Monday, September 08, 2014

Segundo teste de DNA, "Jack, o Estripador" era judeu

Texto adaptado de Charles Nisz

Pesquisadores ingleses alegam ter descoberto a identidade de Jack, o Estripador 126 anos após a morte de 5 mulheres inglesas, no distrito londrino de Whitechapel no final de 1888. De acordo com exames de DNA, o criminoso foi identificado como Aaron Kosminski, um barbeiro judeu vindo da Polônia, segundo informações do jornal britânico Daily Mail.

Um xale encontrado ao lado de Catherine Eddowes, uma das cinco vítimas do barbeiro judeu, possibilitou a identificação do matador em série, responsável pelo assassinato de cinco prostitutas em Londres. A vestimenta foi comprada por Russell Edwards em um leilão em 2007 e foi analisada por três anos e meio pelo perito Jari Louhelainen, especialista em biologia molecular.

Os dados foram cruzados com as anotações de Donald Swanson, policial responsável pelo caso em 1888. Entre os seis suspeitos estava um judeu de baixa classe chamado Kosminski. Para obter a resposta, os analistas cruzaram os dados biológicos no xale, guardado pelo policial para a esposa dele, com o DNA dos descendentes dos seis suspeitos e da vítima, explica o Daily Mail.

Edwards resolveu investigar a história de vida de Kosminski. O barbeiro fugiu da Polônia por conta de uma onda de antissemitismo no Leste Europeu (oh, coitado!). Segundo as anotações policiais, ele tinha “ódio de mulheres e tendências homicidas”. Sem ser descoberto por seus crimes, Kosminnski acabou morrendo em um manicômio em 1899. A história será contada no livro “Identificando Jack”, cujo lançamento ocorre em 9 de setembro.

Saturday, September 06, 2014

Médicos Israelenses roubam órgãos de cadáveres palestinos

As autoridades do regime israelense não somente maltratam e torturam os presos palestinos, como também nas prisões levam a cabo experimentos médicos ilegais contra eles, como revelado nesta quarta-feira pelo diário da Jordânia, Alarab Alyawm.

Segundo a fonte, na semana passada, um jovem da Jordânia, identificado como Wael Salim, perdeu a vida numa das prisões israelenses.  Quando seu cadáver foi trasladado para seu país, a fiscalização de Aman, capital, ordenou que fosse submetido a exames de um médico forense para esclarecer as causas de sua morte.

Os resultados do médico forense mostram que algumas partes do cadáver do falecido desapareceram, como sua língua e laringe.  Ademais, algumas de sus costelas estavam quebradas e tecidos de seu coração haviam sido extraídos pelos israelenses, foi acrescentado.

Também agregaram que, anualmente, se levam a cabo uma centena de experimentos com prisioneiros árabes e palestinos. O regime israelense realiza tais intervenções sem consultar os detentos, no que foi considerado como um sério delito e uma violação flagrante da lei humanitária internacional, dado que muitos destes atos desumanos provocam a deterioração da saúde dos reclusos.

Anteriormente, as mídias palestinas anunciaram que ao menos 22 presos palestinos, em cartas dirigidas por separado a suas famílias, asseguraram que o citado regime lhes utiliza como ratos de laboratório para fazer experimentos, e depois não lhes oferece serviços médicos.

Cabe recordar que a antropóloga israelense, Meira Weiss, revelou anteriormente os roubos massivos de órgãos de cadáveres palestinos, que logo são utilizados para fins educativos ou transplantes para pacientes israelenses.

Em um novo livro, Weiss afirmou que visitou o instituto forense de Abu Kabir, um laboratório israelense de investigação forense situado no bairro de Abu Kabir em Tel Aviv, entre os anos de 1996 e 2002. Nesse período investigou o que se fazia com os corpos sem vida de alguns dos soldados israelenses e palestinos dos territórios ocupados.

Weiss descobriu que os empregados do instituto separavam os corpos dos judeus e dos palestinos e, depois, extraíam órgãos dos cadáveres palestinos a pedido do exército israelense.

Por último, asseverou que os órgãos dos palestinos eram transplantados em pacientes israelenses ou se utilizavam com fins  educativos em escolas de medicina.

Saturday, August 23, 2014

Holandês devolve condecoração do Holocausto depois de familiares morrerem em Gaza

Seis palestinianos da família alargada de Zanoli morreram no final de julho depois de um ataque de Israel. O holandês escondeu e protegeu um rapaz judeu durante a II Guerra Mundial.
Henk Zanoli, 91 anos, dirigiu-se à embaixada israelita em Haia na quinta-feira para devolver a medalha que em 2011 lhe foi entregue pelas autoridades de Israel, declarando que o nome de Zanoli ficaria inscrito na lista dos “Justos entre as Nações”, reservada aos gentios que salvaram judeus durante o Holocausto. Fê-lo depois de seis familiares terem sido mortos em Gaza.

Em 1943, Henk Zanoli levou Elchanan Pinto, um rapaz judeu de 11 anos, de Amesterdão para a vila de Eemnes. Foi aí que a família Zanoli escondeu a criança durante dois anos, até ao fim da II Guerra Mundial, em 1945, quando se soube que todos os familiares de Elchanan tinham morrido nos campos de extermínio. Durante a ocupação da Holanda, os Zanoli estiveram debaixo de olho dos Nazis por se oporem à presença alemã . Dois anos antes, o pai de Henk tinha sido enviado para o campo de concentração de Dachau, acabando por morrer no campo de Mauthausen, em fevereiro de 1945. Henk Zanoli tinha também um cunhado que foi executado por pertencer à resistência holandesa e um irmão cuja noiva judia foi assassinada pelos nazis.

Mais de 70 anos depois, um ataque aéreo israelita atingiu uma casa na Faixa de Gaza que pertencia à família alargada de Zanoli. A sobrinha-neta deste é casada com um economista palestiniano, Ismail Ziadah. No dia 20 de julho, Ziadah perdeu três irmãos, uma cunhada, um sobrinho e a primeira mulher do pai.

“A minha mãe e a minha família arriscaram as vidas a lutar contra a ocupação alemã”, escreve Hanoli na carta que endereçou ao embaixador israelita na Holanda, descrevendo a história de resistência durante o conflito e informando-o da devolução da medalha. “Dada esta história, é particularmente chocante e trágico que hoje, quatro gerações depois, a nossa família tenha de enfrentar o homicídio da nossa descendência em Gaza. Homicídio esse conduzido pelo Estado de Israel”, continuou.

A história foi revelada pelo jornal israelita Haaretz e depois disso, o New York Times entrevistou Henk Zanoli, que admitiu ter-se tornado progressivamente mais crítico do Estado de Israel. Ao jornal norte-americano, Zanoli disse que o seu sentimento para com a política israelita não é anti-semita, mas está de acordo com os mesmos princípios humanitários que o levaram a condenar o Holocausto e a apoiar a criação do estado judaico em 1948. Apesar do seu descontentamento, Zanoli disse que nunca tinha criticado publicamente Israel até ouvir as notícias da morte de familiares em Gaza. “Devolvi a minha medalha por não concordar com o que Israel está a fazer à minha família e aos palestinianos em geral”, disse Zanoli ao New York Times, acrescentando que a decisão constituiu uma tomada de posição “contra o Estado de Israel, mas não contra o povo israelita”.

A devolução da medalha não tem de ser definitiva. Zanoli disse ao New York Times que aceitaria a condecoração de volta se a situação mudasse em Israel. “A única forma de o povo judeu de Israel sair da situação em que se colocou é garantir a todos os que ali vivem os mesmos direitos e oportunidades a nível político, social e económico”. Se isso acontecer, diz, “entrem em contacto comigo ou com os meus descendentes”.

Fonte: http://observador.pt/2014/08/16/holandes-devolve-condecoracao-holocausto-depois-de-familiares-morrerem-em-gaza/

Friday, August 15, 2014

Uma visita ao túmulo do assassino em massa Baruch Goldstein

Jeff Klein


Em uma encosta no assentamento de Kiryat Arba, com uma vista panorâmica da grande cidade palestina da Cisjordânia de al-Khalil — conhecida aos Judeus israelenses e muitos estrangeiros pelo seu nome bíblico de “Hebron” – é o mausoléu de Dr. Baruch Goldstein.

No feriado Judaico do Purim de 25 de Fevereiro de 1994, Goldstein, então um oficial da reserva do exército israelense, entrou na Mesquita de Ibrahim (o local tradicional onde foi enterrado o Patriarca Abraão) com uniforme e com sua metralhadora fabricada para o exército, abrindo fogo sobre os fiéis muçulmanos.  Vinte e nove pessoas morreram e 125 ficaram feridas antes que os sobreviventes conseguissem desarmar Goldstein e matá-lo no lugar.


Para muitos judeus israelenses extremistas de direita e, especialmente o movimento dos colonizadores, Goldstein foi um mártir para a causa do sionismo religioso.  Seu túmulo em uma praça cerimonial com vista panorâmica para a cidade palestina se tornou um lugar de peregrinação e celebração – para o grande embaraço do governo israelense e muitos de seus apoiadores nos EUA.

Ordenaram que a praça cerimonial ao redor do túmulo fosse desmantelada, mas o parque e a passagem monumental levando ao seu túmulo permanecem no lugar.  O parque é dedicado a Meir Kahane, o rabino nascido nos EUA que foi um fundador da violenta Liga de Defesa Judaica e, posteriormente, o líder do partido fascista Kach — que era tão abertamente racista que foi finalmente banido de Israel.  Kahane foi assassinado em Nova Iorque em 1990, mas hoje pode-se ainda encontrar etiquetas e pichações por Israel com o “Kahane Lives” (“Kahane Vive”) ou, em inglês, “Kahane Was Right!” (“Kahane Estava Certo!”)


Lê-se na inscrição em Hebraico no mausoléu de Goldstein em parte:

O respeitável Dr. Baruch Kapel Goldstein… Filho de Israel.  Ele deu sua alma para a causa do povo de Israel, a Torah e a Terra.  Suas mãos são limpas e seu coração bom… Ele foi assassinado pela Santidade de Deus


As pedras no túmulo são costumeiramente deixadas pelos visitantes para expressar sua lamentação.

Durante a observância anual do feriado do Purim, colonos reúnem-se no túmulo de Goldstein para celebrar seu feito e cantar canções em louvor do homem que eles consideram como um nobre mártir.  Uma das canções inclui o verso: “Dr. Goldstein, não há ninguém como você no mundo.  Dr. Goldstein, nós todos o amamos… ele mirou nas cabeças dos terroristas, foi duro no gatilho e disparou balas, e disparou, e disparou.”

A seguir, os colonos marcham para rezar na Mesquita/Sinagoga de Abraão, acompanhados por um massiva demonstração de força pelas tropas do exército de Israel.


  
O massacre de Hebron de 1994 lançou uma feroz explosão de violência em Israel e os territórios ocupados, que incluíram as primeiras explosões suicidas realizadas pelo Hamas no interior das fronteiras de 1948.

Mas, nesse caso, o terrorismo (Judeu) funcionou.  O antigo local de enterro dos Patriarcas, que foi convertido numa mesquita por milhares de anos, foi facilmente dividido hoje em uma parte muçulmana e outra judaica, tornado acessível a fiéis Judeus e turistas estrangeiros.

Ironicamente, é impossível para alguém visitar ambas as partes do santuário em uma única ocasião, na medida em que o povo que se aproximar diante da pesada segurança do santuário deve declarar sua afiliação religiosa e ser permitido entrar em uma ou outra parte a depender de sua resposta.  Muçulmanos não são permitidos entrar na parte Judaica e Judeus não são permitidos entrar na parte Muçulmana.  Turistas não-Judeus podem escolher uma ou outra, não ambas.  (Eu disso em razão de visita anterior com meu filho no lado da Mesquita).


No dia que eu ali estive, um grande grupo de turistas suecos, homens divertindo-se com incongruência com pequenos quipás brancos Judaicos (“yarmilkas”) dados na entrada.  A lei religiosa Judaica não requer que não-Judeus tenham suas cabeças cobertas.


Por seu turno, estudantes Judeus de Ieshivás estavam salmodiando fervorosa e sonoramente pouco atrás deles.


Thursday, August 14, 2014

Colonos Judeus atropelam palestinos de propósito

Fontes médicas palestinas reportaram que uma criança foi seriamente feriada depois de ser atropelada por um veículo de um colono israelense, na Antiga Cidade de Hebron, na parte sul da Cisjordânia.

As fontes disseram que Rosy Talab Jaber, 8 anos de idade, sofreu um sério ferimento, e foi transferido para o Hospital Governamental de Hebron.

A Agência de Notícias Raya disse que a criança foi atacada deliberadamente enquanto andava próxima à rua principal da Antiga Cidade de Hebron.

Houve dúzias de incidentes similares em Hebron, e em diferentes partes da Cisjordânia ocupada, alguns levando a fatalidades entre os palestinos, incluindo crianças, e contagens de incidentes similares causando ferimentos muito sérios.

Fonte: http://www.imemc.org/article/68781

Tuesday, August 12, 2014

E se as crianças mortas em Gaza fossem Judias?


por Robert Bonomo

Vamos fazer uma experiência e imaginar que os Árabes tivessem levado a melhor sobre os israelenses na Guerra Árabe-Israelense em 1948, e depois de anos de conflito, todos que fossem deixados de Israel fossem para a Faixa de Gaza.

Assuma por um momento que em lugar dos Palestinos, mais de 1,8 milhões de Judeus fossem comprimidos nas 11 milhas da Faixa de Gaza e o Estado da Palestina, subsidiado e apoiado por uma super-potência, seja administrando as calorias para os Judeus em Gaza, mantendo-os num limite de 2.300 por dia.

Imagine que em lugar das crianças palestinas, estivessem as crianças Judias vivendo sob um embargo palestino que lhes negasse brinquedos, livros, música e até pouco tempo atrás, pasta de dente.  Como você pensa que o mundo reagiria?  Imagine se fossem os comandos Palestinos que assaltassem um navio de carga pacífico tentando romper o embargo para trazer suprimentos aos Judeus em Gaza, matando nove, incluindo um Americano.  Você pensa que os 85 Senadores Americanos teriam assinado uma carta apoiando o embargo em Gaza e ataque mortal no navio de carga, se aquele navio fosse para uma missão humanitária para ajudar Judeus em Gaza?
O correspondente da NBC, Ayman Mohyeldin, reportou em primeira mão a morte de quatro garotos jogando futebol na praia em Gaza.  "O ataque – e seu resultado desolador – foi testemunhado pela NBC News.  Momentos mais cedo, os garotos estavam jogando futebol com jornalistas na praia.  As quatro vítimas chamavam-se Ahed Atef Bakr e Zakaria Ahed Bakr, ambos de 10 anos de idade, Mohamed Ramez Bakr, de 11 e Ismael Mohamed Bakr, de 9."  Ayman Mohyeldin, que é meio egípcio e americano, foi posteriormente ordenado pela NBC a deixar Gaza.

Glenn Greenwald reportou que: "numerosos empregados da NBC, incluindo algumas grandes estrelas da rede de TV, ficaram... indignados" e que Mohyeldin foi removido de Gaza supostamente por causa da pressão de neo-cons que alegavam que Mohyeldin foi gentil com o Hamas.

É quase impossível imaginar que Mohyeldin tivesse sido substituído se ele estivesse reportando a morte de quatro jovens Judeus nas mãos de uma canhoneira Palestina.  O que nós vemos repetidamente em Gaza é como a mídia avalia de forma diferente as vidas palestinas das judaicas.

Um dia depois do ataque, Samantha Power, embaixadora americana nas Nações Unidas, começou seus comentários dessa forma:

"Os Estados Unidos estão profundamente preocupados com os ataques de foguetes do Hamas e a perigosa escalada das hostilidades na região.  Em particular, estamos preocupados com o impacto devastador dessa crise tanto para civis israelenses quanto palestinos."

É inimaginável que se um foguete do Hamas tivesse estourado em um parque e matasse quatro crianças israelenses que a Srª Power teria começado suas observações dessa forma:

"Os Estados Unidos estão profundamente preocupados com os ataques de foguetes do Hamas e a perigosa escalada das hostilidades na região..."

Por que é inconcebível?  Porque a Srª Power e o governo que ela representa apóiam o apartheid israelense e simplesmente não avaliam as vidas das crianças palestinas da mesma maneira que avaliam as vidas das crianças israelenses.

Como reportado pelo MSN, a repórter da CNN Diana Magnay foi removida de Gaza porque:

"Magnay estava reportando ao vivo ao mesmo tempo em que um grupo observava o bombardeio israelense de Gaza ao seu lado.  Depois que a reportagem acabou, ela escreveu em seu Twitter: 'Israelenses na colina acima de Sderot regozijam-se com as bombas em #gaza; ameaçam 'destruir nosso caro se eu disser uma palavra errada.' Escória.'  A CNN disse em um esclarecimento de Sexta-Feira que Magnay estava se referindo especificamente àqueles que a ameaçavam.  A CNN disse que a rede e Magnay desculpavam-se se alguém foi ofendido.  A rede de TV disse que Magnay transferida para Moscou."

Se o povo na colina acima dela fosse composto por Árabes saudando a artilharia palestina causando danos aos Judeus, teria a Srª Magnay sido transferida para Moscou por chamar aqueles que a ameaçavam de ‘escória’? Eu penso que não.

ANTI-SEMITISMO?

Obviamente, na Europa, a cobertura é de certa forma mais equilibrada, mas Roger Cohen do NY Times vamos ver saber o que se oculta nisso.  Ele começa citando o poeta James Lasdun, "Há algo assustadoramente adaptável como o anti-semitismo: a forma como ele se oculta, insuspeito, nas mentes mais progressistas."

Então Cohen prossegue: "...a guerra também sugeriu como o virulento sentimento anti-Israel agora evidente entre a esquerda bien-pensant européia criou um clima que torna o ódio violento a Judeus novamente permissível."

O que o Sr. Cohen está dizendo é que se alguém aplica a plena medida de revolta moral rumo ao massacre israelense de crianças, como os Europeus estão fazendo e os Americanos se recusam a fazer, então você está brincando com anti-semitismo da variedade nacional-socialista.

Um bom exemplo da lógica em operação de Cohen era quando Jimmy Carter usava a palavra 'apartheid' para descrever a situação em Gaza e era rotulado como "perigoso e anti-semita" por simplesmente declarar o óbvio.

Enquanto havia alguma limitada crítica dos Estados Unidos a respeito da invasão israelense, ninguém deveria duvidar quem era os responsáveis no relacionamento EUA/Israel.  Durante o último conflito em Gaza, em 2009, Condolezza Rice estava indo votar por uma resolução da ONU exigindo um cessar fogo mas o Primeiro-Ministro Israelense Ehud Olmert não teria nada a ver com isso.  Ele explicou o que se sucedia num discurso:

"Quando nós vimos que o secretário de estado, por razões que nós realmente desconhecemos, queria votar a favor da resolução da ONU ... Eu olhei para o Presidente Bush e eles me contaram que ele estava em Filadélfia fazendo um discurso.  Eu disse, ‘Eu não me importo.  Eu tenho que falar com ele agora'.  Eles pegaram-no fora do palanque, trouxeram-no para uma outra sala e eu falei com ele.  Eu lhe disse, 'Você não pode votar em favor dessa resolução.'

Ele disse, 'Escute, eu desconheço isso, eu não vi isso, isso não me é familiar.' Ele deu uma ordem ao secretário de estado e ela não votou a favor dela – uma resolução que ela inventou, redigiu, organizou e manobrou.  Ela ficou muito envergonhada e se absteve em uma resolução que ela organizou."

Quem decide quando uma criança merece livros, brinquedos e pasta de dente ou é melhor ser servida por uma barragem de artilharia?  Sr. Netanyahu e seus cúmplices do governo e mídia americanas, não têm qualquer dúvida a respeito de quem merece.
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