Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Monday, April 30, 2012
Por que o judaísmo é uma religião de ódio?
Sunday, April 29, 2012
No que consiste o Talmud para os judeus?
Saturday, April 28, 2012
“Anti-semitismo cristão”: uma campanha difamatória contra cristãos e o cristianismo
Saturday, April 21, 2012
Os Judeus e a revolução sexual
Sunday, April 15, 2012
Abraham Foxman: judeu ingrato que foi católico

Foxman nasceu em uma família Judaica Polonesa no fim dos anos 30. Quando se tornou aparente que os Nazistas iam invadir a Polônia, os pais biológicos de Foxman deram-no a uma mulher Católica Polonesa, que entendeu que Foxman era agora seu filho e que ela deveria criá-lo como seu. Mais tarde, Foxman referia-se ao anti-semitismo Polonês, ignorando o fato que essa mulher Polonesa arriscou sua própria vida, bem como as vidas de sua família e vizinhos criando Foxman. Como indicação de que ela considerava Foxman seu filho adotivo, a mãe Polonesa de Foxman batizou-o. Se Abe Foxman foi um Católico, se, na realidade, Católicos Poloneses arriscaram suas vidas para salvá-lo, por que ele odeia tanto os Católicos? Nós ouvimos falar dos Judeus autofóbicos. Seria Foxman um Católico autofóbico?
Depois da guerra, quando Foxman tinha seis ou sete anos, seus pais biológicos retornaram e pediram seu filho de volta. A mulher Polonesa que arriscou sua vida para criá-lo recusou devolvê-lo. Mais importante para nossos propósitos, Foxman recusou deixar a mulher Polonesa que o criou, a mulher que foi a única mãe que ele conheceu. Os pais biológicos de Foxman foram à justiça e ganharam. Foxman foi contado que a mulher que ele amava como sua mãe não era e nunca foi sua mãe. Ele também foi contado que ele não era e nunca tinha sido um Católico.
Foxman, como Freud, se tornou um membro da B’nai B’rith, a loja maçônica Judaica, através da qual ele trava guerra com a Igreja Católica.
Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 1027-1028
Saturday, April 14, 2012
Judeus criaram o “politicamente correto”

O politicamente correto foi a expressão final da redefinição Talmúdica do discurso norte-americano que começou nos anos 70 sob a direção de teóricos críticos Judeus como Fish e Derrida.
Qualquer um que dissesse algo em público devia ter em conta as regras do discurso ou correr o risco de punição. No fim do século XX, comentário cultural era perigoso porque a memória à cultura Judaica tinha se tornado onipresente, mas fora dos limites aos goyim. É difícil se não impossível comentar sobre a cultura da elite dominante sem tocar em algum sinal Judaico, ainda que o número de interpretações permissíveis esteja, ao mesmo tempo, estreitando-se dramaticamente.
As regras legais de discurso que vieram a ser impostas nos campus das universidades no curso dos anos 90, que vieram a ser conhecidas como politicamente correto, eram na realidade as conseqüências práticas que foram desenhadas pelo controle Judaico do discurso que ocorreu na América durante os anos 70.
Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 1001-1005
Thursday, April 12, 2012
Os Judeus e o movimento abortista
Todos os quatro organizadores originais do mais influente grupo de abortistas nos Estados Unidos, a Liga Nacional de Ação pelos Direitos ao Aborto (NARAL), eram de origem Judaica, incluindo o agora pró-vida Dr. Bernard Nathanson.
Dr. Christopher Tietze trabalhou para a IPPF e fiz mais para promover o massacre mundial de crianças inocentes não-nascidas do que qualquer outra pessoa.
Dr. Alan Guttmacher foi presidente da IPPF dos Estados Unidos por mais de uma década, fundou a IPPF para Médicos, e fez mais do que qualquer outro doutor para promover o aborto em seu país. Ele também defendia aborto obrigatório e esterilização para certos grupos nos Estados Unidos.
Dr. Etienne-Emile Baulieu, inventor da pílula abortiva RU-486, nasceu em 1926 para se chamar Leon Blum. Ele mudou seu nome em 1942.
O professor de Stanford Paul Ehrlich é o “pai” do mito da superpopulação. Seu trabalho, A Bomba Populacional, foi a fagulha que iniciou o movimento anti-natalista.
Os legisladores dos Estados da Califórnia e Nova Iorque lideraram a direção para o aborto legalizado nos Estados Unidos. Os legisladores que enfatizavam constantemente sua Judeidade lideraram o movimento pró-aborto em ambos estados; cujos líderes incluíam senadores como Anthony Bielenson, na Califórnia, e Albert Blumenthal, em Nova Iorque.
Os “Judeus” pró-aborto dominam tais grupos anti-vida como a American Civil Liberties Union e People for the American Way.
Dos 41 membros Judeus do Senador norte-americano dos últimos 20 anos, 32 (ou 80%) eram estridentemente pró-aborto.
Numerosos grupos liberais Judaicos abertamente apóiam e defendem o aborto, incluindo o American Jewish Committee, o American Jewish Congress, o National Council of Jewish Women, Hadassah Women, Federation of Reconstructionist Congregations, Jewish Labor Committee, Union of American Hebrew Congregations, B’nai B’rith Women, Naíamat USA, National Council of Jewish Women, National Federation of Temple Sisterhood, New Jewish Agenda, North American Temple Youth, United Synagogues of America, e Womenís League for Conservative Judaism. Muitos desses grupos foram fundados para o expresso propósito de promover o aborto.
Betty Friedan e Gloria Steinem eram ambas Judias. Assim como a ministra da saúde da França Simone Weil, que estabeleceu o aborto como plataforma daquele país, apesar de sobreviver a Auschwitz. Em uma conferência de jornalistas em Paris, ela disse: “Nós estamos para destruir a família. O melhor caminho para fazê-lo é começar a atacar seus membros mais fracos, o nascituro”.
Os estudos oficialmente suprimidos de Lichter-Rothman reveleram a seguinte fascinante informação a respeito dos “ativistas e agitadores” da mídia (ambos pesquisadores, para variar, Judeus): Líderes da indústria de filmes: 95% pró-aborto, 62% deles Judeus; Líderes da indústria da televisão: 97% pró-aborto, 59% deles Judeus; Líderes da indústria de notícias: 90% pró-aborto, 23% deles Judeus.
Grupos Judaicos estão na vanguarda, com grupos pró-aborto gastando dezenas de milhões de dólares por toda nação fazendo campanha para manter o aborto legal. Por exemplo, o American Jewish Congress publicou um anúncio de página inteira com ridículos $ 30.000 em 28 de Fevereiro de 1989 no New York Times, intitulado: “Aborto e a Santidade da Vida”. Sua opinião, renomeada “Uma carta aberta àqueles que proibiriam o aborto”, e publicada no Roll Call de 13 a 19 de Março, inclui a espantosa introdução em forma de questionamento: “Você sabia que o aborto pode ser um requisito religioso? Não somente permitido, mas exigido?”
A imprensa dá grande representação aos “Judeus” pró-aborto, e os isenta das ações que os ativistas pró-vida condenariam vigorosamente. Imagine o que a imprensa faria a um ativista pró-vida que atacou e feriu seriamente um abortista Judeu com um taco de beisebol! Todavia, quando o abortista Judeus Barnett Slepian bateu um ativista pró-vida na cabeça com um bastão de beisebol, e o feriu seriamente, a imprensa e os simpatizantes do aborto lamentaram que os pró-vida eram anti-semitas por manifestarem-se em sua casa!
Em nenhum momento, os simpatizantes “Judeus” do aborto ficaram mais indignados do que quando os pró-vida explicam e publicam os muitos paralelos entre o holocausto nazista original e aquele que ocorre hoje nos Estados Unidos...
Os Judeus dominavam a indústria do aborto. “Por alguma razão os doutores Judeus parecem ser atraídos ao trabalho do aborto”.
Em 1998, a ADL integrou a campanha, alegando que havia “uma prolongada associação entre extremistas anti-aborto e anti-semitismo”.
Um engenheiro aeroespacial Judeu declarou que: “Alguns Judeus pedem ao mundo para chorar conosco pelas vítimas do Nazismo, ao mesmo tempo em que promovem o assassinato de bebês inocentes através do aborto. Tais Judeus são os mais desprezíveis hipócritas”.
Os Trotskistas ganharam a primeira batalha pelo aborto em exigência na Rússia Soviética em 1920; os intelectuais de Weimar da década de 20 e início da década de 30 ensinavam o povo alemão que matar “através do aborto e eutanásia” era uma solução legítima para problemas sociais.
Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 943-1046



