Wednesday, July 02, 2014

Os Judeus que não são Khazares

Editado de Rev. Ted Pike
10 de Fev 14

Os Judeus são uma raça ou uma religião?

O Antigo Testamento revela três meios de se tornar um "Hebreu" ou "Judeu" de acordo com o critério físico: um era nascer como tal, talvez herdando mais genes gentios do que abraâmicos.  Os dois filhos de José, Manassés e Efraim, tiveram uma mãe Egípcia.  O filho de Moisés nasceu de sua esposa Medianita, e Moisés casou-se posteriormente com uma negra da Etiópia. (Números 12, 1)  O segunda era para Gentios (tais como Rute, a Moabita e Urias, o Hitita) converter-se à fé no Deus de Israel.  Isso conferiu-lhes, embora prosélitos, a criarem filhos "Hebreus".  Uma terceira forma era ser arrastado pelo pool genético de Israel, como ocorreu como 32 mil Medianitas virgens como despojos de guerra.  (Números 31)  Sem registro de uma experiência de conversão, elas também eram designadas a criar membros dos "filhos de Israel" através do casamento.  A mistura gentia de hoje, se é um problema em definir Judaísmo ou Judeu, não é um que seja acumulado como um resultado de assimilação Judaica pelos últimos 2 mil anos.  Em lugar, tal miscigenação racial estava em força total 3500 anos atrás.

Por qual motivo insuficientes genes abraâmicos nos tempos do Antigo Testamento não desqualifica os prosélitos Judeus de serem considerados dignos de contribuir com a genética Hebraica?  Porque o propósito completo dos Hebreus não era favorecer valores de pureza racial, que sempre tendem ao racismo fanático.  Em lugar, era o de promover os valores espirituais, a pureza espiritual de todos os homens através da fé, não da raça.  Deus tinha que insistir que os Hebreus não casassem com os Canaanitas para evitar a contaminação espiritual pela idolatria Canaanita.  Por outro lado, Ele convidou os Gentios ao aprisco espiritual de Israel.  Ele fez isso para significar que algum dia, através do sangue de Cristo no Calvário, toda humanidade poderia gozar a redenção que os Judeus criaram trazendo-a ao mundo através de Jesus, Seu Messias.

São os Judeus então uma raça ou uma religião?  Eles não são nada separadamente.  Em seus prolegômenos do Antigo Testamento, eles eram como uma família religiosa, desejando aceitar observadores como membros na medida em que aceitassem os "valores de família" do Judaísmo de obediência a Deus.  Depois de tudo, o propósito completo da criação de Cristo de sua potencialmente família justa era que pudessem apressar, depois de Sua vinda à Terra, a inclusão de todos os povos que confiam e O obedecem no seio da família de Deus.

Todavia, quando essa uma vez justa família se tornou tão má que crucificou o Cabeça de sua família, Jesus, ele se tornou uma "geração má e perversa", uma família má composta daqueles que "se dizem Judeus mas não são" (Ap. 3, 9).  Essa família má consiste hoje de Judeus liberais e Talmúdicos unidos pelo ódio a Jesus.  Seu objetivo final é a dominação carnal das nações.  Coletivamente, eles não mais servem aos objetivos justos de seu ancestral Abraão, mas de Satã, pois eles são a "família" de Satã e sua igreja nesse mundo, ou, como Jesus os descreveu, a "sinagoga de Satã." (Ap. 3, 9)  Da mesma forma que a família racial Hebraica uma vez saudou os Gentios de boa intenção a contribuírem com sua linha religiosa, conduzindo a Cristo, assim, em sua condição apóstata, eles saudaram cerca de 1 milhão de Khazares.  Assim, parafraseando Jesus, emissários farisaicos fora da Babilônia no século VIII DC "circundaram o mar e a terra" para fazer uma enorme nação de prosélitos, de forma que os Khazares pudessem se tornar "um filho do inferno duas vezes pior que vós mesmos." (Mat. 23, 15)

Como resultado, os Khazares, (ou Gentios, tais como Madonna) ainda podem se tornar falsos Judeus seguindo aqueles que crucificaram Jesus, os Fariseus, e vivendo pelo menos numa simbólica observância de sua anti-Bíblia, o Talmud.  Carente de genuína ancestralidade, um prosélito Khazar, ou um Sefardita/oriental não-Khazar, ou mesmo um Judeu Etíope Falasha com a maior transparência (ou mesmo ligações inexistentes com ancestralidade Judaica) podem ser aceitos via conversão à "família do crime" anticristã que Jesus julgará durante a Grande Tribulação.  Incrivelmente, porém, as profecias da Escritura de que um punhado dessa família mosaicamente amaldiçoada encontrará o perdão.  Eles participarão com seu anteriormente rejeitado Messias como sacerdotes, servindo e louvando-O.

Dr. Elhaik pode estar correto em sua afirmação que os Judeus de todos os ramos estão bastante diluídos para serem definidos geneticamente como raça.  Eles dificilmente poderiam.  Essa foi uma família da humanidade que, algo um dia, ajudou a tornar possível a encarnação de Jesus Cristo – a maior benção inimaginável.  Agora, a comunidade liberal Judaica contribui massivamente com a corrupção das nações, com sua agenda pró-homossexual, pró-aborto e pró-leis de ódio, bem como no controle do Congresso, finanças internacionais e grande mídia.  Mas, através da misericórdia do Redentor de todos nós, aqueles que um dia gritaram "Crucifiquem-no! Crucifiquem-no!" se tornarão novamente uma fonte de bençãos para o mundo, como foi seu pai Abraão.

Notas finais:

* É altamente provável que, desde que ocorreu a conversão dos Khazares durante o tempo do maior poder material e religioso Judaico na Babilônia, o Sinédrio Babilônico pôde ter investido muito pesadamente em educação religiosa dos Khazares.  Há uma alta probabilidade que eles enviaram muitos professores, principalmente sacerdotes, descendentes da tribo Levítica "Kohanim" para educar talvez um milhão de Khazares.  Esses adoradores fálicos certamente não podiam ter feito de si adentes seguidores do Judaísmo que vieram a se tornar.  Pode ser que um grande número de Judeus desde os séculos VIII até XIII, migrando desde Bizâncio até o Ocidente e desde a Mesopotâmia até o Sul, contribuiu para hibridizar os genes Semíticos com aqueles dos Khazares Hunos e Turcos.  Certamente, a Khazaria, uma nação muito rica e ponderosa, dominando e recebendo tributes de 30 nações da Eurásia Central, não teria sido negligenciada pelas autoridades Judaicas na Babilônia como uma tremenda fonte de dízimos e oferendas.  Acrescente os fatos que as mulheres Khazarianas eram cobiçadas pela nobreza Bizantina pela sua beleza, bem como indubitável prestígio entre os Khazarianos, casando-se com filhas de respeitáveis e intelectuais Judeus genuínos.  Assim, a alegada presença dos genes Kohanim do Oriente Médio nos Ashkenazim de hoje pode ter sua origem num muito mais extensive programa de mistura de raça Judaico/Khazar do que foi pensado.

O que é fato é que a Khazaria converteu-se ao Judaísmo em massa.  Pode ter requerido um esforço de grande escala pelos homens Kohanim para efetuar e preserva a nova religião por mais de 4 séculos, terminando com a migração ampla dos Khazares para a Polônia no século XIII.

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