Tuesday, March 20, 2012

A verdade sobre os pogroms



Muitos historiadores insistem que os Judeus da Rússia rebelaram-se porque haviam sido oprimidos. Evidência, porém, demonstra que o oposto foi o caso. Os Judeus rebelaram-se porque eles haviam se emancipado. “Os Judeus”, escreve Nora Levin descrevendo as conseqüências de 1917, “tinham pouca razão para lamentar a queda de um regime que os havia confinado em um grande gueto – a Zona de Residência e havia, com poucas exceções, os barrado do curso normal da vida Russa.” O simples fato da matéria é que foi a abertura do Czar às idéias do Iluminismo como educação e emancipação que abasteceram a elevação do Judeu revolucionário na Rússia durante a Era Dourada inaugurada por Alexandre II. Como Solzhenitsyn diz, “Quando o rótulo de ‘perseguidor dos Judeus’ é colocado nos Russos, suas intenções são falsificadas e sua competência exagerada.”

Em 1866, Alexandre II decidiu levantar todas as medidas que, supunham-se, transformar os Judeus em fazendeiros porque, por volta de 1866, era claro que o esforço Russo para transformar Judeus em fazendeiros falhou. Aqueles que entenderam a situação, sabiam de experiência de primeira mão que “o Judeu abandonaria o trabalho no campo tão logo ele aprendesse que alguém na vizinhança tinha um cavalo, um boi ou algo mais para comprar ou vender”. Infelizmente, a generosidade Russa criou também outros problemas. Os Judeus recusaram-se a aprender a agricultura, mas não recusaram as terras que o Czar lhes ofereceu para se tornarem fazendeiros. Agora “imensas áreas” das terras mais férteis haviam sido transferidas para “as mãos dos Judeus, sem trazer quaisquer resultados...”.

Longe de querer perseguir os Judeus Russos, o Czar Alexandre II “tentou realizar a assimilação dos Judeus com outros povos Russos”.

Como Moses Hess predisse em “Roma e Jerusalém”, os Judeus se tornaram revolucionários dentro de 10 anos da chegada do Iluminismo na Rússia.

Virtualmente todo historiador Judeu diz que os pogroms eram orquestrados pelo governo, mas Solzhenitsyn cita fontes que alegam veementemente que “seu caráter espontâneo era óbvio”, levando-o a concluir que a afirmação que “o governo era acreditado responsável por fomentar pogroms” era “completamente sem base e... absurdo”. O fato que muita da violência centrava-se nos salões e bares da Zona indicavam que os pogroms focavam-se em ressentimentos muito antigos, que não necessitavam de orquestração governamental”.

Quando os pogroms finalmente vieram em reação ao assassinato do Czar, os revolucionários, incluindo muitos Judeus, que haviam conspirados para assassiná-lo, voltaram-se para apoiar os pogroms contra camaradas Judeus porque eles viam nos pogroms o início da revolução na Rússia. Comentando sobre a situação em Minsk, sua terra natal, Isaak Gurvich escreveu:

“[Como nossos camaradas gentios] nós também estamos sob a influência da teoria que os pogroms são um levante popular (um folksoyfstand), e qualquer folksoyfstand é bom. Ele revoluciona as massas. Sem dúvida, os Judeus sofreram em conseqüência – mas mesmo assim, os gentios revolucionários da nobreza também convidavam os camponeses a levantarem-se contra seus pais e irmãos!”

Assim, atividade revolucionária Judaica levava aos pogroms e os pogroms levavam a mais atividade revolucionária Judaica.

Pogrom provocado por Judeus

Na manhã de 7 de abril, uma multidão de Judeus armado com barras de metal, porretes e espingardas, apareceu no Mercado Novo para confrontar os desarmados Cristãos Russos. Os Judeus ficaram loucos de raiva pela inatividade da polícia, e alegaram então que “hoje estariam se defendendo.” Em acréscimo às espingardas, os Judeus também carregavam garrafas de ácido sulfúrico, obtido de farmácias Judaicas, que eles respingavam em quaisquer Cristãos que sucediam passar ao lado. Logo, rumores de atrocidades Judaicas contra Cristãos começaram a circular por toda a cidade, rumores que se tornaram mais exagerados quanto mais se espalhavam. Logo, grupos de 15 a 20 Cristãos começaram a vagar de lado a lado à cidade, liderado pelos jovens que um dia antes haviam atirado pedras nas casas Judaicas. Mais saques de lojas Judaicas se seguiram. A multidão moveu-se para as sinagogas, que foram totalmente destruídas. Rolos da Torah eram picados em pedaços nas ruas. Então a multidão arrombou as licorerias e o que eles não beberam imediatamente foi atirado nas ruas. Durante esse tempo, a inatividade da polícia, que freqüentemente ficava de lado observando, somente encorajou os desordeiros a seguirem adiante. Sua inatividade foi grandemente resultado de inadequado treinamento em controle de badernas e pobres lideranças, mas a falha da polícia em intervir nutriu rumores entre os Judeus que o governo estava por trás da baderna e apoiando-a pela inatividade da polícia. Como resultado, os Judeus entraram em pânico e começaram a disparar tiros na já irada multidão, quando deles se aproximavam. Os Judeus que dispararam seus revólveres na multidão, a maior parte não atingiu ninguém, mas suas ações enfureceram ainda mais a multidão. Naquele ponto a multidão atacou os Judeus que haviam atirado neles e neles bateram sem misericórdia. Um Judeu que disparou seu revólver na multidão matou um garoto Russo pelo nome de Ostapov, e a multidão reagiu com especial violência neste caso. Às cinco horas da tarde um bom número de pessoas haviam sido mortas.

Pogrom Russo

Em 29 de agosto de 1903, os eventos se agravaram depois que uma briga irrompeu quando um cliente cuspiu na cara de um vendedor de peixes de nome Schalykow. Uma vez ocorrido o incidente, um sinal previamente acordado trouxe, a carreira, ao mercado local, a população Judaica da cidade. Em todo lugar escutava-se o grito: “Judeus! Ao mercado local” Um pogrom Russo!” A multidão Judaica dividiu-se em grupos e depois atacou os camponeses em fuga, espancando-os à medida que eles fugiam. Testemunhas oculares testemunharam que os Judeus espancam sem misericórdia quaisquer camponeses russos que eram incapazes de escapar, incluindo idosos, mulheres e crianças. Os Judeus arrastaram uma jovem de uma carroça pelo cabelo sobre a pavimentação. O camponês Silkow permanecia ao lado comendo um pãozinho quando um Judeu atacou-o por trás, apunhalando-o até a morte. Naquele ponto a multidão Judaica dispersou-se.

Levante revolucionário retratado como pogrom

No dia seguinte, um grupo de patriotas Russos organizou uma procissão carregando ícones e retratos do Czar. Eles também foram atacados pelos Judeus. Vinte anos mais tarde, o revolucionário Semyon Diamantstein admitiu que “um dispositivo explosivo foi atirado na procissão Ortodoxa para provocar uma reação. Na reação que se seguiu, muitos Judeus foram mortos. Os relatos da imprensa estrangeira alegavam no que havia se tornado costume previsível: “milhares e dezenas de milhares de Judeus haviam sido mortos e que jovens garotas e crianças foram estupradas e estranguladas”. Mas Diamantstein inconscientemente corroborou os relatos oficiais sobre o incidente que alegava que nenhuma mulher e criança estavam entre os mortos, quando escreveu que “a impressionante maioria dos Judeus mortos feridos pertenciam aos melhores, dispostos a lutar, elementos mais jovens, que estavam nos grupos de auto-defesa. Eles morreram em batalha, mas não se entregaram.” O que foi reportado como um pogrom foi em realidade uma “batalha” revolucionária em que muitos soldados Judeus morreram.

Fonte: The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 646-686

1 comment:

  1. Isso deve ter acontecido por todo o mundo civilizado. Depois, os judeus se colocam como vítimas inocentes, perseguidas pelo ódio e preconceito...Pobres judeus...Por que será que foram perseguidos e segregados onde quer que eles vão? Ou eles são perseguidos ou perseguem (como fazem com os árabes no oriente médio) - então é melhor manter esse povo na linha. E nenhum deles gosta de outro trabalho que não seja especulação, comércio, usura e exploração do suor do rosto alheio. Raça de víboras, até quando?

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