Por que não se admirar que os terroristas "islâmicos" do falsificado Israel estejam decapitando as pessoas? O Talmud determina que as violações de qualquer artigo das "leis de Noé" seja punida com execução por decapitação.
Capcioso como um camaleão, o Rabino Lord Jonathan Sacks está lamentando que os Cristãos estão sendo aterroizados e decapitados pelo exército terrorista "islâmico" do Israel falsificado. Mas entre eles, o Rabino Sacks admite que o Chabad Lubavitch Rebbe Menachem Schneerson é seu "sistema de navegação por satélite". Sacks admite que é um agente na campanha das 'leis de Noé' do Chabad, uma campanha a partir da qual os Cristãos seriam punidos pela sua "idolatria" por decapitação, e, realmente, toda pessoa não-Judaica seria decapitada por violar quaisquer das 'leis de Noé'.
Gente, vocês são ingênuos o suficiente para ficarem aterrorizados pelos decapitadores 'islâmicos' do Israel falsificado nas armas dos decapitadores rabínicos?
Fonte: http://mauricepinay.blogspot.com.br/2014/08/counterfeit-israels-islamic-terrorist.html
Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Friday, October 17, 2014
Sunday, October 12, 2014
Livro a respeito de matar crianças gentias vira bestseller em Israel
Um rabino Judeu lancou um livro dando aos Judeus a permissão para matar não-Judeus, incluindo bebês e crianças, que podem colocar em posição uma real ou potencial ameaça aos Judeus ou Israel. “É permissível matar os justos entre os não-Judeus mesmo se eles não são responsáveis por ameaçar a situação", escreveu o Rabino Yitzhak Shapiro, que preside o seminário rabínico Od Yosef Chai no assentamento de Yitzhar na Cisjordânia ocupada, em seu livro “The King’s Torah” ('A Torá do Rei').
Ele argumenta que goyem (um epíteto derrogatório para não-Judeus) podem ser mortos se ameacem Israel.
“Se matamos um gentio que pecou ou violou um dos sete (?) mandamentos – porque cuidamos dos mandamentos – não há nada errado com o assassinato.”
O Rabino Yitzhak Shapiro – co-autor do livro Shapiro, que preside uma pequena escola talmúdica no assentamento de Yitzhar, próximo à Nablus, reivindica que decreto “está totalmente justificado pela Torá e pelo Talmud.”
O decreto anti-goyem parece vir em resposta à prisão pela polícia Israelense de um terrorista Judeu que confessou ter matado dois pastores palestinos na Cisjordânia.
O terrorista, um imigrante nascido nos Estados Unidos chamado Yaakov Teitel, também confessou ter tentado assassinar Judeus esquerdistas.
A polícia considerou a prisão um importante feito no combate ao terrorismo Judeu, o qual experts afirmam florescer em decretos religiosos de rabinos afiliados com o campo religioso sionista.
Aproximadamente 16 anos atrás, um terrorista Judeus chamado Yigal Amir assassinou o então Premier Israelense Yitzhak Rabin.
Demais a mais, numerosos palestinos inocentes também foram assassinados à sangue frio por terroristas Judeus.
Em 1994, Baruch Goldstein, um notório terrorista Judeus assassinou 29 muçulmanos no interior da mesquita de Al-Ibrahimi na cidade da Cisjordânia de al-Khalil.
Não-Humanos
O controverso decreto tem em sua retaguarda numerosos rabinos afiliados com o assim-chamado campo religioso nacional bem como o seminário talmúdico na Jerusalém Ocidental, conhecido como Merkaz Ha’rav.
Entre os rabinos que apoiaram publicamente o decreto estão Yitzhak Ginsburg e Ya’akov Yosef.
Ginsburg escreveu um folheto glorificando o assassino Goldstein e chamou-o de uma “figura santa”.
As visões de Shapiro sobre como palestinos e não-Judeus em geral devem ser tratados de acordo com a lei religiosa Judaica (halacá) são amplamente consideradas como representando a tendência dominante e não a exceção em Israel.
Durante o assalto Israelense contra Gaza no início desse ano, Mordecahi Elyahu, uma das principais figuras rabínicas em Israel, encorajou que o exército não cessasse de matar crianças inimigas no intuito de salvar as vidas dos soldados israelenses.
Ele mesmo pediu ao governo Israelense realizar uma série de bombardeios cirúrgicos de centros populacionais palestinos em Gaza.
“Se eles não pararem depois de matarmos 100, então devemos matar 1.000. Se eles não pararem depois de 1.000, nós devemos matar 10.000. Se eles não pararem, devemos matar 100.000, até um milhão. Não importa o que for para detê-los.”
De acordo com Israel Shahak, autor de “Jewish History, Jewish Religion: the Weight of Three Thousand years” ('História Judaica, Religião Judaica: o peso de três mil anos'), o termo "seres humanos" na lei Judaica refere-se somente aos Judeus.
Muitos rabinos ortodoxos Judeus, especialmente no interior do setor religioso-nacional, vêem as convenções internacionais incriminando o deliberado assassinato de civis e a destruição de lares e propriedades civis como representando a “moral Cristã”, que não obriga os Judeus.
Em 2006, o Conselho Rabínico dos Assentamentos Judaicos na Cisjordânia encorajou o exército “a ignorar a moral cristã e exterminar o inimigo no Norte (Líbano) e no Sul (Faixa de Gaza).
Tais decretos manifestamente racistas e odiosos não causam muita desaprovação em Israel: nem entre a intelligentsia nem na sociedade em geral.
Fonte: http://whatsupic.com/news-politics-world/book-about-killing676464.html
Thursday, October 02, 2014
Erich Fromm foi um judeu talmudista
Tantos direitistas, nacionalistas, anti-sionistas, cristãos, enfim, expuseram a Escola de Frankfurt e tanto silêncio sobre essa informação fundamental, de que um rabino do anticristo Judaísmo hassídico foi a figura mais influente na vida de Erich Fromm. Não pode haver verdadeira compreensão da guerra da Escola de Frankfurt ao Ocidente sem essa informação.
O Judeu Humanista Secular da Escola de Frankfurt, Erich Fromm:
"Eu fui estudante de Rabinkow [Chabad Rabbi Salman Baruch] por cerca de cinco a seis anos e, se eu me lembro corretamente, visitei-o naquela época quase diariamente. O volume do tempo foi ocupado estudando o Talmud, o resto estudando certos escritos filosóficos de Maimonides, o Tânia de Schneur Salman, a História Judaica de Weiss e uma discussão de problemas sociológicos. Ele teve grande interesse e foi muito prestativo em minha dissertação de doutorado. Rabinkow influenciou minha vida mais do que qualquer outro homem, talvez, e embora em diferentes formas e conceitos, suas idéias permaneceram vivas em mim."
Fonte
O Judeu Humanista Secular da Escola de Frankfurt, Erich Fromm:
"Eu fui estudante de Rabinkow [Chabad Rabbi Salman Baruch] por cerca de cinco a seis anos e, se eu me lembro corretamente, visitei-o naquela época quase diariamente. O volume do tempo foi ocupado estudando o Talmud, o resto estudando certos escritos filosóficos de Maimonides, o Tânia de Schneur Salman, a História Judaica de Weiss e uma discussão de problemas sociológicos. Ele teve grande interesse e foi muito prestativo em minha dissertação de doutorado. Rabinkow influenciou minha vida mais do que qualquer outro homem, talvez, e embora em diferentes formas e conceitos, suas idéias permaneceram vivas em mim."
Fonte
Monday, September 29, 2014
Judeus ultra-ortodoxos transformam vôo em pesadelo
NOVA YORK — Judeus ultraortodoxos se recusaram sentar ao lado de mulheres durante um voo de Nova York - Tel-Aviv, e transformaram a viagem em um verdadeiro pesadelo para o resto dos passageiros, informou nesta sexta-feira a imprensa israelense.
Os passageiros da companhia aérea israelense El Al que viajavam a Israel para passar o Ano Novo judaico aterrissaram no aeroporto Ben Gurion depois de “onze horas de pesadelo”, testemunhou uma das passageiras, citada pelo site de informação Ynet.
Antes de decolar, ao perceber que deveriam sentar-se ao lado de mulheres, vários passageiros ultraortodoxos pediram a seus vizinhos para trocar de lugar, chegando a oferecer dinheiro para aqueles que se negavam.
Sem acordo, eles permaneceram de pé no corredor, causando atraso, já que o piloto se recusou a decolar antes que todos os passageiros estivessem sentados, segundo o Ynet.
“É totalmente desrespeitoso com o público não-religioso do avião, que empresa iria permitir que os passageiros se comportassem dessa maneira?”, questionou Bar Natan, uma outra passageira.
Finalmente, os passageiros ultraortodoxos concordaram em sentar-se ao lado de mulheres, mas logo após a decolagem levantaram-se de suas cadeiras para sentar no corredor, durante toda a duração do voo, rezando em voz alta e impedindo a passagem de qualquer pessoa.
“Eu tentei ir ao banheiro, mas foi missão impossível”, disse Galit, um dos passageiros.
De acordo com Ynet, a companhia aérea El Al prometeu investigar as circunstâncias do incidente e responder a quaisquer reclamações.
Recusando qualquer contato físico com outras mulheres que não sejam suas esposas, judeus ultraortodoxos são notícia regularmente na imprensa judaica, fazendo escândalos em locais públicos em Israel, especialmente em ônibus.
Os judeus de Israel e da diáspora comemoram de quarta-feira até sexta-feira o Ano Novo judaico, marcando a transição para o ano 5775.
Fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/judeus-ultraortodoxos-transformam-voo-nova-york-tel-aviv-em-pesadelo-14057058
Wednesday, September 24, 2014
Tuesday, September 23, 2014
Judeu Fux faz pressão para a filha ser nomeada desembargadora no RJ
MARCO ANTÔNIO MARTINS SAMANTHA LIMA DO RIO
(…)
… aos 33 anos, ela (Marianna Fux) quer ser desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Marianna concorre a uma das vagas que cabem à OAB no chamado quinto constitucional pela Constituição, um quinto das vagas dos tribunais deve ser preenchido por advogados, indicados pela OAB, e por representantes do Ministério Público.
A campanha do pai para emplacar a filha, materializada em ligações telefônicas a advogados e desembargadores responsáveis pela escolha, tem causado constrangimento no meio jurídico.
A situação levou a OAB a mudar o processo de escolha, com o objetivo de blindar-se de possíveis críticas de favorecimento à filha do ministro.
(…)
A pré-seleção dos currículos, feita em julho, foi anulada. Agora, todos os conselheiros (inclusive os suplentes) vão fazer a triagem.
Os habilitados serão escolhidos em voto aberto.
(…)
A Folha apurou que Fux procurou conselheiros e desembargadores. De oito conselheiros ouvidos, quatro relataram que o ministro lembrou, durante as conversas, quais processos de que cuidavam poderiam chegar ao STF. Três desembargadores contaram que Fux os lembrou da candidatura de Marianna.
(…)
Marianna não havia passado pelo crivo inicial do conselho da OAB, por não ter anexado documentos comprovando a prática jurídica. Em vez disso, apresentou uma carta assinada por Sergio Bermudes, amigo pessoal de Fux e ex-conselheiro da OAB. Marianna é sócia de seu escritório desde 2003.
Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/09/22/escandalo-como-fux-nomeia-a-filha/
Sunday, September 21, 2014
Israel pretende fechar escolas católicas
A comunidade católica não somente é objeto de
perseguição em países onde o radicalismo maometano é imposto, mas também no outro
lado da “muralha”, no lado israelense. Ali, em meio a situações econômicas muito precárias,
as autoridades judias declararam que as escolas católicas devem converter-se em
“escolas do Estado”.
Este seria o preço a pagar por sobreviver em
um ambiente ainda que não explicitamente, mas implicitamente hostil: Perder a
especificidade e a identidade. Desta
maneira, a educação católica seria apagada em troca de seguir as diretrizes que
estimaram as autoridades públicas.
Segundo a Agência Fides, a comunidade
católica na Terra Santa disse que considera “a posição do governo discriminatória
e inaceitável”. Primeiro, denunciam como nos últimos anos se tem reduzido as
ajudas escolares e vestimentas familiares para afogar financeiramente os
centros, para, depois, terminar por justificar seu fechamento total passando
tudo às mãos do Estado.
A Oficina de Escolas Católicas e a Assembléia
dos Padres Católicos da Terra Santa tem feito muitos pedidos para reunir-se com
o Ministério da Educação de Israel, porém a resposta a todas as tentativas de
comunicação sempre foram a ignorância e a ausência de resposta.
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