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Monday, November 14, 2016

Excepcionalidade Americana é o Narcisismo Judaico


by Henry Makow Ph.D


Graças a Barack Obama, o termo "Excepcionalidade Americana" está em voga.  Essa doutrina sustentou que os EUA são únicos nos anais da história, e, portanto, está imune a quaisquer padrões morais ou racionais (porque ele os define de acordo com seus próprios interesses).

Quem o faz lembrar disso? Na era moderna, impérios vieram e foram, mas todos tinham algo em comum.  Eles são mandatários de banqueiros centrais Judeus Cabalistas e seu programa para dominação e escravização mundiais.  Por séculos, esses banqueiros mudaram seus quartéis-generais desde Veneza até Amsterdam, para Londres e Nova Iorque.

Quando as nações combinaram seus interesses com os dos banqueiros, eles prosperaram.  A dívida dos EUA é de vinte trilhões de dólares? Sem problemas! Ponha no seu cartão de crédito.

Porém, quando nações tais como a Rússia Czarista ou a Alemanha imperial provaram-se teimosas, foram liquidadas.

O Ocidente foi colonizado por esses banqueiros em virtude de seu controle de crédito do governo.  A elite política e cultural é grosso modo uma velada administração colonial escolhida das fileiras dos cabalistas (satanistas) franco-maçons.  Apesar das aparências, nós vivemos num ZOG (Governo Ocupado Sionista).  Estamos satanicamente possuídos.

Hoje, os Estados Unidos são seu preferido instrumento para roubar o mundo muçulmano.  O Mossad e a CIA fornecem o pretexto – 11 de setembro e terror de operação de bandeira falsa.  Líderes americanos e satanistas da OTAN de um perímetro menor destruíram as vidas de milhões de inocentes.  Dissimulando compaixão pelos "refugiados", estão usando imigrantes econômicos para invadir o Ocidente.

Dificilmente alguém retrata o imperialismo Americano nesses termos.  Comentaristas como Paul Craig Roberts ou Gerald Celente ou Noam Chomsky castigarão os EUA como se este país não fosse ele mesmo um país ocupado e fantoche de um poder alienígena oculto.

Muitos políticos e comentaristas na Rússia observam que a política norte-americana parece estar divorciada da realidade.  Mas eles também temem mencionar a razão.  É porque eles também têm um banco central de Rothschild? Putin tem que pisar cautelosamente? É oposição controlada?

Os EUA não são nada senão uma ferramenta de satânico "Messianismo" Judaico, em outras palavras, a doutrina que banqueiros Judaico-Maçônicos deverão controlar tudo disfarçado de "uma nova era de justiça, paz e fraternidade".

"Justiça" é submissão ao poder Judaico Cabalista.  Esses comentaristas estão perpetuando a narrativa que os EUA é o culpado.  Repetindo, os EUA são uma colônia do cartel do banco central.

EXEPCIONALIDADE AMERICANA

Excepcionalidade Americana é uma reflexão de como a Judiaria organizada se reconhece.  De acordo com a Wikipedia, "Excepcionalidade Americana é uma das três idéias relacionadas.  A primeira é que os EUA são inerentemente diferentes de outras nações, o que o cientista político [Judeu] Seymour Martin Lipset chamou de "a primeira nação nova" com uma ideologia unicamente Americana, "Americanismo", baseada em liberdade, igualitarismo, individualismo, republicanismo, democracia e laissez-faire para negócios.  Essa mesma ideologia é freqüentemente referida como "Excepcionalidade Americana."

Caso ignorarmos o significado do "Americanismo", como políticos americanos fizeram, temos a idéia Judaica de uma Nação Escolhida, favorecida por Deus.

"Segundo é a idéia que os EUA têm uma missão única para transformar o mundo.  Como Abraham Lincoln acentuou no discurso de Gettysburg (1863), Americanos têm um dever de ver que o "governo do povo, pelo povo, para o povo, não deverá perecer da terra."

Novamente, os Judeus Cabalistas disfarçam sua agenda predatória pretendendo ter uma missão divina.

"Terceiro é o sentido que sua história e sua missão dão aos EUA uma superioridade sobre as outras nações."

Precisamos dizer algo mais?

A política externa norte-americana somente faz sentido como uma mandatária para dominação Judaica mundial.  Eles destruíram o Iraque, Líbia e Síria sem qualquer razão senão pavimentar a estrada para a expansão de Israel e a Nova Ordem Mundial.  Hillary Clinton admitiu que eles fizeram isso por Israel.  Os EUA e a OTAN estão ameaçando a Rússia sem qualquer razão senão para provocar uma Guerra mundial que matará milhões.  Nada cessará esses psicopatas senão os expondo como realmente são.

Saturday, February 16, 2013

Hagel desafia lobby judeu no Departamento de Estado dos EUA



Hagel, que irá substituir Leon Panetta como secretário de Defesa, está no alvo do forte lobby judeu americano por ter feito declarações contrárias às políticas do Estado de Israel no Oriente Médio. Ele também é criticado por declarações consideradas preconceituosas contra um diplomata gay.

Brennan, por sua parte, não ficará imune às desconfianças de alguns democratas por sua ligação com o governo de George W. Bush, sobretudo durante a invasão do Iraque, em 2003.

Ele substitui o general David Petraeus, que pediu demissão em meio a um escândalo de adultério.

Ao lado do senador John Kerry, nomeado por Obama no mês passado para substituir Hillary Clinton como secretário de Estado, Hagel e Brennan deverão ajudar a reformular a agenda de segurança nacional no segundo mandato do presidente.
Batalha

Os nomeados só serão confirmados no cargo após aprovação do Senado. Segundo analistas, a escolha de Hagel, um condecorado veterano da Guerra do Vietnã, pode levar a uma batalha no Senado.

Hagel, 66 anos, entrou na mira dos judeus americanos após a publicação de um livro do ex-integrante do Departamento de Estado Aaron David Miller, em 2008.

O livro citava uma frase atribuída ao então senador republicano pelo Estado de Nebraska criticando as posições americanas por serem sempre a favor de Israel.

"O lobby judeu intimida muito as pessoas por aqui", teria dito Hagel. "Eu sou um senador dos Estados Unidos, não um senador israelense."

Soma-se a isso a relutância do novo secretário de Defesa de classificar o movimento palestino Hamas como terrorista.

Para Mardell, ele pode ser taxado também como líder de guerra relutante, por dizer, em 2006, que executar ações militares contra o Irã não seria "uma opção viável".

Antes mesmo de Obama nomear Hagel oficialmente, um dos senadores do primeiro escalão do partido republicano, Lindsey Graham, disse que Hagel seria "o mais antagônico secretário de Defesa no que concerne Israel em toda a história".

Membros do governo se apressaram em fazer a defesa de Hagel, dizendo que o senador votou a favor do envio de bilhões de dólares em ajuda a Israel e a favor da imposição de sanções contra o Irã.

A lista de controvérsias de Hagel não se reduz à geopolítica. Grupos de defesa dos direitos gays já estariam fazendo lobby no Congresso contra sua indicação, inclusive com apoio de militantes democratas.

Em 1998, Hagel criticou a indicação de um diplomata homossexual, questionando se um indivíduo "abertamente e agressivamente gay" poderia representar bem o país. Apesar de pedir desculpas pelo comentário, Hagel continua na mira dos ativistas gays.

O novo chefe da CIA, John Brennan, também é alvo de críticas, mas de aliados liberais de Obama.

"Para os liberais, ele foi muito próximo à administração de George W. Bush, particularmente pela inteligência equivocada que levou à invasão do Iraque e à tortura de suspeitos de terrorismo", segundo Mardell.

Segundo uma fonte da Casa Branca, Brennan, que participou do planejamento das ações que resultaram na morte de Osama bin Laden, tem total confiança de Obama.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/01/130107_defesa_eua_obama.shtml

Thursday, January 10, 2013

Obama perde entre os brancos e mesmo assim ganha

INVASÃO PELA MIGRAÇÃO 

"Obama perdeu em todos os grupos etários de eleitores brancos, incluindo aqueles entre 18 a 29, os quais ele venceu por 10 pontos em 2008."

"Nós minaremos toda identidade coletiva exceto a nossa."

A “identidade coletiva” refere-se à raça, religião (Deus), nação e família (sexo) – Protocolos de Sião, a fotografia da Nova Ordem Mundial.  Eles promovem a imigração, o homossexualismo e a miscigenação para destruir a raça branca. 


A eleição presidencial de Terça está sendo louvada como uma vitória para as "minorias".  A mensagem é que as minorias estão aumentado, assim outros Americanos poderiam da mesma forma capitular o país para eles.

As minorias, obviamente, estão em dívida com os seus patrocinadores, os banqueiros judaico-maçônicos cabalistas.  Isso é a chamada "invasão pela migração", ou seja, como eles tomaram Israel.

A Israel, Índia, China, Japão e Indonésia são permitidas sua homogeneidade cultural e racial.  Mesmo Quebec pode proteger sua identidade francesa.

Mas não a América do Norte, a Europa Ocidental e a Austrália, porque os banqueiros judeus cabalistas percebem os Cristãos brancos como um obstáculo para sua NOM.

Seu programa, conhecido como a estratégia Cloward – Piven (renda mínima) é usar as esmolas do governo para subornar os "miseráveis" bem como os ricos (bancos e corporações dominadas pelos cabalistas).  Isso assegura que seus agentes como Obama mantenham o poder e aumentem a dívida, que é o meio de escravizar o país.  A Grécia e a Espanha são os precursores da América.  

A judiaria organizada defende as minorias porque uma coalizão dos "miseráveis" produz poder político.

A judiaria organizada não representa os Judeus, embora alegue isso.  Desta foram os Judeus podem tomar a culpa pela NOM.  Ela representa os banqueiros judeus cabalistas, que usam isso para enganar e manipular os Judeus e qualquer um.  A judiaria organizada põe os Judeus em perigo porque os banqueiros são cabalistas, isto é, satanistas, que odeiam a humanidade.

OBAMA PERDE A AMÉRICA BRANCA

- Somente 39% dos eleitores brancos votaram em Obama, abaixo dos 43% em 2008. Os brancos eram 87% dos eleitores em 1992. In 2012, eles são 72%

-  Obama venceu com 93% dos eleitores negros, e 71% dos hispânicos. Obama perdeu em todos os segmentos etários de eleitores brancos, incluindo aqueles entre 18 e 29, os quais ele ganhou por 10 pontos em 2008.

-- Em 1988 W.H. Bush foi capaz de vencer em 288 assentos no colégio eleitoral com 60% do voto branco.  Em 2012, Romney pôde reunir somente 206 assentos no colégio eleitoral com os mesmos 60% dos brancos.

-- De acordo com o censo de 2011, 63% da população Americana é branca; 17% hispânica e 13% negra.  A população hispânica nos EUA subiu perto de 43% desde 2001, ultrapassando 50 milhões e contabilizando 1 para cada 6 Americanos.  Na próxima eleição, Texas e Georgia não serão mais Republicanos.

-- Hispânicos agora são um em 10 eleitores nacionais e atingindo níveis mais altos em estados tais como Colorado, Florida, Nevada e Novo México, os quais se tornaram um terreno confortável para Democratas nas políticas presidenciais. Obama carregou Colorado vencendo com ¾ dos Hispânicos, acima dos 61% em 2008

Obama, cuja mãe foi uma Judia branca Comunista é o canto da sereia dessa engenharia social desenhada para fazer dos EUA tão heterogêneo quanto uma caixa de chocolate: 

"Eu não me importo se você é negro, ou branco, ou hispânico, ou asiático, ou indígena, ou jovem, ou velho, ou rico, ou pobre, apto, deficiente, gay ou hétero, você pode construir aqui na América se você estiver querendo tentar", disse Obama em seu Discurso de Vitória.

Os Judeus liberais estão anunciando uma nova era de saciar os caprichos de suas minorias controladas.

"Essa eleição afirma que há uma nova política, uma nova realidade demográfica na América, e que os Democratas estão mais além em adaptar suas políticas a essas novas realidades que os Republicanos", declarou Simon Rosenberg, esquerdista, cujo grupo de pensadores liberal NDN tem monitorado a mudança do eleitorado Hispânico.

O sucesso de Obama seguiu intensos esforços mediante sua campanha e grupos exteriores para recrutar e registrar eleitores de minorias.  A campanha registrou centenas de milhares de negros e hispânicos só na Florida, ultrapassando seus esforços de 2008. Nacionalmente, o NAACP aspirava trazer 1 milhão de novos afro-americanos ao eleitorado, e o Serviço da União Internacional de Empregados dedicou mais do que um esforço de $75 milhões para registrar minorias em oito estados em áreas de conflito."

ROMNEY

Eu não tenho quaisquer ilusões a respeito de que Romney realmente representava os interesses da maioria dos Brancos Cristãos Americanos. Eu não acredito que sua imagem muito limpa fosse real.  Se você não é um traidor, criminoso e pervertido, você não entra na corrida presidencial.

Romney era um candidato dispersivo para Obama, como Kerry e McCain foram para Bush e Obama.

Romney deu a Obama um salvo conduto sobre os $16 trilhões em dívidas executados sob sua vigilância, e seu fracasso em punir aqueles responsáveis pela crise de crédito.  Ele deu a Obama um salvo conduto sobre o amargo assunto e o fato de que os pais de Obama eram Comunistas.  Ele ignorou a passagem de mais medidas policiais; e o custo humano real da recessão.

CONCLUSÃO

Eu odeio terminar sem sugerir uma solução.  A nova imigração deveria ser encurtada ou os novos imigrantes não deveriam ser permitidos votarem.  Isso é um remédio brando comparado a Israel que não consignará cidadania a não-Judeus, e deporta migrantes.

Os conservadores devem convencer os imigrantes que eles melhor representam suas famílias e valores religiosos. Porém, o maior problema é a maior parte dos nossos politicos são franco-maçons que não realmente pretendem o que eles dizem.

A não ser que uma solução seja encontrada, os Americanos brancos se tornarão uma minoria política, uma que não é defendida por nossos controladores Judeus e Maçons como minorias presentes. 

Para não criar mal-entendidos, eu fui um imigrante.  Imigrantes de toda raça contribuem com um grande deal para seus países adotantes.  Cada raça carrega algo único para a família humana.

Porém, a uma nação não é exigida perder suas identidades racial e cultural e destino, de forma que os cabalistas possam usar imigrantes para subvertê-las.  Nenhuma outra nação permite isso, a não ser que tenha sido decapitada pelos banqueiros Judeus cabalistas e seus lacaios goyim maçônicos.    

Fontes:



Tuesday, December 18, 2012

Família Obama celebra feriado judaico


O Presidente dos Estados Unidos, Barack  Obama, reiterou, esta quinta-feira, o apoio "incondicional" de Washington  a Israel, país que qualificou de "amigo e aliado", durante as celebrações  judaicas do Hanukkah na Casa Branca.

"Sei que falo em nome de todos quando digo que o apoio dos Estados Unidos  ao nosso amigo e aliado permanece inquebrável durante estes momentos difíceis",  disse Obama.

O Presidente norte-americano falava durante a receção privada que organizou  na Casa Branca, a qual contou com a presença de vários líderes da comunidade  judaica nos Estados Unidos. 

Fonte
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