Thursday, May 24, 2012

Presença crescente de imigrantes africanos gera polêmica em Israel


A presença de um grande contingente de imigrantes africanos tem gerado polêmica na maior cidade de Israel, Tel Aviv. Em busca de melhores condições de vida, mais de 60 mil cidadãos da Eritreia, Sudão e outros países do norte da África, já cruzaram irregularmente a fronteira entre Israel e Egito, caminhando através do deserto do Sinai.

O maior contingente se concentra em Tel Aviv, onde estima-se que já são 10% da população local de 400 mil habitantes. Para o governo israelense, tratam-se de imigrantes "ilegais em busca de trabalho".

Mas para a ONU e algumas ONGs de direitos humanos, muitos poderiam se caracterizar como "refugiados políticos".

Muitos dos imigrantes enfrentam estigmas. O próprio ministro do Interior israelense, Eli Ishai, acusou os africanos de serem "criminosos" e disse que todos deveriam ser "presos e expulsos" de Israel.

O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, também entrou na polêmica ao dizer que o grande número de imigrantes ilegais é "um perigo para a segurança e para o caráter judaico e democrático do Estado de Israel".

DESAMPARO

Imigrantes africanos já são maioria nos bairros mais pobres de Tel Aviv, como Neve Shaanan e Shapira.

Segundo organizações em defesa de direitos humanos, os imigrantes não têm recebido ajuda suficiente do governo. Sem moradia, muitos deles acabam dormindo ao relento em parques da cidade. ONGs, juntamente com a prefeitura da cidade tentam prestar alguma assistência aos imigrantes.

Gabriel Tekle, de 31 anos, é natural da Eritreia, onde estudava pedagogia na Universidade de Asmara, até a instituição ser fechada pelo regime militar do país.

Ele foi então preso e obrigado a servir o Exército, onde prestou trabalhos forçados. Em 2006 conseguiu fugir para o Egito e, de lá, atravessou a fronteira para Israel, onde chegou em 2007.

"Nenhum representante do Estado de Israel falou comigo desde que cheguei", disse Tekle à BBC Brasil. "Se ouvissem a minha história entenderiam que sou um refugiado politico e que fugi do meu país porque estava correndo risco de vida".

Não é essa a percepção, no entanto, entre muitos moradores de Tel Aviv. Para Benny Ben Shlomo, dono de uma casa de câmbio em Neve Shaanan, os imigrantes em situação irregular deveriam ser "imediatamente expulsos".

"Eles prejudicam os negócios no bairro, as pessoas têm medo de circular aqui por causa deles", acrescentou o comerciante.

PROBLEMA NACIONAL

O governo local de Tel Aviv também reclama da falta de uma reposta nacional consistente ao problema. O vice-prefeito de Tel Aviv, Assaf Zamir, acusa de "negligência" o governo central.

"Não é justo que o problema dos refugiados caia sobre as costas da prefeitura e dos bairros mais pobres de Tel Aviv", afirmou Zamir. "Trata-se de um problema que deve ser tratado em nível nacional e não apenas municipal".

Nas últimas semanas houve dois casos de estupro de mulheres israelenses, nos quais os suspeitos são imigrantes da Eritréia, acirrando a discussão na sociedade israelense sobre a presença dos refugiados no país.

Segundo o departamento de pesquisa do Parlamento israelense, no entanto, o índice médio de criminalidade entre o total de imigrantes em situação irregular é de 2,04%, enquanto o índice na população geral é de 4,99%.

O comandante da policia, Yohanan Danino, disse que, para conter o aumento da criminalidade entre os imigrantes africanos, o Estado deve permitir que eles trabalhem para se sustentar.

"Se não puderem trabalhar, o índice de roubos cometidos por eles vai certamente crescer", afirmou Danino.

"Queremos trabalhar", disse Gabriel Tekle, "somos pessoas dignas e não queremos favores de ninguém, só queremos sobreviver até que seja possivel retornar ao nosso país".

A presença dos imigrantes também conta com a aprovação de muitos cidadãos israelenses. Shimshon Djibo, dono de uma loja de roupas em Neve Shaanan, diz acreditar que os imigrantes "são pessoas boas, que não fazem mal a ninguém".

"Entre 60 mil há dois suspeitos de estupro, isso é razão para culpar todos eles?", perguntou Djibo.

BARREIRA


Israel é signatário da Convenção das Nações Unidas sobre o Estatuto dos Refugiados e, segundo as leis internacionais, está impedido de repatriar os imigrantes vindos da Eritreia e do Sudão, pois estes correriam risco de vida ao regressar a seus países.

O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu anunciou um plano para enfrentar o problema, que inclui a construção de uma cerca na fronteira com o Egito, que impedirá a entrada irregular de imigrantes no território israelense. Segundo o premiê, a cerca ficará pronta até outubro deste ano.


O plano também inclui a construção de um campo de detenção para imigrantes em situação irregular, no sul de Israel, que poderá abrigar cerca de 12 mil pessoas.


O secretário do gabinete, Tzvi Hauzer, também disse que o governo está estudando a possibilidade de negociar a transferência desses imigrantes para outros países.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1093984-presenca-crescente-de-imigrantes-africanos-gera-polemica-em-israel.shtml

Tuesday, May 15, 2012

Índio da Costa é maçom?

Índio e Serra segredando...

Sérgio de Vasconcellos.

Já é fato sabido e incontroverso a filiação de José Serra e Alckmin à maçonaria, inclusive, com vídeos elogiosos:  

Saudação do José Serra aos maçons brasileiros relativa ao Dia 20 de Agosto e 

Geraldo Alckmin saúda o Dia do Maçon .

Mas, e o famoso Índio da Costa? Pois bem, ainda a semana passada, entre os dias 1º e 13 de Novembro, encontramos o seguinte diálogo entre Índio e um maçon que o segue no Twitter:
01 de Novembro(Marcelo): Olá, Indio!! Vamos marcar aquele bate-papo?? Abraços
13 de Novembro (Índio da Costa): Vamos sim. Estarei em SC, para uma palestra, nos dias 28 e 29/11
13 de Novembro(Marcelo): Em qual cidade será sua palestra?
13 de Novembro(Índio): floripa
13 de Novembro(Marcelo):  Que maravilha. Se puderes apenas me passar os horários e o local, eu estarei lá!!
13 de Novembro(Índio): a palestra é fechada para a maçonaria.
13 de Novembro(Marcelo): Por isso não vejo problemas...também desbasto a pedro bruta. Indio, será apenas um pequeno vídeo seu. Não irá lhe tirar muito tempo.

Seria um exagero meu concluir de tal conversa que Índio da Costa é maçon? Creio que não, pois, se a Palestra é "fechada para maçons" e ele vai participar, então, é porque deve ser Filho da Viúva. E o Sr. Marcelo assim o reconhece ao responder "TAMBÉM desbasto a pedra bruta", gíria característica entre os irmãos para se identificarem. 

Deixamos aí a pergunta: Índio da Costa é maçon?
Aécio, Serra, Alckmin, Índio e Richa: Quinteto maçônico?

Aos que desejarem acompanhar a edificante conversa, eis os "links" https://twitter.com/#!/indio e https://twitter.com/#!/marcelobrick

Thursday, May 03, 2012

A patética cena de João Paulo II no Muro das Lamentações



Os gestos de João Paulo II foram ainda piores.  Sua oração no Muro das Lamentações embora teatral foi ambígua.  Os Judeus rezam ali pela restauração do Templo.  Nenhum papa em algum tempo contemplaria fazer uma tal coisa maldosa, mas os artistas Judeus lembraram seu gesto e a ambigüidade nele encorpada para justificar seu requerimento por uma proibição do “proselitismo”.

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, p. 1072.

Wednesday, May 02, 2012

Judeus dominam os EUA


Em meados da década de 70, ficou claro que os Judeus eram a nova elite governante.  Em 1982, a revista Forbes reportou que 40% das 40 pessoas mais ricas na América eram Judias.  Judeus constituíam menos de 3% da população Americana e, apesar disso, 15 dos 20 mais intelectuais mais influentes eram Judeus.  Os Judeus dominavam a “elite da mídia”, constituindo “mais de um terço dos mais ‘influentes’ críticos de filmes, literatura, rádio e televisão”, bem como “quase metade dos produtores de Hollywood dos programas de TV do horário nobre e cerca de dois terços dos diretores, escritores e produtores dos 50 maiores sucessos entre 1965 e 1982”.  Quando a revista Vanity Fair produziu um artigo sobre “a nova elite governante” em outubro de 1994, onze dos 23 homens mais influentes da mídia eram retratados como Judeus.

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, p. 939.

Tuesday, May 01, 2012

Por que os judeus são avessos à agricultura?


De acordo com M.O. Gerschenson, “o espírito do povo Judeu proíbe o envolvimento em agricultura porque um homem que cultiva o solo é o homem mais provável a estabelecer raízes em um lugar particular.”

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, p. 576

Monday, April 30, 2012

Por que o judaísmo é uma religião de ódio?



O povo que se chama “Judeus” não está interessado em seguir Moisés; nesse aspecto eles nem mesmo são Judeus.  Eles são, como São João disse, “mentirosos”.  Eles são, novamente citando São João, “a sinagoga de Satã”.  O ódio é uma virtude Judaica, não porque Moisés o ensinou, mas porque o povo que se chama “Judeus” não são nada mais do que anti-cristãos que estão, no fim das contas, em rebelião contra a lei de Moisés.

Dada a lógica da rejeição e reversão que é a essência do Judaísmo Talmúdico, o ódio deve ser a mais elevada virtude porque o amor é a mais elevada virtude Cristã.  Escolhendo rejeitar Cristo, aqueles que se chamam “Judeus” rejeitam o amor e Moisés e tudo que Moisés representava.

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, p. 1015.

Sunday, April 29, 2012

No que consiste o Talmud para os judeus?


O Kahal era o sistema legal autônomo que os Judeus estabeleceram na Polônia para cuidar de seus próprios assuntos legais.  O espírito que informava esse corpo legal era o Talmud.  De acordo com a Encyclopedia Judaica, o Talmud é “a autoridade suprema em religião... para a maioria dos Judeus”.  A Igreja Católica nunca contestou a centralidade do Talmud para a vida Judaica.  Porém, em acréscimo, a Igreja sempre tem enxergado o Talmud como uma “deformação sistemática da Bíblia” em que “o orgulho da raça com a idéia de dominação universal é nele exaltado ao peso da estupidez... os Dez Mandamentos não são obrigatórios a esse respeito... Com relação aos Goyim (não-Judeus) tudo é permitido: roubo, fraude, perjúrio, assassinato...”.  Toda vez que seu conteúdo tornou-se conhecido, os Cristãos condenaram o Talmud como incompatível com qualquer ordem social racional.  Numerosos papas condenaram o Talmud porque ele era um assalto tanto à divindade de Cristo e à lei moral passada de gerações em gerações por Moisés.  De acordo com o ex-Rabino Drach, “o Talmud proíbe expressamente um Judeu de salvar um não-Judeu da morte ou a restaurar-lhe suas possessões perdidas etc., ou dele ter piedade.

O Talmud foi criado para manter os Judeus na escravidão aos líderes Judeus proibindo-os do contato com o Logos, seja isso entendido como a pessoa do Cristo ou a Verdade ou razão baseada em princípios verdadeiros e lógica.  Ensinados a enganar através do Talmud, os Judeus terminam enganando a si mesmos e fazendo o jogo dos líderes que os manipulam para seus próprios fins.

O Talmud também conduziu à revolução.  Você também não deve ser religioso para ser talmúdico.  Karl Marx era um ateu, mas de acordo com Bernard Lazare era também “um claro e lúcido Talmudista”, e, portanto, “cheio daquele antigo materialismo Hebraico que sempre sonha com um paraíso na Terra, e sempre rejeita a longínqua e problemática esperança de um jardim de Éden depois da morte.” Marx, apesar de seus primeiros escritos, era quintessencial Talmudista e o quintessencial Judeu revolucionário, e como tal ele propôs um dos mais influentes falsos Messias na história Judaica: o comunismo mundial.  Baruch Levy, um dos correspondentes de Marx, propôs um outro igualmente potente falso Messias, chamado a Raça Judaica.  De acordo com Levy:

O povo Judeu tomado coletivamente deverá ser seu próprio Messias – nessa nova organização da humanidade, os filhos de Israel agora dispersos por toda superfície do globo... deverão em qualquer parte se tornar o elemento dirigente sem oposição... Os governos das nações formando a República Universal ou Mundial deverão todos, desta forma, passar, sem qualquer esforço, para o interior das mãos Judaicas graças à vitória do proletariado... Assim, a promessa do Talmud deverá ser realizada, através da qual, no momento em que a época Messiânica tiver chegado, os Judeus controlarão a riqueza de todas as nações da Terra”.

Rejeitando Cristo, eles condenaram-se à adoração de um falso Messias após outro – mais recentemente Comunismo e Sionismo.  Em La Question du Messie, os irmãos Lemman, ambos os quais converteram-se do Judaísmo ao Catolicismo e se tornaram sacerdotes, compararam os Judeus da época presente aos Israelitas aos pés do Monte Sinai: “tendo se fatigado de esperar pelo retorno de Moisés ... eles banquetearam e dançaram ao redor do bezerro de ouro”.  Rejeitando o Messias sobrenatural que morreu na Cruz, os Judeus condenaram-se a repetir o ciclo de entusiasmo conducente à desilusão por toda sua história.  Suas ilusões encontram concretização e lhes proporcionaram a criação do Estado Judeu.  Em 6 de janeiro de 1948, o rabino chefe da Palestina anunciou que: “Finalmente [Israel] conduzirá à inauguração da verdadeira união das nações, através da qual será realizada a mensagem eterna à humanidade por nossos profetas imortais”.  No Messianismo Judaico, as fantasias de superioridade racial alternam-se com fantasias contraditórias de irmandade universal.  “O grande ideal do Judaísmo”, anunciou o The Jewish World em fevereiro de 1883, “é que ... todo o mundo deverá estar imbuído com o ensinamento Judaico e que em uma Irmandade Universal de Nações – um Judaísmo maior na realidade – todas as raças e religiões separadas deverão desaparecer.”

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 1065-1067
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