Tuesday, February 28, 2012

Como a Igreja Católica descobriu o Talmud

Queima do Talmud

E. Michael Jones

A cruzada começou em 1236 quando Nicholas Donin, um judeu apóstata, tornou-se cristão e dominicano. Donin pediu uma audiência com o Papa Gregório IX. Ao recebê-lo, Donin chamou a atenção do papa para as blasfêmias na coleção de escritos hebraicos conhecida como Talmud. As sinceras opiniões de Donin causaram sua expulsão da sinagoga 11 anos mais cedo. Assim, a vingança pode ter sido um motivo, mas Donin tinha consigo uma aguda compreensão do papel do Talmud na vida Judaica. Era, como Graetz alegava, “o suporte principal da civilização Judaica”; era também cheio de blasfêmias – alegando, entre outras coisas, que Cristo estava sendo cozido em excrementos ferventes no inferno e que era o filho ilegítimo de um soldado romano e uma prostituta chamada Maria.

A Enciclopédia Judaica, por exemplo, discutindo a dívida de Celso ao Judaísmo, observa que “ele afirma que Jesus era o filho ilegítimo de um certo Panthera, e novamente que ele havia sido um criado no Egito, não enquanto criança conforme o Novo Testamento, mas quando ele já era crescido, e que havia aprendida a arte secreta. Esses relatos são freqüentemente idênticos àqueles do Talmud.” De acordo com uma outra fonte, os Judeus “chamam Cristo o filho ilegítimo de uma prostituta, e a Santíssima Virgem Maria, uma coisa abominável dizer ou pensar, uma mulher fogosa ou luxuriosa, e que eles os amaldiçoam conjuntamente, e a fé Romana, e todos seus membros e crentes.”

Antes de Donin, o Talmud era virtualmente desconhecido entre os Cristãos, que, como o Papa Gregório IX, laboravam sob a ilusão que os Judeus meramente seguiam a Torah, livros que os Católicos também consideravam canônicos. Como resultado dessas descobertas, “o Talmud repentinamente se tornou o alvo principal do anti-Judaísmo Cristão.” A campanha contra o Talmud é o início da mudança na atitude da Igreja em direção aos Judeus. Sicut Judaeis non nunca mudou desde o tempo de São Gregório o Grande até o tempo dos Mendicantes. O que mudou foi a compreensão da Igreja dos Judeus. Eles foram, nos olhos da Igreja, transformados de essencialmente cegos seguidores de uma compreensão perversa da Torah em revolucionários sociais grandemente como resultado da descoberta do Talmud e suas blasfêmias.

Gregório IX foi o primeiro papa a descobrir o Talmud. Ele ficou chocado pelo que descobriu, mas não ab-rogou Sicut Judaeis non e sua proibição de não prejudicar os Judeus. O mudou foi sua compreensão do que os Judeus acreditavam e como eles agiam sob aquelas crenças.

Em 9 de junho de 1239, o Papa Gregório respondeu às 35 petições de Donin, despachando-lhe uma carta ao bispo de Paris, William de Auvergne. Os Judeus, escreveu Gregório, “assim escutamos, não estão satisfeitos com a Lei Antiga que Deus deu a Moisés na escrita: eles até ignoram-na completamente e afirmam que Deus deu-lhes uma outra Lei que é chamada ‘Talmud’, isto é, ‘Ensinamento’, passado de geração em geração oralmente para Moisés... Nisto está contido assuntos tão abusivos e tão impronunciáveis que estimulam a vergonha naqueles que mencionam-nos e horror naqueles que escutam-nos.” As ofensas são tão grandes que Gregório usa a palavra “crime” para descrevê-las.

Angustiado com o prejuízo que ele criava, São Luis IX, Rei da França, convocou uma conferência sobre o Talmud. Em junho de 1240, Nicholas Donin teve um prolongado debate com o Rabino Yehiel bem Joseph de Paris, sob os auspícios reais e presidido pela Rainha-Mãe, Blanche de Castile.

Com defensores com o Rabino Yehiel, o Talmud não precisava de inimigos. O debate resultou na queima pública do Talmud in Paris. A religião Judaica era agora claramente vista não como Judaísmo bíblico, mas particularmente como um desvio herético do Antigo Testamento. Por um período de 36 horas em junho de 1242, mais de 10.000 volumes foram atirados às chamas. Como se determinava provar o que os Cristãos haviam dito era correto, um grupo de Judeus apelou a Roma, “reclamando que eles não podiam praticar sua religião sem o Talmud”. “Mais uma vez”, escreve um comentarista Judeu, “foi o papa a quem os Judeus viraram-se em sua situação difícil”. Em maio de 1244, Inocêncio IV apiedou-se: “obrigado como nós somos pelo mandamento divino a tolerá-los em sua Lei, pensamos ser adequado dar-lhes como resposta que não queremos privá-los de seus livros se como resultado devêssemos estar-lhes privando de sua lei.” A decisão de retornar o Talmud aos judeus causou escândalo. Um bispo concluiu que os Judeus haviam mentido ao papa, e seria “mais desgraçado e uma causa de vergonha para o Trono Apostólico se os livros que haviam sido tão solenemente e tão justamente queimados na presença de todos os estudiosos e do clero, e da populaça de Paris fossem devolvidos aos mestres dos Judeus na ordem do papa – pois tal tolerância pareceria aprovação.” Em 1254, Luís IX renovou a lei ordenando a queima do Talmud, como fizeram seus sucessores. Quando Luís X readmitiu os Judeus na França, ele barrou-os de trazer consigo o Talmud.

Uma vez que o Judaísmo cessou de ser a religião do Antigo Testamento na mente da Igreja, ficou interpretado em seu lugar como uma heresia que inclui-se na jurisdição de guarda doutrinária da Igreja. O Talmud era uma ofensa não somente contra os Cristãos, mas contra a vida religiosa dos Judeus também, que permitia ao papa intervir em seus assuntos “se violassem a lei do Evangelho em matéria moral e seus próprios prelados não os detivessem” ou “se eles inventassem heresias contra sua própria lei.” “A linha de pensamento de Inocêncio rapidamente se tornou a opinião comum dos canonistas do século XIII e XIV.” A Igreja, de acordo com o inquisidor Dominicano Nicholas Eymeric, agora tinha o direito e dever de “defender o Judaísmo genuíno contra a heresia interna e, através disso, trazer os Judeus mais perto de uma aceitação do Cristianismo.”

Os Judeus eram heréticos de sua própria religião, e na medida em que a Torah era parte do cânone da Escritura Cristã, eles eram heréticos no sentido Cristão, igualmente. Na medida em que heresia não era uma matéria de indiferença às autoridades civis, os Judeus Talmúdicos perderam a tolerância que as figuras cega e carnal do Antigo Testamento experimentavam e se tornaram personae extra legem, isto é, foras-da-lei.

A descoberta do Talmud mudou a questão Judaica fundamentalmente. O que costumava ser uma questão de tolerância religiosa se tornou um assunto de ordem civil. O rei Cristão podia tolerar intrusos que baseavam sua religião em uma defeituosa, porém sincera compreensão do Antigo Testamento; ele não poderia tolerar foras-da-lei e subversivos usando a religião como máscara para a revolução social. Os Judeus foram categorizados como criminosos; como pessoas que promoviam “violência ilegal”. Eles eram, diz Cohen, “não mais Judeus da Bíblia, a quem o direito de existência na Cristandade havia sido garantido.”

Em 1267, Clemente IV publicou a bula Turbato Corde. O decreto de Clemente era consistente com a interpretação dos Judeus Talmúdicos como subversivos. Na medida em que os Judeus eram heréticos em sua própria religião e induziram Cristãos insuspeitos a abraçar sua heresia, eles seriam atraídos para a Inquisição, o mecanismo construído para combater heresia. O assunto da conversão também desempenhava um papel. Se os Judeus aceitassem o batismo, era presumido que eles aceitaram-no livremente, e não era permitido ao Judeu decair à vida anterior, como um cachorro retornando ao seu vômito. Se ele recaísse na mesma falta, ele era pra ser tratado como um herético, não um infiel tolerado por causa da ignorância. Porque a teologia do sacramento do batismo alegava que aquele sacramento deixava uma marca indelével na alma, “é necessário que ele seja forçado a sustentar a fé que aceitaram sob coação ou por necessidade, para que o nome do Senhor não caia em má reputação, e a fé que eles aceitaram seja sustentada vil e desprezível.”

Como nós vimos, o Judaísmo, de acordo com a nova percepção Católica, não era uma religião; era uma ideologia revolucionária. Expondo o Talmud, os Judeus privaram-se de qualquer entendimento correto da Bíblia; sua lealdade, de acordo com Martini, repousa na Anticristo. Como resultado, “o redentor a quem eles agora esperam no fim do Império Romano é realmente o Anticristo.”

Em 6 de novembro de 2002, porém, o Cardeal Walter Kasper, presidente da Comissão do Vaticano pelas Relações Religiosas com os Judeus, anunciou na Faculdade de Boston que os Judeus “no intuito de se salvarem” não “devem se tornar Cristãos; se eles seguem sua própria consciência e acreditam nas promessas de Deus como eles compreendem-nas em sua tradição religiosa estão alinhados ao plano de Deus, que para nós vem até sua plenitude histórica em Jesus Cristo”.

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 118-131

Monday, February 27, 2012

Kaparot e Yom Kippur: Voodoo e Perjúrio no Judaísmo


Sessão de Mea Shearim de Jerusalém, 5 de Outubro de 2011

Michael A. Hoffmann

Yom Kippur, essa gloriosa orgia de auto-congratulação, começa na noite de sexta, 7 de Outubro, de acordo com o qual o mundo occidental observará com pavor como “Judeus pios” imploram a Deus por perdão, aspiram por retidão e, nas vésperas do dia santo, transferem seus pecados para um frango.

Dizer o quê?

Isso é chamado kaparot. Ele não se encaixa na esfera transparente, a imagem Spielbergiana do Judaísmo Ortodoxo, não é? Talmudistas girando um franco sobre suas cabeças na crença que recitando as orações Mahzor, eles estão transferindo seus pecados para o frango!

Kaparot é o voodoo pré-Yom Kippur que a mídia é relutante a reporter. Quando eles realmente reportam-no, ususalmente omitem o ato de girar e a crença na transferência do pecado para a azarada ave. A agência de notícias da China, cobrindo os ritos do kaparot em Jerusalém essa semana, reduziu-os a nada mais do que "o simbólico abatimento de frangos como um ato de expiação."

O ritual kaparot do Judaísmo é um tal patentemente ritual pagão que tem o poder de chocar mesmo ingênuos goyim for a de seu repouso hipnótico. Os primeiros 40 segundos desse raro vídeo kaparot retrata o real girar do frango (o resto do vídeo mostra crentes atirando migalhas de pão na água, precedida por uma cacofonia de clamor rabínico).

Depois que o voodoo kaparot é concluído, a cerimônio do perjúrio começa: quando o infame rito do Kol Nidrei do Yom Kippur toma lugar, quase sempre explicado distante do mundo como um ritual sagrado de implorar a Deus por perdão pelos juramentos que foram violados, contratos que foram quebrados e promessas que não foram mantidas no ano passado.

O problema é que a imagem dos piedosos é uma fraude.

Kol Nidrei é na realidade uma cerimônia através da qual: 1. todo o perjúrio você cometerá no ano vindouro e 2. todos os contratos você assinará e violará no ano vindouro, e 3. todas as promessas que você romperá no ano vindouro, são absolvidas, sem qualquer punição celestial acumulada como resultado. Esta é a verdadeira realidade do rito Kol Nidrei do Yom Kippur, e é uma razão pela qual o Yom Kippur é a mais esperada de todas as cerimônias da sinagoga do Judaísmo. Fraudadores durante o Yom Kippur fazem de Deus um parceiro na trapaça.

A verdade a respeito do ritual Kol Nidrei do Yom Kippur é costumeiramente negada pelos rabinos e sua mídia porta-voz como uma "ficção anti-semita repulsiva." Eles arremessam essa acusação na expectative que o público não consultará a documentação e aceitará na fronte, em vez disso, a palavra dos rabinos devotos e sua imprensa norte-americana.

O engenhoso truque é que as mentiras que são revendidas sobre o Kol Nidrei são absolvidas pelo próprio Kol Nidrei. É um tipo de circuito invencível que reforça sua própria fraude. Você tem que se apiedar das pessoas ludibriadas por esta sórdida charada de persuadir Deus a ajudá-los a trapacear.

Pouco dessa áspera realidade virá à nota nos próximos dias, porém. Em vez disso, a mídia comum jorrará ingênuas e vagas senhas a respeito do Yom Kippur como parte da astuta máscara através da qual o Judaísmo que se eleva sempre mais sobre o Ocidente.

Friday, February 24, 2012

Como o poder do dinheiro criou o Libertarianismo e a Escola Austríaca



William S. Volker (1859-1947) foi um rico homem de negócios judeu-alemão. Consternado pelo crescimento do Socialismo nos EUA, ele criou o Fundo Volker para abastecer uma ideologia reacionária baseada no “laissez-faire” e no Darwinismo Social. Isso veio a se tornar Libertarianismo.

Libertarianismo e sua irmã gêmea Escola Austríaca foram inventadas pelo poder do dinheiro para ser o outro lado da dialética com o Comunismo.

Volker não foi um grande pensador ou estudioso. A ideologia que ele preparou foi construída de cabeça pra baixo, começando como só uma série de conclusões nebulosas para as quais ele tinha uma idéia não muito amadurecida. Dessas conclusões, foi tarefa da considerável fortuna de Volker encontrar uma série de justificativas, e depois uma ideologia capacitada ou “teoria” que lhe desse toda perspectiva e unidade, e, finalmente, uma verdadeira plataforma filosófica a partir da qual executasse o conjunto.

Muito embora Volker não fosse um economista ou filósofo, ele tinha dinheiro, e, muito importante, relações influentes com a Universidade de Chicago, fundada por John D. Rockefeller.

Isso revelou uma conexão crucial.

O sobrinho de Volker, Harold Luhnow, pegou o comando do Fundo em 1944.

“A Estrada à Servidão” de Friedrich Hayek foi publicada no mesmo ano. Com sua defesa do capitalismo ‘laissez-faire’ e alegação que qualquer tentativa de regulação inevitavelmente conduziria ao totalitarismo, era exatamente o que o Fundo Volker estava procurando. Foi somente então que o Fundo Volker começou a ter um impacto real. Ele organizou uma reimpresão do livro de Hayek com a Universidade de Chicago e assegurou que o livro terminasse em toda biblioteca nos EUA.

O Fundo Volker financiaria toda a direção da Escola Austríaca e teria um substancial impacto na ‘Escola de Chicago de Economia’, incluindo Milton Friedman.

Von Mises, que durante sua carreira nunca possuiu um emprego em qualquer Universidade foi sustentado primeiramente por David Rockefeller, e depois por décadas recebeu dinheiro do Fundo Volker e homens de negócios relacionados, como Lawrence Fertig.

O biógrafo de Von Mises, Richard M. Ebeling, escreveu:

“Muitos leitores podem ficar surpresos em descobrir o perímetro ao qual o Instituto de Pós-Graduação e o próprio Mises, nos anos imediatamente depois que ele veio aos EUA, estavam boiando financeiramente através de generosas doações da Fundação Rockefeller. Na realidade, pelos primeiros anos da vida de Mises nos EUA, antes de sua nomeação como um professor visitante da Escola de Administração de Negócios da Universidade de Nova Iorque (NYU) em 1945, ele era quase totalmente dependente de doações anuais para pesquisa da Fundação Rockefeller.”

O próprio David Rockefeller foi citado dizendo: “Finalmente, em seu mais surpreendente relato, ele revelou que ele se considerava um seguidor da Escola Austríaca de Economia. Friedrich Hayek foi seu tutor na Escola de Londres de Economia nos anos 30.“

Rothbard também foi financiado pelo Fundo Volker:

“Rothbard começou seu trabalho de conferência para o Fundo Volker em 1951. Esse relacionamento durou até 1962, quando o Fundo Volker foi dissolvido. Uma maior parte do trabalho de Rothbard para o Fundo Volker consistiu de livros de leitura e apreciação, artigos de jornal e outros materiais. Na base dos relatos escritos por Rothbard e um outro leitor – Rose Wilder Lane – os diretores do Fundo Volker decidiram responsabilizar-se pela distribuição massiva de trabalhos particulares para bibliotecas públicas.

Rothbard posteriormente chamou esse trabalho com o Fundo Volker, “o melhor trabalho que eu já fiz em minha vida.”

O Fundo Volker também explorou uma tática que encontraria uma aplicação mais ampla posteriormente: ele gerou um enorme número de organizações, imprecisamente organizadas para sugerir independência mútua e um ‘Movimento Libertário’. Entre essas estava a Fundação para a Educação Econômica, que, sucessivamente, criaria a Sociedade Mont Pelerin.

A Sociedade Mont Pelerin

A Sociedade Mont Pelerin recebeu esse nome porque a primeira conferência teve lugar nos Alpes Suiços. Ela foi fundada por Hayek com o apoio financeiro do Fundo Volker, que pagou as despesas de todos os participantes americanos. Co-fundadores-chave foram Von Mises, Milton Friedman e Karl Popper.

Não menos do que oito prêmios Nobel de Economia foram ganhos pelos membros do Mont Pelerin nas décadas adiante. Nada mal para um ‘movimento marginal ignorado pelo pensamento dominante’.

O Mont Pelerin, sucessivamente, dirigiu a criação de muitas instituições influentes. Uma delas era o Instituto de Assuntos Econômicos em Londres, 1955. Essa organização reinventou o Partido Conservador, do qual Margeret Thatcher diria: “Você criou a atmosfera a qual tornou nossa vitória possível... Eu posso dizer quão agradecidos estamos àqueles que integraram seu grande esforço. Eles eram poucos, mas estavam corretos, e salvaram a Grã-Bretanha.“
A Fundação Heritage foi também um resultado da Sociedade Mont Pelerin, como foi o Instituto Manhattan para Pesquisa Política e a Fundação Atlas de Pesquisa Econômica, que sucessivamente pariram uma pletora de grupo de pensadores, incluindo o Instituto Fraser.

A quantia de dinheiro que foi investida em tudo isso foi tremenda:

“John Blundell, o presidente da IEA, em um discurso para a Fundações Heritage e Atlas em 1990, identificaria uma falha rara nos esforços da Sociedade. Sacundindo sua cabeça na tentativa abortada de subsidiar “Cadeiras de Livre Empresa” acadêmicas em dúzias de países por todo o mundo, Blundell lamentou-se de gastar “centenas de milhões, talvez um bilhão de dólares”. Isso foi apenas uma iniciativa entre muitas.”

A Família Koch

O Fundo Volker foi dissolvido em 1962. Ele ainda tinha $7 milhões em propriedades, que foram doados à sociedade Hoover.

Mas no meio tempo uma outra riquíssima família Judaica, a família Koch, tomou o comando da organização do Libertarianismo e da Escola Austríaca.

Fred Koch fundou a Sociedade John Birch em 1958. Ed Griffin foi educado ali. Ele posteriormente escreveu um livro famoso, “A Criatura da Ilha Jekyll”. Esse foi um reprocessamento do brilhante ‘Segredos do Federal Reserve’ de Eustace Mullins, com uma exceção: deixou de fora toda a análise de Mullins do Padrão Ouro como uma operação bancária e como a exigência britânica por impostos pagos em Ouro fora a causa da guerra da Independência. Em vez disso, requereu a restauração de um Padrão Ouro. Esse é uma parte chave da história de como a Escola Austríaca conseguiu tomar o comando do ‘Movimento da Verdade’.

O filho de Koch, Charles Koch, fundou o Instituto CATO, conjuntamente com Murray Rothbard. O Instituto CATO permanece até hoje uma dominante válvula Libertária.

Libertarianismo como um Movimento Judaico

A maioria dos principais libertários são ou foram Judeus. Von Mises, Rothbard, Ayn Rand, Irwin (e Peter) Schiff. De acordo com Peter Schiff, seu avô Jacob Schiff não é o mesmo financista infame.

Conclusão

Libertarianismo e a Escola Austríaca não são produtos de pensadores livres dissidentes. Pelo contrário, todos os principais proponentes do movimento eram indivíduos altamente associados. Nos primeiros anos o Fundo Volker tornou disponíveis vastas somas de dinheiro, porque a Escola Austríaca era considerada a verdadeira resposta ao comunismo, para sustentar a dialética que necessitava o Poder do Dinheiro.

Longe de um movimento marginal, os graduados pelo Mont Pelerin colecionaram nada menos que oito Prêmios Nobel. Alan Greenspan testemunhou sua influência penetrante dizendo em 2000:

“A Escola Austríaca alcançou muito para o futuro quando a maioria deles praticava e ter tido um profundo e, na minha opinião, provavelmente um efeito irreversível sobre o modo como a maior parte dos economistas pensam nesse país.“

Atualmente, o comunismo não é mais considerada uma ameaça, mas com o forte vigor do Marxismo/Liberalismo/Politicamente Correto um forte nas sociedades Ocidentais, o Libertarianismo encontrou uma nova etapa de vida como uma forma de cooptar a resistência na Mídia Alternativa.

A dialética continua inabalável.

Wednesday, February 22, 2012

A origem da Cabala


E. Michael Jones

A comunidade Judaica de Provença foi o lugar onde começou a Cabala. Rejeitando veementemente as tentativas de racionalismo de Maimonides, os rabinos de Provença sucumbiram a um “pastiche de misticismo, demonologia e astrologia que veio finalmente a ser chamado de Cabala.” O Zohar, o texto definitivo cabalístico, não seria escrito por mais um século, “mas suas origens repousam em Provença no início do século XIII, precisamente ao mesmo tempo do florescimento da heresia cátara. Citando Gershom Scholem, Cantor alega que a “Cabala foi uma continuação tardia ou renascimento do antigo Gnosticismo Judaico.” Gnosticismo foi “hermético entre os Judeus” como foi na Franco-maçonaria, a apropriação protestante britânica da Cabala, “mas grosseiramente separatista entre os Cristãos... chegou de surpresa ao mesmo tempo e no mesmo lugar no Sul da França tanto entre Cristãos quanto Judeus. No caso dos Cristãos, ela tomou a forma de Catarismo; entre os Judeus, de Cabalismo”. Quando o Gnosticismo primeiro apareceu no mundo antigo, “a comunidade gnóstica era a maior ameaça interna que o Cristianismo encarou nos primeiros dois séculos de sua existência. Não era mais uma ameaça no século XIII.

Fonte: “The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, p. 115.

Thursday, February 16, 2012

Antipapas do Vaticano II favorecem os judeus e prejudicam cristãos


Michael A. Hoffmann

Em 1999, quando João Paulo II fez uma declaração sem precedentes, afirmando que as “sementes infectadas do antijudaísmo ... nunca mais se radiquem” [1], ele estava proibidndo a base da missão de Jesus Cristo.

Devido ao vasto repositório de documentos, manuscritos, as sábias dissertações e correspondências privilegiadas relacionadas ao Judaísmo datando quase da fundação da Cristandade, que estão no depósito dos arquivos do Vaticano, João Paulo II não pode estar sendo ignorante quando ele alega, como ele fez na sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986, que os “Judeus são nossos irmãos mais velhos na fé”. [2]

Na medida em que os aderentes da religião do Judaísmo não têm fé nem em Jesus, nem na Lei do Antigo Testamento e nos profetas, mas nas tradições talmúdicas e cabalísticas, exatamente qual fé João Paulo II compartilha com esses “irmãos mais velhos” dele?

Quando esse papa alegou que a oposição à religião do Judaísmo era a oposição ao Antigo Testamento, que a religião do Judaísmo é “uma resposta à revelação de Deus no Antigo Testamento” e que as “orações eucarísticas” da adoração cristã estão “de acordo com os modelos da tradição Judaica”, ele estava ou balbuciando demência ou distanciando-se da verdade. [3]

Quando, na Sexta-Feira Santa de 1998, o papa girou o Evangelho Cristão de cabeça pra baixo e proclamou que os “Judeus haviam sido crucificados por nós for tanto tempo”, foi um dos mais atrozes exemplos da servil orientação Judaica do Catolicismo moderno.

João Paulo II está pretendendo que o Judaísmo seja a fé do Antigo Testamento menos Cristo. Mas mesmo se essa falsa proposição fosse verdadeira, a liderança farisaica ainda seria culpada de deicídio, como Tomás de Aquino sustentava:

“Os dirigentes dos Judeus sabiam que Ele era o Messias: e se houvesse qualquer ignorância deles era ignorância fingida, que não podia exculpá-los. Portanto, seu pecado era o mais doloroso, tanto considerando a natureza do pecado como da malícia de sua vontade.” [4]

Demais a mais, a própria Bíblia declara sem ambigüidade a culpa da liderança Judaica e o fato daqueles que aderem ao dogma desses deicidas estarem sob a ira:

“Com efeito, irmãos, vós vos tornastes imitadores das igrejas de Deus que estão na Judéia, das igrejas de Jesus Cristo. Tivestes que sofrer da parte dos vossos compatriotas o mesmo que eles sofreram dos judeus, aqueles judeus que mataram o Senhor Jesus, que nos perseguiram, que não são do agrado de Deus, que são inimigos de todos os homens, visto que nos proíbem pregar aos gentios para que se salvem. E com isto vão enchendo sempre mais a medida dos seus pecados. Mas a ira de Deus acabou por atingi-los.” (I Ts. 2, 14-16).

Nenhum papa, pregador, presidente, primeiro ministro ou professor tem uma faísca de autoridade ou competência para subverter as palavras precedentes. O mundo inteiro pode ser ordenado contra a palavra de Deus, mas sua força e validade resistem.

O recente movimento no interior da Igreja para declarar oposição ao Judaísmo uma forma de “racismo anti-semita” é, em sua inspiração e praxe, perfeitamente talmúdico, pois ele tanto extingue os ensinamentos do Novo Testamento, como distorce-os a um grau tal que sejam efetivamente feitos “de nenhum efeito”.

Esse movimento deve também ignorar ou renegar 2.000 anos de histórica exposição Cristã a esses ensinamentos.

A natureza extra-Bíblica e anticristã dessa quinta coluna no interior da Igreja é patente. Ela deriva sua credibilidade quase inteiramente da lealdade cega que controla os Cristãos, ludibriados por usurpadores e traidores ocupando alto posto eclesiástico, e pelo tremendo encanto que a mídia lhes consente.

Na medida em que o grande critério de Jesus Cristo para avaliar o diabólico ou o divino era “pelos frutos os conhecereis”, nós discernimos que os frutos dos líderes protestantes e católicos são geralmente podres a esse respeito. Como tal, suas ações revelam que eles não são nem “vigários de Cristo”, nem Seus ministros ou santos. Eles são, em verdade, agentes do Judaísmo em tudo a não ser no nome.

Portanto, as várias anátemas que esses impostores e apóstatas trovejam contra os cristãos, cujo único crime é acreditar como todos os apóstolos, mártires e santos da Igreja sempre acreditaram, tem mais ou menos a mesma autoridade moral que um pronunciamento do Secretário Geral da ONU ou do Grão-mestre da Loja Maçônica.

Pior que isso, eles declaram que Jesus é um mentiroso. Jesus condena diretamente a “tradição dos antigos” e seus “mandamentos dos homens” que são a base oral dos livros idolatrados, Talmud e Cabala (Mateus 15, 1-9; Marcos 7, 1-13).

Notas:

[1] Disponível em http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/audiences/1999/documents/hf_jp-ii_aud_28041999_po.html Acesso em 15/02/2012

[2] L’Osservatore Romano, English ed., 21 de Abril de 1986, p. 6

[3] “Jews and Christians share much together”, L’Osservatore Romano, English ed., 5 de maio de 1999.

[4] Summa Theologica, Q. 47, Art. 6, Pt. III

Wednesday, February 15, 2012

Pentagrama já foi símbolo do Judaísmo

Arthur Koestler escreve em “Os Khazares” o que se segue:

“Conforme uma das teorias, a ‘estrela de Davi’ com seis pontas, que decora a atual bandeira de Israel, começou a ser um símbolo nacional a partir da cruzada de Davi al-Roy. ‘Aventa-se’, escreve Baron, ‘que, desde então, o escudo de Davi, uma estrela com seis pontas (até então apenas um motivo decorativo ou emblema mágico) passou a ser o principal símbolo nacional-religioso do Judaísmo. Utilizado durante muito tempo em alternância com o pentagrama ou o ‘selo de Salomão’, ele foi, a partir do século XIII, atribuído a Davi em textos alemães místicos e éticos e, em 1527, surgiu na bandeira judaica de Praga’.”

Fonte: “Os Khazares”, Arthur Koestler, Editora Relume, Rio de Janeiro, 2005, p. 145

Veja abaixo um vídeo sobre o significado esotérico (pagão e satânico) deste símbolo:

Saturday, February 11, 2012

Cristãos são discriminados por judeus em Israel

O Estado de Israel reconhece a presença de cerca de 10 mil judeus que se converteram ao evangelho e aceitaram que Jesus Cristo é o verdadeiro Messias, senhor e salvador de suas vidas. No entanto, a situação não é fácil para os crentes, que têm sofrido ataques, principalmente dos judeus ortodoxos.

Informativo anual sobre a liberdade religiosa realizado pelo Governo dos Estados Unidos denuncia que até mesmo o Ministério do Interior israelense persegue os cidadãos do país que se tornaram cristãos.

Este mesmo boletim informativo mostra que Israel ameaça revogar a cidadania e os benefícios oferecidos pelo Estado às pessoas que eles descubram crerem em Jesus como o verdadeiro Messias e salvador de suas vidas.

O advogado Caleb Mayers, um judeu convertido que leva para a Justiça os casos encontrados na comunidade cristã israelense, revela que existem organizações judias que se declaram antimissionárias.

“Eles nos denunciam sistematicamente com o objetivo de nos tirarem a cidadania, a residência e as nossas licenças para dificultar a imigração de cristãos. Já são cerca de 350 casos judiciais e 15 desses subiram para o Tribunal Supremo e ganhamos em todos. A Justiça israelense trabalha muito bem”, disse Mayers que estima existirem em torno de 10 mil judeus convertidos em Israel.

Em um caso relativamente recente, uma família cristã recebeu um pacote-bomba que deixou ferida uma menor. O autor do atentado foi um extremista judeu chamado Yaakov Keitel, de 37 anos, que também tem ligação com outras agressões contra homossexuais, muçulmanos e cristãos.

Ainda que continuem a ser uma pequena comunidade, o crescimento do número de judeus cristãos tem surpreendido. De cerca de 350 há alguns anos agora já são milhares convertidos a Jesus.

O GRANDE PROBLEMA É A EVANGELIZAÇÃO

Joel Werberg, rabino especialista em relações interreligiosas diz que um judeu convertido encara Jesus Cristo quase da mesma forma que um cristão evangélico. Existem aqueles que se vestem como os ortodoxos e guardam todos os jejuns e aqueles que adaptaram alguns aspectos do judaísmo. Para Israel o grande problema está nos evangélicos que atuam como missionários. Eles veem a atuação dos evangélicos como a dos muçulmanos, pois temem que possam prejudicar a crenças judias.

Salo Kapusta, judeu de família ucraniana, criado na Venezuela e líder de uma das comunidades cristãs em Jerusalém diz:

“Não fazemos proselitismo, mas se alguém nos pergunta explicamos nossa fé, que Jesus é o Messias e o filho de Deus”, garante Salo, conceituado guia turístico que participa de uma comunidade que conta com um parque temático bíblico para onde se dirigem grupos de cristãos de todas as vertentes doutrinárias.

SIONISMO EXTREMO: UMA RELIGIÃO

“Os primeiros cristãos cumpriam as leis judaicas, mas desapareceram com as guerras entre os anos 70 dC e 135 dC. Os atuais judeus cristãos são um movimento moderno que desgosta os ortodoxos e os sionistas políticos. Em Israel, 80% dos judeus se declaram agnósticos ou ateus”, diz o padre Vincent Nagle, secretário do Patriarcado Latino em Israel e que vê o sionismo como uma religião oficial.

“Há rabinos que pregam que o Messias prometido não é uma pessoa e sim o Estado mesmo”, diz Nagle.

Tradução e adaptação: Milton Alves
Fonte: site Noticias Cristianas

Thursday, February 02, 2012

Governo dos EUA lança fundamentos para as cortes talmúdicas

Michael A. Hoffmann

Sob o Presidente Reagan, Bush e Clinton, o Governo dos EUA forneceu, sob o eufemismo de educação (por exemplo, Resolução Conjunta da Casa 173 e Leis Públicas 102-14), os fundamentos para o estabelecimento de “cortes de justiça” talmúdicas a serem administradas pelos discípulos do sucessor de Shneur Zalman Chabad, Rabbi Menachem Mendel Schneerson.

Maimonides determinou que uma corte Judaica – ou uma corte apontada pela autoridade Judaica – impinja a obediência e julgue os gentios, assim como promulgue a legislação para esse propósito. Maimonides, mais adiante, decretou que qualquer nação não-Judia “não sujeita a nossa jurisdição” (tahaht yadeinu) será alvo de guerra santa Judaica. [1]

Essas cortes são para ser reunidas alegadamente sob as “Leis de Noé” (prescrições contra a idolatria supostamente baseadas no pacto com Noé). Os presidentes e o Congresso dos EUA encorajaram a adoção das leis “de Noé” como interpretado por Chabad-Lubavitch Grand Rabbi Schneerson.

Prof. Easterly, do Centro de Direito da Universidade do Sul, um expert legal Judeu, comparou essa Lei Pública 102-14 aos “primeiros raios de aurora” que “evidenciam o surgimento de um sol ainda não visto”.

A Encyclopedia Judaica encara um regime Noaquita como uma possível ordem mundial precedente ao reino universal do Talmud.

Deve ser entendido que nós não estamos lidando com o Noé da Bíblia quando a religião do Judaísmo refere-se à “Lei de Noé”, mas a lei de Noé entendida e interpretada pelo sistema absoluto de falsificação que constitui o Talmud.

Sob as falsificadas Leis de Noé do Talmud, a adoração de Jesus é proibida sob pena de morte, na medida em que a adoração de Cristo é condenada pelo Judaísmo como idolatria. Entretanto, várias formas de incesto são permitidas sob o entendimento talmúdico do código Noaquita. [2]

Além disso, todos os não-Judeus teriam o status legal de gertoshav (residente estrangeiro [3]), mesmo em seu próprio país, como acontece na Palestina ocupada.

O status de residente estrangeiro foi claramente delineado em artigos acadêmicos em dominantes publicações Judaicas. Por exemplo, o Professor Mordechai Nisan da Universidade Hebraica declarou que um não-Judeu permitido a residir em um país governado pela lei Judaica “deve aceitar pagar um imposto e sofrer a humilhação da servidão.”

Se os gentios se recusarem a viver uma vida de inferioridade, então isso sinaliza sua rebelião e a necessidade inevitável de guerra Judaica contra sua absoluta presença. [4]

Em um simpósio (“É Possível a Autonomia para os Estrangeiros Residentes?”) organizado pelo Ministro Israelense da Educação Shulamit Aloni, o Rabino-Chefe Israelense Shlomo Goren, repetiu o ensinamento talmúdico sobre residentes estrangeiros: que o Judaísmo lhes proíbe “garantir quaisquer direitos nacionais”. Ele mandou que tal “autonomia seja equivalente a uma negação da religião Judaica.” [5]

Os subsídios dos contribuintes norte-americanos ao chamado “Museu do Holocausto dos EUA” em Washington, D.C., é ainda um outro indicativo do gradual estabelecimento de um estado religioso Judaico nos EUA. Esse “museu do Holocausto” exclui qualquer referência aos holocaustos perpetrados pelos Comunistas Judeus contra Cristãos na Rússia e no Leste Europeu, desde 1917 em diante.

O foco do museu é quase inteiramente sobre o sofrimento Judaico. Holocaustos perpetrados pelos Israelenses contra Árabes no Líbano e na Palestina, desde 1948 não podem ser encontrados em qualquer lugar nas exibições do “Museu do Holocausto” dos EUA, que funciona mais como uma sinagoga do que um repositório de informação objetiva histórica.

É através da emergência rápida desse ostensivamente secular, mas totalmente penetrante “holocaustismo” – segundo o qual a religião do Judaísmo vá conquistando poder e influência enormes como ética e credo supremo da humanidade do Povo Santo de Deus.

Notas:

[1] Hilkhot Melakhim 8: 9-10; 10:11. Também em Gerald J. Blidstein, “Guerra Santa na Lei Maimonideana”, em Perspectivas sobre Maimonides [Oxford, Inglaterra: Oxford Univ. Press, 1991].

[2] Enziklopediya Talmudit, nota 1, pp. 351-352.

[3] Alan Unterman, Dictionary of Jewish Lore and Legend [London: Thames and Hudson, 1991], p. 148

[4] Mordechai Nisan, Kivunim (publicação oficial da Organização Sionista Mundial), Agosto de 1984, pp. 151-156.

[5] Nadav Shraggai, Ha’aretz, 14 de outubro de 1992.

Wednesday, February 01, 2012

A estrela de Davi nunca foi de Davi



Michael A. Hoffmann

O talismã nacional israelense é o hexagrama, que é chamado de Estrela de Davi, que se supõe ser o antigo símbolo de Israel.

Este símbolo, em verdade, foi “legado” aos líderes judaicos no século XIV pelo hermético Rei Carlos IV da Boêmia e formalmente adotado como a “estrela de Davi” em 1898 no Segundo Congresso Sionista na Suíça.

A fonte original do símbolo é andrógina, representando Adam Kadmon, a personificação da união das forças masculinas e femininas em um corpo. A doutrina cabalística trouxe o hexagrama ao interior da tradição Judaica (um fato devido ao reconhecimento oficial pelo rei da Boêmia).

Prof. Gershom Scholem escreve como, no interior do Judaísmo: “... amuletos e talismãs protetores podem ser encontrados de lado a lado com a invocação de demônios, encantamentos... e mesmo magia sexual e necromancia... Já no período geônico o título baal shem ou ‘mestre do nome’ significava um mestre de Kabbalah prática que era um expert em colocar amuletos em circulação para vários propósitos, invocando anjos ou demônios...” [1]

Esse panteão demoníaco inclui demônios conhecidos na Kabbalah como shedim Yehuda im. Professor Scholem nos informa que esses demônios estão em submissão ao Talmud. [2]

Ele escreve: “... há também demônios de bom caráter que são preparados para ajudar e fazer favores aos homens. Isso é suposto ser particularmente verdade daqueles demônios dirigidos por Ashmedai (Asmodeus) que aceitam a Torah e são considerados ‘demônios Judaicos’. Sua existência é mencionada pelo Haisei Ashkenaz, bem como no Zohar.” [3]

Notas:

[1] Gershom Scholem, Kabbalah [op. cit.], p. 184

[2] Ibid. p. 323, Scholem diz que esses demônios “submetem-se à Torah”. Para um estudioso Judeu, a Torah significa Talmud, bem como Tanakh.

[3] Ibid., p. 322

Simulando-se judeu, muçulmano vai pra prisão em Israel, após manter relações sexuais com judia

Para conseguir sexo, não há regras e, ao que parece, tampouco limites. Muitos mentem sobre seu estado civil. Ou seu carro. Outros sobre sua identidade ou lugar de origem. Uns poucos sobre sua religião. A maioria seduz a vítima com promessas de uma vida plena de amor, prazeres, filhos, felicidade celestial e uma casa em frente ao mar.

O cidadão árabe Sabar Kashur, de 30 anos e casado felizmente (?), cumpriu com todos estes requisitos. Passando-se por um judeu solteiro em busca de uma relação estável e significativa, conquistou o coração de uma jovem judia que conheceu em Jerusalém. Atrás de relações sexuais consentidas em um edifício no centro da cidade, Kashur a deixou deitada e nua no lugar do acontecimentos.

Posteriormente, a mulher decidiu ir ao cinema. Seu príncipe azul não era solteiro, mas muito bem casado. Não era judeu, mas muçulmano. Sua verborragia convincente não tinha como objetivo uma relação duradoura e romântica, mas a cama. Então, foi quando a jovem israelense decidiu vingar-se apresentando uma representação na delegacia. Acusou-o de violação e assédio sexual. Palavras maiores.

O que parecia um paraíso se converteu num inferno para Kashur ao escutar a sentença do Tribunal do Distrito de Jerusalém: 18 meses de cárcere por violação e burla. E uma indenização de 10.000 shekels (2000 euros).

"Não se trata de uma violação no sentido clássico, isto é, pela força. Porém, o ato foi conseguido com base numa mentira e uma falsa identidade", escreveram os três juízes. "Se a demandante soubesse que o acusado não era solteiro e judeu, não aceitaria (as relações sexuais)", acrescentam. Segundo o juiz Tzvi Segal, "o Tribunal está obrigado a proteger o interesse público diante de criminosos sofisticados e trapaceiros que podem enganar vítimas inocentes a um preço insuportável, a santidade de seus corpos e suas almas".

Segal justifica a gravidade da sentença afirmando que deve servir como medida exemplar, além de expressar seu apoio à vítima "quando a base da confiança entre seres humanos desaparece, especialmente quando a situação em questão é tão íntima, sensível e desafortunada".

Os advogados do acusado pediram que ele cumpra serviços comunitários em lugar de ir pra cadeia. Deve-se indagar qual "mentira" irritou mais a jovem. Se foi a religião ou o estado civil. O que está claro é que a combinação de ambas foi castigada sem qualquer alívio pelos juízes.

Nem a mulher enganada nem evidentemente o sedutor casado imaginavam que seu fortuito e apaixonado encontro sexual num edifício da cidade santa acabaria desta forma tão incrível.

Sunday, January 29, 2012

Gnosticismo, Cabalismo e Esoterismo

Michael A. Hoffmann

O traço principal compartilhado pelo Gnosticismo e o Cabalismo é uma fonte de presunção e orgulho e uma tradição secreta de um super-homem com um aspecto sexual oculto, aquele de um hermafrodita.

Na Espanha Medieval, em Castela, os mais importantes gnósticos eram rabinos judeus e cabalistas tais como Jacob Kohen, Moses ben Shemtov de Leon e Moses de Burgos. A característica saliente de seu pensamento era o desenvolvimento de uma teoria elaborada de uma emanação demoníaca dos dez Sefirot.

A tradição gnóstica-hermética encontra ressonância nas páginas do texto cabalístico, Sefer ha-Bahir que teve uma influência profunda nos cristãos do Sul da França, resultando em sua suscetibilidade à demonologia cátara/albingense e farisaísmo “perfecti”.

O coração do Judaísmo, como o centro do gnosticismo e hermetismo egípcio é a magia, a manipulação do universo contra a criação de Deus; isto é, contra a natureza.

Gershom Scholem (1897-1982) foi professor de Kabbalah na Universidade Hebraica de Jerusalém. Ele escreveu que há: “...na Kabbalah prática... uma ótima magia negra – isto é, magia... de vários poderes sombrios e demoníacos... Tal magia negra abraçava um reino amplo da demonologia e várias formas de feitiçaria que eram programadas para atrapalhar a ordem natural das coisas e criar conexões proibidas entre coisas que eram para tidas para ser mantidas separadas... no Tikkunei Zohar a manipulação de tais forças é considerada justificável sob certas circunstâncias...” [1]

Esse elemento diabólico é raramente reconhecido, Judith Weill, uma professora de misticismo Judaico na Inglaterra e uma consultora do Museu Judaico de Londres declara: “A Bíblia bastante claramente proíbe a magia, assim como chegamos a ter um tal complexo sistema? A resposta é que a magia é profundamente enraizada na tradição Judaica – mas nós não a chamamos de magia.” [2]

Uma das mais comuns e populares manifestações da prática cabalística é o estabelecimento de maldições e o uso de talismãs e outros amuletos mágicos – tudo isso pelas práticas dos rabinos que são uma abominação ao Deus de Israel.

No Estado de Israel, vários rabinos especializam-se no comércio de amuletos mágicos e talismãs, tanto confeccionando-os como disseminando-os.

Como o Talmud, a Kabbalah substitui, anula e, finalmente, toma o lugar da Bíblia. O Prof. Fine: “...o leitor deve ficar acostumado a respeitar a linguagem bíblica de um forma cabalisticamente simbólica. Os cabalistas ensinavam que a Torah... é um vasto corpo de símbolos... O simples significado da linguagem bíblica se retira como um pano de fundo para um discurso simbólico que assume o controle. O verdadeiro significado das Escrituras se tornam manifestos somente quando é lido com o próprio código (sefirótico).

Assim, a Torah não deve ser lida em um nível simples ou óbvio de significado; deve ser lido com o conhecimento de um cabalista, que possui as chaves hermenêuticas com as quais abre suas verdades secretas.” [3]

O principal processo para a exegese cabalística da Bíblia é conhecido como gematria, um sistema babilônico de criptografia envolvendo o uso de letras para significar números. O primeiro uso registrado de gematria ocorre em uma inscrição de Sargon II (727-707 A.C.).

Gematria é uma forma de numerologia segundo a qual o alfabeto hebraico é um valor numérico determinado. Há uma grande quantidade de várias permutações e sistemas para chegar na correta correspondência da letra/palavra.

Durante a Renascença, o criptojudaísmo formava a peça central do cinturão oculto de transmissão o qual deu surgimento à Franco-maçonaria e à Ordem Rosa-cruz, os fundadores de uma professada “Kabbalah Cristã” e executavam seus ritos de magia no nome de Jesus Cristo.

O grande apelo da Kabbalah para os nascentes Franco-maçons e Rosa-cruzes era a doutrina Judaica, como expresso pelo Rito Escocês do Franco-maçom Albert Pike, em seu Morals and Dogma, da “perfeição” do universo através da intervenção do poder do cérebro humano.

Por esse conceito, a criação de Deus é imperfeita e o “Judeu” e os assistentes dos Judeus, o Franco-maçom (um “Judeu” incompleto com simbolizado pelo esquadro e compasso maçônico, que é uma hexagrama incompleto, isto é, “Estrela de David”) aperfeiçoará essa criação defeituosa.

Notas:

[1] Gershom Scholem, Kabbalah, [op. cit.], pp. 183-184.

[2] Jewish Chronicle, 7 de maio de 1999.

[3] Lawrence, Fine, “Kabbalistic Texts”, Back to the Sources: Reading the Classic Jewish Texts [op. cit.], p. 337

Saturday, January 21, 2012

A ética talmúdica e cabalística



Michael A. Hoffmann

Crianças não-judaicas são sub-humanas

Yebamoth 98a. Todas as crianças gentias são animais

Abodah Zarah 36b. Garotas gentias estão em um estado de niddah (imundície) desde o nascimento.

Ataques do Talmud a cristãos e livros cristãos

Shabbat 116a. Judeus devem destruir os livros dos cristãos, p.e., o Novo Testamento: “Os livros dos minim não poderão ser salvos do fogo, mas devem ser queimados.”

Prof. Shahak relata que os israelenses queimaram centenas de bíblias com o Novo Testamento na Palestina ocupada em 23 de março de 1980.

Ensinamentos doentios e insanos do Talmud

Abodah Zarah 22a-22b. Gentios preferem sexo com vacas.

Yebamoth 63a. Declara que Adão teve intercurso sexual com todos os animais do Jardim do Éden.

Abodah Zarah 17a. Declara que há uma prostituta no mundo que o sábio talmúdico Rabbi Eleazar não tenha com ela mantido relações.

Gittin 69b. Para curar a doença da pleurisia (“catarrh”) um Judeu deveria “pegar o excremento de um cachorro branco e misturar com bálsamo, mas se ele pode possivelmente evitá-lo, ele deveria não comer o seu excremento, na medida em que ele extingue as extremidades.”

Pesahim 111a. É proibido para cachorros, mulheres ou palmeiras passarem entre dois homens, nem podem outros caminharem entre cachorros, mulheres ou palmeiras. Perigos especiais são envolvidos se as mulheres estão menstruando ou sentando em um cruzamento.”

Abodah Zarah 70a. Um rabino diz não haver razão para preocupação que o vinho seja permissível para uso judaico, porque a maioria dos ladrões em Pumbeditha, o lugar onde o vinho foi roubado, são Judeus (também em Rosh Hashanah 25b.)

Dr. Israel Shahak e seu co-autor, Prof. Mezvinsky, qualificam essa injunção desta forma: “o Halacha permite que os Judeus roubem não-Judeus naqueles locais onde Judeus são mais fortes que os não-Judeus. A Halacha proíbe os Judeus de roubarem não-Judeus naqueles locais onde os não-Judeus são mais fortes.” (Jewish Fundamentalism in Israel, op. cit. p. 71)

Ódio aos gentios

Kiddushin 66c. Os melhores dos gentios devem ser mortos. (também em Soferim 15, regra 10, pelo Rabbi Simon ben Yohai)

A injunção acima do Rabbi Simon ben Yohai permeia o Judaísmo. Isarelenses anualmente tomam parte em uma peregrinação nacional ao túmulo do Rabbi Yohai, para honrar o rabino que defendeu o extermínio de não-Judeus.

Essa obsessão com o corpo do Rabbi Simon ben Yohai está no centro da peregrinação, que ocorre na primavera, coincidindo com Lag b’Omer, que comemora a revolta de Bar Kochba contra os romanos, cerca de 132-135 D.C., a partir do qual sobrevêm o aparente cânon da “doutrina do Holocausto judeu de que ‘um terrível massacre de mais de meio milhão de judeus’ se sucedeu”.

No propositado túmulo do Rabbi Yohai, dez milhares de Judeus Khazares e Sefarditas reúnem-se para receber “emanações” de seu corpo.

“Um milhão de árabes não valem a unha de um Judeu.” (Rabbi Yaacov Perrin, NY Times, 28 de fevereiro de 1994, p. 1)

Yebamoth 61a. [Ezequiel 34, 31] Vocês são chamados homens (Adão), mas os idólatras não são chamados homens (Adão).

Em Berakoth 58a, o Talmud usa Ezequiel 23, 20 como prova do status sub-humano dos gentios. Também ensina que quem quer que (mesmo um homem Judeu) que revele esse ensinamento talmúdico a respeito do qual não-Judeus merecerem a morte, desde que revelando-o torne os Gentios irados e cause a repressão do Judaísmo.

A citação talmúdica dessa passagem de Ezequiel como uma “prova textual” causa espécie, haja vista que a passagem não prova que Gentios sejam animais. A passagem de Ezequiel somente diz que alguns egípcios tinham grandes órgãos genitais e copiosas emissões. Isso não prova de nenhuma forma ou mesmo conota que os egípcios fossem referidos na Bíblia como animais. Novamente, o Talmud falsifica a Bíblia por meio de interpretação distorcida.

O professor rabínico Moses Maimonides (“Rambam”) é honrado no Judaísmo como um “sábio” supremo da mais alta estatura.

Moses Maimonides é considerado o maior codificador e filósofo na história Judaica. Ele é freqüentemente carinhosamente referido como o Rambam, depois que as iniciais do seu nome e título, Rabenu Moshe Ben Maimon, “Nosso Rabbi, Moses filho de Maimon.”

De acordo com a introdução do livro Maimonides Principles, p. 5 (editado por Aryeh Kaplan, União da Congregação dos Judeus Ortodoxos da América), Maimonides gastou doze anos extraindo toda decisão e lei do Talmud, e dispondo-as todas em 14 volumes sistemáticos. A obra foi finalmente completada em 1180, e foi chamada Mishnah Torah, ou “Código da Torah”.

Eis o que Maimonides ensinou concernindo salvar as vidas das pessoas, especialmente salvar as vidas dos Gentios e Cristãos, ou mesmo Judeus que ousavam desafiar a “inspiração divina” do Talmud:

“Conseqüentemente, se nós vemos um idólatra (gentio) sendo arrastado ou se afogando no rio, nós não deveríamos ajudá-lo. Se nós vemos que sua vida está em perigo, nós não deveríamos salvá-lo.”

O texto hebraico da edição de 1981 de Feldheim do Mishnah Torah diz a mesma coisa.

Em seus escritos, Maimonides ensinava que Cristãos deveriam ser exterminados. Imediatamente depois da advertência de Maimonides que é um dever para Judeus não salvar um Gentio se afogando ou perecendo, ele nos informa do dever talmúdico dos Judeus rumo aos Cristãos, e também rumo aos Judeus que negam o Talmud. Maimoindes, Mishnah Torah (Capítulo 10), p. 184:

“É um mitzvah [dever religioso], porém, erradicar traidores Judeus, minim e apikorsim e causar-lhes descer até o buraco da destruição, na medida em que eles causam dificuldades aos Judeus e inclinam as pessoas para longe de Deus, como fez Jesus de Nazaré e seus estudantes, e Tzadok, Baithos e seus estudantes. Possa o nome dos maus apodrecer.”

O comentário do editor Judaico acompahando o ensino precedente de Maimonides, declara que Jesus era um exemplo de um min (plural: minim). O comentário também declara que os “estudantes de Tzadok” eram definidos como aqueles Judeus que negam a verdade do Talmud e que sustentam somente a lei escrita (em outras palavras, o Antigo Testamento).

Racismo judaico

A Kabbalah ensina que a presença do Skekhinah divino no mundo é exclusivamente devido à existência do povo Judeu.

As tradições orais dos antigos decretam que o estudo para toda a vida da tradição rabínica não é somente um meio para ficar mais íntimo de Deus, é um meio de se tornar Deus. De acordo com o Talmud, o próprio Deus é um estudante das tradições dos rabinos – “ele estuda o Talmud três vezes ao dia.”

Cabalismo é imbuído com um elemento homicida pela virtude de sua lendária origem com Rabbi Simon ben Yohai, que, de acordo com a crença tradicional, é o autor do Zohar, o principal texto do misticismo Judaico... justamente antes de sua morte na Galiléia, ele revelou a alguns de seus estudantes alguns dos maiores segredos da Kabbalah. Como registrado na seção precedente do Talmud, Simon ben Yohai é o rabino que proclamou que “Mesmo o melhor dos gentios deveria ser morto.”

A Kabbalah e seus devotos exibem pleo menos o mesmo grau de hostilidade fanática rumo aos não-Judeus como faz o Talmud.

“um muito respeitado Cabalista dos anos de 1500 (foi) Issac Luria, cujo Etz Chaim (“árvore da vida”) discute o olam ha-tobu (“reino da confusão” – o mundo sub-humano não-Judaico) e olam ha-tikkun (“reino da restauração” – o paradisíaco império mundial sionista a vir)...” (Grimstad, op. cit. p. 252)

Tishbi continuou a citar adiante a obra de Vital em enfatizar o ensinamento cabalístico de Isaac Luria de que não-Judeus são satânicos: “as almas dos não-Judeus vêm inteiramente da parte feminina da esfera satânica. Por essa razão, as almas dos não-Judeus são chamadas más...” (Yesaiah Tishbi, Torat ha-Rave-ha-Kelippah be-Kabbalat ha-Ari “A teoria do mal e a esfera satânica na Kabbalah”; 1942)

A fraude de uma tradição "Judaico-cristã"



Michael A. Hoffmann

(Do livro "Judaism's Strange Gods")

O culto sobrenatural do “Judaico-cristianismo” é um paradoxo encontrado nos lábios de muitos cristãos, incluindo mesmo os conservadores.

Essa abominável invenção “Judaico-cristianismo” representa um tecido com a clonagem de genes humanos e animais ou quaisquer das outras misturas de alquimia de duas mutuamente contraditórias substâncias, que nós testemunhamos essas poucas últimas décadas no caldeirão moderno.

A próxima aprovação universal exercida por esse termo absurdo expõe em um relance o nível de ignorância histórica abismal que hoje se obtém.

Os Padres da Igreja não conheciam nenhuma tradição “Judaico-cristã”, na medida em que o Judaísmo não existia antes de Cristo.

Antes dele, havia a fé dos israelitas que gradualmente decaiu e foi subvertida pelos ensinamentos corruptos tais como foram transmitidos pelos fariseus e saduceus.

Essa corrupção foi grandemente expandida quando uma parte dos israelitas rejeitou o Messias, Yashua (Jesus), depois que seus líderes finalmente tomaram seus rumos para a Babilônia, quando a tradição oral oculta, corrupta e condenada dos sábios foi executada para a escrita e compilada como o Mishnah, compreendendo a primeira parte do Talmud. Nesta ligação, a religião Judaica nasceu.

É o Talmud, não a Bíblia, o sistema hermenêutico do Judaísmo ortodoxo.

A religião do Judaísmo como foi conhecida desde que foi confeccionada depois da crucifixão de Cristo é o que é chamado de Judaísmo “ortodoxo” hoje.

A Igreja primitiva reconhecia o Cristianismo como tendo sido fundado pelos israelitas e representando a única verdadeira religião da Bíblia. Cristãos são, então, “a geração escolhida, sacerdócio real, nação santa...” (I Pedro 2, 9).

O Judaísmo não era visto como o repositório das verdades espirituais ou conhecimento do Antigo Testamento, mas como um culto pós-Bíblico, babilônico, totalmente em contrariedade com o Cristianismo bíblico.

Verdadeiros israelitas poderiam somente ser os cristãos, não os seguidores do Judaísmo. Os seguidores do Judaísmo são anti-bíblicos; eles tiveram que violar o Antigo Testamento no intuito de rejeitar Jesus.

Basta apenas começar com a atitude histórica cristã rumo ao sexo e ao corpo e contrastá-la com o ensinamento do Judaísmo nessas matérias, para descobrir um vasto e irreconciliável abismo que é, hoje em dia, obstruído e falsificado em um frenético esforço para aplacar o poder Judaico.

Agostinho, no Tractatus adversus Judeos declarou o Judaísmo rabínico como a falsificação do verdadeiro Israel. Agostinho declarou que Judaísmo era “Israel segundo a carne”, Israel carnal.

Para cristãos, a essência do ser humano é a alma, para os Judeus é o corpo. Conseguintemente, a adoração de sua própria raça como tipo de deus.

A virgindade é altamente problemática no Judaísmo onde a poluição é definida como falha em se engajar no ato sexual. “Quem não copula é como se tivesse derramado sangue” (Yebamot 63b. Shullan Arukh”). Os rabinos proíbem a virgindade.

Nesse assunto de sexualidade, em particular, é impossível falar de uma tradição “Judaico-cristã”.

Que Cristo e Seu Evangelho são traídos por aqueles que declaram uma alegada tradição “Judaico-cristã”, é de nenhuma discernível preocupação de ministros, papas e eruditos assim engajados. Eles são Judeus fariseus em tudo, menos no nome, engajados na moderna deturpação apologética padrão do Judaísmo, fora o medo dos Judeus e uma necessidade de insinuar-se ao “deus desse mundo”.

Não há fundamental oposição entre espírito e matéria no Judaísmo. Quando Jesus declarou em João 6 que “a carne não aproveitava nada”, ele estava violando a tradição oral dos Fariseus:

“Antropologia rabínica difere nesse respeito da antropologia cristã. Não há uma fundamental oposição metafísica entre corpo e alma.” [1]

Judaísmo celebra o corpo a um perímetro sórdido que há até mesmo uma oração de defecação que todo Judeu macho é mandado recitar toda vez que ele se alivia: “Bendito seja tu, Senhor... que fez o humano em seus orifícios e buracos.”

Tudo a respeito do Judaísmo é tanto uma distorção quanto uma falsificação do Antigo Testamento porque o Judaísmo é baseado em uma tradição humana que esvazia o Antigo Testamento por meio de uma série de dispensas e escapatórias.

Isso começa com o Mishnah, que representa o compromisso de escrever as lendas ocultas e doutrina daqueles israelitas que preservaram “conhecimento secreto” que apareceu com a adoração do bezerro de ouro, de Moloch e abominações similares.

Com a rejeição de seu Messias, o comprometimento da anteriormente tradição oral para a escrita, esses israelitas abandonaram-se completamente a uma perversão que havia se tornado somente um persistente fluxo subterrâneo poluindo Israel, mas, depois da crucifixão de Cristo, emergiu como a principal ideologia daqueles que se recusaram a aceitar Jesus como seu salvador.

Posteriormente, rabinos talmúdicos qualificaram esse cânone primário de Judaísmo escrito como Mishnah (literalmente “repetição”). O termo significa “tradição oral aprendida pela repetição constante”. A conotação é derivada da denotação hebraica, a raiz sh-n-y, significando “repetir”.

A tradição babilônica judaica no tratado do Talmud Berakot 5A e Shabbat 31A ensina que o Mishnah e o resto do Talmud (Gemara) foram dados por Deus a Moisés no Monte Sinai, junto com os Dez Mandamentos.

O Mishnah foi completado no final do Segundo Século D.C., mais de 100 anos depois da destruição do segundo Templo pelos Romanos em 70 D.C.

A maioria das leis da religião do Judaísmo não tem qualquer justificativa bíblica; elas contradizem e anulam a palavra de Deus.

Onde a suficiência da Escritura é negada, as falácias e imaginações do homem vêm à tona. O Talmud é uma das maiores coleções de tais ilusões e erros humanos; às vezes intrigantes e coloridos, titilando os sentidos com a fantasmagoria do Aggadah, mas mais freqüentemente sórdido, blasfemo e estúpido, a despeito do prestígio intelectual de acordo com seus autores rabínicos.

Por exemplo, enquanto pode ser primorosamente dito que o Judaísmo ortodoxo consiste em viver uma vida para esse mundo através do corpo, os meios pelos quais essa vida é implementada são psicóticos.

Designando a religião do Antigo Testamento como “Judaísmo”, uma inevitável e inexorável conexão é estabelecida entre a religião daqueles que rejeitaram Jesus como Messias e a religião do Antigo Testamento de Seu Pai, Javé.

Relacionar a antiga religião israelita ao termo “Judaísmo” é um grave erro léxico e hermenêutico.

É dar ao credo das inteiras Doze Tribos de Israel e seu Pacto com Elohim o título de uma perversa tradição humana que floresceu entre um segmento da prole do quarto filho do patriarca Jacó (a tribo de Judá).

A palavra “judeu” é uma forma corrompida da palavra Judá. É uma referência a duas das 12 tribos de Israel, Judá e Benjamin, e não aparece mesmo na Bíblia até II Reis 16,6 e novamente, em 25, 25 e II Crônicas 32, 18.

As marcas da “religião judaica” de acordo com Paulo são duplicados: perseguição da Igreja de Deus (I Ts 2, 14-16), e fidelidade às “tradições” dos homens.

Os Fariseus perguntaram a Jesus por qual motivo Seus seguidores desobedeciam o Talmud (à época conhecido como a “tradição dos antigos” e ainda não em forma escrita), recusando-se a engajar-se no ritual de lavar as mãos: “Por que transgridem teus discípulos a tradição dos antigos? Nem mesmo lavam as mãos antes de comer.”

“Mas Jesus lhes disse, “E vós, por que violais os preceitos de Deus, por causa de vossa tradição?” (Mateus 15, 2-3)

Como pode ser dito que o “Judaísmo” é a origem do Cristianismo, se, de acordo com Paulo, é uma religião de tradições humanas e, de acordo com Cristo, as tradições humanas do Judaísmo tornavam a Lei de Javé “sem feito”? (Mateus 15, 9)

Como pode ser dito que o “Judaísmo” é a origem do Cristianismo, se no Antigo Testamento não havia “Judaísmo”? Procura-se em vão pelo termo, ainda que cristãos modernistas hoje usem-no quase exclusivamente para descrever a religião do Antigo Testamento, de Javé e Seu povo.

Depois que alguns Judeus rejeitaram seu Messias, eles formalizaram a tradição dos antigos condenada por Cristo como a plena anulação da Lei de Deus, e essa nova religião é exatamente e propriamente chamada de “Judaísmo”.

“Esse novo sistema, tratado primeiramente como simplesmente provisório por causa da esperança sobrevivente de restaurar a nação Judaica, tinha logo que ser aceito como definitivo... Por isso foi que o Judaísmo rabínico ou Judaísmo talmúdico afirmou completamente sua autoridade... o ‘ensinamento oral’ (Mishna) completado pelo Rabbi Juda I, comprometeu-se a finalmente escrever na forma dos Talmudes de Jerusalém e Babilônica e os expôs por gerações de professores nas escolas da Palestina e Babilônia, guardado indiscutível fora das mentes e consciências dos Judeus.

Em verdade, essa longa aceitação do Talmud pela raça Judaica, diante de seu centro, deslocada do Oriente ao Ocidente, assim enfatizava sua... Lei (Mishnah) sob os corações dos Judeus até o presente dia permaneciam essencialmente talmúdicos, tanto em teoria quanto na prática... Judaísmo ortodoxo... admite distintamente a força obrigatória absoluta da Lei oral...” [2]

O Judaísmo tem como seu deus não Javé, mas o povo Judeu, cuja auto-adoração está no coração do Talmud.

Ele tem como sua lei não o Tanakh (livros do Antigo Testamento), mas o Talmud.

Jesus proclamou que o estágio inicial do Talmud, o Mishnah, que existia em sua forma oral no tempo de Cristo – era a tradição dos antigos que anula a palavra de Deus.

Em Marcos 7, 1-13, tal como em Mateus 15, 1-9, há direta e incontroversa refutação no Evangelho da falsificação inerente da Lei Oral e suas tradições, que os fariseus e seus herdeiros mentirosamente alegavam que era um ensinamento secreto de Moisés.

Essa suposta transmissão da “Torah Oral”, a tradição dos antigos, desde Moisés a Josué, aos profetas, foi desafiada por Jesus Cristo que a designava não Torah, mas os mandamentos dos homens, que anulavam a palavra e doutrina de Deus, tornando o conto da própria transmissão uma fraude.

O clamor espúrio de uma tradição oral dos antigos legada por Deus a Moisés, é anti-Bíblico e foi denunciado pelo próprio Jesus Cristo. No brilho divino de Jesus, sob o qual a esperteza e perspicácia dos fariseus foi sempre voltada contra si, Jesus muito simples e diretamente iluminava o fato que se a tradição dos fariseus tivesse vindo de Moisés, então os fariseus teriam se tornado Cristãos:

“Pois se crêsseis em Moisés, certamente creríeis em mim, porque ele escreveu a meu respeito. Mas, se não acreditais nos seus escritos, como acreditareis nas minhas palavras?” (Jo 5, 46-47)

Cristo simplesmente aniquilou, em um parágrafo, a base para a religião do Judaísmo e seu conceito de uma tradição legada por Moisés, pois se uma tal tradição existisse teria testemunhado de Jesus.

Em vez disso, Ele lhes conta diretamente que eles não acreditam em Moisés. Jesus esmagou o sistema enganador da doutrinação determinada sobre o mito farisaico de uma tradição oral, divinamente inspirada, dos antigos.

O historiador francês Daniel-Rops, em seu estudo embrionário de Cristo e a Igreja primitiva, escreve:

“Desde a definição talmúdica de várias observâncias rituais nós podemos ver quão bem justificadas eram os sarcasmos de Jesus; por exemplo, era proibido comer no dia do Sabbath um ovo do qual a maior parte havia sido deixada por uma galinha, antes que uma segunda estrela estivesse visível no céu. No dia sagrado era tanto um crime quebrar uma pulga como matar um camelo, embora o Rabbi Abba Saul concedesse que se pudesse gentilmente espremer a pulga e o Rabbi Zamuel mais tolerantemente permitisse extirpar seus pés...

Nós podemos ver também, nesses textos rabínicos, seu imensurável desprezo pelas pessoas comuns, os camponeses, os am-ha-arez, que não gozavam do privilégio de conhecer a Lei. E nós podemos entender como o Evangelho se disseminava entre esses intocáveis, rendiam tal produto imediato e poderoso.” [3]

A condenação farisaica da classe camponesa israelita pode ser encontra em João 7, 48-49: “Há, acaso, alguém dentre as autoridades ou fariseus que acreditou nele? Este poviléu que não conhece a lei é amaldiçoado!...

“Camponeses israelitas eram “reconhecidos... como grosseiros afundados em impureza ritual”, e o líder fariseu Hillel via-os como sub-humanos: “um caipira sem consciência.” [4]

Fazer qualquer conexão entre uma religião que contradiz diretamente a própria solene, admonitória condenação das tradições humanas, e a religião do Deus de Israel, não é somente irracional e não-escritural, mas uma abominação.

Os Karaítas são uma pequena seita Judaica que tenta entender e seguir o Antigo Testamento sem o Talmud ou Jesus.

Apesar disso, os Karaítas são detestados e severamente perseguidos pelos aderentes do Judaísmo. Por quê?

Porque o Judaísmo é Talmudismo, não Antigo Testamento, e aqueles que honram os ensinamentos do Antigo Testamento fora do prisma do Talmud são seus inimigos hereditários.

Uma falsificação não pode ser dita ser herdeiro de um artigo genuíno. O Judaísmo, seja qualificado como antigo ou não, é totalmente estranho à única religião bíblica na terra hoje, o Cristianismo.

A religião do Deus de Israel é o Cristianismo. Não há qualquer origem na religião do Judaísmo que é a religião do Talmud.

O Judaísmo não é simplesmente uma perversão, até algum grau ou outro, da revelação original de Deus à nação hebraica. É a plena religião da anulação do Antigo Testamento; uma diabólica falsificação. Agora, que sociedade há entre as trevas e a luz? Nenhuma.

Essa é a falha fatal no moderno Cristianismo. Eles prestam alguma reverência, seja pequena ou grande, ao atroz engano de que há origem bíblica ao Judaísmo.

Os israelitas que apostataram para seguir a nova religião do Judaísmo e seus deuses estranhos – Talmud, Kabbalah e auto-adoração – não têm qualquer alegação sobre nós do que qualquer outro idólatra.

A predominância da idéia defeituosa que o Judaísmo seja a origem do Cristianismo é responsável por muito da paralisia e impotência da Igreja hoje.

O Prof. Israel Shahak da Universidade Hebraica de Jerusalém, e Prof. Norton Mezvinsky da Universidade do Estado de Connecticut escrevem:

“A Bíblia de qualquer modo não é o livro que primariamente determina as práticas e as doutrinas dos Judeus ortodoxos. Os mais fundamentalistas Judeus ortodoxos são grandemente ignorantes das maiores partes da Bíblia e sabem algumas partes somente através de comentários que distorcem seu significado... O Judaísmo, como veio a ser conhecido, não existia durante o período bíblico.” [5]

Para o protestantismo moderno, anunciar que Abraão é o pai do Judaísmo e do Cristianismo é proclamá-lo pai dos fariseus, e sua tradição dos antigos, contradizendo o pleno coração do que Jesus proclamou aos fariseus no livro de João, capítulo 8.

De acordo com o Dicionário de Inglês de Oxford, o Cristianismo existiu por 1494 anos antes que esse termo “Judaísmo” fosse mesmo cunhado em inglês, ainda que Cristãos modernistas designam por esse nome a antiga religião israelita de Javé.

Realmente, o mau uso das palavras nessa era da mídia digital tem repercussões bem além do domínio acadêmico. Precisão é de crucial importância e a falha em selecionar a palavra ou termo exato para uma coisa pode enganar nações inteiras por gerações. A substituição do Judaísmo pelos israelitas é talvez um dos mais espetaculares exemplos desse processo maligno em ação.

Os nomes israelitas e Javé são representações diretas e historicamente precisas do povo, de suas crenças e divindade do credo do Antigo Testamento.

Na realidade, esses termos descritivos exatos eram em geral usados por escritores, estudiosos e teólogos Cristãos por séculos antes do surgimento do período moderno e a pressão comensurável sobre a Igreja para prestar respeito à falsificação de Israel – Israel carnal, para usar o termo Agostiniano – uma religião de cada vez maior rituais mortos e superstição oculta do primeiro século D.C. adiante.

Não o Livro do Gênesis, não o Pentateuco, mas o Mishnah é o “primeiro documento” do Judaísmo, colocando-se no “centro do sistema”. Como pode ser dito que o Judaísmo representa o ensinamento de Moisés, quando a Bíblia não é o centro do sistema? Foi o que Moisés ensinou?

Do Talmud, Shabbat 15c e Baba Metzia 33A, provêm três proposições do reverenciado Rabbi Shimon ben Yohai, um dos mais honrados de todos os “sábios” Judeus cujo suposto local do enterro no Estado de Israel é cenário de uma gigantesca peregrinação anual. Yohai escreveu:

A. “Aquele que se ocupa com as Escrituras não ganha mérito algum.”
B. “Aquele que se ocupa com Mishnah ganha mérito através do qual o povo recebe uma recompensa.”
C. “Aquele que se ocupa com o Talmud – não há fonte de mérito maior.”

O Judaísmo é a religião da tradição dos antigos e a anulação do Antigo Testamento, exatamente como Jesus Cristo declarou, ainda que suas corajosas palavras de verdade sejam tão politicamente incorretas em nossa corrente era Judaica, que, “por medo dos Judeus”, toda mudança de opinião deva ser voltada para aqueles que alegam ser Seus seguidores hoje, no intuito de apagar as próprias palavras de Cristo de advertência, e conformar-se, ao contrário, ao dogma de ferro que os aderentes do Judaísmo são o “Povo do Livro”.

Realmente, eles são, mas esse livro não é o Antigo Testamento, mas o Talmud Babilônico.

O deus do Judaísmo é o próprio povo judeu como personificado em seus rabinos. O Judaísmo é a adoração do sangue Judaico na pessoa do rabino. A própria “raça” Judaica é feita deus pelos seus meios.

Uma manifestação de sua superstição é encontrada na própria auto-adoração do Judaísmo. No Judaísmo, o rabino é a Torah encarnada. Ele realiza seu status divino através da memorização e vã repetição do Talmud e das interpretações talmúdicas do Tanakh (Antigo Testamento), de uma maneira similar às religiões orientais importadas atadas aos encantamentos mantricos.

O mantra do Talmud é acreditado dar ao rabino poder sobrenatural e sua superioridade e divindade intrínseca é tornada manifesta pelos seus meios. Ele próprio agora se torna um objeto de adoração, como o pergaminho da Torah, porque tendo atingido sua plena manifestação como a Torah encarnada, ele próprio se torna a principal fonte da salvação Judaica.

Católicos tradicionais vêem nos pronunciamentos e ações simbólicas dos papas, desde João XXIII e, particularmente, no pontificado de João Paulo II, uma radical ruptura de aproximadamente 2000 anos de ensinamento e prática Cristãos.

Em março de 2000, João Paulo II virou-casaca de forma escancarada, rendendo tributo em Jerusalém aos herdeiros religiosos dos fariseus, que ordenaram a execução de Jesus. O papa desculpou-se com eles pelas “mostras de anti-semitismo dirigidas contra os Judeus por Cristãos em qualquer tempo e qualquer lugar”.

O Cristianismo foi, por uma larga extensão, capturado pela religião do Judaísmo e se tornou um fóssil mais propriamente distinguido como “Judaico-cristianismo”. É interessante comparar a situação em nossas igrejas com uma passagem do Talmud:

“Houve um certo gentio que veio diante do Rabbi Shamai. O gentio lhe disse: “Quantas Torahs você têm?

O rabino respondeu: ‘Duas, uma escrita e uma memorizada’.

O gentio lhe disse então: ‘Relativamente à escrita, eu acredito em você. Quanto à memorizada, eu não acredito. Converta-me sob a condição que você me ensinará somente a Torah que está em escrita.’

O rabino repreendeu o gentio e o expulsou.”

O gentio na citação precedente do Talmud confiava somente na Bíblia e foi expulso pelo rabino porque ele recusou o ensinamento que era baseado nas tradições orais dos antigos.

Notas:

[1] Alon Goshen-Gottstein, The Body as Image of God in Rabbinic Literature, [Berkeley, Calif:1991]

[2] The Catholic Encyclopedia (New York: Robert Appleton Co., 1912), vol. 8, p. 402.

[3] Daniel Rops, Jesus and His Temps, traduzido do Francês por Ruby Millar [Garden City, NY: Image Books, 1958], pp. 67-68

[4] Ibid., p. 157

[5] Israel Shahak e Norton Mezvinsky, Jewish Fundamentalism in Israel [op. cit.], p. 2
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...