Monday, November 14, 2016

O Messias Judeu é o Anticristo


O Plano: Saturar a Terra com Mal, p. 61-68
por Texe Marrs
(excertos por henrymakow.com)

O que os Judeus tentam fazer, então, para realizar o Plano na Kabbalah para dominação mundial e um governo terrestre do Reino dos Judeus, é saturar a terra inteira com mal.  Fazendo isso, eles estão invocando as simbólicas "Forças de Deus" que está para vir como profetizado pelo profeta Daniel.  Seu desejo pela aquisição de dinheiro seria instrumental nessa busca.  "O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males", diz a Bíblia (I Timóteo 10).

Para seu deus satânico, o deus das forças, Daniel profetizou que os Judeus acumularão grandes tesouros.  O dinheiro gera mal e abastece o pecado, e o mundo inteiro está em vias de se tornar um planeta do mal.  É através o mal máximo que a Serpente Sagrada dos Judeus deverá ser empoderada para conquistar.

Edward Hendrie comenta que nessa terrível doutrina cabalística, isso de cometer o máximo mal, o demônio perceberá seus objetivos finais:

"Certamente Satã tem um fim em mente para a construção de tal sinistra doutrina religiosa.  Realmente tem, não é nada menos do que subjugação de todos homens sob o governo ditatorial do Anticristo! Ele se utiliza da escalada do pecado e do crime na sociedade para produzir mais governo, regulação e controle sobre as massas..."

John Torell, em seu extenso estudo do cabalismo e a religião dos Judeus, amplifica os achados de Hendrie:

"Essa doutrina maligna também pode ser vista no Talmud, onde incesto, fornicação, adultério etc. são promovidos como virtudes e algo a ser desejado. É difícil para o mundo Gentio compreender totalmente o que está ocorrendo no subterrâneo Judaico da conspiração, a não ser que eles entendam a natureza do Judaísmo Cabalista.  É uma religião baseada na promoção, propagação e cometimento do pecado como meio de dominação mundial." ("Showdown in Jerusalem," The Dove, winter 1995)

Agora vamos recapitular esses estranhos e além de tudo bizarros ensinamentos dos Judeus cabalistas.  Seus livros sagrados nos contam que o inefável e distante “Deus” (Ein Sof) bateu-se em retirada em si mesmo e deixou um vazio, um abismo sem fundo (o "kelipah") no qual a divindade dos Judeus, a Serpente Sagrada, Leviatã, é aprisionada junto com incontáveis espíritos maus e entidades demoníacas.  Esses muitos espíritos e entidades os Judeus não reconhecem como demoníacos, mas como instrumentos que ajudam a atingir a perfeição e sacralidade.

Ali, na escuridão e no terrível abismo, a Serpente Sagrada esforça-se para se libertar.  No futuro, ela emergirá ao mundo material, a Terra, através do poder gerado tanto pelas boas obras e pelos pecados e maldades cometidas pelos Judeus aqui na Terra.  Ascendendo fora do abismo sem fundo e chegando em seguida à superfície de Terra, emergindo, desta forma, do abismo sem fundo, a serpente e seus seguidores, os Judeus, deverão conquistar e deverão reinar supremos como a "Luz do Mundo"...- Apocalipse 9, 1-11

Os Judeus chamam sua divindade "Leviatã" e honram essa divindade serpente como seu obscuro Messias espiritual.  Os livros de Jó e Isaías no Antigo Testamento identificam Leviatã como a "serpente perfurante" e dizem que o verdadeiro Deus da Bíblia e do Cristianismo destruirá o maligno Leviatã nos últimos dias.

Em Apocalipse 13, Leviatã é descrito simbolicamente como a besta que emerge do mar.  Comparamos isso com os ensinamentos da Cabala, que retrata o Messias Judeu, sua grande Serpente Sagrada, ascendendo ou emergindo do “abismo sem fundo”.

Finalmente, vemos em Apocalipse 9 que os demônios que residem na abismo sem fundo tem um rei sobre eles, "cujo nome na língua hebraica é Abadom."

Os Judeus alegam total desconhecimento do livro do Apocalipse, não obstante seus livros sagrados exaltarem Abadom como uma emanação de Deus, a ser honrado como uma divindade.  Mas, espere aí: até o Antigo Testamento ensina que Abadom é o Demônio e que: "A região dos mortos está aberta diante dele, os infernos não têm véu." -- Jó 26, 6

QUEM É ABADOM?

Cristãos sabem estudando o livro profético do Apocalipse que "Abadom" é um nome para Satã.  A palavra hebraica, Abadom, significa "O Destruidor".  Mas, recorde que Deus é tanto criador quanto destruidor.  Portanto, nós supomos que o Judaísmo ensine que Abadom é ainda um outro nome para seu “deus” divino.  E, na realidade, entre as dez divindades (Sefirots) da cabalista Árvore da Vida, encontramos o nome "Nezah", que a Cabala revela que é, na prática, o mesmo que "Abadom".

Desta forma, Glenn Barken, um professor de Kabbalah, em um curso online, Angeologia 112 – “Quem é Abadom?” escreve que Abadom é a entidade positiva que "socorre o espírito humano a caminho do Abismo em seu caminho rumo a divindade".  Atinge-se o Deus supremo atravessando esse obstáculo final.  Abadom (Nezah), diz Barken, é realmente o arcanjo do abismo, ou buraco.

Em meus estudos, tanto o culto “Cristão” das Testemunhas de Jeová quanto a Franco-maçonaria, descobri como Satã está usando esses falsos sistemas cabalísticos para exaltar o divino arcanjo Abadom.  Na Loja Maçônica, uma senha secreta é utilizada chamada a Palavra Sagrada.  A Palavra Sagrada é Abadom.

Entretanto, uma das mais reverenciadas figuras na religião das Testemunhas de Jeová, o Juiz Joseph Rutherford, começando já em 1930, ensinava que Abadom é, na verdade, um sinônimo para Jesus!

Abadom, Leviatã, Nezah – essas descrições são todas à mesma criatura, que vem disfarçada em numerosas aparências.  Essa criatura, a quem os Judeus chama a Serpente Sagrada, as Escrituras chamam de "... o grande Dragão, a primitiva Serpente, chamado Demônio e Satanás ..." (Apocalipse, 12, 9).  Nessa mesma mensagem profética no Apocalipse, somos contados que é “o sedutor do mundo inteiro. Foi precipitado na terra, e com ele os seus anjos."

Que poder encontramos demonstrado nos livros proféticos de Deus! Imaginem, Apocalipse 12 e 13 nos dá um retrato claro e tremendo de Satã e seus anjos sombrios como ascendendo do abismo sem fundo e destruindo a terra fazendo sua obra diabólica de destruição.  E a Kabbalah Judaica é uma cópia fiel dessa mesma série de eventos.  Quem pode negar que os Judeus sabem exatamente a quem servem: Satã! Seu símbolos, seus livros sagrados, parecem ter sido produzidos direto de um plágio do livro do Apocalipse.

É cômico que os Judeus são indomáveis em insistirem que os Protocolos dos Sábios de Sião são uma fraude.  Mais que nos Protocolos, descobrimos que seus livros sagrados da Kabbalah imitam o livro do Apocalipse do Novo Testamento.  Paralelos similares são descobertos nos livros de Jó, Isaías, e nos quarto evangelhos.  A diferença é que as Escrituras identificam esses positivos “deuses” Judaicos como demônios.

Certamente, o demônio não apenas não pode escapar de seu destino patético, e nem podem o mesmo os revoltosos, odiadores de Cristo e assassinos de Cristo! É decisão de Deus que esses usurpadores da verdade, esses bandidos mundiais e criadores de casos, devam seguir um "T": o padrão da profecia deixada e escrita há 2 mil anos nos livros sagrados da Bíblia Sagrada. Os Judeus não podem escapar de seu destino.  Seus líderes muito tempo atrás fizeram tragicamente um "Pacto com a morte" e uma "Concórdia com o inferno".

Leviatã, a inspiração de Satã, garantirá que eles obedecem o acordo que eles firmaram.  E Deus deverá supervisionar e afiançar o assunto.

Que os Judeus fizeram um pacto e concordaram com a morte e o inferno ficará até mais claro nos próximos capítulos.  Olhemos agora ao homem a quem os Judeus honrarão e reverenciarão no future como seu grande líder e Novo Rei David.

Nós Cristãos o conhecemos como o Anticristo, o maligno possuído e encarnado pelo próprio demônio.

Excepcionalidade Americana é o Narcisismo Judaico


by Henry Makow Ph.D


Graças a Barack Obama, o termo "Excepcionalidade Americana" está em voga.  Essa doutrina sustentou que os EUA são únicos nos anais da história, e, portanto, está imune a quaisquer padrões morais ou racionais (porque ele os define de acordo com seus próprios interesses).

Quem o faz lembrar disso? Na era moderna, impérios vieram e foram, mas todos tinham algo em comum.  Eles são mandatários de banqueiros centrais Judeus Cabalistas e seu programa para dominação e escravização mundiais.  Por séculos, esses banqueiros mudaram seus quartéis-generais desde Veneza até Amsterdam, para Londres e Nova Iorque.

Quando as nações combinaram seus interesses com os dos banqueiros, eles prosperaram.  A dívida dos EUA é de vinte trilhões de dólares? Sem problemas! Ponha no seu cartão de crédito.

Porém, quando nações tais como a Rússia Czarista ou a Alemanha imperial provaram-se teimosas, foram liquidadas.

O Ocidente foi colonizado por esses banqueiros em virtude de seu controle de crédito do governo.  A elite política e cultural é grosso modo uma velada administração colonial escolhida das fileiras dos cabalistas (satanistas) franco-maçons.  Apesar das aparências, nós vivemos num ZOG (Governo Ocupado Sionista).  Estamos satanicamente possuídos.

Hoje, os Estados Unidos são seu preferido instrumento para roubar o mundo muçulmano.  O Mossad e a CIA fornecem o pretexto – 11 de setembro e terror de operação de bandeira falsa.  Líderes americanos e satanistas da OTAN de um perímetro menor destruíram as vidas de milhões de inocentes.  Dissimulando compaixão pelos "refugiados", estão usando imigrantes econômicos para invadir o Ocidente.

Dificilmente alguém retrata o imperialismo Americano nesses termos.  Comentaristas como Paul Craig Roberts ou Gerald Celente ou Noam Chomsky castigarão os EUA como se este país não fosse ele mesmo um país ocupado e fantoche de um poder alienígena oculto.

Muitos políticos e comentaristas na Rússia observam que a política norte-americana parece estar divorciada da realidade.  Mas eles também temem mencionar a razão.  É porque eles também têm um banco central de Rothschild? Putin tem que pisar cautelosamente? É oposição controlada?

Os EUA não são nada senão uma ferramenta de satânico "Messianismo" Judaico, em outras palavras, a doutrina que banqueiros Judaico-Maçônicos deverão controlar tudo disfarçado de "uma nova era de justiça, paz e fraternidade".

"Justiça" é submissão ao poder Judaico Cabalista.  Esses comentaristas estão perpetuando a narrativa que os EUA é o culpado.  Repetindo, os EUA são uma colônia do cartel do banco central.

EXEPCIONALIDADE AMERICANA

Excepcionalidade Americana é uma reflexão de como a Judiaria organizada se reconhece.  De acordo com a Wikipedia, "Excepcionalidade Americana é uma das três idéias relacionadas.  A primeira é que os EUA são inerentemente diferentes de outras nações, o que o cientista político [Judeu] Seymour Martin Lipset chamou de "a primeira nação nova" com uma ideologia unicamente Americana, "Americanismo", baseada em liberdade, igualitarismo, individualismo, republicanismo, democracia e laissez-faire para negócios.  Essa mesma ideologia é freqüentemente referida como "Excepcionalidade Americana."

Caso ignorarmos o significado do "Americanismo", como políticos americanos fizeram, temos a idéia Judaica de uma Nação Escolhida, favorecida por Deus.

"Segundo é a idéia que os EUA têm uma missão única para transformar o mundo.  Como Abraham Lincoln acentuou no discurso de Gettysburg (1863), Americanos têm um dever de ver que o "governo do povo, pelo povo, para o povo, não deverá perecer da terra."

Novamente, os Judeus Cabalistas disfarçam sua agenda predatória pretendendo ter uma missão divina.

"Terceiro é o sentido que sua história e sua missão dão aos EUA uma superioridade sobre as outras nações."

Precisamos dizer algo mais?

A política externa norte-americana somente faz sentido como uma mandatária para dominação Judaica mundial.  Eles destruíram o Iraque, Líbia e Síria sem qualquer razão senão pavimentar a estrada para a expansão de Israel e a Nova Ordem Mundial.  Hillary Clinton admitiu que eles fizeram isso por Israel.  Os EUA e a OTAN estão ameaçando a Rússia sem qualquer razão senão para provocar uma Guerra mundial que matará milhões.  Nada cessará esses psicopatas senão os expondo como realmente são.

Rabinos concordam com Jesus: seu deus é Satã, a serpente sagrada



Texe Marrs

porque vossas mãos estão manchadas de sangue e vossos dedos de crimes; vossos lábios proferem mentira, vossa língua entretém pérfidas conversas.  Pessoa alguma cita em justiça com razão, ninguém pleiteia de boa fé: apóiam-se sobre falsos argumentos, pretende-se aquilo que não é. Concebeu-se a intriga e gera-se o crime.  Chocam ovos de áspide, e tecem teias de aranha. Se se comem seus ovos, morre-se, se se quebra um, sai dele uma víbora.” (Isaías 59, 3-5)

No Evangelho de Mateus, Jesus chamou diretamente os Judeus religiosos de “serpentes” e “víboras” (Mateus 12 e 23).

“Como escaparão da danação do inferno?” disse Jesus.

Desde os tempos de Jesus, um rabino após outro provou que ele estava certo.  A maioria admite a sua dignidade pela Serpente.  Os rabinos até colocam seu mal na escrita, declarando em seus livros mais santos, o Talmud e a Kabbalah, que a Serpente é sua “companheira” e “mulher”.  Tão santa e sagrada é a Serpente em sua religião Judaica, que os rabinos sustentam que ela é sua “redentora” e “Messias”.

Agora, somente no caso de alguém de fora não possa acreditar que qualquer religião, não importa quão má e corrupta seja, pudesse considerar a Serpente – isto é, o Demônio ou Satã – ser sua companheira, redentora e Messias, vamos fornecer prova dessas coisas.  Realmente, vamos nos dirigir aos próprios rabinos nominalmente e descobrir o que seu sistema de crença e ensinamentos estão em respeito a assim-chamada “Serpente Sagrada”.

No ventre da Serpente Sagrada

Primeiramente, vamos até o Zohar, um dos cinco livros que são os livros centrais da influente Kabbalah.  O Zohar ensina que a letra central na Torá (primeiros cinco livros da Bíblia) é “vav”, que significa a sexta letra no alfabeto Hebraico.  A letra vav é conhecida como a “serpente”.  Pela gematria (numerologia) é dito significar que “A serpente é sistema nervoso que é o centro das letras da Torá.”

Os rabinos dizem que “vav” é a evidência tanto da divindade quanto da Serpente Sagrada, e registram que essa letra hebraica sobrenatural é encontrada exatamente no ponto central da Torá, em Levítico 11, 42, que é dito ser o ventre da serpente.

Agora, o povo Judeu é ele mesmo reivindicado ser representado pelas palavras da Torá.  A doutrina cabalista é no sentido que os Judeus podem ser encontrados para viver e existir totalmente no interior das palavras interpretadas da Torá.  A Serpente, também, reside no interior da Torá e, na realidade, dizem os rabinos, confina a Torá e o universo inteiro.  Descendendo e ascendendo no interior da Árvore da Vida, que a Torá também representa, os Judeus finalmente chegam na essência do mundo espiritual.  Desta forma, o Rabino Joel David Bakst declara: “viajamos até o centro do mundo e aportamos no ventre da serpente”.

O Messias e a Serpente são um e o mesmo

O Rabino Michael Ezra, a seguir, declara: “Nossos sábios explicam que na Gematria, as Palavras Hebraicas, Moshiach (Messias) e nachash (Serpente), têm o mesmo valor numérico.”

O Rabino Jacob ben Cohen declara abertamente que “O Messias é uma cobra”.

O Rabino Elijah ben Solomon, talvez o mais famoso dos rabinos históricos, conhecido como o Vilna de Gaon, concorda entusiasticamente com as conclusões do Rabino Cohen.  Não somente é a serpente o Messias e redentor dos Judeus, o Zohar declara: “A Serpente Sagrada é origem, fonte, e essência para toda luz revelatória sagrada de Deus”.

Lembre, no Novo Testamento, descobrimos que Jesus é a “luz do mundo”.  A Kabbalah’s do Zohar discorda.  O Zohar ensina que a Serpente é “a fonte da luz universal”.

A Serpente tem poder iluminador

O Rabino Michael Ezra, argumenta que “A Serpente tem o poder transformativo no desenvolvimento espiritual”.

O Rabino ben Eliezer concorda, declarando que: “Leviatã (um nome Judaico para a Serpente Sagrada) possui grande poder iluminador”.

O Rabino Geoff Dennis escreve: “A Serpente é auxiliadora do homem, que fornece iluminação”.

O Rabino Michael Laitman ensina com entusiasmo que: “A Serpente é o anjo da ajuda.  Nós deveríamos ser gratos à Serpente.”

Rabbi Yitzhak Ginsburgh declara que “A cobra positiva representa o epítome do bem” e acrescenta que “O Messias é referido como a Cobra Sagrada”.

Beit Ha Derek, um popular grupo religioso Judaico, publicou um artigo, “A Revelação da Cobra Sagrada”.  De acordo com esse grupo de estudiosos Judeus, citando o Zohar (11-54a), somos contados que “A Serpente é sábia e é uma conselheira de Deus”.

Os rabinos e seus livros sagrados do Talmud e Kabbalah concordam que a Serpente é uma grande ajudante e amiga do homem.  O Rabino Ibn Ezra declara que “Serpentes colocam-se como servas para fazer sua vontade”.

O Talmud, o livro mais sagrado para os Judeus, ensina que “Serpentes circundam os Justos durante suas vidas, ocupando-se de suas necessidades e guiando suas ações”.

“No Sabbath”, diz o Talmud, “permite-se encantar cobras e serpentes” (Sanhedrin 101a, 101b).  Como tal, as serpentes sairão para atacar inimigos e proteger o Judeu.

O Talmud conclui que “A Serpente é a grande serva do homem” (Sanhedrin 50b).

Obviamente, o Talmud está se referindo somente aos Judeus como “homem”, porque ele descreve os não-Judeus como “bestas” inferiores e “animais”.  Gentios também devem servir os Judeus e farão isso, de acordo com o Talmud, no mundo futuro.

A Serpente em toda sua glória e temerosidade

Para o cauteloso Judeu que, possivelmente, sente uma dor aguda de medo em amigar-se com a Serpente Sagrada, o Rabino Joel Bakst oferece uma dose de conhecimento tranqüilizador.  Embora se possa ver a serpente de forma negativa, o rabino escreve que “Nos tempos messiânicos e no mundo vindouro, a Serpente será redimida e revelada em toda sua glória e temerosidade”.

Isso, então, é quintessência em burla e fraude satânicas.  O rabino está nos dizendo que, nos “tempos messiânicos”— isto é, no future mundo vindouro quando os Judeus dominarem o mundo — a serpente maligna será vista por todos como redentora e será “revelada em toda sua glória e temerosidade”.

Impressionante! A feia, mentirosa serpente (Satã) reinará, no futuro mundo Judaico profetizado, sobre todos como uma esplêndida, bela e gloriosa criatura!

As profundidades do engano

Agora, caros amigos, você consegue ver e compreender a profundidade do engano sendo perpetrado pelos rabinos?  O fato é que os Judeus em sua religião não acreditam no pecado original, mas na benção original.  Eles negam que a serpente enganou Eva, levando-a a arrastar Adam ao pecado e à queda.  Ao contrário, a serpente prestou ao homem um grande favor no Jardim, ajudando-o em seu esforço para chegar à santidade.  Os Judeus dizem que a Serpente Sagrada, no fim das contas, levará e conduzirá sua raça à realização de seu objetivo.  Eles deverão ser como deuses no Reino Judaico vindouro.

O Novo Testamento claramente pinta para nós um quadro honesto e próximo da Serpente.  O Livro do Apocalipse chama-a de “Satã, e do Demônio” (Apocalipse 12, 9).  Jesus disse que ela é o “pai das mentiras”.  Jesus estigmatizou os Judeus como “guias cegos” e os reportou como “repletos de impurezas”.

Os profetas e apóstolos, igualmente, avisaram dos ensinamentos dos rabinos, os quais Jesus disse serem “tradições humanas” e “não de Deus”.  São Paulo disse que aqueles que caem vítimas dessas mentiras são “enfeitiçados” (Gálatas 3).  Isaías declarou que os Israelitas “desprezaram” a Palavra do Senhor e, portanto, a “Verdade caiu pelas Ruas”.

São João Batista, percebendo que os Judeus religiosos vieram até ele para o batismo como um faz-de-conta, furiosamente questionou-os “Raça de víboras, quem de vós escaparás do castigo vindouro?”

Jesus, também, chamou-os de “víboras” e “serpentes” e Ele disse que eles eram “do seu pai, o demônio”.

Condenados pelas suas próprias palavras

“Pelas suas palavras”, disse Jesus, “vós serais condenados”.

Por favor, note as palavras completas dos rabinos.  Suas palavras – alardeando e gabando-se de seu grande amigo, redentor e messias, a Serpente Sagrada – não os condenam?

Meu novo livro, Serpente Sagrada dos Judeus, demonstra essas e muitas outras palavras ateístas utilizadas pelos rabinos em respeito a sua admiração e veneração de seu messias, Satã, a Serpente Sagrada.

Os Judeus – na realidade, o mundo inteiro – são, portanto, confrontados com uma clara escolha: servir Jesus Cristo como Mestre e Senhor, ou cair na danação, nas palavras mortais dos rabinos.

Jesus ou Satã? Essa é a escolha.  Nós não temos outra opinião, e o tempo está se esgotando.

Tuesday, November 08, 2016

Judeus cabalistas são seu próprio deus



por Henry Makow Ph.D.

Semana passada eu registrei que os soviéticos arrasaram milhares de igrejas mas pouparam sinagogas.

Se os comunistas consideravam a religião "o ópio das massas", por qual motivo eles não incluíram o Judaísmo? Cristãos e Judeus adoram o mesmo deus? Há uma afinidade entre Comunismo e Judaísmo? Talvez a elite Judaica tenha um deus diferente...

Um leitor, "George," conheceu a herdeira de uma rica oligarquia bancária "não os Rothschilds, embora sua família tenha vivido em um palácio vizinho aos Rothschilds."

"Leah era uma de minhas alunas na Universidade de Geneva (Suíça) onde eu estava estudando psicologia.  Ela era uma loira atraente de olhos azuis. ...Como ela estava ostentando uma Estrela de David, eu perguntei se ela era uma crente.  Ela respondeu "sim e não" e acrescentou que ela acreditava num deus dos Judeus que estava servindo os judeus em vez de ser servido por eles.  Eu imediatamente perguntei se ela estava falando de um egregore ... Sua única resposta foi "sim", no que rompeu a conversa.  Nunca mais nós mencionamos o assunto."

De acordo com a Wikipedia, "egregore" é um conceito oculto representando uma "forma de pensamento" ou uma "vontade coletiva", uma entidade psíquica autônoma fictícia, influenciando os pensamentos de um grupo de pessoas.  O relacionamento simbiótico entre um egregore e seu grupo foi comparado aos conceitos mais recentes, não ocultos, da corporação (como uma entidade legal) e o meme."

George especula que a elite de Judeus criou o deus judeu como seu "egregore", ou seja, um instrumento de sua vontade coletiva; seu desejo para vencer os pagãos e dominar tudo.

"Poderia ser possível que os antigos sacerdotes levitas encontrassem uma forma de criar uma entidade sobrenatural da mente coletiva da tribo de Judá? Uma entidade nascida de uma mente coletiva que os levitas estavam moldando num auto-isolacionismo e segregacionismo, também chamado como etnocentrismo? ...Uma entidade desenhada para ajudar o "povo escolhido" a destruir as nações "alienígenas" e abastecer-se de recompensas materiais? Uma entidade resultando de magia negra dos sacerdotes levitas que, como os primeiros ateus doutrinados, vinham negando o Deus universal de Moisés porque não quiseram submeter-se a um "Senhor e Mestre", mas em vez disso tornarem-se "Senhores e Mestres" através de seu deus escravo "egregório"?"

Esse "egregore" é Lúcifer, e os Judeus da elite fizeram-no o mestre meme da Nova Ordem Mundial.  Os Judeus da elite são a "Internacional Comunista e Capitalista", as endogâmicas oligarquias bancárias Judaico-Alemães que, de acordo com Christian Rakovsky, incluem os Rothschilds, Warburgs, Schiffs e muitos outros.

Eles, além disso, se casaram com as corruptas elites gentias da Europa e América, muitos dos quais pensam ser Judeus.

O DEPRAVADO ESPÍRITO DE NOSSO TEMPO

Na medida em que o egregore Judaico está também por trás da Nova Ordem Mundial, somente os "crentes" são humanos; tudo o mais é um animal a ser explorado e/ou abatido.

Nicholas Lysson, em seu brilhante ensaio sobre o Holocausto Ucraniano, fornece exemplo desse "nós versus eles" pensando no Talmud e no Antigo Testamento.  Por exemplo: Isaias 60:12 (" . . . Porque a nação ou o reino que recusar servir-te [Israel] perecerá, e sua terra será devastada" ); Isaías 61:5-6 (". . . virão estrangeiros apascentar vosso gado miúdo, gente de fora vos servirá de lavradores e vinhateiros. . . : Vós vos alimentareis com as riquezas das nações. . .")

Lysson prossegue:

"A hostilidade etnocêntrica dos Judeus – consistentemente comentada sobre os povos que os encontraram pelo milênio – pode ser traçada no fim das contas até as origens do Judaísmo apresentada na Torah, por exemplo em Gênesis 9:25 ("Maldito seja Canaã, disse ele; que ele seja o último dos escravos de seus irmãos!"); Êxodo 17:14-16 e 34:12-13 ; Números 24:8 ("Deus os retirou do Egito, e lhes deu o vigor do búfalo. Devora os povos inimigos; quebra-lhes os ossos e criva-os de flechas"), 25:6-13 (em que Deus elogia Finéas por sua iniciativa em lançar um dardo no ventre de um Judeu e uma Gentia casados), 31:7-19 e 33:50-56; e Deuteronômio 2:33-35 ("[sobre a ordem de Deus] Tomamos-lhe então todas as suas cidades, que votamos ao interdito, com os homens, as mulheres e as crianças, sem deixar escapar ninguém."), 3:4-7, 7:1-5 ("tu deverás . . . destruí-los totalmente"), 7:14-26 ("teu olho deverá não ter qualquer piedade"), 20:10-17 ("tu não deverás salvar nada que respire") e 25:19."

"ANTI SEMITISMO"

Não precisa ser um gênio para reconhecer que esse "egregore" é a causa do anti-semitismo.  Líderes Judeus usam o anti-semitismo para manipular os Judeus que são ensinados que são ultrajados sem qualquer razão.  As reais razões para o anti-semitismo são ocultas.  Como Nicholas Lysson aponta, as passagens mais destrutivas do Talmud são amaciadas ou não traduzidas.  Informação a respeito do sistema "Arendar" é suprimida.  Esse sistema causou o massacre de quase 250 mil Judeus pelo Cossaco Ucraniano Bohdan Khmelnytsky em 1648-1654:

"Os Judeus na época dos massacres estavam servindo à Polonesa szlachta (nobreza) e o clero Católico Romano em seus latifúndios ucranianos como arrendatários – coletores de impostos, cobrador de rendas, licenciados de monopólios feudais (isto é, banqueiros, fresagem, depositários e destilação e venda de álcool) e como acoitadores anticristãos que até coletavam dízimos nas portas dos camponeses, igrejas ortodoxas gregas e taxas para abrir aquelas portas para casamentos, batismos e funerais.  Eles tinham poderes de vida e morte sobre a população local (a forma típica de execução sendo o empalamento), e nenhuma lei acima deles a qual essa população tinha recurso... os arrendatários emprestavam propriedades por termos de somente dois ou três anos e tinham todo incentivo para arrancar os camponeses sem misericórdia, sem respeito a conseqüências de longo-prazo."

Os Judeus ainda contam que esses pogroms eram devido a ódio gratuito.  Assim, a dinâmica egregore é perpetuada na medida em que os Judeus normais apóiam as políticas Sionistas.  Por exemplo, eles militam pela guerra contra o Irã, não obstante as desastrosas conseqüências para a humanidade.

Nicholas Lysson assinala que as lideranças Judaicas provocaram ativamente o anti-semitismo visto ser ele indispensável para a coesão e sobrevivência Judaicas.  Estariam eles dizendo que, sem seu "egregore", em outras palavras, sua agenda predatória, os Judeus não teriam qualquer raison d'être comum? Obviamente esse segredo é mantido desde os recrutas, como na Franco-maçonaria que Rakowsky disse ser planejada para realizar "o triunfo do Comunismo".

O EGREGORE COMUNISTA

O maior assassinato em massa na história não foi o holocausto Judaico, mas o Holodomor Ucraniano.  Sob a própria estimativa de Stalin, dez milhões de Ucranianos morreram, a maioria dos quais nas mãos dos bolchevistas Judeus.

O relato de Lysson sugere que essa guerra foi o resultado de uma contenda de vários séculos em que Judeus falharam em aceitar sua humanidade comum com os não-Judeus.  Ela continua a ser o registro mais mortal do século XX, obscurecido pelas perdas Judaicas, como se somente Judeus fossem humanos.

O Holodomor teve lugar porque os Bolcheviques confiscaram todos os grãos.  Lysson escreve: "Um quarto da população rural, homens, mulheres e crianças, caíram mortos ou morreram em um grande alcance do território com cerca de quarenta milhões de habitantes, como um vasto Belsen. O restante, em vários estágios de debilitação, não teve qualquer força para enterrar suas famílias ou vizinhos, [como em Belsen] bem-alimentados esquadrões de polícia ou oficiais do partido supervisionavam as vítimas.”

O extermínio de Kulaks Ucranianos foi dirigido do Kremlin, onde a liderança Bolchevique vivia em apartamentos de família e mantinham uma atmosfera fraternal coberta pelo idealismo coletivista, em outras palavras, seu egregore.  Isso é como o historiador Simon Sebag Montefiore, o descendente de uma família Judaica da elite britânica, descreve a cena durante o Holomodor.  Obviamente, ele não menciona que a maioria dos principais atores era composta por Judeus.

"O Partido era quase um negócio de família.  Os completes clãs eram membros da lideranças…  Essa fraternidade cruel vivia em um incessante frenesi de excitação e atividade, dirigida por adrenalina e convicção.  Estimando-se como Deus no primeiro dia, eles estavam criando um novo mundo em um frenesi de calor vermelho... " (Stalin: “The Court of the Red Tsar”, p. 40, 45)

CONCLUSÃO

Os soviéticos não destruíram as sinagogas porque o Comunismo foi uma expressão do Judaico "egregore".  Cristãos e Judeus aparentemente não adoram o mesmo deus.  O Deus Cristão representado por Jesus é amor universal e fraternidade.  O deus Judeu foi suplantado pelo egregore cabalístico que "serve" os Judeus da elite.  Ele representa sua compulsão sociopática brutal pela dominação do mundo.  O mesmo egregore – o desejo de suplantar Deus – anima a Nova Ordem Mundial.

O Comunista Judeu ou não-Judeu médio era um tolo idealista.  Marxismo, igualdade etc. eram apenas uma janela alinhada a ocultar a real agenda: a destruição de raça, religião, família e nação; a acumulação de todas as riquezas e a escravidão da espécie humana.  Os métodos mudaram, mas a agenda não.

O Sionista médio é também um tolo idealista.  Como muitos percebem, "a Terra Natal dos Judeus" era simplesmente um passo rumo ao governo mundial, "uma ocorrência num plano de longo alcance" para usar as palavras de Louis Marshall.  O objetivo desse plano é escravizar mentalmente a humanidade se não fisicamente.  Sionistas Cristãos são os mais tolos de todos.

O mesmo idealismo sucedâneo infunde o movimento governo mundial, que é cheio de pios oportunistas que venderam sua herança por um assunto num banquete globalista.


Em muitos casos, a acusação de "anti-semitismo" e "ódio" são tentativas desviadas para proibir a oposição à Tirania.  Não vamos nos infantilizar.  Nós estamos testemunhando um mal diabólico, crueldade, depravação, assim como esperteza.  Judeus e não-Judeus devem juntar as mãos para banir Lúcifer e declarar que o único Deus é Deus, Ele é Moral e nós O servimos.

Exagero olímpico destaca realidade amarga



por Marcos

Os Jogos começaram e o que vimos foi o usual lixo globalista na esfarrapada cerimônia de abertura.

Muitos discursos marxistas, os usuais símbolos ocultos e o Brasil sendo apresentado como um lugar "exótico" onde o povo pobre promíscuo é feliz vivendo nas favelas e cheirando os odores da floresta tropical, como macaquinhos comendo bananas e fornicando uns com os outros.  Isso foi seguido pelas advertências globalistas sobre mudança de clima, sustentabilidade e apoio ao problema dos "refugiados".  A pira olímpica foi feita menor de forma que consumisse menos combustível fóssil.

Desde que essa cerimônia foi planeja pelo agora defunto governo marxista, o discurso completo foi esquerdista: dois cantores fora de modo que são leais apoiadores do Partido dos Trabalhadores (e que receberam muito dinheiro do governo), um deles um ex-ministro da Cultura.  Defensores dos direitos dos negros e índios, feminismo e até um cenário de favelas em lugar do clássico Pão de Açúcar e Cristo Redentor.

Durante a cena celebrando a construção de nosso povo, imigrantes italianos, alemães e outros imigrantes europeus foram deixados de fora.  O espectador pensaria que o Brasil foi criado por índios, negros e, ironicamente, apenas o povo japonês.

Foi uma festa ou uma reunião política?

A REALIDADE

Uma recente pesquisa demonstrou que 76% dos cariocas (cidadãos do Rio) não censuram os Jogos.  Que resultado numa cidade que foi envolvido com sua preparação por anos! No resto do Brasil, esse número deve estar extensão de 90%.  A multidão excitada que o mundo assistiu na TV no estádio pagou milhares de dólares por um tíquete, assim eles estariam melhores sorrindo bastante, mas não representam o povo daqui.

Moradores locais conhecem a situação miserável de sua cidade depois de 14 anos de governo marxista e corruptos líderes municipais e estaduais alinhados com eles.  Em somente seis meses, eles testemunharam 97.177 assaltos, 534 por dia.  Isso é um aumento de 59% sobre 10 anos atrás, a despeito de R$ 40 BI sendo investidos na prevenção do crime na última década.

Por que os brasileiros celebrariam? O governo federal gastou R$ 3.8 BI (US$ 1.1 BI) em 2016 somente com os Jogos.  As acomodações dos atletas terminaram custando 5 vezes mais do que o esperado e a linha de metrô 21 vezes mais.  Na medida em que os negócios envolvidos com os Jogos não pagaram impostos, pode-se dobrar essa quantia.  Compare isso com os insignificantes R$ 708 MM gastos em saneamento e esgoto no país (dez vezes mais).  Quase metade dos brasileiros não tem coleta de esgoto.

Poderia se pensar que a esquerda tentaria elevar os padrões de vida do pobre depois de 20 anos no poder, mas ao invés disso eles glorificam a pobreza, de forma que o povo permaneça ignorante e fácil de se manipular.

Eles alegam que os únicos legítimos brasileiros são os favelados, preferencialmente negros, ignorando o restante.  Eles explicitamente dizem que odeiam a classe média.  Em vez de remover o povo das favelas e fornecer educação, ONGs esquerdistas ensinaram as crianças a batucar.  Turistas europeus em incursões na favela adoram.

CONCLUSÃO

Semana passada, centenas de milhares de brasileiros novamente manifestaram-se em 20 estados pedindo um fim à corrupção do governo e cadeia para o presidente Lula.  Os Jogos, obviamente, ofuscaram esse evento.

De qualquer modo, está se tornando mais difícil para a elite nos dizer que está tudo bem quando obviamente não é o caso.  Sua única solução efetiva será censurar completamente a internet, como os Chineses farão logo com seu novo sistema de identificação "web score".  Nossa janela de oportunidade para mudança está se fechando, assim nós fizemos o máximo.

Desconstruindo o “racismo”



Em seu livro de 1930, “A História da Revolução Russa”, o revolucionário marxista Leon Trostsky cunhou o termo “racista”. [1]

Trotsky estava atacando grupos étnicos (particularmente os Eslavos e Alemães) que queriam reter seu tradicional modo de vida em vez de integrar sua conspiração comunista atéia.  Ele alegou que eles eram “retrógados” por escolherem apoiar seus próprios grupos familiares (raça), e rotulavam-nos como “racistas”.

Hoje, o termo de Trotsky é utilizado com fervor pelos marxistas culturais cristãos aspirando por desacreditar tradicionais americanos e europeus que valorizam sua identidade ancestral.

ORIGEM DO RACISMO

O que é racismo? Esse autor sustentaria que o conceito de racismo é uma tecnologia social e desenvolvida em meados do século XX como parte de um esforço para executar uma agenda social de esquerda nos Estados Unidos e em outros países ocidentais.

Que prova existe para tal afirmação? Considere o uso dos termos.

As modernas idéias de “racismo” e “racista” não foram apresentadas em qualquer idioma até sua invenção por Trotsky em 1930.  Na língua inglesa, as palavras “racismo” e “racista” explodiram em uso durante a década de 60, porém antes de meados do século XX nenhum desses termos existia.

Pode-se perguntar: havia qualquer termo alternativo sendo usado para descrever o racismo antes que as palavras “racista” e “racismo” fossem inventadas?

Para o conhecimento desse autor, o conceito moderno de racismo não pode ser dito ter existido antes dessas duas palavras.

O único termo comparável é “racialismo”, que foi usado no início do século XIX.  Antes de meados do século XIX, porém, “racialismo” simplesmente significava o estudo das raças, do reconhecimento de diferentes grupos raciais.  Não carregava qualquer conotação negativa.

ESCOLA DE FRANKFURT

Trotsky pode ter cunhado os termos, mas provavelmente foram seus leitores co-marxistas que desenvolveram profundamente os conceitos.

A Escola de Frankfurt consistia de vários pensadores marxistas que trabalhavam no meio do século XX, e se associaram com o Instituto de Pesquisa Social.  Eles são melhores conhecidos por criarem o moderno politicamente correto.

Esses pensadores sabiam que a postura revolucionária comunista violenta falhou em se difundir como predita, assim eles tentaram arquitetar a ascensão do comunismo na América criando uma revolução cultural.

Para inspirar essa revolução cultural, os pensadores da Escola de Frankfurt propuseram numerosas recomendações filosóficas e práticas.  Abaixo estão onze das mais importantes:

"(1) A criação de ofensas raciais, (2) contínua mudança para criar confusão, (3) o ensino do sexo e do homossexualismo às crianças, (4) minar a autoridade das escolas e professores, (5) gigantesca imigração para destruir a identidade, (6) promoção da bebedeira, (7) esvaziamento de igrejas, (8) um sistema legal irresponsável com preconceito contra vítimas de crime, (9) dependência do estado ou benefícios estatais, (10) controle e simplificação da mídia, e (11) encorajar a ruptura da família." [2]

Em algum perímetro, todas essas sugestões foram implementadas na América moderna.

A Escola de Frankfurt foi loucamente popular entre o movimento da contra-cultura da década de 60.  O termo “Faça amor, não guerra” foi cunhado pelo teórico da Escola de Frankfurt School de nome Herbert Marcuse.[3]

Como o comentarista conservador, Andrew Breitbart, escreveu sobre a agenda de Herbert Marcuse:

[Enquanto] Marcuse… via os movimentos ‘anti-colonialistas’ do Terceiro Mundo como evidência que Marx estava certo – ele reconheceu que nos Estados Unidos não havia um tal levante pela classe trabalhadora.  Ele, portanto, precisava de um diferente arranjo de grupos de interesses para derrubar o capitalismo usando sua teoria crítica.  E descobriu esses grupos nos grupos raciais, étnicos e sexuais que detestavam a antiga ordem.  Esses grupos de interesse vitimizados justificadamente se opuseram a todas as belezas da sociedade ocidental ‘com todo desacato, ódio e alegria das vítimas rebeldes, definindo sua própria humanidade contra as definições dos mestres.”

A missão de Marcuse foi desmantelar a sociedade Americana usando diversidade e ‘multiculturalismo’ como alavancas com as quais se bisbilhota a estrutura à parte, peça por peça.  Ele queria colocar os negros em oposição aos brancos, colocar todos ‘grupos-vítimas’ em oposição à sociedade em geral.  A teoria de grupos-vítima de Marcuse como o novo proletariado, combinava-se com a teoria crítica de Horkheimer, considerada um desabafo na academia, que se tornou a base para o movimento pós-estruturalista Estudos de Gênero, Estudos LGBT, Estudos Afro-Americanos, Estudos Chicano etc.  Todos esses ‘Estudos Sem Interesse’ astuciosamente descrevem sua missão de destruir os valores cristãos e as aceitas tradições da cultura ocidental, e colocar em seu lugar um relativismo moral que iguala todas as culturas e todas as filosofias – a não ser a cultura e a filosofia da civilização ocidental, que são ‘exploradoras’ e ‘más’. [4]

A invenção das “ofensas de racismo” foi um componente de uma estratégia mais ampla para destruir a civilização Ocidental e minar o Cristianismo.

Marcuse condenou o que ele chamava de “tolerância repressiva” que é utilizada pelos esquerdistas para argumentar que os conservadores são “intolerantes” enquanto eles mesmos estão simultaneamente sendo hipocritamente intolerantes a qualquer opinião conservadora.

Como disse Marcuse em 1968:

…Eu sugeri em ‘Tolerância Repressiva’ a prática de tolerância discriminatória numa direção inversa, como meio de desviar o equilíbrio entre Direita e Esquerda, restringindo a liberdade da Direita… A tolerância seria restrita com respeito aos movimentos de um demonstrável caráter agressivo ou destrutivo... Tal discriminação também seria aplicada aos movimentos opondo a extensão da legislação social ao pobre, fraco, inapto.  Na medida em que, contra as virulentas denúncias que uma tal política aboliria o sagrado princípio liberal da igualdade para ‘o outro lado’, eu sustento que há assuntos onde tanto não há qualquer ‘outro lado’ em qualquer sentido mais formalista, ou onde ‘o outro lado’ é demonstravelmente ‘retrógado’ e impede possível aprimoramento da condição humana.  Tolerar a propaganda para a desumanidade perverte os objetivos não somente do liberalismo, mas de toda filosofia política progressista.” [5]

Em outras palavras, todas as crenças tradicionais são “retrógadas” e “desumanas” e deveriam ser reconhecidas como intoleráveis para discussão.

Dessa forma, tudo que concerne à identidade cristã euro-étnica é hoje condenado como “racismo” intolerável.  Mas porque a consciência étnica na parte das “oprimidas” minorias (como afro-americanos, latinos e a comunidade LGBT) promove a revolução social de Marcuse para derrubar a civilização ocidental, eles são aceitos e celebrados.

Isso explica o motivo pelo qual os afro-americanos podem organizar a Convenção Partidária Congressional Negra e criar o NAACP, mas uma “Convenção Partidária Congressional Branca” seria condenada como “racista” e insuportável.

Racismo é uma tecnologia social aplicada às pessoas de descendência européia com a intenção de desgraçá-los na elevação artificial de grupos minoritários.  Essa elevação, então, deve minar a civilização cristã por dentro e conduzi-la a um estado marxista.

Racismo foi criado da mesma maneira que “homofobia” encontra-se agora sendo construída como um meio para repudiar e marginalizar aqueles que se opõe aos estilos de vida LGBT.

ELEMENTOS DO “RACISMO”

Toda tecnologia é criada pela combinação de diferentes recursos e elementos.  O que, então, compõe o racismo?

Parece que racismo foi criado pela conexão com o pecado cristão de ódio pessoal com a prática natural de estereotipar para criar a idéia de “ódio massivo” (a idéia que pode-se odiar um grupo de pessoas destacando-se do ódio de suas partes individuais).
A idéia de ódio massivo pode ter se originado com o conceito marxista de opressão burguesa do proletariado.

O ódio massivo tem sido retroativamente e seletivamente aplicado a vários movimentos e pessoas que apóiam a tradicional estrutura da civilização ocidental.

Por exemplo, cristãos são vistos como tendo “ódio massivo” às minorias do Terceiro Mundo (conquista espanhola dos astecas, colonização da África etc.), as Cruzadas, que salvaram a Europa da invasão islâmica, são vistas como o “ódio massivo” aos muçulmanos.

Combinando essas supostas ocorrências de ódio massivo com racialismo (a visão que raça é real), esquerdistas inventaram o “racismo”.

CONVENÇÃO MODERNA

Essa origem explicaria o motivo pelo qual os liberais de hoje aparentemente desvincularam ocorrências de tradicionalismo como “racistas”.  Por exemplo: oposição a um controle do governo de assistência médica, oposição ao casamento do mesmo sexo.

O conceito de racismo foi forjado para ser elástico dessa forma porque foi criado arbitrariamente para o único propósito de destruir a sociedade tradicional.

Subconscientemente, liberais internalizaram o uso do racismo como uma arma contra a Civilização Ocidental, e imediatamente sabem rotular alguém de “racista” quando ela apóia a ordem tradicional.

NOTAS

[1] Um homem chamado Richard Henry Pratt e uma mulher chamada H. Gaston Mery são supostamente os primeiros a terem utilizado os termos “racismo” e “racista” em 1902 e 1895.  Porém, depois de avaliar diagramas documentando o uso daqueles termos é aparente que essas invenções mais precoces não tiveram qualquer impacto no idioma.  O uso de “racismo” e “racista” somente cresce em uso regular seguindo a reconstrução de Trotsky do termo “racista” em seu livro de 1930.

[2] Matthews, Timothy. “The Frankfurt School: Conspiracy to Corrupt.” Catholic Insight. March, 2009. Accessed December 18, 2015. http://whale.to/c/frankfurt_school1.html

EXCERTO: “A Escola incluiu entre seus membros o guru da Nova Esquerda dos anos 60, Herbert Marcuse, Max Horkheimer, Theodor Adorno, o popular escritor Erich Fromm, Leo Lowenthal e Jurgen Habermas – possivelmente o representante mais influente da Escola.  Basicamente, a Escola de Frankfurt acreditava que enquanto o indivíduo tivesse a crença – ou mesmo a esperança – que seu dom divino da razão pudesse resolver os problemas enfrentados pela sociedade, então essa sociedade nunca atingiria o estado de desesperança e alienação que eles consideravam necessário para provocar a revolução socialista.  Sua tarefa, portanto, era tão rapidamente possível minar o legado cristão.  Para fazer isso, exigiam a crítica mais negativa e destrutiva possível de toda espera da vida que seria forjada para desestabilizar a sociedade e derrubá-la, o que chamam como ordem ‘opressora’.  Suas políticas, esperavam, se difundiria como um vírus — ‘continuando a obra dos marxistas ocidentais por outros meios’ como um de seus membros registrou.”

[3] Phillips, Robin. “The Illusionist: How Herbert Marcuse Convinced a Generation that Censorship Is Tolerance & Other Politically Correct Tricks.” Salvo Magazine. Spring, 2012. Accessed December 18, 2015. http://www.salvomag.com/new/articles/salvo20/herbert-marcuse-censorship-is-tolerance.php

EXCERTO: “Marcuse foi adotado como o guru intelectual do movimento hippie, e ele, a seguir, abasteceu a geração mais jovem com uma corrente estável de propaganda para santificar seus impulsos rebeldes. (Foi Marcuse que inventou a maxima ‘Faça amor, não faça guerra.’).”

[4] Breitbart, Andrew. “Righteous Indignation: Excuse Me While I Save the World.” Grand Central Publishing, 2011. Pages: 120-121. Via: http://www.marcuse.org/herbert/booksabout/haters/haters.htm Acesso 28 de Abril de 2016.

[5] Marcuse, Herbert. “Repressive Tolerance.” Marcuse.org. 1965 & 1968. Acesso 28 de Abril de 2016. http://www.marcuse.org/herbert/pubs/60spubs/65repressivetolerance.htm
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