Tuesday, November 03, 2026

A vigilância biométrica e o futuro do totalitarismo


Yuval Noah Harari
é um historiador, filósofo e escritor judeu ateu, professor titular do Departamento de História da Universidade Hebraica de Jerusalém e autor de best-sellers internacionais.

Ele é amplamente conhecido por sua visão secular e materialista da história, abordando as religiões tradicionais sob uma perspectiva puramente antropológica e sociológica.

Em seu livro Sapiens, Harari argumenta que as religiões (assim como as leis, as nações e o dinheiro) são construções imaginadas e mitos compartilhados.

Harari é um participante assíduo e um dos palestrantes intelectuais mais influentes nas reuniões anuais do Fórum Econômico Mundial em Davos.  Harari não possui um cargo formal na ONU ou no desenvolvimento direto da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.  No entanto, seu trabalho acadêmico e suas teses filosóficas estão intrinsecamente conectados aos objetivos propostos pelo plano global.

Acompanhe a transcrição ao português do vídeo de Yuval Noah Harari:

“A COVID é fundamental porque é isto que convence as pessoas a aceitar, a legitimar, uma vigilância biométrica total.  Se queremos parar esta epidemia, precisamos não apenas monitorar as pessoas, precisamos monitorar o que está a acontecer sob a pele.

A temperatura corporal — por exemplo, entramos aqui e tivemos de passar por um teste de temperatura corporal.  Agora estão a usá-lo para ver se você tem o Coronavírus.  Mas exatamente a mesma tecnologia pode determinar o que você pensa sobre o governo.

Sabe, a raiva é um fenômeno biológico, assim como a doença, não é alguma coisa espiritual que está lá fora.  É um padrão biológico no seu corpo.  Com este tipo de vigilância, quer dizer, você vê o grande presidente, o grande líder, dar um discurso na televisão, a televisão pode estar a monitorizá-lo e a saber se você está zangado ou não, apenas analisando os sinais, os sinais biológicos vindos do seu corpo: você está zangado com o que ouve? Você está assustado? Está entediado?

Este é o tipo de poder que Stalin não tinha, sabe, quando Stalin dava um discurso, todo mundo, claro, batia palmas e sorria.  Ora, como é que você sabe o que eles realmente pensam sobre Stalin? É muito difícil. Você não pode ter um agente da KGB seguindo todo mundo o tempo todo, e mesmo que faça isso, ele está apenas observando o seu comportamento exterior, ele não sabe realmente o que está acontecendo na sua mente.

Mas em dez anos, os futuros Stalins do século XXI poderão estar monitorizando as mentes, os cérebros de toda a população o tempo todo, e também terão o poder computacional para analisar tudo isso.  Sabe, não é apenas ter um agente seguindo todo mundo o tempo todo.  O agente, nos dias de Stalin, escrevia um relatório em papel, e você tem esses milhões de relatórios em papel empilhando-se em Moscou; alguém precisa ler isso, analisar isso — isso é impossível.

Agora você não precisa de agentes humanos, não precisa de analistas humanos, você só tem muitos sensores e uma inteligência artificial que analisa isso, e pronto.  Você tem o pior regime totalitário da história.  E a COVID é importante porque a COVID legitima alguns dos passos cruciais, mesmo em países democráticos.”

Tuesday, October 27, 2026

O homem mais rico do Haiti

Este é o homem 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐫𝐢𝐜𝐨 do 𝐇𝐚𝐢𝐭𝐢, o país mais pobre do Ocidente, 𝐆𝐢𝐥𝐛𝐞𝐫𝐭 𝐁𝐢𝐠𝐢𝐨, um 𝐣𝐮𝐝𝐞𝐮.

Bigio controla a maior parte do comércio e das exportações de aço do país, e seu conglomerado empresarial 𝐝𝐨𝐦𝐢𝐧𝐚 𝐝𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐭𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐚 𝐝𝐨 𝐇𝐚𝐢𝐭𝐢.

Desde a década de 1980, esteve por trás da 𝐨𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚çã𝐨 𝐞 𝐝𝐨 𝐚𝐫𝐦𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐠𝐚𝐧𝐠𝐮𝐞𝐬 𝐞 𝐠𝐫𝐮𝐩𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚𝐦𝐢𝐥𝐢𝐭𝐚𝐫𝐞𝐬. Nos anos 90, os Estados Unidos o sancionaram por 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐫á𝐬 𝐝𝐨 𝐠𝐨𝐥𝐩𝐞 𝐝𝐞 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 contra o sacerdote salesiano e presidente haitiano Aristide. Em 2022, o Canadá lhe impôs sanções por 𝐚𝐫𝐦𝐚𝐫 𝐠𝐚𝐧𝐠𝐮𝐞𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐦𝐢𝐧𝐨𝐬𝐚𝐬, 𝐥𝐚𝐯𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐞 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨𝐬 𝐚𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐮𝐩çã𝐨.

Bigio é o 𝐜ô𝐧𝐬𝐮𝐥 𝐡𝐨𝐧𝐨𝐫á𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐨 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐈𝐬𝐫𝐚𝐞l em Porto Príncipe e sua casa serve como a única “𝐬𝐢𝐧𝐚𝐠𝐨𝐠𝐚” do país (na imagem, ele segura o único rolo da Torá existente no Haiti). Com o vazamento dos Papéis de Pandora (2021), revelou-se que Bigio comprou o Mercedes-Maybach de 𝐉𝐞𝐟𝐟𝐫𝐞𝐲 𝐄𝐩𝐬𝐭𝐞𝐢𝐧 em Paris e que 𝐩𝐨𝐬𝐬𝐮𝐢 𝐯á𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬-𝐟𝐚𝐧𝐭𝐚𝐬𝐦𝐚𝐬 no exterior para ocultar suas atividades.

𝐍𝐢𝐧𝐠𝐮é𝐦 𝐩𝐞𝐫𝐦𝐚𝐧𝐞𝐜𝐞𝐮 𝐧𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫 𝐧𝐨 𝐇𝐚𝐢𝐭𝐢 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐬 ú𝐥𝐭𝐢𝐦𝐚𝐬 𝐭𝐫ê𝐬 𝐝é𝐜𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐬𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐧𝐭𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨.

Há alguns dias, ele 𝐟𝐚𝐥𝐞𝐜𝐞𝐮 e foi sepultado em um cemitério judaico de Hollywood, na Flórida (ou seja, 𝐧𝐞𝐦 𝐬𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐫𝐚çã𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐯𝐚 𝐧𝐨 𝐇𝐚𝐢𝐭𝐢). Esperamos que o Haiti possa agora respirar e se reconstruir 𝐬𝐞𝐦 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐣𝐮𝐝𝐚𝐢𝐜𝐚.

Friday, October 23, 2026

A 𝐨𝐫𝐢𝐠𝐞𝐦 𝐣𝐮𝐝𝐚𝐢𝐜𝐚 comum às 𝐭𝐫ê𝐬 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐞𝐜𝐨𝐧ô𝐦𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐞 𝐩𝐨𝐥í𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 aparentemente distintas

 

“Toda a nossa ciência econômico-nacional, tanto a conservadora quanto a radical, tanto a de fundamento capitalista quanto a anarquista, é de 𝐨𝐫𝐢𝐠𝐞𝐦 𝐣𝐮𝐝𝐚𝐢𝐜𝐚. Essa afirmação também encontra sua comprovação nos ‘Protocolos’, por meio da prática dos fatos... 𝐎𝐬 𝐣𝐮𝐝𝐞𝐮𝐬 𝐬ã𝐨 𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐬𝐞𝐮𝐝𝐨𝐜𝐢ê𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐥𝐞𝐯𝐚𝐦 𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐬𝐬𝐚𝐬 𝐚 𝐬𝐨𝐧𝐡𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐨𝐛𝐣𝐞𝐭𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐞𝐜𝐨𝐧ô𝐦𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐢𝐧𝐚𝐭𝐢𝐧𝐠í𝐯𝐞𝐢𝐬, assim como os principais autores daquela literatura ‘popular’ que mantém as diversas classes sociais na 𝐢𝐥𝐮𝐬ã𝐨 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐬 ‘𝐭𝐞𝐨𝐫𝐢𝐚𝐬’ 𝐞𝐜𝐨𝐧ô𝐦𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐬ã𝐨 ‘𝐥𝐞𝐢𝐬’ 𝐞𝐜𝐨𝐧ô𝐦𝐢𝐜𝐚𝐬.” (Henry Ford, The International Jew, vol. I, caps. 8 e 9).

“𝐄𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐣𝐮𝐝𝐞𝐮𝐬 𝐧𝐚 𝐯𝐚𝐧𝐠𝐮𝐚𝐫𝐝𝐚 𝐝𝐨 𝐦𝐨𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐜𝐚𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐞 à 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐦𝐨𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐨𝐩𝐞𝐫á𝐫𝐢𝐨 𝐚𝐧𝐭𝐢𝐜𝐚𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 [socialismo/comunismo]. Encontramos judeus no mais alto escalão de organizações às quais falta a violência necessária a ambos esses partidos. Como é possível afirmar que possuem uma unidade comum de concepções, se representam ideias tão contraditórias? Essa unidade geral e a intenção única do plano tornam-se claramente evidentes pela tese de que 𝐡𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬 𝐝𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐧𝐝ê𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐨𝐩𝐢𝐧𝐢õ𝐞𝐬 𝐞𝐬𝐭ã𝐨 𝐬𝐞𝐫𝐯𝐢𝐧𝐝𝐨 à 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐚 𝐜𝐚𝐮𝐬𝐚... 𝐎 𝐜𝐚𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐞 𝐨 𝐛𝐨𝐥𝐜𝐡𝐞𝐯𝐢𝐬𝐭𝐚, 𝐨 𝐫𝐚𝐛𝐢𝐧𝐨 𝐞 𝐨 𝐝𝐞𝐦𝐚𝐠𝐨𝐠𝐨, 𝐨 𝐨𝐩𝐞𝐫á𝐫𝐢𝐨 𝐠𝐫𝐞𝐯𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐞 𝐨 𝐩𝐚𝐭𝐫ã𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐚 𝐠𝐫𝐞𝐯𝐞 é 𝐝𝐢𝐫𝐢𝐠𝐢𝐝𝐚: 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐬𝐞 𝐞𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚𝐦 𝐬𝐨𝐛 𝐚 𝐛𝐚𝐧𝐝𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐉𝐮𝐝á.” (Henry Ford, The International Jew, vols. I e II, caps. 15 e 20). 

Comunismo/Bolchevismo

“Para compreender claramente o 𝐛𝐨𝐥𝐜𝐡𝐞𝐯𝐢𝐬𝐦𝐨, não devemos perder de vista a 𝐞𝐱𝐭𝐫𝐚𝐨𝐫𝐝𝐢𝐧á𝐫𝐢𝐚 𝐦𝐢𝐬𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐚𝐫𝐚𝐜𝐭𝐞𝐫𝐢𝐳𝐚 𝐚 𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐝𝐚𝐢𝐜𝐚: de um lado, um 𝐢𝐝𝐞𝐚𝐥𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐦𝐞𝐬𝐬𝐢â𝐧𝐢𝐜𝐨 𝐞 𝐟𝐚𝐧á𝐭𝐢𝐜𝐨, que 𝐩𝐫𝐞𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐫𝐢𝐠𝐢𝐫 𝐚 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐢𝐦𝐩𝐨𝐧𝐝𝐨-𝐥𝐡𝐞 𝐚𝐬 𝐢𝐝𝐞𝐢𝐚𝐬 𝐣𝐮𝐝𝐚𝐢𝐜𝐚𝐬; de outro, um 𝐬𝐞𝐧𝐬𝐨 𝐩𝐫á𝐭𝐢𝐜𝐨, 𝐞𝐱𝐭𝐫𝐞𝐦𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐩𝐫𝐮𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐦𝐚𝐭𝐞𝐫𝐢𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚. Ao primeiro devemos o socialismo internacional; ao segundo, nossa atual civilização econômica, na qual o ouro é rei [capitalismo]. O fanatismo explica o bolchevismo; 𝐨 𝐬𝐞𝐧𝐬𝐨 𝐩𝐫á𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨𝐬 𝐧𝐞𝐠ó𝐜𝐢𝐨𝐬 𝐞𝐱𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐩𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐚𝐥𝐭𝐚 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐧ç𝐚 𝐣𝐮𝐝𝐚𝐢𝐜𝐚 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐨𝐮 𝐨 𝐛𝐨𝐥𝐜𝐡𝐞𝐯𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐩𝐨𝐫 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐫𝐚𝐜𝐢𝐚𝐥; pois 𝐨 𝐨𝐛𝐣𝐞𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐯𝐢𝐬𝐚𝐝𝐨 — 𝐚 𝐝𝐨𝐦𝐢𝐧𝐚çã𝐨 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨 — é 𝐨 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐦𝐛𝐨𝐬; o socialismo representa o lado espiritual, e a alta finança, o lado material.” (Léon de Poncins, The Secret Powers Behind Revolution, Parte II: Judaísmo, pp. 140–141).

Escola de Frankfurt (Marxismo Cultural)

“Em 1923, 𝐮𝐦 𝐠𝐫𝐮𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐝𝐞𝐮𝐬 𝐟𝐫𝐞𝐮𝐝𝐨-𝐦𝐚𝐫𝐱𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐟𝐮𝐧𝐝𝐨𝐮 𝐨 𝐈𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐞𝐬𝐪𝐮𝐢𝐬𝐚 𝐒𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐞𝐦 𝐅𝐫𝐚𝐧𝐤𝐟𝐮𝐫𝐭, 𝐀𝐥𝐞𝐦𝐚𝐧𝐡𝐚. Uma década depois, quando Hitler chegou ao poder, o Instituto foi fechado e eles foram obrigados a deixar a Alemanha. Vieram para os Estados Unidos e retomaram seus trabalhos na Universidade Columbia, em Nova York, onde se tornaram conhecidos como a ‘Escola de Frankfurt’. A 𝐓𝐞𝐨𝐫𝐢𝐚 𝐂𝐫í𝐭𝐢𝐜𝐚 é, em essência, um 𝐚𝐭𝐚𝐪𝐮𝐞 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐥𝐞𝐜𝐭𝐮𝐚𝐥 𝐣𝐮𝐝𝐚𝐢𝐜𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚 𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐨𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥 [𝐥𝐞𝐢𝐚-𝐬𝐞: 𝐂𝐑𝐈𝐒𝐓Ã𝐎], 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨 𝐬𝐨𝐛 𝐨 𝐝𝐢𝐬𝐟𝐚𝐫𝐜𝐞 𝐝𝐞 𝐮𝐦 𝐢𝐝𝐞𝐚𝐥𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐝𝐞 𝐞𝐥𝐞𝐯𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜í𝐩𝐢𝐨𝐬. Ela procura 𝐝𝐞𝐫𝐫𝐮𝐛𝐚𝐫, 𝐜𝐫𝐢𝐭𝐢𝐜𝐚𝐫 𝐞 ‘𝐝𝐞𝐬𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢𝐫’ 𝐭𝐨𝐝𝐚 𝐚 𝐜𝐢𝐯𝐢𝐥𝐢𝐳𝐚çã𝐨 𝐞 𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐨𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐚𝐢𝐬 [CRISTÃOS], pretendendo demonstrar que estas são inerente e historicamente 𝐫𝐚𝐜𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬, 𝐦𝐢𝐬ó𝐠𝐢𝐧𝐚𝐬, 𝐚𝐧𝐭𝐢𝐬𝐬𝐞𝐦𝐢𝐭𝐚𝐬, 𝐡𝐨𝐦𝐨𝐟ó𝐛𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐞𝐭𝐜.” (Merchants of Sin, Parte V: Psicanálise, Sexologia, a Escola de Frankfurt e a Nova Esquerda, pp. 210–211).

“Em determinado momento, 𝐨𝐬 𝐫𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮𝐜𝐢𝐨𝐧á𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐣𝐮𝐝𝐞𝐮𝐬 𝐝𝐚 𝐠𝐞𝐫𝐚çã𝐨 𝐛𝐚𝐛𝐲 𝐛𝐨𝐨𝐦𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐝𝐞𝐟𝐢𝐧𝐢𝐫𝐚𝐦 𝐚 𝐫𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮çã𝐨 [abandonando o método insurrecional clássico e apostando na ocupação das classes falantes e na guerra cultural, preterindo o marxismo ''ortodoxo'' pelo ''heterodoxo'']. 𝐃𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬, 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐚𝐯𝐚𝐦 𝐚 𝐫𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮çã𝐨 𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐧𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭õ𝐞𝐬 𝐞𝐜𝐨𝐧ô𝐦𝐢𝐜𝐚𝐬, 𝐨𝐬 𝐫𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮𝐜𝐢𝐨𝐧á𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐣𝐮𝐝𝐞𝐮𝐬 𝐝𝐚 𝐠𝐞𝐫𝐚çã𝐨 𝐛𝐚𝐛𝐲 𝐛𝐨𝐨𝐦𝐞𝐫 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐚𝐯𝐚𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭õ𝐞𝐬 𝐞𝐬𝐬𝐞𝐧𝐜𝐢𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐝𝐞 𝐧𝐚𝐭𝐮𝐫𝐞𝐳𝐚 𝐬𝐞𝐱𝐮𝐚𝐥. Assim como Richard Pacheco, tomaram Wilhelm Reich como seu guia, em vez de Trotsky ou Lenin... Hartley ‘descende ideologicamente do filósofo marxista judeu Herbert Marcuse [que fez o ''casamento'' entre Marx e Freud], que profetizou que 𝐮𝐦𝐚 𝐮𝐭𝐨𝐩𝐢𝐚 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐥𝐢𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐨𝐬 𝐢𝐧𝐝𝐢𝐯í𝐝𝐮𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐥𝐜𝐚𝐧ç𝐚𝐫 𝐚 𝐬𝐚𝐭𝐢𝐬𝐟𝐚çã𝐨 𝐬𝐞𝐱𝐮𝐚𝐥.’” (E. Michael Jones, The Jewish Revolutionary Spirit, cap. 18, pp. 1030–1031).

Escola Austríaca e Liberalismo

“Parece digno de nota que tenha sido um 𝐛𝐚𝐧𝐪𝐮𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐣𝐮𝐝𝐞𝐮 𝐢𝐧𝐠𝐥ê𝐬, o conhecido economista David Ricardo, ele próprio 𝐟𝐢𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦 𝐛𝐚𝐧𝐪𝐮𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐣𝐮𝐝𝐞𝐮 𝐡𝐨𝐥𝐚𝐧𝐝ê𝐬 que emigrou para Londres no final do século XVIII, o 𝐢𝐧𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨𝐫 𝐞 𝐭𝐞ó𝐫𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐩çã𝐨 𝐩𝐮𝐫𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐜𝐨𝐧ô𝐦𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨, 𝐪𝐮𝐞 𝐡𝐨𝐣𝐞 𝐠𝐨𝐯𝐞𝐫𝐧𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐬𝐞 𝐩𝐨𝐫 𝐭𝐨𝐝𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞. O mercantilismo político contemporâneo — os n𝐞𝐠ó𝐜𝐢𝐨𝐬 𝐚𝐜𝐢𝐦𝐚 𝐝𝐞 𝐭𝐮𝐝𝐨, os negócios considerados como o objetivo supremo do esforço humano — deriva diretamente de Ricardo.” (Léon de Poncins, Judaism and the Vatican, cap. V, p. 75; Georges Batault, Le problème juif, p. 40).

“Esses hábeis ‘negociantes’, entrincheirados no ‘liberalismo político’, desenvolveram o ramo do ‘𝐥𝐢𝐛𝐞𝐫𝐚𝐥𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐞𝐜𝐨𝐧ô𝐦𝐢𝐜𝐨’ e 𝐩𝐫𝐞𝐭𝐞𝐧𝐝𝐢𝐚𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐚 𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐚 𝐯𝐞𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐚 𝐦𝐨𝐫𝐚𝐥, 𝐧𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐢𝐭𝐚𝐫𝐢𝐬𝐦𝐨, 𝐧𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐦 𝐚𝐬 𝐥𝐞𝐢𝐬 𝐬𝐮𝐩𝐞𝐫𝐢𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐚𝐨𝐬 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐦𝐚𝐭𝐞𝐫𝐢𝐚𝐢𝐬. Segundo eles, a economia era uma ciência extremamente complicada, com suas próprias leis, incompreensíveis para quase todos os seres humanos (com exceção dos judeus). Essa etapa pode ser chamada de 𝐩𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐨𝐫𝐢𝐠𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐜𝐚𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐦𝐨𝐝𝐞𝐫𝐧𝐨.” (Leo Ferraro, El Último Protocolo, cap. III: Judaísmo e Capitalismo, p. 121).

Thursday, October 15, 2026

Os Kaifeng



 

Os líderes do Partido Comunista Chinês NÃO são chineses puros, SÃO JUDEUS-CHINOS do grupo étnico Kaifeng, razão pela qual tratam o seu povo de acordo com o Modelo de Escravidão que querem implementar globalmente.

Wednesday, October 14, 2026

O pretenso direito dos judeus à Terra Santa

 

A única reivindicação que os judeus têm sobre a Palestina é a de que a Torá (escrita há aproximadamente 3.500 anos) lhes concede um direito divino perpétuo sobre essa terra.  Isto não tem validade perante qualquer tribunal de justiça.  A religião é uma questão de fé, não uma matéria de legislação imobiliária.

Esta antiga aliança foi estabelecida com os antigos israelitas, e não com os judeus israelitas modernos.  Os antigos israelitas eram descendentes directos de Abraão e dos patriarcas e viviam sob uma monarquia teocrática.  O Estado moderno de Israel é uma pseudodemocracia secular; não tem qualquer relação com os antigos israelitas.

Este antigo pacto era condicional, nunca incondicional.  A condição estabelecida era o cumprimento fiel da Lei de Moisés.  Toda a história do antigo Israel, tal como foi registada pelos santos profetas no Tanakh (Antigo Testamento), foi uma história de incumprimento contínuo dos termos do pacto. Deus deu ao antigo Israel uma «carta de divórcio» (Jeremias 3:8).

No entanto, devido à fidelidade de Deus para com os patriarcas, Ele estabeleceu uma Nova Aliança, desta vez incondicional: não baseada nas obras da Lei, mas na fé no Messias, o Filho de Deus.  O seu nome é Jesus de Nazaré, o filho que nasceu da virgem Miriam (Maria).  Ele é, como escreve São Paulo aos Romanos, «o fim da Lei» (Romanos 10:4).

Assim, a Antiga Aliança é anulada, e a Nova é estabelecida com base em promessas melhores (Hebreus 7:18 e 8:6).

Então, terão os judeus modernos direito à Palestina nos dias de hoje?

Legalmente? Não.

Etnicamente? Não.

Teologicamente? Não.

Ora, poderão os judeus mudar-se para lá e comprar legalmente terras aos legítimos proprietários na Palestina, sem violência nem coacção? Sim, evidentemente, tal como qualquer outra pessoa.

Mas não é isso que tem acontecido ao longo das últimas oito décadas. Pelo contrário, o Estado moderno de Israel assenta na deslocação étnica em massa, na apropriação de terras em larga escala e na eliminação dos ocupantes legítimos dessas terras: os palestinianos.

Com base nisto, terá o moderno Estado judeu direito a existir? Não, de modo algum. É uma fraude e uma injustiça em grande escala. Para que a paz regresse ao Médio Oriente e, de forma mais ampla, ao mundo, este Estado genocida tem de deixar de existir.

Por último: os palestinianos são as antigas populações do Levante que nunca partiram: judeus da Judeia convertidos ao cristianismo e, mais tarde, ao islão.

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