Sunday, July 10, 2005

As estatísticas de cor ou raça sobre as religiosidades da população brasileira

As estatísticas de cor ou raça sobre as religiosidades da população brasileira mostram que as religiões com a maior proporção de pessoas que se declararam brancas são as seguintes: judaica (96,4%), evangélica de missão luterana (95,8%) e islamismo (88%). As religiões com maior proporção de pessoas que se declararam pretas são: candomblé (22,8%), umbanda (16,7), casa da benção (10%) e sem religião (9,3%). As com maior proporção de pardos são as seguintes: Católica Apostólica Brasileira (48,5%), Assembléia de Deus (47,5%) e Deus É Amor (45,9%). As maiores proporções de amarelos estão no Budismo (37,8%) e outras novas religiões orientais (36,6%).

Comunismo e Judaísmo

Jesús y Marx fueron judíos y lo que hace Marx es modernizar el espíritu mesiánico del judaísmo, prometiendo la salvación en este mundo. La profecía de su 'Manifiesto Comunista' es la salvación secular del pueblo elegido (la clase trabajadora) que ha de ser liberado de su cautiverio en Babilonia ( la explotación capitalista) por la ira de Jehová (la revolución) para instaurar aquí el reino de los cielos (la dictadura del proletariado). El redentor es el revolucionario; Satanás, el capitalismo; su pueblo elegido, el proletariado; y su Iglesia Católica, apostólica y romana es el Partido Comunista, apostólico y moscovita. Es como traer a Dios a la Tierra, con juicio final y apocalipsis incluídos". (Pablo Huneeus, sociólogo chileno)

O que se pretende sustentar, resumidamente a seguir, dificilmente costuma ser digerido com facilidade pelo senso comum. Essa tese polêmica é a de que o comunismo moderno nada mais é do que um subproduto do judaísmo. Seu caráter é intrinsecamente judaico, suas bases filosóficas provêm do judaísmo, sua ação política, propaganda e patrocínio, direta e indiretamente, igualmente, derivam incontestável e majoritariamente dos judeus.

Tratemos de início da origem do comunismo moderno. O comunismo moderno foi desenvolvido por Moses Levy Mordecai, ou melhor, simplesmente Karl Marx... Marx teve um grande professor rabino comuno-sionista de nome Moses Hess. Este rabino foi fundador e editor do Rheinische Zeitung, o principal órgão de pensamento de esquerda na Alemanha. Ele proveu Karl Marx com sua primeira importante plataforma. Mais tarde, em Bruxelas, ele colaborou com Marx em A Ideologia Alemã. Foi Hess também quem converteu Friedrich Engels ao comunismo, provavelmente também ao judaísmo.

Conheçamos então um pouco do pensamento de Hess que tanto influenciou Marx. Seu trabalho principal, as autoridades concordam, foi “Roma e Jerusalém” (traduzido por Meyer Waxman e publicado nos Estados Unidos em 1945 pela Block Publishing Co.). Nele, Hess declarou que o “Judaísmo não tem outro dogma senão ensinar a Unidade” (página 44) “… os Rabbis nunca separaram a idéia de um mundo futuro da concepção do reino Messiânico. Naimanides insiste … sob a identidade do … ‘mundo vindouro’ com o reino Messiânico”. (página 46)

De fato, há uma inegável filiação entre o determinismo marxista e o messianismo judaico presente no Talmud, pois um é o caminho para o outro, de modo sutil, oculto, e principalmente estratégico, pois se serve de um pretenso espírito de justiça para manipular as massas rumo ao seu objetivo: a utopia, a sociedade sem classes, impossível de se realizar, sempre culminando com a ereção de uma elite. Seu caráter místico, portanto, seduz os gentios ao engano para o domínio de uma elite messiânica:

"Os sofrimentos da mãe Sião estão em trabalho para parir o Messias — sem metáfora, o povo Judeu". (Ver Talmud, Kethuboth 111a) Em palavras mais claras significa que eles são literamente isso; eles são o "Messias," diz o Talmud.

Uma passagem do Talmud, no Sanhedrin 98b registra exultantes palavras dos Fariseus rabbis: “Os Judeus estão destinados a se fartar nos dias do Messias”. Uma nota de rodapé declara que “os Israelitas, tendo caído, foram substituídos no poder pelos Gentios — mas em sua recuperação, será difícil remover os Gentios de sua posição sem infligir muito sofrimento”. E também que:

“Os anos de abundância que o Messias conduzirá serão aproveitados pelos Israelitas”.

A história é testemunha do sofrimento imposto às populações que viveram sob governos socialistas e os seus milhões de mortos durante um único século.

Sobre a influência judaica em Marx e sua doutrina, até mesmo o insuspeito Paul Johnson em sua “História dos Judeus” declara:

“Apesar da ignorância de Marx em matéria de judaísmo como tal, não pode haver dúvida quanto a suas características judaicas. Como Heine e todos os outros, sua idéia de progresso foi profundamente influenciada por Hegel, mas sua maneira de ver a história, como uma força positiva e dinâmica na sociedade humana, governada por leis férreas, uma Torá de ateu, é profundamente judaica. Seu milênio comunista arraiga-se fundamente no pensamento apocalíptico e no messianismo judaicos. Sua idéia do domínio era a de um catedocrata. O controle da revolução ficaria nas mãos da inteligentsia da elite, que tinha estudado os textos, compreendido as leis da história. Eles formariam o que ele chamava “a gerência”, o diretório. O proletariado, “os homens sem substância”, eram apenas o meio, que devia obedecer. Como o escriba Esdras, ele os tinha na conta dos “ignorantes da lei”, a simples “gente que habitava a terra”.

“Também a metodologia de Marx era inteiramente rabínica. Todas as suas conclusões tinham origem apenas em livros. Nunca pôs o pé numa fábrica e rejeitou a oferta de Engels de levá-lo a uma.” (p. 359)

...

“Despida de sua documentação espúria, a teoria de Marx de como a história, a classe e a produção funcionam, e se desenvolverão, não é essencialmente diversa da teoria luriânica cabalista da Idade Messiânica, em especial tal como emendada por Natan de Gaza, até um ponto em que pode compreender quaisquer fatos estranhos. Em resumo, não é de qualquer forma uma teoria científica, mas obra de inteligente superstição judaica”. (p. 360)

Os próprios documentos judaicos sugerem isso claramente.

Em 4 de abril de 1919, o Jewish Chronicle estampou: “Há muito no fato do próprio bolchevismo, no fato de que muitos judeus são bolchevistas, no fato que os ideais do bolchevismo na maioria dos pontos são consoantes com os mais magníficos ideais do judaísmo”.

O panfleto “Judeu e Não-Judeu”, proposto pelos Judeus Reformistas da “União das Congregações Hebraicas Americanas” e sua “Conferência Central de Rabbis Americanos” afirma que:

O Socialismo foi originado pelos Judeus; e hoje os Judeus representam um papel principal em sua difusão e interpretação”. (página 30)

O comunismo de fato é judaísmo e ele se apóia no sistema místico da cabala, que propõe basicamente idéias de um homem despido de preconceitos e a harmonização dos opostos.

Karl Marx chamou o "En Sof" por um nome ainda mais pomposo, "materialismo dialético", a idéia de comunhão entre Deus e o homem … que foi adotada da Cabala … não somente que a Deidade influencia os atos do homem, mas também que o homem exerce uma influência na vontade e temperamento da Deidade. Todo ato e palavra do homem produz uma vibração correspondente nas esferas mais altas. Dessa concepção é derivada a prática principal do princípio do Hasidismo - comunhão com Deus para o propósito de unir a fonte da vida e influenciá-la .…" (Enciclopédia Judaica - 1905)

O rabino Stephen S. Wise, o pai do judaísmo reformista, confirma:

"Alguns chamam isto de Marxismo - eu chamo isto de Judaísmo." (Declaração do rabino Stephen S. Wise In: "The American Bulletin", 15 de Maio de 1935.)

Ele foi o fundador do Congresso Judaico Americano e seu Presidente de 1924 em diante. Ele “comprometeu-se” com os anarquistas Sacco e Vanzetti, com o dinamitador comunista Tom Mooney, com a Fundação de Religião Nacional e Trabalho, retratando cartuns ateístas e distribuindo o Toward Soviet America, do comunista William Z. Foster.

Seria possível enumerar ainda uma lista de judeus comunistas da espessura de uma lista telefônica. Apenas alguns nomes principais: Karl Marx, V.I. Lenin, Trotsky, Zinoviev, Yuri Andropov, Lazar Moiseyevich Kaganovich, Matvei Berman e Naftaly Frenkel (fundadores dos campos Gulag), Sergei Eisenstein, Nikolai Bukharin, Bela Kun, Olga Benário, Rosa Luxemburgo e por aí vai...

Convém, agora, falar um pouco sobre o notório envolvimento na revolução bolchevique e na formação de uma elite judaica na Rússia.

É um fato bem conhecido que os bolcheviques foram financiados por interesses judaicos no Ocidente.

Um dos principais conspiradores judaicos planejando comunizar a Rússia foi Jacob Schiff, que se tornou presidente da enormemente poderosa casa bancária judaica de Nova Iorque dos Kuhn, Loeb and Co.

Do registro laudatório de Jacob Schiff, no Registro Comunal Judaico (Kehillah) de Nova Iorque, de 1917-18, do Kehillah do qual foi um membro do Comitê Executivo, está declarado ali que: “Em 1873, ele retornou à Europa onde ele manteve conexões com algumas das casas bancárias-chefe da Alemanha” e “a empresa do Kuhn-Loeb & Co. derramou os grandes empréstimos de guerra Japoneses de 1904-5, que fizeram possível assim a vitória japonesa sobre a Rússia …”

O último parágrafo vangloria-se que “o Sr. Schiff tem sempre usado sua riqueza e influência nos melhores interesses de seu povo. Ele financiou os inimigos da Rússia autocrática. [Isso foi escrito em 1918, depois que a revolução Bolchevique se assentou] … e usou sua influência financeira para manter as relações da Rússia com o mercado financeiro dos Estados Unidos”. É declarado que “todas as facções da Judiaria” abençoaram-no por isso.

Outros que colaboraram com a revolução russa foram os banqueiros Felix M. Warburg e Paul M. Warburg do Kuhn, Loch & Co., parceiros de Jacob Schiff, irmãos de Max Warburg de Hamburgo, Alemanha, o homem vingativo no poder com o Kaiser, que canalizou fundos para Lênin e Trotsky durante a Primeira Guerra Mundial, a fim de minar e destruir o Governo Russo.

Conforme revelam os Documentos do Departamento de Estado norte-americano, o levante revolucionário e os créditos bancários estiveram todos disponíveis em 1914, citando especificamente o Diskonto Gesellschaft e o Deutsch Banks nessa conspiração de 1914. Em 23 de Fevereiro de 1915, é relatado o trabalho da revolução, com os “trabalhos de W [Warburg] principalmente de Estocolmo”, onde estava o Judeu Ira Nelson Morris, Embaixador norte-americano de julho de 1914 até 1922. O “Sindicato dos Industriários do Reno” avisa o Nya Banken em Estocolmo e os representates de Estocolmo de dois dos dirigentes judeus dos bancos “D” da Alemanha que estão prestes a dar dinheiro à propaganda revolucionária contra a Rússia.

Como resultado, de uma ação que culminou com a derrubada do governo russo, de um total de 502 cargos de primeiro escalão na organização e direção da revolução comunista russa e na direção do Estado soviético, nada menos do que 459 postos foram ocupados por judeus!

O documento 861.00/1757 do Departamento de Estado dos EUA enviado em 02 de maio de 1918 pelo cônsul americano Summers em Moscou relata “predominância judaica no governo soviético, sentimento anti-judaico crescendo entre a população.” O documento 861.00/2205 do cônsul Caldwell em Vladivostock em 05 de julho de 1918 descreve, “cinqüenta por cento do governo soviético, em cada cidade consiste de judeus do pior tipo”.

Questionar-se-á, como é óbvio, como os judeus, estando em posição econômica privilegiada, como é sabido, iriam incentivar o comunismo, sistema econômico dentro do qual estariam todos reduzidos à igualdade material: judeus e não-judeus?

A resposta é que tanto nos bastidores quanto ostensivamente eles representam a elite do movimento, e que a utopia segue sendo ilusória porque irracional e anti-natural, mas útil e perfeitamente condizentes com os ideais secretos talmúdicos.

Portanto, é perfeitamente aceitável que o judaísmo talmúdico seja o progenitor do comunismo moderno.

Superpopulação: Mitos, Fatos e Políticas

Por Abid Ullah Jan

A ONU está planejando observar o Dia da População Mundial em 11 de Julho de 2003. Nos países em desenvolvimento, o dia é observado com grande fanfarra e os altos funcionários do governo publicam fortes opiniões em favor de programas de redução da população. Um exército de jornalistas na imprensa e na mídia eletrônica, além disto, apóiam-nos sem prestar qualquer atenção às realidades não declaradas.

Para facilitar a compreensão, alguém precisa descobrir se a superpopulação é uma realidade e se isso é a verdadeira razão para a pobreza e o subdesenvolvimento. Se nós descobrirmos que não é verdade o que a mídia, livros textos e outros meios de comunicação nos contam, nós então precisamos ponderar o que, de fato, são os verdadeiros objetivos dos patrocinadores da redução da população.

A superpopulação é uma realidade?

Por anos vários pesquisadores têm autenticamente provado que o problema, de nenhuma maneira, é de tantos seres humanos. Ao contrário do clamor dos planejadores de famílias e especialistas em controle da população, o aumento da população mundial está em rápido declínio. Os cálculos da ONU mostram que os 79 países que compreendem 40% da população mundial têm hoje taxas de fertilidade demasiado baixas para prevenir o declínio da população. A taxa na Ásia diminuiu de 2.4 em 1965-70 à 1.5 em 1990-95. Na América Latina e Caribe, a taxa caiu de 2.75 em 1960-65 à 1.70 em 1990-95. Na Europa, a taxa caiu para 0.16 – que é, efetivamente zero – em 1990-95. E a taxa anual de variação na população mundial caiu de 2% em 1965-70 para menos de 1.5 por cento em 1990-95. Projeções oficiais de tamanho da população está em constate queda. Em 1992-93, o Banco Mundial previu que a população mundial excederia 10 bilhões pelo ano de 2050. Em 1996, a ONU profetizou que seriam 9 milhões por volta de 2050. Se a tendência continuar, a próxima estimativa será ainda menor.

Superpopulação é um termo relativo. Em excesso para quê? Comida? Recursos? Espaço vital? Os dados mostram que nenhum julgamento pode ser feito sobre superpopulação com respeito a todas três variáveis. Dr. Osterfeld, Professor de Ciência Política na Faculdade Saint Joseph em Rensselaer, Indiana, conclui que embora haja hoje mais gente no mundo do que em algum tempo atrás, "por qualquer medida significante o mundo está realmente tornando-se relativamente menos povoado”.

De 1900 a 2000, a população mundial aumentou de 1.6 bilhões para 6.1 bilhões. Porém, enquanto a população mundial aumentou próximo de 4 vezes, o produto real mundial bruto aumentou de 20 a 40 vezes.

É verdade que o mundo experimentou um aumento populacional que começou no século dezoito. A população aumentou seis vezes nos 200 anos seguintes. Mas isso é um aumento, não uma explosão, porque tem sido acompanhado, e em grande parte feito possível, por uma explosão de produtividade, uma explosão de recursos, uma explosão de comida, uma explosão de informação, uma explosão de comunicações, uma explosão científica, e uma explosão médica. O resultado é que o aumento de seis vezes na população mundial é definhado pelo de oito vezes na produtividade mundial durante o mesmo período de 200 anos.

A corrente histérica da superpopulação começou nos anos sessenta, quando o cientista de Stanford, chamado Paul Ehrlich, escreveu um livro chamado “The Population Bomb” (A bomba populacional). Quase que como tubarões, assustando milhões de pessoas nadando no oceano, esse livro teve sucesso em amedrontar pessoas com suas profecias de fome, morte e destruição. Ele predisse massivos aumentos na fome, diminuição e encarecimento de recursos naturais, pilhas de lixo e dejetos, e destruição comportamental. O exato oposto tem ocorrido. Menos que metade das pessoas morrem de fome a cada ano agora do que um século atrás, mesmo que nossa população tenha quadruplicado. Muitas dessas mortes hoje são resultado de ação política por cruéis ditadores e não um falta de comida. Gente de países do Terceiro Mundo consome mais calorias de comida em sua dieta diária do que em qualquer tempo na história. E o número de calorias está aumentando todo ano.

Comida: O relato da divisão de população da ONU de 2001, World Population Monitoring 2001, estudou o relacionamento entre o crescimento e o desenvolvimento. Ao contrário das predições apocalípticas malthusianas, esse relatório da ONU declarou: “De 1900 a 2000, a população mundial subiu de 1.6 bilhões a 6.1 bilhões de pessoas. Porém, enquanto a população do mundo aumentou próximo de 4 vezes, o produto doméstico bruto mundial (GDP) [produtividade real de bens e serviços] aumentou de 20 à 40 vezes, permitindo o mundo não apenas sustentar um aumento quadruplicado de população mas também fazer isso tão amplamente os padrões mais altos de vida."

Em 1990, o Relatório da FAO sobre a Situação da Comida e Agricultura estimou que com as tecnologias presentes amplamente empregadas, o mundo poderia alimentar de 30 a 35 bilhões de pessoas. Roger Revelle, Diretor do Harvard Centre for Population Studies, estima que os recursos agrícolas mundiais são capazes de sustentar 40 bilhões de pessoas. O economista indiano Raj Krishna estima que a Índia sozinha é capaz de aumentar suas safras a ponto de prover o suprimento de comida do mundo inteiro. A Índia é de notável importância por ter quatro vezes terra arável por pessoa mais que o Japão e duas vezes mais que a Grã-Bretanha.

Recursos Naturais: A inflação ajustada ao preço de mercado de todos maiores recursos naturais tem constantemente diminuído pelo último século, e continua a se reduzir. Devido ao desenvolvimento em gestão de desperdícios, o gasto projetado com refugos para os EEUU (um relativamente massivo produtor de desperdício) para o próximo século inteiro podia ser armazenado em uma área de refugos só 18 milhas em cada lado. O "World Population Monitoring 2001," enfatiza que muitas das principais previsões a respeito das conseqüências de crescimento população têm se provado infundadas, e permanecem não razoáveis a ocorrerem mesmo se a população mundial aumentar para 8.9 bilhões pelo ano de 2050.

Os defensores do controle populacional argumentam que o crescimento esvaziará o universo de recursos não renováveis como petróleo e minerais, relacionado a economias projetadas à desordem. Mas, o relato da Divisão de População diz que, "Durante recentes décadas novas reservas têm sido descobertas, produzindo o aparente paradoxo que mesmo que o consumo de muitos minerais tenha aumentado, da mesma forma tem a quantidade estimada de recursos que até agora não foi aproveitada."

Então a superpopulação ficará na mesma medida que um mito no século 21, assim como foi no século 20 e que o New York Times corretamente listou como “um dos mitos do século 20”, em sua edição do Milênio de 1º de janeiro de 2000.

A superpopulação é a causa da pobreza e do subdesenvolvimento?

Vários estudos têm provado que a pobreza e o subdesenvolvimento não têm vínculo direto ao crescimento populacional por si. As causas do subdesenvolvimento podem ser tanto internas quanto externas. Causas internas podem incluir débil administração política e econômica, corrupção freqüente, excessivo orçamento militar combinado com inadequado gasto com educação e saúde, guerras civis, falhas de mercados, liberdade empresarial entendida erroneamente como o direito à busca desordenada do lucro, violações do princípio da subsidiariedade, fatores históricos e culturais que definem normas de comportamento desfavoráveis à perseguição de desenvolvimento integral. Para pôr isso de modo mais simples, a fome é fome porque eles estão excluídos da terra ou não podem ganhar o suficiente para sobreviver e não por causa de um limite natural de quantidade de comida que pode ser produzido. Na América Latina, por exemplo, 11% da população estava sem terra em 1961, por volta de 1975 esses eram 40%. Aproximadamente 80% de toda terra agrícola do Terceiro Mundo é controlada por 3% de latifundiários.[1]

Externamente, as nações menos desenvolvidas podem ser as vítimas de uma distribuição desigual dos recursos do mundo assim como do mercado internacional e arranjos financeiros, que trabalham contra eles. O FMI e o Banco Mundial, que reclamam estarem trabalhando para aliviar a pobreza e assistir os mais pobres dos pobres, estão realmente fazendo suas vidas miseráveis. Países pobres estão freqüentemente sobrecarregados por débitos estrangeiros e sem capacidade para ganhar acesso a recursos às tecnologias que eles precisam para dar prosseguimento ao processo de desenvolvimento. Problemas tais como esses podem ser erradicados apenas através da perseguição de justiça social, que disponibilizará desenvolvimento integral.

A Academia Nacional de Ciências (NAS) nos EEUU concluiu em seu relatório de 1986 que é equivocado equacionar a pobreza com crescimento populacional por si.

Uma proponente liderança desta visão do nexo de população/desenvolvimento foi o demográfo econômico Professor Colin Clark, a quem é creditado o desenvolvimento do conceito de Produto Nacional Bruto (GNP). Enfatizando a função positiva do crescimento populacional no processo de desenvolvimento, Clarke costumava detalhar comparações estatísticas entre nações em desenvolvimento para demonstrar uma relação positiva entre taxa de crescimento populacional e taxa de crescimento de produto per capita. Quando ele morreu em setembro de 1989, o London Times pagou um tributo ao trabalho de Clark dizendo: “Foi o fruto de uma mente independente dedicada à perfeição e apresentação de fatos mensuráveis... Ele nunca aceitou a visão pessimista de crescimento populacional, e em um simpósio internacional em 1963, com um número de autoridades eminentes presentes, a contribuição de Clark para o assunto primeiro atraiu mais fogo; mais depois, as críticas foram aceitando sua estimativa como a base para uma discussão racional."

Um outro pioneiro dessa posição foi Lord Peter Bauer da Escola de Economia de Londres. Esse ano ele foi premiado com o Prêmio Milton Friedman “pelo avanço da liberdade” mas ele morreu de repente na idade de 85, antes que pudesse recebê-lo. Ele assegurou que a assim chamada “explosão populacional” dos século vinte “deveria ser vista como uma benção ao invés de um desastre, porque isso decorre de uma queda na mortalidade, uma aparente evidência do aprimoramento do bem-estar do povo."

A Academia Nacional de Ciências (NAS) nos EEUU concluiu em seu relatório de 1986, intitulado Crescimento Populacional e Desenvolvimento Econômico, que é equivocado equacionar a pobreza com crescimento populacional por si. Achou que a afirmação que crescimento populacional conduz à exaustão de recursos era errada e apontou para uma grande extensão de problemas ambientais, podia ser resolvido por apropriadas políticas governamentais designadas para corrigir as falhas de mercado. Esse estudo foi confirmado posteriormente pelo Independent Inquiry Report in to Population and Development (IIRPD) comissionado pelo Governo Australiano em 1994. Reconheceu uma correlação positiva entre crescimento populacional e desenvolvimento sustentável.

Bangladesh: Amartya Sen, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998, argumentou convincentemente que a fome no Terceiro Mundo não é causada pela carência real de comida, mas por falência institucional. Por exemplo, ele demonstrou que a fome de Bangladesh de 1974 "ocorreu em um ano de maior disponibilidade de comida por cabeça do que em qualquer outro ano entre 1971 e 1976." Defensores de controle populacional culpam a “superpopulação” pela pobreza em Bangladesh. Mas o governo domina a compra e processamento de juta, a maior quantia em safra, de forma que os fazendeiros recebem menos pelos seus esforços do que eles receberiam em um mercado livre. Fazendeiros empobrecidos correm paras as cidades, mas o governo domina 40 por cento da indústria e regular o resto com controles de preço, altas taxas e não publicadas práticas administradas por uma gigante, corrupta e dependente de ajuda externa burocracia. Empregos são difíceis de encontrar e a pobreza é excessiva. Esse tumulto leva a problemas tais como distribuição de comida esporádica ou ineficiente, mas esse problema é causado pelas defeituosas políticas domésticas.

A fome de Bangladesh de 1974 “ocorreu em um ano de maior disponibilidade de comida por cabeça do que em qualquer outro ano entre 1971 e 1976.”

Etiópia: Jornalistas ocidentais culparam a “superpopulação” pela fome etíope, o que simplesmente não era verdade. O Governo Etíope causou-a pelo confisco de estoques de comida de mercadores e fazendeiros e exportando-os para comprar armas. Esse regime de esquerda do país, não sua população, causou a tragédia.

De fato, a África, cerca-se de problemas freqüentes culpando a “superpopulação”. Tendo apenas um quinto da densidade populacional da Europa, tem um inexplorado potencial de crescimento de comida que poderia alimentar duas vezes a população atual do mundo, de acordo com estimativas de Roger Revelle da Universidade de Harvard e de San Diego.

O governo da Filipinas conta com a ajuda estrangeira para controlar o crescimento populacional, mas protege monopólios que compram produtos dos fazendeiros em preços artificialmente baixos, e vendem-nos com preços artificialmente altos, causando a expansão da pobreza.

China: É freqüente invocado que a pobreza na China é resultado da “superpopulação”. Mas Taiwan, com uma densidade populacional cinco vezes maior que a China continental, produz muitas vezes mais per capita. A República da Coréia, com uma densidade populacional 3,6 vezes maior que a China, tem uma produtividade per capita quase que 16 vezes maior. O governo malaio abandonou o controle populacional em 1984, conduzindo um excelente crescimento econômico sob as reformas de livre mercado, enquanto Equador, Uruguai, Bulgária e outros países queixaram-se na International Conference on Population and Development em Cairo, apesar deles terem reduzido seu crescimento populacional, que ainda tinham economias deterioradas.

Os mitos de superpopulação são cômodos para os exploradores, dando-nos uma desculpa “científica” para a miséria que eles causam de modo que eles possam curtir seus dinheiros cheios de sangue sem remorso. A menos que uma transformação de valores ocorra, a fim de que se reconheça a importância de viver ao invés de consumir, a crise de desigualdade e pobreza irá piorar. Como Murray Bookchin argumenta, “Se nós vivemos em um “cresça ou morra”, a sociedade capitalista em que a acumulação é literalmente uma lei de sobrevivência econômica e a competição o motor do “progresso”, qualquer coisa que nós temos a dizer sobre população, que causa crises ecológica, é basicamente sem sentido. Sob tal sociedade, a biosfera no final das contas será destruída com cinco bilhões ou cinqüenta milhões de pessoas vivas no planeta. "

Motivos reais

Como vimos acima, a superpopulação é um mito e não tem nenhum vínculo direto com a pobreza, desenvolvimento, escassez de comida ou meio-ambiente, a questão que aparece então é: qual a força motriz por detrás da campanha do controle da população?

Para uma resposta, nós podemos voltar a um artigo do London Times de 07, 2002, intitulado "A Inglaterra está perdendo ingleses." O medo é que a migração do Terceiro Mundo quadruplique a taxa de crescimento populacional inglesa e crie uma cidade de imigrantes do tamanho de Cambridge a cada seis meses. Isso, The Times diz, que está transformando a Grã-Bretanha em “uma terra estrangeira, contra os desejos da maioria da população, causando perdas de qualidade de vida e coesão social, exacerbando a crise de moradia e congestão, e sobrecarregando o serviço de saúde até o ponto de quebrar." O editor do The Times escreve que o "silêncio não é mais uma opção." A Grã-Bretanha está literalmente desaparecendo. Em muitas cidades britânicas, “você pode errar ao redor de horas sem ver um único rosto branco, uma monocultura sendo substituída por outra."[2]


Paul Craig Roberts ecoou os sentimentos no Washington Times: "Demografia é o destino. Em 1960, o povo da Europa armazenava um quarto da população mundial. Hoje, o povo branco constitui um sexto da população mundial. Por volta de 2050, a população da Europa compreenderá apenas um décimo da população mundial.

O governo malaio abandonou o controle populacional em 1984, conduzindo um excelente crescimento econômico sob reformas de livre mercado.

Os brancos estão contraindo-se em uma minoria mesmo no interior de seus próprios países. A imigração massiva descontrolada legal e ilegal, junto com o colapso das taxas de fertilidade dos brancos em todo lugar, prognostica uma raça em extinção."

Patrick J. Buchanan contou no NPQ em uma entrevista que, de acordo com sua pesquisa, “não há uma única nação ocidental que tenha uma taxa de natalidade hoje que permitirá continuar viva em sua presente forma depois de meio século." Ele expressou seu medo com franqueza nas seguintes palavras: "Os povos islâmicos do Norte da África e do Oriente Médio estão se mudando em centenas de milhares para a Europa a cada ano."

A edição de 25 de julho de 1994 do Executive Intelligence Report (EIR) publicou um artigo por Hassan Ahmed e Joseph Brewda, intitulado "Genocidas da ONU miram o Islam." Esse artigo cita Jean-Claude Chesnais, um diretor do Instituto Nacional para Estudos Demográficos em Paris, que escreve em seus artigos de 1990: "A Europa encara uma islamização ou africanização como a lacuna demográfica e econômica entre as duas margens da expansão do Mar Mediterrâneo, e os povos movem-se do sul ao norte. Poderes “verdes” emergirão, baseando-se na força em grande parte do tamanho de sua população e do estímulo que ela cria, e velhos poderes desaparecerão à medida que suas populações declinarem.''

A alegação que poder e tamanho da população sempre andam junto é discutível. Em termos absolutos, a população do Ocidente quando estava em seu pico foi muito menor do que é hoje. Uns poucos milhares de ingleses correram para a Índia por mais de 100 anos. Brancos correram para a África do Sul por mais de três séculos e assim por diante. Sua organização, concentração e riqueza ajudou-os a dominar a despeito de suas populações. Buchanan mesmo admite que “a correlação entre poder e população não é absoluta”.

Todavia, isso não é suficiente para confortar seu medo mórbido ao Islam. Buchanan não está satisfeito com a bravura militar dos EEUU e de seus aliados quando vem a confrontar-se com o número de muçulmanos. Ele diz que: "alguns países europeus costumavam ter exércitos de milhões de homens quando suas populações eram muito menores do que hoje. Hoje, a União Européia está tendo o tempo do diabo de botar em campo uma Força de Reação Rápida de 60.000 homens!" Ele esquece que esses dias os EEUU e seus aliados não lutam com homens tanto quanto lutam com mísseis e bombas. Afeganistão e Iraque são os exemplos recentes. É um outro assunto se Buchanan quer manter a população muçulmana sob botas militares para sempre.

Fluindo dessa análise defeituosa é a política de planejamento da população com o objetivo de controlar a crescente população muçulmana. A evidência é o relatório de Anisa Abd el Fattah do Afeganistão. Ela diz que: "A medida que as nações do mundo se alinham com os EEUU em sua “guerra contra o terrorismo”, uma outra guerra já começou. A “outra” guerra é contra mulheres e crianças afegãs, e está sendo travada pela infame Agência de Planejamento Familiar da ONU (UNFPA). Liderada por Olivier Brasseur, e fiscalizada pelo diretor executivo da UNFPA, Thoraya Obaid, a campanha da UNFPA opera sob o pretexto de “cuidados com a saúde reprodutiva” e mira as mulheres afegãs no Paquistão, Irã, Tajikistão, Turcomenistão e Uzbequistão”. Seu objetivo de longo prazo é estabelecer uma permanente presença no Afeganistão. Os planos da UNFPA são gastar cerca de $20 milhões em serviços de aborto no Afeganistão.

Um manual de atividades de população internacional publicado pelas ONU lista um programa para “revisar documentos fonte sobre Islã e planejamento familiar para teólogos e professores." O índice da ONU revela que o programa, mirando a Nigéria, teve um orçamento de $30,000 em um ano, em meados da década de 80. Em 1986, a Universidade Johns Hopkins em Baltimore recebeu $35 milhões em fundos de ajuda para conduzir uma campanha de mídia de massa desenhada para aumentar o uso de contraceptivos na África, mirando especialmente as populações muçulmanas. Obviamente, isso é apenas um dos incontáveis exemplos. Um típico projeto fundado pela universidade em benefício daquele programa foi realizado em Gâmbia, cuja população é 90% muçulmana.

Se nós dividirmos 6 bilhões de pessoas em famílias médias de quatro e dermos a cada uma delas um acre de terra para cultivar comida para suas famílias, você poderá ver que os EEUU poderiam facilmente sustentar todos povos no mundo com espaços de reserva (Ralph Epperson em seu livro The Unseen Hand)

A equipe de pesquisa também concluiu que o programa de rádio tinha que “dar evidências convincentes que os ensinamentos islâmicos apóiam o uso de moderno planejamento familiar.” “Mensagens deveriam contar a crença que crianças são um presente de Deus,” eles escreveram, e deveriam sugerir ao invés que “Deus tem nos dado o planejamento familiar, para assim nós podermos escolher em dar à luz a apenas aquelas crianças que nós formos cuidar." A mensagem deveria também ser feita, a equipe escreveu, que enquanto “o profeta Maomé (PBUH) disse para ter tantas crianças quanto possível em um tempo quando a população do mundo era pequena," que isso não mais se aplica. Porque o islã “proíbe gravidez durante a lactação,” o relatório reclama que deveria ser dito que o “islã apóia o planejamento familiar.” [O islã não proíbe a gravidez durante a lactação. Ed.]

Hassan Ahmed e Joseph Brewda revelam que um índice da ONU de 1986-87 que lista um outro projeto com intento de pesquisar os escritos islâmicos para “aspectos positivos de espaço para a prole e planejamento familiar." Ambos projetos foram realizados pelo Pathfinder Fund of Boston, fundado por um herdeiro da fortuna da Procter and Gamble. Um memorando interno do fundo, de 27 de junho de 1986, intitulado "Grupo de Trabalho no Islã e Planejamento Familiar," descreve os projetos cujo objetivo é “explorar a possibilidade de trabalhar com organizações envolvidas em planejamento familiar onde a atitude e opinião islâmicas são importantes para programar o desenvolvimento e operações."

Sem levar em consideração como você observar as variações demográficas, a maioria dos homens e mulheres com qualquer senso de moralidade achará impossível justificar uma guerra à população baseada em tais temores. Mas de acordo com Stanley K. Monteith, M.D. há realmente aqueles que tenham publicamente defendido a eliminação de "ervas daninhas humanas" e "a limpeza da sociedade." Ele se refere a organizações, tais como a Planned Parenthood fundada por Margaret Sanger. Durante os anos 30, Margaret Sanger apoiou abertamente o plano nazista de engenharia genética da população germânica, e a propagação de uma “super raça”. No “Relatório Anual” do Planned Parenthood de 1985, líderes dessa organização proclamaram que eles eram “Orgulhosos de nosso passado, e planejando para nosso futuro".

Bem vindo ao Dia Mundial da População!

[1] O problema da concentração excessiva de propriedade fundiária pode até existir, mas está distante de ser causado o problema da fome. Mesmo depois de uma Reforma Agrária que compreendeu o assentamento de centenas de milhares de famílias em quase 20 milhões de hectares, o Brasil persiste como um modelo de sub-desenvolvimentismo. Questões agrárias e agrícolas devem ser analisadas minuciosamente, levando-se em conta a capacidade técnica do agricultor e a produtividade de seu empreendimento. Do contrário, uma tal distribuição de terras ou incentivos como projeto social não fixaria o homem no campo, mas apenas acarretaria o desperdício de dinheiro público e a proliferação de favelas rurais.

[2] O artigo pode ser visto em
http://www.timesonline.co.uk/article/0%2C%2C7-376133%2C00.html

Verdadeira História do Satanismo

Por Lyndon LaRouche
LaRouchePub.com
1-17-5

Satanistas Anglo-Americanos

As forças satanistas melhor organizadas operando atualmente dentro dos EUA incluem as seguintes organizações proeminentes:

A LUCIS TRUST

Esse é o principal, putativamente respeitável culto satânico baseado na Inglaterra (adora Lúcifer). A Lucis Trust, que dirige a única capela religiosa nos quartéis-generais da ONU em Nova Iorque, O Templo do Entendimento, foi originalmente fundada como a Lucifer Trust, em Londres, em 1923. A Lucis Trust, associada com a ONU, representa a afiliada de Nova Iorque da organização britânica. O nome foi mudado de Lucifer Trust para Lucis Trust, para tornar a natureza da organização menos perceptiva.

Os diretores-patrocinadores da Lucis Trust incluem as seguintes proeminentes figuras:

Henry Clausen, Grande Comandante Supremo do Conselho Supremo, grau 33, Distrito Sul dos Franco-maçons do Rito Escocês, Norman Cousins John D. Rockefeller IV, A Fundação Rockefeller, O Campo de Marshall, a família de Robert McNamara, Thomas Watson (IBM, ex-embaixador dos EUA em Moscou), A Loja Unida dos Teosofistas de Nova Iorque, U. Alexis Johnson, ex-Subsecretário de Estado Rabbi Marc Tannenbaum, do American Jewish Committee.

Proeminentes organizações de frente financiadas pela Lucis Trust, incluídas as seguintes:

A Ordem de Serviço Teosófico (fundada por Annie Besant, em 1908), A Sociedade Teosófica (fundada por Helena Blavatsky em 1875), A Associação das Nações Unidas, O Fundo Mundial da Vida Selvagem da Inglaterra, A Fundação Britânica Findhorn, A Fundação Greenpeace, A Greenpeace International, A Anistia Internacional, A Sociedade Nicholas Roerich (a conexão chefe à espiritualidade e misticismo russo), Os Antroposofistas de Rudolf Steiner, a Escola Rudolf Steiner [esses não poderiam ser genuínos seguidores de Steiner], a UNESCO, o UNICEF, o Comitê de Serviço dos Amigos Americanos.

A ORDO TEMPLI ORIENTIS (OTO)

Esse é o mais bem conhecido dos extremos cultos satanistas baseados na Grã-Bretanha. Como a Lucis Trust, a OTO é um desdobramento direto do trabalho do principal satanista britânico do século XX, o Teosofista Aleister Crowley. Os entusiastas da OTO reivindicam que tal organização seja um desdobramento da franco-maçonaria Templária, e alude a muito influente proteção dentre os Templários mais altos na franco-maçonaria britânica.

O CULTO WICCA

O culto WICCA veio até a superfície, brevemente, durante o período pós-guerra, como uma associação legalizada para a promoção da feitiçaria. É publicamente conhecida como a principal associação internacional de bruxas no mundo de hoje.

Nos EUA, a patrocinadora mais considerada da WICCA é a diocese Anglicana de Nova Iorque (Episcopal), sob o bispo Paul Moore. Oficialmente, a Catedral Anglicana de St. John, o Divino, tem promovido a disseminação da feitiçaria WICCA por todo seu Lindisfarne Center. O falecido Gregory Bateson conduziu uma tal operação fora do Lindisfarne Center durante os anos 70.

Não tão tardiamente como nos anos 70, e talvez ainda hoje, a cripta da Catedral de St. John, o Divino, é o quartel-general das cerimônias solenes da Britânica (Venerável) Ordem de Malta. Figuras chave, tais como a ex-esposa de Gregory Bateson, Dame Margaret Mead, associada com aquela ordem britânica, tinha se associado com projetos em apoio da causa satanista da "Era de Aquarius".

Por razões óbvias, as bruxas americanas se encontraram em Salem, Massachusetts, seu centro nacional. Uma das mais importantes operações dessas bruxas é sua coordenação das pesadas confusões astrológicas dos EUA.

A ERA DE AQUARIUS

A "Era de Aquarius" ou "Nova Era" é o nome genérico adotado pelo moderno movimento satanista. O melhor publicado entre os fundadores do movimento da Era de Aquarius inclui Fyodor Dostoevsky, Friedrich Nietzsche, Alex Muenthe (notoriedade de Capri), e Aleister Crowley. A maioria dos aquarianos traça as origens do satanismo moderno a Nietzsche e Crowley.

O cultista anticristo Nietzsche anunciou que o século vinte veria o fim da Era dos Peixes, a qual os Aquarianos associaram com as figuras de Sócrates e Cristo; Nietzsche profetizou que a Nova Era seria a Era de Aquarius, que se identificaria com a figura satânica de Dionysos. Crowley anunciou-se publicamente como um devoto do culto da Nova Era de Nietzsche em sua revista Vienna Theosophy, próximo do final desse século, e indicado como sua escolha preferida de nome para Satã.

Entre as atividades internas mais pesadas, a Nova Era modela seus dogmas no culto mágico de Mithra, conforme fez Nietzsche. O culto tem notável afinidade ao culto Bogomil Bulgaro-cátaro (do qual o jargão "buggery" é derivado). A figura histórica mais celebrada da Nova Era, sua escolha para a original "encarnação" do anticristo, é o Imperador Romano Tiberius que ordenou a execução de Cristo. [Alguns imperadores romanos, mais notadamente Caligula, tornaram-se possessos por serem iniciados sem estarem preparados corretamente.] Adolf Hitler e Hermann Goering estavam entre as notáveis figuras que seguiram esse culto.

O mais conhecido coordenador do centro para o projeto da Era de Aquarius nos EUA hoje é o Instituto de Pesquisas de Standford, em Palo Alto, California, do qual Willis Harman é a importante personalidade dirigente. Veja Harman, discípulo de Marilyn Feruguson da Conspiração Aquariana de 1980 para uma exposição popular das visões de Harman e o programa para subversão dos EUA. Ferguson é preciso quando relata que a Sociedade Fabiana de H.G. Wells (chefe da inteligência Britânica da Primeira Guerra Mundial) é uma figura chave na Conspiração Aquariana. Peças chave também são o aliado de Wells, Bertrand Russell, e tais amigos de Russell como Robert M. Hutchins (Universidade de Chicago, Fundação Ford, Fundação para República, Instituto Aspen e o projeto).
Tanto Margaret Mead quanto seu marido Gregory Bateson eram colaboradores íntimos de Russell e Hutchins não depois de 1938. Os irmãos, Aldous (Hollywood) e Julian (ONU) Huxley eram colaboradores de H. G. Wells, e foram recrutados ao culto satanista de Crowley durante o final da década de 20.

ROCK SATÂNICO

Desde o lançamento dos Beatles como um projeto internacional pela TV em 1963, o "rock" tem sido o mais influente recrutador do satanismo. O rock foi criado, e ainda é coordenado pelos seguidores de Crowley e pela rede OTO, em cooperação com a WICCA. Não tão casualmente, é também o maior fazedor de dinheiro satanista, e uma prova fiel do apoio logístico-chefe para posicionamento estratégico e outras atividades dos esforços da OTO-WICCA pelo mundo inteiro.

Não há nada espontâneo ou acidental a respeito do "rock". É um produto de estudos clássicos do antigo culto terrorista Frígeo do dionísio-satânico, o modelo para os cultos Báquicos romanos de características semelhantes. O controle de Crowley da "indústria do rock" foi documentado por um time de investigadores [particulares], que também notaram, que além das letras satanistas, mensagens satanistas subliminares embutidas nas gravações rock são uma característica chave dessa operação subversiva.

O próprio "ritmo rock" é copiado dos cultos dionísico-báquicos. Mesmo sem as orgias de drogas e sexuais que são características retratadas dos negócios pesados de rock, repetida, freqüente e longas horas de exposição a constante repetição de "ritmos rock" produzem constantes efeitos alucinógenos na mente da vítima. Reduzir práticas sexuais ao nível da bestialidade é uma característica crucial do satanismo em todo período histórico estudado, do período Frígio de culto a Cybele-Dionysos adiante.

Da Europa ocidental continental, entre os perigos aos E.U.A dessa região, os dois principais centros abertos ao Satanismo pesado, são hoje Turim, na Itália (onde o projeto da atriz Elizabeth Taylor "Live AIDS" tentou patrocinar um cancelado festival de rock satânico), e Losano, na Suiça.

A Mente Satanista

Os satanistas já têm numerosas vítimas. A maioria das atrocidades sexuais e relacionadas perpetradas contra crianças "desaparecidas" e outras crianças é realizada como parte dos rituais esquematizados em manuais de organizações satanistas[1]. Uma dominante associação de polícia recebeu avaliação experiente que todos assassinos conhecidos, um em cinco é um assassino ritual, como o assassinato ritual de Roberto Calvi, perpetrado por membros de cultos satanistas. Os assassinos do "Filho de Sam" em Nova Iorque, e as operações do culto do condado de Cobb dos assim-chamados "assassinos de criança de Atlanta", são compatíveis com esse modelo.

O satanismo não é "somente uma outra mania louca oculta". A mente do satanista é puro mal; o satanista é uma ex-pessoa que se transformou em algo não mais humano. Começa como adição de drogas; o recrutamento esperado ao satanismo "resulta em algum" impulso divertido, mas depois escraviza aquele ou aquela por compulsões que podem fugir ao auto-controle. As drogas e outras circunstâncias especiais podem ser significantes características colaterais de iniciação, mas não necessariamente. A chave é "deixar-se levar" até as profundezas dos impulsos descontrolados que combinam impulsos sexuais e raiva como uma unidade, e expressar essa forma de "prazer" na forma de um ato que viola um importante preceito da própria consciência.

Os escritos de Nietzsche, especialmente rumo ao último período de vida precedendo seu colapso mental remetem esses tipos especiais de emoções, e referem-se implicitamente aos terríveis atos obscenos como a esperada concretização de tais impulsos. Nietzsche reconheceu esses impulsos como satânicos --dionísicos-- em qualidade. [A atividade dionísica, ou abandono selvagem, por si mesmo leva a uma possessão não-demoníaca. Ficar possuído demoniacamente requer assassinar, torturar, ou tormentar alguém com uma atitude neutra ou positiva.]

Geralmente, nós pensamos na mente criminosa representando uma pessoa cujos objetivos são baseados em "impulsos humanos normais", mas cuja escolha de meios é imoral. Fazer algo ilegal não é necessariamente imoral; a definição usual da mente criminosa é a pessoa inclinada a preferir meios imorais como atalhos a algum objetivo costumeiramente não inconsistente com os impulsos humanos normais. No caso do satanista, nós tocamos em algo bastante além de uma simples mente criminosa.

Imagine uma mente criminosa que experimentou uma transformação curiosa. Talvez, anteriormente, esse camarada tenha sido um bandido habitual, mesmo daquele tipo de mente deformada que se deleita em ocasiões que ele poderia ter imaginado que ele tivesse o pretexto para exercer o poder de vida ou morte sobre alguma vítima casual na cena desse crime. Todavia, sobre esse ponto, o roubo ou seqüestro resultam sempre no estímulo de sua atividade criminal.

Agora, ela mudou. O crime não é mais motivado pelo impulso de empregar meios cruéis para ganho pessoal. Em vez disso, o prazer da sensação de poder realizado em empregar viciosamente meios cruéis se torna um fim em si mesmo. Essa forma de prazer criminal transforma-se numa mistura de raiva e sexualidade. Apetites esgotados criam um estado mental naquele homem para que ele deva fazer algo mais monstruoso que ele tinha feito antes, para realizar o nível desejado de prazer orgiástico da façanha maligna. O mal para o propósito de fazer o mal, se tornou para ele um objetivo em si mesmo. Esse homem se torna uma besta, um virtual satanista.

Esse é o estado mental que o satanismo procura desenvolver em seus iniciados. Poderia começar com um ato sexual normal executado sob a influência de um horrível estado mental. Em breve, algo muito mais degradante se torna uma necessidade para um futuro iniciado com os apetites rapidamente esgotados. Em contraste com a mente saudável, que procura sempre se tornar melhor naquilo que está sendo dominado, ao iniciado no satanismo, um sentido de necessidade se desenvolve, a fim de procurar exibir a si algo muito pior do que alguém já fez anteriormente. Os cultos satânicos organizam esse processo degradado de auto-degeneração. O potencial para incidência endêmica de bestialidade individual no interior da sociedade é transformado em uma forma de comportamento social organizado e institucionalizado.

A tradição da "Missa Negra" aponta a mecanismos de satanismo como tais. A instrução de Nietzsche é suficiente nesse ponto. Desenvolver algum ato realmente monstruoso de blasfêmia, e associar esse estado de blasfêmia com algum tipo de prazer degradado e orgiástico.

Retorne à antiga Mesopotâmia, de onde o satanismo foi transmitido à Europa ocidental. A figura relevante do satanismo não é masculina, mas feminina. A figura masculina --Satã, Baal, Lúcifer e assim em diante--é uma figura subordinada; o princípio feminino do mal é pré-dominante. Então, a mãe de Satã, a "Prostituta Babilônia" é conhecida de outra forma como a Caldéia Ishtar, a Caananita Astarte, Isis, Venus, ou a Cibele Frígia. O ritual dos sacerdotes de Ishtar era um obsceno "serviço religioso" que era concluído com a fornicação dos sacerdotes com a congregação. Daí a "Prostituta da Babilônia" e a posição associada de Ishtar, Athtar, Astarte, Isis e Venus como as deusas patronas da prostituição.

Essa prática cultual satânica foi introduzida na Mesopotâmia da Índia pré-Ariana [que era de domínio assinado por Inanna/Ishtar - ver as Guerras de deuses e homens de Sitchin]. A assim-chamada cultura "Harrappan", retratando a Mãe Terra e a deusa da fertilidade Shakti e sua figura masculina Siva estabeleceram um grupo de colônias no Oriente Médio. Os sumérios estabeleceram uma colônia a qual os semitas locais chamaram de "o povo da cabeça preta" (Dravidianos), que era uma colônia Harrapan. Entre os semitas, Shakti se tornou conhecida como Ishtar. Na colônia Harrapan de Sheba-Ethiopia, Shakti se tornou conhecida como Athtar. No desdobramento caananita ("Fenício") da colonização de Harrapan, ela se tornou conhecida como Astarte. Os cultos helênicos de Ísis e Osíris eram desdobramentos dos cultos de Harrapan de Shakti-Siva, por essa estrada. Quando o mesmo culto se espalha para um povo indo-europeu, os frígios, Shakti-Siva assumiu as formas indo-européias de Cybele e Dionysio (dia e noite). Apollo e Lúcifer são variantes do nome para Satã-Osíris-Dionysio. [Ishtar era ambiciosa.]

Entre os Caananitas, por exemplo, o satanismo expressou-se em formas tais como a adoração de Moloch, com o costume incluído de fazer sacrifícios humanos dos recém-nascidos de cada casamento. Notavelmente, essa tradição Caananita é retratada nos modernos rituais sexuais e homicidas com bebês e crianças usadas como sacrifícios humanos[2].

Combinando os meios pelos quais os homens e mulheres são degradadas em potencialmente satânicas formas de bestas, como rituais associados com o satanismo são praticado como uma "anti-religião", movimentos satânicos em grande escala são desenvolvidos através de proselitismo sistemático.

O resultado dessa iniciação, conforme nós já enfatizamos, não é o ser humano, mas um ex-ser humano transformado em algo que não é humano.

Liberais modernos e outros desdenham dos relatos de selvagens caças às bruxas dos séculos anteriores. Habitualmente, a operação especial Britânica COINTELPRO, dirige em Salem, em Massachusetts, uma operação secreta contra a independência da Bay Colony em Massachusetts, comumente referenciada. Uma melhor comparação é a proliferação dos movimentos satanistas durante o século XIV; essas bruxas eram realmente sub-humanas, bestas satanistas, que representavam aquele tipo de ameaça à população daquele período. Assim, a população, como sua única defesa contra uma força genuína força satanista deste gênero, caçou-as com afinco e procuraram destruí-las. Não é à toa que o Antigo Testamento avisa, "Não deixarás viver uma feiticeira" (Ex. 22, 18). As bruxas do antigo Oriente Médio e da Europa do século XIV eram bruxas muito reais e muito más, não propriamente humanas, mas bestas assassinas.

Feitiçaria Moderna

A moderna difusão da feitiçaria nas nações de língua inglesa começou durante o século XVI, na ambientação dos cultos cabalistas e rosacruzes erigidos ao redor de Oxford e Cambridge. Francis Bacon e seu secretário Thomas Hobbes eram partes desse movimento. A inculcação endêmica de satanismo que isso estimulou na Inglaterra do século XVII explodiu depois da acessão do Rei George I, na forma dos clubes do fogo infernal que proliferaram entre a nobreza inglesa degenerada durante o longo liberal governo do primeiro ministério de Hugh Walpole.

Durante o período da Restauração dos Stuart, o cultismo pró-satânico rosacruz e cabalista em torno da corte dos Stuart se agarrou com o caso de Robert Bruce para reorganizar o culto em uma nova forma.

Robert Bruce foi o líder de um grupo de adoração a Templários de Satã (Baphomet), que fugiram para a Escócia, fora da irritada justiça do Papado e do Rei da França. O que eles traziam consigo era a exploração dos Templários da tradição cátara (Bogomil) na região de Toulouse e Albi, para erguer o tipo de adoração satânica sincrética que os Templários adquiriram no Oriente Médio. O Papado tinha ciência disso, e o Rei da França agiu no sentido de fechar os Templários por meios costumeiros naqueles tempos. Um grupo de Templários sob Bruce fugiu para a Escócia, e depois de algumas dificuldades iniciais, fizeram-se senhores do lugar.

A natureza da corte dos Stuart é ilustrada pela caracterização de um governo dos Stuart daquele período como a "Cabala". Nessa história, Macauley oferece uma amável descrição do assunto. Durante esse século, quando a arca dos laboratórios de ensaio de Isaac Newton foi aberta e examinada, o conteúdo do real "trabalho científico" de Newton concentrou-se em uma seleção de esplendor e especialmente insanos experimentos em "magia negra". Os círculos ao redor de Francis Bacon e Hobbes eram, como nós dizemos hoje, "uma coleção valorosa de tolices".

Assim, a mistura templária do gnosticismo Bogomil misturou-se com satanismo Hashishin, o que motivou as credenciais templárias de Bruce serem vistas como material apropriado para a construção de mitos para o deleite de tolices dos Stuart no período. A aristocracia liberal da Grã Bretanha se tornou uma concentração principal dessa imundície. Quando os liberais conseguiram todo o poder, sob Walpole, essa besteira Liberal revelou-se de tal forma como os proliferantes clubes infernais. Essa tradição era cultivada sob o fantoche do Segundo Conde de Shelbourne, o primeiro ministro, William Pitt, o Filho, com figuras satânicas tais como o poderoso Jeremy Bentham na fachada.

O satanismo ganhou novo fundamento sob a proteção do Liberalismo e do Romantismo durante o século XIX. Na Inglaterra, as mais virulentas novas formas flutuavam em torno de John Ruksin da Oxford University e da Irmandade Pre-Raphaelite. Fora dessa vindoura teosofia, a associação do socialismo britânico, a Sociedade Fabiana, Bertrand Russell, H. G. Wells e Aleister Crowley -- todos satanistas.

Isso se derramou sobre os EUA, notavelmente nos círculos do putativo "Grande Despertar" evangelista de Johnathan Edwards, e seu protetor, o ativista do Princeton Hell-Fire Club Aaron Burr. Durante o século XIX, espécie de colher de cozido associado a figuras tais como Oliver Lodge e A. Conan Doyle entornado generosamente entre os mais ricos anglófilos liberais dos EUA.

Em resumo, esse tipo de bruxaria se tornou endêmica pelos séculos. A diferença é que o que era endêmico se tornou epidêmico.

Para a página do jornalismo no satanismo:
http://www.econcrisis.homestead.com/JournalismOnSatanism.html

[1] Mais uma notícia ilustrativa é essa: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI451644-EI306,00.html
[2] Neste artigo é citado um livro que vincula o aborto a sacrifícios pagãos a Baal: http://r2rministries.com/abortion/X0209_Paris_Sacrament.html

Monday, July 04, 2005

Infanticídio detalhado na China

BY SARAH LUBMAN
Mercury News Staff Writer

Dois pesquisadores afirmam novos dados que mostram que os padrões de família tradicional na China, combinados com rígidas medidas de controle da população, resultaram em ``infanticídio feminino em grande escala'' -- próximo de 800,000 bebês garotas abandonadas ou mortas em uma única região somente entre 1971-80.

G. William Skinner, um antropólogo e especialista na China na Universidade de Davis-California, e pesquisador chinês Yuan Jianhua basearam suas conclusões em uma análise dos dados do censo chinês de 1990. Eles apresentaram seus achados na Associação para Estudos Asiáticos para o encontro anual de estudos asiáticos no último fim de semana em San Diego.

Enquanto o fenômeno de desaparecimento de garotas não é novo, o documento por Yuan e Skinner é o primeiro a mostrar como lugar e composição familiar ajudam a determinar o destino das crianças: Uma cercania mais ruralizada sobre uma bebê garota, e mais irmãs que ela tivesse em nascimento, constituíam as mais altas chances de não sobrevivência.

Os pesquisadores afirmam que a maioria das garotas eram abandonadas ou mortas ao nascer. Funcionários chineses sustentavam por longo tempo que as garotas que faltam são adotadas ou educadas às escondidas, mas Skinner declarou que os dados não permitem encobrimento.

Skinner e Yuan, que trabalham para uma agência semi-oficial em Beijing que faz projeções de população para o governo chinês, enfocaram em um por cento a amostra do censo da região mais baixa da região de Yangtze. Localizada ao redor da metrópole central de Shanghai, a área alcança de cidades costeiras populosas até comunidades rurais adjacentes, e tinha uma população de 140 milhões em 1990.

Sua pesquisa descobriu que culturalmente a família chinesa ``mínima aceitável'' consistia de dois garotos e uma garota, dado a herança da parte do pai da China. Filhas são importantes tanto quanto deveres do lar, casam-se no interior de uma família de stauts mais alto, e como fonte dos filhos em lei quando não há herdeiros machos.

A China começou a tentar controlar o crescimento massivo de sua população em 1970 e introduziu uma política de uma criança por família em 1980 – uma aproximação que colidiu com grande resistência e foi relaxado depois de 1986. De 1971 a 1980, Skinner e Yuan descobriram que 808,300 bebês garotas estavam faltando, ou algo que 8% de todas as garotas nascidas nas mais baixas regiões de Yangtze durante a década. Cerca de 81,800 garotos, ou 4,7% do total, estavam faltando também.

Mas Skinner e Yuan concluem que enquanto a maioria dos garotos era adotada ou ``transferida'' para outras famílias, a maioria das garotas foi assassinada brevemente após o nascimento. Sua pesquisa foi ajudada pelo fato que o censo Chinês coleta uma história de nascimento de toda mulher sob a idade de 65.

Os dados pintam uma moldura completa. Por exemplo, 44.6 por cento de todas as garotas que eram as crianças de seis anos em famílias inferiores de Yangtze entre 1971-80 estão ``faltando,'' disseram os pesquisadores. Ao mesmo tempo, 45.4% de todas as garotas nascidas dentro de famílias com quatro filhas estão faltando.

O desaparecimento de garotas continuou pelo tempo. Todos os casais da região Yangtze com duas filhas reportaram mais do que duas vezes nascimentos de machos em relação a fêmeas em 1989-90 quando chegou até o bebê No. 3.

Isso é mais do que o dobro da taxa natural de 104-106 garotinhos nascidos para cada 100 garotinhas. Para casais com duas filhas, a taxa saltou para 232 garotinhos para 100 garotinhas em 1989-90.

``Nós tínhamos a expectativa que fosse 104, portanto mais da metade daquelas garotas que foram dispostas,'' Skinner disse em uma entrevista. Muitas garotas foram abandonadas ao nascer, disse ele, mas o método tradicional de infanticídio é o afogamento.

``A moral da história é que o programa de planejamento familiar chinês causou uma onda maior de infanticídio,'' disse Skinner. ``Tem havido terrível resistência ao longo do caminho.''

Estatísticas desde 1990 mostram que a instabilidade macho-fêmea da China é persistente, e tem havido relatos tanto na imprensa chinesa e ocidental a respeito do crescimento de abortos mirados de fetos femininos depois de seu sexo ser detectado por ultrassom. Em 1997, um demógrafo da Universidade de Washington citou estatísticas de uma amostra do censo chinês de 1995. Esse dado supostamente mostrou que entre 3 anos de idade, houve 119 garotos por 100 garotas; entre 2 anos de idade, 121 garotos; e entre crianças com menos de um ano de idade, 116 garotos.

A cobertura do debate na mídia por jornalistas e acadêmicos

O painel retratando o documento de Yuan e Skinner foi simplesmente um dos mais do que
200 arrumados durante os quatro dias de conferência AAS. Houve painéis sobre tudo: das múmias Xinjiang aos textos budistas até a crise financeira asiática.

Em uma mesa redonda da cobertura da imprensa da China, jornalistas coloca-se em posição de defesa com acadêmicos sobre como a mídia ocidental retratam a China. Da perspectiva da mídia, houve boas e más notícias. Adam Brookes, um repórter da BBC em Beijing, deplorou o desenvolvimento da prática da China de fazer jornalistas pagar pela cobertura do lado de fora da capital, que começou no início dos anos 90. O BBC pagou $1,600 por uma filmagem de três dias de passeio. Oficiais locais também sentam-se em entrevistas, freqüentemente destruindo-as, disse Brookes.

Susan Lawrence, a chefe do escritório do Oriente da Far Economic Review's de Beijing, deu uma outra versão da história. Lawrence, que tinha sido reportado da China desde 1990, notou o número crescente de chineses que estavam desejando ser citados no registro. Ela também disse que os debates de política interna freqüentemente são exuaridos em jornais marxistas, e a crescente imprensa chinesa é mais informativa do que costumava ser, especialmente em tópicos de negócio.

Dois experts na China pesaram na próxima. Jeffrey Wasserstrom, um professor de história na Universidade de Indiana, queixaram-se do leque de interesse na história onde quer que houvesse uma crise contemporânea na China. Ele escolheu os repórteres da televisão em particular.

Bruce Cumings, um professor de história na Universidade de Chicago, teve um entendimento diferente. Ele criticou a cobertura americana na China como largamente centrada em Washington ``um debate Beltway,'' e foi crítico fulminante do The New York Times' da cobertura de 1999 de alegados chineses espionando envolvendo Wen Ho Lee, um cientista americano nascido em Taiwan, no laboratório de armas nucleares de Los Alamos.

``As funções da China como uma espécie de tinta machando as políticas de nosso país'', disse Cumings. Em justiça, nenhum dos dois jornalistas nos painéis reportam para a mídia baseada nos EUA, e o Times faz abundância da cobertura da China que não tem nada a ver com política sino-americana.

Contact Sarah Lubman at slubman@sjmercury.com or (408) 920-5740.

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Saturday, July 02, 2005

16 Fatos sobre o tal "sexo seguro"

VOCÊ SABIA?

1) Que os preservativos não constituem uma prevenção eficaz contra a AIDS?

2) Que o Dr. O Dr. Ronald F. Carey, investigador na FDA (Food and Drug Administration), órgão governamental norte-americano responsável por fiscalizar alimentos e drogas, pôs à prova 89 preservativos em uma máquina simuladora da relação sexual, e encontrou que pelo menos 29 deixaram passar partículas do tamanho do vírus da AIDS. A falha foi de 33% (Ronald F. Carey, Ph.D., et al, "Effectiveness of Latex Condoms as a Barrier to Human Immunodeficiency Virus-sized Particles Under conditions of Simulated Use," Sexually Transmitted Diseases 19:4 (July-August 1992), pp. 230-234.?

3) Que a revista Seleções (dezembro de 1991, pp.31-33), trouxe um artigo do Dr. Robert C. Noble, condensado de Newsweek de Nova Iorque (1/4/91), que mostra como é ilusória a crença no tal "sexo seguro" com a camisinha?

4) Que a pesquisadora Dra. Susan C. Weller, no artigo A Meta-Analysis of Condom Effectiveness in Reducing Sexually Transmitted HIV, publicado na revista Social Science and Medicine, (1993, vol.36, issue 12, pp.1635-1644), afirmou que "Presta desserviço à população quem estimula a crença de que o condom (camisinha) evitará a transmissão sexual do HIV. O condom não elimina o risco da transmissão sexual; na verdade só pode diminuir um tanto o risco"?

5) Que pesquisas indicam que o condom é 87% eficiente na prevenção da gravidez. Quanto aos estudos da transmissão do HIV, indicam que o condom diminui o risco de infecção pelo HIV aproximadamente em 69%, o que é bem menos do que o que normalmente se supõe" (PR, n° 409/1996, pp. 267-274).

6) Que em média três relações sexuais com camisinha têm o risco equivalente a uma relação sem camisinha?

7) Que segundo a publicação Medicina e Moral, a probabilidade de gravidez para um casal que usa exclusivamente a camisinha varia de 5% a 30%, com uma média de 15%?

8) Que o Dr. Leopoldo Salmaso, médico epidemiologista no Hospital de Pádua, na Itália, afirmou que: "O preservativo pode retardar o contágio, mas não acabar com ele" (idem)?

9) Que pesquisas realizadas pelo Dr. Richard Smith, um especialista americano na transmissão da AIDS, apresenta seis grandes falhas do preservativo, entre as quais a deterioração do látex devido às condições de transporte e embalagem?

10) Que o mesmo Dr. Richard afirmou que: "O tamanho do vírus HIV da AIDS é 450 vezes menor que o espermatozóide. Estes pequenos vírus podem passar entre os poros do látex tão facilmente em um bom preservativo como em um defeituoso" (Richard Smith, The Condom: Is it really safe saxe?, Public Education Commitee, Seattle, EUA, junho de 1991, p.1-3)?

11) Que a Rubber Chemistry & Technology, Washington, D.C., junho de 1992, afirmou que: "Todos os preservativos têm poros 50 a 500 vezes maiores que o virus da AIDS"?

12) Que é irresponsável, cientificamente, dizer que a camisinha garante o "sexo seguro"?

13) Que 61% dos jovens dizem que a pressão social é a razão pela qual os meninos não esperam para ter relações sexuais, 80% dos adolescentes sexualmente ativos afirmam que foram “iniciados” muito cedo e 84% das meninas de 16 anos para baixo querem que em suas escolas lhes ensinem a dizer “não” à relação sexual sem ferir os sentimentos da outra pessoa. (The Parents’ Coalition for Responsible Sex Education, Março de 1991)?

14) Que as campanhas de uso massivo de preservativos na prática resultaram sempre em fracasso, aumentando as transmissões por via sexual e estimulando o sexo livre, sem responsabilidade e sem compromisso?

15) Que por este motivo os EUA já não conduzem mais políticas de incentivo ao uso de camisinhas?

16) Que Uganda conseguiu através de campanhas de abstinência e fidelidade sexual regredir formidavelmente a contaminação pelo vírus, que anteriormente registrava metade de sua população contaminada através de campanhas de distribuição massiva de preservativos?

Saturday, June 25, 2005

O segredo dos maçons e judeus

from The POINT for January 1954

Do tempo dos Apóstolos que começaram primeiramente a evangelizar as nações, a Igreja Católica teve um grande, feroz, e resistente inimigo. Esses inimigos foram os judeus - o povo que rejeitou seu Rei e seu Deus, que o crucificaram, e que profetizou a mancha que deveria marcá-los para sempre, em seu grito desafiador: "seu sangue caía sobre nós e nossas crianças!"

Por vinte séculos os judeus nunca cessaram de reiterar sua rejeição a Jesus. Com intensidade concentrada hebraica dirigiram-se à tarefa de assaltar a Igreja que Ele fundou e onde Ele vive. E é esse propósito que tem ligado todos os judeus – um teimoso e estranho laço que recusa ser dissolvido em qualquer sociedade. Durante todo a história, os judeus foram a alma de todo movimento anticristão. Não houve um único programa importante ou dirigido a golpear a Igreja Católica em que eles não possam ser encontrados ocultamente.

Assim, os judeus eram a oposição principal à difusão da fé no tempo dos Apóstolos. Eram aqueles que incitaram Nero a começar sua perseguição aos cristãos. Eles abriram caminho ao Gnosticismo, a primeira grande heresia que ameaçava destruir a Igreja confundindo sua doutrina. Eles forneceram a inspiração e o incentivo para quase toda heresia, do Arianismo no quarto século ao Protestantismo no décimo sexto (principalmente por tornar sempre eficaz seu Talmud e Cabala, as fontes e reservatórios de toda blasfêmia e imundície anticristã). Em nossa própria época, eles conceberam, induziram a e guarneceram a sociedade do comunismo.

A Igreja, entretanto, nunca se iludiu com os judeus. Sempre, e nas palavras mais fortes possíveis, tentou advertir e proteger seus filhos do encontro destes "adversários de todos os homens", como São Paulo os chamou (cf. I Ts 2, 15). Através dos decretos de seus Papas e Concílios obrigou os judeus viverem nos ghettos, proibindo-os de terem empregados cristãos ou de investirem-se no serviço público, requerendo-lhes trajar chapéus alaranjados para serem reconhecidos e evitados facilmente. Vez ou outra, os judeus eram banidos de quase todo país na Europa, mas não por tiranos cruéis, e sim por grandes governadores Cristãos, como Santo Henrique II da Alemanha ou São Luís IX da França.

Não até o século XVIII, quando os franco-maçons começaram a pegar o comando dos governos de Europa, os judeus realmente estiveram particularmente envolvidos. Antes que fossem obrigados a trabalhar na maior parte subterraneamente, exercendo sua influência de forma escondida, sutil. Mas desse tempo em diante, trabalham ostensivamente.

Estando formados pelo propósito de combater Cristo e Sua Igreja, os maçons astuciosamente perceberam que para empreender esta guerra eficazmente deveriam pedir socorro àquele povo que tinha sido sempre a espinha dorsal do exército anticristão. Conforme a terminologia dos maçons, seus rituais secretos, sua filosofia, foi tudo comandado pelos judeus. Mas o maior golpe dos maçons era o de fazer uso, não simplesmente dessas perfídias tradições, mas do próprio vigoroso e enraivecido povo judeu. Enquanto os maçons tomavam o controle das nações de Europa, os judeus eram libertados dos ghettos em que tinham sido confinados por séculos, e concentrados na sociedade.

Assim, foi estabelecida a grande aliança do império de Satã: os maçons e os judeus; os maçons com seus poderes, controlando o governo e os negócios, conspirando e planejando nos níveis mais elevados; os judeus com sua influência controlando a imprensa e o entretenimento, insinuando seus nervosos, impuros e infiéis valores para toda a sociedade, e corrompendo-a até o coração.

Estes dois, que em alternada consideração são pólos distantes, juntaram-se para uma razão: a destruição da Igreja Católica. E cada esquema judaico-maçônico tem esse fim em vista. Assim, sua defesa do internacionalismo é, em parte, devido ao fato de não confiar lealdade a qualquer país, mas principalmente uma tentativa de combater a Igreja Católica em uma escala quão grande, católica e eclesiástica seja ela.

O objetivo final e supremo dos maçons, algo que eles misteriosamente declaram, é reconstruir o Templo de Jerusalém. Isso é, obviamente, um objetivo que os judeus compartilham. E embora possa soar inocente, em suas implicações, é aterrorizante. O Templo de Jerusalém é o tradicional centro da adoração judaica, que foi destruído em 70 D.C. pelos romanos, em cumprimento da profecia do Nosso Senhor que "não seria deixado pedra sobre pedra" (Lc 21, 6). O estabelecimento do Estado de Israel dá aos maçons e aos judeus sua primeira oportunidade de tentar conseguir seu objetivo de reconstruir este templo. Se eles fizerem a tentativa – e sem dúvida nenhuma eles querem - os cristãos podem ansiosamente prestar atenção no que vai acontecer. Pois o templo foi destruído completamente, de forma clara, com a assinatura da cólera de Deus sobre os judeus. Ele nunca mais foi reconstruído, e os Santos e Padres nos contam que ele nunca será.
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