Por Benjamin Freedman, Conspirador Judeu Emérito
Sete Presidentes dos EUA – Mestres do Engano – Peões Judaicos
Os nomes dos Presidentes Woodrow Wilson, Franklin D. Roosevelt, Harry S. Truman, Dwight D. Eisenhower, John F.Kennedy, Lyndon B. Johnson e Richard M. Nixon certamente serão encontrados um dia inscritos em grandes letras vermelhas nos anais oficiais da ascensão e queda dos Estados Unidos. Esses sete mestres do engano incorreram em culpa por degradar seus juramentos solenes de função em benefício de chefes internos e estrangeiros não divulgados sem quaisquer aparentes escrúpulos ou temores, para aumentar seu sucesso político totalmente abstraído da ameaça à segurança e sobrevivência dos Estados Unidos. Esses sete mestres do engano conscientemente e desejosamente em ações e em fatos "envenenaram os poços" da segurança e sobrevivência para os Estados Unidos. Sem quaisquer evidentes escrúpulos, eles individualmente traíram as tradições sagradas na carta e espírito de seus juramentos de função, cuja preciosa herança passada a cada um desses seis mestres do engano como sucessores àquelas altas funções exaltadas pelo primeiro e imortalizado presidente dos Estados Unidos, o venerado George Washington. As revelações que se seguem são hoje revelados pela primeira vez em qualquer parte. Eles expõem agora pela primeira vez ao cidadão comum dos Estados Unidos, a secreta estratégia não-americana e anti-americana a qual esses sete mestres do engano sabidamente contribuíram. A prática desinibida dessa estratégia por esses sete mestres do engano é, antes de mais nada, responsável pelo embaraço desesperador no qual os Estados Unidos hoje se encontra no Oriente Médio. Muito precocemente em suas carreiras políticas, esses sete mestres do engano por sua determinação adquiriram sua habilidade em detectar em qual lado seu pão político foi amanteigado. Sua notável perfeição nessa habilidade fornece a resposta por quê esses sete mestres do engano vieram de tão longe e tão rapidamente em tão poucos anos no mundo político em que eles se moveram. Através de suas carreiras políticas, esses sete mestres do engano demonstraram que invariavelmente identificavam-se com o dogma imoral dos políticos do século XX, que pregam e praticam que "quais sejam os meios justificam todos os fins". Sendo assim, futuros cidadão comuns dos Estados Unidos desejam um dia encontrar inscrito na história da ascensão e queda dos Estados Unidos o veredicto que os "meios" hoje defendidos por esses sete mestres do engano eram, antes de tudo, responsáveis pelo "fim" dos Estados Unidos. Hodiernamente, é um fato bem reconhecido nos círculos políticos dos Estados Unidos que a censura exercida hoje pelos sionistas sobre as informações da mídia de massa constituem um monopólio virtual. É, outrossim, um fato bem reconhecido da vida nos círculos políticos desde que o Presidente Wilson venceu sua primeira eleição em 1912 como presidente dos Estados Unidos, que as eleições nos Estados Unidos são raramente vencidas ou perdidas baseadas sobre a qualificação dos candidatos para a função. As eleições nos Estados Unidos, desde 1912, são vencidas ou perdidas nos campos de batalha da informação da mídia de massa por assassinato caráter. A propriedade sionista da informação da mídia de massa, ou o controle sionista exercido por alguns truques comuns na realidade censuram as notícias e políticas editoriais de como os principais jornais diários e de Domingo, todos os semanários e revistas mensais, todas as principais estações e redes de rádio e televisão, a indústria inteira de filmes, a indústria inteira do mundo de entretenimento mundial e publicação de livros, o complexo inteiro da informação de mídia de massa nos Estados Unidos, verdadeiramente um monopólio de lavagem cerebral.
Controle dos Judeus Talmudistas das Notícias e Políticas Editoriais das Mídias de Massa
Como resultado dessa situação nos Estados Unidos, por aproximadamente os últimos cinqüenta anos, o cidadão comum dos Estados Unidos tem somente lido, escutado e visto o que passou pela censura sionista e melhor serviu aos objetivos sionistas, em vez de ler, ouvir e ver o que melhor serviam aos interesses do cidadão comum dos Estados Unidos. A informação da mídia de massa controlada pelos sionistas nos Estados Unidos nunca informou ao cidadão comum dos Estados Unidos como e por que o Presidente Woodrow Wilson mentiu aos Estados Unidos ao interior do embaraço em que os Estados Unidos hoje se encontram no Oriente Médio. Em sua consideração recente do alegado roubo dos assim-chamados Documentos do Pentágono, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou que "o público tem o direito de saber a verdade". A Suprema Corte deveria ter dito "o público tem o direito de saber TODA a verdade". As meias verdades freqüentemente são mais nocivas do que mentiras. Os Estados Unidos declararam guerra contra a Alemanha em 6 de abril de 1917. Em 2 de abril de 1917, o Presidente Wilson endereçou a ambas as casas do Congresso e implorou para que declarassem guerra contra a Alemanha. O apelo do Presidente Wilson ao Congresso para declarar guerra contra a Alemanha em ação e na realidade foi, antes de tudo, a liquidação de sua obrigação a seus chantagistas. Os seguintes fatos incontestáveis confirmam essa conclusão além de qualquer dúvida. A mão do Presidente Wilson tremia conforme ele lia seu discurso. Os membros do Congresso presentes não tinham qualquer razão para suspeitar por quê a mão do Presidente tremia. Quando o cidadão comum terminar de ler isso, eles saberão a razão para a mão do Presidente Wilson ter tremido. Quando o Presidente Wilson terminou de ler seu apelo ao Congresso, muitos dos seus ouvintes estavam em lágrimas, mas não pela razão que o cidadão comum dos Estados Unidos hoje estará em lágrimas depois de ler esse manuscrito. Quando o Presidente Wilson pediu ao Congresso para declarar guerra contra a Alemanha, o Presidente Wilson estava na realidade conspirando para pagar a dívida que ele se obrigou a pagar aos sionistas. O Congresso somente declarou guerra contra a Alemanha porque o Presidente Wilson informou ao Congresso que um submarino alemão tinha afundado o S.S. Sussex no Canal da Mancha em violação à lei internacional e que os cidadãos norte-americanos a bordo do S.S. Sussex tinham perecido com o navio. Depois que as tropas do General Pershing foram lutar na Europa, a fraude estava exposta. O alegado afundamento do S.S. Sussex foi usado como o "pretexto" para justificar uma declaração de guerra contra a Alemanha pelos Estados Unidos. O S.S. Sussex não tinha sido afundado e nenhum cidadão norte-americano perdeu suas vidas. Os Estados Unidos foram para guerra na Europa como aliado da Grã-Bretanha. A Grã-Bretanha e os Talmudistas ("Judeus") do mundo conspiraram para alcançar seu deformado submundo diplomático. A descoberta da fraude pela Marinha Britânica chocou muitos honrados britânicos. Um grande segmento do povo britânico ficou chocado por escutar que o S.S. Sussex não tinha sido afundado. O S.S. Sussex estava disponível para qualquer um visitar. Naquela guerra os Estados Unidos mobilizaram 4,734,991 homens para servir nas forças armadas, dos quais 115,516 foram mortos e 202,002 foram feridos ou mutilados. O ilustre Francis Neilson, membro do Parlamento, escreveu um livro na Inglaterra chamado Makers of War (pp. 149/150). O livro do Sr. Neilson criou uma tal sensação que ele foi forçado a se abandonar sua cadeira no Parlamento. As coisas se tornaram tão intoleráveis para o Sr. Neilson na Grã-Bretanha como resultado das exposições em seu livro que ele foi compelido para sua segurança pessoal a fugir de sua casa na Grã-Bretanha e fazer sua residência nos Estados Unidos. No livro Makers of War do Sr. Neilson (pp. 149-150), ele revela muitas razões insuspeitas e não reveladas para a erupção da Primeira Grande Guerra na Europa, em agosto de 1914. Com referência ao alegado afundamento do S.S. Sussex no Canal da Mancha, o Sr. Neilson enfatiza: "Na América, Woodrow Wilson, desesperado para encontrar um pretexto para entrar na guerra, descobriu-o finalmente no 'afundamento' do Sussex. Alguém inventou um conto que as vidas dos norte-americanos se perderam. Com essa desculpa, ele foi ao Congresso pedir uma declaração de guerra. Mais tarde, a Marinha descobriu que o Sussex não tinha sido afundado, e que nenhuma vida tinha se perdido. "Esse autor cruzou o Canal da Mancha muitas vezes no S.S. Sussex. O alegado afundamento do S.S. Sussex foi a invenção de um trabalho extraordinário da imaginação sionista. O alegado afundamento do S.S. Sussex foi concebido na imaginação de um sionista para facilitar o propósito planejado e bem sucedidamente executado.
Presidente Wilson fez chantagem
Pouco tempo depois da primeira posse oficial do Presidente Wilson, ele recebeu um visitante na Casa Branca pelo nome de Sr. Samuel Untermeyer. Sr. Untermeyer era um importante advogado de Nova Iorque que contribuía generosamente para o Comitê Democrático Nacional que instalou o Presidente Wilson na Casa Branca em Washington, na eleição de 1912. Sr. Untermeyer foi um muito bem vindo convidado e o Presidente Wilson estava muito contente de saudá-lo na Casa Branca. Eles tinham se encontrado antes durante a campanha. Sr. Untermeyer surpreendeu Presidente Wilson quando ele finalmente declarou o que o trouxe à Casa Branca. Sr. Untermeyer informou ao Presidente Wilson que tinha sido guardado para trazer uma quebra de promessa contra o Presidente Wilson. Sr. Untermeyer informou ao Presidente Wilson que seu cliente estava desejando aceitar $40,000.00 em lugar de começar a quebra de promessa. O cliente do Sr. Untermeyer era a ex-mulher de um Professor na Universidade de Princeton, na mesma época em que o Presidente Wilson era um professor na universidade. Sr. Untermeyer apresentou um pacote de cartas de sua bolsa, escritas pelo Presidente Wilson à esposa de seu colega, quando eles eram vizinhos na Universidade de Princeton. Essas cartas estabeleciam o relacionamento ilícito que existia entre o Presidente Wilson e a esposa de seu colega vizinho. Ele tinha escrito muitas cartas carinhosas para ela, muitas das quais ela nunca destruiu. Presidente Wilson reconheceu a autoria das cartas depois de examinar algumas delas. Presidente Wilson deixou a Universidade de Princeton para se tornar o Governador de Nova Jersey. Em 1912, ele foi eleito para seu primeiro mandato como presidente dos Estados Unidos. Nesse ínterim, a ex-amante do Presidente Wilson se divorciou do seu marido e casou de novo. Seu segundo marido, residente em Washington com um filho crescido que estava no emprego de um dos principais bancos em Washington. Sr. Untermeyer explicou ao Presidente Wilson que sua ex-amante era muito fã do filho de seu marido. Ele explicou que esse filho estava em problemas financeiros e repentinamente precisou de $40,000.00, conforme ele contou, para liquidar uma dívida urgente no banco para o qual ele trabalhava. Os detalhes não são relevantes aqui, exceto que o filho precisava dos $40,000.00 rapidamente. A ex-amante do Presidente Wilson pensou que Wilson era a esperança lógica para os $40,000,00 que pudessem ajudar o filho de seu marido. Sr. Untermeyer visitou o Presidente Wilson na Casa Branca para romper as notícias sobre a quebra da promessa. Wilson expressou-se como de muita sorte que sua ex-amante foi até o Sr. Untermeyer procurar sua assistência. A publicidade podia ter comprovado muito embaraçoso ao Presidente Wilson se sua ex-amante tivesse, em lugar, consultado um advogado Republicano. O Presidente Wilson rapidamente marcou um encontro com o Sr. Untermeyer para informar-lhe que ele não tinha $40.000.00 disponíveis para qualquer propósito. Sr. Untermeyer sugeriu que o Presidente Wilson devesse pensar no assunto e disse que ele retornaria em poucos dias para discutir mais adiante o caso. Sr. Untermeyer aproveitou os próximos poucos dias em Washington investigando a credibilidade da história do filho sobre sua necessidade urgente de $40,000.00 para liquida a dívida. Ele descobriu que a história do filho não estava deturpada de nenhuma forma. Sr. Untermeyer retornou até o Presidente Wilson poucos dias depois conforme eles tinham combinado. Presidente Wilson não hesitou em informar Sr. Untermeyer que ele não tinha os $40,000.00 para pagar a seu chantagista. Presidente Wilson parecia irritado. Sr. Untermeyer considerou o assunto uns poucos momentos e então ofereceu uma solução ao Presidente Wilson para seu problema. Sr. Untermeyer voluntariou-se para dar a ex-amante do Presidente Wilson os $40,000.00 de seu próprio bolso, com uma condição: que Wilson prometesse a Untermeyer nomear para a primeira vacância na Suprema Corte dos Estados Unidos um candidato a ser recomendado por Untermeyer. Sem mais conversas, o Presidente Wilson aceitou a generosa oferta do Sr. Untermeyer e então ele prontamente pagou os $40,000.00 em moeda a ex-amante do Presidente Wilson. A observada quebra de promessa nunca foi escutada depois que o Sr. Untermeyer guardou permanentemente em sua posse o pacote de cartas para asseguar-se contra qualquer similar tentativa em alguma época futura. O Presidente Wilson ficou muito agradecido ao Sr. Untermeyer por tudo que ele estava fazendo para solucionar o problema. O Sr. Untermeyer era um homem de grandes riquezas. O escritório de advocacia em Nova Iorque do qual ele era o principal parceiro, Messrs. Guggenheim, Untermeyer and Marshall, ainda é hoje um dos mais importantes e mais prósperos escritórios de advocacia das nações. O Sr. Untermeyer organizou a Bethlehalem Steel Company para seu irmão, Sr. Charles M. Schwab, que despediu-se da Steel Company dos Estados Unidos para formar sua companhia em competição com ele.
Justice Brandeis—O Pagamento Integral
Conforme qualquer um deveria razoavelmente suspeitar, o Sr. Untermeyer deve ter tido algo me mente quando ele concordou em pagar à ex-amante do Presidente Wilson os $40,000.00 de seu próprio bolso. Ele pagou com dinheiro de seu próprio bolso com a esperança que isso devesse realizar um sonho particular –um Talmudista ("Judeu") na Suprema Corte dos Estados Unidos na qual nenhum nunca havia servido antes. O dia logo se sucedeu quando o Presidente Wilson foi apresentado com a necessidade de apontar um novo membro para a Suprema Corte dos Estados Unidos. Sr. Untermeyer recomendou Louis Dembitz Brandeis para a vaga, que foi imediatamente apontada por Wilson. O Presidente Wilson e Justice Brandeis se tornaram usualmente amigos íntimos. Justice Brandeis sabia das circunstâncias de sua indicação para a Suprema Corte pelo Presidente Wilson. Em 1914, Justice Brandeis era o mais importante e mais politicamente influente de todos os sionistas nos Estados Unidos. Brandeis estava em uma posição melhor do que antes em algum tempo para estar sob o serviço dos Talmudistas ("Judeus") tanto interna quanto externamente. A primeira oportunidade para apresentar um grande serviço para seus seguidores sionistas logo se tornou disponível para Brandeis. Justice Brandeis ofereceu sua opinião para o Presidente Wilson que o afundamento do S.S. Sussex por um submarino alemão no Canal da Mancha com a perda de vidas dos cidadãos Estados Unidos justificava a declaração de guerra contra a Alemanha. Contando com uma grande amplitude sobre a opinião legal de Justice Brandeis, o Presidente Wilson dirigiu-se a ambas as casas do Congresso em 2 de abril de 1917. Ele apelou ao Congresso para declarar guerra contra a Alemanha e eles o fizeram em 7 de abril de 1917. Depois, o acordo de outubro de 1916 foi concluído entre o Gabinete britânico de Guerra e a Organização Sionista Mundial, os talmudistas por toda a parte do mundo ficaram otimistas que um incidente internacional ocorresse logo para justificar uma declaração de guerra contra a Alemanha pelos Estados Unidos. A declaração de guerra contra a Alemanha pelos Estados Unidos garantiu aos talmudistas por toda parte do mundo que a Palestina estava para ser trocada por eles pela derrota da Alemanha. A derrota da Alemanha estava certa se os Estados Unidos pudessem ser transportados ao interior da guerra como aliados da Grã-Bretanha. Antes do acordo de Londres de outubro de 1916, os talmudistas por todo o mundo eram pró-Alemanha. O Decreto de Emancipação Alemã de 1822 garantiu aos talmudistas na Alemanha todos os direitos civis gozados pelos alemães. Todo país na Europa tem cotas para talmudistas. O sistema de cotas existiu por séculos em todos os países europeus. Sob o sistema de cota nos países europeus, os talmudistas foram limitados em todas atividades a uma pequena percentagem da população cristã do país. Os sistemas de cotas aplicaram-se a todas as ocupações. Depois do Decreto de Emancipação em 1822, a Alemanha era o único país na Europa que não fazia quaisquer restrições para os talmudistas sob um sistema de cotas limitar seus direitos civis. Talmudistas por todo o mundo foram informados por telegrama de Londres sobre o acordo de Londres de outubro de 1916. Essa informação transformou-os de pró-Alemanha para pró-Grã-Bretanha. A Grã-Bretanha colocou à disposição dos talmudistas em Londres seus códigos secretos e instalações de telégrafos por todo o mundo para informar aos demais talmudistas do mundo sobre o compromisso da Grã-Bretanha em trocar a Palestina como compensação por colocar os Estados Unidos na guerra na Europa como aliado da Grã-Bretanha contra a Alemanha. Os talmudistas alistaram em grande quantidade no Departamento de Defesa da Grã-Bretanha, em outubro de 1916. Seu propósito era facilitar transformar os talmudistas por todo o mudo de pró-Alemanha em pró-Inglaterra. Depois que o acordo de Londres foi concluído, a Grã-Bretanha moveu o céu e a terra para impressionar os talmudistas em Londres com a necessidade de notificar imediatamente os talmudistas por todo o mundo sobre o compromisso com a Grã-Bretanha para trocar com eles a Palestina para ser seu futuro Estado soberano sionista. Guiado pela recomendação de Justice Brandeis que o afundamento do S.S. Sussex justificasse uma declaração de guerra sob a lei internacional contra a Alemanha pelos Estados Unidos, o Presidente Wilson dirigiu-se na sessão conjunta das duas casas do Congresso em 2 de abril de 1917. Naquele discurso, o Presidente Wilson implorou ao Congresso para declarar guerra contra a Alemanha. O Congresso reuniu-se em 6 de abril de 1917 e declarou guerra contra a Alemanha sem justificação. Em 6 de abril de 1917, Presidente Wilson e Justice Brandeis souberam algo que o cidadão comum dos Estados Unidos não sabia –eles sabiam todas as particularidades sobre o Acordo de Londres de outubro de 1916. Eles também sabiam que a declaração de guerra contra a Alemanha pelos Estados Unidos acionou esse acordo e que os talmudistas do mundo não teriam que esperar muito pela Palestina, seu Estado soberano sionista, se seu plano funcionasse. Nesse mesmo dia, Wilson e Brandeis sabiam algo mais que o cidadão comum dos Estados Unidos não sabem—eles sabiam que a declaração de guerra pelos Estados Unidos contra a Alemanha liberou o Presidente Wilson de sua obrigação com seus chantagistas. A declaração de guerra de Wilson foi para satisfazer seu compromisso com seus chantagistas. Raramente houve qualquer discurso feito ao Congresso que movimentou a população dos Estados Unidos, e do mundo, como feito pelo pedido do Presidente Wilson, em 2 de abril de 1917, para que o Congresso declarasse guerra contra a Alemanha. Wilson estava ciente quando ele dirigiu-se ao Congresso que a Alemanha não se comprometeu com qualquer ato contra os Estados Unidos que justificasse uma declaração de guerra pelos Estados Unidos contra ela, sob a lei internacional. Esse autor sabia na época que o Presidente Wilson estava informado do efeito antes que ele fizesse seu pedido ao Congresso.
Primeiro Ministro Lloyd George – Uma Ferramenta Sionista
Havia grande quantidade de talmudistas nos Estados Unidos que questionaram a realidade do acordo de Londres de outubro de 1916. Eles acharam extremamente difícil acreditar que a Grã-Bretanha prometeria trocar a Palestina com eles como compensação para colocar os Estados Unidos na guerra na Europa como aliado da Grã-Bretanha. Esses talmudistas não podiam acreditar que a Grã-Bretanha prometeria algo a qualquer um que a Grã-Bretanha não tivesse sua própria compensação. Isso parecia inconcebível aos talmudistas familiares com a reputação da Grã-Bretanha com respeito aos direitos de propriedade sob suas leis. Para superar as dúvidas que existiam nas mentes dos talmudistas nos Estados Unidos, o Primeiro Ministro Lloyd George imediatamente enviou o Sr. Josiah Wedgewood aos Estados Unidos. Sr. Wedgewood foi um dos mais respeitados e dedicados membros do Parlamento. O Primeiro Ministro Lloyd George, um bem conhecido radical sionista, foi de modo inesperado apontadado Primeiro Ministro em 4 de dezembro de 1916. Ele apresseou a ida do Sr. Wedgewood aos Estados Unidos em 5 de dezembro de 1916, sob pressão dos talmudistas em Londres. O primeiro-ministro a quem Lloyd George sucedeu era não simpático aos objetivos sionistas. Ele foi trocado naquela época porque os sionistas não podiam dominá-lo. A Grã-Bretanha ficou indefesa em outubro de 1916. Estava seriamente considerando se render a Alemanha. A Alemanha tinha feito várias ofertas de paz à Grã-Bretanha antes para suspender a guerra. Sr. Lloyd George considerou a rápida viagem do Sr. Wedgewood aos Estados Unidos vital para a sobrevivência da Grã-Bretanha. Sr. Wedgewood chegou aos Estados Unidos com evidência documentada provando a realidade do acordo de Londres de outubro de 1916 com os talmudistas.
Coronel House – um Enigma Conspirado
Sr. Wedgewood chegou aos Estados Unidos em 23 de dezembro de 1916. Em sua chegada, ele encontrou-se no pier com o Coronel Edward Mandel House, amigo pessoal mais íntimo do Presidente Wilson e mais confiável conselheiro. Cel. House, em sua juventude, negociou compras de algodão nos Estados Unidos para os interesses de Rothschild na Grã-Bretanha. Cel. House não reivindicou ou recusou sua ancestralidade talmudista. Ele combinou com o Sr. Wedgewood de viver em seu apartamento na Rua 54 durante sua estada nos Estados Unidos. Cel. House rapidamente fez arranjos para o encontro em que o Sr. Wedgewood estava para provar a realidade do acordo de Londres de outubro de 1916. O encontro estava para acontecer no domingo à tarde, dia 25 de dezembro de 1916, no velho Hotel Savoy, na Rua 59 e Quinta Avenida, em Nova Iorque. Havia cinqüenta e um talmudistas convidados presentes quando o Cel. House introduziu o Sr. Wedgewood na audiência. Sr. Wedgewood então presidiu. Sr. Wedgewood apresentou evidência que não deixou dúvidas nsa mentes dos cinqüenta e um talmudistas presentes, a respeito da realidade do acordo de Londres de outubro de 1916. Em favor de Sr. Lloyd George, mais adiante o Sr. Wedgewood atestou a realidade da promessa que a Palestina seria trocada aos talmudistas do mundo pela Grã-Bretanha sob a derrota da Alemanha como compensação por colocar os Estados Unidos na guerra na Europa como aliados britânicos. Depois de concluir o acordo de Londres de outubro de 1916, os talmudistas na Inglaterra foram convidados pela Grã-Bretanha para tomar uma participação progressivamente crescente no Departamento de Defesa da Grã-Bretanha durante a duração da guerra. Os talmudistas que aceitaram o convite foram treinados como experts no uso dos códigos da Grã-Bretanha e nas instalações diplomáticas de telégrafos da Grã-Bretanha por todo o mundo. Os dados disponíveis nos arquivos da Grã-Bretanha para a Primeira Grande Guerra, eu dissiparei todas as dúvidas existentes que a informação telegrafada a Washington de Londres, alegando o afundamento do S.S. Sussex e a perda de vidas dos Estados Unidos foram invenção dos talmudistas no Departamento de Defesa da Grã-Bretanha para facilitar e colocar os Estados Unidos na guerra na Europa como aliados britânicos. A fraude foi descoberta pela marinha britânica. Foi também confirmado pelas outras fontes igualmente confiáveis para informação sobre o assunto pelos qualificados experts nos Estados Unidos. A realidade do acordo de Londres de outubro de 1916 foi conhecida pelos alemães pouco tempo depois que foi concluído, em verdade, no mesmo dia. A Alemanha, desde então, exercitou grande cuidado tanto na terra quanto no mar para não comprometer qualquer ato que, sob a lei internacional, pudesse fornecer aos Estados Unidos justificativa para lhe declarar guerra. O exército e comandantes navais alemães aprenderam anteriormente em seu esforço não fornecer aos Estados Unidos que justificasse e eles foram bem sucedidos. Na crise de outubro de 1916, os alemães não tinham razão para perceber se a guerra na Europa continuasse uns poucos meses sem a entrada dos Estados Unidos, que a Grã-Bretanha seria compelida a se render à Alemanha por circunstâncias além do seu poder de controle. A Alemanha fez uma outra oferta de paz à Grã-Bretanha em outubro de 1916. Nessa ocasião, a Grã-Bretanha saudou a oferta, mas foi também rejeitada como várias outras ofertas de paz anteriores. Referindo-se à declaração de guerra contra a Alemanha pelos Estados Unidos, Sir Winston Churchill disse em uma entrevista com um importante editor, publicada em no Scribner's Commentator em 1936, que ele "não podia jamais compreender por quê ele nos colocou em 1917", referindo-se ao Presidente Wilson. Naquela entrevista, Sir Winston Churchill declarou mais adiante: ''A América deveria ter prestado atenção no seu próprio negócio e ficado fora da Guerra Mundial. Se vocês não tivessem entrado na guerra, os Aliados teriam feito a paz com a Alemanha no inverno de 1917. Tivéssemos nós feito paz, não haveria qualquer colapso da Rússia seguido pelo comunismo, nenhum colapso na Itália seguido pelo fascismo, e a Alemanha não teria assinado o Tratado de Versalhes, que entronizou o nazismo na Alemanha. Se a América tivesse ficado fora da guerra, todos esses 'ismos' não varreriam a Europa e demoliriam o governo parlamentar, e se a Inglaterra fizesse paz mais cedo em 1917, seriam salvos mais de um milhão de britânicos, franceses, norte-americanos e outras vidas. A oferta de paz da Alemanha à Grã-Bretanha não reclamava por quaisquer indenizações ou reparações. A Alemanha ofereceu restaurar o status territorial e a independência política de todo pais com o qual a Grã-Bretanha estava em guerra, conforme eles existiam em agosto de 1914, quando a guerra na Europa começou. A Alemanha não pediu quaisquer benefícios.
Judeus Talmudistas Selecionam o Aliado da América para a Primeira Guerra Mundial
A oferta de paz da Alemanha em outubro de 1916 estava em mesa diante do Gabinete Britânico de Guerra; e precisava somente de uma assinatura para terminar a guerra. A Grã-Bretanha teria rapidamente aceito a oferta de paz da Alemanha se a Organização Sionista Mundial não tivesse interferido. O Gabinete Britânico de Guerra foi então tomando suas instruções dos talmudistas em Londres. Quando o Gabinete Britânico de Guerra decidiu a oferta de paz da Alemanha, a Organização Sionista Mundial ofereceu colocar os Estados Unidos dentro da guerra na Europa como aliados britânicos, se a Grã-Bretanha prometesse aos talmudistas do mundo a Palestina como compensação depois da derrota da Alemanha. A pressão talmudista em Londres e em Nova Iorque prevaleceu. Presidente Wilson tinha pouca escolha na matéria, parecia. Seu discurso ao Congresso em 2 de abril de 1917 foi sobre decidir o destino do mundo. O Congresso, sem hesitação, declarou guerra contra a Alemanha por ele. Os alemães atribuíram sua derrota esmagadora na Primeira Guerra Mundial à entrada dos Estados Unidos como aliados britânicos. A Alemanha considerou o acordo de Londres de outubro de 1916 um golpe pelas costas dos talmudistas do mundo. Em vista do Decreto de Emancipação na Alemanha em 1822, os alemães consideraram o acordo de Londres como uma fraude pelos talmudistas na Alemanha. Os sistemas de cotas existiam naquele tempo em todos outros paises na Europa. Não havia qualquer sistema de cotas na Alemanha depois do Decreto de Emancipação de 1822 pelos talmudistas.
Judeus Talmudistas Promovem a Vitória dos Alemães, Depois Golpeiam-nos pelas Costas
O Kaiser proveu a Organização Sionista Mundial com os cargos para seus pontos de comando em Berlim. Ele, sua família e oficiais do governo estavam constantemente estendendo assistência a Theodore Herzl. A Alemanha estendeu oportunidades aos talmudistas não disponíveis em outros países europeus. O próprio Kaiser arrumou o encontro pessoal entre o Sultão do Império Otomano e Theodore Herzl. Bleichroeder & Company em Berlim eram os banqueiros privados da família do Kaiser por gerações. Eles eram talmudistas. Warburg & Company de Hamburgo eram os maiores banqueiros mercantis do mundo. Eles eram talmudistas. O presidente da General Electric Company da Alemanha, então a maior empresa industrial do mundo, era um talmudista. O presidente da Hamburg-American and North German Lloyd companhias de navio a vapor, as duas maiores companhias de navios a vapor no mundo, depois apenas da Cunard Line, era um talmudista. Incontáveis importantes industriais alemães, banqueiros e comerciantes eram talmudistas. A atitude dos alemães voltada aos talmudistas na Alemanha e por todo o mundo piorou muito depois do golpe nas costas de outubro de 1916 pelos talmudistas. Sr. Samuel Landman, o secretário da Organização Sionista Mundial em Londres de 1917 à 1922, escreveu em seu Britain, the Jews and Palestine, publicado em Londres em 1936, na página seis: "O fato que foi a ajuda judaica que induziu os EUA à guerra no lado dos Aliados causou irritação na Alemanha- - especialmente Nazistas –e contribuiu em não pequena medida para a importância a qual o anti-semitismo ocupou no programa nazista". Os sentimentos de importantes líderes alemães foram expressos no Jewish Daily Bulletin de Nova Iorque em 30 de outubro de 1934, em um artigo reimpresso na página três do Jewish Telegraphic Agency despachado de Berlim que declarou: "A Nova Alemanha persiste voltado ao completo extermínio do judeu porque foram os judeus que instigaram os Estados Unidos a entrar na Grande Guerra, causando a derrota da Alemanha, e que posteriormente causou a inflação na Alemanha, Herr Richard Kunze, uma figura dominante no Parlamento Nazista, declarou ontem em um comício monstro em Magdeburg". Os talmudistas por todo o mundo tornaram as coisas piores em 7 de agosto de 1933, quando declararam sua "guerra santa" para destruir a nação alemã "destruindo seu comércio de exportação sob o qual sua completa existência dependia". Sob a liderança do Sr. Samuel Untermeyer, os talmudistas do mundo declararam um boicote mundial sobre todos os bens e serviços alemães. Eles pediram aos seus "irmãos cristãos" que integrassem seu boicote mundial. Sr. Samuel Untermeyer organizou uma "Conferência Internacional de Boicote" em Amsterdam, em julho de 1933. Lá ele foi eleito o presidente da "Federação Econômica Judaica Mundial". Os talmudistas por todo o mundo tentaram em vão desde 1919 silenciar o ressentimento alemão contra eles por colocar os Estados Unidos dentro da guerra sem justificativa ou provocação como aliado britânico. Os talmudistas foram responsabilizados pela derrota da Alemanha e por todo prejuízo causado por essa derrota. O New York Times de 7 de agosto de 1933 publicou a declaração de "guerra santa" dos talmudistas contra a Alemanha em uma reportagem de três colunas do discurso do Sr. Untermeyer à nação do estúdio da Columbia Broadcasting Company na noite de sua chegada da Europa. Sr. Untermeyer, entre outras coisas, declarou que: "...guerra santa...na qual nós iniciamos..é uma guerra que deve ser travada de forma persistente...os judeus são os aristocratas do mundo... o boicote econômico contra todos os bens e serviços alemães...boicote é nossa única arma realmente efetiva...induzir o povo alemão a perceber pela destruição de seu comércio de exportação sob o qual sua completa existência depende...nós deveremos forçá-los a aprender...não é suficiente que você compre quaisquer bens na Alemanha...você deve recusar negociar com qualquer comerciante ou lojista que venda qualquer bens produzidos na Alemanha...nós pregaremos o último prego no caixão... " Essa delcaração foi feita em 7 de agosto de 1933, quando nenhum cabelo de um talmudista na Alemanha tivesse sido tocado. A Alemanha foi mergulhada em uma difícil depressão, para descrever em poucas palavras, o negócio de exportação da Alemanha repentinamente terminou como em um passe de mágica. Talmudistas esperavam que isso detivesse os alemães de continuar a falar a respeito do porquê deles terem perdido a guerra. Talmudistas na Alemanha estavam achando difícil fazer esquecer um delito por outro. Alemães então perceberam a maneira como Sir Winston Churchill em 1936 expressou-se a respeito da entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial em 1917.
Boicote Sionista Mundial Contra Mercadorias Alemães Cria Crise Interna
O eminente Rabbi Maurice L. Perlman, chefe da Seção Britânica do Congresso Mundial Judaico, declarou a uma audiência canadense, conforme reportado pelo The Toronto Evening Telegram de 26 de fevereiro de 1940, que: "O Congresso Mundial Judaico esteve em guerra com a Alemanha por sete anos. " Senador Wayne Morse de Oregon proferiu um discurso em 20 de dezembro de 1951, conforme reportado no The National Jewish Post of Indianapolis de 28 de dezembro de 1951, em que ele declarou: "Uma das maiores causas para nossa ida à guerra contra Hitler foi a perseguição aos judeus na Alemanha. " Dr. Donald C. Blaisdell, professor de governo no College of the City of New York, publicou um importante documento intitulado American Policy for the near East em uma publicação chamada Issues, publicada em Nova Iorque, o órgão oficial do Conselho Americano para o Judaísmo, em 1959, em que o Dr. Blaisdell declarava: "Nenhuma minoria de origem irlandesa, alemã, polaca, italiana ou grega foi capaz de manipular a política para seu benefício como fizeram os líderes sionistas dos judeus norte-americanos. Nem parece haver quaisquer meios politicamente praticáveis pelos quais o governo americano possa o governo americano instalar as reivindicações de sua importante clientela em perspectiva própria. Como os judeus americanos que são presumidos ser membros da clientela americana de Israel nunca são permitidos esquecer isso, assim ao governo americano, ao Congresso e da mesma forma ao braço Executivo, nunca é permitido livrar-se da pressão, da propaganda e poder proveniente das mesmas fontes sionistas." Esse autor esteve em uma posição desde 1912 para testemunhar o que estava acontecendo por de trás das cenas. Esse autor serviu no Comitê Democrático Nacional na campanha de 1912 que elegeu o Presidente Wilson para seu primeiro mandato. Nenhuma porta foi fechada a esse autor desde então. Esse autor foi conduzido a esse mundo em 1890 pelo Dr. Simon Baruch, o pai do Sr. Bemard M. Baruch. Sr. Bemard Baruch era um bom amigo de sua família e o consultaria muito freqüentemente nessa situação.
Franklin Roosevelt Manipulado pelos Judeus Talmúdicos
Presidente Franklin D. Roosevelt foi um cativo dos talmudistas desde o tempo que ele chegou a Albany como governador do Estado de Nova Iorque. Ele estava por muito tempo endividado com os talmudistas. A história de como o Presidente Roosevelt colocou os Estados Unidos no embaraço crítico que os Estados Unidos encontram-se hoje no Oriente Médio não é uma longa história. É a história de como Presidente Roosevelt colocou os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial: a Alemanha e Polônia concordaram com a fórmula de dar à Alemanha acesso de lado a lado com o corredor de Danzig. Presidente Wilson, em 1919, criou o corredor de Danzig que separou a Alemanha em duas. A fim de manter a Alemanha fraca, em instigação dos talmudistas na Conferência de Paz em Versailles, Presidente Wilson cortou a Alemanha em duas, separada por uma faixa do território alemão garantido à Polônia que a dividia em duas. Cruzando o corredor de Danzig do oeste ao leste da Alemanha, ou vice-versa, era como viajar de um país para outro. As inconveniências, os atrasos e os prejuízos à Alemanha e à Polônia no fim das contas calcularam sua aceitável disposição que eliminou uma maioria de protestos ao corredor de Danzig. Alemanha e Polônia chegaram a uma base que serviria para prevenir a Alemanha de lançar meios para mais ações agressivas. Adolf Hitler era o líder do governo alemão naquela época. Os talmudistas por todo o mundo se opuseram ao ajustamento pacífico entre a Alemanha e a Polônia da situação do corredor de Danzig. Acesso irrestrito de trânsito entre a metade oeste e a metade leste da Alemanha logo faria da Alemanha novamente o país mais poderoso do mundo. Os talmudistas por todo o mundo temiam imaginar. Apesar das dificuldades colocadas no caminho para se alcançar uma solução para o problema do corredor de Danzig, Alemanha e Polônia finalmente concordarem numa fórmula. Preparações estavam sendo feitas para consumar sua compreensão em um tratado. Tanto a Alemanha quanto a Polônia ficaram satisfeitas que a fórmula ajustada servia a ambos os governos. Pouco tempo antes que o acordo com a Alemanha esteve para ser assinado, a Polônia secretamente assinou um tratado com a Grã-Bretanha datado de 25 de agosto de 1939. A Grã-Bretanha acordava que o tratado precipitasse assistência militar à Polônia "com todo o apoio e assistência em seu poder" se a Polônia fosse atacada pela Alemanha. Com essa garantia da Grã-Bretanha, a Polônia rompeu negociações com a Alemanha. A Alemanha não entendeu a razão para a súbita mudança de intenção da Polônia e decidiu prosseguir com os termos do arranjo com a Polônia. Esse foi o início da Segunda Guerra Mundial. A Grã-Bretanha sabidamente ludibriou a Polônia quando ela realmente prometeu assistência militar se a Polônia fosse atacada pela Alemanha. A Grã-Bretanha não poderia vir em assistência à Polônia e a Grã-Bretanha sabia disso quando a oferta de assistência militar foi feita. A Polônia caiu na armadilha britânica e descontinuou negociações com os alemães. A descontinuidade inexplicada da Polônia de negociações com a Alemanha para completar o acordo do corredor de Danzig resultou nas tropas da Alemanha se movendo ao interior do corredor sem um acordo com a Polônia. A Grã-Bretanha sabia exatamente o que tomaria lugar naquele evento, que significaria o começo da Segunda Grande Guerra. O resto é história. Os talmudistas do mundo saudaram uma guerra contra a Alemanha em 1939 para de alguma forma esmagar o governo nazista, conforme os talmudistas do mundo esmagaram a Alemanha na Primeira Guerra Mundial em 1917, colocando os Estados Unidos na guerra na Europa como aliados britânicos. Presidente Roosevelt tentou com dificuldade, em 1939, colocar os Estados Unidos na guerra na Europa para acomodar os talmudistas nos Estados Unidos. A Alemanha aprendeu pela experiência na Primeira Guerra Mundial que a entrada dos Estados Unidos na guerra na Europa em 1939 como aliado britânico poderia se provar igualmente desastrosa para a Alemanha. A Alemanha exercitou extraordinária precaução para não fornecer aos Estados Unidos justificativa sob a lei internacional para lhe declarar guerra. Essa situação apresentou-se ao Presidente Roosevelt com um problema. O Presidente Roosevelt decidiu que se fosse impossível para ele entrar na guerra na Europa através da porta da frente, que ele colocaria os Estados Unidos através da porta de trás. Através da porta de trás, significava através do Japão. O Presidente Roosevelt, enfim, colocou os Estados Unidos na guerra na Europa pela porta de trás, através do Japão.
Secretário de Defesa Stimson Faz Revelação Impressionante Durante a Segunda Guerra Mundial
Alemanha e Japão tinham um tratado sobre o qual quem fosse atacado por uma terceira potência, o país que não foi atacado automaticamente entraria em Guerra com essa terceira potência. Presidente Roosevelt planejou provocar o Japão e assim ele atacaria os Estados Unidos. Em dezembro de 1941, o Japão atacou Pearl Harbor. Os Estados Unidos imediatamente declarou guerra contra o Japão e automaticamente estava em guerra com a Alemanha. O diário pessoal do Hon. Sr. Henry L. Stimson e todos seus documentos estão na Biblioteca da Universidade de Yale. Sr. Stimson a cada dia registrava à mão os importantes eventos em sua vida. Sr. Stimson foi secretário de defesa do Presidente Roosevelt. O diário do Sr. Stimson foi introduzido como evidência na investigação do Senado dos Estados Unidos sobre o ataque pelo Japão a Pearl Harbor sob as fortes objeções dos amigos do Presidente Roosevelt. Sr. Stimson registrou em seu diário em 25 de novembro de 1941, duas semanas antes do ataque do Japão a Pearl Harbor, que em um encontro com o Presidente Roosevelt e seu gabinete naquela manhã na Casa Branca, o presidente contou àqueles presentes que ele desejava estar em guerra contra o Japão, mas que ele "não queria aparentar que os Estados Unidos fez o primeiro disparo".
Conspiradores Sionistas Provocam Incidente em Pearl Harbor
Presidente Roosevelt propositalmente provocou o Japão para que atacasse os Estados Unidos. Presidente Roosevelt avisou o Japão que eles não poderiam comprar mais pedaços de ferro ou petróleo dos Estados Unidos. O Japão estava no meio de uma guerra contra a China. Sem pedaços de ferro e sem petróleo, o Japão estaria incapaz de continuar aquela guerra. O Japão era totalmente dependente dos Estados Unidos tanto para pedaços de ferro quanto para petróleo. O Professor Charles Callan Tansill, professor de história diplomática na Universidade de Georgetown, em Washington, escreveu um trabalho clássico que ele chamou Back Door to War, publicado pela Henry Regnery of Chicago em 1952. Professor Tansill gastou cinco anos depois da guerra nos arquivos confidenciais do Departamento de Estado fazendo pesquisa ali sobre a Segunda Guerra Mundial. O livro do Professor Tansill tem 652 páginas, todas preenchidas com alarmantes fatos autenticados pouco conhecidos para o público durante a guerra. De uma maneira culta detalhada facilmente compreensível, Professor Tansill suplementa fatos que são provas incontroversas mostrando como o Presidente Roosevelt colocou os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial na Europa. O desejo do Presidente Roosevelt de agradar os talmudistas entre seus amigos influenciou seu melhor julgamento. Ele não percebeu que ele era presidente de todo o povo dos Estados Unidos. Presidente Roosevelt percebeu que se ele esperasse apoio político dos talmudistas nos Estados Unidos para continuar, ele deveria encontrar alguma forma para colocar os Estados Unidos dentro da guerra em progresso na Europa contra a Alemanha. Certamente ninguém pode nem mais um pouquinho questionar que essa intromissão dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial foi contribuição do Presidente Roosevelt para embaraço desesperador no qual os Estados Unidos hoje se encontra no Oriente Médio. O Presidente Harry S. Truman fez sua grande contribuição para o embaraço desesperador no qual os Estados Unidos hoje se encontra no Oriente Médio, quando ele reconheceu como um estado soberano uma revolta armada na Palestina por 800,000 estrangeiros armados transplantados para a Palestina em uma conspiração organizada pelos talmudistas por todo o mundo. Presidente Truman em 1946 sofreu de uma obsessão patológica que ele devia ser eleito presidente dos Estados Unidos em 1948 por sua própria conta. Sr. Clarke M. Clifford, Secretário de Guerra sob o Presidente Lyndon B. Johnson, merece uma grande porção de crédito pelo reconhecimento do Estado de Israel em 14 de maio de 1948 pelos Estados Unidos. Sr. Eliahu Epstein, o representante dos Estados Unidos na Jewish Agency em Washington em 1948, contou a história em seu artigo de três páginas no Jewish Chronicle de London, em sua edição de 10º aniversário de junho de 1958, celebrando o décimo aniversário da fundação do Estado de Israel. Sr. Clifford indubitavelmente estava ansioso para ajudar porque o Presidente Truman confiou em seus amigos mais íntimos que ele desejava reconhecer o estado sionista na "primeira hora de seu nascimento", conforme ele disse. O Estado de Israel foi oficialmente "proclamado" em Tel Aviv, à meia noite de 14 de maio de 1948. Presidente Truman reconheceu o nascimento do Estado de Israel onze minutos depois da meia noite. Truman, por último, avisou seu autor que ele não desejava continuar a discussão da questão sionista com ele mais adiante. Ele escreveu a esse autor que ele tinha entregue a questão inteira da Palestina para "o Hon. David Niles." Talmudistas estavam desejando realizar sua parte da barganha com o Presidente Truman, depois que ele reconheceu o Estado de Israel. Ainda que as chances da eleição do Presidente Truman em 1948 fossem de 20 para 1 contra sua eleição, Truman foi vencedor sobre o Governador Dewey, ajudado pelo invisível e invencível rolo compressor político sionista que sempre elege seus candidatos. Truman não somente usou o poder e prestígio dos Estados Unidos para forçar as Nações Unidas a admitir o Estado de Israel como uma nação amante da paz, o regime de uma revolta armada na Palestina por estrangeiros transplantados, mas ele fez bilhões de contribuintes dos Estados Unidos disponibilizarem dólares aos talmudistas para fazer o Estado de Israel poderoso. Quando o dia para votar pela admissão do Estado de Israel chegou, eles eram reduzidos dois votos. O plano era desmoronar. Na emergência, Sr Charles H. Silver engajou o Cardeal Spellman para fazer duas viagens à América do Sul para mudar seus votos nas Nações Unidas contra a admissão do Estado de Israel, em favor da sua admissão nas Nações Unidas como membro. Os jornais pelo mundo, em 11 de junho de 1964, publicaram a "confissão" do Ser. Silver de um "segredo que eu tinha mantido por quinze anos". O "segredo" Cardeal Spellman, de acordo com Sr. Silver, foi que o Cardeal Spellman foi enviado à América do Sul pelo Sr. Silver em nome dos talmudistas em Nova Iorque para "persuadir" os países sul-americanos a mudarem seus votos contra a admissão do Estado de Israel às Nações Unidas, para que votassem pela sua admissão como membro. Esse autor era um amigo íntimo do Cardeal Spellman por vinte e cinco anos. Cardeal Spellman "confessou" a ele, vários anos antes, que ele sentiu que tinha cometido um precado irreparável conspirando com os talmudistas nos Estados Unidos para que o Estado de Israel fosse eleito como membro das Nações Unidas. No meio daquela guerra sangrenta no Oriente Médio em junho de 1967, Cardeal Spellman contou a esse autor quando sozinho consigo mesmo em seu estudo sentiu-se pessoalmente responsável por todas as vidas perdidas na invasão de 1967 da República Árabe Unida e Síria pelo Estado de Israel.
H.J. 117 uma Criação Talmúdica - Eisenhower Caminha Alinhado
A história de como o Presidente Dwight D. Eisenhower deitou os Estados Unidos no embaraço desesperador no qual hoje se encontra no Oriente Médio não é uma história complicada. Talmudistas nos Estados Unidos pressionaram o Presidente Eisenhower a patrocinarem a Resolução Conjunta pelo Congresso H J Res. 117, em 5 de janeiro de 1950, que foi então refinada pelo Congresso ao Comitê de Assuntos Exteriores. Presidente Eisenhower sabia menos a respeito do que ele estava fazendo do que um bebê recém nascido. Foi patético para esse autor testemunhar um grande general sendo figurativamente empurrado por talmudistas inepto para reluzir seus sapatos. Presidente Eisenhower sempre foi amigável a esse autor. Esse autor encontrou Eisenhower quando ele estava sendo considerado pelo Sr. Thomas M. Watson, como um candidato presidencial no destino Democrático. Sr. Watson foi o fundador da International Business Machines Company. Ele contou a esse autor, naquela época, que ele acreditava que o General Eisenhower como um civil faria um grande presidente. Como presidente dos Estados Unidos, General Eisenhower foi fiel a esses patrocinadores talmudistas, cuja amizade ele primeiro cultivou na Europa durante suas atividades políticas na Alemanha, depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Talmudistas prepararam seu socorro depois da Segunda Grande Guerra. Eles sabiam que como presidente dos Estados Unidos, General Eisenhower em suas mãos seria como barro nas mãos do oleiro. Em 1956, parecia que os países do Oriente Médio estavam passando por mudanças em seus governos. A ocupação ilegal sionista da Palestina ainda existia. Populações nos países do Oriente Médio estavam crescendo revoltosas. Os talmudistas reconheceram que algo deveria ser feito para silenciar a efervescência. Presidente Eisenhower então fez um favor aos talmudistas. O Líbano é o coração da atividade política do Oriente Médio. Para cortar a flor da vida, pelas populações nativas aspirando declarar suas independências da dominação dos talmudistas, estes combinaram com Eisenhower de ocupar o Líbano com catorze mil (14,000) soldados e para colocar a Sexta Esquadra no mar. Para torná-la legal, talmudistas passaram no Congresso uma resolução conjunta como a Resolução Tonkin Bay foi feita para legalizar a guerra no Vietnã.
Presidente Eisenhower Concretiza as Exigências Sionistas no Oriente Médio
Presidente Eisenhower ocupou o Líbano com catorze mil (14,000) soldados e estacionou a sexta Esquadra na costa do Líbano. Eisenhower estava avisando às nações do Oriente Médio não para tentar recuperar a Palestina dos sionistas em posse ilegal da mesma. Eisenhower deve ter tido um consórcio dos mais espertos talmudistas nos departamentos de defesa e justiça para preparar a resolução conjunta. A intenção daquela linguagem não clara era ocultar o propósito da resolução conjunta não para explicar seu propósito. O propósito era ter uma resolução conjunta em registro que permitisse ao Presidente Eisenhower usar as forces armadas e marinha dos Estados Unidos para ajudar e ser cúmplice dos bandidos sionistas para agarrarem-se bem a seus despojos roubados sem qualquer necessidade de pedir ao Congresso para declarar guerra. Toda palavra do Presidente Eisenhower expressou-se em defender os escroques na ocupação da Palestina era uma mentira que contribuiu para o embaraço desesperador no qual os Estados Unidos hoje se encontra no Oriente Médio. Talmudistas nos Estados Unidos eram capazes de camuflar sua agressão ilegal no Oriente Médio sob o glamour do registro do Presidente Eisenhower como um grande soldado. A história de como o Presidente John F. Kennedy deitou os Estados Unidos no embaraço desesperador no qual os Estados Unidos hoje se encontra no Oriente Médio é muito agonizante. O futuro do Presidente Kennedy estava incerto depois de digressionar em 25 de agosto de 1960, tendo em vista o modo apropriado e correto de fazer as coisas que ele havia seguido toda sua vida. Presidente Kennedy não poderia escapar às conseqüências de sua traição dos altos princípios para os quais ele apontou para dedicar sua vida. Presidente Kennedy rendeu-se aos encantos dos talmudistas que prometeu colocá-lo na Casa Branca como presidente dos Estados Unidos. Em 23 de agosto de 1960, no gabinete do Senado dos Estados Unidos construído em Washington, Presidente Kennedy, naquela época um senador, deu a esse autor uma cópia do discurso que ele estava para comunicar em Nova Iorque em 25 de agosto de 1960. Na cópia daquele discurso ele expressou entre outras coisas que: "Israel...três semanas atrás, eu disse em uma relato público 'Israel está aqui para ficar...minha profecia é que Israel está aqui para ficar...resistirá e florescerá...uma obrigação especial do Partido Democrata...foi o Presidente Truman quem primeiro reconheceu o novo Estado de Israel e deu-lhe status em assuntos mundiais...posso eu e...minha esperança e meu compromisso para continuar a tradição democrática...se a plataforma democrática é ter qualquer significado...a Casa Branca deve tomar a condução...intervenção americana.. agora não será fácil...Eu proponho que nós tornemos isso cristalino...nós agiremos prontamente e decisivamente...Eu proponho que nós tornemos isso claro...nossa garantia que nós agiremos não importando força e velocidade sejam necessárias..o risco de guerra..." Presidente (Senador) Kennedy estava dando aos talmudistas seu compromisso que, como o presidente dos Estados Unidos ele derramaria aos filhos, maridos e irmãos do cidadão comum dos Estados Unidos para lutar na Palestina sob a bandeira dos Estados Unidos em uma guerra na Palestina para ajudar os escroques a se apossarem dos despojos roubados, para socorrer e auxiliar os bandidos a sustentar a posse de sua pilhagem. Esse autor encontrou o Presidente Kennedy pela primeira vez no escritório do seu pai em 230 Park Avenue, em Nova Iorque, no dia depois que ele foi eleito pela primeira vez como um congressista em novembro de 1946. Esse autor esteve em uma conferência com o Embaixador Joseph Kennedy e o Juiz Landis, um sócio do Embaixador Kennedy. Em seu escritório particular, eles estavam consultando esse autor sobre a situação no Oriente Médio.
Presidente John Kennedy Compromete-se com Sionistas que Ele Agirá em Seu Favor Mesmo em Risco de Guerra
Embaixador Kennedy discutiu o assunto por um breve momento com aqueles presentes. O congressista então pediu permissão para ausentar-se conforme ele estava apanhando um trem para Washington. Esse autor convidou o congressista para almoçar e ele aceitou. Depois de almoçar, o Kennedy perguntou se esse autor não tinha nada mais para fazer do que passear com ele em Washington no trem. Esse autor estava disposto e passeou em Washington com ele. Daquele dia em 23 de novembro de 1946 a 23 de agosto de 1960, esse autor viu o congressista e o Senador, incontáveis vezes em seu escritório em Washington e Nova Iorque. Esse autor estava feliz por esclarecer o Senador Kennedy sobre a questão Palestina. Sem dúvida, já havia algumas pessoas no mundo que estavam melhores informadas sobre esse assunto que o Senador Kennedy. Em catorze dias, esse autor teve a honra de apreciar a confidência do Presidente Kennedy, que ele nunca falhou em expressar sua apreciação para esse interesse do autor em sua carreira. Kennedy também apreciou a amizade que esse demonstrou a seu pai, o Embaixador Kennedy. Embaixador Kennedy foi chantageado pelo Presidente Roosevelt. Roosevelt contou ao Embaixador Kennedy para não escrever o livro que ele planejava escrever. Roosevelt removeu o Embaixador Kennedy como Embaixador para a corte de St. James em Londres para circular o que Neville Chamberlain contou ao Embaixador Kennedy em Londres, em 1938.
O Pai Kennedy Liquidado Politicamente por Franklin Roosevelt por Reportar Conspiração Talmúdica
Embaixador Kennedy relatou em Washington, em 1938, que Neville Chamberlain contou-lhe que os Estados Unidos e os talmudistas por todo o mundo compeliram a Grã-Bretanha à Segunda Guerra Mundial. Chamberlain também contou ao Embaixador Kennedy, em 1938, que a Grã-Bretanha não tinha nada com o que brigar com a Alemanha, que a Grã-Bretanha não deveria se arriscar indo para a guerra contra a Alemanha. Chamberlain queixou-se ao Embaixador Kennedy que o Embaixador dos Estados Unidos na França, William C. Bullit, em 1938 estava encorajando o Presidente Roosevelt que a Alemanha deveria ser "virada pra baixo" por sua atitude voltada à Polônia no assunto do corredor de Danzig. Roosevelt retornou ao Embaixador Kennedy para silenciá-lo. Embaixador Kennedy planejou retornar aos Estados Unidos para escrever um livro contando o que ele sabia, que ele pensava que o cidadão comum dos Estados Unidos deveria ser contado. Roosevelt enviou ao Embaixador Kennedy por conta de seu retorno aos Estados Unidos, para vir vê-lo em Washington. Presidente Roosevelt contou ao Embaixador Kennedy que ele tinha escutado que ele estava planejando escrever um livro que ele lhe pedia o que não fazer. Depois do encontro desagradável do Embaixador Kennedy com o Presidente Roosevelt em Washington, depois de seu retorno a Londres para ousar circular o que Chamberlain havia lhe contado sobre os talmudistas, sua ambição na vida foi no sentido de ver um de seus filhos na Casa Branca como presidente dos Estados Unidos. A história de como o Presidente Lyndon Baines Johnson deitou os Estados Unidos no embaraço desesperador no qual os Estados Unidos hoje se encontra no Oriente Médio não é uma longa história. Ela começa com uma chamada de telefone a esse autor em Nova Iorque do congressista Ed Gosset, em Washington, ir lá imediatamente. Congressista Gosset representou Amarillo, Texas, no Parlamento. Congressista Gosset ficou alarmado no Comitê das Forças Armadas do Senado que um dia antes confirmou a nomeação de Anna M. Rosenberg como Secretária Assistente de Defesa, sem uma audiência pública. A única testemunha que apareceu para testemunhar a aptidão de Anna Rosenberg foi ela mesma. Isso por si estimulava suspeição entre os líderes do país. Congressista Gosset guiou esse autor ao gabinete do Senador Johnson e explicou-lhe a razão para a visita. Senador Johnson era um membro do Comitê das Forças Armadas do Senado que havia confirmado a nomeação de Anna Rosenberg um dia antes. Senador Johnson estava muito interessado em aprender a respeito das associações de Anna Rosenberg com os comunistas. Senador Johnson pediu a esse autor que o ajudasse em investigar o assunto mais além apresentando um comunista que conhecia Anna Rosenberg. Sobre o retorno desse autor a Nova Iorque aquele dia, ele mencionou o pedido do Senador Johnson a esse advogado, Sr. Hallam Richardson. Dentro de poucas horas, Sr. Richardson apresentou Sr. Ralph de Sola, um importante comunista, o chefe da fotografia de documentos de filmes de organizações comunistas nos Estados Unidos. Depois da confirmação de Anna Rosenberg pelo Comitê das Forças Armadas do Senado, uma outra audiência foi incluída para confirmar sua segunda nomeação. Anna Rosenberg testemunhou que ela nasceu na Hungria e veio aos Estados Unidos em 1912, com a idade de onze anos. A segunda audiência lançou alguns fatos interessantes –ela confirmou sua nomeação prolongada por quatro anos. Nesses encontros do autor com o Sen. Johnson, esse autor teve ocasião para discutir a questão da Palestina com ele. Senador Johnson estava muito interessado na questão da Palestina. Esse assunto era de grande interesse ao Comitê das Forças Armadas do Senado. A ocupação da Palestina pelos Sionistas preocupava ao Comitê das Forças Armadas.
Lyndon Johnson Planejou nos Bastidores a Guerra dos Seis Dias
O Senador Johnson era vice-presidente antes que a morte do Presidente Kennedy o elevasse. Ele então se tornou presidente dos Estados Unidos. Como presidente dos Estados Unidos, Johnson estava ciente da possibilidade de conflito armado no Oriente Médio em que os Estados Unidos deveria vir a se envolver. Presidente Johnson compreendeu o poder que os talmudistas exerciam nos Estados Unidos e nas Nações Unidas. Um dos amigos mais íntimos em Washington era o Sr. Abe Fortas, um importante sionista, a quem o Presidente Johnson nomeou para a Suprema Corte. Presidente Johnson sabia que estava violando a letra e o espírito de seu juramento de função como presidente de todo o povo dos Estados Unidos quando ele encheu os encanamentos do Estado de Israel com munições de guerra, pagas com o dinheiro dos contribuintes cristãos nos Estados Unidos. Presidente Johnson não pode alegar ignorância dos fatos. Embora um amigo muito íntimo mútuo, esse autor deixava o Presidente Johnson constantemente informado sobre os desenvolvimentos no Oriente Médio. Presidente Johnson será o primeiro a admitir que ele mentiu aos Estados Unidos sobre o embaraço desesperador no qual os Estados Unidos hoje se encontra no Oriente Médio, se ele der uma olhada nas promessas e predições que ele fez aos talmudistas nos Estados Unidos, enquanto ele ocupava a Casa Branca como presidente dos Estados Unidos. Presidente Johnson agora procura justificar sua generosidade com os contribuintes dos Estados Unidos, referindo-se a um "comprometimento". Presidente Johnson sabe que ele está em erro. O único comprometimento que os contribuintes nos Estados Unidos reconhecem é que o comprometimento do Presidente Johnson em servir aos melhores interesses do cidadão comum dos Estados Unidos. De acordo com os Documentos do Pentágono, ele foi não muito bem sucedido a esse respeito. Presidente Johnson não revela julgamento maduro quando ele desperdiça bilhões dos dólares duramente conseguidos pelos contribuintes para socorrer e auxiliar escroques para tomar posse dos escroques a se apossarem dos despojos roubados. Presidente Johnson se sentiria diferente se a União Soviética financiasse uma invasão ao Texas pelos Mexicanos que expulsaram os texanos de suas casas com somente camisas em suas costas, para sobreviver em campos de refugiados nos desertos do Arizona e Novo México com seis centos por dia de comida fornecida pelas Nações Unidas. Os mexicanos têm uma reivindicação mais legítima ao território chamado Texas hoje do que os talmudistas do leste europeu já tiveram sobre a Palestina. Qual teria sido a atitude do Presidente Johnson se a União Soviética contribuísse com trinta e dois bilhões de dólares ($32,000,000,000.00) para entrincheirar esses mexicanos invasores no Texas, e depois os suprirem com ferramentas militares sofisticadas para ameaçar aos outros quarenta e nove outros estados dos Estados Unidos se eles interferissem com a posse ilegal do Texas pelos invasores mexicanos em ocupação ilegal do Texas, sem terem pagado um cento pelos proprietários de terras de acordo com a lei, por um pé quadrado do Texas. A história de como o Presidente Nixon deitou os Estados Unidos no embaraço desesperador no qual hoje se encontra é de grande interesse para o cidadão comum dos Estados Unidos toda vez que o Presidente Nixon garante aos sionistas, em ocupação ilegal da Palestina, um outro aporte de quinhentos milhões de dólares ($500,000,000.00) dos contribuintes dos Estados Unidos. Presidente Nixon está servindo a dois mestres? Presidente Nixon está como culpado como os outros seis mestres do engano que deitaram os Estados Unidos no embaraço desesperador no qual os Estados Unidos hoje se encontra no Oriente Médio. Nixon é tanto um eminente advogado quanto Presidente dos Estados Unidos. Presidente Nixon não pode produzir qualquer evidência de um “comprometimento” legítimo para alguém apoiar o uso generoso do Presidente Nixon do dinheiro dos contribuintes dos Estados Unidos para financiara a permanente posse pelos bandidos de sua pilhagem. Presidente Nixon quer dizer o "comprometimento" por líderes políticos aos talmudistas nos Estados Unidos, que controlam a informação da mídia de massa? Presidente Nixon menospreza a si mesmo, bem como a Administração dos Estados Unidos para quem ele fala sobre um "comprometimento" dos Estados Unidos para subscrever a posse perpétua do roubo ilegal e imoral da Palestina pelos talmudistas. A generosidade do Presidente Nixon atingiu a proporções epidêmicas. Cada quinhentos milhões de dólares ($500,000,000.00) adicionais dos contribuintes dos Estados Unidos, ele doa ao assim-chamado Estado de Israel. Esses sete mestres do engano ridicularizam os princípios elementares e corretos sob os quais os Estados Unidos foram fundados quando eles jogam os bilhões de dólares duramente obtidos pelos contribuintes dos Estados Unidos aos criminosos na posse de seus despojos roubados. Eles não têm vergonha ou consciência? Quando houve recentemente as guerras civis no Congo, em Nagana, no Paquistão e em outros países nesse século, os Estados Unidos "reconheceram" as populações como populações nativas independentes que planejavam afastar-se e formar seus estados soberanos independentes? Então por quê reconhecem invasores estrangeiros transplantados, financiados pelos talmudistas? Se esses sete mestres do engano refletirem sobre a nobre atitude que os Estados Unidos deveriam exibir, eles não comerciariam com bandidos, assassinos e canalhas, como eles estão fazendo com os rufiões do Estado de lsrael. Os Estados Unidos recusaram-se a "reconhecer" a independência de Katanga, de Biafra, do Leste do Paquistão, de Quebec e de toda a Irlanda, mas eles corrreram para “reconhecer” os rufiões de uma revolta armada na Palestina através de estrangeiros transplantados como um estado soberano legítimo. Qual será a próxima?
Mãos Ocultas Talmúdicas Controlam os Votos dos EUA nas Nações Unidas
Os cento e vinte e cinco outros membros das Nações Unidas sabem que os Estados Unidos estavam tão dobrados quanto um parafuso de cortiça para reconhecer o assim-chamado Estado de Israel como um legal representante de governo da população nativa. As outras nações do mundo todas sabem por essa época que os talmudistas elegem os presidentes dos Estados Unidos e os membros do Congresso. Se esses talmudistas nos Estados Unidos fossem pobres, eles não poderiam eleger nem um síndico nos Estados Unidos. Quão estragado pode o sistema politico nos Estados Unidos chegar antes de desmaiar no colo de uma nação mais honrada como um pedaço podre de frutas que caem de uma árvore?
Conspiração de Rothschild Realizada
O assim-chamado Estado de Israel é claro no sentido que os Estados Unidos devam em vetar qualquer resolução introduzida no Conselho de Segurança pra expulsar o assim-chamado Estado de Israel. Conseqüentemente, esse assim-chamado Estado de Israel sinta-se arrogante sem se preocupar do que eles façam. Os talmudistas controlam a delegação dos Estados Unidos. Ninguém senão um tolo ou ignorante duvida disso hoje. Os talmudistas sempre instruem os delegados dos Estados Unidos como votar no Conselho de Segurança. Se uma resolução é sempre introduzida para expulsar o assim-chamado Estado de Israel, os Estados Unidos devem vetar a resolução. O cidadão comum dos Estados Unidos merece saber a verdade a respeito da crise do Oriente Médio. Eles pagarão com suas vidas, a menos que eles logo adquiram uma melhor compreensão sobre o porquê da crise do Oriente Médio. Os Estados Unidos acha conveniente culpar tudo que acontece de errado em qualquer lugar no mundo como o comunismo. O comunismo fornece um conveniente bode expiatório para os políticos. O arqui-inimigo por trás das dificuldades do mundo são os Rothschilds. Por enquanto, esse autor somente tratará dos interesses dos Rothschilds na matéria desse artigo, o embaraço desesperador do Oriente Médio no mundo. Esse autor pode falar com confidência sobre esse assunto conforme seu conhecimento foi obtido em primeira mão dos membros da dinastia Rothschild em Londres, Nova Iorque e em outros lugares. P tamanho da riqueza dos Rothschild não pode ser estimado com qualquer grau de certeza. Uma suposição conservadora do valor total das fortunas dos Rothschild seria bilhões de dólares, se essa quantia possa ser imaginada. O importante é que a maior porção dessa riqueza está no Extremo Oriente. O interesse dos Rothschild na Europa, e no Hemisfério Ocidental, é tremendo. Porém, em comparação a sua riqueza no Extremo Oriente, é significante. Uma única coisa mais vital no mundo à dinastia Rothschild é o acesso ao Extremo Oriente. Acesso ao Extremo Oriente, através do Mediterrâneo é sabido ser o único meio de contato da Grã-Bretanha. A dinastia Rothschild mergulhou a Grã-Bretanha em muitas guerras somente para preservar seu único meio de contato com o Extremo Oriente. A História conta essa história. O Canal de Suez não foi construído pelos Rothschilds. Eles fizeram seu mais longínquo para prevenir sua construção. O Canal de Suez foi construído por franceses, de Lesseps, e os Khedive do Egito. Os Rothschilds recusaram-se a investir um cento de seu dinheiro na companhia que obteve a concessão para construir o Canal de Suez. O Canal de Suez foi completado em 1869. Ele, desde o início, provou-se um grande sucesso. Os Rothschilds fraudaram uns quarenta por cento (40%) do interesse na Companhia do Canal de Suez dos Khedive do Egito. Eles acharam uns quarenta por cento (40%) do interesse insuficiente para seu propósito como o valor do Canal de Suez havia sido demonstrado depois que esteve em uso dois anos. Os Rothschilds decidiram que eles deviam controlar seu meio de contato para sua fortuna no Extremo Oriente. Sem justificação ou provocação ou qualquer descrição, os Rothschilds haviam ocupado Egito exatamente conforme um poder derrotado é ocupado pelo vitorioso. O britânico dirigiu as escolas, os bancos, as estradas, as cortes, e o Egito cessou de ser Egito, exceto no nome. Naturalmente, o Canal de Suez sob completo controle da Grã-Bretanha. A concessão original para o Canal de Suez foi por noventa e nove anos. O mais importante é o que o Canal de Suez se tornou para os Rothschilds, os Rothschilds preocupavam-se com o que estava pra acontecer quando o nonagésimo nono ano de concessão para o Canal de Suez expirasse em 1969 e revertesse ao Egito como concessão. A Grã-Bretanha gastou grandes fortunas e derramou muito sangue em muitas guerras para manter ininterrupta e despreocupada a posse do Canal de Suez. Os Rothschilds sabiam que o Egito ficaria livre para garantir uma nova concessão para o Canal de Suez para um poder não simpático à Grã-Bretanha, como a França, Alemanha ou a Rússia, quando a concessão expirasse. Os Rothschilds temiam as conseqüências se o Canal de Suez caísse nas mãos de um pode não simpático e a Grã-Bretanha tivesse muitos poderes em mente que pudessem fazer bom uso político do Canal de Suez também contra o Império Britânico.
A Fortuna dos Rothschild Arriscou-se ao Colapso Sem o Controle do Oriente Médio Sob Supervisão Sionista
A fortuna da dinastia Rothschild e a autoridade da Grã-Bretanha diminuiriam no Extremo Oriente se a Grã-Bretanha não mais controlasse o Canal de Suez. Olhando adiante, os Rothschilds planejaram seu futuro sem o Canal de Suez. A Primeira Guerra Mundial terminou em 1918, e os Rothschilds tinham seu plano pronto. Seu plano era muito simples. Sob o acordo de Londres de outubro de 1916, a Grã-Bretanha planejou trocar a Palestina com os sionistas depois da guerra. Os talmudistas do leste europeu não tinham dinheiro. Sem dinheiro a Palestina era uma dor de cabeça aos sionistas. Os Rothschilds em Londres prometeram assistência financeira ilimitada aos sionistas, com a qual desenvolveriam a Palestina, mas com uma condição –que tão logo que a Palestina fosse trocada com os sionistas, eles solicitariam admissão ao Império Britânico como um membro. Os Rothschilds planejavam construir um canal na Palestina de Ashkelon, no Mediterrâneo, a Aqaba, no Golfo de Aqaba. Eles planejavam construir um moderno canal de ferro e concreto com duas rotas para navios. O canal seria em território britânico em perpetuidade, gozando das vantagens de defesa pela Grã-Bretanha, se precisassem, e reconhecimento internacional como um membro do Império Britânico. A Grã-Bretanha ocupou a Palestina de 1921 à 1948 como Mandatário da Liga das Nações. Durante aquele período, o Império Britânico desmoronou. Na época em que os sionistas estabeleceram um estado sionista na Palestina, o Império Britânico tinha desmoronado e não mais existia. A Palestina sob os sionistas não podia requerer admissão ao Império Britânico. Não havia I Império Britânico. Quando os Rothschilds perceberam o que estava acontecendo, eles foram compelidos a alterar seus planos. Os Rothschilds estavam determinados que a Grã-Bretanha deveria trocar a Palestina com os sionistas por um estado soberano sionista. A idéia das Nações Unidas era então uma realidade e os Rothschilds planejaram obter a soberania sionista através das Nações Unidas. As Nações Unidas forneceriam a Palestina com as mesmas vantagens que o Impérito Britânico teria fornecido em outro tempo. Se o Estado soberano sionista pudesse ser admitido nas Nações Unidas, o futuro da Palestina estaria assegurado. Os Rothschilds não sabiam o que fazer. Então, em outubro de 1916, a Organização Sionista Mundial entrou em cena. Quando a Grã-Bretanha estava considerando se render à Alemanha, a Organização Sionista Mundial e o Gabinete de Guerra Britânico celebraram o acordo de Londres de outubro de 1916. A dinastia Rothschild ficou atônita quando, em 6 de abril de 1917, os Estados Unidos declararam guerra contra a Alemanha. Por volta de julho de 1917, parecia que a Alemanha seria derrotada depois da entrada dos Estados Unidos na guerra. A dinastia Rothschild buscou o Sr. Chaim Weizmann e cultivou sua amizade. Os Rothschilds perceberam que a Organização Sionista Mundial deveria ser reconhecida. Os Rothschilds compraram um casacão do Príncipe Albert e um chapéu para Chaim Weizmann e o manejaram como se ele já fosse o chefe de governo da Palestina, que no final das contas se tornou. Os Rothschilds renovaram seu interesse no plano para financiar o movimento sionista na Palestina, em troca da concessão para construir seu moderno canal cruzando a Palestina em competição com o Canal de Suez. A Grã-Bretanha estava certa em derrotar a Alemanha. A Grã-Bretanha concordou em trocar a Palestina com os talmudistas do mundo por colocarem os Estados Unidos na guerra como aliados da Grã-Bretanha. O único vínculo faltando agora era a existência na Palestina de um estado independente soberano sionista. Os Rothschilds financiaram a transferência de 600,000 talmudistas do Leste Europeu para a Palestina e organizaram para remover os últimos 200,000 soldados britânicos do General Allenby da Palestina.
Em colaboração com o Presidente Truman nos Estados Unidos, os 600,000 estrangeiros talmudistas armados transplantados em 18 de maior de 1948, começaram sua expulsão da Palestina da população de 1,350,000 cristãos e muçulmanos desarmados e indefesos, e, ao mesmo tempo, declararam pela sua revolta armada o Estado de Israel. Os Rothschilds agora ficaram satisfeitos. O único negócio não concluído era forçar as nações do Oriente Médio a reconhecerem o Estado de Israel. Os Rothschilds começaram seu estágio final construindo o presente oleoduto de Ashkelon, no Mediterrâneo, à Aqaba, ao longo da rota de seu futuro, há muito planejado, canal de ferro e concreto de duas rotas. A situação no Oriente Médio é o resultado dos esforços dos Rothschild para assegurar permanente acesso ao Extremo Oriente. Essa tolice de "repatriação" de "povo escolhido por Deus" à "sua terra prometida" havia sido revelada a maior farsa já perpetrada sobre a humanidade. O único propósito dos Rothschilds era assegurar permanente e seguro acesso a seus vastos recursos naturais no Extremo Oriente. Esse autor teve a paciência e o tempo para informar aos sete presidentes dos Estados Unidos sobre a razão fundamental para a agressão do Oriente Médio pelos talmudistas de todo o mundo. Esses sete mestres do engano foram todos informados por esse autor sobre a razão para a agressão na Palestina. Esse autor gastou uma pequena fortuna apresentando membros do Congresso e líderes políticos e industriais nos Estados Unidos, com todos esses fatos, suprindo-os com reproduções de evidência documental para sustentar todos os relatos feitos por esse autor. Estes gritam ao céu que esse país e o mundo haviam sido postos às expensas de bilhões de dólares para ver os Rothschilds terem seguro e permanente acesso a sua ilimitada riqueza no Extremo Oriente. Se os talmudistas do mundo dizem que eles estão desejando ver uma outra guerra mundial ser travada para estabelecer o "povo escolhido por Deus" em "sua terra prometida" para dominar o mundo desde a Palestina, então é hora de contar ao cidadão comum dos Estados Unidos que toda a excitação é a esse respeito. Essa publicação deve ser trazida à luz para o cidadão comum dos Estados Unidos ver por qual motivo eles são esperados morrer, em uma guerra desnecessária com um sorriso em seu rosto.
Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Saturday, March 03, 2007
Saturday, January 13, 2007
Governança Mundial
por Helio de Araujo Evangelista,
professor de Geografia na Universidade Federal Fluminense
Fonte: http://www.feth.ggf.br/Opiniao1.htm
Texto 1
Vivemos uma época demarcada pela profusão de eventos, acontecimentos, circunstâncias que apresentam uma grande velocidade; e tal dinâmica está permeada por uma avalanche de ideários relativos a modos de vida, sensos comuns, costumes, etc.
Porém, tal processo hodierno não deixa de gestar um gradativo processo político em direção à Governança Mundial. Tal Governança já teria atingido uma rede regular de relações comerciais e econômicas entre os mais importantes países e empresas do globo terrestre; faltando, no entanto, uma dimensão política-institucion al para este governo.
Esta Governança há de ter uma feição institucional, uma sede, uma representação legítima, para, enfim, acelerar o processo da globalização, que ora assistimos. No entanto, este objetivo não é tão fácil de ser alcançado, pois o próprio inclui uma transformação cultural global a ponto de se ter uma legitimidade política para tal estabelecimento.
Assim, pela primeira vez na história humana há condições de se estabelecer um governo envolvendo todo o planeta, e a cultura, enquanto referência para se estabelecer as metas desta macro sociedade, desempenha um papel nevrálgico.
Texto 2
Tal transformação cultural, por sua vez, passa por uma superação de costumes, valores e ideologias de modo que as bases de uma legislação comum possam ser compartilhadas por diferentes povos.
Na consecução desta renovação axiológica, por sua vez, encontra-se o papel da mídia.
O recurso de combinar imagem e som com fatos do cotidiano tem o efeito de tornar a TV o canal mais privilegiado de comunicação, exigindo o menor esforço possível por parte das pessoas. Logo, os agrupamentos humanos, mesmo com grande interação com o entorno, dado o efeito da mídia, têm sua motivações discursivas, nas conversas habituais, sugeridas pelo meio de comunicação, é como se o encontro humano estivesse conduzido por parâmetros vindos por imagens, notícias, etc. promovidos pela televisão.
Esta linguagem pavimentaria não só visões homogêneas de vida, mas, também, a receptividade às normas comuns, legais ou não, de controle da sociedade. Logo, o arrebanhamento que configure a finalização das particularidades, regionalidades, e aspectos locais, etc. podem ser vistos como condição sine qua non para se viabilizar novas formas, abrangentes, de controle social.
No entanto, é interessante notar que esta expansão do controle social é bem recebida, pois aparenta ter a forma de liberdade de expressão; é visto como um processo que visa melhorar a vida dos cidadãos, melhorar o seu grau de trocas, contatos, informações, etc.
Mas, o que ocorre, de fato, é que por trás disto temos o controle da informação, a rigidez das trocas, e o enrijecimento dos contatos. Pois todo o aparato se dá numa forma tão tecnificada, e cara, que só a alguns é possível o usufruto e o assenhoramento dos equipamentos que permitem um direto acesso a formação da opinião pública.
Texto 3
Nossa cultura é marcada pela imagem, não é marcada pelo raciocínio ou lógica expressa por um parágrafo, mas por algo que marque, se destaque pela excepcionalidade em termos de imagem.
Para analisar este enfoque sobre os meios de comunicação, tendo em vista a transformação cultural, entendemos ser necessário ressaltar o desvendamento do corpo humano sobre o qual é enfatizado o seu sentido estético e erótico.
Cabe aqui indagar, se este processo de formatação do Governo Mundial não teria na questão sexual um elemento de ponta na veiculação das mensagens da mídia que corroborariam na homogeneização dos valores culturais. A sensualidade ganharia campo como um elemento a forjar novos padrões culturais, uma maior licensiodade frente aos ditames morais e religiosos.
A universalidade inerente ao sexo propicia um tipo de mensagem que atinge a todos aqueles vinculados pelos meios de comunicação. Além disso, o próprio tem uma vasta capilaridade na nossa psique, psicologia, moral, costume e ética. Deste modo, a roupagem sexual nos programas, mensagens, anúncios, viabiliza uma abrangência da mensagem, assim como uma rapidez de resposta.
A disseminação dos conteúdos sexuais tem o poder de configurar, gradativamente, por imagens e clichês, certos signos referentes a relações de poder, relações de auto-identificação e de afetividade junto à sociedade.
O conteúdo erótico passa a ser tão generalizado que as formas de sua veiculação adquirem novos aspecto. Se, por exemplo, Toulouse-Lautrec representava em seus quadros a vida boêmia da velha Paris do séc. XIX, quando o Moulin Rouge era uma das grandes vitrines da sensualidade, chegando, não raro, a ser vilipendiado e combatido; hoje, casas deste gênero perdem expressão enquanto principais capitaneadores do processo de exposição do corpo.
Parece-nos útil, afinal, considerarmos que correlato a esta cirurgia do campo relacional sexual, gesta um processo político, de ampla escala, que visa o monitoramento das relações sociais sem que isto signifique uma perda significativa na mobilidade e produtividade humana.
Ao invés das pessoas estarem mais próximas, estão mais separadas. Pois os diversos contatos, olhares, conversas, não são suficientes para torná-las seguras quanto ao seu entorno; pelo contrário, dado a avalanche de aspectos, acontecimentos, fatos novos, etc. a pessoa cultiva como perspectiva a apatia, como aspecto a acompanhar o seu horizonte de vida, esta atua até mesmo como uma forma de proteção da própria pessoa. Logo, são contatos sem encontros.
Texto 4
O processo de governança mundial exige um duplo encaminhamento, a saber: a) de um lado, tornar a pessoa isolada, sem a possibilidade de auto-identificaçã o, a menos que isto ocorra “à luz da mídia” ; b) de outro lado, proporcionar uma grande rapidez de contatos entre pessoas (= através dos diferentes aparelhos de comunicação) a ponto de gerar uma certa “anestesia social”, ou seja, inculcar a dimensão de agrupamentos (uma aldeia global), sem uma identificação mútua, sem condições de um auto-reconhecimento .
Cabe notar, no entanto, que este novo estilo de controle social adquire vulto recentemente. Se, no passado, sempre ocorreram tentativas expressas de se controlar a opinião para viabilizar relações de poder, este controle, no entanto, não era de todo suficiente, havia de vir correlato à força. Atualmente, o ato de forjar a opinião pública, via mídia, é mais impactante, e menos necessário de expedientes físicos (policial/militar) no controle.
Texto 5
Provavelmente, a visão mais enfática que podemos ter sobre a dimensão que a questão sexual assume em nossos dias vem a ser dada pela expansão da AIDS.
No Brasil, num espaço de vinte anos, já foram diagnosticados, oficialmente, mais de duzentos mil casos, sendo que há dez anos atrás não tínhamos trinta mil casos, e há vinte anos atrás mal chagávamos a mil casos (dados obtidos junto ao ministério da Saúde); pois bem, mesmo diante deste fato dramático, não há qualquer política que venha minorar o efeito que a mídia possa ter neste processo! Não parece ser adequado desconhecer o poder das imagens no endosso da ambiência sexista que se verifica hoje. Ou seja, o poder da mídia, na sua desenfreada busca por audiência, atropela qualquer noção ética quanto aos efeitos que seus programas possam ter sobre as pessoas.
Outro aspecto que chama a atenção sobre a dimensão que a questão sexual assume nos dias de hoje, embora ainda não tenha grande expressão no Brasil, vem a ser aquele representado pelo movimento Orgulho Gay. Reparem que se trata de um movimento que envolve milhares de pessoas cuja pauta de reivindicação não está calcada em luta contra fome, exploração dos países pobres, etc., mas sim em ter uma opção sexual distinta. É transformar algo de índole particular, afinal o homossexualismo não é de hoje, num instrumento de alteração do comportamento cultural das pessoas até atingir a base jurídica que organiza estas mesmas pessoas. É tornar algo, o sexo, como elemento norteador de como se organiza a sociedade, à revelia de tradições, costumes, e aspectos religiosos.
Mas, qual o problema em termos uma acentuada ambiência sexista ? Por que não adotarmos o homossexualismo? ...
O problema está exatamente nesta argüição, ou seja, tudo deve ser considerado válido? Não havendo referências?
O problema é que a morte nos encerra num desafio que exige de nós uma resposta maior que esta: tanto faz, como tanto fez.
Diante do dilema da morte, cabe o resgate do significado que o corpo possa ter para nossas vidas; este tanto pode vir a transmitir a vida, como ser meio para comunicar afeição.
Texto 6
A afeição na relação sexual pressupõe a procriação embora tal pressuposto não possa ser considerado como a razão exclusiva da relação. A afeição na relação pressupõe a disposição de que o ato se prolongue, que tenha desdobramentos, não fique restrito a um momento; neste sentido, a procriação é, por excelência, a melhor expressão das conseqüências de uma relação afetiva/sexual.
Porém, no nosso tempo, a procriação é, não raro, concebida como meio para substituição de estoque, ou seja, para um casal convém ter um par de filhos, se possível um outro casal. E, não raro, tal raciocínio não decorre da ausência de meios materiais para ter mais filhos, mas sim em função de um modelo de vida no qual filho é entendido como despesa inútil. Não raro, a possibilidade de se contar com uma casa de veraneio e/ou ter a possibilidade de se viajar regularmente passa a ser mais valorizado do que ter mais filhos do que o indicado para substituição de estoque.
Reforça-se o modo de vida no qual a realização pessoal passa por aquilo que se possa ser demonstrada. Há um esforço de serem notadas, as pessoas procuram a notabilidade, seja esta alcançada pelo carro, casa, manchete, etc. Não deixa de ocorrer um certo narcisismo, pelo qual a sua imagem é que figura em primeiro lugar em termos de preocupação. Há uma certa inversão, no qual os bens e a própria fama em vez de serem meios passam a ser fim, promovendo o sentido de vida de várias pessoas.
Por este modo de vida, o filho não é visto como uma realização afetiva. Cada filho que chega não é tido como um abraço a mais, um sorriso a mais, uma vida a mais! Naturalmente que não estamos aqui advogando a tese de se estabelecer uma verdadeira zootecnia, pela qual a função da mulher seria a de gerar filhos anualmente; mas, destacar que o empobrecimento afetivo do nosso modo de vida que nos regula faz com que algo tão natural, o ato de procriar, seja tido como um verdadeiro absurdo, quando ultrapassa o que foi programado para substituição do estoque! Havendo com isto um notório processo de “infelicitamento” generalizado, pois há anseios que os breves momentos de prazer de uma viagem, ou os tijolos de uma grande, ou ainda os ferros fundidos do motor do carro do último modelo não são satisfeitos, a não ser através do outro (que nos compreenda e que nos queira)!
professor de Geografia na Universidade Federal Fluminense
Fonte: http://www.feth.ggf.br/Opiniao1.htm
Texto 1
Vivemos uma época demarcada pela profusão de eventos, acontecimentos, circunstâncias que apresentam uma grande velocidade; e tal dinâmica está permeada por uma avalanche de ideários relativos a modos de vida, sensos comuns, costumes, etc.
Porém, tal processo hodierno não deixa de gestar um gradativo processo político em direção à Governança Mundial. Tal Governança já teria atingido uma rede regular de relações comerciais e econômicas entre os mais importantes países e empresas do globo terrestre; faltando, no entanto, uma dimensão política-institucion al para este governo.
Esta Governança há de ter uma feição institucional, uma sede, uma representação legítima, para, enfim, acelerar o processo da globalização, que ora assistimos. No entanto, este objetivo não é tão fácil de ser alcançado, pois o próprio inclui uma transformação cultural global a ponto de se ter uma legitimidade política para tal estabelecimento.
Assim, pela primeira vez na história humana há condições de se estabelecer um governo envolvendo todo o planeta, e a cultura, enquanto referência para se estabelecer as metas desta macro sociedade, desempenha um papel nevrálgico.
Texto 2
Tal transformação cultural, por sua vez, passa por uma superação de costumes, valores e ideologias de modo que as bases de uma legislação comum possam ser compartilhadas por diferentes povos.
Na consecução desta renovação axiológica, por sua vez, encontra-se o papel da mídia.
O recurso de combinar imagem e som com fatos do cotidiano tem o efeito de tornar a TV o canal mais privilegiado de comunicação, exigindo o menor esforço possível por parte das pessoas. Logo, os agrupamentos humanos, mesmo com grande interação com o entorno, dado o efeito da mídia, têm sua motivações discursivas, nas conversas habituais, sugeridas pelo meio de comunicação, é como se o encontro humano estivesse conduzido por parâmetros vindos por imagens, notícias, etc. promovidos pela televisão.
Esta linguagem pavimentaria não só visões homogêneas de vida, mas, também, a receptividade às normas comuns, legais ou não, de controle da sociedade. Logo, o arrebanhamento que configure a finalização das particularidades, regionalidades, e aspectos locais, etc. podem ser vistos como condição sine qua non para se viabilizar novas formas, abrangentes, de controle social.
No entanto, é interessante notar que esta expansão do controle social é bem recebida, pois aparenta ter a forma de liberdade de expressão; é visto como um processo que visa melhorar a vida dos cidadãos, melhorar o seu grau de trocas, contatos, informações, etc.
Mas, o que ocorre, de fato, é que por trás disto temos o controle da informação, a rigidez das trocas, e o enrijecimento dos contatos. Pois todo o aparato se dá numa forma tão tecnificada, e cara, que só a alguns é possível o usufruto e o assenhoramento dos equipamentos que permitem um direto acesso a formação da opinião pública.
Texto 3
Nossa cultura é marcada pela imagem, não é marcada pelo raciocínio ou lógica expressa por um parágrafo, mas por algo que marque, se destaque pela excepcionalidade em termos de imagem.
Para analisar este enfoque sobre os meios de comunicação, tendo em vista a transformação cultural, entendemos ser necessário ressaltar o desvendamento do corpo humano sobre o qual é enfatizado o seu sentido estético e erótico.
Cabe aqui indagar, se este processo de formatação do Governo Mundial não teria na questão sexual um elemento de ponta na veiculação das mensagens da mídia que corroborariam na homogeneização dos valores culturais. A sensualidade ganharia campo como um elemento a forjar novos padrões culturais, uma maior licensiodade frente aos ditames morais e religiosos.
A universalidade inerente ao sexo propicia um tipo de mensagem que atinge a todos aqueles vinculados pelos meios de comunicação. Além disso, o próprio tem uma vasta capilaridade na nossa psique, psicologia, moral, costume e ética. Deste modo, a roupagem sexual nos programas, mensagens, anúncios, viabiliza uma abrangência da mensagem, assim como uma rapidez de resposta.
A disseminação dos conteúdos sexuais tem o poder de configurar, gradativamente, por imagens e clichês, certos signos referentes a relações de poder, relações de auto-identificação e de afetividade junto à sociedade.
O conteúdo erótico passa a ser tão generalizado que as formas de sua veiculação adquirem novos aspecto. Se, por exemplo, Toulouse-Lautrec representava em seus quadros a vida boêmia da velha Paris do séc. XIX, quando o Moulin Rouge era uma das grandes vitrines da sensualidade, chegando, não raro, a ser vilipendiado e combatido; hoje, casas deste gênero perdem expressão enquanto principais capitaneadores do processo de exposição do corpo.
Parece-nos útil, afinal, considerarmos que correlato a esta cirurgia do campo relacional sexual, gesta um processo político, de ampla escala, que visa o monitoramento das relações sociais sem que isto signifique uma perda significativa na mobilidade e produtividade humana.
Ao invés das pessoas estarem mais próximas, estão mais separadas. Pois os diversos contatos, olhares, conversas, não são suficientes para torná-las seguras quanto ao seu entorno; pelo contrário, dado a avalanche de aspectos, acontecimentos, fatos novos, etc. a pessoa cultiva como perspectiva a apatia, como aspecto a acompanhar o seu horizonte de vida, esta atua até mesmo como uma forma de proteção da própria pessoa. Logo, são contatos sem encontros.
Texto 4
O processo de governança mundial exige um duplo encaminhamento, a saber: a) de um lado, tornar a pessoa isolada, sem a possibilidade de auto-identificaçã o, a menos que isto ocorra “à luz da mídia” ; b) de outro lado, proporcionar uma grande rapidez de contatos entre pessoas (= através dos diferentes aparelhos de comunicação) a ponto de gerar uma certa “anestesia social”, ou seja, inculcar a dimensão de agrupamentos (uma aldeia global), sem uma identificação mútua, sem condições de um auto-reconhecimento .
Cabe notar, no entanto, que este novo estilo de controle social adquire vulto recentemente. Se, no passado, sempre ocorreram tentativas expressas de se controlar a opinião para viabilizar relações de poder, este controle, no entanto, não era de todo suficiente, havia de vir correlato à força. Atualmente, o ato de forjar a opinião pública, via mídia, é mais impactante, e menos necessário de expedientes físicos (policial/militar) no controle.
Texto 5
Provavelmente, a visão mais enfática que podemos ter sobre a dimensão que a questão sexual assume em nossos dias vem a ser dada pela expansão da AIDS.
No Brasil, num espaço de vinte anos, já foram diagnosticados, oficialmente, mais de duzentos mil casos, sendo que há dez anos atrás não tínhamos trinta mil casos, e há vinte anos atrás mal chagávamos a mil casos (dados obtidos junto ao ministério da Saúde); pois bem, mesmo diante deste fato dramático, não há qualquer política que venha minorar o efeito que a mídia possa ter neste processo! Não parece ser adequado desconhecer o poder das imagens no endosso da ambiência sexista que se verifica hoje. Ou seja, o poder da mídia, na sua desenfreada busca por audiência, atropela qualquer noção ética quanto aos efeitos que seus programas possam ter sobre as pessoas.
Outro aspecto que chama a atenção sobre a dimensão que a questão sexual assume nos dias de hoje, embora ainda não tenha grande expressão no Brasil, vem a ser aquele representado pelo movimento Orgulho Gay. Reparem que se trata de um movimento que envolve milhares de pessoas cuja pauta de reivindicação não está calcada em luta contra fome, exploração dos países pobres, etc., mas sim em ter uma opção sexual distinta. É transformar algo de índole particular, afinal o homossexualismo não é de hoje, num instrumento de alteração do comportamento cultural das pessoas até atingir a base jurídica que organiza estas mesmas pessoas. É tornar algo, o sexo, como elemento norteador de como se organiza a sociedade, à revelia de tradições, costumes, e aspectos religiosos.
Mas, qual o problema em termos uma acentuada ambiência sexista ? Por que não adotarmos o homossexualismo? ...
O problema está exatamente nesta argüição, ou seja, tudo deve ser considerado válido? Não havendo referências?
O problema é que a morte nos encerra num desafio que exige de nós uma resposta maior que esta: tanto faz, como tanto fez.
Diante do dilema da morte, cabe o resgate do significado que o corpo possa ter para nossas vidas; este tanto pode vir a transmitir a vida, como ser meio para comunicar afeição.
Texto 6
A afeição na relação sexual pressupõe a procriação embora tal pressuposto não possa ser considerado como a razão exclusiva da relação. A afeição na relação pressupõe a disposição de que o ato se prolongue, que tenha desdobramentos, não fique restrito a um momento; neste sentido, a procriação é, por excelência, a melhor expressão das conseqüências de uma relação afetiva/sexual.
Porém, no nosso tempo, a procriação é, não raro, concebida como meio para substituição de estoque, ou seja, para um casal convém ter um par de filhos, se possível um outro casal. E, não raro, tal raciocínio não decorre da ausência de meios materiais para ter mais filhos, mas sim em função de um modelo de vida no qual filho é entendido como despesa inútil. Não raro, a possibilidade de se contar com uma casa de veraneio e/ou ter a possibilidade de se viajar regularmente passa a ser mais valorizado do que ter mais filhos do que o indicado para substituição de estoque.
Reforça-se o modo de vida no qual a realização pessoal passa por aquilo que se possa ser demonstrada. Há um esforço de serem notadas, as pessoas procuram a notabilidade, seja esta alcançada pelo carro, casa, manchete, etc. Não deixa de ocorrer um certo narcisismo, pelo qual a sua imagem é que figura em primeiro lugar em termos de preocupação. Há uma certa inversão, no qual os bens e a própria fama em vez de serem meios passam a ser fim, promovendo o sentido de vida de várias pessoas.
Por este modo de vida, o filho não é visto como uma realização afetiva. Cada filho que chega não é tido como um abraço a mais, um sorriso a mais, uma vida a mais! Naturalmente que não estamos aqui advogando a tese de se estabelecer uma verdadeira zootecnia, pela qual a função da mulher seria a de gerar filhos anualmente; mas, destacar que o empobrecimento afetivo do nosso modo de vida que nos regula faz com que algo tão natural, o ato de procriar, seja tido como um verdadeiro absurdo, quando ultrapassa o que foi programado para substituição do estoque! Havendo com isto um notório processo de “infelicitamento” generalizado, pois há anseios que os breves momentos de prazer de uma viagem, ou os tijolos de uma grande, ou ainda os ferros fundidos do motor do carro do último modelo não são satisfeitos, a não ser através do outro (que nos compreenda e que nos queira)!
Wednesday, August 23, 2006
Protocolos: Argumento de Falsificação é Furado
Por Henry Makow Ph.D.
14 de Dezembro de 2003
Próximo à Bíblia, os Protocolos dos Sábios de Sião é talvez na maioria das vezes o mais amplamente livro lido no mundo.
Publicado na Rússia em 1903, ele propõe ser o escapado plano mestre para a "dominação mundial judaica". É o tipo da coisa que seria estudada em palestras secretas de uma sociedade oculta.
Em diferentes formas, tanto os Sionistas quanto os Nazis os tornaram sinônimo de virulento anti-semitismo e genocídio.
Mas certamente os judeus não deveriam ser culpados pelas maquinações de uma minuscule sociedade secreta. A vasta maioria dos Judeus desaprovaria esse plano mestre se eles acreditassem que ele existissem.
Certamente alguém pode condenar todo o racismo e genocídio nos termos mais fortes possíveis e ainda acreditar que os Protocolos são autênticos.
Em minha opinião, a equação com o anti-semitismo é realmente um truque para desviar a atenção pra fora desse plano mestre.
O reclame de plágio é parte da campanha de propaganda travada pelos colaboradores conscientes e inconscientes na academia e na mídia.
O CLAMOR DE FALSIFICAÇÃO
Contam-nos que os Protocolos de Sião é uma farsa, uma "falsificação provada" confeccionada pela Polícia Política Tzarista (a Okhrana) para incitar o anti-semitismo e desacreditar revolucionários.
Mas a "prova" é longe de ser convincente.
Ela consiste de três artigos publicados no London Times (16-18 de agosto de 1921) por Philip Graves.
De acordo com Graves, os Protocolos são um grosseiro plágio, capítulo por capítulo, dos Diálogos no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu de Maurice Joly (1864).
Foi fácil fazer essa reivindicação enquanto o livro de Joly estava indisponível. A polícia de Napoleão III confiscou-o tão logo ele foi publicado.
Mas está disponível agora e eu convido você a comparar os dois textos. Em minha opinião, eles são inteiramente diferentes em tom, conteúdo e propósito. Em 140 páginas, os Diálogos são duas vezes maiores que os Protocolos. A maioria de seus achados não ecoam nos Protocolos.
O argumento central é que certas referências e passagens nos Protocolos foram elevadas dos Diálogos. Ele reclama haver 50 dessas e produz cerca uma dúzia.
Sua impressionante semelhança aos Protocolos deixa pouca dúvida que o autor referiu-se aos Diálogos como parte de sua pesquisa. Ele não teve qualquer remorso de apropriar-se ou reformar umas poucas passagens que impressionavam sua imaginação.
Realmente, Philip Graves fica "impressionado pela ausência de qualquer esforço da parte do plagiário de ocultar plágios."
Isso é porque ele não tem nada a esconder.
Ele foi um gênio diabólico desenvolvendo um trabalho original. É simplista e insincero caracterizar os Protocolos como uma fraude.
PROCEDÊNCIA POLÍTICA
O artigo de Graves beija uma operação de propaganda sionista. A "exposição" de Graves dos Protocolos apareceu em agosto de 1921 quando os sionistas estavam pressionando a Liga das Nações para transformar a Palestina na terra natal judaica sob o Mandato Britânico.
Philip Grave conta a improvável história que um "Mr. X" trouxe os Diálogos até ele em Constantinopla onde ele era o correspondente do Times. Mr. X apresentou-os como uma "prova irrefutável" que os Protocolos eram um plágio.
Mr. X era um Russo Branco, que parece inacreditável, dado o papel judaico na revolução bolchevique. Ele reclama que ele comprou o livro, veja só, de "um ex-membro da Okhrana" que tinha escapado para Constantinopla.
Em A Controvérsia de Sião, (Capítulo 34) Douglas Reed, um membro do Times na época, fornece fundamentos adicionais.
Em maio de 1920, Lord Northcliffe, um co-proprietário do The Times, imprimiu um artigo sobre os Protocolos intitulado, "O Perigo Judaico, Um Panfleto Preocupante, Uma Chamada para um Inquérito" que concluía:
"Uma investigação imparcial desses pretensos documentos e sua história é mais desejável...estamos nós a liberar a matéria completa sem investigação e deixar a influência de tal livro como esse trabalho sem verificação?"
Então em maio de 1922, Northcliffe visitou a Palestina e escreveu que a Grâ-Bretanha tinha sido tão rápida em prometê-la ao povo judeu quando na realidade pertencia a 700,000 árabes muçulmanos residentes.
Sr. Wickham Steed, o editor do The Times de Londres em 1921 recusou imprimir o artigo e Northcliffe tentou queimá-lo.
De certo modo Steed estava pronto a declarar Northcliffe "insano" e comprometido. Posteriormente, Northcliffe reclamou que ele estava sendo envenenado e morreu subitamente em 1922.
Douglas Reed foi o secretário de Northcliffe mas não aprendeu sobre esses eventos até que eles apareceram na História Oficial do Times nos anos 50.
Claramente, Northcliffe tinha ofendido alguns "garotos grandes" quando ele se opôs ao Mandato Britânico na Palestina. Por que era tão importante?
Israel é intencionado ser a capital do Governo Mundial Maçônico. Eles já estão construindo a infra-estrutura.
O CLAMOR DE FALSIFICAÇÃO EM MAIORES DETALHES
Philip Graves e outros apologistas são incorretos em reivindicar que os Protocolos plagiam os Diálogos capítulo por capítulo.
Graves escreve que "o Sétimo Diálogo...corresponde com a quinta, sexta, sétima e parte do oitavo Protocolo".
Em oito páginas, esses Protocolos são duas vezes mais compridos que o Sétimo Diálogo.
Eles, na maioria das vezes, contêm material não no Sétimo Diálogo, ou em qualquer lugar mais. Eu listarei uns poucos exemplos somente do Protocolo Cinco.
Protocolo Cinco diz "nosso reino será distingüido por um despotismo de tais proporções magníficas" que "destruirá qualquer goyim que se oponha a nós por ações ou palavras".
Em contraste, o Sétimo Diálogo diz que "Morte, expropriação e tortura deveriam somente tocar um papel menor na política interna dos estados modernos".
Protocolo Cinco diz nós "roubamos [os goyim] sua fé em Deus" e "insinuamos dentro de sus mentes a concepção de seus próprios direitos" e através disso minar a autoridade dos Reis. Não há nada comparável no Diálogo Sete.
Protocolo Cinco diz, "nós deveremos assim exaurir os goyim que eles serão compelidos a nos oferecer o poder internacional [nos permitindo] gradualmente absorver todas as forças estatais do mundo e para formar um Super-Governo". Não há nada comparável no Diálogo Sete.
Protocolo Cinco diz que o "motor" de todos os estados está "em nossas mãos" e esse motor é o "Ouro". "Nós fomos escolhidos pelo próprio Deus para governar sobre toda a Terra". Não há nada comparável no Diálogo Sete.
POR OUTRO LADO
O autor dos Protocolos seleciona umas poucas passagens ou referências dos Diálogos que aparecem inalteradas (ver Graves) ou em diferente forma.
Por exemplo, os Diálogos dizem: "Em todo lugar a força precede o direito. A liberdade política é meramente uma idéia relativa. A necessidade para viver é o que domina os estados conforme ele faça indivíduos".
Nos Protocolos isso se torna, "Da lei da natureza o direito repousa no poder. A liberdade política é uma idéia mas não um fato, e alguém deve saber como usá-la [liberdade política] como uma isca não importa quando pareça necessário para atrair as massas ... para o partido de alguém para o propósito de esmagar um outro que está em autoridade." (Protocolo 1)
Graves omite a última parte para tornar a semelhança maior do que já é.
Os Diálogos (7) dizem, "O fermento revolucionário que é suprimido no próprio país de alguém deveria ser incitado por toda a Europa".
Nos Protocolos (7) "Por toda a Europa ... nós devemos criar fermentos, discórdias, hostilidades". Não há nenhuma referência para suprimi-las no próprio país de alguém.
O autor dos Protocolos não é um falsificador criando uma farsa, mas um conspirador forjando um trabalho original.
MESMO GÊNERO, DIFERENTES CONCEPÇÕES
Ambos os livros pertencem à "escola imoral" da teoria política. Maquiavel presta admiração a uma longa lista de governantes "que são progenitores de minha doutrina". Ambos pregam que poder faz o direito, o "bem" vem do mal, e os fins justificam os meios.
Mas a similaridade termina aí. O tom dos Diálogos é seco e teórico. É um debate entre imaginários teóricos políticos: Montesquieu um campeão de democracia e Maquiavel, um campeão de tirania. Os Diálogos é considerado uma crítica do reino de Napoleão III.
Montesquieu pergunta como domar o espírito de anarquia na sociedade. Maquiavel prescreve um "monstro chamado Estado" que mantém um artifício democrático mas é na prática controlado pelo "Príncipe". Ele fala a respeito de como suprimir sociedades secretas.
Por outro lado, o tom dos Protocolos é francamente conspiratório e subversivo e presta admiração a Lúcifer. Os Protocolos é um "plano estratégico do qual não pode se desviar sem correr o risco de ver o trabalho de muitos séculos vir a zero". (Protocolo 1)
Nós ficamos golpeados com um senso de relevância quando da leitura dos Protocolos. Nós imediatamente reconhecemos sua venenosa influência no mundo de hoje.
PROPAGANDA
Desde os artigos de Graves, tem havido uns poucos livros argumentando a tese de "falsificação". O último é de Norman Cohn, Justificativa para o Genocídio (1970).
Graves e Cohn admitem que "o Programa Financeiro" (Protocolos 20-24) que o autor chama de "a coroação e ponto decisivo de nossos planos" como largamente original.
Para pesquisadores sérios, o pesquisador australiano Peter Myers apresenta visões pró e contra.
Goebbels disse que a propaganda é efetiva somente quando o leitor não entende a propaganda. Segue-se que incautos escrevem a melhor propaganda. Por exemplo, veja as críticas de Rick Salutin aos Protocolos de Sião.
CONCLUSÃO
Uma centena de milhões de pessoas foram massacradas no ultimo século mas nenhuma considera a possibilidade que a espécie humana poderia ter sido subvertida.
A guerra é inferno, mas ninguém pensa que os adoradores de Satã poderiam estar por trás delas.
Eu suspeito que a Segunda Grande Guerra foi um batalha pela superioridade racial entre facções Judaicas e Arianas dos Illuminati que em verdade estão unidas no topo.
Os banqueiros centrais privados da Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha nazista tornaram a guerra possível. Eles trabalharam como um só no Banco de Acordos Internacionais na Suiça. (Ver Charles Higham, Negociando com o Inimigo.)
O propósito da Guerra era degradar, defraudar e desmoralizar a humanidade. O holocausto forneceu um argumento para o estabelecimento de Israel como quartel general da Nova Ordem Mundial. Arianos, Judeus e muitos outros foram sacrificados e explorados.
Em minha opinião, a declaração de ilegalidade dos Protocolos sobre a dor da morte na Rússia Bolchevique e sua execração no Ocidente de hoje prova sua autenticidade.
A humanidade está em compreensão de uma diabólica conspiração. Em vista de fazer o bem, as pessoas fazem o mal, a verdade deve ser costurada para acomodar o propósito político. Isso é a instrução comunista e feminista.
Eu gostaria de ser provado errado, mas no caso dos Protocolos, o argumento de "falsificação" é propaganda.
14 de Dezembro de 2003
Próximo à Bíblia, os Protocolos dos Sábios de Sião é talvez na maioria das vezes o mais amplamente livro lido no mundo.
Publicado na Rússia em 1903, ele propõe ser o escapado plano mestre para a "dominação mundial judaica". É o tipo da coisa que seria estudada em palestras secretas de uma sociedade oculta.
Em diferentes formas, tanto os Sionistas quanto os Nazis os tornaram sinônimo de virulento anti-semitismo e genocídio.
Mas certamente os judeus não deveriam ser culpados pelas maquinações de uma minuscule sociedade secreta. A vasta maioria dos Judeus desaprovaria esse plano mestre se eles acreditassem que ele existissem.
Certamente alguém pode condenar todo o racismo e genocídio nos termos mais fortes possíveis e ainda acreditar que os Protocolos são autênticos.
Em minha opinião, a equação com o anti-semitismo é realmente um truque para desviar a atenção pra fora desse plano mestre.
O reclame de plágio é parte da campanha de propaganda travada pelos colaboradores conscientes e inconscientes na academia e na mídia.
O CLAMOR DE FALSIFICAÇÃO
Contam-nos que os Protocolos de Sião é uma farsa, uma "falsificação provada" confeccionada pela Polícia Política Tzarista (a Okhrana) para incitar o anti-semitismo e desacreditar revolucionários.
Mas a "prova" é longe de ser convincente.
Ela consiste de três artigos publicados no London Times (16-18 de agosto de 1921) por Philip Graves.
De acordo com Graves, os Protocolos são um grosseiro plágio, capítulo por capítulo, dos Diálogos no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu de Maurice Joly (1864).
Foi fácil fazer essa reivindicação enquanto o livro de Joly estava indisponível. A polícia de Napoleão III confiscou-o tão logo ele foi publicado.
Mas está disponível agora e eu convido você a comparar os dois textos. Em minha opinião, eles são inteiramente diferentes em tom, conteúdo e propósito. Em 140 páginas, os Diálogos são duas vezes maiores que os Protocolos. A maioria de seus achados não ecoam nos Protocolos.
O argumento central é que certas referências e passagens nos Protocolos foram elevadas dos Diálogos. Ele reclama haver 50 dessas e produz cerca uma dúzia.
Sua impressionante semelhança aos Protocolos deixa pouca dúvida que o autor referiu-se aos Diálogos como parte de sua pesquisa. Ele não teve qualquer remorso de apropriar-se ou reformar umas poucas passagens que impressionavam sua imaginação.
Realmente, Philip Graves fica "impressionado pela ausência de qualquer esforço da parte do plagiário de ocultar plágios."
Isso é porque ele não tem nada a esconder.
Ele foi um gênio diabólico desenvolvendo um trabalho original. É simplista e insincero caracterizar os Protocolos como uma fraude.
PROCEDÊNCIA POLÍTICA
O artigo de Graves beija uma operação de propaganda sionista. A "exposição" de Graves dos Protocolos apareceu em agosto de 1921 quando os sionistas estavam pressionando a Liga das Nações para transformar a Palestina na terra natal judaica sob o Mandato Britânico.
Philip Grave conta a improvável história que um "Mr. X" trouxe os Diálogos até ele em Constantinopla onde ele era o correspondente do Times. Mr. X apresentou-os como uma "prova irrefutável" que os Protocolos eram um plágio.
Mr. X era um Russo Branco, que parece inacreditável, dado o papel judaico na revolução bolchevique. Ele reclama que ele comprou o livro, veja só, de "um ex-membro da Okhrana" que tinha escapado para Constantinopla.
Em A Controvérsia de Sião, (Capítulo 34) Douglas Reed, um membro do Times na época, fornece fundamentos adicionais.
Em maio de 1920, Lord Northcliffe, um co-proprietário do The Times, imprimiu um artigo sobre os Protocolos intitulado, "O Perigo Judaico, Um Panfleto Preocupante, Uma Chamada para um Inquérito" que concluía:
"Uma investigação imparcial desses pretensos documentos e sua história é mais desejável...estamos nós a liberar a matéria completa sem investigação e deixar a influência de tal livro como esse trabalho sem verificação?"
Então em maio de 1922, Northcliffe visitou a Palestina e escreveu que a Grâ-Bretanha tinha sido tão rápida em prometê-la ao povo judeu quando na realidade pertencia a 700,000 árabes muçulmanos residentes.
Sr. Wickham Steed, o editor do The Times de Londres em 1921 recusou imprimir o artigo e Northcliffe tentou queimá-lo.
De certo modo Steed estava pronto a declarar Northcliffe "insano" e comprometido. Posteriormente, Northcliffe reclamou que ele estava sendo envenenado e morreu subitamente em 1922.
Douglas Reed foi o secretário de Northcliffe mas não aprendeu sobre esses eventos até que eles apareceram na História Oficial do Times nos anos 50.
Claramente, Northcliffe tinha ofendido alguns "garotos grandes" quando ele se opôs ao Mandato Britânico na Palestina. Por que era tão importante?
Israel é intencionado ser a capital do Governo Mundial Maçônico. Eles já estão construindo a infra-estrutura.
O CLAMOR DE FALSIFICAÇÃO EM MAIORES DETALHES
Philip Graves e outros apologistas são incorretos em reivindicar que os Protocolos plagiam os Diálogos capítulo por capítulo.
Graves escreve que "o Sétimo Diálogo...corresponde com a quinta, sexta, sétima e parte do oitavo Protocolo".
Em oito páginas, esses Protocolos são duas vezes mais compridos que o Sétimo Diálogo.
Eles, na maioria das vezes, contêm material não no Sétimo Diálogo, ou em qualquer lugar mais. Eu listarei uns poucos exemplos somente do Protocolo Cinco.
Protocolo Cinco diz "nosso reino será distingüido por um despotismo de tais proporções magníficas" que "destruirá qualquer goyim que se oponha a nós por ações ou palavras".
Em contraste, o Sétimo Diálogo diz que "Morte, expropriação e tortura deveriam somente tocar um papel menor na política interna dos estados modernos".
Protocolo Cinco diz nós "roubamos [os goyim] sua fé em Deus" e "insinuamos dentro de sus mentes a concepção de seus próprios direitos" e através disso minar a autoridade dos Reis. Não há nada comparável no Diálogo Sete.
Protocolo Cinco diz, "nós deveremos assim exaurir os goyim que eles serão compelidos a nos oferecer o poder internacional [nos permitindo] gradualmente absorver todas as forças estatais do mundo e para formar um Super-Governo". Não há nada comparável no Diálogo Sete.
Protocolo Cinco diz que o "motor" de todos os estados está "em nossas mãos" e esse motor é o "Ouro". "Nós fomos escolhidos pelo próprio Deus para governar sobre toda a Terra". Não há nada comparável no Diálogo Sete.
POR OUTRO LADO
O autor dos Protocolos seleciona umas poucas passagens ou referências dos Diálogos que aparecem inalteradas (ver Graves) ou em diferente forma.
Por exemplo, os Diálogos dizem: "Em todo lugar a força precede o direito. A liberdade política é meramente uma idéia relativa. A necessidade para viver é o que domina os estados conforme ele faça indivíduos".
Nos Protocolos isso se torna, "Da lei da natureza o direito repousa no poder. A liberdade política é uma idéia mas não um fato, e alguém deve saber como usá-la [liberdade política] como uma isca não importa quando pareça necessário para atrair as massas ... para o partido de alguém para o propósito de esmagar um outro que está em autoridade." (Protocolo 1)
Graves omite a última parte para tornar a semelhança maior do que já é.
Os Diálogos (7) dizem, "O fermento revolucionário que é suprimido no próprio país de alguém deveria ser incitado por toda a Europa".
Nos Protocolos (7) "Por toda a Europa ... nós devemos criar fermentos, discórdias, hostilidades". Não há nenhuma referência para suprimi-las no próprio país de alguém.
O autor dos Protocolos não é um falsificador criando uma farsa, mas um conspirador forjando um trabalho original.
MESMO GÊNERO, DIFERENTES CONCEPÇÕES
Ambos os livros pertencem à "escola imoral" da teoria política. Maquiavel presta admiração a uma longa lista de governantes "que são progenitores de minha doutrina". Ambos pregam que poder faz o direito, o "bem" vem do mal, e os fins justificam os meios.
Mas a similaridade termina aí. O tom dos Diálogos é seco e teórico. É um debate entre imaginários teóricos políticos: Montesquieu um campeão de democracia e Maquiavel, um campeão de tirania. Os Diálogos é considerado uma crítica do reino de Napoleão III.
Montesquieu pergunta como domar o espírito de anarquia na sociedade. Maquiavel prescreve um "monstro chamado Estado" que mantém um artifício democrático mas é na prática controlado pelo "Príncipe". Ele fala a respeito de como suprimir sociedades secretas.
Por outro lado, o tom dos Protocolos é francamente conspiratório e subversivo e presta admiração a Lúcifer. Os Protocolos é um "plano estratégico do qual não pode se desviar sem correr o risco de ver o trabalho de muitos séculos vir a zero". (Protocolo 1)
Nós ficamos golpeados com um senso de relevância quando da leitura dos Protocolos. Nós imediatamente reconhecemos sua venenosa influência no mundo de hoje.
PROPAGANDA
Desde os artigos de Graves, tem havido uns poucos livros argumentando a tese de "falsificação". O último é de Norman Cohn, Justificativa para o Genocídio (1970).
Graves e Cohn admitem que "o Programa Financeiro" (Protocolos 20-24) que o autor chama de "a coroação e ponto decisivo de nossos planos" como largamente original.
Para pesquisadores sérios, o pesquisador australiano Peter Myers apresenta visões pró e contra.
Goebbels disse que a propaganda é efetiva somente quando o leitor não entende a propaganda. Segue-se que incautos escrevem a melhor propaganda. Por exemplo, veja as críticas de Rick Salutin aos Protocolos de Sião.
CONCLUSÃO
Uma centena de milhões de pessoas foram massacradas no ultimo século mas nenhuma considera a possibilidade que a espécie humana poderia ter sido subvertida.
A guerra é inferno, mas ninguém pensa que os adoradores de Satã poderiam estar por trás delas.
Eu suspeito que a Segunda Grande Guerra foi um batalha pela superioridade racial entre facções Judaicas e Arianas dos Illuminati que em verdade estão unidas no topo.
Os banqueiros centrais privados da Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha nazista tornaram a guerra possível. Eles trabalharam como um só no Banco de Acordos Internacionais na Suiça. (Ver Charles Higham, Negociando com o Inimigo.)
O propósito da Guerra era degradar, defraudar e desmoralizar a humanidade. O holocausto forneceu um argumento para o estabelecimento de Israel como quartel general da Nova Ordem Mundial. Arianos, Judeus e muitos outros foram sacrificados e explorados.
Em minha opinião, a declaração de ilegalidade dos Protocolos sobre a dor da morte na Rússia Bolchevique e sua execração no Ocidente de hoje prova sua autenticidade.
A humanidade está em compreensão de uma diabólica conspiração. Em vista de fazer o bem, as pessoas fazem o mal, a verdade deve ser costurada para acomodar o propósito político. Isso é a instrução comunista e feminista.
Eu gostaria de ser provado errado, mas no caso dos Protocolos, o argumento de "falsificação" é propaganda.
Qual é a Origem da Estrela de Seis Pontas?
A origem e história da estrela de seis pontas (hexagrama) e seu misterioso vínculo com a humanidade dos tempos do Egito são intrigantes. A estrela de seis pontas tem sido por muito usada em magia, ocultismo, feitiçaria e astrologia, e tem sido encontrada na cena de tantos crimes que a polícia da Califórnia publicou uma diretiva para todas as escolas, avisando às crianças serem cautelosas com esse símbolo. Alguns anos atrás, foi relatado no Toronto Sun, que uma igreja e cemitério foram vandalizados e "estrelas" foram pintadas por todo lugar. O jornal decidiu não dizr que tipo de estrelas na medida em que não queriam que pessoas pensassem que os Judeus tinham sido responsáveis. Primeira e enfaticamente, os Judeus não foram responsáveis pelo vandalismo. Mas, como sempre, eles poderiam ter sido culpados. Por quê? Porque infelizmente, os Judeus têm freqüentemente usado itens e se aprofundado em práticas que são contrárias às Escrituras e a Bíblia registra muitas de tais ocorrências.
Por que a maioria dos Judeus usa a estrela de seis pontas, que eles chamam de Estrela de David, o Escudo de David ou Magen David?
Bem, eis o que é intrigante: M. Hirsch Goldberg em seu livro A Conexão Judaica declara que: "A Estrela de David não é de origem Judaica – e os antigos Israelitas nunca usaram-na como seu símbolo religioso" (eles usavam o Menorah ou Sete Castiçais). Assim, por que a estrela de seis pontas se tornou conhecida como estrela Judaica? Esse símbolo foi largamente adotado, não porque o povo Judeu o escolheu, mas ironicamente porque Adolf Hitler forçou todos Judeus a exibir uma estrela de seis pontas amarela durante o holocausto. A palavra holocausto significa oferenda queimada, e a estrela de seis pontas foi usada no passado quando sacrifícios humanos queimados foram oferecidos a Moloch e Ashtoreth na adoração de Baal. Os poucos Judeus que tiveram algo a ver com a estrela de seis pontas (hexagrama) foram aqueles que estavam envolvidas em práticas ocultas. De volta a Hitler, ele colocaria algo bom em um Judeu? Hitler tencionava insultar e destruir os Judeus, e estando ocupados no ocultismo, ele poderia querer dizer que os Judeus sejam sua oferta ao fogo para o poder. Hoje, a maioria dos Judeus exibe essa estrela por escolha, e sem pensar ou fazer um exame minucioso de sua origem e convenção através do tempo. Exibir a estrela de seis pontas se tornou um costume.
A primeira menção da estrela de seis pontas na literatura Israelita foi em Amós 5:21, quando YAWEH irritado conta a Seu povo que "Eu detesto e desprezo seus dias de festa …. Levastes, sim, o tabernáculo de Sacut, vosso rei, e Quijum, a estrela de vosso deus, ídolos que fabricastes…." Sacut (Sakkuth) e Chiun (Kaiwan) significa "estrela" e refere-se a saturno como uma estrela, e era objeto de adoração idólatra, como eles considervam ser deuses assírios. A multidão misturada que saiu do Egito com as crianças de Israel tomou a estrela com eles. Como o obelisco, a estrela de seis pontas foi um ídolo egípcio usado em adoração idólatra. Em 922 A.C. quando Salomão casou-se com a filha do Faraó, ele ficou envolvido em adoração de ídolos egípcios e se introduziu na magia e feitiçaria. Salomão construiu um altar a Ashtoreth e Moloch, e a estrela de seis pontas, o símbolo chefe dos sacrifícios humanos em círculos de magia e feitiçaria vieram a ser chamados de Selo de Salomão.
Salomão não prestou atenção aos avisos subseqüentes de Deus a cessar essas práticas abomináveis, mesmo depois que Deus ameaçou arrancar o reino de Israel da mão de seu filho. E realmente, a fenda ocorreu depois da morte de Salomão. A idolatria de Salomão causou a divisão em dois do Reino de Israel. As práticas que ele introduziu para as crianças de Israel finalmente causou à Casa de Israel ir para o exílio no Cáucaso, e a Casa de Judá ir para o cativeiro. Foi Josiah que posteriormente destruiu esse altar proibido. Você sabia que o número 666 era conectado com Salomão? (1 Kings 10:14) Sim, 666 talentos de ouro eram levados a Salomão cada mês por ninguém mais que o Rei de Tiro. Depois de você ter lido essa descrição no livro de I Reis, vá para Ezequiel Capítulo 28. Oh, que teia complicada foi tecida, quando Salomão praticou para enganar. O Rei Salomão deixou muitos artigos que provavam sua primitiva idolatria, tal como o Espelho do Rei Salomão, o Pente do Rei Salomão, e a estrela de seis pontas, que se tornou conhecida como o Selo de Salomão na feitiçaria e mundo oculto. Salomão também esboçou os fundamentos da Arte (Daniel 8:25) que posteriormente se tornou conhecida como Franco-Maçonaria, e a estrela de seis pontas apresenta-se proeminente em rituais maçônicos.
O Rei David foi o pai de Salomão, mas ele nunca foi um idólatra. Ele tornou absolutamente claro que o próprio Deus era seu escudo, não somente no Salmo 3:3 mas no Salmo 28:7, Salmo 119:114, e Salmo 144:2.
O livro, A Estrela de Seis Pontas, é o primeiro e único trabalho acadêmico que documenta a origem e uso desse símbolo. Do Egito de Salomão a magia árabe, e feitiçaria e usos druídas, a franco-maçonaria, a Mayer Amschel Bauer, que no século XVII muda seu nome para descrever a estrela de seis pontas que pendurou na porta de sua casa na Alemanha, e assim começou a família dos "Rothschild" (significando escudo vermelho). A família Rothschild incorporou esse símbolo em sua Corte de Armas. A pesquisa seguia com a estrela de seis pontas através da Cabala, na astrologia, para Hitler e sua colocação de uma estrela de seis pontas amarela nos judeus durante o holocausto, o símbolo sionista, e finalmente a bandeira do Estado de Israel.
Porque esse símbolo é compreendido de um seis dentro de um seis dentro de um seis (p.e. 6 pontos, 6 triângulos, 6 lados do hexágono interno) o pesquisador também incluiu uma olhada nas profecias de 666 no livro de Daniel etc., com respeito ao "rei desejado" (anticristo) e a "marca da Besta". Incluída também, é a significância escritural do número sete, e a descrição bíblica do messias verdadeiro, e o castiçal de sete braços (Menorah), que Deus deu aos filhos de Israel como um pacto eterno, que é também mencionado no Novo Testamento e Livro do Apocalipse. Todas as fontes são escritas na parte inferior de cada página tornando fácil aos leitores vê-las e checá-las. É o primeiro e único livro publicado sobre a origem e história da estrela de seis pontas. O livro contém informação chocante a respeito do uso da estrela de seis pontas e seu vínculo assustador com a humanidade.
Por que a maioria dos Judeus usa a estrela de seis pontas, que eles chamam de Estrela de David, o Escudo de David ou Magen David?
Bem, eis o que é intrigante: M. Hirsch Goldberg em seu livro A Conexão Judaica declara que: "A Estrela de David não é de origem Judaica – e os antigos Israelitas nunca usaram-na como seu símbolo religioso" (eles usavam o Menorah ou Sete Castiçais). Assim, por que a estrela de seis pontas se tornou conhecida como estrela Judaica? Esse símbolo foi largamente adotado, não porque o povo Judeu o escolheu, mas ironicamente porque Adolf Hitler forçou todos Judeus a exibir uma estrela de seis pontas amarela durante o holocausto. A palavra holocausto significa oferenda queimada, e a estrela de seis pontas foi usada no passado quando sacrifícios humanos queimados foram oferecidos a Moloch e Ashtoreth na adoração de Baal. Os poucos Judeus que tiveram algo a ver com a estrela de seis pontas (hexagrama) foram aqueles que estavam envolvidas em práticas ocultas. De volta a Hitler, ele colocaria algo bom em um Judeu? Hitler tencionava insultar e destruir os Judeus, e estando ocupados no ocultismo, ele poderia querer dizer que os Judeus sejam sua oferta ao fogo para o poder. Hoje, a maioria dos Judeus exibe essa estrela por escolha, e sem pensar ou fazer um exame minucioso de sua origem e convenção através do tempo. Exibir a estrela de seis pontas se tornou um costume.
A primeira menção da estrela de seis pontas na literatura Israelita foi em Amós 5:21, quando YAWEH irritado conta a Seu povo que "Eu detesto e desprezo seus dias de festa …. Levastes, sim, o tabernáculo de Sacut, vosso rei, e Quijum, a estrela de vosso deus, ídolos que fabricastes…." Sacut (Sakkuth) e Chiun (Kaiwan) significa "estrela" e refere-se a saturno como uma estrela, e era objeto de adoração idólatra, como eles considervam ser deuses assírios. A multidão misturada que saiu do Egito com as crianças de Israel tomou a estrela com eles. Como o obelisco, a estrela de seis pontas foi um ídolo egípcio usado em adoração idólatra. Em 922 A.C. quando Salomão casou-se com a filha do Faraó, ele ficou envolvido em adoração de ídolos egípcios e se introduziu na magia e feitiçaria. Salomão construiu um altar a Ashtoreth e Moloch, e a estrela de seis pontas, o símbolo chefe dos sacrifícios humanos em círculos de magia e feitiçaria vieram a ser chamados de Selo de Salomão.
Salomão não prestou atenção aos avisos subseqüentes de Deus a cessar essas práticas abomináveis, mesmo depois que Deus ameaçou arrancar o reino de Israel da mão de seu filho. E realmente, a fenda ocorreu depois da morte de Salomão. A idolatria de Salomão causou a divisão em dois do Reino de Israel. As práticas que ele introduziu para as crianças de Israel finalmente causou à Casa de Israel ir para o exílio no Cáucaso, e a Casa de Judá ir para o cativeiro. Foi Josiah que posteriormente destruiu esse altar proibido. Você sabia que o número 666 era conectado com Salomão? (1 Kings 10:14) Sim, 666 talentos de ouro eram levados a Salomão cada mês por ninguém mais que o Rei de Tiro. Depois de você ter lido essa descrição no livro de I Reis, vá para Ezequiel Capítulo 28. Oh, que teia complicada foi tecida, quando Salomão praticou para enganar. O Rei Salomão deixou muitos artigos que provavam sua primitiva idolatria, tal como o Espelho do Rei Salomão, o Pente do Rei Salomão, e a estrela de seis pontas, que se tornou conhecida como o Selo de Salomão na feitiçaria e mundo oculto. Salomão também esboçou os fundamentos da Arte (Daniel 8:25) que posteriormente se tornou conhecida como Franco-Maçonaria, e a estrela de seis pontas apresenta-se proeminente em rituais maçônicos.
O Rei David foi o pai de Salomão, mas ele nunca foi um idólatra. Ele tornou absolutamente claro que o próprio Deus era seu escudo, não somente no Salmo 3:3 mas no Salmo 28:7, Salmo 119:114, e Salmo 144:2.
O livro, A Estrela de Seis Pontas, é o primeiro e único trabalho acadêmico que documenta a origem e uso desse símbolo. Do Egito de Salomão a magia árabe, e feitiçaria e usos druídas, a franco-maçonaria, a Mayer Amschel Bauer, que no século XVII muda seu nome para descrever a estrela de seis pontas que pendurou na porta de sua casa na Alemanha, e assim começou a família dos "Rothschild" (significando escudo vermelho). A família Rothschild incorporou esse símbolo em sua Corte de Armas. A pesquisa seguia com a estrela de seis pontas através da Cabala, na astrologia, para Hitler e sua colocação de uma estrela de seis pontas amarela nos judeus durante o holocausto, o símbolo sionista, e finalmente a bandeira do Estado de Israel.
Porque esse símbolo é compreendido de um seis dentro de um seis dentro de um seis (p.e. 6 pontos, 6 triângulos, 6 lados do hexágono interno) o pesquisador também incluiu uma olhada nas profecias de 666 no livro de Daniel etc., com respeito ao "rei desejado" (anticristo) e a "marca da Besta". Incluída também, é a significância escritural do número sete, e a descrição bíblica do messias verdadeiro, e o castiçal de sete braços (Menorah), que Deus deu aos filhos de Israel como um pacto eterno, que é também mencionado no Novo Testamento e Livro do Apocalipse. Todas as fontes são escritas na parte inferior de cada página tornando fácil aos leitores vê-las e checá-las. É o primeiro e único livro publicado sobre a origem e história da estrela de seis pontas. O livro contém informação chocante a respeito do uso da estrela de seis pontas e seu vínculo assustador com a humanidade.
Saturday, August 19, 2006
Judeus Conservadores consideram levantar a proscrição às uniões do mesmo-sexo e rabinos gays
por LAURIE GOODSTEIN
Publicado em 6 de Março de 2006
Em um encontro de portas fechadas essa semana, em um lugar indiscreto perto de Baltimore, um comitê de experts judeus na lei que prepara políticas para o judaísmo conservador considerará se levanta sua proscrição do movimento sobre rabinos gays e uniões do mesmo sexo.
Em 1992, esse mesmo grupo, o Comitê sobre Lei Judaica e Padrões, declarou que a lei Judaica claramente proibiu cerimônias de compromisso para “casais” do mesmo sexo e a admissão de pessoas abertamente gays às escolas rabínicas ou cantoriais. A votação foi 19 a 3, com uma abstenção. Desde então, líderes Judeus Conservadores dizem que eles observaram como parentes, membros da congregação e mesmo companheiros rabinos publicamente revelaram sua homossexualidade. Estudantes do Seminário Teológico Judaico em Nova Iorque, o navio-capitânia do movimento, começaram a abotoar seus botões dizendo "Ordenação sem levar em consideração a Orientação." Rabinos prepararam cerimônias de comprometimento do mesmo sexo a despeito da proscrição. A direção tomada pelos Judeus Conservadores, que ocuparam a posição central no Judaísmo entre a mais liberal Reforma e a mais estrita Ortodoxia, estarão intimamente observadas em um tempo quando muitas denominações cristãs estão girando na mesma direção. O Judaísmo Conservador reclama distinguir-se por aderir à lei Judaica e à tradição, ou halacha, enquanto franzindo para se acomodar às condições modernas.
"Isso é um bem difícil momento para o movimento," disse o Rabino Joel H. Meyers, um membro não votante do comitê da lei e vice-presidente executivo da Assembléia Rabínica, que representa os 1,600 rabinos de todo mundo.
"Há aqueles que estão dizendo, não mude o halacha porque o modelo paradigma da família heterossexual deve ser mantido," disse Rabino Meyers, uma postura que ele disse fazer parte. "Por outro lado, há um grupo no interior do movimento que diz, veja, nós perdermos consideração das pessoas mais jovens se nós não fizermos essa mudança, e o movimento parecerá chato e atrasado."
Vários membros do comitê da lei disseram em entrevistas que, enquanto qualquer coisa que pudesse acontecer em seus encontros às terças e quartas, havia votos mais do que suficientes para passar uma opinião legal (um teshuvah em hebraico) que apoiaria a abertura da porta aos membros do sacerdócio gay e uniões do mesmo sexo. O comitê da lei tem 25 membros, mas somente seis votos são necessários para validar uma opinião legal.
Os membros do comitê que se opõem a uma mudança podem tentar argumentar que a decisão é tão momentânea que cai no interior de uma categoria diferente e requer mais do que seis votos para passar, mesmo que cerca de 20, disseram os membros. Outros membros podem argumentar que nenhum voto deveria ser tomado porque o comitê e o movimento estão também divididos.
O comitê pode até adotar opiniões conflitantes, uma mudança que alguns membros dizem que simplesmente reconheceriam a diversidade no Judaísmo Conservador. As decisões do comitê não estão obrigando rabinos mas posicionam direção ao movimento.
"Eu não penso que seja tanto possível ou desejável a um movimento como o nosso ter uma aproximação a lei Judaica," disse o Rabino Gordon Tucker do Templo Israel Center, em White Plains, um membro do comitê que colaborou com outros três em uma opinião legal defendendo levantar a proibição da homossexualidade.
Mesmo se as cinco escolas rabínicas conservadoras — em Nova Iorque, Los Angeles, Jerusalem, Buenos Aires e Budapest — adotassem diferentes aproximações, o Rabino Tucker disse, "Eu não penso que necessariamente violentaria o movimento."
O movimento conservador foi por muito tempo o dominante no Judaísmo Americano, mas de 1990 a 2000 sua participação dos judeus nacionais encolheu-se de 43 a 33 por cento, de acordo com a Pesquisa Nacional de População Judaica. Nesse mesmo período, a participação do movimento de Reforma saltou a 39 por cento de 35, tornando-se o maior, enquanto o Ortodoxo cresceu a 21 por cento de 16 por cento. Estimativas são difíceis, mas há cinco a seis milhões de Judeus nos EUA.
Jonathan D. Sarna, um professor de história Judaica Americana na Universidade de Brandeis e autor de "Judaísmo Americano: uma História," disse, "Nos anos 50 quando os americanos acreditavam que todos deveriam estar na média, o movimento Conservador estava profundamente em harmonia com a cultura que privilegiava o centro. O que acontece quando a sociedade americana divide-se em eixos liberal-conservador é que a média é um lugar muito de difícil de se estabelecer."
Rabino Meyers, vice-presidente da Assembléia Rabínica, disse que ele se preocupava que qualquer decisão sobre homossexualidade poderia causar a migração dos Judeus Conservadores tanto ao Reformista, que aceita homossexualidade, quanto Ortodoxo, que a condena. Mas Dr. Sarna disse que alguns estudos sugeriram que muitos Judeus que eram mais tradicionais começaram a abandonar o movimento Conservador há mais de 20 anos, quando começaram as ordenações de mulheres. Poucos congregados estão preocupados a respeito da homossexualidade como seus líderes, disse o Rabino Burton L. Visotzky, um professor de Talmud e estudos inter-religiosos no Seminário Teológico Judeu, que gasta fins de semana em sinagogas por todo país como um estudioso visitante.
"Há tantas leis na Torah sobre comportamento sexual que nós escolhemos ignorar, assim quando nós zerarmos essa questão, eu tenho que me admirar com o que realmente está por trás.," disse o Rabino Visotzky.
A proscrição à homossexualidade é baseada em Levítico 18:22, que diz, "Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação.," e um versículo similar em Levítico 20:13.
O comitê da lei agora tem quarto opiniões legais sobre a mesa. Embora o argumento em cada seja diferente e complexo, duas opiniões essencialmente se opõem a qualquer mudança à atual lei desaprovando a homossexualidade, e uma defende a subversão da lei.
Uma quarta, escrita pelo Rabino Elliot N. Dorff, reitor e um professor de filosofia na Universidade de Judaísmo em Los Angeles, argumenta que as passagens no Levítico referem-se somente a uma proibição ao sexo anal e que relações homossexuais, cerimônias de rabinos e casamento são permissíveis.
"O que nós estamos realmente tentando fazer é manter a autoridade do halacha, mas também permitindo gays e lésbicas de ter uma vida amorosa sancionada e guiada pela lei Judaica," disse o Rabino Dorff, vice-presidente do comitê da lei.
Uma mudança na proscrição sobre homossexualidade tem sido oposta com firmeza pelo por muito tempo chanceler do Seminário Teológico Judaico, Rabino Ismar Schorsch. Mas o Rabino Schorsch está se aposentando em Junho após 20 anos, e seu successor poderia grandemente afetar a política. O Rabino Schorsch rejeitou ser entrevistado para esse artigo. Alguns oficiais conservadores disseram que, enquanto o Rabino Schorsch não seja um membro do comitê da lei, ele está muito envolvido em suas deliberações sobre esse assunto.
Se o comitê da lei não votar para mudar a proibição, alguns rabinos disseram, o assunto poderia ressurgir na convenção da Assembléia Rabínica em 19 a 23 de março, na Cidade do México.
Muitos estudantes no seminário disseram que eles acham a proscrição gay ofensiva e achariam bem-vinda uma mudança, disse Daniel Klein, um estudante rabínico que ajuda a liderar o Keshet, um grupo de direitos gays no campus. "É parte da tradição mudar, assim nós estamos inteiramente como parte da tradição," disse ele. Mr. Klein disse que mesmo que o comitê da lei não suspenda a proscrição essa semana, a mudança viria em algum momento no futuro.
"Imagine o que acontecerá 10 anos na frente quando alguns de meus coleas estão no comitê da lei, quando as pessoas de minha geração estiverem no comitê da lei," disse ele. "Não sera uma votação apertada."
Publicado em 6 de Março de 2006
Em um encontro de portas fechadas essa semana, em um lugar indiscreto perto de Baltimore, um comitê de experts judeus na lei que prepara políticas para o judaísmo conservador considerará se levanta sua proscrição do movimento sobre rabinos gays e uniões do mesmo sexo.
Em 1992, esse mesmo grupo, o Comitê sobre Lei Judaica e Padrões, declarou que a lei Judaica claramente proibiu cerimônias de compromisso para “casais” do mesmo sexo e a admissão de pessoas abertamente gays às escolas rabínicas ou cantoriais. A votação foi 19 a 3, com uma abstenção. Desde então, líderes Judeus Conservadores dizem que eles observaram como parentes, membros da congregação e mesmo companheiros rabinos publicamente revelaram sua homossexualidade. Estudantes do Seminário Teológico Judaico em Nova Iorque, o navio-capitânia do movimento, começaram a abotoar seus botões dizendo "Ordenação sem levar em consideração a Orientação." Rabinos prepararam cerimônias de comprometimento do mesmo sexo a despeito da proscrição. A direção tomada pelos Judeus Conservadores, que ocuparam a posição central no Judaísmo entre a mais liberal Reforma e a mais estrita Ortodoxia, estarão intimamente observadas em um tempo quando muitas denominações cristãs estão girando na mesma direção. O Judaísmo Conservador reclama distinguir-se por aderir à lei Judaica e à tradição, ou halacha, enquanto franzindo para se acomodar às condições modernas.
"Isso é um bem difícil momento para o movimento," disse o Rabino Joel H. Meyers, um membro não votante do comitê da lei e vice-presidente executivo da Assembléia Rabínica, que representa os 1,600 rabinos de todo mundo.
"Há aqueles que estão dizendo, não mude o halacha porque o modelo paradigma da família heterossexual deve ser mantido," disse Rabino Meyers, uma postura que ele disse fazer parte. "Por outro lado, há um grupo no interior do movimento que diz, veja, nós perdermos consideração das pessoas mais jovens se nós não fizermos essa mudança, e o movimento parecerá chato e atrasado."
Vários membros do comitê da lei disseram em entrevistas que, enquanto qualquer coisa que pudesse acontecer em seus encontros às terças e quartas, havia votos mais do que suficientes para passar uma opinião legal (um teshuvah em hebraico) que apoiaria a abertura da porta aos membros do sacerdócio gay e uniões do mesmo sexo. O comitê da lei tem 25 membros, mas somente seis votos são necessários para validar uma opinião legal.
Os membros do comitê que se opõem a uma mudança podem tentar argumentar que a decisão é tão momentânea que cai no interior de uma categoria diferente e requer mais do que seis votos para passar, mesmo que cerca de 20, disseram os membros. Outros membros podem argumentar que nenhum voto deveria ser tomado porque o comitê e o movimento estão também divididos.
O comitê pode até adotar opiniões conflitantes, uma mudança que alguns membros dizem que simplesmente reconheceriam a diversidade no Judaísmo Conservador. As decisões do comitê não estão obrigando rabinos mas posicionam direção ao movimento.
"Eu não penso que seja tanto possível ou desejável a um movimento como o nosso ter uma aproximação a lei Judaica," disse o Rabino Gordon Tucker do Templo Israel Center, em White Plains, um membro do comitê que colaborou com outros três em uma opinião legal defendendo levantar a proibição da homossexualidade.
Mesmo se as cinco escolas rabínicas conservadoras — em Nova Iorque, Los Angeles, Jerusalem, Buenos Aires e Budapest — adotassem diferentes aproximações, o Rabino Tucker disse, "Eu não penso que necessariamente violentaria o movimento."
O movimento conservador foi por muito tempo o dominante no Judaísmo Americano, mas de 1990 a 2000 sua participação dos judeus nacionais encolheu-se de 43 a 33 por cento, de acordo com a Pesquisa Nacional de População Judaica. Nesse mesmo período, a participação do movimento de Reforma saltou a 39 por cento de 35, tornando-se o maior, enquanto o Ortodoxo cresceu a 21 por cento de 16 por cento. Estimativas são difíceis, mas há cinco a seis milhões de Judeus nos EUA.
Jonathan D. Sarna, um professor de história Judaica Americana na Universidade de Brandeis e autor de "Judaísmo Americano: uma História," disse, "Nos anos 50 quando os americanos acreditavam que todos deveriam estar na média, o movimento Conservador estava profundamente em harmonia com a cultura que privilegiava o centro. O que acontece quando a sociedade americana divide-se em eixos liberal-conservador é que a média é um lugar muito de difícil de se estabelecer."
Rabino Meyers, vice-presidente da Assembléia Rabínica, disse que ele se preocupava que qualquer decisão sobre homossexualidade poderia causar a migração dos Judeus Conservadores tanto ao Reformista, que aceita homossexualidade, quanto Ortodoxo, que a condena. Mas Dr. Sarna disse que alguns estudos sugeriram que muitos Judeus que eram mais tradicionais começaram a abandonar o movimento Conservador há mais de 20 anos, quando começaram as ordenações de mulheres. Poucos congregados estão preocupados a respeito da homossexualidade como seus líderes, disse o Rabino Burton L. Visotzky, um professor de Talmud e estudos inter-religiosos no Seminário Teológico Judeu, que gasta fins de semana em sinagogas por todo país como um estudioso visitante.
"Há tantas leis na Torah sobre comportamento sexual que nós escolhemos ignorar, assim quando nós zerarmos essa questão, eu tenho que me admirar com o que realmente está por trás.," disse o Rabino Visotzky.
A proscrição à homossexualidade é baseada em Levítico 18:22, que diz, "Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação.," e um versículo similar em Levítico 20:13.
O comitê da lei agora tem quarto opiniões legais sobre a mesa. Embora o argumento em cada seja diferente e complexo, duas opiniões essencialmente se opõem a qualquer mudança à atual lei desaprovando a homossexualidade, e uma defende a subversão da lei.
Uma quarta, escrita pelo Rabino Elliot N. Dorff, reitor e um professor de filosofia na Universidade de Judaísmo em Los Angeles, argumenta que as passagens no Levítico referem-se somente a uma proibição ao sexo anal e que relações homossexuais, cerimônias de rabinos e casamento são permissíveis.
"O que nós estamos realmente tentando fazer é manter a autoridade do halacha, mas também permitindo gays e lésbicas de ter uma vida amorosa sancionada e guiada pela lei Judaica," disse o Rabino Dorff, vice-presidente do comitê da lei.
Uma mudança na proscrição sobre homossexualidade tem sido oposta com firmeza pelo por muito tempo chanceler do Seminário Teológico Judaico, Rabino Ismar Schorsch. Mas o Rabino Schorsch está se aposentando em Junho após 20 anos, e seu successor poderia grandemente afetar a política. O Rabino Schorsch rejeitou ser entrevistado para esse artigo. Alguns oficiais conservadores disseram que, enquanto o Rabino Schorsch não seja um membro do comitê da lei, ele está muito envolvido em suas deliberações sobre esse assunto.
Se o comitê da lei não votar para mudar a proibição, alguns rabinos disseram, o assunto poderia ressurgir na convenção da Assembléia Rabínica em 19 a 23 de março, na Cidade do México.
Muitos estudantes no seminário disseram que eles acham a proscrição gay ofensiva e achariam bem-vinda uma mudança, disse Daniel Klein, um estudante rabínico que ajuda a liderar o Keshet, um grupo de direitos gays no campus. "É parte da tradição mudar, assim nós estamos inteiramente como parte da tradição," disse ele. Mr. Klein disse que mesmo que o comitê da lei não suspenda a proscrição essa semana, a mudança viria em algum momento no futuro.
"Imagine o que acontecerá 10 anos na frente quando alguns de meus coleas estão no comitê da lei, quando as pessoas de minha geração estiverem no comitê da lei," disse ele. "Não sera uma votação apertada."
Sunday, July 23, 2006
Era Marx satanista?
NM
Usei três fontes para compor esse artigo: um livro do pastor Richard Wurmbrand sobre a vida de Marx e as evidências de suas ligações com o satanismo; Os intelectuais, do historiador Paul Johnson, que no melhor estilo James Houston - vida e obra são indissolúveis - mostra o quanto a biografia de autores incensados pode ser tão controversa quanto sua obra, se olhada de perto; e Vinte cartas a um amigo, de Svetlana Alliyueva, filha de Stálin - uma comovente catarse sobre os anos em que família e amigos estiveram sob os desígnios nem sempre misericordiosos do líder comunista da ex-URSS.
Segundo Richard Wurmbrand, autor de Marx & Satan (Era Karl Marx um satanista?), Karl Marx não visava em primeiro lugar a tão propalada igualdade comunista, mas sim a destituição de Deus de seu lugar na sociedade e no coração das pessoas. A julgar por uma das mais eficientes devastações que o comunismo empreendeu onde quer que fosse implantado - a da fé (conforme as histórias da Rússia, da Coréia do Norte, da Albânia, da China, de Cuba etc.) - , isso não parece tão longe da verdade. De fato, todas as expressões concretas do comunismo, além de não cumprirem com o que prometiam, combateram a religiosidade de modo tão eficaz que engendraram um povo descrente ou alienado da transcendência divina, além de uma cruel perseguição aos fiéis remanescentes.
Porém, não apenas os resultados diretos da implantação de regimes comunistas atestam a centralidade do combate à fé. Muitos aspectos da vida de Marx demonstram uma consciente intenção de opor-se a Deus e uma direta influência demoníaca, desde sua juventude. O que impulsionou Marx para o comunismo não foi uma inclinação altruísta, conforme reza a lenda. É o que explica Wurmbrand: "Não há evidências para a crença de que Marx mantinha nobres ideais com relação à humanidade e teria adotado uma postura anti-religiosa por ter visto a religião como obstáculo a esses ideais. Do contrário, Marx odiava qualquer noção de Deus ou deuses e estava determinado a ser o homem que ia tirar Deus do cenário - tudo isso antes de abraçar o socialismo, que seria apenas a isca para que proletários e intelectuais adotassem para si esse intento demoníaco." Uma das evidências disso é que o primeiro mestre comunista de Marx, Moses Hess, era também satanista.
Um de seus biógrafos, Robert Payne, endossa as afirmações de Wurmbrand ao mencionar um conto infantil inventado por Marx, relatado por sua filha Eleanor: a história interminável de Röckle, um mago infeliz que vendia relutantemente seus brinquedos ao diabo por ter feito um pacto com ele. Diz Payne: "Sem dúvida essas historietas sem fim eram autobiográficas. Marx tinha a visão do Diabo sobre o mundo, e a mesma malignidade. Às vezes parecia saber que cumpria tarefas do mal."
Impressiona o fato de não se achar em suas cartas a Engels expressões do desejo de justiça social, mas sim preocupações com dinheiro (Engels o sustentava) e com heranças vindouras, acompanhadas de linguagem obscena e maldosas referências à morte iminente de parentes ricos - um tio que ele chama de "cão velho", por exemplo, cujo falecimento é finalmente celebrado pelos dois correspondentes. A mesma frieza é percebida no modo sucinto como relata a Engels a morte da mãe: "Chegou um telegrama há duas horas dizendo que minha mãe morreu. O Destino precisou levar um membro da família. Eu mesmo estou com um pé no túmulo. Pelas circunstâncias, sou mais necessário que a velha mulher. Preciso ir a Trier para ver a herança." É de se notar especialmente esse tom de quem se refere a uma instância superior de decisão - não Deus, mas o Destino - atribuindo-lhe ares de sabedoria cósmica ("sou mais necessário").
Quando novo, suas cartas ao pai já atestavam que, embora tivesse recebido educação cristã, afastara-se resolutamente da fé. Escreveu: "Uma cortina caiu. Meu santo dos santos foi partido ao meio e novos deuses tiveram de ser instalados ali." Enviou-lhe como presente de aniversário poemas de teor bastante anti-religioso:
Por ter descoberto o altíssimo
E por ter encontrado maiores profundezas através da meditação
Sou grande como Deus; envolvo-me em trevas como Ele
Perdi o céu, disto estou certo
Minha alma, antes fiel a Deus,
Está marcada para o inferno
Seu companheiro Mikhail Bakunin, com quem criou a primeira Internacional Comunista, escreveu loas a Satanás de modo flagrante, vinculando-o estreitamente aos objetivos comunistas:
"O Supremo Mal é a revolta satânica contra a autoridade divina, revolta em que podemos ver o germe fecundo de todas as emancipações humanas, da revolução. Socialistas se reconhecem pelas palavras 'No nome daquele a quem um grande erro foi feito'."
"Satanás [é] o rebelde eterno, o primeiro livre-pensador e o emancipador de mundos. Ele faz com que o homem se sinta envergonhado de sua bestial ignorância e de sua obediência; ele o emancipa, estampa em sua fronte o selo da liberdade e da humanidade, instando-o a desobedecer e comer o fruto do conhecimento."
"Nessa revolução deveremos acordar o Diabo nas pessoas, estimular nelas as paixões mais vis. Nossa missão é destruir, não edificar. A paixão da destruição é uma paixão criativa ."
A positivação do Diabo como o libertador do homem – que, tal como Prometeu, teria contribuído diretamente para que acedêssemos ao conhecimento que o próprio Deus nos negara – parece ter criado raízes na intelectualidade universitária, de tal forma que esta já é noção comum em alguns círculos. No entanto, é interessante notar que esse "Satanás Prometeu", indissociável dos primórdios do comunismo, não passa de um erro teológico grave, que deixa de considerar que a árvore do fruto proibido não portava o conhecimento tout court, a ciência, mas sim (e basta checar Gênesis 2:17 para confirmá-lo) o conhecimento do bem e do mal. A bela lição judaica desse excerto bíblico é que, ao fazer a escolha de conhecer o bem e o mal sem a permissão (logo, a ascendência) de Deus, o homem não consegue se dominar e praticar sempre o bem – ensinamento que traz luzes inequívocas para a relação entre transcendência e moralidade. Sobre isso, é patente a profundidade no tratamento do tema do mal na obra da filósofa judia Hannah Arendt, A condição humana, e do romancista cristão Dostoiévsky, com sua aguda consciência de que, sem Deus, "tudo é permitido". Se é difícil, diante disso, evitar a conclusão de que o esquerdismo se imiscuiu na vida acadêmica portando em si toda a pulsão destrutiva anticristã que hoje caracteriza o meio, menos ainda se pode mascarar a associação dessa revolta contra Deus, presente nos escritos de Bakunin e Marx, à ausência de freios morais que caracterizou todos os regimes comunistas de que se teve notícia.
A vida de Marx é recheada de comportamentos inadmissíveis e acontecimentos trágicos, assim como ocorre com todos os que se envolvem de perto com o demônio. Vivia às custas de Engels e da herança de parentes, embora pudesse se sustentar com seu conhecimento de línguas e a formação especializada, um doutorado em filosofia. Sua esposa abandonou-o duas vezes, voltando sempre, e ele sequer compareceu a seu funeral. Três de seus filhos pequenos morreram de desnutrição, sendo que pelo menos um deles, segundo a própria esposa de Marx, foi vítima dos descuidos do marido com relação ao sustento da família. Tivera ainda um filho com a empregada, negado e tratado como se fosse de Engels - que revelou o engodo em seu leito de morte a uma das filhas de Marx, com a preocupação de que ela não endeusasse o pai. Tinha, com essa, três filhas, que morreram novas: duas delas, do cumprimento de pactos de suicídio com os maridos (um deles se arrependeu e não cumpriu o ato). Os livros que escreveu, além de trazer uma linguagem vociferante de ódio, vinham recheados de dados inventados e citações falsas de autores como W.E. Gladstone e Adam Smith - distorções consideradas intencionais por pesquisadores de Cambridge, não fruto de displicência. Era dado a bebedeiras e irascível muito além do limite da tolerância: perdia amizades facilmente. Pessoas de sua convivência lhe atribuíram diversas vezes o epíteto "ditador" e um coração rancoroso. O próprio Bakunin no final declara: "Marx não acredita em Deus mas acredita bastante em si mesmo e faz todo mundo o servir. Seu coração não é cheio de amor, mas de rancor, e ele tem muito pouca simpatia pela raça humana." Fiel ao sábio princípio de não separar o pensamento do autor de sua biografia, Paul Johnson comenta de modo dramático as conseqüências da herança marxista na Rússia e na China: "No devido tempo, Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung puseram em prática, numa imensa escala, a violência que Marx trazia em seu íntimo e que transpira em sua obra."
Escrevo sobre Marx e já me vem à mente a história de Stálin contada por sua filha, Svetlana Alliuyeva. Em Vinte cartas a um amigo, ela realiza uma crescente e emocionada catarse ao falar de sua infância e juventude. Presenciou o devastamento de seus entes queridos, alvo das desconfianças obsessivas do pai. Quando não eram assassinados por supostas traições ao regime - parentes próximos, como seus tios, e também amigos íntimos da família -, sucumbiam a gigantescas pressões de morte, seja progressiva (seu irmão alcoólatra) ou imediata (o suicídio de sua mãe aos 30 anos). Na última carta, uma frase sua em especial assusta pela desolação com que constata: "Em torno de meu pai havia uma espécie de círculo negro - todos os que caíam em seu interior pereciam, destruíam-se, desapareciam da vida..." Examinando-se de perto a vida de Karl Marx e o posterior desenvolvimento do marxismo, tem-se a impressão de que o mesmo poderia ser dito dele, sem temor algum de exageros. Intuindo o quanto a Rússia adotaria seus princípios, pouco antes de morrer Marx manifestava orgulho especial pela recepção de suas obras no país. Décadas mais tarde, o impressionante slogan soviético "Banir os capitalistas da terra e expulsar Deus do céu" não só confirmaria essa intuição, mas, principalmente, tornaria flagrante a missão do projeto marxista desde estados embrionários: destruir a fé em Deus. Em países como o Brasil, essa anti-religiosidade tem sido amenizada para passar a falsa impressão de um comunismo mais conforme à necessidade humana de transcendência, algo indissociável de nossa cultura. No entanto, as duas histórias de Karl Marx – a de sua vida e a de suas idéias – são reveladoras do quanto marxismo e demonismo se entralaçam inequivocamente. É estudar para saber.
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