Wednesday, July 12, 2023

Civilizações Africanas não foram criadas por Negros

Que estas civilizações antigas existiram; que no centro das terras africanas se formaram grandes focos de cultura superior, não ponho em dúvida – e os documentos comprobatórios da existência destes focos, exibidos por Froebenius e investigadores anteriores a ele levam-nos a certeza disto.  Os que estudam a histórica africana são, aliás, unânimes em atestar a formação de grandes impérios nos centros onde atualmente vegetam povos negros em pleno estado de barbárie.  São fatos históricos que ninguém contesta.

O que me parece contestável é a conclusão que daí se tira – de que estas civilizações antigas, que floresceram nas zonas centrais da África, foram criadas pelos homens da raça negra, isto é, pelos tipos negros puros.

(...)

O que a observação do presente, por um lado, e, por outro, o estado da história do continente negro parecem demonstrar é que estas civilizações, que Froebenius e outros pesquisadores encontraram na África, nas suas regiões centrais, não são, certamente, criações dos povos negros: mas, sim, de mestiços afro-semitas, isto é, negróides berberizados ou arabizados, do mesmo grupo dos ‘fulas’, dos ‘mandingas’, dos ‘haussás’ dos ‘mossis’, dos ‘somalis’ e outros tipos de mulatos característicos.

(...)

O reino do Gana ou Ghanata, cuja fundação deve datar do século IX da era cristã, floresceu justamente sobre as margens do Niger, na região das suas cabeceiras, em pleno centro da ‘brousse’ africana; mas não foram os negros puros, habitantes das grandes restas, que o fundaram, nem a civilização  que este império representa se deve a eles.  Os textos do Tarikh-es-Soudan, em que vem o testemunho dos cronistas árabes que o conheceram no esplendor da sua grandeza, o fazem criação de povos brancos – e não negros.

(...)

Os elementos civilizadores, que edificaram o grande império de Gana, eram, ali, pois, estes príncipes de origem berbere ou árabe e a massa, ali afluente, de chamitas, homens não negros puros, mas de raça ‘vermelha’ (provavelmente mestiços fixados de semitas com negros das florestas africanas).

O mesmo se deu com o império de Songhai, fundado cerca de dois séculos depois (XI) e que sucedeu ao Gana, destruído pelas tribos conquistadoras, vindas do alto Egito.  Os chefes destas tribos, que submeteram o antigo império de Gana e fundaram o império de Songhai, originaram-se, segundo a tradição recolhida pelo Tarikh, da região do Yemen, na Arábia.  Eram de raça semita – e não negra.  Os negros representaram ali, neste novo grande império, a base material do trabalho – e não os agentes civilizadores.

Não foi outra a gênese deste outro foco de civilização representada pelo grande reino de Bornú.  Os elementos que o fundaram não eram negros puros e sim mestiços, oriundos do cruzamento de berberes com negros, isto é, eram da raça vermelha do Sudão e não da raça negra propriamente dita.

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O que o estudo da história antiga da África demonstra, pois, é que:

a) os grandes centros de civilização, surgidos no interior do continente africano, não foram organizados por povos de raça negra; mas, sim, por povos estranhos, por conquistadores árabes ou berberes, que se caldearam com a primitiva população negra, formando uma massa de mestiços, de que eles se fizeram os educadores e guias;

b) que estes centros de civilização se constituíram, não no seio das grandes florestas tropicais, mas na região das estepes, nas grandes planícies campinosas do Sudão ou nos seus limites com a região das grandes florestas – isto é, nas zonas, ou cortadas pelas grandes linhas de caravanas dos mercadores árabes ou invadidas pelos conquistadores vindos do Egito ou da Arábia, ou dominadas pelas tribos de raça chamita, como os fellatas, fulas etc.  Os negros puros, vivendo nas florestas do Congo ou da Angola, nunca criaram civilização alguma.

(...)

Os criadores dos grandes focos de civilização, assinalados em épocas remotas no continente negro, não foram, pois, negros; mas árabes; mas berberes; mas mestiços de uns e de outros.  Dado o fato de que é impossível impedir a corrupção do sangue, mesmo no regime das aristocracias fechadas ou de casta, pode-se concluir que os elementos que mantiveram estas civilizações deviam ser mestiços – e não semitas puros.

Keane , reconhece, aliás, que o árabe e, principalmente, o berbere representam na África, em relação à população negra, o papel de agente de fermentação (leavening element, como ele diz).  Eles preparam, com o caldeamento do seu sangue com o sangue dos negros puros, as condições necessárias ao progresso e à civilização daquelas populações barbarizadas.  É esta conclusão a que chega esse grande etnólogo, depois de comparar os grupos de negros puros com as raças mestiças do Sudão, da Abissínia e da Somalilândia: Kanuris, Songhais, Gallas, Fulas e, mesmo, os negróides do grupo Bantu.  Estes, segundo Keane, não são negros puros; mas a dosagem do sangue berbere neles é menor do que nos negros sudaneses e nos mestiços mouros.  Entretanto, basta a presença deste pequeno quantum de snague semita para fazê-los superiores às genuínas populações negras.

(...)

Na África Sudanesa, estes elementos mestiços (Pehuls, Fulas, Felatas, Somalis, Gallas, Bahimas etc.) mostram-se sempre superiores aos verdadeiros negros.  Por isso, nas tribos miscigenadas, formam eles a aristocracia e a classe dos proprietários.  É, ainda, Johnston quem o diz: - ‘Nas tribos de negros puros, são estes mestiços que dominam como elementos da aristocracia, como sacerdotes e como proprietários de rebanhos’

(...)

Ora, Roscoe, que os observou de perto, descreve os Bahimas como indivíduos que só são negros pela cor escura e pelo tipo do cabelo; mas todos possuindo lábios finos, nariz direito e rosto delicadamente conformado, revelando a larga dose de sangue semita, que lhes circula nas veias: - ‘They have straight noses with a bridge, thin lips, finely chiselled faces, heads well set on fairly developed frames, anda a good marriage: there is in fact nothing but their colour and their short woolly hair to make you think of them as negroids.”

(VIANNA, Oliveira, “Raça e Assimilação”, Companhia Editora Nacional, 3ª Ed., São Paulo: 1938, pp. 275-284)

NEGROS NUNCA CRIARAM CIVILIZAÇÕES

O negro puro, portanto, não foi nunca, pelo menos dentro de campo histórico em que o conhecemos, um criador de civilizações.  Se, no presente, os vemos sempre subordinados aos povos de raça branca, com os quais entraram em contato; se, nos seus grupos mais evoluídos das regiões das grandes planícies nativas, são os elementos mestiços, são os indivíduos de tipo negróide, aqueles que trazem doses sensíveis de sangue semita, os que ascendem às classe superiores formam a aristocracia e dirigem a massa dos negros puros; como não o seriam também nestas épocas remotas, em que se assinalam estes grandes focos de civilização?

(...)

Não sei se o negro é realmente inferior, se é igual ou mesmo superior às outras raças; mas julgando pelo que os testemunhos do presente e do passado demonstram, a conclusão a tirar é que, até agora, a civilização tem sido apanágio de outras raças que não a raça negra; e que, para que os negros possam exercer um papel civilizador qualquer, faz-se preciso que eles se caldeiem com outras raças, especialmente com as raças arianas ou semitas.  Isto é: que percam a sua pureza.

(Idem, pp. 284-285)

Num artigo de polêmica, escreveu o Dr. Silvio Romero (A emancipação dos escravos, Revista Brasileira, 1881: ‘não há exemplo de uma civilização negra.  A única civilização africana, a do Egito, era branca, do ramo cuschitosemita, e ainda hoje nos baixo relevos e antigas pinturas egipcianas se nos deparam, ao lado dos belos tipos brancos, os seus escravos negros com a mesma fisionomia dos atuais pretos do Darfur ... A África esteve desde a mais remota antiguidade em contacto com os egípcios, persas, gregos, romanos, fenícios, cários e árabes, e o negro nunca chegou a civilizar-se! Há quatro séculos está em contacto com os modernos povos europeus e continua nas trevas’.  E, a propósito desta inferioridade cultural do negro, cita a passagem do naturalista Huxley, relativa à emancipação na América do Norte, da qual convém destacar alguns trechos.

‘Pode ser absolutamente certo, diz Huxley, que alguns negros sejam superiores a lguns brancos; mas nenhum homem de bom senso, bem esclarecido sobre os fatos, poderá crer que em geral o negro valha tanto quanto o branco e muito menos seja-lhe superior quanto o branco e muito menos seja-lhe superior.  E se assim é, torna-se impossível acreditar que logo que sejam afastadas todas as incapacidades civis, desde que a carreira lhe seja aberta e que não sejam nem oprimidos nem favorecidos, nossos irmãos progrnáticos possam lutar com vantagem com os seus irmãos melhor favorecidos de cérebro ... Nossos irmãos negros não poderão, pois, chegar aos mais altos lugares da hierarquia estabelecida pela civilização, ainda que não seja necessário confina-los lá para a última classe.”

(RODRIGUES, Nina, “As Raças Humanas”, Livraria Progresso Editora, Salvador: 1957, pp. 112-113)

 

Wednesday, April 19, 2023

Caráter evolucionista da cosmovisão econômica de Hayek

A perspectiva desse autor é claramente evolucionista e, até certo ponto, fatalista.  Para ele, a moderna sociedade ‘aberta’ – a grande sociedade -, liberal, capitalista e democrática, representa o ápice da evolução histórica e cultural.  É patente a presença, nesse enfoque, de uma ‘metafísica do progresso’ que, entre outras características, encara a história humana como um processo evolutivo único e com um destino preordenado (Gray, 2011).

(...)

O esquema evolucionista de Hayek reflete-se em sua visão do homem.  O homem é tomado como um mero produto da evolução biológica e cultural.  Cada homem é apenas uma etapa na evolução história e social.  O que caracteriza o homem não é sua racionalidade e espiritualidade, conforme a concepção clássica aristotélica e cristã, mas sua capacidade de evoluir e substituir as respostas inatas por normas apreendidas.  (...) Por conseqüência, a dimensão espiritual e metafísica do homem é negada.  O economista austríaco não reconhece nada que tenha relação com a essência do homem.  A individualidade humana resultaria da ação de forças naturais e sociais imanentes; o sobrenatural e o transcendente são deixados de lado.  O fim do homem é a sociedade entendida biologicamente como a ‘produção de outros seres vivos, o crescimento e desenvolvimento da espécie humana em uma ordem extensa’ (Argandoña, 1999).  Dessa maneira, a realização humana, a ‘felicidade’ entendida na acepção tradicional e o sentido da vida são noções inexistentes na especulação de Hayek.

(...)

Conforme assevera Antonio Argandoña Rámiz (1999), quando Hayek ressalta a importância e o valor dos hábitos e normas morais tradicionais, fá-lo de maneira conseqüêncialista e utilitarista, destacando os efeitos e resultados positivos que, resumidamente, possibilitam o sustento de uma população em crescimento com um nível de vida mais elevado.  É um critério, vale ressaltar, estritamente econômico, que nada tem de ético.  (...) Portanto, não apresentam um valor universal e intrínseco, sua função fundamental é servir de suporte à ordem do mercado, gerando um elevado volume de informação e recursos.  O pensamento de Hayek está fortemente impregnado de um prisma funcionalista.  Uma prática, instituição ou norma parece ser boa, positiva e legítima quando cumpre uma função social e evolutiva na ordem extensa: principalmente, é funcional quando serve ao mercado”

(...)

“Grosso modo, Hayek concebe a religião como um produto social evolutivo, em oposição à concepção tradicional que entende a religião como uma revelação divina, uma instituição de origem sobrenatural.  É preciso lembrar que Hayek era agnóstico, sua visão de mundo é inegavelmente naturalista e imanentista.  Para esse autor, a ordem natural não se fundamenta em Deus, não é uma ordem criada por uma inteligência espiritual, mas uma ordem que emerge com o passar do tempo, de uma maneira espontânea, é, em suma, uma ordem endógena e autogerada.

(...)

Em Hayek e em outros próceres do liberalismo, o mercado desempenha uma função mítica.  A fé na emancipação total da humanidade através das forças do mercado é uma ilusão, uma utopia, A realidade histórica demonstra que não há um único exemplo de que um mercado absolutamente livre produz automaticamente uma melhor satisfação das necessidades dos indivíduos.” 

(JR. RANQUETAT, Cesar, “Da Direita Moderna à Direita Tradicional”, Ed. Danúbio, 2019, pp. 147-150)

Friday, March 17, 2023

Presidente polonês denuncia anti-semitismo em comício nacionalista como "traição"

Na mais recente condenação do canto da semana passada de 'Morte aos judeus', Andrzej Duda diz que o incidente foi 'barbárie', vai contra os valores da Polônia

Por TOI PESSOAL e AGÊNCIAS

14 de novembro de 2021, 17h37

O presidente polonês, Andrzej Duda, denunciou no domingo demonstrações de anti-semitismo em uma manifestação nacionalista na semana passada no Dia da Independência da Polônia, que incluiu gritos de "Morte aos Judeus" e a queima simbólica de um texto histórico sobre os direitos dos judeus.

Seus comentários se juntaram aos de funcionários do governo israelense e polonês que criticaram a expressão pública de ódio aos judeus que ocorreu na cidade polonesa de Kalisz na quinta-feira em meio às celebrações do feriado em toda a Polônia.

A barbárie praticada por um grupo de hooligans em Kalisz é contrária aos valores nos quais a República da Polônia se baseia”, escreveu Duda em sua conta no Twitter.

Observando a atual crise na fronteira da Polônia com a Bielo-Rússia, Duda acrescentou que os atos foram “até mesmo um ato de traição”.

Os participantes da reunião queimaram uma cópia de um documento medieval que oferecia proteção e direitos aos judeus em terras polonesas. Os líderes do evento também se referiram à comunidade LGBT e aos sionistas como “inimigos da Polônia” que precisam ser expulsos.

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Yair Lapid, saudou a “condenação inequívoca” das autoridades polonesas e disse que o povo judeu “espera que o governo polonês aja sem concessões contra aqueles que participaram dessa chocante demonstração de ódio”.

O terrível incidente anti-semita na Polônia lembra a todos os judeus do mundo a força do ódio que existe no mundo”, disse Lapid.

A influente Igreja Católica da Polônia também condenou fortemente o derramamento de ódio.

As comemorações do Dia da Independência na Polônia nos últimos anos foram ofuscadas por eventos liderados por grupos de extrema-direita.

O maior foi na quinta-feira em Varsóvia.  O prefeito tentou proibir, dizendo que a capital não era lugar para “slogans fascistas”.  Ele teve o apoio do tribunal para a proibição, mas o governo de direita da Polônia deu à marcha o status de uma cerimônia de estado, o exemplo mais recente dos nacionalistas governantes que buscam bajular grupos extremistas.

A Polônia foi durante séculos uma das terras européias mais acolhedoras para os judeus, com reis oferecendo-lhes proteção depois que fugiram da perseguição em terras alemãs.

A comunidade judaica da Polônia cresceu e se tornou a maior da Europa no século XX, com cerca de 3,3 milhões de judeus vivendo no país às vésperas da Segunda Guerra Mundial. A maioria foi assassinada pela Alemanha nazista durante o Holocausto.  Hoje, a comunidade é muito pequena, chegando aos milhares.

Israel acusou a Polônia de adotar uma postura anti-semita sobre a restituição do Holocausto devido a uma nova lei que efetivamente impedirá que herdeiros judeus de propriedades confiscadas pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial as recuperem.

Em resposta à aprovação da lei em agosto, Israel chamou de volta seu encarregado de negócios da Polônia e disse ao enviado polonês ao Estado judeu, que estava de férias na Polônia, para não se incomodar em voltar.

Na época, Lapid chamou a lei de “anti-semita e imoral”.

Thursday, March 16, 2023

Explicação da "SERPENTE SIMBÓLICA" - Retirado do livro Os Protocolos dos Sábios de Sião

Segundo os anais secretos do sionismo judeu, Salomão e outros sábios israelitas elaboraram desde o ano 929 antes de Jesus Cristo o projeto de um sistema que os levaria à conquista de todo o universo para Sião por meios pacíficos.

Com o passar do tempo, esse sistema foi pouco a pouco estudado em detalhes por homens iniciados nesses assuntos.  Esses sábios decidiram trabalhar e conseguir para Sião, por meio de procedimentos pacíficos, a conquista do mundo.  Para isso o fizeram, primeiro, de forma representativa, com a ajuda da serpente simbólica cuja cabeça representa o Governo Judaico, iniciado nos planos dos sábios, que permanecerão sempre ocultos, mesmo de seu próprio povo.

Esta serpente destrói e assumirá o controle de todas as forças governamentais não-judaicas que estiverem em seu caminho.  Assim deve trabalhar sempre, cumprindo rigorosamente o plano preconcebido, até que termine o caminho que deve percorrer, e isto acontecerá no momento em que a sua cabeça fechar o círculo, em Sião, quando finalmente, tendo acorrentado toda a Europa, ela abraçará todo o mundo.  Isso será conseguido usando todas as forças possíveis, para subjugar todos os países, por conquistas por meio de armas e meios econômicos.

A volta da cabeça da serpente de Sião não se dará senão pela ruína e desaparecimento dos poderes governamentais de todos os países da Europa, os quais chegarão devido às desordens e o colapso econômico que Sião terá introduzido por toda parte, pela desmoralização dos espíritos e pela corrupção dos costumes.  Para chegar a esse estado de coisas, os judeus contribuirão principalmente fingindo ser franceses, italianos e espanhóis.  São os mais seguros para fazer a propaganda da licenciosidade na vida dos homens, colocados à frente das nações.

As mulheres colocadas ao serviço de Sião servem de atração para aqueles que, por causa delas, se encontrarão constantemente necessitados de dinheiro e que, a partir desse momento, venderão a sua consciência a qualquer preço, para o obter.  Esse dinheiro nada mais é do que um adiantamento feito pelos judeus, porque essas mesmas mulheres não demoram a voltar para as mãos dos judeus corruptos, e com essas transações é possível comprar escravos para a causa de Sião.

Naturalmente, para que um empreendimento como esse seja bem-sucedido, os funcionários públicos ou indivíduos não precisam conhecer seu papel no trabalho geral dos Sábios de Sião.  Para isso, os diretores formaram uma espécie de casta religiosa, que zela pela integridade da Lei Mosaica e pelos regulamentos do Talmude com muito zelo.  O universo inteiro acreditou que a Lei Mosaica era a verdadeira regra de vida para os judeus.  Ninguém jamais foi capaz de estudar essas regras de vida, porque seus olhos se concentram apenas na quantidade de ouro que nossa casta pode fornecer e graças ao qual eles podem administrar livremente suas intrigas econômicas e políticas.

Examinando o esboço, percebe-se a jornada da serpente simbólica; sua primeira etapa na Europa data do ano 429 antes de Jesus Cristo.  Ela foi pela primeira vez à Grécia na época de Péricles; ali o réptil destruiu o poder daquele país.  Na segunda etapa foi para Roma no tempo de Augusto, pouco antes de Jesus Cristo.  Na terceira a Madrid sob o governo de Carlos V, em 1552.  Na quarta a Paris, por volta do ano de 1700, durante o reinado de Luís XIV. No dia 5 para Londres, começando em 1814, após a queda de Napoleão.  No dia 6 para Berlim em 1871, após a guerra franco-prussiana.  No sétimo a São Petersburgo, onde a cabeça da serpente é desenhada no ano de 1881.

Todos esses estados que a serpente atravessou foram, de fato, abalados em seus fundamentos pelo liberalismo constitucional e pela desordem econômica.  A Alemanha, com sua aparência de força, não foge à regra. "Há uma profecia maçônica que marcou o fim de uma Alemanha unida no ano de 1913." (Nota de Nilus, 1920.) Do ponto de vista econômico, no momento nada está sendo feito pela Inglaterra e Alemanha; mas isso durará apenas até que a serpente termine de conquistar a Rússia, onde agora concentram todos os seus esforços.  O restante do percurso não é indicado, mas as setas marcam a direção que a cobra deve percorrer: Moscou, Kiev e Odessa.  Atualmente o passeio acabou.

Hoje já sabemos com certeza até que ponto todas essas cidades se tornaram ninhos da militante raça judaica.  Constantinopla é indicada como a oitava e última etapa, antes de chegar a Jerusalém. É necessário notar que o esboço é feito muitos anos antes da revolução turca.

O réptil não tem mais do que uma curta distância a percorrer, para fechar o círculo fatal e unir a cabeça com a cauda.  Para que não encontre obstáculos em seu caminho, Sião dita as seguintes medidas que devem instruir os trabalhadores que devem trabalhar nesta empresa difícil.  Em primeiro lugar, a raça judaica foi organizada de tal forma que ninguém pode se misturar com ela e surpreender seus segredos.  Os judeus foram informados por seus profetas que Deus os havia escolhido para reinar sobre toda a terra, o reino indivisível de Sião.  Eles foram levados a saber que somente eles são os filhos de Deus e a única raça digna de ser chamada de humana; todos os outros não foram criados por Deus, exceto para servir como bestas de carga, escravos dos judeus e aos quais foi dado um aspecto humano, para que os judeus não tenham tanta repugnância em aceitar seus serviços. Quanto aos judeus, sua missão é conquistar para Sião o império sobre o mundo inteiro.

Fonte: https://sanmiguelarcangel-cor-ar.blogspot.com/2022/12/explicacion-de-la-serpiente-simbolica.html?spref=fb

Thursday, March 09, 2023

Perigos à saúde de alimentos com farinha de insetos já no mercado

16 agosto, 2022

Uma avaliação parasitológica de insetos comestíveis e seu papel na transmissão de doenças parasitárias para humanos e animais: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6613697/

A bússola alimentar da Friedman School of Nutrition Science and Policy, lançado no final de 2021, é outra ferramenta do Great Reset do Fórum Econômico Mundial (Vanguard Group) projetada para desencorajar o consumo de alimentos de origem animal, rotulando-os falsamente como não saudáveis e incentivando o consumo. de alimentos ultra-processados (UPF) e insetos, conferindo-lhes altos índices nutricionais.  O Fórum Econômico Mundial visa destruir o sistema alimentar atual para implementar um novo baseado inteiramente em alimentos de imitação patenteados e processados, incluindo os cultivados em laboratório e à base de plantas, ou “carnes” à base de cogumelos e alternativas de proteína, como se costuma dizer: “limpas e verdes” como farinha de grilo e larvas de farinha e outros insetos.

Mas neste estudo, incluído neste artigo, toda uma série de parasitas foi encontrada em 81% dos viveiros de insetos.  Além disso, esses parasitas eram patogênicos para animais e/ou pessoas em 30-35% das fazendas estudadas.

Sem dúvida, eles querem que dependamos de seus alimentos processados e patenteados para ficarmos sob seu controle.  As empresas privadas que controlam o abastecimento de alimentos acabarão por controlar países e populações inteiras.  A biotecnologia eventualmente tirará os agricultores e pecuaristas da equação e ameaçará a segurança alimentar.  Em outras palavras, o trabalho que está sendo feito em nome da sustentabilidade e da preservação do planeta dará mais controle às empresas privadas.

Um estudo de fevereiro de 2021 descobriu que aqueles com maior consumo de alimentos ultra-processados (UPF) tinham, em média, 58% mais chances de morrer de doença cardiovascular (DCV) em comparação com aqueles com menor consumo, 52% mais chances de morrerem de doença isquêmica do coração e 26% mais chances de morrer por qualquer causa.  Estudos mostram que dietas ricas em alimentos processados levam a problemas de saúde e depressão, e quanto mais processada sua dieta, pior sua saúde e maior seu risco de obesidade e doenças crônicas que cortam anos, se não décadas, de sua vida útil.

Incluímos este estudo para identificar e avaliar as formas de desenvolvimento de parasitas que colonizam insetos comestíveis em fazendas domésticas e pet shops na Europa Central e para determinar o risco potencial de infecções parasitárias em humanos e animais.

Além disso, a quitina é o principal polissacarídeo presente nos insetos, de acordo com a regra básica de sobrevivência, as quitinas e quitinases de origem própria (componente do próprio corpo) são protetoras, mas as de origem estranha (de outros organismos) são prejudiciais à saúde.  As quitinas e quitinases exógenas fazem com que a imunidade inata humana gere uma avalanche de citocinas inflamatórias, que danificam órgãos (causando asma, dermatite atópica etc.) e, em situações persistentes, levam à morte (esclerose múltipla, lúpus eritematoso sistêmico (LES), câncer etc.).

Em 2013, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), uma parte das Nações Unidas, divulgou um relatório dizendo que todos devemos nos preparar para começar a comer insetos.

Justifica um suposto benefício nutricional "O preconceito comum contra a ingestão de insetos não é justificado do ponto de vista nutricional", escrevem os autores de um relatório de 191 páginas (PDF) publicado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) intitulado "Insetos comestíveis: perspectivas futuras de alimentos e segurança alimentar”.  O relatório completo está aqui.

Novos alimentos, incluindo insetos e suas partes

A partir de 1º de janeiro de 2018, entrou em vigor o Regulamento (UE) 2015/2238 do Parlamento e do Conselho Europeu, de 25 de novembro de 2015, que introduz o conceito de “novos alimentos”, incluindo insetos e suas partes.  Uma das espécies de insetos mais amplamente utilizadas são: larvas de farinha (Tenebrio molitor), grilos domésticos (Acheta domesticus), baratas (Blattodea) e gafanhotos migratórios (Locusta migrans).  Nesse contexto, a questão insondável é o papel dos insetos comestíveis na transmissão de doenças parasitárias que podem causar perdas significativas em sua reprodução e podem representar uma ameaça para humanos e animais.  O objetivo deste estudo foi identificar e avaliar as formas de desenvolvimento de parasitas que colonizam insetos comestíveis em fazendas e petshops na Europa Central e determinar o risco potencial de infecções parasitárias em humanos e animais. 

O material experimental compreendeu amostras de insetos vivos (imagine) de 300 fazendas domésticas e lojas de animais, incluindo 75 fazendas de minhocas, 75 fazendas domésticas de grilo, 75 fazendas de baratas sibilantes de Madagascar e 75 fazendas de gafanhotos migratórios.

Parasitas foram detectados em 244 (81,33%) das 300 (100%) fazendas de insetos examinadas. Em 206 (68,67%) dos casos, os parasitos identificados eram patogênicos apenas para insetos; em 106 (35,33%) casos os parasitos eram potencialmente parasitários nos animais; e em 91 (30,33%) casos, os parasitas eram potencialmente patogênicos para humanos.

Insetos comestíveis são um reservatório subestimado de parasitas humanos e animais.  Nossa pesquisa indica o importante papel desses insetos na epidemiologia de parasitas patogênicos de vertebrados.  O exame parasitológico realizado sugere que os insetos comestíveis possam ser o vetor parasitário mais importante para os animais insetívoros domésticos.  Com base em nossos estudos, pesquisas futuras devem se concentrar na necessidade de monitoramento constante das fazendas de insetos estudadas para patógenos, aumentando assim a segurança alimentar.

Introdução ao estudo sobre perigos com parasitas em insetos

A crescente demanda por alimentos nutritivos e de fácil digestão tem contribuído para o surgimento de novas fontes de alimentos no processamento agrícola.  Insetos comestíveis foram incorporados à categoria de alimentos subutilizados com alto valor nutritivo.  Os insetos são cultivados para consumo direto e para uso na produção de alimentos.  O conceito de "novos alimentos", incluindo insetos e suas partes, foi introduzido pelo Regulamento (UE) 2015/2238 do Parlamento e do Conselho Europeu, de 25 de novembro de 2015, sobre novos alimentos, que entrou em vigor em 1º Jan 2018.  No entanto, insetos comestíveis são freqüentemente infectados por patógenos e parasitas, causando perdas significativas de rendimento.  Esses patógenos também representam uma ameaça indireta para humanos, gado e animais exóticos.  A maioria das empresas de criação de insetos no mundo é de empresas domésticas e, na Europa, os insetos comestíveis raramente são produzidos em larga escala.  Na União Européia, a entomofagia (comer insetos) é rara e considerada um tabu cultural.  Mais de 1.900 espécies de insetos são consideradas comestíveis.  Os insetos comestíveis mais populares incluem:

larvas de farinha (Tenebrio molitor);

grilos domésticos (Acheta domesticus);

baratas (Blattodea);

gafanhotos migratórios (Locusta migrans).

As minhocas da farinha

As minhocas da farinha são besouros da família Tenebrionidae.  Os besouros adultos têm geralmente 13-20 mm de comprimento e as larvas têm cerca de 30 mm de comprimento.  Durante seu curto ciclo de vida de 1 a 2 meses, as fêmeas depositam cerca de 500 ovos.  Um dos maiores fornecedores mundiais de larvas de farinha é a HaoCheng Mealworm Inc., que produz 50 toneladas de insetos vivos por mês e exporta 200.000 toneladas de insetos secos por ano.  As minhocas da farinha são utilizadas na nutrição humana e animal, e são uma fonte de alimento popular para animais de estimação exóticos, incluindo répteis e insetívoros.  O valor nutricional das larvas da farinha é comparável ao da carne de frango e dos ovos.  Minhocas da farinha são fáceis de armazenar e transportar.  Elas são abundantes em nutrientes altamente disponíveis e são consideradas uma fonte alimentar muito promissora para avicultura e piscicultura.  Minhocas da farinha também podem ser dadas a animais de estimação e gado.  Minhocas da farinha efetivamente degradam resíduos biológicos e isopor.  Os parasitas de larvas de farinha mais comuns incluem Gregarine spp., Hymenolepis diminuta e ácaros da família Acaridae.  Minhocas da farinha são insetos-modelo em pesquisa parasitológica.

O grilo doméstico

O grilo doméstico (A. domesticus) tem até 19 mm de comprimento e seu ciclo de vida dura de 2 a 3 meses.  É uma fonte de alimento para répteis, anfíbios e aracnídeos criados em cativeiro, incluindo aranhas da família Theraphosidae.  Os seres humanos consomem grilos domésticos em pó ou como extratos de proteínas.  Grilos inteiros são comidos diretamente na Tailândia.  Esses insetos são freqüentemente infestados por Nosema spp., Gregarine spp. e Steinernema spp.

Barata

As baratas da ordem Blattodea incluem a barata alemã (Blattella germanica), a barata americana (Periplaneta americana), a barata cubana (Byrsotria fumigata), a barata sibilante de Madagascar (Gromphadorhina portentosa), a barata manchada (Nauphoeta cinerea), a barata do Turquestão barata (Shelfordella lateralis) e barata oriental (Blatta orientalis). As baratas podem viver até 12 meses, com os maiores indivíduos atingindo até 8 cm de comprimento. As baratas fazem parte da culinária local em algumas regiões do mundo.

Gafanhotos migratórios

Os gafanhotos migratórios são membros da família Acrididae, ordem Orthoptera.  Os insetos têm até 9 cm de comprimento e vivem até 3 meses.  Os gafanhotos são comidos por anfíbios, répteis e humanos, principalmente na África e na Ásia.  Os gafanhotos contêm até 28% de proteína e 11,5% de gordura, incluindo até 54% de gordura insaturada.  Nosema spp. e Gregarine spp. são os parasitas mais comuns de gafanhotos.

Materiais

O material experimental compreendeu amostras de insetos vivos de 300 fazendas domésticas e lojas de animais, incluindo 75 fazendas de larvas de farinha, 75 fazendas domésticas de críquete, 75 fazendas de baratas sibilantes de Madagascar e 75 fazendas de gafanhotos migratórios da República Tcheca, Alemanha, Lituânia, Polônia, Eslováquia e Ucrânia.  Proprietários/criadores de fazendas domésticas e plantações de lojas de animais deram permissão para que o estudo fosse conduzido em suas fazendas de insetos.  Os estudos foram realizados nos anos de 2015-2018.  Até 3 fazendas foram testadas a partir de um único local (por exemplo, cidade). O gado de fazenda foi adquirido de fornecedores da Europa, Ásia e África. Quarenta insetos foram obtidos de cada larva de farinha e fazenda de grilo e agrupados em 4 amostras de 10 insetos cada. Amostras de dez insetos foram retiradas de cada fazenda de baratas e gafanhotos e analisadas individualmente.

Parasitas patogênicos para humanos e animais

Cryptosporidium spp. são parasitas que colonizam os tratos digestivo e respiratório de mais de 280 espécies de vertebrados e invertebrados. Eles têm sido associados a muitas doenças animais envolvendo diarreia crônica [62-64]. Segundo a literatura, insetos podem servir como vetores mecânicos desses parasitos. Moscas podem ser vetores de Cryptosporidium spp. eles carregam oocistos em seu trato digestivo e contaminam os alimentos [65, 66]. Besouros de esterco [67] e baratas [68] também podem atuar como vetores mecânicos desses parasitas no ambiente. No entanto, a prevalência de Cryptosporidium sp. em insetos comestíveis não foi documentada na literatura. Em nosso estudo, Cryptosporidium spp. foram detectados no trato digestivo e em outras partes do corpo de todas as espécies de insetos avaliadas. Em nossa opinião, os insetos são um vetor subestimado de Cryptosporidium spp. e contribuem significativamente para a disseminação desses parasitas.

Isospora spp. são protozoários cosmopolitas da subclasse Coccidia que causam uma doença intestinal conhecida como isosporíase. Esses parasitas representam uma ameaça tanto para humanos (principalmente pessoas imunossuprimidas) quanto para animais. O hospedeiro é infectado pela ingestão de ovócitos e a infecção se apresenta principalmente com sintomas gastrointestinais (diarréia aquosa). De acordo com a literatura, baratas, moscas e besouros de esterco podem atuar como vetores mecânicos de Isospora spp. [69, 70]. Em nosso estudo, as fazendas de insetos foram contaminadas com esse protozoário, que pode ser a causa de coccidiose recorrente em insetívoros. Isospora spp. foram detectados na superfície corporal e no trato intestinal dos insetos. Em nossa opinião, a presença de Isospora spp. em insetos comestíveis é o resultado de padrões de higiene precários em fazendas de insetos.

Balantidium spp. São protozoários cosmopolitas da classe Ciliata. Algumas espécies compõem a flora comensal dos animais, mas também podem causar uma doença conhecida como balantidíase.  Segundo a literatura, esses protozoários são onipresentes em insetos sinantrópicos [68, 71]. Em alguns insetos, Balantidium spp. é considerado parte da flora intestinal normal e pode participar dos processos digestivos [72]. Insetos podem ser vetores de Balantidium spp. patógeno para humanos e animais [73]. Em nosso estudo, ciliados potencialmente patogênicos foram detectados mesmo em fazendas de insetos com habitats fechados.

Entamoeba spp. são amebóides do grupo taxonômico Amoebozoa que são parasitas internos ou comensais em humanos e animais. A maioria das Entamoeba spp., incluindo E. coli, E. dispar e E. hartmanni , identificadas em nosso estudo pertencem à microflora intestinal comensal não patogênica. No entanto, E. histolytica patogênica [74] e E. invadens também foram detectados no estudo apresentado. A Entamoeba histolytica pode causar disenteria em humanos e animais, enquanto a E. invadens é particularmente perigosa para animais insetívoros, como répteis e anfíbios. Outros autores demonstraram que E. histolytica é transmitida por insetos no ambiente natural [68, 75].

Cestodes colonizam insetos como hospedeiros intermediários. Cisticercóides, o estágio larval de vermes como Dipylidium caninum, Hymenolepis diminuta, H. nana, H. microstoma, H. citelli, Monobothrium ulmeri e Raillietina cesticillus, foram identificados em insetos [76-78]. Os insetos desenvolveram mecanismos imunológicos que inibem o desenvolvimento desses parasitas [78, 79]. As tênias podem induzir mudanças comportamentais em insetos, como uma diminuição significativa na atividade e no comportamento fotofóbico [80].]. Mudanças comportamentais podem fazer com que os hospedeiros definitivos consumam insetos contendo cisticercóides. Nosso estudo demonstrou que fazendas de insetos expostas ao contato com animais e fazendas suplementadas com insetos de fontes externas correm maior risco de infecção por tênia. Resultados semelhantes foram relatados em estudos de insetos sinantrópicos [81, 82].  Em nosso estudo, tanto cisticercóides quanto ovos foram detectados, sugerindo que as fazendas podem estar continuamente expostas a fontes de infecção.  No entanto, as correlações entre insetos comestíveis e a prevalência de teníase em humanos e animais nunca foram investigadas em detalhes.  Foi demonstrado que a temperatura influencia significativamente o desenvolvimento de larvas de tênia em insetos [83, 84]. Em nossa opinião, a manutenção de temperaturas mais baixas em fazendas de insetos pode diminuir substancialmente o sucesso reprodutivo das tênias, e os insetos comestíveis podem ser processados termicamente antes do consumo para minimizar o risco de infecção por tênia.  Os resultados de nosso estudo indicam que os insetos comestíveis desempenham um papel importante na transmissão de tênias para aves, animais insetívoros e humanos.

Pharyngodon spp. são nematoides parasitas que colonizam animais exóticos tanto em ambientes selvagens quanto em cativeiro [85, 86]. Esses parasitas são mais comuns em animais de estimação em cativeiro do que em animais selvagens [85, 86], que podem estar relacionados a insetos comestíveis. Em nosso estudo, insetos que tiveram contato prévio com animais foram significativamente mais frequentes como vetores de Pharyngodon spp. nossos resultados indicam que os insetos atuam como vetores mecânicos para a transmissão das formas de desenvolvimento do parasito. O papel dos insetos como hospedeiros definitivos de Pharyngodon spp. não foi confirmado por pesquisas. Infecções humanas causadas por Pharyngodon sp. já haviam sido observados no passado [87], mas esses nematóides não são mais fatores de risco significativos para possíveis doenças zoonóticas.

Produtos baseados em grilos – https://entomofarms.com/

Physaloptera spp. eles formam cistos na hemocele do hospedeiro aproximadamente 27 dias após a ingestão [88]. Cawthorn e Anderson [89] demonstraram que grilos e baratas podem atuar como hospedeiros intermediários para esses nematóides. Nosso estudo é o primeiro relato indicando que Physaloptera spp. pode ser transmitida por larvas de farinha e gafanhotos migratórios. Insetos podem atuar como vetores na transmissão desses parasitos, principalmente para mamíferos insetívoros. Apesar do exposto, os hospedeiros definitivos nem sempre são infectados [88, 89]. As baratas desempenham um papel importante na transmissão dos parasitas discutidos, inclusive em jardins zoológicos [90]. Um estudo de besouros de farinha infectados experimentalmente (Tribolium confusum) demonstrou que os espirurídeos também podem influenciar o comportamento dos insetos [91]. Mudanças comportamentais aumentam o risco de os insetívoros selecionarem indivíduos infectados.

Spiruroidea são nematóides parasitas que requerem hospedeiros intermediários invertebrados, como besouros de esterco ou baratas, para completar seu ciclo de vida [92]. Em gafanhotos, Spirura infundibuliformis atinge o estágio infeccioso em 11-12 dias a uma temperatura ambiente de 20-30°C [93]. A pesquisa mostrou que esses insetos são reservatórios para Spiruroidea no ambiente natural [94]. Esses parasitas formam cistos nos músculos dos insetos, na hemocele e nos túbulos de Malpighi. Eles colonizam principalmente animais, mas infecções humanas também foram relatadas. De acordo com Haruki et al. [95], Spiruroidea pode infectar humanos que acidentalmente consomem hospedeiros intermediários ou bebem água contendo larvas L3 de Gongylonemas spp. (nematóides da superfamília Spiruroidea). A prevalência de Spiruroidea em insetos nunca foi estudada em insetos da Europa Central. Em nosso estudo, esses nematóides foram identificados principalmente em fazendas que importavam insetos de fora da Europa.

Acanthocephali são endoparasitas obrigatórios do trato digestivo de peixes, aves e mamíferos, e suas larvas (acanthor, acanthella, cistacanth) são transmitidas por invertebrados. A prevalência desses parasitas em insetos silvestres nunca foi estudada. Em baratas, espécies de Acanthocephala como Moniliformis dubius e Macracanhorhynchus hirudinaceus penetram na parede intestinal e atingem a hemocele [96]. A membrana externa do acantor forma saliências semelhantes a microvilosidades que envolvem as larvas em estágio inicial [97]. A influência dos acantocéfalos na fisiologia dos insetos tem sido extensivamente investigada. A presença de larvas de Moniliformis moniliformis na hemocele de baratas diminui a reatividade imunológica98], o que, em nossa opinião, pode contribuir para infecções secundárias. Os vermes spinyhead influenciam a concentração de fenoloxidase, uma enzima responsável pela síntese de melanina no local da lesão e em torno de patógenos na hemolinfa [99, 100]. Não há estudos publicados descrevendo o impacto dos acantocéfalos no comportamento dos insetos. Um estudo de crustáceos demonstrou que as formas de desenvolvimento desses parasitas aumentaram significativamente os níveis de glicogênio e diminuíram o conteúdo lipídico nas fêmeas [101]. Os vermes Spinyhead também comprometem o sucesso reprodutivo dos crustáceos [102]. Mais pesquisas sobre artrópodes são necessárias para determinar a segurança dos insetos como alimentos e fontes de ração (alimento dado ao gado e outros animais, consistindo de pequenos pedaços de alimentos desidratados e prensados). Acanthocephali foram detectados em répteis insetívoros [103], o que pode indicar que os insetos podem atuar como vetores para a transmissão de formas de desenvolvimento parasitárias.

Os pentastomídeos são artrópodes endoparasitas que colonizam o trato respiratório e as cavidades corporais de répteis selvagens e cativos. A pentastomíase é considerada uma doença zoonótica, particularmente em países em desenvolvimento [105]. A presença de ácaros, que se assemelham a ninfas pentastomídeos durante as observações microscópicas, deve ser descartada no diagnóstico de pentastomíase em fazendas de insetos. O papel dos insetos hospedeiros intermediários/vetores de ninfas pentastomídeos ainda precisa ser totalmente elucidado. No entanto, Winch e Riley [106] descobriram que insetos, incluindo formigas, são capazes de transmitir vermes da língua e que as baratas são refratárias à infecção por Raillietiella gigliolii. Esslinger [107] e Bosch [108], mostraram que Raillietiella spp. eles dependem de insetos como hospedeiros intermediários. Nosso estudo confirmou a possibilidade acima, mas não fomos capazes de identificar fatores que tornam insetos selecionados hospedeiros intermediários preferidos. A escolha do hospedeiro intermediário é provavelmente determinada pela espécie do parasita. Não foi possível identificar ninfas de pentastomídeos ao nível de espécie devido à ausência de dados morfométricos detalhados. Nossos resultados e os achados de outros autores sugerem que insetos podem ser vetores importantes para a transmissão de pentastomídeos a répteis e anfíbios [106, 109].

Os insetos também podem ser um vetor/reservatório bacteriano

Os insetos também podem ser um vetor/reservatório bacteriano, mas atualmente não há dados disponíveis para testes bacteriológicos na criação de insetos. Os insetos têm se mostrado um importante fator epidemiológico na transmissão de doenças bacterianas [3]. Uma das bactérias mais importantes transmitidas por insetos inclui Campylobacter spp. [118] e Salmonella spp. [119]. Kobayashi et ai. [120] mostraram que o inseto também pode ser um vetor para Escherichia coli 0157:H7. Baratas de vida livre abrigam organismos patogênicos como Escherichia coli, Streptococcus do Grupo D, Bacillus spp., Klebsiella pneumoniae e Proteus vulgaris [121]. Estudos in vitro mostraram que algumas espécies de insetos também podem ser o reservatório de Listeria monocytogenes [122]. Em nossa opinião, mais pesquisas também devem se concentrar na segurança microbiológica da criação de insetos comestíveis.

Devido ao fato de que a identificação do parasita foi baseada em métodos morfológicos e morfométricos, pesquisas moleculares adicionais devem se concentrar na determinação precisa de espécies individuais de parasitas identificadas para determinar a ameaça real à saúde pública.

Os resultados deste estudo indicam que os insetos comestíveis desempenham um papel importante na epidemiologia de doenças parasitárias em vertebrados. Insetos comestíveis atuam como importantes vetores de transmissão de parasitas para animais de estimação insetívoros.

As fazendas de insetos que não cumprem as normas de higiene ou são estabelecidas em locais inadequados (por exemplo, casas) podem apresentar riscos diretos e indiretos para humanos e animais. Portanto, as fazendas que fornecem insetos comestíveis devem ser monitoradas regularmente quanto a parasitas para garantir a segurança dos alimentos e fontes de ração.

O número de parasitas está relacionado com a causa de doenças humanas e animais, portanto, estudos quantitativos da intensidade de parasitas em fazendas de insetos devem ser realizados no futuro. Em nossa opinião, o método mais confiável de pesquisa quantitativa seria o método de PCR em tempo real. Padrões de bem-estar de insetos e métodos analíticos também devem ser desenvolvidos para minimizar as perdas de produção e efetivamente remover patógenos das fazendas.

Fonte: https://cienciaysaludnatural.com/peligros-a-la-salud-de-los-alimentos-con-harina-de-insectos-ya-en-el-mercado/

Tuesday, December 13, 2022

Agenda da NOM Explicada: COVID, Identidade Digital, O Grande Reset, Quarta Revolução Industrial, Transumanismo etc.

1. Introdução

A agenda do COVID é tão vasta que é quase impossível saber por onde começar.  Infelizmente, questões sobre a origem e letalidade do próprio vírus estão fora do escopo deste artigo.  Assim como a eficácia e letalidade das chamadas “vacinas”.  Embora essas questões sejam importantes, elas são apenas peças de um quebra-cabeça muito maior, o grande jogo final político que está sendo orquestrado sob o disfarce da histeria do COVID.  Os lockdowns, máscaras, vacinas, mandatos e passaportes sanitários estão sendo usados para lançar a humanidade num futuro distópico, clichê com um enredo direto de um filme de ficção científica de baixo orçamento.  Este artigo cobrirá os principais pontos da trama e explicará como eles se relacionam com uma conspiração mais ampla.

2. Cidades inteligentes e identidade digital

De longe, o aspecto mais crucial da agenda do COVID são os chamados “passaportes sanitários”.  Nossos governantes não querem que você seja “vacinado” para o bem de sua saúde.  Eles querem que você seja “vacinado” para que possam forçá-lo a usar um “passaporte sanitário”.  Este é o primeiro passo para a implementação de um sistema de identidade digital obrigatório e universal.  Todo ser humano está “em risco” de COVID.  Portanto, todo ser humano deve tomar a “vacina”.  Para acompanhar quem tomou a vacina, todo ser humano precisa de um “passaporte sanitário”.  Para acompanhar os passaportes sanitários, a humanidade como espécie requer um sistema mundial de identidade digital.  Sem um sistema de identidade mundial, os passaportes sanitários são inúteis e, sem os passaportes sanitários, como sabemos que você não é um super-propagador de COVID, pessoalmente responsável pelo genocídio de milhões?

O pipeline de vacina-passaporte para identidade digital foi rotulado como uma teoria da conspiração maluca pela grande mídia ao longo de 2019 e 2020, mas os globalistas sempre foram bastante abertos sobre seus esquemas nefastos.  Em 2016, as Nações Unidas anunciaram seu plano de dar a cada ser humano uma “identidade digital” em sua Cúpula ID2020.  Em 2018, a União Europeia anunciou a criação de passaportes sanitárioscompatíveis com sistemas eletrônicos de informação de imunização”.  Para ser claro: o “passaporte sanitário” é a identidade digital.

Os globalistas evitam a acusação de que são conspiradores malévolos, anunciando abertamente suas conspirações malévolas ao mundo.  Eles simplesmente as renomeiam como cruzadas filantrópicas para salvar a humanidade de alguma calamidade hiperbólica, supostamente de fim mundial, como COVID e aquecimento global.  O 'Clube de Roma' fundado por Rockefeller admitiu abertamente essa estratégia em relação às Mudanças Climáticas™ em seu livro 'A Primeira Revolução Global' e muitos outros globalistas disseram coisas semelhantes no passado.

Ao procurar um inimigo comum contra o qual possamos nos unir, tivemos a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome e coisas do gênero seriam adequadas.  Em sua totalidade e suas interações, esses fenômenos constituem uma ameaça comum que deve ser enfrentada por todos juntos”.

A grande questão é: por que as elites querem “digitalizar” nossas identidades? Bem, de acordo com as próprias Nações Unidas, seu plano para o futuro da humanidade é encurralar todos em “Cidades Inteligentes” totalmente digitalizadas, movidas a 5G, “Desenvolvidas Sustentavelmente” e amigáveis às Mudanças Climáticas.

Depois que a plebe for forçada a viver em casulos e comer insetos, as elites usarão essas Cidades Inteligentes para monitorar e microgerenciar nossas vidas por meio de IA, automação, a “Internet das Coisas” e a “Internet dos Corpos”.  Tudo o que você possui estará conectado não apenas à internet, mas a um sistema mundial que regula todos os aspectos da sua vida.  Sua TV, lata de lixo, geladeira, forno, carro (se você tiver permissão para possuir um) constantemente catalogará suas atividades diárias e fornecerá informações em tempo real 24 horas por dia de volta ao sistema.  Por sua vez, o sistema controlará como você pode interagir com a sociedade. 


A “identidade digital” é o eixo de todo este projeto. Toda a sua vida será centralizada por meio desse ponto único de contato com o sistema. Aqueles sem uma identidade digital serão completamente cortados do sistema. Isso soa exagerado? Já está acontecendo: pessoas sem “passaportes sanitários” são impedidas de comprar mantimentos em países como a França.

Sua identidade digital será vinculada a cada uma de suas “identidades” preexistentes, tanto físicas quanto virtuais – sua carteira de motorista, passaporte normal, conta de e-mail, contas de mídia social, contrato telefônico e até mesmo suas contas bancárias.  Esta receita para a escravidão eterna está sendo lançada para as massas de forma incremental e comercializada como uma série de revoluções transformadoras em “conveniência e segurança”.

3. Agenda 21 e Desenvolvimento Sustentável

As Nações Unidas estão direcionando a construção das chamadas “Cidades Inteligentes” em alinhamento com sua 'Agenda para o Século XXI' (Agenda 21), também conhecida como 'Objetivos de Desenvolvimento Sustentável' e 'Agenda 2030' publicada por governos e ONGs em todo o mundo apresenta o termo 'Desenvolvimento Sustentável (Objetivos)', referindo-se à agenda das Nações Unidas (ver também: “Build Back Better”).

A Agenda 21 é uma estratégia política de longo prazo para remodelar todo o nosso planeta.  Foi anunciada publicamente pela ONU no início dos anos 1990, mas provavelmente planejada com décadas de antecedência.  Como sempre, é comercializada ao público como uma cruzada filantrópica para salvar o mundo das mudanças climáticas, pobreza, fome, doenças (por exemplo, COVID), fanatismo, racismo e assim por diante, mas não é nada disso.  É simplesmente uma maneira de a elite globalista solidificar seu domínio e expandir seu poder, não apenas sobre a humanidade, mas sobre toda a vida na Terra.

Abaixo está a lista oficial da ONU de ‘Objetivos de Desenvolvimento Sustentável’ (ODS). Trate-o como uma lista de coisas que os tecnocratas globalistas pretendem microgerenciar.  Quando eles dizem coisas como “sem pobreza” e “fome zero”, o que eles realmente estão dizendo é que desejam ter controle totalitário sobre as finanças e os suprimentos de comida da humanidade.  Eles vêem a humanidade da mesma forma que um fazendeiro vê seu gado - exceto que, de um modo geral, os fazendeiros não desprezam seu gado.

Observação: este breve artigo da Global Vaccine Alliance de Bill Gates explica por que as vacinas são vitais para cumprir 14 dos 17 ODS. 

As Nações Unidas trabalham de mãos dadas com corporações privadas, ONGs internacionais e governos nacionais para implementar a Agenda 21.  Um relatório interno da ONU sobre Cidades Inteligentes afirma que eles planejam estabelecer “parcerias público-privadas (PPPs)”, pelo que eles significam tecnocracia aberta; governada por “especialistas” apoiados pela elite.  O projeto tem amplo apoio em todo o mundo: um estudo constatou que, em 1997, 70% das autoridades locais do Reino Unido haviam se comprometido com a Agenda 21. No Oriente, o Partido Comunista Chinês anunciou recentemente que está colaborando oficialmente com a ONU para implementar a Agenda 21 por meio de sua “Iniciativa do Cinturão e Rota” (imperialismo chinês). Veja este comunicado de imprensa do Ministério das Relações Exteriores do PCC, citado abaixo:

António Guterres [Secretário-Geral da ONU] disse que a Iniciativa do Cinturão e Rota é altamente compatível com os objetivos perseguidos pela ONU e é propício para resolver vários problemas que o mundo enfrenta hoje e enfrentar desafios como o financiamento para o desenvolvimento e as mudanças climáticas. A Iniciativa do Cinturão e Rota é uma oportunidade importante para todos os países do mundo. A ONU está pronta para trabalhar em estreita colaboração com o lado chinês no processo de construção conjunta da Iniciativa do Cinturão e Rota para promover conjuntamente a causa da paz e do desenvolvimento da humanidade”.

As Cidades Inteligentes provavelmente utilizarão tecnologia chinesa e israelense (roubada da América) e quase certamente apresentarão vigilância baseada em IA no estilo comunista chinês e um sistema de crédito social de abrangência mundial. 



Você não quer viver na colmeia comunista? É tão sustentável! Basta olhar para todas aquelas árvores!

4. Tecnocracia socialista?

Ainda sobre o comunismo: A abolição da propriedade privada tem sido o objetivo principal dos globalistas desde os dias de Karl Marx, pelo menos.  De acordo com o Fórum Econômico Mundial, uma organização parceira oficial da ONU, “até 2030, você não terá nada e será feliz”. 2030 é a data final proposta para o chamado ‘Grande Reinicialização’ – mais uma reformulação da Agenda 21.  Eles pretendem transformar cada país em “uma nação de inquilinos”, em que tudo é propriedade e controlado por tecnocratas sem raízes.

Nota: A Bloomberg é uma corporação parceira oficial do WEF, portanto diretamente ligada às Nações Unidas.

Os lockdowns de “COVID” não visam impedir a propagação de um vírus “mortal”, mas destruir as classes média e trabalhadora, transferindo a pouca riqueza que restam diretamente para as mãos da oligarquia internacional.  Os bilionários americanos ganharam mais de um trilhão de dólares desde o início da plandemia, enquanto os trabalhadores americanos “perderam” uma quantia igual.  Pequenas empresas independentes estão sendo esmagadas e fechadas pelos regulamentos “COVID” em todo o mundo, enquanto as megacorporações operam sem impedimentos.  Até mesmo a grande mídia foi forçada a admitir que esta é a maior “transferência de riqueza” – com o que eles querem dizer roubo – na história da humanidade.

Enquanto as classes mais baixas estão sangrando até secar, os plutocratas estão ocupados comprando todas as terras agrícolas e casas nas quais eles podem colocar suas mãos imundas.  Plebes possuindo terras e propriedades é “insustentável”.  Cultivar alimentos e criar gado não é “ecologicamente correto”.  Você viverá em um apartamento “Smart City” alugado, onde sua “produção de carbono” pode ser rastreada pela IA.  Você subsistirá com uma dieta de pasta de verme industrial, carne falsa cultivada em laboratório e microplásticos.  Você não possuirá nada e será feliz.

 

O Fórum Econômico Mundial — fundado pelo protegido de Henry Kissinger, Klaus Schwab publicou vários artigos e vídeos sugerindo a próxima mudança econômica do capitalismo para um novo sistema socialista.  O WEF reclama por uma fusão dos setores público e privado, presumivelmente para colocar o mundo sob o controle de uma tecnocracia centralizada.  Não há mais setores 'privados' ou 'públicos', apenas o Setor Mundial.


A direção que estamos seguindo hoje é assustadoramente semelhante ao sistema mundial socialista tecnocrático imaginado por muitos esquerdistas dos séculos XIX e XX.  Veja, por exemplo, as obras de não ficção do socialista fabiano, H. G. Wells: 'The New World Order' ou 'The Open Conspiracy: Blue Prints for a World Revolution'.  George Orwell descreveu esse socialismo tecnocrático como 'coletivismo oligárquico': Um estado em que os meios de produção são propriedade de uma oligarquia (“O Partido”) e não dos próprios trabalhadores – o que descreve todos os estados socialistas da história.

Nota: Os fabianos foram fundamentais no projeto da nova ordem mundial.  Conforme declarado em seu próprio site, eles “foram pioneiros na ideia de uma Organização das Nações Unidas”. Isso não quer dizer que todas as elites modernas sejam fabianas ardentes, mas que o ideal fabiano (ou seja, uma tecnocracia mundial socialista) – que é o ideal da maioria dos esquerdistas dos séculos XIX e XX – influenciou muito a ideologia globalista de nossa era.

(Abaixo): Kissinger e Mao.  Ele, ao lado dos Rockefellers e Rothschilds, desempenharam um papel significativo na “abertura” da economia da China para o “Ocidente” (finanças internacionais):

 

5. Governança mundial, aberta e encoberta

No início da operação psiquiátrica do COVID, as elites globalistas anunciaram publicamente seus planos de estabelecer um governo mundial aberto.  Essa confissão alucinante foi casualmente inserida na propaganda do Great Reset (abaixo) e em vários artigos publicados no site das Nações Unidas, como se não fosse nada.  Veja, por exemplo, um comunicado de imprensa intitulado 'COVID-19 mostrando por que uma ação unida é necessária para uma arquitetura de saúde internacional mais robusta', assinado por vários líderes mundiais, incluindo Macron, Merkel e Boris Johnson. 

Embora as elites globalistas tenham discutido abertamente a governança mundial por décadas, senão séculos, a grande mídia (que eles possuem e controlam) calunia qualquer um que aponte isso como um lunático vendedor de teorias da conspiração.  As Nações Unidas são comercializadas como um observador impotente e benevolente – se não incompetente.  No entanto, foi explicitamente fundado para atuar como o governo mundial “oficial”.  Quem o tornou “oficial”? As pessoas com riqueza e poder suficientes para destruir qualquer um que discorde delas.

A ONU inclui uma infinidade de sub-organizações destinadas a administrar todos os aspectos da sociedade humana: Organização Mundial da Saúde, Tribunal Mundial, Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, Organização Mundial do Comércio, Secretaria Internacional de Educação, Organização Internacional para Migração e assim por diante.  A questão não é se a ONU substituirá os governos dos estados-nação, mas quando? De muitas maneiras, já o fez.


Juntamente com as Nações Unidas, as elites também estabeleceram um império das sombras semi-descentralizado dentro do chamado “setor privado”, que controla grande parte das finanças, mídia, educação e corporações do mundo.  Este império está conectado nos bastidores por meio de sociedades quase secretas, como o Conselho de Relações Exteriores, o Grupo Bilderberg e a Comissão Trilateral.  As Nações Unidas são, essencialmente, a face pública deste império oculto das sombras. A retórica globalista recente sugere uma síntese futura entre o império das sombras e o sistema mundial formalizado, sob as Nações Unidas – veja as mencionadas “parcerias público-privadas”.

6. UBI e moeda digital mundial 

Nenhum governo mundial estaria completo sem uma moeda mundial e você pode garantir que os globalistas tentarão forçá-la nas próximas décadas.  Este plano foi sugerido na revista Economist, de propriedade de Rothschild, e o chefe do Banco de Compensações Internacionais (BIS) afirmou que deseja “controle total” sobre o dinheiro, proibindo o dinheiro em favor das Moedas Digitais do Banco Central:

O banco central terá controle absoluto sobre as regras e regulamentos que determinarão o uso [do dinheiro] e também teremos a tecnologia para impor isso”. [Fonte]

Como as elites planejam implementar uma moeda mundial digital é uma questão não resolvida, mas um artigo do Jerusalem Post de 2017 ('Israel e a nova ordem mundial inesperada') sugere que “um colapso da moeda global pode ser visto como uma maneira de limpar a lousa de moedas nacionais, especialmente o dólar americano, e estabelecer uma moeda internacional: como o Bitcoin”.


Em 2020, a Visa registrou uma patente de blockchain para digitalizar moeda fiduciária.  Nas palavras deste artigo, a patente “estabelece uma maneira de um banco central pegar o dinheiro fiduciário que está atualmente em circulação, digitalizá-lo, remover a moeda física convertida de circulação e, em seguida, permitir que consumidores e comerciantes realizem transações usando uma carteira digital 'armazenada em um chip de um smartcard ou um elemento seguro de um dispositivo de usuário'”.  A patente se aplica a todas as 'moedas digitais do banco central', incluindo libras, ienes e euros, o que significa que a moeda física de qualquer banco central em qualquer lugar do mundo pode ser instantaneamente "digitalizada".

Por “alguma razão”, a patente da Visa apresentava uma simbologia maçônica nada sutil: uma bússola flanqueada pelos dois pilares do Templo de Salomão. "ARQUITETO", escrito abaixo, é uma referência ao deus maçônico, conhecido como o 'Grande Arquiteto do Universo'.

Um dólar digital foi inicialmente incluído em um “pacote de ajuda COVID-19” sob a Lei CARES.  O projeto de lei sugeria que poderia fornecer a Renda Básica Universal (UBI) para os americanos (Forbes), o que seria fundamental para a criação de um sistema de crédito social baseado em identidade digital.  Se a renda for controlada centralmente pelo estado ou por alguma burocracia internacional irresponsável, eles podem erradicar completamente a dissidência política.  Discorda da elite? Desculpe, não há mais dinheiro para você.  O precedente já está estabelecido: as corporações de bancos privados vêm “desplataformando” criminosos de pensamento na última meia década. Veja o HSBC fechando a conta bancária de Marine Le Pen, por exemplo.

O esforço para normalizar um vínculo entre a identidade digital e o sistema bancário mundial já está em andamento. Por exemplo, o CommonHealth, um projeto de passaporte de vacina digital lançado pela Fundação Rockefeller e pelo Fórum Econômico Mundial, firmou parceria oficial com o Samsung Pay, permitindo que os usuários hospedem seu “passaporte sanitário” no aplicativo Samsung. Aparentemente, isso não faz nada além de exibir códigos QR vinculados aos passes de vacina dos usuários; um jpeg salvo no rolo da câmera alcançaria os mesmos resultados.  No entanto, esta é apenas o fio da meada.  Você pode esperar uma nova gama de recursos maravilhosamente convenientes em breve.

O cartão de crédito Doconomy, lançado em 2020, dá uma ideia de como poderá funcionar o próximo sistema de crédito social.  Ele rastreia o “impacto ambiental” de tudo que você compra (incluindo comida) e o corta se você usar todos os seus “créditos de carbono”.  Uma empresa iniciante “finlandesa” produziu o cartão em nome das Nações Unidas em colaboração com a MasterCard.  Você ficará satisfeito em saber que a equipe Doconomy prioriza a igualdade racial e de gênero — 50% de seu conselho é feminino e uma mulher negra que atua como CEO.

7. Transumanismo

O aspecto mais importante do Grande Reset é a “Quarta Revolução Industrial”, ou seja, a Revolução Transumanista. Nas palavras do fundador do FEM, Klaus Schwab, isso “levará a uma fusão de nossa identidade física, digital e biológica” (Youtube).  A fusão do homem com a máquina. Se você acha que “transumanismo” significa transformar as pessoas em ciborgues durões, capazes de proezas sobre-humanas de força e inteligência, então você terá uma surpresa desagradável.

A Revolução Transumanista foi rotulada inofensivamente como a “Internet dos Corpos” (IoB), baseada na “Internet das Coisas” (IoT), uma rede física de dispositivos conectados à Internet que coletam e transferem dados uns para os outros, independentemente de intervenção humana.  Aplicações práticas da IoT incluem dispositivos “Smart Home” (“Smart City” mas para sua casa), como o Amazon Echo ou o Google Home; Cuidados médicos orientados por IA; gestão da cadeia de abastecimento; e processos agrícolas e de manufatura. Consulte a seção 'Aplicativos' da página IoT da Wikipedia para obter mais informações.

A Internet das Coisas foi conceituada nos anos 80 e 90 em faculdades de elite, como MIT e UC Berkeley (ambos têm links para a CIA, veja aqui e aqui).  Sua popularidade disparou depois que o renomado cientista Bill Joy deu uma palestra sobre comunicação dispositivo a dispositivo no Fórum Econômico Mundial em 1999.  Um ano depois, Joy escreveu o infame artigo 'Por que o futuro não precisa de nós', no qual ele alertou que “nossas tecnologias mais poderosas do século 21 – robótica, engenharia genética e nanotecnologia – estão ameaçando tornar os humanos uma espécie em extinção”.

A “Internet dos Corpos” será criada conectando seres humanos diretamente à Internet das Coisas por meio de dispositivos que podem ser “implantados, engolidos ou usados” (WEF).  A IoB é uma rede de dispositivos interconectados que coleta dados sobre corpos humanos (registrando atividades físicas, saúde, etc.) e modifica suas funções biológicas.  Mais uma vez, o fio da meada consiste em produtos quase inúteis, como smartwatches, e produtos completamente inúteis como escovas de cabelo e de dentes inteligentes.  As lentes de contato inteligentes também estão nos cartões, para que você possa transmitir anúncios do YouTube diretamente para seus próprios olhos.

Como acontece com todas as maquinações globalistas, a Revolução Transumanista é comercializada como filantropia benevolente. O Fórum Econômico Mundial afirmou que a IoB poderia “se mostrar crucial na luta contra a pandemia do COVID-19” e tecnologias como ‘marcapassos inteligentes’ e ‘pílulas digitais’ foram sutilmente promovidas pela grande mídia e grupos de reflexão por vários anos.  Microchips de vacina COVID fisicamente implantáveis, considerados uma teoria da conspiração insana em 2020, foram anunciados publicamente como uma revolução científica que salva vidas em 2021.

 

Nem é preciso dizer que as elites globalistas não têm a menor preocupação com a saúde da humanidade.  Sua única preocupação é o poder.  Na verdade, eles são explicitamente anti-saúde.  Governar uma população saudável, forte, inteligente e competente é um negócio perigoso para um déspota desprezado.  Eles nunca poderiam ser derrubados por uma legião de tolos drogados, obesos, doentes mentais, preguiçosos, fracos, tímidos e obedientes.

É para a sua saúde: 

Um dos principais objetivos da Internet dos Corpos é a coleta de dados, mas a questão é: o que eles planejam fazer com todos esses dados? Uma apresentação vazada do Google intitulada 'The Selfish Ledger' (2018) deu algumas dicas importantes.

Nesse “cenário hipotético”, o Google afirma que o “livro-razão” de um indivíduo são todos os dados que as grandes tecnologias coletaram sobre eles ao longo de suas vidas.  É o equivalente digital do código genético de uma pessoa, contendo registros de toda a sua personalidade: suas preferências não filtradas, pensamentos, sentimentos, perguntas, decisões e assim por diante.  Como o DNA, os livros contábeis são multigeracionais, passados de pais para filhos.  O Google afirma que essa “massa de dados históricos do usuário” tornou possível “fazer previsões cada vez mais precisas sobre decisões e comportamentos futuros”.  Assim como os geneticistas seqüenciaram nosso DNA, o Google afirma que uma análise massiva multigeracional de dados contábeis permitiria que eles se envolvessem em 'sequenciamento comportamental'.  Uma vez que o comportamento da humanidade foi “sequenciado digitalmente” em uma forma quantificável, o Google pode “dirigir partes da sequência e modificá-las para alcançar o resultado desejado”, assim como a edição de genes.  O objetivo final é a engenharia comportamental em “escala de espécie”.

Isso nos leva à nossa próxima pergunta: como essa engenharia comportamental funcionará na prática? O vídeo Selfish Ledger dá o exemplo de pop-ups móveis que gentilmente empurram os indivíduos para comportamentos mais saudáveis, mas é improvável que o spam pop-up móvel doutrinará toda a espécie humana.  Cientistas sugeriram recentemente que os xenófobos deveriam ser drogados à força até começarem a amar os refugiados, e parece que esse tipo de “hacking biológico” será o mecanismo de controle escolhido pelas elites no futuro.  Medicar fanáticos em refugiados amorosos é uma reminiscência dos comentários de Aldous Huxley sobre transformar o mundo em um “campo de concentração indolor [no qual] métodos farmacológicos [fazem as pessoas] amarem sua servidão”.  Dado que 20% dos americanos tomam antidepressivos ou “medicamentos” semelhantes, seria justo concluir que muitas pessoas já vivem em um “campo de concentração indolor”.

Nota lateral: o irmão de Aldous, Julian, cunhou o termo "transumanismo" em seu livro de 1950, New Bottles for New Wine. Ele foi o primeiro diretor da UNESCO das Nações Unidas e um socialista fabiano.

Algo na linha do projeto Neuralink de Elon Musk, que é creditado como “o pontapé inicial da Revolução Transumanista”, é o vetor mais óbvio para a “engenharia comportamental”. “Inteligência artificial", em termos leigos significa que a GloboCorp vai enfiar microchips em seu cérebro e conectá-lo a um supercomputador.  O chip Neuralink é do tamanho de uma moeda grande; ele substitui um fragmento do seu crânio e se conecta diretamente aos seus neurônios usando minúsculos fios.  A cirurgia é tão complexa que precisa ser totalmente automatizada usando robôs avançados.  No entanto, o gentil Elon nos garantiu que o Neuralink será acessível para as massas, custando alguns milhares de dólares, no máximo, o mesmo preço da cirurgia ocular LASIK.

Em uma apresentação de 14 minutos sobre a tecnologia Neuralink, Musk afirmou que seu objetivo é “resolver problemas importantes da coluna e do cérebro”.  Aparentemente, seus primeiros ensaios clínicos serão em pessoas que sofrem de paraplegia e tetraplegia.  Essa propaganda barata e emocionalmente manipuladora utiliza a estratégia de marca 'ANTIFA' e 'Black Lives Matter': qualquer um que se opõe a essas organizações terroristas marxistas violentas é um fascista que odeia os negros.  Da mesma forma, apenas um fanático que odeia aleijados se oporia à agenda do Neuralink.  Esta é a fórmula padrão da política esquerdista (comumente conhecida como 'sociopatia'): “Se você não cumprir minhas exigências irracionais, direi a todos que você é uma pessoa má e tentarei arruinar sua vida”.

O aspecto mais significativo do Neuralink é que, ao contrário da maioria das outras tecnologias transumanistas, ele não apenas lê e relata os dados do corpo, mas também pode gravar dados ativamente no cérebro.  Como o Neuralink pode controlar ou sobrescrever as funções biológicas das pessoas, é seguro assumir que essa tecnologia também pode controlar pensamentos, emoções e comportamentos.  No final de sua apresentação de 14 minutos, Musk afirma que a tecnologia Neuralink pode até ser usada para “carregar e armazenar suas memórias como um backup [e] potencialmente baixá-las em um novo corpo ou corpo de robô”.

As elites não precisarão de “métodos farmacológicos” para fazer as massas “amarem sua servidão” se conseguirem convencer a plebe a microchipar seus próprios cérebros.  Não subestime quantas pessoas venderão alegremente suas almas para a GloboCorp apenas para acessar mensagens de texto psíquicas ou pornografia de realidade virtual. Naturalmente, os tecnocratas não farão a transição direta dos chips cerebrais para a escravidão eterna.  Primeiro, você obterá o chip cerebral padrão (mensagens de texto e pornografia em realidade virtual).  Em seguida, algumas atualizações.  Talvez eles lancem um plug-in “nunca se sinta triste”, o fio da meada para a modificação comportamental transumanista.  A GloboCorp introduzirá constantemente regulamentos menores e atualizações de patches até que, no fim das contas, um dia, você de repente descubra que é biologicamente incapaz de discordar da agenda globalista.  Talvez, você seja incapaz de reconhecer que a agenda exista.  Tudo está bem, você não possua nada e seja feliz.  Você adora viver no casulo e comer insetos.  A sociedade sempre foi assim: um campo de concentração indolor.

Essas previsões são todas puramente especulativas, é claro.  A Neuralink está trabalhando de mãos dadas com o FDA para garantir que tudo saia “bem”.  Esta tecnologia não será usada para nenhum ato nefasto, obviamente.  Desconsiderando teorias sobre engenharia comportamental, tecnologias como a Neuralink se alinham perfeitamente com a agenda globalista mais ampla.  Os microchips cerebrais que ligam telecineticamente as pessoas aos sistemas da Internet têm um potencial ilimitado dentro de uma estrutura de cidade inteligente/identidade digital/moeda digital.  De acordo com Scott Amyx - parceiro das Nações Unidas, vendedor de Smart City e "especialista na Quarta Revolução Industrial" - a Neuralink tem o "potencial de transformar o mundo".

A peça final do quebra-cabeça transumanista é fornecida por Bill Gates, então você sabe que vai ser bom.  No início de 2020, a Microsoft registrou a patente número 'WO/2020/060606' ("666") para um "sistema de criptomoeda usando dados de atividade corporal". É exatamente o que parece: a Microsoft está tentando patentear o conceito de transformar seres humanos em máquinas vivas, que respiram, de mineração de criptomoedas. O resumo é claro: “a atividade do corpo humano associada a uma tarefa fornecida a um usuário pode ser usada em um processo de mineração de um sistema de criptomoeda”. 


Observe que a patente afirma apenas que o hipotético sistema de mineração de criptografia apresentará um usuário que está de alguma forma “acoplado de forma comunicativa ao servidor”. Ele não especifica como o usuário está conectado de forma comunicativa ao servidor. Isso pode ser alcançado por meio de implante, smartwatch, pílula digital ou talvez alguma técnica moderna e desconhecida. Gates parece estar interessado em usar “pontos quânticos biocompatíveis no infravermelho próximo” para marcar pessoas vacinadas como gado, então ele deve ter alguns truques na manga.

Este é o plano das elites para a humanidade, transformando-nos em um rebanho de gado cripto-minerador? Blockchain parece ser um aspecto integral do projeto transumanista e da Quarta Revolução Industrial.  De acordo com este vídeo do Fórum Econômico Mundial, “a tecnologia blockchain vai redistribuir o poder na sociedade” e “servir como o sistema operacional para a nova economia”.  O vídeo também afirma que eles estão tentando “identificar lacunas na governança que impedem a adoção dessa tecnologia” e que seu foco está em “seu potencial de inclusão financeira”.  Eles planejam conseguir isso por meio de modelos de parceria público-privada que “facilitam o uso da tecnologia para benefício social”.

Tenha em mente que quando eles dizem “redistribuir o poder na sociedade” e “inclusão financeira”, eles geralmente querem dizer tirar riqueza da classe média (predominantemente branca) e dá-la ao Terceiro Mundo (ou imigrantes), os globalistas não vão se desempoderar.  Também é importante notar que eles não querem redistribuir riqueza à força para o Terceiro Mundo porque são “boas pessoas”, mas porque querem enfiar um microchip no cérebro de cada membro da tribo africana.

Isso é tudo para o transumanismo. Resumindo: você não será um ciborgue sobre-humano.  Você será um escravo gelatinoso que obtém produtos químicos falsos do tipo “seja feliz” administrados ciberneticamente diretamente em seus neurônios enquanto transmite psiquicamente pornografia em realidade virtual em suas pálpebras.  Isso é bem parecido com a vida cotidiana da maioria das pessoas, então não se surpreenda com a quantidade de pessoas que se inscrevam nessa loucura.

8. TL;DR

Este artigo foi longo, então aqui está uma rápida recapitulação: 

·        As elites declararam abertamente que estão criando um governo mundial;

·        COVID/mudança climática são golpes exagerados para assustar as massas e fazê-las aceitar o governo mundial. A COVID não é uma praga que destrói o mundo, as mudanças climáticas não vão acabar com o mundo;

·     As elites pretendem encurralar a humanidade em “Cidades Inteligentes” totalmente digitalizadas e movidas a 5G, que podem ser construídas com tecnologia chinesa e israelense por meio da Iniciativa do Cinturão e Rota;

·    Tudo o que você possui, incluindo sua propriedade física, contas na Internet, várias formas de identificação e conta(s) bancária(s), será centralizado por meio de uma única “identidade digital” e vinculado a uma grade de controle digital de abrangência mundial;

·   Esse sistema monitorará e regulará seu comportamento, como um sistema de crédito social no estilo chinês.  Aqueles que têm uma pontuação de crédito social muito baixa (racista, sexista, homofóbico, não vacinado, não “amigo do meio ambiente” etc.) serão excluídos dos serviços básicos;

·    As elites estão atualmente em processo de abolição da propriedade privada e de transição para um sistema econômico comunista/socialista, com UBI e propriedade “comunal”, em que a plebe “não possui nada” (e seja feliz), alugando tudo do estado/governo mundial/oligarcas;

·        As elites planejam implementar uma moeda digital/blockchain mundial e abolir as moedas nacionais (incluindo o dólar americano).  Isso pode ser feito de forma incremental, já que a Visa e o governo dos EUA estão trabalhando juntos para “digitalizar” as moedas físicas existentes ou por meio de um colapso financeiro artificialmente projetado;

·    O Fórum Econômico Mundial afirma que o blockchain servirá como sistema operacional para a nova economia;

·        O UBI permitirá que as elites erradiquem completamente a dissidência política, “removendo” as pessoas da moeda mundial e do sistema financeiro global, que serão integrados à identidade digital e ao sistema social;

·     A plebe será forçada a comer “comida” falsa, cultivada em laboratório, porque comida de verdade não é “ambientalmente sustentável”;

·      O Google admitiu tacitamente, por meio da doutrina Selfish Ledger, que o objetivo final de seu projeto massivo de coleta de dados é construir um “código genético” do comportamento humano ('sequenciamento comportamental'), que eles podem então “hackear” para obter informações comportamentais em “escala de espécie”. Engenharia;

·     A tecnologia relacionada ao Neuralink de Elon Musk pode ser usada para controlar pensamentos e comportamentos ou para fundir biologicamente as mentes dos indivíduos com a gigante rede de controle da Internet;

·        Bill Gates patenteou a tecnologia para colher humanos vivos para criptomoeda;

·        Transumanismo é aqui.

Fonte: https://thuletide.wordpress.com/2021/10/25/nwo-agenda-explained-covid-digital-identity-the-great-reset-fourth-industrial-revolution-transhumanism-agenda-21-etc/

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