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Friday, July 21, 2023

Comentários polêmicos sobre os negros


O CÁRATER DO NEGRO

O negro – diz MULLER – é, em todas as cousas, um sensitivo, em que a fantasia domina.  O fundo do seu temperamento é uma serenidade expansiva.  É a esta fantasia sem freio que ele deve o seu amor aos enfeites e a sua frivolidade, assim como seu gosto pelos espetáculos e pela dança.  Ele esquece as suas preocupações como as suas penas e se reconcilia com a sua sorte triste.  Vive, por assim dizer, au jour le jour; não se inquieta nem do futuro, nem do passado.  Desta falta de energia resulta uma certa bondade de temperamento para os seus camaradas e para os seus hóspedes: ele tem a mão e o coração abertos; partilha com eles a sua fortuna supondo que farão o mesmo para com ele.  Cheio de benevolência para com os seus amigos, é cruel para os seus inimigos; mas, como acontece com todas as pessoas sanguíneas, a sua cólera, o seu rancor acabam com a morte da vítima.  Ele não conhece essa espécie de crueldade canibalesca com que costumam saciar as suas paixões outras raças, como a malaia e a ameríndia.  A vida do negro se passa em contrastes; os sentimentos mais opostos acham lugar no seu coração.  Da alegria mais intensa e mais insensata ele passa ao mais amargo dos desesperos; da esperança sem limite ao extremo terror; da prodigalidade inconsiderável à avareza sórdida.

(VIANNA, Oliveira, “Raça e Assimilação”, Companhia Editora Nacional, 3ª Ed., São Paulo: 1938, pp. 44-45)

PSICOLOGIA DIFERENCIAL DAS RAÇAS

Os tipos étnicos vivem num estado de flutuação e as diferenças entre os tipos são relativas e não absolutas.  Isto não significa que estas diferenças sejam sem significação; mas apenas que elas devem ser consideradas como sendo o que realmente são, isto é, como variações de certos atributos fundamentais, que pertencem a toda a humanidade.

É este sentimento de relatividade que deve presidir a nossa compreensão dos problemas concernentes à psicologia diferencial das raças.  Esta deve ser encarada segundo o critério dos ‘grupos de freqüência’ e da distribuição dos caracteres nas grandes séries; em suma, segundo o critério da ‘lei dos grandes números’.

Em princípio, nenhum atributo da psique humana é privativo desta ou daquela raça, como queiram fazer acreditar os antigos psicologistas de raças.  Esse atributo apenas deve-se revelar mais freqüentemente neste ou naquele tipo antropológico.  É justamente nesta maior ou menor freqüência na aparição deste ou daquele atributo que vamos encontrar a caracterização física diferencial de um tipo antropológico qualquer em face dos outros.

(...)

Compreende-se agora por que uma nação não pode ser indiferente nem à qualidade, nem à quantidade dos elementos raciais que entram na sua composição.  Trazendo para a formação do plasma racial os seus ‘tipos de constituição’ mais freqüentes, estes elementos raciais determinam os tipos de temperamento e de inteligência que devem preponderar na massa social.  (...) Um povo, cujas matrizes étnicas geram, digamos, 80% de indivíduos de temperamento ‘instável’, de RIBOT, não pode dar a mesma forma de civilização, nem ter o mesmo ritmo de progresso, nem revelar as mesmas expressões de cultura, nas artes, nas ciências, na política, nas atividades econômicas, que um outro povo, cujas matrizes étnicas produzem, em quantidade mais numerosa, temperamentos práticos ativos ou resolutos.”

(Idem, pp. 50-52)

DETERMINISMO RACIAL EXISTE

Os modos de expressão da vida social, sejam morais, sejam intelectuais, de um dado grupo, como se vê, estão dependentes dos tipos de temperamentos e dos tipos de inteligência nele preponderantes.  Estes tipos de inteligência e de temperamento estão, por sua vez, dependentes dos ‘tipos de constituição’.  Ora, como estes, por sua vez, estão dependentes dos ‘tipos étnicos’, isto é, daqueles tipos somatológicos a que chamamos ‘raças’, a conclusão é que a raça é, em última análise, um fator determinante das atividades e dos destinos dos grupos humanos.

Imaginemos uma sociedade relativamente homogênea, onde domine fortemente um determinado tipo étnico.  O encadeiamento causal, o sorites antropo-sociológico deve ser este:

a) a ‘raça’ (tipo étnico) determina a maior freqüência deste ou daquele ‘tipo de constituição’;

b) este ‘tipo de constituição’ determina a maior freqüência dos ‘tipos de temperamento’ e dos ‘tipos de inteligência’;

c) estes tipos de inteligência e de temperamento mais freqüentes, portanto mais numerosos, vão condicionar as manifestações das atividades sociais e culturais do grupo.”

(Idem, pp. 54-55)

ANTROPOLOGIA BRASILEIRA

Há, com efeito, duas espécies de branco: o branco puro (genótipo) e o branco aparente, isto é, o mestiço brancóide, de aspecto ariano (fenótipo).  O mesmo se dirá do negro: há o negro puro e o mestiço (mulato) negróide.  E também o mesmo para o índio: há o índio puro e o mameluco de tipo indióide.”

(Idem, p. 233)

O PROBLEMA DO VALOR MENTAL DO NEGRO

Em relação ao negro puro, minha opinião – a que falta ainda a base de estudos psicométricos definitivos porque os já feitos, e são numeroso, não me parecem ainda bastantes) – é de que, para certos tipos de inteligência superiores, ele revela, na sua generalidade, uma menor fecundidade do que as raças arianas ou semitas, com que ele tem estado em contacto.  Para os tipos de classe F de Galton, ou para os super-normais, como se diz na tecnologia psicométrica contemporânea, o negro, com efeito, não me parece poder competir com as raças brancas, ou amarelas.  É o que a observação demonstra e os resultados das pesquisas de psicologia experimental parecem confirmar.

(...)

O que parece é que, entre os negros, estes tipos intelectualmente superiores são produzidos em pequena proporção, isto é, em proporção incomparavelmente menor do que, por exemplo, nas raças arianas ou semitas.

(...)

Equivale dizer que, numa população de 10.000 negros, haveria probabilidade de existir cerca de 80 negros de inteligência superior, ao passo que uma população de 10.000 brancos deveriam produzir-se 500.  Como estes tipos superiores se concentram, normalmente, nas altas camadas sociais e formam as elites dirigentes, pode-se concluir que a elite da população branca seria incomparavelmente mais rica de elementos superiormente dotados do que a elite da população negra.

Neste ponto, as duas raças são desiguais – e esta desigualdade se reflete na desigualdade da riqueza eugenística das suas elites respectivas.  Ora, como a civilização moderna é muito exigente destes tipos superiores na composição das suas elites, compreende-se e explica-se porque o negro, vivendo dentro desta civilização, revele certa inferioridade em face dos grupos brancos e brancóides com os quais convive.

É claro que esta inferioridade relativa do negro só é suscetível de determinação segura, ou melhor, de pré-determinação quando consideramos os negros em grupos, formando uma população; individualmente, isto é, para cada caso isolado, é absolutamente impossível saber-se se um dado negro é um tipo superior ou um tipo inferior, é um super-normal ou um sub-normal – um gifted ou um dull.

(...)

Dizer, portanto, que todo negro é estúpido é tão absurdo como seria dizer que todo branco é inteligente.

Esta desigualdade entre as duas raças só se revela, como já dissemos, quando os seus indivíduos se apresentam reunidos em grandes massas.  Nesse caso, há quase certeza matemática nesta conclusão: de que um grupo de 10 mil negros há de se mostrar incomparavelmente mais rico em dulls do que um grupo de volume igual, formado exclusivamente por tipos arianos ou semitas, por exemplo.

(RODRIGUES, Nina, “As Raças Humanas”, Livraria Progresso Editora, Salvador: 1957, pp. 271-274)

Wednesday, July 12, 2023

Civilizações Africanas não foram criadas por Negros

Que estas civilizações antigas existiram; que no centro das terras africanas se formaram grandes focos de cultura superior, não ponho em dúvida – e os documentos comprobatórios da existência destes focos, exibidos por Froebenius e investigadores anteriores a ele levam-nos a certeza disto.  Os que estudam a histórica africana são, aliás, unânimes em atestar a formação de grandes impérios nos centros onde atualmente vegetam povos negros em pleno estado de barbárie.  São fatos históricos que ninguém contesta.

O que me parece contestável é a conclusão que daí se tira – de que estas civilizações antigas, que floresceram nas zonas centrais da África, foram criadas pelos homens da raça negra, isto é, pelos tipos negros puros.

(...)

O que a observação do presente, por um lado, e, por outro, o estado da história do continente negro parecem demonstrar é que estas civilizações, que Froebenius e outros pesquisadores encontraram na África, nas suas regiões centrais, não são, certamente, criações dos povos negros: mas, sim, de mestiços afro-semitas, isto é, negróides berberizados ou arabizados, do mesmo grupo dos ‘fulas’, dos ‘mandingas’, dos ‘haussás’ dos ‘mossis’, dos ‘somalis’ e outros tipos de mulatos característicos.

(...)

O reino do Gana ou Ghanata, cuja fundação deve datar do século IX da era cristã, floresceu justamente sobre as margens do Niger, na região das suas cabeceiras, em pleno centro da ‘brousse’ africana; mas não foram os negros puros, habitantes das grandes restas, que o fundaram, nem a civilização  que este império representa se deve a eles.  Os textos do Tarikh-es-Soudan, em que vem o testemunho dos cronistas árabes que o conheceram no esplendor da sua grandeza, o fazem criação de povos brancos – e não negros.

(...)

Os elementos civilizadores, que edificaram o grande império de Gana, eram, ali, pois, estes príncipes de origem berbere ou árabe e a massa, ali afluente, de chamitas, homens não negros puros, mas de raça ‘vermelha’ (provavelmente mestiços fixados de semitas com negros das florestas africanas).

O mesmo se deu com o império de Songhai, fundado cerca de dois séculos depois (XI) e que sucedeu ao Gana, destruído pelas tribos conquistadoras, vindas do alto Egito.  Os chefes destas tribos, que submeteram o antigo império de Gana e fundaram o império de Songhai, originaram-se, segundo a tradição recolhida pelo Tarikh, da região do Yemen, na Arábia.  Eram de raça semita – e não negra.  Os negros representaram ali, neste novo grande império, a base material do trabalho – e não os agentes civilizadores.

Não foi outra a gênese deste outro foco de civilização representada pelo grande reino de Bornú.  Os elementos que o fundaram não eram negros puros e sim mestiços, oriundos do cruzamento de berberes com negros, isto é, eram da raça vermelha do Sudão e não da raça negra propriamente dita.

(...)

O que o estudo da história antiga da África demonstra, pois, é que:

a) os grandes centros de civilização, surgidos no interior do continente africano, não foram organizados por povos de raça negra; mas, sim, por povos estranhos, por conquistadores árabes ou berberes, que se caldearam com a primitiva população negra, formando uma massa de mestiços, de que eles se fizeram os educadores e guias;

b) que estes centros de civilização se constituíram, não no seio das grandes florestas tropicais, mas na região das estepes, nas grandes planícies campinosas do Sudão ou nos seus limites com a região das grandes florestas – isto é, nas zonas, ou cortadas pelas grandes linhas de caravanas dos mercadores árabes ou invadidas pelos conquistadores vindos do Egito ou da Arábia, ou dominadas pelas tribos de raça chamita, como os fellatas, fulas etc.  Os negros puros, vivendo nas florestas do Congo ou da Angola, nunca criaram civilização alguma.

(...)

Os criadores dos grandes focos de civilização, assinalados em épocas remotas no continente negro, não foram, pois, negros; mas árabes; mas berberes; mas mestiços de uns e de outros.  Dado o fato de que é impossível impedir a corrupção do sangue, mesmo no regime das aristocracias fechadas ou de casta, pode-se concluir que os elementos que mantiveram estas civilizações deviam ser mestiços – e não semitas puros.

Keane , reconhece, aliás, que o árabe e, principalmente, o berbere representam na África, em relação à população negra, o papel de agente de fermentação (leavening element, como ele diz).  Eles preparam, com o caldeamento do seu sangue com o sangue dos negros puros, as condições necessárias ao progresso e à civilização daquelas populações barbarizadas.  É esta conclusão a que chega esse grande etnólogo, depois de comparar os grupos de negros puros com as raças mestiças do Sudão, da Abissínia e da Somalilândia: Kanuris, Songhais, Gallas, Fulas e, mesmo, os negróides do grupo Bantu.  Estes, segundo Keane, não são negros puros; mas a dosagem do sangue berbere neles é menor do que nos negros sudaneses e nos mestiços mouros.  Entretanto, basta a presença deste pequeno quantum de snague semita para fazê-los superiores às genuínas populações negras.

(...)

Na África Sudanesa, estes elementos mestiços (Pehuls, Fulas, Felatas, Somalis, Gallas, Bahimas etc.) mostram-se sempre superiores aos verdadeiros negros.  Por isso, nas tribos miscigenadas, formam eles a aristocracia e a classe dos proprietários.  É, ainda, Johnston quem o diz: - ‘Nas tribos de negros puros, são estes mestiços que dominam como elementos da aristocracia, como sacerdotes e como proprietários de rebanhos’

(...)

Ora, Roscoe, que os observou de perto, descreve os Bahimas como indivíduos que só são negros pela cor escura e pelo tipo do cabelo; mas todos possuindo lábios finos, nariz direito e rosto delicadamente conformado, revelando a larga dose de sangue semita, que lhes circula nas veias: - ‘They have straight noses with a bridge, thin lips, finely chiselled faces, heads well set on fairly developed frames, anda a good marriage: there is in fact nothing but their colour and their short woolly hair to make you think of them as negroids.”

(VIANNA, Oliveira, “Raça e Assimilação”, Companhia Editora Nacional, 3ª Ed., São Paulo: 1938, pp. 275-284)

NEGROS NUNCA CRIARAM CIVILIZAÇÕES

O negro puro, portanto, não foi nunca, pelo menos dentro de campo histórico em que o conhecemos, um criador de civilizações.  Se, no presente, os vemos sempre subordinados aos povos de raça branca, com os quais entraram em contato; se, nos seus grupos mais evoluídos das regiões das grandes planícies nativas, são os elementos mestiços, são os indivíduos de tipo negróide, aqueles que trazem doses sensíveis de sangue semita, os que ascendem às classe superiores formam a aristocracia e dirigem a massa dos negros puros; como não o seriam também nestas épocas remotas, em que se assinalam estes grandes focos de civilização?

(...)

Não sei se o negro é realmente inferior, se é igual ou mesmo superior às outras raças; mas julgando pelo que os testemunhos do presente e do passado demonstram, a conclusão a tirar é que, até agora, a civilização tem sido apanágio de outras raças que não a raça negra; e que, para que os negros possam exercer um papel civilizador qualquer, faz-se preciso que eles se caldeiem com outras raças, especialmente com as raças arianas ou semitas.  Isto é: que percam a sua pureza.

(Idem, pp. 284-285)

Num artigo de polêmica, escreveu o Dr. Silvio Romero (A emancipação dos escravos, Revista Brasileira, 1881: ‘não há exemplo de uma civilização negra.  A única civilização africana, a do Egito, era branca, do ramo cuschitosemita, e ainda hoje nos baixo relevos e antigas pinturas egipcianas se nos deparam, ao lado dos belos tipos brancos, os seus escravos negros com a mesma fisionomia dos atuais pretos do Darfur ... A África esteve desde a mais remota antiguidade em contacto com os egípcios, persas, gregos, romanos, fenícios, cários e árabes, e o negro nunca chegou a civilizar-se! Há quatro séculos está em contacto com os modernos povos europeus e continua nas trevas’.  E, a propósito desta inferioridade cultural do negro, cita a passagem do naturalista Huxley, relativa à emancipação na América do Norte, da qual convém destacar alguns trechos.

‘Pode ser absolutamente certo, diz Huxley, que alguns negros sejam superiores a lguns brancos; mas nenhum homem de bom senso, bem esclarecido sobre os fatos, poderá crer que em geral o negro valha tanto quanto o branco e muito menos seja-lhe superior quanto o branco e muito menos seja-lhe superior.  E se assim é, torna-se impossível acreditar que logo que sejam afastadas todas as incapacidades civis, desde que a carreira lhe seja aberta e que não sejam nem oprimidos nem favorecidos, nossos irmãos progrnáticos possam lutar com vantagem com os seus irmãos melhor favorecidos de cérebro ... Nossos irmãos negros não poderão, pois, chegar aos mais altos lugares da hierarquia estabelecida pela civilização, ainda que não seja necessário confina-los lá para a última classe.”

(RODRIGUES, Nina, “As Raças Humanas”, Livraria Progresso Editora, Salvador: 1957, pp. 112-113)

 

Tuesday, February 08, 2022

Alemanha: um mês no epicentro da degeneração

Fonte: https://www.returnofkings.com/128473/i-spent-one-month-in-the-epicenter-of-cultural-degeneracy

A formação do Segundo Reich no final do século XIX por Otto von Bismarck criou um titã econômico que ganharia a ira das outras grandes potências européias por mais de meio século.  Sua rápida industrialização e expansão da presença colonial no período que antecedeu a Primeira Guerra Mundial resultou na adoção de uma política externa anti-germânica pelos britânicos para manter sua hegemonia mundial.  A segunda iteração dessa política, após a ascensão do Terceiro Reich, provou ser muito custosa para seu Império, e agora a Alemanha reina como a força econômica suprema da Europa.

A Alemanha é um estado amaldiçoado por sua geografia e assombrado por sua história, e pode-se dizer que a primeira é a grande responsável pela segunda. Sua posição central na Europa, ironicamente, levou a grandes hesitações entre os extremos políticos como uma espécie de mecanismo de defesa contra as forças estrangeiras que tentavam repetidamente reduzi-las a um estado de segunda linha.  Uma vez que a reação agressiva da Alemanha contra essas potências estrangeiras foi reprimida em sua derrota na Segunda Guerra Mundial, eles se transformaram num país devotado ao marxismo cultural degenerativo da sociedade, em grande parte devido ao fato de sua progênie ser inculcada com um sentimento de vergonha insuperável.

Antes de passar meu mês em Dresden, eu costumava dizer aos meus compatriotas americanos que falavam da morte certa da Europa que eles não conseguiam ver a situação mais premente se desenrolando nos Estados Unidos, onde a população branca era muito menor e mais próxima de ser uma minoria absoluta.  Assim que testemunhei em primeira mão como a sociedade alemã se tornou degenerada, tive que retirar totalmente minha declaração.

Embora os “valores americanos” sejam freqüentemente definidos para adequar-se ao público do qual um político deseja evocar simpatia, há, no entanto, uma aparência de resistência coesa à influência marxista na América que a Europa Ocidental carece inteiramente.  Poderia ser a maior presença religiosa na América em que Deus atua como um escudo contra as influências nefastas da cultura pós-moderna. O único deus que resta na Alemanha é o ambientalismo, onde a reciclagem substitui os sacramentos semanais, a poda perfeita do jardim é uma forma de oração e os campos de moinhos de vento sagrados são erguidos como santuários.

Dresden fica no Estado Livre da Saxônia, e tem sido conhecido por seus comícios para organizações como o PEGIDA e o partido político Alternativ für Deutschland.  No entanto, não se deve ser enganado – esta cidade ainda é dominada por marxistas.  Há grafite em todos os lugares, e o tema é uniforme. “FCK NZIS”, “FCK PEGIDA”, “FCK AFD”, “Nenhum povo é ilegal”, entre outros slogans pró-Antifa estão estampados em quase todas as ruas.

Os alemães não gostam apenas de colocar grafite nas ruas, já que grande parte da juventude alemã está coberta de tatuagens (às vezes se estendendo até a mandíbula), e brincos perturbadores de medição de lóbulo são outra prática popular. O número de mulheres com cabelos tingidos também é desagradável, e parece que há um consenso geral de que uma vez que uma mulher tenha eclipsado a idade de 35 anos, ela deve usar um corte de cabelo curto adequado apenas para punk rockers e diques de touro.

Um dançarino profissional ligado à cena de drogas local me disse que a cetamina era a droga de escolha nesta cidade e acrescentou: “Você ficaria surpreso com quantas drogas um alemão precisaria tomar para se abrir com você”. Em qualquer noite, pode-se passear pela região de bares e clubes da cidade e encontrar pessoas espalhadas pelas ruas bebendo em meio a bandos de africanos e do Oriente Médio que mandam seus filhos para fora com copos de troco implorando por dinheiro.

Nos clubes, os homens superam as mulheres numa proporção impressionante, o que fazia sentido depois de ver quantas meninas estavam lotadas na biblioteca da universidade.  As mulheres alemãs são extremamente orientadas para a carreira e não precisam desabafar sobre sua iminente bomba-relógio demográfica.

Uma visão geral da população revela uma população sem filhos e envelhecendo muito.  Ver bebês alemães é uma raridade, e quando você vê, geralmente é uma única criança sendo empurrada em um carrinho.  Homens do Oriente Médio passando tempo com seus filhos, descansando na grama ou jogando futebol eram uma visão muito mais frequente.  A raiz desse fenômeno foi perfeitamente capturada quando uma alemã solitária de trinta e poucos anos, coberta de tatuagens e usando o corte de cabelo tingido de azul apropriado, entrou no meu ônibus, seguida por um homem do Oriente Médio cuidando de seus três filhos pequenos. Era quase poético como esse momento capturou perfeitamente o inevitável fim da sociedade alemã.

A questão central para entender a natureza moderna e passiva do alemão médio está no nível de confiança que ele deposita em sua mídia.  Embora até os americanos comuns saibam agora que sua mídia é fundamentalmente anti-americana, os alemães vivem num mundo totalmente diferente.  Imagine uma América onde a CNN é confiável para representações precisas de eventos mundiais para uma melhor compreensão da complacência do alemão.  Isso também resultou em alemães abrigando uma obsessão embaraçosa por Donald Trump, muito semelhante aos liberais americanos.

O espírito deste país foi conquistado pelo espancamento de sua juventude com os pecados de seus ancestrais, e a escolha coletiva de extinguir a possibilidade de tal erro se repetir é uma tragédia compreensível.  Obviamente, cada região da Alemanha vive esse fenômeno cultural em um grau diferente (sendo Berlim o epicentro), e não se pode questionar a diligência do alemão médio.  Pode-se questionar por que eles sentiriam a necessidade de serem industriosos, no entanto, quando os frutos de seu trabalho acabariam sendo repassados a povos estrangeiros.  Aqui reside o coração niilista da decadência marxista cultural sem filhos.

É óbvio que as culturas estrangeiras residentes na Alemanha devem ter pouco respeito por esta sociedade, assim como tenho pouco respeito pela condição atual do mundo alemão.  Eu tenho simpatia, no entanto, simplesmente porque eu compartilho uma ancestralidade comum com essas pessoas.  O islamista fundamentalista não terá simpatia e certamente não terá vontade de se juntar a essa degeneração cultural.  E, portanto, a questão central sobre o destino da Alemanha não deveria ser: “Quando elementos estrangeiros conquistarão essas pessoas?” e ainda, “Por que eles ainda não tentaram?

Monday, August 07, 2017

História da raça negra


A cada mês de fevereiro, Americanos são forçados a aturar um mês inteiro de referências à cultura afro-étnica, suas figuras históricas e libertadores.  Sem dúvida, muitos acreditam que os afro-descendentes precisam de seu próprio mês para explorar uma densa e bem sucedida história.

Nada poderia ser mais distante da realidade.  Ironicamente, fevereiro é o mês mais curto do ano, e afro-étnicos têm a história mais curta e mais despida de eventos de qualquer grupo étnico.

Pare por um momento e faça a si mesmo a seguinte pergunta: posso arrolar uma única contribuição que qualquer pessoa de descendência Africana deu à humanidade como um todo? Tente pensar em qualquer invenção, sistema político, religião, idioma ou inovação.

Sem consultar um programa de buscas você provavelmente não pode pensar em nada.  A resposta mais comum é: “George Washington Carver inventou a manteiga de amendoim.”

Ok, vamos fingir que a manteiga de amendoim não foi realmente inventada por um euro-canadense em 1884, [1] poderia realmente ser possível que contribuições de afro-étnicos por mais de 5.000 anos de história humana atingissem uma versão pastosa de uma noz que um desmedido número de pessoas sucedam ser alérgicas?

Salvo poucas coisas obscuras e grandemente irrelevantes, o povo africano não acrescentou nada ao progresso da humanidade.

Pode-se ouvir um grito de protesto irrompendo: “E Martin Luther King!?” Resposta: MLK não fez nada para a humanidade como um todo.  Ele somente se beneficiou da situação de seus camaradas Afro-americanos.  King importunou e conseguiu jogar um monte de gente na cadeia, até que euro-americanos, em Washington D.C. decidissem deixar afro-americanos viverem lado a lado com Caucasianos.

Se alguém fosse ao centro de Montgomery, Alabama, poderia ver posteriormente o que a liberação afro-americana custou a essa grande cidade Americana (decadência urbana, vitrines vazias e elevação de taxas de crime).

O QUE AFRO-ÉTNICOS NUNCA FIZERAM

Por que povos subsarianos têm tão pouca história e tão poucas realizações a sua conta, é necessário descrever seu passado pelo que nunca fizeram.  Eles devem ser definidos no negativo.  Esse é o único meio de comunicar sua história.

Há nove inovações básicas que povos africanos nunca desenvolveram por si mesmos.

(I) Nenhuma sociedade afro-étnica criou uma linguagem escrita. [2]

Já foi dito: “Não há história Africana”. [3] O mencionado é correto porque nenhum grupo Africano desenvolveu a escrita.  Eles simplesmente não podiam registrar os eventos que eles experimentavam.

A história da África Subsariana começou somente quando exploradores Europeus começaram a documentar seus encontros com os nativos Africanos.  Hoje, governos Africanos usam sistemas de linguagem escrita para eles criados por euro-étnicos, que necessitavam de um meio de governá-los na seqüência da conquista colonial.

(II) Nenhuma sociedade afro-étnica criou uma religião não-animista.

A “religião” da África é o animismo.  Animismo, porém, não é uma religião na tradicional compreensão da palavra.  Africanos simplesmente nunca escaparam da concepção infantil e humana que todas as coisas são como eles.  Por exemplo, Africanos acreditam que barro, pedras e nuvens têm espíritos.

Todos os bebês são animistas, [4] assim a “religião” Africana é simplesmente um meio de dizer que a mente afro-étnica nunca amadureceu metafisicamente para além do estado infantil.

(III) Nenhuma sociedade afro-étnica desenvolveu uma forma de governo salvo tribos primitivas e grandes arranjos de homens. [5]

Não há grandes dinastias Africanas subsarianas ou direitos complexos baseados em sistemas políticos porque o poder na África sempre foi baseado na força bruta e em homens fortes.

Alguns historiadores modernos falam a respeito de “impérios” Africanos, mas esses eram Estados atrasados, a maioria dos quais indignos de compartilharem a mesma definição como ocorre com os Impérios Romano e Britânico.

(IV) Nenhuma sociedade afro-étnica inventou a roda. [6]

Parece incrível, mas Africanos nunca inventaram a roda.  Hoje, a invenção da roda é, em tom de brincadeira, lembrada em histórias em quadrinhos e ilustrações, e o inventor da roda é freqüentemente retratado como um homem da caverna.  Por nossa própria análise das sociedades, Africanos parecem inferiores aos habitantes de cavernas.

(V) Nenhuma sociedade afro-étnica nunca domesticou um animal. [7]

Apesar de na África abundar gado e grandes herbívoros, Africanos nunca domesticaram animais por sua própria conta.

Enquanto há 3 (três) mil anos os patriarcas bíblicos estavam perambulando com rebanhos de camelos, ovelhas e cabras, Africanos estavam caçando búfalos com espetos de pedra não tendo a mais leve idéia que poderiam adestrar tais criaturas.

(VI) Nenhuma sociedade afro-étnica já cultivou a agricultura. [2]

O povo da África nunca inventou a agricultura.  Eles nunca aprenderam como domesticar a vegetação pra comer.  Africanos somente aprenderam a agricultura rudimentar com a chegada dos Europeus.

(VII) Nenhuma sociedade afro-étnica inventou qualquer tipo de calendário ou sistema de data. [2]

Eles viviam literalmente sem um conceito de tempo.

(VIII) Nenhuma sociedade afro-étnica construiu uma construção de dois andares. [2]

Antes que os Europeus chegassem, nenhuma estrutura construída no Sul da África sustentava-se acima de um andar.  Além disso, especulava-se que eles nunca construíram uma estrutura sem barro (até castores constroem moradias de barro). [8]

(IX) Nenhuma organização afro-étnica explorou o exterior da África subsariana, ou criou um respeitoso navio. [2]

Enquanto alguns africanos foram capturados e arrastados por traficantes árabes e europeus de escravos, nunca houve qualquer exploração livre realizada pelos subsarianos.

Enquanto as pequeninas nações Escandinavas estavam estabelecendo colônias em volta do globo na América moderna de hoje pelo ano 1000 DC, [9] nenhum grupo de Africanos fez isso ao Madagascar.

EM COMPARAÇÃO

A embaraçosa história do povo Africano pode ser diretamente contrastada com a história dos Europeus.

Os povos Caucasianos deram origem a praticamente tudo: o computador, o avião, a arma, o republicanismo, o telefone, a lâmpada, carros, o método científico, energia nuclear, o piano.

Durante o século XIX, Europeus conquistaram virtualmente o globo inteiro.  Suas obras de filosofia, seus sistemas de leis, suas teorias econômicas agora sustentam o sistema mundial inteiro.  Até a moda euro-étnica é agora universalmente aceita como padrão.  As línguas inglesa, espanhola e francesa são faladas no mundo inteiro.

Euro-étnicos mapearam e exploraram o globo inteiro.  Sem eles, o mundo nada saberia sobre as antigas civilizações que eles escavaram e estudaram para moderna compreensão.  O Cânon Ocidental da literatura supera todas as outras tradições.  Com efeito, uma comparação de todos os demais grupos de povos na terra nem chega perto da sabedoria do Ocidente.  Suas pinturas são poderosas, vívidas e realistas.  Suas esculturas parecem ser vivas.  Sua arquitetura consiste das mais magníficas estruturas já sonhadas pela mente humana: torres que pairam as nuvens, a majestade das catedrais góticas, abóbadas que parecem desafiar as leis da gravidade.  Enquanto outros povos do mundo adoravam a lua, os euro-étnicos conquistaram-na, plantando sua bandeira em seu solo.

CONCLUSÃO

Civilização é definida como “...uma forma de cultura humana em que muitas pessoas nos centros urbanos dominaram a arte de fundir metais, e desenvolveram um método de escrita.” [10]

Por essa definição, nunca houve qualquer civilização orgânica afro-étnica.  Todas as realizações modernas na África ocorreram como resultado de exposição a Europeus e Mediterrâneos.

Até hoje, apesar de intensivas escavações arqueológicas na África, nenhuma grande realização afro-étnica havia sido descoberta.

Que tipo de cultura pode um grupo étnico realmente possuir sem uma religião, sistema escrito ou tecnologia? Civilização implica que um grupo do povo ostente alguma coisa que não peles de animais e habite em lugares superiores a cabanas sujas.

Como o Presidente Richard Nixon (supostamente) disse: “A raça negra é a única raça que nunca fundou uma civilização.”

Sem ter estabelecido uma civilização, que espécie de história os afro-étnicos realmente tiveram?

NOTAS

[1] "A Canadian History of Peanut Butter." Peanut Bureau of Canada. 2015. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.peanutbureau.ca/media-resources/news/229-a-canadian-history-of-peanut-butter.html

EXCERTO: "Marcellus Gilmore Edson de Montreal foi a primeira pessoa a patentear a moderna manteiga de amendoim como doce de amendoim.  Publicado em 1884 pelos governo dos EUA, Edson patenteou o produto terminado no processo de moenda de amendoins torrados.  Sua patente é baseada na preparação de uma pasta de amendoim como intermediária à produção do produto moderno que conhecemos como manteiga de amendoim."

[2] Taylor, Jared. "Race Differences in Intelligence." American Renaissance. August, 2012. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.amren.com/features/2012/08/race-differences-in-intelligence

[3] Citação de palestra de Hugh Trevor-Roper University of Sussex em Outubro de 1963.

EXCERTO: “Está na moda hoje falar como se a história Européia fosse sem valor: como se historiadores, no passado, prestaram demasiada atenção a ela, hoje em dia nós deveríamos prestar menos atenção.  Universitários, seduzidos como sempre, pela mudança de ares jornalísticos, reclamam que deveriam ser ensinados sobre a história da África negra.  Talvez, no futuro, haverá alguma história Africana a ser ensinada.  Porém, no presente não há, ou muito pouco: há somente a história dos Europeus na África.  O resto é ampla escuridão, como a história da América Pré-Colombiana.  E escuridão não é um assunto para a história” (de um livro impresso em 1965).

[4] Miller, Susan, Ellen Booth Church, and Carla Poole. "Ages & Stages: How Children Use Magical Thinking." Scholastic. 2015. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.scholastic.com/teachers/article/ages-stages-how-children-use-magical-thinking

[5] Watson, Corey. "Breaking the Cycle of Big Man Rule in Africa." Portland State University. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.pdx.edu/honors/sites/www.pdx.edu.honors/files/Watson.pdf

[6] Lamprecht, Jan. "Black Africans: Their Own Worst Disaster." The African Executive. 2002. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.africanexecutive.com/modules/magazine/articles.php?article=277

EXCERTO: "Africanos nunca inventaram a roda.  A maioria dos Africanos nem mesmo estabeleceram cidades.  Sua agricultura primitiva não poderia sustentá-los por muito tempo e assim eram nômades.  A propriedade da terra, como definido na moderna sociedade Ocidental, tem pouco significado aos negros daquele tempo."

[7] Diamond, Jared. Arizona State University. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://alliance.la.asu.edu/temporary/fogel/FogelDiamondGunsKey.pdf

[8] Alguns sugeriram que a estrutura de pedra conhecida como “Grande Zimbabwe” foi construída pelos Africanos subsarianos.  Porém, a maioria das evidências sugere que foi construída como um posto de troca por um povo marinheiro de fora.  Como esse autor sabe, o Grande Zimbabwe e seus acampamentos associados são os únicos exemplos de construção de pedra na África Subsariana.

[9] "Exploration of North America." History Channel. 2009. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://www.history.com/topics/exploration/exploration-of-north-america

EXCERTO: "A história da exploração do América do Norte dura um milênio inteiro e envolve uma disposição ampla de poderes Europeus e unicamente caracteres Americanos.  Ela começou com a breve permanência dos Vikings na nova terra encontrada, cerca de 1000 DC e continuou através da colonização da Inglaterra da costa do Atlântico no século XVII, que projetou a fundação dos Estados Unidos da América."

[10] The History Guide. Acesso em 10 de Maio de 2016. http://historyguide.org/ancient/lecture1b.html

Monday, June 26, 2017

Os negros conseguem sustentar a civilização?

Resumido de http://www.christianityandrace.org/p/can-blacks-sustain-civilization.html

Hoje em dia, liberais bombardeiam os EUA com propaganda multi-étnica.  Eles têm encorajado a imigração de africanos subsarianos para o país.

Na terra natal desse autor, uma parte inteira da cidade foi invadida por africanos islâmicos que não conseguem falar uma única palavra em inglês.

Aqueles que abraçam o pluralismo étnico esperam que os Norte-Americanos acreditem que esses estrangeiros do Terceiro Mundo sejam o futuro de nossa magnânima civilização Ocidental.

Como Cristãos preocupados com o futuro de nossas comunidades, vizinhos e a posteridade, a questão que deveria ser perguntada: o povo de ancestralidade Africana pode sustentar a civilização Ocidental com suas instituições e expressões culturais complexas? Se não podem, é hora de os Cristãos começarem a confrontas rígidas questões.

Para qualquer um desejoso em investigar, há uma sólida quantidade de dados para construir respostas.  Eu gostaria de argumentar que nenhuma verdade histórica é mais certa do que essa de que afro-étnicos são incapazes de sustentar nossa civilização.

Avaliando a história da hoje arruinada cidade de Detroit, o hoje arruinado continente da África e a hoje arruinada ilha do Haiti, comparando-os ao Japão e Porto Rico deveria fornecer evidência suficiente para se julgar a habilidade de afro-étnicos para sustentar a civilização Européia.

DETROIT

Outrora, a maior fábrica no mundo, hoje a Packard Plant (Detroit) encontra-se em ruínas.  Devido à evasão branca, as vastas áreas urbanas ao redor da América foram abandonadas aos residentes afro-americanos.  O mais espantoso exemplo dessa situação é a cidade de Detroit.  Depois da Segunda Guerra Mundial, Detroit era uma das cidades mais prósperas no mundo.  Ela recebeu o apelido de “Paris da América do Norte.” [1]

Em 1950, a cidade era a quinta maior do país, com uma população de 1.849.568.  No auge do prestígio da cidade (1940), euro-americanos perfaziam 90.7% da população. [2] A população euro-americana de Detroit contraiu-se consideravelmente, portanto, desde meados do século passado.  Esse declínio demográfico prenunciou uma deterioração mais ampla da reputação e importância da cidade.

Hoje, afro-americanos perfazem 82.7% da população de Detroit (quase uma reversão completa de 1940), e a cidade encolheu para 680.250 habitantes. [3]

Em somente poucos anos a evasão branca causou a completa transformação de uma das mais célebres cidades no mundo de euro-étnicos para afro-étnicos.

Uma razão significante ao rápido êxodo de euro-americanos da cidade foi a violência afro-americana.  Isso foi exemplificado pelo tumulto da Twelfth Street, o segundo maior e mais destrutivo tumulto na história dos Estados Unidos.  Euro-americanos, temendo por suas vidas, deixaram Detroit depois da revolta.  Eles deixaram uma das cidades mais prósperas na terra nas mãos de afro-étnicos.

O conhecido economista negro Thomas Sowell comentou sobre o tumulto:

“Antes do tumulto do gueto de 1967, a população negra de Detroit tinha a mais alta taxa de casa própria de qualquer população urbana negra no país, e sua taxa de desemprego era de somente 3,4%.  Não foi o desespero que possibilitou o tumulto.  Foi o tumulto que marcou o início do declínio de Detroit a seu atual estado de desespero.  A população de Detroit hoje é somente metade do que foi um dia, e seu povo mais produtivo era aquele que se mandou.” [4]

Sowell cedeu que a violência étnica não irrompeu porque os afro-americanos estavam sofrendo uma terrível situação econômica, em verdade, o oposto era a verdade.  Esse evento somente fala a respeito da efetividade dos arranjos sociais multi-étnicos.

A importância da situação histórica de Detroit é que avaliando os últimos 60 anos da história da cidade, temos um aproximadamente perfeito estudo de caso do que ocorre quando a prosperidade do Ocidente e suas instituições são entregues àqueles de descendência africana.  Detroit é exemplar naquela que foi não entregue aos degenerados afro-étnicos, mas, como disse Thomas Sowell, ao povo afro-étnico mais próspero na América (e, portanto, do mundo).

A história do declínio e degradação de Detroit é bem conhecido, e qualquer um que esteja interessado deveria pesquisá-la pessoalmente. [5] O colapso de Detroit seguindo a substituição de sua população euro-étnica por afro-americanos é tão dramático que parece quase inacreditável.

Detroit arruinou-se ao estado atual desde os anos 50, que hoje é freqüentemente comparado a um ambiente pós-apocalíptico.  Muito de Detroit é caracterizado por sua extraordinária similaridade a um dilapidado mundo vazio em que a humanidade subitamente foi golpeada por um evento cataclísmico.

Em 2010, o “History Channel” transmitiu um documentário chamado o “Homem do Apocalipse”, em que o apresentador, Rudy Reyes, demonstrou como lidar com cenários se possa encarar depois de um evento catastrófico que repentinamente pôs termo à civilização... o documentários foi filmado nas ruínas de Detroit. [6]

Recentemente, um empresário engenhoso apresentou planos para transformar as lojas e vizinhanças desertas de Detroit num novo parque temático chamado “Mundo Zumbi” (ou “Z World”).  O slogan do park era: “Todo mundo quer experimentar um apocalipse zumbi pelo menos uma vez.” [7] Várias maiores organizações de notícias (TIME, Detroit Free Press, LA Times etc.) debateram o plano com retornos positivos.

Em 2012, a cidade ficou em tão más condições, que o prefeito desvelou um plano para terraplanar (demolir) 25% dela, [8] mas Detroit ficou tão falida que o governo dos EUA teve que dar-lhe vinte milhões de dólares de estímulo federal para iniciar as demolições.

Em 2009, foi reportado que a cidade exauriu-se de comida, e que guloseimas estavam sendo descarregadas sob a vigilância de fatigados guardas das forças armadas. [9] Em verdade, Detroit não tem um único supermercado, que força seus habitantes a obterem comida nas lojas da periferia ou lojas de descontos.

A taxa de desemprego real da cidade é 50%. [10]

Dave Schultz, um Examinador da Polícia de Prevenção ao Crime da cidade, teve de comentar a respeito do estado de lei e ordem na Detroit de 2012: “A cidade é uma virtual zona de guerra e o Departamento de Polícia de Detroit está indefeso hoje.” [11]

Brevemente depois de tal admissão, a afro-americana Ralph Godbee foi forçada a demiti-lo depois de distribuir promoções em troca de serviços sexuais. [12] Foi reportado que o Departamento de Polícia de Detroit se transformou num bordel.

Em 8 de Outubro de 2012, os oficiais de polícia de Detroit começaram a distribuir panfletos aos cidadãos dizendo: “Entre em Detroit para Seur Próprio Risco . . . Detroit é a cidade mais violent da América.  A taxa de homicídio de Detroit é a mais elevada do país.  O Departamento de Polícia de Detroit é excessivamente carente”.  Comentando sobre os panfletos, o procurador da união da polícia, Donato Lorio, declarou: “O DPOA acredita que há uma guerra em Detroit, mas deveria haver uma guerra contra o crime, não uma guerra contra seus oficiais”. [11]

Somente metade da população de Detroit pode ler. [13] O ex-presidente do conselho de alunos era um analfabeto funcional. [14]

A Wikipedia contém uma entrada inteira intitulada “O Declínio de Detroit.” [15]

Alguns conservadores alegam que o declínio da cidade é devido à ideologia política liberal em lugar do grupo étnico que hoje habita a cidade.  Mas se isso fosse o caso, por que Pittsburg, Pennsylvania, uma cidade pilhada pelo colapso da indústria siderúrgica, ainda é considerada um grande lugar pra se viver? Pittsburg é preponderantemente liberal.  A resposta é óbvia: Pittsburg é também predominantemente euroétnica.

Por que Vermont, Maine e Oregon, são lugares estrelares para se viver apesar de suas tendências socialistas? Resposta: Porque aqueles lugares têm populações predominantemente euro-americanas.

Eu vivia formalmente em Columbia, Ohio.  Por vezes, eu dirigia pelas partes economicamente desprivilegiadas da cidade.  Eu via longo belas mansões construídas durante os dias de glória da cidade que tinham se tornado miseráveis ruínas negligenciadas, e os vizinhos que ali residem são predominantemente comunidades afro-americanas.

Alguns poderiam retorquir que as mansões arruinadas de Columbia tinham somente decaído de sua idade natural, mas a mais antiga parte residencial da cidade, German Village, é uma próspera e luxuosa vizinhança hoje habitada quase inteiramente por euro-americanos.

No passado, German Village foi saqueada por afro-americanos, e havia se tornado um pouco mais do que uma favela.  Mediante um processo de enobrecimento, porém, os afro-étnicos foram colocados pra fora com custos mais altos de vida e a área retornou a uma era de beleza e prosperidade; uma era que correspondia precisamente ao retorno dos euroétnicos.

Esse tipo de experiência pode ser repetido em diferentes cidades e subúrbios todo o país.  Quem tiver olhos abertos pod ever exemplos dos afro-étnicos sendo incapazes de sustentar a civilização que eles receberam.

Sempre que há uma maioria afro-étnica há também crime, ruína e desintegração econômica.  Seria um desafio (provavelmente impossível) nomear uma área predominantemente afro-americana que a maioria das pessoas sentir-se-iam confortáveis, mandando seus filhos pra noite.  Seria até mais desafiador encontrar uma única área afro-americana em que a classe média euro-americana queria viver?

Mesmo as mais gentis “vizinhanças afro-americanas” não representam maioria afro-americana. [16]

ÁFRICA

No século XIX, a África ainda era um continente misterioso a respeito do qual pouco se conhecia.  Não havia civilizações com a qual os povos europeus se comunicavam, nunca existiram ali grandes exércitos que marcharam fora do interior daquela terra escura, e nunca houve qualquer coisa do outro lado do continente que garantiam rotas de comércio através dele.  A África era grandemente vista como um massivo obstáculo de terra ao redor do qua los mercadores europeus eram forçados a viajar em seu caminho até os prósperos grupos de povos do Extremo Oriente.

Para atingir a África no começo do século XV, os chineses cessaram a exploração do mundo por concluírem que, se o resto da população do mundo era afroétnica, não havia nada digno de ser visto.  Eles pensavam: o resto do mundo deve ser preenchido de incontáveis bárbaros. [17]

No século XIX, depois de brigarem por qualquer pedaço do globo, os impérios coloniais europeus tiveram pouco de deixar sem ser conquistado, senão o continente ao seu sul.  Leopoldo II da Bélgica tomou o controle da região do Congo, e o consolidou em 1890.  A luta pela África começou.  Grã-Bretanha, França, Alemanha e Itália começaram uma longa década de disputa para estabelecer seu próprio prestígio imperial sobre o Continente Escuro.

Os nativos africanos eram um pouco mais do que um incômodo ao longo do caminho do Europeu para controlar o continente.

Uma vez nas mãos dos impérios da Europa, administradores começaram a tornar as colônias africanas prósperas para os países-mães e seus habitantes.  Eles contruíram estradas, minas, plantações e tentaram educar os povos nativos tribais de forma que os tornassem úteis no novo sistema da África Ocidental que foi impulsionado.

A África estava (e ainda está) irrompendo com recursos naturais: diamantes, ouro, cobalto, oléo e madeira.  Esses recursos nunca foram utilizados por aborígenes não-civilizados.  Os Europeus desenvolveram essas indústrias e ensinaram os nativos como utilizá-las.  Nos anos 60, muito da África ganhou sua independência da Europa. [18] Quando os estados africanos lançaram-se à independência, foram assunto de incrível interesse.  Os Estados Unidos e a União Soviética tentaram ganhar influência sobre todo estado recém-liberto, considerando cada qual um de qualidade valiosa.

Desde que os Europeus chegaram na África, os nativos foram experimentando prontamente melhores condições de vida.  Somente umas poucas décadas depois, iniciou-se seu auto-governo, porém, essa tendência foi dramaticamente revertida a medida que ditadores egocêntricos e cruéis chegaram ao poder, a AIDS raptou o continente, a fome se instalou e guerras civis rasgaram a região.  Hoje, a África é vastamente diferente do que era quando os impérios Europeus liberaram aquelas novas nações à independência.  A África tornou-se sinônimo de insondável subdesenvolvimento, miséria e morte.

Pergunta-se: se Europeus e Mesopotâmios puderam trazer à luz bens tradicionais por milhares de anos, até que desenvolveram a maquinaria, por que os Africanos modernos não podem?

O problema não é a situação e sim o povo.

Em 2005, o historiador e expert na África, Martin Meredith, escreveu um livro sobre a história da independência Africana intitulado: “The Fate of Africa: From the Hopes of Freedom, To the Heart of Despair”. O subtítulo do livro é uma bela exposição resumida em dez palavras da história da habilidade do povo Africano para governar-se.

Podemos ver o que ocorreu a África do Sul desde a queda do Apartheid em 1995.  A renda pessoal média no país caiu 40% desde que o governo euroétnico terminou. [19] Atualmente, 25% dos homens sul-africanos admitem que estupraram uma mulher. [20] Cinqüenta assassinatos ocorrem na África do Sul todos os dias.  Acumuladas, elas totalizam mais de 18 mil por ano num país de 48 milhões. [21] Em comparação, a Alemanha tem 800 assassinatos por ano com uma população de 81 milhões. [22]

A justificativa dada pela África do Sul geralmente é que esteve por vários anos sob “opressão” euro-étnica.  Todavia, a Alemanha foi destruída duas vezes no último século, e metade do país foi despojado pelos comunistas por décadas.  Atualmente, a Alemanha está entre as economias mundiais mais fortes e, considerando seu lugar na Europa Moderna, está numa posição de novamente dominar o mais poderoso continente da história.

Recentemente, o próprio irmão de Barack Obama, George Obama, escreveu um livro intitulado “Homeland: An Extraordinary Story of Hope and Survival”.  No livro, ele documenta o lúgubre estado do Quênia.  George reclamou que o Quênia estaria numa melhor situação se seu povo tivesse permitido os Europeus govenarem por um período de tempo mais longo:

...deixe-me dizer-lhe algo.  Olhe para a África do Sul.  Eles estiveram sob os brancos desde os anos 90, e veja onde estão agora.  Eles são praticamente uma nação desenvolvida.  A corrupção nada lembra a corrupção daqui.  Então quem está em melhor situação?  Talvez, se nós tivéssemos deixado os brancos ficar um pouco mais, nós teríamos chegado onde a África do Sul está hoje.” [23]

Até um queniano nativo reconhece que o governo euro-étnico é a chave para tornar-se um estado africano bem sucedido.

Somente podemos imaginar quão terrível o Quênia devia ser se George Obama sonhava com um Quênia como a África do Sul.

Poderia ser preenchido muitos volumes com a tragédia da África pós-colonial (e alguns livros foram escritos): instabilidade governamental sem fim, inaudíveis relatos de corrupção, genocídios, pobreza dificilmente imaginável à mente Ocidental, incontroláveis doenças exterminando milhões, guerras civis intermináveis etc.

Um incidente particularmente horrível é o primeiro “imperador” do Império da África Central que adorava alimentar com carne humana os dignatários estrangeiros. [24]

Tais contos, como aqueles que vem de fora da África, mesmo de meu tio missionário, parecem tão bárbaros para serem verdadeiros.  A África pós-Europa se tornou um continente de desordem anárquica comparável à America Ocidental do século XIX.  Na realidade, é certamente bem pior.

Considere a República Democrática do Congo, o maior país na África Subsariana.  O estado (se podemos chamá-lo assim) tem estado mais ou menos em Guerra desde 1997.  Bem mais de 5 mihões de pessoas foram assassinadas somente nos ultimos 5 anos.  A região foi apelidada de “eternal zona de guerra”. [25]

O Sudão é o segundo maior país na região.  O país dividiu-se pela metade em 2011.  Essa separação foi o resultado da Segunda Guerra Civil Sudanesa que se iniciou em 1983 e ainda hoje devasta.  O Sudão esteve mais ou menos em Guerra pelos últimos 30 anos. [26]

O terceiro maior país afro-étnico é o Chade.  O Chade foi rotulado como um “estado fracassado” pelo Fundo pela Paz. [27] Vários grupos rebeldes armados perambulam pelo país.  A única razão que qualquer governo exista de nenhuma maneira no Chade é que os franceses estão sustentando um regime fantoche na capital.

Chade e Mali encabeçaram as manchetes de 2012 quando um bando de criminosos nômades islâmicos empunhando picaretas e Kalashnikovs decidiram destruir as antigas tumbas em Timbuktu. [28] As tumbas estavam anteriormente listadas como “sítios do patrimônio mundial” pela ONU.

Embora pudéssemos ir além avaliando a catastrophe que é a África pós-Européia se tornaria no fim das contas redudante.  Basta afirmar que 6 dos 10 estados fracassados no mundo estão na África (o outro, o Haiti, é afro-étnico). [27]

A completa região afro-étnica Subsariana é lar para bandos de tribos de vagabundos foras-da-lei estupradores e bandidos, despreocupados com a lei ou a estabilidade.  Os oficialmente reconhecidos “líderes” rotineiramente roubam seu povo e estrangeiros colaboram com grupos para satisfazer sua avidez.

O website do Conselho das Relações Exteriores afirma que a África perde mais de $150 bilhões por corrupção a cada ano. [29]  Esse número definha os $22.5 bilhões que a região recebe dentro do mesmo período de tempo proveniente da generosidade do Ocidente. [29] Por que alguém arremessarias seus presentes misericordiosos ao buraco negro que a África se tornou? Governos afro-étnicos atualmente roubam mais do seu povo do que os colonialistas europeus já fizeram.

No livro “In Africa: A Biography of a Continent”, John Reader resume a era pós-colonial européia da África com a seguinte introdução para o capítulo final:

Os sonhos da África se tornar um continente de estados democráticos pacíficos rapidamente evaporou.  Mais de 70 golpes ocorreram nos primeiros trinta anos de independência.  Nos anos 90, poucos preservaram mesmo os vestígios de democracia.  Estados totalitários, presidentes pro resto da vida, e classe governante militar se tornaram a norma; recursos foram dissipados à medida que a elite acumulava riqueza e a maioria dos africanos sofreu.  Nigéria and Ruanda exemplificam o pesadelo; África do Sul preserva uma hesitante esperança de transformar os sonhos em realidade.” [30]

O escritor escreveu essas palavras em 1998, somente três anos depois do renascimento da África do Sul como uma nação politicamente afro-étnica.  As esperanças que ele colocou na África do Sul redimindo o continente seriam inapropriadas.  Como sabemos hoje, a África do Sul está decaindo rapidamente ao nível de corrupção, pobreza e caos que caracteriza seus semelhantes estados Africanos.  A totalidade da África está sendo envelopada num pesadelo.

HAITI

Negros recriaram a esqualidez Africana no Haiti.

Provavelmente alguém argumentará que a África é pobre por causa da geografia desfavorável, ou dirá que Detroit está arruinada por causa do “racismo” Americano.  Essas desculpas não podem ser dadas para o Haiti.

Haiti é considerado um “estado fracassado” pelo Fundo pela Paz. [27]

Haiti tem a mais elevada porcentagem de ancestralidade Africana no hemifério ocidental.  Haiti é também o país mais pobre do hemisfério Ocidental. [31]

Coincidência? Acho que não…

Ninguém pode culpar o clima ou geografia pelo fracasso do Haiti.  A ilha situa-se próximo a Porto Rico; o país mais desenvolvido e rico em toda América Latina. [32]

Porto Rico é  país mais rico do Caribe.  Chega a surpreender pouco que também tenha a maior população européia (Euro-Haitianos: 1-3%, Euro-Porto Riquenhos: 76.2%)? [31] [32]

Embora a Wikipedia não seja sempre confiável, a enciclopédia abre assim seu artigo sobre a “Economia de Porto Rico”

“A economia de Porto Rico é classificada como economia de alta renda pelo Banco Mundial e como a economia mais competitiva na América Latina pelo Fórum Econômico Mundial... A geografia de Porto Rico e seu status politico são fatores determinantes para sua prosperidade econômica, principalmente devido a seu tamanho relativamente pequeno como ilha; sua falta de recursos naturais utilizados para produzir materiais em estado puro, e, conseqüentemente, sua dependência de importações.” [33]

A população do Haiti é três vezes maior do que de Porto Rico.  O Haiti tem três vezes a área territorial de Porto Rico.  Por que, então, PIB do Haiti é menor que 14% daquele de Porto Rico? [31] [32]

Outro argumento utilizado para justificar a pobreza da África é que os países afro-étnicos estiveram sob domínio colonial até os anos 60.  O argumento sugere que se os Europeus tivessem garantido a independência prematura às nações afro-étnicas elas estariam hoje mais desenvolvidas.

O problema: Haiti se tornou indendente do domínio colonial há 212 anos.  Porto Rico nunca se tornou livre.  Até hoje, Porto Rico é dominado por um poder colonial (Os Estados Unidos), e ainda se mantém anos-luz à frente do Haiti.

Um ultimo registro sobre o Haiti.  O Haiti é um exemplo perfeito de como os marxistas econômicos não podem ser culpados pelo fracassdo das sociedades afro-étnicas.  Haiti abraçou o livre-mercado [31] a um perímetro tal que os esquerdistas rotineiramente colocam a culpa pela pobreza dos países no capitalismo.  O país permanence em ruínas.

JAPÃO

QI elevado dos Japoneses foi bem sucedido em imitar a civilização branca na Ásia.

É curioso o que o Japão tem a ver com o povo de descendência Africana.  Os Japoneses servem como um contraste útil à baixa inteligência dos afro-étnicos.

Afro-americanos ainda são subdesenvolvidos depois de serem introduzidos na sociedade civilizada, e a África ainda é selvagem e caótica apesar de ser nutrida e instruída pelos Europeus por mais de 150 anos.  Os Japoneses, porém, rapidamente desenvolveram tecnologia européia em sua pequena ilha desde o tempo entre o primeiro contato com o Ocidente e a era quando o Ocidente podia tê-los conquistado e colonizado. [34]

Os portugueses conduziram o comércio com os africanos (por escravos) desde o século XVI.  Esses Africanos, porém, nunca desenvolveram tecnologia ou aprenderam qualquer coisa a partir dos desenvolvidos Europeus.  Africanos permancem primitivos até a atualidade.

Em 1854, o Comandante Americano Matthew Perry ancorou seu couraçado ao largo da costa do Japão e forçou os japoneses a aceitarem o comércio com os Americanos.  Por avistarem o gigantesco navio de guerra, os japoneses perceberam que estavam em apuros.  Sabiam que se não se modernizassem rapidamente, seriam dominados pelos superiors Americanos.

Diferente dos afro-étnicos, que nunca tiveram qualquer idéia de se desenvolverem no ritmo dos Europeus, os Japoneses (que possuem um QI médio superior aos Europeus) [35] rapidamente se modernizaram.  Somente cinqüenta anos depois, eles foram capazes de destruir o Império Russo na Guerra Russa-Japonesa, e estabelecerem-se como tipo de poder colonial no Extremo Oriente.  Eles fizeram toda essa modernização apesar de poucos recursos naturais e uma área geográfica diminuta.

Euro-étnicos e asiáticos do nordeste provaram-se capazes de sustentar a Civilização Ocidental.  Por outro lado, aqueles de etnia Africana continuarão desesperançosamente a ressuscitar o coração de escuridão onde quer que vão.

CONCLUSÃO

Depois de refletir sobre história, é impossível acreditar que qualquer grupo de pessoas da etnia Africana subsariana seja capaz de sustentar as instituições, prosperidade e padrões de vida ocidentais.

Em todas as situações, sociedades prósperas bem construídas capitularam à herança Africana.  No caso de Detroit, possivelmente a cidade mais próspera no interior do país mais próspero foi dada aos mais prósperos afro-étnicos no mundo.  Em décadas se tornou um uma paisagem pós-apocalíptica.

Na África, Europeus construíram sociedades modenas viáveis desde as selvagens às mais inóspitas (África era um vazio no mapa).  Esses colonialistas brancos construíram algo for a do nada e, então, deram o que pediram fosse construído pelos habitantes nativos.  Isso foi a maior liberalidade concedida na história do mundo.  Em décadas, os afro-étnicos mergulharam a África no caso, e forçaram os de descendentes de Europeus a alimentarem bilhões de suas crianças famintas.

Como podemos imaginar, depois de testemunhar tais colapsos catastróficos, de qualquer coisa sujeita à administração afro-étnica, que semelhança à Civilização Ocidental pode ser sustentada por aquele grupo de pessoas?

Por toda a parte afroétnicos vivem a recriar a África; seja no Haiti ou Detroit, Columbus ou Timbuktu.  Dar nossa civilização às pessoas de descendência Africana é como tornar a África (o pesadelo) no modelo social do futuro.

Crianças em idade escolar são sempre contadas que devem aprender história para que não a repitam.  A lição de que euroétnicos ocidentais não deveriam repetir o que nunca ficou mais claramente esclarecido para eles do quando consideravam o assunto do pluralismo étnico.  Deixar a América nas mãos das minorias e especialmente aqueles descendentes de africanos, não é nada mais do que suicídio civilizacional.

Um registro final.  Muitos cristãos argumentam que a religião cristã curaria toda a pobreza e crime se o povo somente a abraçasse.  Contrário a essa noção, afro-americanos e haitianos eram predominantemente cristãos por séculos.  Afro-americanos são consideravelmente mais religiosos do que euro-americanos [36], e, ainda assim, permanecem bem atrás de seus irmãos europeus.  As populações de muitos países empobrecidos da África têm os registros mais elevados de freqüência a igrejas de qualquer lugar na Terra.

NOTAS

[1] "Architect Louis Kamper Made Detroit the 'Paris of the West'" Michigan Radio. September 1, 2014. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://michiganradio.org/post/architect-louis-kamper-made-detroit-paris-west#stream/0

[2] "Table 23. Michigan - Race and Hispanic Origin for Selected Large Cities and Other Places: Earliest Census to 1990." United States Census Bureau. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.census.gov/population/www/documentation/twps0076/MItab.pdf

[3] "Detroit (city), Michigan." United States Census Bureau. 02 de Dezembro de 2015. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://quickfacts.census.gov/qfd/states/26/2622000.html

[4] Sugrue, Thomas. The Origins of the Urban Crisis: Race and Inequality in Postwar Detroit. Princeton University, 2000. 261-262. https://books.google.com/books?id=K3m64HT2kXsC&q=riot#v=snippet&q=riot&f=false

[5] Kersey, Paul. "Escape from Detroit: The Collapse of America's Black Metropolis." April, 2012.

[6] "TV Made In Michigan." Michigan Film and Digital Media Office. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.michiganfilmoffice.org/Made-in-Michigan/TV/Default.aspx

[7] "Z World Detroit." May 1, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://zworlddetroit.com/

[8] Kimball, Harry. "Battered Detroit Plans to Raze 25% of City." Newser. March 1, 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.newser.com/story/82901/battered-detroit-plans-to-raze-25-of-city.html

EXCERTO: "A destruída Detroit não teria que batalhar para pagar pelos serviços nas vastas áreas da cidade que estão essencialmente abandonadas se elas não existissem — assim, serão terraplanadas.  O Prefeito Dave Bing fez o cálculo em $300 milhões de déficit no orçamento e as 33.500 casas vazias e 91.000 lotes residenciais vazios e apareceram como a solução."

[9] Hargreaves, Steve. "Hunger Hits Detroit's Middle Class." CNN Money. August 1, 2009. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://money.cnn.com/2009/08/06/news/economy/detroit_food/

EXCERTO: "Do outro lado da rua, numa antiga vizinhança industrial, um entregador amontoa um carrinho de mão de bens do lado de fora de um armazém.  A dez pés um outro homem permanence vestido em uniforme militar, botas de combate e o que parece ser um jaqueta de artilharia anti-aérea.  Ele aparenta ser de Bagdá.  Mas isso não é o Iraque.  É o sudeste de Detroit, e ele está ali para vigiar as mercearias."

[10] "Detroit's Unemployment Rate Is Nearly 50%, According to the Detroit News." Huffington Post Business. March 18, 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.huffingtonpost.com/2009/12/16/detroits-unemployment-rat_n_394559.html

EXCERTO: "Oficialmente, a taxa de desemprego em Detroit está um pouco abaixo de 30%.  Mas o prefeito da cidade e líderes locais estão sugerindo um cálculo bem mais preocupante – o a real taxa de desemprego, dizem, está próximo a 50%."

[11] "Detroit Has 8 Murders, 33 Shootings in 5 Days; No Outrage." Examiner. May 23, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.examiner.com/article/detroit-has-8-murders-33-shootings-5-days-no-outrage

"Enter At Your Own Risk: Police Union Says ‘War-Like’ Detroit Is Unsafe For Visitors." CBS Detroit. October 6, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://detroit.cbslocal.com/2012/10/06/enter-at-your-own-risk-police-union-says-war-like-detroit-is-unsafe-for-visitors

[12] Cook, Rebecca. "Detroit Police Chief Ralph Godbee Resigns amid Sex Scandal." NBC News. October 1, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://usnews.nbcnews.com/_news/2012/10/08/14298235-detroit-police-chief-ralph-godbee-resigns-amid-sex-scandal?lite

[13] "Report: Nearly Half Of Detroiters Can’t Read." CBS Detroit. May 1, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://detroit.cbslocal.com/2011/05/04/report-nearly-half-of-detroiters-cant-read

[14] Berman, Laura. "Does DPS Leader's Writing Send Wrong Message?" The Detroit News. March 1, 2010. Accessed November 6, 2015. http://www.detroitnews.com/article/20100304/OPINION03/3040437

EXCERTO: "O presidente do quadro escolar de Detroit, Otis Mathis, está travando uma batalha juridical para dirigir o futuro acadêmico de 90 mil crianças, no menos bem sucedido distrito de uma grande cidade.  Ele também reconhece que ele tem dificuldade de compor uma sentence inglesa coerente."

[15] "Decline of Detroit." Wikipedia. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. https://en.wikipedia.org/wiki/Decline_of_Detroit

EXCERTO: "A cidade de Detroit, Michigan, atravessou um maior declínio econômico e demográfico nas décadas recentes."

[16] Higley, Stephen. "Top 25 Black Neighborhoods." The Higley 1000. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://higley1000.com/about-this-site/methodology/top-25-b

[17] "China's Great Armada." National Geographic. July 1, 2005. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://ngm.nationalgeographic.com/ngm/0507/feature2/map.html

[18] "A Chronological List of Independence Dates for Africa." About.com. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://africanhistory.about.com/library/timelines/blIndependenceTime.htm

[19] Balls, Andrew. "Why South African Incomes Declined." The National Bureau of Economic Research. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.nber.org/digest/jan06/w11384.html

EXCERTO: "In Incomes in South Africa Since the Fall of Apartheid (NBER Working Paper No. 11384), co-autores Murray Leibbrandt, James Levinsohn, and Justin McCrary documentam que o declínio e tentativa de explicar o que aconteceu.  Eles demonstram que a renda media dos homens e mulheres sul-africanos caiu 40% entre 1995 e 2000, e notem que houve pouca melhora desde então."

[20] Smith, David. "Quarter of Men in South Africa Admit Rape, Survey Finds." The Guardian. June, 2009. Accessed December 1, 2015. http://www.theguardian.com/world/2009/jun/17/south-africa-rape-survey

EXCERTO: "Um em quarto homens na África do Sul admitiram ter estuprado e muitos confessaram atacar mais de uma vítima, de acordo com um estudo que expõe a cultura endêmica local de violência sexual.  Três dos quarto estupradores primeiro atacaram enquanto ainda eram adolescentes, descobriu o estudo.  Um em 20 homens disseram que estupraram uma mulher ou garota no último ano.  África do Sul é notório por ter um dos mais altos níveis de estupro no mundo.  Somente uma fração é reportada, e somente uma fração daqueles conduziram a uma condenação."

[21] Rohrer, Finlo. "How Dangerous Is South Africa?" BBC News. May 1, 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://news.bbc.co.uk/2/hi/8668615.stm

EXCERTO: "A cada dia uma media de aproximadamente 50 pessoas são assassinadas.  Em acréscimo a esses 18 mil assassinatos por ano, há outras 18 mil tentativas de homicídio."

[22] "Murder Rate in the United States and Germany." Atlantic Review. October 5, 2006. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://atlanticreview.org/archives/434-Murder-Rate-in-the-United-States-and-Germany.html

EXCERTO: "Entre 82 milhões de cidadãos alemães 794 foram assassinados em 2005.  Isso representa duas vezes mais assassinatos que em 2004."

[23] Obama, George. "Homeland: An Extraordinary Story of Hope and Survival." Amazon. 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.amazon.com/Homeland-Extraordinary-Story-Hope-Survival/dp/B0048ELDPU

[24] Klaas, Brian. "The Cannibal Emperor of Bangui and Africa’s Forgotten Conflict." Vice Magizine. September 1, 2014. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.vice.com/read/the-cannibal-emperor-of-bangui-and-africas-forgotten-conflict

EXCERTO: "Ele também saboreou devorar criminosos acusados aos seus crocodiles e leões pessoais em sua luxuosa Villa Kolongo.  Pior de tudo, Bokassa era supostamente um cannibal, mantendo carne humana em sua cozinha que supostamente servia a insuspeitos convidados.  Durante a cerimônia de coroação, o recém-coroado imperador voltou-se a um ministro da França e murmurou, 'Você nunca notou, mas você comeu carne humana.'"

[25] Vattikonda, Niharika. "The Democratic Republic of the Congo: An Eternal War Zone." International Policy Digest. November 27, 2015. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.internationalpolicydigest.org/2015/11/27/the-democratic-republic-of-the-congo-an-eternal-war-zone

[26] "South Sudan Profile - Timeline." BBC News. August 1, 2015. Accessed December 7, 2015. http://www.bbc.com/news/world-africa-14019202

[27] Messner, J.J., and Kendall Lawrence. "Failed States Index 2013: The Troubled Ten." Fund for Peace. June 1, 2013. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://library.fundforpeace.org/fsi13-troubled10-2

LIST: Somalia, DR Congo, Sudan, South Sudan, Chad, Yemen, Afghanistan, Haiti, Central African Republic, Zimbabwe.

[28] "Tombs in Timbuktu's Djingareyber Mosque 'destroyed'" BBC News. July 10, 2012. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://www.bbc.com/news/world-africa-18785895

[29] Hanson, Stephanie. "Corruption in Sub-Saharan Africa." Council on Foreign Relations. August 6, 2009. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://www.cfr.org/africa-sub-saharan/corruption-sub-saharan-africa/p19984

Gaboitsiwe, Thato. "Africa: Cry the Beloved Continent." Linkedin. November 28, 2014. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://www.linkedin.com/pulse/20141128102808-296225326-africa-cry-the-beloved-continent

EXCERTO: "Um estudo em 2002 pela União Africana (AU), estimou que o continente perdeu aproximadamente $150 bilhões anuais de seus rendimentos para corrupção."

[30] Reader, John. Africa: A Biography of the Continent. New York: A.A. Knopf, 1998. 663.

[31] "Central America and Caribbean: Haiti." Central Intelligence Agency. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/ha.html

EXCERTO: "Haiti é uma economia de livre mercado desfruta das vantagens dos pequenos custos de trabalho e acesso livre de tarifas a muitas exportações dos EUA.  Pobreza, corrupção, vulnerabilidade a desastres naturais e baixos níveis de educação para muita da população estão entre os mais sérios impedimentos do Haiti ao crescimento econômico.  Atualmente, é o país mais pobre no Hemisfério Ocidental com 80% da população vivendo abaixo da linha da pobreza e 54% em pobreza abjeta."

[32] "Central America and Caribbean :: Puerto Rico." Central Intelligence Agency. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/rq.html

[33] "Economy of Puerto Rico." Wikipedia. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://en.wikipedia.org/wiki/Economy_of_Puerto_Rico

[34] "Japan in the 19th Century." Japan in the 19th Century. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://www.historyhaven.com/APWH/unit 4/Japan in the 19th century.htm

EXCERTO: "Em 1853, o Americano Matthew Perry ameaçou bombardear a capital Japonesa se eles não a abrissem ao comércio Americano.  O Japão abriu-se a influência estrangeira e, como na China, ocidentais residentes no Japão não se sujeitaram às leis japonesas.  Houve um movimento contra os estrangeiros nos anos de 1860.  O samurai, usando excesso de armas da Guerra Civil da América – que havia acabado naquele momento, derrotou o exército do shogun.  Isso deu uma clara mensagem a respeito da supremacia da tecnologia military occidental.  O Meiji tomou controlee m 1871 e começou um período de reformas que iria muito além daquele da Rùssia."

[35] Gottfredson, Linda. "Mainstream Science on Intelligence: An Editorial With 52 Signatories, History, and Bibliography." University of Deleware. 1995. Acessado em 19 de Novembro de 2015. www.udel.edu/educ/gottfredson/reprints/1997mainstream.pdf


EXCERTO: "Afroamericanos são destacadamente mais religiosos numa variedade de medidas do que a população norte-americana como um todo, incluindo nível de afiliação com uma religião, freqüência em celebrações religiosoas, em orações e em importância conferida à religião na vida.  Comparados com outros grupos raciais e étnicos, afroamericanos estão entre os mais prováveis a reportarem uma afiliação religiosa formal."
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