Wednesday, June 18, 2014

Carta de Mordechai Levy (Karl Marx) ao rabino Baruch Levy em 1848

"O povo judeu na sua totalidade será ele mesmo o seu próprio Messias. O seu reino sobre o universo realizar-se-á pela unificação das outras raças, eliminação das monarquias e das fronteiras que são a proteção do particularismo, e pelo estabelecimento de uma república universal que reconhecerá em toda a parte os direitos de cidadania dos judeus. Nesta nova organização da humanidade, os filhos de Israel disseminados atualmente sobre toda a superfície da terra, todos da mesma raça e de igual formação tradicional, conseguirão, sem grande oposição, constituir o elemento dirigente em toda a parte e de tudo, se conseguirem impôr a direção judaica às massas operárias. Assim, pela vitória do proletariado, os governos de todas as nações passarão para as mãos dos israelitas por intermédio da realização da República universal. A propriedade individual poderá então ser suprimida pelos governantes de raça judaica que então poderão administrar em todo o lado as riquezas dos povos. E assim realizar-se-á a promessa do Talmud de que quando chegarem os tempos messiânicos, os judeus terão sob controlo os bens de todos os povos da terra".

FONTE: "Revue de Paris", 1º de Junho de 1928, pág. 57

Tuesday, June 17, 2014

Jean-Marie Le Pen diz que vai fazer uma "fornada" com os que criticam a Frente Nacional

Fonte

Um comentário anti-semita e racista do líder histórico da Frente Nacional, Jean-Marie Le Pen, abriu uma polémica em França, onde as organizações não governamentais exigem a abertura de um processo crime contra o antigo dirigente da extrema-direita.

Num vídeo publicado no site da FN na Internet, Le Pen surge a conversar com uma interlocutora que lhe pede para comentar as críticas ao partido feitas por uma série de artistas e de outras personalidades, francesas e internacionais – entre eles Madonna, Guy Bedos (humorista), Yannick Noah (antigo campeão de ténis) e Patrick Bruel (cantor judeu). Le Pen é rápido na resposta e, a rir, diz: "Da próxima vez faremos uma fornada com eles".

O vídeo foi retirado neste domingo, já a polémica estava aberta. E de pouco serviram as explicações que o líder histórico da extrema-direita francesa deu, entretanto. "A palavra 'fornada', que usei, não tinha qualquer conotação anti-semita a não ser para os [nossos] inimigos políticos e para os imbecis. Se há gente do meu campo que fez esse interpretação, não passam de imbecis".

Louis Aliot, vice-presidente da FN e companheiro de Marine Le Pen (filha de Jean-Marie e actual líder do partido) disse que, se por um lado, Jean-Marie "usou bem o termo fornada", por outro "disse uma má frase". "Foi estúpido do ponto de vista político e um constrangimento". O partido que venceu as eleições europeias em França, com 25% dos votos, não quer perder o momento que lhe é favorável; Marine tem como próximo grande objectivo ser eleita Presidente de França.

No Twitter, a ministra francesa para os Direitos das Mulheres, Najat Valaud-Belkacem, condenou Le Pen e disse que se o partido não o banir devido ao comentário, a FN "será para sempre o partido da náusea republicana".

O SOS Racismo, em comunicado, exige que "nos próximos dias" seja aberto um processo contra Jean-Marie Le Pen, que acusa de ter "usado a mais grosseira lógica anti-semita". Comentanto as declarações de Aliot, esta organização disse também que o partido tem que deixar de minimizar as tiradas anti-semitas e racistas de Jean-Marie, chamando-lhes incidentes.

O Movimento Contra o Racismo e pela Amizade dos Povos (Mrap), também classificou as palavras de Le Pen de "autêntico anti-semitismo" e anunciou que vai apresentar uma queixa contra o veterano político.

Jean-Marie Le Pen já foi condenado em tribunal, mais do que uma vez, por incitamento ao ódio. Dias antes das eleições europeias, o pai da actual líder da Frente Nacional afirmou que as pressões de imigração que a Europa atravessa poderiam ser resolvidas com o vírus ébola. Le Pen também é conhecido por negar crimes contra a humanidade – classificou as câmaras de gás nazis como "um pormenor da História".

Monday, June 16, 2014

Campanha Judaica no Facebook pede morte de um palestino por hora

Adaptado de UOL

Um grupo no Facebook está sugerindo que israelenses "eliminem" um "terrorista palestino" por hora até que sejam encontrados os três estudantes judeus sequestrados na Cisjordânia na última quinta-feira (12).

O nome da página, aparentemente criada por um grupo ultraortodoxo de ultradireita e com conteúdo em hebraico, é "Até que os adolescentes voltem, a cada hora se atira em um terrorista" e já conta mais de 18 mil curtidas. A página mostra diversas fotos dos jovens, além de imagens de supostos radicais palestinos encapuzados e com mísseis.

Nesta segunda-feira (16), o grupo marcou um evento para que israelenses protestem e rezem pela volta dos adolescentes. Haviam confirmado a presença no evento 228 pessoas.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acusou o grupo radical islâmico Hamas pelo sequestro, citando dados de inteligência israelense, embora três outros grupos tenham assumida a autoria do sequestro.

Mas um porta-voz da organização negou qualquer envolvimento, alegando que os estudantes sumiram em um território controlado por israelenses.

O grupo acusou ainda Israel de tentar sabotar o governo de unidade palestina recém formado pelo Hamas e o Fatah.

No fim de semana, uma operação de busca pelos jovens, iniciada pelo Exército israelense na Cisjordânia, resultou em mais de 80 palestinos presos. Nesta segunda-feira, um palestinos foi morto em Ramallah. A operação recebeu o nome de "Retornem, irmãos".

O líder palestino, Mahmoud Abbas, do Fatah, condenou o sequestro e a repressão israelense.

De acordo com um comunicado, "a liderança palestina condena a série de eventos (...), começando pelo sequestro de três adolescentes israelenses e terminando com uma série de violações por parte de Israel".

Sunday, June 15, 2014

A estratégia Judaica por detrás dos “direitos civis”


por Kevin MacDonald
Judeus, Negros e Raça
(Dez excertos por henrymakow.com)

1. Os Judeus Ashkenazi que dominam a comunidade Judaica Americana têm a mais elevada inteligência média de qualquer agrupamento humano e demonstraram uma extraordinária habilidade de criar e participar em grupos altamente efetivos em perseguir seus interesses.

2. Os Judeus desempenharam um importante papel em organizar a formação das organizações negras com a instituição da Associação Nacional para o Avanço dos Povos de Cor (NAACP) em 1909 e, apesar de aumentar o anti-semitismo negro, permanecem até o presente.  O NAACP foi fundado por ricos Judeus Alemães, não-Judeus, brancos e negros liderados por W. E. B. DuBois.  O papel Judaico foi predominante: No meio da década [c. 1915], o NAACP teve algo do aspect de um adjunto da B'nai B'rith e do Comitê Judaico Americano (“American Jewish Committee”), com os irmãos Joel e Arthur Spingarn servindo como presidente e diretor jurídico, respectivamente; Herbert Lehman no comitê executivo; Lillian Wald e Walter Sachs na direção (embora não simultaneamente); e Jacob Schiff e Paul Warburg como patrocinadores.  Por volta de 1920, Herbert Seligman foi o diretor de relações públicas e Martha Gruening serviu como seu assistente.  Não é de se espantar que um confuso Marcus Garvey rompeu com o quartel do NAACP em 1917, murmurando que ela era uma organização branca.

3. A B'nai Brith da ADL continua a ser uma promotora maior da educação de diversidade através de seu “A WORLD OF DIFFERENCE ® Institute”.  Desde 1985, esse instituto treinou mais de 230 mil professores de escolas primárias e secundárias em educação de diversidade e conduziu treinamentos em diversidade para trabalhadores e estudantes em universidades nos Estados Unidos.  Programas de treinamento de professores foram também instituídos na Alemanha e na Rússia.

4. Finalmente, pelo menos até os anos 60, os negros não tinham se demonstrados capazes de desenvolver efetivas organizações sem ajuda Judaica.  Negros, como um grupo de baixa performance, continuam a ter relativamente pouco poder e influência em relações étnicas nos Estados Unidos e permanecem sub-representados em todas as instituições de elite da sociedade.  Por causa de sua alta inteligência, seu alto nível de mobilização e sua super-representação em instituições de elite do governo, mídia, negócios, e mundo acadêmico, a influência Judaica está distante da proporção de seus números.  Judeus não-brancos têm relativamente pouca influência comparado aos Judeus por causa de sua falta de mobilização para atingir seus interesses étnicos.  Demais a mais, o permanente envolvimento Judeu na mídia e no financiamento de organizações negras permanece como um importante ingrediente no sucesso negro tempos depois que a liderança dessas organizações passaram para as mãos dos negros.  Por exemplo, Murray Friedman registra que, depois de 1955, os negros assumiram a liderança do movimento: "Os líderes Judeus não mais seriam os líderes e outras pessoas fora do grupo tomariam as decisões.  Eles trabalhariam nos bastidores, fornecendo dinheiro e aconselhando [Martin Luther] King e seus assistentes, que encabeçariam o movimento, ganhariam as manchetes, e aceitariam as sentenças de prisão."

5. Apesar de representarem somente 2,5% da população, os Judeus fornecem metade do financiamento do Partido Democrata, e na eleição de 2000, 80% dos Judeus votaram em Gore.

6. Quando entrevistado a respeito de suas próprias motivações, os Judeus tendiam a ver-se como altruístas em ajudar as causas negras, ou "acreditavam que a preocupação Judaica pelos povos negros era 'natural', cultivada pelas experiências paralelas de sofrimento e opressão."  Durante o ponto relevante do movimento dos direitos civis, os Judeus e organizações Judaicas "redefiniram o Judaísmo como sinônimo de liberalismo."  Uma atitude comumente expressada foi que a obra Judaica sobre apoiar os direitos civis refletia-se na "ética universalista" do Judaísmo.  Essa visão ignora a história do Judaísmo como um grupo fechado com uma perspectiva moral profundamente particularista com muito diferentes padrões morais para membros de dentro e de fora do grupo.  No mundo contemporâneo, o mais flagrante exemplo de particularismo moral Judaico é a realidade de Israel como um Estado apartheid expansionista.  Os Judeus em Israel sujeitaram os Palestinos a uma ocupação brutal dirigida, no fim das contas, para expandir seu território para incluir a terra conquistada na Guerra de 1967;  Judeus Americanos têm sido forte apoiadores de Israel, e em anos recentes a comunidade Judaica Americana organizada favoreceu o partido direitista Likud em Israel e suas agressivas políticas para com os Palestinos.  Muitos dos apoiadores do Likud são membros hiperetnocêntricos do movimento de colonos e outras formas de fundamentalismo Judaico.

Harold Cruse, um intelectual negro, observa que as organizações Judaicas vêem o nacionalismo branco como sua maior ameaça potencial e tendiam a apoiar políticas de integração pró-negras na América, presumivelmente porque tais políticas diluem o poder branco e diminuem a possibilidade de uma maioria coesiva e nacionalista anti-judaica.  Ao mesmo tempo, organizações Judaicas opuseram uma posição nacionalista negra, enquanto perseguiam uma estratégia de grupo anti-assimilacionista e nacionalista para seu próprio grupo.

8. Em acréscimo ao movimento para alterar as relações étnicas aqui discutidas, as organizações Judaicas tomaram a direção para alterar a política de imigração Norte-Americana na direção da imigração multiétnica em larga escala. A imigração multiétnica em massa continua a ser uma posição de consenso na comunidade Judaica Norte-Americana, e vários ativistas Judeus registraram a vantagem de ser ganha pelos Judeus de uma América onde a hegemonia política e demográfica branca declinasse e os brancos fossem incapazes de controlar seu próprio destino político.  Mais recentemente, Leonard S. Glickman, presidente e CEO da Sociedade Hebraica de Ajuda ao Imigrante (“Hebrew Immigrant Aid Society”), declarou que: "Quanto mais diversa é a sociedade Americana mais seguro os [Judeus] se encontram." Tendo se exaurido de Judeus Russos, a HIAS está hoje profundamente envolvida em recrutar refugiados da África – um novo envolvimento da aliança negro-judaica.

9. A motivação dos Judeus não precisa ser vista em termos defensivos, obviamente, mas preferencialmente dirigidas para maximizar o poder Judeu.  A realidade é que a ascensão dos Judeus nos Estados Unidos bem como de seus aliados negros e os milhões de imigrantes não-brancos no pós-1965 foi acompanhada por um conseqüente declínio no poder das antigas elites brancas Protestantes.


10. O ativismo Judeu desempenhou um papel essencial e crítico na revolução nas relações étnicas que ocorreram nos últimos 50 anos nos EUA.  É uma revolução que em suas premissas maiores foi internalizada também por uma grande porção de brancos nos EUA e outras nações Ocidentais, particularmente brancos da elite que fizeram alianças com Judeus e outros componentes das elites multiétnicas.

Saturday, June 14, 2014

Destruindo os argumentos anti-brancos

Adaptado de Kyle Hunt

Nota do Editor: Não há qualquer ânimo de discriminar ou mesmo instigar sentimento racistas na publicação abaixo.  O único ânimo é o de narrar o desabafo de um branco com a inquietante situação em que se encontra hoje a raça branca, que vem sendo injustiçada, despojada de seus direitos e destruída de todas as formas por todo o planeta, como se verá adiante, o que não é desejo de nenhum cristão sincero e honesto.

Americanos Brancos Escravizaram Negros

Negros, Ameríndios e Judeus eram proprietários de escravos na América, mas nada escutamos a respeito disso.  O traficante Judeu Aaron Lopez, que ergueu a sinagoga mais antiga da América, não é nada mais que um na longa lista de judeus que lucraram grandemente com a escravidão, mas os Judeus de Holywood nunca farão filmes que detalham seu massivo envolvimento tribal no tráfico de escravos.  Em vez disso, culpam os Brancos por tudo.  Esses filmes judaicos esqueceram de mencionar que foram os negros africanos que primeiro escravizaram seus parentes e venderam-nos aos traficantes.  Além disso, você sabia que algo em torno de 3 mil negros eram proprietários de um total de 20.000 escravos negros em 1860? É também estimado que 28% dos negros livres possuíam escravos, que é uma proporção muito maior do que aquela de brancos livres que possuíam escravos, que era de 1,4% de Americanos brancos no auge da escravidão.

É estimado que entre 10 a 15 milhões de africanos foram escravizados e embarcaram para o Novo Mundo, mas somente cerca de 6% (400.000) foram enviados ao hemisfério norte.

Nossos livros, filmes e a cultura atual cobriram completamente a verdadeira história da escravização branca e por todo o mundo.  Muitos Americanos brancos são realmente descendentes de escravos brancos, como 2/3 de todos os brancos vieram às colônias em cativeiro.  Havia realmente mais escravos brancos do que negros nas colônias do século XVII.  Nós não estamos buscando reparações, somente um reconhecimento de fatos históricos!


Trazendo o assunto até os dias atuais, os Negros na América tem o mais elevado padrão de vida de qualquer população negra na Terra.  Sua renda média per capita é mais do que cinqüenta vezes maior do que a de quaisquer países Africanos.  Você pensa que qualquer afro-americano em sua reta razão realmente gostaria de se mudar para os países “liberados” do Zimbabwe, República Democrática do Congo, ou África do Sul?  Muitos brancos lideraram os esforços para terminar todas as formas de escravidão, lutando e morrendo, de forma que os Negros pudessem ser livres do cativeiro.

O que obtivemos graças a nossos esforços?  Obtivemos a “culpa branca”, a noção de “privilégio branco”, e leis contra a discriminação anti-brancas, tais como ações afirmativas, que assegura que haja menos pessoas brancas nas escolas e na força de trabalho.

Americanos Brancos praticaram genocídio contra os índios

Novamente, Brancos estão encarando punição coletiva nessa época por possivelmente serem descendentes de Brancos que mataram os “nativos” da América.  Além de lutar contra as forças militares dos Estados Unidos, as tribos Ameríndias combateram e mataram uns aos outros em massa, bem como atacaram povoados Brancos – escalpelando, estuprando e torturando mulheres e crianças.  Você realmente pensa que “Dança com Lobos” ou “Pocahontas” são representações fiéis à história? Independentemente, a guerra histórica com os Ameríndios não justifica a política atual de inundar a América com milhões de não-brancos que não têm qualquer reivindicação a essas terras.

Os brancos e os índios enterraram a machadinha muito tempo atrás.  Grandes extensões de terra estão agora sob completo controle Ameríndio.  Esses são lugares onde suas tribos podem manter suas linhagens e costumes preservados.  Se os brancos fossem tentar ter uma reserva exclusiva, ou menos somente um povoado assim, o governo federal imediatamente se intrometeria.  O Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano (HUD) identifica cidades que sejam “brancas demais” e impinge a “diversidade” sobre elas.

Além disso, há uma grande porção de evidência que foi desenterrada (e depois rapidamente soterrada) que indica que os brancos estiveram na América do Norte antes dos Ameríndios.  Se você se interessar por tal tópico, sugiro que você procure pela hipótese Solutreana o Homem Kennewick, os esqueletos da Caverna Lovelock, a múmia da Caverna do Espírito e os monumentos de pedra por toda Nova Inglaterra, que não foram criados por Ameríndios, mas são compatíveis com os monumentos de pedra encontrados na Europa.  Tribos ameríndias até têm contos sobre como povos brancos de cabeça vermelha existiam na América muito tempo atrás, mas foram mortos subseqüentemente e assimilados pelos que chamamos hoje de “nativos Americanos”.

Essa evidência de Brancos na América muito tempo atrás não deveria necessariamente ser usada para justificar nossa alegação para o país nos dias de hoje.  Os Brancos habitaram essas terras por muitas gerações – lutando, morrendo, trabalhando e ousando de forma que futuras gerações brancas pudessem ter um lugar para chamar de casa.  Qualquer um que alegue que não temos um direito de existir aqui devido ao que ALGUNS Brancos fizeram a índios centenas de anos atrás está tentando justificar nosso genocídio, alegando ser uma punição merecida.

Brancos merecem pagar pelo Colonialismo

A maioria dos Brancos estava sob tal dureza e opressão na Europa que desejavam ir às extensões do globo e subjugar terras selvagens em sua busca por liberdade.  Nas Américas, isso os coloca em conflito direto com os Ameríndios, reduzindo expressivamente as multidões como detalhado anteriormente.  Em lugares como a África do Sul, as populações negras na verdade cresceram dramaticamente depois que os Brancos introduziram a medicina Ocidental e práticas agrícolas.  Agora que os Negros têm completo controle e superam grandemente os Brancos em números, os Brancos estão sendo assassinados em massa.  Anti-Brancos alegam que isso é somente a recompensa pela colonização e “racismo” dos Brancos, que é um outro meio nojento de justificar o genocídio.

Escutamos tudo a respeito dos maus conquistadores Brancos, mas por que nunca ouvimos nada a respeito da invasão e dominação de boa parte da Europa Ocidental pelos mouros islâmicos do Norte da África por 500 anos?  Quando eles subjugaram a Espanha e Portugal, os mouros na realidade exigiram 100 virgens Brancas todo ano para uso em seus haréns.  E a respeito da invasão e dominação da Europa Oriental pelos Judeus Khazares, os Mongóis Asiáticos, Hunos e Magiares, ou os Turcos do Império Otomano? Todos eles estupraram e pilharam os Brancos Eslavos (daí a origem da palavra escravo, “slave” em inglês).  Por muitos séculos os Turcos Otomanos tomaram 1.000 bebês Brancos todo ano para serem criados e escravizados como guarda de elite do Império, conhecidos como Janízaros.

Não é de se espantar que essa história seja deixada de lado da narrativa dominante.

Brancos são racistas violentos

Constantemente somos lembrados de Brancos açoitando escravos, os linchamentos da KKK, brancos oprimindo negros durante a segregação, ou o corrente abuso da pobre “juventude” negra nas mãos dos policiais e cidadãos “racistas” Brancos.  Os jornais cobrirão extensivamente qualquer crime de Brancos contra Negros (que é sempre um “crime de ódio”), enquanto ignoram a massiva quantidade de crime de Negros contra Negros e Negros contra Brancos.  Eles irão até tão longe em chamar George Zimmerman de um “Branco Hispânico” no intuito de criar revolta da comunidade Negra.  Raramente somos apresentados com a cor real do crime.

Negros matam mais negros a cada seis meses o que a KKK fez em 86 anos.” – Allen West, político Negro

O Relatório “A Cor do Crime” (2005) foi compilado de estatísticas de crime na América, ajustadas por diferentes tamanhos de população de grupos raciais, mostrando que:

Negros são sete vezes mais prováveis que pessoas de outras raças de cometerem assassinatos e oito vezes mais prováveis de cometerem roubos.

O único melhor indicador de níveis de crime violento em uma área é a percentagem da população que é Negra e Hispânica.

Negros são estimados 39 vezes mais prováveis de cometerem crime violento contra um Branco do que vice-versa, e 136 vezes mais prováveis de cometerem roubo.

Negros cometem mais crimes violentos contra Brancos do que Brancos contra Negros.  Quarenta e cinco por cento de suas vítimas são Brancos, 43 por cento são Negros, e 10 por cento são Hispânicos.  Quando os Brancos cometem crime violento, somente 3 por cento de suas vítimas são Negros.

Somente 10 por cento de membros de gangues de jovens são Brancos.

Hipânicos são 19 vezes mais prováveis do que Brancos de serem membros de gangues de jovens.  Negros são 15 vezes mais prováveis, e Asiáticos são 9 vezes mais prováveis.

Talvez o mais chocante de todos os dados de crimes lidando com crimes raciais é a incrível taxa de crime por homens Negros contra mulheres Brancas.  De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, cifras de mais de 34.460 Brancas são assaltadas sexualmente ou estupradas por Negros a cada ano, e a maioria das autoridades acredita que as cifras reais de estupro são pelo menos duas vezes o número relatado.  Talvez a mais chocante cifra de crime de todas é o número de estupros de Brancos contra Negras.  Estatisticamente é zero! Porque eles têm menos de 10 casos nacionalmente.” – Dr. David Duke, “The Racial Murder and Rape of White Women in America”


Esse problema se estende a países Europeus que foram inundados por imigrantes não-Brancos.  Um em quatro mulheres na Suécia são previstas ser estupradas em todas suas vidas.  Quase todos os estupros são cometidos por imigrantes não-Brancos contra mulheres Brancas nativas.  A epidemia é tão triste que muitas mulheres Nórdicas estão mudando seus cabelos de loiro para preto para evitarem ser visadas.

Brancos são privilegiados

A ironia da história Americana é a tendência de bons Americanos Brancos presumirem inocência racial.  A ignorância de como nós estão sendo modelados racialmente é o primeiro sinal de privilégio.” – Judeu anti-Branco Tim Wise

Brancos são privilegiados por serem injustamente discriminados através de ação afirmativa e cotas de diversidade? Brancos são privilegiados por serem vítimas de estupro, invasão a domicílio, assassinato, “a brincadeira do nocaute”, e outras formas de violência não-relatadas (ou mal relatadas) e ódio de não-Brancos em nossas terras? Brancos são privilegiados de assistirem programas de TV, comerciais e filmes que retratam os personagens Brancos como totalmente maus ou idiotas espalhafatosos, e que também defendem a miscigenação como um ato mais nobre? Brancos são privilegiados por terem nossos países (e somente nossos países) inundados com hordas de todo tipo de raça diferente sob o sol? Brancos são privilegiados por financiarem abrigos, cuidados médicos, escolas, auxílios alimentação e estrondosas taxas de natalidade para não-Brancos e populações de imigrantes ilegais em nossas terras? Brancos são privilegiados de enviarem nossas riquezas duramente conseguidas para a África e países não-Brancos ao redor do mundo, enquanto nossos povos em casa ficam famintos e sem casas? Brancos na América são privilegiados desde 2012 de terem menos de 50% bebês nascidos no país? Crianças Brancas na América são privilegiadas de se tornarem uma minoria no sistema escolar por volta de 2019? E MUITOS Brancos são privilegiados por serem REALMENTE pobres?


Brancos são tão “privilegiados” e “bem representados” em nossa sociedade que não somos capazes de organizarmos como povo Branco, defender nossos interesses, e termos orgulho de nós mesmos sem sermos chamados de racistas, intolerantes, neo-nazistas, supremacistas brancos, inimigos e uma enorme quantidade de outros pejorativos programados para nos desacreditar.

Praticamente a mídia Ocidental inteira e a classe dirigente política toma posições Anti-Brancas.  Eles se referirão aos “migrantes sem documentação” em vez de imigrantes ilegais de hoje.  Tente infiltrar-se no México, contando às autoridades que você é um “migrante sem documentação”, e que você gostaria de benefícios para habitação, assistência médica, escolar e alimentar...

Eles argumentarão que nós somos privilegiados porque os Brancos têm historicamente feito o bem para nós mesmos.  Nós não somos privilegiados; nós somos pródigos.  Nós não chegamos onde chegamos porque o mundo nos foi dado de bandeja.  Nossos ancestrais trabalharam duro e asseguraram nosso futuro.  Nós não deveríamos nos sentir culpados por nossas realizações.

Enquanto falamos a respeito de “privilégio”, por que não somos permitidos questionar a incrível sub-representação de Judeus em posições de poder? Na América, os Judeus são estimados serem cerca de 2% da população, mas estão entre os 5 das 10 pessoas mais ricas do país.

Pessoas mais Ricas da América:

Bill Gates (Branco)
Warren Buffett (Branco)
Larry Ellison (Judeu)
Charles Koch (Judeu)
David Koch (Judeu)
Christy Walton (Branco)
Michael Bloomberg (Judeu)
Jim Walton (Branco)
Sheldon Adelson (Judeu)
Alice Walton (Branco)

E já notou que a mídia dominante, que constantemente impulsiona a agenda anti-Branca é quase toda controlada por Judeus?

Enquanto os Judeus usam testes genéticos e segurança nas fronteiras para manter Israel “puro”, usam seu poder e influência em terras Brancas para continuamente nos inundar de imigrantes não-Brancos.

Não há genocídio Branco

Eu acho que há um ressurgência de anti-semitismo porque nesse ponto do tempo a Europa não aprendeu ainda como ser multicultural, e acho que nós seremos parte dos espasmos da transformação, que deve tomar lugar.  A Europa não deve ser a sociedade monolítica que foram no ultimo século.  Os Judeus estarão no centro disso.  É uma gigante transformação para a Europa fazer.  Eles rumam hoje para uma tendência multicultural, e os Judeus ficarão ressentidos por causa de nosso papel de liderança.  Mas sem esse papel de liderança, e sem essa transformação, a Europa não sobreviverá.” ~ Barbara Lerner Spectre, Fundadora do Paideai, Fundo Judaico Europeu na Suécia

Artigo 2 da Convenção sobre Prevenção e Punição do Crime de Genocídio (1948) defines “genocídio” como QUALQUER dos seguintes atos cometidos com intenção de destruir, em qualquer de SUA PARTE, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, como tal:

Matar membros do grupo;
Causar sérios danos corporais ou mentais aos membros do grupo;
Infligir deliberadamente sobre o grupo condições de vida calculadas para realizar sua destruição física total ou parcialmente;
Impor medidas tencionadas a impedir nascimentos no grupo;
Transferir crianças forçadamente de um grupo para outro.

Então, vamos ver como a situação atual se encaixa nas definições de genocídio.

Muitos Brancos são mortos todos os dias nas mãos de não-Brancos (legal e ilegalmente), que são propagandeados pela nossa mídia a odiar Brancos.

Brancos estão recebendo danos corporais através da “brincadeira do nocaute” e danos mentais através dos requeridos seminários de “privilégio Branco” e da mídia anti-Branca, que constantemente reforça a “culpa Branca”.

Brancos estão sendo forçados a aceitar imigração massiva e assimilação forçada, que inevitavelmente conduz a misturar os povos Brancos fora da existência (ou aproximadamente isso), especialmente com propagandas de casais inter-raciais.  Essas políticas são consideradas genocídio quando feitas para Tibetanos por Chineses e é genocídio quando é feita para Brancos.  Muitas cidades Americanas foram quase inteiramente limpadas etnicamente de Brancos no século XX.

Brancos são discriminados através de Ações Afirmativas na força de trabalho e nas universidades, o que reduz a porção de Brancos prósperos, reduzindo a sua natalidade.  Brancos são também esperados bancarem a conta para assistência social para não-Brancos e imigrantes ilegais, enquanto Brancos freqüentemente não obtêm o mesmo tipo de benefícios, que aumentam a população não-Branca ao custo da população Branca.  Povos Brancos estão sendo também condicionados a pensar que se eles tiverem mais filhos, eles estarão causando danos ao ambiente.

Crianças Brancas são atualmente as mais elevadas escravas sexuais, exploradas por alguns dos mais poderosos donos de bordéis.  Quase nada é feito para cessar isso.

Apenas porque todos os povos Brancos não foram embora (ainda!) desse planeta, não significa que não haja um genocídio tomando lugar.  Nós já fomos destruídos EM PARTE.  Esses programas anti-Brancos não são acidentais; eles são intencionais.  A implementação da “Diversidade” nas terras Brancas constitui GENOCÍDIO, muito embora não seja essa a intenção dos próprios imigrantes.

Conclusão

Brancos eram quase 1/3 da população mundial em 1900 e hoje estamos estimados a sermos menos de 10% e caindo rápido.  É difícil acharmos números reais, mas é claro que as multidões Brancas estão declinando enquanto a população do terceiro mundo explode.  A menos que algo seja feito hoje, a completa destruição da raça Branca será inevitável.  Isso é o motivo pelo qual é essencial para todo povo Branco desperte em solidariedade, amando nosso povo e opondo-se ao nosso genocídio.

Judeus controlam a mídia norte-americana

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