Wednesday, February 22, 2012

A origem da Cabala


E. Michael Jones

A comunidade Judaica de Provença foi o lugar onde começou a Cabala. Rejeitando veementemente as tentativas de racionalismo de Maimonides, os rabinos de Provença sucumbiram a um “pastiche de misticismo, demonologia e astrologia que veio finalmente a ser chamado de Cabala.” O Zohar, o texto definitivo cabalístico, não seria escrito por mais um século, “mas suas origens repousam em Provença no início do século XIII, precisamente ao mesmo tempo do florescimento da heresia cátara. Citando Gershom Scholem, Cantor alega que a “Cabala foi uma continuação tardia ou renascimento do antigo Gnosticismo Judaico.” Gnosticismo foi “hermético entre os Judeus” como foi na Franco-maçonaria, a apropriação protestante britânica da Cabala, “mas grosseiramente separatista entre os Cristãos... chegou de surpresa ao mesmo tempo e no mesmo lugar no Sul da França tanto entre Cristãos quanto Judeus. No caso dos Cristãos, ela tomou a forma de Catarismo; entre os Judeus, de Cabalismo”. Quando o Gnosticismo primeiro apareceu no mundo antigo, “a comunidade gnóstica era a maior ameaça interna que o Cristianismo encarou nos primeiros dois séculos de sua existência. Não era mais uma ameaça no século XIII.

Fonte: “The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, p. 115.

Thursday, February 16, 2012

Antipapas do Vaticano II favorecem os judeus e prejudicam cristãos


Michael A. Hoffmann

Em 1999, quando João Paulo II fez uma declaração sem precedentes, afirmando que as “sementes infectadas do antijudaísmo ... nunca mais se radiquem” [1], ele estava proibidndo a base da missão de Jesus Cristo.

Devido ao vasto repositório de documentos, manuscritos, as sábias dissertações e correspondências privilegiadas relacionadas ao Judaísmo datando quase da fundação da Cristandade, que estão no depósito dos arquivos do Vaticano, João Paulo II não pode estar sendo ignorante quando ele alega, como ele fez na sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986, que os “Judeus são nossos irmãos mais velhos na fé”. [2]

Na medida em que os aderentes da religião do Judaísmo não têm fé nem em Jesus, nem na Lei do Antigo Testamento e nos profetas, mas nas tradições talmúdicas e cabalísticas, exatamente qual fé João Paulo II compartilha com esses “irmãos mais velhos” dele?

Quando esse papa alegou que a oposição à religião do Judaísmo era a oposição ao Antigo Testamento, que a religião do Judaísmo é “uma resposta à revelação de Deus no Antigo Testamento” e que as “orações eucarísticas” da adoração cristã estão “de acordo com os modelos da tradição Judaica”, ele estava ou balbuciando demência ou distanciando-se da verdade. [3]

Quando, na Sexta-Feira Santa de 1998, o papa girou o Evangelho Cristão de cabeça pra baixo e proclamou que os “Judeus haviam sido crucificados por nós for tanto tempo”, foi um dos mais atrozes exemplos da servil orientação Judaica do Catolicismo moderno.

João Paulo II está pretendendo que o Judaísmo seja a fé do Antigo Testamento menos Cristo. Mas mesmo se essa falsa proposição fosse verdadeira, a liderança farisaica ainda seria culpada de deicídio, como Tomás de Aquino sustentava:

“Os dirigentes dos Judeus sabiam que Ele era o Messias: e se houvesse qualquer ignorância deles era ignorância fingida, que não podia exculpá-los. Portanto, seu pecado era o mais doloroso, tanto considerando a natureza do pecado como da malícia de sua vontade.” [4]

Demais a mais, a própria Bíblia declara sem ambigüidade a culpa da liderança Judaica e o fato daqueles que aderem ao dogma desses deicidas estarem sob a ira:

“Com efeito, irmãos, vós vos tornastes imitadores das igrejas de Deus que estão na Judéia, das igrejas de Jesus Cristo. Tivestes que sofrer da parte dos vossos compatriotas o mesmo que eles sofreram dos judeus, aqueles judeus que mataram o Senhor Jesus, que nos perseguiram, que não são do agrado de Deus, que são inimigos de todos os homens, visto que nos proíbem pregar aos gentios para que se salvem. E com isto vão enchendo sempre mais a medida dos seus pecados. Mas a ira de Deus acabou por atingi-los.” (I Ts. 2, 14-16).

Nenhum papa, pregador, presidente, primeiro ministro ou professor tem uma faísca de autoridade ou competência para subverter as palavras precedentes. O mundo inteiro pode ser ordenado contra a palavra de Deus, mas sua força e validade resistem.

O recente movimento no interior da Igreja para declarar oposição ao Judaísmo uma forma de “racismo anti-semita” é, em sua inspiração e praxe, perfeitamente talmúdico, pois ele tanto extingue os ensinamentos do Novo Testamento, como distorce-os a um grau tal que sejam efetivamente feitos “de nenhum efeito”.

Esse movimento deve também ignorar ou renegar 2.000 anos de histórica exposição Cristã a esses ensinamentos.

A natureza extra-Bíblica e anticristã dessa quinta coluna no interior da Igreja é patente. Ela deriva sua credibilidade quase inteiramente da lealdade cega que controla os Cristãos, ludibriados por usurpadores e traidores ocupando alto posto eclesiástico, e pelo tremendo encanto que a mídia lhes consente.

Na medida em que o grande critério de Jesus Cristo para avaliar o diabólico ou o divino era “pelos frutos os conhecereis”, nós discernimos que os frutos dos líderes protestantes e católicos são geralmente podres a esse respeito. Como tal, suas ações revelam que eles não são nem “vigários de Cristo”, nem Seus ministros ou santos. Eles são, em verdade, agentes do Judaísmo em tudo a não ser no nome.

Portanto, as várias anátemas que esses impostores e apóstatas trovejam contra os cristãos, cujo único crime é acreditar como todos os apóstolos, mártires e santos da Igreja sempre acreditaram, tem mais ou menos a mesma autoridade moral que um pronunciamento do Secretário Geral da ONU ou do Grão-mestre da Loja Maçônica.

Pior que isso, eles declaram que Jesus é um mentiroso. Jesus condena diretamente a “tradição dos antigos” e seus “mandamentos dos homens” que são a base oral dos livros idolatrados, Talmud e Cabala (Mateus 15, 1-9; Marcos 7, 1-13).

Notas:

[1] Disponível em http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/audiences/1999/documents/hf_jp-ii_aud_28041999_po.html Acesso em 15/02/2012

[2] L’Osservatore Romano, English ed., 21 de Abril de 1986, p. 6

[3] “Jews and Christians share much together”, L’Osservatore Romano, English ed., 5 de maio de 1999.

[4] Summa Theologica, Q. 47, Art. 6, Pt. III

Wednesday, February 15, 2012

Pentagrama já foi símbolo do Judaísmo

Arthur Koestler escreve em “Os Khazares” o que se segue:

“Conforme uma das teorias, a ‘estrela de Davi’ com seis pontas, que decora a atual bandeira de Israel, começou a ser um símbolo nacional a partir da cruzada de Davi al-Roy. ‘Aventa-se’, escreve Baron, ‘que, desde então, o escudo de Davi, uma estrela com seis pontas (até então apenas um motivo decorativo ou emblema mágico) passou a ser o principal símbolo nacional-religioso do Judaísmo. Utilizado durante muito tempo em alternância com o pentagrama ou o ‘selo de Salomão’, ele foi, a partir do século XIII, atribuído a Davi em textos alemães místicos e éticos e, em 1527, surgiu na bandeira judaica de Praga’.”

Fonte: “Os Khazares”, Arthur Koestler, Editora Relume, Rio de Janeiro, 2005, p. 145

Veja abaixo um vídeo sobre o significado esotérico (pagão e satânico) deste símbolo:

Saturday, February 11, 2012

Cristãos são discriminados por judeus em Israel

O Estado de Israel reconhece a presença de cerca de 10 mil judeus que se converteram ao evangelho e aceitaram que Jesus Cristo é o verdadeiro Messias, senhor e salvador de suas vidas. No entanto, a situação não é fácil para os crentes, que têm sofrido ataques, principalmente dos judeus ortodoxos.

Informativo anual sobre a liberdade religiosa realizado pelo Governo dos Estados Unidos denuncia que até mesmo o Ministério do Interior israelense persegue os cidadãos do país que se tornaram cristãos.

Este mesmo boletim informativo mostra que Israel ameaça revogar a cidadania e os benefícios oferecidos pelo Estado às pessoas que eles descubram crerem em Jesus como o verdadeiro Messias e salvador de suas vidas.

O advogado Caleb Mayers, um judeu convertido que leva para a Justiça os casos encontrados na comunidade cristã israelense, revela que existem organizações judias que se declaram antimissionárias.

“Eles nos denunciam sistematicamente com o objetivo de nos tirarem a cidadania, a residência e as nossas licenças para dificultar a imigração de cristãos. Já são cerca de 350 casos judiciais e 15 desses subiram para o Tribunal Supremo e ganhamos em todos. A Justiça israelense trabalha muito bem”, disse Mayers que estima existirem em torno de 10 mil judeus convertidos em Israel.

Em um caso relativamente recente, uma família cristã recebeu um pacote-bomba que deixou ferida uma menor. O autor do atentado foi um extremista judeu chamado Yaakov Keitel, de 37 anos, que também tem ligação com outras agressões contra homossexuais, muçulmanos e cristãos.

Ainda que continuem a ser uma pequena comunidade, o crescimento do número de judeus cristãos tem surpreendido. De cerca de 350 há alguns anos agora já são milhares convertidos a Jesus.

O GRANDE PROBLEMA É A EVANGELIZAÇÃO

Joel Werberg, rabino especialista em relações interreligiosas diz que um judeu convertido encara Jesus Cristo quase da mesma forma que um cristão evangélico. Existem aqueles que se vestem como os ortodoxos e guardam todos os jejuns e aqueles que adaptaram alguns aspectos do judaísmo. Para Israel o grande problema está nos evangélicos que atuam como missionários. Eles veem a atuação dos evangélicos como a dos muçulmanos, pois temem que possam prejudicar a crenças judias.

Salo Kapusta, judeu de família ucraniana, criado na Venezuela e líder de uma das comunidades cristãs em Jerusalém diz:

“Não fazemos proselitismo, mas se alguém nos pergunta explicamos nossa fé, que Jesus é o Messias e o filho de Deus”, garante Salo, conceituado guia turístico que participa de uma comunidade que conta com um parque temático bíblico para onde se dirigem grupos de cristãos de todas as vertentes doutrinárias.

SIONISMO EXTREMO: UMA RELIGIÃO

“Os primeiros cristãos cumpriam as leis judaicas, mas desapareceram com as guerras entre os anos 70 dC e 135 dC. Os atuais judeus cristãos são um movimento moderno que desgosta os ortodoxos e os sionistas políticos. Em Israel, 80% dos judeus se declaram agnósticos ou ateus”, diz o padre Vincent Nagle, secretário do Patriarcado Latino em Israel e que vê o sionismo como uma religião oficial.

“Há rabinos que pregam que o Messias prometido não é uma pessoa e sim o Estado mesmo”, diz Nagle.

Tradução e adaptação: Milton Alves
Fonte: site Noticias Cristianas

Thursday, February 02, 2012

Governo dos EUA lança fundamentos para as cortes talmúdicas

Michael A. Hoffmann

Sob o Presidente Reagan, Bush e Clinton, o Governo dos EUA forneceu, sob o eufemismo de educação (por exemplo, Resolução Conjunta da Casa 173 e Leis Públicas 102-14), os fundamentos para o estabelecimento de “cortes de justiça” talmúdicas a serem administradas pelos discípulos do sucessor de Shneur Zalman Chabad, Rabbi Menachem Mendel Schneerson.

Maimonides determinou que uma corte Judaica – ou uma corte apontada pela autoridade Judaica – impinja a obediência e julgue os gentios, assim como promulgue a legislação para esse propósito. Maimonides, mais adiante, decretou que qualquer nação não-Judia “não sujeita a nossa jurisdição” (tahaht yadeinu) será alvo de guerra santa Judaica. [1]

Essas cortes são para ser reunidas alegadamente sob as “Leis de Noé” (prescrições contra a idolatria supostamente baseadas no pacto com Noé). Os presidentes e o Congresso dos EUA encorajaram a adoção das leis “de Noé” como interpretado por Chabad-Lubavitch Grand Rabbi Schneerson.

Prof. Easterly, do Centro de Direito da Universidade do Sul, um expert legal Judeu, comparou essa Lei Pública 102-14 aos “primeiros raios de aurora” que “evidenciam o surgimento de um sol ainda não visto”.

A Encyclopedia Judaica encara um regime Noaquita como uma possível ordem mundial precedente ao reino universal do Talmud.

Deve ser entendido que nós não estamos lidando com o Noé da Bíblia quando a religião do Judaísmo refere-se à “Lei de Noé”, mas a lei de Noé entendida e interpretada pelo sistema absoluto de falsificação que constitui o Talmud.

Sob as falsificadas Leis de Noé do Talmud, a adoração de Jesus é proibida sob pena de morte, na medida em que a adoração de Cristo é condenada pelo Judaísmo como idolatria. Entretanto, várias formas de incesto são permitidas sob o entendimento talmúdico do código Noaquita. [2]

Além disso, todos os não-Judeus teriam o status legal de gertoshav (residente estrangeiro [3]), mesmo em seu próprio país, como acontece na Palestina ocupada.

O status de residente estrangeiro foi claramente delineado em artigos acadêmicos em dominantes publicações Judaicas. Por exemplo, o Professor Mordechai Nisan da Universidade Hebraica declarou que um não-Judeu permitido a residir em um país governado pela lei Judaica “deve aceitar pagar um imposto e sofrer a humilhação da servidão.”

Se os gentios se recusarem a viver uma vida de inferioridade, então isso sinaliza sua rebelião e a necessidade inevitável de guerra Judaica contra sua absoluta presença. [4]

Em um simpósio (“É Possível a Autonomia para os Estrangeiros Residentes?”) organizado pelo Ministro Israelense da Educação Shulamit Aloni, o Rabino-Chefe Israelense Shlomo Goren, repetiu o ensinamento talmúdico sobre residentes estrangeiros: que o Judaísmo lhes proíbe “garantir quaisquer direitos nacionais”. Ele mandou que tal “autonomia seja equivalente a uma negação da religião Judaica.” [5]

Os subsídios dos contribuintes norte-americanos ao chamado “Museu do Holocausto dos EUA” em Washington, D.C., é ainda um outro indicativo do gradual estabelecimento de um estado religioso Judaico nos EUA. Esse “museu do Holocausto” exclui qualquer referência aos holocaustos perpetrados pelos Comunistas Judeus contra Cristãos na Rússia e no Leste Europeu, desde 1917 em diante.

O foco do museu é quase inteiramente sobre o sofrimento Judaico. Holocaustos perpetrados pelos Israelenses contra Árabes no Líbano e na Palestina, desde 1948 não podem ser encontrados em qualquer lugar nas exibições do “Museu do Holocausto” dos EUA, que funciona mais como uma sinagoga do que um repositório de informação objetiva histórica.

É através da emergência rápida desse ostensivamente secular, mas totalmente penetrante “holocaustismo” – segundo o qual a religião do Judaísmo vá conquistando poder e influência enormes como ética e credo supremo da humanidade do Povo Santo de Deus.

Notas:

[1] Hilkhot Melakhim 8: 9-10; 10:11. Também em Gerald J. Blidstein, “Guerra Santa na Lei Maimonideana”, em Perspectivas sobre Maimonides [Oxford, Inglaterra: Oxford Univ. Press, 1991].

[2] Enziklopediya Talmudit, nota 1, pp. 351-352.

[3] Alan Unterman, Dictionary of Jewish Lore and Legend [London: Thames and Hudson, 1991], p. 148

[4] Mordechai Nisan, Kivunim (publicação oficial da Organização Sionista Mundial), Agosto de 1984, pp. 151-156.

[5] Nadav Shraggai, Ha’aretz, 14 de outubro de 1992.

Wednesday, February 01, 2012

A estrela de Davi nunca foi de Davi



Michael A. Hoffmann

O talismã nacional israelense é o hexagrama, que é chamado de Estrela de Davi, que se supõe ser o antigo símbolo de Israel.

Este símbolo, em verdade, foi “legado” aos líderes judaicos no século XIV pelo hermético Rei Carlos IV da Boêmia e formalmente adotado como a “estrela de Davi” em 1898 no Segundo Congresso Sionista na Suíça.

A fonte original do símbolo é andrógina, representando Adam Kadmon, a personificação da união das forças masculinas e femininas em um corpo. A doutrina cabalística trouxe o hexagrama ao interior da tradição Judaica (um fato devido ao reconhecimento oficial pelo rei da Boêmia).

Prof. Gershom Scholem escreve como, no interior do Judaísmo: “... amuletos e talismãs protetores podem ser encontrados de lado a lado com a invocação de demônios, encantamentos... e mesmo magia sexual e necromancia... Já no período geônico o título baal shem ou ‘mestre do nome’ significava um mestre de Kabbalah prática que era um expert em colocar amuletos em circulação para vários propósitos, invocando anjos ou demônios...” [1]

Esse panteão demoníaco inclui demônios conhecidos na Kabbalah como shedim Yehuda im. Professor Scholem nos informa que esses demônios estão em submissão ao Talmud. [2]

Ele escreve: “... há também demônios de bom caráter que são preparados para ajudar e fazer favores aos homens. Isso é suposto ser particularmente verdade daqueles demônios dirigidos por Ashmedai (Asmodeus) que aceitam a Torah e são considerados ‘demônios Judaicos’. Sua existência é mencionada pelo Haisei Ashkenaz, bem como no Zohar.” [3]

Notas:

[1] Gershom Scholem, Kabbalah [op. cit.], p. 184

[2] Ibid. p. 323, Scholem diz que esses demônios “submetem-se à Torah”. Para um estudioso Judeu, a Torah significa Talmud, bem como Tanakh.

[3] Ibid., p. 322

Simulando-se judeu, muçulmano vai pra prisão em Israel, após manter relações sexuais com judia

Para conseguir sexo, não há regras e, ao que parece, tampouco limites. Muitos mentem sobre seu estado civil. Ou seu carro. Outros sobre sua identidade ou lugar de origem. Uns poucos sobre sua religião. A maioria seduz a vítima com promessas de uma vida plena de amor, prazeres, filhos, felicidade celestial e uma casa em frente ao mar.

O cidadão árabe Sabar Kashur, de 30 anos e casado felizmente (?), cumpriu com todos estes requisitos. Passando-se por um judeu solteiro em busca de uma relação estável e significativa, conquistou o coração de uma jovem judia que conheceu em Jerusalém. Atrás de relações sexuais consentidas em um edifício no centro da cidade, Kashur a deixou deitada e nua no lugar do acontecimentos.

Posteriormente, a mulher decidiu ir ao cinema. Seu príncipe azul não era solteiro, mas muito bem casado. Não era judeu, mas muçulmano. Sua verborragia convincente não tinha como objetivo uma relação duradoura e romântica, mas a cama. Então, foi quando a jovem israelense decidiu vingar-se apresentando uma representação na delegacia. Acusou-o de violação e assédio sexual. Palavras maiores.

O que parecia um paraíso se converteu num inferno para Kashur ao escutar a sentença do Tribunal do Distrito de Jerusalém: 18 meses de cárcere por violação e burla. E uma indenização de 10.000 shekels (2000 euros).

"Não se trata de uma violação no sentido clássico, isto é, pela força. Porém, o ato foi conseguido com base numa mentira e uma falsa identidade", escreveram os três juízes. "Se a demandante soubesse que o acusado não era solteiro e judeu, não aceitaria (as relações sexuais)", acrescentam. Segundo o juiz Tzvi Segal, "o Tribunal está obrigado a proteger o interesse público diante de criminosos sofisticados e trapaceiros que podem enganar vítimas inocentes a um preço insuportável, a santidade de seus corpos e suas almas".

Segal justifica a gravidade da sentença afirmando que deve servir como medida exemplar, além de expressar seu apoio à vítima "quando a base da confiança entre seres humanos desaparece, especialmente quando a situação em questão é tão íntima, sensível e desafortunada".

Os advogados do acusado pediram que ele cumpra serviços comunitários em lugar de ir pra cadeia. Deve-se indagar qual "mentira" irritou mais a jovem. Se foi a religião ou o estado civil. O que está claro é que a combinação de ambas foi castigada sem qualquer alívio pelos juízes.

Nem a mulher enganada nem evidentemente o sedutor casado imaginavam que seu fortuito e apaixonado encontro sexual num edifício da cidade santa acabaria desta forma tão incrível.
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