Tuesday, February 05, 2013

A realidade dos crimes inter-raciais na América e Inglaterra


por Pat Buchanan

De acordo com o Índice dos Principais Indicadores Culturais de 1999, Afro-americanos, embora sejam somente 13% de nossa população, são responsáveis por 42% de todos os crimes violentos e mais da metade dos assassinatos nos EUA.  As estatísticas sobre crimes inter-raciais demonstram um padrão até mais chocante de preconceito.

• Em 1987, criminosos brancos escolheram vítimas negras em 3% dos crimes violentos, enquanto criminosos negros escolheram vítimas brancas em 50% do tempo;
• Quando o crime era o estupro, criminosos brancos escolheram negras em 0% de seus ataques, enquanto criminosos negros escolheram brancas em 28% dos ataques.  Dos oitenta e três mil casos de estupro, Wilbanks não pôde encontrar algum em que os estupradores fossem brancos e a vítima fosse negra;
• Criminosos brancos escolheram vítimas negras em 2% de seus roubos; mas criminosos negros escolheram vítimas brancas em 73% de seus roubos;

Dez anos mais tarde, em 1999, o Washington Times publicou os achados de um estudo sobre crime inter-racial pela New Century Foundation, que contava com as estatísticas de 1994 do Departamento de Justiça.  O estudo do NCF apoiava os achados de Wilbanks.

• Negros haviam cometido 90% dos crimes violentos inter-raciais em 1994;
• Como negros eram 12% da população, esses números significavam que eles eram 50 vezes mais propensos que os brancos a cometerem atos de violência inter-racial;
• Negros eram 100 a 250 vezes mais propensos do que brancos a cometerem estupros inter-raciais em gangues e ataques em gangues;
• Mesmo na categoria de "crimes de ódio" – menos de 1% dos crimes inter-raciais -  negros eram duas vezes mais propensos a serem os assaltantes do que a vítima.

O estudo do NCF descobriu que os Asiáticos Americanos são o grupo menos violento, cometendo crimes violentos em somente metade da taxa dos Americanos brancos.

O mesmo aparentemente se sustenta na Inglaterra.  Analisando os números de crimes inter-raciais enterrados no Ministério do Interior em "Estatísticas sobre Raça e o Sistema de Justiça Criminal", o colunista John Woods descobriu que dos crimes "racialmente motivados" em 1995, "143.000 foram cometidos contra minorais, e 238.000 contra brancos".  A conclusão de Woods é que:

Se as minorias étnicas compreendem 6% da população no Reino Unido, e estão produzindo 238.000 ataques por ano, e a população branca, que compreende 94% da população, está produzindo 143.000 ataques raciais por ano, pareceria que, em uma base per capita, as minorias étnicas estão produzindo cerca de 25 vezes mais ataques raciais do que a população branca."

Na comunidade afro-americana, 69% de todos os nascimentos são fora do casamento, dois terços das crianças vivem em lares de pais solteiros, e 28,5% dos garotos podem esperar uma sentença de prisão.  Nas maiores cidades, quatro em 10 negros na idade dos 16 aos 35 estão na cadeia ou na prisão, ou estão em condicional.  As drogas são pandêmicas.  Crianças não aprendem nas escolas.  Crianças conscienciosas são intimidadas e agredidas. Garotas são molestadas e estupradas por gangues embriagadas por drogas e rap.

10 comments:

  1. Anonymous4:59 PM

    A postagem dá uma grande contribuição ao avanço da sociedade. Pinça dados da chefatura de polícia sem se aprofundar nas questões. Talvez devessemos "falar" dos genocídios causados pelos caucasianos num aperto de botão, ou numa canetada dessas que cortam verbas da saúde e da educação. Podemos "falar" do que andamos fazendo na África. O branco é muito educado para disparar uma pistola contra seu semelhante, aliás, na verdade, para uma parcela da branquitude, seus dessemelhantes negros. Nós, os brancos, preferimos enviar uns virúsinhos, umas vacininhas exterminadoras para os negões. Sabe como é: acabar com o mal na raiz. Ninguém, em absoluto, vai preso cometendo este ato purificador, mas as cadeias estão cheias de "negões" que resolveram dar suas caras pra tomar pancada, que se expuseram ao risco de pagar pelos seus atos. Atos que em boa medida são provenientes de vidas vividas no descaso, na desesperança.

    Só tenho a lamentar o que li. São pessoas assim que mantêm a sociedade embrutecida, estupidificada, imbecilizada e em eterno estado beligerante.

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  2. Anonymous5:08 PM

    esse comentário do anonimo só poder ser piada..
    o cara ainda quer discutir um negócio que é fato?agora é culpa dos brancos que negros cometem mais crimes? saiba vc que negros se matavam e se comiam na africa antes de serem levados para outros continentes.. e ainda precisam de cotas sendo que sao maioria no brasil.. é uma piada mesmo

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  3. Anonymous1:08 PM

    Espero que você tenha rido bastante da piada.

    Mas você que leu e criticou não respondeu a minha pergunta. Gostaria de saber o que nós, os branquelas, andamos fazendo na África? Ou você não tem a mínima noção do que lá se passa? Repito qual o pensamento subliminar: atacar o mal na raiz. Mas também quando for a hora certa, atacar amarelos, hindus, paquistaneses, muçulmanos... Nem preciso me referir aos nativos americanos, não é? Ou resta alguma dúvida em ti sobre o verdadeiro plano? Numa coisa podes crer, não sou determinista. Não acho que exista uma raça tocada pela santidade, mas que os branquelas têm muito a expiar, pra mim não resta a menor dúvida.

    A onda do momento é generalizar em cima dos islamitas, colocá-los todos no mesmo saco. Patrocinadores do terror mundial, pois sim! Talvez pra inocente útil que acha, que de fato, são os afegãos que exportam os derivados da papoula pro ocidente. Ok, tá todo mundo doidão neste planeta por conta de colombiano e afegão. Você acredita?

    Não posso deixar passar em branco a parte em que você fala de guerra fratricida. Nada disso é primazia de negros. Brancos sempre foram tão ou mais tribais que os africanos. Pergunte-se em que continente tivemos mais e piores guerras. Fora as que foram exportadas para outros continentes (uma das muitas facetas do corruptor). Os ingleses neste último quesito são campeoníssimos. Lembremo-nos da Guerra do Paraguai e da Guerra do Ópio. A diferença entre nossos olhares, é que você enxerga as coisas comezinhas, rasteiras, mas as grandes sacanagens rolam no macro, não no micro. Enquanto ficamos aqui discutindo violência urbana, os poltrões globalistas não só a alimentam, como nos atingem cotidianamente com as suas diversas crueldades. Eles esperam que fiquemos justamente nisso, numa acusação mútua, cobrando um bigbrother em cada esquina que nos proteja daqueles "negões", daqueles asiáticos, daqueles nordestinos, nos preocupando com o rame-rame da nossa, pra eles, insignificante existência.

    Sobre cotas não vou discutir, até porque entre os negros, existe os que são contra, por entenderem como uma forma de desprestígio à etnía. Mas... Quando este sistema começar de fato a prejudicar nossa etnía, aí sim, começaremos a cobrar qualidade do serviço prestado pelas escolas públicas. Quando, de fato, os filhos dos poderosos perderem seus direitos hereditários nas universidades públicas para os deserdados, aí ouviremos a grita. Aliás, não será uma grita por melhores condições nas escolas, não me iludo, será mais fácil acabar com as cotas, do que investir num ensino de qualidade e as pessoas exigirão que assim seja. Perpetuação do sistema que fez de nossa sociedade a grandeza que é, e justamente por isso passa muitíssimo bem, você não acha? Certamente devemos continuar neste edificante caminho, não é verdade? E o autor do post nos dá a dica furtivamente.

    Talvez devessemos buscar uma outra alternativa para as relações humanas e não nos ampararmos em conceitos e fórmulas atrasadas, retrógradas que nunca funcionaram e nos tornaram estes seres cada dia mais próximos da beira do abismo. Não falo de beijinhos e abraços fraternos, isso é demais para nossa estupidez. Mas, talvez, um pouquinho de respeito e consideração.

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    1. Anonymous9:43 AM

      Vá estudar para passar de ano sem aprovação automática ou entrar numa faculdade sem precisar de uma cota, ai você, quem sabe, conseguirá entender a matéria e os dados apresentados.

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    2. Anonymous12:00 AM

      se você é tão idiota a ponto de precisar de se matar de estudar pra passar de ano, a culpa não é dos outros, mas da sua mãe e do seu pai, que têm péssima genética e te in-ducaram, ao invés de e-ducar. já fiz duas faculdades, 2 cursos técnicos, 2 especializações, um mestrado e um doutorado sem ajuda nenhuma, e quer saber? não me matou, e não foi nada nada difícil. Sou pardo,sou brasileiro, sou vira-lata, descendente de negros, judeus, alemães, indígenas... minha esposa é negra, e tb fez duas faculdades sem nenhum tipo de cota! meu qi é 142, o dela 139. acorda, querido: o burro aqui é você!

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  4. Amigos, a verdade é que os crimes violentos são associados a afro-americanos apesar do fato que a grande maioria dos afro-americanos nunca terem cometido qualquer crime. O estereótipo é correto em que uma grandemente desproporcional fração de crimes violentos sejam cometidos por negros, mas é incorreto em sua associação de crime com negros em geral, e seria incorreto se fosse explicada a diferença em comportamento criminal em termos hereditários.

    Portanto, o estereótipo associando crime com afro-americanos é correto em que a taxa de crime para afro-americanos seja maior do que para não-negros, mas é injusta quando aplicada à vasta maioria de negros que nunca cometem crimes.

    É possível entender nesses termos?

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  5. Anonymous5:54 PM

    Crime não está associado à um grupo étnico específico.Mas consta-se em estatísticas que geralmente os negros cometam mais crimes que os brancos,e,principalmente crimes sexuais.Hehehehehehe.

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  6. são mais violentos, faladores,avacalhadores, eles deveriam começa a muda, é aquela onda de ser sentir vitima querer ser o injustiçado.

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  7. as musicas, são mais agressivas, mais vulgares e incentivam a violência, Rap e Funk.

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  8. olha aqui a ironia, o Haiti massacrou a população branca de seu país aniquilou, perturbou a Republica dominicana, tentou extermina os brancos de lá e olha como vivem, querem ate unifica o país.Onde tem caucasianos administrando a vida é melhor.

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