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Thursday, April 16, 2026

Oscar é baseado no deus egípcio Ptah

O que é fascinante no design da estátua é que é uma versão art déco do antigo deus egípcio Ptah. No Egito, havia dois deuses principais encarregados de FAZER IMAGENS, ARTESÃES E ARTISTAS. Um deles foi Ptah.

Os antigos escribas e escultores que criaram as melhores esculturas e imagens dos templos receberam uma estátua do deus Ptah do próprio Faraó.

Este ritual teria lugar na capital em MnNfr/Memphis no HutKaPth/Templo de Ptah.

Da mesma forma, a cerimônia de premiação de Hollywood foi realizada em um templo (The Shrine Auditorium) de 1947 a 2000, onde agora é realizada no Kodak Theatre.

Sunday, July 12, 2015

Cabalistas transferem evolução humana para os computadores

Humanos se tornarão deuses criando vida inteligente na forma de um supercomputador.  Máquinas "parecerão ter seu próprio livre arbítrio" e até "experiências espirituais".  A agenda oculta é substituir os homens no geral.

por David Livingstone
(Resumido por henrymakow.com)

Apesar da máxima do Google "Não seja mal", a companhia alinhou-se com os grandes projetos do imperialismo Americano, que é um fantoche para a NOM Judaico-Maçônica.  Seu diretor executivo, Eric Schmidt esteve presente na infame conferência Bilderberg em 2008, 2010, 2011 e 2013. Schmidt também tem uma associação registrada na Comissão Trilateral.

Bem mais preocupante, porém, é o plano totalitário do Google para criar uma Nova Ordem Mundial sob um computador superconsciente vinculado a Deus.  Enquanto isso possa parecer ficção científica, os executivos do Google foram avançando a causa de "singularidade tecnológica", e o advento da inteligência super-humana, conhecida como "trans-humanismo".

Essas ambições ilusórias têm sua origem no Grupo de Cibernética financiado pela CIA, inspirado pelas Conferências Macy dos anos 40 e 50.  Eles eram herdeiros dos cientistas loucos da Escola de Frankfurt, um grupo de neo-freudianos que criaram os fundamentos da cultura popular americana. Começando com a contracultura dos anos 60, encorajaram a ascensão do "computador pessoal", que desenvolveu-se para o programa MK-Ultra da CIA para a proliferação do LSD.

Seria através da ajuda de poderosas drogas psicodélicas que os trans-humanistas seriam ajudados no desenvolvimento de uma ilusória maravilha com esse cenário completamente improvável de um computador consciente.

Henry Makow fornece um relato revelador de seu encontro com o envelhecido evangelista do MK-Ultra, Timothy Leary, morto em 1990. Makow relata que:

Infelizmente, Leary foi colocado nos benefícios do que foi então chamado de 'super-estrada da informação'.  Pioneiro do LSD, sua mesa de jantar era estufada com garrafas de álcool.

Ele me contou que sua "visão de Deus" foi retratada na última parte do livro de William Gibson "Neuromancer."

No fim do mundo, todas as informações armazenadas em todos os computadores ascenderão ao Cyber-espaço e se unificarão", disse ele.  "Isso é Deus".

Essas aspirações são conseqüências da Cabala, de acordo com a qual o homem está desenvolvendo-se para se tornar Deus sem, na prática, melhorar a moralidade.  Desde sua origem com Isaac Luria no século XVI, a idéia tem agora se desenvolvido de forma que humanos se tornarão deuses criando inteligência na forma de um supercomputador.

TRANS-HUMANISMO

O uso do termo "trans-humano" remonta ao padre Jesuíta, filósofo e paleontologista Pierre Teilhard de Chardin., o "Darwin Católico", que, através de sua colocação, esse homem criaria a Noosfera, uma consciência suprema, é freqüentemente lembrada como o santo patrono da internet...

Porém, humanos teriam que mesclar sua inteligência coletiva numa supermente através de tecnologia de computador, como um necessário primeiro passo na evolução coletiva do universo.  Teilhard foi impenitente a respeito da base eugênica dessa teoria:

Até aqui nós certamente permitimos nossa espécie desenvolver-se aleatoriamente, e nós emprestamos tão pouca meditação na questão de que fatores médicos e morais devem substituir as forças brutas da seleção natural que deveríamos suprimi-las.  No curso dos séculos vindouros é indispensável que uma forma de Eugenia nobremente humana, num padrão digno de nossas personalidades, devesse ser descoberta e desenvolvida.  A Eugenia aplicada a indivíduos conduz à Eugenia aplicada à sociedade.[1]

O primeiro uso do termo "singularidade" nesse contexto foi pelo matemático John von Neumann, um dos líderes do Grupo Cybernetics, de acordo com Jeffrey Steinberg, em “From Cybernetics to Littleton”.

Para John von Neumann e Norbert Wiener, o centro do projeto do Grupo Cybernetics foi o desenvolvimento dos computadores, e o prospecto de combinar computadores de alta velocidade com suposta Inteligência Artificial, para literalmente "programar" a espécie humana.  Sublinhando todos esses esforços estava a inabalável, embora absurda convicção, mais avidamente apresentada por von Neumann, que não havia nada sagrado a respeito da mente humana, e que o cérebro humano era uma máquina, cujo funcionamento poderia ser replicado e, finalmente, sobrepujado por computadores...

Sobre as décadas que se sucederam, esse campo continuou a atrair pensadores influentes, tais como Hans Moravec e Raymond Kurzweil.  A coalescência de um movimento trans-humanista identificável começou nas últimas décadas do século XX.

Em 1966, FM-2030 (anteriormente F.M. Esfandiary), um futurista que ensinava "novos conceitos do Homem" na New School em Nova Iorque, começou a identificar pessoas que adotavam tecnologias, estilos de vida e visões de mundo com transições à "pós-humanidade" como "trans-humana".

Essas idéias foram glamourizadas em Hollywood, tais como a verão de 2001 de Kubrik: Uma Odisséia no Espaço por Arthur C. Clarke, a série “O Exterminador”, Blade Runner baseado no autor influenciado pelo LSD Philip K. Dick's de “Androids Dream of Electric Sheep”.  Dick foi também inspirado por Teilhard de Chardin. ...

Outros filmes seguindo os padrões trans-humanistas foram o clássico anime O Fantasma na Concha, Matrix, a refilmagem de Robocop, e mais recentemente “Her” com Joachin Phoenix, e Transcendência, estrelando Johnny Depp.

Ray Kurzweil, hoje um diretor de engenharia do Google, citou o uso do termo "singularidade" de Neumann em um prefácio ao clássico de von Neumann “O Computador e o Cérebro”.  Kurzweil recebeu a Medalha Nacional de Tecnologia e Inovação em 1999, a mais elevada honra em tecnologia da América, do Presidente Clinton numa cerimônia na Casa Branca.

E em 2002 ele foi introduzido no Hall da Fama dos inventores nacionais, estabelecido pelo Escritório Norte-Americano de Patentes.  Ele recebeu dezenove doutorados honoríficos, e honras de três presidentes norte-americanos.  Kurzweil foi descrito como um "gênio impaciente" pelo The Wall Street Journal e "a última máquina pensante" pela Forbes.

PBS incluiu Kurzweil como um dos 16 "revolucionários que fizeram a América" junto a outros inventores dos últimos dois séculos.  A Inc. magazine classificou como 8º entre os "mais fascinantes" empresários nos Estados Unidos e chamou-o de "herdeiro legítimo de Edison".

Kurzweil é autor de sete livros, cinco dos quais foram bestsellers nacionais.  A Era das Máquinas Espirituais, a respeito da inteligência artificial e o futuro curso da humanidade, foi traduzida em nove línguas e foi o 1º livro best-selling na Amazon em ciência.

Kurzweil acredita que a evolução fornece evidência que humanos criarão um dia máquinas mais inteligentes do que elas são. Kurzweil profetiza que as máquinas "parecerão ter seu próprio livre arbítrio" e até "experiências espirituais".

O livro de Kurzweil “A Singularidade está Próxima”, que foi um bestseller no New York Times, diz que isso levará a uma singularidade tecnológica no ano de 2045, um ponto onde o progresso é tão rápido que supera a habilidade humana para compreendê-lo.  Uma vez que a “Singularidade” tenha sido atingida, Kurzweil prediz que a inteligência da máquina será infinitamente mais poderosa do que toda inteligência humana combinada.  Subseqüentemente, diz Kurzweil, a inteligência irradiará exteriormente desde o planeta até que sature o universo.

A posição de Kurzweil como um futurista e um trans-humanista conduziu ao seu envolvimento em várias organizações com temas de singularidade.  Kurzweil está, ainda, entre os fundadores da Cúpula Singularidade, a conferência anual do Instituto de Singularidade para Inteligência Artificial, em 2006 na Universidade de Stanford. O SIAI foi fundado para "ajudar a humanidade a preparar-se para o momento quando a inteligência da máquina exceder a inteligência humana."

Monday, February 27, 2012

Kaparot e Yom Kippur: Voodoo e Perjúrio no Judaísmo


Sessão de Mea Shearim de Jerusalém, 5 de Outubro de 2011

Michael A. Hoffmann

Yom Kippur, essa gloriosa orgia de auto-congratulação, começa na noite de sexta, 7 de Outubro, de acordo com o qual o mundo occidental observará com pavor como “Judeus pios” imploram a Deus por perdão, aspiram por retidão e, nas vésperas do dia santo, transferem seus pecados para um frango.

Dizer o quê?

Isso é chamado kaparot. Ele não se encaixa na esfera transparente, a imagem Spielbergiana do Judaísmo Ortodoxo, não é? Talmudistas girando um franco sobre suas cabeças na crença que recitando as orações Mahzor, eles estão transferindo seus pecados para o frango!

Kaparot é o voodoo pré-Yom Kippur que a mídia é relutante a reporter. Quando eles realmente reportam-no, ususalmente omitem o ato de girar e a crença na transferência do pecado para a azarada ave. A agência de notícias da China, cobrindo os ritos do kaparot em Jerusalém essa semana, reduziu-os a nada mais do que "o simbólico abatimento de frangos como um ato de expiação."

O ritual kaparot do Judaísmo é um tal patentemente ritual pagão que tem o poder de chocar mesmo ingênuos goyim for a de seu repouso hipnótico. Os primeiros 40 segundos desse raro vídeo kaparot retrata o real girar do frango (o resto do vídeo mostra crentes atirando migalhas de pão na água, precedida por uma cacofonia de clamor rabínico).

Depois que o voodoo kaparot é concluído, a cerimônio do perjúrio começa: quando o infame rito do Kol Nidrei do Yom Kippur toma lugar, quase sempre explicado distante do mundo como um ritual sagrado de implorar a Deus por perdão pelos juramentos que foram violados, contratos que foram quebrados e promessas que não foram mantidas no ano passado.

O problema é que a imagem dos piedosos é uma fraude.

Kol Nidrei é na realidade uma cerimônia através da qual: 1. todo o perjúrio você cometerá no ano vindouro e 2. todos os contratos você assinará e violará no ano vindouro, e 3. todas as promessas que você romperá no ano vindouro, são absolvidas, sem qualquer punição celestial acumulada como resultado. Esta é a verdadeira realidade do rito Kol Nidrei do Yom Kippur, e é uma razão pela qual o Yom Kippur é a mais esperada de todas as cerimônias da sinagoga do Judaísmo. Fraudadores durante o Yom Kippur fazem de Deus um parceiro na trapaça.

A verdade a respeito do ritual Kol Nidrei do Yom Kippur é costumeiramente negada pelos rabinos e sua mídia porta-voz como uma "ficção anti-semita repulsiva." Eles arremessam essa acusação na expectative que o público não consultará a documentação e aceitará na fronte, em vez disso, a palavra dos rabinos devotos e sua imprensa norte-americana.

O engenhoso truque é que as mentiras que são revendidas sobre o Kol Nidrei são absolvidas pelo próprio Kol Nidrei. É um tipo de circuito invencível que reforça sua própria fraude. Você tem que se apiedar das pessoas ludibriadas por esta sórdida charada de persuadir Deus a ajudá-los a trapacear.

Pouco dessa áspera realidade virá à nota nos próximos dias, porém. Em vez disso, a mídia comum jorrará ingênuas e vagas senhas a respeito do Yom Kippur como parte da astuta máscara através da qual o Judaísmo que se eleva sempre mais sobre o Ocidente.

Wednesday, February 15, 2012

Pentagrama já foi símbolo do Judaísmo

Arthur Koestler escreve em “Os Khazares” o que se segue:

Conforme uma das teorias, a ‘estrela de Davi’ com seis pontas, que decora a atual bandeira de Israel, começou a ser um símbolo nacional a partir da cruzada de Davi al-Roy. ‘Aventa-se’, escreve Baron, ‘que, desde então, o escudo de Davi, uma estrela com seis pontas (até então apenas um motivo decorativo ou emblema mágico) passou a ser o principal símbolo nacional-religioso do Judaísmo. Utilizado durante muito tempo em alternância com o pentagrama ou o ‘selo de Salomão’, ele foi, a partir do século XIII, atribuído a Davi em textos alemães místicos e éticos e, em 1527, surgiu na bandeira judaica de Praga’.”

Fonte: “Os Khazares”, Arthur Koestler, Editora Relume, Rio de Janeiro, 2005, p. 145

Veja abaixo um vídeo sobre o significado esotérico (pagão e satânico) deste símbolo:

Sunday, February 19, 2006

Aborto e Espiritualidade Pagã

Por Willy Peterson

O Sacramento do Aborto, escrito por Ginette Paris (Spring Publications, Dallas, 1992), propõe o paganismo (p.e. politeísmo, feitiçaria, adoração à terra etc.) como um modelo superior a uma sociedade que luta contra as conseqüências do aborto.

Em acréscimo ao fornecimento de uma válvula de escape ecológica para a violação da população humana como sendo a origem de todos os males, Paris adota os modelos jungianos de mitologia como arquétipos universais para o envolvimento da consciência humana, um dogma comum entre neo-pagãos. Jung foi um espiritualista que era fascinado com o ocultismo. Suas idéias forneceram uma ponte multi-dimensional entre a psicologia mitológica-pagã e existencialismo, sendo o resultado a emergência de uma religião universalista e ateísta.

Tendo rejeitado a mensagem evangélica da Bíblia, Paris reduz o Cristianismo a uma mitologia comum em que o comprador pode apanhar e escolher de acordo com os caprichos individuais. Mas ela não se preocupa em deixar isso desse modo, mas faz campanhas pela sua morte, com unhas e dentes, além dos típicos valores da família pagã. Como faz esse trabalho ao lado de uma obrigação de aceitar a divindade de todos? Uma vez que a autoridade de Deus da Bíblia foi rejeitada, então a seleção por modelos viáveis se torna um ato de relativismo moral, sujeito a tendências carnais e novidades pós-modernistas tais como a destrutiva doutrina anti-humana do biocentrismo.

Como a história de Artemis justifica a tomada da vida humana inocente? De acordo com Paris, Artemis mata sua vítima por causa do amor. Se as mulheres se identificassem com ela, deveriam amar as crianças que lhe são oferecidas à morte. Esse "amor" se supõe fornecer um equilíbrio a sua folia sangrenta que imita as caçadoras em perseguições competitivas por suas vítimas. Com amigos como esses quem precisa de inimigos?

A religião de si mesmo representa o deus fundamental daqueles panteões pagãos que fornecem justificativas ao próprio apaziguamento de si. Atualmente, visões de si estão por trás de uma porção de máscaras ateístas como panteísmo, magia negra, psicanálise, Nova Era, humanismo, o movimento Eu Sou, e por aí vai. E agora, em nome de si, nossa humanidade resolveu que nós podemos assumir o trono do céu e progredir no trabalho, racionalizando a moralidade com o objetivo de conforto. Nesse ponto, a hipocrisia da natureza humana e suas sombrias ramificações tornam-se todas óbvias demais.

Os seguintes excertos fornecem um vislumbre na tentativa das bruxas introduzirem essa abominável prática com um ar de espiritualidade politeísta: Espiritualidade Pagã

"Eu tenho atraído inspiração por todo esse livro de uma imagem orientadora, Artemis, da mitologia Grega (conhecida pelos Romanos como Diana, a Caçadora). Ela é uma deusa indomada, uma campeã que hoje poderíamos pensar dos valores ecológicos ... seu mito é cheio do que parecem ser os mesmos tipos de contradições que abundam nas considerações do aborto. Artemis é tanto protetora de animais selvagens e uma caçadora que os mata com objetivos inerrantes..." (p. 1)

"A mesma deusa oferece, assim, proteção e também morte às mulheres, crianças e animais. Por que tais contradições aparentes ... personificadas em uma divindade feminina? É uma forma de dizer que um poder protetor de uma mulher não pode funcionar propriamente se ela não possui também poder total, em outras palavras, o poder sobre a morte bem como sobre a vida? Sua imagem nos pertence assim como à Antigüidade, porque como todas as imagens fundamentais da experiência humana, que C.G. Jung chamava de 'arquétipos,' ela nunca realmente faz envelhecer mas reaparece em diferentes formas e diferentes símbolos ... Ela nos encoraja a nos tornarmos mais cientes do poder sobre a morte, sua natureza inescapável, e seu papel necessário em uma ecologia vivente. Aborto é sobre amor, vida e morte." (p. 2)

"O inconsciente coletivo sempre usou diferentes caminhos para reduzir a população quando os recursos e o espaço estão carentes ou quando o clima social deteriora." (p. 26)

"Artemis teve uma reputação para vincular sacrifícios de sangue, incluindo os humanos ... uma prática que deu ao paganismo um tal infeliz nome.... A história de Artemis reivindicando Iphigena como um sacrifício pode ser contada e entendida em mais de uma direção ... em uma, Iphigenia é uma vítima, oferecida em sacrifício no altar de Artemis; noutra Iphigenia se torna uma heroína, e o sacrifício toma um diferente significado. Visto que o aborto é um tipo de sacrifício, eu acredito que uma exploração desse mito poderia abrir novas avenidas de pensamento." (p. 34)

"Dum ponto de vista pagão, é totalmente estúpido e mesmo absurdo sacrificar uma mãe para o propósito de um recém-nascido, porque a criança obviamente necessita dela ... Artemis, que personifica respeito pela vida animal, aceita a necessidade da caça, mas somente se as regras e os rituais de absolvição são observados. Na maioria das religiões de deusas, uma razão similar é aplicada aos fetos e aos recém-nascidos. É moralmente aceitável que uma mulher que dá a vida possa também destruí-la sobre certas circunstâncias ..." (p. 53)

"Nossas atitudes sobre o aborto são sub-consciosamente estampadas pelos valores judaico-cristãos, até entre aquelas pessoas que se consideram livres deles. Nós estamos agora no limiar de uma liberalização de atitude frente ao aborto em muitas direções, comparáveis à liberação de atitudes sexuais trinta anos atrás." (p. 5)

"À sede de sangue de Abraão, Deus encorajou o sacrifício humano em tempo suficiente para o patriarca acreditar que a oferenda de seu único filho Lhe seria agradável ... Quando Jeová detém o braço de Abraão, declara que ele não quer ser mais honrado dessa maneira: essa cena marca uma evolução na mitologia Judaico-Cristã." (p. 37)

"O paganismo foi desacreditado pela imagem de uma criança inocente sendo arrastada por corruptos pagãos a um altar para ser sacrificada a uma deusa cruel, como se Deus não tivesse também pedido o sacrifício e crucifixão de seu único filho." (p. 41)

"A mitologia Judaico-Cristã tem tido a maior influência em nossa cultura Ocidental por quase dois mil anos, fornecendo as idéias, valores e imagens simbólicas. Nós podemos apagar dois mil anos de influência monoteísta, desmoronando todas as práticas religiosas e declarando as nossas livres da fé de nossos pais? Certamente não como tem sido provado por nosso repentino despertar aos valores ecológicos. Nós estamos apenas começando a entender como uma religião que tira da natureza sua santidade, de forma a colocar tudo de sagrado em um Deus (cujo reino não é desse mundo) pode ser perigosa às árvores, animais, oceanos, florestas e consciência pessoal, tudo que era considerado recipiente do divino na Antigüidade politeísta." (p. 4)

"...há mais de um caminho para definir moralidade, dignidade humana, direitos da criança, e os assuntos de responsabilidade coletiva pela vida e morte. É também claro que tudo isso está intimamente ligado à ecologia global." (p. 6)

"...nós devemos constantemente monitorar os valores ligados à desonra, conforme educamos as próximas gerações, de forma a poder deixá-los de lado quando não mais expressam nossos ideais... "Quando um aborto é necessário, não só deveria deixar de existir qualquer vergonha, mas deveria haver um novo consenso de que ter uma criança que não possa ser cuidada adequadamente é vergonhoso." (p.106)

"Não é imoral escolher o aborto; é simplesmente um outro tipo de moralidade, a pagã. É tempo de parar de ser defensivo a esse respeito, tempo de apontar um dedo acusatório em outro campo e denunciar sua própria posição imoral." (p. 56)

"Como Artemis deveria matar um animal ferido preferentemente a permitir-lhe mancar miseravelmente, assim uma mãe deseja poupar o filho de um destino doloroso." (p. 56)

"... os homens que decidem matar ou não em guerra então ousam falar a respeito de crime e assassinato quando uma mulher sacrifica um feto não mais importante do que uma uva seca e menos consciente do que uma galinha.... Os seres sacrificados em abortos não sofrem como as vítimas de guerra e desastres ecológicos.... A guerra é santificada ... pelos nossos líderes religiosos. Mas deixar uma mulher abortar um feto que nem mesmo tem o aparato neurológico para registrar o sofrimento, as pessoas se chocam." (p. 25)

"É raro para uma mulher escolher aborto porque de algum jeito ela odeia o feto. Ela o sacrifica por causa de algo que julga nesse momento ser mais importante, seja uma criança existente ... seja sua própria sobrevivência física, econômica ou psicológica, ou o destino do planeta." (p. 95)

"Essa mesma qualidade nos permite visualizar um mundo de respeito crescente pelas crianças, um mundo em que alguém pode ocasionalmente recorrer ao aborto quando é necessário sacrificar o feto a um causa mais alta, especialmente, o amor às crianças e a recusa em vê-las sofrer." (p. 107)

"Alguns valores são dignos de sacrifício ... O aborto sempre foi e continua a ser um outro caminho de escolher a morte sobre a vida." (p. 51)

"... o retorno da antiga deusa Artemis nos convida a imaginar uma nova partilha de poderes de vida e morte entre homens e mulheres, e alocação que permite aos homens apreciar o custo de uma vida, e às mulheres tomarem decisões baseadas em seus conhecimentos de mãe." (p. 27)

"Alguém deve preservar na própria personalidade ... uma força intacta, inviolável e radicalmente feminina; isto é, a parte Artemesiana do anima que guarda a zona não domesticada de nossa psique, sem que nós nos arrisquemos a nos tornarmos seres humanos domesticados em excesso, tão facilmente tangíveis." (p. 107)

"Obviamente, todos têm um direito às suas crenças religiosas, mas quanto a minha sendo Pagã?" (p. 57)

"Nossa cultura precisa de novos rituais, assim como leis para restaurar o aborto à sua dimensão sagrada, que é tão terrível e necessária." (p. 92)

"O aborto é um sacrifício a Artemis. O aborto como um sacramento ao dom da vida permanece puro." (p. 107)

Uma palavra final:

"Porque toda carne é como a erva, e toda a sua glória como a flor da erva. Seca-se a erva e cai a flor, mas a palavra do Senhor permanece eternamente (Is 40,6s). Ora, esta palavra é a que vos foi anunciada pelo Evangelho." Agora essa é a palavra através da qual o evangelho foi pregado a você. (I Pe 1, 24-25)

Se você desejar maior informação, por favor ligue para Willy Peterson em: (913) 441-1710, ou mande um e-Mail para willypete@juno.com

Tuesday, June 07, 2005

O bispo fala: a estrela de seis pontas



Bispo Louis Vezelis O.F.M.

http://friarsminor.org/xx7-12.html

Nós seres humanos diferimos do resto da criação não apenas naquilo que temos de similar em corpo em relação a outras criaturas, mas também porque temos uma entidade intangível chamada "alma" ou "espírito". Essa "alma" nos faz similares às criaturas angélicas que não têm um corpo, e são chamadas de "espíritos puros".

Por outro lado, nós somos animais. E, por outro, nós somos espíritos. Nós somos, com o Salmista diz, criados um pouco menores que os anjos. Nós somos aquela ponte de todo mundo material ao mundo espiritual.

O ser humano é um "micro-cosmo" pertencente a um "macro-cosmo". O homem tem consigo todos os demais graus de seres: mineral, vegetal, animal e, finalmente espiritual. A diferença entre você e seu periquito é que você pode pensar; enquanto seu periquito não pode. O erro comum de atribuir `inteligência' aos animais desprovidos de uma alma racional é baseado na similaridade de suas funções corporais.

Um macaco pode parecer quase humano, e um homem poderia parecer quase um macaco, mas o macaco não pode racionalizar; enquanto o homem pode (muito embora ele seja freqüentemente irracional!)

O propósito de toda atividade humana é conhecer e amar. Salvo nossa existência animal, nós temos aquela qualidade, se você preferir, que nós procuramos conhecer a verdade e procurar possuir aquilo que é percebido pelo intelecto como sendo bom. Se algo é `verdadeiro', será também ‘bom'. E se algo é ‘bom' será também ‘verdadeiro'.

A verdade é própria do objeto do intelecto. Quando nós sabemos a verdade, nosso intelecto fica em paz. E, quando nós possuímos a verdade, nós possuímos aquilo que é bom. Tudo isso está somado no ‘ser'. Isso é o mais simples conceito que nós experimentamos. Sob essa simples idéia de ‘ser’, todo nosso conhecimento e ciência é construída. Não é impressionante?

Mas, não nos deixe divagar muito além. Nós desejamos (um ato do desejo) saber (um ato do intelecto) o que a assim-chamada "Estrela de David" representa (um ato de ser, algo que existe').

Nós temos visto esse símbolo dos triângulos interlaçados muitas vezes. Nós temos contado que esse é o "Distintivo de David" e que identifica uma religião particular, chamada "Judaísmo".

Nós católicos, de forma confiante, acreditamos nisso tudo. E, eu imaginaria que a maioria das pessoas que se percebem como "Judeus" acreditam nisso também. Mas, isso é verdade?

Se você colocar uma palha em um copo d’água e olhar para ele, ela parecerá torta. Mas é realmente torta? Ou, ela parece meramente torta aos olhos por causa da refração da luz na água? A resposta é que a palha não é torta, mas apenas parece torta porque a água fez a luz ser refratada e distorce a realidade para parecer algo que não é.

Somente sob investigação particular nós chegamos à conclusão que a palha não é torta. Como? Simples. Nós tiramos a palha da água e vemos que ela não é torta. Nós a colocamos de volta no copo d’água e ela parece novamente torta. Nossa mente então conclui que o que parece ser verdade não é verdade. A palha parece ser torta, mas sob investigação e o poder de nossa razão, nós logicamente concluímos que a palha não é o que parece ser quando colocada em um copo d’água.

A pessoa que deseja saber importantes verdades é muito cautelosa em esboçar conclusões. Porque, a experiência prova que o mesmo efeito pode ter muitas causas. Coisas não acontecem por acaso. Tudo deve ter uma causa e essa causa deve ser proporcionada ao efeito produzido.

A existência de um ser humano é o efeito de uma causa particular. Gatinhos provêm de gatos; cachorrinhos de cachorros; e seres humanos de seres humanos.

Um dia, algo como a 24,000 pés, sentado confortavelmente em um avião, meus pensamentos foram alimentados pela pequena bíblia que eu freqüentemente carrego comigo. Esse dia particular, eu abri minha bíblia aleatoriamente e abri meus olhos sobre o martírio de São Estevão.

Antes daquilo, eu tinha meditado sobre a idéia de uma "Estrela de David". Nós, clérigos, recitamos os Salmos todos os dias. Nós começamos a fazer isso na hora em que nós somos iniciados no serviço da Igreja na ordem menor clerical da Tonsura. Pelo menos, isso funciona com os Franciscanos. Conseqüentemente, mesmo antes de ser ordenado padre, um Franciscano terá recitado os Salmos por cerca de oito anos. Em oito anos, alguém deve aprender algo.

Mas, em todo aquele tempo, nunca havia me recordado de uma menção à qualquer "Estrela de David". Mesmo em nossos quatro anos de estudo intensivo das Sagradas Escrituras em Hebraico e Grego, nunca houve qualquer menção a qualquer "Estrela de David". Agora, eu estou falando do Velho Testamento.

Enquanto ponderava tudo isso, como eu disse, meus olhos caíram sobre a cena onde os altos sacerdotes arremessavam na pequena figura de um homem, Estevão, o diácono, e o apedrejaram até a morte. O que ele disse a eles de tão enfurecedor? O que preocupava esses "ministros de Deus" para eles arrastarem esse impotente e infeliz jovem homem e o assassinarem impiedosamente por pedradas? Você já foi atingido por uma pedra? Mas o que ele disse?

Eu conheço algumas pessoas que se ofenderam muito, muito por escutar a verdade. Mas, nós não declaramos "procurar a verdade"? Não é esse o completo propósito da educação? Procurar a verdade objetiva, a realidade objetiva! Isso é o que é, e não o que parece ser.

Há uma bandeira estendida sobre a Palestina ocupada. É branca com franjas azuis; no meio há dois triângulos entrelaçados apontando em direção oposta: um aponto para cima e outro para baixo. Essa estranha combinação de triângulos forma uma estrela-de-seis pontas, ou, um hexagrama.

Qual é a verdadeira origem desse hexagrama e o que ele realmente representa?

A estrela de seis pontas é um símbolo pagão de uma religião pagã bem antes do tempo de Cristo.

O profeta Amos denuncia nossos ancestrais, os verdadeiros Israelitas (em contraposição aos falsos Israelitas que são atualmente mongóis das Montanhas do Cáucaso), que caíram na idolatria. O profeta declara, falando ao Senhor: " Aborreço vossas festas; elas me desgostam; não sinto gosto algum em vossos cultos; quando me ofereceis holocaustos e ofertas, não encontro neles prazer algum, e não faço caso de vossos sacrifícios e animais cevados. Longe de mim o ruído de vossos cânticos, não quero mais ouvir a música de vossas harpas; mas, antes, que jorre a eqüidade como uma fonte e a justiça como torrente que não seca. Porventura oferecestes-me sacrifícios e oblações, casa de Israel, no deserto, durante quarenta anos? Levastes, sim, o tabernáculo de Sacut, vosso rei, e Quijum, a estrela de vosso deus, ídolos que fabricastes. Eu vos deportei para além de Damasco, diz o Senhor que se chama Deus dos exércitos.." (Amos 5,21-27).

Essa é a mesma estrela de Renfão que São Estevão acusara os altos sacerdotes de adorar em seus templos e sinagogas. Em verdade, São Estevão estava citando o profeta Amós quando ele censurou os altos sacerdotes por sua infidelidade e hipocrisia.

Renfão é um outro nome para a deusa Astarte (Ashtarte) que é uma das três deusas cananitas da fertilidade. Ela também era conhecida como uma deusa da guerra e do amor (luxúria), e era adorada pelos egípcios e hititas bem como os cananitas.

No mundo Greco-Romano era conhecida como Afrodite. Astarte era identificada com a estrela da noite. Os canaanitas queimaram-lhe incenso. Era adorada também pela fertilidade. As mulheres costumavam carregar tábuas e figurinos de Astarte durante suas gravidezes. (fonte: Enciclopédia Britannica). Observação: uma deusa da guerra e do desejo. Isto não lhe sugere algo? Não lhe sugere ser a fonte de todas as guerras infinitas no mundo e da explosão da pornografia, da pouca vergonha sexual que prevalece no público hoje?

É intimamente vinculada com a adoração da estrela de Renfão a prostituição do templo. As religiões do Oriente Médio são repletas de prostituição. Estas prostitutas, chamadas `Kedesha", eram uma classe das prostitutas sagradas encontradas durante todo a Antigüidade, e especialmente na adoração da deusa Astarte da fertilidade (Ashtoreth).

No Egito, uma deusa chamada Qedeshu, Senhora de Kadesh (1229-1075 AC) era adorada. Sua representação é encontrada em uma estela privada de trabalhadores da classe-média. Ela é exposta nua, posada frontalmente de uma leoa (ou leopardo), segurando flechas em suas mãos. Embora os profetas de Israel e reformadores denunciassem sistematicamente a prostituição sagrada, os primeiros israelitas parecem ter adotado os ritos canaanitas locais, que praticavam aparentemente publicamente até a reforma em cerca de 622 do rei Josiah AC.

Mas, nós deveríamos pensar que essas estas coisas desapareceram como fossem parte apenas de coisas do passado. São Estevão foi assassinado porque denunciou os altos sacerdotes pela sua apostasia da fé verdadeira do Antigo Testamento. Que religião abraçaram e promoveram então? Se São Estevão censurou-os por continuarem a adorar Astarte (Renfão), poder-se-ia somente imaginar que continuaram as práticas más dos seus antepassados paganizados.

O Dr. Abner Shaki, anteriormente no ministério da educação do "Estado de Israel" e mais tarde, decano da faculdade de Direito na Universidade de Tel Aviv afirmou saber que estrela de seis pontas não era judaica, mas pagã. Sobre a necessidade dos povos judeus serem informados a respeito, ele simplesmente disse: "Ha! Simplesmente dizer isso aos povos judeus após todos estes anos?"

O símbolo representa o ato da copulação entre o macho e a fêmea. E por esta razão, se supõe, é mantido. Se a estrela é da deusa da luxúria, deve ter alguma conotação sexual.
Isto parece explicar a obsessão peculiar dos judeus com os órgãos reprodutivos. Esta não é uma indicação aleatória. Basta observar seus escritos "místicos" para perceber algo muito estranho.

Na capa de um livro escrito por um Rabbi Joel C. Dobin, de astrologia intitulado "D.D. Astrologia Cabalística - a Tradição Sagrada dos Sábios Hebreus" é retratado um homem nu com cabelo branco longo e barba branca longa. Está de pé no mar e um pé na terra. Ele permanece com um pé no mar e um pé na terra. Cercando seu abdômen estão planetas em órbita simbolizando círculo. Antes que nós olhemos mais ao alto, há a figura peculiar do que nós pudemos considerar o sol com seus raios que cobrem suas genitálias.

O sol é o símbolo da luz e da vida. No simbolismo cristão, o sol e seus raios cercariam a cabeça que é o símbolo do assento da inteligência e da sabedoria. Jesus Cristo é o "sol" que ilumina a escuridão do espírito.

Também, nós vemos que os "Judeus" crêem nas religiões antigas baseadas na astrologia. Nós, igualmente, temos testemunhado que o Presidente Ronald Reagan governou os EEUU com a ajuda de uma astróloga da Califórnia.

Nossos ancestrais na verdadeira fé, os primeiros Hebreus e Israelitas, teriam que tomar com seriedade as palavras da Sagrada Escritura: “Não introduzirás em tua casa coisa alguma abominável, porque serias, como ela, votado ao interdito". (Deuteronômio 7, 26)

A primeira vez que a estrela de seis pontas é mencionada é em 922 AC. Isso foi quando Salomão, a despeito de toda sua antiga sabedoria, envolveu-se em bruxaria e magia sob a influência de mulheres pagãs com quem ele se relacionou.

Nós aprendemos sobre isso no terceiro Livro dos Reis: "O rei Salomão, além da filha do faraó, amou muitas mulheres estrangeiras: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hitéias, pertencentes às nações das quais o Senhor dissera aos israelitas: Não tereis relações com elas, nem elas tampouco convosco, porque certamente vos seduziriam os corações arrastando-os para os seus deuses. A estas nações uniu-se Salomão por seus amores. Teve setecentas esposas de classe principesca e trezentas concubinas. E suas mulheres perverteram-lhe o coração. Sendo já velho, elas seduziram o seu coração para seguir outros deuses. E o seu coração já não pertencia sem reservas ao Senhor, seu Deus, como o de Davi, seu pai. Salomão prestou culto a Astarte, deusa dos sidônios, e a Melcom, o abominável ídolo dos amonitas. Fez o mal aos olhos do Senhor, não lhe foi inteiramente fiel como o fora seu pai Davi. Por esse tempo edificou Salomão no monte, que está a oriente de Jerusalém, um lugar alto a Camos, deus de Moab, e a Moloc, abominação dos amonitas. E o mesmo fez para todas as suas mulheres estrangeiras, que queimavam incenso e sacrificavam aos seus deuses." (3 Reis 11,1-8).

A estrela de seis pontas é vista por todo o mundo e é essencialmente associada aos judeus e pelos judeus. Mas, além disso, é usada hoje em bruxaria e para trabalhos astrológicos. Ela contém, ainda, o 666 (6 triângulos, 6 lados e 6 pontas), o sinal do Anticristo. Não há nenhum outro símbolo que possa ser encontrado com tal associação com o mal do que esse. Nem mesmo a cruz oriental do Partido Nazista, a suástica, poderia ser comparada com o mal envolvendo esse símbolo de manifestação de paganismo.

Em toda bandeira e veículo militar na Palestina ocupada podem ser vistos o "Selo de Salomão"- a estrela de seis pontas que hoje é passada como a "Estrela de David". Esse mesmo símbolo é usado em correntes, para adornar lápides de cemitérios, aparece em garrafas de vinho, enfim, ela é onipresente. Ela é esfregada em nossa cara pela TV por aqueles que querem que nós acreditemos que o povo que ostenta esse símbolo é de alguma forma como nossos "irmãos mais velhos na fé"!

O que alguns Judeus têm a dizer a respeito dessa estrela? M. Hirsch Goldberg, autor de The Jewish Connection escreve que: "A Estrela de David não é de origem Judaica e os antigos israelitas nunca usaram-na como símbolo religioso."

Ele prossegue: " Talvez o mais irônico, o maior símbolo dos Judeus no mundo de hoje - a estrela de seis pontas de David - não seja realmente o símbolo histórico da Judiaria, nem foi usado como um sinal religioso pelos Israelitas. Ela se tornou o emblema do povo judeu em 1897, quando a Conferência Sionista congregada por Theodor Herzl escolheu-a como a insígnia de seu movimento. Muito embora cada uma das 12 Tribos na Terra de Israel tivesse seu próprio símbolo, nenhuma tribo usou a Estrela de David… "

"Trabalhadores da construção estavam aparentemente cavando em Ramalá, que é uma cidade próxima de Tel Aviv, em Israel, e eles encontraram a estrela de seis pontas incrustada em um mosaico no solo que tinha cerca de 1,200 anos de idade. Porém, ficou estabelecido que o solo era Muçulmano, não Judeu".

O quão imparcial aquela observação pode ser é um assunto de especulação. Conforme já mencionado, os judeus têm um exagerado e obsessivo interesse carnal nas genitálias. E, posto que o hexagrama é intimamente associado ao sexo, não requer muita imaginação desenhar tal necessária conclusão.

Sobre esse ponto, veríamos que o sexto mandamento, Tu não cometerás adultério, não é a sexta linha dos dez mandamentos por acidente. O número seis em Latim é `sexo'. Será apenas uma coincidência?

De acordo com a Enciclopédia Católica do Antigo Testamento, Astaroth, é declarada como sendo "um nome geral de divindades femininas canaanitas que alguns Israelitas infiéis adoravam". Mais especificamente, depois, essa religião foi praticada por aqueles Judeus que se casaram com mulheres canaanitas. Isso proporciona credibilidade à teoria de que os próprios "Judeus" do tempo de Nosso Senhor não eram genuínos Israelitas, mas ao contrário, canaanitas posando de Judeus (cf. Ap. 2, 9) no sentido de enganar e ganhar o controle dos israelitas originais. Talvez seja isso o porquê deles terem perguntado Cristo e dito a Ele que: "Nós nunca tivemos obrigação a qualquer homem." Se isso for verdade, então, eles não podem ser o povo do cativeiro da Babilônia. Aqueles estiveram em cativeiro.

A Enciclopédia Judaica Universal declara que durante o tempo do cabalista, Isaac Luria, o símbolo começou a ser usado pelos Judeus. Isso foi no século XVI. Era freqüentemente visto próximo ao menorah (candelabro de sete ou nove braços). Daquele tempo em diante ela se tornou aceita pelos Judeus como o "Escudo de David". Essa estrela de seis pontas substituiu o menorah nas sinagogas e em artigos religiosos judaicos.

A Enciclopédia Judaica Universal também declara que: "Somente em fontes judaicas os triângulos entrelaçados são chamados `Escudo de David,' enquanto todas fontes não-Judaicas chamam o símbolo de `Selo de Salomão.'"

A Enciclopédia Judaica confirma o fato que Isaac Luria era um cabalista (1533-72) e reivindica que "um homem poderia ser mestre do mundo terrestre." Ele prosseguiu escrevendo que: "Os escritos dos amuletos, conjuração de demônios, truques mágicos com números e letras aumentaram à medida que essa escola se dispersou." Uma escola de Hasidismo foi fundada no século XVI na Itália, e recolheu os ensinamentos de Luria e para fazer dele um sistema. Muito embora alguns se opuseram, ela floresceu. Supõe-se que a cabala e o Zohar tenham existido desde o tempo de Caim. O Talmud is impregnado pela cabala. Esse Talmud é o principal escrito sob o qual toda moralidade Judaica é baseada e não a Torá. Os judeus nunca foram perseguidos por serem judeus, mas porque eles podiam motivar a cólera de seus vizinhos por causa de práticas de coisas ensinadas pelos rabbis no Talmud.

O.J.Graham, um converso ao Cristianismo escreveu: "Da mesma forma que Cristãos hoje estão enfiados em astrologia, que também vem da cabala, Zohar, os dias de Caim e condenados na Bíblia Sagrada (Dt 18, 9-12) sem saberem o quanto perigoso ela seja, assim são muitos Judeus com o Talmud sem saberem o quanto perigoso ele é."
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