Ef 5, 11: "e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente".
Tuesday, July 10, 2007
Judeus nascem espertos?
29 de Nov de 2005 21:58 Updated Dec. 1, 2005 10:39
Por JEREMY MAISSEL
Judeus Ashkenazi são geneticamente intelectualmente superiores a qualquer outro. Essa é a conclusão de um recente estudo "científico" intitulado História Natural da Inteligência Ashkenazi que despertou vários artigos em publicações populares tais como New York Magazine, The New York Times e the Economist. Nesse estudo, Gregory Cochran, Jason Hardy e Henry Harpending do departamento de antropologia da Universidade de Utah sugerem uma explicação genética para responder por esses feitos intelectuais extraordinários.
Eles baseiam sua hipótese em quatro observações. Primeiro, que Judeus Ashkenazi têm a mais alta média de QI de qualquer grupamento étnico. Segundo, Ashkenazim têm um muito baixo fluxo de gene interior (baixo casamento misto).
Terceiro, restrições históricas em profissões permitidas aos Judeus, tais como empréstimo de dinheiro, negócios bancários e coleta de impostos, em que maior inteligência favorecia fortemente o sucesso econômico, por sua vez levaram a acrescido sucesso reprodutivo. Baixos casamentos mistos agiram como um processo seletivo geneticamente favorável a essas habilidades.
Quarto, mutações genéticas responsáveis por doenças comumente encontradas em Judeus Ashkenazi, tais como a enfermidade de Tay-Sachs, são responsáveis por inteligência aperfeiçoada.
Minha reação inicial a uma teoria como essa é suspeição associada a uma saudável dose de ceticismo.
Indubitavelmente, Ashkenazim têm produzido uma contribuição desproporcional à vida cultural e intelectual do Ocidente – pense em Freud, Einstein, Mahler, ou Woody Allen e Jerry Seinfeld, para citar alguns. Mas afirmar que os genes Ashkenazi são diferentes convida a questionar a motivação por detrás da pesquisa.
DEVERIA A 'RAÇA' ser dignificada como um assunto de estudo científico? Recusar investigar um assunto, de qualquer forma censurável, seria por si acientífico. Em acréscimo, a atenção da comunidade científica por si empresta-lhe credibilidade. Esse estudo está para ser publicado no Jornal de Ciência Biosocial em 2006 pela Imprensa da Universidade de Cambridge.
O documento traçou crítica considerável tanto para seus objetivos quanto métodos, a partir de geneticistas, historiadores, cientistas sociais e outros acadêmicos, como "ciência pobre" – condenando seu estilo polêmico e a falta de rigor usual e imparcialidade de textos científicos.
Mas o que nós fazemos com as conclusões da tese? Talvez arquivá-las com as conspirações Judaicas tais como Os Protocolos dos Sábios de Sião? Invocar que nós somos uma raça geneticamente diferenciada do resto da humanidade poderia fornecer excelente material para os anti-Semitas. Poderia dividir uma prateleira com outras obras "científicas" sobre raça e inteligência tais como Arthur Jensen ou “A Curva do Sino” por Charles Murray e Richard Herrnstein – que questionaram ações afirmativas nos EUA, alegando que os afro-americanos são geneticamente inferiores em habilidades intelectuais.
É o estudo de Harpending e Cochran any less odioso pelo fato de retratar os Judeus em um brilho positivo?
O JUDAÍSMO nunca defendeu a superioridade racial Judaica. De fato, o Talmud (Sanhedrin 38a) explica que Adão, o primeiro homem bíblico, foi criado isoladamente como o ancestral comum de toda humanidade, de forma que famílias futuras não contenderiam sobre afirmações de superioridade em suas respectivas ancestralidades.
Se a pureza racial fosse importante, o povo Judeu não teria aceito conversos, ou talvez reconsideraria o status de sua prole. Nós temos ainda a história bíblica de Ruth, uma convertida que não é somente aceita entre o povo Judeu, mas cujos descendentes incluem o Rei David e, no final das contas, o Messias.
Pelos séculos, relutância em aceitar conversos foi baseada em preocupações a respeito de transmissão silenciosa de tradições de família, observâncias religiosas, história e cultura, e não o enfraquecimento de sangue, diluir DNA, ou contaminação do pool genético Judaico.
Ser "o povo escolhido" tampouco torna os Judeus superiores. A idéia de escolha aparece primeiro no livro do Êxodo (19, 5-6), onde o contingente em cumprir e manter o pacto divino, o povo Judeu é escolhido para se tornar "um reino de sacerdotes e uma nação santa".
Nas palavras de Henri Atlan: "Eleição não implica em superioridade ou santidade inerente, posto que a correta leitura da Bíblia em verdade implica seleção condicional. A eleição é aquela de deveres, não de direitos ou atributos."
SE JUDEUS não são racialmente superiores, então, como responder pelas inegavelmente desproporcionais realizações dos Judeus (computando 0.2% da população mundial) em ganhar prêmios Nobel, por exemplo?
Há uma explicação de "profecia auto-executável". Os prêmios Nobel são adjudicados de acordo com uma configuração de valores originados culturalmente – exaltando as virtudes da civilização Ocidental e recompensando seus paradigmas, nós deveríamos levar em consideração que o Judaísmo fez uma significante contribuição àquela civilização.
Os Judeus sempre foram letrados, e historicamente as restrições profissionais sobre Judeus Ashkenazi os encorajaram a promover talentos "em prova do exílio". Eles davam valor e encorajavam o aprendizado, trabalho duro e realizações. Esses foram os legados culturais, não qualidades inatas.
Se a raça é a fonte daquelas realizações, onde o trabalho duro ou esforço pessoal entram na equação? Se eu sou um Judeu Ashkenazi, é meu destino conquistar?
E o que nós fazemos com isso no interior do mundo Judeu? Nós realmente não precisamos de outra fonte de divisão junto à fenda Ashkenazi/Sefaradi.
Minha própria visão como educador é que todos têm o mesmo potencial intelectual, inobstante a linhagem. Psicólogos sustentam que o indivíduo médio usa somente 5-7% desse potencial. Diferentes níveis de performance entre as pessoas são contabilizados para a soma de seu potencial que eles têm conseguido explorar.
Se há qualquer fator comum responde pela performance de alguns excepcionais Judeus Ashkenazi pode ser seu legado cultural que têm lhes possibilitado fazer mais de si mesmos. Suas realizações não são predestinadas por um acidente de nascimento.
O escritor, um membro do Kibbutz Alumim, é educador sênior no Melitz Centers para Educação Judaico-Sionista.
A Judaização dos Cristãos pelos Judeus
1957 ALERTA DE ‘JUDAIZAÇÃO’ DOS CRISTÃOS
Editado Pelo Fr. Leonard Feeney M.I.C.M. — Centro São Benedito, Julho de 1957
Táticas dos Principais Inimigos da Igreja
A recente morte do Cardeal Segura da Espanha, Arcebispo de Sevilha, ofereceu a nossa imprensa judaico-maçônica uma oportunidade de maneira que sempre ataque subitamente, com prazer. Sua falecida Eminência forneceu um oportuno “exemplo” para que legião de editores cuja favorita aversão nacional é a Espanha, e cuja noção de tudo que é negro, atrasado, e mal permanece resumido nas palavras, Catolicismo Espanhol — ou (em ligeira queda de gênero para espécies) Inquisição Espanhola.
Rapidamente, com esse ataque secular, explicações e apologias para a Espanha e a Inquisição preenchem as colunas de perguntas e respostas de nossa imprensa católica, e os capítulos espanhóis de nossos textos de história católica. E, como se por alguma pré-disposição assustadora, nem a ofensa nem a defesa nessa guerra contínua confere uma discussão franca daquele problema urgente que tornou a Inquisição necessária em primeiro lugar.
De fato, não é segredo que a Inquisição Espanhola foi de alguma forma relacionada aos Judeus. No mínimo, os Judeus tentam ocultar o fato. Qualquer discussão Judaica sobre a Inquisição colocará invariável e ousadamente as cartas históricas na mesa. Com sua incompreensível ânsia de jactar-se de algo que qualquer Judeu já fez, os porta-vozes Judeus atuais darão razões detalhadas pelas quais a Inquisição e os Judeus são inseparáveis. Tais razões são a chave para séculos de história em um ou outro lado da Inquisição Espanhola. E elas são melhor resumidas naquela eloqüente palavra, Judaização.
Geralmente definida, Judaização é um termo para qualquer atividade cujo objetivo é abrandar a atitude da Cristandade rumo aos Judeus, ou que resulta na subversão das doutrinas cristãs em favor das judaicas. A Inquisição foi a resposta da Espanha à Judaização. E foi a mais efetiva resposta que já foi dada aos Judeus.
A particular, embora não peculiar, tática dos Judaizadores espanhóis foi a infiltração. Durante os séculos catorze e quinze, centenas de milhares de Judeus entraram nos postos da Igreja na Espanha. Eles eram reconhecidos como um problema quase imediatamente. Mas na época em que o remédio da Inquisição foi introduzido, esses “cristãos-novos” foram firmemente estabelecidos em todos os mais altos níveis da sociedade Espanhola, incluindo, em números pronunciados, o clero. Ilustrativo do tipo de situação clerical que trouxe à atenção dos Inquisidores foi o caso de Andres Gomalz, um padre Judeu que, no julgamento de 1486, confessou que por catorze anos como um infiltrador a missa de sua paróquia não teve intenção alguma de consagrar, e que durante o mesmo período, ele, secretamente, nunca havia dado absolvição aos penitentes que iam até ele para a Confissão.
Não é de se espantar que a palavra aplicada àqueles Cristãos Judeus era “Marranos”, um coloquialismo vivaz derivado da palavra Espanhola para suíno.
Em seu artigo sobre os Marranos, a Encyclopedia Judaica Universal reconhece sua desagradável etimologia e continua, muito audaciosamente, “A Inquisição, que foi novamente organizada em 1481, foi tencionada a suprimir os remanescentes da velha fé (Judaísmo) entre os Marranos. Porém, os procedimentos da Inquisição mostraram claramente, pela primeira vez, a forte ligação dos Marranos ao Judaísmo, quão profundamente a religião Judaica e as tradições estavam enraizadas em seus corações”.
O vigoroso tratamento da Espanha do problema da Judaização manteve os maus efeitos da influência Judaica no mínimo. A Igreja, em outras nações, sob outras pressões Judaizantes, teve menos sorte. Os próprios Apóstolos sofreram muito pelos truques dos Judaizantes. São Paulo batalhou contra eles constantemente, dizendo finalmente, em sua Epístola aos Gálatas, que qualquer um que apóie agora a Velha Lei contra a Nova está sob uma maldição diretamente imposta por Deus. Apesar desse aviso, porém, grandes números de hereges da Igreja primitiva (Theódoto, Néoto, Paulo de Samosata, Sabélio, Ário etc.) “brotaram dos Judeus”, como coloca o Bispo Challoner.
O sétimo Concílio Ecumênico da Igreja, organizado em Nicéia em 787, foi forçado para decretar severa legislação contra os Judeus “que se tornavam Cristãos apenas na aparência”. E foi significantemente suficiente esse mesmo Concílio que condenou a dispersão do erro no Oriente, tão idêntico ao ensinamento Judaico, que a fé não deveria venerar imagens de Nosso Senhor, Nossa Senhora e os Santos.
No Ocidente, o episódio dos Marranos Espanhóis foi precedido por perturbações heréticas dos Albigenses no Sul da França. Aqui novamente, os Judeus gabam-se de ser os fomentadores da discórdia religiosa, e tomaram todos os sermões de um São Domingos e todo o poder papal de um Inocêncio III para restaurar a ordem.
O maior triunfo dos Judeus, porém, na arte de dividir a Cristandade injetando novas e Judaicas idéias no meio da Igreja, veio com as múltiplas revoltas dos “reformistas” Protestantes. Cada um deles é uma criatura detectável dos Judaizadores, e comentaristas Judaicos de Graetz até Louis Israel Newman foram mais felizes em reconhecê-los como tais. Em sua Influência Judaica sobre Movimentos de Reforma Cristã, Newman sumariza: “Protestantismo firmou sua maior posição onde os Judeus Marranos eram ativos ... Eles ajudaram a decompor a autoridade da Vulgata e por meio disso preparam a Europa para a Reforma.”
A referência à versão da “Vulgata” de São Jerônimo, a versão Católica, da Bíblia não é por acaso. A Reforma inteira foi chacoalhada com a controvérsia da “batalha dos livros”, em que os estudiosos hebreus treinados no Judaísmo foram constantemente pressionando pela autoridade dos textos Hebraicos, e para o estudo universal daqueles numerosos livros Judeus que a Igreja foi censurando e queimando por todo lugar — o mais importante dos quais o blasfemo Talmud.
* * * * *
Para indicar o escopo de influência Judaizante na revolta Protestante, nós precisamos somente mencionar os nomes de tais líderes entre os revolucionários, como Michael Servetus, promotor do movimento Unitário, que empregou suas idéias anti-Trinitárias dos professores Marranos de sua nativa Espanha; John Hus, cujos seguidores foram chamados “os amigos dos Judeus” por São João Capistrano, e cuja sentença de condenação pela Igreja o estigmatizou como, “Tu amaldiçoou Judas, que, desligando-se dos conselhos de paz, consultou-se com os Judeus”; João Calvino, de quem o rigidamente Protestante Dr. Robert Willis se agrega com outros reformadores “Judaicos” e declara que eles “entremearam a religião de Cristo com uma tal quantidade de Judaísmo que seu Cristianismo foi em muitos respeitos uma recaída nas amarras da Lei”; Martinho Lutero, embora posteriormente amargurado com os Judeus que não respeitariam sua autoridade religiosa, começou seu movimento dizendo: “Os Judeus pertencem a Cristo mais do que nós. Eu imploro, portanto, meus caros Papistas, se vocês ficarem cansados de abusar de mim como um herético, que vocês comecem a me insultar como um Judeu.”
* * * * *
Inquestionavelmente, os Judeus fizeram uma longa aposta em promover a revolta contra a Igreja. Se a Europa Católica fosse capaz de repelir os assaltos da Reforma em sua Fé, teria então, inescapavelmente, voltado sua atenção à raça que instruiu, financiou e encorajou os heréticos.
Mas a aposta dos Judeus foi recompensada. Lutero e os heréticos prevaleceram.
A Cristandade foi dividida. E, conforme os Judeus haviam previsto, uma Europa politicamente exausta e doutrinariamente dividida proveu-lhes o clima mais satisfatório para viver e trabalhar que eles haviam conhecido em 1500 anos.
Aquelas nações que permaneceram fiéis tentaram ficar limpas da influência Judaica. Em 1555, Roma ordenou sua população Judaica a estabelecer-se no interior do gueto. Em 1582, a Hungria expulsou todos os Judeus do país; assim como a Áustria em 1670, e França em 1682. Os estados protestantes, embora insignificantes, eram numerosos, e eles ficaram comprometidos em permitir os Judeus conspirarem conforme os contentasse.
Usando aqueles estados como bases, os Judeus pressionaram firmemente para derrubar todos os governos Católicos.
Repentinamente, na metade do século dezoito, veio o dilúvio.
Esquecendo a lição da Reforma, as nações Católicas pensaram em preservar sua segurança simplesmente por manter um olho na importuna raça. Agora, bem tarde, eles perceberam que os Judeus novamente alistaram os agentes Gentios para efetuar sua vontade: desta vez uma liga de ateístas de bastidores chamando-se de Franco-maçons. E esse grupo foi bem mais conscientemente (e brutalmente) dedicado a servir à causa Judaica do que foram os hereges da Reforma. Operando através do segredo e agentes estabelecidos em altos postos em todo país, os Franco-maçons encenaram uma série de revoluções oportunas, começando com o bárbaro desmembramento da França em 1789, e culminando com a derrubada dos Estados Papais, os próprios domínios do papa, em 1870. Em lugar dos tradicionais regimes de imposição da fé e limitadores de Judeus, os Maçons instalaram então uma rede de repúblicas constitucionais, modeladas para suas próprias especificações esclarecidas. Esses governos eram garantidos para dirigir a função dupla de (1) impedir eternamente a Igreja de ter a principal palavra na sociedade, e (2) permitir aos Judeus dirigirem o país.
A emancipação Judaica se tornou completa e a Judaização entrou numa nova era.
Hoje não é mais necessário aos Judeus fingir ser membro da Igreja a fim de conquistar respeitabilidade e autoridade. Em nosso mundo produzido pelos Maçons, eles sustentaram esse status como Judeus. Eles estão assim aptos a trabalhar pela destruição da Igreja do lado de fora dela — um arranjo muito mais eficiente do que trabalhar em seu interior, onde o medo da descoberta constantemente dissuadia suas ambições. Conseqüentemente, para cada Padre Oesterreicher atormentando o ensino católico em Nova Jersey, para cada Padre Klyber mordiscando em Nebraska, há milhares de firmemente não convertidos Judeus subvertendo a Igreja do lado de fora — e com incrível sucesso.
Pois Judaizar é prosseguir em um passo mais rápido do que alguma vez na história.
Objetivos que um bispo Marrano na Espanha Medieval teria considerado fantásticos estão agora sendo ordenadamente executados pelos diretores assistentes de seu Centro da Comunidade Judaica local.
Os itens a seguir — de uma espécie que pode ser copiosamente catado de qualquer jornal — indicam como Judaizadores Americanos têm sido capazes de produzir pandemônio na doutrina e tradição Católica.
— Em uma de nossas maiores cidades da costa leste, os Judeus da B’nai B’rith anunciaram que eles haviam escolhido a cidade do Arcebispo Católico como seu “homem do ano”, e tinham uma placa que eles gostariam de dar a ele. O Arcebispo aceitou com gratidão, então, com a placa na mão, retribuiu seus benfeitores Judeus dispersando elogios não somente a eles, mas a seu Talmud Judaico (através disso, presumidamente, reparando a injúria feita pelos homens do passado Católico, como São Luís da França, que ordenou que o Talmud fosse queimado, e o Papa Gregório IX, que condenou-o como “contendo todo tipo de vilania e blasfêmia”).
— Na mesma arquidiocese, um bispo auxiliar recentemente encorajou as mulheres de sua paróquia a alargar seu escopo fazendo uma visita em uma sinagoga local.
— Na área dos Grandes Lagos, uma escola Católica de verão que esperava pelas freiras professoras foi posta sob a direção de uma representante Judaica da Liga Anti-Difamação.
— No Meio Oeste, uma das maiores universidades Católicas Americanas convidou o Embaixador de Israel aos EUA para pronunciar um grande discurso a seu corpo estudantil, informando-os das razões pelas quais os Judeus (não os Católicos) deveriam possuir a Terra Santa.
— Em Nova Inglaterra, um zeloso membro do Comitê Judaico Americano foi permitido ouvir classes escolares paroquias, apenas para certificar-se que os estudantes não estão sendo ensinados qualquer coisa detrimental a sua raça.
— Em uma coluna popular semanal, publicada em jornais diocesanos por todo o país, o autor, um padre Paulino, fez essa declaração de dependência: “Nós dependemos da religião Judaica tanto quanto nós dependemos de Jesus Cristo.”
* * * * *
O principal ganho que os Judaizadores têm assim em grande parte conseguido, porém, e o único responsável no fim das contas por tais aberrações acima, foram os Católicos convencidos a aceitarem o culto Judaico da “Irmandade”. Essa inovação infiel sustenta que todos os homens, por alguma linhagem indefinida, são irmãos. Demais a mais, em uma estranha interpretação da vida em família, os Judeus insistem que todo irmão (p. e., um Católico) é obrigado a louvar, honrar e glorificar quais sejam as opiniões ou credos de qualquer outro irmão (p. e., um Judeu) poderiam suceder a sustentar.
Pra ver como efetivamente a Igreja nesse país tem sido amordaçada submetendo-a a essa tagarelice, nós precisamos olhar não mais além do que o recente e notório “Caso Hildy.”
O porta-voz Católico tornou comum que eles queiram que a criança, Hildy McCoy, fosse tomada dos Judeus Ellises e retornasse à custódia de sua mãe Católica. (A mãe originalmente concordou a deixar os Ellises a adotar Hildy, pensando que eles fossem Católicos; descobrindo que ela foi enganada, ela foi tentando, por seis anos, com o apoio das cortes de Massachusetts, obter a criança de volta.) Os Judeus da América, por outro lado, queiram que Hildy ficasse com os Ellises, e tornou seus planos em conformidade.
Os Judeus sabiam bem que aceitando os termos da Irmandade Judaica, eclesiásticos Católicos estariam efetivamente se retirando da briga.
O mais forte argumento que eles podiam oferecer para o retorno de Hildy era algo asfixiante, totalmente inválido de exortações para os Judeus a “respeito da lei”. Esses homens da Igreja eram obrigados a repetir e reiterar que “não há assuntos religiosos envolvidos.” E então, quando o governador da Flórida, visando os pesados votos Judeus em Miami, decidiu que Ellises não iria ser extraditado para enfrentar um tribunal em Massachusetts, os judeus jubilantes exibiram sua vitória sobre a Igreja em manchetes em manchetes.
* * * * *
Em frente a novos e ainda mais graves “casos Hildy” que se ligam a seguir, O Ponto continuará lembrar os Católicos Americanos da posição história e indisputável contra a ameaça Judaizante.
Ainda mais que para nossa própria obra, nós pedimos as preces de nosso leitores para aquele bispo Americano, onde quer que ele esteja, que irá ser o primeiro a falar contra a ameaça Judaica; que na ignomínia de algum futuro episódio “Hildy”, decidirá que a hora finalmente chegou para virar a maré Judaizante. Isso tem acontecido sempre em outros lugares. E irá acontecer aqui.
Editado Pelo Fr. Leonard Feeney M.I.C.M. — Centro São Benedito, Julho de 1957
Táticas dos Principais Inimigos da Igreja
A recente morte do Cardeal Segura da Espanha, Arcebispo de Sevilha, ofereceu a nossa imprensa judaico-maçônica uma oportunidade de maneira que sempre ataque subitamente, com prazer. Sua falecida Eminência forneceu um oportuno “exemplo” para que legião de editores cuja favorita aversão nacional é a Espanha, e cuja noção de tudo que é negro, atrasado, e mal permanece resumido nas palavras, Catolicismo Espanhol — ou (em ligeira queda de gênero para espécies) Inquisição Espanhola.
Rapidamente, com esse ataque secular, explicações e apologias para a Espanha e a Inquisição preenchem as colunas de perguntas e respostas de nossa imprensa católica, e os capítulos espanhóis de nossos textos de história católica. E, como se por alguma pré-disposição assustadora, nem a ofensa nem a defesa nessa guerra contínua confere uma discussão franca daquele problema urgente que tornou a Inquisição necessária em primeiro lugar.
De fato, não é segredo que a Inquisição Espanhola foi de alguma forma relacionada aos Judeus. No mínimo, os Judeus tentam ocultar o fato. Qualquer discussão Judaica sobre a Inquisição colocará invariável e ousadamente as cartas históricas na mesa. Com sua incompreensível ânsia de jactar-se de algo que qualquer Judeu já fez, os porta-vozes Judeus atuais darão razões detalhadas pelas quais a Inquisição e os Judeus são inseparáveis. Tais razões são a chave para séculos de história em um ou outro lado da Inquisição Espanhola. E elas são melhor resumidas naquela eloqüente palavra, Judaização.
Geralmente definida, Judaização é um termo para qualquer atividade cujo objetivo é abrandar a atitude da Cristandade rumo aos Judeus, ou que resulta na subversão das doutrinas cristãs em favor das judaicas. A Inquisição foi a resposta da Espanha à Judaização. E foi a mais efetiva resposta que já foi dada aos Judeus.
A particular, embora não peculiar, tática dos Judaizadores espanhóis foi a infiltração. Durante os séculos catorze e quinze, centenas de milhares de Judeus entraram nos postos da Igreja na Espanha. Eles eram reconhecidos como um problema quase imediatamente. Mas na época em que o remédio da Inquisição foi introduzido, esses “cristãos-novos” foram firmemente estabelecidos em todos os mais altos níveis da sociedade Espanhola, incluindo, em números pronunciados, o clero. Ilustrativo do tipo de situação clerical que trouxe à atenção dos Inquisidores foi o caso de Andres Gomalz, um padre Judeu que, no julgamento de 1486, confessou que por catorze anos como um infiltrador a missa de sua paróquia não teve intenção alguma de consagrar, e que durante o mesmo período, ele, secretamente, nunca havia dado absolvição aos penitentes que iam até ele para a Confissão.
Não é de se espantar que a palavra aplicada àqueles Cristãos Judeus era “Marranos”, um coloquialismo vivaz derivado da palavra Espanhola para suíno.
Em seu artigo sobre os Marranos, a Encyclopedia Judaica Universal reconhece sua desagradável etimologia e continua, muito audaciosamente, “A Inquisição, que foi novamente organizada em 1481, foi tencionada a suprimir os remanescentes da velha fé (Judaísmo) entre os Marranos. Porém, os procedimentos da Inquisição mostraram claramente, pela primeira vez, a forte ligação dos Marranos ao Judaísmo, quão profundamente a religião Judaica e as tradições estavam enraizadas em seus corações”.
O vigoroso tratamento da Espanha do problema da Judaização manteve os maus efeitos da influência Judaica no mínimo. A Igreja, em outras nações, sob outras pressões Judaizantes, teve menos sorte. Os próprios Apóstolos sofreram muito pelos truques dos Judaizantes. São Paulo batalhou contra eles constantemente, dizendo finalmente, em sua Epístola aos Gálatas, que qualquer um que apóie agora a Velha Lei contra a Nova está sob uma maldição diretamente imposta por Deus. Apesar desse aviso, porém, grandes números de hereges da Igreja primitiva (Theódoto, Néoto, Paulo de Samosata, Sabélio, Ário etc.) “brotaram dos Judeus”, como coloca o Bispo Challoner.
O sétimo Concílio Ecumênico da Igreja, organizado em Nicéia em 787, foi forçado para decretar severa legislação contra os Judeus “que se tornavam Cristãos apenas na aparência”. E foi significantemente suficiente esse mesmo Concílio que condenou a dispersão do erro no Oriente, tão idêntico ao ensinamento Judaico, que a fé não deveria venerar imagens de Nosso Senhor, Nossa Senhora e os Santos.
No Ocidente, o episódio dos Marranos Espanhóis foi precedido por perturbações heréticas dos Albigenses no Sul da França. Aqui novamente, os Judeus gabam-se de ser os fomentadores da discórdia religiosa, e tomaram todos os sermões de um São Domingos e todo o poder papal de um Inocêncio III para restaurar a ordem.
O maior triunfo dos Judeus, porém, na arte de dividir a Cristandade injetando novas e Judaicas idéias no meio da Igreja, veio com as múltiplas revoltas dos “reformistas” Protestantes. Cada um deles é uma criatura detectável dos Judaizadores, e comentaristas Judaicos de Graetz até Louis Israel Newman foram mais felizes em reconhecê-los como tais. Em sua Influência Judaica sobre Movimentos de Reforma Cristã, Newman sumariza: “Protestantismo firmou sua maior posição onde os Judeus Marranos eram ativos ... Eles ajudaram a decompor a autoridade da Vulgata e por meio disso preparam a Europa para a Reforma.”
A referência à versão da “Vulgata” de São Jerônimo, a versão Católica, da Bíblia não é por acaso. A Reforma inteira foi chacoalhada com a controvérsia da “batalha dos livros”, em que os estudiosos hebreus treinados no Judaísmo foram constantemente pressionando pela autoridade dos textos Hebraicos, e para o estudo universal daqueles numerosos livros Judeus que a Igreja foi censurando e queimando por todo lugar — o mais importante dos quais o blasfemo Talmud.
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Para indicar o escopo de influência Judaizante na revolta Protestante, nós precisamos somente mencionar os nomes de tais líderes entre os revolucionários, como Michael Servetus, promotor do movimento Unitário, que empregou suas idéias anti-Trinitárias dos professores Marranos de sua nativa Espanha; John Hus, cujos seguidores foram chamados “os amigos dos Judeus” por São João Capistrano, e cuja sentença de condenação pela Igreja o estigmatizou como, “Tu amaldiçoou Judas, que, desligando-se dos conselhos de paz, consultou-se com os Judeus”; João Calvino, de quem o rigidamente Protestante Dr. Robert Willis se agrega com outros reformadores “Judaicos” e declara que eles “entremearam a religião de Cristo com uma tal quantidade de Judaísmo que seu Cristianismo foi em muitos respeitos uma recaída nas amarras da Lei”; Martinho Lutero, embora posteriormente amargurado com os Judeus que não respeitariam sua autoridade religiosa, começou seu movimento dizendo: “Os Judeus pertencem a Cristo mais do que nós. Eu imploro, portanto, meus caros Papistas, se vocês ficarem cansados de abusar de mim como um herético, que vocês comecem a me insultar como um Judeu.”
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Inquestionavelmente, os Judeus fizeram uma longa aposta em promover a revolta contra a Igreja. Se a Europa Católica fosse capaz de repelir os assaltos da Reforma em sua Fé, teria então, inescapavelmente, voltado sua atenção à raça que instruiu, financiou e encorajou os heréticos.
Mas a aposta dos Judeus foi recompensada. Lutero e os heréticos prevaleceram.
A Cristandade foi dividida. E, conforme os Judeus haviam previsto, uma Europa politicamente exausta e doutrinariamente dividida proveu-lhes o clima mais satisfatório para viver e trabalhar que eles haviam conhecido em 1500 anos.
Aquelas nações que permaneceram fiéis tentaram ficar limpas da influência Judaica. Em 1555, Roma ordenou sua população Judaica a estabelecer-se no interior do gueto. Em 1582, a Hungria expulsou todos os Judeus do país; assim como a Áustria em 1670, e França em 1682. Os estados protestantes, embora insignificantes, eram numerosos, e eles ficaram comprometidos em permitir os Judeus conspirarem conforme os contentasse.
Usando aqueles estados como bases, os Judeus pressionaram firmemente para derrubar todos os governos Católicos.
Repentinamente, na metade do século dezoito, veio o dilúvio.
Esquecendo a lição da Reforma, as nações Católicas pensaram em preservar sua segurança simplesmente por manter um olho na importuna raça. Agora, bem tarde, eles perceberam que os Judeus novamente alistaram os agentes Gentios para efetuar sua vontade: desta vez uma liga de ateístas de bastidores chamando-se de Franco-maçons. E esse grupo foi bem mais conscientemente (e brutalmente) dedicado a servir à causa Judaica do que foram os hereges da Reforma. Operando através do segredo e agentes estabelecidos em altos postos em todo país, os Franco-maçons encenaram uma série de revoluções oportunas, começando com o bárbaro desmembramento da França em 1789, e culminando com a derrubada dos Estados Papais, os próprios domínios do papa, em 1870. Em lugar dos tradicionais regimes de imposição da fé e limitadores de Judeus, os Maçons instalaram então uma rede de repúblicas constitucionais, modeladas para suas próprias especificações esclarecidas. Esses governos eram garantidos para dirigir a função dupla de (1) impedir eternamente a Igreja de ter a principal palavra na sociedade, e (2) permitir aos Judeus dirigirem o país.
A emancipação Judaica se tornou completa e a Judaização entrou numa nova era.
Hoje não é mais necessário aos Judeus fingir ser membro da Igreja a fim de conquistar respeitabilidade e autoridade. Em nosso mundo produzido pelos Maçons, eles sustentaram esse status como Judeus. Eles estão assim aptos a trabalhar pela destruição da Igreja do lado de fora dela — um arranjo muito mais eficiente do que trabalhar em seu interior, onde o medo da descoberta constantemente dissuadia suas ambições. Conseqüentemente, para cada Padre Oesterreicher atormentando o ensino católico em Nova Jersey, para cada Padre Klyber mordiscando em Nebraska, há milhares de firmemente não convertidos Judeus subvertendo a Igreja do lado de fora — e com incrível sucesso.
Pois Judaizar é prosseguir em um passo mais rápido do que alguma vez na história.
Objetivos que um bispo Marrano na Espanha Medieval teria considerado fantásticos estão agora sendo ordenadamente executados pelos diretores assistentes de seu Centro da Comunidade Judaica local.
Os itens a seguir — de uma espécie que pode ser copiosamente catado de qualquer jornal — indicam como Judaizadores Americanos têm sido capazes de produzir pandemônio na doutrina e tradição Católica.
— Em uma de nossas maiores cidades da costa leste, os Judeus da B’nai B’rith anunciaram que eles haviam escolhido a cidade do Arcebispo Católico como seu “homem do ano”, e tinham uma placa que eles gostariam de dar a ele. O Arcebispo aceitou com gratidão, então, com a placa na mão, retribuiu seus benfeitores Judeus dispersando elogios não somente a eles, mas a seu Talmud Judaico (através disso, presumidamente, reparando a injúria feita pelos homens do passado Católico, como São Luís da França, que ordenou que o Talmud fosse queimado, e o Papa Gregório IX, que condenou-o como “contendo todo tipo de vilania e blasfêmia”).
— Na mesma arquidiocese, um bispo auxiliar recentemente encorajou as mulheres de sua paróquia a alargar seu escopo fazendo uma visita em uma sinagoga local.
— Na área dos Grandes Lagos, uma escola Católica de verão que esperava pelas freiras professoras foi posta sob a direção de uma representante Judaica da Liga Anti-Difamação.
— No Meio Oeste, uma das maiores universidades Católicas Americanas convidou o Embaixador de Israel aos EUA para pronunciar um grande discurso a seu corpo estudantil, informando-os das razões pelas quais os Judeus (não os Católicos) deveriam possuir a Terra Santa.
— Em Nova Inglaterra, um zeloso membro do Comitê Judaico Americano foi permitido ouvir classes escolares paroquias, apenas para certificar-se que os estudantes não estão sendo ensinados qualquer coisa detrimental a sua raça.
— Em uma coluna popular semanal, publicada em jornais diocesanos por todo o país, o autor, um padre Paulino, fez essa declaração de dependência: “Nós dependemos da religião Judaica tanto quanto nós dependemos de Jesus Cristo.”
* * * * *
O principal ganho que os Judaizadores têm assim em grande parte conseguido, porém, e o único responsável no fim das contas por tais aberrações acima, foram os Católicos convencidos a aceitarem o culto Judaico da “Irmandade”. Essa inovação infiel sustenta que todos os homens, por alguma linhagem indefinida, são irmãos. Demais a mais, em uma estranha interpretação da vida em família, os Judeus insistem que todo irmão (p. e., um Católico) é obrigado a louvar, honrar e glorificar quais sejam as opiniões ou credos de qualquer outro irmão (p. e., um Judeu) poderiam suceder a sustentar.
Pra ver como efetivamente a Igreja nesse país tem sido amordaçada submetendo-a a essa tagarelice, nós precisamos olhar não mais além do que o recente e notório “Caso Hildy.”
O porta-voz Católico tornou comum que eles queiram que a criança, Hildy McCoy, fosse tomada dos Judeus Ellises e retornasse à custódia de sua mãe Católica. (A mãe originalmente concordou a deixar os Ellises a adotar Hildy, pensando que eles fossem Católicos; descobrindo que ela foi enganada, ela foi tentando, por seis anos, com o apoio das cortes de Massachusetts, obter a criança de volta.) Os Judeus da América, por outro lado, queiram que Hildy ficasse com os Ellises, e tornou seus planos em conformidade.
Os Judeus sabiam bem que aceitando os termos da Irmandade Judaica, eclesiásticos Católicos estariam efetivamente se retirando da briga.
O mais forte argumento que eles podiam oferecer para o retorno de Hildy era algo asfixiante, totalmente inválido de exortações para os Judeus a “respeito da lei”. Esses homens da Igreja eram obrigados a repetir e reiterar que “não há assuntos religiosos envolvidos.” E então, quando o governador da Flórida, visando os pesados votos Judeus em Miami, decidiu que Ellises não iria ser extraditado para enfrentar um tribunal em Massachusetts, os judeus jubilantes exibiram sua vitória sobre a Igreja em manchetes em manchetes.
* * * * *
Em frente a novos e ainda mais graves “casos Hildy” que se ligam a seguir, O Ponto continuará lembrar os Católicos Americanos da posição história e indisputável contra a ameaça Judaizante.
Ainda mais que para nossa própria obra, nós pedimos as preces de nosso leitores para aquele bispo Americano, onde quer que ele esteja, que irá ser o primeiro a falar contra a ameaça Judaica; que na ignomínia de algum futuro episódio “Hildy”, decidirá que a hora finalmente chegou para virar a maré Judaizante. Isso tem acontecido sempre em outros lugares. E irá acontecer aqui.
Saturday, June 30, 2007
Europa Secularista Silencia os Pró-vida e Criacionistas
From the desk of Paul Belien on Sat, 2007-06-23 18:53
Semana passada, uma corte alemã sentenciou um pastor luterano de 55 anos a um ano de cadeia por “Volksverhetzung” (incitação do povo) porque ele comparou o assassinato de nascituros na Alemanha contemporânea ao holocausto. Na próxima semana, o Conselho da Europa estará votando uma resolução impondo o Darwinismo como ideologia oficial da Europa. Os governos europeus são demandados a combater a expressão de opiniões criacionistas, tais como teorias da jovem terra e design inteligente. De acordo com o Conselho da Europa essas teorias são “antidemocráticas” e “uma ameaça aos direitos humanos”.
Sem aborto legalizado o número de crianças alemãs aumentaria anualmente pelo menos em 150.000 – que é o número de abortos legais na escassa de nascimentos Alemanha. Pastor Johannes Lerle comparou o assassinato dos nascituros ao assassinato dos Judeus em Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial. Em 14 de junho, uma corte em Erlangen decidiu que, por assim proceder, o pastor “incitou o povo” porque sua declaração foi uma negação do holocausto dos Judeus na Alemanha Nazista. Por isso, o sr. Lerle foi sentenciado a um ano de cadeia. Anteriormente, ele já havia gasto oito meses na cadeia por chamar os abortistas de “assassinos profissionais” – uma alegação que a corte decidiu ser caluniadora porque, de acordo com a corte, os nascituros não são humanos.
Outras cortes alemãs condenaram pró-vida por dizer que “nas clínicas de aborto, a vida de menor valor está sendo assassinada”, porque essa terminologia evocou o programa de eutanásia de Hitler, que usou a mesma linguagem. Em 2005, uma alemã pró-vida, Günter Annen, foi sentenciado a 50 dias de cadeia por dizer “Parem os abortos injustos [rechtswidrige] na prática [médica]”, porque, de acordo com a corte, a expressão “injusta” é entendida pelos leigos como significando ilegal, o que os abortos não são.
Volksverhetzung é um crime que os Nazis freqüentemente invocaram contra seus inimigos e que a Alemanha contemporânea também usa para intimidar os homeschoolers. Em breve, as autoridades da Alemanha estarão prontas a usar a mesma acusação contra pessoas que questionam a teoria da evolução de Darwin.
De fato, na próxima Terça, o Conselho da Europa (CoE), a principal corporação de direitos humanos da Europa, votará uma proposta que defende o combate contra o criacionismo, “jovem terra” e “design inteligente” em seus 47 estados membros.
De acordo com um relatório da Assembléia Parlamentar, criacionistas são perigosos “fundamentalistas religiosos” que propagam “formas de extremismo religioso” e “poderia se tornar uma ameaça aos direitos humanos”. O relatório acrescenta que a aceitação da ciência do evolucionismo “é crucial ao futuro de nossas sociedades e nossas democracias”.
“O criacionismo, nasceu da negação da evolução das espécies através da seleção natural, foi por um longo tempo um fenômeno quase exclusivamente americano”, o relatório afirma.
“Hoje, teorias criacionistas são tendentes a encontrar seu caminho no interior da Europa e sua difusão está afetando um bom número de estados membros do Conselho da Europa. […] [I]sso tende a encorajar o desenvolvimento de todas as formas de fundamentalismo e extremismo, sinônimos de ataques de mais extrema virulência aos direitos humanos. A rejeição total da ciência é definitivamente uma das mais sérias ameaças aos direitos humanos e civis. […] A guerra à teoria da evolução e aos seus proponentes mais freqüentemente desemboca em formas de extremismo religioso que são intimamente aliados aos movimentos políticos de extrema-direita. Os movimentos criacionistas possuem poder político real. O fato que importa, e isso foi exposto em várias ocasiões, é que os defensores do criacionismo estrito estão longe de substituir a democracia pela teocracia. [...] Se nós não formos cuidadosos, os valores que são a completa essência do Conselho da Europa estarão sob direta ameaça de fundamentalistas criacionistas”.
De acordo com o relatório do CoE, América e Austrália já estão em seu caminho rumo a se tornarem teocracias antidemocráticas onde os direitos humanos e civis estão em risco. O criacionismo é “bem desenvolvido nos países de língua inglesa, especialmente os Estados Unidos e Austrália”, afirma o relatório.
“Enquanto a maioria do currículo na Europa de hoje francamente ensina a evolução como uma reconhecida teoria científica, o mesmo não se aplica aos Estados Unidos. Em julho de 2005, o Centro de Pesquisa Pew conduziu uma pesquisa que mostrou que 64% dos americanos favoreciam o ensino do design inteligente ao lado da teoria da evolução e que 38% apoiariam o total abandono do ensino da evolução em escolas públicas. O Presidente Americano George W. Bush apóia o princípio do ensino tanto do design inteligente quanto da teoria da evolução. No momento, 20 dos 50 estados americanos estão encarando ajustes potenciais de seu currículo escolar em favor do design inteligente. Muitas pessoas pensam que esse fenômeno somente afeta os Estados Unidos e que, mesmo se não seja possível ficar indiferente ao que está acontecendo do outro lado do Atlântico, não é papel do Conselho da Europa ocupar-se com esse assunto. Esse, porém, não é o caso. Pelo contrário, seria crucial para nós tomarmos precauções apropriadas em nossos 47 estados membros”.
Embora se possa discordar de pessoas que tomam o Livro do Gênesis ao pé da letra (acreditando que Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo), certamente organizações políticas secularistas contando ao povo o que podem ou não acreditar, constitui uma ameaça muito maior aos direitos humanos do que instituições religiosas dizendo aos seus fiéis como votarem. Na votação, ambas pessoas são livres a fazer o que quiserem, enquanto na Europa contemporânea as pessoas não mais são livres para expressar-se publicamente suas opiniões profundamente experimentadas.
Na Alemanha, acreditar que o aborto seja tão homicida quanto o holocausto é um crime, e educar seus próprios filhos é um crime também. Na França, dizer que o “comportamento homossexual põe em risco a sobrevivência da humanidade” é um crime, e assim também a distribuição de sopa de porco ao pobre. Na Bélgica, expressar-se contra a imigração é um crime.
Na mais recente publicação da revista conservadora holandesa Bitter Lemon, o escritor Erik van Goor escreve que as cortes européias estão silenciando cidadãos conservadores e ortodoxos. A liberdade de expressão não mais existe, diz van Goor.
“Enquanto muitos no Ocidente ainda idolatram os combatentes intermediários pela liberdade de expressão, tais como [Ayaan] Hirsi Ali e Theo van Gogh, as verdadeiras vítimas da restrição são deliberadamente mantidas sob mantas. Hirsi Ali, [Pim] Fortuyn e Theo van Gogh não foram restringidos pelo estado ou pela corte, Johannes Lerle sim. O último expressou meras opiniões – expressões de uma opinião pública que alguém pode ou não apreciar ou acreditar. O último – Dr Lerle – mostra que o que está em jogo não são meramente opiniões, mas uma ordem moral que está sendo questionada; uma realidade de vida e morte que está em risco”.
Hirsi Ali, Fortuyn e van Gogh não defenderam a ordem moral cristã tradicional. Pessoas tais como Johannes Lerle e Christian Vanneste, o parlamentar francês que foi condenado por “homofobia”, sim. O último está sendo perseguido pelos regimes políticos da Europa Ocidental – um fenômeno que é completamente ignorado pela mídia convencional do Ocidente, que participa da perseguição.
Uma citação de Reuters, 25 de Junho de 2007:
"Na segunda-feira, a principal corporação de direitos humanos da Europa cancelou uma votação marcada para banir o criacionismo e visões de design inteligente das classes de ciência das escolas, dizendo que a resolução proposta era unilateral. […] Guy Lengagne, o socialista francês membro da Assembléia que preparou o relatório, protestou depois que a Assembléia Parlamentar votou para cancelar o debate e a votação, e [aprovou uma proposta do Democrata Cristão Flamengo Luc Van den Brande] para enviar o relatório de volta ao comitê para maior estudo. […] Deputados disseram que a moção pelo grupo de parlamentares Democratas Cristãos também ganhou apoio de deputados do Leste Europeu, que lembraram que a evolução Darwiniana era uma teoria favorita de seus ex-governantes comunistas."
Semana passada, uma corte alemã sentenciou um pastor luterano de 55 anos a um ano de cadeia por “Volksverhetzung” (incitação do povo) porque ele comparou o assassinato de nascituros na Alemanha contemporânea ao holocausto. Na próxima semana, o Conselho da Europa estará votando uma resolução impondo o Darwinismo como ideologia oficial da Europa. Os governos europeus são demandados a combater a expressão de opiniões criacionistas, tais como teorias da jovem terra e design inteligente. De acordo com o Conselho da Europa essas teorias são “antidemocráticas” e “uma ameaça aos direitos humanos”.
Sem aborto legalizado o número de crianças alemãs aumentaria anualmente pelo menos em 150.000 – que é o número de abortos legais na escassa de nascimentos Alemanha. Pastor Johannes Lerle comparou o assassinato dos nascituros ao assassinato dos Judeus em Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial. Em 14 de junho, uma corte em Erlangen decidiu que, por assim proceder, o pastor “incitou o povo” porque sua declaração foi uma negação do holocausto dos Judeus na Alemanha Nazista. Por isso, o sr. Lerle foi sentenciado a um ano de cadeia. Anteriormente, ele já havia gasto oito meses na cadeia por chamar os abortistas de “assassinos profissionais” – uma alegação que a corte decidiu ser caluniadora porque, de acordo com a corte, os nascituros não são humanos.
Outras cortes alemãs condenaram pró-vida por dizer que “nas clínicas de aborto, a vida de menor valor está sendo assassinada”, porque essa terminologia evocou o programa de eutanásia de Hitler, que usou a mesma linguagem. Em 2005, uma alemã pró-vida, Günter Annen, foi sentenciado a 50 dias de cadeia por dizer “Parem os abortos injustos [rechtswidrige] na prática [médica]”, porque, de acordo com a corte, a expressão “injusta” é entendida pelos leigos como significando ilegal, o que os abortos não são.
Volksverhetzung é um crime que os Nazis freqüentemente invocaram contra seus inimigos e que a Alemanha contemporânea também usa para intimidar os homeschoolers. Em breve, as autoridades da Alemanha estarão prontas a usar a mesma acusação contra pessoas que questionam a teoria da evolução de Darwin.
De fato, na próxima Terça, o Conselho da Europa (CoE), a principal corporação de direitos humanos da Europa, votará uma proposta que defende o combate contra o criacionismo, “jovem terra” e “design inteligente” em seus 47 estados membros.
De acordo com um relatório da Assembléia Parlamentar, criacionistas são perigosos “fundamentalistas religiosos” que propagam “formas de extremismo religioso” e “poderia se tornar uma ameaça aos direitos humanos”. O relatório acrescenta que a aceitação da ciência do evolucionismo “é crucial ao futuro de nossas sociedades e nossas democracias”.
“O criacionismo, nasceu da negação da evolução das espécies através da seleção natural, foi por um longo tempo um fenômeno quase exclusivamente americano”, o relatório afirma.
“Hoje, teorias criacionistas são tendentes a encontrar seu caminho no interior da Europa e sua difusão está afetando um bom número de estados membros do Conselho da Europa. […] [I]sso tende a encorajar o desenvolvimento de todas as formas de fundamentalismo e extremismo, sinônimos de ataques de mais extrema virulência aos direitos humanos. A rejeição total da ciência é definitivamente uma das mais sérias ameaças aos direitos humanos e civis. […] A guerra à teoria da evolução e aos seus proponentes mais freqüentemente desemboca em formas de extremismo religioso que são intimamente aliados aos movimentos políticos de extrema-direita. Os movimentos criacionistas possuem poder político real. O fato que importa, e isso foi exposto em várias ocasiões, é que os defensores do criacionismo estrito estão longe de substituir a democracia pela teocracia. [...] Se nós não formos cuidadosos, os valores que são a completa essência do Conselho da Europa estarão sob direta ameaça de fundamentalistas criacionistas”.
De acordo com o relatório do CoE, América e Austrália já estão em seu caminho rumo a se tornarem teocracias antidemocráticas onde os direitos humanos e civis estão em risco. O criacionismo é “bem desenvolvido nos países de língua inglesa, especialmente os Estados Unidos e Austrália”, afirma o relatório.
“Enquanto a maioria do currículo na Europa de hoje francamente ensina a evolução como uma reconhecida teoria científica, o mesmo não se aplica aos Estados Unidos. Em julho de 2005, o Centro de Pesquisa Pew conduziu uma pesquisa que mostrou que 64% dos americanos favoreciam o ensino do design inteligente ao lado da teoria da evolução e que 38% apoiariam o total abandono do ensino da evolução em escolas públicas. O Presidente Americano George W. Bush apóia o princípio do ensino tanto do design inteligente quanto da teoria da evolução. No momento, 20 dos 50 estados americanos estão encarando ajustes potenciais de seu currículo escolar em favor do design inteligente. Muitas pessoas pensam que esse fenômeno somente afeta os Estados Unidos e que, mesmo se não seja possível ficar indiferente ao que está acontecendo do outro lado do Atlântico, não é papel do Conselho da Europa ocupar-se com esse assunto. Esse, porém, não é o caso. Pelo contrário, seria crucial para nós tomarmos precauções apropriadas em nossos 47 estados membros”.
Embora se possa discordar de pessoas que tomam o Livro do Gênesis ao pé da letra (acreditando que Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo), certamente organizações políticas secularistas contando ao povo o que podem ou não acreditar, constitui uma ameaça muito maior aos direitos humanos do que instituições religiosas dizendo aos seus fiéis como votarem. Na votação, ambas pessoas são livres a fazer o que quiserem, enquanto na Europa contemporânea as pessoas não mais são livres para expressar-se publicamente suas opiniões profundamente experimentadas.
Na Alemanha, acreditar que o aborto seja tão homicida quanto o holocausto é um crime, e educar seus próprios filhos é um crime também. Na França, dizer que o “comportamento homossexual põe em risco a sobrevivência da humanidade” é um crime, e assim também a distribuição de sopa de porco ao pobre. Na Bélgica, expressar-se contra a imigração é um crime.
Na mais recente publicação da revista conservadora holandesa Bitter Lemon, o escritor Erik van Goor escreve que as cortes européias estão silenciando cidadãos conservadores e ortodoxos. A liberdade de expressão não mais existe, diz van Goor.
“Enquanto muitos no Ocidente ainda idolatram os combatentes intermediários pela liberdade de expressão, tais como [Ayaan] Hirsi Ali e Theo van Gogh, as verdadeiras vítimas da restrição são deliberadamente mantidas sob mantas. Hirsi Ali, [Pim] Fortuyn e Theo van Gogh não foram restringidos pelo estado ou pela corte, Johannes Lerle sim. O último expressou meras opiniões – expressões de uma opinião pública que alguém pode ou não apreciar ou acreditar. O último – Dr Lerle – mostra que o que está em jogo não são meramente opiniões, mas uma ordem moral que está sendo questionada; uma realidade de vida e morte que está em risco”.
Hirsi Ali, Fortuyn e van Gogh não defenderam a ordem moral cristã tradicional. Pessoas tais como Johannes Lerle e Christian Vanneste, o parlamentar francês que foi condenado por “homofobia”, sim. O último está sendo perseguido pelos regimes políticos da Europa Ocidental – um fenômeno que é completamente ignorado pela mídia convencional do Ocidente, que participa da perseguição.
Uma citação de Reuters, 25 de Junho de 2007:
"Na segunda-feira, a principal corporação de direitos humanos da Europa cancelou uma votação marcada para banir o criacionismo e visões de design inteligente das classes de ciência das escolas, dizendo que a resolução proposta era unilateral. […] Guy Lengagne, o socialista francês membro da Assembléia que preparou o relatório, protestou depois que a Assembléia Parlamentar votou para cancelar o debate e a votação, e [aprovou uma proposta do Democrata Cristão Flamengo Luc Van den Brande] para enviar o relatório de volta ao comitê para maior estudo. […] Deputados disseram que a moção pelo grupo de parlamentares Democratas Cristãos também ganhou apoio de deputados do Leste Europeu, que lembraram que a evolução Darwiniana era uma teoria favorita de seus ex-governantes comunistas."
Sunday, June 03, 2007
O Mito do Anti-Semitismo de Stalin
"O Judeus foram totalmente proeminentes no círculo [de Stalin], embora bem menos do que foram sob Lenin. [Max] Litvinov permaneceu por mais de uma década na chefia do serviço diplomático Soviético; Kagonovich esteve até o final o faz-tudo de Stalin; Mekhlis foi o Comissário chefe político do exército; e Zaslavsky e Ehrenburg foram os mais populares dos bajuladores de Stalin. Todavia, ele não era contrário em se aproveitar das emoções anti-Judaicas quando isso satisfazia sua conveniência. Durante a luta contra as oposições no interior do partido, seus agentes tornaram a circunstância principal que Trotsky, Zinoviev, Kamenev, e Radek eram de origem Judaica." [DEUTSCHER, p. 605]
"Lev Mekhlis," registra Louis Rapoport, "se tornaria secretário de Stalin e um dos mais desprezados homens na história Soviética ... Imediatamente depois da Revolução, muitos Judeus ficaram eufóricos sobre sua super-representação no novo governo. O primeiro Politburo de Lenin foi dominado por homens de origens Judaicas ... Sob Lenin, os Judeus se tornaram envolvidos em todos os aspectos da Revolução, incluindo seu trabalho mais sujo. Apesar da promessa dos comunistas de erradicar o anti-Semitismo, ele se disseminou rapidamente depois da Revolução – parcialmente por causa da proeminência de tantos Judeus na administração Soviética, assim como na traumática e desumana sovietização que se seguiu." [RAPOPORT, L., 1990, p. 30]
O jornal principal comunista da União Soviética foi o Pravda. Seus "membros de equipe principais", Yakov Khavinson e David Zaslavsky, eram Judeus, como eram os embaixadores da União Soviética nos EUA, Maxim Litvinov e Ivan Maisky, que foram trazidos de volta em 1943. [VAKSBERG, p. 260, 139]
Em 1994, o autor nascido na Rússia (e educado) Judeu Arkady Vaksberg escreveu um livro intitulado Stalin Contra os Judeus. Sua tese fundamental é que Stalin foi um fanático anti-Semita (o livro Guerra de Stalin Contra os Judeus de Louis Rapoport reflete o mesmo tema). O fato que muitos Judeus (incluindo milhões de outros) morreram sob sua direção é além de questão. E as ações de Stalin na sua vida mais tardia reflete suas suspeitas da lealdade de muitos na comunidade Judaica. Mas o fato que Stalin, apesar de tudo, esteve cercado por Judeus de todos os lugares em posições de alto poder (Lazar Kaganovich, Pyatnitsky, Fillip Goloschekin "e muitos outros que foram feitos parte do círculo governante") [VAKSBERG, p. 20] é descrito por Vaksberg como camuflagem para o ódio a Judeus do líder Soviético. [VAKSBERG, p. 27] Todavia, a particular evidência de Vaksberg de retratar a comunidade Russa Judaica como somente vítimas consistentemente se esvazia com a premissa da resistência de Stalin ao anti-Semitismo. Vaksberg ataca Stalin como um singularmente rábido, irracional inimigo dos Judeus apesar de expressar que "o povo que cercava Stalin e que prestava-lhe serviços nos anos vinte e trinta era principalmente de Judeus" [VAKSBERG, p. 35] e reconhecer que os Judeus especialmente íntimos a Stalin como Emelyan Yaroslavky (Mines Gubelman), Moisey Gubelman, Lev Mekhlis ("a mão direita de Stalin"), [VAKSBERG, p. 23] Lazar Kaganovich e Isaac Mintz sobreviveram inteiramente aos declarados expurgos "anti-sionistas" de Stalin.
"Por que mostrei Stalin como um anti-Semita", Vaksberg pergunta a si mesmo, "tem dois secretários Judeus -- Lev Mekhlis e Grigori Kanner?" [VAKSBERG, p. 27] Por que também, nós poderíamos acrescentar em torno dos fatos de Vaksberg diferentes teses, que toda vez que Stalin tirou férias, fez Lazar Kaganovich, um Judeu, tomar a direção do governo? [VAKSBERG, p. 51] E por quê, nós poderíamos acrescentar, se Stalin foi totalmente odioso de Judeus, fez confiar sua vida a um guarda-costas Judeu, Matyas Rakoszy? [VAKSBERG, p. 40] (Um outro guarda-costa Judeu de Stalin, filho de um rabi, e "protetor de Nikita Khruschev" foi Alexander Contract, que começou no NKVD – posteriormente a KGB. Contract até salvou a vida do futuro primeiro ministro de Israel, Menachem Begin). [O'DWYER, T., 7-6-98] E se Stalin foi singularmente enfocado em seu alegado ódeio de Judeus, por quê fez seu "corpo pessoal de médicos" incluindo "Drs. Weisbrod, Moshenberg, e Lev Gigorievich Levin?" [RAPOPORT, L., 1990, p. 37] Até importantes oficiais não-Judeus do Partido Comunista (e camaradas íntimos do círculo social de Stalin), Mikhail Kalinin, Bukharin, Molotov, Voroshilov, Andreyev, Poskrebyshev, e Rykov, todos tiveram esposas Judias. A própria filha de Stalin Svetlana Allilueva teve um romance com o roteirista Judeu Alexei Kapler; ela posteriormente casou-se com Grigory Morozov (Moroz), também Judeu. [VAKSBERG, p. 138; RAPOPORT, L., 1990, p. 208] O fato que Stalin supostamente não aprovou esses homens é rotineiramente explicado pelos estudiosos Judeus como anti-Semitismo. A cunhada de Stalin (futuramente presa) por sua primeira esposa também era Judia. Assim foi uma de suas noras. [RAPAPORT, L., p. 46, 241] [ROTHMAN/LICHTER, 1982, p. 94]
Stalin teve três esposas, todas judias. A primeira foi Ekaterina Svanidze que deu à luz a um único filho, Jacob. Sua segunda esposa foi Kadya Allevijah. Com ele, ela gerou um filho, Vassili, e a uma filha, Svetlana. Sua segunda esposa morreu de circunstâncias misteriosas, ou por suicídio ou morta por Stalin. Sua terceira esposa foi Rosa Kaganovich, a irmã de Lazar Kaganovich, o chefe da indústria soviética. A filha de Stalin (que em 1967 fugiu para os EUA) casou então com o filho de Lazar, Mihail, o sobrinho de sua madrasta. Svetlana Stalin teve um total de quatro fihos, três deles judeus.
O vice-presidente de Stalin, Molotov, também era casado com uma judia, cujo irmão, Sam Karp, dirigia um negócio de exportação em Connecticut. Só para complicar as coisas ainda mais, a filha (meio judia) de Molotov também chamada Svetlana noivou-se com o filho de Stalin Vassili.
Depois da morte de Stalin, seus sucessores mantiveram a tradição. Uma reportagem no Mensageiro da B’nai B’rith relata que: “para mostrar que a Rússia trata bem seus judeus, o premier Nikita Kruschev essa semana observou em uma recepção na embaixada da Polônia que não somente ele mesmo e o presidente soviético Klementi Voroshilov, mas também metade dos membros do Praesidium tinham esposas judaicas. Sr. Kruschev fez sua observação ao embaixador de Israel Joseph Avidar, que estava entre os convidados.” (a esposa de Kruschev já era outra Kaganovitch).
"Lev Mekhlis," registra Louis Rapoport, "se tornaria secretário de Stalin e um dos mais desprezados homens na história Soviética ... Imediatamente depois da Revolução, muitos Judeus ficaram eufóricos sobre sua super-representação no novo governo. O primeiro Politburo de Lenin foi dominado por homens de origens Judaicas ... Sob Lenin, os Judeus se tornaram envolvidos em todos os aspectos da Revolução, incluindo seu trabalho mais sujo. Apesar da promessa dos comunistas de erradicar o anti-Semitismo, ele se disseminou rapidamente depois da Revolução – parcialmente por causa da proeminência de tantos Judeus na administração Soviética, assim como na traumática e desumana sovietização que se seguiu." [RAPOPORT, L., 1990, p. 30]
O jornal principal comunista da União Soviética foi o Pravda. Seus "membros de equipe principais", Yakov Khavinson e David Zaslavsky, eram Judeus, como eram os embaixadores da União Soviética nos EUA, Maxim Litvinov e Ivan Maisky, que foram trazidos de volta em 1943. [VAKSBERG, p. 260, 139]
Em 1994, o autor nascido na Rússia (e educado) Judeu Arkady Vaksberg escreveu um livro intitulado Stalin Contra os Judeus. Sua tese fundamental é que Stalin foi um fanático anti-Semita (o livro Guerra de Stalin Contra os Judeus de Louis Rapoport reflete o mesmo tema). O fato que muitos Judeus (incluindo milhões de outros) morreram sob sua direção é além de questão. E as ações de Stalin na sua vida mais tardia reflete suas suspeitas da lealdade de muitos na comunidade Judaica. Mas o fato que Stalin, apesar de tudo, esteve cercado por Judeus de todos os lugares em posições de alto poder (Lazar Kaganovich, Pyatnitsky, Fillip Goloschekin "e muitos outros que foram feitos parte do círculo governante") [VAKSBERG, p. 20] é descrito por Vaksberg como camuflagem para o ódio a Judeus do líder Soviético. [VAKSBERG, p. 27] Todavia, a particular evidência de Vaksberg de retratar a comunidade Russa Judaica como somente vítimas consistentemente se esvazia com a premissa da resistência de Stalin ao anti-Semitismo. Vaksberg ataca Stalin como um singularmente rábido, irracional inimigo dos Judeus apesar de expressar que "o povo que cercava Stalin e que prestava-lhe serviços nos anos vinte e trinta era principalmente de Judeus" [VAKSBERG, p. 35] e reconhecer que os Judeus especialmente íntimos a Stalin como Emelyan Yaroslavky (Mines Gubelman), Moisey Gubelman, Lev Mekhlis ("a mão direita de Stalin"), [VAKSBERG, p. 23] Lazar Kaganovich e Isaac Mintz sobreviveram inteiramente aos declarados expurgos "anti-sionistas" de Stalin.
"Por que mostrei Stalin como um anti-Semita", Vaksberg pergunta a si mesmo, "tem dois secretários Judeus -- Lev Mekhlis e Grigori Kanner?" [VAKSBERG, p. 27] Por que também, nós poderíamos acrescentar em torno dos fatos de Vaksberg diferentes teses, que toda vez que Stalin tirou férias, fez Lazar Kaganovich, um Judeu, tomar a direção do governo? [VAKSBERG, p. 51] E por quê, nós poderíamos acrescentar, se Stalin foi totalmente odioso de Judeus, fez confiar sua vida a um guarda-costas Judeu, Matyas Rakoszy? [VAKSBERG, p. 40] (Um outro guarda-costa Judeu de Stalin, filho de um rabi, e "protetor de Nikita Khruschev" foi Alexander Contract, que começou no NKVD – posteriormente a KGB. Contract até salvou a vida do futuro primeiro ministro de Israel, Menachem Begin). [O'DWYER, T., 7-6-98] E se Stalin foi singularmente enfocado em seu alegado ódeio de Judeus, por quê fez seu "corpo pessoal de médicos" incluindo "Drs. Weisbrod, Moshenberg, e Lev Gigorievich Levin?" [RAPOPORT, L., 1990, p. 37] Até importantes oficiais não-Judeus do Partido Comunista (e camaradas íntimos do círculo social de Stalin), Mikhail Kalinin, Bukharin, Molotov, Voroshilov, Andreyev, Poskrebyshev, e Rykov, todos tiveram esposas Judias. A própria filha de Stalin Svetlana Allilueva teve um romance com o roteirista Judeu Alexei Kapler; ela posteriormente casou-se com Grigory Morozov (Moroz), também Judeu. [VAKSBERG, p. 138; RAPOPORT, L., 1990, p. 208] O fato que Stalin supostamente não aprovou esses homens é rotineiramente explicado pelos estudiosos Judeus como anti-Semitismo. A cunhada de Stalin (futuramente presa) por sua primeira esposa também era Judia. Assim foi uma de suas noras. [RAPAPORT, L., p. 46, 241] [ROTHMAN/LICHTER, 1982, p. 94]
Stalin teve três esposas, todas judias. A primeira foi Ekaterina Svanidze que deu à luz a um único filho, Jacob. Sua segunda esposa foi Kadya Allevijah. Com ele, ela gerou um filho, Vassili, e a uma filha, Svetlana. Sua segunda esposa morreu de circunstâncias misteriosas, ou por suicídio ou morta por Stalin. Sua terceira esposa foi Rosa Kaganovich, a irmã de Lazar Kaganovich, o chefe da indústria soviética. A filha de Stalin (que em 1967 fugiu para os EUA) casou então com o filho de Lazar, Mihail, o sobrinho de sua madrasta. Svetlana Stalin teve um total de quatro fihos, três deles judeus.
O vice-presidente de Stalin, Molotov, também era casado com uma judia, cujo irmão, Sam Karp, dirigia um negócio de exportação em Connecticut. Só para complicar as coisas ainda mais, a filha (meio judia) de Molotov também chamada Svetlana noivou-se com o filho de Stalin Vassili.
Depois da morte de Stalin, seus sucessores mantiveram a tradição. Uma reportagem no Mensageiro da B’nai B’rith relata que: “para mostrar que a Rússia trata bem seus judeus, o premier Nikita Kruschev essa semana observou em uma recepção na embaixada da Polônia que não somente ele mesmo e o presidente soviético Klementi Voroshilov, mas também metade dos membros do Praesidium tinham esposas judaicas. Sr. Kruschev fez sua observação ao embaixador de Israel Joseph Avidar, que estava entre os convidados.” (a esposa de Kruschev já era outra Kaganovitch).
Saturday, June 02, 2007
Os Judeus de Stalin
Nós não devemos nos esquecer que alguns dos maiores assassinos dos tempos modernos foram Judeus
Sever Plocker
Publicado em: 12.21.06, 23:35 / Israel Opinion
Eis uma particularmente miserável data histórica: quase 90 anos atrás, entre 19 e 20 de dezembro de 1917, no meio da Revolução Bolchevique e guerra civil, Lênin assinou um decreto requerendo o estabelecimento da Comissão Extraordinária de Toda Rússia para Combater a Contra-Revolução e Sabotagem, também conhecida como Cheka.
No interior de um curto período de tempo, a Cheka se tornou a maior e mais cruel organização de segurança estatal. Sua estrutura organizacional foi mudada em poucos anos, conforme foram seus nomes: De Cheka para GPU, depois para NKVD, e posteriormente para KGB.
Não podemos saber com certeza o número de mortes que a Cheka foi responsável em suas várias ações, mas o número é seguramente de pelo menos 20 milhões, incluindo vítimas da coletivização forçada, a fome, os expurgos, expulsões, banimentos, execuções e morte em massa nos Gulags.
A camada inteira da população foi eliminada: fazendeiros independentes, minorias étnicas, membros da burguesia, oficiais graduados, intelectuais, artistas, ativistas de movimentos de trabalho, "membros da oposição" que eram definidos de modo completamente aleatório, e incontáveis membros do próprio partido Comunista.
Em seu novo e altamente elogiado livro "A Guerra do Mundo", o Historiador Niall Ferguson escreve que nenhuma revolução na história da humanidade devorou seus filhos com o mesmo apetite irrestrito como fez a revolução soviética. Em seu livro sobre os expurgos stalinistas, Dr. Igal Halfin da Universidade de Tel Aviv escreve que a violência stalinista foi única, e foi direcionada internamente.
Lênin, Stalin, e seus sucessores não podiam ter realizado suas ações sem cooperação em grande escala dos disciplinados "oficiais do terror", interrogadores cruéis, delatores, carrascos, guardas, juízes, pervertidos e muitas almas generosas que eram membros da progressista esquerda Ocidental e que foram seduzidos pelo regime de horror soviético e mesmo providos com um certificado kosher.
Todas essas coisas são bem conhecidas de uma certa forma ou de outra, muito embora os arquivos da antiga União Soviética não tenham ainda sido completamente abertos ao público. Mas quem sabe a respeito disso? No interior da própria Rússia, muito poucos foram trazidos à justiça pelos seus crimes no serviço do NKVD e da KGB. O discurso público russo de hoje ignora completamente a questão de "Como poderia ter acontecido conosco?" Em contraposição às nações do Leste Europeu, os Russos não ajustaram contas com seu passado Stalinista.
E nós, os Judeus? Um estudante israelense termina a escola sem mesmo ouvir o nome "Genrikh Yagoda", o maior assassino Judeu do século XX, o vice-comandante do GPU e fundador e comandante do NKVD. Yagoda diligentemente implementou as ordens de coletivização de Stalin e é responsável pelas mortes de pelo menos 10 milhões de pessoas. Seus representantes Judeus estabeleceram e administraram o sistema Gulag. Depois que Stalin não mais o viu favoravelmente, Yagoda foi demovido e executado, e foi substituído como carrasco chefe em 1936 por Yezhov, o "anão sedento de sangue".
Yezhov não era Judeu, mas foi abençoado com uma ativa esposa Judia. Em seu Livro "Stalin: Corte da Estrela Vermelha", o historiador Judeu Sebag Montefiore escreve que durante o período mais escuro do terror, quando a máquina de matar comunista operou em sua plenitude, Stalin foi cercado por bonitas e jovens mulheres Judias.
Os camaradas íntimos de Stalin incluíam o membro do Comitê Central e Politburo Lazar Kaganovich. Montefiore caracteriza-o como o "primeiro Stalinista" e acrescenta que aqueles que morriam de fome na Ucrânia, uma tragédia sem paralelo na história da humanidade, à exceção dos horrores Nazistas e do terror Maoísta na China, não comoveram Kaganovich.
Muitos Judeus venderam suas almas ao demônio da revolução Comunista e têm sangue nas mãos pela eternidade. Nós mencionaremos apenas mais um: Leonid Reichman, chefe do departamento especial do NKVD e interrogador-chefe da organização, que foi um particularmente cruel sadista.
Em 1934, de acordo com as estatísticas publicadas, 38.5% daqueles controlando os maiores postos de chefia no aparato de segurança Soviético eram de origem Judaica. Eles também, obviamente, foram gradualmente eliminados nos expurgos seguintes. Em uma fascinante palestra em uma convenção da Universidade de Tel Aviv essa semana, Dr. Halfin descreveu as ondas do terror soviético como um "carnaval de assassinato em massa", "fantasia de expurgos", e "messianismo do mal". Resulta que os Judeus também, quando se tornam cativados pela ideologia messiânica, podem se tornar grandes assassinos, entre os maiores conhecidos pela história moderna.
Os Judeus ativos no aparato do terror comunista (Na União Soviética e no exterior) e que por vezes o liderou, não fizeram isso, obviamente, como Judeus, mas particularmente, como Stalinistas, comunistas e "povo Soviético". Portanto, achamos fácil ignorar sua origem e fazer-se de desentendido: o que nós temos a ver com eles? Mas não vamos esquecê-los. Minha própria visão é diferente. Eu acho inaceitável que uma pessoa seja considerada um membro do povo Judeu quando faça coisas grandes, mas que assim não seja quando faz coisas incrivelmente desprezíveis.
Mesmo se nós negarmos, nós não podemos escapar da Judeidade de "nossos carrascos", que serviram ao Terror Vermelho com lealdade e dedicação desde seu estabelecimento. Afinal, outros sempre nos lembrarão a sua origem.
Sever Plocker
Publicado em: 12.21.06, 23:35 / Israel Opinion
Eis uma particularmente miserável data histórica: quase 90 anos atrás, entre 19 e 20 de dezembro de 1917, no meio da Revolução Bolchevique e guerra civil, Lênin assinou um decreto requerendo o estabelecimento da Comissão Extraordinária de Toda Rússia para Combater a Contra-Revolução e Sabotagem, também conhecida como Cheka.
No interior de um curto período de tempo, a Cheka se tornou a maior e mais cruel organização de segurança estatal. Sua estrutura organizacional foi mudada em poucos anos, conforme foram seus nomes: De Cheka para GPU, depois para NKVD, e posteriormente para KGB.
Não podemos saber com certeza o número de mortes que a Cheka foi responsável em suas várias ações, mas o número é seguramente de pelo menos 20 milhões, incluindo vítimas da coletivização forçada, a fome, os expurgos, expulsões, banimentos, execuções e morte em massa nos Gulags.
A camada inteira da população foi eliminada: fazendeiros independentes, minorias étnicas, membros da burguesia, oficiais graduados, intelectuais, artistas, ativistas de movimentos de trabalho, "membros da oposição" que eram definidos de modo completamente aleatório, e incontáveis membros do próprio partido Comunista.
Em seu novo e altamente elogiado livro "A Guerra do Mundo", o Historiador Niall Ferguson escreve que nenhuma revolução na história da humanidade devorou seus filhos com o mesmo apetite irrestrito como fez a revolução soviética. Em seu livro sobre os expurgos stalinistas, Dr. Igal Halfin da Universidade de Tel Aviv escreve que a violência stalinista foi única, e foi direcionada internamente.
Lênin, Stalin, e seus sucessores não podiam ter realizado suas ações sem cooperação em grande escala dos disciplinados "oficiais do terror", interrogadores cruéis, delatores, carrascos, guardas, juízes, pervertidos e muitas almas generosas que eram membros da progressista esquerda Ocidental e que foram seduzidos pelo regime de horror soviético e mesmo providos com um certificado kosher.
Todas essas coisas são bem conhecidas de uma certa forma ou de outra, muito embora os arquivos da antiga União Soviética não tenham ainda sido completamente abertos ao público. Mas quem sabe a respeito disso? No interior da própria Rússia, muito poucos foram trazidos à justiça pelos seus crimes no serviço do NKVD e da KGB. O discurso público russo de hoje ignora completamente a questão de "Como poderia ter acontecido conosco?" Em contraposição às nações do Leste Europeu, os Russos não ajustaram contas com seu passado Stalinista.
E nós, os Judeus? Um estudante israelense termina a escola sem mesmo ouvir o nome "Genrikh Yagoda", o maior assassino Judeu do século XX, o vice-comandante do GPU e fundador e comandante do NKVD. Yagoda diligentemente implementou as ordens de coletivização de Stalin e é responsável pelas mortes de pelo menos 10 milhões de pessoas. Seus representantes Judeus estabeleceram e administraram o sistema Gulag. Depois que Stalin não mais o viu favoravelmente, Yagoda foi demovido e executado, e foi substituído como carrasco chefe em 1936 por Yezhov, o "anão sedento de sangue".
Yezhov não era Judeu, mas foi abençoado com uma ativa esposa Judia. Em seu Livro "Stalin: Corte da Estrela Vermelha", o historiador Judeu Sebag Montefiore escreve que durante o período mais escuro do terror, quando a máquina de matar comunista operou em sua plenitude, Stalin foi cercado por bonitas e jovens mulheres Judias.
Os camaradas íntimos de Stalin incluíam o membro do Comitê Central e Politburo Lazar Kaganovich. Montefiore caracteriza-o como o "primeiro Stalinista" e acrescenta que aqueles que morriam de fome na Ucrânia, uma tragédia sem paralelo na história da humanidade, à exceção dos horrores Nazistas e do terror Maoísta na China, não comoveram Kaganovich.
Muitos Judeus venderam suas almas ao demônio da revolução Comunista e têm sangue nas mãos pela eternidade. Nós mencionaremos apenas mais um: Leonid Reichman, chefe do departamento especial do NKVD e interrogador-chefe da organização, que foi um particularmente cruel sadista.
Em 1934, de acordo com as estatísticas publicadas, 38.5% daqueles controlando os maiores postos de chefia no aparato de segurança Soviético eram de origem Judaica. Eles também, obviamente, foram gradualmente eliminados nos expurgos seguintes. Em uma fascinante palestra em uma convenção da Universidade de Tel Aviv essa semana, Dr. Halfin descreveu as ondas do terror soviético como um "carnaval de assassinato em massa", "fantasia de expurgos", e "messianismo do mal". Resulta que os Judeus também, quando se tornam cativados pela ideologia messiânica, podem se tornar grandes assassinos, entre os maiores conhecidos pela história moderna.
Os Judeus ativos no aparato do terror comunista (Na União Soviética e no exterior) e que por vezes o liderou, não fizeram isso, obviamente, como Judeus, mas particularmente, como Stalinistas, comunistas e "povo Soviético". Portanto, achamos fácil ignorar sua origem e fazer-se de desentendido: o que nós temos a ver com eles? Mas não vamos esquecê-los. Minha própria visão é diferente. Eu acho inaceitável que uma pessoa seja considerada um membro do povo Judeu quando faça coisas grandes, mas que assim não seja quando faz coisas incrivelmente desprezíveis.
Mesmo se nós negarmos, nós não podemos escapar da Judeidade de "nossos carrascos", que serviram ao Terror Vermelho com lealdade e dedicação desde seu estabelecimento. Afinal, outros sempre nos lembrarão a sua origem.
Saturday, May 12, 2007
Israel, um Estado Terrorista
Banir a Tortura de Israel
por Alexander Cockburn
The Nation magazine, September 27, 1999
Todo estado tortura seus súditos, a única variação sendo o refinamento ou intensidade de dor, mas até aqui como eu sei, Israel é o único estado nos tempos modernos que legalizou isso. Voltando a década de 70, um soldado druso servindo nas forças armadas de Israel teve a má sorte, durante uma investigação, de ser torturado pelo Serviço de Segurança Geral, a ka Shin Bet. Ele foi condenado por espionagem e apelou à Suprema Corte de Israel, que em 1987 reuniu uma comissão especial, encabeçada pelo aposentado juiz Moshe Landau, para rever toda a questão da tortura, cuja imposição Israel negava furiosamente por anos.
A comissão ponderou pontualmente o conflito entre declarações solenes internacionais ressalvando a tortura e as percebidas necessidades de segurança por Israel. Cedeu-se firmemente ao último. Um anexo secreto a esse relato, posteriormente vazado, sancionou o uso de "pressão física moderada" contra detentos Palestinos. Assim, no ano em que a Convenção Contra a Tortura e Outras Cruéis, Desumanas ou Inumanas ou Degradantes Tratamentos posteriormente endossados por Israel, veio à força, torturadores de Shin Bet receberam o imprimatur do Estado.
"Pressão física moderada" soa quase como sedar. Assim parece “sacudir”, até que alguém descubra que mais de uma vez os torturadores de Israel têm sacudido suas vítimas até a morte. Uma tal vítima foi Abdel Samad Hraizat, trazido ao hospital inconsciente menos de vinte e quatro horas depois de sua prisão em 22 de abril de 1995, e pronunciado à morte em 25 de abril. Milhares de palestinos - nunca judeus – têm experimentado essa "pressão moderada" desde que Landau tornou-a legal.
Eis uma típica explicação, dada por um palestino de 15 anos, Riad Faraj, que foi preso por jogar pedras no final de 1987. "Eles me algemaram e bateram em mim durante o caminho a Fara'a [uma prisão militar em Nablus]. Logo que chegamos, eles me guiaram a um 'doutor' para um 'checkup'. Eu descobri posteriormente que esse 'checkup' seria localizar qualquer fraqueza física para se concentrar durante a tortura. Eles prestaram particular atenção a minha perna, que foi ferida uma vez e ainda estava sensível. Antes que eles começassem o interrogatório, me perguntaram se eu estava pronto a confessar. Eles então me penduraram pelos meus pulsos, pelado, no frio, e me deram chuveiros quentes e frios alternativamente. Um capuz coberto de estrume foi posto sobre minha cabeça".
Ano após ano, a Suprema Corte renovou sua aprovação da tortura, até 6 de setembro. Nesse dia, revendo apelos submetidos por grupos de direitos humanos, a corte baniu tais atos como sacudir, privação do sono, saco sobre a cabeça.
Os juízes não ficaram moralmente afrontados pela tortura em si. Seus limitados e descobertos recentemente interesses relacionavam-se à aplicação da lei internacional, e nós podemos supor que essa repentina solicitude derivou de crescente clamor dos grupos de direitos humanos israelenses, palestinos e internacionais. Mas embora a corte não ache que as provisões de tratados internacionais aos quais Israel é signatário são "absolutas" e que "não haja exceções a eles e lugar para o equilíbrio", também disse que poderia haver circunstâncias em que os interesses do Estado requerem tortura: "e todavia será decidido que é apropriado para Israel, à luz de suas dificuldades de segurança, sancionar meios físicos em interrogatórios, isso é um assunto que deve ser decidido pelo braço legislativo.... nós não tomamos qualquer posição sobre essa matéria nesse momento." Assim, a corte cuidadosamente deixou a porta aberta para o Knesset aprovar depressa uma lei "bomba relógio" sob a lógica que se um prisioneiro tem conhecimento da iminente violência, está OK usar a tortura para extrair essa informação. Tirando a nova lei, há sempre criatividade burocrática. Como Primeiro Ministro Ehud Barak disse, "A decisão tornará as coisas muito difíceis para o Shin Bet, e...nós necessitamos encontrar um caminho". Um ex-funcionário do Shin Bet agora no Parlamento, Gideon Ezra, diz, "Eu estou certo que o GSS encontrará novos métodos. Talvez eles encontrem uma cadeira que seja um pouco mais alta".
Eitan Fellner, chefe do grupo de direitos humanos israelense B'Tselem, declara que a "tortura se tornou uma rotina burocrática em todos centros de interrogatório Shin Bet. Nós estimamos que 85% dos detentos Palestinos foram torturados, embora muitos fossem posteriormente liberados sem uma acusação". Em outras palavras, há dezenas de milhares de Palestinos que fizeram confissões sob tortura que são agora presumidamente inválidas, e que são intituladas reparação.
Verdade seja dita, o assunto tortura em Israel não reflete muita glória para muitas organizações de direitos humanos. Nos anos 80, a Anistia Internacional evitou o assunto tanto antes quanto depois da Comissão Landau, apesar dos esforços de gente como o Professor Francis Boyle da Universidade de Illinois, que fez campanha ferozmente para que se adotasse uma postura. Eu conversei com Boyle depois da última decisão. "Até que enfim", ele disse e então recordou de viajar para Israel nos anos 80 para levantar com funcionários israelenses a questão da responsabilidade de Nuremberg pelo que Israel estava fazendo aos Palestinos.
No Departamento de Justiça de Israel, o funcionário responsável pelas matérias no tocante aos Palestinos, e assim um homem bem treinado como um apologista das forças de segurança de Israel, era um emigrante americano chamado Justus Reid Weiner. Weiner, agora um "estudioso em residência" no Centro de Assuntos Públicos de Jerusalém, financiado por Michael Milken e sua família, é o autor de um grotesco ataque a Edward Said sobre o último assunto em comento. Boyle lembra de contar a Weiner que professores judaico-americanos tais como John Fried e Richard Falk estavam entre aqueles que levantaram essa questão de responsabilidade de Nuremberg. "Eu nunca deverei esquecer da reação de Weiner'. lembra Boyle. "Ele disse, 'haver grande quantidade de judeus com ódio a si mesmo vivendo na América. Isso é por quê mudei-me para Israel'. Nesse momento eu percebi que eu estava perdendo meu tempo falando com um fanático racista anti-árabe, de modo que eu terminei a conversa".
Embora o New York Times e o Wall Street Journal dessem muito espaço para as calúnias de Weiner, nem um nem outro publicaria a réplica de Said. O diário israelense Ha'aretz fez o mesmo em 8 de Setembro. Aquele mesmo dia o Centro Palestino por Direitos Humanos em Gaza publicou uma declaração sobre a decisão da Suprema Corte, concluindo com sua "apreciação do trabalho das organizações de direitos humanos de Israel sobre esse assunto". Poderiam esses grupos Judaico-Americanos ter merecido tal gratidão. Em vez disso, nós encontramos a agitação da Organização Sionista da América no ataque de Weiner e a exigência que Said seja despojado de sua presidência da Associação de Língua Moderna!
por Alexander Cockburn
The Nation magazine, September 27, 1999
Todo estado tortura seus súditos, a única variação sendo o refinamento ou intensidade de dor, mas até aqui como eu sei, Israel é o único estado nos tempos modernos que legalizou isso. Voltando a década de 70, um soldado druso servindo nas forças armadas de Israel teve a má sorte, durante uma investigação, de ser torturado pelo Serviço de Segurança Geral, a ka Shin Bet. Ele foi condenado por espionagem e apelou à Suprema Corte de Israel, que em 1987 reuniu uma comissão especial, encabeçada pelo aposentado juiz Moshe Landau, para rever toda a questão da tortura, cuja imposição Israel negava furiosamente por anos.
A comissão ponderou pontualmente o conflito entre declarações solenes internacionais ressalvando a tortura e as percebidas necessidades de segurança por Israel. Cedeu-se firmemente ao último. Um anexo secreto a esse relato, posteriormente vazado, sancionou o uso de "pressão física moderada" contra detentos Palestinos. Assim, no ano em que a Convenção Contra a Tortura e Outras Cruéis, Desumanas ou Inumanas ou Degradantes Tratamentos posteriormente endossados por Israel, veio à força, torturadores de Shin Bet receberam o imprimatur do Estado.
"Pressão física moderada" soa quase como sedar. Assim parece “sacudir”, até que alguém descubra que mais de uma vez os torturadores de Israel têm sacudido suas vítimas até a morte. Uma tal vítima foi Abdel Samad Hraizat, trazido ao hospital inconsciente menos de vinte e quatro horas depois de sua prisão em 22 de abril de 1995, e pronunciado à morte em 25 de abril. Milhares de palestinos - nunca judeus – têm experimentado essa "pressão moderada" desde que Landau tornou-a legal.
Eis uma típica explicação, dada por um palestino de 15 anos, Riad Faraj, que foi preso por jogar pedras no final de 1987. "Eles me algemaram e bateram em mim durante o caminho a Fara'a [uma prisão militar em Nablus]. Logo que chegamos, eles me guiaram a um 'doutor' para um 'checkup'. Eu descobri posteriormente que esse 'checkup' seria localizar qualquer fraqueza física para se concentrar durante a tortura. Eles prestaram particular atenção a minha perna, que foi ferida uma vez e ainda estava sensível. Antes que eles começassem o interrogatório, me perguntaram se eu estava pronto a confessar. Eles então me penduraram pelos meus pulsos, pelado, no frio, e me deram chuveiros quentes e frios alternativamente. Um capuz coberto de estrume foi posto sobre minha cabeça".
Ano após ano, a Suprema Corte renovou sua aprovação da tortura, até 6 de setembro. Nesse dia, revendo apelos submetidos por grupos de direitos humanos, a corte baniu tais atos como sacudir, privação do sono, saco sobre a cabeça.
Os juízes não ficaram moralmente afrontados pela tortura em si. Seus limitados e descobertos recentemente interesses relacionavam-se à aplicação da lei internacional, e nós podemos supor que essa repentina solicitude derivou de crescente clamor dos grupos de direitos humanos israelenses, palestinos e internacionais. Mas embora a corte não ache que as provisões de tratados internacionais aos quais Israel é signatário são "absolutas" e que "não haja exceções a eles e lugar para o equilíbrio", também disse que poderia haver circunstâncias em que os interesses do Estado requerem tortura: "e todavia será decidido que é apropriado para Israel, à luz de suas dificuldades de segurança, sancionar meios físicos em interrogatórios, isso é um assunto que deve ser decidido pelo braço legislativo.... nós não tomamos qualquer posição sobre essa matéria nesse momento." Assim, a corte cuidadosamente deixou a porta aberta para o Knesset aprovar depressa uma lei "bomba relógio" sob a lógica que se um prisioneiro tem conhecimento da iminente violência, está OK usar a tortura para extrair essa informação. Tirando a nova lei, há sempre criatividade burocrática. Como Primeiro Ministro Ehud Barak disse, "A decisão tornará as coisas muito difíceis para o Shin Bet, e...nós necessitamos encontrar um caminho". Um ex-funcionário do Shin Bet agora no Parlamento, Gideon Ezra, diz, "Eu estou certo que o GSS encontrará novos métodos. Talvez eles encontrem uma cadeira que seja um pouco mais alta".
Eitan Fellner, chefe do grupo de direitos humanos israelense B'Tselem, declara que a "tortura se tornou uma rotina burocrática em todos centros de interrogatório Shin Bet. Nós estimamos que 85% dos detentos Palestinos foram torturados, embora muitos fossem posteriormente liberados sem uma acusação". Em outras palavras, há dezenas de milhares de Palestinos que fizeram confissões sob tortura que são agora presumidamente inválidas, e que são intituladas reparação.
Verdade seja dita, o assunto tortura em Israel não reflete muita glória para muitas organizações de direitos humanos. Nos anos 80, a Anistia Internacional evitou o assunto tanto antes quanto depois da Comissão Landau, apesar dos esforços de gente como o Professor Francis Boyle da Universidade de Illinois, que fez campanha ferozmente para que se adotasse uma postura. Eu conversei com Boyle depois da última decisão. "Até que enfim", ele disse e então recordou de viajar para Israel nos anos 80 para levantar com funcionários israelenses a questão da responsabilidade de Nuremberg pelo que Israel estava fazendo aos Palestinos.
No Departamento de Justiça de Israel, o funcionário responsável pelas matérias no tocante aos Palestinos, e assim um homem bem treinado como um apologista das forças de segurança de Israel, era um emigrante americano chamado Justus Reid Weiner. Weiner, agora um "estudioso em residência" no Centro de Assuntos Públicos de Jerusalém, financiado por Michael Milken e sua família, é o autor de um grotesco ataque a Edward Said sobre o último assunto em comento. Boyle lembra de contar a Weiner que professores judaico-americanos tais como John Fried e Richard Falk estavam entre aqueles que levantaram essa questão de responsabilidade de Nuremberg. "Eu nunca deverei esquecer da reação de Weiner'. lembra Boyle. "Ele disse, 'haver grande quantidade de judeus com ódio a si mesmo vivendo na América. Isso é por quê mudei-me para Israel'. Nesse momento eu percebi que eu estava perdendo meu tempo falando com um fanático racista anti-árabe, de modo que eu terminei a conversa".
Embora o New York Times e o Wall Street Journal dessem muito espaço para as calúnias de Weiner, nem um nem outro publicaria a réplica de Said. O diário israelense Ha'aretz fez o mesmo em 8 de Setembro. Aquele mesmo dia o Centro Palestino por Direitos Humanos em Gaza publicou uma declaração sobre a decisão da Suprema Corte, concluindo com sua "apreciação do trabalho das organizações de direitos humanos de Israel sobre esse assunto". Poderiam esses grupos Judaico-Americanos ter merecido tal gratidão. Em vez disso, nós encontramos a agitação da Organização Sionista da América no ataque de Weiner e a exigência que Said seja despojado de sua presidência da Associação de Língua Moderna!
Preparativos para introdução das Leis de Noé por Judeus Talmudistas
Rabis na Sala de Reuniões Políticas?
www.LubavitchArchives.com – História do Chabad na web
"Dia da Educação dos EUA" - 1978
A cena na imponente Sala de Reuniões Políticas da Casa dos Representantes. Presentes estão uns cento e cinqüenta senadores e congressistas, em acréscimo a numerosos homens de importância ao redor dos Estados Unidos. Misturando-se com os augustos legisladores do estado está um número de jovens Rabis, de modo bastante evidente que não são membros do Congresso. Espalhados em volta da sala estão muitos grupos, compreendendo tanto legisladores quanto Rabis, conversando amigavelmente. A data é 17 de abril de 1978.
A ocaisão, uma grande recepção celebrando a proclamação de 18 de abril de 1978, como "Dia da Educação, E.U.A."
Os Rabis? Diretores das atividades Lubavitch em mais de sessenta centros e Casas de Chabad, por toda a extensão e distância dessa terra.
Sua conexão com a ocasião? Eles iniciaram a idéia. A "necessidade para a Nação desprezar no calendário um dia dedicado à importância da educação para as vidas de seus cidadãos e para o bem estar geral da Nação" (como a proclamação registra) foi primeiro reconhecido por Lubavitch, cujo líder mundial, Rabi Menachem M. Schneerson, requereu por um "Ano de Educação" dois anos anteriormente, e por sua renovação um ano mais tarde. O significado do 18 de Abril foi que era o dia do aniversário do Rebe (11º de Nissan).
Os ilustres convidados presentes estavam expressando sua admiração e afeição pelo movimento Lubavitch e seu ilustre líder. Eles já passaram a legislação, e ela estava para ser assinada como lei pelo Presidente Carter enquanto a recepção estava tomando lugar. Agora eles tinham tomado tempo livre de sua ocupada agenda para celebrar a ocasião na Casa da Sala das Reuniões Políticas. Walter F. Mondale, Vice-Presidente dos Estados Unidos, presidiu o evento. Ele foi apresentado a cada um dos líderes Lubavitch individualmente direto ao começo do programa.
Na recepção, não se teve que olhar distante para ver a reação espontânea dos congregados em direção ao evento que os trouxe. A importância dos congressistas e senadores presentes e as observações dos principais membros que falavam, demonstrou claramente o reconhecimento e afeição que eles sentiram pelo "movimento abençoado com um tal líder", como o Senador Kennedy expressou. Sentimentos similares foram expressos por Robert J. Lipshutz, Conselheiro do Presidente, que estava presente como um representante pessoal do Presidente Carter e apresentou suas observações em nome do Presidente.
A Congressista Clarence D. Long of Maryland, Presidente, Subcomitê de Assuntos Exteriores, disse em seu discurso que, em sua opinião, as realizações do [movimento] Lubavitch torna-o digno de serem líderes em enfocar atenção sobre a importância da educação por toda a nação.
O Senador Jacob Javits de Nova Iorque falou com amáveis palavras sobre as grandes realizações de Lubavitch em seu próprio estado e ao redor do mundo. Outros distintos legisladores que falaram foram o Congressista Robert C. Nix, Presidente do Comitê da Casa de Correio e Serviço Civil, Senador Clifford Case de Nova Jersey e o Congressista Benjamin Rosenthal, que foi patrono chefe da legislação.
O Vice-Presidente Mondale, em um discurso bastante comovente, louvou o papel do Rebe como líder da Judiaria mundial e seu trabalho pela educação, desejando-lhe muito mais frutíferos anos no leme do movimento Chabad. "Eu fico contente", disse ele, "de integrar em duas jubilosas ocasiões que nos encontramos hoje, o 76º aniversário do Rebe Lubavitch e a resolução proclamada oficilamente pelo Congresso proclamando Dia da Educação, E.U.A. É apropriado que o Dia da Educação seja proclamado sobre o aniversário do Rabi Schneerson, que é um grande estudioso Talmúdico dedicado à educação do povo Judeu por todo o mundo".
Ele transmitiu as desculpas do Presidente Carter que estava impossibilitado de participar pessoalmente devido à pressão do trabalho público. Senador Kennedy presidiu temporariamente quando o Vice-presidente foi por um momento chamado a um assunto urgente em conexão com o caso do Canal do Panamá. Em nome de todos os representantes Lubavitch presentes, Rabi Zalman Posner de Nashville, Tennessee, cumprimentou os congregados a meditar palavras provocantes. Rabi Avraham Shemtov, Diretor das atividades Lubavitch na Filadélfia, terminou o programa inspirando com palavras de gratidão a todos os participantes e patrocinadores que tornaram possível o "Dia da Educação, E.U.A."
***
Proclamação 5463 – Dia da Educação, E.U.A., 1986
April 19, 1986
Pelo Presidente dos Estados Unidos da América
Uma Proclamação
Desde os tempos coloniais, os Norte-Americanos sempre reconheceram que educação é a chave dourada que abre a porta à realização e o progresso. Essa Administração tem colocado renovada ênfase na excelência na educação, e os resultados já são encorajadores. Ambientando altos padrões, nós desafiamos a juventude a desenvolver seus músculos mentais e aspirar alcançar o melhor que há neles. Uma tal educação sucede porque faz aprender uma aventura.
A educação é como um diamante com muitas facetas: inclui o domínio básico de números e letras que nos dão acesso ao tesouro do conhecimento humano, acumulado e refinado por todos os tempos; inclui treinamento técnico e vocacional bem como instrução em ciência, matemática superior, e literatura humanitária. Mas nenhuma verdadeira educação pode deixar de fora as dimensões morais e espirituais da vida e aspiração humana. Somente a educação que endereça essa dimensão pode levar àquela mistura de compaixão, humildade e entendimento que é resumida em uma palavra: conhecimento.
“Feliz o homem'' nos conta a Escritura, que “encontra o conhecimento. . . . Seus caminhos são caminhos de prazer, e todos suas estradas são de paz. Ela é uma árvore de vida àquele que vem a possui-la.''
O Congresso procurou chamar a atenção a esses duráveis valores adotando resoluções que pagam tributo ao exemplo de Rabbi Menachem Mendel Schneerson, um homem que dedicou sua vida à procura do conhecimento e a guiar outros ao longo de suas trilhas. Ele exemplifica a rica tradição das Sete Leis de Noé, que foram a estrela-guia do movimento Lubavitch desde seu início.
Em reconhecimento às nobres realizações do Rabbi Schneerson e em celebração do seu 84º aniversário, o Congresso, pela Resolução Conjunta da Casa 582, designou o 20 de Abril como o “Dia da Educação, dos E.U.A.'' e autorizou e requisitou o Presidente a lançar uma apropriada proclamação em observância desse evento.
Agora, Portanto, Eu, Ronald Reagan, Presidente dos Estados Unidos da América, faço proclamar o Domingo, dia 20 de Abril de 1986, como Dia da Educação dos E.U.A., e eu chamo a atenção das pessoas dos Estados Unidos, e, em particular nossos professores e outros líderes educacionais, a observarmos esse dia com apropriadas cerimônias e atividades.
Em Testemunho do que, eu fixo minha mão nesse décimo nono dia de Abril, no ano de Nosso Senhor, o décimo nono centésimo e octagésimo sexto, da independência dos Estados Unidos da América, o ducentésimo décimo.
Ronald Reagan
[Filed with the Office of the Federal Register, 10:26 a.m., April 21, 1986]
***
Dia da Educação e Colaboração, E.U.A., 2000 – Pelo Presidente
A CASA BRANCA Escritório da Secretaria de Imprensa (Mumbai, India)
DIA DA EDUCAÇÃO E COLABOARAÇÃO, U.S.A., 2000 - - - - - - - PELO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
UMA PROCLAMAÇÃO
Como nós saudamos um novo milênio, a América coloca-se em um momento único na hora certa. Nós podemos olhar pra trás sobre o último século, onde nós experimentamos profundos avanços na ciência, medicina, tecnologia que fundamentalmente alteraram o mundo em que vivemos. Ao mesmo tempo, nós podemos olhar adiante a um novo século repleto de promessas sem paralelo e possibilidades ilimitadas para promover o progresso.
Por toda a história de nossa nação, a educação tem estado no coração das realizações na América, e é a chave para encontrar os desafios e aproveitar as oportunidades que repousam diante de nós. Para prosperar na comunidade global do século 21, nós devemos prover todos nossos cidadãos com uma educação superior e abrangente. Nós devemos assegurar que todo Americano não tenha somente o conhecimento e as habilidades que ele ou ela necessite para florescer, mas também uma sólida base de orientação e valores. Como a revolução tecnológica quebra as barreiras da geografia, cultura e status econômico, é mais do que crucial que pessoas jovens aprendam a importância da tolerância, cooperação e colaboração. Imbuído desses valores e enriquecidos por uma educação de qualidade, nossas crianças podem olhar em direção a um futuro brilhante.
Rabi Menachem Mendel Schneerson, o Chefe da comunidade hassídica Lubavitch, reconheceu a importância de um tal abrangente aprendizado. Em acréscimo a ser um dos mais altamente respeitados líderes religiosos mundiais, ele foi também um perfeito estudioso em matemática e ciência. Entendendo que tanto a educação secular e o treinamento espiritual contribuem enormemente ao desenvolvimento humano, ele procurou prover o jovem com novas oportunidades para o enriquecimento acadêmico, social e moral através de mais de 2.000 instituições educacionais e sociais que ele estabeleceu por todo o país e por todo o mundo. Seus esforços continuam a dar frutos hoje, ajudando uma nova geração a evoluir em adultos responsáveis e maduros.
Como nós observamos esse dia especial, vamos renovar nosso compromisso à excelência na educação e para promover aos nossos jovens desenvolvimento acadêmico e espiritual. Vamos também lembrar o exemplo do Rabi Schneerson e transmitir a nossas crianças os valores e conhecimento que têm fortalecido nossa nação no passado e que nos permitirá encarar os desafios do futuro.
NESTE MOMENTO, PORTANTO, EU, WILLIAM J. CLINTON, Presidente dos Estdos Unidos da América, em virtude da autoridade em mim investida pela Constituição e as leis dos Estados Unidos, faço por meio disto proclamar 28 de Março de 2000, como Dia da Educação e Colaboração, E.U.A. Eu convido funcionários do Governo, educadores, voluntários e todos os cidadãos dos Estados Unidos a observarem esse dia com atividades, programas e cerimônias apropriadas.
EM TESTEMUNHA DO QUE, eu fixo minha mão nesse vigésimo quarto dia de Março, no ano de nosso Senhor de dois mil, e da Independência dos Estados Unidos da América de duzentos e vinte e quatro.
WILLIAM J. CLINTON
www.LubavitchArchives.com – História do Chabad na web
"Dia da Educação dos EUA" - 1978
A cena na imponente Sala de Reuniões Políticas da Casa dos Representantes. Presentes estão uns cento e cinqüenta senadores e congressistas, em acréscimo a numerosos homens de importância ao redor dos Estados Unidos. Misturando-se com os augustos legisladores do estado está um número de jovens Rabis, de modo bastante evidente que não são membros do Congresso. Espalhados em volta da sala estão muitos grupos, compreendendo tanto legisladores quanto Rabis, conversando amigavelmente. A data é 17 de abril de 1978.
A ocaisão, uma grande recepção celebrando a proclamação de 18 de abril de 1978, como "Dia da Educação, E.U.A."
Os Rabis? Diretores das atividades Lubavitch em mais de sessenta centros e Casas de Chabad, por toda a extensão e distância dessa terra.
Sua conexão com a ocasião? Eles iniciaram a idéia. A "necessidade para a Nação desprezar no calendário um dia dedicado à importância da educação para as vidas de seus cidadãos e para o bem estar geral da Nação" (como a proclamação registra) foi primeiro reconhecido por Lubavitch, cujo líder mundial, Rabi Menachem M. Schneerson, requereu por um "Ano de Educação" dois anos anteriormente, e por sua renovação um ano mais tarde. O significado do 18 de Abril foi que era o dia do aniversário do Rebe (11º de Nissan).
Os ilustres convidados presentes estavam expressando sua admiração e afeição pelo movimento Lubavitch e seu ilustre líder. Eles já passaram a legislação, e ela estava para ser assinada como lei pelo Presidente Carter enquanto a recepção estava tomando lugar. Agora eles tinham tomado tempo livre de sua ocupada agenda para celebrar a ocasião na Casa da Sala das Reuniões Políticas. Walter F. Mondale, Vice-Presidente dos Estados Unidos, presidiu o evento. Ele foi apresentado a cada um dos líderes Lubavitch individualmente direto ao começo do programa.
Na recepção, não se teve que olhar distante para ver a reação espontânea dos congregados em direção ao evento que os trouxe. A importância dos congressistas e senadores presentes e as observações dos principais membros que falavam, demonstrou claramente o reconhecimento e afeição que eles sentiram pelo "movimento abençoado com um tal líder", como o Senador Kennedy expressou. Sentimentos similares foram expressos por Robert J. Lipshutz, Conselheiro do Presidente, que estava presente como um representante pessoal do Presidente Carter e apresentou suas observações em nome do Presidente.
A Congressista Clarence D. Long of Maryland, Presidente, Subcomitê de Assuntos Exteriores, disse em seu discurso que, em sua opinião, as realizações do [movimento] Lubavitch torna-o digno de serem líderes em enfocar atenção sobre a importância da educação por toda a nação.
O Senador Jacob Javits de Nova Iorque falou com amáveis palavras sobre as grandes realizações de Lubavitch em seu próprio estado e ao redor do mundo. Outros distintos legisladores que falaram foram o Congressista Robert C. Nix, Presidente do Comitê da Casa de Correio e Serviço Civil, Senador Clifford Case de Nova Jersey e o Congressista Benjamin Rosenthal, que foi patrono chefe da legislação.
O Vice-Presidente Mondale, em um discurso bastante comovente, louvou o papel do Rebe como líder da Judiaria mundial e seu trabalho pela educação, desejando-lhe muito mais frutíferos anos no leme do movimento Chabad. "Eu fico contente", disse ele, "de integrar em duas jubilosas ocasiões que nos encontramos hoje, o 76º aniversário do Rebe Lubavitch e a resolução proclamada oficilamente pelo Congresso proclamando Dia da Educação, E.U.A. É apropriado que o Dia da Educação seja proclamado sobre o aniversário do Rabi Schneerson, que é um grande estudioso Talmúdico dedicado à educação do povo Judeu por todo o mundo".
Ele transmitiu as desculpas do Presidente Carter que estava impossibilitado de participar pessoalmente devido à pressão do trabalho público. Senador Kennedy presidiu temporariamente quando o Vice-presidente foi por um momento chamado a um assunto urgente em conexão com o caso do Canal do Panamá. Em nome de todos os representantes Lubavitch presentes, Rabi Zalman Posner de Nashville, Tennessee, cumprimentou os congregados a meditar palavras provocantes. Rabi Avraham Shemtov, Diretor das atividades Lubavitch na Filadélfia, terminou o programa inspirando com palavras de gratidão a todos os participantes e patrocinadores que tornaram possível o "Dia da Educação, E.U.A."
***
Proclamação 5463 – Dia da Educação, E.U.A., 1986
April 19, 1986
Pelo Presidente dos Estados Unidos da América
Uma Proclamação
Desde os tempos coloniais, os Norte-Americanos sempre reconheceram que educação é a chave dourada que abre a porta à realização e o progresso. Essa Administração tem colocado renovada ênfase na excelência na educação, e os resultados já são encorajadores. Ambientando altos padrões, nós desafiamos a juventude a desenvolver seus músculos mentais e aspirar alcançar o melhor que há neles. Uma tal educação sucede porque faz aprender uma aventura.
A educação é como um diamante com muitas facetas: inclui o domínio básico de números e letras que nos dão acesso ao tesouro do conhecimento humano, acumulado e refinado por todos os tempos; inclui treinamento técnico e vocacional bem como instrução em ciência, matemática superior, e literatura humanitária. Mas nenhuma verdadeira educação pode deixar de fora as dimensões morais e espirituais da vida e aspiração humana. Somente a educação que endereça essa dimensão pode levar àquela mistura de compaixão, humildade e entendimento que é resumida em uma palavra: conhecimento.
“Feliz o homem'' nos conta a Escritura, que “encontra o conhecimento. . . . Seus caminhos são caminhos de prazer, e todos suas estradas são de paz. Ela é uma árvore de vida àquele que vem a possui-la.''
O Congresso procurou chamar a atenção a esses duráveis valores adotando resoluções que pagam tributo ao exemplo de Rabbi Menachem Mendel Schneerson, um homem que dedicou sua vida à procura do conhecimento e a guiar outros ao longo de suas trilhas. Ele exemplifica a rica tradição das Sete Leis de Noé, que foram a estrela-guia do movimento Lubavitch desde seu início.
Em reconhecimento às nobres realizações do Rabbi Schneerson e em celebração do seu 84º aniversário, o Congresso, pela Resolução Conjunta da Casa 582, designou o 20 de Abril como o “Dia da Educação, dos E.U.A.'' e autorizou e requisitou o Presidente a lançar uma apropriada proclamação em observância desse evento.
Agora, Portanto, Eu, Ronald Reagan, Presidente dos Estados Unidos da América, faço proclamar o Domingo, dia 20 de Abril de 1986, como Dia da Educação dos E.U.A., e eu chamo a atenção das pessoas dos Estados Unidos, e, em particular nossos professores e outros líderes educacionais, a observarmos esse dia com apropriadas cerimônias e atividades.
Em Testemunho do que, eu fixo minha mão nesse décimo nono dia de Abril, no ano de Nosso Senhor, o décimo nono centésimo e octagésimo sexto, da independência dos Estados Unidos da América, o ducentésimo décimo.
Ronald Reagan
[Filed with the Office of the Federal Register, 10:26 a.m., April 21, 1986]
***
Dia da Educação e Colaboração, E.U.A., 2000 – Pelo Presidente
A CASA BRANCA Escritório da Secretaria de Imprensa (Mumbai, India)
DIA DA EDUCAÇÃO E COLABOARAÇÃO, U.S.A., 2000 - - - - - - - PELO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
UMA PROCLAMAÇÃO
Como nós saudamos um novo milênio, a América coloca-se em um momento único na hora certa. Nós podemos olhar pra trás sobre o último século, onde nós experimentamos profundos avanços na ciência, medicina, tecnologia que fundamentalmente alteraram o mundo em que vivemos. Ao mesmo tempo, nós podemos olhar adiante a um novo século repleto de promessas sem paralelo e possibilidades ilimitadas para promover o progresso.
Por toda a história de nossa nação, a educação tem estado no coração das realizações na América, e é a chave para encontrar os desafios e aproveitar as oportunidades que repousam diante de nós. Para prosperar na comunidade global do século 21, nós devemos prover todos nossos cidadãos com uma educação superior e abrangente. Nós devemos assegurar que todo Americano não tenha somente o conhecimento e as habilidades que ele ou ela necessite para florescer, mas também uma sólida base de orientação e valores. Como a revolução tecnológica quebra as barreiras da geografia, cultura e status econômico, é mais do que crucial que pessoas jovens aprendam a importância da tolerância, cooperação e colaboração. Imbuído desses valores e enriquecidos por uma educação de qualidade, nossas crianças podem olhar em direção a um futuro brilhante.
Rabi Menachem Mendel Schneerson, o Chefe da comunidade hassídica Lubavitch, reconheceu a importância de um tal abrangente aprendizado. Em acréscimo a ser um dos mais altamente respeitados líderes religiosos mundiais, ele foi também um perfeito estudioso em matemática e ciência. Entendendo que tanto a educação secular e o treinamento espiritual contribuem enormemente ao desenvolvimento humano, ele procurou prover o jovem com novas oportunidades para o enriquecimento acadêmico, social e moral através de mais de 2.000 instituições educacionais e sociais que ele estabeleceu por todo o país e por todo o mundo. Seus esforços continuam a dar frutos hoje, ajudando uma nova geração a evoluir em adultos responsáveis e maduros.
Como nós observamos esse dia especial, vamos renovar nosso compromisso à excelência na educação e para promover aos nossos jovens desenvolvimento acadêmico e espiritual. Vamos também lembrar o exemplo do Rabi Schneerson e transmitir a nossas crianças os valores e conhecimento que têm fortalecido nossa nação no passado e que nos permitirá encarar os desafios do futuro.
NESTE MOMENTO, PORTANTO, EU, WILLIAM J. CLINTON, Presidente dos Estdos Unidos da América, em virtude da autoridade em mim investida pela Constituição e as leis dos Estados Unidos, faço por meio disto proclamar 28 de Março de 2000, como Dia da Educação e Colaboração, E.U.A. Eu convido funcionários do Governo, educadores, voluntários e todos os cidadãos dos Estados Unidos a observarem esse dia com atividades, programas e cerimônias apropriadas.
EM TESTEMUNHA DO QUE, eu fixo minha mão nesse vigésimo quarto dia de Março, no ano de nosso Senhor de dois mil, e da Independência dos Estados Unidos da América de duzentos e vinte e quatro.
WILLIAM J. CLINTON
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