Saturday, November 26, 2011

Peru encontra esqueletos de 12 crianças sacrificadas há 800 anos

Arqueólogos peruanos encontraram os restos mortais de 12 crianças e 20 camelídeos que foram sacrificados há 800 anos na costa norte do Peru. As crianças eram da civilização Chimú, que como os incas, praticava sacrifícios humanos. A escavação é no povoado de Huanchaquito, cerca de 500 km ao norte da capital Lima.

De acordo com declarações do chefe da escavação à agência Andina, os Chimús sacrificavam crianças quando um imperador estava prestes a morrer ou a nascer. Outra teoria do arqueólogo Gabriel Prieto é que o sacrifício tenha sido uma oferenda à natureza para aplacar as fortes chuvas que o povo deve ter enfrentado à época, conforme indicam marcas no solo do sítio arqueológico. A posição dos corpos encontrados foge dos padrões funerários da civilização antiga, que costumava enterrar seus mortos sentados e com objetos de cerâmica ou metal. As crianças estavam deitadas e sem objetos de valor.

O império Chimú foi uma civilização andina pré-colombina que viveu na zona norte do Peru entre os séculos 10 e 15 d.C. Acredita-se que eles foram dominados pelos incas e perderam sua cultura e idioma próprios. Os arqueólogos peruanos convidaram um especialista francês para estudar os restos dos camelídeos.

Monday, October 03, 2011

Irã alega que logo dos jogos olímpicos de Londres 2012 significa a palavra 'Zion'



Quase quatro anos após o lançamento do logo, Teerã ameaça boicotar os jogos a menos que o desenho seja mudado


O Irã ameaçou boicotar os jogos olímpicos de Londres a menos que os organizadores troquem o logo oficial, o qual Teerã alega que ele significa a palavra "Zion".

O logo, uma representação recortada do ano de 2012, foi dito pelos seus críticos lembrar muitas coisas, desde uma suástica a um ato sexual, mas o governo iraniano argumenta que ele representa uma velada conspiração pró-Israel.

Em uma queixa formal ao Comitê Olímpico Internacional, Teerã exigiu que a ilustração fosse mudada e seus desenhistas "confrontados", avisando que os atletas iranianos poderiam, caso contrário, ser ordenados a retirar-se dos Jogos de Londres.

De acordo com a Agência de Notícias dos Estudantes Iranianos, bancada pelo Estado, que é freqüentemente utilizada para conduzir pronunciamentos oficiais, a carta diz: "Como documentos da internet provaram, usar a palavra Zion no logo dos Jogos Olímpicos de 2012 é uma ação desgraçada e contra os valiosos lemas olímpicos.

"Não há dúvida que a negligência do caso por seu lado pode afetar a presença de alguns países nos Jogos, especialmente Irã, que obedece com comprometimento aos valores e princípios."

A carta, do comitê olímpico nacional do país, deixa incerto quais "documentos da internet" está se referindo.

No meio da agitação popular que acompanhou o desvelar do logo em 2007, houve algumas alegações, particularmente em websites sobre conspirações, que suas formas poderiam ser arranjadas para formar a palavra "Zion" e algumas animações foram postadas no YouTube mostrando como fazê-lo.

Um funcionário do COI confirmou que a carta iraniana foi recebida, mas disse: "O logo de Londres 2012 representa a figura de 2012, nada mais."

Um porta-voz do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Londres acrescentou: "ele foi lançado em 2007 seguindo teste e consulta. Nós ficamos surpresos que essa reclamação foi feita agora."

Sunday, July 10, 2011

Talmud faz apologia à pedofilia


Seguem-se os relatos de imoralidades no Talmud:

Our Rabbis taught: In the case of a male child, a young one is not regarded as on a par with an old one; but a young beast is treated as an old one.23 What is meant by this? — Rab said: Pederasty with a child below nine years of age is not deemed as pederasty with a child above that. Samuel said: Pederasty with a child below three years is not treated as with a child above that.24 What is the basis of their dispute? — Rab maintains that only he who is able to engage in sexual intercourse, may, as the passive subject of pederasty throw guilt [upon the active offender]; whilst he who is unable to engage in sexual intercourse cannot be a passive subject of pederasty [in that respect].25 But Samuel maintains: Scripture writes, [And thou shalt not lie with mankind] as with the lyings of a woman.26

Tradução:

Nossos Rabbis ensinam: No caso de uma criança do sexo masculino, um jovem não é considerado como formando um par com um mais velho; mas uma besta jovem é tratada como tal.23 Qual é o significado disso? Rab afirma que: a pederastia com uma criança abaixo de nove anos de idade, não é considerada como pederastia como com uma criança acima dessa idade.24 Qual é a base de sua discussão? Rab sustenta que somente aquele que seja capaz de se engajar no intercurso sexual, pode, como sujeito passivo da pederastia tornar-se culpado [sob a transgressão ativa]; enquanto aquele que não seja capaz de se engajar no intercurso sexual não pode ser sujeito passivo de pederastia [nesse aspecto].25 Mas Samuel sustenta: está escrito nas Escrituras, [E tu não deitarás com nenhum homem] como se deitasse com uma mulher.26

Footnotes:

23.
The reference is to the passive subject of sodomy. As stated supra 54a, guilt is incurred by the active participant even if the former be a minor, i.e., less than thirteen years old. Now, however, it is stated that within this age a distinction is drawn.

24. I.e., Rab makes nine years the minimum; but if one committed sodomy with a child of lesser age, no guilt is incurred. Samuel makes three the minimum.
25. At nine years a male attains sexual matureness.
26. Lev. XVIII, 22. Thus the point of comparison is the sexual matureness of woman, which is reached at the age of three.
Notas de rodapé:
23. A referência é para sujeito passivo de sodomia. Como expresso acima em 54a, a culpa é incorrida pelo participante ativo mesmo se aquele for um menor, p.e., menos de treze anos de idade. Agora, porém, está expresso que com essa idade surge uma distinção.
24. P.e, Rab torna nove anos o mínimo; mas se alguém cometeu sodomia com criança de menor idade, nenhuma culpa é incorrida. Samuel dispõe três anos como o mínimo.
25. Aos nove anos, um macho atinge a maturidade sexual.

26. Lev. XVIII, 22. Assim, o ponto de comparação é a maturidade sexual da mulher, que é atingida na idade de três anos.

Talmud, Edição Soncino, 1934

http://www.come-and-hear.com/sanhedrin/sanhedrin_54.html#E54

Novamente, uma base moral totalmente viciada, com a pedofilia sendo explicitamente aprovada

Monday, July 04, 2011

Monsenhor Jose Maria Caro: As Denúncias contra uma Conspiração Judaico-Maçônica


Muitas vezes se pôs em dúvida a relação entre maçons e judeus, em parte porque os que a denunciam são, com freqüência, adversários da maçonaria, como o ilustre religioso chileno, Monsenhor José María Caro. Sem dúvida, antes de analisar seu trabalho, devemos deixar clara a realidade desta relação citando as palavras do maçom de grau 33 de Rito Escocês, don Lorenzo Frau Abrines, em seu "Dicionário Enciclopédico Abreviado da Maçonaria" em 1955:
"ISRAEL: O nome de Israel por designar o povo hebreu ocupa o lugar destacado da Ordem Maçônica, posto que a história do dito povo é a fonte de onde emanam as lendas míticas da Maçonaria. O Rito de Misraim, chamado também judaico, fundamenta-se em grande parte dos graus de sua segunda série na história das vicissitudes deste povo; Palavra sagrada do grau 70 do rito Misraim e uma do reconhecimento do grau 40 do mesmo Rito. (Mestre de Grau 7 do Rito Escocês antigo e aceito)."
José María Caro Rodríguez viveu entre os anos de 1866 e 1958, deixando para trás uma vasta trajetória a serviço da comunidade e de seu país, o Chile. Foi o bispo da cidade de Iquique, e mais tarde Arcebispo de Santiago. Chegou a ser, além disso, o primeiro cardeal que teve o Chile. Sua vida se caracterizou por uma notável humildade e bondade, cada vez mais difícil de se encontrar na cúpula da Igreja Católica, especialmente com os mais pobres e necessitados, de modo que tinha uma particular sensibilidade com os temas sociais e políticos, que afetam diretamente o bem-estar de seu povo. Sua sensibilidade com os setores mais humildes se explica por sua própria origem, dentro de uma modesta família da localidade de Colchagüa. No Chile ele é lembrado com muito apreço e, sem dúvida, se trata de uma das figuras históricas mais importantes de nossa nação, havendo inclusive um monumento em sua honra em frente a mesmíssima Catedral de Santiago, na Plaza de Armas da capital chilena.

Durante seu serviço religioso, viajou a Roma, mas se adoentou e teve que retornar ao Chile, cursando um Seminário apesar de ter perdido grande parte de sua voz. Gozando de uma vasta educação e conhecimentos, sua qualidade de acadêmico e doutor permitiu que produzisse varias obras escritas de caráter doutrinário, como "La Iglesia e los Obreros", "El Matrimonio Cristiano", "Porque Creo", "Fundamentos de la Fe", entre outras. Uma delas, em particular, merece nossa atenção.

Em 1924, estando a pouco mais da metade de sua vida, em seus 52 anos, com plenas capacidades mentais e apoiado por sua ampla cultura, Monsenhor Caro, então bispo, escreveu um curioso livro, hoje quase desconhecido embora tenha sido editado quatro vezes, inclusive no exterior. Se intitula "El Misterio de la Maçonaria, Descorriendo el Velo" e é um dos poucos documentos que abordam em detalhe um tema proibido: a relação entre franco-maçons e judeus, estabelecendo as diferenças entre catolicismo e judaísmo que hoje já estão quase que imperceptíveis. O livro foi um êxito tal que obrigou a publicar uma segunda edição, em 1926. Foi publicado também na Argentina, pela editorial Buenos Aires, em 1948.

Monsenhor Caro nunca ocultou sua desconfiança entre as lojas maçônicas e os vínculos delas mesmas com o judaísmo, o que lhe custou ser depreciado por setores políticos tradicionalmente ligados à maçonaria, como alguns grupos radicais, que em uma ocasião organizaram até um violento protesto contra ele, em uma procissão que foi atacada e agredida por uma turba de adversários durante a Páscoa da Ressurreição de 1913. Sem dúvida, nenhuma destas ações covardes impediria que se transformasse com o tempo em um dos curas mais populares e queridos desta cidade do norte do Chile. Ainda assim houve ilustres radicais patriotas que se solidarizaram com Monsenhor Caro chegando a formar uma grande amizade com ele, como é o caso do Presidente Juan Antonio Ríos, que tentou até o último momento manter-se neutro durante a Segunda Guerra.

Monsenhor Caro inicia seu livro com uma advertência decisiva, nas primeiras linhas do prólogo:
"Com verdadeiro temor começo a tratar a matéria deste livreto, pressentindo que vou causar desgosto a mais de um com o intento de divulgação que, em favor de Deus, me proponho... e não é minha intenção ocasionar a ninguém a menor moléstia, senão cumprir com uma obrigação que me impõe a consciência".
E no principio de seu capítulo "¿La Maçonaria es un Instrumento del Judaísmo?", o religioso faz outro esclarecimento que deixa de lado qualquer intento de acusá-lo de estar cego por preconceitos anti-semíticos em seu trabalho:
"Não é minha intenção, nem pode sê-lo, despertar ódios contra uma raça que está destinada a unir-se um dia com os cristãos no conhecimento do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, e da qual brotou para a terra inteira a fonte de todas as bênçãos que a civilização cristã aportou ao mundo, apesar de todos os esforços que se fizeram para estorvar sua ação. Não é essa minha intenção; mas sim a de chamar a atenção dos leitores a um assunto que vale a pena fixar-se, tanto pelo lado religioso, como pelo econômico e político".
Agora passamos a citar a seguinte advertência feita em "El Misterio de la Maçonaria" por Monsenhor Caro denunciando diretamente os maçons como uma seita simpatizante do judaísmo a seu completo serviço:
"...a Maçonaria não é mais que uma máscara que o judaísmo encobre ante as nações seus manejos anticristãos e de universal dominação política e econômica... não é mais que um pobre instrumento, inconsciente pelo público geral, da Suprema Direção judia".
"Esta [raça judaica] está por um lado, na condição de uma raça vencida, religiosa e civilmente, dispersa e depreciada ou perseguida, não somente por suas tradições religiosas, mas também pela sórdida avareza que tem feito apoderar-se das riquezas dos povos entre os quais tem vivido; e por outro lado, essa raça vive sustentada tenazmente por um ideal que jamais abandonou, o da dominação universal por meio de seu Messias, individual ou simbólico. Em sua perpétua contradição com a sociedade em que vive, o povo judeu com o governo central que conserva sua unidade nacional, não faz menos que conspirar perpetuamente contra o povo cristão e valer-se, para tanto, das sociedades secretas para realizar seus fins".
E também assinala:
"O fim supremo da Maçonaria, há quem creia e com boas razões, é estabelecer o predomínio judaico no mundo. A ação judaica é predominante nesta instituição, e, por conseguinte, tudo não é senão o meio para chegar a estabelecer o domínio universal da raça judaica com mais rapidez e segurança, ou melhor, a ação judaica é uma auxiliar da Maçonaria para conseguir realizar seus desígnios de anarquia e destruição universal, e por trás desta, a adoração de Satanás, instigador dessa obra de rebelião e de anarquia."
Mais adiante, no capítulo sobre a ação judaica e maçônica contra o catolicismo, Monsenhor Caro nos diz:
"É indubitável que a ação da Maçonaria contra a Igreja Católica não é mais que a continuação da guerra a Cristo praticada pelos judeus há 1900 anos, acomodando-se mediante o segredo, o engano e a hipocrisia às circunstâncias do mundo cristão”.
"Leia-se o Evangelho e se verá na espionagem judaica, em suas perguntas capciosas, em seus ataques hipócritas, encobertos com o véu da pretensa piedade dos fariseus; nas armadilhas; nos esforços para fazer odioso ante o povo aquele que é o grande bem-feitor; no emprego do ouro para comprar um apóstolo, na formação da opinião contra Cristo; na preferência de Barrabás, no furor e na sanha com que tratam de manchar a memória de Cristo na infância; na constante oposição, sangrenta muitas vezes, contra a predicação dos Apóstolos etc; em tudo isso se verá, o que hoje pratica a Maçonaria."
"Sim o judaísmo rabínico é o declarado e implacável inimigo do cristianismo, a maçonaria a serviço desse mesmo judaísmo é ainda o anticristianismo. O mesmo ódio, a mesma hipocrisia, as mesmas violências, o mesmo estorvo à ação da Igreja de Cristo. O ódio a Cristo ao cristianismo não é coisa da história remota, nem pode ser visto como o resultado de perseguição; forma parte de uma íntegra tradição rabínica originária, antes que tivesse lugar qualquer persecução dos judeus pelos cristãos e continuou em nosso país muito depois dessa perseguição ter acabado. Além disso, as relações da Maçonaria ou do judaísmo perseguidor da Igreja Católica com o bolchevismo, na Rússia, Hungria e com a ameaça de realizá-lo em todas as partes, é coisa pública, como é a relação do judaísmo com a Maçonaria..."
A respeito do último, Monsenhor Caro havia assinalado ademais nesta mesma fonte:
"...as façanhas, o reinado do Terror, a explosão do ódio satânico contra a Igreja, contra Nosso Senhor Jesus Cristo, as horríveis blasfêmias em que prorrompiam os revolucionários maçons na França, não são mais que a expressão e o cumprimento das aspirações das seitas Cabalísticas e secretas que durante tantos séculos vinham trabalhando secretamente contra o Cristianismo. O que os bolchevistas, judeus em sua maior parte, fazem agora na Rússia contra o Cristianismo, não é mais que outra edição do que fizeram os maçons na Revolução Francesa. Os executores são distintos; a doutrina que move e autoriza e a direção suprema é a mesma".
"Na Maçonaria sempre foi observada uma grande e especialíssima consideração pelos judeus... Quando estourou a Revolução Francesa, se pediu com insistência a cidadania francesa para os judeus; rechaçada uma vez, insistiu-se em pedi-la, e foi concedida. O leitor lembrará que nesses dias se perseguia os católicos até a morte ".
Sobre o parágrafo anterior, Monsenhor Caro se refere a um fato que era relativamente bem conhecido então, mas que a história da Nova Ordem se empenhou em sacar da lembrança: Trata-se da "Comuna de Paris", quando em Paris se tentou saquear instituições como no Banco da França, enquanto que os milionários bancos nas mãos dos judeus não foram tocados por ninguém.

Sobre a relação da Maçonaria com a Cabala Judaica, é claro e direto:
"Também se manifesta sua relação com a Cabala perversa, introduzida primeiro em algumas das seitas maçônicas mais terríveis, como o Iluminismo, o Martinismo, o Rosacruzismo etc., na Maçonaria moderna, pela doutrina moral, pela permissão da hipocrisia, da mentira, do roubo, da desonra, quando se trata de fazer mal aos gentios, ou seja, aos não judeus, coisas que são praticadas amplamente na Maçonaria, como temos visto..."
Monsenhor Caro sabia também da existência dos "Protocolos dos Sabios de Sião". A esse respeito, o religioso escreve:
"... qualquer que leia algo de sua história não poderá deixar de se admirar da realização do plano idealizado pelos verdadeiros ou supostos Sábios de Sião, do empenho feito pela judiaria para sepultar no esquecimento os 'Protocolos', primeiro, queimando uma edição inteira na Rússia, depois mentindo sobre a existência de um exemplar na Biblioteca de Londres, e fazendo grandes esforços para que não se publicasse nos Estados Unidos uma edição, a ponto de conseguir que nenhum jornal de Nova Iorque publicasse avisos para fazer-lhes propaganda".
"... Os Protocolos dos Sábios de Sião, autênticos ou não, são um plano profético que é cumprido espantosamente e que conta com a maçonaria como um instrumento ".
Julius Evola dizia algo muito parecido ao declarar que "sim os protocolos não são autênticos, então são verídicos". Um exemplar da edição de 1905 dos Protocolos foi depositado no British Museum de Londres, em 10 de Agosto de 1906, mais de dez anos antes que começaram a se desenrolar os acontecimentos que são a realização daquele plano. A relação da Maçonaria com os autores dos Protocolos sobressaem-se a cada passo: "Quem e que coisa pode destruir uma força invisível?. E essa é, precisamente, nossa força. A Maçonaria inteira serve de despiste para nós e para nossos propósitos; mas o plano de ação de nossa força e sua mesma sede central pertence a um mistério desconhecido para todo o povo." (Protocolo IV).
A esse respeito, Monsenhor Caro disse apropriadamente:
"O plano dos protocolos é a ruína dos povos para estabelecer sobre eles a dominação judaica."
Mais adiante continua:
"Esses Protocolos contêm em plano proposto pelos judeus para realizar o Ideal de dominação universal sobre todo o mundo, como fundo um governo judeu, mediante a corrupção dos costumes, o empobrecimento dos povos em favor dos judeus e as contínuas agitações e o contínuo descontentamento que faria com que os povos se entregassem nos braços dos judeus para salvar-se da anarquia e da miséria, para serem tratados em seguida por eles como têm sido tratados na Rússia, por debaixo dos sovietes, cujos líderes são quase todos judeus.”
Tanto estas palavras de Monsenhor Caro, como sua própria obra "El Misterio de la Maçonaria", raras vezes são referidos ou assinalados por algum autor. Apesar de que existem alguns exemplares nas bibliotecas públicas, ninguém os lê nem os consulta. Na prática, não existe; nunca foi escrito, ninguém sabe de sua existência; ninguém os lembra nem conhece a terrível verdade que trouxe à luz.

Monsenhor José María Caro faleceu no dia 04 de Abril de 1958. A extrema-unção lhe foi dada pelo Cabildo Metropolitano, e, ao falecer, os sinos de Santiago badalaram em sinal de dor irreparável. Seus restos mortais jazem hoje na capela especial da Catedral de Santiago, em frente a qual se levantou um monumento em sua homenagem.

Friday, June 24, 2011

Nazistas e judeus


“Anti-semitismo não é nada comparado a atitude antagônica produzida por grupos judeus aos não judeus. O grupo judaico teve sucesso na opressão e no antagonismo que para sempre enfiou o mundo.” Albert Einstein, Collier's Magazine, 26 de novembro de 1938.


Na Conferência Mundial Judaica de 1958, em Genebra, Dr. Nahum Goldman, Presidente da Organização Sionista, avisou aos judeus que “uma recusa atual do observável anti-semitismo poderia constituir um novo perigo para a sobrevivência judaica... O desaparecimento do anti-semitismo tinha tido um efeito muito negativo em nossa vida interna.”

Goldman não era o primeiro judeu a reconhecer os fundamentos comuns entre sionistas e anti-semitas. De fato, desde que o Sionismo foi inventado por um jornalista judeu no final do século dezenove, sionistas influenciaram líderes judeus a ter realmente cooperação com anti-semitas, incluindo nazistas, na prevenção da assimilação do povo judeu.

O fundador do Sionismo, Theodor Herzl, ele mesmo entrou em negociação com o anti-semita Ministro do Interior Tzarista, Plehve, que prometeu “assistência moral e material” dos governantes tzaristas ao movimento sionista.

Em 1937, o governo anti-semita da Polônia, enviou a expedição de Michael Lepecki ao Madagascar, acompanhado por representantes da comunidade judaica, para estudar a possibilidade de enviar para lá a população judaica inteira do país, no rumo do plano de um estado sionista na ilha.

A possibilidade de planejamento de um estado judeu em Madagascar (que foi na realidade sugerida em primeiro lugar pelo próprio Herzl) também recebeu consideração do governo nazista. Em 1938, Hitler concordou em enviar o presidente do Reichsbank Dr. Hjalmar Schacht, para Londres a fim de discutir com os representantes judeus Lord Bearsted e um Mr. Rublee de Nova Iorque. O plano só falhou por causa da intransigência do governo britânico.

Um outro líder judeu proeminente, Haim Arlossorof, Secretário do Histadrut, foi também envolvido em similares negociações com os nazistas, de acordo com os Protocolos de Knesset de 30.6.59 (the Israeli Hansard).

No final de 1930, os judeus alemães estavam coordenando um novo auge de fervor sionista, cortesia do regime nazista. Organizações sionistas receberam três vezes mais em contribuições entre 1935/6 do que entre 1931/2, e a tiragem do jornal sionista Judische Rundschau subiu de 5.000 para 40.000. O Editor do jornal foi o primeiro a cunhar e fazer popular o slogan a respeito da estrela amarela que os judeus foram depois forçados a vestir: “Vestir com orgulho, a estrela amarela!” Isso foi mais do que seis anos antes dos judeus serem obrigados a usá-la por lei.

Há até uma certa soma de evidências para mostrar que Hitler foi financiado por interesses judeus. Em seu livro, I Paid Hitler, Thyssen admitiu que os nazistas mesmos tinham sido obrigados a reconhecer os serviços prestados pelo banco judeu Simon Hirschland Bank, que tinha arrumado empréstimos de Wall Street para Hitler, através de um outro banco em Nova Iorque: Goldman Sachs & Co. Por um longo tempo, ninguém ousou colocar as mãos no Simon Hirschland Bank, a despeito da pressão dos elementos extremistas do partido nazista.

E durante os julgamentos de Nuremberg, Hjalmar Schacht pediu que um Mr. Jeidels fosse chamado dos EUA como testemunha de defesa. De acordo com uma edição da Time (3.7.42), na época da guerra, Jeidels tinha sido um dos amigos íntimos de Schacht antes da guerra. Hitler teve até mesmo deixado que Jeidels atuasse como seu representante no famoso Acordo de Standstill. Em 1942, ele havia se tornado um parceiro no Jewish Lazard Frères Bank em Manhattan, mas ainda tinha “permissão de escolher rumos diversos dentro do hitlerismo”.

Mas provavelmente a mais bizarra ligação entre Hitlerismo e Sionismo fosse na Áustria e Hungria, onde proeminentes líderes judeus cooperaram ativamente com os Nazis, registrando a população judaica e mantendo a ordem nos guetos, em recompensa da permissão para a imigração para a Palestina de milhares de jovens pioneiros judeus. Os nazistas concordaram mesmo em preparar escolas de agricultura para os que seriam emigrantes na Áustria. Esse romance completo é descrito em termos rapsódicos em The Secret Roads por Jon e David Kimche, dois proeminentes sionistas britânicos. Eles descrevem como dois jovens colonos fizeram seus caminhos de volta a Berlim e Viena em 1938, a fim de propor o plano à Gestapo. Adolf Eichmann prontamente concordou com o esquema, e até mesmo expulsou um grupo de religiosas de um convento para prover uma fazenda de preparação para jovens judeus emigrantes. Ao final de 1938, cerca de mil judeus estavam sendo providos com treinamento nesses estabelecimentos. Os dois emissários que tinham permissão de ir e vir com liberdade para qualquer lugar da Alemanha, foram visitar até mesmo campos de internamento e selecionar entre os judeus mais jovens, os mais aptos para o treinamento e subseqüente passagem para a Palestina.

O próprio Eichmann admitiu ter sido um leal sionista, desde que ele tinha estudado o clássico de Herzl, O Estado Judeu (título original Um Discurso aos Rothschilds), como parte de seu treinamento da S.S. Eichmann esteve presente, em trajes civis, na cerimônia de comemoração dos 35 anos da morte de Herzl. E, em 1939, ele protestou contra a profanação do túmulo de Herzl, em Viena. Em 1937, Eichmann visitou a Palestina em um convite formal de um oficial sionista. Mas, para sua desgraça, assim que chegou no território, foi logo deportado para o Egito pelas autoridades britânicas. Em Cairo, ele foi visitado por um representante de uma das organizações terroristas judaicas Hagannah.

Mesmo no desenrolar da guerra, em 1944, Eichmann ainda se ligava com seus amigos sionistas. Ele fez um acordo com Dr. Rudolf Kastner, um líder da comunidade judaica de Budapeste, pelo qual alguns milhares de importantes sionistas teriam permissão para emigrar para a Palestina, em recompensa a manutenção da ordem por Kastner, entre os quais aqueles que estavam sendo enviados para os campos de concentração.

Os irmãos Kimche pagaram o tributo para os esforços de Eichmann em benefício dos judeus nos Caminhos Secretos. “Eichmann pode ter ido para os subterrâneos da história como um dos principais assassinos do povo judeu, mas ele entrou na arena como um ativo trabalhador no resgate dos judeus da Europa. “Eles continuam a deixar de assinalar que os agentes sionistas na Europa consideravam o britânico como “o principal inimigo”, não o alemão.

From Let My People Go, Empirical Publications, Northern Ireland c. 1976.

Thursday, June 23, 2011

Opinião do Rabbi Shneur Zalman a respeito dos não-judeus





"Todos os Judeus são bons por natureza, todos os não-Judeus são maus por natureza. Os Judeus são criações coroadas de glória, os não-Judeus são a escória da terra."

A citação acima é o mandamento religioso do Rabbi †Shneur Zalman (foto) de acordo com o "Frankfurter Allgemeine Zeitung", 11 de Março de 1994, página 4. Rabbi Shneur Zalman não foi somente o principal líder chassídico na Europa. Ele foi um estudioso orientador haláquico, que compliou uma nova versão do Shulchan Aruch – o Código da Lei Judaica – atualizando em termos dos dois séculos de comentários e discussões sempre escritas pelo Rabbi Joseph Karo.

A Genealogia judaica de Roosevelt



O grande jornalista canadense Adriano Arean acaba de publicar interessantíssimo estudo sobre o assunto, tirando suas provas de uma conferência que o ex-governador do Estado de Michigan, Chase S. Osborne, fez em 1931 sobre seu amigo íntimo Roosevelt. Dessa conferência transcrevemos estes trechos sensacionais:

“O presidente Roosevelt é de origem judaica. Descende da família Rosseocampo, expulsa da Espanha em 1620. Procurando refúgio na Alemanha, na Holanda e em outros países, os membros da família mudaram seu nome em Rosenberg, Rosenbaum, Rosenblum, Rosenvelt e Rosenthal. Os Rosenvelt do norte da Holanda, que foram apóstatas desde a primeira até a quarta geração, tornaram-se finalmente Roosevelt.

Somente um deles, Jacob Roosevelt, ficou fiel à fé judaica. E por causa de sua origem judaica que o presidente Roosevelt tem o instinto das cousas econômicas.”

Deixando de lado o que aí está dito por um amigo do peito do grande defensor da democracia, vejamos o que ele próprio declarou numa entrevista ao “New York Times”, de 14 de março de 1935: que era descendente de Claes Martenszen van Roosevelt, vindo da Holanda. No mesmo ano, o Instituto Carnegie publicava a seguinte genealogia de Franklin Roosevelt: “Claes Martenszen van Roosevelt e Janete Samuels, ambos judeus, tiveram um filho, Nicolau, que casou com a judia Heyltje J. Kunst. Seu filho, Jacob, fiel à fé judaica, casou com Catarina Hardenbrock. O filho desse casal, Isaac, casou com a judia Carmelia Hoffman. Do consorcio nasceu um filho, James, que casou com Maria Walton e teve um filho, Isaac, casado com Maria R. Aspinwall. O filho destes, James, desposou Sarah Delano. São os pais de Franklin Roosevelt”.

(Gustavo Barroso em “Judaísmo, Maçonaria e Comunismo”, pp. 228-229, Civilização Brasileira S/A, 1937, RJ)

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