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Tuesday, November 12, 2019

Um segredo aberto: A verdade a respeito das parcerias de homens gays


por Joseph Nicolosi, Ph.D.
(resumido por henrymakow.com)

Hoje em dia, com os “casamentos” do mesmo sexo sendo altamente debatidos, a natureza promíscua dos relacionamentos gays, especialmente aqueles de homens gays, está se tornando mais amplamente reconhecida.

Em 1948, Kinsey observou que a duração dos relacionamentos homoeróticos era notavelmente curta.  Hoje, mais de 50 anos depois, a duração dos relacionamentos de gays homens pode ser mais comum, mas o fato que permanece que são tipicamente não monógamos.

Em um estudo de 2009 dos parceiros gays, 41.3% abriram concordâncias sexuais com algumas condições e restrições, e 10% abriram concordâncias sexuais sem restrições sobre sexo com parceiros de fora.

Esse estudo segue a clássica pesquisa de McWhirter e Mattison, relatada em “The Male Couple” (1984), que descobriu que nenhum macho solteiro em um par foi capaz de manter a fidelidade em seu relacionamento por mais de cinco anos.

A comunidade gay durante muito tempo caminhou pouco na linh das relações públicas, apresentando seus relacionamentos tão equivalentes quanto aqueles de casais normais heterossexuais.  Mas muitos ativistas gays retratam uma ética cultura muito diferente.  Michelangelo Signorile descreve a campanha "para lutar pelo casamento do mesmo sexo e seus benefícios e, depois, uma vez permitida, redefinir a instituição completamente – para demandar o direito a se casar não como um meio de aderir aos códigos morais da sociedade, mas para ridicularizar um muito e alterar radicalmente uma instituição arcaica." (1974, p 3).

Em 1968, Hoffman declarou: "A promiscuidade sexual é um dos mais impressionantes, diferenciados traços da vida gay na América" (p. 45).  Um estudo muito citado por Bell e Weinberg (1978),... demonstrou que 28 por cento dos homoeróticos masculinos tiveram encontros sexuais com mil ou mais parceiros.  Além disto, 79% disseram que mais da metade de seus parceiros eram estranhos.  Somente 1% dos homens sexualmente ativos tiveram menos de cinco parceiros durante toda a vida.  Os autores concederam que: "Pouco crédito pode ser dada à suposição que a ‘promiscuidade’ de homens homoeróticos foi superestimada" (p.82).  "Quase metade dos homoeróticos masculinos broncos...disseram que tinham tido pelo menos 500 diferentes parceiros sexuais durante o curso de suas carreiras homoeróticas" (p. 85).

Poucos anos depois, Pollak (1985) descreveu o comportamento sexual entre os gays como "uma média de dozes parceiros por ano" e "cem por toda vida" com "tremenda promiscuidade" (p.44).  Ele disse:

A proposta romântica do homoerótico é produto de uma procura por eficiência e economia em realizar a maximização de "produção" (em número de parceiros e orgasmos) e a minimização de "custo" (gasto de tempo e risco de ser rejeitado). Certos lugares são conhecidos por uma clientele particular e imediata consumação: tais como bares "de couro", que freqüentemente têm um fundo de loja especialmente reservado para o propósito, saunas e parques públicos. (p. 44)

Uma autobiografia de William Aaron “Straight” descreve conclusões similares:

Na vida gay, fidelidade é quase impossível.  Na medida em que parte da compulsão do homoerotismo parece ser uma necessidade da parte do homófilo a "absorver" masculinidade de seus parceiros sexuais, ele deve estar na espera por [novos parceiros].  Constantemente, os mais bem sucedidos "casamentos" homófilos são aqueles onde há uma concordância entre os dois de ter relações de um lado, mantendo a aparência de permanência em seu arranjo de vida. [p. 208]

Ele conclui:

Vida gay é mais típica e opera melhor quando contatos sexuais são impessoais e até anônimos.  Como um grupo, os homoeróticos que eu tive conhecimento parecem bem mais preocupados com sexo do que as pessoas normais são, e bem mais aptos a pensar em um boa vida sexual com muitos parceiros sob muitas excitantes circunstâncias. [p.209]

Um escritor – que deveria ser mencionado, simpatiza foretemente com a comunidade gay a respeito dos estresses da discriminação social – observa as seguintes condições entre os gays homens:

"Deve ser lembrado que no mundo gay o somente real critério de valor é a atração...O jovem homoerótico achará que seus irmãos homoeróticos costumeiramente somente cuidam-se como um objeto sexual.  Embora eles possam convidá-lo para almoçar e dar um lugar pra ficar, quando eles satisfazem seus interesses sexuais, eles provavelmente esquecerão sua existência e suas próprias necessidades...."[Hoffman 1968, pp. 58, 153, 155]

Envelhecimento é também visto particularmente negativamente na cultura homoerótica, com alto valor colocado na juventude (Bell and Weinberg 1978). ...

O DÉFICIT PAPAI

Relacionamentos gays são tipicamente incendiados com indiferença defensiva de cada homem do mesmo sexo, e sua necessidade de compensá-la.  Portanto, o relacionamento freqüentemente tomará a forma de uma idealização não-realista da outra pessoa como uma "imagem".  Perseguindo o outro homem como uma representação a introjeção masculina que lhe falta, muitos gays desenvolvem tanto uma dependência de auto-denegrição do parceiro, ou se tornarão desilusionados porque descobriram "que tem o mesmo déficit que eu tenho".

Como ele fez no relacionamento com seu pai, o homoerótico falha em de maneira complete e exatamente perceber o outro homem.  Sua ambivalência do mesmo sexo e indiferença defensiva mitiga contra confiança e intimidade.  Quando ele se torna desilusionado, freqüentemente e continuamente fixará suas esperanças na possibilidade um outro parceiro mais satisfatório.

Na procura e sexualizando relacionamentos com outros homens, o homoerótico está tentando integrar uma parte perdida de si mesmo.  Por causa de sua atração emerge um deficit, ele não está completamente livre para amar.  Ele freqüentemente percebe outro homens nos termos do que eles podem fazer para preencher seu déficit.  Assim, um dado de si pode parecer muito mais um definhamento do que um auto-aprimoramento.

CONCLUSÃO

Embora aos homoeróticos falte apoio cultural, tais como a liberdade em toda cultura para casar com um parceiro do mesmo sexo, eu acredito que isso não é a causa da promiscuidade gay.  Eu acredito que a causa central da promiscuidade gay é de ser encontrada na inerente e emocional incompatibilidade entre dois machos.  Homens foram desenhados para as mulheres, e quando algum fator – psicológico, biológico ou uma combinação de ambos – interfere com esse desenho inerente, a liberdade para casar com um parceiro do mesmo sexo não pode mudar o fato que "algo não está funcionando".

Notas de Rodapé

(1)   Neilands, Torsten B.; Chakravarty, Deepalika; Darbes, Lynae A.; Beougher, Sean C.; and Hoff, Colleen C. (2010), "Development and Validation of the Sexual Agreement Investment Scale," Journal of Sex Research, 47: 1, 24 -- 37, April 2009.

Tuesday, May 28, 2019

Os idiotas úteis entre nós

Muita gente não percebe que são idiotas úteis.

Manipulados pela mídia e sistema educacional cabalista, inconscientemente idiotas úteis avançam uma agenda socialmente destrutiva.

Comunistas referiam-se a seus acólitos idealistas desse jeito.

Mike Stone identifica alguns deles.
por Mike Stone

Você acredita que raça é uma “construção social”, que as pessoas são todas iguais por todo o mundo, ou que Israel é nosso maior aliado?

Você é um católico que freqüenta a Missa Nova e acredita que Francisco seja um papa legítimo? Você é um protestante que é inconsciente que todas as denominações protestantes são religiões fabricadas pelo homem que têm suas raízes em Martinho Lutero, um padre do início dos anos de 1500, que foi enganado pelos Judeus de seu tempo para criar um racha na Igreja Católica?

Você é um branco que se sente culpado pelos "crimes" de seus ancestrais, um negro que acredita que a sociedade americana pratica "racismo sistemático", ou uma pessoa de qualquer raça que votou em Hillary Clinton?

Se você respondeu Sim a qualquer das questões acima, então congratulações.  Você é um Idiota Útil.

Um idiota útil é alguém que acredita que eles estejam apoiando uma agenda política específica, quando na verdade, eles estão apoiando seu exato oposto.  O termo foi primeiramente cunhado por Vladimir Lenin para descrever esquerdistas e democratas que pensavam que estavam trabalhando por uma sociedade utópica, quando na realidade estavam inconscientemente apoiando o Comunismo.  Sob o Comunismo, mais de 100 milhões de pessoas foram exterminadas no século XX.  Centenas de milhões foram estupradas, torturadas, escravizadas e espancadas.  Apostadores e idiotas úteis ajudaram-se no trabalho sujo.

Hoje, esses mesmos comunistas ateus tomaram controle complete do Partido Democrata.  Eles controlam Hollywood, a mídia corporativa inteira, e aproximadamente toda escola e universidade no país.  Eles financiam a Planned Parenthood, Black Lives Matter, e toda organização subversiva no mundo.

O que isso significa pra você?  Significa que se você apoiar o Partido Democrata, a Planned Parenthood, Black Lives Matter, a falsificada Igreja Católica (pós-Vaticano II), Protestantismo, Hollywood e a indústria do entretenimento, a mídia corporativa, ou o Estado de Israel, então você apóia o Comunismo, pura e simplesmente.

E, por extensão lógica, se você também apóia o ateísmo, racismo, intolerância, perseguição religiosa, assassinato, tortura, a erradicação da família, a remoção de Deus da sociedade e a substituição de Deus pelo Estado, a destruição do Cristianismo e a Constituição, o fim da livre empresa, a opressão das mulheres, o genocídio dos nascituros, e a remoção da sociedade de tudo que é nobre e bom no interior dos Estados Unidos e do mundo.

Significa que todos os Republicanos são santos? Claro que não.  Corrupção corre à solta no interior do Partido Republicano.  Porém, geralmente, a vasta maioria dos Republicanos em serviço apoiam o Cristianismo, a Constituição, a família, a livre empresa, compaixão pelo pobre, conjuntamente à vida, liberdade e a perseguição da felicidade.  Isso é particularmente verdadeiro no Estado e no nível local.  Novamente, não é todo Republicano, mas a maioria.

Não espere aprender quaisquer desses fatos a partir de seu jornal diário, notícias da TV ou aulas na escola.  A mídia e o sistema educacional de nosso país estão preenchidos por progressistas comunistas e idiotas úteis.  Se você pensar estar aprendendo a verdade a respeito da história Americana daquilo que você vê na televisão ou o que você escuta de seus professores na escola, então você não é diferente de uma criança que acredita em Papai Noel.

Agora a questão que surge é o que você está indo fazer com seu conhecimento recém-encontrado? Você está indo enterrar sua cabeça na areia como avestruz e faz de conta que tudo eu disse não seja verdade? Se você é um covarde, então eu suponho que você possa fazer isso.  Mas se esse é o caso, então você é pior que um idiota útil.  Você é um escravo que está em desserviço da liberdade.

Você está indo realmente educar-se e agir de acordo? Se essa é sua escolha, então eu lhe aplaudo.  Você tem tanto coragem quanto uma mente aberta.  Não há vergonha em ter sido enganado pela Esquerda.  Antes que a Internet viesse, informação verdadeira era difícil de vir à tona e teria de ser procurada em livrarias empoeiradas.  Hoje, não há desculpa para não estar desperto.  Você tem esse site e outros para aprender.  Embarque num curso de auto-educação hoje.

Qualquer que seja a escolha que você faça, seja expandir ou educar sua mente ou permanecer um idiota útil, terá enormes conseqüências, não apenas para sua vida, mas para o mundo inteiro.  Por favor, escolha sabiamente.

Tuesday, May 30, 2017

Definindo “perversão sexual”


por Henry Makow Ph.D.

Num mundo controlado por um culto satânico que encoraja todo desejo, o significado de "perversão" foi obscurecido.  Perversão é algo que se desvia do saudável e natural.  A palavra "perverso" é sinônimo de "doente".

Realidade (em oposição à realidade social) é governada por um desenho imanente – uma ordem moral e natural – a qual reflete o propósito e sabedoria do Criador.  Quando obedecemos sua ordem, ficamos felizes e temos sucesso.

A essência do Satanismo é desafiar Deus e inverter sua ordem: Tornar o não-natural e doente parecer natural e saudável.  Essencialmente, um culto satânico controla e explora seus membros os corrompendo e pervertendo.  A sociedade Ocidental é um culto satânico.

SEXO

Depois da sobrevivência, o sexo é nosso mais poderoso instinto natural.  A natureza fez o sexo prazeroso para assegurar a sobrevivência das espécies.  Tornar esse poderoso instinto um fim em si mesmo, para prazer sensual, é perversão.  Em nossa sociedade satânica, o sexo é uma obsessão e recreação em tempo integral.

O charme feminino é, na maior parte, uma função de fertilidade.  Poucas mulheres são sexualmente atrativas aos homens depois da menopausa.  A atração masculina a mulheres férteis é grandemente baseada em planejamento reprodutivo.

Perversão sexual é medida pela distância de como um ato sexual encontra-se do contexto geral da procriação (Não excluo o controle de natalidade).  Desta forma, pedofilia, incesto e homossexualismo (sodomia) são formas extremas de perversão sexual porque elas não contribuem em nada para a procriação.  Promiscuidade sexual é uma forma mais suave de perversão porque impede a formação de casamento e família.  Moralidade entra como equação quando outras pessoas estão feridas.

Perversão sexual é chata, degradante e auto-destrutiva; isso é o motivo pelo qual elas devem utilizar-se de drogas e aumentar o valor da aposta.

Em uma sociedade saudável, intercurso seria confinado ao casamento ou pelo menos a relacionamentos comprometidos de longo prazo, fundados em compatibilidade e amor.  Desta forma, energia sexual consagraria e fortaleceria os laços do casamento e forneceria um firme fundamento para a família.  Mulheres querem ser desejadas com exclusividade, e não usadas e descartadas.

Mulheres jovens foram enganadas a pensarem que promiscuidade é "empoderamento."  Elas estão em confusão.  Seus instintos lhes dizem a casar e propagar, mas a sociedade lhes diz a perseguir carreiras, beber e fornicar com estrangeiros.  Na verdade, o casamento é que é empoderamento.  Casamento assegura que uma mulher é amada como um ser humano e não usada como um objeto sexual.

"Sexo livre" desumaniza e degrada tanto homens quanto mulheres pela promoção de intimidade física sem intimidade humana.  É transformar milhões de mulheres jovens em putas e atrizes pornô.  Sim, há um lugar para o sexo como uma fonte de prazer.  O lugar é o casamento.

COMUNISMO É SATANISMO, QUE É A NOM

Criado pelos cabalistas, comunismo sempre representou o compartilhamento comunal das mulheres e destruição da família.  "Liberação" sexual é o método primário da possessão satânica.  Desta maneira, os cabalistas promovem sexo anônimo e pornografia.  No fim das contas, eles querem abolir o casamento e a família.  O estado tomará conta total da procriação, da mesma forma que a educação.

Os cabalistas promovem o homossexualismo, que é definido pelo seu credo - "sexo como causa final".  Eles atacam o sexo, que é uma parte essencial da ordem natural, e tentam fazê-lo parecer não-natural.  Eles atacam o recato natural das mulheres promovendo banheiros assexuados.  Em educação sexual, eles ensinam às crianças pré-púberes a respeitarem o homossexualismo como normal e a se engajarem na sodomia.  Eles promovem promiscuidade às mulheres jovens como saudável.

Satanistas invertem doença e salubridade.  Eles fazem o que é doente e disfuncional parecer ser saudável e normal.  E não estamos incluindo a cultura da ganância e violência que eles estimulam, para não mencionar suas guerras incessantes e odiosos crimes de guerra.

O ponto principal é que perversão é o dogma da elite governante.  A humanidade está possuída satanicamente.  Fomos induzidos a um bem organizado e poderoso culto satânico.

Os cabalistas estão determinados a escravizar a humanidade, mentalmente e espiritualmente, se não fisicamente.  Vigilância massiva gratuita da NSA e FBI confirma isso.  Os pervertidos cabalistas querem assegurar que a humanidade perderá seu destino divino.  Nossos líderes políticos e culturais são traidores, oportunistas ou pior que isso.  Mas, graças à Internet, a humanidade está despertando para às suas verdadeiras aflições.

Friday, January 11, 2013

Obsessão sexual como possessão oculta

por Henry Makow Ph.D.

Aqueles de nós que acreditam na benevolência e sabedoria do Criador, às vezes maravilha-se por que Ele não levou em consideração o controle da natalidade.

Por qual motivo Ele daria às pessoas impulsos sexuais que resultariam em mais crianças que pudessem prover a subsistência?

O escritor Comunista Berthold Brecht tirou o máximo de proveito de um outro problema desenhado para explicar por que ele era ateu.

Ele disse que nenhuma Inteligência Divina colocaria as funções excretora e sexual em uma proximidade tão íntima. Ou como uma sacudidela, Deus pôs a lanchonete tão perto do banheiro.

A explicação é que o sexo não tencionava se tornar a recreação popular e a completa obsessão que é hoje.  Em condições ideais, as pessoas eram programadas a se desenvolverem até o ponto onde o sexo fosse algo que os casais casados fariam quando quisessem ter um filho.

Isso explicaria o motivo pelo qual Deus enfiou essa função em um lugar eficiente, e não se preocupasse com o controle de natalidade.

Como sempre, é nossa falta de sabedoria que requer exame detalhado, não a de Deus. 

Por muitos séculos, a humanidade aspirou fazer a vontade de Deus.  A proibição de sexo fora do casamento assegurou que a função procriadora fosse usada para a procriação, ou pelo menos para fortalecer a ligação procriadora.

A religião e a cultura Cristã canalizaram o impulso sexual para elevar os homens e mulheres e assegurar que as crianças fossem educadas em um ambiente seguro.  Quando o sexo era confinado ao casamento, as mulheres estavam protegidas da exploração sexual.

SEXO OCULTO

Nós estamos totalmente distraídos ao fato que formos colonizados por um culto satânico, os cabalistas.

O meu tempo de vida adulta foi caracterizado por uma energia ajustada pelos cabalistas para eliminar todas as limitações sobre o começo da vida sexual com casamento e dirigi-lo a suspender as limitações sobre pedofilia, incesto e bestialidade.  A pornografia desmpenha um papel central nesse programa.

O propósito tem sido reduzir todos relacionamentos humanos ao nível de um estímulo fácil e transitório, o orgasmo.  O efeito é reduzir os seres humanos a seus apetites carnais e derrotar nossa natureza espiritual.

Já identifiquei aqui essa satânica agenda com os Judeus cabalistas e franco-maçons.

Ao mesmo tempo, o amor heterossexual foi insidiosamente atacado para minar a confiança feminina e a confiança nos homens.  As mulheres foram encorajadas a serem devassas.

Nós há qualquer ilusão.  A humanidade foi completamente sexualizada porque essa é a única forma de possessão satânica e política.  Nós fomos degradados e nossos relacionamentos corroídos.

A TV e os filmes estão cheios de propaganda sexual. Os filmes dirigidos à juventude são pornôs tenuamente camuflados. As mulheres agora vêem seus valores quase totalmente em termos de apelo sexual.

Nossos impulsos civilizadores mais fortes são derivados do casamento sólido e família.  Isso é o motivo pelo qual o casamento é o principal alvo.  Destruir o casamento; destruir a sociedade.  Isso está por trás da promoção do homossexualismo e do “casamento” gay.

Falando dos objetivos dos cabalistas, Benjamin Disraeli escreveu em seu romance Lothair (1870):

"O fundamento da família Cristã é o sacramento do matrimônio, a primavera de toda moral doméstica e pública.  As sociedades anticristãs [ou seja, cabalistas] são opostas ao princípio do lar. Quando eles destruírem a família, a moralidade da sociedade perecerá."

SEXO

Como a maioria das pessoas, eu tive a mente lavada para acreditar que o sexo era um ato quase místico essencial para o desenvolvimento da saúde. "Repressão" conduziria à neurose.

As visões cabalistícas idiotas do psicólogo Abraham Maslow (1908-1970) foram ressoadas em minha geração.

De acordo com Maslow (acima), uma fonte de auto-estima do homem está no seu pênis.  Porque ele é um homem, ele é o "portador de uma coisa santa", um cetro que nenhuma mulher pode ter em algum tempo.

O intercurso sexual, de acordo com a filosofia de Maslow, é uma experiência religiosa.  O orgasmo é o que dá significado à vida e torna o homem como um deus em seu empenho pela unidade.

Uma mulher alcança o valor próprio quando encontra poder sobre o homem em provocantes "tempestades de sexualidade, . . . e também por seu poder associado e aquietar essas tempestades."

É uma "poder de deusa" que pode ser usado como "uma base para sua profunda auto-estima como mulher."

A glorificação de "experiências mais altas" como exemplificadas pelo orgasmo e também pelas "experiências transcendentes" da mística religiosa foi o fundamento da filosofia de Maslow, uma filosofia que dominou o pensamento em filosofia, psicologia, sociologia, religião e planejamento de currículo pelo último meio século. (Religion, Values, and Peak Experiences, Abraham H. Maslow; Kappa Delta Pi, 1960; Viking Press Inc. New York, 1970 P. 115-116.)

CONCLUSÃO

Eu atravessei um período religioso em meus 20 anos e considerei me tornar um monge.  Eu não fiz isso porque eu queria descobrir se uma vida sexual era tudo que parecia ser.

Aos 63, eu tenho tido plenitude de sexo compartilhado com uma bela mulher.

Embora eu tenha derivado satisfação do sexo; considerando relacionamentos passados, eu não posso dizer que qualquer deles foi particularmente memorável.  Em verdade, eu tenho uma melhor recordação de alguns excelentes bifes.

Eu percebo agora que o sexo e romance são atos fraudulentos.  O sexo é uma matéria de hormônio e hidráulica.  O romance é um campo feminino: a devoção da mulher e bebês, parte da feminização do mundo tomando lugar.

Eu desejo que eu tenha me tornado algum tipo de monge e não despenda minha vida perseguindo essas quimeras.  Deus é uma dimensão espiritual na qual Verdade, Justiça, Amor, Beleza e Bondade são auto-evidentes. Nossas almas podem direcionar essa freqüência se nós voltarmos nossa atenção longe da sociedade controlada pelos cabalistas.

Deus entende bem.  O sexo é uma pequena parte da vida, diga-se 10%. O fato é que se aproximando dos 95% é uma medida de nosso cativeiro sufocante a um poder oculto.

Wednesday, February 01, 2012

Simulando-se judeu, muçulmano vai pra prisão em Israel, após manter relações sexuais com judia

Para conseguir sexo, não há regras e, ao que parece, tampouco limites. Muitos mentem sobre seu estado civil. Ou seu carro. Outros sobre sua identidade ou lugar de origem. Uns poucos sobre sua religião. A maioria seduz a vítima com promessas de uma vida plena de amor, prazeres, filhos, felicidade celestial e uma casa em frente ao mar.

O cidadão árabe Sabar Kashur, de 30 anos e casado felizmente (?), cumpriu com todos estes requisitos. Passando-se por um judeu solteiro em busca de uma relação estável e significativa, conquistou o coração de uma jovem judia que conheceu em Jerusalém. Atrás de relações sexuais consentidas em um edifício no centro da cidade, Kashur a deixou deitada e nua no lugar do acontecimentos.

Posteriormente, a mulher decidiu ir ao cinema. Seu príncipe azul não era solteiro, mas muito bem casado. Não era judeu, mas muçulmano. Sua verborragia convincente não tinha como objetivo uma relação duradoura e romântica, mas a cama. Então, foi quando a jovem israelense decidiu vingar-se apresentando uma representação na delegacia. Acusou-o de violação e assédio sexual. Palavras maiores.

O que parecia um paraíso se converteu num inferno para Kashur ao escutar a sentença do Tribunal do Distrito de Jerusalém: 18 meses de cárcere por violação e burla. E uma indenização de 10.000 shekels (2000 euros).

"Não se trata de uma violação no sentido clássico, isto é, pela força. Porém, o ato foi conseguido com base numa mentira e uma falsa identidade", escreveram os três juízes. "Se a demandante soubesse que o acusado não era solteiro e judeu, não aceitaria (as relações sexuais)", acrescentam. Segundo o juiz Tzvi Segal, "o Tribunal está obrigado a proteger o interesse público diante de criminosos sofisticados e trapaceiros que podem enganar vítimas inocentes a um preço insuportável, a santidade de seus corpos e suas almas".

Segal justifica a gravidade da sentença afirmando que deve servir como medida exemplar, além de expressar seu apoio à vítima "quando a base da confiança entre seres humanos desaparece, especialmente quando a situação em questão é tão íntima, sensível e desafortunada".

Os advogados do acusado pediram que ele cumpra serviços comunitários em lugar de ir pra cadeia. Deve-se indagar qual "mentira" irritou mais a jovem. Se foi a religião ou o estado civil. O que está claro é que a combinação de ambas foi castigada sem qualquer alívio pelos juízes.

Nem a mulher enganada nem evidentemente o sedutor casado imaginavam que seu fortuito e apaixonado encontro sexual num edifício da cidade santa acabaria desta forma tão incrível.

Thursday, July 26, 2007

Nova Eugenia de Israel

Nova lei de casamento em Israel importa num ritual de purificação genética, argumenta Todd May*

"Casamentos entre Judeus e cidadãos da Alemanha ou de algum sangue relacionado são proibidos. Tais casamentos contraídos apesar da lei são inválidos, mesmo se eles tomam lugar no exterior a fim de se subtrair à lei." -- (Lei para Proteção do Sangue Alemão e Honra Alemã, 1935, Parte 1.)

Em Julho último, o Knesset Israelense votou para promulgar uma lei negando cidadania a Palestinos dos territórios ocupados que casam com cidadãos Israelenses. O aspecto mais chocante da lei foi que ela não surpreendeu ninguém.

Devemos ser claros a respeito do que essa lei implica. Pessoas que são Holandesas, Indonésias, Cambojanas, Uruguaias ou Canadenses receberão cidadania Israelense se elas se casarem com um cidadão Israelense de acordo com a lei Israelense. De todas as pessoas no mundo, somente Palestinos são barrados de cidadania Israelense através do casamento.

Sabemos, obviamente, que essa lei é desenhada para prevenir o terrorismo. Palestinos, nós todos sabemos, são terroristas, particularmente quando estão em um clima matrimonial. Sabemos também que a Operação Escudo Defensivo, que destruiu a estrutura educacional, municipal, econômica e política dos territórios ocupados, foi desenhada para prevenir o terrorismo. Sabemos o mesmo a respeito dos recentes ataques sobre a liderança do Hamas e do Jihad Islâmica, muito embora seus efeitos fossem, como todos predisseram que seriam, para promover o terrorismo.

Enquanto ninguém possa levar a sério a razão proclamada para a nova lei, poucos têm perguntado qual seria a motivação para uma tal lei. Ela não é, observando-se sobriamente, uma forma de proteção. É uma forma de eugenia. O que Israel quer fazer é prevenir, no interior dos limites de Israel, o acréscimo de pessoas de descendência Palestina. Pessoas de outra descendência podem ser acomodadas. Pessoas de descendência Palestina não.

Que isso é eugenia em vez de um programa político é provado pelo fato de que não há quaisquer leis barrando a cidadania para povos de descendência holandesa que favoreçam direitos aos Palestinos, ou Palestinos que pensam que a política de Israel seja justa e correta. Há somente um fator que embarreira tal cidadania: ter o sangue errado. A nova lei é um ritual de purificação genética. Sob suas restrições, Israelenses Palestinos são desencorajados a casarem, muitos dos quais com quem eles possuem ligações históricas. De igual importância é que Israel como uma sociedade é mantida pura. O país não será manchado com sangue Palestino, exceto pela infeliz continuação do sangue que já está contido naqueles que permaneceram depois do exílio de 1948. Manter-se-á sua linhagem, tal como é (o debate daquele Que é um Judeu ainda sendo não resolvido), higiênica.

Estamos todos cientes da ressonância histórica de um tal programa. Em projetos de extermínio, sejam eles físicos, culturais ou geográficos, é importante assegurar que o objeto do extermínio seja visto como uma doença, um tumor maligno ameaçando o corpo político. Políticos de Israel tem por muito tempo se referido aos Palestinos como sub-humanos. Eles têm freqüentemente sido rebaixados ao nível de insetos e roedores. Agora, eles são uma impureza que necessita ser limpa. A estrutura legal de Israel retornou à eugenia Nazi.

Essa analogia ofende o povo. Muitos dirão que há diferenças importantes entre a lei de Israel e a eugenia Nazi. Não há um Joseph Mengele. Não há campos de extermínio. Mesmo as leis Nuremberg são mais fortes do que a lei que Israel aprovou. Ademais, as leis de Nuremberg proíbem casar com Judeus; a lei de Israel somente proíbe cidadania aos Palestinos que casem com Israelenses. Um tal argumento confunde o propósito da analogia histórica. Analogia não é identidade. Nenhum dos dois programas de eugenia será em algum tempo o mesmo. Quando a história se repete, não é através de réplicas exatas.

A questão não é quais programas históricos Israel repete palavra por palavra. É particularmente em que categoria de leis e políticas Israelenses se incluem. As políticas de Israel não são democráticas; mesmo no interior de Israel, aos Palestinos não são garantidos direitos iguais. Eles não são colonos; o povo dos territórios ocupados não são mais explorados – eles são despossuídos, famintos, geograficamente sufocados, exilados e assassinados. As políticas de Israel, examinadas com justiça, são eugênicas. Assim fizeram os Nazis, e em muito da mesma forma.

Isso é o motivo pelo qual há tão pouca surpresa quando a lei recente foi promulgada. Há muitos indivíduos que apóiam o tratamento de Israel aos Palestinos. Meu próprio país, os Estados Unidos, faz isso como um assunto de política oficial. A nova lei, tanto quanto qualquer ação isolada de Israel, revela àqueles que estão desejando olhar o caráter do que está sendo apoiado. Pode-se somente se espantar e temer por quais similares restrições serão impostas sobre a Margem Ocidental e a Faixa de Gaza enquanto Israel continua com sua perseguição do Lebensraum.

* O escritor é professor de filosofia na Universidade de Clemson e co-editor da Operação Escudo Defensivo: Testemunhas aos Crimes de Guerra de Israel (Pluto Press, 2003).

Wednesday, July 11, 2007

Tio Sam quer que você vire gay (e seus filhos também)

16 de Março de 2007

por Henry Makow, Ph.D.

Eu disse isso antes, mas é preciso reiterar. Um culto satânico (Iluminismo) está minando nossa identidade familiar para nos deixar isolados, sem filhos, obcecados por sexo, disfuncionais e dóceis.

Eu estou me referindo ao cartel-culto Maçônico de Rothschild-Rockefeller que dirige a Europa e a América e está por trás do Comunismo e o Feminismo. Destruir o casamento e a família era um plano do Manifesto Comunista (1848) e agora é parte de sua satânica Nova Ordem Mundial.

Nós não reconhecemos que a sociedade está sendo reengendrada gay porque nós pensamos a homossexualidade em termos de atração do mesmo sexo. Se nós a definimos como incapacidade de se unir com um membro do sexo oposto para os propósitos de procriação, a tendência gay é clara.

A taxa de casamento Americana caiu quase 50% desde 1970.[1] Trinta e sete por cento das crianças Americanas não vivem com ambos pais biológicos, a mais alta percentagem entre nações Ocidentais, comparada a 9% em 1965. A mesma percentagem de crianças (37%) nasceram fora do casamento em 2005 comparada a 8% em 1965. [2]

Desde 1960, o número de casais casados com filhos foi cortado pela metade, e agora consiste de somente um em quatro famílias. [3]

"Os Estados Unidos têm as famílias mais fracas no mundo Ocidental porque têm a mais alta taxa de divórcio e a mais alta taxa de pais solteiros," declara o Professor de Sociologia David Popenoe da Universidade de Rutger.

Uma característica determinante da homossexualidade é a promiscuidade sexual. [4] Desde a induzida pela mídia "liberação sexual", a sociedade tem se tornado obcecada com sexo e todas as relações humanas tem se degradado.

Agora, o sistema educacional está realmente promovendo sexo com crianças. Em Winnipeg, onde eu vivo, um pai queixou-se essa semana que uma professora de saúde pública contou a sua filha de 12 anos para ter sexo na idade de 13. [5] Eles estavam eram ensinados a respeito de camisinhas mostradas com figuras gráficas que chocavam as crianças.

Essa ação expõe o sistema público escolar ao que é: um instrumento de corrupção de massas de abuso infantil. Com 13 anos contar ter sexo, não é de admirar que eles estão convidando predadores para suas casas? (Ver "Dateline: To Catch a Predator") Em quanto tempo estaremos diante da pedofilia legalizada?

Um forte casamento é a base de uma família. Garotas hoje chegarão à idade marital sentindo-se usadas e abusadas, e possivelmente já terão um filho. Compare isso a 50 anos atrás quando o sexo era consagrado ao casamento e à família.

Um outro programa escolar dirigido pela Cruz Vermelha ensina crianças de dez anos o que esperar quando eles começam a namorar, p.e. como reconhecer quando eles estão sendo aterrorizados e abusados. Eles são ensinados a respeito do "ciclo do abuso." Eu não te iludo. [6]

Escolas estão realmente ensinando crianças a adotarem o estilo de vida gay e experimentar o sexo gay. [7] Tribunais estão confirmando os direitos das escolas de corromperem as crianças apesar das objeções de seus pais. [8]

O casamento tem sido redefinido para incluir gays apesar do fato que somente dez por cento aproveitariam esse privilégio. [9] Vamos dizer generosamente que quatro por cento da população seja gay. (Dez por cento disso é 0,4%)

Para estender "direitos iguais" a 0,4% da população, eles redefiniram a mais sagrada instituição de 96%. Aparentemente, "direitos humanos" e "ódio" são seletivamente aplicados na Nova Ordem Mundial.

Gays e heteros não são idênticos. Seus casamentos são, além disso, totalmente diferentes. Assim, por quê ter um status marital idêntico? Tolerância e iguais "direitos humanos" são um ardil para estender a confusão de gênero homossexual à sociedade heterossexual e destruir o casamento.

Ativistas gays admitem na mesma medida: "Uma [estratégia] poderia ser lutar pelo casamento do mesmo sexo e seus benefícios, e então, uma vez garantido, redefinir a instituição completamente, para pedir o direito de casar não como um meio de aderir aos códigos morais da sociedade, mas preferencialmente a desmascarar um mito e radicalmente alterar uma instituição arcaica." -- Michelangelo Signorile, "Bridal Wave," OUT Magazine, Dezembro/Janeiro de 1994, p.161

A outra mudança estrutural é permitir pares gays de adotarem crianças heterossexuais. Crianças heterossexuais precisam de modelos de papéis heterossexuais. Educá-las em um ambiente gay é abuso infantil. Quando essas crianças são adultas, eu espero que elas processem os governos em milhões.

O objetivo final é redefinir a família tão potencialmente que pudesse incluir supervisores governamentais construindo bebês de proveta em casas em grupo. A agenda é destruir todas as "forças de poder coletivo", nas palavras dos "Protocolos de Sião." Isso inclui a família, assim como nação, religião e raça.

Nota: "Idiotas úteis"

A moderna "civilização" Ocidental é baseada em uma conspiração contra Deus. O "Iluminismo" refere-se ao anjo rebelde Lúcifer, o "servidor da luz", que representa a rejeição de leis espirituais e naturais em favor da "razão" humana. Na prática, "razão" é tudo o que o rico e o poderoso querem racionalizado.

Genericamente falando, o rico não dá ouvidos a menos que você avance seu programa, como "defensor dos direitos humanos" ou "instrutor sexual" ou algum outro "idiota útil" como os seguintes:

"Feminismo, Socialismo e Comunismo são todos um só, e governo Socialista/Comunista é o objetivo do feminismo." - Catharine A. MacKinnon, Toward a Feminist Theory of the State (First Harvard University Press, 1989), p.10

"Um mundo onde homens e mulheres seriam iguais é fácil de visualizar, pois que precisamente é o que a Revolução Soviética prometeu." - Simone de Beauvoir, The Second Sex (New York, Random House, 1952), p.806

"Destrua a família e você destruirá a sociedade." -- V.I. Lenin

"A família nuclear deve ser destruída, e as pessoas devem achar melhores formas de viverem juntas. ...Qualquer que seja seu significado final, o colapso das famílias agora é um processo objetivamente revolucionário....Famílias têm apoiado a opressão separando pessoas em pequenas e isoladas unidades, incapazes de integrar-se juntas para a luta por interesses comuns." -- Linda Gordon, Function of the Family, WOMEN: A Journal of Liberation, Fall, 1969

"A fim de educar as crianças com igualdade, nós devemos tomá-las das famílias e educá-las de forma comunal." -- Dr. Mary Jo Bane, feminista e professora-assistente de educação no Wellesley College e diretora-associada do Centro de Pesquisa sobre Mulher da escola.

[1] http://www.usatoday.com/news/nation/2005-07-18-cohabit-divorce_x.htm
[2] http://www.suppressednews.com/mynews/news/EEElVuyAkEJCywJxhQ.shtml
[3] http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/03/03/AR2007030300841_pf.html
[4] http://www.savethemales.ca/201101.html
[5] http://www.winnipegfreepress.com/subscriber/local/story/3911145p-4522682c.html
[6] http://www.redcross.ca/article.asp?id=000294&tid=030
[7] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54683
[8] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54420
[9] http://washingtonblade.com/thelatest/thelatest.cfm?blog_id=6426

Sunday, June 19, 2005

O Fim do Casamento na Escandinávia

19 de Janeiro de 2005

A "justificativa conservadora" para o colapso de uniões do mesmo sexo
by Stanley Kurtz

02/02/2004, Volume 009, Issue 20

O CASAMENTO ESTÁ EM MORTE LENTA NA ESCANDINÁVIA. A maioria das crianças na Suécia e na Noruega nasce fora do casamento.

Sessenta por cento dos primogênitos na Dinamarca eram de pais não casados. Sem coincidência, esses países tiveram algo em comum: a união gay por uma década ou mais.

União do mesmo sexo encerrou e reforçou uma tendência Escandinava rumo à separação de casamento e paternidade. O modelo da família nórdica –incluindo união gay – está se espalhando pela Europa.

E olhando com atenção, nós podemos responder a questão empírica chave que dá sustento ao debate da união gay. União do mesmo sexo mina a instituição do casamento? Já minou.

Mais precisamente, já minou a instituição. A separação do casamento da paternidade estava aumentando; a união gay ampliou a separação.

Nascimentos fora do casamento estavam crescendo; a união gay acrescentou às causas um empurrão para majorar essas taxas. Em vez de encorajar um amplo retorno da sociedade ao casamento, a união gay escandinava tem convencido a mensagem que o casamento em si está ultrapassado, e virtualmente qualquer forma de família, incluindo paternidade fora do casamento, como aceitável.

.... A dissolução da família escandinava só tem se agravado. Entre 1990 e 2000, a taxa de natalidade de fora do casamento na Noruega aumentou de 39 para 50 por cento, enquanto a da Suécia foi de 47 para 55 por cento. Na Dinamarca, os nascimentos fora do casamento ficaram nivelados durante os anos 90 (começando em 46 por cento e terminando em 45 por cento).

Mas a estabilidade parece funcionar como um leve aumento na fertilidade entre casais mais velhos, que se casam somente depois de múltiplas proles (se eles não se separarem primeiro). Esse movimento disfarça os 25 por cento de aumento durante os anos noventa na coabitação e na paternidade fora do casamento entre os casais dinamarqueses (muitos deles jovens). Cerca de 60 por cento das crianças nascidas na Dinamarca hoje são de pais não casados. O aumento das famílias frágeis baseadas na coabitação e da concepção fora do casamento significa que, durante os anos noventa, a taxa total de dissolução familiar na Escandinávia aumentou significantemente.

E hoje, que a paternidade do casamento se tornou um fenômeno minoritário, ele perdeu a massa crítica requerida a impor uma força socialmente normativa. Como os sociólogos dinamarqueses Wehner, Kambskard e Abrahamson descrevem, no rastro das mudanças dos anos noventa, "o casamento não é mais uma pré-condição para estabelecer uma família – nem legalmente nem normativamente. . . . O que define e torna o fundamento da família dinamarquesa pode ser dito por ter movido o casamento à paternidade."

Assim, a altamente conceituada análise de meia página de um jornal não publicado, que supostamente ajuda a validar a "justificativa conservadora" para a união gay --p.e., que encorajará união estável para heterossexuais e homossexuais da mesma forma—não faz tal coisa. O casamento na Escandinávia está em profundo declínio, com as crianças suportando o peso de maiores taxas de dissolução familiar. E o motivo principal do declínio –uma progressivamente mais aguda separação entre casamento e paternidade– pode ser vinculada à união gay. Para visualizar isso, nós precisamos entender por quê o casamento está problemático na Escandinávia, para início de conversa.

A ESCANDINÁVIA tem liderado por longo tempo mudanças na família. Estudiosos tomam a experiência sueca como um protótipo para desenvolvimentos familiares que podem, ou poderiam, desenvolver-se por todo o mundo. Então vamos dar uma olhada no declínio do casamento sueco...

Na Suécia, como em todo lugar, os anos sessenta trouxeram contracepção, aborto, e individualismo crescente. O sexo era separado da procriação, reduzindo a necessidade para "casamentos relâmpagos".

Essas mudanças, junto com o movimento de mulheres como força de trabalho, possibilitaram e encorajaram as pessoas a se casarem muitos anos depois. Com os casais adiando a paternidade, divórcios precoces tiveram menores conseqüências para as crianças. Isso enfraqueceu o tabu contra o divórcio. Posto que jovens casais estavam adiando as crianças, o próximo passo era dispensar o casamento e a coabitação até que as crianças fossem desejadas. Os norte-americanos viveram toda essa transformação. Os suecos simplesmente adiantaram-se a essa conclusão final: Se nós chegamos até aqui sem casamento, por que casar? Nosso amor é o que importa, não um pedaço de papel. Por que as crianças deveriam mudar isso?

Duas coisas estimularam os suecos a dar esse passo extra –o Estado de bem-estar e as atitudes culturais. Nenhuma economia Ocidental tem uma percentagem maior de empregos públicos, despesas públicas –ou impostos mais altos –do que a Suécia. O Estado de bem-estar sueco desalojou a família com provedora. Pela garantia de empregos e rendimento a todo cidadão (mesmo crianças), o Estado de bem-estar torna cada indivíduo independente. É mais fácil se divorciar de seu esposo quando o Estado lhe apoiará em seu lugar.

Os impostos necessários para sustentar o Estado de bem-estar têm tido um impacto enorme na família. Com as taxas tão altas, as mulheres devem trabalhar. Isso reduz o tempo disponível para educação infantil, encorajando assim a expansão de um sistema de cuidado diário que toma uma parte maior em educar quase todas as crianças suecas por volta de um ano. Eis pelo menos uma realização parcial do sonho de Simone de Beauvoir de uma androgenia forçada que empurra as mulheres de casa voltando as crianças para o Estado.

Ainda que o Estado de bem-estar sueco possa encorajar o tradicionalismo em um ponto, as gravidezes isoladas de adolescentes que são comuns nas classes mais baixas da Inglaterra e dos EUA são raras na Suécia, que não tem nenhuma classe baixa para falar a respeito. Mesmo quando casais suecos dão a luz a uma criança fora do casamento, eles tendem a morar juntos quando a criança nasce. A coação do Estado, forte para o apoio a criança, é um outro fator desencorajando maternidade solteira em adolescentes. Não importa as causas, o desencorajamento da maternidade solteira é um efeito de curto-prazo. Ultimamente, mães e pais podem avançar financeiramente sozinhos. Assim, as crianças que nascem fora do casamento são criadas, inicialmente, por dois pais coabitantes, muitos dos quais posteriormente se separam.

Há também causas ideológico-culturais do declínio da família sueca. Muito mais do que nos EUA, as idéias do feminismo e socialismo radical penetram nas universidades e mídia. Muitos dos cientistas sociais Escandinavos vêem o casamento como uma barreira à total igualdade dos sexos, e não ficariam tristes em ver o casamento ser trocado por uma coabitação de não casados.

Um agente cultural-ideológico relacionado de declínio marital é o secularismo. A Suécia é provavelmente o país mais secular do mundo. Os cientistas sociais seculares (a maioria dos quais totalmente radical) se colocaram no lugar dos clérigos como árbitros da moralidade pública. Os suecos até vinculam o declínio do casamento ao secularismo. E muitos estudos confirmam isso, por todo o Ocidente, a religiosidade é correlacionada com a fraqueza do casamento. Os estudiosos sugeriram durante muito tempo que a relativa diminuição da cristianização dos paises nórdicos explica bastante o porquê do declínio do casamento na Escandinávia estar uma década a frente do resto do Ocidente.

...O DECLÍNIO DO CASAMENTO e o aumento da coabitação instável e dos nascimentos fora do casamento não estão confinados à Escandinávia. O Estado de bem-estar Escandinavo agrava esses problemas. Todavia, nenhuma das forças debilitadoras do casamento são únicas na região. A contracepção, o aborto, as mulheres no mercado de trabalho, a dispersão do secularismo, o individualismo ascendente, e um substancial Estado de bem-estar são encontrados em todos países Ocidentais. Isso porque o padrão nórdico está em expansão.

Apesar disso, o padrão está em dispersão de forma irregular. E os estudiosos acreditam que a tradição cultural representa um papel central na determinação se um dado país siga rumo ao sistema familiar nórdico. A religião é uma variável chave. Um estudo de 2002 pelo Max Planck Institute, por exemplo, concluiu que países com as mais baixas taxas de dissolução familiar e nascimentos fora do casamento são "mais fortemente dominadas pela confissão Católica". O mesmo estudo descobriu que em países com altos níveis de dissolução familiar, a religião em geral, e o catolicismo em particular, tem pouca influência.

A demógrafa britânica Kathleen Kiernan, a autoridade reconhecida em difusão de coabitação e nascimentos fora do casamento por toda Europa, divide o continente em três zonas. Os países nórdicos são os líderes em coabitação e nascimentos fora do casamento. Eles são seguidos por um grupo intermediário que inclui a Holanda, a Bélgica, Grã-Bretanha e a Alemanha. Até recentemente, a França era um membro desse grupo intermediário, mas o aumento da taxa de nascimentos fora do casamento na França moveu-se ao nível da categoria nórdica. As taxas de coabitação norte-americanas e de nascimento fora do casamento colocaram os Estados Unidos e o Canadá nesse grupo intermediário. Mais resistentes à coabitação, dissolução familiar e nascimentos fora do casamento são os países do sul da Europa: Espanha, Portugal, Itália e Grécia, e, até recentemente, Suiça e Irlanda. (O crescimento da taxa de natalidade fora do casamento empurrou-os justamente para o grupo intermediário.)

Esses três agrupamentos trilham intimamente o movimento para a união gay. No começo dos anos noventa, a união gay chegou até os países nórdicos, onde a taxa de natalidade fora do casamento já era alta. Dez anos mais tarde, as taxas de natalidades fora do casamento aumentaram significantemente no grupo intermediário de nações. Não sem coincidência, quase todo país desse grupo intermediário ou legalizou recentemente alguma forma de união gay ou está seriamente considerando fazer isso. Só no grupo com baixas taxas de natalidade fora do casamento o movimento de união gay alcançou relativamente pouco suecesso.

Isso sugere que a união gay é tanto um efeito quanto uma causa da crescente separação entre casamento e paternidade. Conforme as crescentes taxas de natalidade disassociam o casamento da paternidade, a união gay se torna concebível. Se o casamento é só a respeito de uma relação entre duas pessoas, e não está intrinsecamente conectado à paternidade, por que aos pares do mesmo sexo não deveria ser permitido casarem-se? Segue-se que uma vez que o casamento seja redefinido para acomodar pares do mesmo sexo, essa mudança não pode ajudar, mas trancar e reforçar a profunda separação cultural entre casamento e paternidade, que torna a união gay concebível.

Nós vemos esse processo em trabalho na separação radical do casamento da paternidade que se alastrava pela Escandinávia nos anos noventa. Se as taxas de natalidade Escandinávia já não tinham sido altas no final dos anos oitenta, com a união gay teria sido bem mais difícil de se imaginar. Mais de uma década depois da Escandinávia pós-união gay, taxas de natalidade fora do casamento passaram para 50 por cento, e o efetivo fim do casamento como um escudo protetor para as crianças, tornou-se pensável. A união gay não bloqueou a separação do casamento da paternidade; avançou-a.

NÓS VEMOS ISSO mais claramente na Noruega. Em 1989, uns dois anos depois que a Suécia quebrou fundamentos oferecendo pares gays como primeiro pacote de parceria doméstica na Europa, a Dinamarca legalizou de fato a união gay. Isso suscitou um debate na Noruega (tradicionalmente mais conservadora do que tanto a Suécia como a Dinamarca), que legalizou de fato a união gay em 1993. (Suécia expandiu seus pacotes de benefício à união gay em 1994.) Na liberal Dinamarca, onde taxas de natalidade fora do casamento já estavam muito altas, o público favoreceu a união do mesmo sexo. Mas, na Noruega, onde as taxas de natalidadem era mais baixas --e a religião tradicionalmente mais forte--a união gay foi imposta contra o desejo do público pela elite política.

O debate da união gay na Noruega, que correu mais intensamente de 1991 até 1993, foi um evento de mudança cultural. E uma vez decretada, a união gay teve um impacto decididamente não conservador no contexto cultural da Noruega, enfraquecendo os defensores do casamento, e colocando uma arma nas mãos daqueles que procuram substituir casamento pela coabitação. Desde a sua adoção, a união gay trouxe divisão e declínio à igreja luterana da Noruega. Ao mesmo tempo, o rápido aumento da taxa de natalidade fora do casamento na Noruega ultrapassou a da Dinamarca. Particularmente na Noruega --uma vez relativamente conservadora--a união gay minou o casamento institucional para todos.
A igreja estatal luterana da Noruega rachou com o conflito na década desde a aprovação de fato da união gay, com a ordenação de parceiros registrados com conseqüências das mais desagregadoras. As agonias da igreja foram intensivamente cobertas pela mídia norueguesa, que tem aproveitado toda oportunidade para pintar a igreja como inflexível e dividida. Os anos noventa começaram com o controle conservador dos clérigos. Pelo fim da década, os liberais tomaram as rédeas.

Enquanto as disputas mais públicas dos anos noventa foram sobre a homossexualidade, a igreja luterana da Noruega ficou também dividida sobre a questão da coabitação heterossexual. Diretamente questionados, clérigos liberais e conservadores, da mesma forma, expressam uma preferência pelo casamento sobre a coabitação-especialmente para casais com crianças. Na prática, porém, clérigos conservadores expressam-se contra a tendência rumo à coabitação não casada e nascimento, enquanto os liberais concordam.
Essa divisão sobre coabitação heterossexual irrompeu-se ao abrir do ano de 2000, com o nível de divisão da igreja sobre parcerias gays, quando o Príncipe Haakon, herdeiro do trono da Noruega, começou a viver com sua amante, uma mãe solteira. Desde o início do controverso relacionamento do príncipe até sua eventual culminação em casamento, o futuro chefe da igreja estatal norueguesa recebeu sinais de apoio público ou compreensão dos mesmos bispos que estavam liderando a luta para permitir a ordenação de parceiros homossexuais.

Assim, em vez de fortalecer o casamento norueguês face ao aumento da coabitação e do nascimento fora do casamento, a união do mesmo sexo teve efeito oposto. A união gay diminuiu a autoridade da igreja quebrando-a em facções conflitantes e fornecendo à mídia secular ocasiões de mofação e de divisões expostas. A união gay também elevou a facção minoritária abertamente rebelde da igreja à visibilidade nacional, permitindo aos noruegueses sentir que sua tendência à paternidade unmarried, se não totalmente aprovada pela igreja, era pelo menos não fortemente condenada. Se a "justificativa conservadora" para a união gay tivesse sido válida, os clérigos que eram defensores da união gay teriam adotao uma forte posição pública contra a paternidade heterossexual não casada. Isso não aconteceu. Foi o clero conservador que criticou o príncipe, enquanto os liberais defensores da união gay toleraram suas decisões. A mensagem não foi perdida entre os noruegueses comuns, que continuaram sua luta pela paternidade não-casada.

A união gay é tanto um efeito e uma causa para reforçar a separação do casamento da paternidade. Em estados como Suécia e Dinamarca, onde as taxas de natalidade fora do casamento já eram muito altas, e o público favorecia a união gay, as uniões gays estavam em efeito de mais precoces mudanças. Uma vez estabelecida, a união gay ratificava simbolicamente a separação do casamento da paternidade. E uma vez estabelecida, a união gay se torna um dos vários fatores que contribuem para a seguir elevar a coabitação e as taxas de natalidade fora do casamento, assim como para o divórcio precoce. Mas na Noruega, onde as taxas de natalidade fora do casamento eram mais baixas, a religião mais forte, e o público se opunha às uniões do mesmo sexo, a união gay teve mesmo um papel bem maior em precipitar o declínio marital.

A POSIÇÃO DA SUÉCIA como a líder mundial em declínio familiar está associada com um clero fraco, e a predominância de cientistas sociais de tendências seculares e de esquerda. Nos anos noventa pós-gay, conforme uma vez a relativamente baixa taxa de natalidade fora do casamento da Noruega estava subindo a níveis sem precedentes, e como a controvérsia da união gay enfraquecia e dividia a uma vez respeitada igreja estatal luterana, os cientistas sociais seculares tomaram o palco central.

Kari Moxnes, uma socióloga feminista especializada em divórcio, é uma das mais importantes do mais novo grupo de cientistas sociais públicos emergentes da Noruega. Como uma estudiosa que vê tanto o casamento e a maternidade caseira como inerentemente opressivas às mulheres, Moxnes é uma proponente da coabitação e paternidade não-marital. Em 1993, enquanto a legislação norueguesa estava debatendo a união gay, Moxnes publicou um artigo, "Det tomme ekteskap" ("Casamento Vazio"), no influente jornal liberal Dagbladet. Ela argumentou que a união gay norueguesa era um sinal do crescente esvaziamento do casamento, não sua força. Embora, Moxnes tenha falado em favor da união gay, ela tratou sua criação como o anúncio de uma morte (bem-vinda) para o próprio casamento. Moxnes identificou os homossexuais--com sua experiência em relacionamentos formados sem sobrecargas de crianças--como pioneiros sociais na separação do casamento da paternidade. Em reconhecimento aos relacionamentos homossexuais, Moxnes disse que a sociedade estava ratificando a divisão do casamento da paternidade que tinha estimulado o início do crescimento dos nascimentos fora do casamento.

Uma presença freqüente de público, Moxnes curtiu seu grande momento em 1999, quando ela ficou perturbada em uma disputa com Valgerd Svarstad Haugland, ministra dos negócios das crianças e da família no governo democrata-cristão da Noruega. Moxnes criticou os cursos de casamento cristão por ensinarem às crianças a importância de promessas de casamento. Isso produziu uma aguda censura pública de Haugland. Respondendo às críticas de Haugland, Moxnes invocou as famílias homossexuais como prova de que os "relacionamentos" eram agora mais importantes do que o casamento institucional.

Isso não é o que os proponentes da justificativa conservadora para a união gay tinham em mente. Na Noruega, a união gay tem dado munição àqueles que desejam pôr um fim no casamento. E o firme aumento da taxa de natalidade fora do casamento na Noruega durante os anos noventa prova que os opositores do casamento estão se sucedendo. Nem é Kari Moxnes um caso isolado.

Meses antes de Moxnes confrontar-se com Haugland, o historiador social Kari Melby sustentou uma bastante pública querela com um líder do Partido Democrata Cristão sobre a conduta da ministra da energia da Noruega, Marit Arnstad. Arnstad ficou grávida em serviço e rejeitou dar o nome do pai. Melby defendeu Arnstad, e desafiou publicamente a afirmação que as crianças ficam melhor tanto com uma mãe e um pai. Para mostrar seu caso, Melby elogiou a paternidade gay, junto com a voluntária maternidade solteira, como igualmente alternativas dignas à família tradicional. Assim, em vez de registrar que uma mãe esperançosa devesse querer seguir o exemplo do casamento que até os gays estavam agora se ajustando, Melby invocou as famílias homossexuais como prova que uma criança pode ficar bem tanto com um pai quanto com dois.

Finalmente, considere um caso que fez até mais notícia na Noruega, aquele da estrela de handball Mia Hundvin (sim, talentos em handball fazem sucesso na Noruega). Hundvin tinha ficado em uma parceria gay registrada com a ex-atleta de handball Camilla Andersen. Atualmente, porém, tendo anunciado publicamente sua bissexualidade, Hundvin está vinculada com o snowboarder norueguês Terje Haakonsen. Inspirado pelo seu tempo com o filho de Haakonsen, Hundvin decidiu ter um filho. O pai do filho de Hundvin pode bem ser Haakonsen, mas nem Hundvin nem Haakonsen dizem isso.

Hundvin se divorciou de sua parceira registrada antes de decidir se tornar uma mãe solteira pelo (provavelmente) seu novo namorado? A história no principal jornal da Noruega, Aftenposten, não faz menção a ambos. Depois de registrar que Hundvin e Andersen eram parceiros registrados, o jornal simplesmene diz que as duas mulheres não estão mais "romanticamente envolvidas". Hundvin tinha ficado com Haakonsen por volta de apenas um ano. Ela obviamente decidiu se tornar uma mãe solteira sem se incomodar em pensar se ela e Haakonsen deveriam se casar um dia. Nem Hundvin pareceu considerar que sua afeição pelo filho de Haakonsen (também aparentemente nasceu fora do casamento) deveria ser melhor expresso em casar-se com Haakonsen e se tornar filho de sua nova mãe.

Certamente, você pode assinalar mais que um pouco dessa saga para a cultura da celebridade. Mas a cultura da celebridade é tanto um produto quanto uma influência às mais amplas culturas que lhes dão aumento. Claramente, a idéia de paternidade aqui foi radicalmente individualizada, e totalmente desvinculada do casamento. Parcerias registradas reforçaram tendências existentes. A imprensa trata as parcerias gays mais como relacionamentos do que como casamentos. A mensagem simbólica das parcerias registradas --para cientistas sociais, jogadores de handball e, igualmente, bispos--era que a maior parte das famílias não-tradicionais vão muito bem. A união gay serviu para validar a crença que a escolha individual vence a forma familiar.

A experiência Escandinava refuta a assim-denominada justificativa conservadora para a união gay em mais do que uma direção. Digno de nota também é o leque de um movimento rumo ao casamento e a monogamia entre os gays. Taxas recolhidas sobre união gay são excessivamente pequenas. William Eskridge da Universidade de Yale conheceu isso quando relatou em 2000 que 2,372 parceiros tinham se registrado depois de nove anos da lei dinamarquesa, 674 depois de quatro anos da lei norueguesa, e 749 depois de quatro anos da lei sueca.

O teórico social dinamarquês Henning Bech e o sociólogo norueguês Rune Halvorsen oferecem excelentes relatos de debates de união gay na Dinamarca e na Noruega. Apesar do liberalismo social reinante nesses países, os propósitos para reconhecer as uniões gays geraram tremenda controvérsia, e remodelaram o significado do casamento nos anos desde então. Tanto Bech quanto Halvorsen enfatizam que a justificativa conservadora para a união gay, enquanto propulsionada por poucos, foi rejeitada por muitos na comunidade gay. Bech, talvez o mais importante pensador gay da Escandinavia, recusa como uma exigência “inaceitável” a idéia que a união gay promova a monogamia. Ele trata a "justificativa conservadora" como algo que serviu principalmente a propósitos táticos durante um debate político difícil. De acordo com Halvorsen, muitos dos gays noruegueses impuseram auto-censura durante o debate de casamento, de forma a esconder sua oposição ao próprio casamento. O objetivo dos movimentos de união gay tanto na Noruega quanto na Denmark, declaram Halvorsen e Bech, não era o casamento, mas aprovação social da homossexualidade. Halvorsen sugere que os baixos números de parceiros gays registrados podem ser entendidos como um protesto coletivo contra as expectativas (presumivelmente, monogamia) incorporadas no casamento.

DESDE A LIBERAÇÃO DO DIVÓRCIO nas primeiras décadas do século vinte, os países nórdicos têm diso os principais guardiões de mudança marital. Debruçando-se na experiência sueca, Kathleen Kiernan, o demógrafo britânico, usa um modelo de quatro estágios através do qual mede um movimento nacional rumo aos níveis suecos de nascimentos fora do casamento.
No estágio um, a coabitação é vista como um desvio ou uma prática de vanguarda, e a vasta maioria da população produz crianças no casamento. A Itália está nesse primeiro estágio. No segundo estágio, a coabitação serve como um período de teste antes do casamento, e é geralmente uma fase sem crianças. Agrupando o problema da paternidade solteira nas classes mais baixas, a América está grandemente em seu segundo estágio. No estágio três, a coabitação se torna crescentemente aceitável, e a parentela não é mais automaticamente associada com o casamento. A Noruega estava em seu terceiro estágio, mas com as recentes mudanças demográficas e legais entrou no estágio quatro. No quarto estágio (Suécia e Dinamarca), o casamento e a coabitação se tornam praticamente indistingüíveis, com muitas, talvez até mais, crianças nascidas e educadas fora do casamento. De acordo com Kiernan, esses estágios podem variar em duração, apesar disso, uma vez um país tenha atingido um estágio, retornar a uma fase anterior não é razoável. (Ela não oferece quaisquer exemplos de reversão de estágio.) Ainda que uma vez um estágio tenha sido alcançado, as fases anteriores coexistem.

As forças empurrando as nações rumo ao modelo nórdico são quase universais. Verdade, preservando as distinções legais entre o casamento e a coabitação, reinantes do estado de bem-estar, e preservando pelo mesno alguns valores tradicionais, um dado país deveria evitar ou prevenir a normalização da paternidade não-marital. Mesmo assim, todo país Ocidental está suscetível à influência do modelo Nórdico. Nem o catolicismo garante imunidade. A Irlanda, talvez por causa de sua proximidade geográfica, lingüística e cultural a Inglaterra, está sofrendo agora de taxas de natalidade fora do casamento bem excessivas do restante da Europa Católica. Sem considerar um movimento inevitável, Kiernan maravilha-se abertamente quanto a América pode resistir às influências dos estágios três e quatro.

Embora a Suécia lidere o mundo em declínio familiar, os Estados Unidos é candidato. Suecos se casam menos, e dão a luz a mais crianças fora do casamento do qualquer outra nação industrializada. Mas norte-americanos lideram o mundo em paternidade solteira e divórcio. Se nós agruparmos a crise de paternidade solteira entre os Afro-americanos, a pintura é um pouco diferente. Até mesmo entre brancos não-hispânicos, a taxa de divórcio norte-americana é extremamente alta pelos padrões mundiais.

A mistura norte-americana do tradicionalismo da família e instabilidade familiar é pouco comum. Em comparação à Europa, os norte-americanos são mais religiosos e mais aptos a voltarem-se à família do que o estado por um amplo arranjo de necessidades --de cuidados com a criança, a apoio financeiro, a cuidado com os idosos. Até o individualismo norte-americano desdobra-se em dois caminhos. Nosso libertarianismo cultural protege a família como um castelo contra o estado, ainda que também desgarre indivíduos da família. O perigo que nós encaramos é uma combinação da taxa de divórcio da América com o instável estilo Escandinavo de paternidade fora do casamento. Com uma tendência crescente para casais coabitantes que tenham crianças fora do casamento, a América está direcionada nessa direção.

Jovens americanos são mais passíveis em favorecer união gay do que os mais velhos. Esse fato freqüentemente notado está diretamente relacionado a outro. Menos da metade dos jovens de vinte anos da América consideram errado criar crianças fora do casamento. Há uma tendência crescente até mesmo a casais coabitantes de classe média terem crianças sem se casarem.

Todavia, embora a paternidade coabitante esteja crescendo na América, os níveis aqui estão ainda bem baixos daqueles da Europa. A situação da América não é distinta da Noruega no início dos anos noventa, com a religiosidade relativamente forte, a taxa de natalidade fora do casamento ainda relativamente baixa (já crescente), e o público oposto à união gay. Se, como na Noruega, a união gay fosse imposta aqui por uma elite cultural socialmente liberal, seria bem parecido a nos dirigir velozmente rumo ao padrão clássico nórdico de menos freqüente casamento, mais freqüente natalidade fora do casamento, e dissolução familiar atmosférica.

No contexto norte-americano, isso seria um desastre. Além das crescentes taxas de dissolução de famílias de classe média, uma posterior separação do casamento da paternidade reverteria o saudável afastamento da paternidade solteira que nós temos começado a ver desde a reforma do bem-estar. E o declínio da família em todas as classes traria intensa pressão para uma expansão do estado norte-americano de bem-estar.
Tudo isso está acontecendo na Grã-Bretanha. Com o padrão nórdico difundido pela Europa, a taxa de natalidade fora do casamento da Grã-Bretanha cresceu a 40 por cento. A maior parte desse crescimento está entre casais coabitantes. Agora mesmo um significante número de nascimentos fora do casamento na Grã-Bretanha está restrito a mães adolescentes. Essa é uma função das divisões de classe da Grã-Bretanha. Lembre que embora o estado de bem-estar Escandinavo encoraje a dissolução familiar em longo prazo, no curto prazo, os pais Escandinavos que dão a luz fora do casamento tendem a permanecer juntos. Mas devido à presença de uma substancial classe baixa na Grã-Bretanha, a difusão da coabitação nórdica tem remetido a isoladas taxas de paternidade de adolescentes. Como taxas de paternidade solteira e dissolução familiar na Grã-Bretanha têm aumentado, assim há pressão para expandir o estado de bem-estar para se compensar pela ajuda econômica que as famílias não possam mais prover. Mas, obviamente, uma expansão do estado de bem-estar só aferrolharia o enfraquecimento do sistema familiar da Grã-Bretanha.

Se a América está para evitar ser forçada a uma escolha similar, nós teremos que resistir à separação do casamento da paternidade. Até mesmo agora nós estamos sendo empurrados na direção dos Escandinavos. Estimulados pelas crescentes taxas de paternidade não casada, o influente American Law Institute (ALI) propôs uma série de reformas legais ("Princípios da Dissolução Familiar") designado a equalizar casamento e coabitação. A adoção dos princípios da ALI seria um gigante passo rumo ao sistema Escandinavo.

OS NORTE-AMERICANOS tomam isso como condição que, a despeito de seus problemas recentes, o casamento sempre existirá. Isso é um problema. O casamento está desaparecendo na Escandinávia, e as forças determinando isso estão ativas por todo o Ocidente. Talvez o sinal mais perturbador para o futuro seja o colapso da tendência Escandinava em casar depois do segundo filho. No começo dos anos noventa, 60 por cento dos pais noruegueses não-casados que viviam juntos tinham somente um filho. Por volta de 2001, 56 por cento dos não-casados, pais coabitantes na Noruega tiveram dois ou mais filhos. Isso sugere que algum dia, os pais Escandinavos deveriam simplesmente parar de se casarem, não importa quantos fihos venham a ter.

A morte do casamento não é inevitável. Em um dado país, as decisões de políticas públicas e valores culturais poderiam vagar, e talvez estacionar o processo de declínio marital. Nem estamos diante de uma escolha de tudo ou nada entre o sistema marital, quer dizer, os anos 50 e o desaparecimento do casamento. O modelo de Kiernan apresenta pontos de parada. Assim, revogar o divórcio desmotivado, ou mesmo eliminar a coabitação pré-marital, não é o que está em questão. Com o divórcio desmotivado, os norte-americanos alienaram uma certa estabilidade marital que reserva às crianças maior liberdade diante dos adultos. Ainda que nós possamos aceitar essa alienação, enquanto ainda tracem uma linha na descendência a um sistema de estilo Nórdico. E a coabitação como uma fase de teste pré-marital não é o mesmo que a paternidade não casada. Potencialmente, pode ser pensada uma linha entre os dois.

Os desenvolvimentos na última metade do século certamente enfraqueceram os vínculos entre o casamento norte-americano e a paternidade. Mesmo a um grau extraordinário, os norte-americanos ainda tomam-na como condição de que os pais deveriam se casar. A Escandinávia nos choca. Ademais, quem pode negar que o casamento gay nos acostumará a uma maior separação do casamento e paternidade no estilo Escandinavo? E com nossa classe baixa, as patologias sociais que isso produz na América estão obrigadas a ser mais severas do que elas já são em riqueza e na socialmente homogênea Escandinávia.

Todas essas considerações sugerem que o debate da união gay na América é tão importante para se mergulhar. Kiernan sustenta que, conforme as sociedades progressivamente desnvinculam o casamento da paternidade, o estágio reverso é impossível. Isso faz sentido. A associação entre o casamento e paternidade é parcialmente uma mística. Místicas desencantadas não podem ser restauradas por exigência.

E a respeito de uma colcha de retalhos em que alguns estados norte-americanos têm uniões gays e outros não? Uma colcha de retalhos estado por estado praticamente garantiria uma substituição rumo ao sistema familiar nórdico. Livros e televisão, que não respeitam limites de estado, abraçariam a união gay. Os efeitos culturais seriam nacionais.
E a respeito do estilo Vermont de uniões civis? Seria isso um compromisso executável? Claramente não. Parceiros escandinavos registrados são o estilo Vermont de uniões civis. Eles não são chamados casados, ainda que pareçam casamento em quase tudo. As diferenças-chave são que parcerias registradas não permitem adoção ou inseminação artificial, e não podem ser celebradas em igrejas afiliadas ao estado. Essas limitações estão sendo gradualmente revogadas. A lição da experiência Escandinava é que mesmo as uniões de fato do mesmo sexo minam o casamento.

O exemplo Escandinavo também prova que a união gay não é casamento inter-racial em uma nova aparência. A analogia da miscigenação nunca foi convincente. Há abundância de razões para pensar que, em contraste com a raça, a orientação sexual terá profundos efeitos no casamento. Mas, com a Escandinávia, nós estamos bem além do reino de regular especulaçao educativa. As mudanças da união pós-gay na família Escandinava são significantes. Isso não é como a fantasia a respeito dos defeitos de natalidade inter-raciais. Há um sério debate acadêmico a respeito da difusão do padrão nórdico de família. Visto que a união gay é uma parte daquele padrão, necessita ser parte daquele debate.

Conservadores defensores da união gay querem testá-la em uns poucos estados. A implicação é que o experimento deveria ir mal, nós podemos cancelá-lo. Mesmo os efeitos, mesmo em poucos estados norte-americanos, não serão nem contidos nem revogáveis. Levou cerca de 15 anos depois da mudança que golpeou a Suécia para as taxas de natalidade fora do casamento da Dinamarca começarem a se mover dos níveis "Europeu" ao "Nórdico". Levou outros 15 anos (e o advento da união gay) para a taxa de natalidade fora do casamento da Noruega lançar para trás mesmo a da Dinamarca. Pelo tempo nós vemos que os efeitos da união gay na América serão também atrasados para fazer qualquer coisa a respeito. Mesmo nós não precisamos esperar muito tempo. Com efeito, a Escandinávia tem cumprido uma experiência para nós. Os resultados estão aí.

Stanley Kurtz é um pesquisador da Hoover Institution. Seu "Por além da União Gay" apareceu em nossa publicação de 4 de Agosto de 2003...
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