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Monday, June 23, 2014

"Watched" – A prisão estatal cibernética

por Richard Evans

"Em um navio, se um homem tendo o poder para fazer o que gosta, não tem qualquer inteligência ou talento em cibernética, você enxerga o que acontecerá com ele e seus companheiros marinheiros?" – PLATÃO, famosa metáfora de Sócrates para o "navio do Estado" no diálogo de Alcebíades.

Cibernética é um termo mal entendido pelo público geral.  Não é a respeito de transformar o homem numa máquina.  O 'trans-humanismo' foi impulsionado em filmes de ficção científica desde os anos 50 para obscurecer a real definição.

Para engenheiros sociais e projetistas de ‘governança’, Cibernética é um meio com formulas para reduzir tudo a um conjunto de variáveis que podem ser feitas para cumprir com comportamentos previsíveis.  O público geral não está treinado com essa forma de pensar.

Nós assumiríamos que os meios que nós controlamos máquinas ou animais não se aplicam a como nós manipulamos pessoas.  Uma máquina é um aparelho sem vida, mas não uma ferramenta.  Um homem é um ser vivente com uma mente e alma.

A Cibernética caminha levemente sobre distinções como "vivo" e "inanimado" para encontrar uma definição comum.  Eles definem qualquer coisa pelo que faz, não pelo que é.  Por esta definição, as "Máquinas são o que eles fazem".

Assim, qualquer coisa que faz alguma coisa no espaço e no tempo é uma máquina, um 'sistema'.  Essa definição é como a cultura popular dos anos 50 obteve a idéia que "Cibernética" significa literalmente a combinação de seres humanos e partes de máquina.  Enquanto isso seja possível – nós temos marca passos, membros hidráulicos artificiais e uma crescente indústria desenvolvendo "aprimoramento humano", que não é o objetivo principal da Cibernética.

O objetivo é o CONTROLE. Cibernética significa "pilotar".  A metáfora implica pilotar qualquer coisa de um navio, ou um rebanho ou um Estado na direção que você queira.

Já trabalhou para uma corporação? "Cutura corporativa" desde os anos 50 se tornou um simulacro de uma sociedade desenhada e governada pelas leis da Cibernética.  Esse campo é a origem de termos como "Recursos Humanos" para o que costumava ser chamado de 'Pessoal'.  "Ecologia Humana" é o termo que a CIA usou para categorizsr seus experimentos de controle mental MKULTRA.

Ele funciona para a massa, o coletivo de humanos.  Indivíduos são um problema para eles; alguns são menos previsíveis.  O termo maravilhoso de Arthur Koestler "O Fantasma na Máquina" era uma referência a esse "problema".  O fantasma é a alma humana.

O EXPERIMENTO DE SALVADOR ALLENDE COM O CYBER-SOCIALISMO

Em 1970, Salvador Allende foi eleito democraticamente Presidente do Chile.  Um médico por profissão, Allende, como Obama, fez belos discursos a respeito da igualdade e justiça social, esperança por um futuro brilhante para o Chile e "mudança".

Dr. Allende era tanto um Marxista quanto um Franco-maçom de 3ª geração, com direto apoio de Fidel Castro.  Quando eleito, procedeu a reestrutura o Chile for a de uma democracia de livre empresa para uma ditadura Marxista.

Ele impôs as mesmas políticas que foram implementadas por todas as revoluções comunistas desde Lênin até Mao.  As relações com os EUA azedaram quando ele nacionalizou a indústria de cobre Chilena com confisco com capital fechado de terras e propriedades.  Allende pensava que a União Soviética substituiria investimentos estrangeiros perdidos dos EUA, como eles fizeram com Castro.  Em vez disso, Brezhnev o desprezou.

Resultado: por volta de 1971 a economia Chilena entrou em colapso com uma inflação de cerca de 700%.   Conseqüentemente a frágil coalizão com os social-democratas naufragou.  Uma maioria no Parlamento voltou-se contra Allende e tentou parar as políticas de Allende através de leis, mas o regime recusou-se a aceitar as decisões Parlamentares e Judiciais.   Imagine se Obama simplesmente ignorou atos do Congresso, e desapropria propriedade privada por ordens executivas no meio de um colapso econômico.

Por volta de Agosto de 1973, o Parlamento do Chile aprovou uma resolução declarando que “o Governo de Allende perseguia ... conquistar o poder absoluto com o óbvio propósito de sujeitar todos os cidadãos ao mais estrito controle político e econômico pelo Estado ... [com] o objetivo de estabelecer um sistema totalitário", alegando que havia realizado "violações da Constituição ... um sistema permanente de conduta."

Foi nessa atmosfera que o Presidente Allende despachou seu 'Czar' das fábricas nacionalizadas, Fernando Flores, para a Inglaterra, para depois encontrar um tecnocrata de estilo hippie chamado Stafford Beer, um socialista leal que acreditava que a teoria da cibernética é a chave para realizar a República de Platão.

Stafford Beer (1924-2002) foi um guru imitado por retardatários como o trocador de fraldas vermelho Richard Stallman (fundados do GNU open source project).  Ele introduziu o Projeto Cybersyn.

PROJECT CYBERSYN (1971 - 9/11,1973)

Cybersyn (Cibernética e Sinergia) foi a tentativa de Allende para resolver os problemas de converter uma infra-estrutura econômica de uma nação num sistema socialista usando de princípios da Cibernética e tecnologia da informação.  É também talvez o mais valorizado sistema de gerenciamento na história.

Quando o público geral ainda estava com medo da internet, Cybersyn permanecia lendário.  Não ajudava o que acontecia ser associado como uma histórica "vaca sagrada" de comunistas e socialistas.  Salvador Allende seria consagrado como um mártir Marxista depois apenas de Che Guevara, o que motivou os intelectuais socialistas e a mídia a mistificar o Projeto Cybersyn como uma obra visionária de um gênio a frente do seu tempo.

O 'Cybernet' de Beer foi erroneamente anunciado como a primeira "internet socialista" décadas depois.  Mas não foi inovadora.  Foi uma imitação ad hoc da ARPANET da década de 60, pavimentada juntamente com as obsoletas máquinas de telex da Western Union instaladas nos escritórios das fábricas por todo o país.  Eles somente tiveram acesso a dois computadores centrais IBM 360 para mastigar os dados.

Depois que Allende foi derrubado em 11 de Setembro de 1973, o governo Pinochet desmantelou o "centro de controle" e o "Cybernet" de máquinas telex conectadas por circuito fechado de telefone ao Palácio.  Eu acredito que ainda seja dito na Wikipedia a versão romântica socialista de que os Fascistas "destruíram" Cybernet, evidentemente porque eles eram tão estúpidos para compreender.  Mas hoje nós sabemos que o trabalho de Beer simplesmente não era o que parecia ser.

Wednesday, June 18, 2014

A MAÇONARIA É INSTRUMENTO DO JUDAÍSMO?

Mons. José María Caro
Cardeal Arcebispo de Santiago do Chile

Questão moderna importantísima


Esta é uma das questões mais importantes que se oferecem àquele que estuda a maçonaria. Não é sem motivo, nem pode sê-lo, o despertar dos ódios contra uma raça que está destinada a se unir um dia com os cristão no conhecimento e no amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, e da qual brotou para a Terra inteira a fonte de todas as bençãos que a civilização cristã aportou ao mundo, apesar de todos os esforços que foram feitos para estorvar sua ação.  Não é essa minha intenção; mas o de chamar a atenção aos leitores a um assunto no qual vale a pena fixar-se, tanto pelo lado religioso, como pelo econômico e político.

Desde minha juventude tem ressoado juntos em meus ouvidos os nomes da maçonaria e do judaismo, de maçons e hebreus, nos ataques contra a Igreja Católica.  Era simples coincidência ou na realidad há uma união efetiva e talvez subordinação entre essas duas entidades?

Ultimamente tem sido escrito e seguem escrevendo livros para manifestar que a maçonaria não é mais do que uma máscara com a qual o judaísmo encobre entre as nações seus manejos anti-cristãos e de universal dominação política e econômica.  Segundo esses autores, a maçonaria não é mais do que um pobre instrumento, inconsciente de modo general, de uma suprema direção judaica.

Copin-Albacelli decicou um livro para prová-lo (la conjuration juice contra la monde chrétien). Suas razões fazem pensar certamente.  Na impossibilidade de dar muitos detalhes, vou indiciar as linhas gerais que manifestam a estreita relação e subordinação das lojas com o judaísmo.

Este está, por uma parte, na condição de raça vencida, religiosa e civilmente, dispersa e desprezada ou perseguida, não somente por suas tradições religiosas, mas pela sórdida avareza que levou-os apropriar-se das riquezas dos povos entre os quais tem vivido; e por outra parte, vive essa raça sustentada tenazmente por um ideal que jamais foi abandonado, o da dominação universal por meio de seu messias, pessoal ou simbólico.  Em sua perpétua contradição com a sociedade a qual vive, o povo judeu com o governo central que conserva sua unidade nacional, não tem feito menos que conspirar perpetuamente contra o povo cristão, e valer-se, para tanto, das sociedades secretas para realizar seus fins.

Esta é uma consideração feita a priori, em vista da condição dos judeus.   Corresponde a ela a realidade dos feitos?. Logo veremos.
No mesmo sentido que Copin-Albancelli escreve o autor de “The Couse of the World Unrest”, distingüindo entre os judeus uma fração tranqüila, patriótica e fiel à nação que a acolheu, e outra que segue a ilusão da dominação universal de sua raça e, para consegui-lo, procura a revolução universal, como o que está fazendo na Rússia e desde aqui trabalha para realizá-lo no mundo inteiro.

Outro tanto fez Webster em sua obra, observando que, onde a maçonaria é mais subversiva, o elemento judeu o é menos, e onde a maçonaria não existe ou é menos subversiva, ali o é mais o elemento judeu, chega a este dilema: "ou a maçonaria é o véu sob o qual os judeus, como os iluminados, preferem trabalhar, de modo que onde não se possa aproveitar o véu se vêm obrigados a sair mais à luz, ou a maçonaria do grande oriente é o poder dirigente que emprega aos judeus como seus agentes naqueles países em que ela não pode trabalhar por sua própia conta" (1).

Mons. Jouin, fustigador incansável do judaísmo e da maçonaria a mesma convicção que Copin-Albancelli, em seus estudos sobre "Os Protocolos dos Sábios de Sião" (2).

Consideração maçônica pelos judeus

Na maçonaria tem se visto sempre uma grande e especialíssima consideração pelos judeus quando se fala de superstições, jamais se menciona a religião judaica.  Quando estourou a revolução francesa, se pediu com insistência a cidadania francesa para os judeus; rechaçada uma vez, insistiu-se em pedi-la, e acabou concedida. O leitor recordará que nesses dias se perseguia até a morte os católicos (3).

A maçonaria tem mirado com horror o anti-semitismo, a tal ponto que um irmão anti-semita, que cria de boa-fé na tolerância das opiniões políticas da maçonaria, se apresentou na França como candidato a deputado uma vez e saiu eleito e quando se tratou da reeleição, deram-se ordens expressas às lojas para que se lhe fizesse guerra, ordens que não se vêem quase nunca nas lojas e tiveram que ser cumpridas.

Preponderância judaica nas lojas

Em 1862, um maçon de Berlim, dando-se conta da preponderância judaica nas lojas, escrevia em uma folha de Munich: "há na Alemanha uma sociedade secreta, de formas maçônicas, que está sujeita a chefes desconhecidos. os membros desta associação são em sua maior parte israelitas...". Em Londres, onde se encontra, como se sabe, o foco da revolução, sob o grão Mestre Palmerston, há duas lojas judaicas que cristãos jamais vieram a passar por seus umbrais. Ali é onde se juntam todos os filhos dos elementos revolucionários que aninham nas lojas cristãs.
"Em Roma, outra loja, inteiramente composta de judeus, onde se reúnem todos os fios das tramas tecidas das lojas cristãns, é o supremo tribunal da revolução.

Desde ali são dirigidas as outras lojas como pelos chefes secretos, de modo que a maior parte dos revolucionários cristãos não são mais do que fantoches postos em movimento pelos judeus, mediante o mistério.

Em Leipzig, na ocasião da feira que faz acudir a essa cidade uma parte dos altos negociantes judeus e cristãos da Europa inteira, a Loja judaica secreta é cada vez permanente, e jamais maçom cristão foi nela recebido.  Fez aqui o que faz abrir os olhos a mais de um de nós... Não há, senão, emissários que têm acesso às lojas judaicas de Hamburgo e de Frankfurt."

Cougenor de Mosseaux se refere a este feito, que confirma o anterior:

"desde a recrudescência revolucionária de 1848 me encontrava em relação com um judeu que, por vaidade traía o segredo das sociedades secretas que as quais estava associado e que me advertia com oito ou dez dias de antecipação todas as revoluções que iam estourar em ponto qualquer da Europa.  O relacionado à inquebrantável convicção de que todos esses grandes movimentos dos povos oprimidos, etc., são combinados por una meia dúzia de indivíduos que dão suas ordens às sociedades secretas de toda Europa.  O solo está inteiramente minado sob nossos pés e os judeus abastecem um grande contingente a esses minadores".

Em 1870, De Camille escrevia ao Le Monde, que em uma volta pela Itália havia encontrado um de seus antigos conhecidos, maçom, e preguntando-se como estava a ordem, lhe respondeu: "deixei minha Loja da ordem definitivamente, porque adquiri minha convicção profunda de que não éramos senão instrumentos dos judeus que nos empurravam para a destruição total do cristianismo".

Como confirmação do anterior, vou transcrever uma informação que se encontra na “Revue de Societes Secretes”.

"Segundo a “Tribuna Russa”, que aparece em Munique em língua russa, o judaísmo militante manteria sobre diferentes planos as seguintes organizações de combate, mais ou menos disfarçadas, porém todas com o fim de preparar o triunfo da 3ª. Internacional.

1°- A Internacional Dourada (plutocracia e alta finança internacional) a cuja cabeça se encontram:

A) Na América: p. Morgan, Rockefeller, Wanderbilt e Wanderlippe (varios destes nomes não parecem ser escolhidos com rigor);
B) Na Europa: a casa de Rotschild e outras de ordem secundária.

2°- A internacional vermelha, ou união internacional da democracia social trabalhadora. Esta compreende:
A) A segunda internacional (a da Bélgica, judeu Vandervelde);
B) A internacional n° 2 1/2 (a de Viena, judeu Adler);
C) A internacional n°3 ou internacional comunista (a de moscou, judeus Apfelbaum y Radek).

A esta hidra de três cabeças, que para mais comodidade obram separadamente, se agrega o Profintern (Oficina Internacional das Associações Profissionais) que tem uma sede em Amsterdam e dita a palavra judaica aos sindicatos não afiliados ainda ao bolchevismo.

3°- A internacional negra ou união do judaísmo de combate. O principal papel é desempenhado nela pela organização universal dos sionistas (Londres); pela Aliança Israelita Universal, fundada em Paris pelo judeu Cremieux; pela ordem judaica dos B'nai-Moishe (filhos de Moisés) e as sociedades judaicas "Hanolustz", "Hitajdvte", "Tarbut", "Keren-hassode", e outras cem, mais ou menos mascaradas, em todos os países do velho e do novo mundo.

4°- A internacional azul, ou maçonaria internacional, que reúne por meio da " loja reunida da Grã Bretanha", por meio da "Grande loja da França" e por meio dos Grandes Orientes da França, a todos os maçons do universo (o centro ativo deste agrupamento, como o sabem os leitores, á a grande loja "Alpina").

"A ordem judaico-maçônica dos "B'nai-B'rith", que, contra os estatutos das lojas maçônicas, não aceita senão judeus, e que conta no mundo com mais de 426 lojas puramente judaicas, serve de laço entre todas as internacionais enumeradas mais acima.

Os dirigentes da "B'nai-B'rith" são os judeus: Morgenthau, antigo embaixador dos Estados Unidos em Constantinopla; Brandeis, juiz supremo dos Estados Unidos; Mack, sionista; Warbug (Felix), banqueiro; Elkuss; Krauss (Alfred), seu primeiro presidente; Schiff, já morto, que subvencionou ol movimento de emancipação dos judeus na Rússia; Marchall (Luis), sionista".

Sabemos decerto (diz Webster) que os cinco poderes a que nos referimos (a maçonaria do grande oriente, a teosofia, o pan-germanismo, a finança internacional e a revolução social) têm uma existência muito real e exercem uma influência muito definida nos negócios do mundo. Nisto não tratamos de hipóteses senão de feitos baseados sobre evidência documentada...

Unificado ou não, o poder judeu, os judeus se encontran cooperando com todos os cinco poderes cuja existência é conhecida, se não dirigindo-os. Assim, os judeus por muito tempo desempenharam a parte dirigente na maçonaria do grande oriente e predominam nos graus superiores. (4)

A ação judaica e maçônica frente ao catolicismo

É indubitável que a ação da maçonaria contra a igreja católica não é mais que a continuação da guerra a Cristo praticada pelo judaísmo há 1900 anos, isso sim acomodada, mediante o segredo, o engano e a hipocrisia, às circunstâncias do mundo cristão em que tem que fazê-la.

Leia-se o evangelho e se verá, na espigonagem judaica, em suas perguntas capciosas, em seus ataques hipócritas, encobertos com o véu da pretendida piedade dos fariseus; nas ciladas; nos esforços para tornar odioso diante do povo aquela que era sua maior glória e seu grande benfeitor; no emprego do ouro para corromper a um apóstolo, na formação da opinião pública contra Cristo; na preferência de Barrabás, no furor e sanha com que tratam de afundar a memória de Cristo na infâmia; na constante oposição, sangrenta muitas vezes, contra a pregação dos apóstolos etc.; em tudo isso se verá, digo, o mesmo que hoje pratica a maçonaria, às vezes em forma mais astuta, às vezes em forma mais violenta.  O judaísmo foi o anti-cristianismo, e a maçonaria, ao serviço desse mesmo judaísmo, é, igualmente, o anti-cristianismo: o mesmo ódio, a mesma hipocrisia, as mesmas violências, o mesmo estorvo à ação da Igreja de Cristo, para acusá-la, depois de lhe impedi-la de fazer o bem que poderia ter feito.

"Não esqueçamos que o judaísmo rabínico é o declarado e implacável inimigo do cristianismo (disse Webster).  O ódio ao cristianismo e à pessoa de Cristo não é coisa de história remota nem pode vê-lo como o resultado de perseguição; forma uma parte inteira da tradição rabínica originada antes de que tivesse lugar qualquer perseguição dos judeus pelos cristão e que continuou em nosso país muito depois que essa perseguição tivesse terminado".

Mais abaixo registra o mesmo autor que, depois de três séculos de paz que experimentaram na Inglaterra, nos quais lhes foi permitido ingressar em todos os empregos do estado, as lojas maçônicas etc., não fizeram nada para moderar o ódio ao Cristianismo inculcado em nove séculos pela educação rabínica.

Por sua parte, "The British Guardian" (13 de março de 1925), faz esta afirmação, que para os que estão acostumbrados a ouvir falar do espírito de tolerância que domina os países anglo-saxões é toda uma revelação: "a Igreja Cristã é atacada hoje como não foi durante séculos, e este ataque é quase exclusivamente obra dos judeus".

Ademais, as relações da maçonaria ou do judaísmo perseguidor da Igreja Católica e, segundo alguns casos, de todo o Cristianismo, com o Bolchevismo e Comunismo, no México, na Rússia e na Hungria, com a ameaça de fazê-lo em todas as partes, é coisa pública, como o é a relação do judaísmo com a maçonaria.  O que carece de datas e documentos pode ser lido nas obras inglesas citadas e com o mons. Jouin.

Os Protocolos dos Sábios de Sião

Uma palavra sobre este documento não será demais.  Foi muito discutida sua autenticidade, e por isso não há muita evidência nele.  Porém, qualquer um que os leia e saiba algo de sua história não poderá se admirar da realização do plano idealizado pelos verdadeiros ou supostos sábios de Sião, do empenho que foi feito pela judiaria para sepultar no esquecimento os protocolos, primeiro, queimando uma edição inteira na Rússia, depois enganando sobre a existência de um exemplar na Biblioteca de Londres, e fazendo grandes esforços para que não fosse publicada uma edição nos Estados Unidos.

Esses protocolos contém um plano proposto pelos judeus, ou por um porta-voz, como se diz, para realizar o ideal da dominação universal sobre todo o mundo, sob um governo judeu, mediante a corrupção dos costumes, o empobrecimento dos povos em favor dos judeus e as contínuas agitações e o contínuo descontentamento que faria os povos se entregarem aos braços dos judeus para salvarem-se da anarquia e da miséria, para serem tratados em seguida por eles, tal como foram tratados na Rússia, sob o soviete, cujos chefes são quase todos judeus.

Foi lida uma refutação da autenticidade dos protocolos, escrita por um jesuíta num diário belga.  Parece que os judeus se preocuparam muito em relegá-los ao catálogo dos plágios, fazendo ver que foram copiados em grande parte do libro de Joly (5).  Webster dá o seguinte resumo de seus estudios sobre esta matéria:

"Os protocolos ou são meramente um plágio da obra de Maurício Joly, em cujo caso as passagens proféticas agregadas por Nilus ou por outro caem sem explicação ou são uma edição revisada do plano comunicado a Joly em 1864, coberta a data e suplementada de forma a se adaptar às condições pelos continuadores do complô.

Se neste caso os autores dos protocolos foram judeus ou se partes judaicas foram interpoladas por gente em cujas mãos caíram, é outra questão.  Nisto temos de admitir a falta de toda evidencia direta.  Um círculo internacional de revolucionários mundiais que trabalhem com os mesmos planos dos iluminados, cuja existência já foi indicada, oferece uma alternativa perfeitamente possível aos "sábios de Sião", seria mais fácil, sem dúvida, absolver os judeus de toda suspeita de cumplicidade se eles e seus amigos tivessem adotado um camino mais reto desde o tempo em que apareceram os protocolos. Quando há dois anos se dirigiu contra os jesuitas uma obra do mesmo géneros, contendo o que se dava como um "plano secreto" de revolução, muito parecido aos protocolos, os jesuítas não se entregraram a protestos, nem ordenaram que o livro fosse queimado por um tirano comum, nem se entregaram a fantásticas explicações, mas disseram tranqüilamente que aquilo era uma invenção.  E assim terminou o assunto.

Porém, a partir do momento em que foram publicados os protocolos, os judeus e seus amigos recorreram a todos os meios tortuosos de defesa, pressionaram os editores (conseguiram de fato deter temporariamente as vendas), pediram ajuda ao secretário do interior para que as suspendesse, confeccionaram refutações, uma atrás da outra, sem réplica que se excluíam mutuamente de modo que no tempo que aparecia uma solução tida atualmente como a correta, fomos já certificados doze vezes de que os protocolos haviam sido completa e definitivamente refutados.  E quanto ao último havia sido descoberta uma explicação real plausível, por que não foi apresentada numa forma convincente? Tudo o que se necessitava era estabelecer que a origem dos protocolos encontrava-se na obra de Maurice Joly, dando os lugares paralelos em apoio dessa afirmação: que necessidade de confundir uma boa causa em uma teia de aranha de evidente fábula?. A que esse alarde de fontes confidenciais de informação, a pretensão de que o livro de Joly era tão raro que quase não se o podia encontrar, quando uma busca nas livrarias haveria de provar o contrario?. A que essa alusão a Constantinopla como o lugar para "encontrar a chave de obscuros secredos", ao misterioso Mr. X, que não deseja que seu nome real seja conhecido, e ao anônimo ex-oficial da Okhrana, quem por causalidade comprou o mesmo exemplar dos diálogos, usado para a fabricação dos protocolos, pela mesma Okhrana, ainda que essa ação fosse ignorado pelo oficial em questão?. Ademais, por que se Mr. X fosse um proprietário russo da religião ortodoxa e um monárquico constitucional, iria ter tanta ansiedade de desacreditar a seus correligionários monárquicos, fazendo a afrontosa afirmação de que "a única organização maçônica oculta, tal como a de que falam os protocolos" (quer dizer, um sistema maquiavélico de espécie abominável) que o havia possibilitado descobrir na Rússia do Sul "fosse uma monárquica"?

É evidente, então, que ainda não se disse a história completa dos protocolos e que ainda falta muito para descobrir no tocante a esse misterioso assunto " (6)

Àqueles que se interesse nesta questão, lhe daria muita luz a obra de Henry Ford (7), que, com muito bom argumento e com muitas datas sustentam sua autenticidade judaica.

NOTAS:
1- WEBSTER, NESTA, Secret societies and subversive movements, PAG. 383.
2- JOUIN, MONS., Le peril judeo-maconnique.
3- Quando os acontecimentos da Comuna de Paris, foi necessário defender do roubo a Caixa de fundos do Banco da França; nada ameaçou os bancos judeus. BERTRAND, I., La franc-maconnerie, secte juive née du Talmud, pág. 60.
4- WEBSTER, NESTA, Secret societies and subversive movements, PAG. 382- 383.
5- JOLY, MAURICE, Dialogos aux enfers entre Machiavel et Montesquieu, 1864.
6- WEBSTER, NESTA, Secret societies and subversive movements, "Apependix".
7- FORD, HENRY, O judeu internacional

Monday, July 04, 2011

Monsenhor Jose Maria Caro: As Denúncias contra uma Conspiração Judaico-Maçônica


Muitas vezes se pôs em dúvida a relação entre maçons e judeus, em parte porque os que a denunciam são, com freqüência, adversários da maçonaria, como o ilustre religioso chileno, Monsenhor José María Caro. Sem dúvida, antes de analisar seu trabalho, devemos deixar clara a realidade desta relação citando as palavras do maçom de grau 33 de Rito Escocês, don Lorenzo Frau Abrines, em seu "Dicionário Enciclopédico Abreviado da Maçonaria" em 1955:
"ISRAEL: O nome de Israel por designar o povo hebreu ocupa o lugar destacado da Ordem Maçônica, posto que a história do dito povo é a fonte de onde emanam as lendas míticas da Maçonaria. O Rito de Misraim, chamado também judaico, fundamenta-se em grande parte dos graus de sua segunda série na história das vicissitudes deste povo; Palavra sagrada do grau 70 do rito Misraim e uma do reconhecimento do grau 40 do mesmo Rito. (Mestre de Grau 7 do Rito Escocês antigo e aceito)."
José María Caro Rodríguez viveu entre os anos de 1866 e 1958, deixando para trás uma vasta trajetória a serviço da comunidade e de seu país, o Chile. Foi o bispo da cidade de Iquique, e mais tarde Arcebispo de Santiago. Chegou a ser, além disso, o primeiro cardeal que teve o Chile. Sua vida se caracterizou por uma notável humildade e bondade, cada vez mais difícil de se encontrar na cúpula da Igreja Católica, especialmente com os mais pobres e necessitados, de modo que tinha uma particular sensibilidade com os temas sociais e políticos, que afetam diretamente o bem-estar de seu povo. Sua sensibilidade com os setores mais humildes se explica por sua própria origem, dentro de uma modesta família da localidade de Colchagüa. No Chile ele é lembrado com muito apreço e, sem dúvida, se trata de uma das figuras históricas mais importantes de nossa nação, havendo inclusive um monumento em sua honra em frente a mesmíssima Catedral de Santiago, na Plaza de Armas da capital chilena.

Durante seu serviço religioso, viajou a Roma, mas se adoentou e teve que retornar ao Chile, cursando um Seminário apesar de ter perdido grande parte de sua voz. Gozando de uma vasta educação e conhecimentos, sua qualidade de acadêmico e doutor permitiu que produzisse varias obras escritas de caráter doutrinário, como "La Iglesia e los Obreros", "El Matrimonio Cristiano", "Porque Creo", "Fundamentos de la Fe", entre outras. Uma delas, em particular, merece nossa atenção.

Em 1924, estando a pouco mais da metade de sua vida, em seus 52 anos, com plenas capacidades mentais e apoiado por sua ampla cultura, Monsenhor Caro, então bispo, escreveu um curioso livro, hoje quase desconhecido embora tenha sido editado quatro vezes, inclusive no exterior. Se intitula "El Misterio de la Maçonaria, Descorriendo el Velo" e é um dos poucos documentos que abordam em detalhe um tema proibido: a relação entre franco-maçons e judeus, estabelecendo as diferenças entre catolicismo e judaísmo que hoje já estão quase que imperceptíveis. O livro foi um êxito tal que obrigou a publicar uma segunda edição, em 1926. Foi publicado também na Argentina, pela editorial Buenos Aires, em 1948.

Monsenhor Caro nunca ocultou sua desconfiança entre as lojas maçônicas e os vínculos delas mesmas com o judaísmo, o que lhe custou ser depreciado por setores políticos tradicionalmente ligados à maçonaria, como alguns grupos radicais, que em uma ocasião organizaram até um violento protesto contra ele, em uma procissão que foi atacada e agredida por uma turba de adversários durante a Páscoa da Ressurreição de 1913. Sem dúvida, nenhuma destas ações covardes impediria que se transformasse com o tempo em um dos curas mais populares e queridos desta cidade do norte do Chile. Ainda assim houve ilustres radicais patriotas que se solidarizaram com Monsenhor Caro chegando a formar uma grande amizade com ele, como é o caso do Presidente Juan Antonio Ríos, que tentou até o último momento manter-se neutro durante a Segunda Guerra.

Monsenhor Caro inicia seu livro com uma advertência decisiva, nas primeiras linhas do prólogo:
"Com verdadeiro temor começo a tratar a matéria deste livreto, pressentindo que vou causar desgosto a mais de um com o intento de divulgação que, em favor de Deus, me proponho... e não é minha intenção ocasionar a ninguém a menor moléstia, senão cumprir com uma obrigação que me impõe a consciência".
E no principio de seu capítulo "¿La Maçonaria es un Instrumento del Judaísmo?", o religioso faz outro esclarecimento que deixa de lado qualquer intento de acusá-lo de estar cego por preconceitos anti-semíticos em seu trabalho:
"Não é minha intenção, nem pode sê-lo, despertar ódios contra uma raça que está destinada a unir-se um dia com os cristãos no conhecimento do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, e da qual brotou para a terra inteira a fonte de todas as bênçãos que a civilização cristã aportou ao mundo, apesar de todos os esforços que se fizeram para estorvar sua ação. Não é essa minha intenção; mas sim a de chamar a atenção dos leitores a um assunto que vale a pena fixar-se, tanto pelo lado religioso, como pelo econômico e político".
Agora passamos a citar a seguinte advertência feita em "El Misterio de la Maçonaria" por Monsenhor Caro denunciando diretamente os maçons como uma seita simpatizante do judaísmo a seu completo serviço:
"...a Maçonaria não é mais que uma máscara que o judaísmo encobre ante as nações seus manejos anticristãos e de universal dominação política e econômica... não é mais que um pobre instrumento, inconsciente pelo público geral, da Suprema Direção judia".
"Esta [raça judaica] está por um lado, na condição de uma raça vencida, religiosa e civilmente, dispersa e depreciada ou perseguida, não somente por suas tradições religiosas, mas também pela sórdida avareza que tem feito apoderar-se das riquezas dos povos entre os quais tem vivido; e por outro lado, essa raça vive sustentada tenazmente por um ideal que jamais abandonou, o da dominação universal por meio de seu Messias, individual ou simbólico. Em sua perpétua contradição com a sociedade em que vive, o povo judeu com o governo central que conserva sua unidade nacional, não faz menos que conspirar perpetuamente contra o povo cristão e valer-se, para tanto, das sociedades secretas para realizar seus fins".
E também assinala:
"O fim supremo da Maçonaria, há quem creia e com boas razões, é estabelecer o predomínio judaico no mundo. A ação judaica é predominante nesta instituição, e, por conseguinte, tudo não é senão o meio para chegar a estabelecer o domínio universal da raça judaica com mais rapidez e segurança, ou melhor, a ação judaica é uma auxiliar da Maçonaria para conseguir realizar seus desígnios de anarquia e destruição universal, e por trás desta, a adoração de Satanás, instigador dessa obra de rebelião e de anarquia."
Mais adiante, no capítulo sobre a ação judaica e maçônica contra o catolicismo, Monsenhor Caro nos diz:
"É indubitável que a ação da Maçonaria contra a Igreja Católica não é mais que a continuação da guerra a Cristo praticada pelos judeus há 1900 anos, acomodando-se mediante o segredo, o engano e a hipocrisia às circunstâncias do mundo cristão”.
"Leia-se o Evangelho e se verá na espionagem judaica, em suas perguntas capciosas, em seus ataques hipócritas, encobertos com o véu da pretensa piedade dos fariseus; nas armadilhas; nos esforços para fazer odioso ante o povo aquele que é o grande bem-feitor; no emprego do ouro para comprar um apóstolo, na formação da opinião contra Cristo; na preferência de Barrabás, no furor e na sanha com que tratam de manchar a memória de Cristo na infância; na constante oposição, sangrenta muitas vezes, contra a predicação dos Apóstolos etc; em tudo isso se verá, o que hoje pratica a Maçonaria."
"Sim o judaísmo rabínico é o declarado e implacável inimigo do cristianismo, a maçonaria a serviço desse mesmo judaísmo é ainda o anticristianismo. O mesmo ódio, a mesma hipocrisia, as mesmas violências, o mesmo estorvo à ação da Igreja de Cristo. O ódio a Cristo ao cristianismo não é coisa da história remota, nem pode ser visto como o resultado de perseguição; forma parte de uma íntegra tradição rabínica originária, antes que tivesse lugar qualquer persecução dos judeus pelos cristãos e continuou em nosso país muito depois dessa perseguição ter acabado. Além disso, as relações da Maçonaria ou do judaísmo perseguidor da Igreja Católica com o bolchevismo, na Rússia, Hungria e com a ameaça de realizá-lo em todas as partes, é coisa pública, como é a relação do judaísmo com a Maçonaria..."
A respeito do último, Monsenhor Caro havia assinalado ademais nesta mesma fonte:
"...as façanhas, o reinado do Terror, a explosão do ódio satânico contra a Igreja, contra Nosso Senhor Jesus Cristo, as horríveis blasfêmias em que prorrompiam os revolucionários maçons na França, não são mais que a expressão e o cumprimento das aspirações das seitas Cabalísticas e secretas que durante tantos séculos vinham trabalhando secretamente contra o Cristianismo. O que os bolchevistas, judeus em sua maior parte, fazem agora na Rússia contra o Cristianismo, não é mais que outra edição do que fizeram os maçons na Revolução Francesa. Os executores são distintos; a doutrina que move e autoriza e a direção suprema é a mesma".
"Na Maçonaria sempre foi observada uma grande e especialíssima consideração pelos judeus... Quando estourou a Revolução Francesa, se pediu com insistência a cidadania francesa para os judeus; rechaçada uma vez, insistiu-se em pedi-la, e foi concedida. O leitor lembrará que nesses dias se perseguia os católicos até a morte ".
Sobre o parágrafo anterior, Monsenhor Caro se refere a um fato que era relativamente bem conhecido então, mas que a história da Nova Ordem se empenhou em sacar da lembrança: Trata-se da "Comuna de Paris", quando em Paris se tentou saquear instituições como no Banco da França, enquanto que os milionários bancos nas mãos dos judeus não foram tocados por ninguém.

Sobre a relação da Maçonaria com a Cabala Judaica, é claro e direto:
"Também se manifesta sua relação com a Cabala perversa, introduzida primeiro em algumas das seitas maçônicas mais terríveis, como o Iluminismo, o Martinismo, o Rosacruzismo etc., na Maçonaria moderna, pela doutrina moral, pela permissão da hipocrisia, da mentira, do roubo, da desonra, quando se trata de fazer mal aos gentios, ou seja, aos não judeus, coisas que são praticadas amplamente na Maçonaria, como temos visto..."
Monsenhor Caro sabia também da existência dos "Protocolos dos Sabios de Sião". A esse respeito, o religioso escreve:
"... qualquer que leia algo de sua história não poderá deixar de se admirar da realização do plano idealizado pelos verdadeiros ou supostos Sábios de Sião, do empenho feito pela judiaria para sepultar no esquecimento os 'Protocolos', primeiro, queimando uma edição inteira na Rússia, depois mentindo sobre a existência de um exemplar na Biblioteca de Londres, e fazendo grandes esforços para que não se publicasse nos Estados Unidos uma edição, a ponto de conseguir que nenhum jornal de Nova Iorque publicasse avisos para fazer-lhes propaganda".
"... Os Protocolos dos Sábios de Sião, autênticos ou não, são um plano profético que é cumprido espantosamente e que conta com a maçonaria como um instrumento ".
Julius Evola dizia algo muito parecido ao declarar que "sim os protocolos não são autênticos, então são verídicos". Um exemplar da edição de 1905 dos Protocolos foi depositado no British Museum de Londres, em 10 de Agosto de 1906, mais de dez anos antes que começaram a se desenrolar os acontecimentos que são a realização daquele plano. A relação da Maçonaria com os autores dos Protocolos sobressaem-se a cada passo: "Quem e que coisa pode destruir uma força invisível?. E essa é, precisamente, nossa força. A Maçonaria inteira serve de despiste para nós e para nossos propósitos; mas o plano de ação de nossa força e sua mesma sede central pertence a um mistério desconhecido para todo o povo." (Protocolo IV).
A esse respeito, Monsenhor Caro disse apropriadamente:
"O plano dos protocolos é a ruína dos povos para estabelecer sobre eles a dominação judaica."
Mais adiante continua:
"Esses Protocolos contêm em plano proposto pelos judeus para realizar o Ideal de dominação universal sobre todo o mundo, como fundo um governo judeu, mediante a corrupção dos costumes, o empobrecimento dos povos em favor dos judeus e as contínuas agitações e o contínuo descontentamento que faria com que os povos se entregassem nos braços dos judeus para salvar-se da anarquia e da miséria, para serem tratados em seguida por eles como têm sido tratados na Rússia, por debaixo dos sovietes, cujos líderes são quase todos judeus.”
Tanto estas palavras de Monsenhor Caro, como sua própria obra "El Misterio de la Maçonaria", raras vezes são referidos ou assinalados por algum autor. Apesar de que existem alguns exemplares nas bibliotecas públicas, ninguém os lê nem os consulta. Na prática, não existe; nunca foi escrito, ninguém sabe de sua existência; ninguém os lembra nem conhece a terrível verdade que trouxe à luz.

Monsenhor José María Caro faleceu no dia 04 de Abril de 1958. A extrema-unção lhe foi dada pelo Cabildo Metropolitano, e, ao falecer, os sinos de Santiago badalaram em sinal de dor irreparável. Seus restos mortais jazem hoje na capela especial da Catedral de Santiago, em frente a qual se levantou um monumento em sua homenagem.

Sunday, October 17, 2010

Assinatura maçônica no regaste dos 33 mineiros chilenos



O resgate dos 33 azarados mineiros chilenos se tornou, definitivamente, um evento internacional da mídia. Todos os aspectos do resgate foram cuidadosamente encenados para tornar a coisa inteira um show espetacular, inspirando emoções, admiração e orgulho nacional. Para aqueles cientes do simbolismo oculto e maçônico, é difícil não ponderar sobre os fatos simbólicos e numerológicos do evento. Eis aqui alguns deles:

1 - O número dos mineiros



O número 33 é de grande importância na Franco-maçonaria e no sistema Cabalístico dos números. Ele pode ser encontrado em muitas instâncias na doutrina maçônica.

Por exemplo, considere o número 33. O primeiro templo de Salomão sustentou-se por trinta e três anos em seu esplendor original. No fim daquele tempo, ele foi pilhado pelo Rei egípcio Shishak, e, finalmente, (588 A.C.) foi completamente destruído por Nabucodonosor e o povo de Jerusalém foi guiado em cativeiro para a Babilônia. (Veja a História Gerald a Franco-maçonaria, por Robert Macoy.) O Rei David também governou por trinta e três anos em Jerusalém; a Ordem Maçônica é dividida em trinta e três graus simbólicos; há trinta e três segmentos na coluna vertebral humana; e Jesus foi crucificado no trigésimo terceiro ano de Sua vida.” (Manly P. Hall, Ensinamentos Secretos de Todas as Épocas)

Alquimia é uma arte triplicada, seu mistério é bem simbolizado por um triângulo. Seu símbolo é 3 vezes 3 – três elementos ou processos em três mundos ou esferas. O 3 vezes 3 é parte do mistério do 33º grau da Franco-maçonaria, porque 33 é 3 vezes 3, que é 9, o número do homem esotérico e o número de emanações desde a origem da Árvore Divina.” (Ibid)

2 – A data do evento

A data para começo do resgate é também significante:

10/13/10 que pode ser cabalisticamente calculada dessa forma: 10 + 13 + 10 que é igual a …33

3 – A Fênix



O nome da cápsula de resgate foi chamada de “Fênix” (Phoenix), que é o pássaro que ascendeu das cinzas. Novamente, a seleção do nome Fênix, uma criatura mitológica possuindo uma grande importância nos mistérios ocultos, é bastante interessante. O pássaro é considerado um símbolo de realização de transmutação alquímica, um processo equivalente à regeneração humana.

Nos mistérios era costumeiro referir-se a iniciados como fênix ou homens que não nasceram novamente, pois da mesma forma que o nascimento físico confere ao homem consciência do mundo físico, assim para o neófito, depois de nove graus no útero dos mistérios, nasce-se em uma consciência do mundo espiritual.” (Ibid.)

4 – O número de dias que se levou para furar o buraco

“O trabalho tomou 33 dias no total, um homem por dia,” disse Mikhail Proestakis, diretor da Companhia de Suprimento de Perfuração, que participou na perfuração do buraco do resgate com um diâmetro de 66 centímetros, que é 33 duas vezes.”

“Eu acredito em numerologia, significa algo.


5 – O simbolismo do evento

Para resumir o evento do resgate, os 33 mineiros, que foram encurralados por 69 dias nas profundezas e na escuridão do subterrâneo foram alçados um por um, em 13/10/10 em uma cápsula chamada “Fênix” – uma criatura representativa da iniciação oculta – até a luz do dia. Como eles dizem “Ex tenebris lux”: Da escuridão à luz.



Com esses fatos em mente, pergunto a você: foi ou não foi um mega-ritual maçônico o resgate aos mineiros chilenos?


Pentagrama invertido na camisa que o mineiro foi sugerido vestir
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