Monday, June 26, 2017

Os negros conseguem sustentar a civilização?

Hoje em dia, liberais bombardeiam os EUA com propaganda multi-étnica.  Eles têm encorajado a imigração de africanos subsarianos para o país.

Na terra natal desse autor, uma parte inteira da cidade foi invadida por africanos islâmicos que não conseguem falar uma única palavra em inglês.

Aqueles que abraçam o pluralismo étnico esperam que os Norte-Americanos acreditem que esses estrangeiros do Terceiro Mundo sejam o futuro de nossa magnânima civilização Ocidental.

Como Cristãos preocupados com o futuro de nossas comunidades, vizinhos e a posteridade, a questão que deveria ser perguntada: o povo de ancestralidade Africana pode sustentar a civilização Ocidental com suas instituições e expressões culturais complexas? Se não podem, é hora de os Cristãos começarem a confrontas rígidas questões.

Para qualquer um desejoso em investigar, há uma sólida quantidade de dados para construir respostas.  Eu gostaria de argumentar que nenhuma verdade histórica é mais certa do que essa de que afro-étnicos são incapazes de sustentar nossa civilização.

Avaliando a história da hoje arruinada cidade de Detroit, o hoje arruinado continente da África e a hoje arruinada ilha do Haiti, comparando-os ao Japão e Porto Rico deveria fornecer evidência suficiente para se julgar a habilidade de afro-étnicos para sustentar a civilização Européia.

DETROIT

Outrora, a maior fábrica no mundo, hoje a Packard Plant (Detroit) encontra-se em ruínas.  Devido à evasão branca, as vastas áreas urbanas ao redor da América foram abandonadas aos residentes afro-americanos.  O mais espantoso exemplo dessa situação é a cidade de Detroit.  Depois da Segunda Guerra Mundial, Detroit era uma das cidades mais prósperas no mundo.  Ela recebeu o apelido de “Paris da América do Norte.” [1]

Em 1950, a cidade era a quinta maior do país, com uma população de 1.849.568.  No auge do prestígio da cidade (1940), euro-americanos perfaziam 90.7% da população. [2] A população euro-americana de Detroit contraiu-se consideravelmente, portanto, desde meados do século passado.  Esse declínio demográfico prenunciou uma deterioração mais ampla da reputação e importância da cidade.

Hoje, afro-americanos perfazem 82.7% da população de Detroit (quase uma reversão completa de 1940), e a cidade encolheu para 680.250 habitantes. [3]

Em somente poucos anos a evasão branca causou a completa transformação de uma das mais célebres cidades no mundo de euro-étnicos para afro-étnicos.

Uma razão significante ao rápido êxodo de euro-americanos da cidade foi a violência afro-americana.  Isso foi exemplificado pelo tumulto da Twelfth Street, o segundo maior e mais destrutivo tumulto na história dos Estados Unidos.  Euro-americanos, temendo por suas vidas, deixaram Detroit depois da revolta.  Eles deixaram uma das cidades mais prósperas na terra nas mãos de afro-étnicos.

O conhecido economista negro Thomas Sowell comentou sobre o tumulto:

“Antes do tumulto do gueto de 1967, a população negra de Detroit tinha a mais alta taxa de casa própria de qualquer população urbana negra no país, e sua taxa de desemprego era de somente 3,4%.  Não foi o desespero que possibilitou o tumulto.  Foi o tumulto que marcou o início do declínio de Detroit a seu atual estado de desespero.  A população de Detroit hoje é somente metade do que foi um dia, e seu povo mais produtivo era aquele que se mandou.” [4]

Sowell cedeu que a violência étnica não irrompeu porque os afro-americanos estavam sofrendo uma terrível situação econômica, em verdade, o oposto era a verdade.  Esse evento somente fala a respeito da efetividade dos arranjos sociais multi-étnicos.

A importância da situação histórica de Detroit é que avaliando os últimos 60 anos da história da cidade, temos um aproximadamente perfeito estudo de caso do que ocorre quando a prosperidade do Ocidente e suas instituições são entregues àqueles de descendência africana.  Detroit é exemplar naquela que foi não entregue aos degenerados afro-étnicos, mas, como disse Thomas Sowell, ao povo afro-étnico mais próspero na América (e, portanto, do mundo).

A história do declínio e degradação de Detroit é bem conhecido, e qualquer um que esteja interessado deveria pesquisá-la pessoalmente. [5] O colapso de Detroit seguindo a substituição de sua população euro-étnica por afro-americanos é tão dramático que parece quase inacreditável.

Detroit arruinou-se ao estado atual desde os anos 50, que hoje é freqüentemente comparado a um ambiente pós-apocalíptico.  Muito de Detroit é caracterizado por sua extraordinária similaridade a um dilapidado mundo vazio em que a humanidade subitamente foi golpeada por um evento cataclísmico.

Em 2010, o “History Channel” transmitiu um documentário chamado o “Homem do Apocalipse”, em que o apresentador, Rudy Reyes, demonstrou como lidar com cenários se possa encarar depois de um evento catastrófico que repentinamente pôs termo à civilização... o documentários foi filmado nas ruínas de Detroit. [6]

Recentemente, um empresário engenhoso apresentou planos para transformar as lojas e vizinhanças desertas de Detroit num novo parque temático chamado “Mundo Zumbi” (ou “Z World”).  O slogan do park era: “Todo mundo quer experimentar um apocalipse zumbi pelo menos uma vez.” [7] Várias maiores organizações de notícias (TIME, Detroit Free Press, LA Times etc.) debateram o plano com retornos positivos.

Em 2012, a cidade ficou em tão más condições, que o prefeito desvelou um plano para terraplanar (demolir) 25% dela, [8] mas Detroit ficou tão falida que o governo dos EUA teve que dar-lhe vinte milhões de dólares de estímulo federal para iniciar as demolições.

Em 2009, foi reportado que a cidade exauriu-se de comida, e que guloseimas estavam sendo descarregadas sob a vigilância de fatigados guardas das forças armadas. [9] Em verdade, Detroit não tem um único supermercado, que força seus habitantes a obterem comida nas lojas da periferia ou lojas de descontos.

A taxa de desemprego real da cidade é 50%. [10]

Dave Schultz, um Examinador da Polícia de Prevenção ao Crime da cidade, teve de comentar a respeito do estado de lei e ordem na Detroit de 2012: “A cidade é uma virtual zona de guerra e o Departamento de Polícia de Detroit está indefeso hoje.” [11]

Brevemente depois de tal admissão, a afro-americana Ralph Godbee foi forçada a demiti-lo depois de distribuir promoções em troca de serviços sexuais. [12] Foi reportado que o Departamento de Polícia de Detroit se transformou num bordel.

Em 8 de Outubro de 2012, os oficiais de polícia de Detroit começaram a distribuir panfletos aos cidadãos dizendo: “Entre em Detroit para Seur Próprio Risco . . . Detroit é a cidade mais violent da América.  A taxa de homicídio de Detroit é a mais elevada do país.  O Departamento de Polícia de Detroit é excessivamente carente”.  Comentando sobre os panfletos, o procurador da união da polícia, Donato Lorio, declarou: “O DPOA acredita que há uma guerra em Detroit, mas deveria haver uma guerra contra o crime, não uma guerra contra seus oficiais”. [11]

Somente metade da população de Detroit pode ler. [13] O ex-presidente do conselho de alunos era um analfabeto funcional. [14]

A Wikipedia contém uma entrada inteira intitulada “O Declínio de Detroit.” [15]

Alguns conservadores alegam que o declínio da cidade é devido à ideologia política liberal em lugar do grupo étnico que hoje habita a cidade.  Mas se isso fosse o caso, por que Pittsburg, Pennsylvania, uma cidade pilhada pelo colapso da indústria siderúrgica, ainda é considerada um grande lugar pra se viver? Pittsburg é preponderantemente liberal.  A resposta é óbvia: Pittsburg é também predominantemente euroétnica.

Por que Vermont, Maine e Oregon, são lugares estrelares para se viver apesar de suas tendências socialistas? Resposta: Porque aqueles lugares têm populações predominantemente euro-americanas.

Eu vivia formalmente em Columbia, Ohio.  Por vezes, eu dirigia pelas partes economicamente desprivilegiadas da cidade.  Eu via longo belas mansões construídas durante os dias de glória da cidade que tinham se tornado miseráveis ruínas negligenciadas, e os vizinhos que ali residem são predominantemente comunidades afro-americanas.

Alguns poderiam retorquir que as mansões arruinadas de Columbia tinham somente decaído de sua idade natural, mas a mais antiga parte residencial da cidade, German Village, é uma próspera e luxuosa vizinhança hoje habitada quase inteiramente por euro-americanos.

No passado, German Village foi saqueada por afro-americanos, e havia se tornado um pouco mais do que uma favela.  Mediante um processo de enobrecimento, porém, os afro-étnicos foram colocados pra fora com custos mais altos de vida e a área retornou a uma era de beleza e prosperidade; uma era que correspondia precisamente ao retorno dos euroétnicos.

Esse tipo de experiência pode ser repetido em diferentes cidades e subúrbios todo o país.  Quem tiver olhos abertos pod ever exemplos dos afro-étnicos sendo incapazes de sustentar a civilização que eles receberam.

Sempre que há uma maioria afro-étnica há também crime, ruína e desintegração econômica.  Seria um desafio (provavelmente impossível) nomear uma área predominantemente afro-americana que a maioria das pessoas sentir-se-iam confortáveis, mandando seus filhos pra noite.  Seria até mais desafiador encontrar uma única área afro-americana em que a classe média euro-americana queria viver?

Mesmo as mais gentis “vizinhanças afro-americanas” não representam maioria afro-americana. [16]

ÁFRICA

No século XIX, a África ainda era um continente misterioso a respeito do qual pouco se conhecia.  Não havia civilizações com a qual os povos europeus se comunicavam, nunca existiram ali grandes exércitos que marcharam fora do interior daquela terra escura, e nunca houve qualquer coisa do outro lado do continente que garantiam rotas de comércio através dele.  A África era grandemente vista como um massivo obstáculo de terra ao redor do qua los mercadores europeus eram forçados a viajar em seu caminho até os prósperos grupos de povos do Extremo Oriente.

Para atingir a África no começo do século XV, os chineses cessaram a exploração do mundo por concluírem que, se o resto da população do mundo era afroétnica, não havia nada digno de ser visto.  Eles pensavam: o resto do mundo deve ser preenchido de incontáveis bárbaros. [17]

No século XIX, depois de brigarem por qualquer pedaço do globo, os impérios coloniais europeus tiveram pouco de deixar sem ser conquistado, senão o continente ao seu sul.  Leopoldo II da Bélgica tomou o controle da região do Congo, e o consolidou em 1890.  A luta pela África começou.  Grã-Bretanha, França, Alemanha e Itália começaram uma longa década de disputa para estabelecer seu próprio prestígio imperial sobre o Continente Escuro.

Os nativos africanos eram um pouco mais do que um incômodo ao longo do caminho do Europeu para controlar o continente.

Uma vez nas mãos dos impérios da Europa, administradores começaram a tornar as colônias africanas prósperas para os países-mães e seus habitantes.  Eles contruíram estradas, minas, plantações e tentaram educar os povos nativos tribais de forma que os tornassem úteis no novo sistema da África Ocidental que foi impulsionado.

A África estava (e ainda está) irrompendo com recursos naturais: diamantes, ouro, cobalto, oléo e madeira.  Esses recursos nunca foram utilizados por aborígenes não-civilizados.  Os Europeus desenvolveram essas indústrias e ensinaram os nativos como utilizá-las.  Nos anos 60, muito da África ganhou sua independência da Europa. [18] Quando os estados africanos lançaram-se à independência, foram assunto de incrível interesse.  Os Estados Unidos e a União Soviética tentaram ganhar influência sobre todo estado recém-liberto, considerando cada qual um de qualidade valiosa.

Desde que os Europeus chegaram na África, os nativos foram experimentando prontamente melhores condições de vida.  Somente umas poucas décadas depois, iniciou-se seu auto-governo, porém, essa tendência foi dramaticamente revertida a medida que ditadores egocêntricos e cruéis chegaram ao poder, a AIDS raptou o continente, a fome se instalou e guerras civis rasgaram a região.  Hoje, a África é vastamente diferente do que era quando os impérios Europeus liberaram aquelas novas nações à independência.  A África tornou-se sinônimo de insondável subdesenvolvimento, miséria e morte.

Pergunta-se: se Europeus e Mesopotâmios puderam trazer à luz bens tradicionais por milhares de anos, até que desenvolveram a maquinaria, por que os Africanos modernos não podem?

O problema não é a situação e sim o povo.

Em 2005, o historiador e expert na África, Martin Meredith, escreveu um livro sobre a história da independência Africana intitulado: “The Fate of Africa: From the Hopes of Freedom, To the Heart of Despair”. O subtítulo do livro é uma bela exposição resumida em dez palavras da história da habilidade do povo Africano para governar-se.

Podemos ver o que ocorreu a África do Sul desde a queda do Apartheid em 1995.  A renda pessoal média no país caiu 40% desde que o governo euroétnico terminou. [19] Atualmente, 25% dos homens sul-africanos admitem que estupraram uma mulher. [20] Cinqüenta assassinatos ocorrem na África do Sul todos os dias.  Acumuladas, elas totalizam mais de 18 mil por ano num país de 48 milhões. [21] Em comparação, a Alemanha tem 800 assassinatos por ano com uma população de 81 milhões. [22]

A justificativa dada pela África do Sul geralmente é que esteve por vários anos sob “opressão” euro-étnica.  Todavia, a Alemanha foi destruída duas vezes no último século, e metade do país foi despojado pelos comunistas por décadas.  Atualmente, a Alemanha está entre as economias mundiais mais fortes e, considerando seu lugar na Europa Moderna, está numa posição de novamente dominar o mais poderoso continente da história.

Recentemente, o próprio irmão de Barack Obama, George Obama, escreveu um livro intitulado “Homeland: An Extraordinary Story of Hope and Survival”.  No livro, ele documenta o lúgubre estado do Quênia.  George reclamou que o Quênia estaria numa melhor situação se seu povo tivesse permitido os Europeus govenarem por um período de tempo mais longo:

...deixe-me dizer-lhe algo.  Olhe para a África do Sul.  Eles estiveram sob os brancos desde os anos 90, e veja onde estão agora.  Eles são praticamente uma nação desenvolvida.  A corrupção nada lembra a corrupção daqui.  Então quem está em melhor situação?  Talvez, se nós tivéssemos deixado os brancos ficar um pouco mais, nós teríamos chegado onde a África do Sul está hoje.” [23]

Até um queniano nativo reconhece que o governo euro-étnico é a chave para tornar-se um estado africano bem sucedido.

Somente podemos imaginar quão terrível o Quênia devia ser se George Obama sonhava com um Quênia como a África do Sul.

Poderia ser preenchido muitos volumes com a tragédia da África pós-colonial (e alguns livros foram escritos): instabilidade governamental sem fim, inaudíveis relatos de corrupção, genocídios, pobreza dificilmente imaginável à mente Ocidental, incontroláveis doenças exterminando milhões, guerras civis intermináveis etc.

Um incidente particularmente horrível é o primeiro “imperador” do Império da África Central que adorava alimentar com carne humana os dignatários estrangeiros. [24]

Tais contos, como aqueles que vem de fora da África, mesmo de meu tio missionário, parecem tão bárbaros para serem verdadeiros.  A África pós-Europa se tornou um continente de desordem anárquica comparável à America Ocidental do século XIX.  Na realidade, é certamente bem pior.

Considere a República Democrática do Congo, o maior país na África Subsariana.  O estado (se podemos chamá-lo assim) tem estado mais ou menos em Guerra desde 1997.  Bem mais de 5 mihões de pessoas foram assassinadas somente nos ultimos 5 anos.  A região foi apelidada de “eternal zona de guerra”. [25]

O Sudão é o segundo maior país na região.  O país dividiu-se pela metade em 2011.  Essa separação foi o resultado da Segunda Guerra Civil Sudanesa que se iniciou em 1983 e ainda hoje devasta.  O Sudão esteve mais ou menos em Guerra pelos últimos 30 anos. [26]

O terceiro maior país afro-étnico é o Chade.  O Chade foi rotulado como um “estado fracassado” pelo Fundo pela Paz. [27] Vários grupos rebeldes armados perambulam pelo país.  A única razão que qualquer governo exista de nenhuma maneira no Chade é que os franceses estão sustentando um regime fantoche na capital.

Chade e Mali encabeçaram as manchetes de 2012 quando um bando de criminosos nômades islâmicos empunhando picaretas e Kalashnikovs decidiram destruir as antigas tumbas em Timbuktu. [28] As tumbas estavam anteriormente listadas como “sítios do patrimônio mundial” pela ONU.

Embora pudéssemos ir além avaliando a catastrophe que é a África pós-Européia se tornaria no fim das contas redudante.  Basta afirmar que 6 dos 10 estados fracassados no mundo estão na África (o outro, o Haiti, é afro-étnico). [27]

A completa região afro-étnica Subsariana é lar para bandos de tribos de vagabundos foras-da-lei estupradores e bandidos, despreocupados com a lei ou a estabilidade.  Os oficialmente reconhecidos “líderes” rotineiramente roubam seu povo e estrangeiros colaboram com grupos para satisfazer sua avidez.

O website do Conselho das Relações Exteriores afirma que a África perde mais de $150 bilhões por corrupção a cada ano. [29]  Esse número definha os $22.5 bilhões que a região recebe dentro do mesmo período de tempo proveniente da generosidade do Ocidente. [29] Por que alguém arremessarias seus presentes misericordiosos ao buraco negro que a África se tornou? Governos afro-étnicos atualmente roubam mais do seu povo do que os colonialistas europeus já fizeram.

No livro “In Africa: A Biography of a Continent”, John Reader resume a era pós-colonial européia da África com a seguinte introdução para o capítulo final:

Os sonhos da África se tornar um continente de estados democráticos pacíficos rapidamente evaporou.  Mais de 70 golpes ocorreram nos primeiros trinta anos de independência.  Nos anos 90, poucos preservaram mesmo os vestígios de democracia.  Estados totalitários, presidentes pro resto da vida, e classe governante militar se tornaram a norma; recursos foram dissipados à medida que a elite acumulava riqueza e a maioria dos africanos sofreu.  Nigéria and Ruanda exemplificam o pesadelo; África do Sul preserva uma hesitante esperança de transformar os sonhos em realidade.” [30]

O escritor escreveu essas palavras em 1998, somente três anos depois do renascimento da África do Sul como uma nação politicamente afro-étnica.  As esperanças que ele colocou na África do Sul redimindo o continente seriam inapropriadas.  Como sabemos hoje, a África do Sul está decaindo rapidamente ao nível de corrupção, pobreza e caos que caracteriza seus semelhantes estados Africanos.  A totalidade da África está sendo envelopada num pesadelo.

HAITI

Negros recriaram a esqualidez Africana no Haiti.

Provavelmente alguém argumentará que a África é pobre por causa da geografia desfavorável, ou dirá que Detroit está arruinada por causa do “racismo” Americano.  Essas desculpas não podem ser dadas para o Haiti.

Haiti é considerado um “estado fracassado” pelo Fundo pela Paz. [27]

Haiti tem a mais elevada porcentagem de ancestralidade Africana no hemifério ocidental.  Haiti é também o país mais pobre do hemisfério Ocidental. [31]

Coincidência? Acho que não…

Ninguém pode culpar o clima ou geografia pelo fracasso do Haiti.  A ilha situa-se próximo a Porto Rico; o país mais desenvolvido e rico em toda América Latina. [32]

Porto Rico é  país mais rico do Caribe.  Chega a surpreender pouco que também tenha a maior população européia (Euro-Haitianos: 1-3%, Euro-Porto Riquenhos: 76.2%)? [31] [32]

Embora a Wikipedia não seja sempre confiável, a enciclopédia abre assim seu artigo sobre a “Economia de Porto Rico”

“A economia de Porto Rico é classificada como economia de alta renda pelo Banco Mundial e como a economia mais competitiva na América Latina pelo Fórum Econômico Mundial... A geografia de Porto Rico e seu status politico são fatores determinantes para sua prosperidade econômica, principalmente devido a seu tamanho relativamente pequeno como ilha; sua falta de recursos naturais utilizados para produzir materiais em estado puro, e, conseqüentemente, sua dependência de importações.” [33]

A população do Haiti é três vezes maior do que de Porto Rico.  O Haiti tem três vezes a área territorial de Porto Rico.  Por que, então, PIB do Haiti é menor que 14% daquele de Porto Rico? [31] [32]

Outro argumento utilizado para justificar a pobreza da África é que os países afro-étnicos estiveram sob domínio colonial até os anos 60.  O argumento sugere que se os Europeus tivessem garantido a independência prematura às nações afro-étnicas elas estariam hoje mais desenvolvidas.

O problema: Haiti se tornou indendente do domínio colonial há 212 anos.  Porto Rico nunca se tornou livre.  Até hoje, Porto Rico é dominado por um poder colonial (Os Estados Unidos), e ainda se mantém anos-luz à frente do Haiti.

Um ultimo registro sobre o Haiti.  O Haiti é um exemplo perfeito de como os marxistas econômicos não podem ser culpados pelo fracassdo das sociedades afro-étnicas.  Haiti abraçou o livre-mercado [31] a um perímetro tal que os esquerdistas rotineiramente colocam a culpa pela pobreza dos países no capitalismo.  O país permanence em ruínas.

JAPÃO

QI elevado dos Japoneses foi bem sucedido em imitar a civilização branca na Ásia.

É curioso o que o Japão tem a ver com o povo de descendência Africana.  Os Japoneses servem como um contraste útil à baixa inteligência dos afro-étnicos.

Afro-americanos ainda são subdesenvolvidos depois de serem introduzidos na sociedade civilizada, e a África ainda é selvagem e caótica apesar de ser nutrida e instruída pelos Europeus por mais de 150 anos.  Os Japoneses, porém, rapidamente desenvolveram tecnologia européia em sua pequena ilha desde o tempo entre o primeiro contato com o Ocidente e a era quando o Ocidente podia tê-los conquistado e colonizado. [34]

Os portugueses conduziram o comércio com os africanos (por escravos) desde o século XVI.  Esses Africanos, porém, nunca desenvolveram tecnologia ou aprenderam qualquer coisa a partir dos desenvolvidos Europeus.  Africanos permancem primitivos até a atualidade.

Em 1854, o Comandante Americano Matthew Perry ancorou seu couraçado ao largo da costa do Japão e forçou os japoneses a aceitarem o comércio com os Americanos.  Por avistarem o gigantesco navio de guerra, os japoneses perceberam que estavam em apuros.  Sabiam que se não se modernizassem rapidamente, seriam dominados pelos superiors Americanos.

Diferente dos afro-étnicos, que nunca tiveram qualquer idéia de se desenvolverem no ritmo dos Europeus, os Japoneses (que possuem um QI médio superior aos Europeus) [35] rapidamente se modernizaram.  Somente cinqüenta anos depois, eles foram capazes de destruir o Império Russo na Guerra Russa-Japonesa, e estabelecerem-se como tipo de poder colonial no Extremo Oriente.  Eles fizeram toda essa modernização apesar de poucos recursos naturais e uma área geográfica diminuta.

Euro-étnicos e asiáticos do nordeste provaram-se capazes de sustentar a Civilização Ocidental.  Por outro lado, aqueles de etnia Africana continuarão desesperançosamente a ressuscitar o coração de escuridão onde quer que vão.

CONCLUSÃO

Depois de refletir sobre história, é impossível acreditar que qualquer grupo de pessoas da etnia Africana subsariana seja capaz de sustentar as instituições, prosperidade e padrões de vida ocidentais.

Em todas as situações, sociedades prósperas bem construídas capitularam à herança Africana.  No caso de Detroit, possivelmente a cidade mais próspera no interior do país mais próspero foi dada aos mais prósperos afro-étnicos no mundo.  Em décadas se tornou um uma paisagem pós-apocalíptica.

Na África, Europeus construíram sociedades modenas viáveis desde as selvagens às mais inóspitas (África era um vazio no mapa).  Esses colonialistas brancos construíram algo for a do nada e, então, deram o que pediram fosse construído pelos habitantes nativos.  Isso foi a maior liberalidade concedida na história do mundo.  Em décadas, os afro-étnicos mergulharam a África no caso, e forçaram os de descendentes de Europeus a alimentarem bilhões de suas crianças famintas.

Como podemos imaginar, depois de testemunhar tais colapsos catastróficos, de qualquer coisa sujeita à administração afro-étnica, que semelhança à Civilização Ocidental pode ser sustentada por aquele grupo de pessoas?

Por toda a parte afroétnicos vivem a recriar a África; seja no Haiti ou Detroit, Columbus ou Timbuktu.  Dar nossa civilização às pessoas de descendência Africana é como tornar a África (o pesadelo) no modelo social do futuro.

Crianças em idade escolar são sempre contadas que devem aprender história para que não a repitam.  A lição de que euroétnicos ocidentais não deveriam repetir o que nunca ficou mais claramente esclarecido para eles do quando consideravam o assunto do pluralismo étnico.  Deixar a América nas mãos das minorias e especialmente aqueles descendentes de africanos, não é nada mais do que suicídio civilizacional.

Um registro final.  Muitos cristãos argumentam que a religião cristã curaria toda a pobreza e crime se o povo somente a abraçasse.  Contrário a essa noção, afro-americanos e haitianos eram predominantemente cristãos por séculos.  Afro-americanos são consideravelmente mais religiosos do que euro-americanos [36], e, ainda assim, permanecem bem atrás de seus irmãos europeus.  As populações de muitos países empobrecidos da África têm os registros mais elevados de freqüência a igrejas de qualquer lugar na Terra.

NOTAS

[1] "Architect Louis Kamper Made Detroit the 'Paris of the West'" Michigan Radio. September 1, 2014. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://michiganradio.org/post/architect-louis-kamper-made-detroit-paris-west#stream/0

[2] "Table 23. Michigan - Race and Hispanic Origin for Selected Large Cities and Other Places: Earliest Census to 1990." United States Census Bureau. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.census.gov/population/www/documentation/twps0076/MItab.pdf

[3] "Detroit (city), Michigan." United States Census Bureau. 02 de Dezembro de 2015. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://quickfacts.census.gov/qfd/states/26/2622000.html

[4] Sugrue, Thomas. The Origins of the Urban Crisis: Race and Inequality in Postwar Detroit. Princeton University, 2000. 261-262. https://books.google.com/books?id=K3m64HT2kXsC&q=riot#v=snippet&q=riot&f=false

[5] Kersey, Paul. "Escape from Detroit: The Collapse of America's Black Metropolis." April, 2012.

[6] "TV Made In Michigan." Michigan Film and Digital Media Office. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.michiganfilmoffice.org/Made-in-Michigan/TV/Default.aspx

[7] "Z World Detroit." May 1, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://zworlddetroit.com/

[8] Kimball, Harry. "Battered Detroit Plans to Raze 25% of City." Newser. March 1, 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.newser.com/story/82901/battered-detroit-plans-to-raze-25-of-city.html

EXCERTO: "A destruída Detroit não teria que batalhar para pagar pelos serviços nas vastas áreas da cidade que estão essencialmente abandonadas se elas não existissem — assim, serão terraplanadas.  O Prefeito Dave Bing fez o cálculo em $300 milhões de déficit no orçamento e as 33.500 casas vazias e 91.000 lotes residenciais vazios e apareceram como a solução."

[9] Hargreaves, Steve. "Hunger Hits Detroit's Middle Class." CNN Money. August 1, 2009. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://money.cnn.com/2009/08/06/news/economy/detroit_food/

EXCERTO: "Do outro lado da rua, numa antiga vizinhança industrial, um entregador amontoa um carrinho de mão de bens do lado de fora de um armazém.  A dez pés um outro homem permanence vestido em uniforme militar, botas de combate e o que parece ser um jaqueta de artilharia anti-aérea.  Ele aparenta ser de Bagdá.  Mas isso não é o Iraque.  É o sudeste de Detroit, e ele está ali para vigiar as mercearias."

[10] "Detroit's Unemployment Rate Is Nearly 50%, According to the Detroit News." Huffington Post Business. March 18, 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.huffingtonpost.com/2009/12/16/detroits-unemployment-rat_n_394559.html

EXCERTO: "Oficialmente, a taxa de desemprego em Detroit está um pouco abaixo de 30%.  Mas o prefeito da cidade e líderes locais estão sugerindo um cálculo bem mais preocupante – o a real taxa de desemprego, dizem, está próximo a 50%."

[11] "Detroit Has 8 Murders, 33 Shootings in 5 Days; No Outrage." Examiner. May 23, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.examiner.com/article/detroit-has-8-murders-33-shootings-5-days-no-outrage

"Enter At Your Own Risk: Police Union Says ‘War-Like’ Detroit Is Unsafe For Visitors." CBS Detroit. October 6, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://detroit.cbslocal.com/2012/10/06/enter-at-your-own-risk-police-union-says-war-like-detroit-is-unsafe-for-visitors

[12] Cook, Rebecca. "Detroit Police Chief Ralph Godbee Resigns amid Sex Scandal." NBC News. October 1, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://usnews.nbcnews.com/_news/2012/10/08/14298235-detroit-police-chief-ralph-godbee-resigns-amid-sex-scandal?lite

[13] "Report: Nearly Half Of Detroiters Can’t Read." CBS Detroit. May 1, 2012. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://detroit.cbslocal.com/2011/05/04/report-nearly-half-of-detroiters-cant-read

[14] Berman, Laura. "Does DPS Leader's Writing Send Wrong Message?" The Detroit News. March 1, 2010. Accessed November 6, 2015. http://www.detroitnews.com/article/20100304/OPINION03/3040437

EXCERTO: "O presidente do quadro escolar de Detroit, Otis Mathis, está travando uma batalha juridical para dirigir o futuro acadêmico de 90 mil crianças, no menos bem sucedido distrito de uma grande cidade.  Ele também reconhece que ele tem dificuldade de compor uma sentence inglesa coerente."

[15] "Decline of Detroit." Wikipedia. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. https://en.wikipedia.org/wiki/Decline_of_Detroit

EXCERTO: "A cidade de Detroit, Michigan, atravessou um maior declínio econômico e demográfico nas décadas recentes."

[16] Higley, Stephen. "Top 25 Black Neighborhoods." The Higley 1000. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://higley1000.com/about-this-site/methodology/top-25-b

[17] "China's Great Armada." National Geographic. July 1, 2005. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://ngm.nationalgeographic.com/ngm/0507/feature2/map.html

[18] "A Chronological List of Independence Dates for Africa." About.com. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://africanhistory.about.com/library/timelines/blIndependenceTime.htm

[19] Balls, Andrew. "Why South African Incomes Declined." The National Bureau of Economic Research. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.nber.org/digest/jan06/w11384.html

EXCERTO: "In Incomes in South Africa Since the Fall of Apartheid (NBER Working Paper No. 11384), co-autores Murray Leibbrandt, James Levinsohn, and Justin McCrary documentam que o declínio e tentativa de explicar o que aconteceu.  Eles demonstram que a renda media dos homens e mulheres sul-africanos caiu 40% entre 1995 e 2000, e notem que houve pouca melhora desde então."

[20] Smith, David. "Quarter of Men in South Africa Admit Rape, Survey Finds." The Guardian. June, 2009. Accessed December 1, 2015. http://www.theguardian.com/world/2009/jun/17/south-africa-rape-survey

EXCERTO: "Um em quarto homens na África do Sul admitiram ter estuprado e muitos confessaram atacar mais de uma vítima, de acordo com um estudo que expõe a cultura endêmica local de violência sexual.  Três dos quarto estupradores primeiro atacaram enquanto ainda eram adolescentes, descobriu o estudo.  Um em 20 homens disseram que estupraram uma mulher ou garota no último ano.  África do Sul é notório por ter um dos mais altos níveis de estupro no mundo.  Somente uma fração é reportada, e somente uma fração daqueles conduziram a uma condenação."

[21] Rohrer, Finlo. "How Dangerous Is South Africa?" BBC News. May 1, 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://news.bbc.co.uk/2/hi/8668615.stm

EXCERTO: "A cada dia uma media de aproximadamente 50 pessoas são assassinadas.  Em acréscimo a esses 18 mil assassinatos por ano, há outras 18 mil tentativas de homicídio."

[22] "Murder Rate in the United States and Germany." Atlantic Review. October 5, 2006. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://atlanticreview.org/archives/434-Murder-Rate-in-the-United-States-and-Germany.html

EXCERTO: "Entre 82 milhões de cidadãos alemães 794 foram assassinados em 2005.  Isso representa duas vezes mais assassinatos que em 2004."

[23] Obama, George. "Homeland: An Extraordinary Story of Hope and Survival." Amazon. 2010. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.amazon.com/Homeland-Extraordinary-Story-Hope-Survival/dp/B0048ELDPU

[24] Klaas, Brian. "The Cannibal Emperor of Bangui and Africa’s Forgotten Conflict." Vice Magizine. September 1, 2014. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.vice.com/read/the-cannibal-emperor-of-bangui-and-africas-forgotten-conflict

EXCERTO: "Ele também saboreou devorar criminosos acusados aos seus crocodiles e leões pessoais em sua luxuosa Villa Kolongo.  Pior de tudo, Bokassa era supostamente um cannibal, mantendo carne humana em sua cozinha que supostamente servia a insuspeitos convidados.  Durante a cerimônia de coroação, o recém-coroado imperador voltou-se a um ministro da França e murmurou, 'Você nunca notou, mas você comeu carne humana.'"

[25] Vattikonda, Niharika. "The Democratic Republic of the Congo: An Eternal War Zone." International Policy Digest. November 27, 2015. Acesso em 06 de Dezembro de 2015. http://www.internationalpolicydigest.org/2015/11/27/the-democratic-republic-of-the-congo-an-eternal-war-zone

[26] "South Sudan Profile - Timeline." BBC News. August 1, 2015. Accessed December 7, 2015. http://www.bbc.com/news/world-africa-14019202

[27] Messner, J.J., and Kendall Lawrence. "Failed States Index 2013: The Troubled Ten." Fund for Peace. June 1, 2013. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://library.fundforpeace.org/fsi13-troubled10-2

LIST: Somalia, DR Congo, Sudan, South Sudan, Chad, Yemen, Afghanistan, Haiti, Central African Republic, Zimbabwe.

[28] "Tombs in Timbuktu's Djingareyber Mosque 'destroyed'" BBC News. July 10, 2012. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://www.bbc.com/news/world-africa-18785895

[29] Hanson, Stephanie. "Corruption in Sub-Saharan Africa." Council on Foreign Relations. August 6, 2009. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://www.cfr.org/africa-sub-saharan/corruption-sub-saharan-africa/p19984

Gaboitsiwe, Thato. "Africa: Cry the Beloved Continent." Linkedin. November 28, 2014. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://www.linkedin.com/pulse/20141128102808-296225326-africa-cry-the-beloved-continent

EXCERTO: "Um estudo em 2002 pela União Africana (AU), estimou que o continente perdeu aproximadamente $150 bilhões anuais de seus rendimentos para corrupção."

[30] Reader, John. Africa: A Biography of the Continent. New York: A.A. Knopf, 1998. 663.

[31] "Central America and Caribbean: Haiti." Central Intelligence Agency. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/ha.html

EXCERTO: "Haiti é uma economia de livre mercado desfruta das vantagens dos pequenos custos de trabalho e acesso livre de tarifas a muitas exportações dos EUA.  Pobreza, corrupção, vulnerabilidade a desastres naturais e baixos níveis de educação para muita da população estão entre os mais sérios impedimentos do Haiti ao crescimento econômico.  Atualmente, é o país mais pobre no Hemisfério Ocidental com 80% da população vivendo abaixo da linha da pobreza e 54% em pobreza abjeta."

[32] "Central America and Caribbean :: Puerto Rico." Central Intelligence Agency. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/rq.html

[33] "Economy of Puerto Rico." Wikipedia. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. https://en.wikipedia.org/wiki/Economy_of_Puerto_Rico

[34] "Japan in the 19th Century." Japan in the 19th Century. Acessado em 7 de Dezembro de 2015. http://www.historyhaven.com/APWH/unit 4/Japan in the 19th century.htm

EXCERTO: "Em 1853, o Americano Matthew Perry ameaçou bombardear a capital Japonesa se eles não a abrissem ao comércio Americano.  O Japão abriu-se a influência estrangeira e, como na China, ocidentais residentes no Japão não se sujeitaram às leis japonesas.  Houve um movimento contra os estrangeiros nos anos de 1860.  O samurai, usando excesso de armas da Guerra Civil da América – que havia acabado naquele momento, derrotou o exército do shogun.  Isso deu uma clara mensagem a respeito da supremacia da tecnologia military occidental.  O Meiji tomou controlee m 1871 e começou um período de reformas que iria muito além daquele da Rùssia."

[35] Gottfredson, Linda. "Mainstream Science on Intelligence: An Editorial With 52 Signatories, History, and Bibliography." University of Deleware. 1995. Acessado em 19 de Novembro de 2015. www.udel.edu/educ/gottfredson/reprints/1997mainstream.pdf


EXCERTO: "Afroamericanos são destacadamente mais religiosos numa variedade de medidas do que a população norte-americana como um todo, incluindo nível de afiliação com uma religião, freqüência em celebrações religiosoas, em orações e em importância conferida à religião na vida.  Comparados com outros grupos raciais e étnicos, afroamericanos estão entre os mais prováveis a reportarem uma afiliação religiosa formal."

O Reino Vindouro Judaico - Dostoyevski 1877


Em 1877, Fyodor Dostoyevski disse que o objetivo do Judaísmo era "exterminar o resto [da humanidade], ou escravizá-la, ou explorá-la".  Isso, obviamente, é a razão real para o anti-semitismo.  Sua profecia está se tornando verdadeira.  O Ocidente é hoje um esquema para a dominação mundial bancária judaico-maçônica.

Quando esses banqueiros ganharam o poder para criar os meios de troca (dinheiro; crédito) na forma de uma dívida para eles, condenaram a humanidade à escravidão.  Inevitavelmente, eles consolidariam esse esquema alavancando-a num monopólio sobre tudo (Comunismo, NOM).  Essa megalomania demente descoberta nos ensinamentos Judaicos Cabalistas/Talmúdicos é a causa real para a maioria das guerras e terror.  Somente um pequeno segmento de Judeus e maçons são ativamente envolvidos.

Mas a maioria de nós (inclusive os Judeus) não podem ver o que Dostoyevski viu 140 anos atrás.  Quando a III Guerra Mundial começar, deveríamos saber a verdadeira razão que nós e nossos filhos estão indo morrer.

"... não é por nada que lá os Judeus estão reinando por toda a parte sobre a Bolsa de Valores; não é por nada que eles controlam o capital, que eles são os mestres do crédito, e não é por nada – repito – que eles são também os mestres da política internacional, e o que em breve ocorrerá no futuro é conhecido aos próprios Judeus: seu reino, seu completo reino está se aproximando!" (p. 650).

por Fyodor Dostoyevski
A Writer's Diary, 1877 p. 645
(Excertos por henrymakow.com)

A última palavra para a humanidade dessa grande tribo ainda está por vir.  Porém, sem mergulhar na essência e profundeza do assunto, é possível esboçar, pelo menos, certos sintomas daquele estado dentro de um estado que os Judeus sustentam – seja ela somente externamente.  Esses sintomas são: alienação e separação em matéria de dogma religioso; a a impossibilidade de fusão; crença que no mundo exista além de uma entidade nacional – o Judeu, enquanto, muito embora outras entidades existam, todavia deveriam ser presumidas que sejam, como eram, inexistentes.

"Saia da família de nações, e forme sua própria entidade, e tu deverás saber que daqui em diante tu és o único diante de Deus; extermine o resto, ou faça-os escravos, ou explorem-nos.  Tenha fé na conquista do mundo inteiro; adira à crença que tudo se submeterá a ti.  Deteste estritamente tudo, e não tenha relação com ninguém em teu modo de vida.  E mesmo quando tu deverá perder a terra, tua individualidade política, mesmo quando tu deverás ser dispersado por toda a terra entre todas as nações, - nunca esqueça, tenha fé em tudo que eu te prometi, uma vez e para sempre; acredite que tudo isso virá a ocorrer; e enquanto viver, deteste, reúna e explore, e – espere, espere...."

Essa é a essência do estado dentro do estado, e, em acréscimo, há, obviamente, leis secretas e, talvez, misteriosas, guardando essa idéia.

Dizem os cavalheiros – Judeus instruídos e oponentes – que tudo isso é certamente sem sentido, e que mesmo se houvesse um estado dentro de um estado (houve, mas no presente, de acordo com eles, somente os traços turvos desses vestígios), é somente porque a perseguição foi realizada; perseguição religiosa desde a Idade Média, e mesmo antes, gerou isso, e que esse estado dentro do estado veio à lume meramente do instinto de auto-conservação.  Porém, se ele continua, especialmente na Rússia, é porque ao Judeu não foi dado ainda direitos iguais com a população nativa.

Mas isso é como eu sinto: desse ao Judeu ser dado direitos iguais, em circunstância alguma ele renunciaria a esse estado dentro do estado.  Demais a mais, atribuir-lhe nada além de perseguição e o instinto de auto-conservação – é insuficiente.  Além disso, não haveria tenacidade suficiente em reserva para a auto-preservação durante quarenta séculos; o povo teria progredido saturado de se preservar por tão longo tempo.  Mesmo as mais fortes civilizações no mundo falharam em sobreviver metade de quarenta séculos, perdendo sua força política e feição racial.

Aqui isso não é somente auto-preservação que constitui a causa principal, mas uma certa idéia convincente e sedutora, algo tão universal e profundo que nela, como esclarecido acima, a humanidade seja talvez incapaz de expressar sua última palavra.  Que nós estamos aqui lidando com alguma coisa de um caráter religioso preeminente, não pode haver dúvida.  Que sua Providência, sob o antigo nome inicial de Jeová, com seu ideal e seu pacto, continua a conduzir esse povo rumo a um firme objetivo – isso é muito claro.  Além disso, repito, é impossível conceber um Judeu sem Deus.

Demais a mais, eu não acredito na existência de ateus mesmo entre os Judeus instruídos: eles são da mesma substância, e Deus somente conhece o que o mundo espera de Judeus instruídos! Mesmo na minha infância, eu tenho lido lendas a respeito de Judeus até o ponto que eles são supostos a estarem sem desvios esperando o Messias, todos eles, tanto o menos instruído ao mais instruído – o filósofo e o cabalista - rabino; que eles todos acreditam que o Messias os reunirá novamente em Jerusalém e submeterá pela sua espada até seus pés; que isso é a razão pela qual a maioria esmagadora dos Judeus têm uma predileção a não ser uma profissão – o comércio em ouro, e no extremo – pelo ourives; e tudo isso, tanto é alegado, no intuito de que, quando o Messias vier, não deverem precisar ter uma nova pátria e ficarem atados a nações estrangeiras, a posse dos Judeus, mas ter tudo convertido em ouro e jóias, de forma que será mais fácil arrastá-los quando

O radio da aurora começar a brilhar:
Nossa flauta, nosso tambor e címbalos
Nossos ricos e nosso símbolo sagrado
Nós traremos de volta a nosso antigo santuário,
A nosso antigo lar – para a Palestina.

Tudo isso – repito – escutei como uma lenda, mas acredito que a substância da matéria incessantemente está ali, na forma de uma tendência instintivamente irresistível.  Mas, no propósito que tal substância da matéria pudesse ser preservada, isto é, obviamente, necessário que o mais escrito estado dentro do estado seja preservado.  E isso está sendo preservado.
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