Berlim acredita estar fazendo história no universo das religiões ao unir muçulmanos, judeus e cristãos para construir um lugar onde todos possam rezar. The House of One (A Casa de Um, em tradução livre), como está sendo chamada, terá uma sinagoga, uma igreja e uma mesquita sob o mesmo teto.
O projeto foi escolhido em um concurso de arquitetura. Trata-se de um edifício de tijolo com uma torre alta e quadrada no centro. Do outro lado de um pátio ficarão as casas de culto das três religiões - a Sinagoga, a igreja e a mesquita.
Nesta semana, os idealizadores do projeto iniciaram uma campanha para angariar fundos para a construção do edifício. Qualquer pessoa pode doar dinheiro online para o projeto – cada um pode contribuir com quantos tijolos quiser, sendo que cada tijolo custa 10 euros (cerca de R$ 30). A construção do edifício irá começar quando as doações atingirem 10 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) – a expectativa é que esse valor seja alcançado até 2015. O projeto prevê cerca de dois anos para a realização das obras.
O prédio será construído em uma região de destaque - Petriplatz - no coração de Berlim. A localização é muito importante, de acordo com um dos três líderes religiosos envolvidos, o rabino Tovia Ben Chorin. "Do meu ponto de vista judaico, a cidade que planejou o sofrimento dos judeus agora é a cidade que está construindo um centro para as três religiões monoteístas que moldaram a cultura europeia", disse à BBC.
Eles poderão se entender? "Nós podemos. O fato de que existem pessoas dentro de cada grupo que não podem é um problema, mas é preciso começar em algum lugar e é isso que estamos fazendo."
O imã envolvido, Kadir Sanci, vê A Casa de Um como "um sinal, um sinal para o mundo de que a grande maioria dos muçulmanos é pacífica e não violenta". É também, segundo ele, um lugar onde diferentes culturas podem aprender umas com os outras.
Cada uma das três áreas na Casa terá o mesmo tamanho, mas formas diferentes, explica o arquiteto Wilfried Kuehn.
"Cada um dos espaços foi projetado de acordo com as necessidades do culto religioso, com as particularidades de cada fé", disse. "Por exemplo, há dois andares na mesquita e na sinagoga, mas apenas um na igreja. Haverá um órgão na igreja. Teremos um lugar onde se possa lavar os pés na mesquita."
Kuehn e sua equipe de arquitetos pesquisaram projetos para os três tipos de locais de culto e encontraram mais semelhanças do que esperavam.
"O que é interessante é que, quando você volta um tempão atrás, observa-se que eles compartilham uma série de tipologias arquitetônicas. Eles não são tão diferentes", disse. "Não é necessário, por exemplo, que uma mesquita tenha um minarete – essa é apenas uma possibilidade, não uma necessidade. E uma igreja não precisa ter uma torre. Eu estou falando de voltar às origens, quando essas três religiões estavam perto e compartilhavam arquitetonicamente de muitas coisas".
No passado, as diferentes religiões usaram os mesmos edifícios, mas não no mesmo período. As mesquitas no sul da Espanha se tornaram catedrais após a conquista cristã. Na Turquia, igrejas se tornaram mesquitas. Na Grã-Bretanha, antigas capelas galesas chegaram a se tornar mesquitas - e a mesquita de Brick Lane, no leste de Londres, começou como uma igreja no século 18, depois virou uma sinagoga e agora se tornou em um lugar de culto para a recém-chegada comunidade muçulmana.
Mesmo teto
Mas isso é diferente de três religiões rezando como vizinhas sob um mesmo teto.
O pastor Gregor Hohberg, um pároco protestante, disse que a Casa será construída no local onde foi a primeira igreja em Berlim, que data do século 12. A Igreja de St Petri foi duramente atingida no final da Segunda Guerra Mundial, quando o Exército Vermelho ocupou Berlim. O que restou foi destruído no período pós-guerra pelas autoridades da Alemanha Oriental.
Então, há seis anos, os arqueólogos descobriram vestígios de um cemitério antigo e decidiram que algo deveria ser feito para ressuscitar a comunidade e o lugar de culto. O projeto se expandiu e mudou de um edifício de uma só crença para o atual plano de uma Casa para as três fés.
Cada fé manterá sua forma distinta dentro da sua área, disse o Pastor Hohberg.
"Sob o mesmo teto: uma sinagoga, uma mesquita e uma igreja. Queremos usar esses espaços para nossas próprias tradições e orações. E juntos queremos usar a área central como um espaço de diálogo e de discussão e também para aqueles não tem fé".
"Berlim é uma cidade onde pessoas de todo o mundo se reúnem e nós queremos dar um bom exemplo de união."
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/06/140624_berlim_casa_religioes_se_kb.shtml
Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Monday, June 30, 2014
Sunday, June 29, 2014
Propaganda sionista no Facebook engana cristãos incautos
Atenção ao falso relato abaixo, feito com apelos teatrais para enganar cristãos e colocá-los em reta de colisão com o regime islâmico de Teerã. Parece recorrente obra de propaganda sionista no intuito de enganar cristãos e alinhá-los ao satânico Estado de Israel com suas pretensões imperialistas. O homem abaixo, tido como um cristão piedoso e condenado à forca pelo intolerante regime de Teerã, não passa na verdade de um bandido condenado por triplo homicídio, como noticia o Jornal Britânico Daily Mail, e não por ter "se recusado a renunciar ao Cristianismo", como noticiado falsamente na Rede Social Facebook. Tudo que querem os judeus sionistas é mentir e enganar os incautos. Muitos cristãos acreditam em tudo que vêem em redes sociais e acabam fisgados ou por lobos judeus, ou por maus cristãos sionistas.
A MENTIRA:
A VERDADE:
Tuesday, June 24, 2014
Português apedrejado até à morte em Angola
Um cidadão luso não sobreviveu a agressões violentas da população de uma localidade na província angolana de Malanje depois de ter atropelado uma criança.
De acordo com o Correio da Manhã, o homem com cerca de 60 anos conduzia uma carrinha que terá atingido um menino. Ao sair da viatura, o português foi rodeado por populares e agredido à paulada e à pedrada até morrer. A criança sofreu apenas ferimentos ligeiros.
O caso não é inédito. Em Angola, em caso de acidente desta natureza, os condutores são aconselhados a não saírem do carro e a dirigirem-se e a um posto da polícia.
Fonte: http://www.sol.pt/SOL/noticia/108243
De acordo com o Correio da Manhã, o homem com cerca de 60 anos conduzia uma carrinha que terá atingido um menino. Ao sair da viatura, o português foi rodeado por populares e agredido à paulada e à pedrada até morrer. A criança sofreu apenas ferimentos ligeiros.
O caso não é inédito. Em Angola, em caso de acidente desta natureza, os condutores são aconselhados a não saírem do carro e a dirigirem-se e a um posto da polícia.
Fonte: http://www.sol.pt/SOL/noticia/108243
Monday, June 23, 2014
Judaísmo é uma proteção para a conspiração
por Revilo P. Oliver
The Jewish Strategy, Ch. Seven (2002)
(Excertos por henrymakow.com)
A religião [Judaica] é uma proteção
perfeita para a conspiração. Quando os
Judeus invadem um país, eles normalmente tornam-se invisíveis na infiltração em
breve tempo, plantando uns poucos de seus números em cada cidade ou mesmo
vilarejo onde há dinheiro a ser ganho explorando-se os estúpidos nativos.
Se os grupos dispersos de invasores
mantivessem uma íntima comunicação com outros membros de sua raça ... na base de
qualquer interesse comum salvo a religião, eles logo seriam identificados como
uma conspiração estrangeira e inimiga, mas alegando que eles ... adoram ... algum
deus, eles persuadem os cidadãos a pensarem-nos como meramente devotos
[inofensivos] ... e ... omitem a verdadeira solidariedade dos invasores.
A religião é o meio perfeito - e isso
é mais importante - o perfeito meio de tornar certo que os Judeus serão perseguidos. Deve ser percebido que o sucesso dos Judeus
depende de sua perspicácia em se manterem como "perseguidos".
Perpetuando o pranto que eles são uma
minoria pobre, fraca e perseguida, eles efetivamente ocultam seu real poder e
seu sucesso envolvendo seus tentáculos sobre suas vítimas, e excitando a piedade
de goyims de coração mole e de mente fraca, para poder usá-los como armas
contra os outros.
Estabelecendo uma reputação de serem
perseguidos por sua religião pelos horrendos e maus pagãos, eles podem fazer-se
parecer que eles, pobres inocentes, estão sofrendo pela sua piedade em qualquer
tempo que suas depredações e malevolência têm exasperado tanto suas vítimas que
os últimos tentam pela legislação ou violência livrá-los dos estrangeiros que
estão explorando-os e oprimindo-os...
A religião dos Judeus, que, como
apresentado aos goyim, parece validar seu orgulho de uma peculiar
"justiça", torna possível a maior parte de sua subversão secular
(p.e., econômico e social) e eventual destruição das nações que eles invadem.
Deve ser recordado que os Judeus
operam descobrindo e explorando as causas de dissensão entre as nações, incitando
classes e comparáveis grupos no interior da nação ao antagonismo recíproco, e
exacerbando as rivalidades ao ponto de uma guerra civil, até que a nação seja
paralisada e reduzida às massas de indivíduos que não mais sentem que nada têm em comum, exceto o território geográfico que habitam.
A técnica Judaica, como foi tão
candidamente explicada pelo notório agitador comunista, Herbert Aptheker, consiste
em descobrir grandes grupos de goyim que podem ser isolados do resto da
sociedade na base de algum interesse econômico, ocupacional, regional,
cultural, sexual, ou racial que tenham em comum, persuadindo-os que são
"oprimidos" pela sociedade má, incitando-os a odiarem seus
"opressores" e tornando-os avarentos pelos seus lucros que eles pensam
poderem ganhar "demandando seus direitos", e, assim, colocando cada
grupo contra o outro até a nação ser paralisada pela contenção pseudo-legal que
podem esperançosamente ser esperada a ocorrer em guerras civis, massacres
massivos e uma reversão à barbárie.
Os Judeus, que são sempre cuidadosos
em lamentar que são uma "minoria perseguida" com uma paixão por
"justiça" divina, são, assim, idealmente preparados para incitar os
"desprivilegiados" a levantes por "justiça social", e, obviamente, é bem sabido que todas as múltiplas formas de subversão são dirigidas
pelos Judeus, freqüentemente totalmente abertas, embora usualmente tentem
associá-las com alguns membros escondidos ou sem brilho de cada grupo que eles
estejam incitando ao que será, no fim, auto-destruição.
A mesma apresentação de religiosidade
facilita as outras principais agressões à nação ocupada, se pertença a nossa
raça, que é morbidamente suscetível a apelos retóricos à sentimentalidade e
"ideais", p. e., mudanças imaginárias do mundo real para torná-lo
mais agradável, usualmente por alguma transformação mágica de natureza humana.
Arianos, especialmente mulheres, são
facilmente intoxicados pela rapsódica conversa a respeito de "toda humanidade",
"a irmandade do homem", "paz mundial", "igualdade das
raças", "todos os homens nascem iguais" e similares
insensatez. Esses arianos adultos
acreditam em tais coisas sem ajuda de LSD ou mesmo álcool. É simplesmente prova
das observações de Kipling que "palavras são as mais poderosas drogas
usadas pela humanidade".
Os Judeus não podem ser considerados
responsáveis pela fraqueza mental que exploram, nem mesmo por seu sucesso em explorá-la. Nos EUA, por exemplo, por décadas eles haviam
abertamente incitado os [Negros] a roubarem, baterem, estuprarem e matarem seus
"opressores" brancos, e os Americanos brancos não são somente tão
covardes e masoquistas, que se submetem e seus filhos às atrocidades, mas tão estúpidos
que acreditam que a pretensão dos Judeus de que estejam agindo fora de
preocupação pelos "desprivilegiados" em vez de ódio pelos arianos bem
como lucrar com as desgraças dos modernos Canaanitas, cujo país eles ocuparam
efetivamente.
O ódio Judeu pelas suas vítimas confusas e fracas é provavelmente justificada, mas eu penso ser óbvio que seu sucesso tornou-se possível nos EUA, de acordo com Filo, que esteve em Canaã, pelo temor excitado de suas profissões religiosas nas mentes dos inimigos inconscientes cujo país invadiram.
O ódio Judeu pelas suas vítimas confusas e fracas é provavelmente justificada, mas eu penso ser óbvio que seu sucesso tornou-se possível nos EUA, de acordo com Filo, que esteve em Canaã, pelo temor excitado de suas profissões religiosas nas mentes dos inimigos inconscientes cujo país invadiram.
"Watched" – A prisão estatal cibernética
por Richard Evans
"Em um navio, se um homem tendo o poder
para fazer o que gosta, não tem qualquer inteligência ou talento em
cibernética, você enxerga o que acontecerá com ele e seus companheiros
marinheiros?" – PLATÃO, famosa metáfora de Sócrates para o "navio do
Estado" no diálogo de Alcebíades.
Cibernética é um termo mal entendido pelo público
geral. Não é a respeito de transformar o
homem numa máquina. O 'trans-humanismo' foi
impulsionado em filmes de ficção científica desde os anos 50 para obscurecer a
real definição.
Para engenheiros sociais e projetistas de ‘governança’,
Cibernética é um meio com formulas para reduzir tudo a um conjunto de variáveis
que podem ser feitas para cumprir com comportamentos previsíveis. O público geral não está treinado com essa
forma de pensar.
Nós assumiríamos que os meios que nós
controlamos máquinas ou animais não se aplicam a como nós manipulamos pessoas. Uma máquina é um aparelho sem vida, mas não
uma ferramenta. Um homem é um ser
vivente com uma mente e alma.
A Cibernética caminha levemente sobre
distinções como "vivo" e "inanimado" para encontrar uma
definição comum. Eles definem qualquer
coisa pelo que faz, não pelo que é. Por
esta definição, as "Máquinas são o que eles fazem".
Assim, qualquer coisa que faz alguma coisa no
espaço e no tempo é uma máquina, um 'sistema'. Essa definição é como a cultura popular dos
anos 50 obteve a idéia que "Cibernética" significa literalmente a
combinação de seres humanos e partes de máquina. Enquanto isso seja possível – nós temos marca
passos, membros hidráulicos artificiais e uma crescente indústria desenvolvendo
"aprimoramento humano", que não é o objetivo principal da Cibernética.
O objetivo é o CONTROLE. Cibernética significa "pilotar". A metáfora implica pilotar qualquer coisa de
um navio, ou um rebanho ou um Estado na direção que você queira.
Já trabalhou para uma corporação? "Cutura
corporativa" desde os anos 50 se tornou um simulacro de uma sociedade
desenhada e governada pelas leis da Cibernética. Esse campo é a origem de termos como "Recursos
Humanos" para o que costumava ser chamado de 'Pessoal'. "Ecologia Humana" é o termo que a
CIA usou para categorizsr seus experimentos de controle mental MKULTRA.
Ele funciona para a massa, o coletivo de
humanos. Indivíduos são um problema para
eles; alguns são menos previsíveis. O
termo maravilhoso de Arthur Koestler "O Fantasma na Máquina" era uma
referência a esse "problema". O
fantasma é a alma humana.
O
EXPERIMENTO DE SALVADOR ALLENDE COM O CYBER-SOCIALISMO
Em 1970, Salvador Allende foi eleito
democraticamente Presidente do Chile. Um
médico por profissão, Allende, como Obama, fez belos discursos a respeito da
igualdade e justiça social, esperança por um futuro brilhante para o Chile e "mudança".
Dr. Allende era tanto um Marxista quanto um
Franco-maçom de 3ª geração, com direto apoio de Fidel Castro. Quando eleito, procedeu a reestrutura o Chile for
a de uma democracia de livre empresa para uma ditadura Marxista.
Ele impôs as mesmas políticas que foram
implementadas por todas as revoluções comunistas desde Lênin até Mao. As relações com os EUA azedaram quando ele
nacionalizou a indústria de cobre Chilena com confisco com capital fechado de
terras e propriedades. Allende pensava
que a União Soviética substituiria investimentos estrangeiros perdidos dos EUA,
como eles fizeram com Castro. Em vez disso, Brezhnev o desprezou.
Resultado: por volta de 1971 a economia
Chilena entrou em colapso com uma inflação de cerca de 700%. Conseqüentemente a frágil coalizão com os
social-democratas naufragou. Uma maioria
no Parlamento voltou-se contra Allende e tentou parar as políticas de Allende
através de leis, mas o regime recusou-se a aceitar as decisões Parlamentares e
Judiciais. Imagine se Obama simplesmente
ignorou atos do Congresso, e desapropria propriedade privada por ordens
executivas no meio de um colapso econômico.
Por volta de Agosto de 1973, o Parlamento do Chile
aprovou uma resolução declarando que “o
Governo de Allende perseguia ... conquistar o poder absoluto com o óbvio
propósito de sujeitar todos os cidadãos ao mais estrito controle político e
econômico pelo Estado ... [com] o objetivo de estabelecer um sistema
totalitário", alegando que havia realizado "violações da Constituição
... um sistema permanente de conduta."
Foi nessa atmosfera que o Presidente Allende
despachou seu 'Czar' das fábricas nacionalizadas, Fernando Flores, para a
Inglaterra, para depois encontrar um tecnocrata de estilo hippie chamado Stafford
Beer, um socialista leal que acreditava que a teoria da cibernética é a chave
para realizar a República de Platão.
Stafford Beer (1924-2002) foi um guru imitado
por retardatários como o trocador de fraldas vermelho Richard Stallman (fundados
do GNU open source project). Ele introduziu o Projeto Cybersyn.
PROJECT CYBERSYN (1971 - 9/11,1973)
Cybersyn (Cibernética e Sinergia) foi a tentativa
de Allende para resolver os problemas de converter uma infra-estrutura
econômica de uma nação num sistema socialista usando de princípios da Cibernética
e tecnologia da informação. É também
talvez o mais valorizado sistema de gerenciamento na história.
Quando o público geral ainda estava com medo
da internet, Cybersyn permanecia
lendário. Não ajudava o que acontecia
ser associado como uma histórica "vaca sagrada" de comunistas e socialistas.
Salvador Allende seria consagrado como
um mártir Marxista depois apenas de Che Guevara, o que motivou os intelectuais socialistas
e a mídia a mistificar o Projeto Cybersyn como uma obra visionária de um gênio
a frente do seu tempo.
O 'Cybernet' de Beer foi erroneamente anunciado
como a primeira "internet socialista" décadas depois. Mas não foi
inovadora. Foi uma imitação ad hoc da ARPANET da década de 60, pavimentada
juntamente com as obsoletas máquinas de telex da Western Union instaladas nos
escritórios das fábricas por todo o país.
Eles somente tiveram acesso a dois computadores centrais IBM 360 para mastigar
os dados.
Depois que Allende foi derrubado em 11 de Setembro de 1973, o governo Pinochet desmantelou o "centro de controle" e o "Cybernet" de máquinas telex conectadas por circuito fechado de telefone ao Palácio. Eu acredito que ainda seja dito na Wikipedia a versão romântica socialista de que os Fascistas "destruíram" Cybernet, evidentemente porque eles eram tão estúpidos para compreender. Mas hoje nós sabemos que o trabalho de Beer simplesmente não era o que parecia ser.
Depois que Allende foi derrubado em 11 de Setembro de 1973, o governo Pinochet desmantelou o "centro de controle" e o "Cybernet" de máquinas telex conectadas por circuito fechado de telefone ao Palácio. Eu acredito que ainda seja dito na Wikipedia a versão romântica socialista de que os Fascistas "destruíram" Cybernet, evidentemente porque eles eram tão estúpidos para compreender. Mas hoje nós sabemos que o trabalho de Beer simplesmente não era o que parecia ser.
Sunday, June 22, 2014
Colocar a religião no CV diminui sua chance de emprego, exceto se você for Judeu
Adaptado de Gail Sullivan
De acordo com um novo estudo, quando você é Judeu e procura por um emprego, você não é somente um do povo escolhido, você é um dos mais escolhidos do povo, pelo menos no Sul da América moderna. O estudo de discriminação religiosa recentemente publicado no jornal "Social Currents" descobriu que aspirantes a emprego cujo curriculum vitae (CV) traía uma afiliação religiosa eram 26% menos prováveis de serem contratados por um empregador - exceto para aspirantes Judeus.
Os pesquisadores Michael Wallace, Bradley R.E. Wright e Allan Hyde da Universidade de Connecticut enviaram 3.200 falsas aplicações para 800 empregos no interior de 150 milhas de duas maiores cidades do Sul através de um popular website de empregos. Cada empregador pegou quatro CVs com qualificações de emprego comparáveis. A única coisa que separou os candidatos a falsos empregos era se seus CVs mencionavam envolvimento com um grupo religioso - tal como pertencer à Associação de Estudantes Muçulmanos ou a Casa de Hillel, uma organização Judaica.
CVs para o grupo de controle indicaram nenhuma afiliação religiosa. Os outros indicaram que aspirante era ateu, católico, evangélico, Judeu, pagão, muçulmano ou uma religião forjada chamada “Walloniana”.
Empregados preferiam o grupo de controle. Isso confirmou a hipótese dos pesquisadores que os empregadores rejeitariam declarações transparentes de identidade religiosa. Mesmo no Sul, que é mais religioso do que qualquer outra parte da nação, é possível que os empregados vissem expressão religiosa transparente como potencialmente ofensivo aos clientes e colegas de trabalho.
Muçulmanos eram menos prováveis de serem contratados por empregadores, recebendo 38% menos e-mails e 54% menos chamadas telefônicas do que o grupo de controle. Ateus e pagãos eram também impopulares e, para uma menor extensão, Wallonianos e Católicos. Evangélicos tendia para o mesmo que o grupo de controle.
“Somente Judeus escaparam totalmente ilesos", disseram os pesquisadores, relatando "nenhuma evidência estatisticamente significante contra esse grupo em todos os 8 indicadores no estudo.” Em verdade, os pesquisadores descobriram que alguns empregadores pareciam favorecer aspirantes Judeus, na medida em que eles eram mais prováveis que qualquer outro grupo religioso para obter uma resposta precoce ou exclusiva de um empregador.
E o que isso significa? A explicação que os pesquisadores acharam mais convincente é que as pessoas são parciais àqueles que lhes são culturalmente similares. Isso explicaria o motivo pelo qual grupos menos similares aos culturalmente dominantes evangélicos - ateus, muçulmanos, pagãos e wallonianos - encaravam mais discriminação.
Católicos, enquanto Cristãos, são uma minoria pequena no Sul e não são considerados verdadeiros Cristãos por muitos evangélicos, uma explicação para sua impopularidade.
Os Judeus, por outro lado, não parecem tão diferentes aos sulistas, sugere o estudo.
“Os Judeus e especialmente o estado Judaico de Israel alinha-se com grande importância à teologia evangélica; de fato, evangélicos expressam mais forte apoio para Israel do qualquer outro grupo étnico ou religioso, exceto os próprios Judeus”, registraram os pesquisadores. Um outro fato-chave: os Judeus dificilmente constituem 1% da população do Sul e têm “mais bem sucedidamente se assimilado à cultura prevalecente do que os Judeus de outras regiões”, observaram os pesquisadores. Diferente de seus equivalentes do Norte, os Judeus do Sul não formavam enclaves étnicos.
Para Ginsberg, sua fé era uma inovação que intensificava seu interesse, enquanto os Judeus do Sul podem estar interessando em parte porque eles se harmonizavam.
Esse estudo reproduz um estudo mais precoce de empregadores em New England. “Em geral, enquanto há evidência de discriminação em New England, com a exceção de Muçulmanos, é muito menos pronunciado que no Sul”, escreveram os pesquisadores. “Isso sugere, ironicamente, que a discriminação religiosa é mais prevalecente em regiões do país onde a religião é mais ardorosamente praticada.”
De acordo com um novo estudo, quando você é Judeu e procura por um emprego, você não é somente um do povo escolhido, você é um dos mais escolhidos do povo, pelo menos no Sul da América moderna. O estudo de discriminação religiosa recentemente publicado no jornal "Social Currents" descobriu que aspirantes a emprego cujo curriculum vitae (CV) traía uma afiliação religiosa eram 26% menos prováveis de serem contratados por um empregador - exceto para aspirantes Judeus.
Os pesquisadores Michael Wallace, Bradley R.E. Wright e Allan Hyde da Universidade de Connecticut enviaram 3.200 falsas aplicações para 800 empregos no interior de 150 milhas de duas maiores cidades do Sul através de um popular website de empregos. Cada empregador pegou quatro CVs com qualificações de emprego comparáveis. A única coisa que separou os candidatos a falsos empregos era se seus CVs mencionavam envolvimento com um grupo religioso - tal como pertencer à Associação de Estudantes Muçulmanos ou a Casa de Hillel, uma organização Judaica.
CVs para o grupo de controle indicaram nenhuma afiliação religiosa. Os outros indicaram que aspirante era ateu, católico, evangélico, Judeu, pagão, muçulmano ou uma religião forjada chamada “Walloniana”.
Empregados preferiam o grupo de controle. Isso confirmou a hipótese dos pesquisadores que os empregadores rejeitariam declarações transparentes de identidade religiosa. Mesmo no Sul, que é mais religioso do que qualquer outra parte da nação, é possível que os empregados vissem expressão religiosa transparente como potencialmente ofensivo aos clientes e colegas de trabalho.
Muçulmanos eram menos prováveis de serem contratados por empregadores, recebendo 38% menos e-mails e 54% menos chamadas telefônicas do que o grupo de controle. Ateus e pagãos eram também impopulares e, para uma menor extensão, Wallonianos e Católicos. Evangélicos tendia para o mesmo que o grupo de controle.
“Somente Judeus escaparam totalmente ilesos", disseram os pesquisadores, relatando "nenhuma evidência estatisticamente significante contra esse grupo em todos os 8 indicadores no estudo.” Em verdade, os pesquisadores descobriram que alguns empregadores pareciam favorecer aspirantes Judeus, na medida em que eles eram mais prováveis que qualquer outro grupo religioso para obter uma resposta precoce ou exclusiva de um empregador.
E o que isso significa? A explicação que os pesquisadores acharam mais convincente é que as pessoas são parciais àqueles que lhes são culturalmente similares. Isso explicaria o motivo pelo qual grupos menos similares aos culturalmente dominantes evangélicos - ateus, muçulmanos, pagãos e wallonianos - encaravam mais discriminação.
Católicos, enquanto Cristãos, são uma minoria pequena no Sul e não são considerados verdadeiros Cristãos por muitos evangélicos, uma explicação para sua impopularidade.
Os Judeus, por outro lado, não parecem tão diferentes aos sulistas, sugere o estudo.
“Os Judeus e especialmente o estado Judaico de Israel alinha-se com grande importância à teologia evangélica; de fato, evangélicos expressam mais forte apoio para Israel do qualquer outro grupo étnico ou religioso, exceto os próprios Judeus”, registraram os pesquisadores. Um outro fato-chave: os Judeus dificilmente constituem 1% da população do Sul e têm “mais bem sucedidamente se assimilado à cultura prevalecente do que os Judeus de outras regiões”, observaram os pesquisadores. Diferente de seus equivalentes do Norte, os Judeus do Sul não formavam enclaves étnicos.
Para Ginsberg, sua fé era uma inovação que intensificava seu interesse, enquanto os Judeus do Sul podem estar interessando em parte porque eles se harmonizavam.
Esse estudo reproduz um estudo mais precoce de empregadores em New England. “Em geral, enquanto há evidência de discriminação em New England, com a exceção de Muçulmanos, é muito menos pronunciado que no Sul”, escreveram os pesquisadores. “Isso sugere, ironicamente, que a discriminação religiosa é mais prevalecente em regiões do país onde a religião é mais ardorosamente praticada.”
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