Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Saturday, November 26, 2011
Peru encontra esqueletos de 12 crianças sacrificadas há 800 anos
De acordo com declarações do chefe da escavação à agência Andina, os Chimús sacrificavam crianças quando um imperador estava prestes a morrer ou a nascer. Outra teoria do arqueólogo Gabriel Prieto é que o sacrifício tenha sido uma oferenda à natureza para aplacar as fortes chuvas que o povo deve ter enfrentado à época, conforme indicam marcas no solo do sítio arqueológico. A posição dos corpos encontrados foge dos padrões funerários da civilização antiga, que costumava enterrar seus mortos sentados e com objetos de cerâmica ou metal. As crianças estavam deitadas e sem objetos de valor.
O império Chimú foi uma civilização andina pré-colombina que viveu na zona norte do Peru entre os séculos 10 e 15 d.C. Acredita-se que eles foram dominados pelos incas e perderam sua cultura e idioma próprios. Os arqueólogos peruanos convidaram um especialista francês para estudar os restos dos camelídeos.
Monday, October 03, 2011
Irã alega que logo dos jogos olímpicos de Londres 2012 significa a palavra 'Zion'

Quase quatro anos após o lançamento do logo, Teerã ameaça boicotar os jogos a menos que o desenho seja mudado
O Irã ameaçou boicotar os jogos olímpicos de Londres a menos que os organizadores troquem o logo oficial, o qual Teerã alega que ele significa a palavra "Zion".
O logo, uma representação recortada do ano de 2012, foi dito pelos seus críticos lembrar muitas coisas, desde uma suástica a um ato sexual, mas o governo iraniano argumenta que ele representa uma velada conspiração pró-Israel.
Em uma queixa formal ao Comitê Olímpico Internacional, Teerã exigiu que a ilustração fosse mudada e seus desenhistas "confrontados", avisando que os atletas iranianos poderiam, caso contrário, ser ordenados a retirar-se dos Jogos de Londres.
De acordo com a Agência de Notícias dos Estudantes Iranianos, bancada pelo Estado, que é freqüentemente utilizada para conduzir pronunciamentos oficiais, a carta diz: "Como documentos da internet provaram, usar a palavra Zion no logo dos Jogos Olímpicos de 2012 é uma ação desgraçada e contra os valiosos lemas olímpicos.
"Não há dúvida que a negligência do caso por seu lado pode afetar a presença de alguns países nos Jogos, especialmente Irã, que obedece com comprometimento aos valores e princípios."
A carta, do comitê olímpico nacional do país, deixa incerto quais "documentos da internet" está se referindo.
No meio da agitação popular que acompanhou o desvelar do logo em 2007, houve algumas alegações, particularmente em websites sobre conspirações, que suas formas poderiam ser arranjadas para formar a palavra "Zion" e algumas animações foram postadas no YouTube mostrando como fazê-lo.
Um funcionário do COI confirmou que a carta iraniana foi recebida, mas disse: "O logo de Londres 2012 representa a figura de 2012, nada mais."
Um porta-voz do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Londres acrescentou: "ele foi lançado em 2007 seguindo teste e consulta. Nós ficamos surpresos que essa reclamação foi feita agora."
Sunday, July 10, 2011
Talmud faz apologia à pedofilia
Our Rabbis taught: In the case of a male child, a young one is not regarded as on a par with an old one; but a young beast is treated as an old one.23 What is meant by this? — Rab said: Pederasty with a child below nine years of age is not deemed as pederasty with a child above that. Samuel said: Pederasty with a child below three years is not treated as with a child above that.24 What is the basis of their dispute? — Rab maintains that only he who is able to engage in sexual intercourse, may, as the passive subject of pederasty throw guilt [upon the active offender]; whilst he who is unable to engage in sexual intercourse cannot be a passive subject of pederasty [in that respect].25 But Samuel maintains: Scripture writes, [And thou shalt not lie with mankind] as with the lyings of a woman.26
Footnotes:
23. The reference is to the passive subject of sodomy. As stated supra 54a, guilt is incurred by the active participant even if the former be a minor, i.e., less than thirteen years old. Now, however, it is stated that within this age a distinction is drawn.
24. I.e., Rab makes nine years the minimum; but if one committed sodomy with a child of lesser age, no guilt is incurred. Samuel makes three the minimum.
25. At nine years a male attains sexual matureness.
26. Lev. XVIII, 22. Thus the point of comparison is the sexual matureness of woman, which is reached at the age of three.
Notas de rodapé:
24. P.e, Rab torna nove anos o mínimo; mas se alguém cometeu sodomia com criança de menor idade, nenhuma culpa é incorrida. Samuel dispõe três anos como o mínimo.
25. Aos nove anos, um macho atinge a maturidade sexual.
26. Lev. XVIII, 22. Assim, o ponto de comparação é a maturidade sexual da mulher, que é atingida na idade de três anos.
Talmud, Edição Soncino, 1934
http://www.come-and-hear.com/sanhedrin/sanhedrin_54.html#E54
Novamente, uma base moral totalmente viciada, com a pedofilia sendo explicitamente aprovada
Monday, July 04, 2011
Monsenhor Jose Maria Caro: As Denúncias contra uma Conspiração Judaico-Maçônica
Friday, June 24, 2011
Nazistas e judeus

| “Anti-semitismo não é nada comparado a atitude antagônica produzida por grupos judeus aos não judeus. O grupo judaico teve sucesso na opressão e no antagonismo que para sempre enfiou o mundo.” Albert Einstein, Collier's Magazine, 26 de novembro de 1938. |
Na Conferência Mundial Judaica de 1958, em Genebra, Dr. Nahum Goldman, Presidente da Organização Sionista, avisou aos judeus que “uma recusa atual do observável anti-semitismo poderia constituir um novo perigo para a sobrevivência judaica... O desaparecimento do anti-semitismo tinha tido um efeito muito negativo em nossa vida interna.”
Goldman não era o primeiro judeu a reconhecer os fundamentos comuns entre sionistas e anti-semitas. De fato, desde que o Sionismo foi inventado por um jornalista judeu no final do século dezenove, sionistas influenciaram líderes judeus a ter realmente cooperação com anti-semitas, incluindo nazistas, na prevenção da assimilação do povo judeu.
O fundador do Sionismo, Theodor Herzl, ele mesmo entrou em negociação com o anti-semita Ministro do Interior Tzarista, Plehve, que prometeu “assistência moral e material” dos governantes tzaristas ao movimento sionista.
Em 1937, o governo anti-semita da Polônia, enviou a expedição de Michael Lepecki ao Madagascar, acompanhado por representantes da comunidade judaica, para estudar a possibilidade de enviar para lá a população judaica inteira do país, no rumo do plano de um estado sionista na ilha.
A possibilidade de planejamento de um estado judeu em Madagascar (que foi na realidade sugerida em primeiro lugar pelo próprio Herzl) também recebeu consideração do governo nazista. Em 1938, Hitler concordou em enviar o presidente do Reichsbank Dr. Hjalmar Schacht, para Londres a fim de discutir com os representantes judeus Lord Bearsted e um Mr. Rublee de Nova Iorque. O plano só falhou por causa da intransigência do governo britânico.
Um outro líder judeu proeminente, Haim Arlossorof, Secretário do Histadrut, foi também envolvido em similares negociações com os nazistas, de acordo com os Protocolos de Knesset de 30.6.59 (the Israeli Hansard).
No final de 1930, os judeus alemães estavam coordenando um novo auge de fervor sionista, cortesia do regime nazista. Organizações sionistas receberam três vezes mais em contribuições entre 1935/6 do que entre 1931/2, e a tiragem do jornal sionista Judische Rundschau subiu de 5.000 para 40.000. O Editor do jornal foi o primeiro a cunhar e fazer popular o slogan a respeito da estrela amarela que os judeus foram depois forçados a vestir: “Vestir com orgulho, a estrela amarela!” Isso foi mais do que seis anos antes dos judeus serem obrigados a usá-la por lei.
Há até uma certa soma de evidências para mostrar que Hitler foi financiado por interesses judeus. Em seu livro, I Paid Hitler, Thyssen admitiu que os nazistas mesmos tinham sido obrigados a reconhecer os serviços prestados pelo banco judeu Simon Hirschland Bank, que tinha arrumado empréstimos de Wall Street para Hitler, através de um outro banco em Nova Iorque: Goldman Sachs & Co. Por um longo tempo, ninguém ousou colocar as mãos no Simon Hirschland Bank, a despeito da pressão dos elementos extremistas do partido nazista.
E durante os julgamentos de Nuremberg, Hjalmar Schacht pediu que um Mr. Jeidels fosse chamado dos EUA como testemunha de defesa. De acordo com uma edição da Time (3.7.42), na época da guerra, Jeidels tinha sido um dos amigos íntimos de Schacht antes da guerra. Hitler teve até mesmo deixado que Jeidels atuasse como seu representante no famoso Acordo de Standstill. Em 1942, ele havia se tornado um parceiro no Jewish Lazard Frères Bank em Manhattan, mas ainda tinha “permissão de escolher rumos diversos dentro do hitlerismo”.
Mas provavelmente a mais bizarra ligação entre Hitlerismo e Sionismo fosse na Áustria e Hungria, onde proeminentes líderes judeus cooperaram ativamente com os Nazis, registrando a população judaica e mantendo a ordem nos guetos, em recompensa da permissão para a imigração para a Palestina de milhares de jovens pioneiros judeus. Os nazistas concordaram mesmo em preparar escolas de agricultura para os que seriam emigrantes na Áustria. Esse romance completo é descrito em termos rapsódicos em The Secret Roads por Jon e David Kimche, dois proeminentes sionistas britânicos. Eles descrevem como dois jovens colonos fizeram seus caminhos de volta a Berlim e Viena em 1938, a fim de propor o plano à Gestapo. Adolf Eichmann prontamente concordou com o esquema, e até mesmo expulsou um grupo de religiosas de um convento para prover uma fazenda de preparação para jovens judeus emigrantes. Ao final de 1938, cerca de mil judeus estavam sendo providos com treinamento nesses estabelecimentos. Os dois emissários que tinham permissão de ir e vir com liberdade para qualquer lugar da Alemanha, foram visitar até mesmo campos de internamento e selecionar entre os judeus mais jovens, os mais aptos para o treinamento e subseqüente passagem para a Palestina.
O próprio Eichmann admitiu ter sido um leal sionista, desde que ele tinha estudado o clássico de Herzl, O Estado Judeu (título original Um Discurso aos Rothschilds), como parte de seu treinamento da S.S. Eichmann esteve presente, em trajes civis, na cerimônia de comemoração dos 35 anos da morte de Herzl. E, em 1939, ele protestou contra a profanação do túmulo de Herzl, em Viena. Em 1937, Eichmann visitou a Palestina em um convite formal de um oficial sionista. Mas, para sua desgraça, assim que chegou no território, foi logo deportado para o Egito pelas autoridades britânicas. Em Cairo, ele foi visitado por um representante de uma das organizações terroristas judaicas Hagannah.
Mesmo no desenrolar da guerra, em 1944, Eichmann ainda se ligava com seus amigos sionistas. Ele fez um acordo com Dr. Rudolf Kastner, um líder da comunidade judaica de Budapeste, pelo qual alguns milhares de importantes sionistas teriam permissão para emigrar para a Palestina, em recompensa a manutenção da ordem por Kastner, entre os quais aqueles que estavam sendo enviados para os campos de concentração.
Os irmãos Kimche pagaram o tributo para os esforços de Eichmann em benefício dos judeus nos Caminhos Secretos. “Eichmann pode ter ido para os subterrâneos da história como um dos principais assassinos do povo judeu, mas ele entrou na arena como um ativo trabalhador no resgate dos judeus da Europa. “Eles continuam a deixar de assinalar que os agentes sionistas na Europa consideravam o britânico como “o principal inimigo”, não o alemão.
From Let My People Go, Empirical Publications, Northern Ireland c. 1976.
Thursday, June 23, 2011
Opinião do Rabbi Shneur Zalman a respeito dos não-judeus

"Todos os Judeus são bons por natureza, todos os não-Judeus são maus por natureza. Os Judeus são criações coroadas de glória, os não-Judeus são a escória da terra."
A citação acima é o mandamento religioso do Rabbi †Shneur Zalman (foto) de acordo com o "Frankfurter Allgemeine Zeitung", 11 de Março de 1994, página 4. Rabbi Shneur Zalman não foi somente o principal líder chassídico na Europa. Ele foi um estudioso orientador haláquico, que compliou uma nova versão do Shulchan Aruch – o Código da Lei Judaica – atualizando em termos dos dois séculos de comentários e discussões sempre escritas pelo Rabbi Joseph Karo.
A Genealogia judaica de Roosevelt

O grande jornalista canadense Adriano Arean acaba de publicar interessantíssimo estudo sobre o assunto, tirando suas provas de uma conferência que o ex-governador do Estado de Michigan, Chase S. Osborne, fez em 1931 sobre seu amigo íntimo Roosevelt. Dessa conferência transcrevemos estes trechos sensacionais:
“O presidente Roosevelt é de origem judaica. Descende da família Rosseocampo, expulsa da Espanha em 1620. Procurando refúgio na Alemanha, na Holanda e em outros países, os membros da família mudaram seu nome em Rosenberg, Rosenbaum, Rosenblum, Rosenvelt e Rosenthal. Os Rosenvelt do norte da Holanda, que foram apóstatas desde a primeira até a quarta geração, tornaram-se finalmente Roosevelt.
Somente um deles, Jacob Roosevelt, ficou fiel à fé judaica. E por causa de sua origem judaica que o presidente Roosevelt tem o instinto das cousas econômicas.”
Deixando de lado o que aí está dito por um amigo do peito do grande defensor da democracia, vejamos o que ele próprio declarou numa entrevista ao “New York Times”, de 14 de março de 1935: que era descendente de Claes Martenszen van Roosevelt, vindo da Holanda. No mesmo ano, o Instituto Carnegie publicava a seguinte genealogia de Franklin Roosevelt: “Claes Martenszen van Roosevelt e Janete Samuels, ambos judeus, tiveram um filho, Nicolau, que casou com a judia Heyltje J. Kunst. Seu filho, Jacob, fiel à fé judaica, casou com Catarina Hardenbrock. O filho desse casal, Isaac, casou com a judia Carmelia Hoffman. Do consorcio nasceu um filho, James, que casou com Maria Walton e teve um filho, Isaac, casado com Maria R. Aspinwall. O filho destes, James, desposou Sarah Delano. São os pais de Franklin Roosevelt”.
(Gustavo Barroso em “Judaísmo, Maçonaria e Comunismo”, pp. 228-229, Civilização Brasileira S/A, 1937, RJ)
