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Sunday, September 21, 2014

Israel pretende fechar escolas católicas

A comunidade católica não somente é objeto de perseguição em países onde o radicalismo maometano é imposto, mas também no outro lado da “muralha”, no lado israelense.  Ali, em meio a situações econômicas muito precárias, as autoridades judias declararam que as escolas católicas devem converter-se em “escolas do Estado”.

Este seria o preço a pagar por sobreviver em um ambiente ainda que não explicitamente, mas implicitamente hostil: Perder a especificidade e a identidade.  Desta maneira, a educação católica seria apagada em troca de seguir as diretrizes que estimaram as autoridades públicas.

Segundo a Agência Fides, a comunidade católica na Terra Santa disse que considera “a posição do governo discriminatória e inaceitável”. Primeiro, denunciam como nos últimos anos se tem reduzido as ajudas escolares e vestimentas familiares para afogar financeiramente os centros, para, depois, terminar por justificar seu fechamento total passando tudo às mãos do Estado.

A Oficina de Escolas Católicas e a Assembléia dos Padres Católicos da Terra Santa tem feito muitos pedidos para reunir-se com o Ministério da Educação de Israel, porém a resposta a todas as tentativas de comunicação sempre foram a ignorância e a ausência de resposta.

Monday, June 30, 2014

Berlim terá primeira 'igreja-mesquita-sinagoga' para unir religiões

Berlim acredita estar fazendo história no universo das religiões ao unir muçulmanos, judeus e cristãos para construir um lugar onde todos possam rezar. The House of One (A Casa de Um, em tradução livre), como está sendo chamada, terá uma sinagoga, uma igreja e uma mesquita sob o mesmo teto.

O projeto foi escolhido em um concurso de arquitetura. Trata-se de um edifício de tijolo com uma torre alta e quadrada no centro. Do outro lado de um pátio ficarão as casas de culto das três religiões - a Sinagoga, a igreja e a mesquita.

Nesta semana, os idealizadores do projeto iniciaram uma campanha para angariar fundos para a construção do edifício. Qualquer pessoa pode doar dinheiro online para o projeto – cada um pode contribuir com quantos tijolos quiser, sendo que cada tijolo custa 10 euros (cerca de R$ 30). A construção do edifício irá começar quando as doações atingirem 10 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) – a expectativa é que esse valor seja alcançado até 2015. O projeto prevê cerca de dois anos para a realização das obras.

O prédio será construído em uma região de destaque - Petriplatz - no coração de Berlim. A localização é muito importante, de acordo com um dos três líderes religiosos envolvidos, o rabino Tovia Ben Chorin. "Do meu ponto de vista judaico, a cidade que planejou o sofrimento dos judeus agora é a cidade que está construindo um centro para as três religiões monoteístas que moldaram a cultura europeia", disse à BBC.

Eles poderão se entender? "Nós podemos. O fato de que existem pessoas dentro de cada grupo que não podem é um problema, mas é preciso começar em algum lugar e é isso que estamos fazendo."

O imã envolvido, Kadir Sanci, vê A Casa de Um como "um sinal, um sinal para o mundo de que a grande maioria dos muçulmanos é pacífica e não violenta". É também, segundo ele, um lugar onde diferentes culturas podem aprender umas com os outras.

Cada uma das três áreas na Casa terá o mesmo tamanho, mas formas diferentes, explica o arquiteto Wilfried Kuehn.

"Cada um dos espaços foi projetado de acordo com as necessidades do culto religioso, com as particularidades de cada fé", disse. "Por exemplo, há dois andares na mesquita e na sinagoga, mas apenas um na igreja. Haverá um órgão na igreja. Teremos um lugar onde se possa lavar os pés na mesquita."

Kuehn e sua equipe de arquitetos pesquisaram projetos para os três tipos de locais de culto e encontraram mais semelhanças do que esperavam.

"O que é interessante é que, quando você volta um tempão atrás, observa-se que eles compartilham uma série de tipologias arquitetônicas. Eles não são tão diferentes", disse. "Não é necessário, por exemplo, que uma mesquita tenha um minarete – essa é apenas uma possibilidade, não uma necessidade. E uma igreja não precisa ter uma torre. Eu estou falando de voltar às origens, quando essas três religiões estavam perto e compartilhavam arquitetonicamente de muitas coisas".

No passado, as diferentes religiões usaram os mesmos edifícios, mas não no mesmo período. As mesquitas no sul da Espanha se tornaram catedrais após a conquista cristã. Na Turquia, igrejas se tornaram mesquitas. Na Grã-Bretanha, antigas capelas galesas chegaram a se tornar mesquitas - e a mesquita de Brick Lane, no leste de Londres, começou como uma igreja no século 18, depois virou uma sinagoga e agora se tornou em um lugar de culto para a recém-chegada comunidade muçulmana.

Mesmo teto

Mas isso é diferente de três religiões rezando como vizinhas sob um mesmo teto.

O pastor Gregor Hohberg, um pároco protestante, disse que a Casa será construída no local onde foi a primeira igreja em Berlim, que data do século 12. A Igreja de St Petri foi duramente atingida no final da Segunda Guerra Mundial, quando o Exército Vermelho ocupou Berlim. O que restou foi destruído no período pós-guerra pelas autoridades da Alemanha Oriental.

Então, há seis anos, os arqueólogos descobriram vestígios de um cemitério antigo e decidiram que algo deveria ser feito para ressuscitar a comunidade e o lugar de culto. O projeto se expandiu e mudou de um edifício de uma só crença para o atual plano de uma Casa para as três fés.

Cada fé manterá sua forma distinta dentro da sua área, disse o Pastor Hohberg.

"Sob o mesmo teto: uma sinagoga, uma mesquita e uma igreja. Queremos usar esses espaços para nossas próprias tradições e orações. E juntos queremos usar a área central como um espaço de diálogo e de discussão e também para aqueles não tem fé".

"Berlim é uma cidade onde pessoas de todo o mundo se reúnem e nós queremos dar um bom exemplo de união."

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/06/140624_berlim_casa_religioes_se_kb.shtml

Sunday, June 22, 2014

Colocar a religião no CV diminui sua chance de emprego, exceto se você for Judeu

Adaptado de Gail Sullivan

De acordo com um novo estudo, quando você é Judeu e procura por um emprego, você não é somente um do povo escolhido, você é um dos mais escolhidos do povo, pelo menos no Sul da América moderna.  O estudo de discriminação religiosa recentemente publicado no jornal "Social Currents" descobriu que aspirantes a emprego cujo curriculum vitae (CV) traía uma afiliação religiosa eram 26% menos prováveis de serem contratados por um empregador - exceto para aspirantes Judeus.

Os pesquisadores Michael Wallace, Bradley R.E. Wright e Allan Hyde da Universidade de Connecticut enviaram 3.200 falsas aplicações para 800 empregos no interior de 150 milhas de duas maiores cidades do Sul através de um popular website de empregos.  Cada empregador pegou quatro CVs com qualificações de emprego comparáveis.  A única coisa que separou os candidatos a falsos empregos era se seus CVs mencionavam envolvimento com um grupo religioso - tal como pertencer à Associação de Estudantes Muçulmanos ou a Casa de Hillel, uma organização Judaica.

CVs para o grupo de controle indicaram nenhuma afiliação religiosa.  Os outros indicaram que aspirante era ateu, católico, evangélico, Judeu, pagão, muçulmano ou uma religião forjada chamada “Walloniana”.

Empregados preferiam o grupo de controle.  Isso confirmou a hipótese dos pesquisadores que os empregadores rejeitariam declarações transparentes de identidade religiosa.  Mesmo no Sul, que é mais religioso do que qualquer outra parte da nação, é possível que os empregados vissem expressão religiosa transparente como potencialmente ofensivo aos clientes e colegas de trabalho.

Muçulmanos eram menos prováveis de serem contratados por empregadores, recebendo 38% menos e-mails e 54% menos chamadas telefônicas do que o grupo de controle.  Ateus e pagãos eram também impopulares e, para uma menor extensão, Wallonianos e Católicos.  Evangélicos tendia para o mesmo que o grupo de controle.

“Somente Judeus escaparam totalmente ilesos", disseram os pesquisadores, relatando "nenhuma evidência estatisticamente significante contra esse grupo em todos os 8 indicadores no estudo.” Em verdade, os pesquisadores descobriram que alguns empregadores pareciam favorecer aspirantes Judeus, na medida em que eles eram mais prováveis que qualquer outro grupo religioso para obter uma resposta precoce ou exclusiva de um empregador.

E o que isso significa? A explicação que os pesquisadores acharam mais convincente é que as pessoas são parciais àqueles que lhes são culturalmente similares. Isso explicaria o motivo pelo qual grupos menos similares aos culturalmente dominantes evangélicos - ateus, muçulmanos, pagãos e wallonianos - encaravam mais discriminação.

Católicos, enquanto Cristãos, são uma minoria pequena no Sul e não são considerados verdadeiros Cristãos por muitos evangélicos, uma explicação para sua impopularidade.

Os Judeus, por outro lado, não parecem tão diferentes aos sulistas, sugere o estudo.

“Os Judeus e especialmente o estado Judaico de Israel alinha-se com grande importância à teologia evangélica; de fato, evangélicos expressam mais forte apoio para Israel do qualquer outro grupo étnico ou religioso, exceto os próprios Judeus”, registraram os pesquisadores.  Um outro fato-chave: os Judeus dificilmente constituem 1% da população do Sul e têm “mais bem sucedidamente se assimilado à cultura prevalecente do que os Judeus de outras regiões”, observaram os pesquisadores.  Diferente de seus equivalentes do Norte, os Judeus do Sul não formavam enclaves étnicos.

Para Ginsberg, sua fé era uma inovação que intensificava seu interesse, enquanto os Judeus do Sul podem estar interessando em parte porque eles se harmonizavam.

Esse estudo reproduz um estudo mais precoce de empregadores em New England. “Em geral, enquanto há evidência de discriminação em New England, com a exceção de Muçulmanos, é muito menos pronunciado que no Sul”, escreveram os pesquisadores.  “Isso sugere, ironicamente, que a discriminação religiosa é mais prevalecente em regiões do país onde a religião é mais ardorosamente praticada.”

Saturday, June 07, 2014

Leis de “discurso de ódio” exigem que aceitemos o mal

Por Tony Blizzard

As leis de "discurso de ódio" são, em verdade, um programa para nos forçar a aceitar as ações daqueles que odeiam a cultura Cristã.

Elas permitem aos cabalistas destruir tudo que o mundo ocidental abraça como sagrado enquanto criminaliza quem quer que defenda nosso cultivado modo de vida.  Nos EUA, antes mesmo dos anos 30, a questão se o ódio deveria ser fora da lei havia sido levantada pelos inimigos da verdade, devido grandemente ao movimento nazista na Alemanha e as exposições do movimento “America First” dos tambores talmudistas batendo para o envolvimento dos EUA na Segunda Grande Guerra.

Patriotas que não viam qualquer razão para a América entrar nessa guerra – salvo para salvar o comunismo – eram presos e julgados por sedição em um processo político de estilo soviético.

Enquanto todo esforço era feito para apresentar os defensores como inimigos da América, eram seus acusadores internacionalistas que abrigavam ódio real por nossos princípios nacionais.

A barragem da propaganda estigmatizando os patriotas como "inimigos" somente se expandiu quando a globalista Nações Unidas veio a lume depois daquela guerra destrutiva, que salvou o comunismo utilizando força Americana.

Em uma publicação de 1947 aprovada pelo Cardeal Spellman de Nova Iorque, Rituale Romanum, a publicação anti-ódio foi posta em perspectiva adequada.

"Os efeitos de longo alcance dessa campanha [de criminalizar inimigos seletivos] são mesmo agora evidentes.  É produzindo o 'cidadão sem personalidade', o homem que não tem sensibilidades culturais, que é incapaz de indignação, que encara o desastre moral, político e impedindo a catástrofe mundial com um semblante vazio e sorridente.  Ele tem somente compreensão para os inimigos de seu país, nada mais do que sentimentos benévolos para aqueles que destruiriam seu lar e família.  Ele é universalmente tolerante, totalmente sem preconceitos.  Se ele tem quaisquer princípios, ele os mantém bem ocultos.  Ele é um sem identidade, um miserável sem caráter."

Homens verdadeiros daquela geração desprezavam tais pessoas como "espantosos covardes".  Hoje, eles são louvados como "politicamente corretos".

G. K. Chesterton, sempre a frente de seu tempo, meditou: "A tolerância moderna é realmente uma tirania.  É uma tirania porque é um silêncio.  Dizer que eu não devo negar meus oponentes de fé é dizer que eu não devo discutir isso."

B’NAI B’RITH E TOMÁS DE AQUINO

Essa é exatamente a censura objetiva da Liga Anti-Difamação da B'nai B'rith (ADL), como o criadora e promotora das leis de "discurso de ódio" por todo o mundo.  Aqueles conspiradores da ADL trabalham para anular a intolerância ao mal que eles promovem, retendo arrogantemente para si o direito de ser árbitro do mundo do que será tolerado e o que não será, substituindo os decretos de Deus e da natureza concernindo o certo e o errado, com sua própria intolerância total de qualquer coisa na estrada de sua agenda de conquista mundial.

No intuito de entender o verdadeiro propósito das leis de “discurso de ódio”, escritas e favorecidas pela ADL, já em vigor em nações como Alemanha, Canadá e Grã-Bretanha – e programada pela ADL para toda nação, é necessário entender algo da paixão chamada "ódio".

Universalmente aclamado como profundo pensador de eras, Tomás de Aquino deixou registrado que todas as paixões derivam da única paixão do amor.  Ódio, "ao contrário do amor", sustentava Aquino, é simplesmente paixão contra aquilo que ameaçaria um amor.

Por exemplo, o ódio de alguém ao veneno é uma reação ao amor pela vida desse alguém.

Já que "o ódio é baseado no amor", pensava Aquino, "segue-se que o ódio é um grande poder para o bem na vida humana.  O ódio possibilita que o homem evite o mal que o destruiria."

É precisamente o ódio por aqueles males que hoje estão no processo de destruir a civilização ocidental que a ADL escreveu que as leis de "crime de ódio" são desenhadas para criminalizar, neutralizar e aquietar, sempre em nome de tolerância indiscriminada.  Deste modo, acimentar o desejo coletivo pela defesa da civilização do homem ocidental é uma necessidade para a implementação do estado escravo da nova ordem mundial da plantação global. Aqueles "donos de plantação" são bastante reduzidos em número para conquistar e governar sem a cooperação de suas vítimas.

OS VERDADEIROS INIMIGOS

Nenhuma menção na mídia dominante é mesmo feita que as mesmas forças que escrevem as leis para frustrar o ódio dos males que eles patrocinam, são os verdadeiros inimigos do mundo, especialmente intolerantes de qualquer coisa que se relacione a Cristo e ao Cristianismo.

A razão para seu intenso ódio foi dado pelos Fariseus quando eles pediram a crucifixão de Cristo.  A menos que fosse destruído, eles anunciariam que Ele "levaria embora nosso lugar e nossa nação."

Seu amor intenso de sua posição exaltada entre os israelitas, com criados alegres, foi ameaçada pelos ensinamentos superiores de Cristo, que estava afastando o povo de seu controle, e desta forma engendrando seu ódio amargo contra si.  Esse ódio não diminuiu até hoje entre os líderes do Judaísmo.

Foi escrito no próprio Talmud.  Aqueles que revelam as fabricações de hoje doutrinadas na cultura Judaica podem, definitivamente, levar embora aquela liderança de "lugar e nação".  Desta forma, o vício, os ataques odientos sobre tentativas históricas de atualizar a informação do "holocausto", listar os crimes do movimento político Sionista, explodir o mito do "povo escolhido", desmascarar os Judeus como eternas vítimas, expor o papel substancial Judaico no crime organizado e nos crimes financeiros de alto nível etc.

FALCATURA PELA CENSURA E TIRANIA

Mesmo antes que a ADL existisse, em 1908, o comissário de polícia de Nova Iorque, Theodore A. Bingham, em referência a uma investigação do progressivo tráfico de escravas brancas, observou que 50% do crime em Nova Iorque era cometido pelos Judeus.  A carreira de Bingham foi destruída e tais advertências foram banidas da mídia desde então.

Esse evento resultou na criação do poderoso Kehillah de Nova Iorque, que instantaneamente, em comunhão com o American Jewish Committee, pressionou uma revista nacional a descontinuar sua série sobre o tráfico de escravas brancas depois de seu artigo introdutório.

Da mesma forma, o maior editor de livros, George Haven Putnam, proprietário do “Putnam and Sons”, foi forçado em 1920 a jogar fora uma edição já impressa dos muitos malignos Protocolos dos Sábios de Sião, quase não prestando atenção nas ameaças veladas de falência do membro da ADL Louis Marshall, uma figura poderosa na política de Nova Iorque, bem como no Sionismo mundial.

O SPOTLIGHT tem informado muito recentemente aos leitores sobre a progressiva censura por essa mesma gangue da ADL, que hoje usa total poder de censura sobre todos os textos de escolas, bibliotecas e a mídia dominante, colocando na lista negra todo material que não será tolerado, todavia, ao mesmo tempo, dizendo tolices ao público de como deve tolerar qualquer afronta sobre a cultura Ocidental, a fim de que não ofenda algum depravado sensível.

A defesa da família, comunidade e nação contra tais males é rotulada de "odiosa" e tornada ilegal.  Ademais, destruição progressiva daquelas entidades por pessoas que se comovem com ódio por eles é de ser tolerada pelos homens mais duros, ou ele serão presos.

Uma tal arrogante, provocativo, duplo padrão requer seu intenso ódio e oposição, senão será permitido que continuem a destruir tudo aquilo que você ama.

Sunday, May 25, 2014

A tirania do “Universalismo Judaico” forjada pela “Lei do Julgamento”

Observem que os Judeus querem dois sistemas legais: um para os não-Judeus (cidadãos de segunda categoria), regido pelas Leis de Noé, e outro para os Judeus (cidadãos de primeira classe).  Quando um Judeu fala em “igualdade” é tudo da boca pra fora.  O respeitado Maimonides é claro no sentido de que a falha de julgamento de uma corte Noaquita implicará em genocídio:





Tradução:

Como apontado claramente na introdução, a Lei de Noé tem uma dupla jurisdição.  Por um lado, é o sistema legal para os quais os não-Judeus estão universalmente obrigados.  Por outro lado, é o sistema legal a que os Judeus foram obrigados antes da plena revelação dos 613 mandamentos da Torah no Sinai.  A correlação entre essas duas jurisdições é que os Judeus começaram como Noaquitas.  Antes do pacto do Sinai, todos os homens estavam obrigados pela Lei de Noé.  Desde a revelação do Sinai, porém, os Judeus estão hoje obrigados aos 613 mandamentos, enquanto que a obrigação dos não-Judeus permanece num nível Noaquita.  Em outras palavras, sua obrigação permanece imutável.  Assim, pareceria que a Lei de Noé é atualmente relevante para não-Judeus e somente historicamente relevante para Judeus.  O seguinte texto Talmúdico parece expressar sua compreensão da aplicação legal da Lei de Noé:
‘Como baraita ensinou: Assim como os Judeus mandaram estabelecer [Le-hoshiv] cortes legais [battey din] em todo distrito e em toda cidade, assim são os Noaquitas mandados estabelecer cortes legais em todo distrito e em toda cidade.’
A questão que dá suporte ao tratamento do julgamento Noaquita é aquele da coerçãoQuem impinge o sistema legal Noaquita?

Os Judeus impingem a Lei de Noé entre os não-Judeus, ou os não-Judeus impingem-na para si?  É, no final das contas, uma matéria de coerção Judaica, sendo a Lei de Noé, portanto, essencialmente, uma extensão específica da Lei Judaica para não-Judeus - isto é, é uma forma de suserania legal.  Se, mutuamente, é essencialmente uma responsabilidade não-Judaica, então a Lei de Noé é algo que os Judeus reconhecem como obrigatório para os não-Judeus, mas algo que os próprios Judeus não estão obrigados a impingir.  A visão anterior implica num imperialismo legalmente constituído.  Sua intenção é claramente externa.  A última visão, por outro lado, parece implicar que a legalidade não é essencialmente algo que os Judeus imponham sobre os não-Judeus, mas é, particularmente, algo inerente na humanidade em si mesma.  Além disto, na medida em que os Judeus começaram como Noaquitas, a legalidade humana é entendida como um necessário pré-requisito para a plena emergência do Judaísmo.

Da perspectiva da visão anterior, o interesse Judeu na Lei de Noé é essencialmente prescritivo.  No fim das contas, como uma matéria de coação Judaica, ela pressupõe a constituição legal da comunidade Judaica.  Da perspectiva da última visão, porém, o interesse Judaico na Lei de Noé é descritivo.  Ele pressupõe um estado de negócios fora da constituição legal da comunidade Judaica.  A motivação para o interesse Judaico, de acordo com a visão prescritiva é claro: uma parte da lei Judaica para cuja aplicação os Judeus são, no fim das contas, responsáveis, têm um escopo universal.  A motivação para a visão descritiva parece ser descobrir um ponto em comum entre Judeus e o mundo dos não-Judeus, um mundo em que ambos os precedam e os confortem.

Essa diferença no julgamento como essencial significado da doutrina da Lei de Noé pode ser visto na seguinte disputa entre Maimonides e Nahamanides.

Na prescrição do mandamento de Noé em relação aos dinim (julgamento), Maimonides emprega um exemplo das escrituras para enfatizar e ilustrar sua lógica:
‘Como são mandados a respeito dos dinim?  Eles estão obrigados a instalar juízes [dayyanim] e autoridades legais [shoftim] em todo distrito e julgar de acordo com esses seis mandamentos e admoestar [te-hazhir] o povo.  E um Noaquita que transgrediu quaisquer desses sete mandamentos é executado por decapitação [yehareg be-sayyif].  Por causa disso todos os Shechemitas merecem a morte, pois os Schechem merecem a morte por cometerem seqüestro [gazal] e viram-no e não o julgaram [ve-lo-danuh]’.
Maimonides está se referindo ao seqüestro e estupro da filha de Jacó Dinah pelos Shechem, um príncipe Cananeu (Gen. 24).  Os irmãos de Dinah, Simon e Levi, executaram os Shechemitas do sexo masculino depois de concluir um tratado com eles, porém.  Assim, eles eram semelhantemente culpados tanto do derramamento de sangue quanto da simulação.  Todavia, Maimonides exonera-os de qualquer culpabilidade, na medida em que eram Judeus impingindo a Lei de Noé entre os não-Judeus.  A Lei de Noé exigiu que o povo de Shechem executasse seu príncipe por seu seqüestro e estupro de Dinah.  Por negligenciar em fazê-lo, eles deram sua aprovação tácita para seu ato.  Os filhos de Israel foram justificados, portanto, executando Shechem por seu crime e os Shechemitas pelo crime de negligenciar em julgar esse assunto.  Assim, Maimonides vê esse caso como um paradigma para o direito, até a obrigação, dos Judeus impingirem a Lei de Noé entre os gentios quando eles não têm vontade ou não podem fazê-lo por si mesmos.  "E assim disse Moisés nosso professor que nos manda por autoridade divina [mi-pi-gevurah] a forçar [le-kof] toda humanidade a aceitar os mandamentos dos filhos de Noé; e quem quer que não os aceite será executado."


Jovens Judeus Ortodoxos protestaram contra a visita do “papa” Francisco exibindo um panfleto extremista da verdadeira tirania e imundície da religião do Judaísmo Ortodoxo sobre os textos não-censurados de Maimonides, citado no próprio panfleto.

Há muito a ser observado nos detalhes cercando essa 'juventude' Judaico-Ortodoxa.  Primeiro, vemos nas reportagens que a Polícia de Israel sabe quem são seus membros e seus líderes, mas não fazem absolutamente nada a respeito.

O panfleto faz referência às 7 "Leis de Noé" que o Judaísmo Ortodoxo pretende impor a todos os povos não-Judaicos.  Nós sabemos que os papas conciliares estão cientes dessa tirania bifurcada do Judaísmo Ortodoxo porque sua comissão de relações religiosas reconheceu oficialmente uma suposta base bíblica das "Leis de Noé", em 2007.


Demais a mais, o "santo" João Paulo II citou ensinamento de Maimonides contido no parágrafo final do panfleto que endereça a uma era messiânica (de acordo com os rabinos).

"O grande filósofo e teólogo, bem conhecido a São Tomás de Aquino, Maimonides de Cordoba (1138-1204), o oitavo centenário de cuja morte comemoramos esse ano, expressou a esperança que melhores relações entre Judeus e Cristãos pudessem conduzir  'o mundo inteiro à adoração unânime de Deus como foi dito: 'Eu mudarei o discurso dos povos para um fala pura, que todos eles possam chamar o nome do Senhor e servi-lo com um acordo' (Zep 3: 9)" (Mishneh Torah, Hilkhòt Melakhim XI, 4, ed. Jerusalem, Mossad Harav Kook)."


Podemos ver que os supostos "extremistas" são mandados a, entre outras coisas, destruir altares Cristãos 'idólatras', acusando formalmente o Cristianismo de idolatria:


Tradução do Segundo e Terceiro Parágrafos:

"Toda e cada pessoa no mundo é obrigada a seguir os 7 mandamentos que foram dados para Adão e para Noé.  O primeiro mandamento é a proibição de adoração de ídolos.  Qualquer religião que não acredita na Unicidade de D-us viola esse mandamento, incluindo o Cristianismo, como o Rambam escreveu no Mishneh Torah: 'Os Cristãos são idólatras' (Avodah Zara 9:4).

A Bíblia ensina que por entrarem na terra de Israel os Judeus são obrigados a destruir toda memória de adoração de ídolos na terra. "Tu destruirá seus altares, esmagará seus pilares, queimará seus pomares, derrubará seus ídolos e destruirá seus nomes do lugar" (Deuteronômio 12:3).  Isso refere-se a todas as formas de idolatria, incluindo as Igrejas e Monastérios em Israel hoje."


E, como já lemos anteriormente, qual a sentença para aqueles que violam as "Leis de Noé"?

A decapitação...

Friday, May 16, 2014

Não há “crime de ódio” quando Judeus agridem homossexual negro

Por Rev. Ted Pike


Funcionários do Governo descreveram o recente alegado assassinato de três não-Judeus no Kansas pelo ex-líder da KKK, Frazier Glenn Cross, como um “crime de ódio”— embora nenhum Judeu tenha sido morto.  Sua intenção de matar Judeus, disseram os funcionários, é suficiente para estar sob a jurisdição da lei federal “Matthew Shephard Hate Crimes Prevention Act”.  Isso significa que ele poderia ser punido três vezes mais duramente do que se tivesse matado as mesmas pessoas sem sentimentos anti-semitas.

Não obstante, semana passada o sistema de justice teve uma muito diferente resposta a um similarmente violento crime de ódio.

Em dezembro de 2013, o estudante negro e homossexual Taj Patterson foi violentamente atacado no Brooklyn por Judeus “shomrim” (seguranças) que são Ultra-Ortodoxos e, desta forma, fortemente opostos ao homossexualismo.  Os agressores, que cegaram Patterson em um olho, gritaram ofensas “homofóbicas”.

Mas um Tribunal de Nova Iorque decidiu semana passada que os cinco agressores não serão acusados por crime de ódio, somente sanções civis.  O grupo Judeu, “Failed Messiah” descreve o ataque:

"Membros da patrulha detiveram Patterson enquanto investigavam relatos da vizinhança de que ele houvera danificado carros; porém, não chamaram a polícia.  A despeito do fato que esses relatos de vandalismo provaram-se infundados, o grupo, que cresceu para aproximadamente 15 membros, cercou Patterson, impedindo-o de prosseguir sua volta pra casa.  Quando Patterson tentou escapar do grupo, foi contido e, de forma selvagem, esmurrado e chutado por um número daqueles que o cercaram, incluindo esses acusados.  Patterson recebeu ferimentos na cabeça e no corpo, a maioria dos quais sérios, como uma retina despedaçada e um buraco no olho, levando-o a perder a visão no olho direito.  O espancamento cessou apenas quando um transeunte chegou e ameaçou tirar fotos do grupo atacando Patterson. Todos os agressores escaparam da cena, deixando Patterson ferido no chão.  Nenhum deles se fez presente quando a polícia e uma ambulância respondeu às chamadas do 911."

O Promotor Distrital disse que um júri de instrução do Condado de Kings indiciou os seguintes (5) acusados... por agirem em acordo para cometer Assalto de Gangue de Primeiro Grau, e outras acusações relacionadas.  Se condenados, os acusados podem encarar cada qual mais de 25 anos na prisão.

Por que esses acusados não foram acusados de um crime de ódio por um ataque claramente motivado por preconceito contra uma pessoa que não tinha uma, mas duas identidades – negro e homossexual – especialmente protegidas por uma lei de ódio federal? Eles cometeram o crime enquanto gritavam seus preconceitos para todos ouvirem! Se fossem agressores brancos, bradariam palavras “homofóbicas” espancando um negro homossexual, haveria manchetes por toda a nação e resultaria em acusações de crime de ódio para todos os agressores.  Mas esses agressores não encararam quaisquer penalidades triplicadas, nenhuma acusação de crime de ódio.  Por quê? Porque são Judeus, ora essa!

Em 2009, o Procurador-Geral Eric Holder informou o Comitê Judiciário do Senado que os Judeus que cometem crimes de ódio contra outras minorias étnicas: homossexuais, muçulmanos e até mulheres, não serão processados sob o “Matthew Shepard Act”.  Eles somente encararão penalidades civis.  Brancos e Cristãos, porém, encaram possíveis triplas penalidades – até se fracassarem, como ocorreu com Cross em causar dano a grupos protegidos a nível federal, tudo que é necessário para ser declarado culpado de uma acusação por crime de ódio é um crime e preconceito contra membros de um grupo protegido a nível federal.

A denúncia dos cinco agressores Shomrim sem acusações de crime de ódio contrasta agudamente com a rapidez do governo em rotular, indiciar e perseguir 15 Cristãos da seita Amish em 2012 pelo “crime de ódio” de forçosamente raspar as cabeças de rivais teológicos.  Embora ninguém tenha se ferido, o FBI e o Departamento de Justiça dos EUA orgulhou-se ter “servido à Justiça” dando-lhes sentenças de prisão triplamente qualificadas a mais de 15 anos para 15 adultos Amish, rompendo famílias e efetivamente deixando muitas crianças órfãs. (Ver Convicted Amish Are Not "Hate Criminals")

Conspiração para capturar Cristãos

Quem planejou tais leis deformadas e discriminatórias?  A Judaica ADL (Liga Anti-Difamação) orgulhosamente vangloria-se que “Nossos experts legais desbravaram as leis de crime de ódio e trabalham para implementá-las nacionalmente." ("Problemas para Soluções: Construindo um Mundo Melhor, ADL Annual Report," adl.org). ADL continua a argumentar na corte contra os esforços dos advogados pelos Amish para arruinar as convicções dos acusados.  Isso encoraja sem compromisso os 15 anos de sentença dada a Sam Mullet, patriarca do clã de barba cortada, tão justo e proporcional à ofensa.

O objetivo da ADL em mais de 60 nações e 45 estados americanos que adotaram suas leis de ódio é sinistro.  Eles objetivam prender Cristãos e membros da direita política tão freqüente quanto possível, empilhando os sistemas legais com acusações às convicções daqueles que sejam tradicionalistas, nacionalistas, ou tenham uma perspectiva anti-sionista — enquanto sejam cuidadosos para que nenhum Judeu seja indiciado por um crime de ódio.  Isso cria um registro legal testemunhado que Cristãos e Conservadores são notoriamente inclinados ao ódio e à violência, enquanto o mesmo não se aplica aos Judeus.  Judeus são vítimas de ódio Cristão.  Algum dia, quando a Gestapo de crimes de ódio da ADL realmente incomodar a direita, inumeráveis precedentes legais estarão disponíveis para acusações contra Cristãos e patriotas, mas virtualmente nenhuma contra Judeus.  Jesus profetizou que nos tempos de perseguição precedendo a sua Segunda Vinda, Judeus anticristos julgarão Cristãos em suas sinagogas e os entregariam às prisões. (Mt. 10,17)

O caso de Taj Patterson revela que dos três grupos privilegiados sob a lei de ódio federal, aos Judeus é dado o mais elevado privilégio de todos.  Leis de ódio — que foram, de acordo com a ADL, concebidas, escritas e implementadas pelos Judeus — tornam membros de sua tribo o mais protegido dos grupos protegidos.  Sob as leis de ódio da ADL, “igualdade e justice para todos” foi substituído por um novo credo processual: tratamento preferencial aos Judeus, nenhuma misericórdia para os Cristãos.

O fato que Taj Patterson, um membro de dois costumeiramente grupos protegidos, negros e homossexuais, não possa obter justiça e proteção de crimes de ódio, certamente também põe os negros e os homossexuais em uma categoria de cidadãos de segunda-classe.  Onde então são postos os simplórios brancos, homens, Cristãos e membros da direita cristã/conservadora e anti-sionista? Nós somos hoje cidadãos de terceira-classe.

Isso é um lembrete que os Supremacistas Judeus, fazendo uso de negros, homossexuais e até cristãos sionistas, não têm amor nenhum por quaisquer destes grupos.  Eles são alimentos para as ambições mundiais Sionistas.  Eles são descartáveis.  O mais rapidamente que todas essas facções perceberem que estão sendo exploradas, e operam para restabelecer metade de um século de destruição da liberdade pelas leis de ódio, mais seguro nós estaremos.

Friday, March 07, 2014

Cristãos em Jerusalém querem que os Judeus parem de escarrar Neles...


Há algumas semanas, um clérigo Ortodoxo Grego, já senhor, em Israel compareceu em um encontro em um escritório governamental na área de Givat Shaul de Jerusalém. Quando ele retornou a seu veículo, um homem já idoso vestindo um Solidéu se aproximou e bateu no vidro. Quando o clérigo abaixou o seu vidro, um transeunte escarrou em seu rosto.
O clérigo preferiu não registrar uma queixa com a polícia e disse a um chegado, que ele já estava acostumado a ser escarrado por Judeus. Muitos clérigos de Jerusalém estão sujeitos a abusos deste tipo. Na maioria das vezes, eles ignoram essas coisas mas algumas vezes não é possível ignorar.
No domingo, uma querela ocorreu quando um estudante de Yeshiva escarrou na cruz sendo carregada por um Arcebispo Armênio durante uma procissão perto do Santo Sepulcro, próximo a Cidade Velha. A cruz do Século 17 do Arcebispo foi quebrada durante a contenda e o mesmo estapeou o estudante de Yeshiva.
Ambos foram questionados pela Polícia e o estudante de Yeshiva será levado a julgamento. A Corte do Distrito de Jerusalém por enquanto proibiu o estudante de aproximar-se da Cidade Velha por um período de 75 dias.
Mas os Armênios estão longe de estarem satisfeitos pelas ações da Polícia, e dizem que este tipo de situação tem acontecido por anos a fio. O Arcebispo Nourhan Manougian diz que ele espera alguma posição do Ministério de Educação.
Quando acontece algum ataque contra Judeus em algum lugar do mundo, o governo de Israel é atiçado, então porque quando a nossa religião e nosso orgulho são feridos, porque não tomam medidas mais severas?” ele questiona.
De acordo com Daniel Rossing, ex-conselheiro do Ministério de Relações Religiosas nos assuntos Cristãos, e diretor de um Centro para Diálogo Cristãos-Judeus, justamente onde tem havido um aumento nestes tipos de incidentes, “como parte de uma atmosfera carente de tolerância no país.
Rossing diz que há características em comum no ponto de vista do tempo e o local dos incidents. Ele aponta o fato de que há mais incidentes em áreas onde Judeus e Cristãos frequentam, tais como os bairros Judeus e Armênios da Cidade Velha e o Portão de Jaffa.
Há um número elevado em certos períodos do ano, tais como a festa do Purim. “Eu conheço Cristãos que se trancam em casa durante a festa do Purim inteira,” ele diz.
O ex-conselheiro do Prefeito das relações Cristãs, Shmuel Evyatar, descreve essa situação como “uma grande desgraça.” Ele diz que muitos dos instigadores são estudantes de Yeshiva da Cidade Velha que veêm a religião Cristã como desdém.
Estou certo de que o fernômeno terminaria assim que os Rabinos e conhecidos educadores denunciem. Em prática, Rabinos de Yeshiva ignoram ou até mesmo encorajam,” ele diz.
Evyatar diz que ele mesmo foi escarrado enquanto andava com um Bispo Sérvio no bairro Judeu, perto de sua casa. “Um grupo de estudantes de Yeshiva escarrou em nós e seu mestre simplesmente ficou plantado assistindo.
Oficiais do Município de Jerusalém disseram que estão cientes do problema, mas eles tem de resolver isso com a Polícia. Shmuel Ben-Ruby, o porta-voz da Polícia, disse que ele só obteve duas reclamações de Cristãos no espaço de tempo de dois anos. Ele disse que, em ambos os casos, os perpetradores foram pegos e punidos.
Ele disse que a Polícia implantou um número excessivamente elevado de patrulhas e tecnologias especiais na Cidade Velha e seus arredores, em uma tentativa de manter a ordem.

Traduzido de: Haaretz

Saturday, November 03, 2012

O ódio deveria ser ilegal?

Padre Leonard Feeney
Janeiro de 1959

A maioria dos americanos, escutando essa questão, prontamente responderia: “Sim, o ódio deveria ser ilegal por todos os meios!” Sua ânsia em responder pode ser julgada por todos bastante facilmente.  Durante a metade da última década, eles foram triturados com uma propaganda ostensiva calculada para deixá-los em um estado de afabilidade confusão em relação a tudo.  Aquelas técnicas de propaganda que são normalmente usadas para encorajar os americanos a serem exigentes em matéria de sopa e pasta de dente estão agora sendo alistadas para persuadi-los que não há uma tal coisa como um produto superior em matéria de cultura e credo.  Em outdoors, em pôsteres no ônibus e metrô, em jornais e revistas, através das transmissões de rádio e TV, os americanos estão sendo afirmados e reafirmados, tanto sutil quanto ousadamente, que “Intolerância é fascismo ...  Somente Irmandade pode salvar nossa nação ... Nós devemos ser tolerantes em tudo!”

Os efeitos de longo prazo dessa campanha são agora evidentes.  Ela está produzindo o “cidadão sem personalidade”: o homem que não tem quaisquer sensibilidades culturais; que é incapaz de indignação; cuja única atividade mental é meramente uma extensão do que ele lê no jornal ou vê na televisão; que encara o desastre moral em sua vizinhança, o desastre policial em seu país, e uma iminente catástrofe mundial com um semblante desinteressado e risonho.  Ele tem somente compreensão para os inimigos do seu país.  Ele não tem nada senão benévolos sentimentos para aqueles que destroem sua casa e família.  Ele tem uma séria simpatia para alguém que obliteraria sua fé.  Ele é universalmente tolerante.  Ele é totalmente sem preconceitos.  Se ele tem quaisquer princípios, ele os retém bem ocultos, para que, ao defendê-los, não pareceria indicar que os princípios contrários pudessem ser inferiores.  Ele é, ao perímetro de suas habilidades, exatamente como o próximo cidadão, que, ele confia, está tentando ser exatamente como ele: um tapado sem identidade, e sem caráter.

Junto com tudo o mais, católicos americanos têm sido martelados com os slogans da campanha “anti-ódio”.  Adicionalmente, eles lembram as histórias de como o preconceito contra católicos freqüentemente tornou a América um lugar muito desconfortável para seus avós imigrantes católicos.  E assim, eles também, se perguntados, declarariam sem hesitar que ódio deveria ser ilegal.

O que católicos americanos não param para refletir é que a fé católica, pela sua plena natureza, encoraja indignação, posições intolerantes, e forte discurso.  A Igreja é fundada para continuar o divino ministério de Jesus Cristo, Que manifestou que Ele veio à terra, “não para trazer paz, mas a espada ... para pôr fogo na Terra, e que Eu desejo é que ele seja despertado.”

Aceitando sua vocação para serem “outros Cristos”, os católicos estão diante de incontáveis exemplos de austeridade evangélica.  Eles são lembrados que o mesmo Jesus disse: “Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração”.  Da mesma forma, ele disse: “eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra, e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa.”  Nem podem eles esquecer que o mesmo Jesus, que submeteu-Se à multidão de judeus no jardim de Getsemani, anteriormente derrubou as mesas dos mercadores e os expulsou do templo com um chicote.

Ao aceitar sua posição como membros contemporâneos da Igreja, os católicos americanos devem tomar como sua herança as percepções, atitudes e propósitos de seus irmãos e irmãs mais velhas na fé – aqueles católicos que vieram antes deles e preservaram a Igreja até nossos dias.  Pois a Igreja Católica é una.  A Igreja que chamou seus filhos para levantar a cruz e a espada e expulsar o infiel da Terra Santa, a Igreja que isolou os judeus da cristandade com rígidas leis e muros do gueto, a Igreja que repetidamente condenou as doutrinas daqueles que dela discordam, é a mesma Igreja Católica que reclama a lealdade de 35 milhões de americanos do século XX.

Junto com a missa, os sacramentos e todos os tesouros espirituais que são um direito de primogenitura católico, esses católicos americanos devem também assumir o resto de seu legado.  Como membros da Igreja Militante – levantada pelo sacramento da confirmação para serem soldados de Jesus Cristo – eles são herdeiros de uma tradição que ficou marcada através dos séculos pela militância sustentada e desavergonhada.

Exemplos do confronto entre a observância tradicional católica e a atual campanha “anti-ódio” poderiam ser indefinidamente multiplicados.  Todo capítulo em toda época da história da Igreja lhes abastecerá, porque a questão principal envolvida é doutrinária e constante.  É a afirmação firme da Igreja Católica de ser a Única Igreja Verdadeira estabelecida por Deus.  É essa convicção de católicos por todos os séculos que deixa nossos maiores heróis e santos e a plena constituição da própria Igreja aberta às acusações de preconceito e intolerância.

A Igreja Católica não acredita que todas as religiões estão em um plano comum.  Não subscreve a popular noção que “nós somos todos conduzidos para o mesmo lugar, você e seu caminho e nós nos nossos.”  A Igreja Católica acredita que o cristianismo é a única chance no mundo para a salvação, e também insiste que os verdadeiros cristãos são encontrados somente no interior de seu aprisco, sob o Supremo Pastor, o Vigário de Cristo, Nosso Santo Padre em Roma.

Inevitavelmente, essa crença, quando traduzida em ação prática, produz para alguns arranjos intolerantes: católicos são admoestados a não casarem com hereges e judeus; eles não podem estar presentes em um serviço religioso não-católico; crianças católicas devem ser enviadas a escolas católicas.  O motivo por trás dessas práticas preconceituosas é a preservação da fé – não como uma curiosidade antiquada, mas como uma necessidade vital.  E não como uma necessidade para uns poucos escolhidos, mas como uma necessidade para todos os homens, por toda parte.

É essa terrível urgência a respeito da fé que explica tanto a rigidez da Igreja em matéria de doutrina um seu amor abrangente em matéria de apostolado.  Pois a nota da absoluta necessidade que se liga à Igreja Católica e faz da Igreja tão intolerante e firme é, ao mesmo tempo, o impulso e a energia por trás de todo apóstolo.  É precisamente porque eles são intolerantes o suficiente para acreditar que todos os homens necessitam da fé católica no intuito de serem salvos, que os missionários da Igreja, desde o tempo de São Paulo, têm dado ao mundo seu mais heróico exemplo de amor zeloso, intenso, constante, suado, sangrento, moribundo, mas interminável.

É esse amor, esse fervor apostólico, que o programa “anti-ódio” pretende eliminar.  Pois o resultado final da propaganda que está agora incessantemente esmagando a nação será não somente um cidadão americano sem personalidade, mas uma catolicismo americano fraco – um catolicismo que terá medo de afirmar sua própria singularidade e importância, um catolicismo que tentará se tornar mais parecido com suas religiões vizinhas, não fazendo nada para perturbar, nada para criticar, nada que de qualquer maneira ocasionasse ser acusado de intolerância, preconceito ou ódio.

Certamente ninguém irá supor que os promotores da campanha “anti-ódio” são apenas um grupo de intrometidos bem intencionados que lançaram a coisa com toda inocência e que ficariam apavorados em ouvir que isso frustraria os planos da Igreja Católica.  A verdade da matéria é muito pelo contrário.  Da mesma forma que os comerciais de sabão falados rapidamente tocam na credulidade das donas de casa americanas para fazer dinheiro para os grandes industriais de sabão, assim os slogans anti-ódio estão vendendo aos americanos uma cartilha de bens que farão grandes lucros para os ousados inimigos da Igreja Católica.

Esse deliberado e calculado programa é um descendente linear da campanha do século XVIII que clamava por “liberdade, igualdade e fraternidade”, e terminaram por devastar a França católica.  São mais ou menos todas essas aventuras anti-católicas de livre pensamento e sem limites que têm atormentado a Igreja desde o tempo da revolta protestante – humanismo, jacobinismo, franco-maçonaria, liberalismo, secularismo, comunismo etc.  Porque muitos desses movimentos podem diferir uns dos outros em meios que eles defendem, mas eles todos estão trabalhando para o mesmo fim.  Eles têm a intenção de construir a “Cidade do Homem” – em detrimento da inevitável Cidade de Deus.  Eles estão furiosos com a Igreja por causa de sua calma insistência que a única coisa que realmente importa é a salvação eterna, e que ela é a comissária divina da arca da salvação.  Eles estão determinados a mostrar que a Igreja não é importante: se não a destruindo violentamente, então reduzindo-a ao nível das seitas.

Foi esse último expediente que clamou Jean Jacques Rousseau, mensageiro da Revolução Francesa e evangelista declarado da irmandade da multidão.  Rousseau sustentava (no Contrato Social, Livro IV) que a adoração de Deus deveria ser permitida continuar, desde que não se tornasse um fim em si mesmo.  A teologia não deve usurpar o lugar superior da política; os interesses da religião devem estar subordinados àqueles do estado.  Conseqüentemente, ele sentiu que o poder civil deveria decidir quais artigos de crença os cidadãos poderiam abraçar.  E entre esses artigos, Rousseau encorajou apenas uma proibição: quem quer que dissesse “não há salvação fora da Igreja”, deveria ser banido.

Como certamente e seguramente os judeus têm estado por trás da franco-maçonaria, ou secularismo ou comunismo, estão por trás da iniciativa “anti-ódio”.  Não que esse movimento representa a fruição da doutrina talmúdica.  Os judeus estão defendendo a tolerância somente para seus valores destrutivos – isto é, da Igreja Católica.  Por sua parte, eles ainda mantêm vivos os rancores e antipatias raciais.  Seu Talmud, por exemplo, ainda ensina que Cristo foi um insolente impostor, e dá um relato blasfemo impublicável de sua descendência e maternidade.  E como a época do Natal de tempos passados deveria ter nos ensinado, os judeus, por toda sua irmandade comunica, não tem de modo algum abandonado seu programa resoluto de tornar todos os reconhecimentos do Natal desaparecidos da vida pública e social da nação.

O segredo do sucesso dos judeus é, obviamente, que eles podem praticar tal ódio privado enquanto promovem o público “amor”, e não serem acusados de inconsistência.  Pois, como sempre, eles estão dirigindo o espetáculo principalmente nos bastidores.  Eles fazem entender sua mensagem por meio dos cooperativos gentios.  E há provavelmente mais de tais gentios disponíveis hoje – tanto do tipo que aceita quanto do tipo desejoso de ser enganado – do que outrora na história.  Como uma boa sorte mais além, os diretores judeus da indústria do entretenimento na América podem hoje garantir que um porta-voz da irmandade, bem localizado (isto é, por trás de um microfone ou diante de uma câmera de televisão) seja capaz de influenciar os americanos aos milhões.

E a campanha dos judeus está se sucedendo.  Nós temos toda razão para ficarmos alarmados por seu sucesso.  Católicos americanos, mesmo aqueles que não estejam tomando parte ativamente na fala da tolerância, estamos hoje mantidos sob a onipresença ameaça de sermos acusados de ódio, preconceito e intolerância.

Na face de um novo ano que será o maior para os promotores da irmandade, The Point implora que os católicos americanos realinhem-se com as tradições militantes de seus avós.  Nenhuma ameaça de “preconceito”, nenhuma acusação de “intolerância” deveria temperar nosso zelo ou silenciar nossa mensagem.  Nós devemos preservar nossa comissão para “sair e ensinar todas as nações...”; para “reprovar, rogar, repreender com toda paciência e doutrina”.

Indignos como somos, nós, católicos americanos devemos proteger-nos do dever de designar os inimigos de Deus e o privilégio de carregar a Verdade revelada de Deus às pessoas de nosso país, que, rezamos, a escutarão com generosidade e gratidão, e que repetirão essa intolerante Profissão de Fé que a Igreja requer de todos novos conversos: “... Ao mesmo tempo, eu condeno e reprovo todos que a Igreja condenou e reprovou.  Essa mesma fé católica, fora da qual ninguém pode ser salvo, que eu agora abertamente professo e para a qual eu verdadeiramente adiro, a mesma que eu prometo e juro manter e professar, com a ajuda de Deus, inteiro, inviolado e com firme constância até o último sopro de vida; e eu deverei aspirar tanto quanto possível que essa mesma fé deverá ser abraçada, ensinada e publicamente professada por todos aqueles que dependem de mim, e através daqueles que eu deverei ter que       carregar.”

(do Rituale Romanum, publicado em 1947 com o imprimatur do Cardeal Arcebispo de Nova Iorque)

Um exemplo militante

Uma recente notícia do Vaticano declarou que São Lourenço de Brindisi pode logo ser declarado um doutor da Igreja universal.  O franciscano italiano, que morreu em 1619, deveria ele receber esse título, se tornando, desta forma, o trigésimo santo do qual a Igreja tem especialmente distinguido como um professor da fé para todos os católicos do mundo.

Nascido em Brindisi, em 1559, São Lourenço precocemente demonstrou os dons singulares que fariam dele um brilhante pregador.  Como um frade capuchinho, com uma comissão pessoal do Papa Clemente VIII, o santo comunicou vigorosos sermões nos principais guetos italianos, e assim causando a si mesmo um amargo ressentimento entre os judeus, que persistiram até hoje.

Para nossa era de católicos acanhados, Lourenço de Brindisi fornece um exemplo reprovável.  Não somente trabalhou incansavelmente para desafiar a perfídia dos judeus, mas trouxe de volta à fé muitos que tinham cedido à revolta protestante, e, mais espetacular de tudo, ele conduziu um exército contra os turcos.  Foi na Hungria, no ano de 1601, que São Lourenço, armado com nada mais do que seu capuz e seu crucifixo, conduziu um exército cristão, na proporção de quatro para um, a uma vitória surpreendente sobre os infiéis.

Friday, October 19, 2012

Igualdade como um mal

O flagelo moral da modernidade


A dominante ideologia das modernas sociedades ocidentais sustenta a igualdade como um bem moral absoluto, que deve, portanto, ser perseguido por sua própria causa.  A moralidade do igualitarismo nunca é questionada pela estrutura do poder estabelecido ou pela vasta maioria dos cidadãos; é, na realidade, uma enganosa suposição concedida que todos os humanos nascem iguais em direitos, e portador de tais direitos pelo mero fato de ser humano, racional, faz de alguém questionador da bondade moral da igualdade num indivíduo de questionável humanidade.  Mesmo os conservadores ousam não questionar a bondade moral da igualdade, concentrando-se, em lugar, em criticar os métodos de aplicação.  Ainda, a igualdade, a despeito da bombástica retórica cercando-a, é longe de ser um bem moral absoluto.  Pelo contrário, quando nós examinamos as conseqüências da igualdade, é um mal.  Esse artigo, primeiramente, explorará alguns dos caminhos nos quais a igualdade é um mal e desenvolverá, então, um paradigma alternativo, fundado em uma teoria da diferença.

Injusta distribuição de recompensas

O propósito da mais óbvia conseqüência da igualdade é a injusta distribuição de recompensa.  Porque as capacidades individuais são sempre diferentes, a igualdade não pode ser atingida sem tomar recompensas dos merecedores e realocá-las aos não-merecedores.  Assim, talento, dedicação, parcimônia, diligência, iniciativa e perseverança são penalizados, enquanto inabilidade, indolência, libertinagem, indiferença, negligência, inércia e inconstância são recompensadas em nome da justiça social.  Isso é rudemente aparente nas políticas de universidades nos Estados Unidos, onde a perseguição da igualdade racial tem levado à admissão diferencial que privilegia o inepto escolasticamente às expensas dos escolasticamente aptos.  Na trilha dos resultados desiguais nos SATs (testes de avaliação de conhecimento para ingresso em curso superior nos EUA) por diferentes grupos raciais, milhões de estudantes brilhantes e diligentes têm sido excluídos das universidades de suas escolhas, particularmente onde haja universidades de altíssimo nível, no esforço de racialmente equalizar os resultados.

A ironia é que um argumento para o igualitarismo tem sido a necessidade de combater a injustiça que os igualitários comumente chamam de ‘privilégio’.  Igualitários consideram mau o ‘privilégio’ porque é não-meritocrático, permitindo a alguns desfrutarem benefícios desmerecidos.  Todavia, na medida em que, como nós vimos, políticas igualitárias ainda criam classes privilegiadas de indivíduos, quem injustamente desfruta de benefícios desmerecidos alcança o oposto de seus proclamados objetivos, simplesmente transferindo o ‘privilégio’ de um grupo para outro.

Injusta distribuição de recursos

Intimamente relacionado a isso é a injusta distribuição de recursos que acumula-se da perseguição da igualdade.  Um exemplo foi fornecido por uma reportagem a respeito de universidades fechando ou reduzindo paulatinamente departamentos de ciência para abrir espaço para a diversidade ou oficiais da igualdade.  Parece que o salário para um tal oficial seria suficiente para financiar dois pesquisadores de câncer.  Sendo um bem moral absoluto, para igualitários, a igualdade não necessita de justificação lógica, mas a verdade é deles em uma ideologia que infiltra miséria e custo de vida.  Vamos ser específicos com as implicações.  Imagine que você tenha um jovem estimado que tenha câncer ou outra condição médica degenerativa.  O prognóstico é morte prematura em dez ou quinze anos sem um progresso médico.  A pesquisa está tendo progresso lento.  Você espera que a ciência progredirá antes que seja tarde.  Então, repentinamente, os relevantes centros de pesquisa começam a fechar ou reduzir gradualmente os departamentos de ciência, enquanto, ao mesmo tempo, esses centros criam posições para bem remunerada diversidade ou oficiais de igualdade, alocando seus generosos financiamentos departamentais.  A pesquisa agora se move mais lentamente, retrocedendo o progresso médico que você esperava.  Seu estimado agora uma doença mais prolongada, possivelmente morre antes de uma cura ou que uma mais efetiva quimioterapia seja encontrada.  E se você teve mais contato com seu parente depois da separação?  A miséria é, desta forma, infligida sobre você também, na medida em que a cura, ou a nova quimioterapia demora ou chega bastante tarde.  A preocupação e a aflição também afetam tudo mais intimamente.  É difícil quantificar a extensão ao qual esse seja o caso, particularmente como ninguém parece ter pesquisado essa área, mas o cenário citado não é não-razoável.  Pode a igualdade ser um bem moral quando essas são as conseqüências?

Negação ou diferença

Em décadas recentes, a diversidade tem sido uma palavra-chave entre igualitários, todavia, a afirmação da igualdade é simultaneamente a negação da diferença.  A frase ocasional ‘diferente, mas igual’ tem sido a tentativa dos igualitários de ter o bolo e comê-lo, mas é uma contradição lógica e, portanto, sem sentido.  O argumento que a mencionada igualdade é tão somente igualdade de oportunidade não se sustenta também, porque se fosse assim não haveria qualquer consternação em resultados desiguais em resultados de testes entre estudantes de categorias raciais diferentes, e, portanto, nenhuma necessidade para políticas injustas de admissões.  A afirmação da igualdade é uma franca negação da diferença com respeito a todos, até o ponto de negar a existência biológica de uma das fontes primárias de diferença – raça e sexo – e de pretender que não passam de puras e arbitrárias ficções.

A diversidade é baseada na diferença.  A eliminação de um implica na eliminação do outro.  A moderna celebração da diversidade do igualitarismo, e sua proclamação da diversidade como um bem digno de ser perseguido pelo seu próprio fim, são, portanto, contraditórias.  O que é mais, por criticar oponentes de diversidade como imorais, igualitários falham em encontrar seus próprios encontrados padrões de moralidade, tornando os próprios igualitários imorais.

A negação da diferença implica, por extensão, uma negação da qualidade, tanto no sentido de distinguir atributos e de superioridade.  O fim lógico produto da igualdade é, portanto, mesmice e mediocridade, uma negação de todas as coisas que tornam a vida boa e digna.   Um sistema de crenças que retira a alegria da vida, um sistema de crenças que é, no fim das contas, anti-vida, não pode ser considerado moral.

Negação da individualidade

A diferença é o que nos torna individuais.  Afirmar que todos são iguais, portanto, é negar a individualidade, porque a individualidade implica exclusividade, autonomia, não-intermutabilidade.  Nada é compatível com a igualdade.  A demanda por uniformidade – mesmo quando feita em nome do individualismo – exige uma demanda por conformidade, uma renúncia de si mesmo, uma demolição ou degradação do indivíduo.  Isso não é somente uma outra contradição, mas uma afronta à assim-chamada ‘dignidade humana’, e na medida em que a dignidade é humana, igualdade é inumana.   Um ponto de vista filosófico que simultaneamente exata e afronta a dignidade não é um ponto de vista coerente.

Há duas formas de coletivismo: voluntário e imposto.  O estado e a perseguição institucionalmente patrocinada da igualdade incluem-se na segunda categoria.  Conseqüentemente, podemos descrever o igualitarismo como uma imposição da degradação do indivíduo a serviço de uma coletividade abstrata – uma coletividade que, porque abstrata e, portanto, desumanizada, não existe empiricamente.  Isso é moral? Absolutamente, em qualquer forma que nós pudéssemos aceitar.

Agente da opressão

Como nós temos vistos desde o desenvolvimento do igualitarismo nas modernas sociedades ocidentais, a lógica da igualdade pressupõe a equivalência de todos os humanos.  Um resultado é que imigração irrestrita e diversidade racial se tornam ideologicamente não-problemáticas.  Visto que humanos são diferenciados em múltiplos níveis, sociedades racialmente diversas têm se tornado, por contraste, problemáticas, necessitando proliferação de normas, regulação, leis, vigilância, penalidades, burocracias e taxação adicional na perseguição da harmonia e funcionamento continuado.  A limitação progressiva das liberdades nunca termina, porque as medidas supracitadas dirigem-se somente aos sintomas, não à causa fundamental: a diferença permanece, e os resultados em diferentes respostas para cada medida, que em lugar cria a necessidade para medidas além.  Ainda pior, por causa da necessidade de dirigir-se a um crescente número de áreas em uma crescente muito diferente população com poucos ou nenhum valores ou crenças compartilhados, o esforço regulatório se torna não somente muito mais invasivo ou prescritivo, mas também crescentemente inadequado para todos (pessoa polivalente, mestre de ninguém).  A liberdade é também corroída economicamente devido aos crescentes custos de regulação, vigilância, penalização e administração do comportamento social.

Sistema destrutivo

Como tem se tornado aparente por agora, igualdade é uma força destrutiva em vários níveis.  Primeiramente, é destrutivo da qualidade individual, visto que os traços que contribuem em tornar os indivíduos salientes de algum modo, incluindo atividades ou caminhos de comportamento, são desestimulados, degradados ou negados.  Em segundo lugar, é destrutivo das coisas que tornam a vida digna de viver, pela mesma razão.  Em terceiro lugar, é destrutivo da dignidade humana, muito embora alegue ser favorável a ela.  Em quarto lugar, é um agente da opressão, muito embora clame ser contra ela.  E, finalmente, é destrutivo da qualidade de vida e comunidades, muito embora invoque mirar no melhoramento de ambos.

Profissionais imorais

Ao lado da intrinsecamente destrutiva natureza da ideologia da igualdade, a última é, além disto, manchada pela imoralidade de seus profissionais, pois ativismo da igualdade quase invariavelmente trabalha – embora isso não seja sempre explicitamente declarado ou mesmo reconhecido – em detrimento de uma particular classe de indivíduos: brancos.  Através de suas ações, profissionais da igualdade podem ser seguramente assumidos terem atitudes anti-brancos, ou serem anti-brancos, muito embora na maioria dos casos eles mesmo sejam brancos.  É, portanto, irônico que profissionais da igualdade considerem-se altamente morais, e mesmo arrogam para si o discurso da moralidade.

Talvez mais rude são os crimes dos comunistas, que justificadamente compreendem a mais notória classe de zelotes da igualdade.  Comunistas mataram, aprisionaram e condenaram milhões a uma vida de miséria, incluindo artistas, escritores, professores e intelectuais.  Comunistas privaram europeus de algumas das melhores pessoas.  As atrocidades comunistas são, realmente, a pior na história mundial.  Mesmo em uma escala menor, os comunistas e igualitários análogos freqüentemente têm sido inclinados à violência de rua, e como sua geração de ativistas parecem mais ávidos do que quaisquer outros para se engajar na violência, quando de fronte a opiniões divergentes.  Isso pode ser porque o igualitarismo tem uma história terrorista, começando pela Revolução Francesa, um movimento compreendendo criminosos, psicopatas, alcoólatras e gênios sociopatas.  Isso pode também ser porque o igualitarismo atraia os piores elementos de qualquer população, visto que são os únicos com mais a ganhar pelas políticas de igualdade.

Diferença

A perseguição da igualdade tem estado ligada com noções de justiça social por tanto tempo que muitos podem achar difícil separar as duas, e podem, portanto, achar uma alternativa impensável, ou pelo menos um mal a ser evitado.  Certamente, isso é como os igualitários pensam e gostariam que todos pensassem.  Nós proporíamos, porém, que o reverso fosse verdade, e que um paradigma superior pudesse ser aquele baseado sobre a desejável diferença.

Uma teoria da diferença não é ‘diversidade’ como igualitários entendem o termo.  A ‘diversidade’ dos igualitários refere-se a humanos que podem parecer diferentes, mas que, com exceção da personalidade individual e diferenças construídas socialmente, são essencialmente equivalentes e inter-mutáveis.  Isso, obviamente, é bastante unidimensional para constituir diversidade, pois nega a validade dos atributos de grupo que contribuem para a identidade.  A teoria da diferença define a diversidade como significada para ser definida, e abraça a multi-dimensionalidade da diferença humana, tanto em nível individual quanto coletivo.

Sob um paradigma de diferença, portanto, suporíamos indivíduos e grupos sendo diferentes, mesmo para divergir significantemente de nossas linhas de partida, em vez de supô-los serem os mesmos ou terem falhados quando não mostraram qualquer sinal de convergência conosco.  Nós respeitaríamos a diferença como uma matéria de prerrogativa individual ou de grupo.  E mesmo onde a diferença pode resultar em casos que nos são repugnantes, nós não respeitaríamos por essa razão cessar de considerar a diferença geralmente uma fonte de riquezas, pois a possibilidade de diferença é uma pré-condição para a excelência e o extraordinário.
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