Saturday, August 04, 2007

O Documento Landman

Um excerto de Segredos de Estado de Count Leon de Poncins

É possível, e até concebível que os Judeus, pelo completo peso de sua influência apenas, pudessem desatar uma guerra mundial? É provavelmente inacreditável, todavia isso é exatamente o que aconteceu três vezes no curso da última metade do século, em 1900, com a guerra Transvaal, em 1917, com a entrada dos americanos na guerra no lado dos Aliados, e, em 1939, com o início da Segunda Guerra Mundial.

Nesse capítulo eu estou simplesmente para tratar do caso da entrada dos EUA na Primeira Guerra Mundial em 1917 no lado dos Aliados, e eu mostrarei que essa alegação é baseada em prova sólida.

Vamos brevemente lembrar os fatos. Em 1917, a aliança anglo-francesa estava em uma posição difícil e em perigo de perder a guerra contra a Alemanha Imperial. Esta última, cujas mãos tinham ficado livres do fronte russo pela Revolução Bolchevique de 1917, estava para arremessar toda sua força contra o fronte ocidental, que estava em perigo de ser destruído completamente pela violência de seu ataque. Os Aliados precisavam urgentemente da ajuda Americana.

Os Estados Unidos não hesitaram em entrar na guerra no lado dos Aliados. O pretexto oficial invocado em favor desse movimento foi o afundamento do navio inglês, Lusitania, por um submarino Alemão, que resultou na morte de um certo número de passageiros Americanos.

Mas as negociações e pressões que produziram essa situação são o assunto desse capítulo, porque os fatos que nós estamos para relatar são virtualmente desconhecidos ao público.

Em 1929, um escritor Polonês, E. Malynski, publicou um livro revelando os fatos desconhecidos por detrás desses eventos históricos intitulado La Démocratie victorieuse, uma obra que foi subseqüentemente demonstrada ser completamente profética.

Baseando seu argumento em um profundo conhecimento de política internacional e sobre uma dedução lógica dos fatos, Malynski concluiu que a entrada da América na guerra no lado dos Aliados foi devido à influência Judaica.

‘Se não havido o assunto Lusitania, os gases asfixiantes ou as tramas dos embaixadores da Alemanha e da Áustria em território Americano, em que eles certamente não foram os únicos, outros caminhos teriam sido encontrados para atingir os mesmos resultados. Nenhuma provocação teria sido tão severa para obtê-los, posto que a democracia estava em perigo e precisava urgentemente da intervenção Americana para vir ao seu socorro.

‘A Democracia estava em perigo, e esse é o ponto mais importante e realmente o pivô de toda história contemporânea. O resto são somente frases vazias em significado, alimento que é atirado às bestas que estão sendo levadas ao abate.

‘A aparente espontaneidade de seu entusiasmo pela guerra, que chocou o povo Americano, não deveria surpreender aqueles que conhecem a América, ou que viviam ali por alguns anos antes de 1914. Porque naquele tempo milhares e milhares de não-Judeus, que foram todavia intoxicados por uma campanha publicitária custosa e engenhosa, pediram em voz alta que as relações diplomáticas e comerciais devessem ser quebradas com o governo do Czar – uma medida que prejudicaria gravemente os investimentos Americanos – pois a única razão era que um pequeno miserável e obscuro Judeuzinho, que era completamente desconhecido em sua própria cidade, mas cuja ubiqüidade internacional havia organizado sua defesa, foi trazido diante de uma corte de julgamento e júri regular de uma cidade provincial no Império Russo em uma acusação, se de forma justa ou não, de cometer assassinato ritual.

‘Em ambas ocasiões, o resultado foi exatamente o mesmo: a nação que sobre todas as outras reclama ser livre e em controle soberano de seu próprio destino tomou uma completa lavagem cerebral.

‘Em 1914 qualquer Americano teria rido por desdenhar da idéia que em três anos ele estaria lutando e sofrendo na França para o propósito dos negócios que não tinham qualquer conexão com aqueles de seu próprio país.

‘E ainda, quando chegou 1917, o mesmo homem alistou-se entusiasticamente. Todo soldado que nós sucedemos entrevistar e questionamos sobre seus motivos pessoais para lutarem, invariavelmente respondeu: 'nós estamos lutando pela democracia'. Eles estavam um passo a frente de seus camaradas de outras nações, que marcharam pelos propósitos de seu próprio país.

‘É somente quando nós percebemos que a França foi invadida por centenas de milhares de habitantes de Massachusetts, Pennsylvania, Florida, Illinois, Wyoming, California, Louisiana, e subseqüentemente de Ontario, Manitoba, Rhodesia e New South Wales, cujo único motivo possível foi precipitar-se pelo triunfo da democracia, que nós começamos a entender algo sobre o poder de Israel. O poder para provocar toda uma nação de indivíduos resistentes, egoístas e utilitários e persuadi-los que seu maior privilégio é preparar e os induziu ao assassinato nos mais remotos confins da terra, sem qualquer esperança de ganhar para si ou seus filhos e quase sem sua compreensão pelo quê eles estão lutando, ou por quê, é um simplesmente incrível fenômeno que torna alguém amedrontado quando se chega a pensar a respeito.’ (E. Malynski: La Démocratie victorieuse)

Eu lembro muito bem de mostrar esse livro ao diretor de um grande jornal de Londres, e pedir-lhe a opinião sobre isso. Ele disse que a opinião britânica nunca aceitaria isso, e ele não me ocultou o fato que ele pensava que o autor estava sofrendo de uma forma de mania.

Porém, em março de 1936, um Judeu Sionista chamado Samuel Landman publicou uma obra chamada Grã Bretanha, Os Judeus e a Palestina sob os auspícios da Associação Sionista, que negocia com o Sionismo a entrada dos Estados Unidos na guerra. Como o prefácio do livro expressa claramente, o autor é um muito bem conhecido Inglês Sionista. Ele foi o secretário honorário do Conselho Sionista do Reino Unido em 1912, editor do Sionista de 1913 à 1914, e autor de várias publicações Sionistas que vieram à tona durante a guerra. De 1917 à 1922, ele foi o advogado e secretário da organização Sionista, e posteriormente se tornou seu consultor legal. Como um documento Judeu, portanto, pode ser considerado carregar peso oficial.

A obra de Landman contém uma confirmação comovente da tese de Malynski. Desnecessário dizer, ele não revela tudo, mas o que ele expressa revela um número de horizontes embasbacantes, porque ele prova em detalhe que são os Judeus, postos em movimento, como eles mesmos admitem, pelos seus próprios interesses e posses exclusivamente Judaicos, que lançaram a América na guerra mundial. A passagem que se segue é tomada sem abreviação das páginas abertas da Grã-Bretanha de Landman, Os Judeus e a Palestina:

‘Como a Declaração Balfour originou-se no Gabinete de Guerra, foi consumada no Gabinete do Exterior e está sendo implementada no Gabinete Colonial, conforme alguns daqueles responsáveis por isso morreram ou se aposentaram desde suas migrações de Departamento para Departamento, há necessariamente alguma confusão ou mau entendimento sobre a razão de ser e importância aos partidos primariamente concernidos. Parecia, portanto, oportuno recapitular brevemente as circunstâncias, a história secreta e os incidentes que finalmente levaram ao Mandato Britânico da Palestina.

‘Aqueles que assistiram ao nascimento da Declaração Balfour foram poucos em número. Isso torna importante transformar em socorro próprio os serviços de alguém que, devido acima de tudo a sua modéstia, tem até aqui permanecido no background. Seus serviços, porém, deverão tomar seu próprio lugar na posição de frente ao lado daqueles britânicos de visão cujos serviços são mais amplamente conhecidos, incluindo o último Sir Mark Sykes, o Rt. Hon. W. Ormsby Gore, o Rt. Hon. Sir Ronald Graham, General Sir George Macdonagh e Sr. G. H. Fitzmaurice.

‘Nos anos mais breves da Guerra, grandes esforços foram feitos por Líderes Sionistas, Dr. Weizmann e Sr. Sokolow, principalmente através do falecido Sr. C. P. Scott do Manchester Guardian, e Sir Herbert Samuel, para induzir o Gabinete a desposar a causa do Sionismo.

‘Esses esforços foram, porém, sem proveito. Em verdade, Sir Herbert Samuel declarou publicamente que não teve qualquer parte na iniciação das negociações que levaram à Declaração de Balfour. (Inglaterra e Palestina, uma palestra dada por Sir Herbert Samuel e publicada pela Sociedade História Judaica, Fevereiro de 1936.) O real iniciador foi Sr. James A. Malcolm e a seguir é uma breve descrição das circunstâncias em que as negociações tomaram lugar.

‘Durante os dias críticos de 1916 e da iminente deserção da Rússia, a Judiaria como um todo ficou contra o regime Czarista e desejava que a Alemanha, se vitoriosa, lhes desse em certas circunstâncias a Palestina. Várias tentativas de trazer a América na Guerra ao lado dos Aliados influenciando a influente opinião Judaica foram feitas e falharam. Sr. James A. Malcolm, que já estava ciente dos esforços pré-guerra da Alemanha para assegurar um apoio para os pés na Palestina através dos Judeus Sionistas e das inúteis diligências Anglo-Francesas em Washington e Nova York; e sabia que o Sr. Woodrow Wilson, por boas e suficientes razões, sempre amarrou a maior possível importância ao aviso de um muito proeminente Sionista (Sr. Justice Brandeis, da Suprema Corte dos EUA); e estava in close touch com o Sr. Greenberg, Editor do Jewish Chronicle (Londres); e sabia que vários importantes líderes Sionistas Judaicos já haviam gravitado para Londres esperando os eventos; e apreciado e percebido a profundidade e força das aspirações Judaicas nacionais; espontaneamente tomou a iniciativa de convencer primeiro de tudo Sir Mark Sykes, Sub-Secretário do Gabinete de Guerra, e mais tarde M. Georges Picot, da Embaixada Francesa em Londres, e M. Goût do Quai d'Orsay (Seção Leste), que o melhor e talvez único caminho (que assim se provou) a induzir o Presidente Americano a entrar na Guerra era assegurar a cooperação dos Judeus Sionistas em prometer-lhes a Palestina, e assim listar e mobilizar as até aqui insuspeitamente poderosas forças dos Judeus Sionistas na América e em outros lugares em favor dos Aliados em um contrato base quid pro quo. Assim, conforme será visto, os Sionistas, tendo cumprido sua parte, e grandemente ajudado a trazer a América ao interior, a Declaração Balfour de 1917 estava para confirmar-se publicamente do necessariamente secreto acordo de 'cavalheiros' de 1916, feito com o conhecimento prévio, aquiescência e/ou aprovação dos Árabes e dos Governos da Grã-Bretanha, Americano, Francês e outros Aliados, e não simplesmente um gesto voluntário altruístico e romântico da parte da Grã-Bretanha como certas pessoas seja através de suposição de ignorância perdoável ou imperdoável má vontade representariam ou mal representariam.

‘Sir Mark Sykes era Sub-Secretário do Gabinete de Guerra especialmente preocupado com os assuntos do Oriente Próximo, e, embora naquele tempo quase que não conhecia o movimento Sionista, e inconsciente da existência de seus líderes, teve o talento de responder aos argumentos sugeridos pelo Sr. Malcolm conforme a força e importância desse movimento na Judiaria, a despeito do fato que muitos Judeus ricos e importantes internacionalmente ou semi-assimilados na Europa e América eram abertamente opostos ou tacitamente opostos a ele (movimento Sionista) ou timidamente indiferentes. MM. Picot e Goût eram da mesma forma receptivos.

‘Uma descrição interessante das negociações levadas adiante em Londres e Paris, e desenvolvimentos subseqüentes, já apareceu na imprensa Judaica e não precisa ser repetida aqui em detalhe, exceto para lembrar que imediatamente depois do acordo de 'cavalheiros' entre Sir Mark Sykes, autorizado pelo Gabinete de Guerra, e os líderes Sionistas, aparelhos de telégrafos através do Gabinete de Guerra, Secretaria de Assuntos Exteriores e Embaixadas Britânica, Legações etc., foram dadas aos últimos para comunicar as notícias alegres a seus amigos e organizações na América e outros lugares, e a mudança na opinião oficial e pública conforme refletida na imprensa Americana em favor de reunir os Aliados na Guerra, foi tão gratificante quanto surpreendentemente rápida.

‘A Declaração Balfour, nas palavras Prof. H. M. V. Temperley, foi um "contrato definido entre o Governo Britânico e a Judiaria" (History of the Peace Conference in Paris, vol. 6, p. 173). A principal consideração dada pelo povo Judeu (representado naquele tempo pelos líderes da Organização Sionista) foi sua colaboração em levar o Presidente Wilson a ajudar os Aliados. Demais a mais, oficialmente interpretado no tempo pelo Lord Robert Cecil como 'Judéia para os Judeus' no mesmo sentido que 'Arábia para os Árabes', a Declaração causou um tremor por todo o mundo. O Tratado anterior Sykes-Picot de 1916, de acordo com o qual o Norte da Palestina era pra ser politicamente apartado e incluído na Síria (esfera Francesa), foi subseqüentemente, no caso dos líderes Sionistas, emendado (pela Convenção Franco-Britânica de Dezembro de 1920, Cmd. 1195) de forma que o Lar Nacional Judeu compreendesse toda a Palestina de acordo com a promessa anteriormente feita a eles pelos seus serviços pela Grã-Bretanha, Aliados e Governos Americanos, e para dar total cumprimento à Declaração de Balfour, os termos que haviam sido arranjados e conhecidos por todos os Aliados e beligerantes associados, incluindo Árabes, antes que eles fossem tornados públicos.

‘Na Alemanha, o valor da barganha aos Aliados, aparentemente, foi pontualmente e cuidadosamente anotado. Em seu Through Thirty Years, Sr. Wickham Steed, em um capítulo apreciativo do valor do apoio Sionista na América e em outros lugares à causa Aliada, diz que General Ludendorff é alegado ter dito depois da Guerra que: "A Declaração Balfour foi a coisa mais esperta feita pelos Aliados como meio de propaganda, e que ele desejou que a Alemanha tivesse pensado nisso primeiro" (vol. 2, p. 392). Como uma matéria do fato, isso foi dito por Ludendorff a Sir Alfred Mond (posteriormente Lord Melchett) logo após a Guerra. O fato que foi a ajuda Judaica que levou os EUA à Guerra do lado dos Aliados causou amargura desde então na Alemanha – especialmente mentes Nazistas – e contribuiu em não pequena medida para a importância que o anti-Semitismo ocupasse no programa Nazista.’ (S. Landman: Great Britain, The Jews and Palestine, pp. 3-6)

Deveria ser óbvio que esse é um documento de importância capital, e apesar disso a imprensa manteve-se absolutamente silenciosa a respeito disso, e permaneceu virtualmente desconhecido.

A fim de entender totalmente o significado e importância dessa confissão, vamos resumir brevemente os fatos que levaram a sua publicação.

Em 1917, os Aliados estavam em perigo e precisavam desesperadamente da ajuda Americana, mas todos os esforços para levar os Estados Unidos à guerra em seu lado falharam. Foi então que a Inglaterra iniciou negociações secretas com os Sionistas Americanos. Os últimos propuseram um acordo: "Se vocês prometerem entregar a Palestina pra nós caso vocês sejam vitoriosos, nós garantiremos a entrada da América na guerra ao seu lado." Se a América foi levada à guerra, parecia quase certo que a Alemanha seria incapaz de resistir à força da coalizão resultante.

O acordo foi concluído, e os Sionistas Americanos realizaram sua parte da barganha, e levaram os EUA à guerra, e pela celebrada Declaração de Balfour, o Governo Britânico fez da Palestina um lar nacional para os Judeus.

Até esse momento, tudo parecia satisfatório. Ambos os lados realizaram seus compromissos. Porém, a Inglaterra, em sua agonia, não anteviu as conseqüências dessa decisão. Os Árabes não haviam sido consultados no curso dessas negociações, e logo se tornou aparente que enquanto um partido no Governo Britânico estava prometendo a Palestina aos Judeus, um outro ramo do mesmo Governo estava prometendo a mesma terra aos Árabes através da ação intermediária de Lawrence da Arábia.

Essas duas promessas foram manifestamente inconsistentes, e se a Inglaterra de um lado estava obrigada a acomodar os Judeus, de outro ela tinha importantes interesses nos países árabes do Oriente Próximo. Os Judeus tinham uma vantagem capital. Eles eram localizados tanto em Londres quanto em Nova Iorque, enquanto os Árabes estavam em um longa distância do epicentro.

Primeiramente, o Governo Britânico representou a carta Judaica até a totalidade, e esforçou-se para manter um balanço precário entre os Judeus e os Árabes. Naquele tempo da Declaração de Balfour, os Judeus haviam prometido que não infringiriam os direitos da população Árabe, mas todo o mundo sabia que era uma tarefa impossível, e uma que os Judeus não tinham qualquer intenção quais fossem de respeitar.

Assim, para começar, o Governo Britânico era favorável em se estabelecer uma comunidade Judaica que seria construída pela imigração, mas confrontos com os Árabes rapidamente se tornaram agravados. A ascensão de Hitler ao poder, e sua posição anti-Judaica, trouxe assuntos ao ponto de ebulição. Os Britânicos tentaram acalmar os Judeus, e reduzir a imigração de Judeus internacionais à Palestina. Mas qual é a razão com dos Judeus quando eles estão paralisados por seu fervor messiânico? O influxo de estrangeiros Judeus levou os Árabes a fugirem de um país que eles podiam legitimamente considerar como próprio, posto que eles moravam ali por séculos, e eles se acumularam em campos de refugiados em que viviam uma vida miserável e sem esperança. Massacres, tais como em Deir Yassin, provocaram um êxodo geral, e centenas de milhares mais fugiram desses campos. Os Estados Árabes, por seu turno, nada fizeram para melhorar a condição desses refugiados infelizes, e conseqüentemente a situação se tornou mais e mais explosiva para os Ingleses, que foram confrontados com uma rebelião Judaica armada e apoiada por organizações secretas como a Irgoun e o grupo Stern. A Palestina estava virtualmente em um estado de guerra com os Britânicos.

Foi sob essas condições que os Sionistas Anglo-Americanos publicaram um aviso ameaçador ao Governo Britânico por meio do documento Landman. Endereçado ao Governo Britânico como se eles estivessem falando de igual pra igual, diziam em efeito:

"Vocês esqueceram que vocês nos não concederam a Palestina como um presente não solicitado (Declaração Balfour). Foi transferida como resultado de uma barganha secreta concluída entre nós mesmos. Nós observamos escrupulosamente nossa parte em levar a América à guerra em seu lado. Nós apelamos para vocês cumprirem suas obrigações em retorno. Vocês estão cientes de nosso poder nos Estados Unidos: cuidem-se de não atrair a hostilidade de Israel, senão vocês se depararão com graves dificuldades internacionais."

A publicação de um tal sério, revelador e comprometedor documento foi brutamente imprudente, mas foi também um risco calculado. Diante da terrível ameaça de Hitler, os Judeus foram obrigados a correr riscos, mas por outro lado eles estavam certos de si mesmos e de seu poder sobre a imprensa nos países democráticos. O documento havia sido publicado a fim de efetuar a apropriada extorsão do Governo Britânico, mas era essencial que de forma alguma devesse vir ao conhecimento do público geral. Conseqüentemente, a imprensa no mundo Ocidental manteve o silêncio, e o público permaneceu em total ignorância de sua existência. Se houvesse sido publicado livremente, poderia bem haver uma violenta sublevação quando foi descoberto que os Governos Britânico e Americano estavam agindo sob as ordens de Israel. A preparação da guerra contra Hitler teria sido impedida de forma singular. Uma coisa é lutar pela defesa do próprio país. Lutar por Israel é um outro, muito menos inspirador prospecto.

Em conclusão, o documento Landman demonstra que os Judeus são capazes de exercer uma influência considerável sobre a opinião pública e o Governo Americano, e de levar os EUA à guerra. É um caso bem definido de minoria bem organizada orientando a opinião pública e manipulando-a em seu próprio gosto. Os próprios Sionistas ficaram surpresos com a facilidade e rapidez com que eles sucederam em subverter a opinião Americana. Também mostra que a influência mundial das organizações Judaicas vis-à-vis a governos nacionais é um fator considerável, posto que aquelas eram capazes de discutir assuntos de igual pra igual com o Governo do Império Britânico, e finalmente concluir um acordo com este último em uma base recíproca.

Assim, a história secreta da entrada da América na guerra em 1917 do lado dos Aliados é revelada como a história secreta de um lar nacional Judeu na Palestina – e ambos eventos não podem ser contestados, são da mais alta importância se alguém quer entender a evolução do mundo moderno.

Finalmente, é uma medida do valor da imprensa, que é suposta ser uma fonte de informação objetiva, e que é tão ávida por notícias sensacionais, que por trinta anos têm mantido uma total escuridão em um documento de absolutamente importância capital, de forma que não tantas insinuações caluniosas sobre sua existência tivessem sido feitas em numerosas histórias da Primeira Guerra Mundial.

Sem dúvida, olhando pra trás, nós podemos ter razão em agradecer aos Judeus por empurrar a América à guerra em nosso lado em 1917, mas em 1917 foi simplesmente fortuito que seus interesses coincidissem com aqueles dos Aliados. Hoje, em 1975, não é tão confortante aprender que a política externa da América esteja nas mãos de um Judeu Sionista de origem germânica, Dr. Henry Kissinger, o homem que foi o primeiro de todos os conselheiros particulares do Presidente Nixon, e que foi depois promovido a Secretário de Estado.

Count Leon de Poncins, State Secrets, 1977, pp. 9-17

2 comments:

  1. martinsreis@ibest.com.br7:23 PM

    O conteúdo desse blog é muito bom, apesar de ser de posição sedevacantista. Gostaria de saber mais sobre o autor do blog.. Continue!!

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  2. https://www.youtube.com/watch?v=UtppTD7yW9A&t=0s em 02:57

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