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Thursday, March 16, 2023

Explicação da "SERPENTE SIMBÓLICA" - Retirado do livro Os Protocolos dos Sábios de Sião

Segundo os anais secretos do sionismo judeu, Salomão e outros sábios israelitas elaboraram desde o ano 929 antes de Jesus Cristo o projeto de um sistema que os levaria à conquista de todo o universo para Sião por meios pacíficos.

Com o passar do tempo, esse sistema foi pouco a pouco estudado em detalhes por homens iniciados nesses assuntos.  Esses sábios decidiram trabalhar e conseguir para Sião, por meio de procedimentos pacíficos, a conquista do mundo.  Para isso o fizeram, primeiro, de forma representativa, com a ajuda da serpente simbólica cuja cabeça representa o Governo Judaico, iniciado nos planos dos sábios, que permanecerão sempre ocultos, mesmo de seu próprio povo.

Esta serpente destrói e assumirá o controle de todas as forças governamentais não-judaicas que estiverem em seu caminho.  Assim deve trabalhar sempre, cumprindo rigorosamente o plano preconcebido, até que termine o caminho que deve percorrer, e isto acontecerá no momento em que a sua cabeça fechar o círculo, em Sião, quando finalmente, tendo acorrentado toda a Europa, ela abraçará todo o mundo.  Isso será conseguido usando todas as forças possíveis, para subjugar todos os países, por conquistas por meio de armas e meios econômicos.

A volta da cabeça da serpente de Sião não se dará senão pela ruína e desaparecimento dos poderes governamentais de todos os países da Europa, os quais chegarão devido às desordens e o colapso econômico que Sião terá introduzido por toda parte, pela desmoralização dos espíritos e pela corrupção dos costumes.  Para chegar a esse estado de coisas, os judeus contribuirão principalmente fingindo ser franceses, italianos e espanhóis.  São os mais seguros para fazer a propaganda da licenciosidade na vida dos homens, colocados à frente das nações.

As mulheres colocadas ao serviço de Sião servem de atração para aqueles que, por causa delas, se encontrarão constantemente necessitados de dinheiro e que, a partir desse momento, venderão a sua consciência a qualquer preço, para o obter.  Esse dinheiro nada mais é do que um adiantamento feito pelos judeus, porque essas mesmas mulheres não demoram a voltar para as mãos dos judeus corruptos, e com essas transações é possível comprar escravos para a causa de Sião.

Naturalmente, para que um empreendimento como esse seja bem-sucedido, os funcionários públicos ou indivíduos não precisam conhecer seu papel no trabalho geral dos Sábios de Sião.  Para isso, os diretores formaram uma espécie de casta religiosa, que zela pela integridade da Lei Mosaica e pelos regulamentos do Talmude com muito zelo.  O universo inteiro acreditou que a Lei Mosaica era a verdadeira regra de vida para os judeus.  Ninguém jamais foi capaz de estudar essas regras de vida, porque seus olhos se concentram apenas na quantidade de ouro que nossa casta pode fornecer e graças ao qual eles podem administrar livremente suas intrigas econômicas e políticas.

Examinando o esboço, percebe-se a jornada da serpente simbólica; sua primeira etapa na Europa data do ano 429 antes de Jesus Cristo.  Ela foi pela primeira vez à Grécia na época de Péricles; ali o réptil destruiu o poder daquele país.  Na segunda etapa foi para Roma no tempo de Augusto, pouco antes de Jesus Cristo.  Na terceira a Madrid sob o governo de Carlos V, em 1552.  Na quarta a Paris, por volta do ano de 1700, durante o reinado de Luís XIV. No dia 5 para Londres, começando em 1814, após a queda de Napoleão.  No dia 6 para Berlim em 1871, após a guerra franco-prussiana.  No sétimo a São Petersburgo, onde a cabeça da serpente é desenhada no ano de 1881.

Todos esses estados que a serpente atravessou foram, de fato, abalados em seus fundamentos pelo liberalismo constitucional e pela desordem econômica.  A Alemanha, com sua aparência de força, não foge à regra. "Há uma profecia maçônica que marcou o fim de uma Alemanha unida no ano de 1913." (Nota de Nilus, 1920.) Do ponto de vista econômico, no momento nada está sendo feito pela Inglaterra e Alemanha; mas isso durará apenas até que a serpente termine de conquistar a Rússia, onde agora concentram todos os seus esforços.  O restante do percurso não é indicado, mas as setas marcam a direção que a cobra deve percorrer: Moscou, Kiev e Odessa.  Atualmente o passeio acabou.

Hoje já sabemos com certeza até que ponto todas essas cidades se tornaram ninhos da militante raça judaica.  Constantinopla é indicada como a oitava e última etapa, antes de chegar a Jerusalém. É necessário notar que o esboço é feito muitos anos antes da revolução turca.

O réptil não tem mais do que uma curta distância a percorrer, para fechar o círculo fatal e unir a cabeça com a cauda.  Para que não encontre obstáculos em seu caminho, Sião dita as seguintes medidas que devem instruir os trabalhadores que devem trabalhar nesta empresa difícil.  Em primeiro lugar, a raça judaica foi organizada de tal forma que ninguém pode se misturar com ela e surpreender seus segredos.  Os judeus foram informados por seus profetas que Deus os havia escolhido para reinar sobre toda a terra, o reino indivisível de Sião.  Eles foram levados a saber que somente eles são os filhos de Deus e a única raça digna de ser chamada de humana; todos os outros não foram criados por Deus, exceto para servir como bestas de carga, escravos dos judeus e aos quais foi dado um aspecto humano, para que os judeus não tenham tanta repugnância em aceitar seus serviços. Quanto aos judeus, sua missão é conquistar para Sião o império sobre o mundo inteiro.

Fonte: https://sanmiguelarcangel-cor-ar.blogspot.com/2022/12/explicacion-de-la-serpiente-simbolica.html?spref=fb

Wednesday, June 18, 2014

A MAÇONARIA É INSTRUMENTO DO JUDAÍSMO?

Mons. José María Caro
Cardeal Arcebispo de Santiago do Chile

Questão moderna importantísima


Esta é uma das questões mais importantes que se oferecem àquele que estuda a maçonaria. Não é sem motivo, nem pode sê-lo, o despertar dos ódios contra uma raça que está destinada a se unir um dia com os cristão no conhecimento e no amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, e da qual brotou para a Terra inteira a fonte de todas as bençãos que a civilização cristã aportou ao mundo, apesar de todos os esforços que foram feitos para estorvar sua ação.  Não é essa minha intenção; mas o de chamar a atenção aos leitores a um assunto no qual vale a pena fixar-se, tanto pelo lado religioso, como pelo econômico e político.

Desde minha juventude tem ressoado juntos em meus ouvidos os nomes da maçonaria e do judaismo, de maçons e hebreus, nos ataques contra a Igreja Católica.  Era simples coincidência ou na realidad há uma união efetiva e talvez subordinação entre essas duas entidades?

Ultimamente tem sido escrito e seguem escrevendo livros para manifestar que a maçonaria não é mais do que uma máscara com a qual o judaísmo encobre entre as nações seus manejos anti-cristãos e de universal dominação política e econômica.  Segundo esses autores, a maçonaria não é mais do que um pobre instrumento, inconsciente de modo general, de uma suprema direção judaica.

Copin-Albacelli decicou um livro para prová-lo (la conjuration juice contra la monde chrétien). Suas razões fazem pensar certamente.  Na impossibilidade de dar muitos detalhes, vou indiciar as linhas gerais que manifestam a estreita relação e subordinação das lojas com o judaísmo.

Este está, por uma parte, na condição de raça vencida, religiosa e civilmente, dispersa e desprezada ou perseguida, não somente por suas tradições religiosas, mas pela sórdida avareza que levou-os apropriar-se das riquezas dos povos entre os quais tem vivido; e por outra parte, vive essa raça sustentada tenazmente por um ideal que jamais foi abandonado, o da dominação universal por meio de seu messias, pessoal ou simbólico.  Em sua perpétua contradição com a sociedade a qual vive, o povo judeu com o governo central que conserva sua unidade nacional, não tem feito menos que conspirar perpetuamente contra o povo cristão, e valer-se, para tanto, das sociedades secretas para realizar seus fins.

Esta é uma consideração feita a priori, em vista da condição dos judeus.   Corresponde a ela a realidade dos feitos?. Logo veremos.
No mesmo sentido que Copin-Albancelli escreve o autor de “The Couse of the World Unrest”, distingüindo entre os judeus uma fração tranqüila, patriótica e fiel à nação que a acolheu, e outra que segue a ilusão da dominação universal de sua raça e, para consegui-lo, procura a revolução universal, como o que está fazendo na Rússia e desde aqui trabalha para realizá-lo no mundo inteiro.

Outro tanto fez Webster em sua obra, observando que, onde a maçonaria é mais subversiva, o elemento judeu o é menos, e onde a maçonaria não existe ou é menos subversiva, ali o é mais o elemento judeu, chega a este dilema: "ou a maçonaria é o véu sob o qual os judeus, como os iluminados, preferem trabalhar, de modo que onde não se possa aproveitar o véu se vêm obrigados a sair mais à luz, ou a maçonaria do grande oriente é o poder dirigente que emprega aos judeus como seus agentes naqueles países em que ela não pode trabalhar por sua própia conta" (1).

Mons. Jouin, fustigador incansável do judaísmo e da maçonaria a mesma convicção que Copin-Albancelli, em seus estudos sobre "Os Protocolos dos Sábios de Sião" (2).

Consideração maçônica pelos judeus

Na maçonaria tem se visto sempre uma grande e especialíssima consideração pelos judeus quando se fala de superstições, jamais se menciona a religião judaica.  Quando estourou a revolução francesa, se pediu com insistência a cidadania francesa para os judeus; rechaçada uma vez, insistiu-se em pedi-la, e acabou concedida. O leitor recordará que nesses dias se perseguia até a morte os católicos (3).

A maçonaria tem mirado com horror o anti-semitismo, a tal ponto que um irmão anti-semita, que cria de boa-fé na tolerância das opiniões políticas da maçonaria, se apresentou na França como candidato a deputado uma vez e saiu eleito e quando se tratou da reeleição, deram-se ordens expressas às lojas para que se lhe fizesse guerra, ordens que não se vêem quase nunca nas lojas e tiveram que ser cumpridas.

Preponderância judaica nas lojas

Em 1862, um maçon de Berlim, dando-se conta da preponderância judaica nas lojas, escrevia em uma folha de Munich: "há na Alemanha uma sociedade secreta, de formas maçônicas, que está sujeita a chefes desconhecidos. os membros desta associação são em sua maior parte israelitas...". Em Londres, onde se encontra, como se sabe, o foco da revolução, sob o grão Mestre Palmerston, há duas lojas judaicas que cristãos jamais vieram a passar por seus umbrais. Ali é onde se juntam todos os filhos dos elementos revolucionários que aninham nas lojas cristãs.
"Em Roma, outra loja, inteiramente composta de judeus, onde se reúnem todos os fios das tramas tecidas das lojas cristãns, é o supremo tribunal da revolução.

Desde ali são dirigidas as outras lojas como pelos chefes secretos, de modo que a maior parte dos revolucionários cristãos não são mais do que fantoches postos em movimento pelos judeus, mediante o mistério.

Em Leipzig, na ocasião da feira que faz acudir a essa cidade uma parte dos altos negociantes judeus e cristãos da Europa inteira, a Loja judaica secreta é cada vez permanente, e jamais maçom cristão foi nela recebido.  Fez aqui o que faz abrir os olhos a mais de um de nós... Não há, senão, emissários que têm acesso às lojas judaicas de Hamburgo e de Frankfurt."

Cougenor de Mosseaux se refere a este feito, que confirma o anterior:

"desde a recrudescência revolucionária de 1848 me encontrava em relação com um judeu que, por vaidade traía o segredo das sociedades secretas que as quais estava associado e que me advertia com oito ou dez dias de antecipação todas as revoluções que iam estourar em ponto qualquer da Europa.  O relacionado à inquebrantável convicção de que todos esses grandes movimentos dos povos oprimidos, etc., são combinados por una meia dúzia de indivíduos que dão suas ordens às sociedades secretas de toda Europa.  O solo está inteiramente minado sob nossos pés e os judeus abastecem um grande contingente a esses minadores".

Em 1870, De Camille escrevia ao Le Monde, que em uma volta pela Itália havia encontrado um de seus antigos conhecidos, maçom, e preguntando-se como estava a ordem, lhe respondeu: "deixei minha Loja da ordem definitivamente, porque adquiri minha convicção profunda de que não éramos senão instrumentos dos judeus que nos empurravam para a destruição total do cristianismo".

Como confirmação do anterior, vou transcrever uma informação que se encontra na “Revue de Societes Secretes”.

"Segundo a “Tribuna Russa”, que aparece em Munique em língua russa, o judaísmo militante manteria sobre diferentes planos as seguintes organizações de combate, mais ou menos disfarçadas, porém todas com o fim de preparar o triunfo da 3ª. Internacional.

1°- A Internacional Dourada (plutocracia e alta finança internacional) a cuja cabeça se encontram:

A) Na América: p. Morgan, Rockefeller, Wanderbilt e Wanderlippe (varios destes nomes não parecem ser escolhidos com rigor);
B) Na Europa: a casa de Rotschild e outras de ordem secundária.

2°- A internacional vermelha, ou união internacional da democracia social trabalhadora. Esta compreende:
A) A segunda internacional (a da Bélgica, judeu Vandervelde);
B) A internacional n° 2 1/2 (a de Viena, judeu Adler);
C) A internacional n°3 ou internacional comunista (a de moscou, judeus Apfelbaum y Radek).

A esta hidra de três cabeças, que para mais comodidade obram separadamente, se agrega o Profintern (Oficina Internacional das Associações Profissionais) que tem uma sede em Amsterdam e dita a palavra judaica aos sindicatos não afiliados ainda ao bolchevismo.

3°- A internacional negra ou união do judaísmo de combate. O principal papel é desempenhado nela pela organização universal dos sionistas (Londres); pela Aliança Israelita Universal, fundada em Paris pelo judeu Cremieux; pela ordem judaica dos B'nai-Moishe (filhos de Moisés) e as sociedades judaicas "Hanolustz", "Hitajdvte", "Tarbut", "Keren-hassode", e outras cem, mais ou menos mascaradas, em todos os países do velho e do novo mundo.

4°- A internacional azul, ou maçonaria internacional, que reúne por meio da " loja reunida da Grã Bretanha", por meio da "Grande loja da França" e por meio dos Grandes Orientes da França, a todos os maçons do universo (o centro ativo deste agrupamento, como o sabem os leitores, á a grande loja "Alpina").

"A ordem judaico-maçônica dos "B'nai-B'rith", que, contra os estatutos das lojas maçônicas, não aceita senão judeus, e que conta no mundo com mais de 426 lojas puramente judaicas, serve de laço entre todas as internacionais enumeradas mais acima.

Os dirigentes da "B'nai-B'rith" são os judeus: Morgenthau, antigo embaixador dos Estados Unidos em Constantinopla; Brandeis, juiz supremo dos Estados Unidos; Mack, sionista; Warbug (Felix), banqueiro; Elkuss; Krauss (Alfred), seu primeiro presidente; Schiff, já morto, que subvencionou ol movimento de emancipação dos judeus na Rússia; Marchall (Luis), sionista".

Sabemos decerto (diz Webster) que os cinco poderes a que nos referimos (a maçonaria do grande oriente, a teosofia, o pan-germanismo, a finança internacional e a revolução social) têm uma existência muito real e exercem uma influência muito definida nos negócios do mundo. Nisto não tratamos de hipóteses senão de feitos baseados sobre evidência documentada...

Unificado ou não, o poder judeu, os judeus se encontran cooperando com todos os cinco poderes cuja existência é conhecida, se não dirigindo-os. Assim, os judeus por muito tempo desempenharam a parte dirigente na maçonaria do grande oriente e predominam nos graus superiores. (4)

A ação judaica e maçônica frente ao catolicismo

É indubitável que a ação da maçonaria contra a igreja católica não é mais que a continuação da guerra a Cristo praticada pelo judaísmo há 1900 anos, isso sim acomodada, mediante o segredo, o engano e a hipocrisia, às circunstâncias do mundo cristão em que tem que fazê-la.

Leia-se o evangelho e se verá, na espigonagem judaica, em suas perguntas capciosas, em seus ataques hipócritas, encobertos com o véu da pretendida piedade dos fariseus; nas ciladas; nos esforços para tornar odioso diante do povo aquela que era sua maior glória e seu grande benfeitor; no emprego do ouro para corromper a um apóstolo, na formação da opinião pública contra Cristo; na preferência de Barrabás, no furor e sanha com que tratam de afundar a memória de Cristo na infâmia; na constante oposição, sangrenta muitas vezes, contra a pregação dos apóstolos etc.; em tudo isso se verá, digo, o mesmo que hoje pratica a maçonaria, às vezes em forma mais astuta, às vezes em forma mais violenta.  O judaísmo foi o anti-cristianismo, e a maçonaria, ao serviço desse mesmo judaísmo, é, igualmente, o anti-cristianismo: o mesmo ódio, a mesma hipocrisia, as mesmas violências, o mesmo estorvo à ação da Igreja de Cristo, para acusá-la, depois de lhe impedi-la de fazer o bem que poderia ter feito.

"Não esqueçamos que o judaísmo rabínico é o declarado e implacável inimigo do cristianismo (disse Webster).  O ódio ao cristianismo e à pessoa de Cristo não é coisa de história remota nem pode vê-lo como o resultado de perseguição; forma uma parte inteira da tradição rabínica originada antes de que tivesse lugar qualquer perseguição dos judeus pelos cristão e que continuou em nosso país muito depois que essa perseguição tivesse terminado".

Mais abaixo registra o mesmo autor que, depois de três séculos de paz que experimentaram na Inglaterra, nos quais lhes foi permitido ingressar em todos os empregos do estado, as lojas maçônicas etc., não fizeram nada para moderar o ódio ao Cristianismo inculcado em nove séculos pela educação rabínica.

Por sua parte, "The British Guardian" (13 de março de 1925), faz esta afirmação, que para os que estão acostumbrados a ouvir falar do espírito de tolerância que domina os países anglo-saxões é toda uma revelação: "a Igreja Cristã é atacada hoje como não foi durante séculos, e este ataque é quase exclusivamente obra dos judeus".

Ademais, as relações da maçonaria ou do judaísmo perseguidor da Igreja Católica e, segundo alguns casos, de todo o Cristianismo, com o Bolchevismo e Comunismo, no México, na Rússia e na Hungria, com a ameaça de fazê-lo em todas as partes, é coisa pública, como o é a relação do judaísmo com a maçonaria.  O que carece de datas e documentos pode ser lido nas obras inglesas citadas e com o mons. Jouin.

Os Protocolos dos Sábios de Sião

Uma palavra sobre este documento não será demais.  Foi muito discutida sua autenticidade, e por isso não há muita evidência nele.  Porém, qualquer um que os leia e saiba algo de sua história não poderá se admirar da realização do plano idealizado pelos verdadeiros ou supostos sábios de Sião, do empenho que foi feito pela judiaria para sepultar no esquecimento os protocolos, primeiro, queimando uma edição inteira na Rússia, depois enganando sobre a existência de um exemplar na Biblioteca de Londres, e fazendo grandes esforços para que não fosse publicada uma edição nos Estados Unidos.

Esses protocolos contém um plano proposto pelos judeus, ou por um porta-voz, como se diz, para realizar o ideal da dominação universal sobre todo o mundo, sob um governo judeu, mediante a corrupção dos costumes, o empobrecimento dos povos em favor dos judeus e as contínuas agitações e o contínuo descontentamento que faria os povos se entregarem aos braços dos judeus para salvarem-se da anarquia e da miséria, para serem tratados em seguida por eles, tal como foram tratados na Rússia, sob o soviete, cujos chefes são quase todos judeus.

Foi lida uma refutação da autenticidade dos protocolos, escrita por um jesuíta num diário belga.  Parece que os judeus se preocuparam muito em relegá-los ao catálogo dos plágios, fazendo ver que foram copiados em grande parte do libro de Joly (5).  Webster dá o seguinte resumo de seus estudios sobre esta matéria:

"Os protocolos ou são meramente um plágio da obra de Maurício Joly, em cujo caso as passagens proféticas agregadas por Nilus ou por outro caem sem explicação ou são uma edição revisada do plano comunicado a Joly em 1864, coberta a data e suplementada de forma a se adaptar às condições pelos continuadores do complô.

Se neste caso os autores dos protocolos foram judeus ou se partes judaicas foram interpoladas por gente em cujas mãos caíram, é outra questão.  Nisto temos de admitir a falta de toda evidencia direta.  Um círculo internacional de revolucionários mundiais que trabalhem com os mesmos planos dos iluminados, cuja existência já foi indicada, oferece uma alternativa perfeitamente possível aos "sábios de Sião", seria mais fácil, sem dúvida, absolver os judeus de toda suspeita de cumplicidade se eles e seus amigos tivessem adotado um camino mais reto desde o tempo em que apareceram os protocolos. Quando há dois anos se dirigiu contra os jesuitas uma obra do mesmo géneros, contendo o que se dava como um "plano secreto" de revolução, muito parecido aos protocolos, os jesuítas não se entregraram a protestos, nem ordenaram que o livro fosse queimado por um tirano comum, nem se entregaram a fantásticas explicações, mas disseram tranqüilamente que aquilo era uma invenção.  E assim terminou o assunto.

Porém, a partir do momento em que foram publicados os protocolos, os judeus e seus amigos recorreram a todos os meios tortuosos de defesa, pressionaram os editores (conseguiram de fato deter temporariamente as vendas), pediram ajuda ao secretário do interior para que as suspendesse, confeccionaram refutações, uma atrás da outra, sem réplica que se excluíam mutuamente de modo que no tempo que aparecia uma solução tida atualmente como a correta, fomos já certificados doze vezes de que os protocolos haviam sido completa e definitivamente refutados.  E quanto ao último havia sido descoberta uma explicação real plausível, por que não foi apresentada numa forma convincente? Tudo o que se necessitava era estabelecer que a origem dos protocolos encontrava-se na obra de Maurice Joly, dando os lugares paralelos em apoio dessa afirmação: que necessidade de confundir uma boa causa em uma teia de aranha de evidente fábula?. A que esse alarde de fontes confidenciais de informação, a pretensão de que o livro de Joly era tão raro que quase não se o podia encontrar, quando uma busca nas livrarias haveria de provar o contrario?. A que essa alusão a Constantinopla como o lugar para "encontrar a chave de obscuros secredos", ao misterioso Mr. X, que não deseja que seu nome real seja conhecido, e ao anônimo ex-oficial da Okhrana, quem por causalidade comprou o mesmo exemplar dos diálogos, usado para a fabricação dos protocolos, pela mesma Okhrana, ainda que essa ação fosse ignorado pelo oficial em questão?. Ademais, por que se Mr. X fosse um proprietário russo da religião ortodoxa e um monárquico constitucional, iria ter tanta ansiedade de desacreditar a seus correligionários monárquicos, fazendo a afrontosa afirmação de que "a única organização maçônica oculta, tal como a de que falam os protocolos" (quer dizer, um sistema maquiavélico de espécie abominável) que o havia possibilitado descobrir na Rússia do Sul "fosse uma monárquica"?

É evidente, então, que ainda não se disse a história completa dos protocolos e que ainda falta muito para descobrir no tocante a esse misterioso assunto " (6)

Àqueles que se interesse nesta questão, lhe daria muita luz a obra de Henry Ford (7), que, com muito bom argumento e com muitas datas sustentam sua autenticidade judaica.

NOTAS:
1- WEBSTER, NESTA, Secret societies and subversive movements, PAG. 383.
2- JOUIN, MONS., Le peril judeo-maconnique.
3- Quando os acontecimentos da Comuna de Paris, foi necessário defender do roubo a Caixa de fundos do Banco da França; nada ameaçou os bancos judeus. BERTRAND, I., La franc-maconnerie, secte juive née du Talmud, pág. 60.
4- WEBSTER, NESTA, Secret societies and subversive movements, PAG. 382- 383.
5- JOLY, MAURICE, Dialogos aux enfers entre Machiavel et Montesquieu, 1864.
6- WEBSTER, NESTA, Secret societies and subversive movements, "Apependix".
7- FORD, HENRY, O judeu internacional

Saturday, June 07, 2014

Leis de “discurso de ódio” exigem que aceitemos o mal

Por Tony Blizzard

As leis de "discurso de ódio" são, em verdade, um programa para nos forçar a aceitar as ações daqueles que odeiam a cultura Cristã.

Elas permitem aos cabalistas destruir tudo que o mundo ocidental abraça como sagrado enquanto criminaliza quem quer que defenda nosso cultivado modo de vida.  Nos EUA, antes mesmo dos anos 30, a questão se o ódio deveria ser fora da lei havia sido levantada pelos inimigos da verdade, devido grandemente ao movimento nazista na Alemanha e as exposições do movimento “America First” dos tambores talmudistas batendo para o envolvimento dos EUA na Segunda Grande Guerra.

Patriotas que não viam qualquer razão para a América entrar nessa guerra – salvo para salvar o comunismo – eram presos e julgados por sedição em um processo político de estilo soviético.

Enquanto todo esforço era feito para apresentar os defensores como inimigos da América, eram seus acusadores internacionalistas que abrigavam ódio real por nossos princípios nacionais.

A barragem da propaganda estigmatizando os patriotas como "inimigos" somente se expandiu quando a globalista Nações Unidas veio a lume depois daquela guerra destrutiva, que salvou o comunismo utilizando força Americana.

Em uma publicação de 1947 aprovada pelo Cardeal Spellman de Nova Iorque, Rituale Romanum, a publicação anti-ódio foi posta em perspectiva adequada.

"Os efeitos de longo alcance dessa campanha [de criminalizar inimigos seletivos] são mesmo agora evidentes.  É produzindo o 'cidadão sem personalidade', o homem que não tem sensibilidades culturais, que é incapaz de indignação, que encara o desastre moral, político e impedindo a catástrofe mundial com um semblante vazio e sorridente.  Ele tem somente compreensão para os inimigos de seu país, nada mais do que sentimentos benévolos para aqueles que destruiriam seu lar e família.  Ele é universalmente tolerante, totalmente sem preconceitos.  Se ele tem quaisquer princípios, ele os mantém bem ocultos.  Ele é um sem identidade, um miserável sem caráter."

Homens verdadeiros daquela geração desprezavam tais pessoas como "espantosos covardes".  Hoje, eles são louvados como "politicamente corretos".

G. K. Chesterton, sempre a frente de seu tempo, meditou: "A tolerância moderna é realmente uma tirania.  É uma tirania porque é um silêncio.  Dizer que eu não devo negar meus oponentes de fé é dizer que eu não devo discutir isso."

B’NAI B’RITH E TOMÁS DE AQUINO

Essa é exatamente a censura objetiva da Liga Anti-Difamação da B'nai B'rith (ADL), como o criadora e promotora das leis de "discurso de ódio" por todo o mundo.  Aqueles conspiradores da ADL trabalham para anular a intolerância ao mal que eles promovem, retendo arrogantemente para si o direito de ser árbitro do mundo do que será tolerado e o que não será, substituindo os decretos de Deus e da natureza concernindo o certo e o errado, com sua própria intolerância total de qualquer coisa na estrada de sua agenda de conquista mundial.

No intuito de entender o verdadeiro propósito das leis de “discurso de ódio”, escritas e favorecidas pela ADL, já em vigor em nações como Alemanha, Canadá e Grã-Bretanha – e programada pela ADL para toda nação, é necessário entender algo da paixão chamada "ódio".

Universalmente aclamado como profundo pensador de eras, Tomás de Aquino deixou registrado que todas as paixões derivam da única paixão do amor.  Ódio, "ao contrário do amor", sustentava Aquino, é simplesmente paixão contra aquilo que ameaçaria um amor.

Por exemplo, o ódio de alguém ao veneno é uma reação ao amor pela vida desse alguém.

Já que "o ódio é baseado no amor", pensava Aquino, "segue-se que o ódio é um grande poder para o bem na vida humana.  O ódio possibilita que o homem evite o mal que o destruiria."

É precisamente o ódio por aqueles males que hoje estão no processo de destruir a civilização ocidental que a ADL escreveu que as leis de "crime de ódio" são desenhadas para criminalizar, neutralizar e aquietar, sempre em nome de tolerância indiscriminada.  Deste modo, acimentar o desejo coletivo pela defesa da civilização do homem ocidental é uma necessidade para a implementação do estado escravo da nova ordem mundial da plantação global. Aqueles "donos de plantação" são bastante reduzidos em número para conquistar e governar sem a cooperação de suas vítimas.

OS VERDADEIROS INIMIGOS

Nenhuma menção na mídia dominante é mesmo feita que as mesmas forças que escrevem as leis para frustrar o ódio dos males que eles patrocinam, são os verdadeiros inimigos do mundo, especialmente intolerantes de qualquer coisa que se relacione a Cristo e ao Cristianismo.

A razão para seu intenso ódio foi dado pelos Fariseus quando eles pediram a crucifixão de Cristo.  A menos que fosse destruído, eles anunciariam que Ele "levaria embora nosso lugar e nossa nação."

Seu amor intenso de sua posição exaltada entre os israelitas, com criados alegres, foi ameaçada pelos ensinamentos superiores de Cristo, que estava afastando o povo de seu controle, e desta forma engendrando seu ódio amargo contra si.  Esse ódio não diminuiu até hoje entre os líderes do Judaísmo.

Foi escrito no próprio Talmud.  Aqueles que revelam as fabricações de hoje doutrinadas na cultura Judaica podem, definitivamente, levar embora aquela liderança de "lugar e nação".  Desta forma, o vício, os ataques odientos sobre tentativas históricas de atualizar a informação do "holocausto", listar os crimes do movimento político Sionista, explodir o mito do "povo escolhido", desmascarar os Judeus como eternas vítimas, expor o papel substancial Judaico no crime organizado e nos crimes financeiros de alto nível etc.

FALCATURA PELA CENSURA E TIRANIA

Mesmo antes que a ADL existisse, em 1908, o comissário de polícia de Nova Iorque, Theodore A. Bingham, em referência a uma investigação do progressivo tráfico de escravas brancas, observou que 50% do crime em Nova Iorque era cometido pelos Judeus.  A carreira de Bingham foi destruída e tais advertências foram banidas da mídia desde então.

Esse evento resultou na criação do poderoso Kehillah de Nova Iorque, que instantaneamente, em comunhão com o American Jewish Committee, pressionou uma revista nacional a descontinuar sua série sobre o tráfico de escravas brancas depois de seu artigo introdutório.

Da mesma forma, o maior editor de livros, George Haven Putnam, proprietário do “Putnam and Sons”, foi forçado em 1920 a jogar fora uma edição já impressa dos muitos malignos Protocolos dos Sábios de Sião, quase não prestando atenção nas ameaças veladas de falência do membro da ADL Louis Marshall, uma figura poderosa na política de Nova Iorque, bem como no Sionismo mundial.

O SPOTLIGHT tem informado muito recentemente aos leitores sobre a progressiva censura por essa mesma gangue da ADL, que hoje usa total poder de censura sobre todos os textos de escolas, bibliotecas e a mídia dominante, colocando na lista negra todo material que não será tolerado, todavia, ao mesmo tempo, dizendo tolices ao público de como deve tolerar qualquer afronta sobre a cultura Ocidental, a fim de que não ofenda algum depravado sensível.

A defesa da família, comunidade e nação contra tais males é rotulada de "odiosa" e tornada ilegal.  Ademais, destruição progressiva daquelas entidades por pessoas que se comovem com ódio por eles é de ser tolerada pelos homens mais duros, ou ele serão presos.

Uma tal arrogante, provocativo, duplo padrão requer seu intenso ódio e oposição, senão será permitido que continuem a destruir tudo aquilo que você ama.

Wednesday, June 04, 2014

Entendendo os "fascismos" enquanto fenômeno histórico

O QUE É FASCISMO?




"Quem dissesse ao rio, se o rio tivesse personalidade, que o primeiro grão de areia por ele próprio depositado numa de suas voltas iria ser o começo dum banco ou coroa que um dia lhe impedirá a passagem, obrigando-o até a procurar novo leito, passaria por visionário. Quem dissesse ao nemrodismo judaico que dos povos lentamente preparados por ele brotaria uma idéia nova e salvadora, teria passado há três lustros como um pobre maluco. O plano dos verídicos Protocolos dos Sábios de Sião tocava a sua meta. Tudo se negara: virtude, fé, consciência. Tudo se vendera: opinião, inteligência, honra. Tudo se aniquilara: Família, Pátria, Deus. O comunismo caminhara, ora com pés de lã, ora com sapatos de ferro, pela face do planeta. Era quase dono da Itália. Tinha milhões de adeptos organizados na Alemanha. Enchia a França. Infiltrara-se por toda a parte. Esperavam-se os triunfos de seus famosos putschs técnicos em países que se apontavam a dedo. Foi quando a figura de Mussolini se projetou no vasto campo da História. Vestia uma camisa preta, desenterrara do entulho dos séculos o feixe dos litores antigos, falava duma coisa chamada fascismo, que parecia vaga e incompreensível ao mundo, e tonitruava discursos inflamados. A Humanidade aburguesada e cética esqueceu por um momento as cocaínas morais e sociais com que vinha se envenenando sob o olhar dulçuroso do judeu internacional, olhou o fenômeno e somente fez este comentário: - Que cabotino! Incapaz de uma visão totalitária, unicamente viu um dos aspectos exteriores e cenográficos da grande individualidade que se alevantava do seio da mediocridade geral. O aspecto menos significativo. Tudo o mais lhe escapou.

Aquele homem ergueu o braço, como seus antepassados latinos. Centenas de milhares de braços jovens se ergueram com o dele. E a este gesto enérgico e imperioso o comunismo parou. Desde esse dia, nunca mais deu um passo no mundo, nunca mais fez uma conquista, não tomou conta de país algum, vendo por terra todas as suas tentativas no Chile, na Espanha, na própria China.

De onde vinham o homem, a doutrina, o gesto? Do fundo da alma da sociedade ameaçada, do misterioso metabolismo do corpo social, do subconsciente da Humanidade. [...] O rio vermelho que corria de Moscou ameaçando alagar o mundo ia ser desviado por uma coroa produzida pelo aluvião dos centenários. Os judeus estavam certos de lhe haverem preparado berço esplêndido. Enganaram-se redondamente. Desde algum tempo, os grãos de areia pouco a pouco se ajuntavam.

O arrasamento de todos os cânones espirituais levara os homens de novo ao espiritualismo, porque os extremos se tocam. Os estudos neotomistas haviam mostrado a grandeza da civilização cristã coberta pela poeira voltaireana das negações e invencionices. Os olhos começaram a se abrir para as verdades incontáveis. Na França, Charles Maurras e seu grupo de lutadores reivindicavam a defesa das velhas coisas traídas e vilipendiadas. Em Portugal, o grande Antônio Sardinha e seus notáveis companheiros de pregação mostravam a necessidade da volta à tradição nacional, ao sentido heróico da vida cristã, ao espírito de sacrifício, ao Integralismo contrário aos parcialismos dissolventes. Em todos os pensadores e publicistas desse período, cuja maioria passou despercebida a seus próprios contemporâneos no meio do bruhahá da intensa vida gozadora e material das modernas babilônias, se sente uma unidade fundamental de pensamentos, embora sobre ela se articulem sistemas e organismos diversos, acordes com a realidade de cada país e o gênio étnico de cada povo. O século XVIII com seus filósofos, neo-filantropos, ateus e humanistas não tem mais a menor influência sobre esses novos espíritos, claros e linheiros como espadas, cuja flexibilidade só se sente no esgrimir das polêmicas e cujo retinir só se ouve quando tapezapêam na luta.

Que querem esses homens novos, que parecem velhos, porque se radicam fundamentalmente no passado; que parecem velhos aos envelhecidos e envilecidos burgueses que se julgam modernos, porque são anti-morais e anti-tradicionais; esses homens arautos de novos tempos, cuja voz o chamado rumor do progresso quase abafou de modo a que só fosse ouvida pelos que lhes ficavam próximos? Que querem? Coisas velhas e sábias para a Humanidade consciente, coisas novas e loucas para uma humanidade em completo delírio, atuada no seu transe pelo espírito diabólico do judaísmo.

Querem a disciplina da dedicação e do sacrifício; querem uma educação cristã que garanta, tanto quanto possível, a invulnerabilidade da vida e da alma; querem que se passe da negação do dever por temor ao espírito do dever por amor; querem que não se confundam mais, para os espertos se aproveitarem disso, legitimidade e legalidade; querem destruir os formalismos do direito vindo da Loba opressora; querem a primazia espiritual, a família, a tradição, a propriedade moralizada, a responsabilidade, a compensação social dos direitos pelos deveres e encargos; querem a aglomeração orgânica das faculdades e atividades, tanto espirituais como produtoras, das nações; querem uma consciência nacional norteando os povos ao invés de conchavos políticos interesseiros e desmoralizadores; querem os trabalhadores associados cooperativamente na defesa de seus interesses e não os eleitoralismos seguidos de esnobismos, fraudes e falatórios ocos; querem a profissão organizada, a moralidade na governação de Estados, a unidade de coração e de pensamento na vida nacional com a extinção dos partidos; querem a harmonia social substituindo a luta de classes; querem, enfim, ordem econômica, ordem política e ordem social; isto é, ordem integral. Para isso, estudam, escrevem, pregam, enquanto os imbecis sorriem, os indiferentes não dão um passo, e os gozadores se divertem. Eles sabem que suas idéias germinarão com o adubo desses sorrisos amarelos e com o estrume dessas indiferenças, que seus sucessores as levarão por diante e que alguns deles um dia as porão em prática, apoderando-se do Estado político para renovar o Estado social. Eles estão convencidos que a Humanidade tem levado a vida inteira a zombar dos sonhadores e idealistas para, depois, realizar todas as idéias desses sonhadores e desses idealistas. Anatole France, o mais glacial dos céticos modernos, verificou e confessou essa verdade.

É um poeta quem planta a abençoada semente. Ao apoderar-se num reide audacioso do território do Fiume, proclamando a Regência de Carnaro, Gabriel d’Annunzio teve de organizá-la. Veio-lhe a idéia do antigo Estado totalitário cristão da Idade Média, e ele pensou nas velhas e veneráveis corporações de ofício, publicando sua "Carta del Lavoro", maravilhoso documento em que, pela primeira vez, oficialmente, um governo reconhecia o VALOR MORAL do trabalho acima de seu valor econômico. Foi o anúncio da revolução econômica do século XX, a volta às verdades da economia moral e a morte de todas as mentiras da economia naturalista.

Quando na Itália agitada pelo comunismo, presa já da anarquia rubra, as legiões de camisas-negras de Benito Mussolini marcaram com seu passo cadenciado a marcha da primeira reconquista cristã dum povo ocidental, o espírito dannunziano da "Carta del Lavoro" agitou os vexilos e lábaros das manípulas fascistas. A marcha sobre Roma há de estrondar eternamente nos séculos como o caminhar das forças do Espírito contra as muralhas da Matéria. Deus dirige os destinos dos povos. Mussolini foi a Joana d’Arc desse momento histórico. Justamente por ter sido a primeira reação, a reação de emergência, a reação apressada, a doutrina do fascismo italiano ficou a menos completa e a menos espiritual de todas. Teve de ir completando-se na luta, organizando-se pari-passu com as vitórias obtidas consecutivamente, pouco a pouco se adaptando às realidades espirituais da Itália. Seu símbolo reflete isso. É a reunião das varas num feixe sobre a proteção do machado. O que estava disperso, feito em miúdos pedaços, foi reunido e amarrado às pressas, no afã duma como defesa aproximada, segundo se diz em linguagem militar, sob a égide de um Estado ditatorial. Porém a glória do fascismo de Mussolini jamais se apagará. Num mundo desorganizado e desvirilizado, avelhantado e entorpecido, ele criou uma mística fervorosa, ele despertou o entusiasmo e ele proclamou a morte do liberalismo burguês naquele dia que, da tribuna da Câmara dos Deputados, pronunciou o famoso discurso do qual cada palavra vale por uma chicotada nas faces que haviam perdido a força de coroar: - "Eu poderia fazer desta sala surda e triste o bivaque dos meus milicianos, mas não o faço porque não quero, e não quero porque ainda não é oportuno..." Nunca, nem quando os granadeiros de Lefevre expulsaram a coice de arma os Quinhentos da sala onde vociferavam, nem quando um cabo de marinheiros, bocejando, mandou fechar as portas da Duma de Kerensky; nunca uma assembléia liberal e parlapatona foi tratada dessa maneira. Porque, além da força e do desprezo, Mussolini demonstrou a vacuidade daquele órgão dos poderes públicos anárquicos: fechá-lo-ia, se quisesse, quando quisesse...

Em presença do Senado, só porque seu nome traduzia a lembrança de um passado glorioso, sua atitude foi outra. Curvou-se reverente e repetiu a invocação latina: - "Pais Conscritos!" É que os fascistas tem de se apoiar forçosamente nas mais antigas tradições para poderem se apoiar nas almas dos povos. Em tudo, tanto Mussolini como Adolf Hitler, que conduziu à vitória o segundo movimento fascista do mundo, aprofundam as mais remotas origens de suas gentes, exaltando de todos os modos a idéia de um passado superior, para sobre essa base construir o futuro. É nas tradições celtas que vamos encontrar tanto a acha das armas, o machado, do fascio, como a suástica, a cruz-gamada, do nacional-socialismo germânico. Ambos os signos provém do vetusto simbolismo celta. Sua origem é boreal, é nórdica, como provam os documentos arqueológicos da Europa neolítica, diante dos quais a pretensa origem asiática da cruz gamada não pôde continuar de pé. E, como aparece na Índia, se vê que para lá foi levada pelos celtas conquistadores.

Sem o apelo da tradição, é impossível reformar a moral dos povos. A tradição é o ensinamento, a experiência, a solidariedade, o exemplo. O Estado Total, que fusiona Estado e Sociedade, de Carlos Schmitt, que o propunha em 1931 à Alemanha ainda à espera do triunfo hitlerista, estende no passado suas raízes como uma árvore as aprofunda no ubertoso seio da terra. Os antigos chamavam à tradição "culto dos antepassados". Esse culto é o único capaz de manter coesas as sociedades. Por isso o judeu o conserva ciosamente em si, mas procura destruí-lo nos outros. Quando a lição tiver aproveitado aos povos cristãos e eles se apoiarem nesse culto, o judaísmo perderá noventa por cento de sua força destruidora. [...]

A Itália fascista apoiou-se na tradição história do Império Romano. Foi a primeira rocha que achou no aluvião liberal para plantar a primeira estaca do novo edifício social. Na Alemanha liquefeita pelo liberalismo aliado à saturação judaica, o movimento de Hitler teve de buscar um apoio ainda mais profundo que a simples tradição jurídica e política. E este foi a Raça. O racismo corresponde a uma realidade alemã do mesmo modo que o romanismo imperial corresponde a uma realidade italiana. Além disso, a Itália está com quase todas as populações verdadeiramente italianas sobre a sua bandeira. A Alemanha não. Há alemães no corredor de Danzig, na Tchecoslováquia, na Polônia, na Áustria, fora dos limites do Reich; havia alemães no Sarre. Se o nacional-socialismo se limitasse à tradição duma Alemanha política e histórica, estaria errado. Para estar certo, para corresponder exatamente à realidade, ele é obrigado a basear-se numa Alemanha racial.

Seu símbolo já não é mais um apressado ajuntamento de varas sob a proteção da força nacional. A suástica indica movimento, dinamismo, vida. As idéias de renovação somadas simplesmente ao Estado na Itália entram agora a mover-se, a marchar para o futuro. "O nacional-socialismo não se apresenta como uma fórmula de vida política, mas como um plano de regeneração total, tanto físico como material, econômica, racial, moral e religiosa, verdadeira visão de conjunto do mundo. É uma fé". [Jean Edouard Spenlé - ‘Les assisses morales de l’Allemagne hitlérienne’]. O fascismo italiano também é uma fé. Todos os movimentos semelhantes são tantas outras fés. E eis porque venceram e vencerão, fazendo o comunismo recuar diante deles e, o que é mais triste, por ser abjeto, disfarçar-se com rótulos nacionalistas, libertadores ou humanitários, infâmia das infâmias, em presença de movimentos claros e definidos que clamam abertamente seus propósitos. As mentiras não dispensam as máscaras.

Os movimentos espiritualistas de salvação nacional rapidamente se irradiaram pelo mundo. O nacional-sindicalismo dos camisas-azuis com a cruz de Cristo em Portugal desapareceu do cenário da nação, mas o governo de Salazar põe em prática quase todas as suas idéias, criando o Estado Corporativo Português. Na Inglaterra, os camisas-pretas do jovem e simpático Sir Oswald Mosley combatem o judaísmo, condenam o parlamentarismo liberal decrépito e anunciam o Estado Corporativo Inglês, realizando já notável ação cultural. Na Polônia, em 1926, José Gralla lançou o nacional-socialismo polonês, radicando-se nos pensadores nacionais e pregando a revisão dos problemas vitais da pátria. Suas camisas cor-de-cereja organizaram-se em 1933 e foram dissolvidas pelo governo em 1934; mas este vai aos poucos realizando idéias fascistas. Segundo documentado estudo de Carlos Istanbul - La Turquie de Mustapha Kemal - , o regime que domina a Turquia moderna tem caráter nacionalista. Na Holanda, os nacionais-socialistas acabam de ter admirável triunfo eleitoral. Há fascistas de camisa-azul na Irlanda, de camisa-cinzenta na África do Sul, de camisa-dourada, os cisteros, no México, de camisa-amarela na China, de camisa-prateada nos Estados Unidos. O "Peskonkrusts" da Letônia é uma organização fascista. O "Partido Nacional Social Cristão", fundado por Adrien Arcand e José Menard no Canadá, é fascista e anti-semita. A "Legião Cívica" da República Argentina declara-se nacionalista por "determinismo biológico". Há fascistas na Bélgica, influindo já nas decisões administrativas. Toda a mocidade católica e verdadeiramente patriota da Espanha se alista sob a bandeira da "Falange Espanhola". Na Romênia, o fascismo chefiado pelo enérgico Corneliu Codreanu recebeu a adesão dos agrários. As juventudes fascistas da "Orjuna" desfilam militarmente por toda a Sérvia. A Bulgária está invadida pelo fascismo e tem um governo fascista-militar. As "Milícias Nacionais" do Chile desafiam hoje os comunistas a reaparecerem. Os apristas agitam-se no Peru, agitando a alma nacional aletargada. Mesmo no Japão, o deputado Matsuoka fez brotar a idéia do integralismo nipônico.

A Áustria apóia-se no estrangeiro para impedir provisoriamente que o nazismo dela se apodere, porque ele corresponde às aspirações de seu povo; mas é obrigada a adotar a organização corporativa do Estado para poder viver.  Um dos Estados norte-americanos, a Louisiana, rompe, governada por Huey P. Long, abertamente contra o regime liberal da União e envereda pela trilha das doutrinas fascistas. Esse fenômeno no país onde, á entrada do maior porto, a estátua colossal da Liberdade Burguesa ilumina o mundo, é deveras impressionante como índice duma época, cujo caráter de reação contra o materialismo capitalista e o materialismo comunista. [...]

A França, pátria dos imortais princípios, entregue de pés e mãos atados a governos judaico-maçônicos, quase escravizada a Israel, como os próprios escritores judeus claramente o apregoam*, fermenta de movimentos nacionalistas, fascistas e anti-semitas. Violentas campanhas de imprensa documentam as atividades anti-sociais e anti-cristãs da Maçonaria, do judaísmo e do eleitoralismo político. Os escândalos financeiros, como o caso Staviski, desmoralizam os governos que caem diante da ebulição das massas populares. A "Action Française" prega a restauração da tradição monárquica, tão antiga como a própria França. Os franceses arregimentam-se ao grito de: - La France aux Français! E os trezentos mil veteranos da "Croix de Feu", obedientes ao comando do taciturno tenente-general de la Rocque esperam o momento de entrar em ação, correndo de quando a quando a pau os bandos comunistas.

Respondendo ao grito de Marx, no meado do século XIX, - "Proletários de todos os países, uni-vos!", ouve-se no século XX outro grito, - "Nacionalistas de todos os países, uni-vos!" Uni-vos na convicção de que o nacionalismo deste século, bastando-se a si mesmo, pois mergulha nas raízes do gênio próprio de cada povo, renovará a alma das velhas sociedades e trará ao universo a idéia duma ordem pacífica internacional.

Que deseja esse movimento generalizado no mundo inteiro? Busquemos nos seus tracts, panfletos, catecismos, manifestos e livros doutrinários os pontos básicos comuns que os norteiam nas sua ação e revolução: disciplina consciente e voluntária; subordinação de todo e qualquer interesse ao interesse da nação; cooperação e harmonia de classes; governo moral e materialmente forte, que possa resolver os problemas nacionais sem depender das forças que se formam paralelamente aos governos fracos; sacrifício pela pátria até a morte; igualdade para todos no dever de servir à coletividade, afim de que o bem de cada um venha do bem de todos; poucas palavras e muita ação; primazia absoluta do Espírito e da Moral; humildade diante de Deus.

Que ensina? O orgulho da disciplina conscientemente aceita diante do exemplo de Chefes; a coragem de morrer por uma idéia nobre; a solidariedade dum nacionalismo sem xenofobia; a limpeza moral no proceder; a consciência do próprio valor; a coragem de afirmar; a economia moralizada na aquisição e na fruição, e dirigida pelo Estado; o Estado integrado na Nação; a organização corporativa de todos os trabalhadores; o valor ético do trabalho; a dignidade e a intangibilidade da pessoa humana; a liberdade real dentro de uma democracia verdadeira; a guerra de morte ao capitalismo opressor, ao materialismo burguês e ao comunismo escravizante; o caráter sagrado da Família; o amor incondicional à Pátria; a fé absoluta em Deus. [...]

No dia em que as doutrinas fascistas tiverem o mundo inteiro nas mãos, numa aliança universal que Dzelepy já entrevê - Dzelepy, "L’Alliance des Fascismes" - , um equilíbrio social melhor permitirá aos povos a tranqüilidade necessária para organizarem a Paz Social, livres da despudorada intriga da imprensa e da propagação de doutrinas dissolventes graças às medidas de proteção contra as forças ocultas e parasitárias movidas por messianismos sem escrúpulos. Porque, à primeira vista, parece que o fascismo é o culto dum homem, quando na verdade é unicamente o culto duma idéia que um chefe encarna. Tanto assim que, perante a comissão de inquérito sobre os famosos acontecimentos de 6 de fevereiro, em Paris, Varin, companheiro de La Rocque, deu esta resposta formidável: - "Quand nos idées predrant le pouvoir..." São as idéias, para os fascistas de qualquer jaez, que tomam o poder. E essas idéias apagam até os maiores antagonismos entre os povos, as maiores rivalidades, porque os fascistas verdadeiros sabem que tais antagonismos e rivalidades são, na maioria dos casos, obra daninha e pérfida das forças secretas que agem em detrimento das nações e em proveito do judaísmo corruptor. Vêde, para sentir isto, como o tenente-coronel de la Rocque se expressa sobre a Alemanha. O exemplo é flagrante: "Deve-se tratar com os alemães?", pergunta, e responde: "Sim, mil vezes sim! Mas sob a condição de sermos primeiro SENHORES DE NÓS MESMOS, tendo acabado, no nosso país, com as empresas revolucionárias..." - De La Rocque, "Service Public". Porque ele tem certeza que os governos, infeudados a essas empresas, absolutamente escravizados, não são senhores de seus movimentos nem representam o sentir da nacionalidade; antes, pelo contrário, acionados por estas empresas, defendem os interesses destas em detrimento dos verdadeiros interesses nacionais.

Do exposto acima se verifica nitidamente que toda revolução de caráter fascista começa por uma revolução interior. Chamam-se hoje, na confusão reinante em tudo, revolucionários os homens que negam a primazia das leis morais e se entregam à cega correnteza dos impulsos naturais. Isso é amesquinhar o ser humano, é animalizá-lo. O caráter específico do homem é justamente o da libertação do domínio da matéria para ascender aos páramos da espiritualidade. Revolucionário verdadeiro é aquele que reage contra os instintos. Os maiores revolucionários foram os ascetas e os santos. A maior revolução de todos os tempos foi o Cristianismo. A única revolução digna de tal título na História, depois dele, é o movimento renovador e regenerador do fascismo. Ele não vem substituir homens como as pseudo-revoluções liberais, simplesmente políticas, de espírito revolucionários engarrafado; nem tudo destruir para tudo ocupar como a subversão comunista. Sua revolução processa-se de dentro para fora, combatendo pela palavra o regime vigente, mostrando seus erros e crimes, convencendo as massas da superioridade de sua doutrina e de seus processos, crescendo naturalmente, até romper a casca do ovo que a contém, até "rebentar o envólucro", de modo a apresentar sua construção em lugar da antiga que absorveu. Não foi de outro modo que se fez a Revolução Cristã. Jesus Cristo foi circuncidado de acordo com a lei mosaica. "Vim para cumprir a lei", declarou. Cumpriu-a, destruindo-a naturalmente, até dar-lhe substituição completa. Porque o Cristianismo era a revolução em todos os sentidos, que partia das almas, reformando-as, para reformar o todo social. Também a Revolução Fascista é integral e marcha na mesma direção".

GUSTAVO BARROSO,
O IV Império, páginas 156-174, 1935

Thursday, January 10, 2013

Obama perde entre os brancos e mesmo assim ganha

INVASÃO PELA MIGRAÇÃO 

"Obama perdeu em todos os grupos etários de eleitores brancos, incluindo aqueles entre 18 a 29, os quais ele venceu por 10 pontos em 2008."

"Nós minaremos toda identidade coletiva exceto a nossa."

A “identidade coletiva” refere-se à raça, religião (Deus), nação e família (sexo) – Protocolos de Sião, a fotografia da Nova Ordem Mundial.  Eles promovem a imigração, o homossexualismo e a miscigenação para destruir a raça branca. 


A eleição presidencial de Terça está sendo louvada como uma vitória para as "minorias".  A mensagem é que as minorias estão aumentado, assim outros Americanos poderiam da mesma forma capitular o país para eles.

As minorias, obviamente, estão em dívida com os seus patrocinadores, os banqueiros judaico-maçônicos cabalistas.  Isso é a chamada "invasão pela migração", ou seja, como eles tomaram Israel.

A Israel, Índia, China, Japão e Indonésia são permitidas sua homogeneidade cultural e racial.  Mesmo Quebec pode proteger sua identidade francesa.

Mas não a América do Norte, a Europa Ocidental e a Austrália, porque os banqueiros judeus cabalistas percebem os Cristãos brancos como um obstáculo para sua NOM.

Seu programa, conhecido como a estratégia Cloward – Piven (renda mínima) é usar as esmolas do governo para subornar os "miseráveis" bem como os ricos (bancos e corporações dominadas pelos cabalistas).  Isso assegura que seus agentes como Obama mantenham o poder e aumentem a dívida, que é o meio de escravizar o país.  A Grécia e a Espanha são os precursores da América.  

A judiaria organizada defende as minorias porque uma coalizão dos "miseráveis" produz poder político.

A judiaria organizada não representa os Judeus, embora alegue isso.  Desta foram os Judeus podem tomar a culpa pela NOM.  Ela representa os banqueiros judeus cabalistas, que usam isso para enganar e manipular os Judeus e qualquer um.  A judiaria organizada põe os Judeus em perigo porque os banqueiros são cabalistas, isto é, satanistas, que odeiam a humanidade.

OBAMA PERDE A AMÉRICA BRANCA

- Somente 39% dos eleitores brancos votaram em Obama, abaixo dos 43% em 2008. Os brancos eram 87% dos eleitores em 1992. In 2012, eles são 72%

-  Obama venceu com 93% dos eleitores negros, e 71% dos hispânicos. Obama perdeu em todos os segmentos etários de eleitores brancos, incluindo aqueles entre 18 e 29, os quais ele ganhou por 10 pontos em 2008.

-- Em 1988 W.H. Bush foi capaz de vencer em 288 assentos no colégio eleitoral com 60% do voto branco.  Em 2012, Romney pôde reunir somente 206 assentos no colégio eleitoral com os mesmos 60% dos brancos.

-- De acordo com o censo de 2011, 63% da população Americana é branca; 17% hispânica e 13% negra.  A população hispânica nos EUA subiu perto de 43% desde 2001, ultrapassando 50 milhões e contabilizando 1 para cada 6 Americanos.  Na próxima eleição, Texas e Georgia não serão mais Republicanos.

-- Hispânicos agora são um em 10 eleitores nacionais e atingindo níveis mais altos em estados tais como Colorado, Florida, Nevada e Novo México, os quais se tornaram um terreno confortável para Democratas nas políticas presidenciais. Obama carregou Colorado vencendo com ¾ dos Hispânicos, acima dos 61% em 2008

Obama, cuja mãe foi uma Judia branca Comunista é o canto da sereia dessa engenharia social desenhada para fazer dos EUA tão heterogêneo quanto uma caixa de chocolate: 

"Eu não me importo se você é negro, ou branco, ou hispânico, ou asiático, ou indígena, ou jovem, ou velho, ou rico, ou pobre, apto, deficiente, gay ou hétero, você pode construir aqui na América se você estiver querendo tentar", disse Obama em seu Discurso de Vitória.

Os Judeus liberais estão anunciando uma nova era de saciar os caprichos de suas minorias controladas.

"Essa eleição afirma que há uma nova política, uma nova realidade demográfica na América, e que os Democratas estão mais além em adaptar suas políticas a essas novas realidades que os Republicanos", declarou Simon Rosenberg, esquerdista, cujo grupo de pensadores liberal NDN tem monitorado a mudança do eleitorado Hispânico.

O sucesso de Obama seguiu intensos esforços mediante sua campanha e grupos exteriores para recrutar e registrar eleitores de minorias.  A campanha registrou centenas de milhares de negros e hispânicos só na Florida, ultrapassando seus esforços de 2008. Nacionalmente, o NAACP aspirava trazer 1 milhão de novos afro-americanos ao eleitorado, e o Serviço da União Internacional de Empregados dedicou mais do que um esforço de $75 milhões para registrar minorias em oito estados em áreas de conflito."

ROMNEY

Eu não tenho quaisquer ilusões a respeito de que Romney realmente representava os interesses da maioria dos Brancos Cristãos Americanos. Eu não acredito que sua imagem muito limpa fosse real.  Se você não é um traidor, criminoso e pervertido, você não entra na corrida presidencial.

Romney era um candidato dispersivo para Obama, como Kerry e McCain foram para Bush e Obama.

Romney deu a Obama um salvo conduto sobre os $16 trilhões em dívidas executados sob sua vigilância, e seu fracasso em punir aqueles responsáveis pela crise de crédito.  Ele deu a Obama um salvo conduto sobre o amargo assunto e o fato de que os pais de Obama eram Comunistas.  Ele ignorou a passagem de mais medidas policiais; e o custo humano real da recessão.

CONCLUSÃO

Eu odeio terminar sem sugerir uma solução.  A nova imigração deveria ser encurtada ou os novos imigrantes não deveriam ser permitidos votarem.  Isso é um remédio brando comparado a Israel que não consignará cidadania a não-Judeus, e deporta migrantes.

Os conservadores devem convencer os imigrantes que eles melhor representam suas famílias e valores religiosos. Porém, o maior problema é a maior parte dos nossos politicos são franco-maçons que não realmente pretendem o que eles dizem.

A não ser que uma solução seja encontrada, os Americanos brancos se tornarão uma minoria política, uma que não é defendida por nossos controladores Judeus e Maçons como minorias presentes. 

Para não criar mal-entendidos, eu fui um imigrante.  Imigrantes de toda raça contribuem com um grande deal para seus países adotantes.  Cada raça carrega algo único para a família humana.

Porém, a uma nação não é exigida perder suas identidades racial e cultural e destino, de forma que os cabalistas possam usar imigrantes para subvertê-las.  Nenhuma outra nação permite isso, a não ser que tenha sido decapitada pelos banqueiros Judeus cabalistas e seus lacaios goyim maçônicos.    

Fontes:



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