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Sunday, March 10, 2013

As doutrinas cabalísticas de João Paulo II

“Se para o cristianismo a Encarnação se cumpre num só homem, para a Cabala esta existe no fato e para o fato da inteira criação, e isso foi assumido nos escritos de João Paulo II.

Redemptor hominis (1979): ‘Com cada um Cristo se uniu para sempre [...]; desde que foi concebido sob o coração de sua mãe’ (n. 13); ‘cada homem, sem exceção, [...] mesmo quando disso não se acha consciente’ (n. 14)

Dominum et vivificantem (1986): ‘A Encarnação de Deus-Filho significa que foi assumida à unidade com Deus não apenas a natureza humana, mas também, nesta, em certo sentido, tudo o que é «carne»: toda humanidade, todo mundo visível e material.  A Encarnação, por conseguinte, em também um significado cósmico, uma dimensão cósmica.  O «gerado antes de toda criatura», ao encarnar-se na humanidade individual de Cristo, une-se, de algum modo, com toda a realidade do homem, que também é «carne», e nela, com toda a «carne», com toda a criação’ (n. 50); ‘não só está próximo deste mundo, mas está nele e, em certo sentido lhe é imanente, compenetra-o e vivifica-o por dentro.  Isto é válido, em especial, quanto ao homem: Deus está no íntimo do seu ser, como pensamento, consciência e coração’.  Deus é imanente ao mundo e o vivifica desde dentro. 

Uma profissão de fé de teor panteísta que, ferindo a presença do Verbo encarnado, evoca o sinal da Grande Apostasia predita por São Paulo.  A Igreja Conciliar, que ocupou o lugar da Igreja Católica, nesta ótica, repetidamente declarou «irreversível» a missão de ensinar a religião noaquita aos povos da terra para levá-los à união mundial; uma fraude inaudita, que consubstanciou o mais pérfido delito histórico.

(Arai Daniele, Segredo de Fátima ou Perfídia em Roma?, Editora Promissio, pp. 151-152)

Thursday, March 08, 2012

A Participação dos Judeus na Reforma Protestante

E. Michael Jones

Os Judeus promoveram a causa reformista imprimindo bíblias protestantes baseadas em traduções não-aprovadas e errôneas e providenciando seu transporte clandestino por toda a Europa. Os Judeus se tornaram espiões e propagandistas para os reformadores, traficando em traduções corrompidas da Bíblia tomadas das escrituras Judaicas.

Previsivelmente, a maioria dos heresiarcas e heréticos desse presente século, de acordo com Cabrera, eram vistos como Judeus. Isso é além de questão, continua Walsh, citando um historiador Judeu, “que os primeiros líderes das seitas protestantes eram chamados semi-Judaei, ou meio-Judeus em todas as partes da Europa, e que os homens de descendência Judaica eram tão ressaltados entre eles quanto eram entre os gnósticos, e posteriormente, estariam entre os Comunistas”.

Graetz similarmente retrata a Reforma como “o triunfo do Judaísmo”, uma alegação que muitos Católicos fizeram no dia de Lutero.

Walsh declara que os “pregadores mais tempestuosos” da Reforma eram de “origem Judaica”. Miguel Servetus, o primeiro Unitário, foi influenciado pelos Judeus em seu ataque sobre a Trindade. O Calvinismo se tornou uma “máscara conveniente” para Judeus na Antuérpia depois de sua expulsão da Espanha, confirmando que os Protestantes eram meio-Judeus e acrescentando às suspeições de líderes Católicos. Dr. Lucien Wolf alega que os “Marranos na Antuérpia haviam tomado uma parte ativa no movimento de Reforma e desistiram de sua máscara de Catolicismo por uma não menos vazia máscara de Calvinismo. A mudança seria prontamente entendida”.

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 268-269
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