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Monday, August 07, 2017

O que são raças?

por Jan Klein e Naoyuki Takahata

A população humana é divida em raças? A resposta depende do entendimento particular desse termo e as pessoas que falam de raças deveriam, portanto, primeiro especificar o que exatamente a palavra quer significar para si.  A divisão original da espécie humana em raças foi baseada em diferenças visíveis e evidentes entre indivíduos.  Viajantes europeus na África notaram que o povo desse continente tendia a ter pele marrom escura ou negra, cabelo negro enrolado, um nariz largo e lábios grossos.  Similarmente, exploradores que retornaram da Ásia  Central e Oriental reportaram que os habitantes dessa parte do mundo tinham pele amarelada, cabelo áspero e um invólucro de pele estendendo-se desde as pálpebras através do canto interior do olho (uma característica chamada o invólucro epicântico).  Essas características contrastavam com aquelas dos Europeus, que tendiam a ter pele clara, cabelo claro, seja liso ou ondulado, olhos azuis, nariz estreito e lábios bastante finos.  Esses três tipos vieram a ser chamados de raças negróides, mongolóides e caucasóides, mas nós haveremos que referir-lhes como Africanos, Asiáticos e Europeus, respectivamente.  Posteriormente, a lista de raças foi estendida para incluir pessoas de outros continentes, subcontinentes e grupos de ilhas, especificamente Índios Americanos, Australianos, Índios e Oceânicos (Melanésios, Micronésios, Polinésios).  Estudo mais apertado, porém, revelou uma considerável variação entre as maiores raças nos caracteres utilizados inicialmente para sua delineação.  Assim, por exemplo, 36 tons de pigmentação de pele foram descritos, abrangendo desde negro da cor do azeviche até quase branco.  Usando essas bem como outras características, raças adicionais – mais de uma centena – foram descritas e antropólogos não foram capazes de concordar sobre o mais apropriado sistema de classificação, nem sobre quão detalhada a subdivisão deveria ser.

Conforme o número de raças crescia, crescia também o ceticismo.  O grande número de raças, a existência de intermediários, e o agrupamento hierárquico de grupos de indivíduos sugeridos por alguns antropólogos que as características sobre as quais a classificação era baseada variavam continuamente e, conseguintemente, qualquer divisão em grupos discretos era arbitrária e sem significância biológica.  Parecia que quais fossem dois grupos delineados por um ou mais características físicas pudesse ser vinculada por uma série de características intermediárias, fornecendo uma transição estável e sem interrupção de um grupo para o outro.  A linha contínua parecia alcançar desde unidades familiares até o fim da população global.  Demais a mais, a classificação baseada em uma característica visível freqüentemente não é compatível com aquela baseada em outras características.  A partir de todas essas observações, alguns antropólogos concluíram que era um exercício de futilidade classificar humanos em raças e que seria melhor abandonar o inteiro conceito de raça humana.  Essa conclusão também apareceu confirmada pelo mau uso e abuso do conceito em alguns países para o propósito de discriminação, opressão e mesmo genocídio.

O propósito de livrar-se do conceito de raça no geral é atualmente somente um extremo em um âmbito de visões.   Não é certamente compartilhada por todos os antropólogos e é de nenhuma forma a opinião da maioria do público de forma geralParece ser uma conclusão atingida mais sobre a base dos credos políticos e filosóficos do que sobre argumentos científicosDe modo correspondente, antropólogos que realmente sustentam essa opinião freqüentemente tentam berrar para seus oponentes em vez de convencê-los através da apresentação de fatos.  Seu método favorecido de argumentação é rotular qualquer um que discorda com eles de racistas.  O público, porém, parece não se impressionar com sua retórica.  Ele recusa acreditar que as diferenças que vêem são uma mera invenção de suas imaginações.  Uma pessoa leiga pode contar com um alto grau de precisão bastando apenas por vislumbrar seus traços de rosto...

Exceto para alguns antropólogos, todos parecem ser capazes de distinguir as pessoas de diferentes partes do mundo em um olhar para sua aparência externa.  Isso, aparentemente, é também a visão de alguns administradores do governo em países com programas desenhados para combater a discriminação racial.

Obviamente, há uma lacuna de credibilidade sobre esse assunto entre alguns antropólogos de um lado e o público, assim como o governo de alguns países sobre outros.

Uma forma de esclarecer os argumentos entre antropólogos e reconciliá-los com o público poderia ser afastar-se dos caracteres físicos e do foco nos genes.  

Monday, June 06, 2016

Raças são uma construção social?



Recentemente tornou-se moda alegar que a afiliação étnica é meramente uma construção social.  Tão popular quanto parece tal noção, porém, não está de acordo com a ciência.  A herança étnica efetua bastantes traços anatômicos e cognitivos.  Afiliação étnica é muito mais que a cor da pele.

QUATRO FATOS

São cinco as seguintes razões para acreditar que afiliação étnica esteja inscrita em nosso DNA:

(1) Testes de DNA de perícia forense podem predizer uma raça de uma pessoa com 100% de precisão.  Os testadores nunca vêem nem falam às pessoas que identificam.  Além do mais, testes de DNA predizem com 99% de precisão a diferença entre o povo chinês e japonês. [1] Genes não mentem.  Raça é real.

(2) Mulheres de diferentes raças têm períodos de gestação diferentes. [2] Mulheres caucasianas carregam seus filhos uma semana mais tarde que asiáticos e afro-étnicos.

(3) Médicos reconhecem maiores diferenças médicas entre as raças.  Anemia de célula falciforme não afeta povos de descendência européia, [3] e o FDA certifica certas medicações para o coração somente para afro-étnicos. [4]

(4) As raças diferem em sua habilidade atlética.

Toda corrida de 100 metros rasos desde 1968 foi vencida por um atleta afro-étnico. [5] Quase todo recorde de levantamento de peso foi obtido por um homem euro-étnico.  Nado e ginástica são dominados pelos Eurasianos. [5]

Eurasianos são mais fortes e têm melhor controle muscular, enquanto Subsarianos são mais rápidos.  Essas diferenças são causadas pelas disparidades em movimentação lenta e rápida das fibras musculares.

TODOS SOMOS IGUAIS

Um argumento comum feito para desacreditar a idéia da raça é que as raças lentamente se misturaram noutra na medida em que se movimentaram pelo globo.  Por exemplo, pessoas que vivem nas estepes asiáticas mostram traços tanto Caucasianos quanto Orientais.

Os problemas com esse argumento é que a mesma coisa poderia ser dita das cores, climas e água.

Quando se olha para o arco-íris as cores individuais do espectro parecem distintas, mas cada cor vaza na adjacente formando um gradual movimento.  De acordo com os teóricos da “construção social”, cor não deve existir.

A tundra do norte é congelante e árida, a floresta amazônica é quente e úmida, mas entre esses dois extremos encontra-se um longo movimento gradual em que o frio lentamente funde-se com o calor.  Existem diferentes climas?

Na foz de um rio há transições da água do oceano salino para água potável.  Não há limite claro em que uma se torna a outra.  Água fresca e salgada existe?

Etnias misturadas não desacreditam a existência de distintas categorias raciais.  Pelo contrário, elas a confirmam.

SENSO COMUM

A razão pela qual raça seja um conceito persistente é que nossos sentidos naturais percebem a natureza orgânica dele.

Raça aparece naturalmente.  Dois pais euro-americanos não podem dar à luz a uma criança afro-americana.  Dois pais ameríndios não podem dar à luz a um aborígene australiano.  Dois pais escandinavos não podem dar à luz a um afro-étnico.

Humanos sabem naturalmente que raça é um fenômeno real controlado pelas leis imutáveis da natureza.  “Gosto produz gosto”.  Cristãos, especialmente, deveriam entender que organismos reproduzem-se a partir de seus próprios tipos.

Além disso, se a etnia não é nada mais que uma construção social como os humanos se identificam tão facilmente? O cérebro humano identifica a etnia de uma pessoa em alguns segundos ao vê-la.  Até pessoas cegas categorizam as pessoas de acordo com a ancestralidade racial baseadas na voz e na textura capilar. [6]

Michael Jackson submeteu-se a um desconhecido número de cirurgias plásticas, branqueamentos de pele e transplantes de cabelo para assemelhar-se a um euro-americano.  Por que tanto esforço para imitar um membro de outro grupo étnico se raça é somente uma construção social?

“COMPARTILHAMOS A MAIORIA DE NOSSO DNA”

Numa tentativa de desacreditar a existência de raça muitos apontaram que a diversidade genética no interior de uma raça é maior do que diversidade entre as raças.  Por exemplo, 85% das diferenças genéticas no interior da espécie humana ocorre numa raça, e somente 15% das diferenças não cruzam limites raciais.

O problema com esse argumento é que seus defensores estão somente brincando com números.  Humanos e bananas compartilham 50% de nosso DNA. [7] Humanos e Chimpanzés compartilham 98% de nosso DNA.  Humanos e ratos compartilham 97,5% de nosso DNA. [8]

Obviamente, os 2,5% de DNA que diferenciam ratos e humanos criam monumentais diferenças.  Somente por causa do DNA que todos os humanos compartilham em comum seja mais elevado que o DNA que compartilhamos em comum, não significa que raça não exista, nem que ratos e humanos sejam da mesma espécie.

CONCLUSÃO

O conceito que raça não é nada mais que uma construção social é parte de um movimento Americano mais amplo fora da realidade.  Os mesmos que alegam que raça é uma construção social estão dizendo as mesmas coisas a respeito de gênero e sexualidade.

Se tudo é uma construção social, então nada tem poder restritivo, e humanos podem fazer o que avaliem seja correto aos seus olhos.  Raça não é uma construção social, é uma construção de Deus.

NOTAS

[1] Taylor, Jared. “The Biological Reality of Race.” American Renaissance. March, 2014. Acesso em 06 de Maio de 2016. http://www.amren.com/news/2014/03/the-biological-reality-of-race

[2] Patel, Roshni and Philip Steer and Pat Doyle and Mark Little and Paul Elliot. “Does gestation vary by ethnic group? A London-based study of over 122,000 pregnancies with spontaneous onset of labour.” May, 2003. Acesso em 06 de Maio de 2016. http://ije.oxfordjournals.org/content/33/1/107.full

EXCERTO: “A idade média gestacional do parto era 39 semanas em negros e asiáticos e 40 semanas em brancos europeus.”

[3] Noronha, PA and GR Honig. “Sickle cell anemia in two White American children: essential laboratory criteria for diagnosis.” February, 1978. Acesso em 06 de Maio de 2016. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/440814

EXCERTO: “A partir de uma análise da literatura, esses pacientes parecem ser os únicos americanos brancos com anemia de célula falciforme cujo diagnóstico foi inequivocamente estabelecido.”

[4] Stein, Rob. “FDA Approves Controversial Heart Medication for Blacks.” The Washington Post. June, 2005. Acesso em 06 de Maio de 2016. http://www.washingtonpost.com/wpdyn/content/article/2005/06/23/AR2005062301762.html

[5] Rowan, Karen. “Scientists Theorize Why Black Athletes Run Fastest.” Live Science. July, 2010. Acesso em 06 de Maio de 2016. http://www.livescience.com/10716-scientists-theorize-black-athletes-run-fastest.html

EXCERTO: “Vinte e oito dos últimos 38 detentores de recordes mundiais nos 100 metros rasos masculinos foram atletas negros, e pesquisadores das suas universidades pensam que sabem o porquê.  Um novo estudo por pesquisadores da Universidade Howard, uma historicamente universidade negra em Washington D.C., e Universidade Duke na Carolina do Norte sugere o motivo pelo qual os atletas negros podem superar em desempenho atletas de outras raças em eventos de corrida.  Diferenças físicas no comprimento dos membros e a estrutura do corpo significa que o centro de gravidade tende a ser mais elevado nos corpos dos negros, dizem os pesquisadores.  Desde 1968, os detentores de recordes mundiais nos 100 metros rasos masculinos foram atletas negros.”

EXCERTO: “Em contraste, brancos tendem a ter a vantagem na natação onde um torso maior permite velocidades mais rápidas.”

[6] Chow, Kat. “Studying How The Blind Perceive Race.” National Public Radio (NPR). September, 2013. Acesso em 06 de Maio de 2016. http://www.npr.org/sections/codeswitch/2013/09/29/226833165/studying-how-the-blind-perceive-race

[7] Pietras, Emma. “Humans share 50% DNA with bananas: The fascinating facts about the scientific world around us.” Mirror. July, 2015. Acesso em 06 de Maio de 2016. http://www.mirror.co.uk/news/weird-news/humans-share-50-dna-bananas-2482139

[8] Coghlan, Andy. “Just 2.5% of DNA turns mice into men.” New Scientist. May, 2002. Acesso em 06 de Maio de 2016. https://www.newscientist.com/article/dn2352-just-2-5-of-dna-turns-mice-into-men/#.U3ozvLdOXcs

Saturday, September 06, 2014

Médicos Israelenses roubam órgãos de cadáveres palestinos

As autoridades do regime israelense não somente maltratam e torturam os presos palestinos, como também nas prisões levam a cabo experimentos médicos ilegais contra eles, como revelado nesta quarta-feira pelo diário da Jordânia, Alarab Alyawm.

Segundo a fonte, na semana passada, um jovem da Jordânia, identificado como Wael Salim, perdeu a vida numa das prisões israelenses.  Quando seu cadáver foi trasladado para seu país, a fiscalização de Aman, capital, ordenou que fosse submetido a exames de um médico forense para esclarecer as causas de sua morte.

Os resultados do médico forense mostram que algumas partes do cadáver do falecido desapareceram, como sua língua e laringe.  Ademais, algumas de sus costelas estavam quebradas e tecidos de seu coração haviam sido extraídos pelos israelenses, foi acrescentado.

Também agregaram que, anualmente, se levam a cabo uma centena de experimentos com prisioneiros árabes e palestinos. O regime israelense realiza tais intervenções sem consultar os detentos, no que foi considerado como um sério delito e uma violação flagrante da lei humanitária internacional, dado que muitos destes atos desumanos provocam a deterioração da saúde dos reclusos.

Anteriormente, as mídias palestinas anunciaram que ao menos 22 presos palestinos, em cartas dirigidas por separado a suas famílias, asseguraram que o citado regime lhes utiliza como ratos de laboratório para fazer experimentos, e depois não lhes oferece serviços médicos.

Cabe recordar que a antropóloga israelense, Meira Weiss, revelou anteriormente os roubos massivos de órgãos de cadáveres palestinos, que logo são utilizados para fins educativos ou transplantes para pacientes israelenses.

Em um novo livro, Weiss afirmou que visitou o instituto forense de Abu Kabir, um laboratório israelense de investigação forense situado no bairro de Abu Kabir em Tel Aviv, entre os anos de 1996 e 2002. Nesse período investigou o que se fazia com os corpos sem vida de alguns dos soldados israelenses e palestinos dos territórios ocupados.

Weiss descobriu que os empregados do instituto separavam os corpos dos judeus e dos palestinos e, depois, extraíam órgãos dos cadáveres palestinos a pedido do exército israelense.

Por último, asseverou que os órgãos dos palestinos eram transplantados em pacientes israelenses ou se utilizavam com fins  educativos em escolas de medicina.

Monday, January 07, 2013

A televisão está nos convertendo em zumbis

por Wes Moore

(resumido por henrymakow.com)

A televisão é um narcótico que causa dependência, e um dos mais potentes dispositivos de controle mental já produzidos.  E eu não estou me baseando somente em intuição.  Eu tenho evidência neurológica para prová-lo.

Qualquer comportamento que conduz a uma experiência prazerosa será repetida, especialmente se aquele comportamento requer pouco esforço.  Psicólogos chamam esse padrão de “reforço positivo”.  Isso é o que nós queremos dizer, tecnicamente falando, por vício.  Nesse sentido, a televisão certamente ajusta-se à categoria de um agente que causa dependência.

Quando você liga a TV, a atividade do cérebro transfere-se do hemisfério da esquerda para a direita.  Em verdade, experimentos conduzidos pelo pesquisador Herbert Krugman demonstraram que enquanto espectadores estão vendo televisão, o hemisfério direito está duas vezes mais ativo que o esquerdo, uma anomalia neurológica. [1]

O cruzamento da esquerda para a direita libera uma tempestade de narcóticos naturais do corpo: endorfinas e beta-endorfinas. A endorfina é estruturalmente idêntica ao ópio e seus derivados (morfina, codeína, heroína etc.).

Atividades que liberam endorfinas (também chamadas peptídeos opióides) são freqüentemente formadores de hábito (nós raramente dizemos que causam dependência).  Estes incluem estalar os dedos, exercícios tenazes e orgasmo.  Narcóticos externos agem nos mesmos locais receptores (receptores opióides) como endorfinas, de forma que há pouca diferença entre os dois.

Realmente, até espectadores casuais de televisão experimentam tais sintomas de recuo de entorpecimento se eles param de ver TV por um período prolongado de tempo.  Um artigo da Província Herald, no Leste da África do Sul (Outubro de 1975), descreveu dois experimentos em que foi pedido que pessoas de vários segmentos sócio-econômicos parassem de ver televisão.  Em um experimento várias famílias se voluntariaram a desligarem suas TVs por apenas um mês.

As famílias mais pobres cederam em uma semana, e as outras sofreram de depressão, dizendo que se sentiam como se tivessem "perdido um amigo". No outro experimento, 182 alemães ocidentais concordaram em dar um pontapé no seu hábito de ver televisão por um ano, em troca de um acrescido bônus de pagamento. Ninguém pôde resistir ao desejo por mais do que seis meses, e ao longo do tempo todos os participantes demonstraram os sintomas de recuo do narcótico: aumento da ansiedade, frustração e depressão.

O VÍCIO À TV

Os sinais do vício estão ao nosso redor.  O Americano médio assiste mais de quatro horas de televisão todos os dias, e 49% destes continuam a assistir apesar de admitirem fazê-lo excessivamente.  Esses são os indicadores clássicos de um viciado em contradição: viciados sabem que eles estão fazendo o mal para si, mas continuam a usar a droga sem dar a devida atenção.

O aparelho de televisão funciona como um sistema de entrega de droga de alta tecnologia, e nós todos sentimos seus efeitos. A questão é, pode um vício à televisão ser destrutivo?  A resposta que nós recebemos da ciência moderna é um retumbante “Sim!"

Primeiro de tudo, quando você está assistindo televisão, as regiões mais elevadas do cérebro (como o cérebro intermediário e o novo córtex) são desligados, e as principais atividades transferem-se para as regiões mais baixas do cérebro (como o sistema límbico). Os processos neurológicos que tomam lugar nessas regiões não podem exatamente ser chamados de "cognitivos".

Os menores cérebros ou o cérebro do réptil simplesmente permanece equilibrado para reagir ao ambiente usando programas profundamente entalhados de resposta "combater ou fugir". Demais a mais, essas regiões mais baixas do cérebro não podem distinguir a realidade de imagens fabricadas (um trabalho desenvolvido pelo novo córtex), assim eles reagem ao conteúdo da televisão muito embora ele seja real, liberando hormônios apropriados e assim em diante. Estudos têm provado que, ao longo prazo, demasiada atividade no cérebro mais baixo conduz à atrofia nas regiões mais altas.

É interessante registrar que o cérebro baixo/límbico/do réptil correlaciona-se ao circuito de bio-sobrevivência do Modelo dos 8 Circuitos de Consciência Leary/Wilson.

Esse é o nosso principal circuito, a "presença" básica que nós normalmente associamos com a consciência.  Esse é o circuito onde nós recebemos nossa primeira impressão neurológica (a impressão oral), que nos condiciona a avançar rumo a qualquer coisa quente, prazerosa e/ou protetiva no ambiente.  O circuito de bio-sobrevivência é nosso mais infantil, nosso meio mais primário de lidar com a realidade.

EFEITO DO CONTROLE DO CÉREBRO DIREITO

A pesquisa da Herbert Krugman provou que assistir televisão paralisa o cérebro esquerdo e deixa o cérebro direito executar todas as responsabilidades cognitivas.  Isso tem algumas implicações assustadoras para os efeitos da televisão no desenvolvimento e saúde do cérebro. Para uns, o hemisfério esquerdo é a região crítica para organizar, analisar e julgar dados entrantes.  O cérebro direito lida de forma não crítica com dados entrantes, e ele não decifra ou divide a informação em suas partes componentes.

O cérebro direito processa informação em conjuntos, levando a respostas mais emocionais do que intelectuais.  Nós não podemos racionalmente ocupar-se com o conteúdo apresentado na televisão porque essa parte de nosso cérebro não está em funcionamento.  É, portanto, sem surpresa que as pessoas raramente compreendem o que vêem na televisão, como foi demonstrado por um estudo conduzido pelo pesquisador Jacob Jacoby. Jacoby descobriu que, dentre 2.700 pessoas testadas, 90% entenderam mal o que observavam na televisão somente cinco minutos antes.  Por enquanto não há explicação por qual motivo nos transferimos para o cérebro direito enquanto assistimos televisão, mas sabemos que esse fenômeno é imune ao conteúdo.

Para um cérebro compreender e comunicar significado complexo, ele deve estar em um estado de "desequilíbrio caótico".  Isso significa que deve haver um fluxo dinâmico de comunicação entre todas as regiões do cérebro, que facilitam a compreensão dos níveis mais elevados de ordem (quebrando limiares conceituais), e levando à formação de idéias complexas.  Altos níveis de atividade cerebral caótica estão presentes durante tarefas desafiadoras como leitura, escrita e equações matemáticas em sua cabeça.  Elas não estão presentes enquanto você vê TV.

PERIGOSO À AUTO-ESTIMA; MANTÉM O STATUS QUO

Em acréscimo a seus efeitos neurológicos devastadores, a televisão pode ser danosa para seu sentido de valor próprio, sua percepção do ambiente, e sua saúde física.  Pesquisas recentes têm demonstrado que 75% das mulheres americanas pensam que estão acima do peso, provavelmente como resultado de assistir cronicamente atrizes e modelos magras quatro horas por dia.

A televisão tem também semeado uma "cultura do medo" nos EUA afora, com seu foco no sensacionalismo amigável do cérebro límbico de programação violenta.  Estudos têm demonstrado que as pessoas de todas as gerações grandemente superestimam a ameaça de violência na vida real.  Isso não é sem surpresa, porque seus cérebros não podem discernir realidade de ficção enquanto assistem TV.

Televisão é ruim para seu corpo também.  Obesidade, privação do sono e desenvolvimento sensorial atrofiado são todos comuns entre viciados em televisão.

Todas as outras drogas aparentemente colocam-se como uma ameaça à ordem social estabelecida.  A televisão, porém, é uma droga que é realmente essencial para manter a infra-estrutura social.  Por quê?  Porque ela lava o cérebro dos consumidores para gastarem dinheiro no vazio escancarado de suas vidas cheias de terror e sem significado. E por lavagem do cérebro, eu quero dizer que elas foram hipnotizadas usando muitas técnicas sutis e estabelecidas que, quando combinadas com os efeitos naturais da televisão nas ondas do cérebro, contribuem para os mais ambiciosos ardis de engenharia psicológica já confeccionados.

O psicofisiologista Thomas Mulholland descobriu que após apenas 30 segundos vendo televisão, o cérebro começa a produzir ondas alfa, que indicam taxas de atividade letárgicas (quase comatosas). Ondas cerebrais alfa são associadas com desconcentrados e excessivos estados receptivos de consciência. Uma alta freqüência de ondas alfa não ocorre normalmente quando os olhos estão abertos.  Em verdade, a pesquisa de Mulholland indica que assistir televisão é neurologicamente análogo a encarar uma parede branca.

Eu deveria registrar que o objetivo dos hipnotizadores é induzir estados de lentas ondas cerebrais.  Ondas alfa estão presentes durante o estado de "luz hipnótica" utilizado por hipno-terapeutas para terapia de sugestão.

Quando a pesquisa de Mulholland foi publicada, ela impactou grandemente em marketing e propaganda.  Percebendo que os espectadores automaticamente entram em um estado de transe enquanto vêem televisão, os marketeiros começaram a esboçar comerciais que produzem estados de inconsciência emocional ou humor com o espectador.

O alvo de comerciais não é apelar para a mente racional ou consciente (que usualmente descarta anúncios), mas de preferência implantar atmosferas que o consumidor associará com o produto quando ele é encontrado na vida real.  Quando nós vemos exposições de produtos em uma loja, por exemplo, aquelas emoções positivas são despertadas.  Aprovações de atletas amados e outras celebridades evocam as mesmas associações. Se você já duvidou do poder dos anúncios de televisão, carreguem isso em mente: comerciais funcionam melhor se você não está lhes dando atenção!

Um dispositivo de controle mental que causa dependência . . . o que mais poderia um governo ou uma corporação lucrativa pedir? Mas a coisa realmente triste a respeito da televisão é que ela converte a pessoa num zumbi, ninguém é imune.  Não há nenhuma ordem mais elevada de seres super-inteligentes e nefandos por trás disso.  É o produto de nosso completo desejo humano de modificar nosso estado de consciência e escapar das durezas da realidade.

Eu gostaria de anunciar uma campanha para os meus.  Na próxima semana, nós celebraremos o que eu gosto de chamar de Semana para se livrar da TV.  Eu encorajo a todos vocês venderem suas televisões, e usarem o dinheiro para comprarem alguns livros.

Nós estamos vivendo no Admirável Mundo Novo, somente isso não é tão admirável, ou menos novo.  Em verdade, está parecendo mais e mais com a Idade das Trevas, com massas de zumbis do neolítico obedecendo a autoridade da nova casta sacerdotal: Regis Philbin e Jerry Springer.

Notas:

[1] Krugman, Herbert E. "Brain wave Measures of Media Involvement," Journal of Advertising Research 11.1 (1971): 3-9. Krugman posteriomente se tornou gerente de pesquisa de opinião pública na General Electric.

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Esse artigo é do Vol. 2, Issue No. 2 pages 59-66
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Saturday, September 22, 2012

O coração satânico do liberalismo




Satanismo define o homem por desejos carnais ao invés dos espirituais, “liberando” o primeiro e esmagando os últimos.  A “Fábula das Abelhas” de Mandeville demonstra que o liberalismo é originado no dogma satanista

O liberalismo é parte da dialética cabalista com o comunismo:

Nesse artigo, nós exploramos o credo cabalista da origem da Escola Austríaca de Economia e o liberalismo: satanismo.
O herói obscuro do Liberalismo: Bernard de Mandeville

Nascido em Rotterdam, em 1670, Bernard de Mandeville foi para a Inglaterra no rastro da acessão de Guilherme de Orange ao trono.  Um médico de profissão, Mandeville se tornou mais conhecido como um escritor satírico.  Mais importante de tudo, Mandeville foi também um satanista ligado aos clubes do inferno da Inglaterra do século XVIII.

Embora o nome de Mandeville tenha sido removido do discurso econômico predominante, muitos pensadores do livre-mercado dispensam inflamados elogios em suas observações.

Em uma palestra proferida na Academia Britânica em 1966 [1], Friedrich Von Hayek enalteceu Mandeville como um “gênio” e “grande psicólogo” cujas teorias anteciparam aquelas de David Hume, Adam Smith e Charles Darwin, e louvou seu poema A Fábula das Abelhas como um trabalho “fora do comum”.

De acordo com Hayek, as idéias de Mandeville “retornaram à teoria econômica” através do trabalho de Carl Menger, o fundador da Escola Austríaca pelo caminho do historiador alemão do século XIX, Friedrich von Savigny.

Ludwig Von Mises também prestou tributo a Mandeville em seu Teoria e História, observando que:

Ele [Mandeville] apontou que o egoísmo e o desejo por bem-estar material, comumente estigmatizados como vícios, são em verdade os incentivos cuja operação contribui para o bem-estar, prosperidade e civilização”.

Até mesmo John Maynard Keynes, certamente um não-partidário da Escola Austríaca, reconheceu Mandeville como um de seus principais precursores na Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda.

Atualmente, o economista da Escola Austríaca Gary North introduz A Fábula das Abelhas em seu website como “o mais importante poema nos últimos 300 anos”.

Mas o que há de tão especial a respeito da Fábula das Abelhas que esse bastante obscuro poema, e seu autor, pudessem ter inspirado tais elogios de Hayek, Mises e Keynes?

O bem provém do mal, e outras perversões

A Fábula das Abelhas de Mandeville foi publicada em 1705, mas foi retrabalhado e suplementado com abundantes comentários pelos 25 anos seguintes.

Em seus escritos, Mandeville argumenta que a liberdade representa o propósito desinibido do homem de seus instintos materiais e carnais mais básicos.  Ao invés de ser mau, o egoísmo e a licenciosidade conduz à prosperidade.

De acordo com Mandeville, “o mal é o grande princípio que nos faz criaturas sociais, a base sólida, a vida e apoio de todo negócio e emprego sem exceção”.

Influenciado por Mandeville, Adam Smith chegou à conclusão que egoísmo é o pilar de uma sociedade próspera.  Hayek e Mises chegaram ainda mais.  Eles criticaram o altruísmo e a solidariedade como obstáculos ao sucesso econômico de uma sociedade.

Obviamente, Smith está correto em identificar o valor agregado trazido pela divisão do trabalho e aponta que os produtores e vendedores são primariamente motivados por egoísmo.  Mas isso não significa que o egoísmo deveria ser o princípio fundamental da civilização.  Isso é simplesmente mau e a antítese do que versa a civilização.

Mandeville também alegou que uma riqueza da nação era estabelecida na manutenção de uma classe baixa de trabalhadores miseravelmente educados.

O “direito a permitir que seu filho morra”

Num gesto louvável, o anarco-capitalista Murray Rothbard distanciou-se da ideologia de Mandeville. [2]  Porém, o mesmo Rothbard defendeu que os pais tenham “um direito legal a não alimentar seus filhos, deixando-os morrer” [3], e pela emergência de um “mercado livre das crianças”.

Na medida em que o sistema de Rothbard nega que humanos tenham obrigações morais para cada um, ele rejeita a agressão (o “princípio da não-agressão”), mas permite absoluta negligência, até o ponto de causar a morte.

Esse é o resultado maligno de tomar a ética liberal até seu extremo lógico.  Claramente, o “princípio da não-agressão” é necessário mas não suficiente para desenhar uma sociedade justa e humana.

Ideologias satânicas no liberalismo moderno

Abaixo estão três bem conhecidas citações.

A Lei do Thelema do satanista Aleister Crowley aconselha:

Faze o que tu queres será o todo da Lei.”

A novelista liberal Ayn Rand cita declarações de Howard Roark em The Fountainhead:

O primeiro dever do homem é consigo mesmo.  Sua lei moral é nunca colocar seu objetivo principal em outras pessoas.  Sua obrigação moral é fazer o que desejar, desde que seu desejo não dependa antes de mais nada de outros homens”.

Finalmente, uma passagem do economista da Escola Austríaca, Ludwig Von Mises, que admirava a posição elitista de Rand:

O fim último da ação é sempre a satisfação de alguns desejos do agente.  Na medida em que ninguém está numa posição de substituir seus próprios julgamentos de valor por aqueles do agente individual, é vão julgar os objetivos e a vontade de outras pessoas”. (Ação Humana)

Além das diferenças de redação, e muito embora a versão de Mises seja mais variada do que a de Crowley ou de Rand, esses três excertos estão essencialmente dizendo a mesma coisa.

É certo que uma coisa apontar é apontar as similaridades entre satanismo e liberalismo, mas a propaganda satanista está realmente no coração da doutrina liberal e da Escola Austríaca de economia.

A dialética satânica

A Escola Austríaca não é a única escola econômica infectada com satanismo, longe disso.  Como Hayek, Keynes era um membro da infame Sociedade Fabiana.  Ele também era conhecido como um molestador infantil. [4]  Karl Marx mesmo era um satanista. [5]

Em verdade, socialismo, sionismo e satanismo eram originalmente reunidos nos assuntos do século XIX.  O ativista judeu Moses Hess, um influente precursor do sionismo moderno, foi também um proponente precoce do socialismo e um colaborador de Marx.  Foi Hess quem iniciou Marx e Engels no satanismo.

O fim último de todas essas ideologias é a dominação por uma elite satânica oligárquica transnacional.  Tanto marxismo quanto austrianismo opõem-se ao nacionalismo e apóiam o livre mercado.

O colaborador de Mises, o arco-sionista, e franco-maçom de alto grau Richard Coudenhove-Kalergi resumiu a dialética cabalista da seguinte maneira:

A luta entre capitalismo e comunismo sobre a herança da rogada aristocracia de sangue é uma guerra fatricida da vitoriosa aristocracia do cérebro; uma luta entre individualista e socialista, egoísta e altruísta, espírito pagão e espírito cristão.

A assessoria geral de ambos os lados é recrutada da raça espiritual líder (Führerrasse) da Europa: os judeus.” [6]

Essencialmente, duas aparentemente forças opostas avançam o mesmo objetivo: um estado policial mundial governado por uma oligarquia de satanistas bilionário.

Elevando-se a dialética cabalista

Não há dúvida que a Escola Austríaca e o liberalismo introduziram conceitos úteis tanto na ética quanto na teoria econômica moderna.  O mesmo pode ser dito a respeito de Keynes e Marx.  Ideologias cabalistas sempre contêm algumas apetitosas porções de verdade, no intuito de tornar o engano satânico mais efetivo.

Ao elevar-se a dialética cabalista, nosso desafio é digerir esses nuggets de sabedoria, e cuspir as mentiras malignas e as meias-verdades que as poluem.

No fim, a guerra real travada pelos cabalistas é a espiritual.  Não é meramente a respeito de qual sistema monetário é conducente à prosperidade ou qual modelo econômico é ótimo.  Não é somente a respeito de qual sistema político é superior.  É, na essência, uma batalha entre Deus e o demônio, por nossas almas.

Notas:


[2] Ver em http://mises.org/daily/4942 Acesso em 22/09/2012

[3] Ver em http://mises.org/rothbard/ethics/fourteen.asp Acesso em 22/09/2012

[4] Ver em http://keynesatharvard.org/book/Sugar_Keynes.html Acesso em 22/09/2012


Thursday, June 24, 2010

Diversidade Racial Escolar rebaixa Desempenho Acadêmico

Um estudo por toda Europa pela Universidade de Maastricht University revelou que crianças presentes em escolas de raças misturadas consistentemente pontuam menos do que seus colegas em escolas predominantemente brancas ou negras.

O relatório, distribuído por Jaap Dronkers, Professor de Pesquisa Internacional em Performance Educacional e Desigualdade Social na Universidade de Maastricht, voa na face dos argumentos multiculturalistas em favor dos “benefícios” da imigração do Terceiro Mundo.

De acordo com o professor Dronkers, a pesquisa que comparou desempenho de estudantes em línguas, matemática e física de crianças de 15 anos de idade em 15 países ocidentais, descobriu que as suas notas eram inversamente proporcionais à diversidade étnica.

De acordo com a radio estatal “Netherlands Worldwide” (RNW), que transmitiu o relatório, professor Dronkers ficou “surpreso” com os achados.

“Eu interpreto que o desempenho mais baixo dos estudantes em escolas etnicamente diversificadas significa que uma grande quantidade de energia é gasta em ligar as várias lacunas culturais entre estudantes,” disse ele.

“Como resultado, professores são incapazes de focar no ensino. Eles mantêm-se ocupados desde uma cultura até a próxima. Gastam tempo e energia que não gastam em ensinar.”

De acordo com RNW, um outro “achado digno de nota” dessa pesquisa é o desempenho geralmente abaixo da média de estudantes com fundo islâmico.

“Isso não pode ser explicado pelo ‘background’ sócio-econômico ou características de escolas ou sistemas educacionais. Assim, qual é a razão?” disse o Professor Drinkers.

“É muito bem possível que eles estejam sendo discriminados, mas isso também é consistente para crianças não-islâmicas. Pessoas dirão: elas são crianças de trabalhadores migrantes, mas assim foram os italianos. O fator que sobra é a religião.”

Sunday, March 25, 2007

"Sim, há uma tal coisa chamada raça"

Por John Alexander

Esse documento começará por fazer uma afirmação que muitos acadêmicos politicamente corretos considerariam frustrante, alarmante e enfurecedora: “raça existe como um conceito biológico”. A despeito da impopularidade da idéia de que raça exista, pouco mais da metade de todos antropólogos biológicos/médicos acreditam hoje na visão de que raças humanas são biologicamente válidas e reais.1 Embora a simples declaração “raça existe como um conceito biológico” deveria fazer muitos sentirem-se desconfortáveis e querer enterrar suas cabeças na areia, esse documento tentará provar que a declaração é verdadeira. Antes de fazê-lo, porém, deve-se notar que esse documento enfoca apenas a questão de qualquer forma há uma tal coisa chamada “raça”. Ele não discutirá conceitos de inferioridade racial ou superioridade e nem mesmo tentará examinar a utilidade científica em classificar humanos pela raça. O foco desse documento, como declarado acima, é inteiramente limitado a quer sim quer não afirmar que raça existe como um conceito biológico.

Em primeiro lugar, na definição de raça, tem-se facilmente perceptíveis traços tais como a cor do cabelo e dos olhos, formas do corpo e traços da face que variam entre grupos da população humana; essas diferenças são facilmente perceptíveis pelo leigo; e esses traços são determinados pelo menos parcialmente (e talvez completamente) pela ancestralidade (genética).2 Raça então é simplesmente o rótulo dado para aquele agrupamento da população humana. Em outras palavras, como geneticista Steve Sailer tem colocado, raça é uma linhagem; é uma muito prolongada família que procria para algum ponto3. Sob essa definição, raça e ancestralidade são sinônimos. Outros sinônimos para raça são ramos, população, coleções estatísticas de alelos, agrupamento, linhagem, e padrão regional. Os supracitados são todos termos que muitos geneticistas usam em lugar de raça4, porém, todos esses termos significam a mesma coisa que raça. Note que raça não significa a mesma coisa que “espécies”, se a palavra espécie é definida como uma unidade criadora biologicamente distinta.5 Por causa disso é possível que membros de diferentes grupos raciais procriem com um outro, as raças não são separadas em espécies. Também, não é possível pegar qualquer determinado ser humano e ambiguamente classificá-lo ou classificá-la como pertencente a uma raça particular (como seria requisitado para classificação de espécies). Raça no sentido biológico, portanto, é mais um conceito estatístico. Isto é, em questão simples, é simplesmente uma maior divisão das espécies humanas agrupadas por ancestralidade.

Traços raciais

Uma raça é distinguida por uma particular combinação de feições herdadas. Antropólogos tais como Professor George Gill da Universidade de Wyoming que, como um renomado antropólogo, determina raça cientificamente analisando a estrutura óssea de esqueletos – reconhece três maiores discerníveis grupos raciais: caucasóides (brancos), mongolóides (amarelos), e negróides (negros).6 Basicamente, todas as pessoas na Terra podem ser classificadas em uma dessas ou uma mistura dessas três ancestralidades (raças).7 A cor da pele é apenas um dos muitos traços fenotípicos que compõe os três maiores grupos raciais. Professor Luigi Cavalli-Sforza da Universidade de Stanford descreve aqueles que são do grupo caucasóide ancestral como tendo um queixo vigoroso, cabelos claros a escuros que podem ser lisos ou levemente ondulados, olhos castanhos a azuis, lábios finos, e uma complexão branca à bronzeada.8 Geograficamente, brancos são naturais do meio leste, norte da África e Europa. Uma das outras raças, o grupo ancestral negróide, é caracterizado por uma proeminente mandíbula, nariz largo, cabelos ondulados a encrespados, olhos castanhos escuros, lábios geralmente grossos, e uma amarelada-bronzeada à azulada-negra complexão.9 Negróides pretos são naturais da África10. Nas palavras de Cavalli-Sforza, “Há claras diferenças biológicas entre populações nas características visuais que nós usamos para classificar raças”11. Classificação de humanos em diferentes grupos raciais é essencialmente arbitrária, visto que as linhas podem ser desenhadas em qualquer lugar.12 Porém, quando humanos são agrupados nas classificações tradicionais caucasóide-mongolóide-negróide, pode, como J. Philipe Rouston concluiu baseado em centenas de ramos herdados que são únicos de cada grupo, tem muito poder predicativo e explanatório.13 Essas características herdadas são mais profundas. Ninguém pode seriamente negar que há grande diversidade dentro do genoma humano, e diferenças são significantes o suficiente para que o termo “raça” possa ser usado para descrever os diferentes ramos ancestrais de populações. A seguir, uma lista de algumas diferenças raciais entre apenas a raça branca e a raça negra. Delineando essas diferenças, esse documento enfoca apenas diferenças biológicas físicas. A questão de diferença de inteligência e psicologia entre a raça negra e a raça branca vai além do escopo desse documento, e será intencionalmente ignorada. Deve também ser notado que raça é baseada na ancestralidade, não em qualquer combinação arbitrária de traços. Uma pessoa branca é racialmente similar a uma outra pessoa branca simplesmente porque os dois têm um grande acordo com ancestrais mais recentes em comum do que com negros. Como notou o geneticista Steve Sailer, “Raça começa com o garoto que encontra a garota, seguido pelo bebê”.14 Porém, implícita em discussões de haver uma tal coisa chamada raça é a questão se diferenças raciais são simplesmente mais profundas que a pele; portanto, essa lista mostrará que traços raciais incluem mais do que distâncias superficiais do que a cor da pele. A lista não tentou definir raça por traços; ela, em lugar disso, tentou mostrar caminhos em que dois ou três grupos ancestrais principais –- a raça negra e a raça branca – diferem geneticamente.

Processamento de nicotina difere em negros e brancos. Negros parecem absorver 30% mais nicotina de cada cigarro do que os brancos.15 O estudo do CPR Chicago Project publicado no Jornal de Medicina da Nova Inglaterra concluiu que a comunidade negra era mais suscetível ao risco de ataque cardíaco e subseqüente morte do que a comunidade branca, mesmo depois de controlada por outras variáveis. [Nota: há um par de caminhos para interpretar essa disparidade. Deveria ser causado por algo mais do que racismo (como os negacionistas de raça colocariam), e/ou deveria ser causado por diferenças genéticas para que os ataques do coração afetassem brancos vs negros).] 16 Idosos negros têm uma expectativa de vida menor do que idosos brancos, mesmo depois dos pesquisadores controlarem significantes fatores tais como status educacional.17 Em um estudo comparando taxas de natalidade de negros (tanto nascidos da América como na África) e brancos nascidos na América, diferenças desprezíveis foram encontradas. [Nota: isso indica que a diferença das taxas de natalidade deveria ser causada pelo menos parcialmente por fatores genéticos.]18 Pacientes brancos que recebem transplantes de rim têm uma taxa de sobrevivência maior do que pacientes negros.19 Homens e mulheres negras com o maior índice de massa corporal têm uma mais baixa taxa de óbito do que homens e mulheres brancas com o índice maior de massa corporal.20 Tratamento com a droga Enalapril resulta em uma redução significante no risco de hospitalização para falhas no coração entre pacientes brancos com disfunção no ventrículo esquerdo, uma indisposição do coração, mas não ocorre tal redução entre pacientes negros com a mesma desordem.21 “Negros americanos e africanos tem uma alta freqüência de um alelo CYP2D6 que codifica uma enzima com atividade prejudicada. Esse alelo é virtualmente ausente em brancos.22 “Há diferenças marcantes entre brancos e negros na freqüência de polimorfismos de receptores de energia, incluindo o (beta)1-, (beta)2-, e (alpha)1- receptores de energia.”23 A distribuição de polimorfismos receptores de droga difere entre populações de diferentes fundos raciais, que causam às pessoas de diferentes fundos raciais diferentes respostas a drogas.24 Embora negros tendam a receber doses mais baixas de hemodiálise para tratamento dos rins do que brancos, sua chance de sobrevivência quando recebem tratamento de diálise são melhores do que os brancos. A mortalidade de câncer de mama é maior entre negras do que entre brancas nos EUA, mesmo quando controlados fatores sócio-econômicos.26 Pacientes negros e brancos de glaucoma respondem de maneira diferente a tratamentos cirúrgicos diferentes.27 Um em 400 negros herdam célula foice, contra apenas 1 em 1.000.000 de brancos.28 Médicos tendem a prescrever mais canal de bloqueadores de cálcio para negros do que para brancos porque estudos têm indicado que seus trabalhos são melhores para baixar alta pressão sanguínea naquele grupo racial.29 Para brancos com leve danos nos rins ligadas à hipertensão, a droga ramipril, um inibidor de ACE (o remédio mais comumente prescrito para pressão sanguínea) não é o melhor para proteger contra deficiência renal como ocorre com os brancos, um novo estudo detectou.30 Negros são mais sensíveis à dor do que brancos.31 Negros respondem com mais fraqueza a certas drogas quimioterápicas do que brancos.32 Comparados aos brancos, negros tem quadris mais estreitos.33 Negros tem ombros mais largos do que brancos. Atletas negros têm menos gordura corporal do que brancos.35 Atletas negros têm mais músculos do que brancos.36 Negros tem 3% a 19% mais testosterona do que brancos.37 Bebês negros nascem em média uma semana mais cedo que bebês brancos.38 Crianças negras, embora nasçam em uma média de uma semana mais cedo que bebês brancos, são mais maduros do que crianças brancas são quando nascem, como medida pelo desenvolvimento ósseo, fluído amniótico e outros índices.39 Crianças negras amadurecem fisicamente mais rapidamente do que crianças brancas, como demonstrado pelo fato que crianças negras mantêm seus pescoços eretos mais cedo por uma medida de duas semanas, andam em uma medida de um mês mais cedo, e entram na puberdade em média de um ano mais cedo.40 Cérebros de brancos são em média cinco polegadas cúbicos maior do que cérebros de negros.41 Homens brancos têm cérebros 8,2% maiores do que negros.42 Vinte por cento de negros têm um gene que previne seus corpos de produzir alpha-actinin-3, uma proteína muscular que fornece o poder explosivo em músculos de rápida contração. Apenas 3% de negros têm esse gene.43 Negros têm braços mais longos do que brancos, e a mão de um negro é relativamente mais longa do que o antebraço, comparada com um branco.44 Adolescentes negros demonstram uma mais significante rapidez patelar (joelho) no tempo de reflexo do tendão do que adolescentes brancos.45 Em 1999, embora eles apenas fossem mais de 12% do total da população dos EUA, negros contabilizaram 47% de todos novos casos de AIDS nos EUA. [Isso indica que ou os negros são mais biologicamente suscetíveis ao HIV, ou eles são mais sexualmente ativos, ou ambos. Mesmo a última explicação, porém, de forma argumentável, é baseada na biologia.]46 Renomados antropólogos podem identificar a origem racial de um esqueleto com um grau mais alto de exatidão do que uma testemunha ocular examinasse determinada pessoa viva.47 Para um treinado osteologista, os traços ósseos do nariz, boca, fêmur e crânio podem revelar um retrato de uma pessoa melhor do que a cor da pele, cabelo, forma do nariz e dos lábios.48

Quando o gene que controla a produção de thrombomodulin -- uma proteína encontrada nas paredes dos vasos sanguíneos -- muda, isso causa aos negros ter seis vezes mais risco de desenvolver doença do coração do que aos brancos com a mesma mutação genética. Isso significa que o gene pode atuar diferentemente em negros e em brancos.49 Nos Jogos Olímpicos de 2000, pela quinta olimpíada consecutiva, até o oitavo homem na final dos 100 metros rasos eram todos negros de descendência predominantemente Oeste-Africana. Dado que os descendentes dos negros do Oeste da África constituem apenas 7,5% da população mundial, a probabilidade disso ocorrer é de 0.0000000000000000000000000000000000000000000001%. Portanto, a menos que esse fenômeno possa ser demonstrado que ocorreu em função do meio social em que os negros vivem, a única explicação dos outros além da casualidade é que as raças diferem geneticamente (e desta forma raça existe como um conceito biológico).50 Embora eles dominem nos 100 metros e 400 metros rasos, negros com descendência do Oeste da África são marginais nas corridas de 1500 metros ou mais. Isso é tanto uma coincidência, explicada por fatores sociais, ou é causada pela genética.51 Como em 1997, 134 dentre as 134 vezes, os 100 metros rasos foram corridos abaixo de 10 segundos, e foi um negro de descendência do Oeste da África que o fez.52 O número absoluto de diferenças listadas acima mostra que as diferenças raciais são profundas; a existência de raça é evidente. É claro, qualquer diferença racial é média. Indivíduos dentro de raças têm seus próprios traços, que podem diferir da norma de seu fundo racial. Porém, quando alguém compara o grupo racial com um outro de cada dos traços acima, não puramente cultural ou socialmente-baseadas explicações bastam. Explicações genéticas e biológicas são requeridas; portanto, raça deve existir como um conceito biológico. Genes exercem uma função em habilidade atlética, estrutura óssea, suscetibilidade a várias doenças, e mesmo tolerância por dor – diferenças que vão além da cor da pele. Diferenças raciais têm uma explicação evolucionista. De acordo com a corrente e aceitável teoria da evolução humana, africanos e não-africanos separam-se por aproximadamente 110.000 anos quando os não-africanos (os ancestrais dos mongolóides e caucasóides) deixaram a África. Amarelos e brancos distanciam-se em torno de 70.000 anos.53 A seleção natural então conduziu-os para mais de séculos e milhares de gerações.

Diferenças genéticas entre as raças

O Projeto Genoma Humano tão longe tem mostrado que populações humanas (raças) dividem 99% de seus genes em comum.54 Porém (e ignorando o fato que esse documento usa a palavra “raça” como um sinônimo de “populações”), minúsculas diferenças genéticas podem traduzir-se em várias diferenças em um nível macro. Genes de humanos e chimpanzés são 98,4% similares,55 não obstante qualquer reclamação que não há diferenças biológicas entre humanos como um grupo e chimpanzés como um grupo é absurdo. Adicionalmente, por baixo da definição em trabalho de raça usada por esse documento, qualquer diferença genética entre as socialmente-definidas raças implica que as raças existem biologicamente. Há 30.000 genes humanos, um número que inclui 3,1 bilhões de pares base.56 Grupos de população (p.e., raças) diferem grossamente em 1 e 500 (ou 60 milhões) dos pares base.57 Quando visto nesses termos, as diferenças genéticas entre as raças são profundas. É, portanto, possível para um pequeno número de genes responsabilizar-se por diferenças raciais em aparências, habilidades físicas, e talvez mesmo em tais traços como personalidade. De acordo com uma estimativa, cerca de seis por cento de variação genética entre dois indivíduos qualquer no planeta é causada por conhecidos agrupamentos raciais.58 O código genético de negros e brancos diferem por uma totalidade de 3,2%.59 Além disso, geneticistas têm demonstrado que mesmo um infinitésimo pedaço de variação genética pode causar diferenças em traços tais como cor da pele – indicando que mesmo as variações genéticas mais desprezíveis entre populações (raças) podem causar vastas diferenças.60 Para ilustrar mais além a realidade da raça no nível genético, geneticistas tais como Cavalli Sforza estão aptos a calcular uma ancestralidade de uma pessoa (raça) de diferentes partes do mundo para um ponto percentual.61 Renomados antropólogos podem determinar um suspeito fundo racial por evidências de DNA deixado na cena de um crime. A Sociedade Canadense de Discussão de Ciências mesmo tem um web site em http://www.csfs.ca/pplus/profiler.htm cuja polícia pode usar para entrar em um dado de DNA suspeito -- compilado de tais fontes como amostras de sangue e cabelo – em ordem de compreender os suspeitos da raça. Às vezes, isso é apontado por negacionistas de raça que há tanto ou mais diversidade genética entre pessoas de diferentes raças.62 Embora essa declaração seja verdadeira, é irrelevante para a questão se raça existe como um conceito biológico. Por dentro dessa perspectiva, como o Professor da Universidade do Estado da Florida tem apontado, essa declaração é também verdadeira quando os examinados são humanos e macacos: “Ao se comparar humanos com macacos, há tanta ou mais diversidade genética entre indivíduos da mesma espécie como há entre homens em relação a um grupo de macacos”.63 Obviamente, todas as declarações a respeito das mais vastamente maiores similaridades entre raças do que entre indivíduos dentro de raças realmente significa que há uma ampla soma de diversidade dentro do ‘pool’ do gene humano de cada grupo racial. Diferenças genéticas entre grupos raciais e étnicos usualmente refletem diferenças na distribuição de traços polimórficos, que ocorrem em diferentes freqüências em diferentes populações, antes que um traço único para um particular grupo étnico ou racial. Muitos traços sobrepostos obviamente ocorreriam, então, e não seria relevante para a questão se eles tendem a ocorrer mais em alguns grupos do que outros. Cavalli-Sforza em seu “A História e Geografia dos Genes Humanos” compilou tabelas descrevendo “distâncias genéticas” de várias sub-raças ao redor do mundo. A distância genética entre inglês e dinamarquês, duas populações que são parte da raça branca, é igual a 7 de acordo com esse sistema de classificação.64 Então, a equipe de Cavalli-Sforza achou, separando o inglês dos italianos, uma outra população branca, o índice de 51.65 A distância genética entre o japonês (que é parte da raça amarela) e o inglês foi 1,24466 e a distância entre o inglês e os bantus (o maior grupo populacional da África Sub-Sahariana que é parte da raça negra) foi 2,288.67 Irrelevância de pureza racial na questão da pureza racial, Cavalli-Sforza tem encontrado, baseado em estudos de DNA, que nenhuma pode ser considerada pura.68 Raça, então, existe como populações separadas por zonas integradas de linhas agudas. Grupos raciais são feitos por únicos ramos de freqüências genéticas e físicas e outras diferenças como uma deveria naturalmente esperar para achar entre grupos geográficos ancestrais. Como o psicólogo J. Philippe Rushton conclui, “raças são reconhecidas por uma combinação de fatores geográficos, ecológicos e morfológicos e freqüências de gente de componentes bioquímicos.69 Debaixo dessa definição, pureza é irrelevante. Há tanto diferenças físicas herdadas entre pessoas (que nós chamamos de “raças”) ao redor do mundo, ou não há. Dizer que o leque de pureza anula o conceito de raça, como muitos negacionistas de raça fazem, é como dizer que um border collie não é realmente um border collie porque ela tem um poodle de 10 gerações atrás em seu ‘background’ ancestral. De fato, ainda que, evidência recente sugere que, pelo menos com respeito à raça branca, o degrau de mistura que os negacionistas de raça reivindicam para populações humanas têm prodigamente não tomado lugar. De acordo com um recente estudo genético de Britons, apenas 1% da população natural britânica tem alguma outra que não branca ancestralidade. Os restantes 99% naturais de Britons são “puros” brancos.70 O estudo mesmo, porém, pede a questão de como os pesquisadores podiam determinar ancestralidade africana ou asiática se um tal conceito é um mito (lembre que a definição básica de “raça”, para o propósito desse papel, é ancestralidade). Esse leque de “negros no woodpile”, isso para falar, entre pessoas brancas sugere que a raça branca deveria ter sido totalmente separada de outras raças tempo suficiente para significante diferenciação genética ocorrer.

O papel dos Híbridos no Modelo Racial

Um argumento comum colocado fora pelos negacionistas de raça é que em função da significante geração inter-racial, há tantos indivíduos racialmente misturados que diferente sociedades interpretam raça diferentemente, e portanto raça deve não existir como um conceito biológico.71 Por exemplo, há pessoas classificadas como “negras” nos EUA que podem simplesmente pegar um avião para o Brasil e achar que nesta sociedade seriam classificadas como “brancos”.72 Isso é tido pelos negacionistas de raça como prova de que raça não pode ser originada na biologia, já que parece tornar cientificamente sem sentido a questão de quem é negro e quem é branco. Porém, esse argumento é falacioso porque isso confunde cultura com biologia. É uma demasiado delírio dizer que raça não existe porque certas sociedades tem conflitos ou “errôneas” interpretações disso em suas culturas. Esse argumento diminui-se ao dizer que raça não existe porque nenhuma raça pura existe em si mesma, o que é uma tática comum dos negacionistas de raça.73 Mas isso é uma bobagem, porque não há tal coisa que raça “pura” de qualquer forma, como discutido acima. Se há indivíduos que são híbridos de combinações de raças ou não, alguém ainda pode fazer a verdadeira declaração que várias populações de homens são fenotipamente e geneticamente (ancestralidade) diferentes umas das outras. Desta forma, eles compõe diferentes raças. A idéia de que por causa dessa hibridização -- que as várias raças emergiram juntas em lugar de haver distintos limites – explica a questão. Suponde que todos os indivíduos miscigenados fossem deslocados para um outro planeta, em ordem de criar uma situação em que as populações humanas que deixassem a terra não seriam sobrepostas. Negacionistas de raça então reconheceriam a existência de raça? Usando o critério de que, por exemplo, a Associação Antropológica Americana (AAA) em sua declaração política de raça, se populações humanas, através da teórica remoção de pessoas racialmente miscigenadas pela equiparação, estivessem sem ambigüidade e claramente demarcadas, então a existência de raça (usando os motivos da AAA) deveria ser reconhecida.74 Um outro caminho para examinar o problema é retornar ao exemplo. Suponde que houvesse uma situação em que houvesse diferenças definíveis entre definíveis populações e nenhuma origem inter-racial tivesse mesmo ocorrido. Nessa hipotética situação, todos indivíduos poderiam ser sem ambigüidade classificados como caucasóides, negróides ou mongolóides. Então misture as populações nas extremidades. Isso então invalidaria a teórica verdade que as populações pudessem ser classificadas por raça? Obviamente não. Se alguém tivesse tanto ancestralidade mongolóide e caucasóide, então isso lhe tornaria bi-racial e não um a-racial. Há várias áreas onde significantes misturas raciais ocorreram, tais como a Índia e América Latina.75 A existência de populações racialmente misturadas nessas áreas, porém, em nenhuma hipótese desaprova a noção que as populações da Europa, Leste da Ásia e África pudessem ser diferenciadas geneticamente e pela ancestralidade.76 Chamar uma raça de raça definitiva, a questão da existência de raças como um conceito biológico é um pouquinho mais do que um jogo de palavras. Negacionistas de raça alegarão alguma definição problemática para a palavra “raça”, tal como a noção que não se pode defender que raça significa um grupo de indivíduos que é biologicamente diferente do resto (p.e., como uma separação de espécies).77 Então, enquanto tentam arduamente como podem negar que raça existe, os negacionistas de raça aproximarão alguma outra palavra que realmente descreve a mesmíssima coisa que os proponentes de raça entendem quando eles usam a palavra “raça”. Cavalli-Sforza por exemplo usa termos tais como “população”, “variações clinais”, “coleção de alelos” e “ramo”, tudo enquanto religiosamente evitam o tabu da palavra “raça”. Tudo nesse monumental –tomo- A História e Geografia dos Genes Humanos, Cavalli-Sforza examina grupos raciais, ainda que simplesmente recuse chamar uma raça de raça. Seres humanos, como descrito por Cavalli-Sforza, são uma continuidade de variações entre “populações”.78 Se alguém substituiu a palavra “raça” por “populações”, porém, isso seria adequado.

Conclusão

Possivelmente, opositores da idéia de raça deverão argumentar que não há nenhum bem que possa vir de mesmo discutir as realidades de raça, e um grande consenso de ofensa. Isso, embora possa ser verdade, não dá razão para se relevar o que está por trás da veracidade de conceitos envolvendo raça. Apenas a evidência e a razão, não verdade ou mentira, pode determinar a verdade. Se diferenças entre populações são pequenas, ainda que elas existam, então elas estão abertos para um exame mais detalhado. Se diferenças raciais em habilidades atléticas existem, por exemplo, então deveria haver também diferenças em inteligência e emoção, e/ou em comportamento e temperamento? Quão profundas diferenças raciais vão, assim como suas implicações para a sociedade e o futuro, devem ser confrontadas. De fato, se é admitido que raça existe, então algumas questões perturbadoras da Terra deveriam pipocar. A existência de raça como um conceito biológico significa que a harmonia racial é impossível sem a completa separação racial? A completa separação racial também é o único caminho para manter as ricas questões contidas no genoma humano? Ou há alguma outra solução? Essas questões, e muito mais, serão sem dúvida discutidas nas próximas edições de Racial Dialetics. Para finalizar, há de fato uma tal coisa chamada “raça”. Raça existe não apenas como um conceito social e cultural mas também biológico. A razão básica, como demonstrado acima, começa com a premissa que certos traços biológicos existem em populações humanas (e.g., cor da pele). Esses traços manifestam-se em uma coleção estatística de alelos, que são causados pela ancestralidade. O rótulo dado a essa coleção é “raça”. Portanto, raça, através dessa definição, existe como uma construção biológica. Uma raça não é mais, e não menos, do que uma família prolongada.

Notas:

1 Gill, George W., “Does race exist? A proponent’s perspective,” http://www.pbs.org/wgbh/nova/first/gill.html
2 L. Luca Cavalli-Sforza, Paolo Menozzi, Alberto Piazza, History and Geography of Human Genes, Princeton University Press, 1994:
3. 3 Sailer, Steve, “Cavalli-Sforza's Ink Cloud”, http://www.vdare.com/sailer_may_24.htm
4 See, e.g., CAVALLI-SFORZA, et al.: History and Geography of Human Genes
5 See, e.g., Mayr, Dr. Ernst, “What is a species, and what is not?”, PHILOSOPHY OF SCIENCE, VOL. 63, JUNE 1996: 262-277.
6 Gill, George W., “Craniofacial Criteria in the Skeletal Attribution of Race.” In Forensic Osteology: Advances in the Identification of Human Remains ed. by Kathleen J. Reichs. Charles C. Thomas Publisher, Ltd., 1998: 293-317. 7 Gill, George W., “Craniofacial Criteria in the Skeletal Attribution of Race.”: 293-317.
8 CAVALLI-SFORZA, et al.: History and Geography of Human Genes: 266-267.
9 CAVALLI-SFORZA, et al.: History and Geography of Human Genes: 161-168.
10 Cavalli-Sforza, Luigi Luca, Genes, Peoples, and Languages, North Point Press, 2000: 9.
11 Cavalli-Sforza, Genes, Peoples, and Languages: 9.
12 Cavalli-Sforza, Genes, Peoples, and Languages: 29.
13 Rushton, J. Phillipe, Race, Evolution, and Behavior, Transaction Publishers, 1995: xiii.
14 Sailer, Steve, “Making sense of the concept of race: A race is an extremely extended family,” 1998: http://isteve.com/makingsense.htm
15 http://www.healthcentral.com/news/newwsfulltext.cfm?id=5824&StoryType=ReutersNews
16 Becker, Lance B., Han, Ben H., Meyer, Peter M., Wright, Fred A., Rhodes, Karin V., Smith, David W., Barrett, John, The CPR Chicago Project, “Racial Differences in the Incidence of Cardiac Arrest and Subsequent Survival,” N Engl J Med 1993 329: 600-606
17 Guralnik, Jack M., et al., “Educational Status and Active Life Expectancy among Older Blacks and Whites,” The New England Journal of Medicine, Volume 329, 1993:110-116.
18David, Richard J., et al., “Differing Birth Weight among Infants of U.S.-Born Blacks, African-Born Blacks, and U.S.-Born Whites,” The New England Journal of Medicine, Volume 337, 1997: 1209-1214
19 Wolfe, Robert A., Ashby, Valarie B., Milford, Edgar L., Ojo, Akinlolu O., Ettenger, Robert E., Agodoa, Lawrence Y.C., Held, Philip J., Port, Friedrich K. “Comparison of Mortality in All Patients on Dialysis, Patients on Dialysis Awaiting Transplantation, and Recipients of a First Cadaveric Transplant,” N Engl J Med 1999 341: 1725-1730
20 Calle, Eugenia E., Thun, Michael J., Petrelli, Jennifer M., Rodriguez, Carmen, Heath, Clark W. “Body-Mass Index and Mortality in a Prospective Cohort of U.S. Adults,” N Engl J Med 1999 341: 1097 1105.
21 Exner, Derek V., Dries, Daniel L., Domanski, Michael J., Cohn, Jay N. “Lesser Response to Angiotensin-Converting-Enzyme Inhibitor Therapy in Black as Compared with White Patients with Left Ventricular Dysfunction,” N Engl J Med 2001 344: 1351-1357.
22 Wood, Alastair J.J. “Racial Differences in the Response to Drugs -- Pointers to Genetic Differences,” N Engl J Med 2001 344: 1393-1396.
23 Exner, Derek V., Dries, Daniel L., Domanski, Michael J., Cohn, Jay N. “Lesser Response to Angiotensin-Converting-Enzyme Inhibitor Therapy in Black as Compared with White Patients with Left Ventricular Dysfunction,” N Engl J Med 2001 344: 1351-1357
24 Wood, Alastair J.J. “Racial Differences in the Response to Drugs -- Pointers to Genetic Differences,” N Engl J Med 2001 344: 1393-1396.
25 William F. Owen, Jr; Glenn M. Chertow; J. Michael Lazarus; Edmund G. Lowrie; “Dose of Hemodialysis and Survival: Differences by Race and Sex,” Journal of the American Medical Association, Vol. 280 No. 20, 1998: 1764-1768.
26 Donald R. Lannin, Holly F. Mathews, Jim Mitchell, Melvin S. Swanson, Frances H. Swanson, Maxine S. Edwards; “Influence of Socioeconomic and Cultural Factors on Racial Differences in Late-Stage Presentation of Breast Cancer,” Journal of the American Medical Association, 279, 1998: 1801-1807.
27 Doctor's Guide, “Blacks, Whites Benefit From Different Surgical Glaucoma Treatments,” 1998: http://www.pslgroup.com/dg/8CC7E.htm
28Gary Sumner, “Eckman makes sickle cell disease a top priority,” Atlanta Business Chronicle, 1998: http://atlanta.bcentral.com/atlanta/stories/1998/07/27/focus10.html
29 Susan Duerksen, “Study touts ACE inhibitor for blacks,” San Diego Union Tribune, June 6, 2001: http://www.uniontrib.com/news/metro/20010606-9999_7m6kidney.html
30 Susan Duerksen, “Study touts ACE inhibitor for blacks,” http://www.uniontrib.com/news/metro/20010606-9999_7m6kidney.html
31 Robert R. Edwards, Daniel M. Doleys, Roger B. Fillingim, and Daniel Lowery; “Ethnic Differences in Pain Tolerance: Clinical Implications in a Chronic Pain Population,” Journal of the American Psychosomatic Society, Vol 3 Number 2, 2001: 316.
32 Washington University School of Medicine, ScienceDaily, 2001: http://www.sciencedaily.com/releases/2001/03/010327080620.htm
33 Jaques Samson and Madeline Yerles, “Racial Differences in Sports Performance,” Canadian Journal of Sports Science 13, 1988: 110-111.
34 J. Jordan, “Physiological and Anthropometric Comparisons of Negroes and Whites,” Journal of Health,
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35 Stanley M. Garn, “Human Biology and Research in Body Composition,” Annals of the New York Academy of Sciences 110, 1963: 429-446
36 Garn, “Human Biology and Research in Body Composition,” 429-446.
37 J.A. Cauley et al., “Black-White Differences in Serum Sex Hormones and Bone Mineral Density,” American Journal of Epidemiology, 139. 1994: 1035-1046.
38 Holly M. Cintos, “Cross-Cultural Variation in Infant Motor Development,” Physical and Occupational Therapy in Pediatrics, 8, 1998: 1-20.
39 Holly M. Cintos, “Cross-Cultural Variation in Infant Motor Development,” 1-20.
40 J. E. Kilbride et al., “The Comparative Motor Development of Baganda, American White, and American Black Infants,” An Anthropologist, 72, 1970: 1422-1428.
41 Ho, Khang-cheng, Roessmann, U., Straumfjord, J.V., & Monroe, G. (1980), “Analysis of brain weight,“ Archives of Pathology and Laboratory Medicine, 104, 635-645.
42 Ho, Khang-cheng, Roessmann, U., Straumfjord, J.V., & Monroe, G. (1980), “Analysis of brain weight,“ Archives of Pathology and Laboratory Medicine, 104, 635-645.
43 Kathryn N. North et al., “A Common Nonsense Mutation Results in a-actinin-3 Deficiency in the General Population,” Nature Genetics 21, 1999: 353-354.
44 Jaques Samson and Madeline Yerles, “Racial Differences in Sports Performance,” 110-111.
45 J. Dunn and M. Lupfer, “A Comparison of Black and White Boys’ Performance in Self-Paced and Reactive Sports Activities,” Journal of Applied Social Psychology 4, 1974, 25-35.
46 Centers for Disease Control and Prevention, “HIV/AIDS Among African Americans,” http://www.cdc.gov/hiv/pubs/facts/afam.htm
47 Gill, George W., “Does race exist? A proponent’s perspective,” http://www.pbs.org/wgbh/nova/first/gill.html
48 Gill, George W., “Does race exist? A proponent’s perspective,” http://www.pbs.org/wgbh/nova/first/gill.html
49 “Black people vulnerable to heart gene,“ Circulation: Journal of the American Heart Association, April, 2001.
50 Sailer, Steve, “Angier’s wager and the Olympics,“ http://www.vdare.com/sailer_olympics_2.htm
51 Sailer, Steve, “Angier’s wager and the Olympics,“ http://www.vdare.com/sailer_olympics_2.htm

52 Sailer, Steve, “Making sense of the concept of race: A race is an extremely extended family,” 1998, http://isteve.com/makingsense.htm
53 Rushton, J. Phillippe, “Race as a biological concept,” November 4, 1996, http://www.leconsulting.com/arthurhu/97/06/rushtonracebio.htm
54 Talbot, Chris, “Human Genome Project: First scientific milestone of the twenty-first century”, July 11, 2000, http://www.wsws.org/articles/2000/jul2000/gen-j11.shtml
55 Talbot, Chris, “Human Genome Project: First scientific milestone of the twenty-first century”, July 11, 2000, http://www.wsws.org/articles/2000/jul2000/gen-j11.shtml
56 National Center for Biotechnology Information, “Genes and disease,” http://www.ncbi.nlm.nih.gov/disease/
57 CAVALLI-SFORZA, et al.: History and Geography of Human Genes: 7.
58 Blum, Deborah. “Race: many biologists argue for discarding the whole concept,” The Sacramento Bee, October 18, 1995, p. A12.
59 M. Nei and A. K. Roychoudhury. 1982. Genetic relationship and evolution of human races. Evolutionary Biology 14: 1-59
60 Steve Sailer, “We Know They Said ‘Created Equal.’ But They Didn’t Mean . . .” http://www.vdare.com/sailer_human_prop.htm
61 Gregory M Cochran, evolutionary biologist, quoted by Sailer, Steve, “We know they said ‘created equal.’ But they didn’t mean...”, http://www.vdare.com/sailer_human_prop.htm
62 See, e.g., Natalie Angier, “Do Races Differ? Not Really, Genes Show,” The New York Times, August 22, 2000: F1.
63 Michael Rienzi, “Race is a Myth? The left distorts science for political purposes,” American Renaissance, Dec. 2000
64 CAVALLI-SFORZA, et al.: History and Geography of Human Genes: 75
65 CAVALLI-SFORZA, et al.: History and Geography of Human Genes: 75
66 CAVALLI-SFORZA, et al.: History and Geography of Human Genes: 75
67 CAVALLI-SFORZA, et al.: History and Geography of Human Genes: 75
68 Cavalli-Sforza, Luigi Luca, Genes, Peoples, and Languages, North Point Press, 2000: 12-13.
69 Rushton, J. Phillipe, Race, Evolution, and Behavior, Transaction Publishers, 1995: p. 96.
70 Reuters, “DNA shows black genes in white Britons,” May 20 2001: http://dailynews.yahoo.com/h/nm/20010519/sc/science_britain_black_dc_1.html
71 Charles Petit, “NO BIOLOGICAL BASIS FOR RACE, SCIENTISTS SAY - Distinctions prove to be skin deep,” The San Francisco Chronicle, Monday, February 23, 1998: http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?file=/chronicle/archive/1998/02/23/MN94378.DTL&type=special#The%2 0San%20Francisco%20Chronicle
72 Charles Petit, “No Biological basis for race, scientists say--Distinctions prove to be skin deep,” http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?file=/chronicle/archive/1998/02/23/MN94378.DTL&type=special#The%2 0San%20Francisco%20Chronicle
73 See, e.g., Paur R. Spickard, “The Illogic of American Racial Categories,” PBS Online: http://www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/shows/jefferson/mixed/spickard.html
74 American Anthropological Association, American Anthropological Association Statement on "Race", 2000: http://www.aaanet.org/stmts/racepp.htm
75 Michael Rienzi, “Race is a Myth? The left distorts science for political purposes,” American Renaissance, Dec. 2000
76 Michael Rienzi, “Race is a Myth? The left distorts science for political purposes,” American Renaissance, Dec. 2000
77 See, e.g., Cavalli-Sforza, Genes, Peoples, and Languages, North Point Press, 2000: 25.
78 CAVALLI-SFORZA, et al.: History and Geography of Human Genes, Princeton University Press, 1994: 11-16.
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