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Monday, March 12, 2012

Judeus criaram o capitalismo

“Pelo meio do Século XVI”, conclui Tuchman, “era possível falar a respeito de uma revolução, um movimento político internacional inclinado a destruir a visão medieval do mundo e substituí-la com algo novo.” Na Inglaterra, esse “algo novo” era a racionalização da avareza, do apetite, e libido dominandi posteriormente conhecido como capitalismo. Não importa como essa era referia-se a seu novo sistema de exploração econômica, é utilizado o vocabulário de uma era destruída. E assim ela referia-se à aparição de uma nova era de mamon e usura, e à ascensão ao poder de revolucionários prósperos do roubo da propriedade da Igreja e inclinados a imitar os Judeus em tecnologia e economia. Nenhum desses avanços nas finanças poderiam ter sido cumpridos sem a desejosa colaboração dos Judeus. Como os Judeus, as espoliadoras famílias inglesas apoiavam “as forças da heresia na religião e liberalismo na política”. Isso significava usura, um sistema que Lord Bacon defenderia explicitamente em um ensaio sobre economia. A Inglaterra se tornou Judaica não porque lia a Bíblia, mas porque as principais famílias promoviam a distribuição alastrada das traduções heréticas, que todos tinham o direito a interpretar, como um precedente para a usura e sua consolidação do poder político. Todos eram livres para interpretar a Bíblia como lhes cabiam. Quando essa interpretação não correspondia aos interesses dos poderosos, a força maior se tornaria o princípio explicador.

Por volta de 1660, o rei era um “fantoche assalariado” nas mãos dos magnatas, enquanto mais da metade da população havia sido “destituída do capital e da terra. Nenhum homem em dois, mesmo se você contasse os muito pequenos proprietários, habitavam uma casa da qual ele era o possuidor, ou cultivava a terra da qual ele não podia ser privado.”

Gradualmente, Calvinistas fanáticos como Francis Walsingham criaram um regime de mamon na Inglaterra que era naturalmente filosemita. No nível teórico, o filosemitismo encontrou expressão no sistema conhecido como Capitalismo.

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 330-345

Thursday, March 08, 2012

A Participação dos Judeus na Reforma Protestante

E. Michael Jones

Os Judeus promoveram a causa reformista imprimindo bíblias protestantes baseadas em traduções não-aprovadas e errôneas e providenciando seu transporte clandestino por toda a Europa. Os Judeus se tornaram espiões e propagandistas para os reformadores, traficando em traduções corrompidas da Bíblia tomadas das escrituras Judaicas.

Previsivelmente, a maioria dos heresiarcas e heréticos desse presente século, de acordo com Cabrera, eram vistos como Judeus. Isso é além de questão, continua Walsh, citando um historiador Judeu, “que os primeiros líderes das seitas protestantes eram chamados semi-Judaei, ou meio-Judeus em todas as partes da Europa, e que os homens de descendência Judaica eram tão ressaltados entre eles quanto eram entre os gnósticos, e posteriormente, estariam entre os Comunistas”.

Graetz similarmente retrata a Reforma como “o triunfo do Judaísmo”, uma alegação que muitos Católicos fizeram no dia de Lutero.

Walsh declara que os “pregadores mais tempestuosos” da Reforma eram de “origem Judaica”. Miguel Servetus, o primeiro Unitário, foi influenciado pelos Judeus em seu ataque sobre a Trindade. O Calvinismo se tornou uma “máscara conveniente” para Judeus na Antuérpia depois de sua expulsão da Espanha, confirmando que os Protestantes eram meio-Judeus e acrescentando às suspeições de líderes Católicos. Dr. Lucien Wolf alega que os “Marranos na Antuérpia haviam tomado uma parte ativa no movimento de Reforma e desistiram de sua máscara de Catolicismo por uma não menos vazia máscara de Calvinismo. A mudança seria prontamente entendida”.

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 268-269
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