22/10/2004 - 14h58m
Campanha francesa contra anti-semitismo chama Jesus de judeu sujo
Reuters
PARIS - Estudantes judeus franceses planejam lançar uma campanha de choque contra o anti-semitismo na semana que vem, com anúncios mostrando imagens de Jesus Cristo e da Virgem Maria, com as palavras "judeu sujo" rabiscadas sobre eles.
=================
Ofensas judaicas à Virgem Maria
"Ela é chamada de "Miriam, uma penteadeira de cabelos de mulheres". Ela "cometeu adultério".
"Ela se prostituiu com carpinteiros".
http://come-and-hear.com/dilling/114.html
Todas as fontes rabínicas relacionam Jesus como, de "origem ilegítima ... o sedutor foi um soldado de nome Panthera [também chamado Pandira. e Stada]." "Pappus [marido de Maria] não tem nada com a história de Jesus, e foi apenas ligado a ele porque aconteceu de sua esposa ser chamada de "Miriam" [Maria], que foi sabida ser uma adúltera."
Ofensas judaicas a Jesus
Jesus estrangulado: "Ele foi atolado em estrume até as axilas e depois um duro pano foi colocado com um macio por dentro, enrolado pelo seu pescoço, e as duas extremidades puxadas em direções opostas até que ele morreu." (Talmud, Sanhedrin 52a)
http://come-and-hear.com/dilling/53.html
Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Saturday, August 06, 2005
Thursday, August 04, 2005
O anti-semitismo
“Já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um em Cristo Jesus”. (Gl 3, 28)
I - Judeus não puros semitas
Em comum, certas minorias desfrutam de termos específicos para coagir moralmente seus críticos. Entre estas minorias estão os judeus com o seu recorrente termo “anti-semitismo”, que pode ser utilizado para traduzir determinados sentimentos hostis ao povo judeu mas, ao mesmo tempo, silenciar quaisquer críticas dirigidas a este grupo étnico seleto, tornando-os imunes a qualquer picada de alfinete. Ora, na medida em um grupo à parte procura se colocar às margens de uma sociedade, este grupo deve estar disposto a ser contraparte dos sentimentos desta mesma sociedade.
Portanto, farei a seguir um breve estudo do que pode vir a ser tomado como “anti-semitismo” em seu sentido mais perigoso.
Em primeiro lugar, o que significa o termo semita?
Sem, Cam e Jafé foram as três “raças” edificadas por Noé. Para ser um semita alguém deve ter descendido de Sem, assim como para ser um Judeu, genealogicamente, alguém deve descender de Judá.
E o que é o registro Bíblico? Moisés morreu em 1451 AC., e Josué realmente liderou os Israelitas ao interior de Canaã, ou Palestina. A eles tinham sido contados em nenhum termo duvidoso que eles poderiam escolher entre a vida e a morte, benção e maldição: “Bênção, se obedecerdes aos mandamentos do Senhor, vosso Deus … Maldição, se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor, vosso Deus.” (Dt 11, 26-8).
Porém, uma leitura dos livros de Josué e Juízes mostrará que em vez de expulsar essas tribos Canaanitas, os Israelitas misturaram-se com eles todos e adotaram suas abominações. Isso é o motivo pelo qual os Profetas ameaçavam. Ao Norte, as dez tribos do Reino de Israel foram deportadas pelos Assírios em 721 AC. e “perderam-se” de lado a lado pelo seu império mundial. Elas são chamados no Gênesis 49 como: Ruben, Simeão, Levi, Judá, Zabulon, Issacar, Dan, Gad, Aser, Nefhali, José, Benjamin.
Três dessas começaram suas tribos casando-se com não-Semitas. Judá casou-se com uma Canaanita, (um descendente de Cam não Sem). Ver Gênesis 38. Sua descendência foi, desta forma, tão hamítica como foi “semítica” desde o começo. Quatrocentos anos depois, por volta de 1300 AC, descendentes do filho meio-hamítico, Shelah, eram tecelãos e oleiros (I Crônicas 2:3; 4:21-3). Eles ainda estavam produzindo “Judeus”.
Simeão, um outro dos filhos das tribos fundadoras de Israel, casou-se com uma Canaanita (Gênesis 46,10).
O filho de Israel, José, casou-se com a filha do Hamítico Potiphar no Egito. O Egito foi colonizado e povoado por Mizrain, filho de Ham. Foi chamado “a terra de Ham” (Números 12:1; Salmos 78:51; 106:22, 105:23).
Moisés não foi um Judeu. Ele foi um Levita em ambos os lados (Êxodo 2:1). Abraão, seu filho Isaac, e seu filho Jacó, que se chamou “Israel”, tampouco foram Judeus. Apenas um dos doze filhos de Jacó tinham “Judeus” como descendentes — que era Judá. Apropriar-se de toda a Bíblia, como os moderno Fariseus fazem, é falso.
Em repetição monótona, os livros de Josué e Juízes registram que embora os Israelitas foram triunfantes em suas batalhas contra os Canaanitas, eles deixaram os abominadores ficarem e casarem-se com eles. Por exemplo: “Os filhos de Judá não chegaram a expulsar os jebuseus que habitavam em Jerusalém”. (Josué 15,63) “Efraim não expulsou os cananeus de Geser … os quais continuaram a habitar em Geser, no meio de Efraim … Os benjaminitas não exterminaram os jebuseus de Jerusalém; por isso, os jebuseus habitaram em Jerusalém com os benjaminitas até o presente”. (Juízes 1,21)
“Os filhos de Israel habitaram no meio dos cananeus, dos hiteus, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus. Tomaram por mulheres suas filhas e eles mesmos deram suas filhas aos filhos deles, e serviram os seus deuses ... Os israelitas fizeram o mal aos olhos do Senhor, esqueceram-se do Senhor, seu Deus, e serviram aos Baals e as Aseras” (Juízes 3,5-7).
De 1095 à 975 AC, havia um Reino unido de Israel sob os Reis Saul, David e Salomão. Depois, as dez tribos do Norte do Reino de Israel se dividiram, permanecendo até serem deportadas pelos Assírios em 721 AC. O Reino de Jerusalém de Judá-Benjamin permaneceu até 606 AC., quando seu povo foi deportado pelos Babilônicos.
O milagre de como o Farisaísmo Judaístico tem convencido o mundo Cristão que seus aderentes derivam de uma dinastia pura Judá-Israel não pode ser sondado, visto que os Cristãos têm por si mesmo acesso ao registro Bíblico.
Abraão não era apenas pai da tribo de Judá. Através de seu neto, Jacó, vieram as 12 tribos de sangue misturado de Israel. Ele teve 16 filhos por Keturah, que pariu uma multidão de povos do Leste, Medos, Árabes etc. Através de seu filho, Ismael, nascido da Hamítica Egípcia Hagar, doze separadas nações foram fundadas.
Mesmo no tempo de Cristo, muito tempo já havia passado quando poderia ser dito que a mistura racial compreendendo os habitantes da Terra Santa identificava como “Semitas” ou “Judeus”.
Os Judeus de hoje são um pot-pourri de toda raça humana, e eles não têm qualquer derivação geneaológica ou racial dos povos antigos da Terra Santa.
II – Judaísmo antigo diferente do judaísmo moderno
No livro de Ezequiel, está detalhado como o antigo judaísmo acabou sendo gradualmente paganizado por elementos no interior da própria comunidade judaica. Veja a seguir o capítulo 8 de Ezequiel por inteiro:
Ez 8
1 No sexto ano, no quinto dia do sexto mês, estava eu sentado em minha casa, com os anciãos de Judá, quando a mão do Senhor baixou sobre mim.
2 Olhei: enxerguei algo como uma silhueta humana. Abaixo do que parecia serem seus rins, era fogo e, desde os rins até o alto, havia um clarão vermelho.
3 Estendeu uma espécie de mão, e me agarrou pelos cachos dos cabelos. O espírito levantou-me entre o céu e a terra, e me levou a Jerusalém, em visões divinas, à entrada da porta interior que olha para o norte, lá onde se erige o ídolo que provoca o ciúme (do Senhor).
4 Lá se me manifestou a glória do Deus de Israel, tal como a visão que tive no vale.
5 E ele me disse: filho do homem, ergue os olhos para o norte. Levantei os olhos para o norte, e vi ao norte da porta do altar, à entrada, o ídolo que provoca o ciúme (do Senhor).
6 Filho do homem, disse-me, vês tu a abominação que praticam, como eles procedem na casa de Israel, para que eu me afaste do meu santuário? Verás, todavia, coisas muito mais graves.
7 Conduziu-me até a entrada do adro e, reparando, vi que havia um rombo no muro.
8 Filho do homem, disse-me ele, fura a muralha. Quando a furei, divisei uma porta.
9 Aproxima-te, diz ele, e contempla as horríveis abominações a que se entregam aqui.
10 Fui até ali para olhar: enxerguei aí toda espécie de imagens de répteis e de animais imundos e, pintados em volta da parede, todos os ídolos da casa de Israel.
11 Setenta anciãos da casa de Israel, entre os quais Jazanias, filho de Safã, se achavam de pé diante deles, segurando cada qual o seu turíbulo, do qual se elevava espessa nuvem de fumaça.
12 Filho do homem, disse-me ele, vês tu o que fazem os anciãos de Israel na obscuridade, cada um deles em sua câmara, guarnecida de ídolos, pensando que o Senhor não os vê, e que ele abandonou a terra?
13 E ajuntou: Verás ainda abominações mais graves que eles estão cometendo.
14 Conduziu-me, então, para a entrada da porta setentrional da casa do Senhor: mulheres estavam assentadas, chorando Tamuz.
15 Filho do homem, falou-me, tu viste? Verás ainda abominações piores do que estas.
16 Levou-me então ao interior do templo. À entrada do santuário do Senhor, entre o vestíbulo e o altar, avistei cerca de vinte e cinco homens, que, de costas para o santuário do Senhor, com a face voltada para o oriente, se prosternavam diante do sol.
17 Filho do homem, disse-me ele, vês isto? Não basta à casa de Judá entregar-se a esses ritos abomináveis que aqui se praticam? Haverá ainda ela de encher a terra de violência, e não cessará de me irritar? Ei-los que trazem o ramo ao nariz.
18 Está bem! Eu, de minha parte, procederei com furor, não terei condescendência, serei impiedoso. Inutilmente clamarão a meus ouvidos, não os ouvirei.
Vejam, portanto, como o judaísmo estava se paganizando bem antes de Cristo. Note como já havia uma tal judaísmo exotérico e outro esotérico. Foi contra este judaísmo secreto e inicático que João Batista, primeiro, e, posteriormente, Cristo se pronunciaram tão duramente. Porque os fariseus ensinavam em público uma coisa e outra secretamente. Publicamente ensinavam a Lei e os Profetas e secretamente faziam tábua rasa disso através de sua tradição oral, que nada mais era do que uma interpretação esdrúxula da Bíblia através dos mistérios provenientes da Babilônia. Veja as Escrituras:
Mt 15
3 Jesus respondeu-lhes: E vós, por que violais os preceitos de Deus, por causa de vossa tradição?
4 Deus disse: Honra teu pai e tua mãe; aquele que amaldiçoar seu pai ou sua mãe será castigado de morte (Ex 20,12; 21,17).
5 Mas vós dizeis: Aquele que disser a seu pai ou a sua mãe: aquilo com que eu vos poderia assistir, já ofereci a Deus,
6 esse já não é obrigado a socorrer de outro modo a seus pais. Assim, por causa de vossa tradição, anulais a palavra de Deus.
Veja, portanto, como é fácil de ver e demonstrar que o farisaísmo já havia traído os preceitos mosaicos. Isso não é confirmado somente pelas Sagradas Escrituras como também pelo próprio Talmud:
"Há maior severidade no respeito aos ensinamentos dos Escribas do que em respeito à Torá … de forma que uma lei bíblica pode ser transgredida." (Talmud, Sanhedrin 88b).
Nisto consiste a inclinação à depravação dos judeus no sentido de apoiar todo tipo de materialismos; movimentos sociais que desagregam moralmente a sociedade gentia, como é o caso dos movimentos homossexuais; movimentos de ordem econômica como o capitalismo e socialismo, e todo tipo de processos racionalizantes dos ideais judaicos (psicanálise, antropologia cultural etc.) com o intuito de destruir a identidade tradicional dos demais povos e possibilitar uma dominação mais condizente com seus preceitos ideológicos. As leis de Noé são a tradução de uma segregação ainda não oficializada para que existam leis feitas pelos judeus especialmente dirigidas aos não-judeus. A contemporaneidade consiste, em suma, de racionalização da religião farisaica em todos os seus meandros.
III - Judaísmo moderno sinônimo de farisaísmo
Posto que os “Judeus” eram uma raça misturada do início, o termo “Semitas” aplicado a eles, reconhecidamente, é tolo. Assim, “Anti-Semitismo” significa realmente “Anti-Farisaísmo”.
Os Khazares, por exemplo, foram parte de uma tribo errante asiática que adotou o Talmudismo no Século Oitavo, quando seu Rei, Bulan, e sua Côrte o fizeram. Seus descendentes constituem os Judeus Ashkenazi da Rússia, Polônia e Alemanha, que, um após outro, migraram em massa para os Estados Unidos.
Havia “Judeus” chineses há séculos, assim como na Índia e os “Judeus” Falashas Negros.
Os Judeus de hoje são um pot-pourri de toda raça humana, e eles não têm qualquer derivação geneaológica ou racial dos povos antigos da Terra Santa.
Posto que os “Judeus” eram uma raça misturada do início, o termo “Semitas” aplicado a eles, reconhecidamente, é tolo. Assim, “Anti-Semitismo” significa realmente “Anti-Farisaísmo”.
Os Khazares, por exemplo, foram parte de uma tribo errante asiática que adotou o Talmudismo no Século Oitavo, quando seu Rei, Bulan, e sua Côrte o fizeram. Seus descendentes constituem os Judeus Ashkenazi da Rússia, Polônia e Alemanha, que, um após outro, migraram em massa para os Estados Unidos.
Havia “Judeus” chineses há séculos, assim como na Índia e os “Judeus” Falashas Negros.
A compreensão cristã no assunto dos “Fariseus” é melhor fornecida pela Enciclopédia Judaica Universal (UJE) de 1943:
"A religião judaica, como é hoje, encontra sua herança, sem nenhuma interrupção, por todos os séculos, nos Fariseus. Suas principais idéias e métodos encontram expressão em uma literatura de enorme extensão, da qual uma parte enorme ainda existe. O Talmud é a mais volumosa e a mais importante peça dessa literatura … e o estudo dele é essencial para qualquer real entendedor do Farisaísmo."
Com respeito aos Fariseus, a Enciclopédia Judaica de 1905 declara que:
"Com a destruição do Templo (70 A.D.) os Saduceus desapareceram junto, deixando a regulação de todos os assuntos judaicos nas mãos dos Fariseus. Dali em diante, a vida judaica foi regulada pelos Fariseus; toda história do Judaísmo foi reconstruída do ponto de vista Farisaico, e um novo aspecto foi dado ao Sinédrio do passado. Uma nova corrente de tradição suplantou a mais velha tradição dos sacerdotes (Abot 1:1). O Farisaísmo modelou o caráter do Judaísmo e a vida e pensamento do Judeu para todo o futuro. "
"O Farisaísmo se tornou Talmudismo … Mas o espírito do antigo Fariseu sobrevive inalterado. Quando o Judeu … estuda o Talmud, ele está na realidade repetindo os argumentos usados nas academias Palestinas. Da Palestina à Babilônia; da Babilônia ao Norte da África, Itália. Espanha, França e Alemanha; destes para a Polônia. Pela Rússia e Leste Europeu em geral, o antigo Farisaísmo tem vagado."
Vejamos a seguir ainda:
"O Talmud deriva sua autoridade da posição sustentada pelas antigas academias (p.e. Fariseus) Os professores daquelas academias, tanto da Babilônia e da Palestina eram considerados os sucessores legais do mais velho Sinédrio . . . No presente momento, o povo Judeu não tem nenhuma autoridade central vivente comparável em status aos antigos Sinédrios ou às mais recentes academias. Portanto, qualquer decisão a respeito da religião judaica deve ser baseada no Talmud como o resumo final dos ensinamentos daquelas autoridades quando existiram". (The Jews - Their History, Culture, and Religion , Vol. 4, p. 1332, Jewish Publication Society of America, 1949).
Jesus irritou profundamente os fariseus, pois estes faziam tábua rasa da lei mosaica através de sua lei oral e que na ótica posterior sabatianista professavam a crença de que a vinda do messias se aproximaria com a subversão da autêntica moral judaica, abolindo a própria Lei e os dizeres dos profetas:
Mt 5
17 Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição.
18 Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei.
19 Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus.
20 Digo-vos, pois, se vossa justiça não for maior que a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos céus.
Uma leitura no Talmud confirma esta crença:
"A subversão da Torah pode tornar-se sua verdadeira realização (cfr. Talmud, Menahot, 99b)"
"(...)A Torá, como os sabatianistas radicais gostavam de formular, é a semente da Salvação e, assim como a semente precisa apodrecer na terra a fim de vingar e dar frutos, a Torá deve ser subvertida para aparecer em sua verdadeira glória messiânica. Sob a lei do desenvolvimento orgânico, que governa cada esfera da existência, o processo de Salvação está ligado ao fato de as ações do homem serem, pelo menos em certos aspectos e em certas épocas, sombrias e como que putrefatas. O Talmude reza: ‘O filho de Davi só vem em uma época que é completamente culpada ou completamente inocente.’ (cfr. Talmud, Sanhendrin 98a). Deste epigrama, muitos sabatinaistas extraíram a moral: desde que não podemos todos ser santos, sejamos todos pecadores”. (“A Mística Judaica”, Gershom Scholem, p. 319 – Editora Perspectiva, São Paulo, 1972.)
Estes já não eram autênticos judeus, mas judeus paganizados.
IV – O porquê da perseguição aos judeus
A perseguição dos judeus na realidade se confunde com o anticristianismo militante, uma vez que os mesmos faziam questão de não se assimilar, viver em contraposição à sociedade em que se circunscreviam e, ao mesmo tempo, instilar ódio contra essas populações através de seus escritos – o já citado Talmud – de onde podemos extrair algumas perólas como essa:
Cristãos no inferno (Talmud, Gittin 57a) são punidos por "excremento quente em fervura" que é a punição para todo aquele que ridicularize "as palavras dos sábios"
Jesus "cometeu bestialidade," "corrompeu o povo," é "atirado ao inferno." (Talmud Sanhedrin 105a)
Mas o aspecto mais sombrio do judaísmo não se caracteriza pelo anticristianismo religioso, mas pelo racismo religioso:
No Orach Chaiim (225,10), lê-se:"Aquele que observa (admira) criaturas formosas, ainda que seja um akum ou um animal, deixe que diga: "Bendito sejas
Nosso Senhor Deus, Rei do Universo, que colocaste tais coisas na terra".
No Midrasch Talpioth (225 d) lê-se assim: "Deus lhes deu a forma de homens para a glória de Israel. Porém os akum forma criados com o único fim de servi-los
(aos judeus), dia e noite. Nunca serão aliviados deste serviço. É o próprio do filho de um rei (um israelita), que os animais, na sua forma natural e os
animais em forma de seres humanos estejam a seu serviço".
Podemos citar também o que está escrito no Orach Chaiim (57,6 a): "Se devemos lastimar os porcos quando sofrem de uma doença, porque seus intestinos são
semelhantes aos nossos, com muito mais razão devemos ter compaixão dos akum quando se virem afligidos desta maneira".
No Sanhedrin (74 b) Tosephoth, diz assim: "A relação sexual de um goi é igual a de uma besta".
E o Kethuboth (3 b) completa: "O sêmen de um goi tem o mesmo valor que o de uma
besta".
No Eben Haeser (44,8), diz o seguinte: "Se um judeu contrai casamento com uma akum (cristã), ou com sua servente, o matrimônio é nulo. Porque eles
não estão capacitados a contrair matrimônio. Portanto, se uma akum ou uma servente contrair casamento com um judeu, o matrimônio é nulo".
Em suma, o farisaísmo é, em síntese, anticristianismo instilado gota a gota como veneno de serpente.
Esse é um e-mail que recebi de um judeu ortodoxo e que faço questão de guardar para demonstrar como o termo “anti-semitismo” significa na verdade uma oposição da visão de mundo do judaísmo triunfante, isto é, o judaísmo rabínico ou farisaico, como queira:
"O MESSIANISMO (CRISTÃO) É UMA ESPÉCIE DE ANTI-SEMITISMO! É UMA FORMA DE ANIQUILAR O JUDEU, PELA ALMA, ATRAVÉS DA ASSIMILAÇÃO DE CRENÇAS, OU SEJA, VC, AO MESMO TEMPO, ESTÁ MATANDO TANTO O CRISTÃO COMO O JUDEU, EM SUAS NATUREZAS, ISSO SIM É UM ANTI-SEMITISMO GRAVE, POIS ELE É SUBJETIVO, OU SEJA, É OCULTO, DISFARÇADO! NÃO É IGUAL AO NAZISMO E O TERRORISMO ISLÃMICO, QUE É ABERTO E ESCANCARADO, OU SEJA, É OBJETIVO!)"
V – A misteriosa perseguição nazista aos judeus
Deste modo, é de se compreender como o fator racial convergiu plenamente com as leis de Nuremberg de modo que ambos os lados estavam desinteressados na miscigenação, porém na integridade étnica de seus povos. Isso é bem verdade já que houve colaboradores sionistas no regime hitlerista.
Na Conferência Mundial Judaica de 1958, em Genebra, Dr. Nahum Goldman, Presidente da Organização Sionista, avisou aos judeus que “uma recusa atual do observável anti-semitismo poderia constituir um novo perigo para a sobrevivência judaica... O desaparecimento do anti-semitismo tinha tido um efeito muito negativo em nossa vida interna.”
No final de 1930, os judeus alemães estavam coordenando um novo auge de fervor sionista, cortesia do regime nazista. Organizações sionistas receberam três vezes mais em contribuições entre 1935/6 do que entre 1931/2, e a tiragem do jornal sionista Judische Rundschau subiu de 5.000 para 40.000. O Editor do jornal foi o primeiro a cunhar e fazer popular o slogan a respeito da estrela amarela que os judeus foram depois forçados a vestir: “Vestir com orgulho, a estrela amarela!” Isso foi mais do que seis anos antes dos judeus serem obrigados a usá-la por lei.
Há até uma certa soma de evidências para mostrar que Hitler foi financiado por interesses judeus. Em seu livro, I Paid Hitler, Thyssen admitiu que os nazistas mesmos tinham sido obrigados a reconhecer os serviços prestados pelo banco judeu Simon Hirschland Bank, que tinha arrumado empréstimos de Wall Street para Hitler, através de um outro banco em Nova Iorque: Goldman Sachs & Co. Por um longo tempo, ninguém ousou colocar as mãos no Simon Hirschland Bank, a despeito da pressão dos elementos extremistas do partido nazista.
Mas provavelmente a mais bizarra ligação entre Hitlerismo e Sionismo fosse na Áustria e Hungria, onde proeminentes líderes judeus cooperaram ativamente com os Nazis, registrando a população judaica e mantendo a ordem nos guetos, em recompensa da permissão para a imigração para a Palestina de milhares de jovens pioneiros judeus. Os nazistas concordaram mesmo em preparar escolas de agricultura para os que seriam emigrantes na Áustria. Esse romance completo é descrito em termos rapsódicos em The Secret Roads por Jon e David Kimche, dois proeminentes sionistas britânicos. Eles descrevem como dois jovens colonos fizeram seus caminhos de volta a Berlim e Viena em 1938, a fim de propor o plano à Gestapo. Adolf Eichmann prontamente concordou com o esquema, e até mesmo expulsou um grupo de religiosas de um convento para prover uma fazenda de preparação para jovens judeus emigrantes. Ao final de 1938, cerca de mil judeus estavam sendo providos com treinamento nesses estabelecimentos. Os dois emissários que tinham permissão de ir e vir com liberdade para qualquer lugar da Alemanha, foram visitar até mesmo campos de internamento e selecionar entre os judeus mais jovens, os mais aptos para o treinamento e subseqüente passagem para a Palestina.
O próprio Eichmann admitiu ter sido um leal sionista, desde que ele tinha estudado o clássico de Herzl, O Estado Judeu (título original Um Discurso aos Rothschilds), como parte de seu treinamento da S.S. Eichmann esteve presente, em trajes civis, na cerimônia de comemoração dos 35 anos da morte de Herzl. E, em 1939, ele protestou contra a profanação do túmulo de Herzl, em Viena. Em 1937, Eichmann visitou a Palestina em um convite formal de um oficial sionista. Mas, para sua desgraça, assim que chegou no território, foi logo deportado para o Egito pelas autoridades britânicas. Em Cairo, ele foi visitado por um representante de uma das organizações terroristas judaicas Hagannah.
Mesmo no desenrolar da guerra, em 1944, Eichmann ainda se ligava com seus amigos sionistas. Ele fez um acordo com Dr. Rudolf Kastner, um líder da comunidade judaica de Budapeste, pelo qual alguns milhares de importantes sionistas teriam permissão para emigrar para a Palestina, em recompensa a manutenção da ordem por Kastner, entre os quais aqueles que estavam sendo enviados para os campos de concentração.
Os irmãos Kimche pagaram o tributo para os esforços de Eichmann em benefício dos judeus nos Caminhos Secretos. “Eichmann pode ter ido para os subterrâneos da história como um dos principais assassinos do povo judeu, mas ele entrou na arena como um ativo trabalhador no resgate dos judeus da Europa. “Eles continuam a deixar de assinalar que os agentes sionistas na Europa consideravam o britânico como “o principal inimigo”, não o alemão.
VI - Anti-semitismo: triunfo de uma casta
O anti-semitismo significa a elevação de uma casta sobre outra mediante a superposição de interesses etnocêntricos que somente se consolidam em contraposição a todas as demais nações através de lobbies bem conhecidos: nos meios financeiros, industriais, na indústria da mídia e cinematográfica, enfim, a dominação judaica moderna se perfaz pela cada vez maior monopolização do mundo econômico e ideológico.
O moderno anti-semitismo vem se tornando tão ostensivamente perigoso que há movimentos com caráter oficial no sentido de silenciar qualquer demonstração de oposição aos interesses judaicos. Um exemplo é o projeto de lei de Bush para combater o anti-semitismo em âmbito global, extrapolando qualquer noção de territorialidade e soberania para atender aos interesses de um grupo minoritário:
108th CONGRESS
2d Session
H. R. 4230
To authorize the establishment within the Department of State of an Office to Monitor and Combat Anti-Semitism, to require inclusion in annual Department of State reports of information concerning acts of anti-Semitism around the world, and for other purposes.
IN THE HOUSE OF REPRESENTATIVES
April 28, 2004
Mr. LANTOS (for himself, Ms. ROS-LEHTINEN, Mr. WAXMAN, Mr. KIRK, and Mr. LEWIS of Georgia) introduced the following bill; which was referred to the Committee on International Relations
Isso aqui explica porque eles ficaram tão indignados com filme de Mel Gibson, e acabam por associar o anti-farisaísmo que é bem próprio do Novo Testamento ao anti-semitismo.
A idéia da superposição de uma casta é bem visualizada através de mais uma leitura do Talmud:
"os sofrimentos da mãe Sião estão em trabalho para parir o Messias - sem metáfora, o povo Judeu". (Kethuboth 111a)
Isso significa que o messias judaico é, literalmente, o próprio povo judeu triunfando culturalmente, economicamente, ideologicamente sobre cabeças gentias. É a etnização do judaísmo como modelo número 1 para os povos. Para o judaísmo, bem claro está aqui que o judaísmo identifica um messias coletivo, ou seja, o próprio povo judeu como messias.
O comunismo foi uma tentativa de se estabelecer esse predomínio e o número espantoso de judeus envolvidos com o processo de comunização mundial, tanto direta quanto nos bastidores é de saltar os olhos.
Para finalizar, o sociólogo chileno Pablo Huanes explica com brilhantismo o fenômeno:
"Jesús y Marx fueron judíos y lo que hace Marx es modernizar el espíritu mesiánico del judaísmo, prometiendo la salvación en este mundo. La profecía de su 'Manifiesto Comunista' es la salvación secular del pueblo elegido (la clase trabajadora) que ha de ser liberado de su cautiverio en Babilonia ( la explotación capitalista) por la ira de Jehová (la revolución) para instaurar aquí el reino de los cielos (la dictadura del proletariado). El redentor es el revolucionario; Satanás, el capitalismo; su pueblo elegido, el proletariado; y su Iglesia Católica, apostólica y romana es el Partido Comunista, apostólico y moscovita. Es como traer a Dios a la Tierra, con juicio final y apocalipsis incluídos". (Pablo Huneeus, sociólogo chileno)
Hoje, os judeus estão bem situados financeira e economicamente, dominam as mídias de massa e principalmente o meio acadêmico. È a consolidação do plano messiânico judaico em vias de concretização absoluta.
É preciso cobrar dos judeus, senhores quase absolutos do mundo ocidental e em vias de domínio do oriente, uma postura de responsabilidade sobre as injustiças que recaem sobre o nosso mundo, uma vez que o poder pressupõe dever. Poder pressupõe responsabilidades.
O sionismo é uma aberração ao Direito Internacional, que jamais consagrou, a não ser aos judeus, uma nacionalidade religiosa, pois os elementos formadores de um Estado moderno jamais se fundaram no fundamentalismo religioso.
Nós gentios não precisamos de leis de Noé. Nós precisamos e um mundo onde as barreiras do ódio sejam derrubadas para dar lugar a uma fraternidade verdadeira baseada não no sangue nem em genealogias, mas na mesma filiação divina em uma mesma irmandade espiritual.
I - Judeus não puros semitas
Em comum, certas minorias desfrutam de termos específicos para coagir moralmente seus críticos. Entre estas minorias estão os judeus com o seu recorrente termo “anti-semitismo”, que pode ser utilizado para traduzir determinados sentimentos hostis ao povo judeu mas, ao mesmo tempo, silenciar quaisquer críticas dirigidas a este grupo étnico seleto, tornando-os imunes a qualquer picada de alfinete. Ora, na medida em um grupo à parte procura se colocar às margens de uma sociedade, este grupo deve estar disposto a ser contraparte dos sentimentos desta mesma sociedade.
Portanto, farei a seguir um breve estudo do que pode vir a ser tomado como “anti-semitismo” em seu sentido mais perigoso.
Em primeiro lugar, o que significa o termo semita?
Sem, Cam e Jafé foram as três “raças” edificadas por Noé. Para ser um semita alguém deve ter descendido de Sem, assim como para ser um Judeu, genealogicamente, alguém deve descender de Judá.
E o que é o registro Bíblico? Moisés morreu em 1451 AC., e Josué realmente liderou os Israelitas ao interior de Canaã, ou Palestina. A eles tinham sido contados em nenhum termo duvidoso que eles poderiam escolher entre a vida e a morte, benção e maldição: “Bênção, se obedecerdes aos mandamentos do Senhor, vosso Deus … Maldição, se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor, vosso Deus.” (Dt 11, 26-8).
Porém, uma leitura dos livros de Josué e Juízes mostrará que em vez de expulsar essas tribos Canaanitas, os Israelitas misturaram-se com eles todos e adotaram suas abominações. Isso é o motivo pelo qual os Profetas ameaçavam. Ao Norte, as dez tribos do Reino de Israel foram deportadas pelos Assírios em 721 AC. e “perderam-se” de lado a lado pelo seu império mundial. Elas são chamados no Gênesis 49 como: Ruben, Simeão, Levi, Judá, Zabulon, Issacar, Dan, Gad, Aser, Nefhali, José, Benjamin.
Três dessas começaram suas tribos casando-se com não-Semitas. Judá casou-se com uma Canaanita, (um descendente de Cam não Sem). Ver Gênesis 38. Sua descendência foi, desta forma, tão hamítica como foi “semítica” desde o começo. Quatrocentos anos depois, por volta de 1300 AC, descendentes do filho meio-hamítico, Shelah, eram tecelãos e oleiros (I Crônicas 2:3; 4:21-3). Eles ainda estavam produzindo “Judeus”.
Simeão, um outro dos filhos das tribos fundadoras de Israel, casou-se com uma Canaanita (Gênesis 46,10).
O filho de Israel, José, casou-se com a filha do Hamítico Potiphar no Egito. O Egito foi colonizado e povoado por Mizrain, filho de Ham. Foi chamado “a terra de Ham” (Números 12:1; Salmos 78:51; 106:22, 105:23).
Moisés não foi um Judeu. Ele foi um Levita em ambos os lados (Êxodo 2:1). Abraão, seu filho Isaac, e seu filho Jacó, que se chamou “Israel”, tampouco foram Judeus. Apenas um dos doze filhos de Jacó tinham “Judeus” como descendentes — que era Judá. Apropriar-se de toda a Bíblia, como os moderno Fariseus fazem, é falso.
Em repetição monótona, os livros de Josué e Juízes registram que embora os Israelitas foram triunfantes em suas batalhas contra os Canaanitas, eles deixaram os abominadores ficarem e casarem-se com eles. Por exemplo: “Os filhos de Judá não chegaram a expulsar os jebuseus que habitavam em Jerusalém”. (Josué 15,63) “Efraim não expulsou os cananeus de Geser … os quais continuaram a habitar em Geser, no meio de Efraim … Os benjaminitas não exterminaram os jebuseus de Jerusalém; por isso, os jebuseus habitaram em Jerusalém com os benjaminitas até o presente”. (Juízes 1,21)
“Os filhos de Israel habitaram no meio dos cananeus, dos hiteus, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus. Tomaram por mulheres suas filhas e eles mesmos deram suas filhas aos filhos deles, e serviram os seus deuses ... Os israelitas fizeram o mal aos olhos do Senhor, esqueceram-se do Senhor, seu Deus, e serviram aos Baals e as Aseras” (Juízes 3,5-7).
De 1095 à 975 AC, havia um Reino unido de Israel sob os Reis Saul, David e Salomão. Depois, as dez tribos do Norte do Reino de Israel se dividiram, permanecendo até serem deportadas pelos Assírios em 721 AC. O Reino de Jerusalém de Judá-Benjamin permaneceu até 606 AC., quando seu povo foi deportado pelos Babilônicos.
O milagre de como o Farisaísmo Judaístico tem convencido o mundo Cristão que seus aderentes derivam de uma dinastia pura Judá-Israel não pode ser sondado, visto que os Cristãos têm por si mesmo acesso ao registro Bíblico.
Abraão não era apenas pai da tribo de Judá. Através de seu neto, Jacó, vieram as 12 tribos de sangue misturado de Israel. Ele teve 16 filhos por Keturah, que pariu uma multidão de povos do Leste, Medos, Árabes etc. Através de seu filho, Ismael, nascido da Hamítica Egípcia Hagar, doze separadas nações foram fundadas.
Mesmo no tempo de Cristo, muito tempo já havia passado quando poderia ser dito que a mistura racial compreendendo os habitantes da Terra Santa identificava como “Semitas” ou “Judeus”.
Os Judeus de hoje são um pot-pourri de toda raça humana, e eles não têm qualquer derivação geneaológica ou racial dos povos antigos da Terra Santa.
II – Judaísmo antigo diferente do judaísmo moderno
No livro de Ezequiel, está detalhado como o antigo judaísmo acabou sendo gradualmente paganizado por elementos no interior da própria comunidade judaica. Veja a seguir o capítulo 8 de Ezequiel por inteiro:
Ez 8
1 No sexto ano, no quinto dia do sexto mês, estava eu sentado em minha casa, com os anciãos de Judá, quando a mão do Senhor baixou sobre mim.
2 Olhei: enxerguei algo como uma silhueta humana. Abaixo do que parecia serem seus rins, era fogo e, desde os rins até o alto, havia um clarão vermelho.
3 Estendeu uma espécie de mão, e me agarrou pelos cachos dos cabelos. O espírito levantou-me entre o céu e a terra, e me levou a Jerusalém, em visões divinas, à entrada da porta interior que olha para o norte, lá onde se erige o ídolo que provoca o ciúme (do Senhor).
4 Lá se me manifestou a glória do Deus de Israel, tal como a visão que tive no vale.
5 E ele me disse: filho do homem, ergue os olhos para o norte. Levantei os olhos para o norte, e vi ao norte da porta do altar, à entrada, o ídolo que provoca o ciúme (do Senhor).
6 Filho do homem, disse-me, vês tu a abominação que praticam, como eles procedem na casa de Israel, para que eu me afaste do meu santuário? Verás, todavia, coisas muito mais graves.
7 Conduziu-me até a entrada do adro e, reparando, vi que havia um rombo no muro.
8 Filho do homem, disse-me ele, fura a muralha. Quando a furei, divisei uma porta.
9 Aproxima-te, diz ele, e contempla as horríveis abominações a que se entregam aqui.
10 Fui até ali para olhar: enxerguei aí toda espécie de imagens de répteis e de animais imundos e, pintados em volta da parede, todos os ídolos da casa de Israel.
11 Setenta anciãos da casa de Israel, entre os quais Jazanias, filho de Safã, se achavam de pé diante deles, segurando cada qual o seu turíbulo, do qual se elevava espessa nuvem de fumaça.
12 Filho do homem, disse-me ele, vês tu o que fazem os anciãos de Israel na obscuridade, cada um deles em sua câmara, guarnecida de ídolos, pensando que o Senhor não os vê, e que ele abandonou a terra?
13 E ajuntou: Verás ainda abominações mais graves que eles estão cometendo.
14 Conduziu-me, então, para a entrada da porta setentrional da casa do Senhor: mulheres estavam assentadas, chorando Tamuz.
15 Filho do homem, falou-me, tu viste? Verás ainda abominações piores do que estas.
16 Levou-me então ao interior do templo. À entrada do santuário do Senhor, entre o vestíbulo e o altar, avistei cerca de vinte e cinco homens, que, de costas para o santuário do Senhor, com a face voltada para o oriente, se prosternavam diante do sol.
17 Filho do homem, disse-me ele, vês isto? Não basta à casa de Judá entregar-se a esses ritos abomináveis que aqui se praticam? Haverá ainda ela de encher a terra de violência, e não cessará de me irritar? Ei-los que trazem o ramo ao nariz.
18 Está bem! Eu, de minha parte, procederei com furor, não terei condescendência, serei impiedoso. Inutilmente clamarão a meus ouvidos, não os ouvirei.
Vejam, portanto, como o judaísmo estava se paganizando bem antes de Cristo. Note como já havia uma tal judaísmo exotérico e outro esotérico. Foi contra este judaísmo secreto e inicático que João Batista, primeiro, e, posteriormente, Cristo se pronunciaram tão duramente. Porque os fariseus ensinavam em público uma coisa e outra secretamente. Publicamente ensinavam a Lei e os Profetas e secretamente faziam tábua rasa disso através de sua tradição oral, que nada mais era do que uma interpretação esdrúxula da Bíblia através dos mistérios provenientes da Babilônia. Veja as Escrituras:
Mt 15
3 Jesus respondeu-lhes: E vós, por que violais os preceitos de Deus, por causa de vossa tradição?
4 Deus disse: Honra teu pai e tua mãe; aquele que amaldiçoar seu pai ou sua mãe será castigado de morte (Ex 20,12; 21,17).
5 Mas vós dizeis: Aquele que disser a seu pai ou a sua mãe: aquilo com que eu vos poderia assistir, já ofereci a Deus,
6 esse já não é obrigado a socorrer de outro modo a seus pais. Assim, por causa de vossa tradição, anulais a palavra de Deus.
Veja, portanto, como é fácil de ver e demonstrar que o farisaísmo já havia traído os preceitos mosaicos. Isso não é confirmado somente pelas Sagradas Escrituras como também pelo próprio Talmud:
"Há maior severidade no respeito aos ensinamentos dos Escribas do que em respeito à Torá … de forma que uma lei bíblica pode ser transgredida." (Talmud, Sanhedrin 88b).
Nisto consiste a inclinação à depravação dos judeus no sentido de apoiar todo tipo de materialismos; movimentos sociais que desagregam moralmente a sociedade gentia, como é o caso dos movimentos homossexuais; movimentos de ordem econômica como o capitalismo e socialismo, e todo tipo de processos racionalizantes dos ideais judaicos (psicanálise, antropologia cultural etc.) com o intuito de destruir a identidade tradicional dos demais povos e possibilitar uma dominação mais condizente com seus preceitos ideológicos. As leis de Noé são a tradução de uma segregação ainda não oficializada para que existam leis feitas pelos judeus especialmente dirigidas aos não-judeus. A contemporaneidade consiste, em suma, de racionalização da religião farisaica em todos os seus meandros.
III - Judaísmo moderno sinônimo de farisaísmo
Posto que os “Judeus” eram uma raça misturada do início, o termo “Semitas” aplicado a eles, reconhecidamente, é tolo. Assim, “Anti-Semitismo” significa realmente “Anti-Farisaísmo”.
Os Khazares, por exemplo, foram parte de uma tribo errante asiática que adotou o Talmudismo no Século Oitavo, quando seu Rei, Bulan, e sua Côrte o fizeram. Seus descendentes constituem os Judeus Ashkenazi da Rússia, Polônia e Alemanha, que, um após outro, migraram em massa para os Estados Unidos.
Havia “Judeus” chineses há séculos, assim como na Índia e os “Judeus” Falashas Negros.
Os Judeus de hoje são um pot-pourri de toda raça humana, e eles não têm qualquer derivação geneaológica ou racial dos povos antigos da Terra Santa.
Posto que os “Judeus” eram uma raça misturada do início, o termo “Semitas” aplicado a eles, reconhecidamente, é tolo. Assim, “Anti-Semitismo” significa realmente “Anti-Farisaísmo”.
Os Khazares, por exemplo, foram parte de uma tribo errante asiática que adotou o Talmudismo no Século Oitavo, quando seu Rei, Bulan, e sua Côrte o fizeram. Seus descendentes constituem os Judeus Ashkenazi da Rússia, Polônia e Alemanha, que, um após outro, migraram em massa para os Estados Unidos.
Havia “Judeus” chineses há séculos, assim como na Índia e os “Judeus” Falashas Negros.
A compreensão cristã no assunto dos “Fariseus” é melhor fornecida pela Enciclopédia Judaica Universal (UJE) de 1943:
"A religião judaica, como é hoje, encontra sua herança, sem nenhuma interrupção, por todos os séculos, nos Fariseus. Suas principais idéias e métodos encontram expressão em uma literatura de enorme extensão, da qual uma parte enorme ainda existe. O Talmud é a mais volumosa e a mais importante peça dessa literatura … e o estudo dele é essencial para qualquer real entendedor do Farisaísmo."
Com respeito aos Fariseus, a Enciclopédia Judaica de 1905 declara que:
"Com a destruição do Templo (70 A.D.) os Saduceus desapareceram junto, deixando a regulação de todos os assuntos judaicos nas mãos dos Fariseus. Dali em diante, a vida judaica foi regulada pelos Fariseus; toda história do Judaísmo foi reconstruída do ponto de vista Farisaico, e um novo aspecto foi dado ao Sinédrio do passado. Uma nova corrente de tradição suplantou a mais velha tradição dos sacerdotes (Abot 1:1). O Farisaísmo modelou o caráter do Judaísmo e a vida e pensamento do Judeu para todo o futuro. "
"O Farisaísmo se tornou Talmudismo … Mas o espírito do antigo Fariseu sobrevive inalterado. Quando o Judeu … estuda o Talmud, ele está na realidade repetindo os argumentos usados nas academias Palestinas. Da Palestina à Babilônia; da Babilônia ao Norte da África, Itália. Espanha, França e Alemanha; destes para a Polônia. Pela Rússia e Leste Europeu em geral, o antigo Farisaísmo tem vagado."
Vejamos a seguir ainda:
"O Talmud deriva sua autoridade da posição sustentada pelas antigas academias (p.e. Fariseus) Os professores daquelas academias, tanto da Babilônia e da Palestina eram considerados os sucessores legais do mais velho Sinédrio . . . No presente momento, o povo Judeu não tem nenhuma autoridade central vivente comparável em status aos antigos Sinédrios ou às mais recentes academias. Portanto, qualquer decisão a respeito da religião judaica deve ser baseada no Talmud como o resumo final dos ensinamentos daquelas autoridades quando existiram". (The Jews - Their History, Culture, and Religion , Vol. 4, p. 1332, Jewish Publication Society of America, 1949).
Jesus irritou profundamente os fariseus, pois estes faziam tábua rasa da lei mosaica através de sua lei oral e que na ótica posterior sabatianista professavam a crença de que a vinda do messias se aproximaria com a subversão da autêntica moral judaica, abolindo a própria Lei e os dizeres dos profetas:
Mt 5
17 Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição.
18 Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei.
19 Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus.
20 Digo-vos, pois, se vossa justiça não for maior que a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos céus.
Uma leitura no Talmud confirma esta crença:
"A subversão da Torah pode tornar-se sua verdadeira realização (cfr. Talmud, Menahot, 99b)"
"(...)A Torá, como os sabatianistas radicais gostavam de formular, é a semente da Salvação e, assim como a semente precisa apodrecer na terra a fim de vingar e dar frutos, a Torá deve ser subvertida para aparecer em sua verdadeira glória messiânica. Sob a lei do desenvolvimento orgânico, que governa cada esfera da existência, o processo de Salvação está ligado ao fato de as ações do homem serem, pelo menos em certos aspectos e em certas épocas, sombrias e como que putrefatas. O Talmude reza: ‘O filho de Davi só vem em uma época que é completamente culpada ou completamente inocente.’ (cfr. Talmud, Sanhendrin 98a). Deste epigrama, muitos sabatinaistas extraíram a moral: desde que não podemos todos ser santos, sejamos todos pecadores”. (“A Mística Judaica”, Gershom Scholem, p. 319 – Editora Perspectiva, São Paulo, 1972.)
Estes já não eram autênticos judeus, mas judeus paganizados.
IV – O porquê da perseguição aos judeus
A perseguição dos judeus na realidade se confunde com o anticristianismo militante, uma vez que os mesmos faziam questão de não se assimilar, viver em contraposição à sociedade em que se circunscreviam e, ao mesmo tempo, instilar ódio contra essas populações através de seus escritos – o já citado Talmud – de onde podemos extrair algumas perólas como essa:
Cristãos no inferno (Talmud, Gittin 57a) são punidos por "excremento quente em fervura" que é a punição para todo aquele que ridicularize "as palavras dos sábios"
Jesus "cometeu bestialidade," "corrompeu o povo," é "atirado ao inferno." (Talmud Sanhedrin 105a)
Mas o aspecto mais sombrio do judaísmo não se caracteriza pelo anticristianismo religioso, mas pelo racismo religioso:
No Orach Chaiim (225,10), lê-se:"Aquele que observa (admira) criaturas formosas, ainda que seja um akum ou um animal, deixe que diga: "Bendito sejas
Nosso Senhor Deus, Rei do Universo, que colocaste tais coisas na terra".
No Midrasch Talpioth (225 d) lê-se assim: "Deus lhes deu a forma de homens para a glória de Israel. Porém os akum forma criados com o único fim de servi-los
(aos judeus), dia e noite. Nunca serão aliviados deste serviço. É o próprio do filho de um rei (um israelita), que os animais, na sua forma natural e os
animais em forma de seres humanos estejam a seu serviço".
Podemos citar também o que está escrito no Orach Chaiim (57,6 a): "Se devemos lastimar os porcos quando sofrem de uma doença, porque seus intestinos são
semelhantes aos nossos, com muito mais razão devemos ter compaixão dos akum quando se virem afligidos desta maneira".
No Sanhedrin (74 b) Tosephoth, diz assim: "A relação sexual de um goi é igual a de uma besta".
E o Kethuboth (3 b) completa: "O sêmen de um goi tem o mesmo valor que o de uma
besta".
No Eben Haeser (44,8), diz o seguinte: "Se um judeu contrai casamento com uma akum (cristã), ou com sua servente, o matrimônio é nulo. Porque eles
não estão capacitados a contrair matrimônio. Portanto, se uma akum ou uma servente contrair casamento com um judeu, o matrimônio é nulo".
Em suma, o farisaísmo é, em síntese, anticristianismo instilado gota a gota como veneno de serpente.
Esse é um e-mail que recebi de um judeu ortodoxo e que faço questão de guardar para demonstrar como o termo “anti-semitismo” significa na verdade uma oposição da visão de mundo do judaísmo triunfante, isto é, o judaísmo rabínico ou farisaico, como queira:
"O MESSIANISMO (CRISTÃO) É UMA ESPÉCIE DE ANTI-SEMITISMO! É UMA FORMA DE ANIQUILAR O JUDEU, PELA ALMA, ATRAVÉS DA ASSIMILAÇÃO DE CRENÇAS, OU SEJA, VC, AO MESMO TEMPO, ESTÁ MATANDO TANTO O CRISTÃO COMO O JUDEU, EM SUAS NATUREZAS, ISSO SIM É UM ANTI-SEMITISMO GRAVE, POIS ELE É SUBJETIVO, OU SEJA, É OCULTO, DISFARÇADO! NÃO É IGUAL AO NAZISMO E O TERRORISMO ISLÃMICO, QUE É ABERTO E ESCANCARADO, OU SEJA, É OBJETIVO!)"
V – A misteriosa perseguição nazista aos judeus
Deste modo, é de se compreender como o fator racial convergiu plenamente com as leis de Nuremberg de modo que ambos os lados estavam desinteressados na miscigenação, porém na integridade étnica de seus povos. Isso é bem verdade já que houve colaboradores sionistas no regime hitlerista.
Na Conferência Mundial Judaica de 1958, em Genebra, Dr. Nahum Goldman, Presidente da Organização Sionista, avisou aos judeus que “uma recusa atual do observável anti-semitismo poderia constituir um novo perigo para a sobrevivência judaica... O desaparecimento do anti-semitismo tinha tido um efeito muito negativo em nossa vida interna.”
No final de 1930, os judeus alemães estavam coordenando um novo auge de fervor sionista, cortesia do regime nazista. Organizações sionistas receberam três vezes mais em contribuições entre 1935/6 do que entre 1931/2, e a tiragem do jornal sionista Judische Rundschau subiu de 5.000 para 40.000. O Editor do jornal foi o primeiro a cunhar e fazer popular o slogan a respeito da estrela amarela que os judeus foram depois forçados a vestir: “Vestir com orgulho, a estrela amarela!” Isso foi mais do que seis anos antes dos judeus serem obrigados a usá-la por lei.
Há até uma certa soma de evidências para mostrar que Hitler foi financiado por interesses judeus. Em seu livro, I Paid Hitler, Thyssen admitiu que os nazistas mesmos tinham sido obrigados a reconhecer os serviços prestados pelo banco judeu Simon Hirschland Bank, que tinha arrumado empréstimos de Wall Street para Hitler, através de um outro banco em Nova Iorque: Goldman Sachs & Co. Por um longo tempo, ninguém ousou colocar as mãos no Simon Hirschland Bank, a despeito da pressão dos elementos extremistas do partido nazista.
Mas provavelmente a mais bizarra ligação entre Hitlerismo e Sionismo fosse na Áustria e Hungria, onde proeminentes líderes judeus cooperaram ativamente com os Nazis, registrando a população judaica e mantendo a ordem nos guetos, em recompensa da permissão para a imigração para a Palestina de milhares de jovens pioneiros judeus. Os nazistas concordaram mesmo em preparar escolas de agricultura para os que seriam emigrantes na Áustria. Esse romance completo é descrito em termos rapsódicos em The Secret Roads por Jon e David Kimche, dois proeminentes sionistas britânicos. Eles descrevem como dois jovens colonos fizeram seus caminhos de volta a Berlim e Viena em 1938, a fim de propor o plano à Gestapo. Adolf Eichmann prontamente concordou com o esquema, e até mesmo expulsou um grupo de religiosas de um convento para prover uma fazenda de preparação para jovens judeus emigrantes. Ao final de 1938, cerca de mil judeus estavam sendo providos com treinamento nesses estabelecimentos. Os dois emissários que tinham permissão de ir e vir com liberdade para qualquer lugar da Alemanha, foram visitar até mesmo campos de internamento e selecionar entre os judeus mais jovens, os mais aptos para o treinamento e subseqüente passagem para a Palestina.
O próprio Eichmann admitiu ter sido um leal sionista, desde que ele tinha estudado o clássico de Herzl, O Estado Judeu (título original Um Discurso aos Rothschilds), como parte de seu treinamento da S.S. Eichmann esteve presente, em trajes civis, na cerimônia de comemoração dos 35 anos da morte de Herzl. E, em 1939, ele protestou contra a profanação do túmulo de Herzl, em Viena. Em 1937, Eichmann visitou a Palestina em um convite formal de um oficial sionista. Mas, para sua desgraça, assim que chegou no território, foi logo deportado para o Egito pelas autoridades britânicas. Em Cairo, ele foi visitado por um representante de uma das organizações terroristas judaicas Hagannah.
Mesmo no desenrolar da guerra, em 1944, Eichmann ainda se ligava com seus amigos sionistas. Ele fez um acordo com Dr. Rudolf Kastner, um líder da comunidade judaica de Budapeste, pelo qual alguns milhares de importantes sionistas teriam permissão para emigrar para a Palestina, em recompensa a manutenção da ordem por Kastner, entre os quais aqueles que estavam sendo enviados para os campos de concentração.
Os irmãos Kimche pagaram o tributo para os esforços de Eichmann em benefício dos judeus nos Caminhos Secretos. “Eichmann pode ter ido para os subterrâneos da história como um dos principais assassinos do povo judeu, mas ele entrou na arena como um ativo trabalhador no resgate dos judeus da Europa. “Eles continuam a deixar de assinalar que os agentes sionistas na Europa consideravam o britânico como “o principal inimigo”, não o alemão.
VI - Anti-semitismo: triunfo de uma casta
O anti-semitismo significa a elevação de uma casta sobre outra mediante a superposição de interesses etnocêntricos que somente se consolidam em contraposição a todas as demais nações através de lobbies bem conhecidos: nos meios financeiros, industriais, na indústria da mídia e cinematográfica, enfim, a dominação judaica moderna se perfaz pela cada vez maior monopolização do mundo econômico e ideológico.
O moderno anti-semitismo vem se tornando tão ostensivamente perigoso que há movimentos com caráter oficial no sentido de silenciar qualquer demonstração de oposição aos interesses judaicos. Um exemplo é o projeto de lei de Bush para combater o anti-semitismo em âmbito global, extrapolando qualquer noção de territorialidade e soberania para atender aos interesses de um grupo minoritário:
108th CONGRESS
2d Session
H. R. 4230
To authorize the establishment within the Department of State of an Office to Monitor and Combat Anti-Semitism, to require inclusion in annual Department of State reports of information concerning acts of anti-Semitism around the world, and for other purposes.
IN THE HOUSE OF REPRESENTATIVES
April 28, 2004
Mr. LANTOS (for himself, Ms. ROS-LEHTINEN, Mr. WAXMAN, Mr. KIRK, and Mr. LEWIS of Georgia) introduced the following bill; which was referred to the Committee on International Relations
Isso aqui explica porque eles ficaram tão indignados com filme de Mel Gibson, e acabam por associar o anti-farisaísmo que é bem próprio do Novo Testamento ao anti-semitismo.
A idéia da superposição de uma casta é bem visualizada através de mais uma leitura do Talmud:
"os sofrimentos da mãe Sião estão em trabalho para parir o Messias - sem metáfora, o povo Judeu". (Kethuboth 111a)
Isso significa que o messias judaico é, literalmente, o próprio povo judeu triunfando culturalmente, economicamente, ideologicamente sobre cabeças gentias. É a etnização do judaísmo como modelo número 1 para os povos. Para o judaísmo, bem claro está aqui que o judaísmo identifica um messias coletivo, ou seja, o próprio povo judeu como messias.
O comunismo foi uma tentativa de se estabelecer esse predomínio e o número espantoso de judeus envolvidos com o processo de comunização mundial, tanto direta quanto nos bastidores é de saltar os olhos.
Para finalizar, o sociólogo chileno Pablo Huanes explica com brilhantismo o fenômeno:
"Jesús y Marx fueron judíos y lo que hace Marx es modernizar el espíritu mesiánico del judaísmo, prometiendo la salvación en este mundo. La profecía de su 'Manifiesto Comunista' es la salvación secular del pueblo elegido (la clase trabajadora) que ha de ser liberado de su cautiverio en Babilonia ( la explotación capitalista) por la ira de Jehová (la revolución) para instaurar aquí el reino de los cielos (la dictadura del proletariado). El redentor es el revolucionario; Satanás, el capitalismo; su pueblo elegido, el proletariado; y su Iglesia Católica, apostólica y romana es el Partido Comunista, apostólico y moscovita. Es como traer a Dios a la Tierra, con juicio final y apocalipsis incluídos". (Pablo Huneeus, sociólogo chileno)
Hoje, os judeus estão bem situados financeira e economicamente, dominam as mídias de massa e principalmente o meio acadêmico. È a consolidação do plano messiânico judaico em vias de concretização absoluta.
É preciso cobrar dos judeus, senhores quase absolutos do mundo ocidental e em vias de domínio do oriente, uma postura de responsabilidade sobre as injustiças que recaem sobre o nosso mundo, uma vez que o poder pressupõe dever. Poder pressupõe responsabilidades.
O sionismo é uma aberração ao Direito Internacional, que jamais consagrou, a não ser aos judeus, uma nacionalidade religiosa, pois os elementos formadores de um Estado moderno jamais se fundaram no fundamentalismo religioso.
Nós gentios não precisamos de leis de Noé. Nós precisamos e um mundo onde as barreiras do ódio sejam derrubadas para dar lugar a uma fraternidade verdadeira baseada não no sangue nem em genealogias, mas na mesma filiação divina em uma mesma irmandade espiritual.
Wednesday, August 03, 2005
Che: um terrorista
“Filho de boa família, nascido em Buenos Aires em 1928, Ernesto Guevara já bastante jovem começa a percorrer o subcontinente americano.” (p. 773)
...
“Pertenço pela minha formação ideológica, àqueles que acreditam que a solução dos problemas desse mundo se encontra por detrás da chamada cortina de ferro”, escreve ele a um amigo em 1957 (Carta a René Ramos Latour, citada por Jeannine Verdès-Leroux, op. cit). Uma noite de 1955, no México, Guevara encontra-se com um jovem advogado cubano exilado que prepara o seu regresso a Cuba: Fidel Castro. Ele decide então seguir esses cubanos que desembarcarão na ilha em dezembro de 1956. Nomeado comandante de uma “coluna”, ele rapidamente se destaca pela sua dureza. Um rapaz, guerrilheiro da sua coluna, que roubou um pouco de comida, é imediatamente fuzilado, sem qualquer processo.” (p. 774)
...
“Em todo o caso, a prisão de Cabana, onde ele exerce, é palco de numerosas execuções, principalmente de antigos camaradas de armas que permaneceram democratas.” (Idem)
...
“Desprezando o dinheiro, embora tenha vivido nos bairros seletos de Havana, ministro da Economia, mas desconhecedor das mais elementares noções de economia, acabou por arruinar o Banco Central. Encontra-se mais à vontade para instituir os “domingos de trabalho voluntários”, fruto da sua admiração pela URSS e pela China – saudará a Revolução Cultural. Régis Debray (op. cit, p. 185) faz notar: “Foi ele, e não Fidel, que inventou, em 1960, na península de Guanaha, o primeiro ‘campo de trabalho corretivo’ (nós diríamos de trabalhos forçados)...”
...
“Guevara teve a oportunidade de liquidar um dos seus antigos e jovens chefes da guerrilha antibatistiana, Jesús Carreras, que se opusera à sua política em 1958. Ferido no decorrer de uma emboscada, Carreras foi conduzido para o pelotão de fuzilamento, tendo Guevara recusado conceder-lhe o perdão. Em Santa Clara, foram julgados 381 “bandidos” capturados. Na prisão de La Loma de los Coches, nos anos que se seguem ao triunfo de 1959 e durante a liquidação dos grupos de Escambray, mais de mil “contra-revolucionários” foram fuzilados” (p. 776)
...
“Desejoso de exportar a revolução na sua versão cubana, cego por um antiamericanismo primário, ele se aplica na propagação da guerrilha através do mundo, de acordo com o seu slogan: “Criar dois, três... inúmeros Vietnãs!” (maio de 1967). Em 1963, ele está na Argélia, depois em Dar-es-Salam, antes de chegar ao Congo, onde se cruza com um certo Désiré Kabila, um marxista hoje tornado senhor do Zaire e a quem não repugnam as chacinas de populações civis.” (p. 774-775)
...
“Isolado e encurralado, Guevara é capturado e executado em 8 de outubro de 1967.” (p. 775)
Fonte: O Livro Negro do Comunismo
...
“Pertenço pela minha formação ideológica, àqueles que acreditam que a solução dos problemas desse mundo se encontra por detrás da chamada cortina de ferro”, escreve ele a um amigo em 1957 (Carta a René Ramos Latour, citada por Jeannine Verdès-Leroux, op. cit). Uma noite de 1955, no México, Guevara encontra-se com um jovem advogado cubano exilado que prepara o seu regresso a Cuba: Fidel Castro. Ele decide então seguir esses cubanos que desembarcarão na ilha em dezembro de 1956. Nomeado comandante de uma “coluna”, ele rapidamente se destaca pela sua dureza. Um rapaz, guerrilheiro da sua coluna, que roubou um pouco de comida, é imediatamente fuzilado, sem qualquer processo.” (p. 774)
...
“Em todo o caso, a prisão de Cabana, onde ele exerce, é palco de numerosas execuções, principalmente de antigos camaradas de armas que permaneceram democratas.” (Idem)
...
“Desprezando o dinheiro, embora tenha vivido nos bairros seletos de Havana, ministro da Economia, mas desconhecedor das mais elementares noções de economia, acabou por arruinar o Banco Central. Encontra-se mais à vontade para instituir os “domingos de trabalho voluntários”, fruto da sua admiração pela URSS e pela China – saudará a Revolução Cultural. Régis Debray (op. cit, p. 185) faz notar: “Foi ele, e não Fidel, que inventou, em 1960, na península de Guanaha, o primeiro ‘campo de trabalho corretivo’ (nós diríamos de trabalhos forçados)...”
...
“Guevara teve a oportunidade de liquidar um dos seus antigos e jovens chefes da guerrilha antibatistiana, Jesús Carreras, que se opusera à sua política em 1958. Ferido no decorrer de uma emboscada, Carreras foi conduzido para o pelotão de fuzilamento, tendo Guevara recusado conceder-lhe o perdão. Em Santa Clara, foram julgados 381 “bandidos” capturados. Na prisão de La Loma de los Coches, nos anos que se seguem ao triunfo de 1959 e durante a liquidação dos grupos de Escambray, mais de mil “contra-revolucionários” foram fuzilados” (p. 776)
...
“Desejoso de exportar a revolução na sua versão cubana, cego por um antiamericanismo primário, ele se aplica na propagação da guerrilha através do mundo, de acordo com o seu slogan: “Criar dois, três... inúmeros Vietnãs!” (maio de 1967). Em 1963, ele está na Argélia, depois em Dar-es-Salam, antes de chegar ao Congo, onde se cruza com um certo Désiré Kabila, um marxista hoje tornado senhor do Zaire e a quem não repugnam as chacinas de populações civis.” (p. 774-775)
...
“Isolado e encurralado, Guevara é capturado e executado em 8 de outubro de 1967.” (p. 775)
Fonte: O Livro Negro do Comunismo
Tuesday, August 02, 2005
Nagasaki, Mon Amour
FrontPageMagazine.com | August 8, 2001, by Lowell Ponte.
A CADA AGOSTO O DEBATE RETORNA, esse ano triunfou com maestria pelo meu irmão colunista do Front Page Magazine Ronald Radosh: Deveriam os Estados Unidos em 06 de Agosto de 1945, ter jogado a bomba atômica em Hiroshima? Dado que a alternativa teria requerido a invasão do Japão e a morte de talvez um quarto de milhão de Americanos, um milhão ou mais de Japoneses, e um milhão ou mais japoneses, e sofrimento prolongado para ambos os lados, mais a moral do povo dizendo Sim, nós deveríamos ter jogado a bomba. Nós tínhamos apenas três bombas, uma para testar e duas para usar e nenhuma para reservar uma demonstração para o imperador.
Mas nós deveríamos também ponderar uma questão muito diferente cujas respostas revelam muito sobre a política Americana 56 anos depois do evento. Por que os Estados Unidos três dias depois de derrubar uma Segunda bomba atômica mirou especificamente em Nagasaki? A resposta poderia surpreender ou mesmo horroriza-lo. Nagasaki supostamente não estava na lista original de alvos para extermínio nuclear.
No final de julho de 1945, os militares e encarregados do Projeto Manhattan selecionaram quatro alvos de bomba atômica. Uma era Hiroshima, um centro industrial e área de preparação para o exército e a marinha do Japão. A segunda era Kokura, casa de uma das maiores fábricas de munições do Japão. A terceira era Niigata, um grande mar da cidade do porto do Japão com um terminal petroleiro, refinaria de petróleo, e metalurgia. A quarta era a velha capital imperial Kyoto, depois também uma gigante cidade industrial com fábricas concentradas por artilharia, maquinaria e aeronaves.
Mas no último momento o Secretário de Guerra Henry Stimson, que de forma argumentável tinha sabidamente precipitado o ataque ao Japão de Pearl Harbor instigando um embargo internacional em seus suprimentos de petróleo de vida ou morte, removido Kyoto da lista para aniquilação e trocando-a por Nagasaki.
No dia em que Nagasaki foi bombardeada, o repórter W.H. Lawrence contou aos leitores do New York Times que ela era “mais importante industrialmente” do que Hiroshima, um porto de “baldeação”, e “uma maior construtora de navios e centro de reparos para homens da marinha, inclusive mercante.”
Nagasaki, de fato, era uma cidade-porto com um dos mais profundamente finos portos, mas a bela cidade de meio tamanho na distante ilha do sul de Kyushu tinha perdido muito de seu status como um porto marítimo. Circundada por montanhas e 600 milhas ao sul de Tokyo, a qual atingida ou deixada ali requereria baldeação, costumeiramente pelo mar.
Perto de Nagasaki havia um gigantesco aparato de construção naval da Mitsubishi, mas ele sobreviveu ao bombardeio atômico. Algo mais nessa cidade, porém, estava virtualmente na Base Zero e foi destruída. Era o alvo real que os esquerdistas no governo Roosevelt-Truman do New Deal queriam mais destruir?
Nagasaki era uma cidade dormitório de pesca no dia de 1542 quando os marinheiros portugueses primeiro ancoraram por ali. Guiados pelos seus mapas até o Japão, em 15 de agosto de 1549, o missionário católico São Francisco Xavier desembarcou próximo a Kagoshima, aprendeu dentro de um ano a falar japonês, e começou a difundir a fé cristã.
Por volta de 1579, seis dos senhores militares chamados daimyo tinha se tornado conversos cristãos e induziram 100,000 de seus subordinados a se juntarem sob o sinal da cruz.
O Japão pela tradição tinha sido tolerante religiosamente. A prefeitura de Nagasaki era lar para os portos da nação próximos à China e recebiam bem budistas, taoístas e outros negociantes e colonizadores de suas terras vizinhas. Mas esses novos cristãos eram intolerantes, e por volta de 1587 o ultimo budista e indígena Shinto adorador de ancestrais guardado em local sagrado tinha desaparecido do distrito.
Para o governador central do Japão, os comerciantes estrangeiros e sua rapidamente insurgente religião começou a parecer ameaçadora, como uma alienígena Quinta Coluna em seu meio. No lugar da fé politeísta da nação, o cristianismo insistia em um único Deus. Em uma sociedade baseada na submissão à autoridade feudal e de grupo, a nova crença ensinava o valor do indivíduo. Em uma sociedade de poder central, a fé da Europa criou novos centros rivais de poder e lealdade.
Em 1587, o Shogun Toyotomi Hideyoshi publicou um decreto proscrevendo o cristianismo e ordenando os Jesuítas a partir dentro de 20 dias, um edito que, conforme o temperamento esfriava, vinha sem força.
Mas nove anos mais tarde novas centelhas reluziram e, em 1597, Hideyoshi fez 26 missionários – seis Franciscanos, três Jesuítas, e 17 cristãos japoneses – serem crucificados em Nagasaki. Um ano mais tarde 137 igrejas jesuítas na região foram destruídas, junto com um colégio e um seminário.
Hideyoshi morreu em 1598, e com sua passagem acalmou a primeira onda de perseguições. Mas por volta de 1612 o novo Shogunato Tokugawa publicou restrições para o cristianismo, e um banimento por toda nação foi publicado dois anos mais tarde.
Em 1622, pelo menos 51 cristãos foram executados em Nagasaki, e dois anos mais tarde 50 foram queimados vivos pela sua fé em Edo (agora Tokyo). Mais e mais estrangeiros foram excluídos do Japão. Trinta mais missionários cristãos foram executados em 1633, e dois anos mais tarde até residentes japoneses que tinham vivido no além-mar foram proibidos de retornar ao Japão, a fim de que eles trouxessem de volta uma infecção de idéias estrangeiras.
Os governadores do Japão tinham razão para temer. Por volta de 1614, mais de 300,000 japoneses eram cristãos, cerca de 10% da população inteira da nação. A menos que esse contágio estrangeiro com valores alienígenas pudesse ser parado, logo tomaria o comando e transformaria o Japão. Para lutar contra isso, daimyo eram proibidos de se tornarem cristãos e milhares de cristãos foram executados.
Ao redor de Nagasaki, centenas de peças de prata eram oferecidas a qualquer um que virasse padre, monge ou mesmo crentes ordinários. Essas suspeitas eram requeridas para pisar no crucifixo ou posteriormente na imagem de Jesus moldada de metal de altares cristãos profanados. A religião alienígena estava dirigida aos profundos subterrâneos da perseguição.
O Shogun conduzia aqueles em Nagasaki a rejeitar Jesus Cristo e abraçar um novo deus guardião da cidade cuja casa era o Santuário local Suwa. A cada ano no começo de outubro o povo de Nagasaki ainda organizava o Festival Kunchi em honra de seu deus pagão. Era celebrado hoje em dia com uma dança do dragão, Kokkodesho, provavelmente trazido por mercadores chineses, e danças de Hurrah trazidas para a cidade comerciante séculos atrás por marinheiros holandeses.
Comerciantes estrangeiros estavam confinados em uma ilha perto de Nagasaki. Então, por volta de 1640, o Shogun japonês simplesmente bateu e trancou a porta, cortando sua nação inteira do comércio mundial e comunicação pelos próximos dois séculos.
A porta foi bisbilhotada de novo em meados do século XIX. Comércio retomado com muitas nações do Ocidente, incluindo os EUA. As qualidades exóticas do Japão fascinaram artistas ocidentais de todos os tipos. Giacomo Puccini fixa sua ópera trágica sobre uma jovem suicida japonesa deixada grávida e abandonada por um navegador americano, Madame Butterfly, em Nagasaki.
Por volta de 1859, missionários cristãos foram permitidos retornar. Em 1873, cristãos foram novamente permitidos evangelizar no reino da ilha. Em 1895, a construção começou com uma catedral católica romana em Urakami, um subúrbio de Nagasaki, que seria a maior construção eclesiástica desse tipo no Oriente Distante.
E, para a surpresa dos missionários, cerca de 30,000 japoneses Kakure Kirishitan, “cristãos escondidos,” que tinham arriscado suas vidas para sustentar secretamente a verdadeira fé durante dois séculos de perseguição. Agora, com lágrimas nos olhos e regozijando-se, eles vieram adorar abertamente os arredores do local onde o Papa Pio IX tinha abençoado em 1867, por ocasião da canonização de seus 26 agora santos mártires da fé, na maior cidade cristã do Japão, Nagasaki.
A bomba de plutônio chamada “Homem Gordo” atirada do B-29's às 11:02 A.M. Sob aquele agosto quente estavam freiras e idosos ajoelhados rezando, e a luz do sol do verão dançava na baía de Nagasaki.
Cristãos prontos a viajar tinham feito peregrinação ali. Alguns vieram a escapar da febre da guerra nacionalista e o culto Shinto do Imperador, descendente do deus sol, que dirigiu ódio contra todas as fés alienígenas, incluindo budistas e especialmente aqueles leais à fé inimiga, os cristãos. Certamente, esses peregrinos pensavam que o último lugar em que um cristão Estados Unidos derrubaria sua terrível nova arma seria na terra japonesa do Príncipe da Paz.
O artefato feito sol, mais brilhante do que um milhão de bandeiras japonesas do Sol nascente, incendiou cerca de 1,600 pés acima do Grau Zero. Sua onda de choque de vento movendo-se a 1.400 milhas por hora pulverizou as populosas casas abaixo como uma mão gigante. Seu relâmpago de energia queimou a carne dos ossos, depois evaporou ambos antes de um clamor que pudesse atingir os lábios humanos que se derretiam.
Dificilmente um quinto de uma milha do Grau Zero, a Catedral de Urakami, seus vitrais esculpidos com amor, e os adoradores em seu interior foram esmagados em poeira e grude e assados. Pesadas estátuas de Jesus e Maria esculpidas foram tostadas em um instante.
A bomba, maior do que a de Hiroshima, com a força explosiva de 21,000 toneladas de TNT, destruiu essencialmente tudo e todos por dentro de 1,2 milhas do Grau Zero. Milhares de casas agrupadas de madeira e seus residentes desapareceram no calor de um crescente cogumelo.
Naquele momento, uma estimativa de 73,884 pessoas morreram – pelo menos uma em dez cristãs. Outras 75,000 ficaram cegas, tiveram a pele queimada, ou foram feridas pelas rajadas ou engolfadas por tempestades de fogo ou colapso de construções por milhas ao redor. Milhares mais morreriam de radiação ou feridas por dias ou meses.
Como algum escritor sobre a Catedral colocou, através disso a maldita bomba atômica da Administração Truman “ironicamente matou mais cristãos do que tinha acontecido durante séculos de perseguição no Japão.”
Então por que fizeram os políticos marxocráticos por dentro do New Deal de Roosevelt e Truman alterar as decisões militares de alvos, mandando em vez de Nagasaki – relativamente insignificante como um alvo militar – ser mexida no interior dos alvos de referência do bombardeiro e que seu povo cristão fosse cremado vivo produzindo cinzas quentes radioativas pela aniquilação pela bomba atômica?
E por que hoje os marxocratas usam toda tática e tecnicalidade para politicamente exterminar cada palavra e símbolo cristãos na quadra pública da América? É seu objetivo remover todas as religiões, moral e valores que as pessoas deveriam preferir a sua dogmática religião, o marxismo?
A Catedral Urakami perto de Nagasaki foi reconstruída por volta de 1959, mas entre as famílias sobreviventes da cidade, quase três por cento são hoje cristãos. Japoneses modernos, dispostos pela ocupação secular da América, tem ecleticamente incorporado símbolos de várias religiões. Muitas, é dito, agora crescem como Shinto, se casam como cristãos, e morrem como budistas. Noivas vestem vestidos brancos nas igrejas. Muitas famílias celebram o Dia de São Valentim, e algumas até trocam presentes no Natal. Alguns dos fundadores da democracia pós-guerra foram criados como cristãos.
Mas a fé que uma vez mostrou sinais de totalidade no Japão e, através disso, mudando a história da Ásia é agora na maioria das vezes uma questão de estilo, não paixão religiosa ou conversão em massa. Dificilmente um por cento dos japoneses agora pensam-se como cristãos.
O diretor francês Alain Resnais em 1959 criou o filme obra prima Hiroshima, Mon Amour. Ele mergulha os espectadores nas fantasias e pesadelos de dois amores, uma mulher francesa e um homem japonês, sobrevivente do bombardeio atômico de Hiroshima.
O mundo precisa de uma sequela para esse filme para ajudar as pessoas a entender as primaveras ocultas da história: amor, fé, e a maldade ilimitada da política de Esquerda. Chamem isso de Nagasaki, Mon Amour.
O aniversário de 9 de agosto da decisão de Truman bombardear a cidade cristã do Japão é um momento para oração e contemplação. É também uma noite para olhar para o céu, como a partir de então através de 12 de agosto de cada ano nosso planeta respinga através de um rio de poeira deixado no espaço por um antigo cometa “cruzando a Terra”. Essas noites trazem as testemunhas do meteoro de Perseu como minúsculos fragmentos daquele cometa queimando na atmosfera da Terra.
A CADA AGOSTO O DEBATE RETORNA, esse ano triunfou com maestria pelo meu irmão colunista do Front Page Magazine Ronald Radosh: Deveriam os Estados Unidos em 06 de Agosto de 1945, ter jogado a bomba atômica em Hiroshima? Dado que a alternativa teria requerido a invasão do Japão e a morte de talvez um quarto de milhão de Americanos, um milhão ou mais de Japoneses, e um milhão ou mais japoneses, e sofrimento prolongado para ambos os lados, mais a moral do povo dizendo Sim, nós deveríamos ter jogado a bomba. Nós tínhamos apenas três bombas, uma para testar e duas para usar e nenhuma para reservar uma demonstração para o imperador.
Mas nós deveríamos também ponderar uma questão muito diferente cujas respostas revelam muito sobre a política Americana 56 anos depois do evento. Por que os Estados Unidos três dias depois de derrubar uma Segunda bomba atômica mirou especificamente em Nagasaki? A resposta poderia surpreender ou mesmo horroriza-lo. Nagasaki supostamente não estava na lista original de alvos para extermínio nuclear.
No final de julho de 1945, os militares e encarregados do Projeto Manhattan selecionaram quatro alvos de bomba atômica. Uma era Hiroshima, um centro industrial e área de preparação para o exército e a marinha do Japão. A segunda era Kokura, casa de uma das maiores fábricas de munições do Japão. A terceira era Niigata, um grande mar da cidade do porto do Japão com um terminal petroleiro, refinaria de petróleo, e metalurgia. A quarta era a velha capital imperial Kyoto, depois também uma gigante cidade industrial com fábricas concentradas por artilharia, maquinaria e aeronaves.
Mas no último momento o Secretário de Guerra Henry Stimson, que de forma argumentável tinha sabidamente precipitado o ataque ao Japão de Pearl Harbor instigando um embargo internacional em seus suprimentos de petróleo de vida ou morte, removido Kyoto da lista para aniquilação e trocando-a por Nagasaki.
No dia em que Nagasaki foi bombardeada, o repórter W.H. Lawrence contou aos leitores do New York Times que ela era “mais importante industrialmente” do que Hiroshima, um porto de “baldeação”, e “uma maior construtora de navios e centro de reparos para homens da marinha, inclusive mercante.”
Nagasaki, de fato, era uma cidade-porto com um dos mais profundamente finos portos, mas a bela cidade de meio tamanho na distante ilha do sul de Kyushu tinha perdido muito de seu status como um porto marítimo. Circundada por montanhas e 600 milhas ao sul de Tokyo, a qual atingida ou deixada ali requereria baldeação, costumeiramente pelo mar.
Perto de Nagasaki havia um gigantesco aparato de construção naval da Mitsubishi, mas ele sobreviveu ao bombardeio atômico. Algo mais nessa cidade, porém, estava virtualmente na Base Zero e foi destruída. Era o alvo real que os esquerdistas no governo Roosevelt-Truman do New Deal queriam mais destruir?
Nagasaki era uma cidade dormitório de pesca no dia de 1542 quando os marinheiros portugueses primeiro ancoraram por ali. Guiados pelos seus mapas até o Japão, em 15 de agosto de 1549, o missionário católico São Francisco Xavier desembarcou próximo a Kagoshima, aprendeu dentro de um ano a falar japonês, e começou a difundir a fé cristã.
Por volta de 1579, seis dos senhores militares chamados daimyo tinha se tornado conversos cristãos e induziram 100,000 de seus subordinados a se juntarem sob o sinal da cruz.
O Japão pela tradição tinha sido tolerante religiosamente. A prefeitura de Nagasaki era lar para os portos da nação próximos à China e recebiam bem budistas, taoístas e outros negociantes e colonizadores de suas terras vizinhas. Mas esses novos cristãos eram intolerantes, e por volta de 1587 o ultimo budista e indígena Shinto adorador de ancestrais guardado em local sagrado tinha desaparecido do distrito.
Para o governador central do Japão, os comerciantes estrangeiros e sua rapidamente insurgente religião começou a parecer ameaçadora, como uma alienígena Quinta Coluna em seu meio. No lugar da fé politeísta da nação, o cristianismo insistia em um único Deus. Em uma sociedade baseada na submissão à autoridade feudal e de grupo, a nova crença ensinava o valor do indivíduo. Em uma sociedade de poder central, a fé da Europa criou novos centros rivais de poder e lealdade.
Em 1587, o Shogun Toyotomi Hideyoshi publicou um decreto proscrevendo o cristianismo e ordenando os Jesuítas a partir dentro de 20 dias, um edito que, conforme o temperamento esfriava, vinha sem força.
Mas nove anos mais tarde novas centelhas reluziram e, em 1597, Hideyoshi fez 26 missionários – seis Franciscanos, três Jesuítas, e 17 cristãos japoneses – serem crucificados em Nagasaki. Um ano mais tarde 137 igrejas jesuítas na região foram destruídas, junto com um colégio e um seminário.
Hideyoshi morreu em 1598, e com sua passagem acalmou a primeira onda de perseguições. Mas por volta de 1612 o novo Shogunato Tokugawa publicou restrições para o cristianismo, e um banimento por toda nação foi publicado dois anos mais tarde.
Em 1622, pelo menos 51 cristãos foram executados em Nagasaki, e dois anos mais tarde 50 foram queimados vivos pela sua fé em Edo (agora Tokyo). Mais e mais estrangeiros foram excluídos do Japão. Trinta mais missionários cristãos foram executados em 1633, e dois anos mais tarde até residentes japoneses que tinham vivido no além-mar foram proibidos de retornar ao Japão, a fim de que eles trouxessem de volta uma infecção de idéias estrangeiras.
Os governadores do Japão tinham razão para temer. Por volta de 1614, mais de 300,000 japoneses eram cristãos, cerca de 10% da população inteira da nação. A menos que esse contágio estrangeiro com valores alienígenas pudesse ser parado, logo tomaria o comando e transformaria o Japão. Para lutar contra isso, daimyo eram proibidos de se tornarem cristãos e milhares de cristãos foram executados.
Ao redor de Nagasaki, centenas de peças de prata eram oferecidas a qualquer um que virasse padre, monge ou mesmo crentes ordinários. Essas suspeitas eram requeridas para pisar no crucifixo ou posteriormente na imagem de Jesus moldada de metal de altares cristãos profanados. A religião alienígena estava dirigida aos profundos subterrâneos da perseguição.
O Shogun conduzia aqueles em Nagasaki a rejeitar Jesus Cristo e abraçar um novo deus guardião da cidade cuja casa era o Santuário local Suwa. A cada ano no começo de outubro o povo de Nagasaki ainda organizava o Festival Kunchi em honra de seu deus pagão. Era celebrado hoje em dia com uma dança do dragão, Kokkodesho, provavelmente trazido por mercadores chineses, e danças de Hurrah trazidas para a cidade comerciante séculos atrás por marinheiros holandeses.
Comerciantes estrangeiros estavam confinados em uma ilha perto de Nagasaki. Então, por volta de 1640, o Shogun japonês simplesmente bateu e trancou a porta, cortando sua nação inteira do comércio mundial e comunicação pelos próximos dois séculos.
A porta foi bisbilhotada de novo em meados do século XIX. Comércio retomado com muitas nações do Ocidente, incluindo os EUA. As qualidades exóticas do Japão fascinaram artistas ocidentais de todos os tipos. Giacomo Puccini fixa sua ópera trágica sobre uma jovem suicida japonesa deixada grávida e abandonada por um navegador americano, Madame Butterfly, em Nagasaki.
Por volta de 1859, missionários cristãos foram permitidos retornar. Em 1873, cristãos foram novamente permitidos evangelizar no reino da ilha. Em 1895, a construção começou com uma catedral católica romana em Urakami, um subúrbio de Nagasaki, que seria a maior construção eclesiástica desse tipo no Oriente Distante.
E, para a surpresa dos missionários, cerca de 30,000 japoneses Kakure Kirishitan, “cristãos escondidos,” que tinham arriscado suas vidas para sustentar secretamente a verdadeira fé durante dois séculos de perseguição. Agora, com lágrimas nos olhos e regozijando-se, eles vieram adorar abertamente os arredores do local onde o Papa Pio IX tinha abençoado em 1867, por ocasião da canonização de seus 26 agora santos mártires da fé, na maior cidade cristã do Japão, Nagasaki.
A bomba de plutônio chamada “Homem Gordo” atirada do B-29's às 11:02 A.M. Sob aquele agosto quente estavam freiras e idosos ajoelhados rezando, e a luz do sol do verão dançava na baía de Nagasaki.
Cristãos prontos a viajar tinham feito peregrinação ali. Alguns vieram a escapar da febre da guerra nacionalista e o culto Shinto do Imperador, descendente do deus sol, que dirigiu ódio contra todas as fés alienígenas, incluindo budistas e especialmente aqueles leais à fé inimiga, os cristãos. Certamente, esses peregrinos pensavam que o último lugar em que um cristão Estados Unidos derrubaria sua terrível nova arma seria na terra japonesa do Príncipe da Paz.
O artefato feito sol, mais brilhante do que um milhão de bandeiras japonesas do Sol nascente, incendiou cerca de 1,600 pés acima do Grau Zero. Sua onda de choque de vento movendo-se a 1.400 milhas por hora pulverizou as populosas casas abaixo como uma mão gigante. Seu relâmpago de energia queimou a carne dos ossos, depois evaporou ambos antes de um clamor que pudesse atingir os lábios humanos que se derretiam.
Dificilmente um quinto de uma milha do Grau Zero, a Catedral de Urakami, seus vitrais esculpidos com amor, e os adoradores em seu interior foram esmagados em poeira e grude e assados. Pesadas estátuas de Jesus e Maria esculpidas foram tostadas em um instante.
A bomba, maior do que a de Hiroshima, com a força explosiva de 21,000 toneladas de TNT, destruiu essencialmente tudo e todos por dentro de 1,2 milhas do Grau Zero. Milhares de casas agrupadas de madeira e seus residentes desapareceram no calor de um crescente cogumelo.
Naquele momento, uma estimativa de 73,884 pessoas morreram – pelo menos uma em dez cristãs. Outras 75,000 ficaram cegas, tiveram a pele queimada, ou foram feridas pelas rajadas ou engolfadas por tempestades de fogo ou colapso de construções por milhas ao redor. Milhares mais morreriam de radiação ou feridas por dias ou meses.
Como algum escritor sobre a Catedral colocou, através disso a maldita bomba atômica da Administração Truman “ironicamente matou mais cristãos do que tinha acontecido durante séculos de perseguição no Japão.”
Então por que fizeram os políticos marxocráticos por dentro do New Deal de Roosevelt e Truman alterar as decisões militares de alvos, mandando em vez de Nagasaki – relativamente insignificante como um alvo militar – ser mexida no interior dos alvos de referência do bombardeiro e que seu povo cristão fosse cremado vivo produzindo cinzas quentes radioativas pela aniquilação pela bomba atômica?
E por que hoje os marxocratas usam toda tática e tecnicalidade para politicamente exterminar cada palavra e símbolo cristãos na quadra pública da América? É seu objetivo remover todas as religiões, moral e valores que as pessoas deveriam preferir a sua dogmática religião, o marxismo?
A Catedral Urakami perto de Nagasaki foi reconstruída por volta de 1959, mas entre as famílias sobreviventes da cidade, quase três por cento são hoje cristãos. Japoneses modernos, dispostos pela ocupação secular da América, tem ecleticamente incorporado símbolos de várias religiões. Muitas, é dito, agora crescem como Shinto, se casam como cristãos, e morrem como budistas. Noivas vestem vestidos brancos nas igrejas. Muitas famílias celebram o Dia de São Valentim, e algumas até trocam presentes no Natal. Alguns dos fundadores da democracia pós-guerra foram criados como cristãos.
Mas a fé que uma vez mostrou sinais de totalidade no Japão e, através disso, mudando a história da Ásia é agora na maioria das vezes uma questão de estilo, não paixão religiosa ou conversão em massa. Dificilmente um por cento dos japoneses agora pensam-se como cristãos.
O diretor francês Alain Resnais em 1959 criou o filme obra prima Hiroshima, Mon Amour. Ele mergulha os espectadores nas fantasias e pesadelos de dois amores, uma mulher francesa e um homem japonês, sobrevivente do bombardeio atômico de Hiroshima.
O mundo precisa de uma sequela para esse filme para ajudar as pessoas a entender as primaveras ocultas da história: amor, fé, e a maldade ilimitada da política de Esquerda. Chamem isso de Nagasaki, Mon Amour.
O aniversário de 9 de agosto da decisão de Truman bombardear a cidade cristã do Japão é um momento para oração e contemplação. É também uma noite para olhar para o céu, como a partir de então através de 12 de agosto de cada ano nosso planeta respinga através de um rio de poeira deixado no espaço por um antigo cometa “cruzando a Terra”. Essas noites trazem as testemunhas do meteoro de Perseu como minúsculos fragmentos daquele cometa queimando na atmosfera da Terra.
Saturday, July 16, 2005
Relatos de canibalismo contemporâneo na China
Ninguém poderia acusar os chineses de serem melindrosos a respeito das coisas que eles comem - cérebros de macacos, olhos de corujas, patas de urso e escorpiões fritos são todos os itens do menu. Mas a maioria de pratos venerados como favoritos em termos nacionais são tão inofensivos quanto arroz fervido quando comparado ao último prato do dia conforme se alega, conquistado preferência em Shenzhen - feto humano.
Rumores que embriões mortos estavam sendo usados como suplementos dietéticos começaram a se espalhar cedo no ano passado com relatórios que alguns doutores nos hospitais de Shenzhen estavam comendo fetos mortos depois de executar abortos. Os doutores supostamente defenderam suas ações dizendo que os embriões serviam para sua pele e saúde em geral.
Uma norma foi instalada e, em pouco tempo, relatórios circularam àqueles doutores na cidade que estavam propagandeando fetos como um tônico humano. A limpeza de mulheres no Hospital era encarada como uma luta para cada uma delas capturar os restos humanos escondidos para casa. No último mês, repórteres de EastWeek - uma publicação de irmã do leste Expressa - foram para Shenzhen ver se os rumores podiam ser substanciados. Em 7 de março, um repórter entrou no Centro de Saúde de Mulheres e Crianças de Shenzhen fingindo enfermidade e perguntou a uma doutora sobre um feto. O doutor disse que a mercadoria havia acabado, mas chegaria novamente.
No dia seguinte, o repórter retornou na hora do almoço. O doutor, no final das contas, surgiu da sala de cirurgia segurando uma garrafa de vidro de tamanho de punho cheio com fetos de uma polegada de tamanho.
Ela disse: 'Há 10 fetos aqui, todos abortados nessa manhã. Você pode levá-los. Nós somos um hospital estatal e não carregamos nada.
'Normalmente, nós médicos os levamos pra casa para comer - tudo grátis. Desde que você não pareça bem, você pode levá-los.'
Nem todo hospital de estado é tão generoso com seus embriões mortos quanto o Centro de Saúde para Mulheres e Crianças. No Hospital Popular de Shenzhen, por exemplo, o repórter ficou surpreso.
Quando uma Sra. Yang, a enfermeira-chefe, foi questionada sobre fetos, ela pareceu ansiosa e pediu autorização a outra equipe. Depois de fechar a porta, ela pediu ao comprador encoberto em uma voz baixa: 'Onde você soube que nós vendemos fetos?'
O repórter respondeu: 'Um amigo de doutor em Hong Kong me disse.'
'Quem? Qual é o nome dele/dela?'
O repórter não estava preparado para esta linha de interrogatório e não podia vir com um nome. Yang lhe disse que os fetos estavam à venda apenas dentro do hospital, e não ao público. Ela acrescentou que um pessoal, porém, iria vender os fetos para compradores de Hong Kong.
O repórter aprendeu que a taxa de ida de um feto era de $10, mas quando a mercadoria era de pouco suprimento, o preço poderia subir para $20. Mas esses preços são alfinetes comparados àqueles fixadas por clínicas particulares, que são contados fazer fortuna vendendo fetos. Um indivíduo em Bong Men Lao Street cobra $300 por um feto. A pessoa responsável pela clínica é um homem sexagenário. Quando ele viu o aflito repórter, ele se ofereceu para mandar para fetos que atingissem sua forma final e que, é reivindicado, contenha as melhores propriedades curativas. Quando uma doutora chamada Yang - nenhuma relação - da clínica de Sin Hua onde foi perguntado se os fetos eram comestíveis, ela disse enfaticamente: 'Claro que eles são. Eles são até melhores que placentas.
'Eles podem fazer sua pele ficar mais lisa, seu corpo mais forte e servir para os rins. Quando eu estava em um hospital do exército na província de Jiangti, eu freqüentemente trouxe fetos para casa. Eles eram rosas, como ratinhos, com mãos e pés. Normalmente, eu compro alguns porcos para fazer sopa (com fetos adicionados). Eu sei que eles são seres humanos, e (comendo-os) sinto nojo. Mas, naquela época, isso já era muito popular.'
Um Sr. Cheng de Hong Kong sustenta que ele tem comido sopa de feto por mais de seis meses. Para começar, o homem, em seus 40, fazia a viagem para Shenzhen freqüentemente para negócios e foi introduzido aos fetos por amigos. Ele diz que encontrou vários professores e doutores nos hospitais do governo que ajudaram que ele comprasse os fetos. 'A princípio, eu me senti desconfortável, mas doutores disseram que as substâncias em fetos podiam ajudar curar minha asma. Eu comecei a levá-los gradualmente e a asma desapareceu,' Cheng disse.
Agora, Cheng só come fetos ocasionalmente para melhorar seu tratamento, mas houve um tempo quando ele fez viagens cruzando os limites com a horrível mercadoria. 'Toda vez [que eu fazia viagem], eu carregava um frasco térmico para Shenzhen e devolvia os fetos de volta a Hong Kong para fazer sopa. Caso me dessem 20 ou 30 de uma vez, eu os colocava na geladeira. Eu não tinha sopa todo dia - isso dependia do suprimento.
'Normalmente, eu lavava os fetos limpos, e acrescentava gengibre, casca de laranja e porco para fazer a sopa. Depois de tomar isto durante algum tempo, eu me sentia muito melhor e minha asma desaparecia. Eu costumava tomar placenta, mas não era tão útil.' Quando perguntavam se ele ficava preocupado se os fetos contivessem doenças, Cheng era desprezível. 'Eu comprei-os de hospitais do governo. Eles checariam as mulheres grávidas antes de realizar operações e só os venderiam para mim se não existisse qualquer problema. Também, eu sempre os fervo com calor alto que mata qualquer bactéria.' Embora Cheng tenha superado qualquer sensibilidade sobre comer sopa de feto, ele estipulou o limite em consumir embriões mortos inteiros. Ele também priva-se de dizer a pessoas de seus hábitos dietéticos horríveis.
Zou Qin, 32, uma mulher de Hubei com a fina pele de alguém vários anos mais jovem, atributos seus bem preservados contam com uma dieta de fetos. Como um doutor na Clínica de Lun Hu, Zou executou abortos em vários cem pacientes. Ela acredita que fetos são altamente nutritivos e reivindicações para ter comido mais de 100 nos últimos seis meses. Ela retira-se um espécime de feto antes de um repórter e explica os critérios de seleção. 'As pessoas normalmente preferem (fetos de) mulheres jovens, e muito melhores, o primeiro bebê e um macho.' Ela adiciona: 'Eles são perdidos se nós não comermos eles. As mulheres que recebem abortos aqui não querem os fetos. Também, os fetos já estão mortos [quando nós os comemos]. Nós não executamos abortos só para comer fetos.
'Antes, as filhas de minha irmã estavam muito fracas. Eu ouvi aqueles fetos eram bons para sua saúde e comecei a pegar alguns para meus sobrinhos,' Zou diz, sem remorso. 'Eu os lavo com a água limpa até que eles pareçam branco transparentes e então os cozinho. Fazer sopa é melhor.' Mas ela admite haver desvantagens para esta delicadeza duvidosa. 'Os fetos são muito fedorentos e nem todos podem feder,' disse ela. 'Você também pode fazer tortas de carne misturando fetos com picadinho de carne, mas você tem que adicionar mais gengibre e cebolinhas para livrar-se do cheiro.'
O legislador de Hong Kong Dr. Tan Siu-Tong fica surpreso que poderia ficar com a capacidade de qualquer um submeter o fedor de um feto morto, mesmo que seus estômagos sejam marcado com o mais importante. 'Quando todo o tecido placentário está morto, o cheiro é terrível e é suficiente fazer você sentir náuseas. É como tendo um rato morto na casa,' disse ele.
Os fetos supostamente comidos pelos chineses são todos fornecidos por serviços extensivos de aborto da China. No ano passado, doutores no Hospital Popular - o maior hospital em Shenzhen - executaram mais de 7,000 interrupções, 509 em mulheres de Hong Kong. A Associação de Planejamento familiar de Hong Kong (FPA) estima que 24 por cento de todos os abortos em mulheres de Hong Kong são executados nas duvidosas cercanias de um hospital chinês. Uma Sra. Li de Hong Kong teve dois abortos em Shenzhen, mas nunca ouviu falar de pessoas que comem fetos. 'Mas eu não precisava dos bebês, assim depois dos abortos, eu quase os deixei no hospital,' disse ela. 'Eu não queria olhar para eles, e eu certamente não queria guardá-los. Os fetos de dois ou três meses são justamente água e sangue quando desaparecem. Eles são tão pequenos, como pode você comê-los?'
Os doutores no território responderam com desgosto e incredulidade às histórias das pessoas suplementando suas dietas com fetos. Muitos leram artigos de canibalismo fetal mas ninguém foi capaz de verificar os relatórios. Eles estão tratando o assunto com ceticismo. Dr. Margaret Kwan, uma ginecologista que até duas semanas atrás sustentava o posto de executiva chefe no FPA, diz: 'Isso é a coisa mais estranha já escutada vindo de fora da China. Eu só espero que isso não seja verdade.'
Dr. Warren Lee, presidente da Associação de Nutrição de Hong Kong está ciente dos rumores desagradáveis. 'Comer fetos é uma espécie de medicina chinesa tradicional e está profundamente baseada no folclore chinês. Em termos de nutrição, um feto seria uma boa fonte de proteína e gordura, e há minerais nos ossos. Mas eu não sei se fetos de comer é folclore justo ou mais que isto,' ele diz. de acordo com o Lee, é concebível aqueles fetos são ricos em certos hormônios que são benéficos para o corpo de adulto humano, mas devia isto ser o caso, o assunto fetal teria que ser convertido em um formulário introduzido para melhores resultados, como a maioria de hormônios inclusive o hormônio para diabete, insulina - são quebrados no sistema digestivo antes deles terem uma chance de serem absorvidos pelo corpo.
Mas Lee sugere que qualquer um que come um feto estaria buscando um remédio isto é muito mais enganoso que um hormônio ou mineral. 'Algumas pessoas podem pensar que existir também uma substância ou substância química não identificada que tem potências curativas, mas não existe nenhuma evidência que isto é verdade.' Lee persuade que pessoas sejam cautelosas - 'existem pessoas lá fora que só querem ganhar dinheiro e eles apresentarão todas as classificações de fórmulas ou substâncias, que, eles dizem que curarão doenças.'
Como um filho, Patrick Yau era alimentado em placentas humanas por sua mãe que trabalhou em um hospital de local, mas em sua posição corrente como um psicólogo com o Departamento de Previdência social ficaram ambos com repulsa e chocados com a idéia de comer fetos. 'Como um católico, eu tenho objeção por abortos porque eu acredito que o feto é uma vida humana, e eu certamente tenho objeções a comer um bebê morto depois que foi abortado,' ele diz. Yau concede aquela na China, onde a uma política de um filho tornou abortos um remédio aceitável para essa desgraçada estupidez, pessoas podem ter adotado uma nova perspectiva em vida na frente de nascimento, tais embriões são despidos de seu status de ser humanos.
Mas Tang falha em entender como alguém em algum lugar pode se convencer 'que estão comendo apenas um organismo quando estão na realidade comendo um corpo morto. 'Pode não ser um ser humano formado, mas quando eles pensarem a respeito da maioria das pessoas pensariam: 'Ugh! Não, eu não posso comer isso.' Eu não penso que eduquei as pessoas com um ensinamento de que poderia fazer esse tipo de coisa.'
Dr. Wong, um médico de Hong Kong que pratica medicina Ocidental, pensa que somente ignorantes comeriam fetos humanos. Ele explica que fetos contêm monosacarídeos, que são benéficos para o metabolismo, mas declara que podem ser encontrados em muitas outras comidas - O médico chinês Dr. Chu Ho-Ting concorda que não há lugar para fetos na medicina, e sugere que deveria até ser insalubre se a mulher grávida fosse infectada por doenças.
'A maioria das bactéria pode ser mortas sob um calor de 100 graus, mas algumas exigem 400 graus. Algumas pessoas acreditam que comer fetos pode fortalecer a imunidade do corpo humano contra doenças, mas isso é errado. Embora os fetos contenham proteína, eles não são tão nutritivos quanto a placenta, que contém diferentes tipos de nutrientes. Mas até a placenta tem que ser ingerida com outras ervas chinesas.'
Hong Kong do East Express, 12 de abril de 1995
Rumores que embriões mortos estavam sendo usados como suplementos dietéticos começaram a se espalhar cedo no ano passado com relatórios que alguns doutores nos hospitais de Shenzhen estavam comendo fetos mortos depois de executar abortos. Os doutores supostamente defenderam suas ações dizendo que os embriões serviam para sua pele e saúde em geral.
Uma norma foi instalada e, em pouco tempo, relatórios circularam àqueles doutores na cidade que estavam propagandeando fetos como um tônico humano. A limpeza de mulheres no Hospital era encarada como uma luta para cada uma delas capturar os restos humanos escondidos para casa. No último mês, repórteres de EastWeek - uma publicação de irmã do leste Expressa - foram para Shenzhen ver se os rumores podiam ser substanciados. Em 7 de março, um repórter entrou no Centro de Saúde de Mulheres e Crianças de Shenzhen fingindo enfermidade e perguntou a uma doutora sobre um feto. O doutor disse que a mercadoria havia acabado, mas chegaria novamente.
No dia seguinte, o repórter retornou na hora do almoço. O doutor, no final das contas, surgiu da sala de cirurgia segurando uma garrafa de vidro de tamanho de punho cheio com fetos de uma polegada de tamanho.
Ela disse: 'Há 10 fetos aqui, todos abortados nessa manhã. Você pode levá-los. Nós somos um hospital estatal e não carregamos nada.
'Normalmente, nós médicos os levamos pra casa para comer - tudo grátis. Desde que você não pareça bem, você pode levá-los.'
Nem todo hospital de estado é tão generoso com seus embriões mortos quanto o Centro de Saúde para Mulheres e Crianças. No Hospital Popular de Shenzhen, por exemplo, o repórter ficou surpreso.
Quando uma Sra. Yang, a enfermeira-chefe, foi questionada sobre fetos, ela pareceu ansiosa e pediu autorização a outra equipe. Depois de fechar a porta, ela pediu ao comprador encoberto em uma voz baixa: 'Onde você soube que nós vendemos fetos?'
O repórter respondeu: 'Um amigo de doutor em Hong Kong me disse.'
'Quem? Qual é o nome dele/dela?'
O repórter não estava preparado para esta linha de interrogatório e não podia vir com um nome. Yang lhe disse que os fetos estavam à venda apenas dentro do hospital, e não ao público. Ela acrescentou que um pessoal, porém, iria vender os fetos para compradores de Hong Kong.
O repórter aprendeu que a taxa de ida de um feto era de $10, mas quando a mercadoria era de pouco suprimento, o preço poderia subir para $20. Mas esses preços são alfinetes comparados àqueles fixadas por clínicas particulares, que são contados fazer fortuna vendendo fetos. Um indivíduo em Bong Men Lao Street cobra $300 por um feto. A pessoa responsável pela clínica é um homem sexagenário. Quando ele viu o aflito repórter, ele se ofereceu para mandar para fetos que atingissem sua forma final e que, é reivindicado, contenha as melhores propriedades curativas. Quando uma doutora chamada Yang - nenhuma relação - da clínica de Sin Hua onde foi perguntado se os fetos eram comestíveis, ela disse enfaticamente: 'Claro que eles são. Eles são até melhores que placentas.
'Eles podem fazer sua pele ficar mais lisa, seu corpo mais forte e servir para os rins. Quando eu estava em um hospital do exército na província de Jiangti, eu freqüentemente trouxe fetos para casa. Eles eram rosas, como ratinhos, com mãos e pés. Normalmente, eu compro alguns porcos para fazer sopa (com fetos adicionados). Eu sei que eles são seres humanos, e (comendo-os) sinto nojo. Mas, naquela época, isso já era muito popular.'
Um Sr. Cheng de Hong Kong sustenta que ele tem comido sopa de feto por mais de seis meses. Para começar, o homem, em seus 40, fazia a viagem para Shenzhen freqüentemente para negócios e foi introduzido aos fetos por amigos. Ele diz que encontrou vários professores e doutores nos hospitais do governo que ajudaram que ele comprasse os fetos. 'A princípio, eu me senti desconfortável, mas doutores disseram que as substâncias em fetos podiam ajudar curar minha asma. Eu comecei a levá-los gradualmente e a asma desapareceu,' Cheng disse.
Agora, Cheng só come fetos ocasionalmente para melhorar seu tratamento, mas houve um tempo quando ele fez viagens cruzando os limites com a horrível mercadoria. 'Toda vez [que eu fazia viagem], eu carregava um frasco térmico para Shenzhen e devolvia os fetos de volta a Hong Kong para fazer sopa. Caso me dessem 20 ou 30 de uma vez, eu os colocava na geladeira. Eu não tinha sopa todo dia - isso dependia do suprimento.
'Normalmente, eu lavava os fetos limpos, e acrescentava gengibre, casca de laranja e porco para fazer a sopa. Depois de tomar isto durante algum tempo, eu me sentia muito melhor e minha asma desaparecia. Eu costumava tomar placenta, mas não era tão útil.' Quando perguntavam se ele ficava preocupado se os fetos contivessem doenças, Cheng era desprezível. 'Eu comprei-os de hospitais do governo. Eles checariam as mulheres grávidas antes de realizar operações e só os venderiam para mim se não existisse qualquer problema. Também, eu sempre os fervo com calor alto que mata qualquer bactéria.' Embora Cheng tenha superado qualquer sensibilidade sobre comer sopa de feto, ele estipulou o limite em consumir embriões mortos inteiros. Ele também priva-se de dizer a pessoas de seus hábitos dietéticos horríveis.
Zou Qin, 32, uma mulher de Hubei com a fina pele de alguém vários anos mais jovem, atributos seus bem preservados contam com uma dieta de fetos. Como um doutor na Clínica de Lun Hu, Zou executou abortos em vários cem pacientes. Ela acredita que fetos são altamente nutritivos e reivindicações para ter comido mais de 100 nos últimos seis meses. Ela retira-se um espécime de feto antes de um repórter e explica os critérios de seleção. 'As pessoas normalmente preferem (fetos de) mulheres jovens, e muito melhores, o primeiro bebê e um macho.' Ela adiciona: 'Eles são perdidos se nós não comermos eles. As mulheres que recebem abortos aqui não querem os fetos. Também, os fetos já estão mortos [quando nós os comemos]. Nós não executamos abortos só para comer fetos.
'Antes, as filhas de minha irmã estavam muito fracas. Eu ouvi aqueles fetos eram bons para sua saúde e comecei a pegar alguns para meus sobrinhos,' Zou diz, sem remorso. 'Eu os lavo com a água limpa até que eles pareçam branco transparentes e então os cozinho. Fazer sopa é melhor.' Mas ela admite haver desvantagens para esta delicadeza duvidosa. 'Os fetos são muito fedorentos e nem todos podem feder,' disse ela. 'Você também pode fazer tortas de carne misturando fetos com picadinho de carne, mas você tem que adicionar mais gengibre e cebolinhas para livrar-se do cheiro.'
O legislador de Hong Kong Dr. Tan Siu-Tong fica surpreso que poderia ficar com a capacidade de qualquer um submeter o fedor de um feto morto, mesmo que seus estômagos sejam marcado com o mais importante. 'Quando todo o tecido placentário está morto, o cheiro é terrível e é suficiente fazer você sentir náuseas. É como tendo um rato morto na casa,' disse ele.
Os fetos supostamente comidos pelos chineses são todos fornecidos por serviços extensivos de aborto da China. No ano passado, doutores no Hospital Popular - o maior hospital em Shenzhen - executaram mais de 7,000 interrupções, 509 em mulheres de Hong Kong. A Associação de Planejamento familiar de Hong Kong (FPA) estima que 24 por cento de todos os abortos em mulheres de Hong Kong são executados nas duvidosas cercanias de um hospital chinês. Uma Sra. Li de Hong Kong teve dois abortos em Shenzhen, mas nunca ouviu falar de pessoas que comem fetos. 'Mas eu não precisava dos bebês, assim depois dos abortos, eu quase os deixei no hospital,' disse ela. 'Eu não queria olhar para eles, e eu certamente não queria guardá-los. Os fetos de dois ou três meses são justamente água e sangue quando desaparecem. Eles são tão pequenos, como pode você comê-los?'
Os doutores no território responderam com desgosto e incredulidade às histórias das pessoas suplementando suas dietas com fetos. Muitos leram artigos de canibalismo fetal mas ninguém foi capaz de verificar os relatórios. Eles estão tratando o assunto com ceticismo. Dr. Margaret Kwan, uma ginecologista que até duas semanas atrás sustentava o posto de executiva chefe no FPA, diz: 'Isso é a coisa mais estranha já escutada vindo de fora da China. Eu só espero que isso não seja verdade.'
Dr. Warren Lee, presidente da Associação de Nutrição de Hong Kong está ciente dos rumores desagradáveis. 'Comer fetos é uma espécie de medicina chinesa tradicional e está profundamente baseada no folclore chinês. Em termos de nutrição, um feto seria uma boa fonte de proteína e gordura, e há minerais nos ossos. Mas eu não sei se fetos de comer é folclore justo ou mais que isto,' ele diz. de acordo com o Lee, é concebível aqueles fetos são ricos em certos hormônios que são benéficos para o corpo de adulto humano, mas devia isto ser o caso, o assunto fetal teria que ser convertido em um formulário introduzido para melhores resultados, como a maioria de hormônios inclusive o hormônio para diabete, insulina - são quebrados no sistema digestivo antes deles terem uma chance de serem absorvidos pelo corpo.
Mas Lee sugere que qualquer um que come um feto estaria buscando um remédio isto é muito mais enganoso que um hormônio ou mineral. 'Algumas pessoas podem pensar que existir também uma substância ou substância química não identificada que tem potências curativas, mas não existe nenhuma evidência que isto é verdade.' Lee persuade que pessoas sejam cautelosas - 'existem pessoas lá fora que só querem ganhar dinheiro e eles apresentarão todas as classificações de fórmulas ou substâncias, que, eles dizem que curarão doenças.'
Como um filho, Patrick Yau era alimentado em placentas humanas por sua mãe que trabalhou em um hospital de local, mas em sua posição corrente como um psicólogo com o Departamento de Previdência social ficaram ambos com repulsa e chocados com a idéia de comer fetos. 'Como um católico, eu tenho objeção por abortos porque eu acredito que o feto é uma vida humana, e eu certamente tenho objeções a comer um bebê morto depois que foi abortado,' ele diz. Yau concede aquela na China, onde a uma política de um filho tornou abortos um remédio aceitável para essa desgraçada estupidez, pessoas podem ter adotado uma nova perspectiva em vida na frente de nascimento, tais embriões são despidos de seu status de ser humanos.
Mas Tang falha em entender como alguém em algum lugar pode se convencer 'que estão comendo apenas um organismo quando estão na realidade comendo um corpo morto. 'Pode não ser um ser humano formado, mas quando eles pensarem a respeito da maioria das pessoas pensariam: 'Ugh! Não, eu não posso comer isso.' Eu não penso que eduquei as pessoas com um ensinamento de que poderia fazer esse tipo de coisa.'
Dr. Wong, um médico de Hong Kong que pratica medicina Ocidental, pensa que somente ignorantes comeriam fetos humanos. Ele explica que fetos contêm monosacarídeos, que são benéficos para o metabolismo, mas declara que podem ser encontrados em muitas outras comidas - O médico chinês Dr. Chu Ho-Ting concorda que não há lugar para fetos na medicina, e sugere que deveria até ser insalubre se a mulher grávida fosse infectada por doenças.
'A maioria das bactéria pode ser mortas sob um calor de 100 graus, mas algumas exigem 400 graus. Algumas pessoas acreditam que comer fetos pode fortalecer a imunidade do corpo humano contra doenças, mas isso é errado. Embora os fetos contenham proteína, eles não são tão nutritivos quanto a placenta, que contém diferentes tipos de nutrientes. Mas até a placenta tem que ser ingerida com outras ervas chinesas.'
Hong Kong do East Express, 12 de abril de 1995
O horror do canibalismo de fetos na China
Este mundo está tolerando e até às vezes encoraja o aborto. Esse mundo tolera a pesquisa feita em crianças nascituras. Os fatos que eu nunca precisei colocar diante de você continuam nesse mundo, em nome de pesquisa médica.
Apenas um exemplo reportado em Life Advocate, de fevereiro de 1995, em um artigo por Denise Billings, entitulado `Canibalismo Federal': 'as culturas de tecido são obtidas baixando os bebês ainda vivos em moedores de carne e os homogeneizando, de acordo com o New England Journal of Medicine.'
Agora, entretanto, até um mais repugnante pesadelo está acontecendo: os chineses estão realmente predispostos a comer crianças.
As revistas on line fora de Hong Kong liberaram a informação que doutores chineses estão comendo bebês abortados e vendendo crianças como comida para saúde. Os relatórios do Eastern Express de um doutor que eles entrevistaram declararam que os bebês são 'até melhores que placentas' se referindo ao valor nutricional.
Do Serviço de Notícias de Kyodo, Revista On Line Japan Economic, de Hong Kong de 12 de abril de 1995, nós citamos:
'"Eles podem tornar sua pele mais lisa, seu corpo mais forte e ser bom para os rins," disse a doutora da clínica da cidade chinesa meridional Sin Hua.'
Uma doutora da clínica da cidade de Luo Eu, que executou centenas de abortos, reportou ter comido 100 fetos nos últimos seis meses. Ela foi citada como dizendo que melhor eram os primogênitos machos de mulheres jovens.
'Eu os lavo com a água clara até que eles pareçam brancos transparentes e então os cozinhamos. Fazer sopa é melhor.' Ela foi citada dizendo, acrescentando, 'Eles se perdem se nós não os comermos.'
No The Daily Telegraph, Bejing, 13 de abril de 1995, uma história por Yojana Sharma e Graham Hutchings repetiu os fatos à cerca do canibalismo que tomavam lugar. A venda dos bebês por valor nutricional não foi omitida.
Uma médica, conhecida apenas como Wang, da Clínica Sin Hua, Shenzhen, foi citada dizendo que, 'Os fetos eram até melhores que as placentas' em valor nutricional. 'Eles tornam sua pele mais lisa, seu corpo mais forte e são bons para os rins', disse ela. Dr. Warren Lee, presidente da Hong Kong Nutrition Association, disse: 'Comer fetos é uma medicina chinesa tradicional profundamente baseada no folclore.'
Por mais difícil que deve ser ler as reportagens vindo de fora da China, havia muito mais dificuldade para eu relatar-lhes. À medida que leio esses relatórios em minha mesa, eu lembro as palavras muito freqüentemente ditas para mim por ativistas pró-vida não-ativos: ' Não poderia ser pior!' Bem, isso é pior.
O ataque contra a criança nascitura alcançou proporções de um pesadelo. Apesar disso, o povo diz que eles quase não podem consentir com fábricas de aborto para rezar pelo fim desse holocausto. Com freqüência, no passado, por várias semanas pensei no que Deus faria a esses canibais chineses.
Então eu penso a respeito do que Deus fará aos Estados Unidos. Ele tinha nos dado tanto e nós de volta fazemos tão pouco para parar esse holocausto.
'Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem' será a oração para os chineses. Infelizmente, para os americanos, nós sabemos e escolhemos não fazer nada. Deus ajude a todos nós.
Katherine Sabelko em Crianças da Publicação de Rosário, maio Newsgram, Parte 1, 1995
Apenas um exemplo reportado em Life Advocate, de fevereiro de 1995, em um artigo por Denise Billings, entitulado `Canibalismo Federal': 'as culturas de tecido são obtidas baixando os bebês ainda vivos em moedores de carne e os homogeneizando, de acordo com o New England Journal of Medicine.'
Agora, entretanto, até um mais repugnante pesadelo está acontecendo: os chineses estão realmente predispostos a comer crianças.
As revistas on line fora de Hong Kong liberaram a informação que doutores chineses estão comendo bebês abortados e vendendo crianças como comida para saúde. Os relatórios do Eastern Express de um doutor que eles entrevistaram declararam que os bebês são 'até melhores que placentas' se referindo ao valor nutricional.
Do Serviço de Notícias de Kyodo, Revista On Line Japan Economic, de Hong Kong de 12 de abril de 1995, nós citamos:
'"Eles podem tornar sua pele mais lisa, seu corpo mais forte e ser bom para os rins," disse a doutora da clínica da cidade chinesa meridional Sin Hua.'
Uma doutora da clínica da cidade de Luo Eu, que executou centenas de abortos, reportou ter comido 100 fetos nos últimos seis meses. Ela foi citada como dizendo que melhor eram os primogênitos machos de mulheres jovens.
'Eu os lavo com a água clara até que eles pareçam brancos transparentes e então os cozinhamos. Fazer sopa é melhor.' Ela foi citada dizendo, acrescentando, 'Eles se perdem se nós não os comermos.'
No The Daily Telegraph, Bejing, 13 de abril de 1995, uma história por Yojana Sharma e Graham Hutchings repetiu os fatos à cerca do canibalismo que tomavam lugar. A venda dos bebês por valor nutricional não foi omitida.
Uma médica, conhecida apenas como Wang, da Clínica Sin Hua, Shenzhen, foi citada dizendo que, 'Os fetos eram até melhores que as placentas' em valor nutricional. 'Eles tornam sua pele mais lisa, seu corpo mais forte e são bons para os rins', disse ela. Dr. Warren Lee, presidente da Hong Kong Nutrition Association, disse: 'Comer fetos é uma medicina chinesa tradicional profundamente baseada no folclore.'
Por mais difícil que deve ser ler as reportagens vindo de fora da China, havia muito mais dificuldade para eu relatar-lhes. À medida que leio esses relatórios em minha mesa, eu lembro as palavras muito freqüentemente ditas para mim por ativistas pró-vida não-ativos: ' Não poderia ser pior!' Bem, isso é pior.
O ataque contra a criança nascitura alcançou proporções de um pesadelo. Apesar disso, o povo diz que eles quase não podem consentir com fábricas de aborto para rezar pelo fim desse holocausto. Com freqüência, no passado, por várias semanas pensei no que Deus faria a esses canibais chineses.
Então eu penso a respeito do que Deus fará aos Estados Unidos. Ele tinha nos dado tanto e nós de volta fazemos tão pouco para parar esse holocausto.
'Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem' será a oração para os chineses. Infelizmente, para os americanos, nós sabemos e escolhemos não fazer nada. Deus ajude a todos nós.
Katherine Sabelko em Crianças da Publicação de Rosário, maio Newsgram, Parte 1, 1995
Pérolas do Talmud
Vejam que loucura:
R. Eleazar further stated: What is meant by the Scriptural text, This is now bone of my bones, and flesh of my flesh?13 This teaches that Adam had intercourse with every beast and animal but found no satisfaction until he cohabited with Eve.
Tradução:
Rabbi Eleazar declarou adiante: O que é que significa pelo texto das Escrituras, Isso é agora osso dos meus ossos e carne de minha carne? Isso significa que Adão teve intercurso com todas as bestas e animais mas não encontrou qualquer satisfação até ter coabitado com Eva.
R. Eleazar further stated: What is meant by the text, And in thee shall the families of the earth be blessed?14 The Holy One, blessed be He, said to Abraham, 'I have two goodly shoots to engraft15 on you: Ruth the Moabitess and Naamah the Ammonitess'.16 All the families of the earth,14 even the other families who live on the earth are blessed only for Israel's sake. All the nations of the earth,17 even the ships that go from Gaul to Spain are blessed only for Israel's sake.
Tradução:
Rabbi Eleazar declarou a seguir: O que significa pelo texto, E em ti deverão as famílias da terra serem benditas? O Único Santo, bendito seja Ele, disse a Abraão, 'Eu tenho dois grandes mandamentos para gravar em ti: Rute a Moabita e Naamah a Amonita'. Todas as famílias da terra, mesmo as outras famílias que moram na terra são benditas apenas por causa do objetivo de Israel. Todas as nações da terra, mesmo os navios que vão da Gália até a Espanha são benditas somente por causa do objetivo de Israel.
R. Eleazar b. Abina40 said: Punishment comes into the world only on Israel's account; for it is said, I have cut off nations, their corners are desolate; I have made their streets waste,41 and this is followed by the text, 'I said: Surely thou wilt fear Me, thou wilt receive correction'.42
Tradução:
Rabbi Eleazar b. Abina declarou: a punição herdada pelo mundo é computada unicamente a Israel; por isso é dito, Eu cortei as nações, suas extremidades estão abandonadas; Eu fiz suas ruas desnecessárias, e isso é seguido pelo texto, 'Eu disse: Seguramente tu esmoreces de medo de Mim, tu esmoreces por receber a correção'.
http://www.come-and-hear.com/yebamoth/yebamoth_63.html
R. ELIEZER SAYS: WHOEVER TEACHES HIS DAUGHTER TORAH TEACHES HER OBSCENITY
Tradução:
Rabbi Eliezer diz: Quem quer que ensine a sua filha a Torah lhe ensina obscenidade.
É este, enfim, o código moral dos modernos fariseus...
Subscribe to:
Posts (Atom)




