Banir a Tortura de Israel
por Alexander Cockburn
The Nation magazine, September 27, 1999
Todo estado tortura seus súditos, a única variação sendo o refinamento ou intensidade de dor, mas até aqui como eu sei, Israel é o único estado nos tempos modernos que legalizou isso. Voltando a década de 70, um soldado druso servindo nas forças armadas de Israel teve a má sorte, durante uma investigação, de ser torturado pelo Serviço de Segurança Geral, a ka Shin Bet. Ele foi condenado por espionagem e apelou à Suprema Corte de Israel, que em 1987 reuniu uma comissão especial, encabeçada pelo aposentado juiz Moshe Landau, para rever toda a questão da tortura, cuja imposição Israel negava furiosamente por anos.
A comissão ponderou pontualmente o conflito entre declarações solenes internacionais ressalvando a tortura e as percebidas necessidades de segurança por Israel. Cedeu-se firmemente ao último. Um anexo secreto a esse relato, posteriormente vazado, sancionou o uso de "pressão física moderada" contra detentos Palestinos. Assim, no ano em que a Convenção Contra a Tortura e Outras Cruéis, Desumanas ou Inumanas ou Degradantes Tratamentos posteriormente endossados por Israel, veio à força, torturadores de Shin Bet receberam o imprimatur do Estado.
"Pressão física moderada" soa quase como sedar. Assim parece “sacudir”, até que alguém descubra que mais de uma vez os torturadores de Israel têm sacudido suas vítimas até a morte. Uma tal vítima foi Abdel Samad Hraizat, trazido ao hospital inconsciente menos de vinte e quatro horas depois de sua prisão em 22 de abril de 1995, e pronunciado à morte em 25 de abril. Milhares de palestinos - nunca judeus – têm experimentado essa "pressão moderada" desde que Landau tornou-a legal.
Eis uma típica explicação, dada por um palestino de 15 anos, Riad Faraj, que foi preso por jogar pedras no final de 1987. "Eles me algemaram e bateram em mim durante o caminho a Fara'a [uma prisão militar em Nablus]. Logo que chegamos, eles me guiaram a um 'doutor' para um 'checkup'. Eu descobri posteriormente que esse 'checkup' seria localizar qualquer fraqueza física para se concentrar durante a tortura. Eles prestaram particular atenção a minha perna, que foi ferida uma vez e ainda estava sensível. Antes que eles começassem o interrogatório, me perguntaram se eu estava pronto a confessar. Eles então me penduraram pelos meus pulsos, pelado, no frio, e me deram chuveiros quentes e frios alternativamente. Um capuz coberto de estrume foi posto sobre minha cabeça".
Ano após ano, a Suprema Corte renovou sua aprovação da tortura, até 6 de setembro. Nesse dia, revendo apelos submetidos por grupos de direitos humanos, a corte baniu tais atos como sacudir, privação do sono, saco sobre a cabeça.
Os juízes não ficaram moralmente afrontados pela tortura em si. Seus limitados e descobertos recentemente interesses relacionavam-se à aplicação da lei internacional, e nós podemos supor que essa repentina solicitude derivou de crescente clamor dos grupos de direitos humanos israelenses, palestinos e internacionais. Mas embora a corte não ache que as provisões de tratados internacionais aos quais Israel é signatário são "absolutas" e que "não haja exceções a eles e lugar para o equilíbrio", também disse que poderia haver circunstâncias em que os interesses do Estado requerem tortura: "e todavia será decidido que é apropriado para Israel, à luz de suas dificuldades de segurança, sancionar meios físicos em interrogatórios, isso é um assunto que deve ser decidido pelo braço legislativo.... nós não tomamos qualquer posição sobre essa matéria nesse momento." Assim, a corte cuidadosamente deixou a porta aberta para o Knesset aprovar depressa uma lei "bomba relógio" sob a lógica que se um prisioneiro tem conhecimento da iminente violência, está OK usar a tortura para extrair essa informação. Tirando a nova lei, há sempre criatividade burocrática. Como Primeiro Ministro Ehud Barak disse, "A decisão tornará as coisas muito difíceis para o Shin Bet, e...nós necessitamos encontrar um caminho". Um ex-funcionário do Shin Bet agora no Parlamento, Gideon Ezra, diz, "Eu estou certo que o GSS encontrará novos métodos. Talvez eles encontrem uma cadeira que seja um pouco mais alta".
Eitan Fellner, chefe do grupo de direitos humanos israelense B'Tselem, declara que a "tortura se tornou uma rotina burocrática em todos centros de interrogatório Shin Bet. Nós estimamos que 85% dos detentos Palestinos foram torturados, embora muitos fossem posteriormente liberados sem uma acusação". Em outras palavras, há dezenas de milhares de Palestinos que fizeram confissões sob tortura que são agora presumidamente inválidas, e que são intituladas reparação.
Verdade seja dita, o assunto tortura em Israel não reflete muita glória para muitas organizações de direitos humanos. Nos anos 80, a Anistia Internacional evitou o assunto tanto antes quanto depois da Comissão Landau, apesar dos esforços de gente como o Professor Francis Boyle da Universidade de Illinois, que fez campanha ferozmente para que se adotasse uma postura. Eu conversei com Boyle depois da última decisão. "Até que enfim", ele disse e então recordou de viajar para Israel nos anos 80 para levantar com funcionários israelenses a questão da responsabilidade de Nuremberg pelo que Israel estava fazendo aos Palestinos.
No Departamento de Justiça de Israel, o funcionário responsável pelas matérias no tocante aos Palestinos, e assim um homem bem treinado como um apologista das forças de segurança de Israel, era um emigrante americano chamado Justus Reid Weiner. Weiner, agora um "estudioso em residência" no Centro de Assuntos Públicos de Jerusalém, financiado por Michael Milken e sua família, é o autor de um grotesco ataque a Edward Said sobre o último assunto em comento. Boyle lembra de contar a Weiner que professores judaico-americanos tais como John Fried e Richard Falk estavam entre aqueles que levantaram essa questão de responsabilidade de Nuremberg. "Eu nunca deverei esquecer da reação de Weiner'. lembra Boyle. "Ele disse, 'haver grande quantidade de judeus com ódio a si mesmo vivendo na América. Isso é por quê mudei-me para Israel'. Nesse momento eu percebi que eu estava perdendo meu tempo falando com um fanático racista anti-árabe, de modo que eu terminei a conversa".
Embora o New York Times e o Wall Street Journal dessem muito espaço para as calúnias de Weiner, nem um nem outro publicaria a réplica de Said. O diário israelense Ha'aretz fez o mesmo em 8 de Setembro. Aquele mesmo dia o Centro Palestino por Direitos Humanos em Gaza publicou uma declaração sobre a decisão da Suprema Corte, concluindo com sua "apreciação do trabalho das organizações de direitos humanos de Israel sobre esse assunto". Poderiam esses grupos Judaico-Americanos ter merecido tal gratidão. Em vez disso, nós encontramos a agitação da Organização Sionista da América no ataque de Weiner e a exigência que Said seja despojado de sua presidência da Associação de Língua Moderna!
Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Saturday, May 12, 2007
Preparativos para introdução das Leis de Noé por Judeus Talmudistas
Rabis na Sala de Reuniões Políticas?
www.LubavitchArchives.com – História do Chabad na web
"Dia da Educação dos EUA" - 1978
A cena na imponente Sala de Reuniões Políticas da Casa dos Representantes. Presentes estão uns cento e cinqüenta senadores e congressistas, em acréscimo a numerosos homens de importância ao redor dos Estados Unidos. Misturando-se com os augustos legisladores do estado está um número de jovens Rabis, de modo bastante evidente que não são membros do Congresso. Espalhados em volta da sala estão muitos grupos, compreendendo tanto legisladores quanto Rabis, conversando amigavelmente. A data é 17 de abril de 1978.
A ocaisão, uma grande recepção celebrando a proclamação de 18 de abril de 1978, como "Dia da Educação, E.U.A."
Os Rabis? Diretores das atividades Lubavitch em mais de sessenta centros e Casas de Chabad, por toda a extensão e distância dessa terra.
Sua conexão com a ocasião? Eles iniciaram a idéia. A "necessidade para a Nação desprezar no calendário um dia dedicado à importância da educação para as vidas de seus cidadãos e para o bem estar geral da Nação" (como a proclamação registra) foi primeiro reconhecido por Lubavitch, cujo líder mundial, Rabi Menachem M. Schneerson, requereu por um "Ano de Educação" dois anos anteriormente, e por sua renovação um ano mais tarde. O significado do 18 de Abril foi que era o dia do aniversário do Rebe (11º de Nissan).
Os ilustres convidados presentes estavam expressando sua admiração e afeição pelo movimento Lubavitch e seu ilustre líder. Eles já passaram a legislação, e ela estava para ser assinada como lei pelo Presidente Carter enquanto a recepção estava tomando lugar. Agora eles tinham tomado tempo livre de sua ocupada agenda para celebrar a ocasião na Casa da Sala das Reuniões Políticas. Walter F. Mondale, Vice-Presidente dos Estados Unidos, presidiu o evento. Ele foi apresentado a cada um dos líderes Lubavitch individualmente direto ao começo do programa.
Na recepção, não se teve que olhar distante para ver a reação espontânea dos congregados em direção ao evento que os trouxe. A importância dos congressistas e senadores presentes e as observações dos principais membros que falavam, demonstrou claramente o reconhecimento e afeição que eles sentiram pelo "movimento abençoado com um tal líder", como o Senador Kennedy expressou. Sentimentos similares foram expressos por Robert J. Lipshutz, Conselheiro do Presidente, que estava presente como um representante pessoal do Presidente Carter e apresentou suas observações em nome do Presidente.
A Congressista Clarence D. Long of Maryland, Presidente, Subcomitê de Assuntos Exteriores, disse em seu discurso que, em sua opinião, as realizações do [movimento] Lubavitch torna-o digno de serem líderes em enfocar atenção sobre a importância da educação por toda a nação.
O Senador Jacob Javits de Nova Iorque falou com amáveis palavras sobre as grandes realizações de Lubavitch em seu próprio estado e ao redor do mundo. Outros distintos legisladores que falaram foram o Congressista Robert C. Nix, Presidente do Comitê da Casa de Correio e Serviço Civil, Senador Clifford Case de Nova Jersey e o Congressista Benjamin Rosenthal, que foi patrono chefe da legislação.
O Vice-Presidente Mondale, em um discurso bastante comovente, louvou o papel do Rebe como líder da Judiaria mundial e seu trabalho pela educação, desejando-lhe muito mais frutíferos anos no leme do movimento Chabad. "Eu fico contente", disse ele, "de integrar em duas jubilosas ocasiões que nos encontramos hoje, o 76º aniversário do Rebe Lubavitch e a resolução proclamada oficilamente pelo Congresso proclamando Dia da Educação, E.U.A. É apropriado que o Dia da Educação seja proclamado sobre o aniversário do Rabi Schneerson, que é um grande estudioso Talmúdico dedicado à educação do povo Judeu por todo o mundo".
Ele transmitiu as desculpas do Presidente Carter que estava impossibilitado de participar pessoalmente devido à pressão do trabalho público. Senador Kennedy presidiu temporariamente quando o Vice-presidente foi por um momento chamado a um assunto urgente em conexão com o caso do Canal do Panamá. Em nome de todos os representantes Lubavitch presentes, Rabi Zalman Posner de Nashville, Tennessee, cumprimentou os congregados a meditar palavras provocantes. Rabi Avraham Shemtov, Diretor das atividades Lubavitch na Filadélfia, terminou o programa inspirando com palavras de gratidão a todos os participantes e patrocinadores que tornaram possível o "Dia da Educação, E.U.A."
***
Proclamação 5463 – Dia da Educação, E.U.A., 1986
April 19, 1986
Pelo Presidente dos Estados Unidos da América
Uma Proclamação
Desde os tempos coloniais, os Norte-Americanos sempre reconheceram que educação é a chave dourada que abre a porta à realização e o progresso. Essa Administração tem colocado renovada ênfase na excelência na educação, e os resultados já são encorajadores. Ambientando altos padrões, nós desafiamos a juventude a desenvolver seus músculos mentais e aspirar alcançar o melhor que há neles. Uma tal educação sucede porque faz aprender uma aventura.
A educação é como um diamante com muitas facetas: inclui o domínio básico de números e letras que nos dão acesso ao tesouro do conhecimento humano, acumulado e refinado por todos os tempos; inclui treinamento técnico e vocacional bem como instrução em ciência, matemática superior, e literatura humanitária. Mas nenhuma verdadeira educação pode deixar de fora as dimensões morais e espirituais da vida e aspiração humana. Somente a educação que endereça essa dimensão pode levar àquela mistura de compaixão, humildade e entendimento que é resumida em uma palavra: conhecimento.
“Feliz o homem'' nos conta a Escritura, que “encontra o conhecimento. . . . Seus caminhos são caminhos de prazer, e todos suas estradas são de paz. Ela é uma árvore de vida àquele que vem a possui-la.''
O Congresso procurou chamar a atenção a esses duráveis valores adotando resoluções que pagam tributo ao exemplo de Rabbi Menachem Mendel Schneerson, um homem que dedicou sua vida à procura do conhecimento e a guiar outros ao longo de suas trilhas. Ele exemplifica a rica tradição das Sete Leis de Noé, que foram a estrela-guia do movimento Lubavitch desde seu início.
Em reconhecimento às nobres realizações do Rabbi Schneerson e em celebração do seu 84º aniversário, o Congresso, pela Resolução Conjunta da Casa 582, designou o 20 de Abril como o “Dia da Educação, dos E.U.A.'' e autorizou e requisitou o Presidente a lançar uma apropriada proclamação em observância desse evento.
Agora, Portanto, Eu, Ronald Reagan, Presidente dos Estados Unidos da América, faço proclamar o Domingo, dia 20 de Abril de 1986, como Dia da Educação dos E.U.A., e eu chamo a atenção das pessoas dos Estados Unidos, e, em particular nossos professores e outros líderes educacionais, a observarmos esse dia com apropriadas cerimônias e atividades.
Em Testemunho do que, eu fixo minha mão nesse décimo nono dia de Abril, no ano de Nosso Senhor, o décimo nono centésimo e octagésimo sexto, da independência dos Estados Unidos da América, o ducentésimo décimo.
Ronald Reagan
[Filed with the Office of the Federal Register, 10:26 a.m., April 21, 1986]
***
Dia da Educação e Colaboração, E.U.A., 2000 – Pelo Presidente
A CASA BRANCA Escritório da Secretaria de Imprensa (Mumbai, India)
DIA DA EDUCAÇÃO E COLABOARAÇÃO, U.S.A., 2000 - - - - - - - PELO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
UMA PROCLAMAÇÃO
Como nós saudamos um novo milênio, a América coloca-se em um momento único na hora certa. Nós podemos olhar pra trás sobre o último século, onde nós experimentamos profundos avanços na ciência, medicina, tecnologia que fundamentalmente alteraram o mundo em que vivemos. Ao mesmo tempo, nós podemos olhar adiante a um novo século repleto de promessas sem paralelo e possibilidades ilimitadas para promover o progresso.
Por toda a história de nossa nação, a educação tem estado no coração das realizações na América, e é a chave para encontrar os desafios e aproveitar as oportunidades que repousam diante de nós. Para prosperar na comunidade global do século 21, nós devemos prover todos nossos cidadãos com uma educação superior e abrangente. Nós devemos assegurar que todo Americano não tenha somente o conhecimento e as habilidades que ele ou ela necessite para florescer, mas também uma sólida base de orientação e valores. Como a revolução tecnológica quebra as barreiras da geografia, cultura e status econômico, é mais do que crucial que pessoas jovens aprendam a importância da tolerância, cooperação e colaboração. Imbuído desses valores e enriquecidos por uma educação de qualidade, nossas crianças podem olhar em direção a um futuro brilhante.
Rabi Menachem Mendel Schneerson, o Chefe da comunidade hassídica Lubavitch, reconheceu a importância de um tal abrangente aprendizado. Em acréscimo a ser um dos mais altamente respeitados líderes religiosos mundiais, ele foi também um perfeito estudioso em matemática e ciência. Entendendo que tanto a educação secular e o treinamento espiritual contribuem enormemente ao desenvolvimento humano, ele procurou prover o jovem com novas oportunidades para o enriquecimento acadêmico, social e moral através de mais de 2.000 instituições educacionais e sociais que ele estabeleceu por todo o país e por todo o mundo. Seus esforços continuam a dar frutos hoje, ajudando uma nova geração a evoluir em adultos responsáveis e maduros.
Como nós observamos esse dia especial, vamos renovar nosso compromisso à excelência na educação e para promover aos nossos jovens desenvolvimento acadêmico e espiritual. Vamos também lembrar o exemplo do Rabi Schneerson e transmitir a nossas crianças os valores e conhecimento que têm fortalecido nossa nação no passado e que nos permitirá encarar os desafios do futuro.
NESTE MOMENTO, PORTANTO, EU, WILLIAM J. CLINTON, Presidente dos Estdos Unidos da América, em virtude da autoridade em mim investida pela Constituição e as leis dos Estados Unidos, faço por meio disto proclamar 28 de Março de 2000, como Dia da Educação e Colaboração, E.U.A. Eu convido funcionários do Governo, educadores, voluntários e todos os cidadãos dos Estados Unidos a observarem esse dia com atividades, programas e cerimônias apropriadas.
EM TESTEMUNHA DO QUE, eu fixo minha mão nesse vigésimo quarto dia de Março, no ano de nosso Senhor de dois mil, e da Independência dos Estados Unidos da América de duzentos e vinte e quatro.
WILLIAM J. CLINTON
www.LubavitchArchives.com – História do Chabad na web
"Dia da Educação dos EUA" - 1978
A cena na imponente Sala de Reuniões Políticas da Casa dos Representantes. Presentes estão uns cento e cinqüenta senadores e congressistas, em acréscimo a numerosos homens de importância ao redor dos Estados Unidos. Misturando-se com os augustos legisladores do estado está um número de jovens Rabis, de modo bastante evidente que não são membros do Congresso. Espalhados em volta da sala estão muitos grupos, compreendendo tanto legisladores quanto Rabis, conversando amigavelmente. A data é 17 de abril de 1978.
A ocaisão, uma grande recepção celebrando a proclamação de 18 de abril de 1978, como "Dia da Educação, E.U.A."
Os Rabis? Diretores das atividades Lubavitch em mais de sessenta centros e Casas de Chabad, por toda a extensão e distância dessa terra.
Sua conexão com a ocasião? Eles iniciaram a idéia. A "necessidade para a Nação desprezar no calendário um dia dedicado à importância da educação para as vidas de seus cidadãos e para o bem estar geral da Nação" (como a proclamação registra) foi primeiro reconhecido por Lubavitch, cujo líder mundial, Rabi Menachem M. Schneerson, requereu por um "Ano de Educação" dois anos anteriormente, e por sua renovação um ano mais tarde. O significado do 18 de Abril foi que era o dia do aniversário do Rebe (11º de Nissan).
Os ilustres convidados presentes estavam expressando sua admiração e afeição pelo movimento Lubavitch e seu ilustre líder. Eles já passaram a legislação, e ela estava para ser assinada como lei pelo Presidente Carter enquanto a recepção estava tomando lugar. Agora eles tinham tomado tempo livre de sua ocupada agenda para celebrar a ocasião na Casa da Sala das Reuniões Políticas. Walter F. Mondale, Vice-Presidente dos Estados Unidos, presidiu o evento. Ele foi apresentado a cada um dos líderes Lubavitch individualmente direto ao começo do programa.
Na recepção, não se teve que olhar distante para ver a reação espontânea dos congregados em direção ao evento que os trouxe. A importância dos congressistas e senadores presentes e as observações dos principais membros que falavam, demonstrou claramente o reconhecimento e afeição que eles sentiram pelo "movimento abençoado com um tal líder", como o Senador Kennedy expressou. Sentimentos similares foram expressos por Robert J. Lipshutz, Conselheiro do Presidente, que estava presente como um representante pessoal do Presidente Carter e apresentou suas observações em nome do Presidente.
A Congressista Clarence D. Long of Maryland, Presidente, Subcomitê de Assuntos Exteriores, disse em seu discurso que, em sua opinião, as realizações do [movimento] Lubavitch torna-o digno de serem líderes em enfocar atenção sobre a importância da educação por toda a nação.
O Senador Jacob Javits de Nova Iorque falou com amáveis palavras sobre as grandes realizações de Lubavitch em seu próprio estado e ao redor do mundo. Outros distintos legisladores que falaram foram o Congressista Robert C. Nix, Presidente do Comitê da Casa de Correio e Serviço Civil, Senador Clifford Case de Nova Jersey e o Congressista Benjamin Rosenthal, que foi patrono chefe da legislação.
O Vice-Presidente Mondale, em um discurso bastante comovente, louvou o papel do Rebe como líder da Judiaria mundial e seu trabalho pela educação, desejando-lhe muito mais frutíferos anos no leme do movimento Chabad. "Eu fico contente", disse ele, "de integrar em duas jubilosas ocasiões que nos encontramos hoje, o 76º aniversário do Rebe Lubavitch e a resolução proclamada oficilamente pelo Congresso proclamando Dia da Educação, E.U.A. É apropriado que o Dia da Educação seja proclamado sobre o aniversário do Rabi Schneerson, que é um grande estudioso Talmúdico dedicado à educação do povo Judeu por todo o mundo".
Ele transmitiu as desculpas do Presidente Carter que estava impossibilitado de participar pessoalmente devido à pressão do trabalho público. Senador Kennedy presidiu temporariamente quando o Vice-presidente foi por um momento chamado a um assunto urgente em conexão com o caso do Canal do Panamá. Em nome de todos os representantes Lubavitch presentes, Rabi Zalman Posner de Nashville, Tennessee, cumprimentou os congregados a meditar palavras provocantes. Rabi Avraham Shemtov, Diretor das atividades Lubavitch na Filadélfia, terminou o programa inspirando com palavras de gratidão a todos os participantes e patrocinadores que tornaram possível o "Dia da Educação, E.U.A."
***
Proclamação 5463 – Dia da Educação, E.U.A., 1986
April 19, 1986
Pelo Presidente dos Estados Unidos da América
Uma Proclamação
Desde os tempos coloniais, os Norte-Americanos sempre reconheceram que educação é a chave dourada que abre a porta à realização e o progresso. Essa Administração tem colocado renovada ênfase na excelência na educação, e os resultados já são encorajadores. Ambientando altos padrões, nós desafiamos a juventude a desenvolver seus músculos mentais e aspirar alcançar o melhor que há neles. Uma tal educação sucede porque faz aprender uma aventura.
A educação é como um diamante com muitas facetas: inclui o domínio básico de números e letras que nos dão acesso ao tesouro do conhecimento humano, acumulado e refinado por todos os tempos; inclui treinamento técnico e vocacional bem como instrução em ciência, matemática superior, e literatura humanitária. Mas nenhuma verdadeira educação pode deixar de fora as dimensões morais e espirituais da vida e aspiração humana. Somente a educação que endereça essa dimensão pode levar àquela mistura de compaixão, humildade e entendimento que é resumida em uma palavra: conhecimento.
“Feliz o homem'' nos conta a Escritura, que “encontra o conhecimento. . . . Seus caminhos são caminhos de prazer, e todos suas estradas são de paz. Ela é uma árvore de vida àquele que vem a possui-la.''
O Congresso procurou chamar a atenção a esses duráveis valores adotando resoluções que pagam tributo ao exemplo de Rabbi Menachem Mendel Schneerson, um homem que dedicou sua vida à procura do conhecimento e a guiar outros ao longo de suas trilhas. Ele exemplifica a rica tradição das Sete Leis de Noé, que foram a estrela-guia do movimento Lubavitch desde seu início.
Em reconhecimento às nobres realizações do Rabbi Schneerson e em celebração do seu 84º aniversário, o Congresso, pela Resolução Conjunta da Casa 582, designou o 20 de Abril como o “Dia da Educação, dos E.U.A.'' e autorizou e requisitou o Presidente a lançar uma apropriada proclamação em observância desse evento.
Agora, Portanto, Eu, Ronald Reagan, Presidente dos Estados Unidos da América, faço proclamar o Domingo, dia 20 de Abril de 1986, como Dia da Educação dos E.U.A., e eu chamo a atenção das pessoas dos Estados Unidos, e, em particular nossos professores e outros líderes educacionais, a observarmos esse dia com apropriadas cerimônias e atividades.
Em Testemunho do que, eu fixo minha mão nesse décimo nono dia de Abril, no ano de Nosso Senhor, o décimo nono centésimo e octagésimo sexto, da independência dos Estados Unidos da América, o ducentésimo décimo.
Ronald Reagan
[Filed with the Office of the Federal Register, 10:26 a.m., April 21, 1986]
***
Dia da Educação e Colaboração, E.U.A., 2000 – Pelo Presidente
A CASA BRANCA Escritório da Secretaria de Imprensa (Mumbai, India)
DIA DA EDUCAÇÃO E COLABOARAÇÃO, U.S.A., 2000 - - - - - - - PELO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
UMA PROCLAMAÇÃO
Como nós saudamos um novo milênio, a América coloca-se em um momento único na hora certa. Nós podemos olhar pra trás sobre o último século, onde nós experimentamos profundos avanços na ciência, medicina, tecnologia que fundamentalmente alteraram o mundo em que vivemos. Ao mesmo tempo, nós podemos olhar adiante a um novo século repleto de promessas sem paralelo e possibilidades ilimitadas para promover o progresso.
Por toda a história de nossa nação, a educação tem estado no coração das realizações na América, e é a chave para encontrar os desafios e aproveitar as oportunidades que repousam diante de nós. Para prosperar na comunidade global do século 21, nós devemos prover todos nossos cidadãos com uma educação superior e abrangente. Nós devemos assegurar que todo Americano não tenha somente o conhecimento e as habilidades que ele ou ela necessite para florescer, mas também uma sólida base de orientação e valores. Como a revolução tecnológica quebra as barreiras da geografia, cultura e status econômico, é mais do que crucial que pessoas jovens aprendam a importância da tolerância, cooperação e colaboração. Imbuído desses valores e enriquecidos por uma educação de qualidade, nossas crianças podem olhar em direção a um futuro brilhante.
Rabi Menachem Mendel Schneerson, o Chefe da comunidade hassídica Lubavitch, reconheceu a importância de um tal abrangente aprendizado. Em acréscimo a ser um dos mais altamente respeitados líderes religiosos mundiais, ele foi também um perfeito estudioso em matemática e ciência. Entendendo que tanto a educação secular e o treinamento espiritual contribuem enormemente ao desenvolvimento humano, ele procurou prover o jovem com novas oportunidades para o enriquecimento acadêmico, social e moral através de mais de 2.000 instituições educacionais e sociais que ele estabeleceu por todo o país e por todo o mundo. Seus esforços continuam a dar frutos hoje, ajudando uma nova geração a evoluir em adultos responsáveis e maduros.
Como nós observamos esse dia especial, vamos renovar nosso compromisso à excelência na educação e para promover aos nossos jovens desenvolvimento acadêmico e espiritual. Vamos também lembrar o exemplo do Rabi Schneerson e transmitir a nossas crianças os valores e conhecimento que têm fortalecido nossa nação no passado e que nos permitirá encarar os desafios do futuro.
NESTE MOMENTO, PORTANTO, EU, WILLIAM J. CLINTON, Presidente dos Estdos Unidos da América, em virtude da autoridade em mim investida pela Constituição e as leis dos Estados Unidos, faço por meio disto proclamar 28 de Março de 2000, como Dia da Educação e Colaboração, E.U.A. Eu convido funcionários do Governo, educadores, voluntários e todos os cidadãos dos Estados Unidos a observarem esse dia com atividades, programas e cerimônias apropriadas.
EM TESTEMUNHA DO QUE, eu fixo minha mão nesse vigésimo quarto dia de Março, no ano de nosso Senhor de dois mil, e da Independência dos Estados Unidos da América de duzentos e vinte e quatro.
WILLIAM J. CLINTON
Friday, May 11, 2007
A ADL impulsiona leis contra a "homofobia"
A ADL ‘Odeia’ os Ensinamentos Cristãos contra o Homossexualismo? Faça um Exame Minucioso em sua Definição de ‘Homofobia’
por Peter LaBarbera
A seguinte é a definição online da Liga Anti-Difamação (ADL) de "homofobia". A ADL é a principal defensora para leis federal e estadual de "crimes de ódio" que são inclusivas de homossexualismo e confusão de gênero ("orientação sexual" e "identidade de gênero"). Note as porções destacadas abaixo e como a ADL aparentemente não cede qualquer terreno para aceitável oposição religiosa e moral ao comportamento homossexual. Isso é importante na medida em que atualmente muitas agências governamentais e defensores da lei "de crime de ódio" confiam na ADL para as definições de "ódio", "preconceito" etc.
O que esse enunciado orwelliano significa: "Muitos pesquisadores reclamam que homossexuais ainda encontram-se como alvo de preconceito no interior de instituições como igrejas e organizações profissionais" . Sim, muitas igrejas que acreditam na Bíblia — e sinagogas ortodoxas judaicas, e mesquitas islâmicas — acreditam que o comportamento homossexual seja pecaminoso e danoso ao corpo e à alma, mas eles também acreditam que as pessoas que se engajam nesse estilo de vida podem mudar (conforme provado pela existência de muitos ex-"gays"). Redefinir a doutrina bíblica como "discriminação" , classificar as pessoas praticantes de homossexualismo como "alvos de preconceito" em igrejas — é precisamente o tipo de controle de pensamento e expressão que não deve ser feito pela "lei" em nossa nação livre.
A Liga Anti-Difamação sobre "Homofobia"
Homofobia
Homofobia é o ódio ou medo de homossexuais – isto é, de lésbicas ou homens gays – levando algumas vezes a atos de violência e expressões de hostlidade. Homofobia não está confinada a qualquer segmento da sociedade, e pode ser encontrada em pessoas de todos os recantos da vida. Grupos de ódio organizado têm atacado cruelmente homossexuais e usado especialmente linguagem violenta tentando persegui-los e intimidá-los.
Discriminação contra homossexuais surge de muitas formas. Em tempos, crenças homofóbicas levam as pessoas em direção a ações preconceituosas no trabalho, em escolas, em clubes e em muitas outras áreas. Visões preconceituosas dirigidas a homossexuais freqüentemente se originam da percepção que a atividade homossexual é imoral. Homofobia faz algumas pessoas pensarem que elas são superiores aos homossexuais. De fato, estudos mostram que preconceito anti-gay é muito mais aceito entre grande número de americanos do que o preconceito contra outras minorias.
Muitos pesquisadores reclamam que homossexuais continuam achando-se alvo de preconceito no interior de instituições como igrejas e organizações profissionais. Muitas igrejas e grupos religiosos sustentam que o comportamento homossexual é um pecado e concorre contra a vontade de Deus conforme expresso em certas passagens bíblicas. Até 1980, muitos psiquiatras ainda consideravam a homossexualidade como uma desordem mental. Hoje, profissionais médicos acreditam que a homossexualidade não é uma doença, desordem mental ou problema emocional.
Homofobia é mais perigoso quando serve como justificação para ação violenta contra homossexuais. Em anos recentes, ataques contra homossexuais têm subido. Enquanto a taxa de crime violento em muitas áreas continuam a cair, crime anti-gay está se movendo em outra direção. O que é mais preocupante é a crueldade de muitos desses ataques.
A severidade de muitos desses crimes ajuda a mostrar o forte ódio que a homofobia pode criar.
Muitos religiosos conservadores têm, em algum ponto, se expressado contra a comunidade gay e avisado do perigo que eles supostamente oferecem à América. Pat Robertson, apresentador de televisão da 700 Club disse que, "Muitas daquelas pessoas envolvidas com Adolf Hitler eram satanistas, muitos dos quais eram homossexuais – as duas coisas parecem correr juntas". O ex-congressista William Dannemeyer também comparou os homossexuais aos Nazis quando ele escreveu que "a blitzkrieg homossexual foi melhor planejada do que a de Hitler…" Claramente, é ridículo comparar os homossexuais na América ao governo Nazi da Alemanha, que acreditava em guerra e assassinato em massa como um meio de tomar o comando do mundo.
Além dessas visões, muitos grupos extremistas violentos também sustentavam crenças homofóbicas. A neo-Nazi National Alliance tem sido supostamente envolvida em violência anti-gay, enquanto skinheads racistas ao redor do país têm atacado e espancado homossexuais.
por Peter LaBarbera
A seguinte é a definição online da Liga Anti-Difamação (ADL) de "homofobia". A ADL é a principal defensora para leis federal e estadual de "crimes de ódio" que são inclusivas de homossexualismo e confusão de gênero ("orientação sexual" e "identidade de gênero"). Note as porções destacadas abaixo e como a ADL aparentemente não cede qualquer terreno para aceitável oposição religiosa e moral ao comportamento homossexual. Isso é importante na medida em que atualmente muitas agências governamentais e defensores da lei "de crime de ódio" confiam na ADL para as definições de "ódio", "preconceito" etc.
O que esse enunciado orwelliano significa: "Muitos pesquisadores reclamam que homossexuais ainda encontram-se como alvo de preconceito no interior de instituições como igrejas e organizações profissionais" . Sim, muitas igrejas que acreditam na Bíblia — e sinagogas ortodoxas judaicas, e mesquitas islâmicas — acreditam que o comportamento homossexual seja pecaminoso e danoso ao corpo e à alma, mas eles também acreditam que as pessoas que se engajam nesse estilo de vida podem mudar (conforme provado pela existência de muitos ex-"gays"). Redefinir a doutrina bíblica como "discriminação" , classificar as pessoas praticantes de homossexualismo como "alvos de preconceito" em igrejas — é precisamente o tipo de controle de pensamento e expressão que não deve ser feito pela "lei" em nossa nação livre.
A Liga Anti-Difamação sobre "Homofobia"
Homofobia
Homofobia é o ódio ou medo de homossexuais – isto é, de lésbicas ou homens gays – levando algumas vezes a atos de violência e expressões de hostlidade. Homofobia não está confinada a qualquer segmento da sociedade, e pode ser encontrada em pessoas de todos os recantos da vida. Grupos de ódio organizado têm atacado cruelmente homossexuais e usado especialmente linguagem violenta tentando persegui-los e intimidá-los.
Discriminação contra homossexuais surge de muitas formas. Em tempos, crenças homofóbicas levam as pessoas em direção a ações preconceituosas no trabalho, em escolas, em clubes e em muitas outras áreas. Visões preconceituosas dirigidas a homossexuais freqüentemente se originam da percepção que a atividade homossexual é imoral. Homofobia faz algumas pessoas pensarem que elas são superiores aos homossexuais. De fato, estudos mostram que preconceito anti-gay é muito mais aceito entre grande número de americanos do que o preconceito contra outras minorias.
Muitos pesquisadores reclamam que homossexuais continuam achando-se alvo de preconceito no interior de instituições como igrejas e organizações profissionais. Muitas igrejas e grupos religiosos sustentam que o comportamento homossexual é um pecado e concorre contra a vontade de Deus conforme expresso em certas passagens bíblicas. Até 1980, muitos psiquiatras ainda consideravam a homossexualidade como uma desordem mental. Hoje, profissionais médicos acreditam que a homossexualidade não é uma doença, desordem mental ou problema emocional.
Homofobia é mais perigoso quando serve como justificação para ação violenta contra homossexuais. Em anos recentes, ataques contra homossexuais têm subido. Enquanto a taxa de crime violento em muitas áreas continuam a cair, crime anti-gay está se movendo em outra direção. O que é mais preocupante é a crueldade de muitos desses ataques.
A severidade de muitos desses crimes ajuda a mostrar o forte ódio que a homofobia pode criar.
Muitos religiosos conservadores têm, em algum ponto, se expressado contra a comunidade gay e avisado do perigo que eles supostamente oferecem à América. Pat Robertson, apresentador de televisão da 700 Club disse que, "Muitas daquelas pessoas envolvidas com Adolf Hitler eram satanistas, muitos dos quais eram homossexuais – as duas coisas parecem correr juntas". O ex-congressista William Dannemeyer também comparou os homossexuais aos Nazis quando ele escreveu que "a blitzkrieg homossexual foi melhor planejada do que a de Hitler…" Claramente, é ridículo comparar os homossexuais na América ao governo Nazi da Alemanha, que acreditava em guerra e assassinato em massa como um meio de tomar o comando do mundo.
Além dessas visões, muitos grupos extremistas violentos também sustentavam crenças homofóbicas. A neo-Nazi National Alliance tem sido supostamente envolvida em violência anti-gay, enquanto skinheads racistas ao redor do país têm atacado e espancado homossexuais.
Os Nomes Dados aos Cristãos no Talmud
Há três coisas a serem consideradas nesse capítulo:
1. Os nomes pelos quais os cristãos são chamados no Talmud.
2 Que tipo de gente o Talmud retrata serem os Cristãos.
3. O que o Talmud diz a respeito da adoração religiosa dos Cristãos.
Como em nossa língua Cristãos derivam seu nome de Cristo, assim na língua do Talmud Cristãos são chamados de Notsrim, a partir de Jesus, o Nazareno. Mas Cristãos são também chamados pelos nomes usados no Talmud para designar todos os não-judeus: Abhodah Zarah, Akum, Obhde Elilim, Minim, Nokhrim, Edom, Amme Haarets, Goim, Apikorosim, Kuthrim.
1. Abhodah Zarah—Adoração estranha, idolatria. O Tratado Talmúdico sobre Idolatria é assim intitulado: Obhde Abhodah Zarah—Adoradores de Ídolos. Que Abhodah Zarah realmente significa o culto de ídolos é claro pelo próprio Talmud: 'Deixe Nimrod vir e testemunhar que Abraão não era um servidor de Abhodah Zarah'. Mas nos dias de Abraão não existia qualquer culto estranho tanto dos Turcos quanto dos Nazarenos, mas somente a adoração do verdadeiro Deus e idolatria. No Schabbath (ibid. 82a), diz-se que:
"Rabbi Akibah diz: Como nós sabemos que Abhodah Zarah, como uma mulher impura, contamina aqueles que comprometem-se? Porque Isaías diz: Tu deverás jogá-los fora como um pano de menstruação".
Na primeira parte desse versículo menção é feita a ídolos de ouro e prata.
O instruído Maimonides também demonstra claramente que os Judeus consideravam os Cristãos como Abhodah Zarah. Em Perusch (78c), ele diz:
"E seja conhecido que o povo Cristão que segue Jesus, embora seus ensinamentos variem, são todos adoradores de ídolos (Abhodah Zarah)."
2. Akum—Essa palavra é composta pelas palavras Obhde Kokhabkim U Mazzaloth—adoradores de estrelas e planetas. Era assim que os Judeus anteriormente qualificavam os gentios que careciam de todo conhecimento do verdadeiro Deus. Agora, porém, a palavra Akum nos livros Judaicos, especialmente no Schulkhan Arukh, é aplicada aos Cristãos. Isso é evidente por numerosas passagens:
No Orach Chaiim (113,8), aqueles que usam uma cruz são chamados de Akum. No Iore Dea (148, 5, 12), aqueles que celebram as festas do Natal e Ano Novo, oito dias depois, são chamados de adoradores de estrelas e planetas:
"Assim, se um dom é enviado ao Akum, mesmo nesses tempos, no oitavo dia depois do Natal, que eles chamam de Ano Novo..." etc.
3. Obhde Elilim—Servos de ídolos. Esse nome tem o mesmo significado que Akum. Não-judeus são freqüentemente chamados por esse nome. No Orach Chaiim, por exemplo (215, 5), diz-se que:
"Uma benção não deveria ser pronunciada sobre incenso que pertence aos servidores de ídolos".
Mas no mesmo tempo quando o Schulkhan Arukh foi escrito não havia quaisquer adoradores de estrelas e planetas (Akum); não havia quaisquer 'servos de ídolos' entre aqueles que viviam com os Judeus. Assim, por exemplo, o autor do comentário sobre o Schulkhan Arukh (intitulado Magen Abraham), Rabi Calissensis que morreu na Polônia em 1775, na nota 8, no No. 244 do Orach Chaiim (onde é permitido terminar um trabalho no Sábado com a ajuda de um Akum) diz: "Aqui em nossa cidade a questão é levantada sobre o preço de requerer os serviços de adoradores de estrela e planetas que varrem as ruas públicas enquanto que eles trabalham no Sábado". (34)
(34) cf. Ecker, Judensp. p. 17
4. Minim—Heréticos. No Talmud, aqueles que possuem livros chamados Evangelhos são heréticos. Assim no Schabbath (116a) diz-se que:
"Rabi Meir chama os livros dos Minim Aven Gilaion [volumes iníquos] porque eles chamam-nos de Evangelhos."
5. Edom—Edomitas. Rabi Aben Ezra, quando ele fala sobre o Imperador Constantino que mudou sua religião e colocou a imagem daquele que foi pendurado em seu estandarte, acrescenta:
"Roma, portanto, é chamada o Reino dos Edomitas".
E Rabi Bechai, em seu Kad Hakkemach (fol. 20a, em Isaías, cap. LXVI, 17) escreve:
"Eles são chamados de Edomitas que movem seus dedos 'aqui e ali' " (que fazem o sinal da cruz). Da mesma forma, Rabi Bechai, comentando sobre as palavras de Isaías (loc. cit.), "aqueles que comem a carne de suínos" acrescenta: "Esses são os Edomitas". Rabi Kimchi, porém, chama-os de "Cristãos". E Rabbi Abarbinel, em seu trabalho Maschima Ieschua (36d) declara: "Os Nazarenos são Romanos, os filhos de Edom".
6. Goi—Raça ou povo. Os Judeus também chamam um homem de um Goi—um gentio; eles chamam uma mulher gentia de uma Goiah. Algumas vezes, mas muito raramente, os Israelitas são chamados por esse nome.(35) É geralmente aplicado aos não-judeus, ou idólatras. Nos livros Judaicos que tratam de idolatria,(36) adoradores de ídolos são freqüentemente chamados por essa única palavra: Goi. Por essa razão, em mais recentes edições do Talmud (37) o uso da palavra Goi é propositadamente evitada e outras palavras para não-Judeus são substituídas.
(35) ex.gr. Genes. XII, 2; Exod. XIX, 6; Isaías, I,4.
(36) cf. Abhodah Zarah, e Hilkoth Akum de Maimonides
(37) cf. A Edição de Varsóvia de 1863
É bem conhecido que na linguagem Judaica, os Judeus chamam de Cristãos entre aqueles que eles vivem, Goim. Nem os Judeus negam isso. Algumas vezes, em suas revistas populares, eles dizem que essa palavra não significa nada danoso ou mal.(38) Mas o contrário pode ser visto em seus livros escritos na língua Hebraica. Por exemplo, no Choschen Hammischpat (34,22), o nome Goi é usado em um sentido depravado:
"Traidores e Epicureus e Apóstatas são piores que os Goim"
(38) cf. Israelita, No. 48, 1891
7. Nokhrim—estranhos, estrangeiros. Esse nome é usado para todo aquele que não é Judeu, e, portanto, para os Cristãos.
8. Amme Haarets—Povo da terra, idiotas. Há alguns que dizem (39) que o povo de outras raças não significam isso, mas somente povo rude e mal educado. Há passagens, porém, que não deixam dúvidas sobre a matéria. Na Sagrada Escritura, Livro de Esdras, cap. X, 2, nós lemos: Nós pecamos contra nosso Deus, e temos tomado esposas estranhas [nokhrioth] do povo da terra. Esse povo da terra denota idólatras fica claro no Zohar, I, 25a: "O Povo da terra—Obhde Abhodah Zarah, idólatras.(40)
(39) cf. Franz Delitzsch, Schachmatt den Blutluhnern, 1883, p. 41
(40) Buxtorf está, portanto, correto (Lexicon, col. 1626) traduzindo Amme haarets como 'gentios,' que desgosta o Prof. Delitzsch
9. Basar Vedam—Carne e sangue; homens carnais que são destinados à perdição e que não podem ter qualquer comunhão com Deus. Que os Cristãos são carne e sangue, é provado do livro de orações:
"Quem quer que encontre um sábio e educado Cristão pode dizer: Bendito seja tu, Oh Senhor, Rei do Universo, que distribuíste de tua sabedoria ao Carne e Sangue" etc.
Da mesma forma, em outra oração, em que eles pedem a Deus que restaure logo o reino de David e envie Elias e o Messias etc., eles pedem-lhe que levem embora sua pobreza de forma que eles não terão qualquer necessidade de aceitar dons de "carne e sangue", nem a negociar com eles, nem travar guerras com eles.(41)
(41) cf. Synag. Jud. C. XII, p. 257 and 263
10. Apikorosim—Epicureus. Todos que não observam os preceitos de Deus são chamados por esse nome, assim como todos aqueles, mesmo os próprios Judeus, que expressam julgamentos privados em matéria de fé.(42) Quanto mais, portanto, os Cristãos!
(42) Os Judeus de Varsóvia mostraram um exemplo disso quando, em 1892, eles denunciaram o editor do jornal Hatseflrah porque ele ousou dizer que tudo no Talmud não era do mesmo valor religioso nem da mesma autoridade.
11. Kuthim—Samaritanos. Mas desde que não há mais quaisquer Samaritanos, e desde que hajam muitas referências em recentes livros Judaicos aos Samaritanos, quem pode duvidar que isso não significa os Cristãos?
Além disso, nessa matéria de denominar aqueles que não são Judeus, é pra ser particularmente registrado que os escritos Judaicos aplicam esses nomes indiscriminadamente e promiscuamente quando eles falam da mesma coisa, e quase nas mesmas palavras. Por exemplo, no Tratado Abhodah Zarah (25b) a palavra Goi é empregada, mas no Schulkhan Arukh (Iore Dea 153, 2) Akum é usada. Kerithuth (6b) usa Goim; Jebhammoth (61a) usa Akum; Abhodah Zar. (2a) usa Obhde Elilim; Thoseph usa Goim e Obhde Ab., Choschen Ham (Venetian ed.) usa Kuthi; (Slav. ed.) Akum. E muito mais exemplos podem ser citados.
Maimonides em seu livro sobre idolatria indiscriminadamente chama todos os seguintes idólatras por: Goim, Akum, Obhde Kokhabhim, Obhde Elilim etc.
Vamos Conversar Sobre Judeus e Eleições
Por Curt Maynard
09/05/07
Eu serei breve. Judeus dominam a era da mídia. Isso não é uma ficção anti-semita, uma acusação falsa, uma observação teimosa, ou uma opinião desinformada. Isso é um fato empírico. Para aqueles desligados ainda em dúvida, por favor leia "Who Rules America" (Quem Domina a América). [1] Desconstrua e prove que o artigo esteja errado se você puder, eu o encorajo a fazê-lo; somente reforçará o fato em sua mente uma vez perceba ser verdadeiro. Eu tenho sido acusado de anti-semitismo por muito diferentes pessoas por me recusar a omitir em meus escritos, algumas pessoas dizem que eu deveria estar culpando os sionistas, não os judeus, mas o fato da matéria é que eu não sei se todos os proprietários judeus das maiores redes de comunicação são sionistas, mas eu sei que eles são judeus étnicos. Em outras palavras, eu sou acusado de anti-semitismo por escrever a verdade. Assim seja, se dizer a verdade significa que eu seja racista e um anti-semita, eu posso viver com isso.
A França tem uma população de sessenta milhões. De acordo com a Enciclopédia Judaica Virtual,[2] a população judaica da França é de menos de 500,000, significando que os judeus compõem menos de 1% da população francesa. Apesar desse fato, um judeu, Nicolas Sarkozy é agora presidente da França. Sua oponente na eleição da última semana, Segolene Royal, é a "parceira de atividade" [significando não casada] do judeu François Hollande, líder do partido socialista francês. Para decompor isso de maneira simples, a despeito do fato que os judeus componham menos de 1% da população francesa, um judeu e uma mulher casada com um judeu compunham 100% dos candidatos que a França tinha que escolher até a eleição final presidencial. De qualquer forma, a vitória de Sarkozy está sendo celebrada por judeus do mundo inteiro.[3]
Ah! Por favor, Maynard, é só uma coincidência, certo? Errado! Na eleição presidencial dos EUA de 2004, a absoluta mesma não razoável amostra se manifestou entre os candidatos democratas, preste atenção isso é importante. As únicas escolhas viáveis para os democratas nas eleições primárias de 2004 eram as seguintes:
Howard Dean [casado com uma judia, Judith Steinberg, seus filhos estão sendo educados como judeus.[4]
John Kerry [entrou na corrida reivindicando ser um católico até que foi revelado que ele é realmente judeu, uma "surpresa" de acordo com Kerry, mas todavia um FATO]
Wesley Clark [judeu de acordo com a Wikipedia.[5] Clark realmente dirigiu-se a um grupo judeu durante a eleição declarando que "eu sou o filho mais velho, do filho mais velho, do filho mais velho – pelo menos cinco gerações, e eles eram todos rabis."[6]
Joe Lieberman [judeu ortodoxo][7]
O que isso significa é que 100% dos candidatos democratas viáveis nas primárias de 2004 eram ou judeus ou, no caso de Dean, casado com uma judia. Mas espere porque ainda vem o pior.
No lado republicano, nunca houve qualquer dúvida que Bush guardaria o endosso do partido. Poucos argumentariam hoje que George Bush é, sem qualquer dúvida, o presidente mais filo-semita da história do país. Bush tem deixado de lado a soberania americana, declarando publicamente que ele, e, portanto, os Estados Unidos apoiarão Israel sob quaisquer circunstâncias em uma guerra no Oriente Médio. A administração Bush tem colocado mais judeus étnicos em mais altamente sensíveis posições do que qualquer outro presidente na história americana, com a possível exceção de Clinton, que a propósito confirmou uma outra criptojudia chamada Madeleine Albright, que escondeu aqui sua ancestralidade judaica[8], exatamente da mesma forma que John Kerry e George Allen[9] fizeram. Albright, é claro, foi em outro tempo a Secretária de Estado que, como era esperado, mimou Israel e fez melhor por abafar a extensão dos crimes de Israel cometidos durante os anos Clinton.
A respeito de Bush e o número de judeus que ele nomeou para altas posições em sua administração.[10] Digno de nota é Michael Chertoff, que acumula uma das mais poderosas posições no governo dos EUA de hoje. Ele é Diretor de Segurança Nacional, [11] uma tarefa que o coloca em uma posição a fazer agora mesmo qualquer coisa que ele goste. Chertoff era a força principal por trás da prisão ilegal, e detenção inconstitucional e deportação do principal prisioneiro político da atualidade, Ernst Zundel.[12] Chertoff é obviamente judeu e um cidadão dual de Israel.
George Allen uma vez foi considerado ser um dos mais fortes candidatos republicanos [13] para a corrida presidencial de 2008; isto é, até que ficou revelado que ele também é um judeu pretendendo ser algo mais. Veja como Allen respondeu a um repórter que perguntou sobre sua ancestralidade judaica: converse sobre zangar-se [14] Por quê Allen ficou tão nervoso? O repórter revelou algo que arruinou anos e anos de cuidadosa orquestração? Eu penso que sim.
A intenção de escrever esse breve artigo é destacar o fato absolutamente não usual que os judeus estejam super-representados por dezenas dos milhares de tempos em posições de importância política nos Estados Unidos. Considere que eles representam somente 2.5% da população dos Estados Unidos e você entenderá como é que eu acho sua representação desproporcional em primárias presidenciais altamente inverossímil. Todos nós temos sido perfeitamente doutrinados com a idéia que os judeus são realmente especiais e altamente ambiciosos e isso se supõe explicar suas grandes amostras na política, no mundo acadêmico, nas ciências, na mídia etc. Eu pessoalmente penso ser bem mais verossímil que uma influência repressora judaica sobre nossa mídia explique melhor essas discrepâncias. Eu não fico particularmente impressionado pelas suas alegadas capacidades, apesar de tudo, olhe ao seu lado; é o mundo realmente um melhor lugar com judeus no leme?
No começo desse artigo, eu registrei o fato que a França tem agora um presidente judeu. Eu fiz isso somente para apontar no fim que esse não é um fenômeno isolado para a América, mas tem atormentado a Europa por décadas e é a verdadeira razão pela Europa ter passado o dacroniano "crime de ódio" e legislação de "discurso de ódio" que tem resultado no aprisionamento de milhares de patriotas europeus. Os políticos judeus são a força principal por trás da aprovação dessas leis, da mesma forma que eles estão tentando nos Estados Unidos. Esses judeus ocultam-se sob o manto de outras minorias, usando-as como se elas fossem o centro das preocupações, mas, em verdade, essas leis são desenhadas para nenhuma outra razão do que evitar a exposição e crítica dos judeus étnicos e suas políticas/agenda supremacistas.
Considere as palavras de Patrick Grimm, famoso escritor da Internet, webmaster de “Zionist Watch” e dissidente político como ele comenta sobre um excerto dos Protocolos que não pode ser convenientemente explicado distante dos clamores de anti-semitismo e inveja cega:
"Abaixo está apenas um excerto dos Protocolos que lhe ilustrarão quão bem os judeus traçam planos e avançando junto com seu horrendo curso, as conseqüências para o resto de nós sejam malditas. Ah, mas eu suponho que todos os pequenos grupos de direitos civis judeus simplesmente rotulariam essas verdades como uma "ficção", uma de suas favoritas terminologias como artimanhas quando alguém aumenta a temperatura. Não, provavelmente seria um "líbelo de sangue" como todo outro ataque e exame de delitos judeus é convenientemente chamado. Eis o excerto prometido":[15]
NÓS CONTROLAMOS A IMPRENSA
4. NADA SERÁ COMUNICADO À SOCIEDADE SEM NOSSO CONTROLE. Esse resultado já foi alcançado em nossos dias, porque todas as notícias são recebidas por diversas agências, que as centralizam de toda a parte do mundo. Essas agências estarão, então, inteiramente em nossas mãos e só publicarão o que consentirmos.
5. Se no momento atual, já soubemos apoderar-nos dos espíritos das sociedades cristãs de tal modo que todos olham os acontecimentos mundiais através dos vidros de cor dos óculos que lhes pusemos nos olhos, se já, em nenhum Estado, não há mais fechaduras que nos impeçam o acesso de que os cristãos tolamente denominam segredos de Estado, o que será quando formos os donos reconhecidos do universo sob o domínio de nosso rei universal...
6. Quem quer que deseje ser editor, bibliotecário ou impressor, será obrigado a obter um diploma, o qual, no caso de seu possuidor se tornar culpado dum malefício qualquer, será imediatamente confiscado. Com tais medidas, O INSTRUMENTO DO PENSAMENTO SE TORNARÁ UM MEIO DE EDUCAÇÃO NAS MÃOS DE NOSSO GOVERNO, O QUAL NÃO PERMITIRÁ MAIS AS MASSAS POPULARES DIVAGAREM SOBRE OS BENEFÍCIOS DO PROGRESSO. Quem é que, entre nós, não sabe que esses benefícios ilusórios levam diretamente a sonhos absurdos? Desses sonhos se originaram as relações anárquicas dos homens entre si e com o poder, porque o progresso, ou melhor, a idéia do progresso foi que deu a idéia de todas as emancipações, sem fixar os seus limites... Todos aqueles que chamamos liberais são anarquistas, senão de fato, pelo menos de pensamento. Cada qual deles busca as ilusões da liberdade e cai na anarquia, protestando pelo simples prazer de protestar...
Grimm conclui como se segue:
"Isso existe, povo. O ditado 'Nós Controlamos a Imprensa' já foi atingido. Em verdade, é hoje axiomático que a mídia é um domínio judeu. Seu controle de nossos pensamentos e "formas de pensar" é uma conclusão necessária. Quando eles declaram "Se no momento atual, já soubemos apoderar-nos dos espíritos das sociedades cristãs de tal modo que todos olham os acontecimentos mundiais através dos vidros de cor dos óculos que lhes pusemos nos olhos", nós podemos agora seguramente proclamar "MISSÃO CUMPRIDA" por nossos reis judeus, senhores e mestres! A maioria dos norte-americanos vêem eventos, pessoas, lugares e coisas através dos olhos judaicos e pensam "judaicamente" de formas que são provavelmente mais subconscientes do que explícitas."[16]
Acorde, América, você está sendo ludibriada!
Algumas boas notícias: de acordo com um artigo que eu li essa manhã, a ABC News está reportando silenciosamente em seu website, não em sua rede de televisão, que 2,5 milhões d norte-americanos não mais estão assistindo televisão conforme eles faziam um ano atrás.[17] Esse é verdadeiramente um bom sinal – revela que 2,5 milhões de norte-americanos já acordaram!
[1] http://www.natall.com/who-rules-america
[2] http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Judaism/jewpop.html
[3] http://rs6.net/tn.jsp?t=jnx4u4bab.0.o4efv4bab.u7bw8rbab.165&ts=S0238&p=http%3A%2F%2Fwww.israelforum.com%2Fblog_article.php%3Faid%3D735690
[4] http://en.wikipedia.org/wiki/Judith_Steinberg_Dean
[5] http://en.wikipedia.org/wiki/Wesley_Clark
[6] http://www.jewishsf.com/content/2-0-/module/displaystory/story_id/724/edition_id/4/format/html/displaystory.html
[7] http://en.wikipedia.org/wiki/Joe_Lieberman
[8] http://www.jewishsf.com/content/2-0-/module/displaystory/story_id/5528/edition_id/102/format/html/displaystory.html
[9] http://www.raisingkaine.com/showDiary.do?diaryId=4573
[10] http://www.biblebelievers.org.au/bushlist.htm
[11] http://www.dhs.gov/xnews/releases/pr_1175701268012.shtm
[12] http://www.ihr.org/news/030923Zundel.shtml
[13] http://www.pbs.org/newshour/bb/politics/july-dec06/sp_08-18.html
[14] http://www.raisingkaine.com/showDiary.do?diaryId=4573
[15] http://zionistwatch.blogspot.com/2007/05/protocols-and-you.html
[16] http://zionistwatch.blogspot.com/2007/05/protocols-and-you.html
[17] http://abcnews.go.com/Entertainment/wireStory?id=3153605
09/05/07
Eu serei breve. Judeus dominam a era da mídia. Isso não é uma ficção anti-semita, uma acusação falsa, uma observação teimosa, ou uma opinião desinformada. Isso é um fato empírico. Para aqueles desligados ainda em dúvida, por favor leia "Who Rules America" (Quem Domina a América). [1] Desconstrua e prove que o artigo esteja errado se você puder, eu o encorajo a fazê-lo; somente reforçará o fato em sua mente uma vez perceba ser verdadeiro. Eu tenho sido acusado de anti-semitismo por muito diferentes pessoas por me recusar a omitir em meus escritos, algumas pessoas dizem que eu deveria estar culpando os sionistas, não os judeus, mas o fato da matéria é que eu não sei se todos os proprietários judeus das maiores redes de comunicação são sionistas, mas eu sei que eles são judeus étnicos. Em outras palavras, eu sou acusado de anti-semitismo por escrever a verdade. Assim seja, se dizer a verdade significa que eu seja racista e um anti-semita, eu posso viver com isso.
A França tem uma população de sessenta milhões. De acordo com a Enciclopédia Judaica Virtual,[2] a população judaica da França é de menos de 500,000, significando que os judeus compõem menos de 1% da população francesa. Apesar desse fato, um judeu, Nicolas Sarkozy é agora presidente da França. Sua oponente na eleição da última semana, Segolene Royal, é a "parceira de atividade" [significando não casada] do judeu François Hollande, líder do partido socialista francês. Para decompor isso de maneira simples, a despeito do fato que os judeus componham menos de 1% da população francesa, um judeu e uma mulher casada com um judeu compunham 100% dos candidatos que a França tinha que escolher até a eleição final presidencial. De qualquer forma, a vitória de Sarkozy está sendo celebrada por judeus do mundo inteiro.[3]
Ah! Por favor, Maynard, é só uma coincidência, certo? Errado! Na eleição presidencial dos EUA de 2004, a absoluta mesma não razoável amostra se manifestou entre os candidatos democratas, preste atenção isso é importante. As únicas escolhas viáveis para os democratas nas eleições primárias de 2004 eram as seguintes:
Howard Dean [casado com uma judia, Judith Steinberg, seus filhos estão sendo educados como judeus.[4]
John Kerry [entrou na corrida reivindicando ser um católico até que foi revelado que ele é realmente judeu, uma "surpresa" de acordo com Kerry, mas todavia um FATO]
Wesley Clark [judeu de acordo com a Wikipedia.[5] Clark realmente dirigiu-se a um grupo judeu durante a eleição declarando que "eu sou o filho mais velho, do filho mais velho, do filho mais velho – pelo menos cinco gerações, e eles eram todos rabis."[6]
Joe Lieberman [judeu ortodoxo][7]
O que isso significa é que 100% dos candidatos democratas viáveis nas primárias de 2004 eram ou judeus ou, no caso de Dean, casado com uma judia. Mas espere porque ainda vem o pior.
No lado republicano, nunca houve qualquer dúvida que Bush guardaria o endosso do partido. Poucos argumentariam hoje que George Bush é, sem qualquer dúvida, o presidente mais filo-semita da história do país. Bush tem deixado de lado a soberania americana, declarando publicamente que ele, e, portanto, os Estados Unidos apoiarão Israel sob quaisquer circunstâncias em uma guerra no Oriente Médio. A administração Bush tem colocado mais judeus étnicos em mais altamente sensíveis posições do que qualquer outro presidente na história americana, com a possível exceção de Clinton, que a propósito confirmou uma outra criptojudia chamada Madeleine Albright, que escondeu aqui sua ancestralidade judaica[8], exatamente da mesma forma que John Kerry e George Allen[9] fizeram. Albright, é claro, foi em outro tempo a Secretária de Estado que, como era esperado, mimou Israel e fez melhor por abafar a extensão dos crimes de Israel cometidos durante os anos Clinton.
A respeito de Bush e o número de judeus que ele nomeou para altas posições em sua administração.[10] Digno de nota é Michael Chertoff, que acumula uma das mais poderosas posições no governo dos EUA de hoje. Ele é Diretor de Segurança Nacional, [11] uma tarefa que o coloca em uma posição a fazer agora mesmo qualquer coisa que ele goste. Chertoff era a força principal por trás da prisão ilegal, e detenção inconstitucional e deportação do principal prisioneiro político da atualidade, Ernst Zundel.[12] Chertoff é obviamente judeu e um cidadão dual de Israel.
George Allen uma vez foi considerado ser um dos mais fortes candidatos republicanos [13] para a corrida presidencial de 2008; isto é, até que ficou revelado que ele também é um judeu pretendendo ser algo mais. Veja como Allen respondeu a um repórter que perguntou sobre sua ancestralidade judaica: converse sobre zangar-se [14] Por quê Allen ficou tão nervoso? O repórter revelou algo que arruinou anos e anos de cuidadosa orquestração? Eu penso que sim.
A intenção de escrever esse breve artigo é destacar o fato absolutamente não usual que os judeus estejam super-representados por dezenas dos milhares de tempos em posições de importância política nos Estados Unidos. Considere que eles representam somente 2.5% da população dos Estados Unidos e você entenderá como é que eu acho sua representação desproporcional em primárias presidenciais altamente inverossímil. Todos nós temos sido perfeitamente doutrinados com a idéia que os judeus são realmente especiais e altamente ambiciosos e isso se supõe explicar suas grandes amostras na política, no mundo acadêmico, nas ciências, na mídia etc. Eu pessoalmente penso ser bem mais verossímil que uma influência repressora judaica sobre nossa mídia explique melhor essas discrepâncias. Eu não fico particularmente impressionado pelas suas alegadas capacidades, apesar de tudo, olhe ao seu lado; é o mundo realmente um melhor lugar com judeus no leme?
No começo desse artigo, eu registrei o fato que a França tem agora um presidente judeu. Eu fiz isso somente para apontar no fim que esse não é um fenômeno isolado para a América, mas tem atormentado a Europa por décadas e é a verdadeira razão pela Europa ter passado o dacroniano "crime de ódio" e legislação de "discurso de ódio" que tem resultado no aprisionamento de milhares de patriotas europeus. Os políticos judeus são a força principal por trás da aprovação dessas leis, da mesma forma que eles estão tentando nos Estados Unidos. Esses judeus ocultam-se sob o manto de outras minorias, usando-as como se elas fossem o centro das preocupações, mas, em verdade, essas leis são desenhadas para nenhuma outra razão do que evitar a exposição e crítica dos judeus étnicos e suas políticas/agenda supremacistas.
Considere as palavras de Patrick Grimm, famoso escritor da Internet, webmaster de “Zionist Watch” e dissidente político como ele comenta sobre um excerto dos Protocolos que não pode ser convenientemente explicado distante dos clamores de anti-semitismo e inveja cega:
"Abaixo está apenas um excerto dos Protocolos que lhe ilustrarão quão bem os judeus traçam planos e avançando junto com seu horrendo curso, as conseqüências para o resto de nós sejam malditas. Ah, mas eu suponho que todos os pequenos grupos de direitos civis judeus simplesmente rotulariam essas verdades como uma "ficção", uma de suas favoritas terminologias como artimanhas quando alguém aumenta a temperatura. Não, provavelmente seria um "líbelo de sangue" como todo outro ataque e exame de delitos judeus é convenientemente chamado. Eis o excerto prometido":[15]
NÓS CONTROLAMOS A IMPRENSA
4. NADA SERÁ COMUNICADO À SOCIEDADE SEM NOSSO CONTROLE. Esse resultado já foi alcançado em nossos dias, porque todas as notícias são recebidas por diversas agências, que as centralizam de toda a parte do mundo. Essas agências estarão, então, inteiramente em nossas mãos e só publicarão o que consentirmos.
5. Se no momento atual, já soubemos apoderar-nos dos espíritos das sociedades cristãs de tal modo que todos olham os acontecimentos mundiais através dos vidros de cor dos óculos que lhes pusemos nos olhos, se já, em nenhum Estado, não há mais fechaduras que nos impeçam o acesso de que os cristãos tolamente denominam segredos de Estado, o que será quando formos os donos reconhecidos do universo sob o domínio de nosso rei universal...
6. Quem quer que deseje ser editor, bibliotecário ou impressor, será obrigado a obter um diploma, o qual, no caso de seu possuidor se tornar culpado dum malefício qualquer, será imediatamente confiscado. Com tais medidas, O INSTRUMENTO DO PENSAMENTO SE TORNARÁ UM MEIO DE EDUCAÇÃO NAS MÃOS DE NOSSO GOVERNO, O QUAL NÃO PERMITIRÁ MAIS AS MASSAS POPULARES DIVAGAREM SOBRE OS BENEFÍCIOS DO PROGRESSO. Quem é que, entre nós, não sabe que esses benefícios ilusórios levam diretamente a sonhos absurdos? Desses sonhos se originaram as relações anárquicas dos homens entre si e com o poder, porque o progresso, ou melhor, a idéia do progresso foi que deu a idéia de todas as emancipações, sem fixar os seus limites... Todos aqueles que chamamos liberais são anarquistas, senão de fato, pelo menos de pensamento. Cada qual deles busca as ilusões da liberdade e cai na anarquia, protestando pelo simples prazer de protestar...
Grimm conclui como se segue:
"Isso existe, povo. O ditado 'Nós Controlamos a Imprensa' já foi atingido. Em verdade, é hoje axiomático que a mídia é um domínio judeu. Seu controle de nossos pensamentos e "formas de pensar" é uma conclusão necessária. Quando eles declaram "Se no momento atual, já soubemos apoderar-nos dos espíritos das sociedades cristãs de tal modo que todos olham os acontecimentos mundiais através dos vidros de cor dos óculos que lhes pusemos nos olhos", nós podemos agora seguramente proclamar "MISSÃO CUMPRIDA" por nossos reis judeus, senhores e mestres! A maioria dos norte-americanos vêem eventos, pessoas, lugares e coisas através dos olhos judaicos e pensam "judaicamente" de formas que são provavelmente mais subconscientes do que explícitas."[16]
Acorde, América, você está sendo ludibriada!
Algumas boas notícias: de acordo com um artigo que eu li essa manhã, a ABC News está reportando silenciosamente em seu website, não em sua rede de televisão, que 2,5 milhões d norte-americanos não mais estão assistindo televisão conforme eles faziam um ano atrás.[17] Esse é verdadeiramente um bom sinal – revela que 2,5 milhões de norte-americanos já acordaram!
[1] http://www.natall.com/who-rules-america
[2] http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Judaism/jewpop.html
[3] http://rs6.net/tn.jsp?t=jnx4u4bab.0.o4efv4bab.u7bw8rbab.165&ts=S0238&p=http%3A%2F%2Fwww.israelforum.com%2Fblog_article.php%3Faid%3D735690
[4] http://en.wikipedia.org/wiki/Judith_Steinberg_Dean
[5] http://en.wikipedia.org/wiki/Wesley_Clark
[6] http://www.jewishsf.com/content/2-0-/module/displaystory/story_id/724/edition_id/4/format/html/displaystory.html
[7] http://en.wikipedia.org/wiki/Joe_Lieberman
[8] http://www.jewishsf.com/content/2-0-/module/displaystory/story_id/5528/edition_id/102/format/html/displaystory.html
[9] http://www.raisingkaine.com/showDiary.do?diaryId=4573
[10] http://www.biblebelievers.org.au/bushlist.htm
[11] http://www.dhs.gov/xnews/releases/pr_1175701268012.shtm
[12] http://www.ihr.org/news/030923Zundel.shtml
[13] http://www.pbs.org/newshour/bb/politics/july-dec06/sp_08-18.html
[14] http://www.raisingkaine.com/showDiary.do?diaryId=4573
[15] http://zionistwatch.blogspot.com/2007/05/protocols-and-you.html
[16] http://zionistwatch.blogspot.com/2007/05/protocols-and-you.html
[17] http://abcnews.go.com/Entertainment/wireStory?id=3153605
Saturday, April 28, 2007
"Tolerância"- Um Ataque Sorrateiro em Sua Identidade
28 de Abril de 2007
por Henry Makow Ph.D.
Por séculos, os banqueiros centrais maçônicos que controlam a sociedade e cultura ocidentais foram promovendo a "tolerância". Por quê?
"Os Protocolos dos Sábios de Sião" é uma notória "fraude" que de forma assustadora explica nosso predicamento. Ele diz que os banqueiros Illuminati querem "deslocar todas as forças coletivas que ainda estão relutantes a nos submeter." (Protocolos, Parte 5)
As quatro maiores forças coletivas são: Raça, Religião, Família e Nação. Elas são os quatro pilares de nossa identidade humana.
Como você as mina? Certamente um ataque frontal se chocaria com resistência impetuosa. Em lugar disso, você promove a "tolerância" que destrói essas forças coletivas apagando as diferenças entre elas.
Assim, você tem o ecumenismo na religião, miscigenação na raça, e regionalismo (p.e. União Européia) nos estados nacionais. Você destrói a família apagando as diferenças de gênero.
Nesse palco, os banqueiros maçônicos percebem as nações cristãs e islâmicas como seu principal adversário. Mas, no devido tempo, toda identidade nacional, racial e religiosa cairá sob suas armas.
A "Tolerância" é aplicada seletivamente. Nós toleramos o que mina essas forças coletivas, mas nós temos "tolerância zero" como esforços para resistir-lhes ou aprovar-lhes.
Assim, rappers negros podem criticar duramente mulheres negras, mas Don Imus[1] é atirado na fogueira por uma observação momentânea porque ele geralmente representa os cristãos brancos. Tolerância zero para heterossexuais brancos.
Ativistas gays podem conspirar pelo fim da sociedade "hetero-normativa", mas a União Européia censura a Polônia por "homofobia" porque não permite as escolas públicas promoverem o homossexualismo.
Boris Berezovsky, o oligarca russo em Londres, pode conspirar publicamente pela derrubada violenta de Vladimir Putin desde seu exílio em Londres, e usar terroristas muçulmanos chechenos para matar crianças russas em Beslan, mas qualquer outro comete um erro em relação a um terrorista muçulmano que encara a tortura ou morte.
Tolerância para as tramas de Rothchild; tolerância zero para qualquer outro.
Sionistas americanos podem instigar uma guerra desastrosa no Iraque, mas a União Européia declara ilegal qualquer exame minucioso do holocausto, que poderia privar esses Sionistas de sua impunidade. Tolerância zero para muçulmanos e cristãos.
"Tolerância" (e "direitos humanos") não são nada mais do que linguagem manipuladora Orwelliana para a agenda do governo mundial da companhia de banqueiros. Eu sou favorável à tolerância genuína, mas ninguém deveria tolerar a agenda satanista de nossos prestamistas.
Eu enfocarei um aspecto da agenda: as tentativas pela Associação Psicológica Americana de suprimir terapias que ajudam os homossexuais uma vida heterossexual.
Em nosso mundo "tolerante", homossexuais são tolerados, mas heterossexuais não.
TOLERÂNCIA ZERO PARA HETEROSSEXUAIS
No governo de uma raça, uma religião, um governo mundial, nós estamos para ter um sexo também. Os banqueiros estão criando uma sociedade homossexual manchando a linha entre o masculino e o feminino. (Essa uniformidade é chamada de "Diversidade")
Em 1973, os Rockefellers causaram a Associação Psicológica Americana mudar a definição de homosexual de uma desordem a escolha de um estilo de vida normal. Se você procurar no google "Rockefeller Foundation" e a APA, você obterá cerca de 500,000 links, indicativos de como os banqueiros compram "cientistas" e outros "profissionais" a tonelada.
Alguns psicólogos protestaram contra essa encampação dos banqueiros. Um deles foi Ray Johnson, que escreveu que a APA "foi dominada por ativistas políticos que tinham pouco respeito pela ciência ou o processo democrático. Desde os anos setenta, a Associação Psicológica Americana fez lobby no governo, arquivou sumários de tribunais, e se ocupou e promoveu boicotes em benefício da .. ERA[2], aborto irrestrito (incluindo aborto para crianças sem notificação e consenso dos pais), discriminação sexual e racial-étnica e políticas homossexuais".
A APA está fazendo lobby para que os homossexuais sejam declarados "uma minoria protegida". Ela se engaja na intimidação e na propaganda. Ela ameaçou com boicotes aos estados cujos cidadãos passaram leis de desaprovação ao homossexualismo. Ela tem apoiado esforços para introduzir programas nas escolas públicas para "reduzir preconceito" dirigidos a assim chamada "juventude gay, lésbica e bissexual" ou "crianças pré-homossexuais".
Isso soa como "tolerância" para você? A APA é veementemente contra a "terapia de conversão" porque elas não podem ter homossexuais revertendo à heterossexualidade. Isso implica haver algo errado com o homossexualismo!
Em 1979, os conhecidos terapeutas sexuais Masters e Johnson publicaram seus achados que 72% dos insatisfeitos homossexuais que entraram em seu programa entre 1966 e 1977 converteram-se em heterossexuais satisfeitos, baseados em acompanhamento cinco anos mais tarde. Imediatamente, os cães de caça da APA condenaram sua metodologia e reclamaram que os homens não eram realmente homossexuais. As carreiras dos terapeutas sexuais entraram em eclipse.
Somente em um sistema maçônico comunista como o nosso, a ciência é determinada pela política.
CONCLUSÃO
Para entender nosso mundo, nós devemos apreciar que somos rãs em uma grande panela, tendo nossas identidades fervidas e misturadas. Nossa cultura é a panela e o fogão, basicamente, um embuste.
Os banqueiros querem nos identificar como consumidores e produtores somente, e que sejamos condescendentes para o governo dominar por seus "experts", presumidamente membros da APA.
Vamos resistir pelo fortalecimento de nossas identidades: sexual, nacional, religiosa e racial, respeitando, mas não nos submetendo aos outros.
[1] Don Imus é um entrevistador americano, melhor conhecido pelo seu sarcasmo e sua linguagem dura. Seu popular programa de radio show, Imus in the Morning, vai ao ar diariamente.
[2] ERA (Equal Rights Amendment) - proposta de emenda à Constituição americana que transforma a discriminação sexual em ato inconstitucional
por Henry Makow Ph.D.
Por séculos, os banqueiros centrais maçônicos que controlam a sociedade e cultura ocidentais foram promovendo a "tolerância". Por quê?
"Os Protocolos dos Sábios de Sião" é uma notória "fraude" que de forma assustadora explica nosso predicamento. Ele diz que os banqueiros Illuminati querem "deslocar todas as forças coletivas que ainda estão relutantes a nos submeter." (Protocolos, Parte 5)
As quatro maiores forças coletivas são: Raça, Religião, Família e Nação. Elas são os quatro pilares de nossa identidade humana.
Como você as mina? Certamente um ataque frontal se chocaria com resistência impetuosa. Em lugar disso, você promove a "tolerância" que destrói essas forças coletivas apagando as diferenças entre elas.
Assim, você tem o ecumenismo na religião, miscigenação na raça, e regionalismo (p.e. União Européia) nos estados nacionais. Você destrói a família apagando as diferenças de gênero.
Nesse palco, os banqueiros maçônicos percebem as nações cristãs e islâmicas como seu principal adversário. Mas, no devido tempo, toda identidade nacional, racial e religiosa cairá sob suas armas.
A "Tolerância" é aplicada seletivamente. Nós toleramos o que mina essas forças coletivas, mas nós temos "tolerância zero" como esforços para resistir-lhes ou aprovar-lhes.
Assim, rappers negros podem criticar duramente mulheres negras, mas Don Imus[1] é atirado na fogueira por uma observação momentânea porque ele geralmente representa os cristãos brancos. Tolerância zero para heterossexuais brancos.
Ativistas gays podem conspirar pelo fim da sociedade "hetero-normativa", mas a União Européia censura a Polônia por "homofobia" porque não permite as escolas públicas promoverem o homossexualismo.
Boris Berezovsky, o oligarca russo em Londres, pode conspirar publicamente pela derrubada violenta de Vladimir Putin desde seu exílio em Londres, e usar terroristas muçulmanos chechenos para matar crianças russas em Beslan, mas qualquer outro comete um erro em relação a um terrorista muçulmano que encara a tortura ou morte.
Tolerância para as tramas de Rothchild; tolerância zero para qualquer outro.
Sionistas americanos podem instigar uma guerra desastrosa no Iraque, mas a União Européia declara ilegal qualquer exame minucioso do holocausto, que poderia privar esses Sionistas de sua impunidade. Tolerância zero para muçulmanos e cristãos.
"Tolerância" (e "direitos humanos") não são nada mais do que linguagem manipuladora Orwelliana para a agenda do governo mundial da companhia de banqueiros. Eu sou favorável à tolerância genuína, mas ninguém deveria tolerar a agenda satanista de nossos prestamistas.
Eu enfocarei um aspecto da agenda: as tentativas pela Associação Psicológica Americana de suprimir terapias que ajudam os homossexuais uma vida heterossexual.
Em nosso mundo "tolerante", homossexuais são tolerados, mas heterossexuais não.
TOLERÂNCIA ZERO PARA HETEROSSEXUAIS
No governo de uma raça, uma religião, um governo mundial, nós estamos para ter um sexo também. Os banqueiros estão criando uma sociedade homossexual manchando a linha entre o masculino e o feminino. (Essa uniformidade é chamada de "Diversidade")
Em 1973, os Rockefellers causaram a Associação Psicológica Americana mudar a definição de homosexual de uma desordem a escolha de um estilo de vida normal. Se você procurar no google "Rockefeller Foundation" e a APA, você obterá cerca de 500,000 links, indicativos de como os banqueiros compram "cientistas" e outros "profissionais" a tonelada.
Alguns psicólogos protestaram contra essa encampação dos banqueiros. Um deles foi Ray Johnson, que escreveu que a APA "foi dominada por ativistas políticos que tinham pouco respeito pela ciência ou o processo democrático. Desde os anos setenta, a Associação Psicológica Americana fez lobby no governo, arquivou sumários de tribunais, e se ocupou e promoveu boicotes em benefício da .. ERA[2], aborto irrestrito (incluindo aborto para crianças sem notificação e consenso dos pais), discriminação sexual e racial-étnica e políticas homossexuais".
A APA está fazendo lobby para que os homossexuais sejam declarados "uma minoria protegida". Ela se engaja na intimidação e na propaganda. Ela ameaçou com boicotes aos estados cujos cidadãos passaram leis de desaprovação ao homossexualismo. Ela tem apoiado esforços para introduzir programas nas escolas públicas para "reduzir preconceito" dirigidos a assim chamada "juventude gay, lésbica e bissexual" ou "crianças pré-homossexuais".
Isso soa como "tolerância" para você? A APA é veementemente contra a "terapia de conversão" porque elas não podem ter homossexuais revertendo à heterossexualidade. Isso implica haver algo errado com o homossexualismo!
Em 1979, os conhecidos terapeutas sexuais Masters e Johnson publicaram seus achados que 72% dos insatisfeitos homossexuais que entraram em seu programa entre 1966 e 1977 converteram-se em heterossexuais satisfeitos, baseados em acompanhamento cinco anos mais tarde. Imediatamente, os cães de caça da APA condenaram sua metodologia e reclamaram que os homens não eram realmente homossexuais. As carreiras dos terapeutas sexuais entraram em eclipse.
Somente em um sistema maçônico comunista como o nosso, a ciência é determinada pela política.
CONCLUSÃO
Para entender nosso mundo, nós devemos apreciar que somos rãs em uma grande panela, tendo nossas identidades fervidas e misturadas. Nossa cultura é a panela e o fogão, basicamente, um embuste.
Os banqueiros querem nos identificar como consumidores e produtores somente, e que sejamos condescendentes para o governo dominar por seus "experts", presumidamente membros da APA.
Vamos resistir pelo fortalecimento de nossas identidades: sexual, nacional, religiosa e racial, respeitando, mas não nos submetendo aos outros.
[1] Don Imus é um entrevistador americano, melhor conhecido pelo seu sarcasmo e sua linguagem dura. Seu popular programa de radio show, Imus in the Morning, vai ao ar diariamente.
[2] ERA (Equal Rights Amendment) - proposta de emenda à Constituição americana que transforma a discriminação sexual em ato inconstitucional
Sunday, March 25, 2007
A Verdade sobre a Globalização
Cel. Ref. EB Roberto de Oliveira
"None dare call it conspiracy" (Gary Allen)
1. A GLOBALIZAÇÃO - geratriz de uma nova ordem mundial
1.1 INTRODUÇÃO
Os inexoráveis "determinismos históricos"
A História da Sociedade humana vem sendo demarcada ciclicamente por alguns supostos "determinismos históricos", aos quais os pseudos intelectuais logo aderem incondicionalmente porque os prenunciam como "inexoráveis", mas que - depois de atormentarem aos povos durante algum tempo - são todos relegados ao lixo sempre surpreendente da fecundidade maligna da mente humana.
Sem tentar focalizar exaustivamente o tema, anteontem foi o determinismo de Hobbes - do homo homini lupus - que nos propôs a primeira versão do Estado totalitário, o Leviathan ; ontem, foi o de Malthus profetizando uma inexorável explosão populacional e ameaçando-nos com a caminhada também inexorável da Humanidade para a hecatombe de uma fome universal, o que "justificaria" a eutanásia, o aborto e até o genocídio; foi somente há poucos anos que conseguimos nos livrar do determinismo inexorável da "caminhada do mundo para o socialismo", também somente após sofrermos quase cem anos de imensas tribulações e depois de uma contabilidade macabra da perda de milhões de vidas humanas, muitas delas vítimas da fome durante a implantação do sistema de produção coletiva na URSS, outras tantas exterminadas pelo Exército Vermelho de Trotski com requintes de perversidade, e muitas outras assassinadas nas prisões tipo LUBIANKA, ou mortas de inanição,doenças e maus tratos nos campos de trabalho forçado dos GULAGS comunistas, que proliferavam em alguns dos países dominados por este maligno determinismo que nos prometia a Justiça Social e o fim da História, mas foi definido pelo Papa Pio XI como "Sistema intrinsecamente perverso" e hoje poderíamos usar para ele o mesmo anátema que São Pio X lançou contra outro "ismo", catalogando-o como "síntese de todos os erros"... políticos, econômicos, sociais e até religiosos.
Bem examinados, todos os determinismos ovos da mesma serpente... Satanás!Eis que agora - chocado há pouco mais de vinte anos - já nos atormenta um novo determinismo histórico, também ele inexorável, e cuja excelência nos tem sido orquestrada ad nauseam por todos os grandes Órgãos de Comunicação de Massa (OCMs), dos quais ele recebeu um nome fantasia - GLOBALIZAÇÃO -, e este, hoje, nos promete o paraíso de um progresso econômico contínuo e acelerado para todos os povos, desde que nós, os tupininquins, aceitemos obedecer fiel e submissamente às teses, postulados e princípios indemonstrados, cuja aparente coerência técnica foi engendrada nas universidades dos Países Principais... mas cujos efeitos empíricos já COMPROVADOS são nada menos do que DRAMÁTICOS...
1.2 A GLOBALIZAÇÃO - na sua essência, apenas um novo internacionalismo Ninguém ignora que a utopia internacionalista - sonho de um planeta sem fronteiras, dirigido por um Governo Mundial único, com uma só moeda, um só idioma, uma só religião, etc., - não é uma idéia nova, pois já há muitas décadas ela vem integrando o receituário de muitas das "doutrinas" ou movimentos políticos, sociais e econômicos, como o socialismo utópico, o socialismo marxista, a maçonaria internacional, o ultra-liberalismo econômico, e de algumas correntes religiosas, como o islamismo, o sionismo e, recentemente, de um ecumenismo irenista surgido após o Concílio Vaticano II - versão religiosa do internacionalismo leigo - em busca de uma herética síntese mundial de todas as religiões.
O que é novo na atual proposta internacionalista, é que essa utopia já se descolou dos movimentos para os quais servia de inspiração, ampliou-se, aprofundou-se, gerou desdobramentos políticos, sociais e econômicos próprios, foi batizada pelos psicopolíticos como GLOBALIZAÇÃO e já configura, agora, uma autêntica IDEOLOGIA, que tem "slogans", postulados, axiomas, teses, dogmas e praxis próprios, que seus corifeus e adeptos difundem militantemente, buscando a adesão de terceiros.
Muitos dos nossos cientistas políticos, líderes sociais e chefes militares já estão conscientes e preocupados com a atuação dessa NOVA IDEOLOGIA gerada em matrizes estrangeiras, claramente inspirada e pregada do exterior, que tem amplitude multiforme e cuja proposta fundamental é ser intrinsecamente internacionalista, atributo que revela de forma inequívoca - como decorrência necessária - seu caráter anti-nacionalista.
Coerentes com a própria lógica interna da sua IDEOLOGIA, os corifeus desse novo determinismo são militantemente anti-nacionalistas, como o comprova o seu insistente proselitismo, orquestrando as teses indemonstradas da "inexorabilidade" e "excelência" da globalização e da decorrente interdependência entre as Nações, teses que negam explicitamente e/ou que extenuam implicitamente, muitos dos tradicionais conceitos, valores e princípios essenciais à sobrevivência dos Estados Nacionais Soberanos, como a INDEPENDÊNCIA e seu corolário, a SOBERANIA; a AUTODETERMINAÇÃO e seu corolário a NÃO-INTERVENÇÃO, etc., agora substituídos pelos novos conceitos da "soberania limitada (ou relativa)" e/ou da "administração compartilhada"; pelo "direito de ingerência" e por outras teses correlatas, onde já se inclui até mesmo - ainda de forma um tanto velada e oblíqua - a dissolução das Forças Armadas Nacionais e/ou a modificação de sua tradicional destinação constitucional de Defesa / Segurança Nacionais, ambas as extenuações já conseguidas nos países "emergentes", obliquamente, ainda que apenas em parte ou em certa medida sutil.
O mais perverso efeito psicossocial dessa propaganda é que essas teses internacionalistas, difundidas ad infinitum pelos ideólogos da globalização através de múltiplos Órgãos de Comunicação de Massa (OCMs), contaminam como um vírus a todo o tecido social do País com idéias, valores e conceitos que induzem às pessoas inexperientes e/ou incultas, ou sôfregas de novidades, a aderirem a um anti-nacionalismo imanente, não declarado, apenas implícito.
Sancionando todas essas deduções, no Brasil nem é preciso comprovar que alguns dos acordos internacionais assinados sem ressalvas pelos nossos inefáveis diplomatas, já comprometeram gravemente a SOBERANIA e a INDEPENDÊNCIA do nosso País pois, ao firmá-los, o Governo Federal já transferiu grande parte do poder de decisão do Estado Brasileiro para entes estrangeiros multilaterais, como a OMC, o FMI, o Banco Mundial, etc., todos eles dominados pelas Nações Principais, e também para o Mercosul, este integrado por três nações hispânicas, nossas tradicionais confrontantes, que agora poderão interferir na autonomia de nossas decisões macroeconômicas, por votação majoritária num colegiado - o Conselho do Mercado Comum - onde elas têm maioria (sic) e onde o Brasil será sempre "um estranho no ninho"...
Essa abdicação de uma parte essencial da nossa SOBERANIA e INDEPENDÊNCIA transferidas em proveito desses entes multilaterais internacionais - verdadeira renúncia do Estado Brasileiro ao PODER de decidir livremente sobre o que convém (ou não) ao País, em TODOS os setores do Poder Nacional - agora já se tornou uma opção quase irreversível, pois se, amanhã, o nosso governo decidisse descumprir, denunciar ou romper alguns desses acordos, as retaliações políticas e econômicas que o País sofreria seriam de tão grandes proporções e de conseqüências tão graves que nos obrigariam a recuar dessa decisão e a aceitar submissos as imposições desses organismos.É assim que caminha - sob a indisfarçada liderança dos EUA - o processo da lenta e gradual fragilização institucional da Independência, da Soberania, da Autonomia e da Autodeterminação dos países ditos "emergentes" (ou Periféricos, ou Secundários), como o Brasil, até que se chegue em breve à extinção - indolor e incruenta - daqueles tradicionais valores e conceitos essenciais à sobrevivência dos Estados Nacionais Soberanos, quando, a partir da falência desses princípios, muitos países deixarão de ter existência de direito, embora de fato possam ainda ter algum tipo de existência virtual - como o Panamá ou Porto Rico - e, provavelmente, como o Brasil pós-FHC. Por conseguinte, quando qualquer Estado Nacional Soberano aceita aderir incondicionalmente à globalização e à interdependência decorrente desta, estará aderindo ipso facto a todos aqueles novos conceitos, propostas e teses indemonstradas, que foram engendradas exatamente para instrumentalizar o domínio das NAÇÕES HEGEMÔNICAS sobre as NAÇÕES SECUNDÁRIAS (ou PERIFÉRICAS), entre estas o Brasil. (1) ( Ten. Brig. Ivan Frota - 1993 - não textuais)
A realidade é que essa nova utopia internacionalista - depois que se transmudou em globalização - vem pouco a pouco desnudando o seu secreto desígnio final, a institucionalização de um GOVERNO MUNDIAL único, eis que seus dogmas e sua práxis acarretam necessariamente para os Estados Nacionais a perda progressiva da sua Independência, Autonomia, Soberania e Autodeterminação, sacrificadas em proveito da irrestrita liberdade global das Grandes Corporações economico-financeiras internacionais.1.3 A GLOBALIZAÇÃO - na prática, um processo sofisticado de neocolonialismo
Hoje, já são inúmeros os intelectuais, entre os quais muitos economistas conceituados, que nos alertam de que o conjunto de medidas políticas, econômicas e sociais que configuram o processo de globalização, produz nos países em desenvolvimento - não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro - danos tão graves, tão agudos e tão perversos sobre a economia e a sociedade, que nos permitem afirmar categoricamente ser esta uma nova fórmula sofisticada e maquiavélica de neocolonialismo.
O processo da globalização tem um receituário único que vem sendo aplicado diligentemente em todos os países emergentes, inclusive no Brasil, e cujas linhas mestras são:· uma política monetária dita "austera", essencialmente baseada em taxas de juros primários excessivamente altas em comparação com a média das taxas internacionais, cujos efeitos perversos sobre a economia, a sociedade e a administração pública são nada menos do que DEVASTADORES; · uma política cambial centrada na sobrevalorização da moeda nacional em relação ao dólar, à qual se deu a alcunha de "âncora cambial", que pretende garantir a estabilidade dos preços, mas que funciona como um generoso subsídio às importações e é um severo e incontornável entrave às exportações; uma liberação não-seletiva, quase irrestrita, das importações de bens e serviços estrangeiros, sem limites de quantidade ou valor, o que causa no setor primário uma irreversível desestruturação da produção rural; e, no setor secundário, provoca a desindustrialização e a desnacionalização de vários ramos de atividades industriais, ambos os fenômenos causados pela substituição das matérias primas, dos componentes, insumos e produtos nacionais por "similares estrangeiros", desencadeando assim um agudo processo de downsizing ao longo de todas as cadeias de produção e gerando um maciço desemprego nestes dois setores produtivos da economia do país.
Os efeitos cruzados e cumulativos da sobrevalorização da moeda nacional, das taxas de juros primários excessivamente altas e da abertura "selvagem" do mercado interno às importações estrangeiras de bens e serviços, provocam inevitavelmente um insanável desequilíbrio na Balança de Comércio e nas Transações Correntes com o exterior, levando o País a uma permanente ameaça de um colapso cambial, o que o torna refém da entrada maciça de capitais externos caríssimos de curto e curtíssimo prazos para manter, ainda que precariamente, o equilíbrio em seu Balanço de Pagamentos.Essas três decisões macroeconômicas incongruentes entre si, máxime pelas suas altas dosagens, criam para o País uma permanente ameaça de súbita evasão de divisas, cujas elevadas reservas e saldos passam a depender essencialmente da contínua entrada de capitais externos caríssimos e de curto prazo, ficando a consistência de todo o modelo dependente da sua própria política monetária suicida de juros altíssimos, único instrumento capaz de evitar uma fuga cataclísmica de capitais e um conseqüente colapso cambial.
Mas, mantida a política monetária suicida de altíssimas taxas de juros, crescem exponencialmente a dívida interna e são atraídos capitais especulativos externos caros e de curto prazo, que provocarão a venda de mais títulos públicos mobiliários, que gerarão mais encargos financeiros futuros, e assim por diante...
Um círculo vicioso perverso que cria uma verdadeira armadilha financeira, e representa um autêntico ato de disfarçada pirataria internacional.
Desnuda a indiscutível incoerência desse modelo, o fato de que nesse receituário macro é indispensável que sejam adotadas previamente medidas de afrouxamento crescente dos controles do Estado sobre a área monetária e cambial, cuja tendência deve evoluir até à permissão irrestrita para que entes estrangeiros do setor de serviços tenham total liberdade de se instalar no País (principalmente os entes financeiros, os bancos, seguradoras, previdências privadas, fundos, planos de saúde, etc.) até atingir-se ao estágio final de uma completa desregulamentação dos fluxos dos capitais financeiros internacionais, como preconizada pelo maligno Acordo Multilateral de Investimentos (AMI) brecado recentemente ainda em gestação pela França.
1.4 Concomitantemente, é realizada uma "ampla reforma do Estado", sob o pretexto de se diminuírem os seus encargos sociais e administrativos e para se "retirar o Estado das atividades econômicas que ele indevidamente realiza", mas em realidade visando a se fazer uma rápida e lesiva privatização de todas as empresas estatais, PRINCIPALMENTE daquelas que atuam em atividades consideradas estratégicas, como a Embratel, a Eletrobrás, a Petrobrás, a Companhia Vale do Rio Doce, e outras.
Adiante ampliaremos convenientemente este tema importantíssimo.
1.5 Ao mesmo tempo em que, no campo social é implementada uma flexibilização - em verdade a extinção progressiva - de direitos dos trabalhadores há muitos anos já pactuados e pacificamente exercidos, com a justificativa de se diminuírem os custos das empresas, com vistas a se obterem ganhos em rentabilidade e competitividade.
Neste cenário, assistimos estupefactos Governantes que, até ontem, se auto intitulavam "líderes socialistas", como o Presidente FHC, promoverem uma drástica supressão de direitos trabalhistas conquistados ao longo de décadas de lento progresso social; além de provocarem deliberadamente o enfraquecimento institucional do sistema sindical - já bastante reduzido pelo desemprego maciço - mediante a diminuição das suas fontes de receita; e, usando da "liberdade de associação" como tese, tentam promover o fim da unicidade sindical, visando fomentar a rivalidade entre os sindicatos e acirrar a luta pela sobrevivência entre as Centrais Sindicais, e/ou entre estas e as Confederações, o que leva ao estiolamento do poder de barganha dos sindicatos, tanto os de operários quanto o de empresários.
O aspecto mais maquiavélico desse processo, é que a "diminuição dos custos" invocada para algumas (talvez muitas) das flexibilizações dos direitos trabalhistas seriam talvez negociáveis, e alguns dos pretextos invocados pelos ultraliberais para propô-las poderiam ser considerados até razoáveis, se limitados por uma escrupulosa preocupação cristã com a justiça social, mas que a sua implementação pelos governantes liberais ignora solenemente as mais legítimas aspirações de progresso social dos trabalhadores e os seus direitos há longos anos exercidos, o que não nos deixa qualquer dúvida de que essa flexibilização, uma vez admitida, tenderá a fazer involuir as relações de trabalho até à desregulamentação total, devolvendo-nos aos idos da 1ª Revolução industrial e ao ultra-liberalismo maldito do laissez-faire, laissez-passer.Confirmando essa estimativa pessimista, agora, como num paroxismo final da tese da flexibilização, os corifeus da GLOBALIZAÇÃO já levantaram a bandeira da livre negociação com a qual pretendem impor a prevalência dos "contratos de trabalho entre as partes" sobre toda a legislação trabalhista existente, e até mesmo sobre a jurisprudência dos tribunais, destarte fazendo desaparecer - de um só golpe - toda a legislação de proteção aos trabalhadores, para que passe a vigorar aquilo que a sabedoria popular já definiu como o "acordo do pescoço do enforcado com a corda".
Nem é preciso ser profeta para prever que - num ambiente de maciço desemprego e de enfraquecimento institucional do sistema sindical - a aprovação desta última tese diabolicamente engendrada, traria fatalmente o desaparecimento do direito ao repouso semanal remunerado, às férias periódicas obrigatórias, à irredutibilidade dos salários, à remuneração especial por horas extras e por horário noturno, etc., etc., o que nos remeteria de volta ao indigno cenário ultraliberal das desumanas relações de trabalho do século XIX, que acabaram por suscitar o aparecimento das correntes "socialistas" de várias inspirações.A realidade é que, sob os pretextos da flexibilização dos direitos trabalhistas e sociais, e da liberdade de associação sindical, os Governantes liberais submissos ao novo determinismo da Globalização, conseguem enfraquecer a capacidade dos trabalhadores e do empresariado nacional de se defenderem contra os excessos de Poder do novo Estado liberal globalizado.
Em síntese, a Nova Ordem mundial gerada pela globalização das economias - além de comprometer seriamente a Independência, a Autonomia e a Autodeterminação dos Estados Nacionais Soberanos - também traz no seu ventre mais um perverso efeito de gravíssimas conseqüências sociais, pois à medida em que avança a sua mplementação, os trabalhadores vão sendo privados progressivamente dos tradicionais direitos trabalhistas duramente conquistados ao longo de décadas de reivindicações e lentas conquistas políticas e sociais - direitos que devem ser agora suprimidos por exigência de princípios econômicos aéticos, como as "leis do mercado", a concorrência/competitividade, a eficiência/produtividade/rentabilidade/ lucratividade, etc., em cujo ápice é entronizada a sobrevivência dos "mais aptos" - empresas e pessoas - gerando em decorrência uma impiedosa exclusão social irreversível dos "menos aptos": isto é, as empresas "não-competitivas" e os "desempresários" falidos de um lado; e os trabalhadores "não-qualificados" ou "inempregáveis" do outro lado.
Aliás, há dois aspectos desse novo internacionalismo que deveriam ser objeto de detida meditação e estudos por líderes religiosos, sociólogos e cientistas políticos. Um deles, é que o PRINCIPAL ARTÍFICE E MAIOR BENEFICIADO por essa globalização abrangente e multiforme, é o ente apátrida e amoral que se convencionou chamar de Macrocapitalismo Financeiro Internacional - cujo principal centro de poder está situado indubitavelmente em WALL STREET, isto é, nos EUA; e o outro, é que a globalização está tornando realidade as duas profecias apocalípticas de Karl Marx, da concentração crescente do capital e da proletarização progressiva das massas. Estão aí para confirmar estas profecias, as grandes fusões de conglomerados econômicos e financeiros nos EUA e na Europa, e os milhões de desempregados (30 milhões na Europa, 12 milhões na América Latina e mais de 5 milhões no Brasil) ambos os fenômenos frutos desse novo internacionalismo new look. (2) (Fonte: OIT- 1995)
Os fatos nos comprovam, mais uma vez, que os extremos sempre se atraem... ou seja, o Macrocapitalismo Financeiro globalizado tende a provocar a volta do Socialismo marxista. Indiscutivelmente, os Estados Nacionais Soberanos que têm promovido de forma imprudente - como o Brasil - a inserção de seus mercados internos na economia globalizada, muito cedo acabam por sofrer os efeitos devastadores da implementação desse maquiavélico conjunto articulado de medidas macroeconômicas e sociais que guardam uma perversa coerência entre si, e que tendem a produzir o caos social e econômico nos Estados aos quais as Nações Principais decidem dominar economicamente.O Brasil está entre os países que mais rápida e imprudentemente abriu o seu mercado interno à liberação do comércio de bens e serviços estrangeiros e, por isso, é um dos que mais agudos, extensos e graves efeitos provocou - no curto período de apenas quatro anos - em suas Contas Nacionais e em seus índices sociais.
2. As matrizes estrangeiras do processo de globalização
A origem estrangeira das matrizes intelectuais desse conjunto perverso de medidas macroeconômicas e sociais pode ser consistentemente provada, se pesquisarmos de onde partem os principais vetores da propaganda sistemática que prega a "excelência" de todas essas teses, cujos efeitos LITERALMENTE DEVASTADORES já estão empiricamente mais do que comprovados pelos gravíssimos danos causados à Economia e à Sociedade - não apenas do Brasil - mas de TODOS os países emergentes onde elas vêm sendo aplicadas de forma irrestrita, tais como:
· enormes índices de desemprego;
· incontroláveis déficits comercial, cambial e em Transações
Correntes;
· gigantesco endividamento interno e externo; e
· extrema vulnerabilidade a ataques de capitais especulativos internacionais.
Confrontando as variantes do processo de globalização já em adiantada fase de implementação em TODOS os países latino-americanos, é fácil constatar que TODAS as medidas macroeconômicas e sociais enumeradas nos itens anteriores (ítens 1.1. e 1.2.) podem ser identificadas, integralmente, com os programas aconselhados aos governos desses países por matrizes estrangeiras situadas no Primeiro Mundo, entre elas órgãos governamentais dos EUA, como o Departamento de Estado e suas Secretarias de Governo; ou para-estatais como o "Centro Acadêmico Woodrow Wilson" e o tristemente famoso "Washington Consensus".
Concorrentemente, a aparente consistência teórica desse conjunto articulado de medidas vem sendo maciça e insistentemente pregada já há muitos anos por inúmeras Organizações Não Governamentais (ONGs) ultra-liberais entre elas o "Diálogo Interamericano", a "Carter Center A.A.S.", a "Atlas Foundation", o "Mont Péllerin", a Fundação Friederich Naumann, e até pela Fundação Konrad Addenauer supostamente social-democrata, et alii; além de sancionadas por estudos teóricos sofisticados elaborados por Universidades de renome situadas nos EUA e em países desenvolvidos (Chicago, Harvard, Princeton, etc.), assinados por economistas americanos e europeus famosos - e exaltados por técnicos nacionais importantes - estes, via de regra, pós-graduados em Universidades norte-americanas e/ou ideologicamente identificados com os governos centrais de índole ultraliberal dos países emergentes.
Sem dúvida, estamos já há muito tempo sendo alvos de uma gigantesca campanha de doutrinação psicossocial originada em países do Primeiro Mundo, que tem funcionado como uma autêntica lavagem cerebral, realizada com grande competência pelos entes estrangeiros acima enumerados (e por outros tantos) e amplificada/orquestrada por incontáveis Órgãos de Comunicação de Massas (OCMs) em nível de saturação, que vêm difundindo aqueles princípios econômicos e conceitos indemonstrados, e cujo principal público-alvo é a inteligentzia nacional dos países emergentes, em particular os seus economistas e os formadores de opinião. Mas essa doutrinação é orientada, de maneira muito especial, especificamente para seus líderes políticos e governantes (em exercício, ou em potencial), muitos dos quais são convidados a freqüentar cursos de grande prestígio nas mais famosas Universidades dos EUA, onde eles recebem maciças doses de argumentos teóricos e técnicos "demonstrando" a excelência e a inexorabilidade da globalização.
Concomitantemente, essas mesmas medidas de efeitos DEVASTADORES já comprovados, são LITERALMENTE IMPOSTAS aos países emergentes, quase todos muito endividados, como cláusulas de empréstimos concedidos pelos entes multilaterais que comandam os fluxos financeiros internacionais, como o FMI, o Banco Mundial, o BID, o BIS, etc., todos dominados pelos Países Principais.
Tudo "medido, pesado e contado"...
Adaptando uma conhecida frase do mestre Gustavo Corção, poderíamos dizer que essa nova corrente ideológica internacionalista é "liderada por um reduzido número de perversos que têm plena consciência dos males que causam ao seu País, seguidos por uma multidão de tolos e inocentes úteis, e auxiliados por um número crescente de ambiciosos, que se perguntam quanto podem ganhar com isso" (não-textuais).
Este paradigma se aplica integralmente à globalização abrangente e quase irrestrita a que as mais altas autoridades do governo federal estão imprudentemente conduzindo o Brasil já há alguns anos mas, com especial ênfase, rapidez e impatriótica submissão, o atual Governo FHC.
2.1 Os corifeus da globalização
Ver (3) - "As relações promíscuas, até mesmo incestuosas das privatizações" - (in boletim da UNAMIBB - n.º 30 - março/abril/99 - pg. 02/03); "Quem é quem no Governo" - "Os homens do Presidente" - (in "Caros amigos - Oficina de Informação" - n. º 02 - dez./98) e outros.
Já não existe a menor dúvida de que NÃO É mera coincidência o fato de que muitos dos titulares dos principais cargos que decidem sobre as políticas macroeconômicas em todos os países "emergentes" (no Brasil inclusive) sejam sempre escolhidos exatamente entre pós-graduados das Universidades norte-americanas que engendraram e vêm difundindo orquestradamente as mesmas medidas "globalizantes" que, em dezembro/94, levaram o México a um colapso financeiro - depois provocaram o mesmo efeito perverso em países da Ásia, em seguida na Rússia, depois no Brasil e, há pouco na Argentina e agora no Chile - medidas que esses tecnopols aceitam pôr em prática com impatriótica subserviência, embora estejam cientes e conscientes de que irão produzir em seu país o mesmo desfecho dramático !
Mas ninguém pode se surpreender com a submissão incondicional desses personagens às teses, doutrinas indemonstradas e exigências do FMI, Banco Mundial et alii, posto que quase todos eles, até há pouco tempo atrás trabalhavam para grandes entes do sistema financeiro internacional, pressupondo as autoridades que os nomearam, com uma ingenuidade tão irracional que desnuda a sua conivência, que eles se mostrariam irrepreensivelmente fiéis aos interesses nacionais, e que se atreveriam a contrariar as doutrinas engendradas nos mesmos ambientes alienígenas que eles freqüentaram por vários anos.
2.2 As privatizações - peças importantes do processo da globalização
No que concerne particularmente à privatização das estatais brasileiras, tem-se até mesmo notícia da existência de um documento estrangeiro - "Preliminary Ideas on the Developement of a Master Plan for Privatization" - elaborado em 1990 pelo CS FIRST BOSTON BANK, por coincidência o ano em que o Governo Collor promulgou a Lei n.º 8.031 que instituiu o PND (Programa Nacional de Desestatização). Naquele documento são traçadas diretrizes específicas para a privatização de várias empresas estratégicas brasileiras, tais como o Grupo Petrobrás e algumas de suas subsidiárias (a Petroquisa, a Petrofértil, etc.), a Embratel, a Eletrobrás e outras. (4) (citado no Relatório Final, do senador Amir Lando, na CPMI da privatização - 1994). Por conseguinte, no processo de globalização, as privatizações de estatais que realizam atividades estratégicas como a VALE DO RIO DOCE, a PETROBRÁS, EMBRATEL, ELETROBRÁS, etc., têm importância primordial, posto que o controle delas pelas Grandes Corporações internacionais, fortalecerá e prolongará a supremacia mundial dos Países Principais, particularmente dos EUA... cujos recursos minerais e energéticos já escasseiam, devido ao consumo predatório das suas sociedades super desenvolvidas. Vem a propósito relembrar uma famosa frase de Kissinger:
"Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje, se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis (leia-se minerais e petróleo) do planeta. Para isso terão que montar sistemas mais requintados e eficientes de pressões e constrangimentos, que garantam a consecução de seus objetivos." (1978) (destaques e parêntese nossos)
A julgar pelo que vem acontecendo no Brasil pós 1990, principalmente no governo FHC, esses sistemas mais requintados e eficientes de pressões e constrangimentos vêm funcionando muito bem até agora.
Em outra ocasião pretendemos analisar o importantíssimo tema das PRIVATIZAÇÕES".
2.3 Desmistificando a "globalização", a "modernidade" e a OMC
(5)"ONU classifica OMC como 'pesadelo' para os países em desenvolvimento" - in Financial Times - on line - 15/08/00 - Da agência de notícias Reuters - Tradução: Paulo Migliacci (não-textuais)- (6)"Globalização = corrupção" (Editorial) e "Não quero ser cúmplice" - Prof. Marcos Coimbra - in Ombro a Ombro - agosto 2000) (não-textuais)a. Um Relatório da ONU
Se ainda pairassem dúvidas quanto aos verdadeiros objetivos ocultos do fenômeno da "Globalização", apontada neste nosso Estudo esquemático, como gravemente danosa a todos os países que adotam o modelo, elas deixariam de existir diante de uma Análise oficialmente encomendada pelo Secretariado Geral das Nações Unidas, na qual uma equipe indicada pela própria ONUclassificou a Organização Mundial do Comércio (OMC) como "pesadelo" para os países em desenvolvimento e sugeriu que ela deveria ser colocada sob a supervisão da ONU. A equipe - em relatório apresentada à subcomissão de proteção de direitos humanos das Nações Unidas - também descartou as regras de defesa do livre comércio defendidas pela OMC por serem baseadas em suposições terrivelmente injustas e até mesmo preconceituosas". (5) (textuais)
O Relatório final pede por uma "revisão radical de todo o sistema de liberalização do comércio internacional", e por uma consideração crítica de sua postura quanto a conceder benefícios iguais "tanto aos países ricos quanto aos países pobres".
Essas conclusões parecem ecoar as críticas feitas à liberalização do comércio internacional pelos grupos ocidentais da sociedade "civil" (ONGs) que se opõem à globalização. Muitos desses grupos localizados nos países em desenvolvimento, se opõem ao vínculo entre "livre comércio", "cláusulas sociais" e "defesa do meio ambiente", argumentando esses são apenas novos pretextos para que os países ocidentais (ricos) tenham uma desculpa para erigir ainda mais barreiras contra a importação de produtos fabricados em países pobres.
Alegam os técnicos que elaboraram o Relatório que as regras da OMC, "refletem uma agenda que serve apenas para proteger os interesses das corporações dominantes, que já monopolizam a área de comércio internacional". (5) (textuais)
b. Outras denúncias públicas
Está também se generalizando a constatação de que a "inexorável" GLOBALIZAÇÃO tem um elemento corruptor intrínseco e que não se restringe apenas ao nosso País. (6)"Globalização = corrupção" (Editorial "Ombro a Ombro" ago./00) Em muitos outros países, amplia-se a percepção de que o "globalismo" e a "modernidade" que lhe é atribuída, constituem pretextos para um colossal processo de transferência de patrimônio público para grupos seletos de "investidores", desnacionalização e concentração do controle das atividades produtivas e de renda, numa escala sem precedentes históricos. O exemplo paradigmático é o México, onde o Governo de Carlos Salinas de Gortari (1988-94) loteou a infraestrutura econômica nacional entre um grupelho de asseclas, aumentou de três para 26 o número de bilionários (em dólares) mexicanos e acentuou o desmantelamento econômico que culminou com a crise de dezembro de 1994. Não por acaso, Salinas de Gortari, egresso da Universidade de Harvard e íntimo da alta finança internacional - que pretendia fazer dele o presidente da Organização Mundial de Comércio - terminou seu mandato mergulhado em acusações de alta corrupção (e suspeito de cúmplice em um assassinato político), que valeram a seu irmão uma sentença de prisão (como mandante daquele assassinato) e a ele próprio um auto-exílio de vários anos.(6) - (in"Ombro a Ombro" Editorial - não-textuais).
E, recentemente, em carta aberta com o título "não quero ser cúmplice", o Sr. Pierre Galand, secretário-geral da OXFAM-Bélgica, apresentou sua demissão ao Banco Mundial fazendo várias denúncias, entre elas as seguintes: (verbis) "Tomo esta decisão por honestidade intelectual e coerência, ... Supus que colaborando estreitamente com o grupo de trabalho das ONGs do Banco Mundial, contribuiríamos para desenvolver ... o destino dos povos menos favorecidos da Terra. Isto não aconteceu. A pobreza aumenta, a fome mata. Certamente mais do que as guerras - e cresce todos os dias o número daqueles que não conseguem atendimento médico, de jovens analfabetos e sem família, alcançando cifras sem precedentes. Todavia, os remédios propostos pelo Banco Mundial para o desenvolvimento são remédios envenenados -- que agravam os problemas. Propõem uma política de ajustes estruturais que agravam o "dumping" social nos países do sul, deixando-os completamente sós e indefesos sob o domínio do mercado mundial. As empresas multinacionais chegaram ao sul porque os senhores e seus colegas do FMI criaram as condições necessárias para produzir com o "menor custo socìal". A intervenção conjunta do Banco Mundial e do FMI representa uma pressão contínua sobre as economias para que sejam mais competitivas e produzam sempre mais".( 6) - Prof. Marcos Coimbra - ago./00 (ídem, ibídem)
Este é mais um (entre tantos outros) reconhecimentos públicos de um estrangeìro, técnico altamente capacitado, revelando o processo de neocolonialismo a que estão sendo submetidas as nações mais pobres, por intermádio do processo de globalização, imposto pelos "donos do mundo". (6) (ídem, ibídem)
2. 3 Rumo ao Governo Mundial
(7) (Dr. Caetano Lagrasta Neto e Antônio Rulli Junior, Juizes do TA de SP (1997)(8) "Três anos para completar a globalização" - (Susan George - out./99 - Le Monde Diplomattique - attac/sp) (não-textuais)
a. O governo Mundial e a Rodada do Milênio
Comprovando o caráter anti-nacionalista da Globalização e revelando um pouco mais do secreto desígnio dos seus mentores de institucionalizarem um Governo Mundial único, há poucos meses os seus ideólogos, depois de já terem orquestrado ad nauseam os conceitos da "soberania limitada" e da "administração compartilhada", etc., passaram a pregar as novas teses da "soberania compartilhada" e da instituição dos Parlamentos Supranacionais (o nosso já instalado em São Paulo para a América Latina, o Parlatino); e já propõem a criação da "Justiça Supranacional", do "direito comunitário", de Tribunais Internacionais (ou Supranacionais) com órgãos, juizes e ministério público comunitários... e advogam a prevalência da jurisprudência supranacional sobre a legislação nacional... até há pouco somente dentro dos megablocos (CEE, Mercosul, ALADI, etc.) (7) (Dr. Caetano Lagrasta Neto e Antônio Rulli Junior, Juizes do TA de SP (1997).
Mas já estão propondo essas mesmas teses internacionalistas em âmbito mundial, como o Tribunal Penal Internacional, que já foi até tema de um Seminário organizado em Brasília ao final de 1999, sob os auspícios do Itamaraty, USP e outras entidades ligadas ao governo FHC, durante o qual se usou como título do evento "Governança Global", obviamente um pitoresco eufemismo para a expressão "Governo Mundial".
No mesmo sentido, também já estava em adiantado estágio de gestação quase secreta um Acordo Multilateral de Investimentos (AMI), que retiraria integralmente dos Estados Nacionais Soberanos toda a sua autonomia e soberania no tocante ao seu direto (e dever) natural de protegerem a economia dos seus países exercendo rígido controle sobre os capitais externos, os seus fluxos e a sua atuação dentro dos seus territórios. O esboço desse Acordo - que teve sua gestação brecada pela denúncia do governo francês - definia como delitos cominados com pesadíssimas sanções econômicas e financeiras, todas as iniciativas dos países periféricos para limitarem a liberdade dos capitais internacionais dentro dos seus mercados internos.
Embora brecados pela França, há poucos meses o Governo dos EUA, abandonando qualquer pudor diplomático, literalmente impôs um verdadeiro ultimatum à União Européia, exigindo que os seus países membros aprovassem uma desregulamentação urgentíssima - no prazo máximo de 3 (três) anos - de TODAS as atividades do comércio de bens e serviços para ser adotada na Conferência Ministerial da OMC (que denominaram de "Rodada do Milênio"), que teve início a 30 de novembro de 1999 em Seattle. (8) ("Três anos ..." - out./99 - Attac/sp) (não-textuais) E o que pretendiam os EUA?
Em primeiro lugar, queriam liberalizar ainda mais o comércio dos produtos agrícolas - sem acenar para a extinção dos generosos subsídios que os EUA, a União Européia e o Japão concedem aos seus produtos agropecuários - o que teria como conseqüência imediata colocar em perigo de extinção muitas atividades do setor rural nos países em desenvolvimento e que suprimiria, sumariamente, dos países mais pobres qualquer soberania sobre sua segurança alimentar.
Queriam igualmente o reforço do acordo sobre a propriedade intelectual, conhecido pela sigla TRIPS (Trade-related aspects of intellectual property rights, ou Aspectos comerciais dos direitos de propriedade intelectual) no qual está previsto até mesmo o patenteamento dos seres vivos como um dos destaques. (8) O Governo dos EUA queria também reforçar o Acordo Geral sobre o Comércio dos Serviços, chamado de GATS (General Agreement on Trade in Services). Neste novo e ainda pouco conhecido Acordo mundial, pretendiam "obter adesões reforçadas" as mais numerosas possíveis de todos os países membros da OMC, e os serviços ameaçados de cair sob a autoridade de regras da OMC não são apenas as transações comerciais (que já movimentam trilhões de dólares a cada ano), mas englobam quase todas as atividades humanas.
Em síntese, o atual governo dos EUA, queria impor a todos os países - em apenas três anos - um mundo desregulamentado para praticamente TODAS as atividades de serviços. (8) (não-textuais) ou seja, uma autêntica versão maquiada do mesmo AMI que tanta repulsa gerou ...
Afortunadamente, incontáveis ONGs internacionais se mobilizaram, invadiram Seattle, ocuparam ruas e vias de acesso nos locais dos eventos da Rodada e - em meio a cenas de pastiche e atitudes rocambolescas - conseguiram literalmente impedir a realização da Rodada do Milênio infringindo uma derrota fragorosa à política externa do governo Clinton que, aparentemente, recuou das suas pretensões de impor ao mundo inteiro, inclusive aos seus próprios "aliados", tantas novas "aberturas" em apenas 3 (três) anos de negociações.
Não obstante, sobrevivem ainda vários indícios consistentes sugerindo-nos que os governantes dos Países Hegemônicos, o G-7(+), decidiram apressar a Globalização irrestrita de todas as economias, mediante uma ampla desregulamentação do comércio de bens e serviços - em particular destes - o que eqüivaleria à instituição disfarçada de um Governo Mundial em condomínio, integrado por esses Países (G-7 ? G-15 ?), a ser exercido por intermédio dos entes econômico-financeiros multilaterais aos quais os Países Principais já comandam majoritariamente como a OMC, GATS, FMI, BIRD, BID, BIS, CCI, OCDE, etc., sem esquecer o FED e a banca de Wall Street.
b. Uma variante moderna para a "doutrina" geopolítica de Ratzel?
(9) "O grande vizinho do Norte" - Alain Torraine - FSP - "MAIS !"- 30/07/00 e (Gen. Ex. Dirceu Ribas Correa - 1999)
Esse "governo mundial" em condomínio - que já está em fase final de gestação - parece reviver a velha doutrina geopolítica de Ratzel, que justificava a conquista das países do Hemisfério Sul pelas Nações do Hemisfério Norte, argumentando que estas teriam o "direito natural" de se apoderar das riquezas dos seus confrontantes ao sul do Equador, ao longo dos meridianos, sob o pretexto de que esses povos não teriam nem o know how nem o espírito empreendedor para explorá-los, e os recursos naturais desses países seriam indispensáveis ao pleno desenvolvimento da Civilização Ocidental. E todos nós sabemos como essa tese geopolitica de Ratzel, "justificou" a conquista manu militare e a feroz colonização empreendida pelos Países europeus na África e na Ásia...
Vale à pena recordar, pois vivia-se então (e vive-se hoje) o auge do ultraliberalismo do "laissez-faire", da "mão invisível do mercado" e da mínima interferência do Estado na economia (de Adam Smith), teoria econômica que contribuiu sobremaneira para construir no mundo a "era do império" da Grã-Bretanha; e que, no Brasil, deu como fruto podre o Tratado de Methuen, que literalmente implodiu a nossa industrialização ainda incipiente, e nos deixou reféns comerciais da Inglaterra por quase 100 anos.
As Grandes companhias mercantis de ontem, como a East India Company ou a Royal African Company seriam as multinacionais de hoje. E não é demais relembrar a mais infame de todas, a Companhia do Congo, propriedade pessoal do rei Leopoldo 2° da Bélgica, que se estima haver causado a morte de 10 milhões de africanos, com requintes de perversidade. Pois era essa, então, a atmosfera de cobiça e violência que acabou por gerar conflitos extremamente sangrentos na China (guerra dos Boxers) e na África do Sul (guerra dos Boers), em última análise conseqüências do feroz imperialismo econômico-financeiro anglo-saxão.
A nossa era é a da Globalização e do Estado Mínimo (de Hayek, Von Mises, Milton Friedman, Guy Sorman, etc.), construindo a idade da "pax americana" e da cartelização do G-7, liderado pelos Estados Unidos, principal vetor, agente e beneficiário desse novo ciclo de ultraliberalismo.
Não é exatamente o que estão fazendo hoje os países do G-7, tendo os EUA à frente, com os países "emergentes", aplicando uma variante moderna da doutrina de Ratzel, tornando os seus confrontantes ao Sul suas colônias econômico-financeiras ? Até mesmo Alain Torraine, (sociólogo e amigo do Sr. FHC), já reconheceu isso explicitamente, admitindo que "o governo dos Estados Unidos prepara às claras um plano geral de incorporação de toda a América Latina à sua zona de influência direta. ....". É óbvio que ele usou a expressão "zona de influência direta" como um eufemismo delicado para não recorrer ao desgastado e cru "neocolonialismo". (9) "O grande vizinho do Norte" - sociólogo Alain Torraine - FSP - "MAIS !"- 30/07/00
Agora, já não se apossam das riquezas desses países manu militare como no passado. Mas o fazem pelo processo maquiavélico da globalização, impondo-lhes uma abertura irrestrita dos seus mercados internos ao comércio de bens e serviços, principalmente dos entes financeiros; e são eles os grandes beneficiários das privatizações "selvagens" e lesivas das grandes empresas estatais estratégicas dos países "emergentes" - do Brasil em especial ...
Atualmente, estão usando os novos "sistemas mais requintados e eficientes de pressões e constrangimentos", resultantes do processo sofisticado da globalização, tal como recomendado por Kissinger, - aliás, não por acaso, o mais importante ideólogo do Centro Acadêmico Woodrow Wilson (CAWW) e ex-Presidente do Conselho de Segurança dos EUA. E nem os pretextos mudaram... a superioridade racial e o seu direito natural estão implícitos na famosa frase de Kissinger atrás reproduzida.
Até os efeitos devastadores tendem a ser os mesmos: engendraram nesses paises uma gigantesca dependência financeira; estão se apoderando das suas principais fontes de recursos naturais; donde o enorme e crescente desemprego, a fome, a miséria e a involução social - como na África - onde os países sub-saarianos estão involuindo para a fase pré-colonial, com seus conflitos tribais, suas guerras, suas fomes e epidemias genocidas e maltusianas; ou - como no Brasil - onde estamos sendo levados em direção à africanização social pelo enorme desemprego, pelo empobrecimento agudo da população e pela devastação premeditada de todos os serviços essenciais (segurança, saúde, educação, vias de transportes, etc.), deixados por vários anos sem os recursos orçamentários mínimos indispensáveis, criminosamente desviados para pagamento das gigantescas despesas financeiras estéreis resultantes do pagamento dos juros devidos... aos próprios neocolonizadores...E, como vantagem extra, esse último cenário lhes facilita reintroduzir nos países assim desorganizados, um neocolonialismo também político e institucional, colocando no Poder - na África - os sobas africanos ; ou - no Brasil - um Quisling local qualquer, pré-escolhido e literalmente produzido pelos OCMs... (Collor, FHC, Lula, Ciro Gomes...), que serão auxiliados em suas vilanias por tecnocratas xenófilos adrede preparados em Universidades norte-americanas famosas, nas quais eles receberam maciças doses de lavagem cerebral e onde se tornaram cúmplices conscientes (ou não) de todo esse processo maquiavélico.
Vem a propósito ressaltar que, no início da década de 1970, a doutrina geopolítica de Ratzel era ainda ensinada nas principais Universidades europeias, e até em cursos especiais como o da Escola Superior de Guerra da Itália onde, nas aulas de Geopolítica, essa tese claramente colonialista e racista era ministrada sem qualquer ressalva ou pudor, para militares brasileiros que a frequentavam ... (tememos que ainda hoje esteja sendo ensinada). (9) (Gen. Ex. Dirceu Ribas Correa - 1999).
3. CONCLUSÃO
Resumindo esta nossa análise, podemos afirmar categoricamente que "A GLOBALIZAÇÃO É O NOVO NOME DO IMPERIALISMO" (Doutor Adriano Benayon do Amaral - 1998)
"None dare call it conspiracy" (Gary Allen)
1. A GLOBALIZAÇÃO - geratriz de uma nova ordem mundial
1.1 INTRODUÇÃO
Os inexoráveis "determinismos históricos"
A História da Sociedade humana vem sendo demarcada ciclicamente por alguns supostos "determinismos históricos", aos quais os pseudos intelectuais logo aderem incondicionalmente porque os prenunciam como "inexoráveis", mas que - depois de atormentarem aos povos durante algum tempo - são todos relegados ao lixo sempre surpreendente da fecundidade maligna da mente humana.
Sem tentar focalizar exaustivamente o tema, anteontem foi o determinismo de Hobbes - do homo homini lupus - que nos propôs a primeira versão do Estado totalitário, o Leviathan ; ontem, foi o de Malthus profetizando uma inexorável explosão populacional e ameaçando-nos com a caminhada também inexorável da Humanidade para a hecatombe de uma fome universal, o que "justificaria" a eutanásia, o aborto e até o genocídio; foi somente há poucos anos que conseguimos nos livrar do determinismo inexorável da "caminhada do mundo para o socialismo", também somente após sofrermos quase cem anos de imensas tribulações e depois de uma contabilidade macabra da perda de milhões de vidas humanas, muitas delas vítimas da fome durante a implantação do sistema de produção coletiva na URSS, outras tantas exterminadas pelo Exército Vermelho de Trotski com requintes de perversidade, e muitas outras assassinadas nas prisões tipo LUBIANKA, ou mortas de inanição,doenças e maus tratos nos campos de trabalho forçado dos GULAGS comunistas, que proliferavam em alguns dos países dominados por este maligno determinismo que nos prometia a Justiça Social e o fim da História, mas foi definido pelo Papa Pio XI como "Sistema intrinsecamente perverso" e hoje poderíamos usar para ele o mesmo anátema que São Pio X lançou contra outro "ismo", catalogando-o como "síntese de todos os erros"... políticos, econômicos, sociais e até religiosos.
Bem examinados, todos os determinismos ovos da mesma serpente... Satanás!Eis que agora - chocado há pouco mais de vinte anos - já nos atormenta um novo determinismo histórico, também ele inexorável, e cuja excelência nos tem sido orquestrada ad nauseam por todos os grandes Órgãos de Comunicação de Massa (OCMs), dos quais ele recebeu um nome fantasia - GLOBALIZAÇÃO -, e este, hoje, nos promete o paraíso de um progresso econômico contínuo e acelerado para todos os povos, desde que nós, os tupininquins, aceitemos obedecer fiel e submissamente às teses, postulados e princípios indemonstrados, cuja aparente coerência técnica foi engendrada nas universidades dos Países Principais... mas cujos efeitos empíricos já COMPROVADOS são nada menos do que DRAMÁTICOS...
1.2 A GLOBALIZAÇÃO - na sua essência, apenas um novo internacionalismo Ninguém ignora que a utopia internacionalista - sonho de um planeta sem fronteiras, dirigido por um Governo Mundial único, com uma só moeda, um só idioma, uma só religião, etc., - não é uma idéia nova, pois já há muitas décadas ela vem integrando o receituário de muitas das "doutrinas" ou movimentos políticos, sociais e econômicos, como o socialismo utópico, o socialismo marxista, a maçonaria internacional, o ultra-liberalismo econômico, e de algumas correntes religiosas, como o islamismo, o sionismo e, recentemente, de um ecumenismo irenista surgido após o Concílio Vaticano II - versão religiosa do internacionalismo leigo - em busca de uma herética síntese mundial de todas as religiões.
O que é novo na atual proposta internacionalista, é que essa utopia já se descolou dos movimentos para os quais servia de inspiração, ampliou-se, aprofundou-se, gerou desdobramentos políticos, sociais e econômicos próprios, foi batizada pelos psicopolíticos como GLOBALIZAÇÃO e já configura, agora, uma autêntica IDEOLOGIA, que tem "slogans", postulados, axiomas, teses, dogmas e praxis próprios, que seus corifeus e adeptos difundem militantemente, buscando a adesão de terceiros.
Muitos dos nossos cientistas políticos, líderes sociais e chefes militares já estão conscientes e preocupados com a atuação dessa NOVA IDEOLOGIA gerada em matrizes estrangeiras, claramente inspirada e pregada do exterior, que tem amplitude multiforme e cuja proposta fundamental é ser intrinsecamente internacionalista, atributo que revela de forma inequívoca - como decorrência necessária - seu caráter anti-nacionalista.
Coerentes com a própria lógica interna da sua IDEOLOGIA, os corifeus desse novo determinismo são militantemente anti-nacionalistas, como o comprova o seu insistente proselitismo, orquestrando as teses indemonstradas da "inexorabilidade" e "excelência" da globalização e da decorrente interdependência entre as Nações, teses que negam explicitamente e/ou que extenuam implicitamente, muitos dos tradicionais conceitos, valores e princípios essenciais à sobrevivência dos Estados Nacionais Soberanos, como a INDEPENDÊNCIA e seu corolário, a SOBERANIA; a AUTODETERMINAÇÃO e seu corolário a NÃO-INTERVENÇÃO, etc., agora substituídos pelos novos conceitos da "soberania limitada (ou relativa)" e/ou da "administração compartilhada"; pelo "direito de ingerência" e por outras teses correlatas, onde já se inclui até mesmo - ainda de forma um tanto velada e oblíqua - a dissolução das Forças Armadas Nacionais e/ou a modificação de sua tradicional destinação constitucional de Defesa / Segurança Nacionais, ambas as extenuações já conseguidas nos países "emergentes", obliquamente, ainda que apenas em parte ou em certa medida sutil.
O mais perverso efeito psicossocial dessa propaganda é que essas teses internacionalistas, difundidas ad infinitum pelos ideólogos da globalização através de múltiplos Órgãos de Comunicação de Massa (OCMs), contaminam como um vírus a todo o tecido social do País com idéias, valores e conceitos que induzem às pessoas inexperientes e/ou incultas, ou sôfregas de novidades, a aderirem a um anti-nacionalismo imanente, não declarado, apenas implícito.
Sancionando todas essas deduções, no Brasil nem é preciso comprovar que alguns dos acordos internacionais assinados sem ressalvas pelos nossos inefáveis diplomatas, já comprometeram gravemente a SOBERANIA e a INDEPENDÊNCIA do nosso País pois, ao firmá-los, o Governo Federal já transferiu grande parte do poder de decisão do Estado Brasileiro para entes estrangeiros multilaterais, como a OMC, o FMI, o Banco Mundial, etc., todos eles dominados pelas Nações Principais, e também para o Mercosul, este integrado por três nações hispânicas, nossas tradicionais confrontantes, que agora poderão interferir na autonomia de nossas decisões macroeconômicas, por votação majoritária num colegiado - o Conselho do Mercado Comum - onde elas têm maioria (sic) e onde o Brasil será sempre "um estranho no ninho"...
Essa abdicação de uma parte essencial da nossa SOBERANIA e INDEPENDÊNCIA transferidas em proveito desses entes multilaterais internacionais - verdadeira renúncia do Estado Brasileiro ao PODER de decidir livremente sobre o que convém (ou não) ao País, em TODOS os setores do Poder Nacional - agora já se tornou uma opção quase irreversível, pois se, amanhã, o nosso governo decidisse descumprir, denunciar ou romper alguns desses acordos, as retaliações políticas e econômicas que o País sofreria seriam de tão grandes proporções e de conseqüências tão graves que nos obrigariam a recuar dessa decisão e a aceitar submissos as imposições desses organismos.É assim que caminha - sob a indisfarçada liderança dos EUA - o processo da lenta e gradual fragilização institucional da Independência, da Soberania, da Autonomia e da Autodeterminação dos países ditos "emergentes" (ou Periféricos, ou Secundários), como o Brasil, até que se chegue em breve à extinção - indolor e incruenta - daqueles tradicionais valores e conceitos essenciais à sobrevivência dos Estados Nacionais Soberanos, quando, a partir da falência desses princípios, muitos países deixarão de ter existência de direito, embora de fato possam ainda ter algum tipo de existência virtual - como o Panamá ou Porto Rico - e, provavelmente, como o Brasil pós-FHC. Por conseguinte, quando qualquer Estado Nacional Soberano aceita aderir incondicionalmente à globalização e à interdependência decorrente desta, estará aderindo ipso facto a todos aqueles novos conceitos, propostas e teses indemonstradas, que foram engendradas exatamente para instrumentalizar o domínio das NAÇÕES HEGEMÔNICAS sobre as NAÇÕES SECUNDÁRIAS (ou PERIFÉRICAS), entre estas o Brasil. (1) ( Ten. Brig. Ivan Frota - 1993 - não textuais)
A realidade é que essa nova utopia internacionalista - depois que se transmudou em globalização - vem pouco a pouco desnudando o seu secreto desígnio final, a institucionalização de um GOVERNO MUNDIAL único, eis que seus dogmas e sua práxis acarretam necessariamente para os Estados Nacionais a perda progressiva da sua Independência, Autonomia, Soberania e Autodeterminação, sacrificadas em proveito da irrestrita liberdade global das Grandes Corporações economico-financeiras internacionais.1.3 A GLOBALIZAÇÃO - na prática, um processo sofisticado de neocolonialismo
Hoje, já são inúmeros os intelectuais, entre os quais muitos economistas conceituados, que nos alertam de que o conjunto de medidas políticas, econômicas e sociais que configuram o processo de globalização, produz nos países em desenvolvimento - não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro - danos tão graves, tão agudos e tão perversos sobre a economia e a sociedade, que nos permitem afirmar categoricamente ser esta uma nova fórmula sofisticada e maquiavélica de neocolonialismo.
O processo da globalização tem um receituário único que vem sendo aplicado diligentemente em todos os países emergentes, inclusive no Brasil, e cujas linhas mestras são:· uma política monetária dita "austera", essencialmente baseada em taxas de juros primários excessivamente altas em comparação com a média das taxas internacionais, cujos efeitos perversos sobre a economia, a sociedade e a administração pública são nada menos do que DEVASTADORES; · uma política cambial centrada na sobrevalorização da moeda nacional em relação ao dólar, à qual se deu a alcunha de "âncora cambial", que pretende garantir a estabilidade dos preços, mas que funciona como um generoso subsídio às importações e é um severo e incontornável entrave às exportações; uma liberação não-seletiva, quase irrestrita, das importações de bens e serviços estrangeiros, sem limites de quantidade ou valor, o que causa no setor primário uma irreversível desestruturação da produção rural; e, no setor secundário, provoca a desindustrialização e a desnacionalização de vários ramos de atividades industriais, ambos os fenômenos causados pela substituição das matérias primas, dos componentes, insumos e produtos nacionais por "similares estrangeiros", desencadeando assim um agudo processo de downsizing ao longo de todas as cadeias de produção e gerando um maciço desemprego nestes dois setores produtivos da economia do país.
Os efeitos cruzados e cumulativos da sobrevalorização da moeda nacional, das taxas de juros primários excessivamente altas e da abertura "selvagem" do mercado interno às importações estrangeiras de bens e serviços, provocam inevitavelmente um insanável desequilíbrio na Balança de Comércio e nas Transações Correntes com o exterior, levando o País a uma permanente ameaça de um colapso cambial, o que o torna refém da entrada maciça de capitais externos caríssimos de curto e curtíssimo prazos para manter, ainda que precariamente, o equilíbrio em seu Balanço de Pagamentos.Essas três decisões macroeconômicas incongruentes entre si, máxime pelas suas altas dosagens, criam para o País uma permanente ameaça de súbita evasão de divisas, cujas elevadas reservas e saldos passam a depender essencialmente da contínua entrada de capitais externos caríssimos e de curto prazo, ficando a consistência de todo o modelo dependente da sua própria política monetária suicida de juros altíssimos, único instrumento capaz de evitar uma fuga cataclísmica de capitais e um conseqüente colapso cambial.
Mas, mantida a política monetária suicida de altíssimas taxas de juros, crescem exponencialmente a dívida interna e são atraídos capitais especulativos externos caros e de curto prazo, que provocarão a venda de mais títulos públicos mobiliários, que gerarão mais encargos financeiros futuros, e assim por diante...
Um círculo vicioso perverso que cria uma verdadeira armadilha financeira, e representa um autêntico ato de disfarçada pirataria internacional.
Desnuda a indiscutível incoerência desse modelo, o fato de que nesse receituário macro é indispensável que sejam adotadas previamente medidas de afrouxamento crescente dos controles do Estado sobre a área monetária e cambial, cuja tendência deve evoluir até à permissão irrestrita para que entes estrangeiros do setor de serviços tenham total liberdade de se instalar no País (principalmente os entes financeiros, os bancos, seguradoras, previdências privadas, fundos, planos de saúde, etc.) até atingir-se ao estágio final de uma completa desregulamentação dos fluxos dos capitais financeiros internacionais, como preconizada pelo maligno Acordo Multilateral de Investimentos (AMI) brecado recentemente ainda em gestação pela França.
1.4 Concomitantemente, é realizada uma "ampla reforma do Estado", sob o pretexto de se diminuírem os seus encargos sociais e administrativos e para se "retirar o Estado das atividades econômicas que ele indevidamente realiza", mas em realidade visando a se fazer uma rápida e lesiva privatização de todas as empresas estatais, PRINCIPALMENTE daquelas que atuam em atividades consideradas estratégicas, como a Embratel, a Eletrobrás, a Petrobrás, a Companhia Vale do Rio Doce, e outras.
Adiante ampliaremos convenientemente este tema importantíssimo.
1.5 Ao mesmo tempo em que, no campo social é implementada uma flexibilização - em verdade a extinção progressiva - de direitos dos trabalhadores há muitos anos já pactuados e pacificamente exercidos, com a justificativa de se diminuírem os custos das empresas, com vistas a se obterem ganhos em rentabilidade e competitividade.
Neste cenário, assistimos estupefactos Governantes que, até ontem, se auto intitulavam "líderes socialistas", como o Presidente FHC, promoverem uma drástica supressão de direitos trabalhistas conquistados ao longo de décadas de lento progresso social; além de provocarem deliberadamente o enfraquecimento institucional do sistema sindical - já bastante reduzido pelo desemprego maciço - mediante a diminuição das suas fontes de receita; e, usando da "liberdade de associação" como tese, tentam promover o fim da unicidade sindical, visando fomentar a rivalidade entre os sindicatos e acirrar a luta pela sobrevivência entre as Centrais Sindicais, e/ou entre estas e as Confederações, o que leva ao estiolamento do poder de barganha dos sindicatos, tanto os de operários quanto o de empresários.
O aspecto mais maquiavélico desse processo, é que a "diminuição dos custos" invocada para algumas (talvez muitas) das flexibilizações dos direitos trabalhistas seriam talvez negociáveis, e alguns dos pretextos invocados pelos ultraliberais para propô-las poderiam ser considerados até razoáveis, se limitados por uma escrupulosa preocupação cristã com a justiça social, mas que a sua implementação pelos governantes liberais ignora solenemente as mais legítimas aspirações de progresso social dos trabalhadores e os seus direitos há longos anos exercidos, o que não nos deixa qualquer dúvida de que essa flexibilização, uma vez admitida, tenderá a fazer involuir as relações de trabalho até à desregulamentação total, devolvendo-nos aos idos da 1ª Revolução industrial e ao ultra-liberalismo maldito do laissez-faire, laissez-passer.Confirmando essa estimativa pessimista, agora, como num paroxismo final da tese da flexibilização, os corifeus da GLOBALIZAÇÃO já levantaram a bandeira da livre negociação com a qual pretendem impor a prevalência dos "contratos de trabalho entre as partes" sobre toda a legislação trabalhista existente, e até mesmo sobre a jurisprudência dos tribunais, destarte fazendo desaparecer - de um só golpe - toda a legislação de proteção aos trabalhadores, para que passe a vigorar aquilo que a sabedoria popular já definiu como o "acordo do pescoço do enforcado com a corda".
Nem é preciso ser profeta para prever que - num ambiente de maciço desemprego e de enfraquecimento institucional do sistema sindical - a aprovação desta última tese diabolicamente engendrada, traria fatalmente o desaparecimento do direito ao repouso semanal remunerado, às férias periódicas obrigatórias, à irredutibilidade dos salários, à remuneração especial por horas extras e por horário noturno, etc., etc., o que nos remeteria de volta ao indigno cenário ultraliberal das desumanas relações de trabalho do século XIX, que acabaram por suscitar o aparecimento das correntes "socialistas" de várias inspirações.A realidade é que, sob os pretextos da flexibilização dos direitos trabalhistas e sociais, e da liberdade de associação sindical, os Governantes liberais submissos ao novo determinismo da Globalização, conseguem enfraquecer a capacidade dos trabalhadores e do empresariado nacional de se defenderem contra os excessos de Poder do novo Estado liberal globalizado.
Em síntese, a Nova Ordem mundial gerada pela globalização das economias - além de comprometer seriamente a Independência, a Autonomia e a Autodeterminação dos Estados Nacionais Soberanos - também traz no seu ventre mais um perverso efeito de gravíssimas conseqüências sociais, pois à medida em que avança a sua mplementação, os trabalhadores vão sendo privados progressivamente dos tradicionais direitos trabalhistas duramente conquistados ao longo de décadas de reivindicações e lentas conquistas políticas e sociais - direitos que devem ser agora suprimidos por exigência de princípios econômicos aéticos, como as "leis do mercado", a concorrência/competitividade, a eficiência/produtividade/rentabilidade/ lucratividade, etc., em cujo ápice é entronizada a sobrevivência dos "mais aptos" - empresas e pessoas - gerando em decorrência uma impiedosa exclusão social irreversível dos "menos aptos": isto é, as empresas "não-competitivas" e os "desempresários" falidos de um lado; e os trabalhadores "não-qualificados" ou "inempregáveis" do outro lado.
Aliás, há dois aspectos desse novo internacionalismo que deveriam ser objeto de detida meditação e estudos por líderes religiosos, sociólogos e cientistas políticos. Um deles, é que o PRINCIPAL ARTÍFICE E MAIOR BENEFICIADO por essa globalização abrangente e multiforme, é o ente apátrida e amoral que se convencionou chamar de Macrocapitalismo Financeiro Internacional - cujo principal centro de poder está situado indubitavelmente em WALL STREET, isto é, nos EUA; e o outro, é que a globalização está tornando realidade as duas profecias apocalípticas de Karl Marx, da concentração crescente do capital e da proletarização progressiva das massas. Estão aí para confirmar estas profecias, as grandes fusões de conglomerados econômicos e financeiros nos EUA e na Europa, e os milhões de desempregados (30 milhões na Europa, 12 milhões na América Latina e mais de 5 milhões no Brasil) ambos os fenômenos frutos desse novo internacionalismo new look. (2) (Fonte: OIT- 1995)
Os fatos nos comprovam, mais uma vez, que os extremos sempre se atraem... ou seja, o Macrocapitalismo Financeiro globalizado tende a provocar a volta do Socialismo marxista. Indiscutivelmente, os Estados Nacionais Soberanos que têm promovido de forma imprudente - como o Brasil - a inserção de seus mercados internos na economia globalizada, muito cedo acabam por sofrer os efeitos devastadores da implementação desse maquiavélico conjunto articulado de medidas macroeconômicas e sociais que guardam uma perversa coerência entre si, e que tendem a produzir o caos social e econômico nos Estados aos quais as Nações Principais decidem dominar economicamente.O Brasil está entre os países que mais rápida e imprudentemente abriu o seu mercado interno à liberação do comércio de bens e serviços estrangeiros e, por isso, é um dos que mais agudos, extensos e graves efeitos provocou - no curto período de apenas quatro anos - em suas Contas Nacionais e em seus índices sociais.
2. As matrizes estrangeiras do processo de globalização
A origem estrangeira das matrizes intelectuais desse conjunto perverso de medidas macroeconômicas e sociais pode ser consistentemente provada, se pesquisarmos de onde partem os principais vetores da propaganda sistemática que prega a "excelência" de todas essas teses, cujos efeitos LITERALMENTE DEVASTADORES já estão empiricamente mais do que comprovados pelos gravíssimos danos causados à Economia e à Sociedade - não apenas do Brasil - mas de TODOS os países emergentes onde elas vêm sendo aplicadas de forma irrestrita, tais como:
· enormes índices de desemprego;
· incontroláveis déficits comercial, cambial e em Transações
Correntes;
· gigantesco endividamento interno e externo; e
· extrema vulnerabilidade a ataques de capitais especulativos internacionais.
Confrontando as variantes do processo de globalização já em adiantada fase de implementação em TODOS os países latino-americanos, é fácil constatar que TODAS as medidas macroeconômicas e sociais enumeradas nos itens anteriores (ítens 1.1. e 1.2.) podem ser identificadas, integralmente, com os programas aconselhados aos governos desses países por matrizes estrangeiras situadas no Primeiro Mundo, entre elas órgãos governamentais dos EUA, como o Departamento de Estado e suas Secretarias de Governo; ou para-estatais como o "Centro Acadêmico Woodrow Wilson" e o tristemente famoso "Washington Consensus".
Concorrentemente, a aparente consistência teórica desse conjunto articulado de medidas vem sendo maciça e insistentemente pregada já há muitos anos por inúmeras Organizações Não Governamentais (ONGs) ultra-liberais entre elas o "Diálogo Interamericano", a "Carter Center A.A.S.", a "Atlas Foundation", o "Mont Péllerin", a Fundação Friederich Naumann, e até pela Fundação Konrad Addenauer supostamente social-democrata, et alii; além de sancionadas por estudos teóricos sofisticados elaborados por Universidades de renome situadas nos EUA e em países desenvolvidos (Chicago, Harvard, Princeton, etc.), assinados por economistas americanos e europeus famosos - e exaltados por técnicos nacionais importantes - estes, via de regra, pós-graduados em Universidades norte-americanas e/ou ideologicamente identificados com os governos centrais de índole ultraliberal dos países emergentes.
Sem dúvida, estamos já há muito tempo sendo alvos de uma gigantesca campanha de doutrinação psicossocial originada em países do Primeiro Mundo, que tem funcionado como uma autêntica lavagem cerebral, realizada com grande competência pelos entes estrangeiros acima enumerados (e por outros tantos) e amplificada/orquestrada por incontáveis Órgãos de Comunicação de Massas (OCMs) em nível de saturação, que vêm difundindo aqueles princípios econômicos e conceitos indemonstrados, e cujo principal público-alvo é a inteligentzia nacional dos países emergentes, em particular os seus economistas e os formadores de opinião. Mas essa doutrinação é orientada, de maneira muito especial, especificamente para seus líderes políticos e governantes (em exercício, ou em potencial), muitos dos quais são convidados a freqüentar cursos de grande prestígio nas mais famosas Universidades dos EUA, onde eles recebem maciças doses de argumentos teóricos e técnicos "demonstrando" a excelência e a inexorabilidade da globalização.
Concomitantemente, essas mesmas medidas de efeitos DEVASTADORES já comprovados, são LITERALMENTE IMPOSTAS aos países emergentes, quase todos muito endividados, como cláusulas de empréstimos concedidos pelos entes multilaterais que comandam os fluxos financeiros internacionais, como o FMI, o Banco Mundial, o BID, o BIS, etc., todos dominados pelos Países Principais.
Tudo "medido, pesado e contado"...
Adaptando uma conhecida frase do mestre Gustavo Corção, poderíamos dizer que essa nova corrente ideológica internacionalista é "liderada por um reduzido número de perversos que têm plena consciência dos males que causam ao seu País, seguidos por uma multidão de tolos e inocentes úteis, e auxiliados por um número crescente de ambiciosos, que se perguntam quanto podem ganhar com isso" (não-textuais).
Este paradigma se aplica integralmente à globalização abrangente e quase irrestrita a que as mais altas autoridades do governo federal estão imprudentemente conduzindo o Brasil já há alguns anos mas, com especial ênfase, rapidez e impatriótica submissão, o atual Governo FHC.
2.1 Os corifeus da globalização
Ver (3) - "As relações promíscuas, até mesmo incestuosas das privatizações" - (in boletim da UNAMIBB - n.º 30 - março/abril/99 - pg. 02/03); "Quem é quem no Governo" - "Os homens do Presidente" - (in "Caros amigos - Oficina de Informação" - n. º 02 - dez./98) e outros.
Já não existe a menor dúvida de que NÃO É mera coincidência o fato de que muitos dos titulares dos principais cargos que decidem sobre as políticas macroeconômicas em todos os países "emergentes" (no Brasil inclusive) sejam sempre escolhidos exatamente entre pós-graduados das Universidades norte-americanas que engendraram e vêm difundindo orquestradamente as mesmas medidas "globalizantes" que, em dezembro/94, levaram o México a um colapso financeiro - depois provocaram o mesmo efeito perverso em países da Ásia, em seguida na Rússia, depois no Brasil e, há pouco na Argentina e agora no Chile - medidas que esses tecnopols aceitam pôr em prática com impatriótica subserviência, embora estejam cientes e conscientes de que irão produzir em seu país o mesmo desfecho dramático !
Mas ninguém pode se surpreender com a submissão incondicional desses personagens às teses, doutrinas indemonstradas e exigências do FMI, Banco Mundial et alii, posto que quase todos eles, até há pouco tempo atrás trabalhavam para grandes entes do sistema financeiro internacional, pressupondo as autoridades que os nomearam, com uma ingenuidade tão irracional que desnuda a sua conivência, que eles se mostrariam irrepreensivelmente fiéis aos interesses nacionais, e que se atreveriam a contrariar as doutrinas engendradas nos mesmos ambientes alienígenas que eles freqüentaram por vários anos.
2.2 As privatizações - peças importantes do processo da globalização
No que concerne particularmente à privatização das estatais brasileiras, tem-se até mesmo notícia da existência de um documento estrangeiro - "Preliminary Ideas on the Developement of a Master Plan for Privatization" - elaborado em 1990 pelo CS FIRST BOSTON BANK, por coincidência o ano em que o Governo Collor promulgou a Lei n.º 8.031 que instituiu o PND (Programa Nacional de Desestatização). Naquele documento são traçadas diretrizes específicas para a privatização de várias empresas estratégicas brasileiras, tais como o Grupo Petrobrás e algumas de suas subsidiárias (a Petroquisa, a Petrofértil, etc.), a Embratel, a Eletrobrás e outras. (4) (citado no Relatório Final, do senador Amir Lando, na CPMI da privatização - 1994). Por conseguinte, no processo de globalização, as privatizações de estatais que realizam atividades estratégicas como a VALE DO RIO DOCE, a PETROBRÁS, EMBRATEL, ELETROBRÁS, etc., têm importância primordial, posto que o controle delas pelas Grandes Corporações internacionais, fortalecerá e prolongará a supremacia mundial dos Países Principais, particularmente dos EUA... cujos recursos minerais e energéticos já escasseiam, devido ao consumo predatório das suas sociedades super desenvolvidas. Vem a propósito relembrar uma famosa frase de Kissinger:
"Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje, se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis (leia-se minerais e petróleo) do planeta. Para isso terão que montar sistemas mais requintados e eficientes de pressões e constrangimentos, que garantam a consecução de seus objetivos." (1978) (destaques e parêntese nossos)
A julgar pelo que vem acontecendo no Brasil pós 1990, principalmente no governo FHC, esses sistemas mais requintados e eficientes de pressões e constrangimentos vêm funcionando muito bem até agora.
Em outra ocasião pretendemos analisar o importantíssimo tema das PRIVATIZAÇÕES".
2.3 Desmistificando a "globalização", a "modernidade" e a OMC
(5)"ONU classifica OMC como 'pesadelo' para os países em desenvolvimento" - in Financial Times - on line - 15/08/00 - Da agência de notícias Reuters - Tradução: Paulo Migliacci (não-textuais)- (6)"Globalização = corrupção" (Editorial) e "Não quero ser cúmplice" - Prof. Marcos Coimbra - in Ombro a Ombro - agosto 2000) (não-textuais)a. Um Relatório da ONU
Se ainda pairassem dúvidas quanto aos verdadeiros objetivos ocultos do fenômeno da "Globalização", apontada neste nosso Estudo esquemático, como gravemente danosa a todos os países que adotam o modelo, elas deixariam de existir diante de uma Análise oficialmente encomendada pelo Secretariado Geral das Nações Unidas, na qual uma equipe indicada pela própria ONUclassificou a Organização Mundial do Comércio (OMC) como "pesadelo" para os países em desenvolvimento e sugeriu que ela deveria ser colocada sob a supervisão da ONU. A equipe - em relatório apresentada à subcomissão de proteção de direitos humanos das Nações Unidas - também descartou as regras de defesa do livre comércio defendidas pela OMC por serem baseadas em suposições terrivelmente injustas e até mesmo preconceituosas". (5) (textuais)
O Relatório final pede por uma "revisão radical de todo o sistema de liberalização do comércio internacional", e por uma consideração crítica de sua postura quanto a conceder benefícios iguais "tanto aos países ricos quanto aos países pobres".
Essas conclusões parecem ecoar as críticas feitas à liberalização do comércio internacional pelos grupos ocidentais da sociedade "civil" (ONGs) que se opõem à globalização. Muitos desses grupos localizados nos países em desenvolvimento, se opõem ao vínculo entre "livre comércio", "cláusulas sociais" e "defesa do meio ambiente", argumentando esses são apenas novos pretextos para que os países ocidentais (ricos) tenham uma desculpa para erigir ainda mais barreiras contra a importação de produtos fabricados em países pobres.
Alegam os técnicos que elaboraram o Relatório que as regras da OMC, "refletem uma agenda que serve apenas para proteger os interesses das corporações dominantes, que já monopolizam a área de comércio internacional". (5) (textuais)
b. Outras denúncias públicas
Está também se generalizando a constatação de que a "inexorável" GLOBALIZAÇÃO tem um elemento corruptor intrínseco e que não se restringe apenas ao nosso País. (6)"Globalização = corrupção" (Editorial "Ombro a Ombro" ago./00) Em muitos outros países, amplia-se a percepção de que o "globalismo" e a "modernidade" que lhe é atribuída, constituem pretextos para um colossal processo de transferência de patrimônio público para grupos seletos de "investidores", desnacionalização e concentração do controle das atividades produtivas e de renda, numa escala sem precedentes históricos. O exemplo paradigmático é o México, onde o Governo de Carlos Salinas de Gortari (1988-94) loteou a infraestrutura econômica nacional entre um grupelho de asseclas, aumentou de três para 26 o número de bilionários (em dólares) mexicanos e acentuou o desmantelamento econômico que culminou com a crise de dezembro de 1994. Não por acaso, Salinas de Gortari, egresso da Universidade de Harvard e íntimo da alta finança internacional - que pretendia fazer dele o presidente da Organização Mundial de Comércio - terminou seu mandato mergulhado em acusações de alta corrupção (e suspeito de cúmplice em um assassinato político), que valeram a seu irmão uma sentença de prisão (como mandante daquele assassinato) e a ele próprio um auto-exílio de vários anos.(6) - (in"Ombro a Ombro" Editorial - não-textuais).
E, recentemente, em carta aberta com o título "não quero ser cúmplice", o Sr. Pierre Galand, secretário-geral da OXFAM-Bélgica, apresentou sua demissão ao Banco Mundial fazendo várias denúncias, entre elas as seguintes: (verbis) "Tomo esta decisão por honestidade intelectual e coerência, ... Supus que colaborando estreitamente com o grupo de trabalho das ONGs do Banco Mundial, contribuiríamos para desenvolver ... o destino dos povos menos favorecidos da Terra. Isto não aconteceu. A pobreza aumenta, a fome mata. Certamente mais do que as guerras - e cresce todos os dias o número daqueles que não conseguem atendimento médico, de jovens analfabetos e sem família, alcançando cifras sem precedentes. Todavia, os remédios propostos pelo Banco Mundial para o desenvolvimento são remédios envenenados -- que agravam os problemas. Propõem uma política de ajustes estruturais que agravam o "dumping" social nos países do sul, deixando-os completamente sós e indefesos sob o domínio do mercado mundial. As empresas multinacionais chegaram ao sul porque os senhores e seus colegas do FMI criaram as condições necessárias para produzir com o "menor custo socìal". A intervenção conjunta do Banco Mundial e do FMI representa uma pressão contínua sobre as economias para que sejam mais competitivas e produzam sempre mais".( 6) - Prof. Marcos Coimbra - ago./00 (ídem, ibídem)
Este é mais um (entre tantos outros) reconhecimentos públicos de um estrangeìro, técnico altamente capacitado, revelando o processo de neocolonialismo a que estão sendo submetidas as nações mais pobres, por intermádio do processo de globalização, imposto pelos "donos do mundo". (6) (ídem, ibídem)
2. 3 Rumo ao Governo Mundial
(7) (Dr. Caetano Lagrasta Neto e Antônio Rulli Junior, Juizes do TA de SP (1997)(8) "Três anos para completar a globalização" - (Susan George - out./99 - Le Monde Diplomattique - attac/sp) (não-textuais)
a. O governo Mundial e a Rodada do Milênio
Comprovando o caráter anti-nacionalista da Globalização e revelando um pouco mais do secreto desígnio dos seus mentores de institucionalizarem um Governo Mundial único, há poucos meses os seus ideólogos, depois de já terem orquestrado ad nauseam os conceitos da "soberania limitada" e da "administração compartilhada", etc., passaram a pregar as novas teses da "soberania compartilhada" e da instituição dos Parlamentos Supranacionais (o nosso já instalado em São Paulo para a América Latina, o Parlatino); e já propõem a criação da "Justiça Supranacional", do "direito comunitário", de Tribunais Internacionais (ou Supranacionais) com órgãos, juizes e ministério público comunitários... e advogam a prevalência da jurisprudência supranacional sobre a legislação nacional... até há pouco somente dentro dos megablocos (CEE, Mercosul, ALADI, etc.) (7) (Dr. Caetano Lagrasta Neto e Antônio Rulli Junior, Juizes do TA de SP (1997).
Mas já estão propondo essas mesmas teses internacionalistas em âmbito mundial, como o Tribunal Penal Internacional, que já foi até tema de um Seminário organizado em Brasília ao final de 1999, sob os auspícios do Itamaraty, USP e outras entidades ligadas ao governo FHC, durante o qual se usou como título do evento "Governança Global", obviamente um pitoresco eufemismo para a expressão "Governo Mundial".
No mesmo sentido, também já estava em adiantado estágio de gestação quase secreta um Acordo Multilateral de Investimentos (AMI), que retiraria integralmente dos Estados Nacionais Soberanos toda a sua autonomia e soberania no tocante ao seu direto (e dever) natural de protegerem a economia dos seus países exercendo rígido controle sobre os capitais externos, os seus fluxos e a sua atuação dentro dos seus territórios. O esboço desse Acordo - que teve sua gestação brecada pela denúncia do governo francês - definia como delitos cominados com pesadíssimas sanções econômicas e financeiras, todas as iniciativas dos países periféricos para limitarem a liberdade dos capitais internacionais dentro dos seus mercados internos.
Embora brecados pela França, há poucos meses o Governo dos EUA, abandonando qualquer pudor diplomático, literalmente impôs um verdadeiro ultimatum à União Européia, exigindo que os seus países membros aprovassem uma desregulamentação urgentíssima - no prazo máximo de 3 (três) anos - de TODAS as atividades do comércio de bens e serviços para ser adotada na Conferência Ministerial da OMC (que denominaram de "Rodada do Milênio"), que teve início a 30 de novembro de 1999 em Seattle. (8) ("Três anos ..." - out./99 - Attac/sp) (não-textuais) E o que pretendiam os EUA?
Em primeiro lugar, queriam liberalizar ainda mais o comércio dos produtos agrícolas - sem acenar para a extinção dos generosos subsídios que os EUA, a União Européia e o Japão concedem aos seus produtos agropecuários - o que teria como conseqüência imediata colocar em perigo de extinção muitas atividades do setor rural nos países em desenvolvimento e que suprimiria, sumariamente, dos países mais pobres qualquer soberania sobre sua segurança alimentar.
Queriam igualmente o reforço do acordo sobre a propriedade intelectual, conhecido pela sigla TRIPS (Trade-related aspects of intellectual property rights, ou Aspectos comerciais dos direitos de propriedade intelectual) no qual está previsto até mesmo o patenteamento dos seres vivos como um dos destaques. (8) O Governo dos EUA queria também reforçar o Acordo Geral sobre o Comércio dos Serviços, chamado de GATS (General Agreement on Trade in Services). Neste novo e ainda pouco conhecido Acordo mundial, pretendiam "obter adesões reforçadas" as mais numerosas possíveis de todos os países membros da OMC, e os serviços ameaçados de cair sob a autoridade de regras da OMC não são apenas as transações comerciais (que já movimentam trilhões de dólares a cada ano), mas englobam quase todas as atividades humanas.
Em síntese, o atual governo dos EUA, queria impor a todos os países - em apenas três anos - um mundo desregulamentado para praticamente TODAS as atividades de serviços. (8) (não-textuais) ou seja, uma autêntica versão maquiada do mesmo AMI que tanta repulsa gerou ...
Afortunadamente, incontáveis ONGs internacionais se mobilizaram, invadiram Seattle, ocuparam ruas e vias de acesso nos locais dos eventos da Rodada e - em meio a cenas de pastiche e atitudes rocambolescas - conseguiram literalmente impedir a realização da Rodada do Milênio infringindo uma derrota fragorosa à política externa do governo Clinton que, aparentemente, recuou das suas pretensões de impor ao mundo inteiro, inclusive aos seus próprios "aliados", tantas novas "aberturas" em apenas 3 (três) anos de negociações.
Não obstante, sobrevivem ainda vários indícios consistentes sugerindo-nos que os governantes dos Países Hegemônicos, o G-7(+), decidiram apressar a Globalização irrestrita de todas as economias, mediante uma ampla desregulamentação do comércio de bens e serviços - em particular destes - o que eqüivaleria à instituição disfarçada de um Governo Mundial em condomínio, integrado por esses Países (G-7 ? G-15 ?), a ser exercido por intermédio dos entes econômico-financeiros multilaterais aos quais os Países Principais já comandam majoritariamente como a OMC, GATS, FMI, BIRD, BID, BIS, CCI, OCDE, etc., sem esquecer o FED e a banca de Wall Street.
b. Uma variante moderna para a "doutrina" geopolítica de Ratzel?
(9) "O grande vizinho do Norte" - Alain Torraine - FSP - "MAIS !"- 30/07/00 e (Gen. Ex. Dirceu Ribas Correa - 1999)
Esse "governo mundial" em condomínio - que já está em fase final de gestação - parece reviver a velha doutrina geopolítica de Ratzel, que justificava a conquista das países do Hemisfério Sul pelas Nações do Hemisfério Norte, argumentando que estas teriam o "direito natural" de se apoderar das riquezas dos seus confrontantes ao sul do Equador, ao longo dos meridianos, sob o pretexto de que esses povos não teriam nem o know how nem o espírito empreendedor para explorá-los, e os recursos naturais desses países seriam indispensáveis ao pleno desenvolvimento da Civilização Ocidental. E todos nós sabemos como essa tese geopolitica de Ratzel, "justificou" a conquista manu militare e a feroz colonização empreendida pelos Países europeus na África e na Ásia...
Vale à pena recordar, pois vivia-se então (e vive-se hoje) o auge do ultraliberalismo do "laissez-faire", da "mão invisível do mercado" e da mínima interferência do Estado na economia (de Adam Smith), teoria econômica que contribuiu sobremaneira para construir no mundo a "era do império" da Grã-Bretanha; e que, no Brasil, deu como fruto podre o Tratado de Methuen, que literalmente implodiu a nossa industrialização ainda incipiente, e nos deixou reféns comerciais da Inglaterra por quase 100 anos.
As Grandes companhias mercantis de ontem, como a East India Company ou a Royal African Company seriam as multinacionais de hoje. E não é demais relembrar a mais infame de todas, a Companhia do Congo, propriedade pessoal do rei Leopoldo 2° da Bélgica, que se estima haver causado a morte de 10 milhões de africanos, com requintes de perversidade. Pois era essa, então, a atmosfera de cobiça e violência que acabou por gerar conflitos extremamente sangrentos na China (guerra dos Boxers) e na África do Sul (guerra dos Boers), em última análise conseqüências do feroz imperialismo econômico-financeiro anglo-saxão.
A nossa era é a da Globalização e do Estado Mínimo (de Hayek, Von Mises, Milton Friedman, Guy Sorman, etc.), construindo a idade da "pax americana" e da cartelização do G-7, liderado pelos Estados Unidos, principal vetor, agente e beneficiário desse novo ciclo de ultraliberalismo.
Não é exatamente o que estão fazendo hoje os países do G-7, tendo os EUA à frente, com os países "emergentes", aplicando uma variante moderna da doutrina de Ratzel, tornando os seus confrontantes ao Sul suas colônias econômico-financeiras ? Até mesmo Alain Torraine, (sociólogo e amigo do Sr. FHC), já reconheceu isso explicitamente, admitindo que "o governo dos Estados Unidos prepara às claras um plano geral de incorporação de toda a América Latina à sua zona de influência direta. ....". É óbvio que ele usou a expressão "zona de influência direta" como um eufemismo delicado para não recorrer ao desgastado e cru "neocolonialismo". (9) "O grande vizinho do Norte" - sociólogo Alain Torraine - FSP - "MAIS !"- 30/07/00
Agora, já não se apossam das riquezas desses países manu militare como no passado. Mas o fazem pelo processo maquiavélico da globalização, impondo-lhes uma abertura irrestrita dos seus mercados internos ao comércio de bens e serviços, principalmente dos entes financeiros; e são eles os grandes beneficiários das privatizações "selvagens" e lesivas das grandes empresas estatais estratégicas dos países "emergentes" - do Brasil em especial ...
Atualmente, estão usando os novos "sistemas mais requintados e eficientes de pressões e constrangimentos", resultantes do processo sofisticado da globalização, tal como recomendado por Kissinger, - aliás, não por acaso, o mais importante ideólogo do Centro Acadêmico Woodrow Wilson (CAWW) e ex-Presidente do Conselho de Segurança dos EUA. E nem os pretextos mudaram... a superioridade racial e o seu direito natural estão implícitos na famosa frase de Kissinger atrás reproduzida.
Até os efeitos devastadores tendem a ser os mesmos: engendraram nesses paises uma gigantesca dependência financeira; estão se apoderando das suas principais fontes de recursos naturais; donde o enorme e crescente desemprego, a fome, a miséria e a involução social - como na África - onde os países sub-saarianos estão involuindo para a fase pré-colonial, com seus conflitos tribais, suas guerras, suas fomes e epidemias genocidas e maltusianas; ou - como no Brasil - onde estamos sendo levados em direção à africanização social pelo enorme desemprego, pelo empobrecimento agudo da população e pela devastação premeditada de todos os serviços essenciais (segurança, saúde, educação, vias de transportes, etc.), deixados por vários anos sem os recursos orçamentários mínimos indispensáveis, criminosamente desviados para pagamento das gigantescas despesas financeiras estéreis resultantes do pagamento dos juros devidos... aos próprios neocolonizadores...E, como vantagem extra, esse último cenário lhes facilita reintroduzir nos países assim desorganizados, um neocolonialismo também político e institucional, colocando no Poder - na África - os sobas africanos ; ou - no Brasil - um Quisling local qualquer, pré-escolhido e literalmente produzido pelos OCMs... (Collor, FHC, Lula, Ciro Gomes...), que serão auxiliados em suas vilanias por tecnocratas xenófilos adrede preparados em Universidades norte-americanas famosas, nas quais eles receberam maciças doses de lavagem cerebral e onde se tornaram cúmplices conscientes (ou não) de todo esse processo maquiavélico.
Vem a propósito ressaltar que, no início da década de 1970, a doutrina geopolítica de Ratzel era ainda ensinada nas principais Universidades europeias, e até em cursos especiais como o da Escola Superior de Guerra da Itália onde, nas aulas de Geopolítica, essa tese claramente colonialista e racista era ministrada sem qualquer ressalva ou pudor, para militares brasileiros que a frequentavam ... (tememos que ainda hoje esteja sendo ensinada). (9) (Gen. Ex. Dirceu Ribas Correa - 1999).
3. CONCLUSÃO
Resumindo esta nossa análise, podemos afirmar categoricamente que "A GLOBALIZAÇÃO É O NOVO NOME DO IMPERIALISMO" (Doutor Adriano Benayon do Amaral - 1998)
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