretensão para a melodia da Aquarela do Brasil.

A Aquarela do Brasil retratou o Brasil como uma gloriosamente dissimulada mulata.

Na década de 30, era chocante encontrar qualquer povo ocidental desejando retratar-se por meios de uma mulher de cor, mas isso foi o que o Brasil exatamente fez, décadas antes do resto do Ocidente abraçar o multiculturalismo. O intelectual do Brasil, Gilberto Freyre, louvava "as raízes raciais do Brasil e a harmonia social."

Nascido e uma família de privilégios, Gilberto Freyre converteu-se ao protestantismo e foi educado nos EUA.  Quando ele retornou ao Brasil, Freyre escreveu uma série de livros que o tornaram famoso em seu júbilo das raízes africanas do Brasil.

Na década de 30, Freyre introduziu a controversa [sic] teoria da “democracia racial brasileira”, a qual argumentava que a mistura racial (que era encarada com desprezo no Brasil) era enriquecedora para a cultura.

Nos EUA, Freyre poderia ter sido linchado por isso.  No Brasil, lhe foi dada uma cadeira de sociologia na Universidade do Brasil.  Oficialmente, suas idéias foram angariadas como política social.

Considere que Freyre estava defendendo mistura racial durante uma era quando o mundo sustentava em com respeito o Übermenschen Ariano de Hitler.  Isso não era uma mera teoria para Freyre.  Ele abraçaria novamente o catolicismo de sua juventude desde seu sincretismo com o panteão de deuses afro-brasileiros do Candomblé.  Até o homem forte do populismo do Brasil, Getúlio Vargas, entrou em ação e encorajou a celebração da diversidade racial do Brasil.

O samba, anteriormente suprimido pelas autoridades, agora era exaltado.  Posteriormente veio a celebração da bossa nova, melhor exemplificada como o Orfeu Negro, o filme favorite da mãe de Obama.  Tanto o samba quanto a bossa nova se tornariam mundialmente famosos, mas somente quando feito por broncos.  O mais africano tropicalismo, embora impressionante, não fez o mesmo sucesso.

Oitenta anos depois, o Brasil é simultaneamente respeitoso e assustador.  Suas indústrias são de classe mundial.  O Brasil é agora um participante na aviação e produção de armas.  São Paulo tem uma área de metrô de 20 milhões, e é famoso por sua abundância de arranha céus com heliportos.

Nenhuma cidade brasileira está aproveitando a atual explosão econômica mais do que São Paulo, onde executivos voam baixo em helicópteros vestindo ternos de $10,000. - The Guardian, 2008

Parece futurista, até se perceber que o rico usa o helicóptero não somente para evitar engarrafamentos, mas para evitar dirigir pra casa através de favelas, favelas que são pesadamente afro-brasileiras.  A democracia racial do Brasil somente funcionou no papel.  Ninguém realmente acreditava nela.  A dicotomia entre negros e brancos ainda está aí.

Apesar das melhoras, os negros brasileiros ainda ganham menos da metade que os brancos, de acordo com o DIEESE, uma instituição federal de pesquisa para sindicatos trabalhistas brasileiros.

Por trás de todo exagero do sucesso do Brasil colocam-se as pesadamente afro-brasileiras “favelas”, redutos onde as gangues locais atacam e expulsam a polícia.  A favela de Manguinhos no Rio era tão violenta que foi apelidada de “Faixa de Gaza”.

Essas favelas são erguidas pelos pobres em qualquer espaço livre disponível na cidade, próximo à prosperidade branca – e sim, eles são similares às vizinhanças Silwan Árabes de Jerusalém, próximos às bem cuidadas áreas Judaicas.  Analogias à Faixa de Gaza podem não estar distantes.

O governo brasileiro limpou um punhado de favelas para a Copa do Mundo de 2014, mas a maioria das favelas persiste; e sim, elas ainda são horrendamente violentas.  O divisor racial, embora oculto, define o Brasil.

Porém, enquanto brancos são somente 48% da população do Brasil, na região do Sudeste eles são uma clara maioria.

A região Sul [vermelho] é 79% branca, uma proporção levemente maior do que a média norte-americana.  O estado de São Paulo [verde] – adjacente ao Sul e a casa de máquinas industrial do Brasil – é 63% branca.  O estado do Rio de Janeiro [azul] é 54% branco, que é pouco acima da média nacional.  Misturado com portugueses estão um número pesado de alemães, vários de italianos, juntamente com ucranianos, holandeses, espanhóis e mesmo alguns confederados, entre outros.

Alguns desses brancos estão rejeitando a visão de Freyre.  Inspirando-se em uma história do passado de rebeliões separatistas brasileiras, grupos como “O Sul é o Meu País” estão defendendo uma secessão do Sul.  Em 2010, com a descoberta de campos de petróleo fora do Rio de Janeiro, o separatismo elevou-se novamente.

O Brasil pode falar de democracia racial, mas isso não é uma realidade.  Ações afirmativas foram recentemente introduzidas no Brasil; e isso não se revela bom para os brancos mais ricos.

Em um sistema comparável àquele nos EUA, os brancos ricos tendem a obter os pontos mais altos [em livres universidades federais] enquanto os outros 5 milhões de estudantes ocupam-se em universidades pagas.  Hoje, o governo está tentando mudar as coisas. – The Atlantic

Agora que a economia do Brasil está entrando em colapso, de acordo com o Zero Hedge, opções de governo podem ser limitadas.  Aquelas já podem desenvolver fissuras raciais.  O separatismo é pequeno agora, mas a agonia econômica pode ampliar as diferenças, e tornar as coisas mais agudas à frente.

De quem é a culpa? Quem sabe? Claramente o passado do Brasil foi feio.  Escravos negros trabalhavam até a morte em plantações de açúcar, onde a expectativa de vida era somente uns poucos anos.  Brasil foi o último país a proibir a escravidão na América do Sul em 1888.  Muito embora o Brasil nunca tenha editado leis Jim Crow, antigos preconceitos dificilmente morrem.

Não fosse pelas diferenças de língua, o Sul do Brasil poderia facilmente juntar-se à Argentina, uma nação que até recentemente orgulhava-se em sua ancestralidade européia.  Até mais irônico, o Sul do Brasil era originalmente parte das concessões espanholas, e não fosse pela guerra, teria permanecido com a Espanha, e posteriormente Argentina.  O segredo oculto da América do Sul é que a Argentina, Chile, Uruguai, e o Sul do Brasil são muito Europeus.  Os espanhóis até têm um nome para essa região: o Cone Sul.

"Negros não existem na Argentina, o Brasil tem esse problema"  - Presidente Argentino, Carlos Menem, 1996

Brasil é um estudo de caso.  Por um momento foi celebrado como exemplo que diversas raças poderiam prosperar harmoniosamente e pacificamente.  Sua prosperidade – que somente emergiu entre os brancos – está hoje se rompendo, e se se romper, o Sul do Brasil pode se separar, deixando um Brasil nordestino tão africano etnicamente africano e tão pobre quanto vários países na própria África, enquanto o Sul do Brasil pode acabar tão branco quanto próspero quanto áreas da Europa.  Os europeus do Sul começaram a migrar para a Argentina e Brasil depois que começou a crise econômica européia.

Tão amável quanto o sonho multicultural foi – e ainda é – ele pode provar-se ainda um fantasma.  Uma coisa é assimilar um irlandês, alemão ou italiano numa cultura inglesa ou latina, e outra coisa assimilar na generalidade milhões de negros ou árabes muçulmanos.  Eu espero que eu esteja errado, mas eu não posso encontrar nenhuma evidência contrária de larga escala, com exceção de indivíduos notáveis que não podem ser representativos.

O mundo pode ter aceito que enquanto todos os homens são criados iguais, nem sempre são criados compatíveis.  Eu não estou satisfeito com isso.

Monday, February 02, 2015

Empresas implantam chips nos funcionários para interagir com sistemas

Fonte

A maioria de nós já se acostumou a usar crachás, cartões ou senhas para entrar no prédio do escritório, pagar o ônibus ou fazer compras. Mas um edifício comercial em Estocolmo, na Suécia, quer que seus funcionários façam essas coisas usando um chip instalado sob a pele.

Elicio da Costa, que tem escritório nesse edifício, já abre a porta da frente aproximando sua mão do leitor de chip na parede. Lá dentro, ele faz o mesmo gesto para entrar nas salas do escritório e até acionar a máquina de fotocópia.

Ele é um dos que instalaram o pequeno chip de pequeno RFID (identificador de radiofrequência) na mão. Outras 700 pessoas que trabalham no edifício serão convidadas a fazer o mesmo. O objetivo é que, no futuro, o chip sirva para logar em computadores e até realizar pagamentos com o mero toque da mão.

O projeto é organizado por um grupo cibernético sueco, e os chips são implantados por tatuadores.

O jornalista de tecnologia da BBC Rory Cellan-Jones resolveu pôr a ideia à prova e instalou um chip em sua mão. Ele conta que a experiência lhe rendeu uma dor semelhante à de uma injeção, mas rápida.

Potencial

Hannes Sjoblad, que está levando a cabo o projeto no edifício sueco, incluiu até seu cartão de visitas em seu chip subcutâneo.

"Já interagimos o tempo todo com a tecnologia", ele disse. "Hoje é meio confuso – precisamos de senhas e códigos. Não seria mais fácil se usássemos apenas o toque das mãos? É bastante intuitivo."

Mas, ao testar o chip, Cellan-Jones descobriu que ele não é tão intuitivo assim. Para fazer a máquina de fotocópias funcionar, ele teve de contorcer sua mão. E muitos colegas de Sjoblad têm dúvidas quanto a aderir à novidade.

"De forma nenhuma", disse um jovem funcionário, questionado se tinha planos de implantar um chip na mão. Outra funcionária vê potencial na tecnologia, mas acha que não faz muito sentido usá-la apenas para abrir portas e ligar equipamentos.

Mas Hannes Sjoblad acha que o objetivo, no fundo, é maior que isso: preparar as pessoas para quando empresas e governos decidirem impor chips à população.

"Queremos entender essa tecnologia antes que eles venham e digam que todos devemos ganhar um chip – a Receita Federal, o Google ou o Facebook", defende.

Sunday, January 11, 2015

"Sinto muito, eu não sou Charlie", diz Jean-Marie Le Pen

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"Não vou brigar para defender o espírito da Charlie, que é um espírito anarco-trotskista", afirmou o fundador da Frente Nacional

"Eu não sou Charlie", declarou neste sábado o dirigente histórico do partido francês de extrema-direita Frente Nacional, Jean-Marie Le Pen, que destacou, no entanto, lamentar a morte de doze compatriotas no atentado contra a revista Charlie Hebdo.

Em seu site, Le Pen denunciou a manifestação prevista para domingo em homenagem às vítimas, afirmando que o movimento "foi orquestrado pelos meios de comunicação".

"A maneira como tudo isso está sendo orquestrado me recorda as manifestações do mesmo tipo que foram organizadas com a cumplicidade da mídia, como, por exemplo, no caso Carpentras, quando a Frente Nacional foi acusada de ter violado uma sepultura num cemitério judeu, apesar de ser inocente", afirmou.

Le Pen se referia à profanação de um cemitério judeu no sul de Paris em 1990, caso que abalou a França.

"E hoje é 'Todos somos Charlie, Eu sou Charlie'. Pois bem, sinto muito, eu não sou Charlie", enfatizou.

"Lamento a morte de doze compatriotas franceses, dos quais não quero nem saber a orientação política, apesar de conhecer perfeitamente", acrescentando, insinuando que eram "inimigos da FN e que pediam sua dissolução há muito tempo".

"Não vou brigar para defender o espírito da Charlie, que é um espírito anarco-trotskista", afirmou o fundador da Frente Nacional, cuja filha, Marine Le Pen, preside atualmente o partido.

A FN não foi convidada pelos organizadores da manifestação de domingo.
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