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Monday, June 06, 2022

“Discurso de ódio” é padrão judaico de censura

É impossível entender a atual onda de censura na internet a menos que a vejamos como uma operação judaica”. -E. Michael Jones

"O privilégio judaico hoje encontra sua expressão primária em termos como ‘discurso de ódio’ e ‘anti-semitismo’, que se tornaram armas usadas para destruir pessoas.  O termo ‘discurso de ódio’ é uma criação da Liga Anti-difamação.  Os termos ‘anti-semitismo’ ou ‘discurso de ódio’ são qualquer expressão que judeus em organizações como a ADL consideram ofensivo."

"Sessenta anos atrás, ativistas judeus como Leo Pfeffer afirmaram com uma cara séria que os judeus eram a favor da liberdade de expressão, e, de fato, eles o fizeram: eles estavam na vanguarda de minar as leis anti-obscenidade e anti-aborto.  Destruído, seguiu-se a anarquia social.  Um novo código foi imposto.  Anteriormente conhecido como politicamente correto, agora é conhecido pelo seu oposto, ou seja, discurso de ódio."

por E. Michael Jones

(henrymakow.com)

De acordo com o assim-chamado "Christchurch Call to Action", que decorreu de uma reunião de funcionários do governo e gigantes da Internet em 15 de maio de 2019 em Paris, o Facebook emitiu um documento interno intitulado "Revisão da Política do Agente de Ódio", que, de acordo com Breitbart , que recebeu uma cópia de uma fonte dentro do Facebook, "descreve uma série de 'sinais' que o Facebook usa para determinar se alguém deve ser categorizado como 'agente de ódio' e banido da plataforma".

As diretrizes eram simultaneamente draconianas e incoerentes.  Você pode ser designado como um "agente de ódio" se "você elogiar a pessoa errada, entrevistá-la ou aparecer em eventos ao lado dela".  O status de agente de ódio é evidentemente contagioso porque o Facebook pode designá-lo como agente de ódio se você se associar a uma "Entidade Designada de Ódio", como o inglês Tommy Robinson.

Você também pode ser designado como agente de ódio "apenas por falar de forma neutra sobre indivíduos e organizações que a rede social considera odiosas". O Facebook marcou alguém em outubro do ano passado simplesmente porque ele deu o que eles consideraram ser uma "representação neutra de John Kinsman", que é membro do "Proud Boys", um grupo do qual o Facebook não gosta e não quer que você goste. Então, para se absolver de qualquer suspeita de ser um "agente de ódio", você precisa odiar o que o Facebook odeia.

A principal maneira de caracterizar alguém como um "agente de ódio", no entanto, é mostrar que ele se envolve em algo chamado "discurso de ódio".  Em 20 de junho de 2019, o YouTube baniu o vídeo "Owen Benjamin Finding Logos with E. Michael Jones", que foi ao ar vários meses antes em 21 de março. Essa entrevista foi um dos quatorze vídeos que o YouTube baniu do canal E. Michael Jones no YouTube em junho.  Assim como os outros treze, a única explicação que o YouTube deu foi que o vídeo violou suas regras sobre discurso de ódio, ou seja, "Também não permitimos nenhum conteúdo que incentive o ódio a outra pessoa ou grupo de pessoas com base em sua participação em um grupo." O aviso do YouTube não identificou o discurso de ódio ofensivo ou o "grupo protegido".

Os termos "agente de ódio" e "discurso de ódio" são igualmente vagos; no entanto, o último termo é mais fácil de definir porque suas origens são claras. O discurso de ódio é uma criação da Liga Anti-difamação, que se apresenta como "a principal organização anti-ódio do mundo". Como o termo análogo "anti-semitismo", o discurso de ódio é qualquer expressão que judeus em organizações como a ADL consideram ofensiva.

Como a incoerência demonstrada pelas diretrizes do Facebook, é impossível entender a atual onda de censura na internet a menos que a vejamos como uma operação judaica.

Isso fica evidente quando observamos como a imprensa está definindo (ou desdefinindo) toda a questão da censura/desplataforma.  Um artigo recente no Summit News atribuiu a proibição do "Natural News, que tinha 2,5 milhões de seguidores" ao "fato de que o Facebook agora está implacavelmente impondo sua ideologia de extrema-esquerda em sua própria plataforma".

O fato de que muitos, se não a maioria, dos judeus defendem uma ideologia de extrema-esquerda é inegável, mas também não vem ao caso porque "discurso de ódio" não é uma designação política; foi criado pela Liga Anti-Difamação para silenciar o discurso que os judeus não gostavam.

Para que ninguém pense que não é esse o caso, considere a "Declaração da ADL sobre mudanças na política do YouTube para reduzir o conteúdo extremista", um comunicado à imprensa de 5 de junho de 2019 em que a ADL se elogia por causar a recém-iniciada eliminação do YouTube de canais de "discurso de ódio" e vídeos e, em seguida, exige mais ação do YouTube e de outras empresas de tecnologia:

O ódio e o extremismo online representam uma ameaça significativa – armar o fanatismo contra comunidades marginalizadas, silenciar vozes por meio de intimidação e agir como ferramentas de recrutamento para grupos marginais e odiosos”, disse Jonathan Greenblatt, CEO da ADL e Diretor Nacional. "É por isso que a ADL tem trabalhado com empresas de tecnologia, incluindo o YouTube, para combater agressivamente o ódio em suas plataformas.  Ficamos felizes em compartilhar nossa experiência sobre isso e esperamos continuar a fornecer contribuições. Embora este seja um passo importante, essa mudança sozinho é insuficiente e deve ser seguido por muitas outras mudanças do YouTube e de outras empresas de tecnologia para combater adequadamente o flagelo do ódio e do extremismo online."

MAGNO JUDEU MEYER LANSKY

Para quem não sabe, a ADL foi criada na esteira do linchamento de Leo Frank em 1915 para se envolver em espionagem doméstica e chantagem, se necessário, para proteger os interesses judaicos nos Estados Unidos.  A ADL também foi uma operação de lavagem de dinheiro.  Criminosos judeus como Meyer Lansky e Moe Dalitz chegaram a rotular qualquer um que os acusasse de atividade criminosa de anti-semita em troca de grandes "contribuições de caridade" para a ADL.  Durante o auge de Lansky, a ADL não era poderosa o suficiente para impedir sua deportação, mas essa situação mudou na década de 1980, quando a ADL começou sua colaboração com o FBI.  Durante esta mesma década, a ADL reabilitou com sucesso Moe Dalitz dando-lhe o prêmio Torches of Liberty, novamente em troca de grandes contribuições de caridade para sua organização.

Sunday, June 15, 2014

A estratégia Judaica por detrás dos “direitos civis”


por Kevin MacDonald
Judeus, Negros e Raça
(Dez excertos por henrymakow.com)

1. Os Judeus Ashkenazi que dominam a comunidade Judaica Americana têm a mais elevada inteligência média de qualquer agrupamento humano e demonstraram uma extraordinária habilidade de criar e participar em grupos altamente efetivos em perseguir seus interesses.

2. Os Judeus desempenharam um importante papel em organizar a formação das organizações negras com a instituição da Associação Nacional para o Avanço dos Povos de Cor (NAACP) em 1909 e, apesar de aumentar o anti-semitismo negro, permanecem até o presente.  O NAACP foi fundado por ricos Judeus Alemães, não-Judeus, brancos e negros liderados por W. E. B. DuBois.  O papel Judaico foi predominante: No meio da década [c. 1915], o NAACP teve algo do aspect de um adjunto da B'nai B'rith e do Comitê Judaico Americano (“American Jewish Committee”), com os irmãos Joel e Arthur Spingarn servindo como presidente e diretor jurídico, respectivamente; Herbert Lehman no comitê executivo; Lillian Wald e Walter Sachs na direção (embora não simultaneamente); e Jacob Schiff e Paul Warburg como patrocinadores.  Por volta de 1920, Herbert Seligman foi o diretor de relações públicas e Martha Gruening serviu como seu assistente.  Não é de se espantar que um confuso Marcus Garvey rompeu com o quartel do NAACP em 1917, murmurando que ela era uma organização branca.

3. A B'nai Brith da ADL continua a ser uma promotora maior da educação de diversidade através de seu “A WORLD OF DIFFERENCE ® Institute”.  Desde 1985, esse instituto treinou mais de 230 mil professores de escolas primárias e secundárias em educação de diversidade e conduziu treinamentos em diversidade para trabalhadores e estudantes em universidades nos Estados Unidos.  Programas de treinamento de professores foram também instituídos na Alemanha e na Rússia.

4. Finalmente, pelo menos até os anos 60, os negros não tinham se demonstrados capazes de desenvolver efetivas organizações sem ajuda Judaica.  Negros, como um grupo de baixa performance, continuam a ter relativamente pouco poder e influência em relações étnicas nos Estados Unidos e permanecem sub-representados em todas as instituições de elite da sociedade.  Por causa de sua alta inteligência, seu alto nível de mobilização e sua super-representação em instituições de elite do governo, mídia, negócios, e mundo acadêmico, a influência Judaica está distante da proporção de seus números.  Judeus não-brancos têm relativamente pouca influência comparado aos Judeus por causa de sua falta de mobilização para atingir seus interesses étnicos.  Demais a mais, o permanente envolvimento Judeu na mídia e no financiamento de organizações negras permanece como um importante ingrediente no sucesso negro tempos depois que a liderança dessas organizações passaram para as mãos dos negros.  Por exemplo, Murray Friedman registra que, depois de 1955, os negros assumiram a liderança do movimento: "Os líderes Judeus não mais seriam os líderes e outras pessoas fora do grupo tomariam as decisões.  Eles trabalhariam nos bastidores, fornecendo dinheiro e aconselhando [Martin Luther] King e seus assistentes, que encabeçariam o movimento, ganhariam as manchetes, e aceitariam as sentenças de prisão."

5. Apesar de representarem somente 2,5% da população, os Judeus fornecem metade do financiamento do Partido Democrata, e na eleição de 2000, 80% dos Judeus votaram em Gore.

6. Quando entrevistado a respeito de suas próprias motivações, os Judeus tendiam a ver-se como altruístas em ajudar as causas negras, ou "acreditavam que a preocupação Judaica pelos povos negros era 'natural', cultivada pelas experiências paralelas de sofrimento e opressão."  Durante o ponto relevante do movimento dos direitos civis, os Judeus e organizações Judaicas "redefiniram o Judaísmo como sinônimo de liberalismo."  Uma atitude comumente expressada foi que a obra Judaica sobre apoiar os direitos civis refletia-se na "ética universalista" do Judaísmo.  Essa visão ignora a história do Judaísmo como um grupo fechado com uma perspectiva moral profundamente particularista com muito diferentes padrões morais para membros de dentro e de fora do grupo.  No mundo contemporâneo, o mais flagrante exemplo de particularismo moral Judaico é a realidade de Israel como um Estado apartheid expansionista.  Os Judeus em Israel sujeitaram os Palestinos a uma ocupação brutal dirigida, no fim das contas, para expandir seu território para incluir a terra conquistada na Guerra de 1967;  Judeus Americanos têm sido forte apoiadores de Israel, e em anos recentes a comunidade Judaica Americana organizada favoreceu o partido direitista Likud em Israel e suas agressivas políticas para com os Palestinos.  Muitos dos apoiadores do Likud são membros hiperetnocêntricos do movimento de colonos e outras formas de fundamentalismo Judaico.

Harold Cruse, um intelectual negro, observa que as organizações Judaicas vêem o nacionalismo branco como sua maior ameaça potencial e tendiam a apoiar políticas de integração pró-negras na América, presumivelmente porque tais políticas diluem o poder branco e diminuem a possibilidade de uma maioria coesiva e nacionalista anti-judaica.  Ao mesmo tempo, organizações Judaicas opuseram uma posição nacionalista negra, enquanto perseguiam uma estratégia de grupo anti-assimilacionista e nacionalista para seu próprio grupo.

8. Em acréscimo ao movimento para alterar as relações étnicas aqui discutidas, as organizações Judaicas tomaram a direção para alterar a política de imigração Norte-Americana na direção da imigração multiétnica em larga escala. A imigração multiétnica em massa continua a ser uma posição de consenso na comunidade Judaica Norte-Americana, e vários ativistas Judeus registraram a vantagem de ser ganha pelos Judeus de uma América onde a hegemonia política e demográfica branca declinasse e os brancos fossem incapazes de controlar seu próprio destino político.  Mais recentemente, Leonard S. Glickman, presidente e CEO da Sociedade Hebraica de Ajuda ao Imigrante (“Hebrew Immigrant Aid Society”), declarou que: "Quanto mais diversa é a sociedade Americana mais seguro os [Judeus] se encontram." Tendo se exaurido de Judeus Russos, a HIAS está hoje profundamente envolvida em recrutar refugiados da África – um novo envolvimento da aliança negro-judaica.

9. A motivação dos Judeus não precisa ser vista em termos defensivos, obviamente, mas preferencialmente dirigidas para maximizar o poder Judeu.  A realidade é que a ascensão dos Judeus nos Estados Unidos bem como de seus aliados negros e os milhões de imigrantes não-brancos no pós-1965 foi acompanhada por um conseqüente declínio no poder das antigas elites brancas Protestantes.


10. O ativismo Judeu desempenhou um papel essencial e crítico na revolução nas relações étnicas que ocorreram nos últimos 50 anos nos EUA.  É uma revolução que em suas premissas maiores foi internalizada também por uma grande porção de brancos nos EUA e outras nações Ocidentais, particularmente brancos da elite que fizeram alianças com Judeus e outros componentes das elites multiétnicas.

Saturday, June 07, 2014

Leis de “discurso de ódio” exigem que aceitemos o mal

Por Tony Blizzard

As leis de "discurso de ódio" são, em verdade, um programa para nos forçar a aceitar as ações daqueles que odeiam a cultura Cristã.

Elas permitem aos cabalistas destruir tudo que o mundo ocidental abraça como sagrado enquanto criminaliza quem quer que defenda nosso cultivado modo de vida.  Nos EUA, antes mesmo dos anos 30, a questão se o ódio deveria ser fora da lei havia sido levantada pelos inimigos da verdade, devido grandemente ao movimento nazista na Alemanha e as exposições do movimento “America First” dos tambores talmudistas batendo para o envolvimento dos EUA na Segunda Grande Guerra.

Patriotas que não viam qualquer razão para a América entrar nessa guerra – salvo para salvar o comunismo – eram presos e julgados por sedição em um processo político de estilo soviético.

Enquanto todo esforço era feito para apresentar os defensores como inimigos da América, eram seus acusadores internacionalistas que abrigavam ódio real por nossos princípios nacionais.

A barragem da propaganda estigmatizando os patriotas como "inimigos" somente se expandiu quando a globalista Nações Unidas veio a lume depois daquela guerra destrutiva, que salvou o comunismo utilizando força Americana.

Em uma publicação de 1947 aprovada pelo Cardeal Spellman de Nova Iorque, Rituale Romanum, a publicação anti-ódio foi posta em perspectiva adequada.

"Os efeitos de longo alcance dessa campanha [de criminalizar inimigos seletivos] são mesmo agora evidentes.  É produzindo o 'cidadão sem personalidade', o homem que não tem sensibilidades culturais, que é incapaz de indignação, que encara o desastre moral, político e impedindo a catástrofe mundial com um semblante vazio e sorridente.  Ele tem somente compreensão para os inimigos de seu país, nada mais do que sentimentos benévolos para aqueles que destruiriam seu lar e família.  Ele é universalmente tolerante, totalmente sem preconceitos.  Se ele tem quaisquer princípios, ele os mantém bem ocultos.  Ele é um sem identidade, um miserável sem caráter."

Homens verdadeiros daquela geração desprezavam tais pessoas como "espantosos covardes".  Hoje, eles são louvados como "politicamente corretos".

G. K. Chesterton, sempre a frente de seu tempo, meditou: "A tolerância moderna é realmente uma tirania.  É uma tirania porque é um silêncio.  Dizer que eu não devo negar meus oponentes de fé é dizer que eu não devo discutir isso."

B’NAI B’RITH E TOMÁS DE AQUINO

Essa é exatamente a censura objetiva da Liga Anti-Difamação da B'nai B'rith (ADL), como o criadora e promotora das leis de "discurso de ódio" por todo o mundo.  Aqueles conspiradores da ADL trabalham para anular a intolerância ao mal que eles promovem, retendo arrogantemente para si o direito de ser árbitro do mundo do que será tolerado e o que não será, substituindo os decretos de Deus e da natureza concernindo o certo e o errado, com sua própria intolerância total de qualquer coisa na estrada de sua agenda de conquista mundial.

No intuito de entender o verdadeiro propósito das leis de “discurso de ódio”, escritas e favorecidas pela ADL, já em vigor em nações como Alemanha, Canadá e Grã-Bretanha – e programada pela ADL para toda nação, é necessário entender algo da paixão chamada "ódio".

Universalmente aclamado como profundo pensador de eras, Tomás de Aquino deixou registrado que todas as paixões derivam da única paixão do amor.  Ódio, "ao contrário do amor", sustentava Aquino, é simplesmente paixão contra aquilo que ameaçaria um amor.

Por exemplo, o ódio de alguém ao veneno é uma reação ao amor pela vida desse alguém.

Já que "o ódio é baseado no amor", pensava Aquino, "segue-se que o ódio é um grande poder para o bem na vida humana.  O ódio possibilita que o homem evite o mal que o destruiria."

É precisamente o ódio por aqueles males que hoje estão no processo de destruir a civilização ocidental que a ADL escreveu que as leis de "crime de ódio" são desenhadas para criminalizar, neutralizar e aquietar, sempre em nome de tolerância indiscriminada.  Deste modo, acimentar o desejo coletivo pela defesa da civilização do homem ocidental é uma necessidade para a implementação do estado escravo da nova ordem mundial da plantação global. Aqueles "donos de plantação" são bastante reduzidos em número para conquistar e governar sem a cooperação de suas vítimas.

OS VERDADEIROS INIMIGOS

Nenhuma menção na mídia dominante é mesmo feita que as mesmas forças que escrevem as leis para frustrar o ódio dos males que eles patrocinam, são os verdadeiros inimigos do mundo, especialmente intolerantes de qualquer coisa que se relacione a Cristo e ao Cristianismo.

A razão para seu intenso ódio foi dado pelos Fariseus quando eles pediram a crucifixão de Cristo.  A menos que fosse destruído, eles anunciariam que Ele "levaria embora nosso lugar e nossa nação."

Seu amor intenso de sua posição exaltada entre os israelitas, com criados alegres, foi ameaçada pelos ensinamentos superiores de Cristo, que estava afastando o povo de seu controle, e desta forma engendrando seu ódio amargo contra si.  Esse ódio não diminuiu até hoje entre os líderes do Judaísmo.

Foi escrito no próprio Talmud.  Aqueles que revelam as fabricações de hoje doutrinadas na cultura Judaica podem, definitivamente, levar embora aquela liderança de "lugar e nação".  Desta forma, o vício, os ataques odientos sobre tentativas históricas de atualizar a informação do "holocausto", listar os crimes do movimento político Sionista, explodir o mito do "povo escolhido", desmascarar os Judeus como eternas vítimas, expor o papel substancial Judaico no crime organizado e nos crimes financeiros de alto nível etc.

FALCATURA PELA CENSURA E TIRANIA

Mesmo antes que a ADL existisse, em 1908, o comissário de polícia de Nova Iorque, Theodore A. Bingham, em referência a uma investigação do progressivo tráfico de escravas brancas, observou que 50% do crime em Nova Iorque era cometido pelos Judeus.  A carreira de Bingham foi destruída e tais advertências foram banidas da mídia desde então.

Esse evento resultou na criação do poderoso Kehillah de Nova Iorque, que instantaneamente, em comunhão com o American Jewish Committee, pressionou uma revista nacional a descontinuar sua série sobre o tráfico de escravas brancas depois de seu artigo introdutório.

Da mesma forma, o maior editor de livros, George Haven Putnam, proprietário do “Putnam and Sons”, foi forçado em 1920 a jogar fora uma edição já impressa dos muitos malignos Protocolos dos Sábios de Sião, quase não prestando atenção nas ameaças veladas de falência do membro da ADL Louis Marshall, uma figura poderosa na política de Nova Iorque, bem como no Sionismo mundial.

O SPOTLIGHT tem informado muito recentemente aos leitores sobre a progressiva censura por essa mesma gangue da ADL, que hoje usa total poder de censura sobre todos os textos de escolas, bibliotecas e a mídia dominante, colocando na lista negra todo material que não será tolerado, todavia, ao mesmo tempo, dizendo tolices ao público de como deve tolerar qualquer afronta sobre a cultura Ocidental, a fim de que não ofenda algum depravado sensível.

A defesa da família, comunidade e nação contra tais males é rotulada de "odiosa" e tornada ilegal.  Ademais, destruição progressiva daquelas entidades por pessoas que se comovem com ódio por eles é de ser tolerada pelos homens mais duros, ou ele serão presos.

Uma tal arrogante, provocativo, duplo padrão requer seu intenso ódio e oposição, senão será permitido que continuem a destruir tudo aquilo que você ama.

Friday, May 16, 2014

Não há “crime de ódio” quando Judeus agridem homossexual negro

Por Rev. Ted Pike


Funcionários do Governo descreveram o recente alegado assassinato de três não-Judeus no Kansas pelo ex-líder da KKK, Frazier Glenn Cross, como um “crime de ódio”— embora nenhum Judeu tenha sido morto.  Sua intenção de matar Judeus, disseram os funcionários, é suficiente para estar sob a jurisdição da lei federal “Matthew Shephard Hate Crimes Prevention Act”.  Isso significa que ele poderia ser punido três vezes mais duramente do que se tivesse matado as mesmas pessoas sem sentimentos anti-semitas.

Não obstante, semana passada o sistema de justice teve uma muito diferente resposta a um similarmente violento crime de ódio.

Em dezembro de 2013, o estudante negro e homossexual Taj Patterson foi violentamente atacado no Brooklyn por Judeus “shomrim” (seguranças) que são Ultra-Ortodoxos e, desta forma, fortemente opostos ao homossexualismo.  Os agressores, que cegaram Patterson em um olho, gritaram ofensas “homofóbicas”.

Mas um Tribunal de Nova Iorque decidiu semana passada que os cinco agressores não serão acusados por crime de ódio, somente sanções civis.  O grupo Judeu, “Failed Messiah” descreve o ataque:

"Membros da patrulha detiveram Patterson enquanto investigavam relatos da vizinhança de que ele houvera danificado carros; porém, não chamaram a polícia.  A despeito do fato que esses relatos de vandalismo provaram-se infundados, o grupo, que cresceu para aproximadamente 15 membros, cercou Patterson, impedindo-o de prosseguir sua volta pra casa.  Quando Patterson tentou escapar do grupo, foi contido e, de forma selvagem, esmurrado e chutado por um número daqueles que o cercaram, incluindo esses acusados.  Patterson recebeu ferimentos na cabeça e no corpo, a maioria dos quais sérios, como uma retina despedaçada e um buraco no olho, levando-o a perder a visão no olho direito.  O espancamento cessou apenas quando um transeunte chegou e ameaçou tirar fotos do grupo atacando Patterson. Todos os agressores escaparam da cena, deixando Patterson ferido no chão.  Nenhum deles se fez presente quando a polícia e uma ambulância respondeu às chamadas do 911."

O Promotor Distrital disse que um júri de instrução do Condado de Kings indiciou os seguintes (5) acusados... por agirem em acordo para cometer Assalto de Gangue de Primeiro Grau, e outras acusações relacionadas.  Se condenados, os acusados podem encarar cada qual mais de 25 anos na prisão.

Por que esses acusados não foram acusados de um crime de ódio por um ataque claramente motivado por preconceito contra uma pessoa que não tinha uma, mas duas identidades – negro e homossexual – especialmente protegidas por uma lei de ódio federal? Eles cometeram o crime enquanto gritavam seus preconceitos para todos ouvirem! Se fossem agressores brancos, bradariam palavras “homofóbicas” espancando um negro homossexual, haveria manchetes por toda a nação e resultaria em acusações de crime de ódio para todos os agressores.  Mas esses agressores não encararam quaisquer penalidades triplicadas, nenhuma acusação de crime de ódio.  Por quê? Porque são Judeus, ora essa!

Em 2009, o Procurador-Geral Eric Holder informou o Comitê Judiciário do Senado que os Judeus que cometem crimes de ódio contra outras minorias étnicas: homossexuais, muçulmanos e até mulheres, não serão processados sob o “Matthew Shepard Act”.  Eles somente encararão penalidades civis.  Brancos e Cristãos, porém, encaram possíveis triplas penalidades – até se fracassarem, como ocorreu com Cross em causar dano a grupos protegidos a nível federal, tudo que é necessário para ser declarado culpado de uma acusação por crime de ódio é um crime e preconceito contra membros de um grupo protegido a nível federal.

A denúncia dos cinco agressores Shomrim sem acusações de crime de ódio contrasta agudamente com a rapidez do governo em rotular, indiciar e perseguir 15 Cristãos da seita Amish em 2012 pelo “crime de ódio” de forçosamente raspar as cabeças de rivais teológicos.  Embora ninguém tenha se ferido, o FBI e o Departamento de Justiça dos EUA orgulhou-se ter “servido à Justiça” dando-lhes sentenças de prisão triplamente qualificadas a mais de 15 anos para 15 adultos Amish, rompendo famílias e efetivamente deixando muitas crianças órfãs. (Ver Convicted Amish Are Not "Hate Criminals")

Conspiração para capturar Cristãos

Quem planejou tais leis deformadas e discriminatórias?  A Judaica ADL (Liga Anti-Difamação) orgulhosamente vangloria-se que “Nossos experts legais desbravaram as leis de crime de ódio e trabalham para implementá-las nacionalmente." ("Problemas para Soluções: Construindo um Mundo Melhor, ADL Annual Report," adl.org). ADL continua a argumentar na corte contra os esforços dos advogados pelos Amish para arruinar as convicções dos acusados.  Isso encoraja sem compromisso os 15 anos de sentença dada a Sam Mullet, patriarca do clã de barba cortada, tão justo e proporcional à ofensa.

O objetivo da ADL em mais de 60 nações e 45 estados americanos que adotaram suas leis de ódio é sinistro.  Eles objetivam prender Cristãos e membros da direita política tão freqüente quanto possível, empilhando os sistemas legais com acusações às convicções daqueles que sejam tradicionalistas, nacionalistas, ou tenham uma perspectiva anti-sionista — enquanto sejam cuidadosos para que nenhum Judeu seja indiciado por um crime de ódio.  Isso cria um registro legal testemunhado que Cristãos e Conservadores são notoriamente inclinados ao ódio e à violência, enquanto o mesmo não se aplica aos Judeus.  Judeus são vítimas de ódio Cristão.  Algum dia, quando a Gestapo de crimes de ódio da ADL realmente incomodar a direita, inumeráveis precedentes legais estarão disponíveis para acusações contra Cristãos e patriotas, mas virtualmente nenhuma contra Judeus.  Jesus profetizou que nos tempos de perseguição precedendo a sua Segunda Vinda, Judeus anticristos julgarão Cristãos em suas sinagogas e os entregariam às prisões. (Mt. 10,17)

O caso de Taj Patterson revela que dos três grupos privilegiados sob a lei de ódio federal, aos Judeus é dado o mais elevado privilégio de todos.  Leis de ódio — que foram, de acordo com a ADL, concebidas, escritas e implementadas pelos Judeus — tornam membros de sua tribo o mais protegido dos grupos protegidos.  Sob as leis de ódio da ADL, “igualdade e justice para todos” foi substituído por um novo credo processual: tratamento preferencial aos Judeus, nenhuma misericórdia para os Cristãos.

O fato que Taj Patterson, um membro de dois costumeiramente grupos protegidos, negros e homossexuais, não possa obter justiça e proteção de crimes de ódio, certamente também põe os negros e os homossexuais em uma categoria de cidadãos de segunda-classe.  Onde então são postos os simplórios brancos, homens, Cristãos e membros da direita cristã/conservadora e anti-sionista? Nós somos hoje cidadãos de terceira-classe.

Isso é um lembrete que os Supremacistas Judeus, fazendo uso de negros, homossexuais e até cristãos sionistas, não têm amor nenhum por quaisquer destes grupos.  Eles são alimentos para as ambições mundiais Sionistas.  Eles são descartáveis.  O mais rapidamente que todas essas facções perceberem que estão sendo exploradas, e operam para restabelecer metade de um século de destruição da liberdade pelas leis de ódio, mais seguro nós estaremos.

Saturday, March 16, 2013

Maçonaria judaica saúda eleição de Francisco I

A Liga Anti-Difamação (ADL) hoje saúda a eleição do Cardeal da Argentina Jorge Bergoglio como o próximo Papa Francisco.

Abraham H. Foxman, Diretor Nacional da ADL publicou a seguinte declaração:

Nós congratulamos o novo Papa e desejamos que ele vá bem em sua importante nova responsabilidade.  Nós acreditamos que a eleição de Francisco I é um momento significante na história da Igreja.  Nós esperamos ansiosamente para trabalhar com ele para continuar a encorajar as relações Católico-Judaicas como nós tivemos com seus predecessores.  Há muito em seus registros que nos acalma a respeito do futuro.

Sob sua liderança em Buenos Aires, o Cardeal Jorge Bergoglio fez importantes caminhadas em sustentar positivas relações Católico-Judaicas seguindo os papados transformadores do Papa João Paulo II e Papa Bento XVI – pontífices que lançaram a reconciliação histórica entre a Igreja Católica e povo Judeu.

O Cardeal Bergoglio sustentou um íntimo relacionamento com a comunidade Judaica na Argentina.  Ele celebrou várias festas Judaicas com a comunidade Judaica Argentina, incluindo o Chanukah, onde ele acendeu uma vela sobre a menorah, esteve presente numa sinagoga em Buenos para o Slichot, um serviço pré-Rosh Hashana, o Novo Ano Judaico, bem como uma comemoração da Kristallnacht, a onda de violentos ataques Nazistas contra os Judeus antes da Segunda Grande Guerra.

Em 2010, durante uma comemoração do atentado de 1994, o Cardeal Bergoglio chamou-o de “uma casa de solidariedade” e acrescentou que “Deus os abençoe e os ajude a cumprir seu trabalho”, o que demonstrou sua dedicação e apoio em erguer-se contra o extremismo.

Em 2010, juntamente com o Rabino Argentino Abraham Skorka, publicou o livro “No Céu e na Terra” dirigindo assuntos de diálogo religioso.  A sensibilidade do novo Papa aos Judeus emerge de seu trabalho em seus comentários sobre a aproximação da Igreja ao povo Judeu desde o Vaticano II, o Holocausto e o conflito Árabe-Israelense.

Friday, May 11, 2007

A ADL impulsiona leis contra a "homofobia"

A ADL ‘Odeia’ os Ensinamentos Cristãos contra o Homossexualismo? Faça um Exame Minucioso em sua Definição de ‘Homofobia’

por Peter LaBarbera

A seguinte é a definição online da Liga Anti-Difamação (ADL) de "homofobia". A ADL é a principal defensora para leis federal e estadual de "crimes de ódio" que são inclusivas de homossexualismo e confusão de gênero ("orientação sexual" e "identidade de gênero"). Note as porções destacadas abaixo e como a ADL aparentemente não cede qualquer terreno para aceitável oposição religiosa e moral ao comportamento homossexual. Isso é importante na medida em que atualmente muitas agências governamentais e defensores da lei "de crime de ódio" confiam na ADL para as definições de "ódio", "preconceito" etc.

O que esse enunciado orwelliano significa: "Muitos pesquisadores reclamam que homossexuais ainda encontram-se como alvo de preconceito no interior de instituições como igrejas e organizações profissionais" . Sim, muitas igrejas que acreditam na Bíblia — e sinagogas ortodoxas judaicas, e mesquitas islâmicas — acreditam que o comportamento homossexual seja pecaminoso e danoso ao corpo e à alma, mas eles também acreditam que as pessoas que se engajam nesse estilo de vida podem mudar (conforme provado pela existência de muitos ex-"gays"). Redefinir a doutrina bíblica como "discriminação" , classificar as pessoas praticantes de homossexualismo como "alvos de preconceito" em igrejas — é precisamente o tipo de controle de pensamento e expressão que não deve ser feito pela "lei" em nossa nação livre.

A Liga Anti-Difamação sobre "Homofobia"

Homofobia

Homofobia é o ódio ou medo de homossexuais – isto é, de lésbicas ou homens gays – levando algumas vezes a atos de violência e expressões de hostlidade. Homofobia não está confinada a qualquer segmento da sociedade, e pode ser encontrada em pessoas de todos os recantos da vida. Grupos de ódio organizado têm atacado cruelmente homossexuais e usado especialmente linguagem violenta tentando persegui-los e intimidá-los.

Discriminação contra homossexuais surge de muitas formas. Em tempos, crenças homofóbicas levam as pessoas em direção a ações preconceituosas no trabalho, em escolas, em clubes e em muitas outras áreas. Visões preconceituosas dirigidas a homossexuais freqüentemente se originam da percepção que a atividade homossexual é imoral. Homofobia faz algumas pessoas pensarem que elas são superiores aos homossexuais. De fato, estudos mostram que preconceito anti-gay é muito mais aceito entre grande número de americanos do que o preconceito contra outras minorias.

Muitos pesquisadores reclamam que homossexuais continuam achando-se alvo de preconceito no interior de instituições como igrejas e organizações profissionais. Muitas igrejas e grupos religiosos sustentam que o comportamento homossexual é um pecado e concorre contra a vontade de Deus conforme expresso em certas passagens bíblicas. Até 1980, muitos psiquiatras ainda consideravam a homossexualidade como uma desordem mental. Hoje, profissionais médicos acreditam que a homossexualidade não é uma doença, desordem mental ou problema emocional.

Homofobia é mais perigoso quando serve como justificação para ação violenta contra homossexuais. Em anos recentes, ataques contra homossexuais têm subido. Enquanto a taxa de crime violento em muitas áreas continuam a cair, crime anti-gay está se movendo em outra direção. O que é mais preocupante é a crueldade de muitos desses ataques.

A severidade de muitos desses crimes ajuda a mostrar o forte ódio que a homofobia pode criar.

Muitos religiosos conservadores têm, em algum ponto, se expressado contra a comunidade gay e avisado do perigo que eles supostamente oferecem à América. Pat Robertson, apresentador de televisão da 700 Club disse que, "Muitas daquelas pessoas envolvidas com Adolf Hitler eram satanistas, muitos dos quais eram homossexuais – as duas coisas parecem correr juntas". O ex-congressista William Dannemeyer também comparou os homossexuais aos Nazis quando ele escreveu que "a blitzkrieg homossexual foi melhor planejada do que a de Hitler…" Claramente, é ridículo comparar os homossexuais na América ao governo Nazi da Alemanha, que acreditava em guerra e assassinato em massa como um meio de tomar o comando do mundo.

Além dessas visões, muitos grupos extremistas violentos também sustentavam crenças homofóbicas. A neo-Nazi National Alliance tem sido supostamente envolvida em violência anti-gay, enquanto skinheads racistas ao redor do país têm atacado e espancado homossexuais.
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