Sunday, March 25, 2012

O Plano Morgenthau de 1945



Em setembro de 1942, o Secretário do Tesouro de Franklin D. Roosevelt, Henry Morgenthau, Jr. encontrou-se com o Rabino Stephen Wise e aprendeu a respeito dos planos de genocídio de Hitler para os Judeus da Europa. Morgenthau era o único Judeu no gabinete de Roosevelt, e o Rabino Wise celebrou seu casamento em 1916. O avô de Morgenthau Lazarus imigrou para Nova Iorque desde Mannheim, em 1866, mas chegar da Alemanha e gostar da Alemanha eram duas coisas diferentes, especialmente quando a herança Judaica de Morgenthau decompunha-se na equação.

Como Secretário do Tesouro, Morgenthau impôs tarifas onerosas sobre produtos alemães e apoiava a União Soviética. Quando a derrota das forças do Eixo parecia iminente, ele voltou sua ajuda a Harry Dexter White, um economista Judeu do Leste Europeu e um agente comunista, visando um plano para punir a Alemanha. O documento, cujo título formal era “Programa para Prevenir a Alemanha de Começar uma Terceira Guerra Mundial”, veio a ser conhecido como o Plano Morgenthau, e como resultado deste plano, Morgenthau se tornou o mais odiado Judeu na Alemanha do pós-guerra e prova póstuma que tudo que Hitler disse a respeito dos banqueiros Judeus era verdade.

O Plano Morgenthau previa a desmilitarização e desindustrialização de uma Alemanha dividida. A Alemanha, que rivalizava com a Inglaterra pelo título de poder chefe industrial da Europa durante o século XX, seria transformada em “um país principalmente agrícola e pastoral em seu caráter”. De acordo com o rascunho de White, o coração da indústria da Alemanha e a produção de carvão e ferro eram para ser esvaziadas de todos os equipamentos industriais. Os Aliados “deteriam controle sobre comércio exterior e importação de capital ... e garantia do desmanche de todos os estados maiores e sua distribuição entre os camponeses.” O fato que não havia quaisquer camponeses na Alemanha naquele tempo deve ter iniciado os sinais de alarme em algumas regiões. A referência de White aos “camponeses” Alemães e o desmanche de todos os grandes estados indicaram que Morgenthau estava usando os aliados para impor não somente condições pastorais sobre a Alemanha, mas também um regime Marxista. Em 1949, o homem que se tornaria o Primeiro Ministro Católico da Alemanha Ocidental, Konrad Adenauer, chamou o “Plano Morgenthau” de um “crime contra a humanidade” que levaria a mais mortes do que o regime de Hitler.

A elite da política externa WASP compartilhava os temores de Adenauer. O Secretário de Guerra Henry Stimson opôs-se ao Plano Morgenthau como “vingança Judaica”. Stimson usou seu secretário-assistente de guerra John J. McCloy, que finalmente se tornou alto comissário sobre a Alemanha conquistada, para demovê-lo. Como a alternativa às planejadas execuções sumárias de lideranças Nazistas de Morgenthau, Stimson e McCloy propuseram os tribunais de crimes de guerra de Nuremberg.

A principal razão para a derrota do Plano Morgenthau foi a ameaça soviética na Europa. O Plano Morgenthau teria possibilitado um controle soviético, eliminando a Alemanha como o “reduto contra o Bolchevismo”.

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 829-831

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