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Friday, March 25, 2022

A feminilidade retornará?

 

"Ao cultivar em todas as mulheres um senso de auto-importância, destruiremos entre os goyim a importância da família e seu valor educacional... Desta forma, criaremos uma força poderosa cega que nunca estará em posição de se mover em qualquer direção sem a orientação de nossos agentes..." (Protocolos dos Sábios de Sião,10-5)

por Henry Makow, PhD.

O livro Fascinating Womanhood (1963) PDF de Helen Andelin é subversivo à Nova Ordem Mundial porque defende a diferença inerente entre os sexos e as leis básicas que regem o casamento.

Tal livro nunca seria publicado hoje.  Só está disponível porque surgiu há 58 anos e vendeu mais de 2 milhões de cópias.  Se você tem alguma dúvida sobre sua identidade sexual, recomendo “Fascinating Womanhood”.  É pertinente tanto para homens quanto para mulheres.  Também recomendo “Fascinating Girl” de Andelin para mulheres solteiras e “Man of Steel” e “Velvet” de seu marido para homens.

Não estou dizendo que você deve tratar esse modelo como gospel ou que é para todos.  Por exemplo, Andelin implica que as mulheres devem recompensar os homens com sexo.  Isso parece datado e eu disse isso a ela num e-mail. Meu comentário foi recebido com um silêncio gelado!

A verdade é que as mulheres precisam de sexo tanto quanto os homens, mas as mulheres femininas não admitem isso!

No entanto, o livro representa um paradigma heterossexual atemporal que funciona.

Feminilidade e masculinidade são uma arte, como tocar piano.  Eles devem ser aprendidos.  Temos que saber o básico antes de improvisar.

As pessoas são muito maleáveis.  A sociedade é o alvo de uma campanha de ódio cabalista judaica de longo prazo destinada a degradar e desacreditar a heterossexualidade.  A violência doméstica e o estupro são destacados para fazer com que as mulheres temam os homens, rejeitem a feminilidade e se tornem masculinas.  A destruição da família sempre foi o objetivo da elite financeira para controlar as pessoas. (Veja "O Programa Illuminati") vou detalhar abaixo.

OS FUNDAMENTOS DA FEMINILIDADE

Andelin diz que a felicidade de uma mulher depende da devoção e do amor de seu marido ao longo da vida.  Este livro ensina as mulheres a serem atraentes para os homens, como serem femininas.  Andelin escreve que as mulheres não precisam ser bonitas para serem femininas.

"Adquira um jeito feminino acentuando as diferenças entre você e os homens, não as semelhanças. Como o jeito masculino é forte, firme e pesado, o seu deve ser gentil, delicado e leve. Aplique isso na maneira de andar, falar, usar as mãos e carregue-se." (256)

Ainda me lembro como uma garota que eu conhecia fechou um armário de cozinha com um movimento de seus quadris. Isso aconteceu há 52 anos, quando eu tinha 20!

Quando Andelin escreve que uma mulher feminina nunca é "crua, vulgar, dura, arrogante ou crítica", fica evidente que o belo sexo está sendo deliberadamente degradado e castrado pela mídia. "Toda a sua conversa deve refletir ternura, paciência, perdão, tolerância e amor."

A primeira prioridade de uma esposa é seu marido e depois seus filhos. Assim, uma mulher solteira se consagrará o máximo possível para seu futuro marido e filhos.  Ela não será promíscua.

As esposas tendem a colocar carreira, amigos, pais, sucesso e aparência antes de seus maridos.  "Se você é uma mulher de carreira de sucesso, mantenha suas prioridades em ordem", escreve Andelin.  "Deixe seu marido saber por palavras e ações que ele é o número um." (95)

O papel primordial da mulher é ser esposa, mãe e dona de casa.  O papel do homem é ser guia, protetor e provedor. Isso não significa que as mulheres não possam ter carreiras ou que os homens não possam cozinhar ou trocar fraldas.

Um homem precisa sentir que é necessário e que supera sua mulher em seu papel.  Se ela se tornar independente, ele pode questionar seu propósito e seus sentimentos por ela "já que seus sentimentos românticos surgem em parte da necessidade dela de ser protegida, abrigada e cuidada". (102)

Uma mulher deve aceitar seu marido pelo valor de face e não tentar mudá-lo.  Seu orgulho e liberdade são invioláveis.  Ela deve se concentrar em suas boas qualidades e ele melhorará naturalmente em resposta a ela.

As reações a Andelin são muito positivas ou muito negativas.  Um ministro escreveu na Amazon: "Eu dei aproximadamente 250 cópias deste livro para mulheres que aconselhei nos últimos 5 anos trazer para o casamento, como um indivíduo e para o todo."

Muitas mulheres acham o livro desatualizado e risível.  Um ponto controverso é que Andelin aconselha as esposas a adotarem uma petulância infantil quando estão chateadas com o marido.  Muitas mulheres acham isso humilhante.  Mas, na prática, a maioria dos homens responderá positivamente quando sua autoridade não for desafiada diretamente.

As mulheres bonitas são uma dúzia, mas as mulheres femininas são extremamente raras.  O mundo sofre a perda das qualidades espirituais femininas: confiança, modéstia, graça, inocência, serenidade, ternura, paciência e amor.  Isso está por trás da obsessão masculina pelo sexo pornográfico.  Os homens buscam inconscientemente a feminilidade e adoram equilibrá-las.  O espírito masculino inquieto procura um porto seguro.

As moças não percebem que os homens acham a pureza e a inocência muito atraentes.  Por outro lado, eles são repelidos por mulheres duras, cansadas e experientes.  A disposição das mulheres de hoje em ser promíscuas é contraproducente.

A MONSTRUOSA FALA

Homens e mulheres são vítimas de um embuste cruel. Eles são ensinados que as diferenças sexuais são "socialmente condicionadas".  Ironicamente, esta mentira é o verdadeiro "condicionamento social". As diferenças sexuais são inatas. Por exemplo, os homens têm dez vezes mais testosterona do que as mulheres, e isso determina sua disposição para correr riscos etc.  Os papéis sexuais expressam diferenças naturais e formam o tempero da vida.

Os princípios marxistas de "igualdade" do feminismo não se aplicam a relacionamentos heterossexuais amorosos e são de fato tóxicos.  O casamento heterossexual é baseado na troca do poder mundano feminino pelo poder masculino expresso como amor.  O poder igual neutraliza ambos os sexos.

Nossos líderes são cúmplices dessa farsa monstruosa. Atrás deles estão os banqueiros centrais privados que imprimem nossa moeda na forma de uma dívida para com eles.  Eles precisam de um governo mundial para que nenhum país possa dar o calote.  Eles precisam de uma ditadura para que o povo não acabe com essa farsa.  Eles precisam atrapalhar nosso desenvolvimento natural, promovendo a confusão de gênero para que possamos ser controlados.

O feminismo foi organizado pelo Partido Comunista dos EUA, a CIA e a mídia de elite, todos instrumentos dos banqueiros centrais. É financiado pela Fundação Rockefeller. O objetivo é minar a sociedade e entregá-la ao comunismo.

Recebo e-mails de feministas que dizem que meus artigos são "danosos".  É estranho como todos eles usam essa palavra e repetem a linha do partido.  Acho "doloroso" que os super-ricos queiram tomar o lugar de Deus e da natureza e escravizar a humanidade.  Mas essas feministas não entendem.  Elas não recebem "A" por conectar o feminismo com os Rockefellers, o 11 de setembro e o Iraque, ou seja, a Ditadura dos banqueiros cabalistas.

O feminismo é projetado para fazer as mulheres se sentirem indignas por dedicar suas vidas às pessoas que amam.  Isso as força a saírem da casa onde seus empregadores podem controlá-los.  Descontentes, elas empurram os bebês pra dentro das creches, sujeitas a condicionamento e sabe-se lá o que mais.

O ataque oculto sobre o gênero e à família nuclear está causando deslocamento psicológico.  A energia masculina e feminina se complementam.  Nós naturalmente desejamos aquela essência que é melhor encontrada no casamento e no sexo conjugal. Destrua o masculino e o feminino e você minará o princípio fundamental.  A sociedade está alheia a esse ataque diabólico de sua elite traidora.

Eu nunca ficaria entre ninguém e sua idéia de realização. Mas senhoras, não sejam tão crédulas!  Vocês estão sendo defraudadas de uma vida inteira de amor.  Tenham suas carreiras mais tarde, mas não percam sua feminilidade e sua chance de ter uma família.

Wednesday, March 09, 2022

Feminismo foi criado pelo Partido Comunista dos EUA

Resumido de Henry Makow Ph.D.

"O estupro é uma expressão da... supremacia masculina... da antiga exploração econômica, política e cultural das mulheres pelos homens."

Isso soa como uma feminista radical moderna? Adivinhe de novo. É de um panfleto do Partido Comunista Americano de 1948 intitulado "Mulher Contra o Mito", de Mary Inman.

Em um livro de 2002, Red Feminism: American Communism and the Making of Women's Liberation, a historiadora feminista Kate Weigand afirma: "idéias, ativistas e tradições que emanaram do movimento comunista dos anos quarenta e cinquenta continuaram a moldar a direção do novo movimento de mulheres da década de 1960 e posteriores."(154)

Na verdade, Weigand, professora do Smith College, demonstra que o feminismo moderno é uma consequência direta do comunismo americano.  Não há nada que as feministas tenham dito ou feito nas décadas de 1960-1980 que não estivesse prefigurado no CPUSA das décadas de 1940 e 1950.  Muitas líderes feministas da segunda onda eram "bebês de fraldas vermelhas", filhas de judeus comunistas.

Os comunistas foram pioneiros na análise política e cultural da opressão da mulher. Eles deram origem aos "estudos das mulheres" e defendiam creches públicas, controle de natalidade, aborto e até mesmo os direitos das crianças.  Eles forjaram conceitos feministas-chave como "o pessoal é o político" e técnicas como "conscientização".

No final da década de 1940, os líderes do CPUSA perceberam que o movimento trabalhista estava se tornando cada vez mais hostil ao comunismo.  Eles começaram a se concentrar em mulheres e afro-americanos. Eles esperavam que a "supremacia masculina" "traria mais mulheres para a organização e para a luta contra as políticas domésticas da Guerra Fria". (80)

As mulheres comunistas, que compunham 40% do partido, queriam mais liberdade para participar das reuniões do partido.  Após a publicação de "Mulheres Contra o Mito" em 1948, o CPUSA iniciou um processo de "reeducação" dos homens que hoje reconhecemos muito bem.

Por exemplo, no jornal do partido "The Daily Worker", uma legenda da foto de um homem com uma criança pequena dizia: "As famílias são mais fortes e mais felizes se o pai souber como arrume o cereal, amarrar os babadores e cuidar dos mais novos." (127)

O Partido ordenou os homens que não levavam a sério a questão da mulher que completassem "tarefas de controle envolvendo o estudo da questão da mulher". Em 1954, a filial de Los Angeles disciplinou os homens por "atrapalharem a discussão nas reuniões do clube, ignorarem as companheiras de liderança e fazer piadas sexuais degradantes para as mulheres". (94)

Um filme, Salt of the Earth, que a crítica Pauline Kael chamou de "propaganda comunista", retratava mulheres tendo um papel decisivo na greve trabalhista de seus maridos.  "Contra a vontade de seu marido, Esperanza tornou-se líder da greve e pela primeira vez forjou um papel para si mesma fora de sua casa... [seus] sucessos políticos persuadiram Ramon a aceitar um novo modelo de vida familiar." (132) Retratos de mulheres fortes e bem-sucedidas tornaram-se tão comuns na imprensa e nas escolas comunistas, quanto nos meios de comunicação de massa hoje.

As mulheres comunistas formalizaram uma análise marxista sofisticada da "questão da mulher".  Os livros In Women's Defense (1940) de Mary Inman, Century of Struggle (1954) de Eleanor Flexner e The Unfinished Revolution (1962), de Eve Merriam registraram a opressão das mulheres e denunciaram o sexismo na cultura e na linguagem de massa. Por exemplo, Mary Inman argumentou que "feminilidade fabricada" e "excesso de ênfase na beleza" mantêm as mulheres em sujeição (33).

A fundadora do feminismo moderno, Betty Frieden, à esquerda, baseou-se nesses textos quando escreveu The Feminine Mystique (1963). Todas essas mulheres escondiam o fato de serem ativistas comunistas de longa data.  Em 1960, suas filhas tinham tudo o que precisavam, inclusive o exemplo do subterfúgio, para iniciar o Movimento de Libertação das Mulheres.

O CARÁTER COMUNISTA DO FEMINISMO

As raízes do feminismo no comunismo marxista explicam muito sobre esse movimento curioso, mas perigoso.  Ele explica: 

  • Por que o "movimento das mulheres" odeia a feminilidade e impõe um conceito político-econômico como "igualdade" em uma relação pessoal, biológica e mística. 
  • Por que o "movimento de mulheres" também abraça a "igualdade" de raça e classe. 
  • Por que querem revolução ("transformação") e têm uma visão messiânica de uma utopia sem gênero. 
  • Por que acreditam que a natureza humana é infinitamente maleável e pode ser moldada por doutrinação e coerção. 
  • Por que se envolvem em teorias intermináveis e entorpecentes, disputas doutrinárias e facciocismo. 
  • Por que a verdade para elas é uma "construção social" definida por quem tem poder, e as aparências são mais importantes que a realidade. 
  • Por que eles rejeitam Deus, a natureza e as evidências científicas em favor de sua agenda política. 
  • Por que se recusam a debater, não acreditam na liberdade de expressão e reprimem opiniões divergentes. 
  • Por que se comportam como um culto quase religioso, ou como a Guarda Vermelha.

É difícil escapar da conclusão de que feminismo é comunismo com outro nome.  O comunismo é projetado para dar poder aos fantoches dos banqueiros centrais, fomentando a divisão e o conflito.  Dividir e conquistar.  Tendo falhado em promover a guerra de classes e raças, o comunismo promoveu o conflito de gênero. Em cada caso, eles fomentaram um sentimento de ressentimento no grupo-alvo.  Agora o papel feminino tradicional "oprimia" as mulheres.

Os movimentos de "diversidade" e "multicultural" representam a tentativa do comunismo de capacitar e usar outras minorias, gays e "pessoas de cor", para minar ainda mais a cultura majoritária (europeia, cristã).  Assim, o trio original da CPUSA de "raça, gênero e classe" está muito intacto, mas o conflito de classes nunca foi um grande vendedor.

O termo "politicamente correto" originou-se no Partido Comunista Russo na década de 1920.  Seu uso na América hoje ilustra a extensão da sociedade foi subvertida.  As ativistas feministas são, em sua maioria, ingênuas comunistas.  O objetivo comunista é destruir a civilização ocidental e estabelecer uma ditadura velada chamada "governo mundial" dirigida pelos bajuladores dos banqueiros centrais.

Vimos essa destruição no desmantelamento do currículo de artes liberais e na tradição de liberdade de expressão e investigação em nossas universidades. Vimos esse vírus se espalhar para o governo, empresas, mídia e militares.  Isso só poderia acontecer porque a elite financeira, de fato, patrocina o comunismo.

No comunismo, o governo é o monopólio final. Ele controla tudo, não apenas a riqueza, mas também o poder e o pensamento. É o instrumento do capital monopolista (ou seja, Rothschild, Rockefeller).  Todo mundo, do presidente para baixo, trabalha para eles.

CONCLUSÃO

Em 1980, três mulheres em Leningrado produziram dez cópias datilografadas de uma revista feminista chamada Almanac.  A KGB fechou a revista e deportou as mulheres para a Alemanha Ocidental.  Na URSS, o feminismo era em grande parte para exportação.  De acordo com o professor Weigand, seu "livro fornece evidências para apoiar a crença de que pelo menos alguns comunistas consideravam a subversão do sistema de gênero [na América] como parte integrante da luta maior para derrubar o capitalismo".

Em conclusão, a busca feminista de "direitos iguais" é uma máscara para uma agenda comunista odiosa. O MO comunista sempre foi engano, infiltração e subversão usando questões de justiça social como pretexto.  O comunismo pode assumir qualquer forma que empodere os fantoches dos banqueiros centrais.  O objetivo é a destruição da civilização ocidental e a criação de uma nova ordem mundial dirigida pelo capital monopolista. Isso foi amplamente realizado.

O Feminismo Vermelho de Kate Weigand demonstra que vivemos em uma sociedade comunista de fato, um desenvolvimento que ocorreu por subterfúgio com a cumplicidade do establishment maçônico controlado pelos banqueiros centrais.

Friday, December 10, 2021

Mulheres ocidentais perderam o poder de amar

 

08 de Setembro de 2017

"Qualquer garota que chega à idade adulta sem saber que o amor é seu valor supremo foi estuprada espiritualmente. A espiritualidade feminina expressa uma atitude de espera espiritual, cuidado e prontidão para o encontro com seu oposto, que é um pré-requisito para a integridade interior. Sem isso, ela se torna uma presa do masculino dentro de si mesma, um espírito furioso de atividade intelectual ou física com o qual nenhum homem pode se relacionar e com o qual ela não pode de forma alguma se relacionar. Ela é uma mulher possuída." Irene Claremont de Castillejo, Knowing Woman: a Feminine Psychology.

por Henry Makow Ph.D.

O filme "WarGames" (1983) ilustra como os cabalistas minaram os heterossexuais em 34 anos. No filme, Matthew Broderick é um gênio da computação que acidentalmente inicia uma contagem regressiva nuclear e corre para evitar uma catástrofe.  Sua namorada, interpretada por Ally Sheedy, é vista em um papel complementar, basicamente ajudando, incentivando e admirando-o. Ele é o líder.  Mas sua presença informa, valida e potencializa tudo o que ele faz.  É como se suas ações fossem dedicadas a ela.

É assim que funciona a heterossexualidade.  A mulher fortalece o homem ao confiar seu poder ao marido.  É assim que a mulher ama, ou seja, por "confiar", alistando-se como primeiro imediato de seu capitão.  Se este filme fosse refeito hoje, ela seria a capitã; ele seria castrado e eles se separariam.

De Chaucer a Freud, os homens perguntaram: "O que as mulheres querem?" É muito simples.  Elas querem ser amadas.  Especificamente, elas desejam o amor apaixonado de um marido por toda a vida.  Mas o que faz um homem amar uma mulher dessa maneira? Seu sacrifício. Juntando sua sorte com a dele, aceitando sua liderança e servindo a ele e aos filhos.  Em outras palavras, o amor duradouro é conquistado por meio de ações.  Não é baseado em apelo sexual (que diminui) ou respostas espirituosas.  É construído sobre laços de GRATIDÃO.

Ao ensinar as mulheres a serem egoístas em vez de se sacrificarem, o Feminismo as privou de seu estoque, o amor. Tudo o que eles têm para dar é sexo. Por não se renderem a um marido amoroso, elas se reduzem a se entregar a estranhos.

SUBVERSÃO CABALISTA

Judeus cabalistas e maçons são satanistas.  Eles controlam degradando e corrompendo.  Como cupins, eles corroem as colunas de sustentação da sociedade.  A família é o glóbulo vermelho de uma sociedade saudável.  Fornece-nos os nossos papéis e identidade, bem como o apoio emocional e material necessário. Garante que os jovens nasçam, sejam amados e criados de maneira adequada e que os idosos sejam bem cuidados. Nossa família é nosso elo na cadeia da eternidade. Portanto, os satanistas sempre quiseram destruí-lo.

Eles foram atrás das mulheres, que eles consideravam inconstantes, vaidosas e mesquinhas. “Não há maneira de influenciar os homens de maneira tão poderosa como por meio das mulheres, escreveu Adam Weishaupt.“  Esses devem, portanto, ser nosso estudo principal; devemos nos insinuar em sua opinião favorável, dar-lhes sugestões de emancipação da tirania da opinião pública e de se defenderem; será um imenso alívio para suas mentes escravizadas se libertarem de qualquer vínculo de restrição, e isso os incendiará ainda mais e os fará trabalhar por nós com zelo, sem saber que o fazem; pois eles estarão apenas satisfazendo seu próprio desejo de admiração pessoal."

Os satanistas precisam interferir na afeição natural e na atração que homens e mulheres têm uns pelos outros e por sua prole.  Satanistas existem para banir o amor.

A essência de uma mulher é amor, o poder de gerar amor, amando e sendo amada em troca.  Esta é a fonte de seu poder.  O amor de uma mulher pelo marido e pelos filhos é precioso.  Para um homem, esse amor é um grande tesouro.

Ao se permitir ser derrotado, ao buscar o poder material em vez do espiritual, ela essencialmente perdeu o poder de amar. Ela pode ter poder ou amor. Ela não pode ter os dois.

AS FEMINISTAS FORAM ESPIRITUALMENTE PILHADAS

As mulheres precisam do amor do homem como uma flor precisa do sol e da água.  Os homens nutrem as mulheres e as mulheres capacitam os homens, aquiescendo às suas demandas razoáveis.  Essa é a dinâmica de um casal.

Homens, se vocês querem descobrir se uma mulher os ama, façam um pedido razoável e vejam como ela reage.

Sheila Jeffreys, 68, é mais conhecida como uma estudiosa feminista lésbica e ativista política.

O que Sheila Jeffreys chama de "erotização da impotência" é amor entre homem e mulher.  Mas ela é uma lésbica que obviamente não consegue entender que o amor das mulheres é o seu poder.  Ela quer transformar todas as mulheres em lésbicas que, como ela, não conseguem entender que o estilo, a beleza, o charme (sua feminilidade) da mulher dependem de evitar o poder material.

Uma mulher que se entrega ao marido é estimada e amada por ele e por seus filhos.  Uma mulher que busca o poder em termos masculinos está condenada a uma vida de isolamento e amargura.

Feminista ocidental, você perdeu seu presente mais precioso por nada.  Você é vulgar, um verdadeiro desinteressante.  Você não tem personalidade, charme, estilo, substância.  Você não pode amar.  Você nem é sexy.  E logo você não terá mais juventude.  Você não terá nada além de seu emprego, seu cachorro e seus amigos igualmente desesperados.

Feministas ocidentais, vocês foram roubadas, traídas por sua sociedade, professores e líderes políticos e culturais; e, portanto, você se juntou a suas fileiras traidoras.  Você traiu seus filhos não nascidos, sua cultura, sua família e a promessa do futuro.  Mas o pior de tudo, você traiu a si mesmo.

Mas, se serve de consolo, você foi tosquiado pelos melhores.

Wednesday, July 02, 2014

Nosso alerta: a juventude está sendo despersonalizada

Prof. Alberto Libânio Rodrigues (*)

Cristo já dizia: “Vinde a mim as criancinhas”.  Isto nos leva a refletir que Cristo, como um bom psicólogo, sociólogo e, sobretudo, pedagogo que era, preferia trabalhar com as crianças e jovens, porque estes eram mais facilmente doutrináveis, pois estavam ainda no período de formação de seu intelecto, ao passo que os adultos “cabeças duras” (ou “cabeças-feitas”) representavam um trabalho mais difícil.  Ajunte-se a isto que a criança e o jovem de hoje é o adulto, o líder de amanhã.

Ademais, através do adulto, principalmente do mais velho, que está mais perto do final dos seus dias que os jovens e as crianças, a mensagem, a doutrina, pode andar, viver bem menos tempo, ao passo que, com o mais jovem, que tem uma vida inteira pela frente...

Além disso, o adulto ou o velho locomovem-se menos e com mais dificuldade: este, por cansaço, aquele por ter de trabalhar, de cuidar da família etc.  O jovem, não.  Ele é mais ágil, mais disposto, mais sociável.  Ainda mais.  Seu universo, portanto, é maior (apesar de estereotipado).  Logo, seu poder de comunicação é bem mais amplo.

A juventude de hoje pretende querer carrear para si os “méritos” de ser rebelde, contestadora, revolucionária etc.  A juventude sempre teve o mesmo espírito, a mesma afoiteza, em todas as épocas, em todos os lugares, só que a juventude de ontem não tinha à mão, com tanta facilidade, as drogas, o carro do papai (houve a época em que nem carro existia, é óbvio), os motéis, a pílula, os meios de comunicação, e por aí vai.

Naquela época, a família vivia reunida (eu não disse realizada, necessariamente).  Havia o chefe, o pai todo-poderoso.  A mãe, uma semi-deusa, que servia de elo entre os vis mortais (os filhos) e o dono do Olimpo.

Verdadeira ou hipocritamente, todos ali, na família de ontem, reunidos à mesa de jantar ou ao redor da lareira, viviam mais felizes e seguros de si, amparados e presos nos elos da família, célula-mater da sociedade, havia mais calor humano (pelo menos perto da lareira); mais confiabilidade e apoio mútuo; mais responsabilidade; maior entrosamento e, conseqüentemente, maior poder de comunicação.

A juventude de ontem também foi rebelde e cheia de modismos com uma diferença: o jovem de ontem, considerado rebelde, é o que ousava brigar com os pais, matar aula, beber cerveja ou vinho escondido dos pais, deixar de ir à igreja... O jovem rebelde de hoje, o de “cabeça-feita”, o moderno, é aquele que, quase sempre drogado, toma as chaves do carro do pai, e sai por aí em alta velocidade, joga o carro no abismo ou, pior, tromba em outro veículo e mata, às vezes, uma família inteira.

Alega-se que na família patriarcal vivia-se frustrado e que, atualmente, vive-se liberado e realizado, sobretudo no sexo, que é praticado, hoje, “sem sentimento de culpa”.

Será que liberar é ser irresponsável, não se preocupar com os estudos, com o trabalho, renegar a família?

Será que realizar é viver no mundo cor-de-rosa das drogas, “viajando” para o além?

Será que o “sentimento de culpa” é sinônimo de irresponsabilidade?

Será que liberar e realizar é reunir-se com os filósofos intelectuais dos barezinhos e reformar o mundo, ali, na mesa, diante das perfumarias e das drogas? (O pior é que estes revolucionários soldados dos bares acordam, no dia seguinte, com tanta dor de cabeça e mal-estar, que têm de ingerir alguma coisa, para recuperar o “equilíbrio da situação e tentar lembrar-se dos planos que foram traçados na véspera, ou voltar lá, no bar, e começar tudo de novo).

Reformar o mundo é cada um cumprir a sua parte no trabalho, na família, na comunidade.  É amar o nosso irmão, porém sem subjugá-lo aos nossos vícios e às nossas tendências.  Sem despersonalizá-lo, enfim.  Mas não é amar apenas filosófica ou liricamente.  É participar da vida dele, conhecer seu íntimo e caminhar com ele.

A DOUTRINAÇÃO HOJE

Os jovens não sabem que, sob esta falsa liberdade que lhes é concedida, uma poderosa trama de dependência e despersonalização está sendo urdida contra eles, em todas as partes do mundo.  E, depois, eu explico o porquê.

Os jovens, em sua maioria, são ‘early-adopters’, ou seja, aceitam facilmente, sem análise ou autocrítica todo produto, toda idéia ou todo modismo que a televisão anuncia ou propõe.  Isto, porque, como dissemos no início desta matéria, eles estão em período de formação e buscam, avidamente, novas informações, sem se importar com sua qualidade.

E tem rapazes que andam por aí como verdadeiros garotos-propaganda: toca-fitas e headphone; bip; blusão e calça de couro; camiseta; gorro; óculos escuros; tatuagem; luvas; tênis coloridos; cigarreira na cintura; bolsa à tiracolo.  Tudo padronizado e, a maioria, da mesma linha ou fábrica que investe milhões em propaganda, para obrigar o jovem a ocupar cada parte do seu corpo com uma bugiganga, um fetiche, um modismo.

O jovem está tão dependente e vem sendo tão desonestamente manipulado que, ao ser inventada a pílula, que prometia liberá-lo sexualmente, paralelamente vieram as drogas para inibir sua atividade sexual ou incapacitá-lo.

Veio a liberação sexual, mas veio a masculinização da mulher e a feminização do homem, com a moda unissex, por exemplo, que por trás do fato de ser um esquema de merchandising altamente rentável, pretende que o rapaz e a moça se despersonalizem e percam, cada um, sua identidade sexual.  Daí essa tendência maior que vem ocorrendo ao homossexualismo.

Um conhecido psicanalista dizia que o homem e a mulher são, cada um, duas “metades” isoladas e diferentes que se completam com uma união de corpos e mentes, perene, duradoura, equilibrada.  E tem mais: relações heterossexuais: homem e mulher; mulher com homem, para que uma metade possa completar a outra.  Daí vem a realização do par.  A frustração sexual é tão marcante em nossa vida, que alguns teóricos dizem que tanto Hitler como Napoleão, tentaram conquistar o mundo como compensação de algum trauma de ordem sexual.

Com a despersonalização sexual vem a insegurança, a frustração e a incapacidade para a auto-realização, sobretudo profissional.  Ademais, o incentivo às relações homossexuais pode ser um recurso que objetiva também o controle da natalidade, no futuro, porque, afinal de contas, em relação sexual homem com homem e mulher com mulher, não consta que se possa gerar filhos.

Como dizíamos, “deram” a liberação sexual para o jovem, mas cobra-se dele a perda da identidade sexual.  Encheram-no de fantasias sexuais, apenas, porque estas “fazem diminuir a capacidade intelectual, o desempenho verbal, manual e, enfim, o potencial humano”.

O corpo da mulher passou a ser explorado e comercializado em alta escala, a fim de que ficasse corriqueiro e deixasse de ser erótico para o homem e, ele, gradualmente, vá perdendo o interesse pelo sexo oposto.  No caso da comercialização da mulher, vejamos especificamente o caso da mulata que “há muito deixou de ser o nome atribuído à graciosa mistura de raças entre certo povo de origem céltica (os portugueses) e aqueles a que, segundo Camões, “o filho de Climene negou a cor do dia” (os negros africanos).  Hoje, a mulata é profissão, dá dinheiro e representa parcela considerável da receita total arrecadada pelo turismo brasileiro.  Preparadas, produzidas e embaladas para serem consumidas por um público heterogêneo, constituído, principalmente, de turistas estrangeiros, a mulata passou a ser um mero objeto de consumo tendo sido, inclusive, contrabandeada para o exterior e apresentada como exótica curiosidade tropical.  Em sua vida de operária da noite e do entretenimento, a mulata luta para sobreviver em um ambiente sempre hostil e de desleal concorrência”.

O menage-a-trois e o swing são também duas formas de embaralhar as cartas.

Aquele que tem a missão de eliminar a privacidade do sexo.  Este, provoca a derrocada dos padrões tradicionais da família.

Até na dança o esquema de “resfriamento” sexual funciona: das danças melódicas, suaves, de ritmo lento, passou-se às músicas barulhentas e aceleradas, que dispensam o contato corpo-a-corpo, como mais uma forma de eliminar o erotismo e a sexualidade do homem/mulher.  E, o barulho da música de hoje, tem, ainda a função de entorpecer os sentidos...

Como dissemos, a moda é outro fator de masculinização da mulher que, vestida como homem, não é tão atraente como se de saia, sandália, maquiagem... O negócio é anular todos os fetiches sexuais femininos.

O passo seguinte, em termos de moda, será feminizar o homem com trajes essencialmente femininos, auxiliados pela maquiagem, hábitos femininos etc.

Até o banheiro unissex já existe, com a finalidade de tornar o sexo coisa corriqueira e sem importância: máquina, apenas.  Sexo é coisa sublime, pura, que encerra, sobretudo no prelúdio, o máximo poder da comunicação entre dois seres.

SODOMA E GOMORRA

Diversas civilizações sucumbiram depois de haverem atingido o caso moral e social, que começou com a destruição da família, a quebra das tradições: o sexo grupal; o amor livre...

No caso de Sodoma e Gomorra, por exemplo, um emissário de Deus foi lá e avisou a todo mundo que, como castigo, as cidades seriam destruídas.  Hoje, seria drástico “destruir” este mundo corrupto e libidinoso que está aí.

O NOVO MESSIAS

Todo este estratagema que está sendo perpetrado contra o jovem tem em vista transformar o mundo de hoje numa nova Sodoma e Gomorra, e permitir que uma determinada raça – uma das mais inteligentes do mundo – assuma os destinos da Terra, com a apresentação de um novo Messias, Salvador da humanidade.

Este povo é tão hábil, poderoso e inteligente, que vem se utilizando do mesmo recurso que os bárbaros usaram para destruir o Império Romano: estão fazendo deteriorar os usos, costumes e tradições e infiltrando-se em toda a estrutura administrativa de todos os países do mundo, só que hoje, com dois novos poderes na mão: o dinheiro e os meios de comunicação.

O povo precisa de líderes e os cria, ou aceita passivamente os que são criados, tanto que isto reforça a clássica pergunta: “Será que foi Deus quem fez o homem, ou este que o criou”?

Como toda mercadoria ou idéia, a imagem do líder desgasta-se com o tempo e é preciso renová-la.  Assim é que, na época em que Roma dominava o mundo, aquele povo de quem lhes falei, achou que era hora de renovar a imagem de Deus – na Terra – através do Messias, o Cristo.  O povo estava meio descrente e a humanidade estava meio perdida.  Afinal, ficar milênios acreditando num líder que ninguém via, era meio frustrante e desgastante.  Urgia, portanto, colocar na Terra, junto com os homens, um líder – divino – porém de carne e osso.  E assim foi feito: o Messias apareceu, pacificou os ânimos da humanidade (Roma e Colônias) e renovou a imagem de Deus na Terra.

A intenção era outra, ainda: através daquele Messias, os seus mentores pretendiam dominar o mundo, já àquela época.  Porém, viram depois, que era meio cedo para isso, pois Roma estava muito poderosa e desconfiada.  Necessário se fazia eliminar aquele Messias que não mais servia aos propósitos de seus mentores, pois podia comprometê-los politicamente com Roma.

Para que isto não acontecesse, deixaram de reconhecê-lo como o verdadeiro Messias, a fim de que ficasse aberto o espaço para que um dia, quando os ventos fossem mais favoráveis, pudessem apresentar o novo, verdadeiro e definitivo salvador da humanidade.  Não o reconheceram como o verdadeiro Messias, mas deixaram que o povo fizesse, para que fossem plantadas as raízes do Cristianismo, alimentadas por eles, até hoje.

Como base de tudo isso, duas profecias intimidadoras: “Um mil passará e dois não chegará” e “Ele há de vir julgar os vivos e os mortos”.

Cumprir a primeira profecia, como dissemos, é meio drástico, pois implicaria em promover a destruição total do mundo, na qual esta raça de que lhes falo, poderia sucumbir, também.

A segunda, então, é que foi considerada a ideal, porque irá assegurar-lhes o controle total sobre a humanidade, por mais mil ou dois mil anos.

Aí é que entra a justificativa do processo de despersonalização da juventude.

Quase nenhum velho de hoje estará aí no ano 2.000.  Até lá os jovens de hoje já se transformaram em adultos e estarão comandando o mundo.  Não serão, porém, líderes perfeitos, pessoas normais e com personalidade definida, porque as drogas deixaram seqüelas irreparáveis neles; os usos e costumes tradicionais foram deteriorados.  A família será apenas um elemento passado, citada na literatura clássica ou nas obras de ficção.  No conjunto, a humanidade estará uma zorra, clima ideal para o surgimento do novo Messias, que virá colocar tudo nos devidos lugares, julgar os vivos e os mortos, separar os bons, e, com estes, formar uma nova raça, um novo muno.  (Não se alarme, ninguém, se perto do ano 2.000 todas as drogas forem liberadas, a fim de acabar de liquidar a turma).

Este povo de que lhes falo é tão hábil, que todas as suas tradições e padrões morais são mantidos à risca.  No resto da humanidade é que vem promovendo, em todos os segmentos, a derrubada das tradições da família; a despersonalização da humanidade; o caos, enfim.  Eles não, têm de se manter puros e intactos para não se deteriorarem.

O momento é de profunda reflexão e de atitudes conscientes e racionais, que permitam livrar a juventude desse esquema.  Atitudes que permitam salvar a humanidade antes da chegada do novo Messias.

Nosso alerta é para os jovens, para os pais, para os políticos, para os líderes de opinião e, principalmente, para os religiosos (verdadeiros).

Vamos, todos, parar de fazer o jogo que nos está sendo imposto.  O primeiro passo é eliminar, o máximo possível de nossa vida, a televisão e os demais órgãos de comunicação de massa, ou pelo menos, tentar selecionar melhor as informações que recebemos.  O segundo passo, daí mais fácil, é parar de consumir exageradamente, a fim de enfraquecer as multinacionais (e, até mesmo, superar a crise).

O alerta está aí.  Cabe a cada um de nós refletir se devemos continuar a ser teleguiados (e comprometer toda a nossa geração histórica) ou tentar salvar, se não o mundo, o país, o Estado ou nossa cidade, pelo menos nossa família e nossos amigos.  (É óbvio que, se cada um, individualmente, tentar salvar os seus, no conjunto toda a humanidade – menos um povo – estará salva).

O curioso em tudo isso, sem querermos ser drásticos, é que todo aquele religioso, ateu ou falso puritano, que tentar contestar “in totum” nossa tese, está intimamente concordando em continuar a fazer o jogo dos homens.

Não consigo, por ora, imaginar o biótipo do novo Messias.  Seu nome, porém, deverá ser Sion, e a nova religião, derivada do Sionismo.

(*) Publicado em 06/08/1983 no Jornal “Hoje – Jornal da Cidade” de Sete Lagoas, Minas Gerais.

Sunday, March 09, 2014

Homem transexual vence em Luta Livre feminina

Adaptado de Brian

Esportes profissionais estão sendo usados para a mesma a agenda da Nova Ordem Mundial como Hollywood e a grande mídia.  Um exemplo importante é Fallon Fox, um transexual que está lutando como uma mulher na divisão peso-pena nas artes marciais misturadas (MMA).  Sua (?) influência está sendo sentida inteiramente no UFC (Ultimate Fighting Championship.)

Henry Makow têm escrito extensivamente sobre a Guerra dos cabalistas sobre o sexo para minar a sociedade, o casamento e a família.  Assim, os cabalistas promovem a idéia que o sexo é um "sentimento" flexível, e não um estado biológico e psicológico fixado.  Isso mina as noções sociais tradicionais de identidade e moralidade, tornando o povo mais fácil de ser manipulado.  Eles fazem o jogo da agenda de despopulação traçada na notória agenda 21 das Nações Unidas.

Em nível esotérico, as várias sociedades secretas abraçam androginia e homossexualismo em alta estima.  Sua adoração do demônio bode hermafrodita Baphomet foi amplamente documentada.

Digite Fallon Fox no Google.  Por 31 anos, Fox viveu como um homem.  Ele percorreu a puberdade como garoto, desenvolveu musculatura e densidade óssea masculina, assim como a força e explosão atlética de que um homem é capaz.

Aos 31, ele fez uma cirurgia de redesenho sexual, e decidiu tentar as artes marciais misturadas.  Fox lutou várias lutas antes que seu status de transexual fosse descoberto.  Seus oponentes estavam inconscientemente se engajando em lutas contra um homem.  Fox é biologicamente macho e é pago para bater em mulheres.

Somente um dos oponentes de Fox resistiu ao primeiro round.  Eu tive 17 anos de experiência em artes marciais e em meus dias de jiujitsu brasileiro treinei ao lado de alguns lutadores pro MMA (artes marciais misturadas).  Em minha opinião, Fox conta com menos técnica e físico superior.  Exatamente o que você se esperaria de um homem que extirpa sua masculinidade e começa a lutar com mulheres por dinheiro.

Numerosas lutadoras, incluindo a campeã feminina do peso galo, Ronda Rousey, sua próxima oponente Miesha Tate, e a última vítima de Fox, Alanna Jones, manifestaram-se contrariamente à idéia de um homem ser permitido lutar contra as mulheres.  O lutador do UFC, Matt Mitrione, reclamou contra esse travesti e foi prontamente suspenso por suas expressões "transfóbicas".  Estranhamente, nenhuma feminista reclamou contra a violência de Fox contra as mulheres.

Fallon Fox não está intencionalmente propulsionando a agenda da elite, embora numa luta ele vestisse uma camisa com uma imagem de Baphomet.  Particularmente, ele é um indivíduo confuso, uma vítima da agenda em seu próprio direito, que tem feito uma série de más escolhas culminando nesse ponto.

A agenda da elite entra em cena com as comissões de luta que permitem que ele lute com mulheres naturais; a tomada de posição do UFC sobre quaisquer lutadores homens que reclamaram contra sua participação; e a cobertura positive da mídia de massa sobre sua participação, enquanto demonizasse quem quer que opusesse a isso.

Para além, as feministas parecem mais preocupadas com os sentimentos de Fox, e seu "direito" de declarar-se mulher, do que com a segurança das atuais mulheres que ele vem surrando no octógono.

Recentemente, a lutadora do UFC Nate Diaz foi suspense por usar a palavra ‘bicha’ no twitter.

Esportes claramente se tornaram um potente caminhão da elite comunista (cabalista).  Esportes não promovem liberdade de pensamento e expressão.  Curta o jogo, mas fique vigilante.

Tuesday, March 04, 2014

Plano Oculto para deserdar os homens revelado em 1852


Há mais de 160 anos, o filósofo maçônico Auguste Comte queriam uma sociedade perfeita removendo os homens da equação da procriação.  Ao mesmo tempo, mulheres seriam elevadas à divindade.  Essa visão oculta está sendo realizada.


Em 1852, o filósofo Auguste Comte disse que progresso social requeria que reprodução humana "dependa somente da mulher."  Ele lembrava que as mulheres deveriam usar inseminação artificial para afastar os homens da procriação.

"Se em reprodução humana, o homem contribui meramente com um estímulo, aquele que não é senão um acompanhamento incidental da função de seu sistema gerador, então é concebível que nós pudéssemos substituir esse estímulo por um ou mais que devesse ser de livre disposição das mulheres..." escreveu ele.

O objetivo parece ser de eliminar a atração sexual no geral.

"A mulher, mesmo em suas funções corporais, pode se tornar independente dos homens… As espécies mais elevadas de produção não mais estariam sob misericórdia de um instinto caprichoso e desgovernado, a apropriada moderação que até aqui foi o maior tropeço no caminho da disciplina humana." (System of Positive Polity,1851-1854, Vol. IV, P. 60, 61.)

Em um pressentimento assustador, ele escreveu, "Uma amiga fêmea, se bem escolhida, poderia tornar-se membro da família, faria melhor, na maioria dos casos, do que o próprio pai." -(Vol. IV, P. 195.)

Os cabalistas acreditavam que eles poderiam controlar a sociedade usando a mulher para castrar os homens.  Isso eles chamavam de "a emancipação da mulher."

"A mudança completaria a justa emancipação das mulheres, assim passaria a ser independente dos homens, mesmo fisicamente.  Não mais seria possível contestar a plena ascendência do sexo afetivo sobre os filhos." ( Vol. IV, P. 244)

A humanidade seria membro de uma grande família da "prole de uma mãe menos esposa." (Vol. IV, P. 359)

A ADORAÇÃO DA MULHER

O primeiro passa na "adoração da humanidade" (Humanismo) era tornar as mulheres divindades.

"Substituindo deusas por deuses, nós confirmamos a preeminência das mulheres... Em uma palavra, a nova doutrina instituirá a adoração da Mulher, publicamente e privativamente, de uma forma muito mais perfeita do que já foi possível.  É o primeiro passo permanente rumo à adoração da Humanidade.” (Vol. 4, 446; Vol. I, P. 205.)

Enquanto o próprio Comte supostamente não fosse um franco-maçom, era certamente um admirador.  De acordo com uma fonte, "Comte olhou para Benjamin Franklin como inspiração para sua própria noção de uma "religião da humanidade" e referia-se a ele como um "Sócrates moderno."

Além de criar uma ideologia similar à Franco-maçonaria, o positivismo teve um papel particularmente forte na Franco-maçonaria francesa no século XIX.  Parte da razão para essa parceria eram as próprias dissidências políticas contra meios autoritários de conhecimento, a maioria especialmente da Igreja."

CONCLUSÃO

Com o "Iluminismo" os cabalistas começaram um projeto multigeracional de perverter a humanidade de seus ancoradouros naturais e espirituais, e redesenhá-lo como uma grande colônia penal que serve a seus interesses.

Por religião, que busca obedecer o Desenho do Criador, os cabalistas substituíram-na pela religião do homem, ou Humanismo.

O home se torna "seu próprio deus", conforme ele faça o mundo um céu.  Isso é apenas um ardil para redsenhá-lo de acordo com as especificações da elite.  Comte é conhecido como o "pai da sociologia" – uma indicação que as ciências sociais são realmente dedicadas a descobrir os meios para criar uma sociedade totalitária.

Qualquer substituto para Deus é satânico.  Como você pode notar, a humanidade está muito profundamente imersa no ocultismo.  Auguste Comte é prova de que os padrões modernos – a idealização das mulheres, a destruição do casamento e da família – são satânicos em origem.  A humanidade realmente está satanicamente possuída.


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