Rabi H. Geffen, grau 32, F.P.S.
A NOVA ERA – FEVEREIRO DE 1950
(A Revista Nova Era é o Órgão Oficial do Rito Escocês da Franco-Maçonaria)
Kabbalah é um conhecimento da Sabedoria Divina. Essa verdade é a pedra fundamental sob a qual a porção regeneradora e salvadora de toda verdadeira religião é baseada. A Kabbalah transmite para nós tal conhecimento conforme os adeptos daqueles tempos prefiram executar a escrever.
Nossas alegorias espirituais maçônicas são baseadas na Kabbalah, que é conhecida por nós modernos como a doutrina Kabbalística.
Monoteísmo é a única verdadeira religião. Estudantes maçônicos afirmam que a Bíblia seja um livro oculto no interior do qual o sistema Kabbalístico está encorpado em alegorias e símbolos. As leis escrita e oral são dependentes e completam-se uma na outra.
A Kabbalah se originou com os Essênios, e também com os iniciados Talmudistas, que dispuseram escolas Kabbalísticas que seguiram Akiba e Simon Ben Jochai, que consolidaram-na no interior de um sistema científico nos livros de Jetzirah e Zohar.
Os dois clássicos principais da Kabbalah, Jetzirah e Zohar, atribuidos respectivamente a Akiba e Simon Ben Jochai, revelam as bases da religião oculta dos Hebreus. O mais antigo e abrangente é o Sefer Jetzirah, provavelmente escrito pelo Rabi Akiba. O Zohar nos ensina que a verdadeira Torah, ou Lei de Moisés, não reside em interpretação literal do Pentateuco, mas alegórica.
Philo Judeas, em seu tratado "Sobre as Alegorias das Leis Sagradas", elucidou de uma forma bastante cautelosa alguns desses assuntos: a Criação, o Jardim do Éden, o Dilúvio, o Cultivo da Terra pelo Homem, a Confusão das Línguas, a Migração de Abraão, Suas Duas Esposas, e muito mais de tais assuntos tendo uma verdade mística como seu fundamento.
Moisés provavelmente recebeu e reviveu o Monoteísmo de Abraão. Mas, a Kabbalah Divina é a interpretação espiritual de símbolos e emblemas materiais. É essa chamada tradição, a Lei esotérica de Moisés que é a Torah, a partir da qual está registrada no Talmud: "Moisés recebeu a Lei Oral no Sinai e entregou-a a Josué e Josué aos Anciãos, e os Anciãos aos Profetas, e os Profetas aos Homens da Grande Sinagoga." Deve, portanto, ser bem entendido que a Torah desta forma mencionada pelo Talmud não é a escrita, mas a Lei Oral, ou Kabbalah, transmitida pela tradição de geração em geração, até ser reunida por Simon Ben Jochai e preservada no volume do Zohar. O Talmud é a Lei Oral e é, em si mesmo, em alguns lugares de um caráter Kabbalístico como um veículo simbólico da Kabbalah Divina.
Havia duas tradições na Kabbalah Oculta: uma tradição exotérica perpetuada e uma tradição esotérica no interior da qual a Kabbalah foi transmitida. A tradição exotérica é permeada com Kabbalismo. Deve-se ser um maçom estudioso para discernir a direção esotérica dos costumes exotéricos não tendo qualquer objeto divino.
Não é meu propósito aqui escrever a história de Moisés. É bem conhecido que ele obteve os mistérios ocultos do Egito, mas ele anulou as crenças supersticiosas dos Egípcios e construiu um verdadeiro credo Monoteísta de Sabedoria Divina. Então, ele insistiu na adoração sendo dirigida exclusivamente a Jeová, o Único Deus Universal Onipotente; ele também insistiu na perfeita pureza do pensamento, palavra e ação. Como um verdadeiro Profeta ele deve supor que seus sacrifícios consistem não do derramamento de sangue inocente, mas sua intenção era prevenir o povo de sacrifícios humanos.
Estudando diligentemente a Filosofia Oculta Maçônica, nós devemos tomar assim em consideração que a Bíblia é um Livro Kabbalístico, alegoricamente escrito e simbolicamente ilustrado. Os sistemas da Kabbalah e Maçonaria Esotérica são idênticos, e por essa razão os maçons chamam seus templos o Templo de Salomão. Todas as cerimônias maçônicas têm uma base Kabbalística. Sua virtude não é suspeita. Há disposições de conduta morais, higiênicas e espirituais oferecidas. O mais alto pensamento que a Kabbalah e a Maçonaria já expressou foi a Universalidade. Embora a história da Bíblia seja alegórica e simbólica e tenha muitas fábulas, é indubitavelmente fundada sob a verdade.
Moisés e os Profetas, os Essênios, e os Tanaim eram ocultistas e, conseqüentemente, a maioria senão todos seus escritos são manifestamente ou ocultamente investigados na Kabbalah; e nós podemos dizer com certeza que eles foram os precursores da Maçonaria. Essa suposição deve naturalmente ocorrer às mentes de somente pensar diretamente nos Maçons, que estão penetrados pelas virtudes sublimes de nossa ordem e são corretamente designados possuir o nome de estudantes Ocultos Maçônicos.
Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Tuesday, July 10, 2007
A Noção Herética da 'Superioridade Judaica'
por Rabi Moshe Ben-Chaim
Terça-Feira, 22 de Maio de 2007
Maimonides (Rambam), uma dos maiores mentes mundiais, foi mais educado no pensamento de codificação da Torah do que qualquer rabi vivo hoje. Não é sem surpresa que Rabi Yosef Caro baseou muito do Shulchan Aruch nas posições de Rambam.
Maimonides louvou Aristóteles conforme atingisse o cume da perfeição intelectual. Ele não ofereceu seu louvor em relação a um Judeu. Assim nós desejamos saber: Alguns Judeus são injustos se consideram os gentios “humanos de segunda classe”? Maimonides foi correto em seu louvor a um gentio?
Tão freqüentemente nós escutamos o termo “alma Judaica” usado como uma expressão de arrogância Judaica desprovida de base. Outros, aceitam a crença que Deus literalmente soprou um “pedaço” de Si Mesmo no interior do homem, derivado de tais versículos como “e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida” (Gen. 2, 7) e “…Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou…” (ibid, 1:27).
Certamente Maimonides, Ramban, Rashi, Unkelos e virtualmente todos os outros principais rabis consideravam tais antropomorfismos falsos e heréticos, e assim nós devemos, portanto, entender inteiramente o porquê desses gênios reinterpretarem aqueles versículos – e por isso devemos adotar essas verdades para nós mesmos.
Maimonides ensina que, posto que Deus não é física, Ele não possui qualidades físicas (13 Princípios; Princípio III; Yesodei HaTorah 1:7). Todos os rabis concordam – Deus não tem “partes”; assim, metáforas como o “tzelem Elokim” (“figura de Deus”) plantado no homem deve ser entendido como simplesmente indicando o mais alto status que humanos gozam sobre todas as criações.
Deus anexou Seu nome à expressão “tzelem Elokim” para enfatizar o grande potencial de nossas almas. Porque somente com nossas almas podemos aprender sobre Deus. Mas de nenhum modo Deus pode ter partes, e, portanto, a tentativa do homem de abandonar a responsabilidade por sentir Deus “dentro” de si é falácia. (Essa visão panteística levou os Judeus a acreditarem que Deus existia mesmo no interior do pecado, assim como outros absurdos.)
Ironicamente, os Judeus reclamando almas Judaicas “superiores” se auto-contradizem, posto que eles derivam sua visão dos versículos citados acima – que endereçam ao “gentio” Adam Harishon.
A eleição de Deus da convertida Ruth como a precursora de nosso futuro Messias e dos Reis David e Salomão claramente nos ensina que Deus encontra não nenhum favorito entre o Judeu. Em verdade, Deus criou o homem somente uma vez, e todos os homens são diretos descendentes daquele primeiro casal gentio. Deus nunca recriou o homem ou a alma, dando ao Judeu algum tipo de novo e aperfeiçoado modelo.
Nós todos compartilhamos do mesmo exato desenho e potencial. Foi somente devido aos pecados de idolatria da humanidade do estilo de vida monoteístico de Abraão que Deus elegeu Abraão e seus filhos a receberem e guardarem a Torah…para toda humanidade. O plano de Deus era, e permanece que “Todos os filhos de carne chamam Seu nome.” (reza Alenu) Além disso, posto que Deus planejou dar Sua Torah aos descendentes dos Gentios, isso significa que os gentios são totalmente capazes de praticar o Judaísmo e obter a perfeição Torânica. O Judeu nascido não tem vantagem.
Não é o recebimento da Torah que torna os homens perfeitos, mas nossa aderência aos seus mandamentos – e isso se aplica tanto ao Judeu quanto ao gentio. A perfeição humana não é um direito inato Judaico, mas uma realização humana, disponível a todas as criaturas de Deus.
Se um gentio é sábio, ele amará a Torah conforme faz um Judeu com discernimento, e ele aceitará mais do que suas meras sete leis de Noé. Ele verá que os mandamentos de Deus tornam um homem perfeito, e ele desejará participará nesse terreno. Os conversos Gentios por toda a história mostraram-se como os membros mais sábios de suas culturas – e nossas – com muitos se tornando grandes líderes Judeus.
Aqueles sete mandamentos são não um limite para o gentio ou, como alguns dizem, “seu” sistema. As leis de Noé são os limites essenciais que designam um ser humano a reter seu direito à vida. As leis de Noé são um ponto de partida preferível a uma destinação exaltada. Posto que o gentio é diferente do Judeu, ele também beneficia-se da igualdade aderindo aos mandamentos da Torah, conforme ensina a Torah: “Uma mesma lei e uma mesma ordenança haverá para vós e para o estrangeiro que peregrinar convosco.” (Num. 15 ,16, Ex. 12, 49) Isso prova que todos os humanos compartilham o desenho e potencial idênticos.
A visão que conversos sempre tinham alguma “centelha” Judaica é igualmente arrogante e sem base. Todo o Talmud significa means by “futuros Judeus e futuros conversos são também parte do pacto” (Shavuos 39a) é que qualquer pessoa que vê a verdade da Torah é “como se” ele ou ela testemunhasse a Revelação, que prova a Torah além de toda dúvida. Da mesma forma que aqueles testemunhando o Sinai perderam toda dúvida da existência de Deus e da natureza Divina do Judaísmo, aqueles que hoje percebem essa verdade são “como se” eles também colocassem o pé no Sinai. Igualmente verdade: um Judeu hoje que abandona a Torah é “como se” ele não esteve no Sinai.
Abraão não era mais Judeu do que os habitantes pecaminosos de Sodoma que foram aniquilados por Deus. Mas a diferença de Abraão estava em seu uso de seu tzelem Elokim, libertando-se através unicamente da razão de uma juventude idólatra e descobrindo e ensinando o monoteísmo a seus companheiros. Ele via todos os homens como iguais expressões da vontade divina. Todos os homens são criados iguais.
Abraão foi um profeta, e mais perfeito do que qualquer um vivo hoje, os Judeus – mesmo os rabis – incluídos. Ele não nasceu Judeu, todavia Deus o amou. O Talmud (Sanhedrin 59a declara: “Um gentio que estuda a Torah é parecido a um Alto Sacerdote.” E o profeta Isaías 2, 2 ensina que em tempos messiânicos os gentios literalmente correrão para Jerusalém para aprender a Torah.
Mas os gentios não podem simplesmente acordar um dia e desejarem a Torah – e portanto Moshiach não pode chegar – se os Judeus esconderem a Torah dos gentios proclamando aceitação de outras religiões. Não, isso ilude os gentios em acreditar que nós vemos suas religiões em paridade com a Torah.
A Torah ensina, “De uma falsa matéria distancie-se” (Êxodo 23, 7). Então, nós devemos ser honestos e claros: o Judaísmo vê todas as outras religiões como impostoras, posto que nenhuma outra religião foi dada por Deus.
Isso explica por quê outras exigem fé, não prova como faz o Judaísmo. Nosso dogma central é que apenas o Judaísmo é divino, provado por testemunhas em massa no Sinai – a mesma maneira em que toda história é provada. Revelação a massa é ausente em todas as outras religiões, e isto é por quê nós não aceitamos afirmações sem base.
Se nós reconhecemos qualquer outra religião, nós violamos as palavras de Deus: “Não acrescente a ela [Torah] e não subtraia dela” (Deuteronômio 13, 1). Todas as outras religiões desafiam essa diretiva fundamental de Deus em sua adição ou subtração da lei da Torah.
Novamente, Deus disse, “Uma Torah…para vós e o converso.” Isso significa que nenhuma outra lei é aceitável, para qualquer pessoal.
Uma outra popular citação adulterada usada para apoiar a superioridade Judaica deriva de uma rude má leitura de Jó 31, 1-2: “Fiz pacto com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem? Pois que porção teria eu de Deus lá de cima, e que herança do Todo-Poderoso lá do alto?” Jó de foma justa se defende, reclamando que nunca observou uma mulher por qualquer outra razão que examinar suas qualidades para determinar se ela era uma noiva adequada para seus filhos. Porque observando mais além, será out of lust, e ele perderia sua porção da recompensa divina.
Mas muitos citam de forma adulterada esse versículo, isolando as palavras “porção de Deus de cima” (“chelek Elokim mima’al”) para significar que Deus colocou uma “parte de Si” no interior do homem: verdadeiramente uma inescusável corrupção da Torah. Isso é também uma clara negação de nossos maiores rabis, que expressam que tais crenças apropriam-se de nosso olam haba, nossa vida futura.
E isso tudo em nome do sentimento que como Judeus, nós somos os melhores? Desde quando ignorância e negação da Torah e rabis elevam a alma de alguém sobre o gentio?
Foi a humildade de Ruth que atraiu Boaz. Em verdade, a arrogância Judaica é o exato traço oposto de que Ruth, a conversa, expressou e que conseguiu para si o papel escolhido como ancestral de nossos grandes reis David e Salomão, e do Messias.
Pense a respeito que – nossas preces diárias (Salmos), nossos maiores reis, e nosso iminente Messias são todos devidos à gentia Ruth. Deus não favorece uma pessoa simplesmente porque seus parentes são Judeus, porque isso não é mérito para um pecador. E Deus não nutre desdém pelo gentio, como nós vemos na escolha de Deus de Ruth, e no louvor de Maimonides de Aristóteles.
Deus não criou o gentio e o Judeu; Ele simplesmente criou o “homem e a mulher”. O “Judeu” não foi uma nova criação, mas simplesmente uma nova designação, fixada para o mesmo desenho original. Cada ser humano possui igual potencial para atingir a perfeição e o amor de Deus.
Podemos abandonar falsas idéias de superioridade Judaica e gratificação de ego, e trocá-las pela verdade humilde que Deus criou todo homem com uma alma por uma razão – e que Ele ama todas Suas criações igualmente.
“Uma Torah…para vós e o converso.”
Rabi Moshe Ben-Chaim é fundador do Mesora.org
Terça-Feira, 22 de Maio de 2007
Maimonides (Rambam), uma dos maiores mentes mundiais, foi mais educado no pensamento de codificação da Torah do que qualquer rabi vivo hoje. Não é sem surpresa que Rabi Yosef Caro baseou muito do Shulchan Aruch nas posições de Rambam.
Maimonides louvou Aristóteles conforme atingisse o cume da perfeição intelectual. Ele não ofereceu seu louvor em relação a um Judeu. Assim nós desejamos saber: Alguns Judeus são injustos se consideram os gentios “humanos de segunda classe”? Maimonides foi correto em seu louvor a um gentio?
Tão freqüentemente nós escutamos o termo “alma Judaica” usado como uma expressão de arrogância Judaica desprovida de base. Outros, aceitam a crença que Deus literalmente soprou um “pedaço” de Si Mesmo no interior do homem, derivado de tais versículos como “e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida” (Gen. 2, 7) e “…Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou…” (ibid, 1:27).
Certamente Maimonides, Ramban, Rashi, Unkelos e virtualmente todos os outros principais rabis consideravam tais antropomorfismos falsos e heréticos, e assim nós devemos, portanto, entender inteiramente o porquê desses gênios reinterpretarem aqueles versículos – e por isso devemos adotar essas verdades para nós mesmos.
Maimonides ensina que, posto que Deus não é física, Ele não possui qualidades físicas (13 Princípios; Princípio III; Yesodei HaTorah 1:7). Todos os rabis concordam – Deus não tem “partes”; assim, metáforas como o “tzelem Elokim” (“figura de Deus”) plantado no homem deve ser entendido como simplesmente indicando o mais alto status que humanos gozam sobre todas as criações.
Deus anexou Seu nome à expressão “tzelem Elokim” para enfatizar o grande potencial de nossas almas. Porque somente com nossas almas podemos aprender sobre Deus. Mas de nenhum modo Deus pode ter partes, e, portanto, a tentativa do homem de abandonar a responsabilidade por sentir Deus “dentro” de si é falácia. (Essa visão panteística levou os Judeus a acreditarem que Deus existia mesmo no interior do pecado, assim como outros absurdos.)
Ironicamente, os Judeus reclamando almas Judaicas “superiores” se auto-contradizem, posto que eles derivam sua visão dos versículos citados acima – que endereçam ao “gentio” Adam Harishon.
A eleição de Deus da convertida Ruth como a precursora de nosso futuro Messias e dos Reis David e Salomão claramente nos ensina que Deus encontra não nenhum favorito entre o Judeu. Em verdade, Deus criou o homem somente uma vez, e todos os homens são diretos descendentes daquele primeiro casal gentio. Deus nunca recriou o homem ou a alma, dando ao Judeu algum tipo de novo e aperfeiçoado modelo.
Nós todos compartilhamos do mesmo exato desenho e potencial. Foi somente devido aos pecados de idolatria da humanidade do estilo de vida monoteístico de Abraão que Deus elegeu Abraão e seus filhos a receberem e guardarem a Torah…para toda humanidade. O plano de Deus era, e permanece que “Todos os filhos de carne chamam Seu nome.” (reza Alenu) Além disso, posto que Deus planejou dar Sua Torah aos descendentes dos Gentios, isso significa que os gentios são totalmente capazes de praticar o Judaísmo e obter a perfeição Torânica. O Judeu nascido não tem vantagem.
Não é o recebimento da Torah que torna os homens perfeitos, mas nossa aderência aos seus mandamentos – e isso se aplica tanto ao Judeu quanto ao gentio. A perfeição humana não é um direito inato Judaico, mas uma realização humana, disponível a todas as criaturas de Deus.
Se um gentio é sábio, ele amará a Torah conforme faz um Judeu com discernimento, e ele aceitará mais do que suas meras sete leis de Noé. Ele verá que os mandamentos de Deus tornam um homem perfeito, e ele desejará participará nesse terreno. Os conversos Gentios por toda a história mostraram-se como os membros mais sábios de suas culturas – e nossas – com muitos se tornando grandes líderes Judeus.
Aqueles sete mandamentos são não um limite para o gentio ou, como alguns dizem, “seu” sistema. As leis de Noé são os limites essenciais que designam um ser humano a reter seu direito à vida. As leis de Noé são um ponto de partida preferível a uma destinação exaltada. Posto que o gentio é diferente do Judeu, ele também beneficia-se da igualdade aderindo aos mandamentos da Torah, conforme ensina a Torah: “Uma mesma lei e uma mesma ordenança haverá para vós e para o estrangeiro que peregrinar convosco.” (Num. 15 ,16, Ex. 12, 49) Isso prova que todos os humanos compartilham o desenho e potencial idênticos.
A visão que conversos sempre tinham alguma “centelha” Judaica é igualmente arrogante e sem base. Todo o Talmud significa means by “futuros Judeus e futuros conversos são também parte do pacto” (Shavuos 39a) é que qualquer pessoa que vê a verdade da Torah é “como se” ele ou ela testemunhasse a Revelação, que prova a Torah além de toda dúvida. Da mesma forma que aqueles testemunhando o Sinai perderam toda dúvida da existência de Deus e da natureza Divina do Judaísmo, aqueles que hoje percebem essa verdade são “como se” eles também colocassem o pé no Sinai. Igualmente verdade: um Judeu hoje que abandona a Torah é “como se” ele não esteve no Sinai.
Abraão não era mais Judeu do que os habitantes pecaminosos de Sodoma que foram aniquilados por Deus. Mas a diferença de Abraão estava em seu uso de seu tzelem Elokim, libertando-se através unicamente da razão de uma juventude idólatra e descobrindo e ensinando o monoteísmo a seus companheiros. Ele via todos os homens como iguais expressões da vontade divina. Todos os homens são criados iguais.
Abraão foi um profeta, e mais perfeito do que qualquer um vivo hoje, os Judeus – mesmo os rabis – incluídos. Ele não nasceu Judeu, todavia Deus o amou. O Talmud (Sanhedrin 59a declara: “Um gentio que estuda a Torah é parecido a um Alto Sacerdote.” E o profeta Isaías 2, 2 ensina que em tempos messiânicos os gentios literalmente correrão para Jerusalém para aprender a Torah.
Mas os gentios não podem simplesmente acordar um dia e desejarem a Torah – e portanto Moshiach não pode chegar – se os Judeus esconderem a Torah dos gentios proclamando aceitação de outras religiões. Não, isso ilude os gentios em acreditar que nós vemos suas religiões em paridade com a Torah.
A Torah ensina, “De uma falsa matéria distancie-se” (Êxodo 23, 7). Então, nós devemos ser honestos e claros: o Judaísmo vê todas as outras religiões como impostoras, posto que nenhuma outra religião foi dada por Deus.
Isso explica por quê outras exigem fé, não prova como faz o Judaísmo. Nosso dogma central é que apenas o Judaísmo é divino, provado por testemunhas em massa no Sinai – a mesma maneira em que toda história é provada. Revelação a massa é ausente em todas as outras religiões, e isto é por quê nós não aceitamos afirmações sem base.
Se nós reconhecemos qualquer outra religião, nós violamos as palavras de Deus: “Não acrescente a ela [Torah] e não subtraia dela” (Deuteronômio 13, 1). Todas as outras religiões desafiam essa diretiva fundamental de Deus em sua adição ou subtração da lei da Torah.
Novamente, Deus disse, “Uma Torah…para vós e o converso.” Isso significa que nenhuma outra lei é aceitável, para qualquer pessoal.
Uma outra popular citação adulterada usada para apoiar a superioridade Judaica deriva de uma rude má leitura de Jó 31, 1-2: “Fiz pacto com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem? Pois que porção teria eu de Deus lá de cima, e que herança do Todo-Poderoso lá do alto?” Jó de foma justa se defende, reclamando que nunca observou uma mulher por qualquer outra razão que examinar suas qualidades para determinar se ela era uma noiva adequada para seus filhos. Porque observando mais além, será out of lust, e ele perderia sua porção da recompensa divina.
Mas muitos citam de forma adulterada esse versículo, isolando as palavras “porção de Deus de cima” (“chelek Elokim mima’al”) para significar que Deus colocou uma “parte de Si” no interior do homem: verdadeiramente uma inescusável corrupção da Torah. Isso é também uma clara negação de nossos maiores rabis, que expressam que tais crenças apropriam-se de nosso olam haba, nossa vida futura.
E isso tudo em nome do sentimento que como Judeus, nós somos os melhores? Desde quando ignorância e negação da Torah e rabis elevam a alma de alguém sobre o gentio?
Foi a humildade de Ruth que atraiu Boaz. Em verdade, a arrogância Judaica é o exato traço oposto de que Ruth, a conversa, expressou e que conseguiu para si o papel escolhido como ancestral de nossos grandes reis David e Salomão, e do Messias.
Pense a respeito que – nossas preces diárias (Salmos), nossos maiores reis, e nosso iminente Messias são todos devidos à gentia Ruth. Deus não favorece uma pessoa simplesmente porque seus parentes são Judeus, porque isso não é mérito para um pecador. E Deus não nutre desdém pelo gentio, como nós vemos na escolha de Deus de Ruth, e no louvor de Maimonides de Aristóteles.
Deus não criou o gentio e o Judeu; Ele simplesmente criou o “homem e a mulher”. O “Judeu” não foi uma nova criação, mas simplesmente uma nova designação, fixada para o mesmo desenho original. Cada ser humano possui igual potencial para atingir a perfeição e o amor de Deus.
Podemos abandonar falsas idéias de superioridade Judaica e gratificação de ego, e trocá-las pela verdade humilde que Deus criou todo homem com uma alma por uma razão – e que Ele ama todas Suas criações igualmente.
“Uma Torah…para vós e o converso.”
Rabi Moshe Ben-Chaim é fundador do Mesora.org
Judeus nascem espertos?
29 de Nov de 2005 21:58 Updated Dec. 1, 2005 10:39
Por JEREMY MAISSEL
Judeus Ashkenazi são geneticamente intelectualmente superiores a qualquer outro. Essa é a conclusão de um recente estudo "científico" intitulado História Natural da Inteligência Ashkenazi que despertou vários artigos em publicações populares tais como New York Magazine, The New York Times e the Economist. Nesse estudo, Gregory Cochran, Jason Hardy e Henry Harpending do departamento de antropologia da Universidade de Utah sugerem uma explicação genética para responder por esses feitos intelectuais extraordinários.
Eles baseiam sua hipótese em quatro observações. Primeiro, que Judeus Ashkenazi têm a mais alta média de QI de qualquer grupamento étnico. Segundo, Ashkenazim têm um muito baixo fluxo de gene interior (baixo casamento misto).
Terceiro, restrições históricas em profissões permitidas aos Judeus, tais como empréstimo de dinheiro, negócios bancários e coleta de impostos, em que maior inteligência favorecia fortemente o sucesso econômico, por sua vez levaram a acrescido sucesso reprodutivo. Baixos casamentos mistos agiram como um processo seletivo geneticamente favorável a essas habilidades.
Quarto, mutações genéticas responsáveis por doenças comumente encontradas em Judeus Ashkenazi, tais como a enfermidade de Tay-Sachs, são responsáveis por inteligência aperfeiçoada.
Minha reação inicial a uma teoria como essa é suspeição associada a uma saudável dose de ceticismo.
Indubitavelmente, Ashkenazim têm produzido uma contribuição desproporcional à vida cultural e intelectual do Ocidente – pense em Freud, Einstein, Mahler, ou Woody Allen e Jerry Seinfeld, para citar alguns. Mas afirmar que os genes Ashkenazi são diferentes convida a questionar a motivação por detrás da pesquisa.
DEVERIA A 'RAÇA' ser dignificada como um assunto de estudo científico? Recusar investigar um assunto, de qualquer forma censurável, seria por si acientífico. Em acréscimo, a atenção da comunidade científica por si empresta-lhe credibilidade. Esse estudo está para ser publicado no Jornal de Ciência Biosocial em 2006 pela Imprensa da Universidade de Cambridge.
O documento traçou crítica considerável tanto para seus objetivos quanto métodos, a partir de geneticistas, historiadores, cientistas sociais e outros acadêmicos, como "ciência pobre" – condenando seu estilo polêmico e a falta de rigor usual e imparcialidade de textos científicos.
Mas o que nós fazemos com as conclusões da tese? Talvez arquivá-las com as conspirações Judaicas tais como Os Protocolos dos Sábios de Sião? Invocar que nós somos uma raça geneticamente diferenciada do resto da humanidade poderia fornecer excelente material para os anti-Semitas. Poderia dividir uma prateleira com outras obras "científicas" sobre raça e inteligência tais como Arthur Jensen ou “A Curva do Sino” por Charles Murray e Richard Herrnstein – que questionaram ações afirmativas nos EUA, alegando que os afro-americanos são geneticamente inferiores em habilidades intelectuais.
É o estudo de Harpending e Cochran any less odioso pelo fato de retratar os Judeus em um brilho positivo?
O JUDAÍSMO nunca defendeu a superioridade racial Judaica. De fato, o Talmud (Sanhedrin 38a) explica que Adão, o primeiro homem bíblico, foi criado isoladamente como o ancestral comum de toda humanidade, de forma que famílias futuras não contenderiam sobre afirmações de superioridade em suas respectivas ancestralidades.
Se a pureza racial fosse importante, o povo Judeu não teria aceito conversos, ou talvez reconsideraria o status de sua prole. Nós temos ainda a história bíblica de Ruth, uma convertida que não é somente aceita entre o povo Judeu, mas cujos descendentes incluem o Rei David e, no final das contas, o Messias.
Pelos séculos, relutância em aceitar conversos foi baseada em preocupações a respeito de transmissão silenciosa de tradições de família, observâncias religiosas, história e cultura, e não o enfraquecimento de sangue, diluir DNA, ou contaminação do pool genético Judaico.
Ser "o povo escolhido" tampouco torna os Judeus superiores. A idéia de escolha aparece primeiro no livro do Êxodo (19, 5-6), onde o contingente em cumprir e manter o pacto divino, o povo Judeu é escolhido para se tornar "um reino de sacerdotes e uma nação santa".
Nas palavras de Henri Atlan: "Eleição não implica em superioridade ou santidade inerente, posto que a correta leitura da Bíblia em verdade implica seleção condicional. A eleição é aquela de deveres, não de direitos ou atributos."
SE JUDEUS não são racialmente superiores, então, como responder pelas inegavelmente desproporcionais realizações dos Judeus (computando 0.2% da população mundial) em ganhar prêmios Nobel, por exemplo?
Há uma explicação de "profecia auto-executável". Os prêmios Nobel são adjudicados de acordo com uma configuração de valores originados culturalmente – exaltando as virtudes da civilização Ocidental e recompensando seus paradigmas, nós deveríamos levar em consideração que o Judaísmo fez uma significante contribuição àquela civilização.
Os Judeus sempre foram letrados, e historicamente as restrições profissionais sobre Judeus Ashkenazi os encorajaram a promover talentos "em prova do exílio". Eles davam valor e encorajavam o aprendizado, trabalho duro e realizações. Esses foram os legados culturais, não qualidades inatas.
Se a raça é a fonte daquelas realizações, onde o trabalho duro ou esforço pessoal entram na equação? Se eu sou um Judeu Ashkenazi, é meu destino conquistar?
E o que nós fazemos com isso no interior do mundo Judeu? Nós realmente não precisamos de outra fonte de divisão junto à fenda Ashkenazi/Sefaradi.
Minha própria visão como educador é que todos têm o mesmo potencial intelectual, inobstante a linhagem. Psicólogos sustentam que o indivíduo médio usa somente 5-7% desse potencial. Diferentes níveis de performance entre as pessoas são contabilizados para a soma de seu potencial que eles têm conseguido explorar.
Se há qualquer fator comum responde pela performance de alguns excepcionais Judeus Ashkenazi pode ser seu legado cultural que têm lhes possibilitado fazer mais de si mesmos. Suas realizações não são predestinadas por um acidente de nascimento.
O escritor, um membro do Kibbutz Alumim, é educador sênior no Melitz Centers para Educação Judaico-Sionista.
A Judaização dos Cristãos pelos Judeus
1957 ALERTA DE ‘JUDAIZAÇÃO’ DOS CRISTÃOS
Editado Pelo Fr. Leonard Feeney M.I.C.M. — Centro São Benedito, Julho de 1957
Táticas dos Principais Inimigos da Igreja
A recente morte do Cardeal Segura da Espanha, Arcebispo de Sevilha, ofereceu a nossa imprensa judaico-maçônica uma oportunidade de maneira que sempre ataque subitamente, com prazer. Sua falecida Eminência forneceu um oportuno “exemplo” para que legião de editores cuja favorita aversão nacional é a Espanha, e cuja noção de tudo que é negro, atrasado, e mal permanece resumido nas palavras, Catolicismo Espanhol — ou (em ligeira queda de gênero para espécies) Inquisição Espanhola.
Rapidamente, com esse ataque secular, explicações e apologias para a Espanha e a Inquisição preenchem as colunas de perguntas e respostas de nossa imprensa católica, e os capítulos espanhóis de nossos textos de história católica. E, como se por alguma pré-disposição assustadora, nem a ofensa nem a defesa nessa guerra contínua confere uma discussão franca daquele problema urgente que tornou a Inquisição necessária em primeiro lugar.
De fato, não é segredo que a Inquisição Espanhola foi de alguma forma relacionada aos Judeus. No mínimo, os Judeus tentam ocultar o fato. Qualquer discussão Judaica sobre a Inquisição colocará invariável e ousadamente as cartas históricas na mesa. Com sua incompreensível ânsia de jactar-se de algo que qualquer Judeu já fez, os porta-vozes Judeus atuais darão razões detalhadas pelas quais a Inquisição e os Judeus são inseparáveis. Tais razões são a chave para séculos de história em um ou outro lado da Inquisição Espanhola. E elas são melhor resumidas naquela eloqüente palavra, Judaização.
Geralmente definida, Judaização é um termo para qualquer atividade cujo objetivo é abrandar a atitude da Cristandade rumo aos Judeus, ou que resulta na subversão das doutrinas cristãs em favor das judaicas. A Inquisição foi a resposta da Espanha à Judaização. E foi a mais efetiva resposta que já foi dada aos Judeus.
A particular, embora não peculiar, tática dos Judaizadores espanhóis foi a infiltração. Durante os séculos catorze e quinze, centenas de milhares de Judeus entraram nos postos da Igreja na Espanha. Eles eram reconhecidos como um problema quase imediatamente. Mas na época em que o remédio da Inquisição foi introduzido, esses “cristãos-novos” foram firmemente estabelecidos em todos os mais altos níveis da sociedade Espanhola, incluindo, em números pronunciados, o clero. Ilustrativo do tipo de situação clerical que trouxe à atenção dos Inquisidores foi o caso de Andres Gomalz, um padre Judeu que, no julgamento de 1486, confessou que por catorze anos como um infiltrador a missa de sua paróquia não teve intenção alguma de consagrar, e que durante o mesmo período, ele, secretamente, nunca havia dado absolvição aos penitentes que iam até ele para a Confissão.
Não é de se espantar que a palavra aplicada àqueles Cristãos Judeus era “Marranos”, um coloquialismo vivaz derivado da palavra Espanhola para suíno.
Em seu artigo sobre os Marranos, a Encyclopedia Judaica Universal reconhece sua desagradável etimologia e continua, muito audaciosamente, “A Inquisição, que foi novamente organizada em 1481, foi tencionada a suprimir os remanescentes da velha fé (Judaísmo) entre os Marranos. Porém, os procedimentos da Inquisição mostraram claramente, pela primeira vez, a forte ligação dos Marranos ao Judaísmo, quão profundamente a religião Judaica e as tradições estavam enraizadas em seus corações”.
O vigoroso tratamento da Espanha do problema da Judaização manteve os maus efeitos da influência Judaica no mínimo. A Igreja, em outras nações, sob outras pressões Judaizantes, teve menos sorte. Os próprios Apóstolos sofreram muito pelos truques dos Judaizantes. São Paulo batalhou contra eles constantemente, dizendo finalmente, em sua Epístola aos Gálatas, que qualquer um que apóie agora a Velha Lei contra a Nova está sob uma maldição diretamente imposta por Deus. Apesar desse aviso, porém, grandes números de hereges da Igreja primitiva (Theódoto, Néoto, Paulo de Samosata, Sabélio, Ário etc.) “brotaram dos Judeus”, como coloca o Bispo Challoner.
O sétimo Concílio Ecumênico da Igreja, organizado em Nicéia em 787, foi forçado para decretar severa legislação contra os Judeus “que se tornavam Cristãos apenas na aparência”. E foi significantemente suficiente esse mesmo Concílio que condenou a dispersão do erro no Oriente, tão idêntico ao ensinamento Judaico, que a fé não deveria venerar imagens de Nosso Senhor, Nossa Senhora e os Santos.
No Ocidente, o episódio dos Marranos Espanhóis foi precedido por perturbações heréticas dos Albigenses no Sul da França. Aqui novamente, os Judeus gabam-se de ser os fomentadores da discórdia religiosa, e tomaram todos os sermões de um São Domingos e todo o poder papal de um Inocêncio III para restaurar a ordem.
O maior triunfo dos Judeus, porém, na arte de dividir a Cristandade injetando novas e Judaicas idéias no meio da Igreja, veio com as múltiplas revoltas dos “reformistas” Protestantes. Cada um deles é uma criatura detectável dos Judaizadores, e comentaristas Judaicos de Graetz até Louis Israel Newman foram mais felizes em reconhecê-los como tais. Em sua Influência Judaica sobre Movimentos de Reforma Cristã, Newman sumariza: “Protestantismo firmou sua maior posição onde os Judeus Marranos eram ativos ... Eles ajudaram a decompor a autoridade da Vulgata e por meio disso preparam a Europa para a Reforma.”
A referência à versão da “Vulgata” de São Jerônimo, a versão Católica, da Bíblia não é por acaso. A Reforma inteira foi chacoalhada com a controvérsia da “batalha dos livros”, em que os estudiosos hebreus treinados no Judaísmo foram constantemente pressionando pela autoridade dos textos Hebraicos, e para o estudo universal daqueles numerosos livros Judeus que a Igreja foi censurando e queimando por todo lugar — o mais importante dos quais o blasfemo Talmud.
* * * * *
Para indicar o escopo de influência Judaizante na revolta Protestante, nós precisamos somente mencionar os nomes de tais líderes entre os revolucionários, como Michael Servetus, promotor do movimento Unitário, que empregou suas idéias anti-Trinitárias dos professores Marranos de sua nativa Espanha; John Hus, cujos seguidores foram chamados “os amigos dos Judeus” por São João Capistrano, e cuja sentença de condenação pela Igreja o estigmatizou como, “Tu amaldiçoou Judas, que, desligando-se dos conselhos de paz, consultou-se com os Judeus”; João Calvino, de quem o rigidamente Protestante Dr. Robert Willis se agrega com outros reformadores “Judaicos” e declara que eles “entremearam a religião de Cristo com uma tal quantidade de Judaísmo que seu Cristianismo foi em muitos respeitos uma recaída nas amarras da Lei”; Martinho Lutero, embora posteriormente amargurado com os Judeus que não respeitariam sua autoridade religiosa, começou seu movimento dizendo: “Os Judeus pertencem a Cristo mais do que nós. Eu imploro, portanto, meus caros Papistas, se vocês ficarem cansados de abusar de mim como um herético, que vocês comecem a me insultar como um Judeu.”
* * * * *
Inquestionavelmente, os Judeus fizeram uma longa aposta em promover a revolta contra a Igreja. Se a Europa Católica fosse capaz de repelir os assaltos da Reforma em sua Fé, teria então, inescapavelmente, voltado sua atenção à raça que instruiu, financiou e encorajou os heréticos.
Mas a aposta dos Judeus foi recompensada. Lutero e os heréticos prevaleceram.
A Cristandade foi dividida. E, conforme os Judeus haviam previsto, uma Europa politicamente exausta e doutrinariamente dividida proveu-lhes o clima mais satisfatório para viver e trabalhar que eles haviam conhecido em 1500 anos.
Aquelas nações que permaneceram fiéis tentaram ficar limpas da influência Judaica. Em 1555, Roma ordenou sua população Judaica a estabelecer-se no interior do gueto. Em 1582, a Hungria expulsou todos os Judeus do país; assim como a Áustria em 1670, e França em 1682. Os estados protestantes, embora insignificantes, eram numerosos, e eles ficaram comprometidos em permitir os Judeus conspirarem conforme os contentasse.
Usando aqueles estados como bases, os Judeus pressionaram firmemente para derrubar todos os governos Católicos.
Repentinamente, na metade do século dezoito, veio o dilúvio.
Esquecendo a lição da Reforma, as nações Católicas pensaram em preservar sua segurança simplesmente por manter um olho na importuna raça. Agora, bem tarde, eles perceberam que os Judeus novamente alistaram os agentes Gentios para efetuar sua vontade: desta vez uma liga de ateístas de bastidores chamando-se de Franco-maçons. E esse grupo foi bem mais conscientemente (e brutalmente) dedicado a servir à causa Judaica do que foram os hereges da Reforma. Operando através do segredo e agentes estabelecidos em altos postos em todo país, os Franco-maçons encenaram uma série de revoluções oportunas, começando com o bárbaro desmembramento da França em 1789, e culminando com a derrubada dos Estados Papais, os próprios domínios do papa, em 1870. Em lugar dos tradicionais regimes de imposição da fé e limitadores de Judeus, os Maçons instalaram então uma rede de repúblicas constitucionais, modeladas para suas próprias especificações esclarecidas. Esses governos eram garantidos para dirigir a função dupla de (1) impedir eternamente a Igreja de ter a principal palavra na sociedade, e (2) permitir aos Judeus dirigirem o país.
A emancipação Judaica se tornou completa e a Judaização entrou numa nova era.
Hoje não é mais necessário aos Judeus fingir ser membro da Igreja a fim de conquistar respeitabilidade e autoridade. Em nosso mundo produzido pelos Maçons, eles sustentaram esse status como Judeus. Eles estão assim aptos a trabalhar pela destruição da Igreja do lado de fora dela — um arranjo muito mais eficiente do que trabalhar em seu interior, onde o medo da descoberta constantemente dissuadia suas ambições. Conseqüentemente, para cada Padre Oesterreicher atormentando o ensino católico em Nova Jersey, para cada Padre Klyber mordiscando em Nebraska, há milhares de firmemente não convertidos Judeus subvertendo a Igreja do lado de fora — e com incrível sucesso.
Pois Judaizar é prosseguir em um passo mais rápido do que alguma vez na história.
Objetivos que um bispo Marrano na Espanha Medieval teria considerado fantásticos estão agora sendo ordenadamente executados pelos diretores assistentes de seu Centro da Comunidade Judaica local.
Os itens a seguir — de uma espécie que pode ser copiosamente catado de qualquer jornal — indicam como Judaizadores Americanos têm sido capazes de produzir pandemônio na doutrina e tradição Católica.
— Em uma de nossas maiores cidades da costa leste, os Judeus da B’nai B’rith anunciaram que eles haviam escolhido a cidade do Arcebispo Católico como seu “homem do ano”, e tinham uma placa que eles gostariam de dar a ele. O Arcebispo aceitou com gratidão, então, com a placa na mão, retribuiu seus benfeitores Judeus dispersando elogios não somente a eles, mas a seu Talmud Judaico (através disso, presumidamente, reparando a injúria feita pelos homens do passado Católico, como São Luís da França, que ordenou que o Talmud fosse queimado, e o Papa Gregório IX, que condenou-o como “contendo todo tipo de vilania e blasfêmia”).
— Na mesma arquidiocese, um bispo auxiliar recentemente encorajou as mulheres de sua paróquia a alargar seu escopo fazendo uma visita em uma sinagoga local.
— Na área dos Grandes Lagos, uma escola Católica de verão que esperava pelas freiras professoras foi posta sob a direção de uma representante Judaica da Liga Anti-Difamação.
— No Meio Oeste, uma das maiores universidades Católicas Americanas convidou o Embaixador de Israel aos EUA para pronunciar um grande discurso a seu corpo estudantil, informando-os das razões pelas quais os Judeus (não os Católicos) deveriam possuir a Terra Santa.
— Em Nova Inglaterra, um zeloso membro do Comitê Judaico Americano foi permitido ouvir classes escolares paroquias, apenas para certificar-se que os estudantes não estão sendo ensinados qualquer coisa detrimental a sua raça.
— Em uma coluna popular semanal, publicada em jornais diocesanos por todo o país, o autor, um padre Paulino, fez essa declaração de dependência: “Nós dependemos da religião Judaica tanto quanto nós dependemos de Jesus Cristo.”
* * * * *
O principal ganho que os Judaizadores têm assim em grande parte conseguido, porém, e o único responsável no fim das contas por tais aberrações acima, foram os Católicos convencidos a aceitarem o culto Judaico da “Irmandade”. Essa inovação infiel sustenta que todos os homens, por alguma linhagem indefinida, são irmãos. Demais a mais, em uma estranha interpretação da vida em família, os Judeus insistem que todo irmão (p. e., um Católico) é obrigado a louvar, honrar e glorificar quais sejam as opiniões ou credos de qualquer outro irmão (p. e., um Judeu) poderiam suceder a sustentar.
Pra ver como efetivamente a Igreja nesse país tem sido amordaçada submetendo-a a essa tagarelice, nós precisamos olhar não mais além do que o recente e notório “Caso Hildy.”
O porta-voz Católico tornou comum que eles queiram que a criança, Hildy McCoy, fosse tomada dos Judeus Ellises e retornasse à custódia de sua mãe Católica. (A mãe originalmente concordou a deixar os Ellises a adotar Hildy, pensando que eles fossem Católicos; descobrindo que ela foi enganada, ela foi tentando, por seis anos, com o apoio das cortes de Massachusetts, obter a criança de volta.) Os Judeus da América, por outro lado, queiram que Hildy ficasse com os Ellises, e tornou seus planos em conformidade.
Os Judeus sabiam bem que aceitando os termos da Irmandade Judaica, eclesiásticos Católicos estariam efetivamente se retirando da briga.
O mais forte argumento que eles podiam oferecer para o retorno de Hildy era algo asfixiante, totalmente inválido de exortações para os Judeus a “respeito da lei”. Esses homens da Igreja eram obrigados a repetir e reiterar que “não há assuntos religiosos envolvidos.” E então, quando o governador da Flórida, visando os pesados votos Judeus em Miami, decidiu que Ellises não iria ser extraditado para enfrentar um tribunal em Massachusetts, os judeus jubilantes exibiram sua vitória sobre a Igreja em manchetes em manchetes.
* * * * *
Em frente a novos e ainda mais graves “casos Hildy” que se ligam a seguir, O Ponto continuará lembrar os Católicos Americanos da posição história e indisputável contra a ameaça Judaizante.
Ainda mais que para nossa própria obra, nós pedimos as preces de nosso leitores para aquele bispo Americano, onde quer que ele esteja, que irá ser o primeiro a falar contra a ameaça Judaica; que na ignomínia de algum futuro episódio “Hildy”, decidirá que a hora finalmente chegou para virar a maré Judaizante. Isso tem acontecido sempre em outros lugares. E irá acontecer aqui.
Editado Pelo Fr. Leonard Feeney M.I.C.M. — Centro São Benedito, Julho de 1957
Táticas dos Principais Inimigos da Igreja
A recente morte do Cardeal Segura da Espanha, Arcebispo de Sevilha, ofereceu a nossa imprensa judaico-maçônica uma oportunidade de maneira que sempre ataque subitamente, com prazer. Sua falecida Eminência forneceu um oportuno “exemplo” para que legião de editores cuja favorita aversão nacional é a Espanha, e cuja noção de tudo que é negro, atrasado, e mal permanece resumido nas palavras, Catolicismo Espanhol — ou (em ligeira queda de gênero para espécies) Inquisição Espanhola.
Rapidamente, com esse ataque secular, explicações e apologias para a Espanha e a Inquisição preenchem as colunas de perguntas e respostas de nossa imprensa católica, e os capítulos espanhóis de nossos textos de história católica. E, como se por alguma pré-disposição assustadora, nem a ofensa nem a defesa nessa guerra contínua confere uma discussão franca daquele problema urgente que tornou a Inquisição necessária em primeiro lugar.
De fato, não é segredo que a Inquisição Espanhola foi de alguma forma relacionada aos Judeus. No mínimo, os Judeus tentam ocultar o fato. Qualquer discussão Judaica sobre a Inquisição colocará invariável e ousadamente as cartas históricas na mesa. Com sua incompreensível ânsia de jactar-se de algo que qualquer Judeu já fez, os porta-vozes Judeus atuais darão razões detalhadas pelas quais a Inquisição e os Judeus são inseparáveis. Tais razões são a chave para séculos de história em um ou outro lado da Inquisição Espanhola. E elas são melhor resumidas naquela eloqüente palavra, Judaização.
Geralmente definida, Judaização é um termo para qualquer atividade cujo objetivo é abrandar a atitude da Cristandade rumo aos Judeus, ou que resulta na subversão das doutrinas cristãs em favor das judaicas. A Inquisição foi a resposta da Espanha à Judaização. E foi a mais efetiva resposta que já foi dada aos Judeus.
A particular, embora não peculiar, tática dos Judaizadores espanhóis foi a infiltração. Durante os séculos catorze e quinze, centenas de milhares de Judeus entraram nos postos da Igreja na Espanha. Eles eram reconhecidos como um problema quase imediatamente. Mas na época em que o remédio da Inquisição foi introduzido, esses “cristãos-novos” foram firmemente estabelecidos em todos os mais altos níveis da sociedade Espanhola, incluindo, em números pronunciados, o clero. Ilustrativo do tipo de situação clerical que trouxe à atenção dos Inquisidores foi o caso de Andres Gomalz, um padre Judeu que, no julgamento de 1486, confessou que por catorze anos como um infiltrador a missa de sua paróquia não teve intenção alguma de consagrar, e que durante o mesmo período, ele, secretamente, nunca havia dado absolvição aos penitentes que iam até ele para a Confissão.
Não é de se espantar que a palavra aplicada àqueles Cristãos Judeus era “Marranos”, um coloquialismo vivaz derivado da palavra Espanhola para suíno.
Em seu artigo sobre os Marranos, a Encyclopedia Judaica Universal reconhece sua desagradável etimologia e continua, muito audaciosamente, “A Inquisição, que foi novamente organizada em 1481, foi tencionada a suprimir os remanescentes da velha fé (Judaísmo) entre os Marranos. Porém, os procedimentos da Inquisição mostraram claramente, pela primeira vez, a forte ligação dos Marranos ao Judaísmo, quão profundamente a religião Judaica e as tradições estavam enraizadas em seus corações”.
O vigoroso tratamento da Espanha do problema da Judaização manteve os maus efeitos da influência Judaica no mínimo. A Igreja, em outras nações, sob outras pressões Judaizantes, teve menos sorte. Os próprios Apóstolos sofreram muito pelos truques dos Judaizantes. São Paulo batalhou contra eles constantemente, dizendo finalmente, em sua Epístola aos Gálatas, que qualquer um que apóie agora a Velha Lei contra a Nova está sob uma maldição diretamente imposta por Deus. Apesar desse aviso, porém, grandes números de hereges da Igreja primitiva (Theódoto, Néoto, Paulo de Samosata, Sabélio, Ário etc.) “brotaram dos Judeus”, como coloca o Bispo Challoner.
O sétimo Concílio Ecumênico da Igreja, organizado em Nicéia em 787, foi forçado para decretar severa legislação contra os Judeus “que se tornavam Cristãos apenas na aparência”. E foi significantemente suficiente esse mesmo Concílio que condenou a dispersão do erro no Oriente, tão idêntico ao ensinamento Judaico, que a fé não deveria venerar imagens de Nosso Senhor, Nossa Senhora e os Santos.
No Ocidente, o episódio dos Marranos Espanhóis foi precedido por perturbações heréticas dos Albigenses no Sul da França. Aqui novamente, os Judeus gabam-se de ser os fomentadores da discórdia religiosa, e tomaram todos os sermões de um São Domingos e todo o poder papal de um Inocêncio III para restaurar a ordem.
O maior triunfo dos Judeus, porém, na arte de dividir a Cristandade injetando novas e Judaicas idéias no meio da Igreja, veio com as múltiplas revoltas dos “reformistas” Protestantes. Cada um deles é uma criatura detectável dos Judaizadores, e comentaristas Judaicos de Graetz até Louis Israel Newman foram mais felizes em reconhecê-los como tais. Em sua Influência Judaica sobre Movimentos de Reforma Cristã, Newman sumariza: “Protestantismo firmou sua maior posição onde os Judeus Marranos eram ativos ... Eles ajudaram a decompor a autoridade da Vulgata e por meio disso preparam a Europa para a Reforma.”
A referência à versão da “Vulgata” de São Jerônimo, a versão Católica, da Bíblia não é por acaso. A Reforma inteira foi chacoalhada com a controvérsia da “batalha dos livros”, em que os estudiosos hebreus treinados no Judaísmo foram constantemente pressionando pela autoridade dos textos Hebraicos, e para o estudo universal daqueles numerosos livros Judeus que a Igreja foi censurando e queimando por todo lugar — o mais importante dos quais o blasfemo Talmud.
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Para indicar o escopo de influência Judaizante na revolta Protestante, nós precisamos somente mencionar os nomes de tais líderes entre os revolucionários, como Michael Servetus, promotor do movimento Unitário, que empregou suas idéias anti-Trinitárias dos professores Marranos de sua nativa Espanha; John Hus, cujos seguidores foram chamados “os amigos dos Judeus” por São João Capistrano, e cuja sentença de condenação pela Igreja o estigmatizou como, “Tu amaldiçoou Judas, que, desligando-se dos conselhos de paz, consultou-se com os Judeus”; João Calvino, de quem o rigidamente Protestante Dr. Robert Willis se agrega com outros reformadores “Judaicos” e declara que eles “entremearam a religião de Cristo com uma tal quantidade de Judaísmo que seu Cristianismo foi em muitos respeitos uma recaída nas amarras da Lei”; Martinho Lutero, embora posteriormente amargurado com os Judeus que não respeitariam sua autoridade religiosa, começou seu movimento dizendo: “Os Judeus pertencem a Cristo mais do que nós. Eu imploro, portanto, meus caros Papistas, se vocês ficarem cansados de abusar de mim como um herético, que vocês comecem a me insultar como um Judeu.”
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Inquestionavelmente, os Judeus fizeram uma longa aposta em promover a revolta contra a Igreja. Se a Europa Católica fosse capaz de repelir os assaltos da Reforma em sua Fé, teria então, inescapavelmente, voltado sua atenção à raça que instruiu, financiou e encorajou os heréticos.
Mas a aposta dos Judeus foi recompensada. Lutero e os heréticos prevaleceram.
A Cristandade foi dividida. E, conforme os Judeus haviam previsto, uma Europa politicamente exausta e doutrinariamente dividida proveu-lhes o clima mais satisfatório para viver e trabalhar que eles haviam conhecido em 1500 anos.
Aquelas nações que permaneceram fiéis tentaram ficar limpas da influência Judaica. Em 1555, Roma ordenou sua população Judaica a estabelecer-se no interior do gueto. Em 1582, a Hungria expulsou todos os Judeus do país; assim como a Áustria em 1670, e França em 1682. Os estados protestantes, embora insignificantes, eram numerosos, e eles ficaram comprometidos em permitir os Judeus conspirarem conforme os contentasse.
Usando aqueles estados como bases, os Judeus pressionaram firmemente para derrubar todos os governos Católicos.
Repentinamente, na metade do século dezoito, veio o dilúvio.
Esquecendo a lição da Reforma, as nações Católicas pensaram em preservar sua segurança simplesmente por manter um olho na importuna raça. Agora, bem tarde, eles perceberam que os Judeus novamente alistaram os agentes Gentios para efetuar sua vontade: desta vez uma liga de ateístas de bastidores chamando-se de Franco-maçons. E esse grupo foi bem mais conscientemente (e brutalmente) dedicado a servir à causa Judaica do que foram os hereges da Reforma. Operando através do segredo e agentes estabelecidos em altos postos em todo país, os Franco-maçons encenaram uma série de revoluções oportunas, começando com o bárbaro desmembramento da França em 1789, e culminando com a derrubada dos Estados Papais, os próprios domínios do papa, em 1870. Em lugar dos tradicionais regimes de imposição da fé e limitadores de Judeus, os Maçons instalaram então uma rede de repúblicas constitucionais, modeladas para suas próprias especificações esclarecidas. Esses governos eram garantidos para dirigir a função dupla de (1) impedir eternamente a Igreja de ter a principal palavra na sociedade, e (2) permitir aos Judeus dirigirem o país.
A emancipação Judaica se tornou completa e a Judaização entrou numa nova era.
Hoje não é mais necessário aos Judeus fingir ser membro da Igreja a fim de conquistar respeitabilidade e autoridade. Em nosso mundo produzido pelos Maçons, eles sustentaram esse status como Judeus. Eles estão assim aptos a trabalhar pela destruição da Igreja do lado de fora dela — um arranjo muito mais eficiente do que trabalhar em seu interior, onde o medo da descoberta constantemente dissuadia suas ambições. Conseqüentemente, para cada Padre Oesterreicher atormentando o ensino católico em Nova Jersey, para cada Padre Klyber mordiscando em Nebraska, há milhares de firmemente não convertidos Judeus subvertendo a Igreja do lado de fora — e com incrível sucesso.
Pois Judaizar é prosseguir em um passo mais rápido do que alguma vez na história.
Objetivos que um bispo Marrano na Espanha Medieval teria considerado fantásticos estão agora sendo ordenadamente executados pelos diretores assistentes de seu Centro da Comunidade Judaica local.
Os itens a seguir — de uma espécie que pode ser copiosamente catado de qualquer jornal — indicam como Judaizadores Americanos têm sido capazes de produzir pandemônio na doutrina e tradição Católica.
— Em uma de nossas maiores cidades da costa leste, os Judeus da B’nai B’rith anunciaram que eles haviam escolhido a cidade do Arcebispo Católico como seu “homem do ano”, e tinham uma placa que eles gostariam de dar a ele. O Arcebispo aceitou com gratidão, então, com a placa na mão, retribuiu seus benfeitores Judeus dispersando elogios não somente a eles, mas a seu Talmud Judaico (através disso, presumidamente, reparando a injúria feita pelos homens do passado Católico, como São Luís da França, que ordenou que o Talmud fosse queimado, e o Papa Gregório IX, que condenou-o como “contendo todo tipo de vilania e blasfêmia”).
— Na mesma arquidiocese, um bispo auxiliar recentemente encorajou as mulheres de sua paróquia a alargar seu escopo fazendo uma visita em uma sinagoga local.
— Na área dos Grandes Lagos, uma escola Católica de verão que esperava pelas freiras professoras foi posta sob a direção de uma representante Judaica da Liga Anti-Difamação.
— No Meio Oeste, uma das maiores universidades Católicas Americanas convidou o Embaixador de Israel aos EUA para pronunciar um grande discurso a seu corpo estudantil, informando-os das razões pelas quais os Judeus (não os Católicos) deveriam possuir a Terra Santa.
— Em Nova Inglaterra, um zeloso membro do Comitê Judaico Americano foi permitido ouvir classes escolares paroquias, apenas para certificar-se que os estudantes não estão sendo ensinados qualquer coisa detrimental a sua raça.
— Em uma coluna popular semanal, publicada em jornais diocesanos por todo o país, o autor, um padre Paulino, fez essa declaração de dependência: “Nós dependemos da religião Judaica tanto quanto nós dependemos de Jesus Cristo.”
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O principal ganho que os Judaizadores têm assim em grande parte conseguido, porém, e o único responsável no fim das contas por tais aberrações acima, foram os Católicos convencidos a aceitarem o culto Judaico da “Irmandade”. Essa inovação infiel sustenta que todos os homens, por alguma linhagem indefinida, são irmãos. Demais a mais, em uma estranha interpretação da vida em família, os Judeus insistem que todo irmão (p. e., um Católico) é obrigado a louvar, honrar e glorificar quais sejam as opiniões ou credos de qualquer outro irmão (p. e., um Judeu) poderiam suceder a sustentar.
Pra ver como efetivamente a Igreja nesse país tem sido amordaçada submetendo-a a essa tagarelice, nós precisamos olhar não mais além do que o recente e notório “Caso Hildy.”
O porta-voz Católico tornou comum que eles queiram que a criança, Hildy McCoy, fosse tomada dos Judeus Ellises e retornasse à custódia de sua mãe Católica. (A mãe originalmente concordou a deixar os Ellises a adotar Hildy, pensando que eles fossem Católicos; descobrindo que ela foi enganada, ela foi tentando, por seis anos, com o apoio das cortes de Massachusetts, obter a criança de volta.) Os Judeus da América, por outro lado, queiram que Hildy ficasse com os Ellises, e tornou seus planos em conformidade.
Os Judeus sabiam bem que aceitando os termos da Irmandade Judaica, eclesiásticos Católicos estariam efetivamente se retirando da briga.
O mais forte argumento que eles podiam oferecer para o retorno de Hildy era algo asfixiante, totalmente inválido de exortações para os Judeus a “respeito da lei”. Esses homens da Igreja eram obrigados a repetir e reiterar que “não há assuntos religiosos envolvidos.” E então, quando o governador da Flórida, visando os pesados votos Judeus em Miami, decidiu que Ellises não iria ser extraditado para enfrentar um tribunal em Massachusetts, os judeus jubilantes exibiram sua vitória sobre a Igreja em manchetes em manchetes.
* * * * *
Em frente a novos e ainda mais graves “casos Hildy” que se ligam a seguir, O Ponto continuará lembrar os Católicos Americanos da posição história e indisputável contra a ameaça Judaizante.
Ainda mais que para nossa própria obra, nós pedimos as preces de nosso leitores para aquele bispo Americano, onde quer que ele esteja, que irá ser o primeiro a falar contra a ameaça Judaica; que na ignomínia de algum futuro episódio “Hildy”, decidirá que a hora finalmente chegou para virar a maré Judaizante. Isso tem acontecido sempre em outros lugares. E irá acontecer aqui.
Saturday, June 30, 2007
Europa Secularista Silencia os Pró-vida e Criacionistas
From the desk of Paul Belien on Sat, 2007-06-23 18:53
Semana passada, uma corte alemã sentenciou um pastor luterano de 55 anos a um ano de cadeia por “Volksverhetzung” (incitação do povo) porque ele comparou o assassinato de nascituros na Alemanha contemporânea ao holocausto. Na próxima semana, o Conselho da Europa estará votando uma resolução impondo o Darwinismo como ideologia oficial da Europa. Os governos europeus são demandados a combater a expressão de opiniões criacionistas, tais como teorias da jovem terra e design inteligente. De acordo com o Conselho da Europa essas teorias são “antidemocráticas” e “uma ameaça aos direitos humanos”.
Sem aborto legalizado o número de crianças alemãs aumentaria anualmente pelo menos em 150.000 – que é o número de abortos legais na escassa de nascimentos Alemanha. Pastor Johannes Lerle comparou o assassinato dos nascituros ao assassinato dos Judeus em Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial. Em 14 de junho, uma corte em Erlangen decidiu que, por assim proceder, o pastor “incitou o povo” porque sua declaração foi uma negação do holocausto dos Judeus na Alemanha Nazista. Por isso, o sr. Lerle foi sentenciado a um ano de cadeia. Anteriormente, ele já havia gasto oito meses na cadeia por chamar os abortistas de “assassinos profissionais” – uma alegação que a corte decidiu ser caluniadora porque, de acordo com a corte, os nascituros não são humanos.
Outras cortes alemãs condenaram pró-vida por dizer que “nas clínicas de aborto, a vida de menor valor está sendo assassinada”, porque essa terminologia evocou o programa de eutanásia de Hitler, que usou a mesma linguagem. Em 2005, uma alemã pró-vida, Günter Annen, foi sentenciado a 50 dias de cadeia por dizer “Parem os abortos injustos [rechtswidrige] na prática [médica]”, porque, de acordo com a corte, a expressão “injusta” é entendida pelos leigos como significando ilegal, o que os abortos não são.
Volksverhetzung é um crime que os Nazis freqüentemente invocaram contra seus inimigos e que a Alemanha contemporânea também usa para intimidar os homeschoolers. Em breve, as autoridades da Alemanha estarão prontas a usar a mesma acusação contra pessoas que questionam a teoria da evolução de Darwin.
De fato, na próxima Terça, o Conselho da Europa (CoE), a principal corporação de direitos humanos da Europa, votará uma proposta que defende o combate contra o criacionismo, “jovem terra” e “design inteligente” em seus 47 estados membros.
De acordo com um relatório da Assembléia Parlamentar, criacionistas são perigosos “fundamentalistas religiosos” que propagam “formas de extremismo religioso” e “poderia se tornar uma ameaça aos direitos humanos”. O relatório acrescenta que a aceitação da ciência do evolucionismo “é crucial ao futuro de nossas sociedades e nossas democracias”.
“O criacionismo, nasceu da negação da evolução das espécies através da seleção natural, foi por um longo tempo um fenômeno quase exclusivamente americano”, o relatório afirma.
“Hoje, teorias criacionistas são tendentes a encontrar seu caminho no interior da Europa e sua difusão está afetando um bom número de estados membros do Conselho da Europa. […] [I]sso tende a encorajar o desenvolvimento de todas as formas de fundamentalismo e extremismo, sinônimos de ataques de mais extrema virulência aos direitos humanos. A rejeição total da ciência é definitivamente uma das mais sérias ameaças aos direitos humanos e civis. […] A guerra à teoria da evolução e aos seus proponentes mais freqüentemente desemboca em formas de extremismo religioso que são intimamente aliados aos movimentos políticos de extrema-direita. Os movimentos criacionistas possuem poder político real. O fato que importa, e isso foi exposto em várias ocasiões, é que os defensores do criacionismo estrito estão longe de substituir a democracia pela teocracia. [...] Se nós não formos cuidadosos, os valores que são a completa essência do Conselho da Europa estarão sob direta ameaça de fundamentalistas criacionistas”.
De acordo com o relatório do CoE, América e Austrália já estão em seu caminho rumo a se tornarem teocracias antidemocráticas onde os direitos humanos e civis estão em risco. O criacionismo é “bem desenvolvido nos países de língua inglesa, especialmente os Estados Unidos e Austrália”, afirma o relatório.
“Enquanto a maioria do currículo na Europa de hoje francamente ensina a evolução como uma reconhecida teoria científica, o mesmo não se aplica aos Estados Unidos. Em julho de 2005, o Centro de Pesquisa Pew conduziu uma pesquisa que mostrou que 64% dos americanos favoreciam o ensino do design inteligente ao lado da teoria da evolução e que 38% apoiariam o total abandono do ensino da evolução em escolas públicas. O Presidente Americano George W. Bush apóia o princípio do ensino tanto do design inteligente quanto da teoria da evolução. No momento, 20 dos 50 estados americanos estão encarando ajustes potenciais de seu currículo escolar em favor do design inteligente. Muitas pessoas pensam que esse fenômeno somente afeta os Estados Unidos e que, mesmo se não seja possível ficar indiferente ao que está acontecendo do outro lado do Atlântico, não é papel do Conselho da Europa ocupar-se com esse assunto. Esse, porém, não é o caso. Pelo contrário, seria crucial para nós tomarmos precauções apropriadas em nossos 47 estados membros”.
Embora se possa discordar de pessoas que tomam o Livro do Gênesis ao pé da letra (acreditando que Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo), certamente organizações políticas secularistas contando ao povo o que podem ou não acreditar, constitui uma ameaça muito maior aos direitos humanos do que instituições religiosas dizendo aos seus fiéis como votarem. Na votação, ambas pessoas são livres a fazer o que quiserem, enquanto na Europa contemporânea as pessoas não mais são livres para expressar-se publicamente suas opiniões profundamente experimentadas.
Na Alemanha, acreditar que o aborto seja tão homicida quanto o holocausto é um crime, e educar seus próprios filhos é um crime também. Na França, dizer que o “comportamento homossexual põe em risco a sobrevivência da humanidade” é um crime, e assim também a distribuição de sopa de porco ao pobre. Na Bélgica, expressar-se contra a imigração é um crime.
Na mais recente publicação da revista conservadora holandesa Bitter Lemon, o escritor Erik van Goor escreve que as cortes européias estão silenciando cidadãos conservadores e ortodoxos. A liberdade de expressão não mais existe, diz van Goor.
“Enquanto muitos no Ocidente ainda idolatram os combatentes intermediários pela liberdade de expressão, tais como [Ayaan] Hirsi Ali e Theo van Gogh, as verdadeiras vítimas da restrição são deliberadamente mantidas sob mantas. Hirsi Ali, [Pim] Fortuyn e Theo van Gogh não foram restringidos pelo estado ou pela corte, Johannes Lerle sim. O último expressou meras opiniões – expressões de uma opinião pública que alguém pode ou não apreciar ou acreditar. O último – Dr Lerle – mostra que o que está em jogo não são meramente opiniões, mas uma ordem moral que está sendo questionada; uma realidade de vida e morte que está em risco”.
Hirsi Ali, Fortuyn e van Gogh não defenderam a ordem moral cristã tradicional. Pessoas tais como Johannes Lerle e Christian Vanneste, o parlamentar francês que foi condenado por “homofobia”, sim. O último está sendo perseguido pelos regimes políticos da Europa Ocidental – um fenômeno que é completamente ignorado pela mídia convencional do Ocidente, que participa da perseguição.
Uma citação de Reuters, 25 de Junho de 2007:
"Na segunda-feira, a principal corporação de direitos humanos da Europa cancelou uma votação marcada para banir o criacionismo e visões de design inteligente das classes de ciência das escolas, dizendo que a resolução proposta era unilateral. […] Guy Lengagne, o socialista francês membro da Assembléia que preparou o relatório, protestou depois que a Assembléia Parlamentar votou para cancelar o debate e a votação, e [aprovou uma proposta do Democrata Cristão Flamengo Luc Van den Brande] para enviar o relatório de volta ao comitê para maior estudo. […] Deputados disseram que a moção pelo grupo de parlamentares Democratas Cristãos também ganhou apoio de deputados do Leste Europeu, que lembraram que a evolução Darwiniana era uma teoria favorita de seus ex-governantes comunistas."
Semana passada, uma corte alemã sentenciou um pastor luterano de 55 anos a um ano de cadeia por “Volksverhetzung” (incitação do povo) porque ele comparou o assassinato de nascituros na Alemanha contemporânea ao holocausto. Na próxima semana, o Conselho da Europa estará votando uma resolução impondo o Darwinismo como ideologia oficial da Europa. Os governos europeus são demandados a combater a expressão de opiniões criacionistas, tais como teorias da jovem terra e design inteligente. De acordo com o Conselho da Europa essas teorias são “antidemocráticas” e “uma ameaça aos direitos humanos”.
Sem aborto legalizado o número de crianças alemãs aumentaria anualmente pelo menos em 150.000 – que é o número de abortos legais na escassa de nascimentos Alemanha. Pastor Johannes Lerle comparou o assassinato dos nascituros ao assassinato dos Judeus em Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial. Em 14 de junho, uma corte em Erlangen decidiu que, por assim proceder, o pastor “incitou o povo” porque sua declaração foi uma negação do holocausto dos Judeus na Alemanha Nazista. Por isso, o sr. Lerle foi sentenciado a um ano de cadeia. Anteriormente, ele já havia gasto oito meses na cadeia por chamar os abortistas de “assassinos profissionais” – uma alegação que a corte decidiu ser caluniadora porque, de acordo com a corte, os nascituros não são humanos.
Outras cortes alemãs condenaram pró-vida por dizer que “nas clínicas de aborto, a vida de menor valor está sendo assassinada”, porque essa terminologia evocou o programa de eutanásia de Hitler, que usou a mesma linguagem. Em 2005, uma alemã pró-vida, Günter Annen, foi sentenciado a 50 dias de cadeia por dizer “Parem os abortos injustos [rechtswidrige] na prática [médica]”, porque, de acordo com a corte, a expressão “injusta” é entendida pelos leigos como significando ilegal, o que os abortos não são.
Volksverhetzung é um crime que os Nazis freqüentemente invocaram contra seus inimigos e que a Alemanha contemporânea também usa para intimidar os homeschoolers. Em breve, as autoridades da Alemanha estarão prontas a usar a mesma acusação contra pessoas que questionam a teoria da evolução de Darwin.
De fato, na próxima Terça, o Conselho da Europa (CoE), a principal corporação de direitos humanos da Europa, votará uma proposta que defende o combate contra o criacionismo, “jovem terra” e “design inteligente” em seus 47 estados membros.
De acordo com um relatório da Assembléia Parlamentar, criacionistas são perigosos “fundamentalistas religiosos” que propagam “formas de extremismo religioso” e “poderia se tornar uma ameaça aos direitos humanos”. O relatório acrescenta que a aceitação da ciência do evolucionismo “é crucial ao futuro de nossas sociedades e nossas democracias”.
“O criacionismo, nasceu da negação da evolução das espécies através da seleção natural, foi por um longo tempo um fenômeno quase exclusivamente americano”, o relatório afirma.
“Hoje, teorias criacionistas são tendentes a encontrar seu caminho no interior da Europa e sua difusão está afetando um bom número de estados membros do Conselho da Europa. […] [I]sso tende a encorajar o desenvolvimento de todas as formas de fundamentalismo e extremismo, sinônimos de ataques de mais extrema virulência aos direitos humanos. A rejeição total da ciência é definitivamente uma das mais sérias ameaças aos direitos humanos e civis. […] A guerra à teoria da evolução e aos seus proponentes mais freqüentemente desemboca em formas de extremismo religioso que são intimamente aliados aos movimentos políticos de extrema-direita. Os movimentos criacionistas possuem poder político real. O fato que importa, e isso foi exposto em várias ocasiões, é que os defensores do criacionismo estrito estão longe de substituir a democracia pela teocracia. [...] Se nós não formos cuidadosos, os valores que são a completa essência do Conselho da Europa estarão sob direta ameaça de fundamentalistas criacionistas”.
De acordo com o relatório do CoE, América e Austrália já estão em seu caminho rumo a se tornarem teocracias antidemocráticas onde os direitos humanos e civis estão em risco. O criacionismo é “bem desenvolvido nos países de língua inglesa, especialmente os Estados Unidos e Austrália”, afirma o relatório.
“Enquanto a maioria do currículo na Europa de hoje francamente ensina a evolução como uma reconhecida teoria científica, o mesmo não se aplica aos Estados Unidos. Em julho de 2005, o Centro de Pesquisa Pew conduziu uma pesquisa que mostrou que 64% dos americanos favoreciam o ensino do design inteligente ao lado da teoria da evolução e que 38% apoiariam o total abandono do ensino da evolução em escolas públicas. O Presidente Americano George W. Bush apóia o princípio do ensino tanto do design inteligente quanto da teoria da evolução. No momento, 20 dos 50 estados americanos estão encarando ajustes potenciais de seu currículo escolar em favor do design inteligente. Muitas pessoas pensam que esse fenômeno somente afeta os Estados Unidos e que, mesmo se não seja possível ficar indiferente ao que está acontecendo do outro lado do Atlântico, não é papel do Conselho da Europa ocupar-se com esse assunto. Esse, porém, não é o caso. Pelo contrário, seria crucial para nós tomarmos precauções apropriadas em nossos 47 estados membros”.
Embora se possa discordar de pessoas que tomam o Livro do Gênesis ao pé da letra (acreditando que Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo), certamente organizações políticas secularistas contando ao povo o que podem ou não acreditar, constitui uma ameaça muito maior aos direitos humanos do que instituições religiosas dizendo aos seus fiéis como votarem. Na votação, ambas pessoas são livres a fazer o que quiserem, enquanto na Europa contemporânea as pessoas não mais são livres para expressar-se publicamente suas opiniões profundamente experimentadas.
Na Alemanha, acreditar que o aborto seja tão homicida quanto o holocausto é um crime, e educar seus próprios filhos é um crime também. Na França, dizer que o “comportamento homossexual põe em risco a sobrevivência da humanidade” é um crime, e assim também a distribuição de sopa de porco ao pobre. Na Bélgica, expressar-se contra a imigração é um crime.
Na mais recente publicação da revista conservadora holandesa Bitter Lemon, o escritor Erik van Goor escreve que as cortes européias estão silenciando cidadãos conservadores e ortodoxos. A liberdade de expressão não mais existe, diz van Goor.
“Enquanto muitos no Ocidente ainda idolatram os combatentes intermediários pela liberdade de expressão, tais como [Ayaan] Hirsi Ali e Theo van Gogh, as verdadeiras vítimas da restrição são deliberadamente mantidas sob mantas. Hirsi Ali, [Pim] Fortuyn e Theo van Gogh não foram restringidos pelo estado ou pela corte, Johannes Lerle sim. O último expressou meras opiniões – expressões de uma opinião pública que alguém pode ou não apreciar ou acreditar. O último – Dr Lerle – mostra que o que está em jogo não são meramente opiniões, mas uma ordem moral que está sendo questionada; uma realidade de vida e morte que está em risco”.
Hirsi Ali, Fortuyn e van Gogh não defenderam a ordem moral cristã tradicional. Pessoas tais como Johannes Lerle e Christian Vanneste, o parlamentar francês que foi condenado por “homofobia”, sim. O último está sendo perseguido pelos regimes políticos da Europa Ocidental – um fenômeno que é completamente ignorado pela mídia convencional do Ocidente, que participa da perseguição.
Uma citação de Reuters, 25 de Junho de 2007:
"Na segunda-feira, a principal corporação de direitos humanos da Europa cancelou uma votação marcada para banir o criacionismo e visões de design inteligente das classes de ciência das escolas, dizendo que a resolução proposta era unilateral. […] Guy Lengagne, o socialista francês membro da Assembléia que preparou o relatório, protestou depois que a Assembléia Parlamentar votou para cancelar o debate e a votação, e [aprovou uma proposta do Democrata Cristão Flamengo Luc Van den Brande] para enviar o relatório de volta ao comitê para maior estudo. […] Deputados disseram que a moção pelo grupo de parlamentares Democratas Cristãos também ganhou apoio de deputados do Leste Europeu, que lembraram que a evolução Darwiniana era uma teoria favorita de seus ex-governantes comunistas."
Sunday, June 03, 2007
O Mito do Anti-Semitismo de Stalin
"O Judeus foram totalmente proeminentes no círculo [de Stalin], embora bem menos do que foram sob Lenin. [Max] Litvinov permaneceu por mais de uma década na chefia do serviço diplomático Soviético; Kagonovich esteve até o final o faz-tudo de Stalin; Mekhlis foi o Comissário chefe político do exército; e Zaslavsky e Ehrenburg foram os mais populares dos bajuladores de Stalin. Todavia, ele não era contrário em se aproveitar das emoções anti-Judaicas quando isso satisfazia sua conveniência. Durante a luta contra as oposições no interior do partido, seus agentes tornaram a circunstância principal que Trotsky, Zinoviev, Kamenev, e Radek eram de origem Judaica." [DEUTSCHER, p. 605]
"Lev Mekhlis," registra Louis Rapoport, "se tornaria secretário de Stalin e um dos mais desprezados homens na história Soviética ... Imediatamente depois da Revolução, muitos Judeus ficaram eufóricos sobre sua super-representação no novo governo. O primeiro Politburo de Lenin foi dominado por homens de origens Judaicas ... Sob Lenin, os Judeus se tornaram envolvidos em todos os aspectos da Revolução, incluindo seu trabalho mais sujo. Apesar da promessa dos comunistas de erradicar o anti-Semitismo, ele se disseminou rapidamente depois da Revolução – parcialmente por causa da proeminência de tantos Judeus na administração Soviética, assim como na traumática e desumana sovietização que se seguiu." [RAPOPORT, L., 1990, p. 30]
O jornal principal comunista da União Soviética foi o Pravda. Seus "membros de equipe principais", Yakov Khavinson e David Zaslavsky, eram Judeus, como eram os embaixadores da União Soviética nos EUA, Maxim Litvinov e Ivan Maisky, que foram trazidos de volta em 1943. [VAKSBERG, p. 260, 139]
Em 1994, o autor nascido na Rússia (e educado) Judeu Arkady Vaksberg escreveu um livro intitulado Stalin Contra os Judeus. Sua tese fundamental é que Stalin foi um fanático anti-Semita (o livro Guerra de Stalin Contra os Judeus de Louis Rapoport reflete o mesmo tema). O fato que muitos Judeus (incluindo milhões de outros) morreram sob sua direção é além de questão. E as ações de Stalin na sua vida mais tardia reflete suas suspeitas da lealdade de muitos na comunidade Judaica. Mas o fato que Stalin, apesar de tudo, esteve cercado por Judeus de todos os lugares em posições de alto poder (Lazar Kaganovich, Pyatnitsky, Fillip Goloschekin "e muitos outros que foram feitos parte do círculo governante") [VAKSBERG, p. 20] é descrito por Vaksberg como camuflagem para o ódio a Judeus do líder Soviético. [VAKSBERG, p. 27] Todavia, a particular evidência de Vaksberg de retratar a comunidade Russa Judaica como somente vítimas consistentemente se esvazia com a premissa da resistência de Stalin ao anti-Semitismo. Vaksberg ataca Stalin como um singularmente rábido, irracional inimigo dos Judeus apesar de expressar que "o povo que cercava Stalin e que prestava-lhe serviços nos anos vinte e trinta era principalmente de Judeus" [VAKSBERG, p. 35] e reconhecer que os Judeus especialmente íntimos a Stalin como Emelyan Yaroslavky (Mines Gubelman), Moisey Gubelman, Lev Mekhlis ("a mão direita de Stalin"), [VAKSBERG, p. 23] Lazar Kaganovich e Isaac Mintz sobreviveram inteiramente aos declarados expurgos "anti-sionistas" de Stalin.
"Por que mostrei Stalin como um anti-Semita", Vaksberg pergunta a si mesmo, "tem dois secretários Judeus -- Lev Mekhlis e Grigori Kanner?" [VAKSBERG, p. 27] Por que também, nós poderíamos acrescentar em torno dos fatos de Vaksberg diferentes teses, que toda vez que Stalin tirou férias, fez Lazar Kaganovich, um Judeu, tomar a direção do governo? [VAKSBERG, p. 51] E por quê, nós poderíamos acrescentar, se Stalin foi totalmente odioso de Judeus, fez confiar sua vida a um guarda-costas Judeu, Matyas Rakoszy? [VAKSBERG, p. 40] (Um outro guarda-costa Judeu de Stalin, filho de um rabi, e "protetor de Nikita Khruschev" foi Alexander Contract, que começou no NKVD – posteriormente a KGB. Contract até salvou a vida do futuro primeiro ministro de Israel, Menachem Begin). [O'DWYER, T., 7-6-98] E se Stalin foi singularmente enfocado em seu alegado ódeio de Judeus, por quê fez seu "corpo pessoal de médicos" incluindo "Drs. Weisbrod, Moshenberg, e Lev Gigorievich Levin?" [RAPOPORT, L., 1990, p. 37] Até importantes oficiais não-Judeus do Partido Comunista (e camaradas íntimos do círculo social de Stalin), Mikhail Kalinin, Bukharin, Molotov, Voroshilov, Andreyev, Poskrebyshev, e Rykov, todos tiveram esposas Judias. A própria filha de Stalin Svetlana Allilueva teve um romance com o roteirista Judeu Alexei Kapler; ela posteriormente casou-se com Grigory Morozov (Moroz), também Judeu. [VAKSBERG, p. 138; RAPOPORT, L., 1990, p. 208] O fato que Stalin supostamente não aprovou esses homens é rotineiramente explicado pelos estudiosos Judeus como anti-Semitismo. A cunhada de Stalin (futuramente presa) por sua primeira esposa também era Judia. Assim foi uma de suas noras. [RAPAPORT, L., p. 46, 241] [ROTHMAN/LICHTER, 1982, p. 94]
Stalin teve três esposas, todas judias. A primeira foi Ekaterina Svanidze que deu à luz a um único filho, Jacob. Sua segunda esposa foi Kadya Allevijah. Com ele, ela gerou um filho, Vassili, e a uma filha, Svetlana. Sua segunda esposa morreu de circunstâncias misteriosas, ou por suicídio ou morta por Stalin. Sua terceira esposa foi Rosa Kaganovich, a irmã de Lazar Kaganovich, o chefe da indústria soviética. A filha de Stalin (que em 1967 fugiu para os EUA) casou então com o filho de Lazar, Mihail, o sobrinho de sua madrasta. Svetlana Stalin teve um total de quatro fihos, três deles judeus.
O vice-presidente de Stalin, Molotov, também era casado com uma judia, cujo irmão, Sam Karp, dirigia um negócio de exportação em Connecticut. Só para complicar as coisas ainda mais, a filha (meio judia) de Molotov também chamada Svetlana noivou-se com o filho de Stalin Vassili.
Depois da morte de Stalin, seus sucessores mantiveram a tradição. Uma reportagem no Mensageiro da B’nai B’rith relata que: “para mostrar que a Rússia trata bem seus judeus, o premier Nikita Kruschev essa semana observou em uma recepção na embaixada da Polônia que não somente ele mesmo e o presidente soviético Klementi Voroshilov, mas também metade dos membros do Praesidium tinham esposas judaicas. Sr. Kruschev fez sua observação ao embaixador de Israel Joseph Avidar, que estava entre os convidados.” (a esposa de Kruschev já era outra Kaganovitch).
"Lev Mekhlis," registra Louis Rapoport, "se tornaria secretário de Stalin e um dos mais desprezados homens na história Soviética ... Imediatamente depois da Revolução, muitos Judeus ficaram eufóricos sobre sua super-representação no novo governo. O primeiro Politburo de Lenin foi dominado por homens de origens Judaicas ... Sob Lenin, os Judeus se tornaram envolvidos em todos os aspectos da Revolução, incluindo seu trabalho mais sujo. Apesar da promessa dos comunistas de erradicar o anti-Semitismo, ele se disseminou rapidamente depois da Revolução – parcialmente por causa da proeminência de tantos Judeus na administração Soviética, assim como na traumática e desumana sovietização que se seguiu." [RAPOPORT, L., 1990, p. 30]
O jornal principal comunista da União Soviética foi o Pravda. Seus "membros de equipe principais", Yakov Khavinson e David Zaslavsky, eram Judeus, como eram os embaixadores da União Soviética nos EUA, Maxim Litvinov e Ivan Maisky, que foram trazidos de volta em 1943. [VAKSBERG, p. 260, 139]
Em 1994, o autor nascido na Rússia (e educado) Judeu Arkady Vaksberg escreveu um livro intitulado Stalin Contra os Judeus. Sua tese fundamental é que Stalin foi um fanático anti-Semita (o livro Guerra de Stalin Contra os Judeus de Louis Rapoport reflete o mesmo tema). O fato que muitos Judeus (incluindo milhões de outros) morreram sob sua direção é além de questão. E as ações de Stalin na sua vida mais tardia reflete suas suspeitas da lealdade de muitos na comunidade Judaica. Mas o fato que Stalin, apesar de tudo, esteve cercado por Judeus de todos os lugares em posições de alto poder (Lazar Kaganovich, Pyatnitsky, Fillip Goloschekin "e muitos outros que foram feitos parte do círculo governante") [VAKSBERG, p. 20] é descrito por Vaksberg como camuflagem para o ódio a Judeus do líder Soviético. [VAKSBERG, p. 27] Todavia, a particular evidência de Vaksberg de retratar a comunidade Russa Judaica como somente vítimas consistentemente se esvazia com a premissa da resistência de Stalin ao anti-Semitismo. Vaksberg ataca Stalin como um singularmente rábido, irracional inimigo dos Judeus apesar de expressar que "o povo que cercava Stalin e que prestava-lhe serviços nos anos vinte e trinta era principalmente de Judeus" [VAKSBERG, p. 35] e reconhecer que os Judeus especialmente íntimos a Stalin como Emelyan Yaroslavky (Mines Gubelman), Moisey Gubelman, Lev Mekhlis ("a mão direita de Stalin"), [VAKSBERG, p. 23] Lazar Kaganovich e Isaac Mintz sobreviveram inteiramente aos declarados expurgos "anti-sionistas" de Stalin.
"Por que mostrei Stalin como um anti-Semita", Vaksberg pergunta a si mesmo, "tem dois secretários Judeus -- Lev Mekhlis e Grigori Kanner?" [VAKSBERG, p. 27] Por que também, nós poderíamos acrescentar em torno dos fatos de Vaksberg diferentes teses, que toda vez que Stalin tirou férias, fez Lazar Kaganovich, um Judeu, tomar a direção do governo? [VAKSBERG, p. 51] E por quê, nós poderíamos acrescentar, se Stalin foi totalmente odioso de Judeus, fez confiar sua vida a um guarda-costas Judeu, Matyas Rakoszy? [VAKSBERG, p. 40] (Um outro guarda-costa Judeu de Stalin, filho de um rabi, e "protetor de Nikita Khruschev" foi Alexander Contract, que começou no NKVD – posteriormente a KGB. Contract até salvou a vida do futuro primeiro ministro de Israel, Menachem Begin). [O'DWYER, T., 7-6-98] E se Stalin foi singularmente enfocado em seu alegado ódeio de Judeus, por quê fez seu "corpo pessoal de médicos" incluindo "Drs. Weisbrod, Moshenberg, e Lev Gigorievich Levin?" [RAPOPORT, L., 1990, p. 37] Até importantes oficiais não-Judeus do Partido Comunista (e camaradas íntimos do círculo social de Stalin), Mikhail Kalinin, Bukharin, Molotov, Voroshilov, Andreyev, Poskrebyshev, e Rykov, todos tiveram esposas Judias. A própria filha de Stalin Svetlana Allilueva teve um romance com o roteirista Judeu Alexei Kapler; ela posteriormente casou-se com Grigory Morozov (Moroz), também Judeu. [VAKSBERG, p. 138; RAPOPORT, L., 1990, p. 208] O fato que Stalin supostamente não aprovou esses homens é rotineiramente explicado pelos estudiosos Judeus como anti-Semitismo. A cunhada de Stalin (futuramente presa) por sua primeira esposa também era Judia. Assim foi uma de suas noras. [RAPAPORT, L., p. 46, 241] [ROTHMAN/LICHTER, 1982, p. 94]
Stalin teve três esposas, todas judias. A primeira foi Ekaterina Svanidze que deu à luz a um único filho, Jacob. Sua segunda esposa foi Kadya Allevijah. Com ele, ela gerou um filho, Vassili, e a uma filha, Svetlana. Sua segunda esposa morreu de circunstâncias misteriosas, ou por suicídio ou morta por Stalin. Sua terceira esposa foi Rosa Kaganovich, a irmã de Lazar Kaganovich, o chefe da indústria soviética. A filha de Stalin (que em 1967 fugiu para os EUA) casou então com o filho de Lazar, Mihail, o sobrinho de sua madrasta. Svetlana Stalin teve um total de quatro fihos, três deles judeus.
O vice-presidente de Stalin, Molotov, também era casado com uma judia, cujo irmão, Sam Karp, dirigia um negócio de exportação em Connecticut. Só para complicar as coisas ainda mais, a filha (meio judia) de Molotov também chamada Svetlana noivou-se com o filho de Stalin Vassili.
Depois da morte de Stalin, seus sucessores mantiveram a tradição. Uma reportagem no Mensageiro da B’nai B’rith relata que: “para mostrar que a Rússia trata bem seus judeus, o premier Nikita Kruschev essa semana observou em uma recepção na embaixada da Polônia que não somente ele mesmo e o presidente soviético Klementi Voroshilov, mas também metade dos membros do Praesidium tinham esposas judaicas. Sr. Kruschev fez sua observação ao embaixador de Israel Joseph Avidar, que estava entre os convidados.” (a esposa de Kruschev já era outra Kaganovitch).
Saturday, June 02, 2007
Os Judeus de Stalin
Nós não devemos nos esquecer que alguns dos maiores assassinos dos tempos modernos foram Judeus
Sever Plocker
Publicado em: 12.21.06, 23:35 / Israel Opinion
Eis uma particularmente miserável data histórica: quase 90 anos atrás, entre 19 e 20 de dezembro de 1917, no meio da Revolução Bolchevique e guerra civil, Lênin assinou um decreto requerendo o estabelecimento da Comissão Extraordinária de Toda Rússia para Combater a Contra-Revolução e Sabotagem, também conhecida como Cheka.
No interior de um curto período de tempo, a Cheka se tornou a maior e mais cruel organização de segurança estatal. Sua estrutura organizacional foi mudada em poucos anos, conforme foram seus nomes: De Cheka para GPU, depois para NKVD, e posteriormente para KGB.
Não podemos saber com certeza o número de mortes que a Cheka foi responsável em suas várias ações, mas o número é seguramente de pelo menos 20 milhões, incluindo vítimas da coletivização forçada, a fome, os expurgos, expulsões, banimentos, execuções e morte em massa nos Gulags.
A camada inteira da população foi eliminada: fazendeiros independentes, minorias étnicas, membros da burguesia, oficiais graduados, intelectuais, artistas, ativistas de movimentos de trabalho, "membros da oposição" que eram definidos de modo completamente aleatório, e incontáveis membros do próprio partido Comunista.
Em seu novo e altamente elogiado livro "A Guerra do Mundo", o Historiador Niall Ferguson escreve que nenhuma revolução na história da humanidade devorou seus filhos com o mesmo apetite irrestrito como fez a revolução soviética. Em seu livro sobre os expurgos stalinistas, Dr. Igal Halfin da Universidade de Tel Aviv escreve que a violência stalinista foi única, e foi direcionada internamente.
Lênin, Stalin, e seus sucessores não podiam ter realizado suas ações sem cooperação em grande escala dos disciplinados "oficiais do terror", interrogadores cruéis, delatores, carrascos, guardas, juízes, pervertidos e muitas almas generosas que eram membros da progressista esquerda Ocidental e que foram seduzidos pelo regime de horror soviético e mesmo providos com um certificado kosher.
Todas essas coisas são bem conhecidas de uma certa forma ou de outra, muito embora os arquivos da antiga União Soviética não tenham ainda sido completamente abertos ao público. Mas quem sabe a respeito disso? No interior da própria Rússia, muito poucos foram trazidos à justiça pelos seus crimes no serviço do NKVD e da KGB. O discurso público russo de hoje ignora completamente a questão de "Como poderia ter acontecido conosco?" Em contraposição às nações do Leste Europeu, os Russos não ajustaram contas com seu passado Stalinista.
E nós, os Judeus? Um estudante israelense termina a escola sem mesmo ouvir o nome "Genrikh Yagoda", o maior assassino Judeu do século XX, o vice-comandante do GPU e fundador e comandante do NKVD. Yagoda diligentemente implementou as ordens de coletivização de Stalin e é responsável pelas mortes de pelo menos 10 milhões de pessoas. Seus representantes Judeus estabeleceram e administraram o sistema Gulag. Depois que Stalin não mais o viu favoravelmente, Yagoda foi demovido e executado, e foi substituído como carrasco chefe em 1936 por Yezhov, o "anão sedento de sangue".
Yezhov não era Judeu, mas foi abençoado com uma ativa esposa Judia. Em seu Livro "Stalin: Corte da Estrela Vermelha", o historiador Judeu Sebag Montefiore escreve que durante o período mais escuro do terror, quando a máquina de matar comunista operou em sua plenitude, Stalin foi cercado por bonitas e jovens mulheres Judias.
Os camaradas íntimos de Stalin incluíam o membro do Comitê Central e Politburo Lazar Kaganovich. Montefiore caracteriza-o como o "primeiro Stalinista" e acrescenta que aqueles que morriam de fome na Ucrânia, uma tragédia sem paralelo na história da humanidade, à exceção dos horrores Nazistas e do terror Maoísta na China, não comoveram Kaganovich.
Muitos Judeus venderam suas almas ao demônio da revolução Comunista e têm sangue nas mãos pela eternidade. Nós mencionaremos apenas mais um: Leonid Reichman, chefe do departamento especial do NKVD e interrogador-chefe da organização, que foi um particularmente cruel sadista.
Em 1934, de acordo com as estatísticas publicadas, 38.5% daqueles controlando os maiores postos de chefia no aparato de segurança Soviético eram de origem Judaica. Eles também, obviamente, foram gradualmente eliminados nos expurgos seguintes. Em uma fascinante palestra em uma convenção da Universidade de Tel Aviv essa semana, Dr. Halfin descreveu as ondas do terror soviético como um "carnaval de assassinato em massa", "fantasia de expurgos", e "messianismo do mal". Resulta que os Judeus também, quando se tornam cativados pela ideologia messiânica, podem se tornar grandes assassinos, entre os maiores conhecidos pela história moderna.
Os Judeus ativos no aparato do terror comunista (Na União Soviética e no exterior) e que por vezes o liderou, não fizeram isso, obviamente, como Judeus, mas particularmente, como Stalinistas, comunistas e "povo Soviético". Portanto, achamos fácil ignorar sua origem e fazer-se de desentendido: o que nós temos a ver com eles? Mas não vamos esquecê-los. Minha própria visão é diferente. Eu acho inaceitável que uma pessoa seja considerada um membro do povo Judeu quando faça coisas grandes, mas que assim não seja quando faz coisas incrivelmente desprezíveis.
Mesmo se nós negarmos, nós não podemos escapar da Judeidade de "nossos carrascos", que serviram ao Terror Vermelho com lealdade e dedicação desde seu estabelecimento. Afinal, outros sempre nos lembrarão a sua origem.
Sever Plocker
Publicado em: 12.21.06, 23:35 / Israel Opinion
Eis uma particularmente miserável data histórica: quase 90 anos atrás, entre 19 e 20 de dezembro de 1917, no meio da Revolução Bolchevique e guerra civil, Lênin assinou um decreto requerendo o estabelecimento da Comissão Extraordinária de Toda Rússia para Combater a Contra-Revolução e Sabotagem, também conhecida como Cheka.
No interior de um curto período de tempo, a Cheka se tornou a maior e mais cruel organização de segurança estatal. Sua estrutura organizacional foi mudada em poucos anos, conforme foram seus nomes: De Cheka para GPU, depois para NKVD, e posteriormente para KGB.
Não podemos saber com certeza o número de mortes que a Cheka foi responsável em suas várias ações, mas o número é seguramente de pelo menos 20 milhões, incluindo vítimas da coletivização forçada, a fome, os expurgos, expulsões, banimentos, execuções e morte em massa nos Gulags.
A camada inteira da população foi eliminada: fazendeiros independentes, minorias étnicas, membros da burguesia, oficiais graduados, intelectuais, artistas, ativistas de movimentos de trabalho, "membros da oposição" que eram definidos de modo completamente aleatório, e incontáveis membros do próprio partido Comunista.
Em seu novo e altamente elogiado livro "A Guerra do Mundo", o Historiador Niall Ferguson escreve que nenhuma revolução na história da humanidade devorou seus filhos com o mesmo apetite irrestrito como fez a revolução soviética. Em seu livro sobre os expurgos stalinistas, Dr. Igal Halfin da Universidade de Tel Aviv escreve que a violência stalinista foi única, e foi direcionada internamente.
Lênin, Stalin, e seus sucessores não podiam ter realizado suas ações sem cooperação em grande escala dos disciplinados "oficiais do terror", interrogadores cruéis, delatores, carrascos, guardas, juízes, pervertidos e muitas almas generosas que eram membros da progressista esquerda Ocidental e que foram seduzidos pelo regime de horror soviético e mesmo providos com um certificado kosher.
Todas essas coisas são bem conhecidas de uma certa forma ou de outra, muito embora os arquivos da antiga União Soviética não tenham ainda sido completamente abertos ao público. Mas quem sabe a respeito disso? No interior da própria Rússia, muito poucos foram trazidos à justiça pelos seus crimes no serviço do NKVD e da KGB. O discurso público russo de hoje ignora completamente a questão de "Como poderia ter acontecido conosco?" Em contraposição às nações do Leste Europeu, os Russos não ajustaram contas com seu passado Stalinista.
E nós, os Judeus? Um estudante israelense termina a escola sem mesmo ouvir o nome "Genrikh Yagoda", o maior assassino Judeu do século XX, o vice-comandante do GPU e fundador e comandante do NKVD. Yagoda diligentemente implementou as ordens de coletivização de Stalin e é responsável pelas mortes de pelo menos 10 milhões de pessoas. Seus representantes Judeus estabeleceram e administraram o sistema Gulag. Depois que Stalin não mais o viu favoravelmente, Yagoda foi demovido e executado, e foi substituído como carrasco chefe em 1936 por Yezhov, o "anão sedento de sangue".
Yezhov não era Judeu, mas foi abençoado com uma ativa esposa Judia. Em seu Livro "Stalin: Corte da Estrela Vermelha", o historiador Judeu Sebag Montefiore escreve que durante o período mais escuro do terror, quando a máquina de matar comunista operou em sua plenitude, Stalin foi cercado por bonitas e jovens mulheres Judias.
Os camaradas íntimos de Stalin incluíam o membro do Comitê Central e Politburo Lazar Kaganovich. Montefiore caracteriza-o como o "primeiro Stalinista" e acrescenta que aqueles que morriam de fome na Ucrânia, uma tragédia sem paralelo na história da humanidade, à exceção dos horrores Nazistas e do terror Maoísta na China, não comoveram Kaganovich.
Muitos Judeus venderam suas almas ao demônio da revolução Comunista e têm sangue nas mãos pela eternidade. Nós mencionaremos apenas mais um: Leonid Reichman, chefe do departamento especial do NKVD e interrogador-chefe da organização, que foi um particularmente cruel sadista.
Em 1934, de acordo com as estatísticas publicadas, 38.5% daqueles controlando os maiores postos de chefia no aparato de segurança Soviético eram de origem Judaica. Eles também, obviamente, foram gradualmente eliminados nos expurgos seguintes. Em uma fascinante palestra em uma convenção da Universidade de Tel Aviv essa semana, Dr. Halfin descreveu as ondas do terror soviético como um "carnaval de assassinato em massa", "fantasia de expurgos", e "messianismo do mal". Resulta que os Judeus também, quando se tornam cativados pela ideologia messiânica, podem se tornar grandes assassinos, entre os maiores conhecidos pela história moderna.
Os Judeus ativos no aparato do terror comunista (Na União Soviética e no exterior) e que por vezes o liderou, não fizeram isso, obviamente, como Judeus, mas particularmente, como Stalinistas, comunistas e "povo Soviético". Portanto, achamos fácil ignorar sua origem e fazer-se de desentendido: o que nós temos a ver com eles? Mas não vamos esquecê-los. Minha própria visão é diferente. Eu acho inaceitável que uma pessoa seja considerada um membro do povo Judeu quando faça coisas grandes, mas que assim não seja quando faz coisas incrivelmente desprezíveis.
Mesmo se nós negarmos, nós não podemos escapar da Judeidade de "nossos carrascos", que serviram ao Terror Vermelho com lealdade e dedicação desde seu estabelecimento. Afinal, outros sempre nos lembrarão a sua origem.
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